FERRAMENTA DE ANÁLISE DE FLUXOS DE ALTAS HOSPITALARES

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "FERRAMENTA DE ANÁLISE DE FLUXOS DE ALTAS HOSPITALARES"

Transcrição

1 FERRAMENTA DE ANÁLISE DE FLUXOS DE ALTAS HOSPITALARES Thais Sayuri Fukuoka 1,2, Hugo Cesar Pessotti 1, Gilmar Mazzer 1 e Domingos Alves 1 1 Departamento de Medicina Social, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, Brasil 2 Departamento de Computação e Matemática, Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, Brasil Resumo: O Sistema Único de Saúde (SUS) adota como estratégia a hierarquização dos serviços de saúde para organização da rede. O Centro de Processamento de Dados Hospitalares (CPDH) da Faculdade Medicina de Ribeirão Preto contém altas hospitalares de todas as internações do Departamento Regional de Saúde de Ribeirão Preto (DRS-XIII) desde O mapeamento das redes de deslocamento dos pacientes na rede de saúde é uma maneira de analisar a distribuição dos serviços do SUS. Esta análise permite investigar os avanços do SUS na promoção da universalidade do acesso. Deste modo, o presente trabalho utiliza dados do CPDH para mapear e gerar gráficos relativos ao fluxo de pacientes nos hospitais da DRS-XIII, aprofundando na análise de internações por neoplasmas e gravidez, partos e puerpérios. Esta ferramenta é integrante do Observatório Regional de Assistência Hospitalar de Ribeirão Preto (ORAH). Palavras-chave: mapeamento de rede, CDPH, fluxo de pacientes, ORAH Abstract: The Unified Health System (SUS) adopts a strategy of prioritizing health services for network organization. The Hospital Data Processing Center (CDPH) Faculty of Medicine of Ribeirão Preto contains hospital discharge of all hospitalizations in the Regional Health Department of Ribeirão Preto (DRS-XIII) since The mapping of networks detachment of patients within the health system is a way to analyze the distribution of SUS services. This analysis allows to investigate the progress of the SUS in the promotion of universal access. Thus, this study uses data from the CPDH to map and generate graphs showing the flow of patients in hospitals of DRS-XIII, deepening the analysis of hospitalizations for neoplasms and pregnancy, childbirth and puerperal disorders. This tool is part of the Regional Observatory of Hospital Care of Ribeirão Preto (ORAH). Keywords: mapping of networks, CPDH, flow of patient, ORAH Introdução A regionalização é considerada como estratégia de hierarquização dos serviços de saúde de forma a organizar a rede de atenção 1. Entre os Departamentos do Estado de São Paulo, o Departamento Regional de Saúde de Ribeirão Preto (DRS-XIII) ganha destaque por constituir um polo de saúde no interior paulista. Atualmente, a DRS-XIII possui três microrregiões (Horizonte Verde, Aquífero Guarany e Vale das Cachoeiras) que conjuntamente incorporam 26 cidades da região. O Observatório Regional de Atenção Hospitalar (ORAH) contém informações de todas as internações realizadas na região, Sistema Único de Saúde (SUS) e não SUS 2, fornecendo dados preciosos que unem informações oriundas de hospitais públicos e particulares. Essa característica torna os dados do ORAH mais completos que outros sistemas como o SIH-SUS (Sistema de Informações Hospitalares do SUS), pois este último contém apenas informações de internações do SUS. As informações do ORAH podem ser fonte para desenvolvimento de várias aplicações de gestão e de assistência à saúde, como o sistema de gerenciamento IntegraFlux que possui ferramentas de análise de dados 3. Uma maneira de analisar a distribuição de serviços hospitalares é o mapeamento das redes estabelecidas pelo deslocamento dos pacientes. Com isso é possível gerar um perfil detalhado e útil para investigação dos avanços do SUS na promoção da universalidade do acesso 4. 1

2 Dentro desse contexto, o presente trabalho pretende por meio de teoria de grafo mapear as redes hierárquicas de pacientes utilizando as informações provenientes do ORAH, aprofundando na análise dos arcabouços determinados pelas internações referentes a neoplasmas e a gravidez, partos e puerpérios das cidades da DRS-XIII. Além de automatizar o processamento de mapas de fluxos de pacientes. O atual sistema desenvolvido transforma uma teoria em um serviço útil aos gestores da região e é integrante de um conjunto de ferramentas fornecidas pelo ORAH. Métodos O serviço de Fluxos de Altas do ORAH utiliza como Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) o PostgreSQL que possui características de banco de dados relacional, além de ser gratuita e open source. O processamento dos dados ocorre por meio do PHP que é uma linguagem de script open source muito utilizada em aplicações web. Para a construção das interfaces gráficas e saídas das ferramentas são utilizadas as linguagens de marcação HTML e de estilo CSS em conjunto com a biblioteca Javascript jquery, que permite a elaboração de conteúdos web dinâmicos. O atual trabalho utiliza dados de hospitais entre 2007 e 2008 gerados pelo CDPH totalizando folhas de altas. A ferramenta de Fluxos de Altas permite que o fluxo de internação entre municípios e hospitais seja visualizado em tabela ou como um grafo georeferenciado no mapa da DRS-XIII. As coordenadas geográficas das fronteiras dos municípios e seus centros geográficos foram obtidos através do software Spring. As coordenadas geográficas foram convertidas em coordenadas cartesianas formando o mapa da DRS-XIII. Os centros de cada município foram utilizados para marcar a saída e/ou a entrada das setas dos fluxos de pacientes 5. As setas possuem diferentes cores que são selecionadas de forma gradativa para facilitar a visualização e números que representam a quantidade de pacientes atendidos. Para facilitar a interação do usuário com o portal ORAH, os mapas construídos são interativos permitindo que o usuário carregue novos dados apenas clicando na cidade. A interação foi construída por meio de Javascript jquery. O usuário pode escolher visualizar o mapa de fluxo de entrada ou de saída da cidade ou ainda ser direcionado para outra ferramenta do portal ORAH, chamada de Perfil Nosológico por meio de uma janela de diálogo também implementada em Javascript jquery. A análise da distribuição das internações na DRS-XIII foi analisada utilizando o método proposto por Nystuen e Dacey 6 que possui três propriedades básicas: uma cidade é independente se o seu maior fluxo se dirige para uma cidade menor do que ela e subordinada se o fluxo vai para uma cidade maior; transitividade se A é subordinada a B e B é subordinada a C, então A é subordinada a C e uma cidade não pode ser subordinada a qualquer de suas subordinadas. Com os dados das folhas de altas de pacientes foi possível criar uma matriz da cidade de residência para cidade de internação. Para determinar a medida do tamanho de cada cidade se utiliza o total de fluxos de saídas das cidades do filtro sem separar por procedência e destino. Após a identificação da hierarquia, é possível construir um grafo de árvore hierárquico, cidades independentes são de primeiro nível, as cidades subordinadas diretamente às independentes são de segundo nível, as cidades subordinadas as do segundo nível são do terceiro nível e assim sucessivamente. Como descrito por Rabino e Occelli 7, após a construção do grafo de árvore se define área significativa que é constituído pelos nós subordinados aos nós de um dado nível de corte. A área pode variar de acordo com o estudo de interesse dando maior ou menor foco em determinadas regiões. Segundo Oliveira et al. 4, a estrutura determinada pelos fluxos dominantes evidencia a estrutura hierárquica da rede, mas 2

3 outros fluxos formam relações internas e externas em cada rede. Logo é possível classificar os relacionamentos em hierárquicos (que acompanham a principal ligação) e transversais (que ocorrem entre diferentes ramos e redes). Caso os fluxos obedeçam a hierarquia são definidos como ascendentes, caso contrário, como descendentes. Caso exista uma ligação direta com o próximo nível hierárquico se estabelece um curto circuito. Ligação local é caracterizada pelo fluxo onde entrada e saída ocorrem no mesmo nó 8. Resultados e Discussão Este trabalho proporciona ao usuário das ferramentas do ORAH gerar mapas e tabelas de fluxos por diferentes perfis de filtro, além de possibilitar a análise da hierarquia de fluxos na região. A análise de fluxo de pacientes considera a quantidade de altas dos pacientes, pelo fato dos procedimentos possuírem valores diferentes alterando assim a configuração da rede. Logo, este atual estudo analisa o fluxo focado no paciente e em seu trajeto na rede. Os campos do filtro iniciam no formato padrão para data de referência (2007 e 2008), procedência (DRS-XIII), destino (DRS-XIII), capítulos CID10 (todos), idades (todas), sexo (ambos), condições de internação (ambas, SUS e não-sus) e condições de saída (todas). Por meio dos filtros é razoável focar em regiões especificas para análise da distribuição e acessos ao serviço por doença, idade, categoria da internação e realizar combinações entre as opções. Analisando a Figura 1 abaixo vemos que o fluxo de pacientes dentro da DRS-XIII focado em neoplasias apresenta alto fluxo de pacientes para a cidade de Ribeirão Preto. De fato, tal resultado já era esperado pela complexidade de tratamentos que a cidade oferece, sendo uma referência em todo o Estado. Figura 1: Mapa de fluxo das internações do Capítulo II do CID de toda DRS-XIII para Ribeirão Preto. Outro resultado interessante é visualizado a partir da ferramenta análise do fluxo, que ao separar os dados das internações SUS e não-sus em Ribeirão Preto temos alta incidência de internações em hospitais particulares, sendo 9074 folhas de altas para neoplasmas em não- SUS e para SUS. De acordo, com dados de 2007 e 2008, preferencialmente pacientes com tumores são encaminhados para o HC-FMRP no SUS. Para o capitulo II do CID10 referente a neoplasmas, os relacionamentos entre as cidades existentes estão dispostos na Tabela 1. As ligações hierárquicas ascendentes e descendentes em curto circuito, transversais ascendentes e descendentes na rede, transversais horizontais entre redes e transversais 3

4 ascendentes e descendentes entre redes não existem devido a configuração do grafo que possui somente dois níveis hierárquicos com Ribeirão Preto como nó independente e todas as outras cidades como subordinadas diretas. Destaca-se o alto valor de relacionamentos locais, contudo é importante notar que aproximadamente 81% das internações são referentes a atendimentos de pacientes residentes em Ribeirão Preto que se tratam na própria cidade. Tabela 1: Relacionamentos da Rede Hospitalar da DRS-XIII do capítulo II do CID10 Tipo de Relacionamento Quantidade Local Hierárquico ascendente direto 4868 Hierárquico descendente direto 2 Transversal horizontal na mesma rede 3467 No processamento dos dados para o capitulo XV do CID10 relacionado à gravidez, parto e puerpério com demais opções padrões se obteve duas cidades de primeiro nível, Ribeirão Preto e Guariba. Como já comentado, a partir da ferramenta Fluxos de Altas, é possível carregar mapas pelas escolhas do usuário no filtro da lateral esquerda da interface como apresentado na Figura 2 que possui o fluxo de pacientes de saída na subrede formada em primeiro nível pela cidade de Guariba. Figura 2: Mapa de fluxo de pacientes da DRS-XIII com procedência Guariba em 2007 e Salienta-se para os relacionamentos de hierarquia e transversal que esta cidade desempenha no contexto das internações relacionadas ao capítulo XV do CID10 relacionado à gravidez, parto e puerpério. Na Figura 4, é apresentada a hierarquização baseada na teoria de fluxo dominante com duas redes. O nível de corte foi definido como zero, sem eliminar nós. O fluxo entre cidades com somente um paciente e algumas cidades da DRS-XIII ligadas diretamente a Ribeirão Preto e sem cidades subordinadas não foram representados para evitar poluição visual. As setas em laranja representam as ligações hierárquicas ascendentes diretas. As ligações entre redes são simbolizadas por linhas pontilhadas, enquanto as setas azuis são ligações locais. 4

5 Figura 3: Estrutura das duas redes de internações pelo capítulo XV do CID10 na DRS-XIII, em 2007 e Na rede estabelecida pela distribuição do fluxo de internações de pacientes da rede hospitalar na região de Ribeirão Preto se percebe que devido à gravidez, parto ou puerpério a maioria das mulheres que residem em cidades com hospitais são internadas na própria cidade. Na Tabela 2, é apresentada a quantidade de ligações na estrutura apresentada na Figura 3. Conclusão Tabela 2: Relacionamentos da Rede Hospitalar da DRS-XIII do capítulo XV do CID10. Tipo de Relacionamento Quantidade Local Hierárquico ascendente direto 6309 Hierárquico ascendente em curto circuito 498 Hierárquico descendente direto 33 Hierárquico descendente em curto circuito 0 Transversal horizontal na mesma rede 198 Transversal horizontal entre redes 126 Transversal ascendente na mesma rede 5 Transversal ascendente entre redes 271 Transversal descendente entre redes 283 Transversal descendente na mesma rede 0 Observa-se que há predomínio em relacionamentos do tipo hierárquico além de ligações locais tanto no atendimento de procedimentos mais simples como relacionados à gravidez quanto a internações complexas de neoplasias. No entanto, essas ligações carregam diferentes significados. Nas internações do tipo de capitulo II do CID10 relacionado a neoplasmas, a maior quantidade de internações é proveniente de Ribeirão Preto. Essa cidade possui hospitais de alta complexidade, logo quase todos pacientes residentes em Ribeirão Preto se tratam na cidade, o que contribui para alto número de ligações locais. Os atendimentos relacionados à gravidez, parto e puerpérios pertencem ao capitulo XV do CID-10 geralmente são casos menos complexos quando comparados aos estados e condições de saúde apresentados no capitulo II. Em partos sem maiores complicações, é esperada a distribuição de serviços que 5

6 não obrigue grandes deslocamentos às usuárias, porém existem mulheres que buscam os serviços de saúde próximos a familiares o que pode resultar em internações em cidades diferentes e distantes das residências das pacientes 8. A ferramenta Fluxos de Altas se mostrou eficiente para construção espacial da rede hospitalar da região da DRS-XIII, podendo ser utilizada para construção de novos arcabouços por meio de diferentes perfis que podem ser carregados na interface gráfica. O ORAH se destaca no cenário nacional por deter informações hospitalares além de processá-las de forma perceptível aos usuários do portal, que pode facilitar a tomada de decisão de gestores quanto à distribuição dos serviços bem como a verificação da equidade do acesso ao sistema de saúde. Como trabalho futuro se pretende automatizar a análise de fluxos baseada em teoria de grafo, que possibilitará avaliar a distribuição do serviço dentro do portal ORAH, gerando insumo para comparação entre diferentes filtros. Referências [1] Brasil. Ministério da Saúde. Regionalização da assistência à saúde: aprofundando a descentralização com equidade no acesso Norma Operacional da Assistência à Saúde 01/02. Brasília (DF): Ministério da Saúde; [2] Yazlle Rocha JS, Simões BJG, Forster AC. Estudos de demanda e utilização de serviços de saúde: uma experiência regional. Medicina (Ribeirão Preto) 1993; 26(4): [3] Sousa FS, Sila LMFR, Rveri E, Mazzer G, Yazlle Rocha JS, Alves D. (2008) Desenvolvimento de um sistema para o gerenciamento das internações e fluxos de pacientes entre hospitais e cidades de uma região. In: Anais do XI Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, Campos do Jordão, 29 nov.-03 dez. [4] Oliveira EXG, Carvalho MS, Travassos C. Território do Sistema Único de Saúde mapeamento das redes de atenção hospitalar. Caderno Saúde Pública (Rio de Janeiro) 2004; 20(2): [5] Pessotti HC, Mazzer G, Junior FB, Chiari NS, Alves D. (2012) Portal ORAH: Ferramentas para Exploração de Informações de Internações Hospitalares. Submetido ao XIII Congresso Brasileiro de Informática em Saúde, Curitiba, nov. [6] Nystuen JD, Dacey MF. A graph theory interpretation of nodal regions. Papers and Proceedings of the Regional Science Association 1961; 7: [7] Rabino GA, Occelli S. (1996) Understanding spatial structure from network data: Theoretical considerations and applications. In: 28 th International Geographical Congress, The Hague, 4-10 ago. Disponível em Acesso em 23 jun [8] Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Fundação Oswaldo Cruz. Sistems de Informações Geográficas e Análises Espacial na Saúde Pública. Simone M. Santos, Reinaldo Souza-Santos, organizadores. Brasília, 2007, vol.2, pp Contato Thais Sayuri Fukuoka Departamento de Medicina Social Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Av. Bandeirantes, 3900 Monte Alegre CEP Ribeirão Preto/SP 6

DESENVOLVIMENTO DE UM GERADOR DE FLUXOS DE REDES DE ATENDIMENTO HOSPITALAR

DESENVOLVIMENTO DE UM GERADOR DE FLUXOS DE REDES DE ATENDIMENTO HOSPITALAR DESENVOLVIMENTO DE UM GERADOR DE FLUXOS DE REDES DE ATENDIMENTO HOSPITALAR Fernando S. Sousa, Jaqueline de L. Mota, Emilson A. M. Roveri, Domingos Alves Contato: USP - Ribeirão Preto Introdução Análie

Leia mais

Ouvidoria Digital na Atenção Básica em Saúde

Ouvidoria Digital na Atenção Básica em Saúde Sessão #54 Sala Porto de Galinhas 2 22/10 Ouvidoria Digital na Atenção Básica em Saúde Ricardo G Costa 1,2, Julie A Todesco 1,2, Poliana Cerqueira Pereira 3, Paulo Mazzoncini Marques Azevedo 2, Domingos

Leia mais

1.2.4. Organizar a estrutura do site

1.2.4. Organizar a estrutura do site 1.2.4. Organizar a estrutura do site 1 Organizar a estrutura do site A organização da estrutura do site passa pela definição das ligações entre as páginas que o compõem Esta organização deve ser intuitiva

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA WEB PARA CÁLCULO E MONITORAMENTO DE INDICADORES DE QUALIDADE HOSPITALAR

DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA WEB PARA CÁLCULO E MONITORAMENTO DE INDICADORES DE QUALIDADE HOSPITALAR DESENVOLVIMENTO DE UMA FERRAMENTA WEB PARA CÁLCULO E MONITORAMENTO DE INDICADORES DE QUALIDADE HOSPITALAR Thiago Fernandes de Freitas Dias 1,2, Julio César Botelho de Souza 2,3, Hugo Cesar Pessotti 2,

Leia mais

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 *

A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * A Evolução da Morbidade e Mortalidade por Câncer de Mama entre a População Feminina de Minas Gerais 1995 a 2001 * Andréa Branco Simão UFMG/Cedeplar Luiza de Marilac de Souza UFMG/Cedeplar Palavras Chave:

Leia mais

O Geoportal do projeto DESOURB. Vila Real, 18 de setembro de 2012

O Geoportal do projeto DESOURB. Vila Real, 18 de setembro de 2012 O Geoportal do projeto DESOURB Vila Real, 18 de setembro de 2012 2 Ordem do dia: 1.- O Geoportal. 2.- Breve explicação da estrutura do Geoportal. Fases de trabalho. 3.- Gestão de indicadores. Tipologia

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Aplicação Prática de Lua para Web

Aplicação Prática de Lua para Web Aplicação Prática de Lua para Web Aluno: Diego Malone Orientador: Sérgio Lifschitz Introdução A linguagem Lua vem sendo desenvolvida desde 1993 por pesquisadores do Departamento de Informática da PUC-Rio

Leia mais

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013

UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 UTILIZAÇÃO DO AMBIENTE COLABORATIVO TIDIA-AE PELO GRUPO DE GERENCIAMENTO DO VOCABULÁRIO CONTROLADO DO SIBiUSP - BIÊNIO 2011-2013 Adriana Nascimento Flamino 1, Juliana de Souza Moraes 2 1 Mestre em Ciência

Leia mais

Estudo comparativo entre dois tradicionais algoritmos de roteamento: vetor distância e estado de enlace.

Estudo comparativo entre dois tradicionais algoritmos de roteamento: vetor distância e estado de enlace. Estudo comparativo entre dois tradicionais algoritmos de roteamento: vetor distância e estado de enlace. Ederson Luis Posselt 1, Geovane Griesang 1 1 Instituto de Informática Universidade de Santa Cruz

Leia mais

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás

MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás MAPEANDO AS CORRELAÇÕES ENTRE PRODUTIVIDADE E INVESTIMENTOS DE BOLSAS EM PROGRAMAS DE PÓSGRADUAÇÃO: o caso da Universidade Federal de Goiás Dalton Lopes Martins (UFG) dmartins@gmail.com Arlon Silva (UFG)

Leia mais

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo

Prefeitura de Belo Horizonte. Sistema de Controle de Protocolo Prefeitura de Belo Horizonte Sistema de Controle de Protocolo Relatório apresentado para concorrer ao 2º Prêmio Inovar BH conforme Edital SMARH nº 001/2014 Belo Horizonte Julho de 2014 Resumo Sendo grande

Leia mais

Análise de Redes Sociais

Análise de Redes Sociais Análise de Redes Sociais Isabela Dantas de Melo 1 Leonardo Augusto Lima Ferreira da Silva 2 Rodrigo Augusto Vasconcelos Sarmento 3 Victor Souza Fernandes 4 Resumo Este trabalho apresenta análises de redes

Leia mais

Capítulo 3 - Trabalhando com circuitos digitais

Capítulo 3 - Trabalhando com circuitos digitais Prof. Alan Petrônio Pinheiro Apostila de MultiSim 17 Capítulo 3 - Trabalhando com circuitos digitais O primeiro passo para se trabalhar com circuitos digitais é inserir portas lógicas. Para isto, dispomos

Leia mais

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri Banco de Dados Prof Dr Rogério Galante Negri Tradicionalmente O armazenamento dos dados utilizava arquivos individuais, sem nenhum relacionamento Cada programa utilizava seu próprio sistema de arquivo

Leia mais

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Sumário Conceitos / Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Consultas... 5 3. Relatórios... 8 4. Conclusões... 11

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 14 DE JANEIRO DE 2015 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL SAL/MJ Nº 03, DE 4 DE JANEIRO DE 205 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Projeto BRA/07/004 Seleciona: Consultor para identificação das melhores

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema para gestão de pacientes: o caso da saúde mental

Desenvolvimento de um sistema para gestão de pacientes: o caso da saúde mental Desenvolvimento de um sistema para gestão de pacientes: o caso da saúde mental Vinicius Tohoru Yoshiura 1,2, Saulo da Silva Cordeiro 1,2, Daniel Rufim 1,2, Sueli Aparecida de Castro 3, Domingos Alves 1

Leia mais

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS

Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Sistema de Gerenciamento do Protocolo Geral da FAPERGS Alcides Vaz da Silva 1 Luiz Gustavo Galves Mählmann 2 Newton Muller 3 RESUMO Este artigo apresenta o projeto de desenvolvimento de um Sistema de Informação

Leia mais

Banco de Dados Aula 02. Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian

Banco de Dados Aula 02. Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian Banco de Dados Aula 02 Colégio Estadual Padre Carmelo Perrone Profº: Willian Conceitos básicos Dado: Valor do campo quando é armazenado dento do BD; Tabela Lógica: Representa a estrutura de armazenamento

Leia mais

4 Desenvolvimento da ferramenta

4 Desenvolvimento da ferramenta direcionados por comportamento 38 4 Desenvolvimento da ferramenta Visando facilitar a tarefa de documentar requisitos funcionais e de gerar testes automáticos em uma única ferramenta para proporcionar

Leia mais

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados:

Dado: Fatos conhecidos que podem ser registrados e têm um significado implícito. Banco de Dados: MC536 Introdução Sumário Conceitos preliminares Funcionalidades Características principais Usuários Vantagens do uso de BDs Tendências mais recentes em SGBDs Algumas desvantagens Modelos de dados Classificação

Leia mais

TUTORIAL DE USO DO BUSINESS INTELLIGENCE (BI) PARA O HÓRUS-ESPECIALIZADO

TUTORIAL DE USO DO BUSINESS INTELLIGENCE (BI) PARA O HÓRUS-ESPECIALIZADO MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos Departamento de Assistência Farmacêutica Coordenação Geral do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica TUTORIAL

Leia mais

Net Manager Informática Ltda

Net Manager Informática Ltda Tarifação on-line Módulo WEB Guia do Gerente Versão 7.0 1998-2004 Consulta via HTML utilizando browser Java compatível. O browser deve estar apontado para o endereço fornecido pelo administrador do sistema.

Leia mais

Centro de Competência Entre Mar e Serra. Guia

Centro de Competência Entre Mar e Serra. Guia SMART Notebook Software Guia O Software Notebook permite criar, organizar e guardar notas num quadro interactivo SMART Board (em modo projectado e não-projectado), num computador pessoal e, em seguida,

Leia mais

10/6/2009. Mister Way Tarifador

10/6/2009. Mister Way Tarifador Mister Way Tarifador 1 Como funciona a tarifação A tarifação telefônica funciona através de bilhetes que são enviados da central telefônica para um computador. 2 Bilhetes As informações envidas no bilhete

Leia mais

AME. Levando mais saúde para o cidadão. Junho 2009. PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico. Prêmio CONIP de Excelência

AME. Levando mais saúde para o cidadão. Junho 2009. PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico. Prêmio CONIP de Excelência PROCERGS - Centro de Soluções em Governo Eletrônico AME Levando mais saúde para o cidadão Prêmio CONIP de Excelência Categoria: Administração Pública Eficiente e Eficaz - Aplicações Voltadas para o Cidadão

Leia mais

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL Nº 19 DE 2014 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL Nº 19 DE 2014 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA SECRETARIA DE ASSUNTOS LEGISLATIVOS EDITAL Nº 9 DE 04 PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Projeto BRA/07/004 seleciona: Consultor para identificação das melhores práticas e produção de

Leia mais

Manual Básico do Usuário. Monitoramento de Iniciativas Estratégicas. Planejamento Estratégico - ANVISA 2010-2020

Manual Básico do Usuário. Monitoramento de Iniciativas Estratégicas. Planejamento Estratégico - ANVISA 2010-2020 Manual Básico do Usuário Monitoramento de Iniciativas Estratégicas Planejamento Estratégico - ANVISA 2010-2020 Brasília DF, Maio de 2015 1 Sumário Planejamento Estratégico Anvisa 2010 a 2020:... 4 Supervisão

Leia mais

ÍNDICE PAULISTA DE VULNERABILIDADE SOCIAL

ÍNDICE PAULISTA DE VULNERABILIDADE SOCIAL ÍNDICE PAULISTA DE VULNERABILIDADE SOCIAL O Estado de São Paulo, especialmente nos grandes centros urbanos, apresenta enormes desigualdades sociais, com áreas de alto padrão de qualidade de vida e outras

Leia mais

PRÊMIO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO SUS/ MG- PRÊMIO ALUÍSIO PIMENTA-ANO 2009/2010

PRÊMIO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO SUS/ MG- PRÊMIO ALUÍSIO PIMENTA-ANO 2009/2010 PRÊMIO DE ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA DO SUS/ MG- PRÊMIO ALUÍSIO PIMENTA-ANO 2009/2010 TRABALHO: HUMANIZAÇÃO DO ATENDIMENTO NO ÂMBITO DA ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NAS UNIDADES DE SAÚDE DA FAMÍLIA DO MUNICÍPIO

Leia mais

UNIVERSIDADE POTIGUAR UNP CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

UNIVERSIDADE POTIGUAR UNP CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Cursos De Extensão - 2010 Aplicativos Google na Educação: Como utilizar recursos do Google na relação Ensino/Aprendizagem 10h A utilização de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) como

Leia mais

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados

TerraView. O TerraView está estruturado da seguinte forma: - Modelo de dados TerraView O TerraView é um aplicativo desenvolvido pelo DPI/INPE e construído sobre a biblioteca de geoprocessamento TerraLib, tendo como principais objetivos: - Apresentar à comunidade um fácil visualizador

Leia mais

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde

Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET. Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Experiência: CADASTRAMENTO DE PRÉ-PROJETOS PELA INTERNET Fundo Nacional de Saúde FNS Ministério da Saúde Responsável: Hernandes Pires do Reis Consultor da Divisão de Manutenção e Suporte a Sistemas Endereço:

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Universidade Federal do Ceará Bacharelado em Computação cadeira de Engenharia de Software Estudo de Viabilidade Equipe: Carlos H. Sindeaux Edilson Júnior Emanuelle Vieira Franklin Chaves José M. Silveira

Leia mais

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação.

ANEXO 11. Framework é um conjunto de classes que colaboram para realizar uma responsabilidade para um domínio de um subsistema da aplicação. ANEXO 11 O MATRIZ Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará o framework MATRIZ desenvolvido pela PROCERGS e disponibilizado no início do trabalho.

Leia mais

ANEXO 11. - Conteúdos em formato de texto puro e listas; - Conteúdos em formato de texto puro e conteúdo categorizado;

ANEXO 11. - Conteúdos em formato de texto puro e listas; - Conteúdos em formato de texto puro e conteúdo categorizado; ANEXO 11 O CMS PROCERGS Para o desenvolvimento de sites, objeto deste edital, a empresa contratada obrigatoriamente utilizará uma ferramenta CMS (Content Management Systems ou Sistema de Gestão de Conteúdo)

Leia mais

Portal AEPQ Manual do utilizador

Portal AEPQ Manual do utilizador Pedro Gonçalves Luís Vieira Portal AEPQ Manual do utilizador Setembro 2008 Engenharia Informática - Portal AEPQ Manual do utilizador - ii - Conteúdo 1 Introdução... 1 1.1 Estrutura do manual... 3 1.2 Requisitos...

Leia mais

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server

Noções de. Microsoft SQL Server. Microsoft SQL Server Noções de 1 Considerações Iniciais Basicamente existem dois tipos de usuários do SQL Server: Implementadores Administradores 2 1 Implementadores Utilizam o SQL Server para criar e alterar base de dados

Leia mais

Software automatizado para controle de consultas da clínica de fisioterapia

Software automatizado para controle de consultas da clínica de fisioterapia Software automatizado para controle de consultas da clínica de fisioterapia Jeverson Siqueira 1, Wallace Caldeira 1, Jorge Aikes Junior 1 1 Ciência da Computacão Faculdades Anglo Americano de Foz do Iguaçu

Leia mais

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO CÂNCER BUCAL NO HC DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, ATRAVÉS DO CID 10

ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO CÂNCER BUCAL NO HC DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, ATRAVÉS DO CID 10 UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA 4ª Semana do Servidor e 5ª Semana Acadêmica 2008 UFU 30 anos ESTUDO DA PREVALÊNCIA DO CÂNCER BUCAL NO HC DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA, ATRAVÉS DO CID 10 Leana

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE REGULAÇÃO Portaria GM 1.559 01/08/08

POLÍTICA NACIONAL DE REGULAÇÃO Portaria GM 1.559 01/08/08 Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria das Regiões de Saúde SIMPÓSIO FAEPA Conquistas e Desafios na Atenção à Saúde Pública em Ribeirão Preto A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO DE FLUXO DE PACIENTES PARA

Leia mais

TRANSFORMAÇÕES LINEARES NO PLANO E O SOFTWARE GEOGEBRA

TRANSFORMAÇÕES LINEARES NO PLANO E O SOFTWARE GEOGEBRA TRANSFORMAÇÕES LINEARES NO PLANO E O SOFTWARE GEOGEBRA Débora Dalmolin Universidade Federal de Santa Maria debydalmolin@gmail.com Lauren Bonaldo Universidade Federal de Santa Maria laurenmbonaldo@hotmail.com

Leia mais

Desenvolvimento de Software Livre para a área

Desenvolvimento de Software Livre para a área Desenvolvimento de Software Livre para a área de Saúde Daniel Weingaertner Departamento de Informática UFPR Centro de Computação Científica e Software Livre C3SL Programa de Extensão Conhecendo Padrões

Leia mais

6º Semestre de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. - 6 Inscritos -

6º Semestre de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. - 6 Inscritos - 6º Semestre de SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - 6 Inscritos - Tema: [Área 9]: Comunidade - Tema: 4. Iniciativas para a redução das desigualdades sociais Título: Aplicação de IHC para Inclusão Social e Digital

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE VOTAÇÃO WEB UTILIZANDO TECNOLOGIA TOUCHSCREEN José Agostinho Petry Filho 1 ; Rodrigo de Moraes 2 ; Silvio Regis da Silva Junior 3 ; Yuri Jean Fabris 4 ; Fernando Augusto

Leia mais

WEBDISC - Sistema Web para Gerenciamento de Disciplinas

WEBDISC - Sistema Web para Gerenciamento de Disciplinas Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas - ICEB Departamento de Computação - DECOM WEBDISC - Sistema Web para Gerenciamento de Disciplinas Aluno: Antonio Carlos

Leia mais

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications)

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) ANTUNES, M. S.¹, SILVA, R. E. S. 2 (orientadora) ¹ Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas RS (FATEC-PEL) Rua

Leia mais

APLICAÇÃO DO MÉTODO DE DRGS PARA CLASSIFICAÇÃO DAS INTERNAÇÕES HOSPITALARES DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO

APLICAÇÃO DO MÉTODO DE DRGS PARA CLASSIFICAÇÃO DAS INTERNAÇÕES HOSPITALARES DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO APLICAÇÃO DO MÉTODO DE DRGS PARA CLASSIFICAÇÃO DAS INTERNAÇÕES HOSPITALARES DA REGIÃO DE RIBEIRÃO PRETO Carla Francine Dalmati 1, Juan Stuardo Yazlle Rocha 2, Domingos Alves 2, Ivan Torres Pisa 3 1 Programa

Leia mais

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional

Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Aplicativo web para definição do modelo lógico no projeto de banco de dados relacional Juarez Bachmann Orientador: Alexander Roberto Valdameri Roteiro Introdução Objetivos Fundamentação teórica Desenvolvimento

Leia mais

Sistema Tutor Inteligente baseado em Agentes. Pedagógicas da Universidade Aberta do Piauí. Prof. Dr. Vinicius Ponte Machado

Sistema Tutor Inteligente baseado em Agentes. Pedagógicas da Universidade Aberta do Piauí. Prof. Dr. Vinicius Ponte Machado Sistema Tutor Inteligente baseado em Agentes na Plataforma MOODLE para Apoio às Atividades Pedagógicas da Universidade Aberta do Piauí Prof. Dr. Vinicius Ponte Machado Parnaíba, 14 de Novembro de 2012

Leia mais

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo -

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo - Decreto 7.508 de 28/06/2011 - Resumo - GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Saúde Pública Sistema Único de Saúde SIMÃO ROBISON DE OLIVEIRA JATENE Governador do Estado do Pará HELENILSON PONTES

Leia mais

GESTOR ONLINE Gestor Online Principais Recursos:

GESTOR ONLINE Gestor Online Principais Recursos: O GESTOR ONLINE da Claro é a ferramenta para gerenciamento dos celulares da sua empresa. Com o Gestor Online sua empresa tem mais facilidade e controle no consumo das linhas dos seus funcionários. Principais

Leia mais

INTERFACE VIA WEB PARA BANCO DE DADOS DA DEFESA CIVIL

INTERFACE VIA WEB PARA BANCO DE DADOS DA DEFESA CIVIL INTERFACE VIA WEB PARA BANCO DE DADOS DA DEFESA CIVIL Camila de Oliveira Raupp Centro Federal de Educação Tecnológica de Santa Catarina CEFET/SC. Av. Mauro Ramos, 950 centro, Florianópolis -SC CEP 88020-300

Leia mais

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS

DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Planificação Anual da Disciplina de TIC Módulos 1,2,3-10.ºD CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO DE APOIO À GESTÃO DESPORTIVA Ano Letivo 2015-2016 Manual adotado:

Leia mais

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2 ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 Definição de uma tecnologia de implementação e do repositório de dados para a criação da ferramenta

Leia mais

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO RDB2LOD

GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO RDB2LOD GUIA RÁPIDO DE UTILIZAÇÃO DO APLICATIVO RDB2LOD Em sua versão inicial, o aplicativo RDB2LOD foi desenvolvido para instalação e execução em ambiente de máquina virtual Java, e oferece suporte aos SGBDs

Leia mais

ORGANISMO INTERNACIONAL PROJETO BRA 97/024 SELECIONA PROFISSIONAL: Edital nº 18/2006-024

ORGANISMO INTERNACIONAL PROJETO BRA 97/024 SELECIONA PROFISSIONAL: Edital nº 18/2006-024 ORGANISMO INTERNACIONAL PROJETO BRA 97/024 SELECIONA PROFISSIONAL: Edital nº 18/2006-024 O Diretor de Programa/DIPE/SE/MS, torna pública a abertura do Edital nº 18/2006, do Projeto do Projeto BRA/97/024

Leia mais

ONE TOONE CURSOS PARTICULARES HTML5 + CSS3 + ADOBE DREAMWEAVER CC

ONE TOONE CURSOS PARTICULARES HTML5 + CSS3 + ADOBE DREAMWEAVER CC ONE TOONE CURSOS PARTICULARES HTML5 + CSS3 + ADOBE DREAMWEAVER CC Plano do Curso. Curso One. Os Cursos desenvolvidos pela One To One, são reflexo da experiência profissional no âmbito da Formação, do Design

Leia mais

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas

AGENDA. O Portal Corporativo. Arquitetura da Informação. Metodologia de Levantamento. Instrumentos Utilizados. Ferramentas AGENDA O Portal Corporativo Arquitetura da Informação Metodologia de Levantamento Instrumentos Utilizados Ferramentas PORTAL CORPORATIVO Na sociedade da informação é cada vez mais presente a necessidade

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA WEB PARA A REALIZAÇÃO DE TRAÇADOS CEFALOMÉTRICOS

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA WEB PARA A REALIZAÇÃO DE TRAÇADOS CEFALOMÉTRICOS 706 DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA WEB PARA A REALIZAÇÃO DE TRAÇADOS CEFALOMÉTRICOS Igor Leonardo O. Bastos 1 ; Michele Fúlvia Angelo 2 1. Bolsista PIBIC/CNPq, Graduando em Engenharia de Computação, Universidade

Leia mais

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria

Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria 1 Sumário Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria Anexo III Funcionamento detalhado do Sistema Montador de Autoria... 1 1 Sumário... 1 2 Lista de Figuras... 5 3 A Janela principal...

Leia mais

Tecnologias. Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) Criciúma SC Brasil

Tecnologias. Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) Criciúma SC Brasil Gestão de uma Farmácia Solidária a partir de um Aplicativo Pautado em Normas, Padrões e Requisitos preconizados pela Sociedade Brasileira de Informática em Saúde Osmani José Sadzinski 1, Fabio Duarte 1,4,

Leia mais

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento

Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento 1 Ministério da Saúde Secretaria Executiva Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento I Congresso Informação de Custos e Qualidade do Gasto no Setor Público Oficina II Informação de Custo para

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

INSPIRE Metadados e Serviços de Pesquisa

INSPIRE Metadados e Serviços de Pesquisa INSPIRE Metadados e Serviços de Pesquisa II Jornadas de Software Aberto para Informação Geográfica Henrique Silva, hsilva@igeo.pt Metadados e Serviços de Pesquisa Metadados são as informações que descrevem

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável

Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Viajeo Plus City Showcase in Latin America Plano de Mobilidade Urbana Sustentável Nívea Oppermann Peixoto, Ms Diretora de Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil EMBARQ Brasil auxilia governos e empresas

Leia mais

Cobit e ITIL. Cobit. Planejamento e organização; Aquisição e implementação; Entrega e suporte; Monitoração.

Cobit e ITIL. Cobit. Planejamento e organização; Aquisição e implementação; Entrega e suporte; Monitoração. Cobit e ITIL GOVERNANÇA, GP - RISCO, GP PROJETOS - PMP, SEGURANÇA DAIANA BUENO OUTUBRO 20, 2010 AT 8:00 3.496 visualizações Atualmente, as empresas estão com seus processos internos cada vez mais dependentes

Leia mais

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com

Palavras-chave: i3geo, gvsig, Mapserver, integração, plugin. Contato: edmar.moretti@terra.com.br ou edmar.moretti@gmail.com III Jornada Latinoamericana e do Caribe do gvsig Artigo: Integração do software i3geo com o gvsig Autor: Edmar Moretti Resumo: O i3geo é um software para a criação de mapas interativos para internet qu

Leia mais

Como as marcações auxiliam na organização do conteúdo de um ambiente virtual

Como as marcações auxiliam na organização do conteúdo de um ambiente virtual 39 Como as marcações auxiliam na organização do conteúdo de um ambiente virtual Catarina Yuki Sato 1 Glauber José Vaz² Ivo Pierozzi Júnior² A Agropedia brasilis é um ambiente tecnológico voltado para o

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

Manual do Visualizador NF e KEY BEST

Manual do Visualizador NF e KEY BEST Manual do Visualizador NF e KEY BEST Versão 1.0 Maio/2011 INDICE SOBRE O VISUALIZADOR...................................................... 02 RISCOS POSSÍVEIS PARA O EMITENTE DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA.................

Leia mais

Análise Multivariada Aplicada à Substituição de Fornecedores de Princípio Ativo Farmacêutico Como prever o impacto na qualidade do medicamento?

Análise Multivariada Aplicada à Substituição de Fornecedores de Princípio Ativo Farmacêutico Como prever o impacto na qualidade do medicamento? Análise Multivariada Aplicada à Substituição de Fornecedores de Princípio Ativo Farmacêutico Como prever o impacto na qualidade do medicamento? Observação: o presente trabalho não revela a identidade do

Leia mais

PRINCÍPIOS DE INFORMÁTICA PRÁTICA 08 1. OBJETIVO 2. BASE TEÓRICA. 2.1 Criando Mapas no Excel. 2.2 Utilizando o Mapa

PRINCÍPIOS DE INFORMÁTICA PRÁTICA 08 1. OBJETIVO 2. BASE TEÓRICA. 2.1 Criando Mapas no Excel. 2.2 Utilizando o Mapa PRINCÍPIOS DE INFORMÁTICA PRÁTICA 08 1. OBJETIVO Aprender a utilizar mapas, colocar filtros em tabelas e a criar tabelas e gráficos dinâmicos no MS-Excel. Esse roteiro foi escrito inicialmente para o Excel

Leia mais

Portal de Periódicos Capes

Portal de Periódicos Capes Portal de Periódicos Capes www.periodicos.capes.gov.br/ O que é o Portal de Periódicos? A maior biblioteca virtual de informação científica do mundo: Mais de 36.000 títulos de revistas acadêmicas (periódicos)

Leia mais

ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4. A série... 4

ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4. A série... 4 EXCEL 2007 e 2010 2 ÍNDICE ÍNDICE... 3 INTRODUÇÃO... 4 A série... 4 01 LISTA COM VALIDAÇÃO... 5 02 FUNÇÕES FINANCEIRAS... 7 03 FUNÇÃO DE BANCO DE DADOS... 12 04 RÓTULOS... 15 05 TABELA DINÂMICA... 18 06

Leia mais

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO

PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO 1322 PROCESSO DE TRABALHO DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE ENQUANTO MORADOR E TRABALHADOR DE SAÚDE INSERIDO NO MESMO TERRITÓRIO Janyelle Silva Mendes¹;Juliana Alves Leite Leal² 1. Graduanda do Curso de Enfermagem,

Leia mais

1. DOTPROJECT. 1.2. Tela Inicial

1. DOTPROJECT. 1.2. Tela Inicial 1 1. DOTPROJECT O dotproject é um software livre de gerenciamento de projetos, que com um conjunto simples de funcionalidades e características, o tornam um software indicado para implementação da Gestão

Leia mais

CIH01. Comunicação de Internação Hospitar. Manual de Instalação e Administração. Versão do produto: 4.0.1.1. Edição do documento: 1.

CIH01. Comunicação de Internação Hospitar. Manual de Instalação e Administração. Versão do produto: 4.0.1.1. Edição do documento: 1. CIH01 Comunicação de Internação Hospitar Manual de Instalação e Administração Versão do produto: 4.0.1.1 Edição do documento: 1.0 Agosto de 2008 MS - SE - DATASUS CIH01 Comunicação de Internação Hospitar

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA HOSPITALAR

MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA HOSPITALAR MANUAL DE INSTRUÇÕES SISTEMA HOSPITALAR Sumário INTRODUÇÃO AO SISTEMA... 3 ENDEREÇO DE ACESSO... 3 LOGIN NO SISTEMA... 3 PERFIS DO SISTEMA... 4 PERFIL RECEPÇÃO... 4 AMBULATÓRIO... 4 CADASTRO... 6 RELATÓRIOS...

Leia mais

BrOffice.org Base. Prof. João Alberto Fabro UTFPR Curitiba

BrOffice.org Base. Prof. João Alberto Fabro UTFPR Curitiba Prof. João Alberto Fabro UTFPR Curitiba (Baseado no documento livre Introdução ao BrOffice.org Base, de Noelson Alves Duarte, Revisado em 18 de março de 2006) Formatos: Diversos, inclusive bases de dados

Leia mais

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA

MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA MATERNIDADE NA ADOLESCÊNCIA Autor: Marusa Fernandes da Silva marusafs@gmail.com Orientadora: Profª. Ms. Mônica Mª N. da Trindade Siqueira Universidade de Taubaté monica.mnts@uol.com.br Comunicação oral:

Leia mais

CoIPe Telefonia com Tecnologia

CoIPe Telefonia com Tecnologia CoIPe Telefonia com Tecnologia A proposta Oferecer sistema de telefonia digital com tecnologia que possibilita inúmeras maneiras de comunicação por voz e dados, integrações, recursos e abertura para customizações.

Leia mais

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Centro de Documentação e Informação da FAPESP São Paulo 2015 Sumário Introdução... 2 Objetivos...

Leia mais

BIBLIOTECA ANACOM MANUAL DO UTILIZADOR

BIBLIOTECA ANACOM MANUAL DO UTILIZADOR BIBLIOTECA ANACOM MANUAL DO UTILIZADOR ÍNDICE Biblioteca ANACOM - Manual do utilizador... 2 Página de entrada... 3 Barra de menus da Biblioteca ANACOM... 3 Tipos de pesquisa... 3 Pesquisa simples... 3

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 4030 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL Nº

TERMO DE REFERÊNCIA Nº 4030 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA PROCESSO DE SELEÇÃO - EDITAL Nº Impresso por: RAFAEL DE SOUZA RODRIGUES DOS SANTOS Data da impressão: 10/08/2015-14:35:04 SIGOEI - Sistema de Informações Gerenciais da OEI TERMO DE REFERÊNCIA Nº 4030 PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Leia mais

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:

Leia mais

regionalização e contratos organizativos de ação pública.

regionalização e contratos organizativos de ação pública. A Regulamentação da Lei 8.080/90: A Regulamentação da Lei 8.080/90: regionalização e contratos organizativos de ação pública. Seminário Nacional PRÓ Saúde e PET Saúde Brasília, 19 de outubro de 2011.,

Leia mais

5 Sistema americano. 5.1 Forma de Ressuprimento

5 Sistema americano. 5.1 Forma de Ressuprimento 5 Sistema americano O objetivo deste capítulo é descrever o sistema de programação de entregas e previsão de demanda para clientes VMI utilizado pela matriz da Empresa de Gases Alfa nos Estados Unidos.

Leia mais

Publicação em contexto académico: OJS na prática

Publicação em contexto académico: OJS na prática Publicação em contexto académico: OJS na prática sumário 1. Publicações científicas em ambiente académico: um cenário pouco homogéneo 1.1 o papel das bibliotecas de ensino superior 2. OJS Open Journal

Leia mais

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz

Tecnologia da Informação. Prof. Esp. Lucas Cruz Tecnologia da Informação Prof. Esp. Lucas Cruz Software A utilização comercial da informática nas empresas iniciou-se por volta dos anos 1960. O software era um item menos dispendioso que o hardware, e

Leia mais

Direcção Regional de Educação do Algarve

Direcção Regional de Educação do Algarve MÓDULO 1 Folha de Cálculo 1. Introdução à folha de cálculo 1.1. Personalização da folha de cálculo 1.2. Estrutura geral de uma folha de cálculo 1.3. O ambiente de da folha de cálculo 2. Criação de uma

Leia mais

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS

SISTEMA GERENCIADOR DE BANCO DE DADOS BANCO DE DADOS Universidade do Estado de Santa Catarina Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Ciência da Computação Prof. Alexandre Veloso de Matos alexandre.matos@udesc.br SISTEMA GERENCIADOR

Leia mais

PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO

PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO PROTÓTIPO DE ATENDIMENTO DOMICILIAR AUTOMATIZADO: HOME CARE DE BAIXO CUSTO Wilker Luiz Machado Barros¹, Wyllian Fressatti¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil wilkermachado1@hotmail.com,

Leia mais

Associação de dados cartográficos e alfanuméricos no TerraView

Associação de dados cartográficos e alfanuméricos no TerraView MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO MEC Secretaria de Educação Superior - SESu Departamento de Modernização e Programas da Educação Superior DEPEM MINISTÉRIO DAS CIDADES Secretaria Executiva Diretoria de Desenvolvimento

Leia mais

AstraLX Impressão de Faturas e TISS Guia básico para o processo de impressão de Faturas e geração de arquivos TISS/XML no Programa AstraLX

AstraLX Impressão de Faturas e TISS Guia básico para o processo de impressão de Faturas e geração de arquivos TISS/XML no Programa AstraLX AstraLX Impressão de Faturas e TISS Guia básico para o processo de impressão de Faturas e geração de arquivos TISS/XML no Programa AstraLX 2011 Equipe Documentação Astra AstraLab 31/08/2011 1 Sumário Emissão

Leia mais

CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE

CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE CENTRAL DE SERVIÇOS APOIADA EM SOFTWARE LIVRE Juliano Flores Prof. Wagner Walter Lehmann Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Gestão de Tecnologia da Informação (GTI0034) Prática do Módulo

Leia mais