Avaliação histológica qualitativa dos efeitos do Sunitinib no tratamento de tumores induzidos em bolsa jugal de hamster sírio dourado

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Avaliação histológica qualitativa dos efeitos do Sunitinib no tratamento de tumores induzidos em bolsa jugal de hamster sírio dourado"

Transcrição

1 Avaliação histológica qualitativa dos efeitos do Sunitinib no tratamento de tumores induzidos em bolsa jugal de hamster sírio dourado Mariana Oliveira de Oliveira 1, Maria Antonieta Lopes de Souza 1 (orientador) 1 Laboratório de Biologia Celular e Tecidual, FaBio, PUCRS Resumo Introdução As neoplasias malignas da cavidade bucal representam cerca de 3 a 5% de todas as neoplasias malignas. O carcinoma espinocelular é o mais freqüente, representando cerca de 90% dos tumores malignos da cavidade bucal. Sua causa é desconhecida, porém vários fatores predisponentes têm sido indicados, sendo os mais importantes o uso de tabaco, álcool, cirrose hepática, exposição solar, deficiências nutricionais, agressões dentárias crônicas, higiene bucal precária, infecções virais, entre outras coisas. Ocorre mais freqüentemente em homens do que mulheres (2:1), com idade superior a 40 anos. Atualmente, o câncer é uma das causas mais comuns de morbidade e mortalidade, onde a cada ano, no mundo, surgem 10 milhões de novos casos e 6 milhões de pessoas morrem em decorrência dessa doença. O câncer bucal de células escamosas é o oitavo tipo de câncer mais comum no mundo. Modelos de tumores animais que imitam muito proximamente o câncer bucal humano são importantes para elucidar os mecanismos da transformação neoplásica além de guiar a prevenção química efetiva. O câncer bucal de células escamosas pode ser induzido em hamsters, e esse é um dos sistemas mais utilizados para analisar o desenvolvimento de câncer oral de células escamosas. O Malato de Sunitinib (Sutent ) é um antiangiogênico e antitumoral, de uso oral. Sendo utilizado em humanos, principalmente em casos de câncer renal, está ligado ao crescimento e formação de metástases. Também tem mostrado atividade antitumoral potente em modelos animais. 93

2 Estudos de farmacocinética mostram que o Sunitinib, sendo de uso oral, é bem absorvido e a sua biodisponibilidade não é afetada pela alimentação. Os níveis plasmáticos de Sunitinib atingem o seu pico entre 6 e 12 horas após dose única via oral, e a farmacocinética é linear em doses de 50 a 100mg/dia (Sakamoto, 2004). Em estudos de determinação de planos de tratamento para humanos, ficou sugerida como máxima dose tolerada a dose de 50mg/dia e o cronograma preferido foi de 4/2 (quatro semanas de tratamento e duas de intervalo). O Sunitinib tem sido bem tolerado e tem um perfil consistente e previsível. Os efeitos adversos mais comuns tem sido fadiga, diarréia, náusea, vômito e anorexia. Objetivos Produzir câncer de células escamosas em bolsa jugal de hamster com 55 dias de exposição ao DMBA, seguindo o protocolo de Oliveira (2008). Verificar a ação do Malato de Sunitinib (Sutent ) em câncer bucal de células escamosas induzido em bolsa jugal de hamster sírio dourado. Analisar os aspectos histológicos entre os grupos tratados e não tratados com o fármaco. Materiais e Métodos Este estudo foi realizado no Laboratório de Biologia Celular e Tecidual da Faculdade de Biociências da PUCRS. O presente protocolo de pesquisa foi submetido à análise do Comitê de Ética para o uso de animais (CEUA) da PUCRS e aprovado segundo o protocolo número 10/ Todos os procedimentos envolvendo manuseio, anestesia, analgesia e eutanásia dos animais estão de acordo com as regulamentações do Conselho Federal de Medicina Veterinária e a Lei de 8 de setembro de 2008 sobre uso científico de animais (Lei Arouca). Os hamsters foram mantidos em duplas, em caixas com maravalha autoclavadas três vezes por semana. A manipulação era realizada sempre no mesmo horário, diariamente, a fim de diminuir o estresse dos animais. A entrada de pessoas era restrita aos que realizavam a manipulação e também havia controle de iluminação e temperatura, com a mesma finalidade. Os animais eram alimentados de forma padronizada e recebiam os mesmos objetos para entretenimento. Foram utilizados 44 hamsters sírios dourados, divididos em 6 grupos, conforme descrito na tabela 1. 94

3 Os animais dos grupos 5 e 6, que eram submetidos à indução tumoral, foram expostos ao agente carcinógeno, DMBA (Sigma), 3 vezes por semana. Para tanto, as bolsas jugais do lado direito dos animais eram pinceladas com DMBA 1% diluído em acetona, com pincel de pelo de marta. O peróxido de carbamida (agente clareador dentário) era aplicado nos grupos 3, 4, 5 e 6, duas vezes por semana, com a própria ponta da seringa aplicadora, também apenas na bolsa direita. As bolsas jugais do lado direito dos grupos 2 e 4 eram pinceladas apenas com o veículo do DMBA (acetona), três vezes por semana. O tratamento foi realizado com Malato de Sunitinib (Sutent ), nos animais do grupo 6, com duração de quatros semanas. Divisão dos grupos: Grupos 1 Controle (n=4) 55 dias (Sem manipulação e sem tratamento) 2 Manipulação com aplicação de acetona (n=4) 55 dias (Acetona) 3 Manipulação com aplicação de clareador (n=6) 55 dias (peróxido de carbamida 10%) 4 Manipulação com aplicação de acetona e clareador (n=6) 55 dias (Acetona e Clareador) 5 Indução de câncer com DMBA sem tratamento (n=12) 55 dias (Clareador + Acetona + DMBA) 6 Indução de câncer com DMBA e tratamento (n=12) 55 dias (Clareador + Acetona + DMBA) + 30 dias (Sunitinib) Tabela 1 Até o momento não existem protocolos descritos de utilização de Sunitinib para hamsters, por isso a dose utilizada em nosso trabalho foi de 40mg/kg/dia por animal de acordo com protocolo previamente descrito por Tugues em 2007, para rato, com efeito farmacológico significativo. Durante o tratamento, os animais eram pesados semanalmente e a dose era recalculada a cada modificação da média dos pesos. A diluição do medicamento era realizada no 95

4 momento da gavagem, sendo as cápsulas de 25mg misturadas com água destilada em um agitador magnético e imediatamente utilizada. O tempo de tratamento foi de 4 semanas, de acordo com protocolo semelhante ao utilizado nas fases iniciais do tratamento com humanos. Após os tratamentos, os animais foram eutanasiados com injeção intraperitoneal de 100mg/kg de pentobarbital sódico, sendo submetidos à toracotomia e incisão cirúrgica do ventrículo esquerdo, onde foi colocada uma cânula para perfusão transcardíaca de 150 ml de solução salina, seguida de 150 ml de solução de paraformaldeído 4% e glutaraldeído 0,25% dissolvidos em tampão fosfato 0,1M ph 7,4. As bolsas jugais foram cirurgicamente retiradas, pós fixadas na mesma solução, seccionadas macroscopicamente, medidas e emblocadas em parafina, seccionadas em micrótomo com espessura de 10 micrometros e coradas com hematoxilina e eosina para posterior observação histológica. Resultados Previamente à aprovação do CEUA, foi realizada uma análise histológica de bolsas jugais normais pertencentes ao laminário do Laboratório de Biologia Celular e Tecidual da PUCRS, o que nos serviu de parâmetro para as conclusões observadas nos cortes obtidos a partir de nosso experimento. No estudo histológico prévio foi observado que nas bolsas jugais não expostas ao carcinógeno, o epitélio tem aspecto normal, sem hiperplasias, com suas camadas bem delimitadas e uma discreta camada de queratina. O tecido conjuntivo apresenta se íntegro, sem infiltrado inflamatório e sem hiperplasia vascular. Na verificação das lâminas produzidas pelo nosso experimento, foi possível observar as alterações causadas pela indução tumoral nas lâmias expostas ao carcinógeno (DMBA), quando comparadas aos demais grupos. As células malignas mostram alterações bioquímicas, morfológicas e funcionais variadas que lhes conferem propriedades importantes. Como a taxa de multiplicação das células malignas é elevada (índice mitótico alto), o câncer usualmente tem crescimento rápido. O mesmo não acontece com o estroma e os vasos sanguíneos, que se desenvolvem mais lentamente, resultando em degenerações, necroses, hemorragias e ulcerações freqüentes. Em razão da perda da diferenciação celular, as células malignas apresentam atipias variadas, desde discretas até muito intensas, chamadas de anaplasias. Há também atipias 96

5 arquiteturais ou histológicas, pois as células neoplásicas não se organizam segundo a orientação própria do tecido normal. Os aspectos histológicos verificados na análise histológica produzida por nosso experimento obteve os seguintes resultados: Grupos: 1 Controle; 2 Acetona; 3 Clareador; e 4 Acetona e clareador: Apresentaram o mesmo aspecto microscópico, evidenciando um epitélio estratificado de poucas camadas, com a camada de queratina com aproximadamente a mesma espessura do epitélio. A mesma quantidade de tecido conjuntivo, com a Proporção de 1/3. A camada granulosa do epitélio se apresenta bem nítida. O tecido conjuntivo tem aspecto normal, sem infiltrado linfo plasmocitário e com o número de vasos sanguíneos dentro da normalidade. Abaixo do tecido conjuntivo, verifica se uma camada de tecido muscular estriado esquelético cortada transversalmente, que corre paralelo a extensão da bolsa, só na porção distal da mesma, representando a musculatura distensível da bolsa jugal do hamster. Podem ser observadas células adiposas dispostas normalmente no campo. Grupo 5 DMBA: Epitélio estratificado pavimentoso queratinizado, imagens de células epiteliais com alteração de núcleos, parecendo birrefringentes. Alteração localizada do tecido epitelial, com discreto espessamento. Em algumas regiões, há um adelgaçamento do epitélio, com aspecto similar à quando está prestes a formar uma úlcera. O tecido conjuntivo, em algumas regiões, aparece basófilo e tumefeito, com aspecto parecido com tecido mucoso. Há um maior número de núcleos no tecido conjuntivo e menor número de fibras (edema). Há também, um aumento do número de vasos, com presença de vasos grandes e neoformação vascular. Pode se observar hemorragia em alguns locais, assim como infiltrado linfo plasmocitário. Pode se visualizar degeneração hidrópica pontual no tecido conjuntivo. Grupo 6 DMBA + Sunitinib: Nesse grupo, verificamos a grande maioria dos núcleos em tamanho normal. O epitélio em sua maior extensão apresenta aparência normal, em alguns locais com modificações nos núcleos. Discreto espessamento do epitélio em determinadas regiões. 97

6 Em algumas lãminas é possível visualizar hiperemia, infiltrado linfo plasmocitário, hemorragia, hiperplasia epitelial, aumento do numero de vasos sanguíneos, assim como presença de poucos vasos calibrosos localizados. Discussão Talvez em análise quantitativa, possamos precisar de forma mais correta, a diferenciação entre os tecidos com indução tumoral apenas e os que receberam tratamento com o fármaco apresentado. 98

Oncologia. Aula 2: Conceitos gerais. Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1

Oncologia. Aula 2: Conceitos gerais. Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1 Oncologia Aula 2: Conceitos gerais Profa. Camila Barbosa de Carvalho 2012/1 Classificação da Quimioterapia Em relação ao número de medicamentos usados; Em relação ao objetivo; Em relação à via de administração;

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA DOS GRAUS HISTOLÓGICOS ENTRE TUMOR PRIMÁRIO E METÁSTASE AXILAR EM CASOS DE CÂNCER DE MAMA

ANÁLISE COMPARATIVA DOS GRAUS HISTOLÓGICOS ENTRE TUMOR PRIMÁRIO E METÁSTASE AXILAR EM CASOS DE CÂNCER DE MAMA ANÁLISE COMPARATIVA DOS GRAUS HISTOLÓGICOS ENTRE TUMOR PRIMÁRIO E METÁSTASE AXILAR EM CASOS DE CÂNCER DE MAMA Pinheiro, A.C ¹, Aquino, R. G. F. ¹, Pinheiro, L.G.P. ¹, Oliveira, A. L. de S. ¹, Feitosa,

Leia mais

UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV

UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV UNIC Universidade de Cuiabá NEOPLASIAS CMF IV Aspectos Morfológicos das Neoplasias DEFINIÇÕES Neoplasia Tumor Câncer Inflamação/Neoplasia Termo comum a todos tumores malignos. Derivado do grego Karkinos

Leia mais

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida

INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida INTRODUÇÃO À PATOLOGIA Profª. Thais de A. Almeida DEFINIÇÃO: Pathos: doença Logos: estudo Estudo das alterações estruturais, bioquímicas e funcionais nas células, tecidos e órgãos visando explicar os mecanismos

Leia mais

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO

CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 PLANO DE CURSO CURSO DE FARMÁCIA Autorizado pela Portaria nº 991 de 01/12/08 DOU Nº 235 de 03/12/08 Seção 1. Pág. 35 Componente Curricular: Patologia Geral Código: FAR 314 Pré-requisito: - Período Letivo: 2015.1 Professor:

Leia mais

PARA SUBMETER PROJETOS SIGA AS ETAPAS:

PARA SUBMETER PROJETOS SIGA AS ETAPAS: CEUA UNIFESP 2015 PARA SUBMETER PROJETOS SIGA AS ETAPAS: 1. Entre na página da CEUA Comissão de Ética no Uso de Animais (https://www.unifesp.br/reitoria/ceua/) passe o cursor sobre SUBMISSÃO DE PROJETOS

Leia mais

CITOLOGIA ONCÓTICA CÂNCER

CITOLOGIA ONCÓTICA CÂNCER CITOLOGIA ONCÓTICA Neoplasia: crescimento desordenado de células, originando um tumor (massa de células) Tumor benigno: massa localizada de células que se multiplicam vagarosamente e se assemelham ao seu

Leia mais

Perda da uniformidade nas células e desarranjo estrutural tecidual

Perda da uniformidade nas células e desarranjo estrutural tecidual .Leucoplasia: (grego: leuco = branco - plasis = formação) Transformação metaplásica do epitélio escamoso estratificado não ceratinizado consistindo em aumento das camadas de ceratina. Exemplos: mucosa

Leia mais

Vias de administração

Vias de administração Vias de administração Parenteral Intravenosa: I.V. Intraperitoneal: I.P. Intramuscular: I.M. Subcutânea: SC Intradérmica: ID Infiltração Local Aplicação tópica Considerações Antes de tudo: Observação Treinamento

Leia mais

Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa. Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa

Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa. Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) Protocolo de Pesquisa Protocolo nº: (uso da CEUA) Data de Entrega / / (uso da CEUA) Título do Projeto Pesquisador-chefe Departamento Unidade Acadêmica - - - - -

Leia mais

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186

Câncer de Pulmão. Prof. Dr. Luis Carlos Losso Medicina Torácica Cremesp 18.186 Câncer de Pulmão Todos os tipos de câncer podem se desenvolver em nossas células, as unidades básicas da vida. E para entender o câncer, precisamos saber como as células normais tornam-se cancerosas. O

Leia mais

ETAPA 2 Figura 11 Efeito da lesão bilateral pré-teste de estriado dorsal no condicionamento clássico de medo ao som. (A) (B)

ETAPA 2 Figura 11 Efeito da lesão bilateral pré-teste de estriado dorsal no condicionamento clássico de medo ao som. (A) (B) ETAPA 2 Figura 11 Efeito da lesão bilateral pré-teste de estriado dorsal no condicionamento clássico de medo ao som. ED = estriado dorsal. (A) Tempo de congelamento por minuto (média + erro padrão) dos

Leia mais

PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS

PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS DISCIPLINA DE PATOLOGIA ORAL E MAXILOFACIAL Graduação em Odontologia - 5º Período PROCESSOS PROLIFERATIVOS NÃO NEOPLÁSICOS http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 GRANULOMA

Leia mais

Disciplina: Patologia Oral 4 e 5º períodos CÂNCER BUCAL. http://lucinei.wikispaces.com. Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira

Disciplina: Patologia Oral 4 e 5º períodos CÂNCER BUCAL. http://lucinei.wikispaces.com. Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira Disciplina: Patologia Oral 4 e 5º períodos CÂNCER BUCAL http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 Sigmund Freud ( 1856-1939, 83 anos ) durante 59 anos, mais de 20 charutos/dia

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

Por outro lado, na avaliação citológica e tecidual, o câncer tem seis fases, conhecidas por fases biológicas do câncer, conforme se segue:

Por outro lado, na avaliação citológica e tecidual, o câncer tem seis fases, conhecidas por fases biológicas do câncer, conforme se segue: 8 - O câncer também tem fases de desenvolvimento? Sim, o câncer tem fases de desenvolvimento que podem ser avaliadas de diferentes formas. Na avaliação clínica feita por médicos é possível identificar

Leia mais

Protocolo de Solicitação de Uso de animais em Projetos de Pesquisa/Extensão e Pós Graduação a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) ANEXO I

Protocolo de Solicitação de Uso de animais em Projetos de Pesquisa/Extensão e Pós Graduação a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) ANEXO I Protocolo de Solicitação de Uso de animais em Projetos de Pesquisa/Extensão e Pós Graduação a Comissão de Ética no Uso de Animais (CEUA) ANEXO I 1. IDENTIFICAÇÃO Título : Nível de abrangência do projeto:

Leia mais

ANEXO I FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E/OU PESQUISA

ANEXO I FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E/OU PESQUISA ANEXO I FORMULÁRIO UNIFICADO PARA SOLICITAÇÃO DE AUTORIZAÇÃO PARA USO DE ANIMAIS EM ENSINO E/OU PESQUISA PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS USO EXCLUSIVO DA COMISSÃO PROTOCOLO N o RECEBIDO EM: / / No campo

Leia mais

Disciplina: Patologia Bucal 5º período CÂNCER ORAL. http://lucinei.wikispaces.com. Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira

Disciplina: Patologia Bucal 5º período CÂNCER ORAL. http://lucinei.wikispaces.com. Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira Disciplina: Patologia Bucal 5º período CÂNCER ORAL http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 Sigmund Freud ( 1856-1939, 83 anos ) durante 59 anos, mais de 20 charutos/dia

Leia mais

EDITAL DO VI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E IV JORNADA INTEGRADA DE ODONTOLOGIA E MEDICINA (JIOME) DA UNINCOR, CAMPUS BELO HORIZONTE

EDITAL DO VI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E IV JORNADA INTEGRADA DE ODONTOLOGIA E MEDICINA (JIOME) DA UNINCOR, CAMPUS BELO HORIZONTE UNIVERSIDADE VALE DO RIO VERDE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA E EXTENSÃO EDITAL DO VI ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA E IV JORNADA INTEGRADA DE ODONTOLOGIA E MEDICINA (JIOME) DA UNINCOR, CAMPUS

Leia mais

Prof: Andreza Martins ADAPTAÇÃO CELULAR

Prof: Andreza Martins ADAPTAÇÃO CELULAR Prof: Andreza Martins ADAPTAÇÃO CELULAR ADAPTAÇÃO CELULAR Alteração do volume celular Hipertrofia Hipotrofia Alteração da taxa de divisão celular Hiperplasia Hipoplasia Alteração da diferenciação Metaplasia

Leia mais

Sistema Tegumentar. Arquitetura do Tegumento. Funções do Sistema Tegumentar Proteção 09/03/2015

Sistema Tegumentar. Arquitetura do Tegumento. Funções do Sistema Tegumentar Proteção 09/03/2015 Sistema Tegumentar Sistema Tegumentar É constituído pela pele, tela subcutânea e seus anexos cutâneos Recobre quase toda superfície do corpo Profa Elaine C. S. Ovalle Arquitetura do Tegumento Funções do

Leia mais

Carcinoma Escamoso Invasor

Carcinoma Escamoso Invasor Carcinoma Escamoso Invasor Lesões Precursoras do Carcinoma Cervical de Células C Escamosas Morfogênese do Carcinoma Cervical Mucosa ectocervical Mucosa endocervical Hiperplasia de Células de Reserva Displasia

Leia mais

NEOPLASIAS. MSc. Isabela Brcko

NEOPLASIAS. MSc. Isabela Brcko NEOPLASIAS MSc. Isabela Brcko Proliferações locais de clones celulares cuja reprodução foge ao controle normal, e que tendem para um tipo de crescimento autônomo e progressivo, e para a perda de diferenciação

Leia mais

Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P.

Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P. Apresentação de Caso Clínico L.E.M.D.A.P. De Oliveira,J.V.C¹; SILVA, M.T.B¹; NEGRETTI, Fábio². ¹Acadêmicas do curso de Medicina da UNIOESTE. ²Professor de Anatomia e Fisiologia Patológica da UNIOESTE.

Leia mais

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA.

COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. COMPROMETIMENTO COM OS ANIMAIS, RESPEITO POR QUEM OS AMA. CITOLOGIA CLÍNICA O exame citológico é uma das grandes ferramentas para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico e na tomada de

Leia mais

5-HT 1A Núcleos da rafe, hipocampo Gi, AMPc. 5-HT 1B Substância negra, globo pálido, gânglios da base Gi, AMPc. 5-HT 1D Cérebro Gi, AMPc

5-HT 1A Núcleos da rafe, hipocampo Gi, AMPc. 5-HT 1B Substância negra, globo pálido, gânglios da base Gi, AMPc. 5-HT 1D Cérebro Gi, AMPc UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DEPARTAMENTO DE FARMACOLOGIA SEROTONINA Serotonina: funções e distribuição Receptores centrais e periféricos Neurotransmissor: neurônios

Leia mais

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14

CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 CURSO DE ODONTOLOGIA Autorizado pela Portaria no 131, de 13/01/11, publicada no DOU no 11, de17/01/11, seção 1, pág.14 Componente Curricular: Patologia Geral Código: ODO-010 Pré-requisito: - Período Letivo:

Leia mais

ANÁLISE HISTOLÓGICA DE FERIDAS CUTÂNEAS EM RATOS E ATIVIDADE ANTI-INFLAMATÓRIA EM CAMUNDONGOS TRATADOS COM ÓLEO DE COPAÍBA

ANÁLISE HISTOLÓGICA DE FERIDAS CUTÂNEAS EM RATOS E ATIVIDADE ANTI-INFLAMATÓRIA EM CAMUNDONGOS TRATADOS COM ÓLEO DE COPAÍBA ANÁLISE HISTOLÓGICA DE FERIDAS CUTÂNEAS EM RATOS E ATIVIDADE ANTI-INFLAMATÓRIA EM CAMUNDONGOS TRATADOS COM ÓLEO DE COPAÍBA Ana Carolina Guidi 1 ; Gislaine Cardoso de Souza 2 ; Valéria do Amaral 3 RESUMO:

Leia mais

ESTUDO DO PADRÃO DE PROLIFERAÇÃO CELULAR ENTRE OS CARCINOMAS ESPINOCELULAR E VERRUCOSO DE BOCA: UTILIZANDO COMO PARÂMETROS A

ESTUDO DO PADRÃO DE PROLIFERAÇÃO CELULAR ENTRE OS CARCINOMAS ESPINOCELULAR E VERRUCOSO DE BOCA: UTILIZANDO COMO PARÂMETROS A ESTUDO DO PADRÃO DE PROLIFERAÇÃO CELULAR ENTRE OS CARCINOMAS ESPINOCELULAR E VERRUCOSO DE BOCA: UTILIZANDO COMO PARÂMETROS A IMUNOEXPRESSÃO DO PCNA, KI-67 E CICLINA B1 SPÍNDULA FILHO, José Vieira de ;

Leia mais

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE

FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE ALDACTONE Espironolactona FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES - ALDACTONE Comprimidos de 25 mg - caixas contendo 20 unidades. Comprimidos de 100 mg - caixas contendo 16 unidades. USO PEDIÁTRICO E ADULTO

Leia mais

ONCOGÊNESE UNESC FACULDADES ENFERMAGEM ONCOLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES O QUE É O CÂNCER PROCESSO FISIOPATOLÓGICO 16/08/2015

ONCOGÊNESE UNESC FACULDADES ENFERMAGEM ONCOLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES O QUE É O CÂNCER PROCESSO FISIOPATOLÓGICO 16/08/2015 UNESC FACULDADES ENFERMAGEM ONCOLOGIA PROFª FLÁVIA NUNES ONCOGÊNESE O QUE É O CÂNCER Câncer é o nome dado a um conjunto de mais de 100 doenças que têm em comum o crescimento desordenado (maligno) de células

Leia mais

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA

TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA TÉCNICAS DE ESTUDO EM PATOLOGIA Augusto Schneider Carlos Castilho de Barros Faculdade de Nutrição Universidade Federal de Pelotas TÉCNICAS Citologia Histologia Imunohistoquímica Citometria Biologia molecular

Leia mais

Gradação Histológica de tumores

Gradação Histológica de tumores Gradação Histológica de tumores A gradação histológica é uma avaliação morfológica da diferenciação celular de cada tumor. Baseada geralmente em 03-04 níveis de acordo com o tecido específico do tumor.

Leia mais

Ciência em Animais de Laboratório

Ciência em Animais de Laboratório 02/10/2012 Ciência em Animais de Laboratório Marcel Frajblat Universidade Federal do Rio de Janeiro Ciência em Animais de Laboratório 1 I Educação, bioética, legislação e biossegurança em animais de laboratório:

Leia mais

Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS:

Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS: Câncer de Mama COMO SÃO AS MAMAS: As mamas (ou seios) são glândulas e sua função principal é a produção de leite. Elas são compostas de lobos que se dividem em porções menores, os lóbulos, e ductos, que

Leia mais

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes.

Pâncreas. Pancreatite aguda. Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pâncreas Escolha uma das opções abaixo para ler mais detalhes. Pancreatite aguda Pancreatite crônica Cistos pancreáticos Câncer de Pancrêas Pancreatite aguda O pâncreas é um órgão com duas funções básicas:

Leia mais

PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS

PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS PROTOCOLO PARA USO DE ANIMAIS USO EXCLUSIVO DA COMISSÃO PROTOCOLO N o RECEBIDO EM: / / 1. Finalidade: [ ] Ensino [ ] Pesquisa [ ] Treinamento 2. Data: Início / / Término / / 3. Docente/ Pesquisador Responsável:

Leia mais

Para que Serve? Tratamento

Para que Serve? Tratamento Quimioterapia O que é? É um tratamento que utiliza medicamentos quimioterápicos para eliminar células doentes. Cada agente quimioterápico tem diferentes tipos de ação sobre as células e, consequentemente,

Leia mais

Journal Club 23/06/2010. Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf

Journal Club 23/06/2010. Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf Journal Club 23/06/2010 Apresentador: João Paulo Lira Barros-E4 Orientador: Dr. Eduardo Secaf Introdução O câncer gástrico é a mais freqüente das neoplasias malignas do aparelho digestivo e ocupa o segundo

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais

Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais Boas Práticas no Manuseio de Animais de Laboratório: Cuidado com os Animais Experimentais Marcella M. Terra Biomédica 2013 1 Pesquisa Pré-Cliníca - Importância Melhorar a Qualidade de Vida Buscar a cura

Leia mais

PATOLOGIA DA MAMA. Ana Cristina Araújo Lemos

PATOLOGIA DA MAMA. Ana Cristina Araújo Lemos PATOLOGIA DA MAMA Ana Cristina Araújo Lemos Freqüência das alterações mamárias em material de biópsia Alteração fibrocística 40% Normal 30% Alterações benignas diversas 13% Câncer 10% Fibroadenoma

Leia mais

O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico.

O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico. 1 O corpo humano está organizado desde o mais simples até o mais complexo, ou seja, do átomo microscópico ao complexo organismo humano macroscópico. Note essa organização na figura abaixo. - Átomos formam

Leia mais

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias NEOPLASIAS Prof. Dr. Fernando Ananias Neoplasia = princípio básico CLASSIFICAÇÃO DOS TUMORES Comportamento Benigno versus Maligno Crescimento lento rápido Semelhança com O tecido de origem (Diferenciação)

Leia mais

FUMARATO DE QUETIAPINA (Portaria 344-C1)

FUMARATO DE QUETIAPINA (Portaria 344-C1) FUMARATO DE QUETIAPINA (Portaria 344-C1) Redução dos sintomas de esquizofrenia. Fórmula Estrutural: Fórmula Molecular: (C 21 H 25 N 3 O 2 S) 2,C 4 H 4 O 4 Peso Molecular: 833,09 g/mol DCB: 07539 CAS: 111974-72-2

Leia mais

Término Previsto: ---/---/-----

Término Previsto: ---/---/----- UNIVERSIDADE CAMILO CASTELO BRANCO CEUA COMISSÃO DE ÉTICA NO USO DE ANIMAIS PROTOCOLO N o. (Para uso exclusivo da CEUA) 1. FORMULÁRIO DE ENCAMINHAMENTO PARA PESQUISA ENVOLVENDO ANIMAIS Curso: Campus: Título

Leia mais

Atresia... TRANSTORNOS DO CRESCIMENTO E DA DIFERENCIAÇÃO CELULAR. Agenesia, aplasia, atresia e hipoplasia

Atresia... TRANSTORNOS DO CRESCIMENTO E DA DIFERENCIAÇÃO CELULAR. Agenesia, aplasia, atresia e hipoplasia PATOLOGIA GERAL CRESCIMENTO E DIFERENCIAÇÃO CELULAR VETERINÁRIA INDISPENSÁVEIS PARA OS SERES VIVOS CRESCIMENTO - multiplicação celular formação normal dos organismos e reposição TRANSTORNOS DO CRESCIMENTO

Leia mais

Diagnóstico do câncer

Diagnóstico do câncer UNESC FACULDADES ENFERMAGEM - ONCOLOGIA FLÁVIA NUNES Diagnóstico do câncer Evidenciado: Investigação diagnóstica por suspeita de câncer e as intervenções de enfermagem no cuidado ao cliente _ investigação

Leia mais

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4

Prof a Dr a Camila Souza Lemos IMUNOLOGIA. Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos. camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 IMUNOLOGIA Prof a. Dr a. Camila Souza Lemos camila.souzabiomedica@gmail.com AULA 4 Imunidade contra tumores Linfócitos T-CD8 (azul) atacando uma célula tumoral (amarela) A imunologia tumoral é o estudo

Leia mais

COMPOSIÇÃO Cada frasco ampola contém 100 mg de azacitidina e 100 mg de manitol como excipiente.

COMPOSIÇÃO Cada frasco ampola contém 100 mg de azacitidina e 100 mg de manitol como excipiente. Vidaza azacitidina FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO Vidaza pó liofilizado para injeção, está disponível em frasco ampola com 100 mg de azacitidina. USO SUBCUTÂNEO USO ADULTO COMPOSIÇÃO Cada frasco ampola

Leia mais

ANÁLISE HISTOMORFOMÉTRICA DAS ESTRUTURAS DA REGIÃO DA EPÍFISE DISTAL DA TÍBIA DE RATOS PÓS-IMOBILIZAÇÃO.

ANÁLISE HISTOMORFOMÉTRICA DAS ESTRUTURAS DA REGIÃO DA EPÍFISE DISTAL DA TÍBIA DE RATOS PÓS-IMOBILIZAÇÃO. NÁLISE HISTOMORFOMÉTRIC DS ESTRUTURS D REGIÃO D EPÍFISE DISTL D TÍI DE RTOS PÓS-IMOILIZÇÃO. Jéssica parecida Xavier (PIIC/CNPq-UEM), Evanilde uzzo Romano (Orientadora), e-mail: ebromano@uem.br. Universidade

Leia mais

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite

Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite Informação pode ser o melhor remédio. Hepatite HEPATITE A hepatite é uma inflamação do fígado provocada na maioria das vezes por um vírus. Diferentes tipos de vírus podem provocar hepatite aguda, que se

Leia mais

Qual é a função dos pulmões?

Qual é a função dos pulmões? Câncer de Pulmão Qual é a função dos pulmões? Os pulmões são constituídos por cinco lobos, três no pulmão direito e dois no esquerdo. Quando a pessoa inala o ar, os pulmões absorvem o oxigênio, que é levado

Leia mais

Dr. Athanase Christos Dontos

Dr. Athanase Christos Dontos 3. MATERIAL e MÉTODO Este trabalho foi realizado em três etapas. Na primeira, etapa experimental, realizamos implantes no dorso de camundongos com posterior análise histológica visando verificar o grau

Leia mais

DIVERTÍCULO DIVERTÍCULO VERDADEIRO FALSO Composto por todas as camadas da parede intestinal Não possui uma das porções da parede intestinal DIVERTICULOSE OU DOENÇA DIVERTICULAR Termos empregados para

Leia mais

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL E NOMENCLATURA DAS NEOPLASIAS

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL E NOMENCLATURA DAS NEOPLASIAS NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL E NOMENCLATURA DAS NEOPLASIAS Curso: Graduação em Odontologia 4 º e 5 º Períodos Disciplina: Patologia Oral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO

REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO MERCOSUL/GMC/RES. Nº 3/97 REGULAMENTO TÉCNICO PARA REGISTRO DE ANTIMICROBIANOS DE USO VETERINÁRIO TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, as Resoluções Nº 11/93 e 91/93 do Grupo

Leia mais

TEMA: SORAFENIBE NO TRATAMENTO DO CÂNCER HEPATOCELULAR EM PACIENTE COM PROGRESSÃO DO TUMOR APÓS USO DE SORAFENIBE

TEMA: SORAFENIBE NO TRATAMENTO DO CÂNCER HEPATOCELULAR EM PACIENTE COM PROGRESSÃO DO TUMOR APÓS USO DE SORAFENIBE NT 14/2013 Solicitante: Ilmo Dra JACQUELINE DE SOUZA TOLEDO E DUTRA Juíza de Direito do 2º JESP da Unidade Jurisdicional do Juizado Especial da Comarca de Pouso Alegre Data: 09/02/2013 Medicamento X Material

Leia mais

LITERATURA ÔMEGA 3 ÔMEGA 3

LITERATURA ÔMEGA 3 ÔMEGA 3 ÔMEGA 3 Introdução O cérebro humano representa apenas 2% do nosso peso total, mas usa aproximadamente 20% do oxigênio consumido por todo nosso corpo quando está em repouso. Ele é um órgão complexo que

Leia mais

A. Patologias vasculares B. Choque C. Hemostasia. 2 Letícia C. L. Moura

A. Patologias vasculares B. Choque C. Hemostasia. 2 Letícia C. L. Moura Alterações Circulatórias Edema, Hiperemiae e Congestão, Hemorragia, Choque e Hemostasia PhD Tópicos da Aula A. Patologias vasculares B. Choque C. Hemostasia 2 Patogenia Edema A. Patologias Vasculares Fisiopatogenia

Leia mais

Agentes... Célula Normal. Causa... Divisão Celular. Célula Neoplásica. Divisão Celular. Físicos Químicos Biológicos. Fatores Reguladores.

Agentes... Célula Normal. Causa... Divisão Celular. Célula Neoplásica. Divisão Celular. Físicos Químicos Biológicos. Fatores Reguladores. Célula Normal Ciclo Celular G 0 /G 1 /S/G 2 /M Divisão Celular Neoplasias Fatores Reguladores Controlada Estimuladores Inibidores Homeostase Célula Neoplásica Divisão Celular Ciclo Celular G 0 /G 1 /S/G

Leia mais

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP

Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP Luiz Antonio Vane Prof. Titular do Depto de Anestesiologia da F.M. Botucatu - UNESP CENTRO CIRÚRGICO Jardim Japonês Centro Cirúrgico Hospital Maternidade Terezinha de Jesus Juiz de Fora (MG) Queimaduras

Leia mais

TUMORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL

TUMORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL TUMORES DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL D O MIN I Q U E F O N S E C A R O D R I G U E S L A C E T R 2 D O S E RV IÇ O D E PAT O L O G IA D O H U - U F J F D O MIL A C E T @ G M A I L. C O M Junho/2015 EPIDEMIOLOGIA

Leia mais

Fundamentos de oncologia. Você sabe o que é o câncer e como ele se desenvolve em nosso corpo?

Fundamentos de oncologia. Você sabe o que é o câncer e como ele se desenvolve em nosso corpo? BIOLOGIA Cláudio Góes Fundamentos de oncologia 1. Introdução Você sabe o que é o câncer e como ele se desenvolve em nosso corpo? Nesta unidade, você verá que o termo câncer refere-se a uma variedade de

Leia mais

TEMA: Sunitinibe (Sutent ) para o tratamento do cancer renal

TEMA: Sunitinibe (Sutent ) para o tratamento do cancer renal Nota Técnica 90/2013 Data: 18/05/2014 Solicitante: Dr. Daniel da Silva Ulhoa Juíz de Direito Comarca de Timóteo Medicamento Material Procedimento Cobertura x Número do processo: 0009774-08.2014.8.13.0667

Leia mais

TEMA: Sunitinibe (Sutent ) para o tratamento do cancer renal

TEMA: Sunitinibe (Sutent ) para o tratamento do cancer renal Nota Técnica 49/2013 Data: 23/03/2014 Solicitante: Dr. José Hélio da Silva Juíz de Direito da 4a Vara Civel Comarca de Pouso Alegre em Medicamento Material Procedimento Cobertura x Número do processo:

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas Universidade Nova de Lisboa

Faculdade de Ciências Médicas Universidade Nova de Lisboa Sangue Nesta lâmina observa-se um esfregaço de sangue, que constitui um tipo de tecido conjuntivo fluído constituído por células emersas em matriz extracelular plasma. O plasma é uma solução aquosa de

Leia mais

REPARAÇÃO. M.Sc Isabela Brcko

REPARAÇÃO. M.Sc Isabela Brcko REPARAÇÃO M.Sc Isabela Brcko Conceito: "Processo de reposição do tecido destruído observado após a extinção dos agentes flogísticos Objetivo: restaurar o tecido a seu estado natural A reparação pode acontecer

Leia mais

Um novo tipo de câncer

Um novo tipo de câncer Um novo tipo de câncer Cirurgias menos invasivas e tratamentos personalizados são algumas das apostas da ciência para o câncer de cabeça e pescoço. Em visita ao Brasil, médico especialista na área apresenta

Leia mais

Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem 3º Período

Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem 3º Período Cursos de Graduação em Farmácia e Enfermagem 3º Período Disciplina: Patologia Geral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2013 ALTERAÇÕES DO CRESCIMENTO ALTERAÇÕES DA DIFERENCIAÇÃO

Leia mais

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL

NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL NEOPLASIAS DE ORIGEM MESENQUIMAL Curso: Odontologia 4 º e 5 º Períodos Disciplina: Patologia Oral http://lucinei.wikispaces.com Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira 2012 NEOPLASIAS NOMENCLATURA - O critério

Leia mais

ODONTOLOGIA PERIODONTIA I. 5º Período / Carga Horária: 90 horas

ODONTOLOGIA PERIODONTIA I. 5º Período / Carga Horária: 90 horas ODONTOLOGIA PERIODONTIA I 5º Período / Carga Horária: 90 horas 1. PRÉ-REQUISITO: Biossegurança e Orientação Profissional Odontológica; Diagnóstico por Imagem I; Patologia Buço Denta. 2. EMENTA: O aluno

Leia mais

Embriogênese (parte II) Histologia animal (parte I) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com

Embriogênese (parte II) Histologia animal (parte I) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Embriogênese (parte II) Histologia animal (parte I) Natália A. Paludetto nataliaapaludetto@gmail.com Anteriormente... Zigoto Mórula Blástula Gástrula Neurula Organogênese Anexos embrionários Gêmeos Dos

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DOS TUMORES MAMÁRIOS EM CANINOS E FELINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FAMED ENTRE 2003 A 2007.

ESTUDO RETROSPECTIVO DOS TUMORES MAMÁRIOS EM CANINOS E FELINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA FAMED ENTRE 2003 A 2007. REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE MEDICINA VETERINÁRIA - ISSN 1679-7353 PUBLICAÇÃO CI ENTÍFICA DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA DE GARÇA/FAMED ANO IV, NÚMERO, 08, JANEIRO DE 2007. PERIODICIDADE:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Comissão de Residência Multiprofissional e em Área Profissional da Saúde COREMU Edital nº: 03/2015 ProPPG/UFERSA Programa: Residência em Área Profissional da Saúde em Patologia Animal PROVA ESCRITA 01.

Leia mais

EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA. 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo:

EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA. 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo: EXERCÄCIOS DE HISTOLOGIA 1- (PUC-2006) Associe o tipo de tecido animal Å sua correlaçéo: 1) Tecido Ñsseo compacto 2) Tecido Ñsseo esponjoso 3) Cartilagem hialina 4) Cartilagem elöstica 5) Cartilagem fibrosa

Leia mais

macroscopia clivagem processamento inclusão - parafina coloração desparafinização microtomia bloco

macroscopia clivagem processamento inclusão - parafina coloração desparafinização microtomia bloco Patologia Cirúrgica macroscopia clivagem processamento inclusão - parafina coloração desparafinização microtomia bloco Exame Histopatológico Exame anatomopatológico é ATO MÉDICO! lâminas microscopia laudo

Leia mais

Controle da Osmolaridade dos Líquidos Corporais

Controle da Osmolaridade dos Líquidos Corporais Controle da Osmolaridade dos Líquidos Corporais Qual é a faixa normal de osmolalidade plasmática? 260-290 - 310 mosm/kg H 2 0 Super-hidratação Desidratação NORMAL Osmolalidade é uma função do número total

Leia mais

Tecidos Epiteliais Glandulares GLÂNDULAS EXÓCRINAS. 4. Acinos mucosos e mistos ou sero-mucosos na glândula salivar sublingual. GLÂNDULAS ENDOCRINAS

Tecidos Epiteliais Glandulares GLÂNDULAS EXÓCRINAS. 4. Acinos mucosos e mistos ou sero-mucosos na glândula salivar sublingual. GLÂNDULAS ENDOCRINAS Tecidos Epiteliais Glandulares GLÂNDULAS EXÓCRINAS 1. Glândula sudorípara na pele grossa. 2. Glândula sebácea + sudorípara na pele fina. 3. Acinos serosos + ductos na parótida 4. Acinos mucosos e mistos

Leia mais

Linfomas gastrointestinais

Linfomas gastrointestinais Linfomas gastrointestinais Louise Gracielle de Melo e Costa R3 do Serviço de Patologia SAPC/HU-UFJF Introdução Linfomas extranodais: a maioria é de TGI. Ainda assim, linfomas primários gastrointestinais

Leia mais

Vasconcelos, DFP. Roteiro para Aula Prática de Histologia Básica. www.institutododelta.com.br

Vasconcelos, DFP. Roteiro para Aula Prática de Histologia Básica. www.institutododelta.com.br Como citar este documento: Vasconcelos, DFP. Roteiro para Aula Prática de Histologia Básica. Disponível em:, acesso em: (coloque a data aqui). ROTEIRO PARA AULA PRÁTICA DE HISTOLOGIA BÁSICA Roteiro de

Leia mais

Semissólidos ERIKA LIZ

Semissólidos ERIKA LIZ Semissólidos ERIKA LIZ Ação As preparações são aplicadas à pele por seus efeitos físicos, ou seja, sua capacidade de agir como protetores, lubrificantes, emolientes, secantes, ou devido ao efeito específico

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CAMPUS DE SOBRAL CURSO DE ODONTOLOGIA PATOLOGIA GERAL E ORAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CAMPUS DE SOBRAL CURSO DE ODONTOLOGIA PATOLOGIA GERAL E ORAL SUB- PATOLOGIA GERAL E ORAL Estomatologia Métodos de Diagnóstico I e II Processos Patológicos PROGRAMA SUGERIDO (PROVA ESCRITA / DIDÁTICA / PRÁTICA) - TEMAS 1. Cistos dos maxilares. 2. Neoplasias benignas

Leia mais

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015)

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) 1- A Fábrica Celular Células de bactérias (procarióticas) e células animais (eucarióticas), apresentam semelhanças e diferenças. a) Qual a estrutura presente em ambas que

Leia mais

4. Câncer no Estado do Paraná

4. Câncer no Estado do Paraná 4. Câncer no Estado do Paraná Situação Epidemiológica do Câncer Doenças e Agravos Não Transmissíveis no Estado do Paraná Uma das principais causas de morte nos dias atuais, o câncer é um nome genérico

Leia mais

Você tem ninho de ovos de ouro?

Você tem ninho de ovos de ouro? Você tem ninho de ovos de ouro? Promotor L, o reforço que suas aves precisam... E seu bolso também! Benefícios com o uso do Promotor L : Diminui efeitos do estresse (calor, debicagem, etc.); Aumenta a

Leia mais

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite

Colaboradores Acadêmicos Selene Círio Leite Diego Lunelli Marcelle Círio Leite 3267-4303 Orientações para Colheita e Remessa de Material para Exames Laboratoriais VOLUME 1 Histopatologia Citologia Necropsia www.petimagem.com PET IMAGEM - Diagnósticos Veterinários foi criado em abril

Leia mais

CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO

CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO CANCER DE MAMA FERNANDO CAMILO MAGIONI ENFERMEIRO DO TRABALHO OS TIPOS DE CANCER DE MAMA O câncer de mama ocorre quando as células deste órgão passam a se dividir e se reproduzir muito rápido e de forma

Leia mais

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI

USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI USO PRÁTICO DOS INDICADORES DE IRAS: SUBSIDIANDO O TRABALHO DA CCIH HOSPITAIS COM UTI Débora Onuma Médica Infectologista INTRODUÇÃO O que são Indicadores? 1. Indicador é uma medida quantitativa que pode

Leia mais

ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE. Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior ATIVIDADE FÍSICA, ADAPTAÇÃO E SAÚDE Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior A quebra do Equilíbrio Durante a atividade física ocorre uma quebra do equilíbrio homeostático; O organismo tenta se adaptar

Leia mais

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio

Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Residente Anike Brilhante Serviço de Cirurgia Geral Hospital Federal Cardoso Fontes Chefe do Serviço: Antônio Marcílio Nódulo: - Pcp manifestação clínica das dçs da tireóide - 5% das mulheres e 1% dos

Leia mais

CÂNCER DE MAMA. Maria da Conceição M. Ribeiro

CÂNCER DE MAMA. Maria da Conceição M. Ribeiro CÂNCER DE MAMA Maria da Conceição M. Ribeiro O Brasil apresenta um quadro sanitário em que se combinam doenças ligadas à pobreza típicas dos países em desenvolvimento. O câncer está entre as primeiras

Leia mais

Grupo de células que, em geral, tem umaorigem embrionária comum e atuam juntas para executar atividades especializadas

Grupo de células que, em geral, tem umaorigem embrionária comum e atuam juntas para executar atividades especializadas UNIVERSIDADE DE CUIABÁ NÚCLEO DE DISCIPLINAS INTEGRADAS DISCIPLINA: CIÊNCIAS MORFOFUNCIONAIS I Considerações Gerais sobre HISTOLOGIA Professores: Ricardo, Lillian, Darléia e Clarissa UNIVERSIDADE DE CUIABÁ

Leia mais

TILUGEN. (fendizoato de cloperastina)

TILUGEN. (fendizoato de cloperastina) TILUGEN (fendizoato de cloperastina) Brainfarma Indústria Química e Farmacêutica S.A. Xarope 3,54mg/mL I - IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO: TILUGEN fendizoato de cloperastina APRESENTAÇÃO Xarope 3,54mg/mL

Leia mais

Patologia Buco Dental Prof. Dr. Renato Rossi Jr. www.professorrossi.com

Patologia Buco Dental Prof. Dr. Renato Rossi Jr. www.professorrossi.com TUMORES BENIGNOS PAPILOMA: Papiloma é uma neoplasia benigna de origem epitelial. Clinicamente apresenta-se como lesão exofítica, de superfície irregular ou verrucosa com aspecto de couve-flor, assintomático,

Leia mais

Degeneração Gordurosa (esteatose, lipidose):

Degeneração Gordurosa (esteatose, lipidose): DEGENERAÇÃO: São alterações celulares, geralmente reversíveis quando o estímulo cessa, e que podem ou não evoluir para a morte celular. O citoplasma apresenta-se lesionado, com acúmulo de substâncias exógenas

Leia mais

Neoplasias dos epitélios glandulares II

Neoplasias dos epitélios glandulares II Neoplasias dos epitélios glandulares II PATOLOGIA II Aula Prática nº4 MAMA: Correlação estrutura/lesão Cél. Basais/mioepiteliais Cél. Basais/mioepiteliais (actina) Cél. luminais Cél. luminais MAMA: Estrutura

Leia mais

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia

TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia TABELA DE EQUIVALÊNCIA Curso de Odontologia Disciplina A Disciplina B Código Disciplina C/H Curso Disciplina C/H Código Curso Ano do Currículo 64823 MICROBIOLOGIA GERAL 17/34 ODONTOLOGIA MICROBIOLOGIA

Leia mais