Cenário Macroeconômico

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1 MB ASSOCIADOS Cenário Macroeconômico ABRAFATI 25 de Agosto de

2 Existem hoje três questões chaves a responder 1. Teremos ou não um segunda recessão global? 2. Os preços de commodities em reais reduzirão a inflaçãode2011paramenosde6%? 3. Existe ou não uma desaceleração na economia brasileira? 2

3 1. Cenário Macroeconômico 1.1. Internacional 1.2. Doméstico 1.3. Cenário e projeções setoriais 2. Principais riscos para as empresas 3. Oportunidades para as empresas 3

4 Cenário Internacional ficou mais incerto e risco de uma situação de maior stress aumentou Inflação países emergentes Crescimento mais fraco nos países desenvolvidos Elevado endividamento do mundo rico Pressão inflacionária continua bastante forte, com índices de preços na China voltando a acelerar. Medo de que o aperto na política econômica leve a uma desaceleração forte do crescimento. Dados recentes de atividade apontam crescimento bem mais moderado, especialmente nos EUA (PIB do 2º tri e revisões); Na Europa, incerteza e maior volatilidade afetaram o crescimento; Encaminhamento parcial dos problemas das dívidas na Europa e nos EUA com o pacote para a Grécia e a aprovação no Congresso americano de elevação no teto da dívida. Entretanto, excesso de endividamento público continua central na crise; 4

5 Indicadores apontam aceleração da atividade e elevação da inflação na China China: CPI (crescimento acumulado em 12 meses - %) Jul/07 Jul/09 Jul/11 Produção Industrial (Var. no mês contra o mesmo mês do ano anterior -%) ,0 jul-07 jul-09 jul-11 Fonte: Bloomberg, National Bureau of China Elaboração: MB Associados Investimentos em ativos fixos (Var. em relação ao mesmo período do ano anterior -%) ,4 jul/07 jul/09 jul/11

6 Renda Disponível (var. em relação ao mesmo período do ano anterior -%) 4,5 2,0-0,5-3,0 Revisão no crescimento americano 1,1-5,5 jun/08 jun/09 jun/10 jun/ Consumo das Famílias (PIB) (var. no trim em relação ao trim anterior anualizada, com ajuste sazonal -%) Novas Vagas de Trabalho (var. absoluta contra o mês anterior -milhares de pessoas - dessaz.) , q3 2006q4 2009q1 2011q2-900 jul/08 jul/09 jul/10 jul/11 6

7 Nova revisão para baixo nas estimativas de crescimento dos EUA (%) Choques Negativos ,9 2,7 3, Fonte: Federal Reserve. Elaboração: MB Associados. Projeções reunião de Junho/11 3,3 Clima; Terremoto no Japão; Ajuste nos estados e municípios; Elevação no preço da gasolina. Impasse em relação aumento do teto da dívida; Com os números do PIB do 1º e 2º trimestre, dificilmente o crescimento será de 2,0%. 7

8 Como na Europa, nos EUA também há um excesso de endividamento Déficit (% do PIB) Dívida Pública (% do PIB) 3,0-1,0-5,0-9,0-9,1-13,0 abr/01 abr/06 abr/ Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados. 8

9 Crescimento médio da economia americana nos próximos anos deverá ser menor do que no passado recente... 6,0 4,0 2,0 0,0-2,0-4,0 Crescimento anual - % Média 94-07: 3,2% Média Taxa de desemprego não cai significativamente! Média 08-16: 1,8% Fonte e projeções: FMI. Elaboração: MB Associados. 9

10 A situação europeia está a cada dia mais complicada. Os problemas a serem enfrentados são: 1. Existem países insolventes ou quase lá (Grécia, Portugal e Irlanda) que precisam ser suportados, antes que contaminem países maiores(itália, Espanha e outros); Avanços Montagem de uma estrutura de elaboração e verificação daexecuçãodoajuste,comoauxíliodofmi; Criação e institucionalização do Fundo Europeu de Estabilidade e criação de um mecanismo de refinanciamento da dívida com desconto (via leilões) de sorte a reduzir parte da dívida; Dúvida: Tamanho do fundo suficiente? Ruptura de uma tradição no BCE, que passou a comprar papéis da Espanha e da Itália, para quebrar o pânico dos mercados. 10

11 Europa: spread entre as taxas de juros dos papéis de 10 anos de países selecionados em relação ao papel alemão (em pontos) Irlanda Grécia Espanha Portugal Itália /2/11 23/4/11 23/6/11 23/8/11 Fonte: Bloomberg. Elaboração: MB Associados. 11

12 Os problemas a serem enfrentados são (continuação): 2. Entretanto, não existe garantia que no futuro os países apósopiornãovoltemagastarmaisdoquepodem; Daí porque seria importante avançar para um verdadeiro federalismo fiscal, onde a emissão de bônus europeus seria compensada pela perda da autonomia para gastos nos diversos entes nacionais; Desafio Político Os países europeus certamente não estão preparados para uma decisão tão radical neste momento, inclusive porque é evidente a fragilidade da liderança política europeia. 12

13 Os problemas a serem enfrentados são (continuação): 3. Mesmo que tudo o colocado antes seja bem sucedido, remanesce a pergunta como Grécia, Portugal e Irlanda e Itália e Espanha vão retomar a um crescimento sustentável; Da mesma forma como ocorreu na América Latina, a construção de uma solução definitiva leva tempo e pode resultar em uma década perdida para os devedores; 13

14 0,5 Alemanha 0,7 0,5 1,9 Zona do Euro: PIB (variação no trimestre contra trimestre anterior -%) 0,8 0,5 1,3 0,1 França 0,1 0,2 0,6 0,2 0,5 0,4 0,3 0,9 0,0-1,7 II/09 IV/09 II/10 IV/10 II/11 Itália II/09 IV/09 II/10 IV/10 II/11 Zona do Euro 0,4 0,6 0,5 0,3 0,1 0,1 0,3-0,3 0,0 II/09 IV/09 II/10 IV/10 II/11 Fontes: Deutshe Bundesbank, ISTAT, eurostat, INSEE. Elaboração: MB Associados.

15 Itália: taxa de crescimento anual e rendimento dos papéis do governo italiano de 10 anos -% 15,0 12,0 Média móvel 7 anos - Taxa de crescimento anual Rendimento papéis do governo de 10 anos 9,0 6,0 3,0 0,0-3, ,0 0,1 Fonte: FMI e Bloomberg. Elaboração: MB Associados. 15

16 Conclusão: cenário internacional EUA Baixa probabilidade de novo evento de crédito, como o da Lehman Brothers (baixa exposição aos bancos europeus); Entretanto, crescimento será mais lento neste ano e nos próximos; Possível elevação da inflação; O Feddeclarou que o juro ficará próximo de zero até Como consequência o dólar seguirá fraco. Europa Aumento do risco de ocorrência de um evento de crédito na Europa! Volume elevado de vencimentos de papéis italianos e espanhóis nos próximos 2 meses! Crescimento começou a dar sinais de desaceleração mais forte, inclusive na Alemanha. Mesmo sem uma crise bancária, aumentou o risco de uma recessão mundial. 16

17 Consequências (cenário básico sem recessão mundial) Commodities agrícolas Commodities Metálicas No cenário básico (em que não há um evento de crédito na Europa) fundamentos, forte crescimento emergentes e questões de oferta, devem manter preços em patamar atual; Crescimento mundial mais lento, especialmente nos EUA colocam pressão baixista nos preços. Inclusive por conta da redução investimentos em infraestrutura na China; Petróleo Redução do crescimento dos EUA (responsável por 21% do consumo mundial) coloca certa pressão baixista nos preços, que devem ficar ao redor de 80 a 100 dólares o barril na média anual em 2012; 17

18 CRB Agrícolas Média do último mês /6/11 23/7/11 23/8/11 Metais Petróleo Média do último mês 580 Média do último mês /6/11 23/7/11 23/8/11 Fonte: CRB. Elaboração: MB Associados /6/11 23/7/11 23/8/11 18

19 1. Cenário Macroeconômico 1.1. Internacional 1.2. Doméstico 1.3. Cenário e projeções setoriais 2. Principais riscos para as empresas 3. Oportunidades para as empresas 19

20 Dois cenários possíveis... Cenário básico (sem recessão mundial) prob. 65 % Inflação de serviços e núcleos continuam em aceleração. IPCA chega a 6,5% esteanoepoucoabaixodissoanoquevem; Nossa percepção é que a queda em reais das commodities será modesta neste cenário, sem recessão mundial; Preços de produtos agrícolas voltam a acelerar, especialmente carnes e etanol. Commodities em geral ainda pressionadas em O real continuará apreciado; Reconhecimento oficial da presidente de que o crescimento não será prejudicado pela inflação. Em outras palavras, um pouquinho de inflação será aceito para manter um crescimento razoável; Os juros não subirão mais e provavelmente poderão cair nos próximos meses. A dúvidaéotamanhodaqueda. 20

21 IPCA-15: Serviços e núcleos (crescimento acumulado em 12 meses -%) 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 IPCA-15 Serviços 8,8 7,1 Evolução da média dos núcleos 6,6 6,4 6,0 6,8 4,0 ago/08 ago/09 ago/10 ago/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 Fonte: IBGE. Elaboração: MB Associados. 21

22 IPCA serviços: Variação Acumulada 12 meses até julho (%) Maiores variações Menores variações Mudança Hotel 16,1 13,2 TV a cabo 4,6 Serviço bancário Empregado doméstico Médico 12,0 11,0 10,8 Fotocópia Excursão 0,7 2,8 Estacionamento Cinema 10,3 10,3 Aluguel de veículo -2,0 Mão-de-obra Aluguel residencial 10,2 10,2 Seguro voluntário de veículo -6,2 Fonte: Ibge. Elaboração: MB Associados 22

23 ÚNICA: Balanço Oferta de cana-de-açúcar Cana (mi de t) Açúcar (mi de t) Álcool total (bi de l) 2010/11 556,7 33,5 25,4 2011/12 510,2 (568,5) 31,6 (34,6) 21,0 (22,5) Var (%) -8% -6% -18% A Canaplanprojeta produção de apenas 476 milhões de toneladas de cana para esta safra Projetamos um crescimento na frota de automóveis flex de 2,8 milhões de unidades. Fonte: ÚNICA. Elaboração: MB Agro.

24 Caged: Salário nominal dos admitidos por setores (Crescimento acumulado em 12 meses -%) Evolução do salário total dos admitidos (cresc. acum. em 12 meses -%) Principais setores (cresc. acum. em 12 meses até Junho/11 -%) Indústria 12,0 10,5 10,0 Agricultura 10,6 9,0 Total 10,0 7,5 Serviço 9,0 Construção Civil 9,9 6,0 jun/07 jun/09 jun/11 Comércio Adm Pública 5,4 8,8 Fonte: Caged. Elaboração: MB Associados. 24

25 Está ocorrendo uma desaceleração da atividade econômica? Vendas no Varejo (índice) jun/07 jun/09 jun/ Indústria (índice) jun/07 jun/09 jun/11 Emplacamento de auto e comerciais leves (*) acumulado nos 16 primeiros dias úteis Vendas Var. (unidades) (%) Julho Agosto ,3 Fonte: IBGE, Anfavea. Elaboração: MB Associados.

26 Revisão de crescimento do PIB para 2011 e P 2012 P PIB a preços de mercado 4,2 4,0 Oferta Agropecuária 4,1 4,5 Indústria 3,9 3,7 Extrativa Mineral 3,0 3,5 Transformação 3,3 3,0 Construção Civil 6,1 5,9 Serviços 3,9 3,7 Demanda Consumo do Governo 2,2 3,1 Consumo das Famílias 5,5 4,3 Investimentos (FBCF) 7,9 8,5 Exportações 6,5 5,1 Importações 14,9 14,4 1,6 Variação do tri contra o tri anterior (com ajuste sazonal) -% 0,4 0,8 1,3 1,1 1,5 0,9 II/10 IV/10 II/11 IV/11 26

27 Conclusão (cenário básico sem recessão mundial) 1. Economia deve continuar crescendo no patamar de 4% até Governo fará tudo para manter crescimento nesta faixa; 2. Esse nível é compatível com inflação acima da meta nos próximos dois anos; 3. Mas continuidade da crise econômica permitirá que governo comece a baixar a taxa de juros nos próximos meses (já não sobe na reunião de agosto). Isso porque mesmo sem crise Europa e EUA devem entrar em período de muito baixo crescimento; 27

28 Conclusão (cenário básico sem recessão mundial) 4. Taxa de câmbio ganhou um piso de 1,5. Qualquer proximidade dessa taxa levará a aumento do IOF e/ou outras medidas cambiais. Governo esquece que o importante é o câmbio real e não o nominal e inflação continuará corroendo o câmbio real; 5. A regulamentação do mercado cambial ainda está muito confusa; 6. Cenário ainda não será preocupante, mas desajustes acumulados na política econômica poderão reverberar em 2013 e 2014, anos de eleição e Copa. Ajuste maior da economia deverá ficar para

29 Dois cenários... Cenário de stress (com recessão mundial) prob. 35% Nesse cenário a economia mundial entra em crise mais profunda, gerando novo processo recessivo mais grave, inclusive no Brasil; Consequências imediatas seriam queda mais forte dos preços de commodities e provável depreciação do real; Com recessão mundial inflação doméstica poderia ser contida pelo efeito basicamente em commodities, mas manteria ainda trajetória preocupante dos outros componentes. Entretanto, o câmbio deverá depreciar! Cenário em que taxa de juros cairia mais do que em 2008, mas política fiscal poderia ficar mais ativa ainda, trazendo riscos de 2013 para frente. Em outras palavras, uma crise agora traria ainda mais riscos para a economia brasileira no longo prazo do que no curto... 29

30 1. Cenário Macroeconômico 1.1. Internacional 1.2. Doméstico 1.3. Cenário e projeções setoriais 2. Principais riscos para as empresas 3. Oportunidades para as empresas 30

31 Cenário base Crescimento mundial deverá ser da ordem de 4,0% a.a.os países do G7 devem crescer por volta de 2% ao ano, a China em torno de 8,0% a.a e o Brasil por volta de 4,5% a.a; Alavancas do crescimento 1. Continuidade do aumento do consumo das classes C; Redução do efeito positivo de algumas forças que ajudaram o crescimento entre 2006 e 2010; 2. Crescimento das exportações da cadeia de recursos naturais; 3. Crescimento dos investimentos privados (inclusive a Petrobras, Copa do Mundo e Olimpíadas); Fatores limitantes do crescimento 1. Desequilíbrios macroeconômicos crescentes; 2. Redução da competividade 1. Aumento do chamado custo Brasil combinado a uma forte valorização do Real; 2. Redução da eficiência do setor público; 3. Ausência de reformas e avanços institucionais: exemplo da Previdência, piora na qualidade dos indicadores fiscais (contabilidade criativa), manutenção de inúmeras formas de indexação, etc. 31

32 Financiamentos habitacionais concedidos pelo SBPE e FGTS (em milhares de unidades) SBPE FGTS Fonte: CBIC. Elaboração: MB Associados.

33 Demanda potencial imobiliária (média anual em mil unidades) Demanda potencial anual média por região (em mil unidades) Demanda potencial anual média por classe de renda (em mil unidades) Total: N NE SE SE CO 43 Classe A 147 Classe B Classe C -233 Classe DE Fonte e projeções: MB Associados com base nos dados da PNAD (2008). Nota: classe A (acima 20 sm); classe B (entre 10 e 20 sm), classe C (entre 3 e 10 sm) e classe DE (até 3 sm) 33

34 Projeção de venda de automóveis (crescimento em %) P Total Auto e comerciais leves Fonte: Fenabrave. Elaboração: MB Associados. Caminhões Ônibus Motos Implementos 34

35 1. Cenário Macroeconômico 1.1. Internacional 1.2. Doméstico 1.3. Cenário e projeções setoriais 2. Principais riscos para as empresas 3. Oportunidades para as empresas 35

36 Onde estão os riscos? O maior risco é uma recessão mundial (discutido no cenário macro) Desvalorização do real Mudança na dinâmica do emprego Apertona oferta de crédito Risco Riscopara empresas com passivo em moeda estrangeira e receita em real Risco comercial: encarecimento das importações Revisão da demanda (Acreditamos que o impacto será maior em bens duráveis) Redução na confiança => menor euforia de compras Nestecenário, os mais prejudicados são pequenas empresas e pessoa física Margens Os custos seguirão pressionados! (ex. construtoras em 2010) 36

37 1. Cenário Macroeconômico 1.1. Internacional 1.2. Doméstico 1.3. Médio Prazo 2. Principais riscos para as empresas 3. Oportunidades para as empresas 37

38 As mudanças estão cada vez mais rápidas, dificultando o acompanhamento e posicionamento das empresas. Entretanto estas mudanças geram oportunidades: Globalização Contratar ou prestar serviços ao exterior Oportunidades para empresas pequenas Algumas empresas usam os correios para exportarem em pequenas quantidades. Fornecedores em diversos países Possibilidade de usar serviços de diversos lugares, como por exemplo, de análise laboratorial da Índia. Mudança no tamanho do mercado Especialização e Terceirização Mercados maiores permitem maior especialização e produtividade Spin-off Em algumas empresas, produtos derivados já está tão lucrativo quanto a própria empresa. Como por exemplo, a Tam e seu programa de milhagem, Multiplus. Novos players

39 As mudanças estão cada vez mais rápidas, dificultando o acompanhamento e posicionamento das empresas. Entretanto estas mudanças geram oportunidades: Mudanças tecnológicas Mercado local Novos arranjos familiares Biotecnologia Nanotecnologia Computação nas nuvens Conclusão: Como consequência desses movimentos têm ocorrido muitos lançamentos de novos empreendimentos, de spin-offs e consolidação em muitos setores. Abertura ao Exterior: Possibilidade de investimentos com novos parceiros e novas fontes de capital. Canal comercial com novos modelos de negócio, por exemplo importação de produtos com menor custo. Economias de aglomeração: Volta das lojas de bairros, menores e mais próximas nas grandes cidades. Prestação de serviços a distância (ex.: compras, aulas) Novas formas de funding

40 MB Associados Av. Brigadeiro Faria Lima, andar São Paulo SP Telefone: (011) Fax: (011)

41 Apêndice 41

42 Novos arranjos familiares: Mais pessoas morando sozinhas / Famílias Menores Distribuição dos arranjos familiares (%) Proporção de famílias por número de pessoas na família: Até De 2 a Mais de Casal com Filhos Casal sem Filhos Pessoas Sozinhas Mãe com Filhos Pai com Filhos Fonte: PNAD(2007). Elaboração: MB Associados.

43 Muitas empresas já estão se preparando para estas mudanças Forte expansão da classe média A Allianz Seguros estuda vender seguros para a faixa da população com rendimento médio de 1 a 2 salários. Os produtos teriam preços na faixa entre R$ 5 e R$ 10 mensais; Empresa Vai Voando, criou um sistema de venda pré-paga de passagens aéreas, focada nos consumidores das classes C e D. O cliente paga suas prestações em até 12 vezes por meio de boleto bancário; Carrefour Dia: rede com 220 lojas em áreas de periferia. A área de cada loja equivale a 10% da área de um hipermercado Telefônica começou a oferecer pacote de internet popular, com custo de 55 reais mensais por uma internet com 1 mega. Novos arranjos familiares No setor de alimentos, por exemplo, as embalagens estão se tornando menores para que não haja desperdício. As tradicionais latas de Nescau com 400 gramas, foram substituídas por sachês de 230 gramas; Pessoas sozinhas ou casais sem filhos gastam mais com bens de consumo (pois gastam menos com educação e saúde do que famílias com filhos). No setor de construção residencial este grupo de consumidor tem sido alvo dos novos empreendimentos, que tem sido adaptados (sem playground e áreas para animais de estimação). Os homens estão crescentemente consumindo mais produtos de beleza. Atualmente o setor de beleza masculina movimento 10% de cosmético 43

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