Os desafios da produção renovável no Inverno 2013/2014

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1 Os desafios da produção renovável no Inverno 2013/ de Maio de 2014 Rui Pestana

2 Tópicos Evolução da potência instalada Evolução do consumo Índices de produtibilidade Produção renovável em 2013 e 2014 Evolução das cotas das albufeiras Afluências diárias em 2013 e 2014 Eólica diária em 2013 e 2014 Diagrama de carga semanal Conclusões Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 2

3 Evolução da potência instalada Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 3

4 Evolução da potência instalada A redução da ponta acompanha a desclassificação das centrais a fuel (CG, SB). Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 4

5 Evolução do consumo Até 20 de Maio de 2014 a variação foi de 0,4% e corrigida de 0,7% Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 5

6 Evolução da satisfação do consumo Numa década a produção eólica ocupou uma posição firme O Fuelóleo desaparece e o Solar começa a ter expressão Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 6

7 Índices de produtibilidade Hídrica com grande variabilidade: +31% e -59%, só 2 anos húmidos. Eólica com pequena variabilidade anual: +18% e 9%. Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 7

8 Repartição da Produção Em 2013 foi um ano húmido (1.17), reforçado pela contribuição eólica (1.18). Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 8

9 Repartição da Produção A contribuição eólica subiu de 20% para 24% relativo ao abastecimento do consumo Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 9

10 Eólica - posição relativa de Portugal Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 10

11 Eólica - posição relativa de Portugal Fig Wind in power 2012 European statistics da EWEA Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 11

12 Produção renovável em 2014 Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 12

13 Evolução das cotas das albufeiras Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 13

14 Evolução das cotas das albufeiras Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 14

15 Afluências diárias 2013 e 2014 Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 15

16 Afluências diárias 2013 e 2014 Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 16

17 Afluências diárias 2013 e 2014 Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 17

18 Afluências diárias 2013 e 2014 Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 18

19 Eólica diária 2013 e 2014 Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 19

20 Repartição da produção em 2014 Os primeiros 3 meses foram exportadores devido ao regime hidrológico, Em Maio as importações voltaram. Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 20

21 Repartição da produção em 2013 Os longos meses de calor são de importação (mais económico). Variabilidade semanal da produção eólica Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 21

22 Diagrama de carga semanal Hídrica no máximo, mas bombagem limitada Térmica no mínimo para garantir estabilidade do sistema eléctrico Bombagem limitada pelo risco de descarregamento Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 22

23 Diagrama de carga semanal Hídrica reduzida Térmica a garantir a cobertura do diagrama Eólica com as variações diárias significativas Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 23

24 Diagrama de carga semanal (Verão 2013) Menos hídrica, mais bombagem e mais térmica. Variabilidade da eólica (prevista) Comportamento de verão da eólica: baixo ao meio dia, alto à noite. Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 24

25 Conclusões 1/2 Este Inverno com forte contribuição da Hídrica e da Eólica o sistema foi levado ao limite em termos de cobertura do diagrama. Os volumes de agua descarregada não foram excepcionais. Não houve ocorrências de vento extremo que colocasse a RNT em risco. O facto de ter as albufeiras cheias inviabilizou o uso da bombagem hídrica como forma de absorver o excesso da eólica. Foi evitado o corte da Eólica, limitando a capacidade de importação. A Exportação da eólica foi feita via ofertas no mercado pelo CUR Comercializador de Último Recurso. Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 25

26 Conclusões 2/2 O nova plataforma de mercado BALIT facilitará vender os excessos de produção renovável de Portugal para Espanha, França e Reino Unido. A previsão eólica permanece com uma ferramenta essencial para prever a sua variabilidade. Este ano a REN via R&D Nester vai dar inicio ao desenvolvimento do modelo de previsão fotovoltaico. Colóquio Inverno 2013/14: Excepcionalidade? Rui Pestana IPMA Lisboa 22/05/2014 Pag. 26

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