GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL SEADES. Teotonio Brandão Vilela Filho GOVERNADOR DO ESTADO

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1 ORIENTAÇÕES GERAIS

2 GOVERNO DO ESTADO DE ALAGOAS SECRETARIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL SEADES Teotonio Brandão Vilela Filho GOVERNADOR DO ESTADO Solange Bentes Jurema SECRETÁRIA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Juliana Vergetti Lamenha Lins SECRETÁRIA ADJUNTA DE ESTADO DE ASSISTÊNCIA E DESENVOLVIMENTO SOCIAL Arabella Janne Mendonça da Silva SUPERINTENDENTE DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Fábia Sant'ana dos Santos DIRETORA DA PROTEÇÃO SOCIAL BÁSICA Maria José Cardoso da Silva COORDENADORA ESTADUAL DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA EQUIPE TÉCNICA Cristina de Fátima Duarte Pinto (Assistente Social) Erika Clark Farias de Albuquerque (Assistente Social) Luís Henrique Marcelino Leite (Gerente Operacional do Cadúnico) Suely Alves da Cruz (Apoio Administrativo)

3 SUMÁRIO Apresentação Apresentação O que é o Programa Bolsa Família? Índice de Gestão Descentralizada Os Componentes do Programa Bolsa Família Central de Sistemas da Senarc Canais de Atendimento para acesso ao Programa Bolsa Família e CadÚnico Prezado Gestor, Você deve encontrar cotidianamente, no seu município, dúvidas na gestão do Programa Bolsa Família (PBF). Visando auxiliá-lo no desempenho de suas funções, como também, os demais gestores e técnicos de outras instâncias municipais relacionadas ao PBF, disponibilizamos, através desta cartilha, informações relevantes sobre a gestão do Programa Bolsa Família. É importante ressaltar que todo o conteúdo dessa Cartilha encontra-se disponível no sítio do MDS (http://www.mds.gov.br), na página do Programa Bolsa Família (www.mds.gov.br/bolsafamilia), através de: Legislações, Instruções, Portarias, Informes, Publicações, ente outros. Esperamos que esta cartilha possa clarear dúvidas e orientar à gestão do programa no seu município. Cordialmente, Coordenação Estadual do PBF Alagoas. 02

4 Os principais objetivos do Programa Bolsa Família são: O que é o O Programa Bolsa Família (PBF) foi criado pelo Governo Federal através da Lei Nº de 09 de janeiro de É um programa de transferência de renda criado para melhorar a vida das famílias pobres e extremamente pobres do Brasil. O Programa já atende a 12,3 milhões de famílias, nos municípios brasileiros. As famílias atendidas pelo PBF recebem um benefício financeiro mensal, que pode variar de *R$ 22,00 a R$ 200,00 e, em contrapartida, assumem o compromisso de manter as crianças e adolescentes de 6 a 17 anos na escola e fazer o acompanhamento de saúde de crianças menores de 7 anos, grávidas e mães que estão amamentando. Essas são as condicionalidades do Programa. O PBF unificou os antigos programas de transferência de renda do Governo Federal (Bolsa Escola, Bolsa Alimentação, Cartão Alimentação e Auxílio-Gás), também chamados Programas Remanescentes. Isso permitiu atender a mais famílias em todo o país, além de evitar que muitas famílias recebessem vários benefícios, enquanto outras não recebiam nenhum recurso. O PBF também busca a integração com outras políticas públicas, com ações de capacitação profissional e de apoio à geração de trabalho e renda, de educação para jovens e adultos, de melhoria do acesso à moradia, dentre outras. Essas ações podem mudar a vida das famílias para melhor. Muitas delas, inclusive, podem construir as condições para o próprio sustento e deixar o Programa. Tais atividades são chamadas de Ações Complementares e devem ser promovidas pelo Governo Federal, pelos estados e municípios e também por grupos da sociedade civil. O órgão do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) responsável pelas ações do PBF é a Secretaria Nacional de? a) combater a fome e incentivar a segurança alimentar e nutricional; b) promover o acesso das famílias mais pobres à rede de serviços públicos, em especial, de saúde, educação e assistência social; c) apoiar o desenvolvimento das famílias que vivem em situação de pobreza e extrema pobreza; d) combater a pobreza e a desigualdade; e e) incentivar que os vários órgãos do poder público trabalhem juntos nas políticas sociais que ajudem as famílias a superarem a condição de pobreza. *Os valores do programa estão sujeitos a ajuste pelo governo federal. Quem pode receber os benefícios do Programa Bolsa Família? Podem receber os benefícios do Programa Bolsa Família, as famílias que: estão cadastradas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) e possuem renda mensal per capita (por pessoa) de até R$ 140,00 (cento e quarenta reais). Renda per capita é o mesmo que renda por pessoa, é a soma do dinheiro recebido por todos os membros da família-renda familiar, dividida pelo número de pessoas que compõem a família. É importante ressaltar que há três processos operacionais para o ingresso de famílias no PBF, regulamentados pela Portaria GM/MDS nº 341, de 07 de outubro de 2008: HABILITAÇÃO: neste processo é verificado se as famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico) atendem aos critérios de elegibilidade do Programa Bolsa Família, tornando-se aptas à seleção e à concessão de benefícios. SELEÇÃO: no processo de seleção é definida a quantidade máxima de famílias por município que poderão ingressar no PBF em determinada folha de pagamento. CONCESSÃO: é o processo que identifica individualmente cada uma das famílias que ingressarão no PBF em determinada folha de Renda de Cidadania (Senarc). pagamento. Havendo mais famílias habilitadas no município do que a 03 04

5 estimativa de famílias pobres considerada para o atendimento, a concessão prioriza as famílias com menor renda mensal per capita e maior número de crianças e adolescentes de zero a dezessete anos. Não há privilégio individual na seleção das famílias. Ela é feita de forma automatizada pelo Governo Federal e leva em conta as informações da base nacional do Cadastro Único para Programas Sociais e também a estimativa de famílias pobres de cada município. Como é feito o pagamento dos benefícios? O pagamento dos benefícios do PBF são feitos por meio de cartão magnético, emitido em nome do responsável pela unidade familiar. A Caixa Econômica Federal (CAIXA) é a responsável pela entrega dos cartões, registro da senha e também pelo pagamento dos benefícios todos os meses. As famílias beneficiárias podem receber os benefícios nas agências da CAIXA ou nos correspondentes bancários (casas lotéricas ou pequenos estabelecimentos comerciais autorizados pela CAIXA). Quais os valores dos benefícios do PBF? Os benefícios do PBF estão classificados em dois tipos e são concedidos de acordo com a renda e a composição da família. O Benefício Básico, no valor de R$ 68,00 (sessenta e oito reais), é concedido às famílias com renda mensal de até R$ 70,00 por pessoa, não importa a composição da família; Os Benefícios Variáveis: Fixo: no valor de R$ 22,00 (vinte e dois reais), é concedido às famílias com renda mensal de até R$ 140,00 por pessoa e que tenham criança ou adolescente entre 0 e 15 anos. As famílias podem receber até o limite de três Benefícios Variáveis, ou seja, R$ 66,00. Integração do Programa Bolsa Família com o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil: O Programa Bolsa Família (PBF) e o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) podem trabalhar juntos para melhorar a vida das pessoas mais pobres do Brasil. O PETI tem o objetivo de enfrentar o trabalho infantil, especialmente os trabalhos perigosos, humilhantes ou que fazem mal à saúde, nas zonas urbanas e rurais. Com o PETI e o PBF trabalhando juntos, será possível apoiar um número maior de crianças e adolescentes que trabalham e oferecer as ações socioeducativas às crianças e jovens do Programa Bolsa Família que trabalham. Assim, todas as famílias inscritas no PETI serão incluídas na base do Cadastro Único (o que evitará que uma mesma família receba benefícios dos dois programas). Jovem (BVJ): no valor de R$ 33,00, pago às famílias do PBF que tenham adolescentes de 16 a 17 anos matriculados na escola. Cada família pode receber até dois benefícios, ou seja; limite de R$ 66,00. Para mais informações sobre o Programa Bolsa Família e/ou a integração PETI/PBF, consulte os documentos na página do Programa Bolsa Família na internet: (www.mds.gov.br/bolsafamilia). Lei nº , de 09 de janeiro de 2004; Decreto nº , de 11 de abril de 2006; Decreto nº , de 17 de setembro de Portaria GM/MDS nº. 672, de 29 de dezembro de 2005; Portaria GM/MDS nº. 666, de 28 de dezembro de 2005; Instrução Operacional Conjunta Senarc/SNAS nº. 01, de Assim, as famílias extremamente pobres (com renda de até R$ 70,00) podem receber até, R$ 200,00, ou seja, o Benefício Básico (R$ 68,00), até 3 Benefícios Variáveis Fixo (R$ 66,00) e até 2 Benefícios Variáveis Jovem (R$ 66,00). As famílias pobres (com renda entre R$ 70,01 e R$ 140,00) não recebem o Benefício Básico. Elas podem receber os Benefícios Variáveis, até o valor de R$ 132, de março de

6 A participação do Governo Federal, dos Estados e dos Municípios no PBF: Para o sucesso do Programa Bolsa Família, o Governo Federal conta com a participação dos estados e dos municípios. Os municípios já assinaram o Termo de Adesão para participar do PBF em 2004 (Portaria 246/04). Indicaram o Gestor Municipal do Programa, bem como, criaram a Instância Local de Controle Social (ICS) do PBF. Assinaram o Termo de Adesão e passaram a receber recursos financeiros para apoio à gestão do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único. Para participar do PBF, em 2005, os estados apresentaram um Plano de Ação para Apoio à Atualização do Cadastro Único para Programas Sociais nos municípios, que vigorou até Também criaram uma coordenação estadual com representantes das áreas de Saúde, Educação, Assistência Social, entre outras, para apoiar os municípios e o Governo Federal a desenvolver o PBF. A partir de 2008 da Portaria MDS/GM Nº. 76/08, modificou a forma de apoio à gestão do PBF nos Estados, e criou o Índice de Gestão Descentralizada Estadual(IGDE). Já para apoiar os municípios criou o Índice de Gestão Descentralizada (IGD) em 2006 (Portaria GM/MDS nº 148, de 27 de abril de 2006). c) Montar agenda de reuniões com todos os responsáveis pela gestão do Programa no município, para planejar as ações e estabelecer metas a serem alcançadas, o acompanhamento da sua execução e a avaliação dos resultados; d) Promover o diálogo entre a Prefeitura, o Estado e o MDS na gestão do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único; e) Coordenar a relação entre as secretarias de assistência social, educação e saúde para o acompanhamento das condicionalidades do Programa Bolsa Família; f) Coordenar a utilização dos recursos transferidos pelo Governo Federal para o Programa Bolsa Família nos municípios; g) Incentivar outras secretarias e órgãos municipais para que trabalhem com as famílias do Bolsa Família em atividades de geração de trabalho e renda, de capacitação profissional, de aumento de escolaridade e outras ações complementares; h) Dialogar, em nome do município, com os membros das Instâncias de Controle Social do PBF; i) Articular e integrar ações complementares. O gestor municipal do Programa Bolsa Família deve trabalhar com as áreas de Saúde e Educação para realizar atividades que contribuam para melhorar o acompanhamento das condicionalidades, tais como: O gestor municipal é a pessoa indicada pelo prefeito para coordenar o PBF no município: Elo conceitual, técnico e operacional do Programa e auxilia na operacionalização e articulação do PBF com outras áreas no município. Atribuições da Coordenação Municipal do PBF: - Atualizar as informações cadastrais; - Realizar visitas domiciliares para a verificação das razões pelas quais as famílias não cumprem as condicionalidades identificar situações de vulnerabilidades; - Reforçar, junto às famílias, quais os seus compromissos com o Programa e a importância do cumprimento das condicionalidades; - Verificar se os técnicos de saúde e da educação têm enfrentado dificuldades no registro das informações e orientá-los quanto ao procedimento correto; - Realizar busca ativa das famílias que não procuram os serviços de saúde; - Verificar com o operador máster da frequência escolar, para atualizar as informações de série e de código INEP, para evitar que as famílias permaneçam com crianças e adolescentes não localizados e a) Planejar e coordenar a ação intersetorial local de forma a estabelecer um canal de diálogo frequente com todos os profissionais envolvidos na dimensão municipal do Programa; b) Manter-se atualizado sobre as diretrizes nacionais e estaduais do Programa, contribuindo para que o fluxo de ações e informações chegue aos demais atores municipais de forma articulada e coesa; sejam excluídos do Programa

7 Apoio à gestão descentralizada Para apoiar municípios e estados na gestão do Programa Bolsa Família e do Cadastro Único dos Programas Sociais do Governo Federal (CadUnico), o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) criou o Índice de Gestão Descentralizada (IGD) em 2006 e o Índice de Gestão Descentralizada Estadual (IGDE) em Com a modificação da lei que cria o Programa Bolsa Família (Lei nº , de 09 de janeiro de 2004), por meio do artigo 6º e do artigo 39º da Lei nº , publicada em 13 de outubro de 2009, altera-se a esfera da legalidade do IGD: o repasse dos recursos da União aos entes federados passa a ser obrigatório desde que os indicadores mínimos de gestão que variam de 0 a 1 sejam alcançados. O IGD é um instrumento importante, pois estimula estados, Distrito Federal e municípios a investir na gestão do Programa Bolsa Família e no CadÚnico. Cabe destacar dois pontos fundamentais da Lei nº : o método de prestação de contas no uso dos recursos transferidos pela União, e a participação das Instâncias de Controle Social (ICS) no acompanhamento desse processo. De acordo com a nova regulamentação, os resultados alcançados pelos municípios na gestão descentralizada do Programa Bolsa Família, medidos pelo IGD, serão considerados para fins de prestação de contas do uso dos recursos transferidos. Só que, para isso, estados, municípios e o Distrito Federal deverão submeter à prestação de contas às respectivas Instâncias de Controle Social (conselhos). Em caso de não aprovação por essas instâncias, os recursos repassados pela União deverão ser restituídos pelo ente federado ao respectivo Fundo de Assistência Social. O Índice de Gestão Descentralizada (IGD) foi criado para apoiar financeiramente os municípios na gestão do Programa e melhorar a qualidade da gestão do PBF. O IGD é um índice, ou seja, um número que varia de 0 (zero) a 1 (um). Por meio dele, o MDS avalia o desempenho de cada município nas ações de cadastramento e atualização dos dados do Cadastro Único e de acompanhamento das condicionalidades de saúde e educação. Quanto melhor a avaliação de cada um dos itens que compõem o Índice, maior será o IGD do município e maior o valor a receber. Para o recebimento do IGD, a partir de agosto de 2008, o MDS alterou as regras de repasse dos recursos. Para isso, publicou, no dia 26 de junho de 2008, a Portaria GM/MDS nº. 220/2008, que altera a Portaria GM/MDS nº. 148, de 27 de abril de De acordo com a nova Portaria, somente receberão recursos do IGD os municípios que cumprirem, simultaneamente, as seguintes condições: - Atingirem o valor mínimo de 0,55 no cálculo do IGD; e - Atingirem o valor mínimo de 0,20 em cada um dos seguintes indicadores que compõe o IGD: O IGD é calculado conforme: - A qualidade e a integridade das informações constantes no Cadastro Único; - A atualização da base de dados do Cadastro Único; - As informações sobre o cumprimento das condicionalidades na área de Educação; - As informações sobre o cumprimento das condicionalidades na área de Saúde. De acordo com a qualidade da gestão, os municípios recebem mensalmente um valor para ser investido em ações do PBF. Os recursos do IGD são repassados diretamente do Fundo Nacional para os Fundos Municipais de Assistência Social

8 Recursos transferidos devem ser utilizados para a realização de atividades como: Como o município pode reprogramar os recursos do IGD para serem utilizados no próximo ano? - Gestão de benefícios; - Gestão de condicionalidades; - Acompanhamento das famílias beneficiadas pelo Programa; - Cadastramento de novas famílias, atualização e revisão dos dados cadastrais; - Implantação de programas complementares ao PBF; - Fiscalização do PBF e do Cadastro Único; e - Controle social do Programa no município. Cabe ao gestor municipal do PBF a decisão e a responsabilidade de aplicar os recursos do IGD, tarefa que deve ser realizada com a participação de todos os envolvidos na gestão do PBF, deve ser planejada e listada as atividades que serão financiadas com recurso do IGD por ordem de prioridades. A identificação dessas atividades prioritárias é fundamental para a categorização dos recursos no orçamento (custeio ou capital). As despesas devem ser executadas no ano vigente, à medida que os recursos forem repassados a cada mês. O município tem autonomia para decidir como utilizar os recursos de acordo com as suas necessidades, prioridades e com a legislação financeira e orçamentária local, que determina de que forma os recursos podem ser incorporados ao orçamento e ser utilizados. Também não há definição prévia do Governo Federal, de percentual de recursos do IGD a serem alocados em atividades de responsabilidade das áreas de saúde, educação, assistência social ou outra área. Para que o município possa utilizar bem os recursos do IGD, é preciso seguir corretamente todos os procedimentos legais relacionados à gestão administrativa, orçamentária, contábil e outros. Recurso recebido, incorporado ao orçamento e não utilizado no exercício: Se o município recebeu os recursos e os incorporou ao orçamento municipal, mas ainda não utilizou o total, deve reprogramar esse recurso no orçamento do próximo exercício, como crédito adicional suplementar (Art. 41, inciso I, Lei 4.320/64), a título de superávit financeiro (Art. 43, 1º, inciso I, 2º, da Lei 4.320/64). Recurso recebido e ainda não incorporado ao orçamento vigente: Se o município recebeu os recursos, mas ainda não os incorporou ao orçamento municipal, esse recurso será considerado no próximo orçamento, como excesso de arrecadação (Art.43, 3º, Lei 4.320/64) e poderá ser programado como crédito adicional suplementar ou especial (Art. 41, incisos I e II, Lei 4.320/64). Recurso recebido e empenhado, mas não liquidado/pago no final do exercício anterior: Se o município realizou a contratação/aquisição para aquelas atividades voltadas para o PBF, emitindo para tal o empenho ou procedendo à liquidação da despesa, mas que, por qualquer motivo, ainda não realizou o pagamento dentro do exercício corrente, no exercício seguinte esses valores serão classificados como restos a pagar. Para esses casos, os restos a pagar são identificados como processados, nos casos em que o documento fiscal tenha sido recebido e atestado para o pagamento, mas ainda não pode ser pago dentro do exercício vigente; e como restos a pagar não processados quando o documento fiscal ainda não foi recebido, mas que deverão ser pagos ou não no próximo exercício. IMPORTANTE A Lei de Responsabilidade Fiscal estabelece que o limite a ser inscrito como restos a pagar será o valor financeiro disponível para pagamento dentro do exercício (art. 36, da Lei n 4.320/64)

9 Observações importantes sobre os créditos Os créditos suplementares e especiais serão autorizados por lei específica e abertos por decreto executivo (art. 42 da Lei n 4.320/64). A abertura dos créditos suplementares e especiais depende da existência de recursos disponíveis para pagar a despesa prevista e será precedida de exposição de motivos ou justificativa (art. 43 da Lei n 4.320/64). Os Componentes do Prestação de Contas dos Recursos Repassados Com a publicação da Medida Provisória nº 462 de 14 de maio de 2009, Estados, Distrito Federal e Municípios deverão submeter suas prestações de contas às respectivas Instâncias de Controle Social e, em caso de não aprovação, os recursos financeiros transferidos deverão ser restituídos pelo ente federado ao respectivo Fundo de Assistência Social, na forma a ser regulamentada pelo Poder Executivo Federal. Para mais informações sobre apoio à gestão descentralizada e IGD, consulte os documentos abaixo na página do Programa Bolsa Família na internet: (www.mds.gov.br/bolsafamilia): Portaria nº. 40, de 25 de janeiro de 2007; Portaria nº. 256, de 18 de julho de 2006; Portaria GM/MDS nº. 148, de 27 de abril de 2006; Informe Bolsa Família nº. 107; Informe Bolsa Família nº. 131 em Consulte dicas de como usar os recursos do IGD; Informe Bolsa Família Informa nº. 117 e O Caderno do IGD que pode ser acessado no sítio do clicando em seguida, em Manuais e Publicações. 1. O Cadastro Único 2. A Gestão de Condicionalidades 3. A Gestão de Benefícios 4. Os Programas Complementares 5. A Fiscalização do Programa Bolsa Família 6. Instância de Controle Social 1. O Cadastro Único O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), regulamentado pelo Decreto nº 6.135, de 26 junho de é um instrumento de coleta de dados e informações com o objetivo de identificar todas as famílias de baixa renda existentes no país. Devem ser cadastradas as famílias com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa. Famílias com renda superior a esse critério poderão ser incluídas no Cadúnico, desde que sua inclusão esteja vinculada à seleção ou ao acompanhamento de programas sociais implementados pela união, estados ou municípios. O Cadúnico é constituído por sua base de dados, instrumentos, procedimentos e sistemas eletrônicos, e sua base de informações pode ser utilizada pelos governos municipais, estaduais e federal para obter o diagnóstico socioeconômico das famílias cadastradas, possibilitando assim, a análise das principais necessidades das famílias cadastradas e auxílio ao poder público na formulação e gestão de políticas voltadas a esse segmento da população

10 A base do CadÚnico contém algumas informações como: - Identificação da família e de cada pessoa que faz parte da família; - Características da família; - Identificação da casa da família e suas características; - Renda da família; - Gastos da família; - Bens das famílias; - Participação em programas sociais, entre outras. Com essas informações, o governo pode saber quais as famílias que mais precisam de acesso aos programas sociais, como vivem, quais são as suas características e onde elas moram. Ao ser cadastrada no Cadúnico, cada pessoa da família recebe um Número de Identificação Social (NIS). O Programa Bolsa Família, assim como outros programas sociais, utiliza o Cadúnico para selecionar os seus beneficiários. O cadastramento, porém, não garante que a família será incluída nos programas sociais de transferência de renda. Para isso, é necessário que a família atenda aos critérios de seleção de cada programa. necessários para se cadastrarem. Para serem cadastradas, todas as pessoas da família devem apresentar um documento de identificação. Quem não tem documento deve procurar a prefeitura para obtê-lo. - O município pode incluir, em qualquer momento, novas famílias no Cadastro Único, desde que elas tenham renda por pessoa da família até meio salário mínimo. Os cadastros das famílias devem ser atualizados sempre que houver mudanças de endereço, renda, composição familiar e escola. Segundo o Decreto nº , de 26 de junho de As informações constantes do CadÚnico terão validade de dois anos, contados a partir da data da última atualização, sendo necessária, após este período, a sua atualização ou revalidação, na forma disciplinada pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Os formulários de cadastramento devem ser bem guardados pelo gestor municipal, por pelo menos cinco anos. - Todos os dados dos formulários de cadastramento são digitados no Sistema de Entrada e Manutenção de Dados do Cadastro Único e enviados para a Caixa Econômica Federal, que é responsável por organizar e guardar os dados de todas as famílias cadastradas do Brasil. Como cadastrar as famílias? Cadastramento de indígenas e quilombolas A prefeitura é responsável pelo cadastramento de todas as famílias do seu município desde que elas recebam por mês, até meio salário mínimo por pessoa. Para realizar o cadastramento, o município capacita os entrevistadores que vão visitar as casas das famílias mais pobres e registrar as informações sobre cada família. A visita às famílias é importante para conhecer as condições de vida de cada uma delas. As informações sobre as famílias são registradas no formulário de cadastramento, que deve ser solicitado ao MDS pelo município, através do Sistema de Atendimento e Solicitação de Formulários - SASF. O município também pode criar postos de atendimento para fazer o cadastramento. Nesse caso, deve divulgar com antecedência os Todos os povos e comunidades tradicionais podem ser inseridos no Cadúnico, desde que preencham os critérios de renda. Esse público deve obedecer ao critério de renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo ou até 3 salários mínimos no total da renda da família. Somente famílias indígenas e quilombolas possuem campos específicos para sua identificação no CadÚnico, pois tanto os indígenas como os quilombolas são parte da identidade histórica brasileira, tendo seus direitos reconhecidos pela Constituição de 1988, por isso, famílias indígenas e quilombolas são públicos prioritários no processo de cadastramento e para concessão de benefícios sociais. locais de cadastramento e informar às famílias quais os documentos 15 16

11 Comunidades Quilombolas: Para o Cadúnico, são consideradas famílias quilombolas aquelas que se declaram como tal. Não é necessário que o território em que a família habita tenha sido titulada pelo Incra. A autodeclaração independe da questão cor/raça. Não é necessária a apresentação de nenhum documento que comprove a identidade quilombola. No novo formulário do Cadastro Único, as famílias quilombolas só serão identificadas por meio do preenchimento dos quesitos 3.05 A família é quilombola? e 3.06 Qual o nome da comunidade quilombola?. Se a resposta for afirmativa o entrevistador não deverá questionar ou pedir documento que comprove sua declaração.para estas pessoas, não é obrigatória a apresentação de CPF ou título de eleitor. O cadastramento pode ser feito com qualquer documento de identificação civil. Povos Indígenas É considerada indígena a pessoa que assim se auto-identificar. Não há a necessidade da pessoa habitar em uma terra indígena e nem apresentar nenhum documento que comprove a identidade indígena. Este é o critério utilizado pelo Cadúnico para identificar as famílias indígenas. A certidão do RANI (Registro Administrativo de Nascimento Indígena), emitida pela FUNAI, é aceita como documento válido para o cadastramento das famílias indígenas no Cadúnico. Cabe ressaltar que se o Responsável pela Unidade Familiar (RF) da família indígena possuir tanto a Certidão de Nascimento como a RANI, o entrevistador deverá optar pela Certidão de Nascimento. O nome do indígena deverá ser copiado do documento de identificação apresentado, respeitandose a grafia na língua indígena. No novo formulário, as famílias indígenas só serão identificadas no CadÚnico por meio do preenchimento dos quesitos 3.01 A família é indígena? 3.02 A que povo pertence a família?, 3.03 A família reside em terra ou reserva indígena? e se a resposta for afirmativa, registrar no quesito 3.04 o nome da terra ou reserva indígena. consultar, facilitando o preenchimento correto dos quesitos. Para mais informações sobre o Cadastro Único e cadastramento das famílias, veja os documentos listados a seguir na página do Programa Bolsa Família na internet: (www.mds.gov.br/bolsafamilia) Decreto nº , de 24 de julho de 2001; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 10, de 31 de agosto de 2005; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 7, de 20 de maio de 2005; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 5, de 15 de fevereiro de 2005; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 4, de 14 de fevereiro de 2005; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 1, de 19 de maio de A Gestão de Condicionalidades: As condicionalidades são os compromissos que a família assume, nas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social ao entrar no Programa Bolsa Família. São destinadas às crianças e aos adolescentes, entre 0 e 17 anos, às grávidas e às mães em amamentação. Condicionalidades de Educação: - Matricular as crianças e adolescentes de 6 a 17 anos nas escolas; - Garantir a frequência mínima de 85% nas aulas (6 a 15 anos) e 75% nas aulas de 16 a 17 anos (BVJ); - Informar à escola quando o aluno precisar faltar à aula e explicar o motivo da falta; - Informar, sempre que ocorrer mudança de escola dos dependentes de 6 a 17 anos, para que seja possível continuar o acompanhamento da frequência escolar. Em caso de descumprimento da condicionalidade da educação No site (www.mds.gov.br/bolsafamilia/cadastro_unico/ do BVJ, os efeitos serão aplicados apenas à parcela do BVJ correspondente cadastro_unico/arquivos/estimativa-quilombola-mds.htm) do MDS ao adolescente que descumpriu a condicionalidade, ou seja, não dispõe de uma listagem de Comunidades Quilombolas e de Povos e serão aplicados no valor total do benefício da família. Quando houver Terras Indígenas que é recomendável que o entrevistador imprima para descumprimento das condicionalidades por outros membros da 17 família, todos os benefícios são afetados, inclusive o BVJ. 18

12 Condicionalidades de Saúde: Para as grávidas e mulheres amamentando: - Fazer os exames antes do nascimento do bebê (pré-natal); - Ir às consultas no posto de saúde mais próximo de sua casa, com o cartão da gestante, de acordo com o calendário estabelecido pelo Ministério da Saúde; e - Participar de atividades educativas oferecidas pelas equipes de saúde sobre aleitamento materno e promoção da alimentação saudável. Para os responsáveis por crianças menores de 7 anos: - Levar as crianças aos postos de vacinação; - Manter atualizado o cartão de vacina, conforme instruções do Ministério da Saúde; -Levar as crianças ao posto de saúde, com o cartão de saúde da criança, para acompanhamento do seu desenvolvimento físico, entre outras ações, conforme o calendário estipulado pelo Ministério da Saúde. Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan), respeitando o calendário do Ministério da Saúde. O Sisvan está disponível na internet, no endereço - O responsável pelo registro dos dados é o técnico da área de Saúde, mas o gestor municipal do Bolsa Família e os membros das ICS devem manter contato com esse técnico para verificar se os dados são registrados no Sisvan corretamente. - O registro da frequência escolar é feito no sistema do Ministério da Educação (MEC). Os dados da frequência escolar podem ser registrados pela própria escola ou por um técnico indicado pelo município. Os dados são registrados em quatro períodos durante o ano, de acordo com o calendário do MEC. O registro da frequência escolar também deve ser acompanhado pelo gestor municipal e pelos membros da Instância de Controle Social. Efeitos decorrentes do descumprimento das condicionalidades: Condicionalidade da Assistência Social: - Crianças e adolescentes entre 06 e 15 anos retirados de situação de trabalho, frequentar as ações socioeducativas do PETI, com frequência de 85%. IMPORTANTE: O acompanhamento das condicionalidades - O acompanhamento das condicionalidades é importante para promover e ampliar o acesso das famílias aos serviços de saúde e educação. Além de ser um dever, cumprir as condicionalidades é um direito das famílias. - Para que o município possa acompanhar o cumprimento das condicionalidades, os ministérios da Saúde e da Educação oferecem sistemas, na internet, para o registro dos dados das famílias. As O objetivo das condicionalidades é fortalecer o direito que as famílias têm de ter acesso aos serviços de saúde, de educação e de assistência social. Também, por meio do acompanhamento das condicionalidades, é possível identificar os motivos pelos quais as famílias não levam seus filhos à escola ou não buscam serviços de saúde e, assim, encontrar formas de resolver esses problemas. Por exemplo, há crianças que não vão à escola porque estão trabalhando ou por uma situação de gravidez precoce. Nestes casos, é preciso acompanhar essas famílias e apoiá-las para que tais problemas sejam resolvidos. Quando as famílias não cumprem as condicionalidades de forma repetida ocorrem efeitos em seus benefícios. Esses efeitos são gradativos: Na primeira vez em que a família descumpre uma das condicionalidades, ela recebe um aviso (advertência) por escrito, para relembrar os seus compromissos com o Programa. A partir da segunda vez que a informações sobre saúde são registradas a cada seis meses no família descumpre as condicionalidades, podem ocorrer os seguintes 19 20

13 efeitos: - Bloqueio do benefício por 30 dias; - Primeira suspensão do benefício por 60 dias; - Segunda suspensão do benefício por 60 dias; e. - Cancelamento do benefício. O bloqueio significa que o benefício da família não poderá ser sacado por 30 dias. Após esse período, se a família justificar e voltar a cumprir as condicionalidades, poderá receber o benefício novamente. A suspensão do benefício ocorre quando a família não cumpre as condicionalidades pela terceira e quarta vezes. Na suspensão, a família fica sem receber o benefício por sessenta dias e os valores não podem ser sacados depois. Após duas suspensões do benefício seguidas, as famílias que não cumprirem as condicionalidades, terão seu benefício cancelado, ou seja, sairá do Programa Bolsa Família. Todos os efeitos são acompanhados de notificação por escrito aos responsáveis legais pela família. Recursos contra efeitos por descumprimento de condicionalidades: Auxílio às famílias que não cumprem as condicionalidades: O MDS preocupa-se com as famílias que não cumprem as condicionalidades do Programa Bolsa Família. Para apoiar os municípios a melhorar o acompanhamento das famílias do Programa, criou-se o Programa de Atenção Integral à Família (Paif). O Paif é oferecido aos municípios pelo Centro de Referência da Assistência Social (Cras). O Paif tem o objetivo de atender às famílias mais necessitadas dos municípios, oferecendo serviços de assistência social, educação e de inclusão produtiva. O Paif trabalha junto com o Programa Bolsa Família para auxiliar as famílias que não cumprem as condicionalidades do PBF. Essas famílias precisam receber atenção especial para cumprirem corretamente as condicionalidades de educação, saúde e assistência social. Importante: *As famílias com dificuldade para cumprir as condicionalidades devem procurar o Cras do seu município para resolver o problema o mais rápido possível. *Não há aplicação de qualquer efeito às famílias que não cumprirem as condicionalidades quando ficar provado que o município não oferece os serviços de saúde, educação e assistência social corretamente. *Para mais informações sobre as condicionalidades do PBF, veja os documentos listados a seguir na página do Programa Bolsa Família na internet: (www.mds.gov.br/bolsafamilia) Portaria nº. 551, de 09 de novembro de 2005; Portaria GM/MS nº , de 18 de outubro de 2004; Portaria Interministerial MS/MDS nº , de 18 de novembro de 2004; Portaria Interministerial MEC/MDS nº , de 17 de novembro de 2004; Informe Bolsa Família 156 e Instrução Operacional nº 26. Famílias que forem notificadas e considerarem que houve erro na informação das condicionalidades e/ou que o descumprimento ocorreu por motivo justificável, têm direito ao recurso previsto no art. 11 da Portaria MDS 321, de 29 de setembro de Nessas situações, a família precisa procurar o gestor municipal do PBF, que deverá atender a família, registrar as justificativas, reunir informações para avaliação e, por fim, registrar o deferimento ou indeferimento da solicitação. Caso o Recurso seja aceito, o benefício será liberado e os efeitos decorrentes do descumprimento cessam, sendo alterado o histórico da família. O formulário de Recurso On-Line está disponível na Central de Sistemas da Senarc. Informações sobre este recurso estão disponíveis na Instrução Operacional nº 26, de 17 de dezembro de 2008 e no Manual do Usuário do Rercurso On-line. Ao receber o recurso, o gestor municipal deve encaminhar cópia à Instância de Controle Social do PBF, que deverá participar do acompanhamento das famílias

14 3. A Gestão de Benefícios: A Gestão de Benefícios do Programa Bolsa Família é formada por todas as atividades relacionadas ao pagamento dos benefícios às famílias, como: inclusão das famílias no Programa, bloqueios, desbloqueios, suspensão e cancelamento do benefício. A inclusão das famílias no Programa é feita pela Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc). Para que as famílias sejam incluídas no Programa, a Senarc segue o planejamento feito pelo Governo Federal e é preciso, como visto anteriormente, que a família esteja inscrita no Cadastro Único e tenha uma renda mensal de até R$ 140,00 por pessoa da família. Depois que a família entra no Programa Bolsa Família, é possível que sejam identificados motivos para bloquear ou suspender o pagamento, ou ainda, para que a família seja retirada do Programa. Veja como isso acontece: - O bloqueio é feito quando há alguma suspeita de irregularidade. Nesse caso, o município vai investigar a situação da família para verificar se está tudo certo. Se não houver irregularidade, o município pode desbloquear o benefício. Se realmente houver problemas, o benefício pode ser cancelado. - Quando o benefício é bloqueado, a família não pode sacá-lo por 30 dias. Como já foi dito no item anterior, o bloqueio ocorre quando a família não cumpre as condicionalidades do Programa ( por descumprimento de condicionalidades). O bloqueio pode ocorrer, também, por determinação judicial ou quando a Senarc ou o município precisam verificar algum problema no cadastro da família, como: duplicidade cadastral; renda familiar, por pessoa, superior a R$ 140,00; falecimento de toda a família; família não encontrada no endereço registrado no CadÚnico; trabalho infantil na família; e acúmulo de benefícios do PBF com o do Peti. - Quando o benefício é bloqueado, a família continua a fazer parte do PBF. Se o problema que estava sendo verificado for solucionado, a família volta a receber o benefício e pode sacar as parcelas que ficaram bloqueadas por até 90 dias. Quem faz o bloqueio do benefício é: - A Senarc, quando o motivo do bloqueio é o descumprimento de condicionalidades e/ou suspeita de irregularidade; - O município, nos outros casos explicados. O desbloqueio do benefício é realizado quando o problema que estava sendo verificado foi resolvido. Quem faz o desbloqueio do benefício é: - A Senarc, quando o motivo do bloqueio é o descumprimento de condicionalidades; - O município, nos outros casos explicados. A suspensão de benefício: A suspensão de benefício acontece quando a família não cumpre pela terceira e quarta vezes as condicionalidades do Programa. Essa atividade é realizada somente pela Senarc. Se o benefício for suspenso, a família não é desligada do Programa. Quando termina a suspensão ela volta a receber o benefício, mas não recebe os valores suspensos. Cancelamento do benefício: O cancelamento pode acontecer nos seguintes casos: quando o benefício está bloqueado a mais de 180 dias e o motivo do bloqueio não foi resolvido; por decisão judicial; quando fica comprovado, após verificação do cadastro, os casos de: duplicidade cadastral; renda familiar, por pessoa, superior a R$ 140,00; falecimento de toda a família; trabalho infantil na família; e acúmulo de benefícios do PBF com os do Peti

15 A reversão de cancelamento de benefícios: É feita apenas nos casos em que o técnico cancelou o benefício da família por erro operacional ou porque registrou informações erradas sobre a família no CadÚnico. - Nesses casos, o município pode fazer a reversão de cancelamento em até 60 dias, para que a família volte a fazer parte do Programa e receba as parcelas que não foram pagas. - Após 60 dias, a reversão de cancelamento só poderá ser feita pela Senarc. Para isso, o município deve enviar um ofício, solicitando a reversão do cancelamento (explicando o motivo) e enviar também o Formulário Padrão de Gestão de Benefícios (FPGB) devidamente preenchido. Se o benefício ficar bloqueado por mais de 180 dias, ele será cancelado, ou seja, a família perde o benefício e é desligada do Programa. Por isso, é fundamental resolver os casos de benefícios bloqueados de acordo com o prazo. Todas as ações de gestão de benefícios realizadas pelos municípios devem ser registradas no Formulário Padrão de Gestão de Benefício (FPGB) e armazenadas em local seguro pelo prazo mínimo de 5 anos. A qualquer momento os órgãos de controle interno e externo do Poder Executivo ou os demais órgãos de fiscalização e controle social podem pedir esclarecimentos sobre as ações de gestão de benefício. O modelo do FPGB está disponível no sítio do Programa Bolsa Família (www.mds.gov.br/bolsafamilia), e na Portaria nº 551. O Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec): É um sistema criado pela CAIXA para que os municípios possam realizar as atividades de gestão de benefícios e acessar outros serviços para realizar as atividades do Programa Bolsa Família. O Sibec também permite consultar a situação do benefício da família e gerar relatórios sobre o Programa Bolsa Família e os Programas Remanescentes no município. Como o benefício é pago? Toda família que entra no Programa recebe um cartão magnético para sacar o benefício. O cartão é feito em nome do responsável pela unidade familiar, que é de preferência a mulher. O responsável pela unidade familiar é o titular do cartão. A Caixa Econômica Federal entrega o cartão e paga os benefícios. Os benefícios podem ser sacados nas agências da CAIXA, nas lotéricas ou em parceiros da CAIXA (armazéns, mercados, padarias, entre outros). O cartão é de uso pessoal e não pode ser emprestado ou transferido para outra pessoa. A senha deve ser bem guardada, é importante que apenas o responsável legal a conheça. É importante lembrar que o benefício é sacado sempre em dinheiro. A própria família beneficiária é que decide onde e como utilizar o dinheiro. Caso seja verificado algum problema no pagamento, a prefeitura deve ser avisada. 4. Os Programas Complementares: Os Programas Complementares são ações regulares, ofertadas pelas três esferas de governo-união, estados e municípios e pela sociedade civil, voltadas ao desenvolvimento das capacidades das famílias cadastradas no CadÚnico, principalmente, as beneficiárias do PBF, contribuindo para a superação da situação de pobreza e vulnerabilidade social em que se encontram. O objetivo dessas ações é complementar e potencializar os impactos proporcionados pelas transferências condicionadas de renda, e na redução das desigualdades, promovendo um salto qualitativo que conduza as famílias de uma situação de redução da pobreza, para outra de superação sustentada de qualquer forma de vulnerabilidade

16 Os programas complementares podem ser: ESPECÍFICOS: Formulados, exclusivamente para atender as pessoas cadastradas no CadÚnico, em especial as beneficiárias do PBF; JÁ EXISTENTES: Mas que focalizam ou priorizam as famílias de maior vulnerabilidade. A articulação de iniciativas que priorizam ou se voltam para o atendimento das famílias beneficiárias do PBF pode promover um aumento de sua efetividade e de seu impacto na vida das populações mais pobres. Para superar a pobreza é preciso transferir renda, garantir o cumprimento das condicionalidades e integrar políticas que permitam que as famílias desenvolvam suas potencialidades. Exemplos de Programas Complementares articulados em nível federal: - Programa Brasil Alfabetizado (MEC); - Programa Juventude Cidadã (MTE); - Plano Setorial de Qualificação Profissional - PLANSEQ (MDS); - Programa Nacional de Agricultura Familiar - PRONAF B(MDA) - CREDIAMIGO e AGROAMIGO (BNB); - Territórios da Cidadania (CASA CÍVIL); - Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (MTE); - Tarifa Social de Energia (ANEEL); - Programa LUZ PARA TODOS (MME); - Programa Nacional de Inclusão de Jovens - PRÓ-JOVEM (Sec. Nac. da Juventude, MDS, MEC, MTE); - Projeto de Promoção do Desenvolvimento Local e Economia Solidária (MTE). Os recursos do IGD podem ser utilizados para atividades que possibilitem a ampliação do protagonismo das famílias beneficiárias por iniciativa do próprio governo municipal ou para apoiar a ampliação de ações dos governos federal e estadual. Para mais informações sobre os Programas Complementares, veja o documento abaixo na página do Programa Bolsa Família na internet: (www.mds.gov.br/bolsafamilia) e Instrução Operacional nº. 16, de 1º de janeiro de 2007, reeditada em 26 de fevereiro de A Fiscalização do PBF: O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS executa a fiscalização do Programa por meio da Coordenação Geral de Fiscalização da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania, como também, integra suas ações às dos orgãos de controle como a Controladoria Geral da União - CGU, o Tribunal de Contas da União - TCU e os Ministérios Público Federal e Estaduais. Essa fiscalização pode ser feita de algumas formas: - Ações no local ou à distância, realizadas pela Coordenação-Geral de Fiscalização (CGF) da Secretaria Nacional de Renda de Cidadania (Senarc); - Ações de acompanhamento, realizadas pelos órgãos que compõem a Rede Pública de Fiscalização [Ministério Público Federal (MPF), Ministérios Públicos dos Estados, Controladoria Geral da União (CGU) e Tribunal de Contas da União (TCU)]; - Ações de fiscalização, em municípios sorteados pela Controladoria Geral da União (CGU). Denúncias: As denúncias relacionadas à gestão do PBF são recebidas pela Senarc por meio da mídia impressa, TV, rádio, correspondências, e pela Central de Atendimento FOME ZERO. As denúncias são verificadas pela Coordenação-Geral de Fiscalização e pelos órgãos que compõem a Rede Pública de Fiscalização do PBF, para que também fiscalizem segundo suas competências. As ICS devem comunicar a existência de problemas na gestão do PBF à Rede Pública de Fiscalização e à Senarc. Legislação: Portaria Senarc nº. 1/

17 Para mais informações sobre a fiscalização do PBF, veja os documentos abaixo na página do Programa Bolsa Família na internet: (www.mds.gov.br/bolsafamilia): Portaria Senarc/MDS nº. 1, de 3 de setembro de 2004; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 14, de 10 de agosto de 2006; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 11, de 22 de novembro de 2005; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 8, de 20 de junho de deve apresentar os nomes das pessoas do governo e da sociedade que fazem parte das ICS. O prefeito ou governador também pode designar um conselho já existente para atuar como instância de controle social do PBF. Em muitos municípios, os conselhos de Assistência Social assumem as responsabilidades do controle social do PBF. Nesses casos, o conselho deve modificar o seu regimento interno incluindo os objetivos e as regras de composição e de funcionamento da instância de controle social do PBF. 6. Instância de Controle Social: Quem pode fazer parte das Instâncias de Controle Social? A sociedade pode participar do PBF por meio das Instâncias de Controle Social (ICS). As ICS são formadas por pessoas da prefeitura e da população. Para participar das ICS, as pessoas precisam conhecer bem o município e saber como funciona o Programa Bolsa Família e as demais políticas sociais integradas que fazem parte do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). É necessário também que sejam definidos os objetivos das ICS, bem como as responsabilidades de cada um dos conselheiros e as atividades a serem realizadas, para que as Instâncias de Controle Social possam contribuir para o aperfeiçoamento da gestão do Programa Bolsa Família no município. O que é o Controle Social do Programa Bolsa Família? O controle social é a participação da sociedade no planejamento, na fiscalização, no acompanhamento e na avaliação das políticas e nos programas públicos. Os estados e os municípios devem criar a sua instância de controle social (ICS) para: acompanhar o desenvolvimento do Programa Bolsa Família; apoiar a integração com as áreas de Saúde e de Educação e com outras políticas públicas que ajudem a melhorar a vida das famílias beneficiárias; ajudar na identificação das famílias mais pobres do município que têm direito ao Programa e comunicar os problemas ao gestor municipal e à Rede Pública de Fiscalização do PBF. As Instâncias de Controle Social do PBF devem ser permanentes, As Instâncias de Controle Social podem ser formadas por: a) representantes de grupos da sociedade, líderes comunitários, sindicatos, bem como beneficiários do Programa; b) representantes dos conselhos municipais já existentes; e c) profissionais das áreas de Saúde, Educação, Assistência Social, Segurança Alimentar e Criança e do Adolescente do município. A sociedade tem liberdade para escolher os seus representantes nas ICS, sem a participação dos dirigentes públicos locais. Esses representantes podem ser dos seguintes setores: a) movimentos sindicais; b) associações profissionais e empresariais; c) instituições religiosas; d) movimentos populares, associações comunitárias e organizações não governamentais (ONG); e) populações tradicionais existentes em seu território (indígenas e quilombolas); e f) beneficiários do PBF, entre outros. A composição das Instâncias de Controle Social deve ser: - Intersetorial, ou seja, as instâncias devem ser formadas por pessoas das áreas de Saúde, Educação, Assistência Social, Segurança Alimentar e da Criança e do Adolescente, entre outras; - Paritária, ou seja, o número de vagas dos representantes do governo criadas pelo prefeito ou governador por meio de decreto. Esse decreto nas instâncias deve ser igual ao número de representantes da sociedade

18 As Instâncias de Controle Social desenvolvem as seguintes atividades: a) acompanhamento do Programa Bolsa Família no município ou estado; b) auxílio na fiscalização do Programa Bolsa Família no município ou estado; c) apoio ao trabalho de outras políticas sociais para favorecer as famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família; d) verificação dos serviços de educação e saúde oferecidos no município; e) auxílio na identificação das famílias mais pobres e mais vulneráveis do município, para que sejam cadastradas e possam entrar no Bolsa Família; f) apoio à comunidade a participar, bem como sempre fiscalizar as atividades do Programa Bolsa Família, no município ou estado. à população sobre a importância do Cadastro Único e do Programa Bolsa Família; - Verificar se a prefeitura informa corretamente às famílias sobre o cadastramento; - Identificar os problemas que dificultam o cadastramento das famílias (falta de documentação, dificuldade de acesso dos cadastradores e de locomoção das famílias) e propor soluções para esses problemas; - Verificar se os formulários do cadastro estão mantidos em boas condições; - Verificar se a prefeitura atualiza os cadastros das famílias com frequência. O que as ICS podem fazer para melhorar a gestão das condicionalidades? Além disso, as ICS podem trabalhar com o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) no município para que as famílias do PBF sejam atendidas adequadamente pelo poder público. Juntos, SUAS e ICS têm a possibilidade de realizar ações que fortaleçam a família, podendo contar com a participação de grupos organizados da sociedade. A ICS também pode avaliar se os recursos do IGD estão sendo gastos de acordo com o que foi programado e se as prioridades de aplicação dos recursos estão sendo atendidas. E, caso identifiquem o uso indevido do recurso, os membros da instância devem informar o problema aos órgãos públicos de fiscalização e ao MDS para que sejam tomadas as providências. O que as ICS podem fazer para melhorar o cadastramento? - Acompanhar a qualidade do cadastro e, quando necessário, visitar as famílias para verificar se as informações do cadastro estão corretas; - Esclarecer as famílias sobre a importância de manter as informações do cadastro atualizadas; - Realizar visitas aos locais mais pobres do município, para esclarecer - Verificar se os serviços básicos de educação, saúde e assitência social estão sendo oferecidos pelo município; - Trabalhar junto com os conselhos de Saúde e Educação do município para garantir a oferta dos serviços de saúde, educação e assistência social; - Verificar se a prefeitura está fazendo o acompanhamento das condicionalidades corretamente; - Conhecer a lista das famílias que não cumpriram as condicionalidades (solicitar ao gestor municipal) e sugerir ao município que tenha políticas de acompanhamento dessas famílias; - Verificar o resultado do acompanhamento das condicionalidades no município; - Acompanhar a avaliação dos recursos contra efeitos por descumprimento de condicionalidades. Não há aplicação de qualquer efeito às famílias que não cumprirem as condicionalidades quando ficar provado que o município não oferece os serviços de saúde, educação e assistência socail corretamente. Os membros das Instâncias de Controle Social podem utilizar o Sibec para consultas e emissão de relatórios. Para isso, devem pedir autorização ao gestor municipal

19 O que as ICS podem fazer para melhorar a gestão de benefícios? - Verificar se as famílias cadastradas e que tenham renda mensal de até R$ 140,00 por pessoa estão sendo atendidas; - Verificar se os bloqueios ou cancelamentos de benefícios realizados pela prefeitura estão de acordo com as leis e normas do PBF; - Verificar se as atividades de gestão de benefícios estão sendo registradas corretamente nos Formulários Padrão de Gestão de Benefícios (FPGB); - Verificar se os FPGB estão sendo guardados corretamente; - Pedir ao gestor municipal para bloquear, desbloquear, cancelar ou reverter o cancelamento do benefício, quando necessário; e - Verificar se o desbloqueio de benefício está sendo realizado corretamente, observando se os motivos dos bloqueios foram resolvidos. devem contar com o apoio do MDS e outros ministérios, dos estados e dos municípios para desenvolver as suas atividades. O que os municípios devem fazer para apoiar o trabalho das ICS? a) criar as ICS e indicar os membros escolhidos para compor as ICS do município; b) sempre manter contato com as ICS; c) garantir as condições para o trabalho da ICS no município; d) divulgar a existência das ICS à população local; e e) oferecer à ICS: lista das famílias cadastradas no CadÚnico e dos beneficiários do PBF, lista dos responsáveis legais das famílias que não cumpriram as condicionalidades,acesso ao Sistema de Benefícios ao Cidadão (Sibec); e informações atualizadas sobre educação e saúde, entre outros serviços do município. O que as ICS podem fazer para auxiliar as famílias a terem acesso aos Programas Complementares? - Acompanhar e incentivar a oferta de políticas sociais que melhorem a vida das famílias do PBF e permitam que elas se desenvolvam; - Mostrar para as famílias a importância da participação nos Programas Complementares para encontrarem novas formas de garantir o seu sustento e não mais demandarem os programas de transferência de renda do Governo; - Avaliar os resultados da participação das famílias nos Programas Complementares. Possibilidades de atuação da ICS Acompanhar e ajudar o MDS e a Rede Pública de Fiscalização a fiscalizar as ações do Programa, como: cadastramento, gestão de benefícios, acompanhamento das condicionalidades, Programas Complementares; Comunicar ao gestor municipal, à Senarc e à Rede Pública de Fiscalização do PBF a existência de problemas na gestão do PBF. As ICS O papel das Instâncias de Controle Social para acompanhar e fiscalizar o PBF: Para facilitar o trabalho das Instâncias de Controle Social é importante definir as responsabilidades de cada membro, contar com recursos materiais (material de escritório, telefone, fax, computador), com pessoas para desenvolverem as atividades do dia a dia e também com recursos financeiros. É de relevante importância também a utilização de alguns instrumentos, relacionados abaixo, nas atividades das ICS: Regimento Interno: Elaborar um regimento ou modificar o regimento interno (no caso de conselho já existente), para definir as responsabilidades de cada conselheiro. As ICS têm 90 dias para aprovar o seu regimento interno. Plano de trabalho: É um documento para definir o que fazer, quando fazer, onde fazer, como fazer e quem são os responsáveis. Pode definir o calendário de reuniões, visitas às famílias, pesquisas no Sibec, além de outras atividades. Grupos de trabalho: As ICS podem criar grupos de trabalho para 33 34

20 acompanhar melhor o Programa Bolsa Família. Por exemplo: um grupo de trabalho de condicionalidades pode ficar responsável por verificar se o município está oferecendo corretamente os serviços de saúde e educação e se está fazendo o acompanhamento das condicionalidades. Infraestrutura: É importante que as ICS tenham salas, equipamentos (computador com acesso à internet, telefone, fax) e pessoal para as atividades administrativas. A prefeitura pode ajudar as ICS a terem essa infraestrutura. Comunicação: Estabelecer os meios de comunicação para incentivar a sociedade a participar do controle social do PBF. Podem ser utilizados, por exemplo, jornais e rádios comunitárias. Orçamento: Elaborar orçamento anual para que as ICS possam realizar suas atividades. Identificar quais órgãos podem ajudar as ICS com recursos financeiros. Para mais informações sobre o controle social, veja os documentos listados a seguir na página do Programa Bolsa Família na internet: (www.mds.gov.br/bolsafamilia). Lei nº , de 0 9 de janeiro de 2004; Decreto nº , de 17 de setembro de 2004; Portaria GM/MDS nº. 246, de 20 de maio de 2005; Instrução Normativa MDS nº. 1, de 20 de maio de 2005; Instrução Operacional Senarc/MDS nº. 9, de 5 de agosto de Alteração dos dados cadastrais das Instâncias de Controle Social e dos Gestores Municipais do PBF: - A atualização dos dados dos gestores municipais e das Instâncias de Controle Social é fundamental para o bom andamento da gestão compartilhada do Programa. Estes dados são utilizados pelo Governo Federal para conhecer melhor quem são os responsáveis pelo PBF no âmbito local; para planejar e implementar estratégias de capacitação; para o envio de comunicação aos municípios, como ofícios, comunicados, publicações e outros e, ainda, para validar o acesso aos sistemas de gestão do Programa. - Para facilitar os procedimentos de substituição e de atualização cadastral dos gestores municipais e das ICS, a Secretaria Nacional de Renda de Cidadania - Senarc modificou o Sistema de Gestão Integrada (SGI). Agora, os gestores podem informar a mudança de gestor ou de ICS, bem como alterações de endereço, telefone e , diretamente no SGI, sem a necessidade de enviar ofício para a Secretaria. Os detalhes para esses procedimentos estão contidos na Instrução Operacional nº. 23, de 31 de julho de

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