Biografia do Palestrante ALEXANDRE PARIGOT DE SOUZA

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1 Biografia do Palestrante ALEXANDRE PARIGOT DE SOUZA ATUAÇÃO PROFISSIONAL Projetos Estruturantes: Direito Regulatório, Direito Ambiental, Direito Administrativo, Direito Constitucional, Direito da Energia, Direito Empresarial, Contencioso Administrativo Regulatório e Ambiental e, Judicial Ambiental, tendo realizado projetos nos EUA, MEX, ARG, COL, BOL e BRA que somam mais de US$ 4,5Bi do FORMAÇÃO ACADÊMICA: HARVARD / Faculdade Ciências e Artes, Environmental Management., UFRJ / Centro Tecnológico COPPE em Gestão Ambiental, Escola Superior de Advocacia ESA / OAB em Direito Público, Graduado pela PUC / Rio em Direito, com Moção Aplausos, conferida pela ALERJ por serviços em prol da Proteção Jurídica do Meio Ambiente. ATIVIDADES: Conselheiro de Recursos Hídricos da FIRJAN, Conselheiro de Meio Ambiente da FIESP, Membro-Suplente em Meio Ambiente de Diversos Conselhos de Empresas Privadas, Diretor de Sustentabilidade do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças, Coordenador Ambiental Centro de Estudos das Sociedades de Advocacia RJ, Coordenador Comissão de Meio Ambiente Câmara França-Brasil RJ, Membro da Associação Brasileira de Professores de Direito Ambiental e, Ex-Professor de Direito Ambiental da PUC-RJ, IBMEC-RJ, CEPAD-IBDA. QUADRO DE EXPERIENCIAS SETOR DE ENERGIA ELÉTRICA:

2 Encontro Nacional de Operadores e Investidores em PCH 2009 Processo de Elaboração do PBA LEGALIZAÇÃO EM BUSCA DA OUTORGA Principais Aspectos e Regulação Ambiental Por Alexandre Parigot de Souza São Paulo 06 e 07 de abril de 2009

3 Premissas - Energia & Meio Ambiente (Ambiente Regulatório) Direito Público Processo Administrativo Princípios da Administração Pública Princípio da Legalidade Agente Público Agente Particular Outorga Concessão Permissão Autorização Registro

4 Sumario de Etapas de implantação (PCH) Registro ANEEL Garantia Outorga da Autorização Start da Operação Autorização Condicionada Habilitação Técnica EPE Portaria MME n 21, de 18 de janeiro de 2008 Inventário Projeto Básico em condições de aprovação Projeto Básico (aprovação) Projeto Executivo e Construção Operação Parecer de Acesso P. LP PB LI LO LP RDH EIA RIMA AAI

5 Etapa 1 (EPH) Pode-se dizer que os Estudos Iniciais para implantação de um aproveitamento hidroelétrico se iniciam com o Estimativa do Potencial Hidroelétrico. É nesta etapa que se procede à análise preliminar das características da bacia hidrográfica, especialmente quanto aos aspectos topográficos, hidrológicos, geológicos e ambientais, no sentido de verificar sua vocação para geração de energia elétrica. Essa análise, exclusivamente pautada nos dados disponíveis, é feita em escritório e permite a primeira avaliação do potencial e estimativa de custo do aproveitamento da bacia hidrográfica e a definição de prioridade para a etapa seguinte.

6 Etapa 2 (IvH) A fase seguinte, o Inventário Hidroelétrico, se caracteriza pela concepção e análise de várias alternativas de divisão de queda para a bacia hidrográfica, formadas por um conjunto de projetos, que são comparadas entre si, visando selecionar aquela que apresente melhor equilíbrio entre os custos de implantação, benefícios energéticos e impactos socio-ambientais. Essa análise é efetuada com base em dados e Estudos Secundários, complementados com informações de campo, e pautado em estudos básicos cartográficos, hidrometeorológicos, energéticos, geológicos e geotécnicos, socio-ambientais e de usos múltiplos de água. Dessa análise resultará um conjunto de aproveitamentos, suas principais características, índices custo/benefício e índices socio-ambientais. Faz parte dos Estudos de Inventário submeter os aproveitamentos da alternativa selecionada a um estudo de Avaliação Ambiental Integrada (AAI) visando subsidiar os processos de licenciamento.

7 Etapa 3 (EV) Em seguida, ocorre a etapa de Estudo de Viabilidade, na qual são efetuados Estudos + Detalhados, para a análise da viabilidade técnica, energética, econômica e socio-ambiental que leva à definição do aproveitamento ótimo. Os estudos contemplam investigações de campo no local e compreendem o dimensionamento do aproveitamento do reservatório e da sua área de influência e das obras de infra-estrutura locais e regionais necessárias para sua implantação. Incorporam análises dos usos múltiplos da água e das interferências socioambientais. Com base nesses estudos, são preparados o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) e o Relatório de Impacto Ambiental (RIMA), Audiência Pública (AP) de um empreendimento específico, tendo em vista a obtenção da Licença Prévia (LP), junto aos órgãos ambientais. Essas informações alimentam o AAI.

8 Etapa 4 (PB) Na seqüência de desenvolvimento do projeto, passa-se à elaboração do Projeto Básico. O aproveitamento concebido nos estudos de viabilidade é detalhada com precisão, as características técnicas do projeto, as especificações técnicas das obras civis e equipamentos eletromecânicos, bem como os programas socio-ambientais. Os aspectos institucionais e legais, de interesse à realização do Projeto Básico que deverão ser considerados, desde o registro até a aprovação de estudo pela ANEEL, abrangem uma faixa ampla da legislação vigente, tendo como linhas mestras Res. ANEEL e serie

9 Etapa 4 (PB) Do ponto de vista legal o projeto básico pode ser considerado sob três aspectos: I - Para centrais até 1 MW, é necessário apenas a comunicação à ANEEL para fins de registro estatístico. II - Para usina com potência instalada entre 1 e 30 MW e com área total de reservatório igual ou inferior a 3 km2 (Resolução ANEEL 394/98), o projeto básico representa a condição para a obtenção da autorização. III - Para usina com potência instalada maior que 30 MW ou até 30 MW sem características de PCH (Não Aplicável a Palestra) A autorização para exploração do aproveitamento, nesta faixa de potência, fica condicionada à apresentação do Projeto Básico e outras condicionantes da ANEEL. A aprovação do projeto e a autorização para início da construção serão concedidas após a apresentação da RDH e LI.

10 Etapa 4 (PB) Projeto Básico Ponto Polêmico Art. 11. Res (Critérios de Desempate mesmo aproveitamento, por ordem) I aquele cujo projeto básico esteja em condições de obter o aceite dentro dos prazos estabelecidos; II III aquele que tenha sido o responsável pela elaboração do respectivo estudo de inventário, observados os termos Resolução nº 393, de 4 de dezembro de 1.998; e aquele que for proprietário da maior área a ser atingida pelo reservatório do aproveitamento em questão, com documentação devidamente registrada em cartório de imóveis até o prazo de quatorze meses após a efetivação do primeiro registro na condição de ativo.

11 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

12 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

13 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

14 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

15 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

16 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

17 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

18 Etapa 4 (PB Modelo de Relatório)

19 Etapa 5 (PEx) Na etapa seguinte, desenvolve-se o Projeto Executivo, que contempla a elaboração dos desenhos dos detalhamentos das obras civis e dos equipamentos eletromecânicos, necessários à execução da obra e à montagem dos equipamentos. Nesta etapa são tomadas todas as medidas pertinentes à implantação do reservatório, incluindo a implementação dos programas socio-ambientais, para prevenir, minorar ou compensar os danos socio-ambientais, devendo ser requerida a Licença de Operação (LO). Finalizada a construção, têm-se a fase de enchimento do reservatório e o início da operação, em que a geração de energia é acompanhada por ações que visam ao monitoramento e, eventualmente, à correção das medidas tomadas nas etapas anteriores. A operação só poderá ser iniciada após a obtenção da Licença de Operação (LO).

20 Workflow Legalização (WFL-PCH)

21

22 Sumario de Etapas de implantação (PCH) Registro ANEEL Garantia Outorga da Autorização Start da Operação Autorização Condicionada Habilitação Técnica EPE Portaria MME n 21, de 18 de janeiro de 2008 Inventário Projeto Básico em condições de aprovação Projeto Básico (aprovação) Projeto Executivo e Construção Operação Parecer de Acesso P. LP PB LI LO LP RDH EIA RIMA AAI

23 Lei n 9.984/2000 e Resolução ANA (RDH) Para licitar a concessão ou autorizar o uso de potencial de energia hidráulica em corpo de água de domínio da União, a Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL deverá promover, junto à ANA, a prévia obtenção de declaração de reserva de disponibilidade hídrica. Quando o potencial hidráulico localizar-se em corpo de água de domínio dos Estados ou do Distrito Federal, a declaração de reserva de disponibilidade hídrica será obtida em articulação com a respectiva entidade gestora de recursos hídricos. A declaração de reserva de disponibilidade hídrica será transformada automaticamente, pelo respectivo poder outorgante, em outorga de direito de uso de recursos hídricos à instituição ou empresa que receber da ANEEL a concessão ou a autorização de uso do potencial de energia hidráulica. Da obtenção da RDH: I ficha técnica do empreendimento, conforme modelo anexo a esta Resolução; II estudos hidrológicos referentes à determinação: a) da série de vazões utilizadas no dimensionamento energético de cada um dos cenários de usos múltiplos dos recursos hídricos, b) das vazões máximas consideradas no dimensionamento dos órgãos extravasores; c) das vazões mínimas; e do transporte de sedimentos; III estudos referentes ao reservatório quanto à definição: a) das condições de enchimento; b) do tempo de residência da água; c) das condições de assoreamento; d) do remanso e das curvas cota x área x volume ; IV mapa de localização e de arranjo do empreendimento, georreferenciado e em escala adequada; V descrição das características do empreendimento, no que se refere: a) à capacidade dos órgãos extravasores; b) à vazão remanescente, quando couber; c) às restrições à montante e à jusante; e d) ao cronograma de implantação; VI estudos energéticos utilizados no dimensionamento do aproveitamento hidrelétrico, inclusive quanto a evolução da energia assegurada ao longo do período da concessão ou da autorização; e VII Anotação de Responsabilidade Técnica ART dos técnicos responsáveis pelos estudos.

24 INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA 184/08 - Licenciamento Ambiental (FAP) Da Instauração do Processo A instauração do processo de licenciamento de uma Pequena Central Hidrelétrica deve atentar às seguintes fases: 1. Inscrição do empreendedor no Cadastro Técnico Federal (CTF) do IBAMA, na 2. categoria Gerenciador de Projetos; 3. Acesso ao Serviços on line - Serviços - Licenciamento Ambiental Federal pelo empreendedor, utilizando CNPJ e senha emitida pelo CTF, com a verificação automática pelo sistema da vigência do Certificado de Regularidade, em consonância a Instrução Normativa 96/2006; 4. Preenchimento da Ficha de Abertura de Processo (FAP) e envio ao SISLIC; 5. Geração de mapa de localização utilizando as coordenadas geográficas informadas na FAP; 6. Verificação da competência federal para e abertura de processo de licenciamento, com a definição dos estudos ambientais e instância para o licenciamento (DILIC ou Núcleo de Licenciamento - NLA); A Instrução Normativa IBAMA nº 184/08 prevê, no artigo 7º, que o órgão ambiental federal deve formalizar o processo de licenciamento e encaminhar ofício ao empreendedor com respectivo número de controle. O prazo da fase de instauração de processo será de, no máximo 10 (dez) dias úteis, contados a partir do recebimento da FAP. Ademais, a partir da instauração do processo, é iniciada a contagem do tempo de elaboração do Termo de Referência TR ( 3º do artigo 7).

25 INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA 184/08 - Licenciamento Ambiental (LP) Do Licenciamento Prévio Agendamento, pelo IBAMA, para apresentação do empreendimento pelo empreendedor, convidando os órgãos intervenientes quando necessário; Análise quanto ao teor do TR, com prazo de 60 (sessenta) dias e definição da necessidade de realização de vistoria ao local; Elaboração do EIA/RIMA e publicação do requerimento de LP; Verificação pelo IBAMA da abrangência do EIA/RIMA em relação ao TR; IBAMA e órgãos envolvidos realizam análise de mérito do EIA/RIMA; Realização de vistoria técnica pelo IBAMA, quando necessário; Aceite do EIA/RIMA pelo IBAMA, se dará publicidade; Realização de Audiências Públicas; Solicitação de novas complementações, caso necessário; Definição pelo IBAMA da compensação ambiental; Parecer Técnico Conclusivo sobre a viabilidade ambiental da PCH; Apresentação, pelo empreendedor, de Certidão Municipal Deferimento ou não da solicitação de LP pelo IBAMA; IBAMA emite a LP e a envia ao empreendedor. *O IBAMA deve verificar o EIA/RIMA apresentado, quanto à sua conformidade com o TR, definindo sua aceitação para análise ou sua devolução, com a devida publicidade, no prazo de 30 (trinta) dias, período no qual o empreendedor deverá fazer apresentação do respectivo EIA, visando comprovar o atendimento do TR que, uma vez aceito, deve seguir para análise técnica do órgão ambiental, com prazo de 180 (cento e oitenta) dias. Após a data de aceite do EIA/RIMA, o IBAMA deve providenciar a publicação de edital informando sobre os locais onde estes devem estar disponíveis, abrindo-se prazo de 45 (quarenta e cinco) dias para o requerimento de realização de Audiência Pública.

26 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI)

27 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI) A Avaliação Ambiental Integrada é realizada considerandose os aspectos relativos à Sensibilidade Ambiental, os Efeitos Cumulativos e Sinérgicos dos Impactos Ambientais e os resultados das interações destes dois fatores, compondo assim a Fragilidade Ambiental. Na seqüência, é realizada a modelagem para cada um dos cenários de implantação dos empreendimentos hidrelétricos atual (2009), médio prazo (2019) e longo prazo (2029).

28 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI)

29 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI) 1 2 EIA / RIMA

30 1 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI)

31 1 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI)

32 2 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI)

33 2 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI)

34 3 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI)

35 Boas Praticas do Setor Elétrico - Licenciamento Ambiental (AAI) Prognostico de Precipitação 2075 Prognostico de Temperatura Hardly Centre 2075

36 INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA 184/08 - Licenciamento Ambiental (LI) Do Licenciamento de Instalação Elaboração pelo empreendedor do Projeto Básico Ambiental PBA, Plano de Compensação Ambiental - PCA, Plano de Recuperação de Áreas Degradadas -PRAD e Inventário Florestal - IvF outorga de utilização de recursos hídricos - ORH; Publicação do requerimento de LI; IBAMA realiza verificação de abrangência do PBA e do Inventário Florestal - IvF; Realização de vistoria técnica e análise do mérito do PBA e do Inventário Florestal - IvF; Aceite do PBA e do Inventário Florestal; IBAMA recebe pareceres de órgãos envolvidos diretamente no licenciamento; Concessão ou não da solicitação de LI; A concessão da LI é subsidiada pelo Plano Básico Ambiental, pelo Plano de Compensação Ambiental e pelo Inventário Florestal, que deverão ser elaborados em conformidade com os impactos identificados no EIA e com os critérios, metodologias, normas e padrões estabelecidos pelo IBAMA, bem como os fixados nas condicionantes da LP. O IBAMA deve avaliar a documentação entregue quanto à abrangência e ao mérito. O prazo para verificação final dos documentos deve ser de 75 (setenta e cinco) dias, a partir do recebimento do PBA com possibilidade de vistoria técnica e solicitação de complementações dos documentos técnicos ao empreendedor, quando necessário. Assim o IBAMA deve emitir Parecer Técnico Conclusivo sobre a instalação do empreendimento e sobre a supressão de vegetação, e o deve encaminhar à Presidência do IBAMA para subsidiar o deferimento ou não do pedido de licença. Importante ressaltar, ainda, que para a concessão da LI, o empreendedor deve ter assinado perante o órgão federal, o Termo de Compromisso para a implantação do Plano de Compensação Ambiental, aprovado pela Câmara de Compensação Ambiental - CCA

37 INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA 184/08 - Licenciamento Ambiental (LO) Do Licenciamento de Operação Empreendedor elabora Relatório Final de Implantação dos Programas Ambientais; Relatório Final das Atividades de Supressão de vegetação; Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatório Artificial PACUERA; Analise do mérito dos relatórios em relação ao PBA e ao PCA e a verificação de qualidade do PACUERA; Determina ou não vistorias técnicas; IBAMA defere ou não a solicitação da LO; Solicita seja elaborado os os seguintes documentos técnicos: Relatório Final de Implantação dos Programas Ambientais; Relatório Final das Atividades de Supressão de Vegetação e PACUERA. Ressalta-se o prazo para a verificação dos documentos, que será de 45 (quarenta e cinco) dias Parecer Técnico Conclusivo sobre a operação do empreendimento, à Presidência do IBAMA Outorga da LO

38 Exploração de potencial hidrelétrico (Ciclo Eletrobrás)

39 Exploração de potencial hidrelétrico (Ciclo Eletrobrás)

40 Atores e Estudos Envolvidos na implementação de Projetos de Energia

41 Atores e Estudos Envolvidos na implementação de Projetos de Energia

42 Atores e Estudos Envolvidos na implementação de Projetos de Energia

43 Atores e Estudos Envolvidos na implementação de Projetos de Energia

44 Palestina

45 Triunfo

46 Arranjo Geral das Estruturas Cachoeira Encoberta

47 Tratamento de Falha Uso Explosivos

48 Advertência Esta apresentação foi elaborada, com o fim básico de apresentar informações e dados mínimos acerca dos temas abordados, sendo certo que por tratar-se de apresentação verbal, o conteúdo resumido aqui apresentado esta sujeito a complementações por parte do autor em suas falas, não refletindo os dados aqui mostrados, cópia fiel do conteúdo total apresentado. Apesar de todo o esforço para assegurar a precisão do conteúdo deste documento, a Siqueira Castro Advogados e/ou o Autor não se responsabilizam por erros e/ou omissões, que eventualmente ocorram. As informações desta apresentação não podem ser tomadas como uma opinião legal ou parecer jurídico, bem como não devem ser consideradas como substitutivo a uma assessoria profissional específica sobre casos particulares concretos. A Siqueira Castro Advogados e/ou o Autor não assumem responsabilidade alguma por perdas ocasionadas á pessoas que atuem ou deixem de atuar como resultado do que leram nesta apresentação, isto posto, este material ser mero roteiro para acompanhamento de palestra verbal. Caso necessitem de assessoria com relação a problemas individuais ou qualquer outra assistência profissional, favor contatarnos que assessoraremos V.Sas. da melhor forma possível. Sugerimos por fim, ainda que, anotações sejam feitas durante a apresentação a fim de complementar o material impresso apresentado e informamos que, as informações e dados estão protegidos e constam com registro de direitos autorais e a cópia dos mesmos, por qualquer meio de reprodução que seja, esta vetada, salvo autorização expressa do autor que poderá ser obtida em: ou

49 Contatos

50 Environmental Full Practice Department

51 Requerimentos Ambientais Mínimos ATIVIDADES Identificação do empreendedor Caracterização do empreendimento Métodos e técnicas utilizados para a realização dos estudos ambientais Delimitação das áreas de influência do empreendimento IBAMA Inscrição do empreendedor no Cadastro Técnico Federal (CTF) do IBAMA, na categoria Gerenciador de Projetos; Acesso ao Serviços on line. Caracterização e análise do projeto, sob o ponto de vista tecnológico e de localização. Definição das alternativas tecnológicas e de localização possíveis, incluindo a não implantação do projeto. Detalhamento do método e técnicas escolhidos para a condução do estudo ambiental, bem como dos passos metodológicos que levem ao diagnóstico; ao prognóstico; à identificação de recursos tecnológicos e financeiros para mitigar os impactos negativos; às medidas de controle e monitoramento dos impactos. Delimitação da Área Diretamente Afetada, baseando-se na abrangência dos recursos naturais atingidos pelo empreendimento. Apresentação dos critérios ecológicos, sociais e econômicos que determinaram a sua delimitação. Delimitação das Áreas de Influência do empreendimento, ou seja, das áreas que sofrerão impactos indiretos decorrentes e associados, sob a forma de interferências nas suas diversas interrelações ecológicas, sociais e econômicas, anteriores ao empreendimento. Apresentação dos critérios ecológicos, sociais e econômicos utilizados para sua delimitação.

52 Requerimentos Ambientais Mínimos ATIVIDADES Espacialização da análise e da apresentação dos resultados Diagnóstico ambiental das Áreas de Influência e Diretamente Afetada Prognóstico dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas Controle ambiental do empreendimento IBAMA Elaboração de base cartográfica referenciada geograficamente, para os registros dos resultados dos estudos, em escalas compatíveis com as características e complexidades das Áreas de Influência e Diretamente Afetada relativas aos efeitos ambientais. Descrição e análise do meio natural e sócio-econômico e de suas interações, antes da implementação do empreendimento. (Dentre os produtos dessa análise, devem constar: uma classificação do grau de sensibilidade e vulnerabilidade do meio natural e a caracterização da qualidade ambiental futura, na hipótese de não realização do empreendimento) Identificação dos efeitos ambientais potenciais (positivos e negativos) do projeto e das possibilidades tecnológicas e econômicas de prevenção, controle, mitigação e compensação dos seus efeitos negativos. Comparação entre o projeto e cada uma de suas alternativas; escolha da alternativa mais favorável, com base nos seus efeitos potenciais e nas suas possibilidades de prevenção, controle, mitigação e reparação dos impactos negativos. Avaliação do impacto ambiental da alternativa selecionada do projeto, através da integração dos resultados da análise dos meios físico e biológico com os do meio antrópico. Análise e seleção de medidas eficientes, eficazes e efetivas de mitigação ou de anulação dos impactos negativos e de potencialização dos impactos positivos, além de medidas compensatórias. Elaboração de Programas Ambientais, incluindo o de Acompanhamento e Monitoramento dos Impactos (positivos e negativos), com indicação dos fatores e parâmetros a serem considerados.

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