CONGRESSO CIÊNCIAS VETERINÁRIAS 2008 LIVRO DE RESUMOS

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2 SOCIEDADE PORTUGUESA DE CIÊNCIAS VETERINÁRIAS CONGRESSO CIÊNCIAS VETERINÁRIAS 2008 LIVRO DE RESUMOS VETERINARY SCIENCES CONGRESS 2008 PROCEEDINGS INRB INIA/Fonte Boa, Santarém 27, 28 e 29 de Novembro de 2008 Edição: Sociedade Portuguesa de Ciências Veterinárias

3 Comissão de Honra Sua Excelência O Presidente da República, Prof. Doutor Aníbal Cavaco Silva Ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas, Dr. Jaime Silva Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor José Mariano Gago Secretário de Estado Adjunto da Agricultura e Pescas, Dr. Luís Medeiros Vieira Presidente da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Prof. Doutor João Sentieiro Presidente do Conselho Executivo da FLAD, Prof. Doutor Rui Chancerelle de Machete Directora do Instituto Nacional de Recursos Biológicos, Drª. Maria Rosa Tobias Sá Governador Civil de Santarém, Dr. Paulo Alexandre Homem de Oliveira Fonseca Presidente da Câmara Municipal de Santarém, Dr. Francisco Maria Moita Flores Bastonário da Ordem dos Médicos Veterinários, Dr. João Pedro Sameiro de Sousa Presidente do Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários, Dr. Francisco Camacho Director do LNIV/INRB, Doutora Alice Amado Director do INIA-Fonte Boa/ INRB, Doutor João Ramalho Ribeiro Director-Geral de Veterinária, Dr. Carlos Agrela Pinheiro Presidente do Conselho Directivo da FMV - UTL, Prof. Doutor Luís Tavares Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária - UTAD, Profª Doutora Rita Maria Payan Martins Pinto Carreira Coordenador do Curso de Medicina Veterinária - ICBAS-UP, Prof. Doutor António Rocha Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária - U.Évora, Profª Doutora Ludovina Neto Padre Coordenador do Curso de Medicina Veterinária - EUVG, Prof. Doutor Humberto Rocha Coordenadora do Curso de Medicina Veterinária - ULHT, Profª Doutora Laurentina Pedroso Comissão Organizadora Dr. Carlos Godinho Dr. José Pimentel de Carvalho Doutora Yolanda Vaz Dr. António Simões Monteiro Doutora Ana Cristina Lobo Vilela Dr. José Oom Vale Henriques Doutor João Ramalho Ribeiro Comissão Científica Doutora Cristina Lobo Vilela, Sociedade Portuguesa de Ciências Veterinárias (SPCV) Doutora Yolanda Vaz, Editor da Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias (RPCV) Doutor Fernando Afonso, Aquacultura - Faculdade de Medicina Veterinária (FMV) Doutor Virgílio Almeida, Sociedade Portuguesa de Epidemiologia e Medicina Veterinária Preventiva (SPEMVP) Doutor Jordi Casal, Sociedade Espanhola de Epidemiologia Veterinária (SEEV) Doutora Maria dos Anjos Pires, Sociedade Portuguesa de Patologia Animal (SPPA) Dr. António Matos, Sociedade Científica de Suinicultura (SCS) Dr. João Rebelo Cotta, Secção Portuguesa da Associação Mundial de Ciência Avícola (SPAMCA) Dr. Joaquim Vieira Lopes, Associação Portuguesa de Médicos Veterinários Especialistas em Animais de Companhia (APMVEAC) Dr. José Núncio Fragoso, Associação dos Médicos Veterinários de Equinos (AMVE) Doutor Luís Telo da Gama, Sociedade Portuguesa de Recursos Genéticos (SPRGA) Doutor Ramiro Mascarenhas, Sociedade Portuguesa de Reprodução Animal (SPRA) Doutor João Cannas da Silva, Associação Portuguesa de Buiatria (ABP) Doutor José Santos Silva, Sociedade Portuguesa de Ovinotecnia e Caprinotecnia (SPOC) iii

4 Apoios Institucionais Ordem dos Médicos Veterinários INRB INIA/FonteBoa Direcção Geral de Veterinária Câmara Municipal de Santarém Faculdade de Medicina Veterinária - UTL Patrocínios CEVA - SAÚDE ANIMAL MERIAL PORTUGUESA - SAÚDE ANIMAL LABORATÓRIOS PFIZER ALLTECH PORTUGAL ARBUSET BAYER PORTUGAL SA - DIVISÃO ANIMAL IAPSA PORTUGUESA PECUÁRIA VETLIMA VÉTOQUINOL UNIPESSOAL Apoios ATRAL CIPAN AGROQUISA BIOCONSULTING ELANCO TNA - TECNOLOGIA E NUTRIÇÃO ANIMAL LDA VALORMED Secretariado Anabela Almeida - Sociedade Portuguesa de Ciências Veterinárias SPCV R. Gomes Freire, Lisboa, Tel , Fax iv

5 Editorial A Sociedade Portuguesa de Ciências Veterinárias (SPCV) conta com uma tradição centenária de servir, apoiar e incentivar todos quantos se dedicam a esta área de conhecimento. Na sequência de uma tradição já alicerçada, organiza agora, em colaboração com o INRB - INIA/Fonte Boa, o Congresso de Ciências Veterinárias 2008, que engloba o IV Congresso da SPCV e o I Congresso Ibérico de Epidemiologia Veterinária, que terá lugar na Fonte Boa, Vale de Santarém, de 27 a 29 de Novembro de Esta organização assume assim um carácter internacional que irá contribuir para uma maior projecção do evento científico. Para a realização deste congresso tem sido fundamental a colaboração das principais organizações profissionais e associativas da classe médico-veterinária, nomeadamente: o INRB - INIA/Fonte Boa, a Ordem dos Médicos Veterinários, as Instituições de Ensino de Medicina Veterinária, o Sindicato Nacional dos Médicos Veterinários. De salientar as diferentes Sociedades sectoriais de Animais de Companhia, Avicultura, Buiatria, Equinos, Epidemiologia, Ovinotecnia e Caprinotecnia, Patologia, Recursos Genéticos, Reprodução Animal e Suinicultura, responsáveis pelos programas das respectivas áreas. O I Congresso Ibérico de Epidemiologia Veterinária foi co-organizado pelas sociedades Portuguesa e Espanhola de epidemiologia, num esforço conjunto que espelha a estreita colaboração entre ambas. A SPCV quer deixar claramente expressa a sua gratidão pelo apoio e incentivo que recebeu destas organizações, sem os quais não teria sido possível a realização de um evento científico com o amplo espectro que caracteriza este Congresso. O Congresso de Ciências Veterinárias 2008, para além de representar uma oportunidade de divulgação a nível nacional e internacional do vasto trabalho desenvolvido no domínio das Ciências Veterinárias, constitui um importante forum de discussão e partilha de esperiências entre todos quantos desenvolvem a sua actividade profissional nesta área de conhecimento. A SPCV deseja que o Congresso de Ciências Veterinárias 2008 cumpra com as expectativas de todos quantos contribuiram para a sua organização e de todos quantos nele participam, numa clara demonstração da dinâmica dos Profissionais, Técnicos, Docentes e Investigadores desta área do conhecimento que, embora nem sempre com os apoios desejados, mantém uma capacidade de concretização de objectivos capaz de levar por diante as fronteiras do conhecimento. A Comissão Organizadora v

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7 Índice Geral Comissão de Honra...iii Comissão Organizadora...iii Comissão Científica...iii Apoios Institucionais...iv Patrocínios...iv Secretariado...iv Editorial... v SESSÕES PLENÁRIAS... 1 COMUNICAÇÕES ORAIS... 9 Suinicultura Sustentabilidade e bem-estar em aquacultura Equinos Reprodução Microbiologia Qualidade e segurança alimentar Epidemiologia e saúde pública Animais de companhia Buiatria Outros assuntos de interesse em ciências veterinárias POSTERS Índice de Comunicações vii

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9 SESSÕES PLENÁRIAS

10 EFSA: actividades de cooperação científica com os Estados Membros Sérgio Potier Rodeia Unidade de Cooperação Cientifica, Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos, Parma A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) visa promover actividades de carácter científico na área da segurança alimentar em função das prioridades sentidas a nível europeu e da forma mais apropriada. Tal objectivo apenas pode ser alcançado se a excelência cientifica existente a nível europeu puder ser reunida e devidamente coordenada. Por conseguinte, a cooperação cientifica entre Estados Membros e EFSA afigura-se essencial para: afectar os recursos disponíveis face às prioridades definidas; uma melhor coordenação dos programas nacionais e europeus em matéria de avaliação e comunicação de riscos, prevenindo desse modo duplicação de actividades equivalentes; a identificação e análise precoce de riscos emergentes; uma maior coerência nas actividades de avaliação e comunicação de riscos. A importância das actividades de cooperação cientifica entre a EFSA e os Estados Membros encontra-se formalmente expressa no Artigo 36 do Regulamento (CE) No. 178/2002, de 28 de Janeiro. O mecanismo formal para a promoção de actividades de cooperação científica com os Estados Membros ocorre por via do Fórum Consultivo da EFSA. Em 2006, os membros do Fórum Consultivo assinaram uma Declaração de Intenções, bem como um documento estratégico para o reforço da cooperação e intercâmbio de informação científica nas áreas da avaliação e comunicação de riscos a nível europeu. Em 2007, O Fórum Consultivo e o Comité Cientifico da EFSA criam o Grupo Promotor de Cooperação Científica, cujo principal objectivo é materializar a estratégia acordada em projectos tangíveis e concretos. Estão actualmente em curso um conjunto de projectos que traduzem claramente o sucesso na implementação desta estratégia de cooperação científica. Uma forte cooperação científica é igualmente fundamental para um sistema europeu de segurança alimentar eficiente, e, por conseguinte, para uma maior e melhor protecção dos consumidores europeu, e consequentemente para o aumento da sua confiança nos sistemas vigentes. A EFSA reúne regularmente com os Estados Membros para discutir o reforço desta cooperação científica, identificando áreas específicas onde a avaliação de riscos é mais premente. No seguimento da implementação de estratégias de cooperação científica ao abrigo do Artigo 36 supracitado, o Conselho de Administração da EFSA adoptou uma lista de organizações, públicas e privadas, propostas pelos Estados Membros, que podem assistir a EFSA em matéria da recolha de dados, trabalho preparatório de opiniões científicas e suporte técnico noutras áreas, como por exemplo em riscos emergentes. Estas organizações podem assim formalmente candidatar-se a concursos que a EFSA vem regularmente publicando nas suas páginas oficiais. A EFSA estabeleceu recentemente uma rede de Pontos Focais, que actua como elemento de interface operacional entre a EFSA e as agências nacionais congéneres da EFSA. O objectivo principal dos Pontos Focais é dar apoio aos respectivos membros do Fórum Consultivo. Tal tarefa inclui assegurar o intercâmbio e a partilha de informação científica entre os Estados Membros e a EFSA, estabelecer redes nacionais de organismos / instituições para recolha e divulgação de tal informação e a promoção da actual base de dados de peritos da EFSA. [EFSA: Scientific cooperation activities with Member States] EFSA aims to deliver the best science at the right time and in the most appropriate manner. This can only be achieved through effective pooling of the wide scientific excellence available in Europe. As a result, scientific cooperation is critical to: appropriate allocation of resources against priorities; better co-ordination of work programmes, thereby avoiding duplication of activities; early identification and analysis of emerging risks; and finally, increased coherence in scientific risk assessment and communications. The importance of scientific cooperation is also formally described in Article 36 of EFSA s Founding Regulation. At EFSA, the formalized mechanism for this type of work is through EFSA s Advisory Forum. In 2006, Advisory Forum members signed a Declaration of Intent and approved a formal strategic document to strengthen scientific cooperation and information exchange on risk assessment and risk communication in Europe. Projects associated with this declaration and subsequent strategy are now being developed and implemented. In 2007, a Steering Group on Cooperation was established as the interface between the Advisory Forum and EFSA s Scientific Committee to help steer the implementation of this strategy into tangible projects. 2

11 Strong cooperation between Member States and EFSA is also fundamental to the overall success and effectiveness of the European food safety system, and ultimately to increased consumer protection and confidence. EFSA meets regularly with Member States to discuss strengthening scientific co-operation in risk assessment of specific food safety issues. In line with Article 36 of EFSA s founding regulation, EFSA s Management Board approved a list of both private and public organizations based on proposals from Member States able to assist EFSA in some of its tasks including data collection, preparatory work for scientific opinions and technical support in other areas such as emerging issues. These organizations are able to formally apply for calls for proposals issued by EFSA. EFSA has also initiated Focal Points in the Member States, who act as an interface between EFSA and the different national food safety authorities, research institutes, consumers and other EFSA-related stakeholders. The key objective for Focal Points is to support their Advisory Forum members. This includes ensuring the exchange of scientific information between EFSA and the Member States, building networks, and raising EFSA s scientific visibility. Moreover, Focal Points assist in populating a common database of external scientific experts. Emergent infectious diseases - what do we know? Mo Salman Animal Population Health Institute - College of Veterinary Medicine and Biomedical Sciences - Colorado State University, EUA The main aim of this presentation is to address the current changes in disease ecology that have lead to emerging and remerging diseases. The epidemiological triad of host, agent, and environment and their related interactive factors will be discussed in respect to these diseases. Preventive measures and preparedness plans will be presented with the emphasis on the value of applied and translational research. Demonstrations with real examples will be presented during the 30 minutes of this session. [Doenças infecciosas emergentes: o que sabemos?] O principal objectivo desta comunicação é abordar as actuais alterações na ecologia das doenças que conduziram à emergência e à re-emergência de certas doenças. A tríade epidemiológica: hospedeiro, agente e ambiente, e as suas interacções serão discutidas relativamente às doenças emergentes e re-emergentes. As medidas preventivas e os planos de contingência serão também apresentados, enfatizando a importância da investigação aplicada e de translacção. Exemplos reais serão invocados durante a sessão. Produtos tradicionais Qualificação e sobrevivência Ana Soeiro Qualificação de Produtos Tradicionais; Portugal possui um enorme património de produtos agrícolas e agro-alimentares com características decorrentes da sua origem e do seu modo de produção, baseado em hábitos ancestrais e em métodos locais, leais e constantes. Proteger estas origens e estas tradições é proteger o futuro, dando-lhe perspectivas... qualificadas Desde sempre que certos produtos agrícolas e certos géneros alimentícios começaram a ser tratados pelos nomes das terras onde eram produzidos ou transformados. Gregos e romanos já chamavam vinhos, azeites, queijos, pão, azeitonas, pastas de peixe e outros produtos pelos nomes das suas regiões de origem, diferenciando-lhes a qualidade. Terão começado assim a usar-se as primeiras denominações de origem (DO) e indicações geográficas (IG): nomes geográficos usados como forma de reconhecimento da qualidade diferenciada, decorrente dos territórios de origem e dos modos e hábitos locais, leais e constantes. Portugal terá sido o 1º país da Europa a instituir legalmente, no séc. XVIII, o sistema de protecção de uma denominação de origem, associada naturalmente a uma região delimitada de produção e a uma caracterização do produto e das suas regras de produção. 3

12 Na Europa existe legislação que permite qualificar muitos produtos agro-alimentares, através da protecção das suas IGs e DOs. E existem porque a Europa percebeu que a protecção de um nome geográfico é uma importantíssima alavanca de desenvolvimento rural, já que permite diversificar a produção agrícola, promover produtos de zonas desfavorecidas, melhorar os rendimentos dos produtores, fixar as populações, respeitar os consumidores e privilegiar a qualidade em detrimento da quantidade. Proteger as IGs e as DOs é promover as zonas de produção, impedindo a sua desertificação, potenciando os recursos existentes, gerando postos de trabalho qualificados, respeitando raças e variedades autóctones, melhorando a fertilidade dos solos, preservando as condições ambientais naturais, respeitando os ecossistemas, a biodiversidade e o património genético e garantindo a sobrevivência das gerações actuais e futuras. Melhorando o sistema de registo, qualificando os nomes geográficos e as menções tradicionais, valorizando a certificação dos produtos e impondo o uso dos logotipos comunitários, a Europa parece valorizar cada vez mais as suas produções tradicionais, diferenciando-as e permitindo que demonstrem o valor dos territórios e das populações. No entanto, não é ainda suficiente. Existe uma larga margem de produtos, de produtores e de outros operadores cuja sobrevivência depende da Qualificação e inerente valorização dos seus produtos, ligados a sistemas tradicionais, ecológicos, adaptados às circunstâncias e, com tal, muito competitivos! [Traditional products - qualification and survival] Portugal possesses an enormous patrimony of agricultural products and foodstuffs with characteristics coming from its origin and or its way of production, based on old traditions and local, loyal and constant methods. Protect these origins and this tradition is to protect the future, giving qualified perspective to people... Since a long time ago that certain agricultural products and certain foodstuffs had started to be treated by the names of lands where they were produced or transformed. Greeks and Romans already called wines, olives and olive oils, cheeses, fish and meat products, fruits, bread and a lot of other products for the names of its regions of origin, allowing them to differentiate its "quality". They will thus have started to use the first designations of origin (DO) and geographical indications (GI): geographic names used as form of recognition of the differentiated quality, coming from certain territories but also with from local, loyal and constant methods and habits. Portugal will have been the first European country to institute by law, in the 18th century, the system of protection of designations of origin, associated of course to a delimited region of production and a characterization of the product and its rules of production. In Europe, we have now laws in order to qualify a lot of agri-food products, using the protection of GIs and DOs. And those systems exists because Europe understood that the protection of a geographical name is a very important tool to rural development and rural sustainability, since it allows to diversify the agricultural production, to promote products from less favoured regions, to improve producers incomes, to avoid desertification and, at the same time, to respect consumers that privilege quality instead of quantity. To protect a GI or a DO is to promote the production zones, to keep them alive, harnessing the existing resources, generating qualified jobs, respecting local breeds and local varieties, improving soil fertility, preserving the natural conditions and landscape, respecting ecosystems, biodiversity and genetic patrimony. In others words, assuring the survival of existing and future generations. Improving the register system, qualifying traditional geographical or non-geographical names, granting value to the certification of the products and imposing the use of the communitarian logos, Europe seems to add each time more value to true and traditional productions, differentiating them and allowing that they demonstrate the value of countries, regions and human know how. But, it is not enough! It still remains lot of products, a lot of producers and other operators whose survival depends on the Qualification of their goods, linked to traditional production systems, ecological, adapted to the existing circumstances and, as so, with a lot of competitiveness! 4

13 Lymphoma: a heterogeneous disease revealed by morphologic, immunologic and molecular investigation Peter Moore University of California, Davis, EUA Recently, much effort has been directed at applying the World Health Organization (WHO) classification of hemopoietic and lymphoid neoplasia to canine lymphoma. It is clear from this work that there are distinctive subtypes of canine lymphoma that correspond to equivalent human entities as defined by the WHO lymphoma classification scheme. An important issue that has emerged is that lymphoma is an encompassing term for a number of discrete clinical and morphological entities with quite different outcomes. Yet treatment strategies do not take this heterogeneity into account, typically treating most lymphomas with the same or similar protocols. In applying the WHO classification scheme to canine lymphoma, it was apparent that morphological assessments required immunohistochemical stains in many instances to reinforce the diagnosis. In some instances, molecular clonality determination by lymphocyte antigen receptor gene rearrangement analysis was also needed to confidently diagnose lymphoma versus lymphoid hyperplasia. The following table lists the entities that were reproducibly recognized by non-specialist veterinary pathologists. B cell neoplasms Diffuse large B cell lymphoma Lymphoblastic B cell lymphoma Marginal zone lymphoma Follicular lymphoma Mantle cell lymphoma Anaplastic large cell lymphoma Multiple myeloma Plasmacytoma Burkitt-like lymphoma (controversial) T cell rich large B cell lymphoma T cell neoplasms Peripheral T cell lymphoma (unspecified) Lymphoblastic T cell lymphoma T-zone lymphoma Enteropathy associated T cell lymphoma Hepatosplenic T cell lymphoma Anaplastic large cell lymphoma Mycosis fungoides Sezary syndrome To classify lymphomas by the WHO system as applied to the canine, it is important to have access to markers for immunohistochemical analysis. The following table lists the markers of value for determining cell lineages in leukocytic proliferations in dogs. These markers are suitable for use in formalin-fixed paraffin embedded tissues with appropriate antigen retrieval protocols. Markers are available for the detection of B and T cells. However, markers for the unequivocal detection of NK cells are not available, so the existence of NK cell lymphomas in dogs is not easily assessable. Leukocyte markers of diagnostic importance to lymphoma investigation CD3ε CD79a CD20 Pax5 MUM1/IRF4 Signaling component of the T cell antigen receptor. Expressed by αβ T cells and γδ T cells. Cytoplasmic expression by NK cells is possible - especially if activated. Signaling component of the B cell antigen receptor. Expressed by all stages of B cell differentiation. Expression is less in plasma cells. Surface molecule expressed at all stages of B cell differentiation except for plasma cells. CD20 plays a role in regulation of B cell activation and proliferation. CD20 is not lineage specific and has been observed uncommonly in T cell lymphomas. Caution is advised in interpretation of diffuse cytoplasmic expression, which can occur in several cell types. Transcription factor essential for maintenance of B cell differentiation. Useful B cell marker. Transcription factor essential for plasma cell differentiation. Useful plasma cell marker. 5

14 CD11d CD18 CD45 CD45RA c-kit E-cadherin αd subunit of β2 integrin (CD18) family. Expressed by macrophages and T cells in hemopoietic environments especially splenic red pulp. Bone marrow and lymph node medullary sinus also macrophages express CD11d. CD11d is consistently expressed in diseases emanating from splenic red pulp (LGL form of chronic lymphocytic leukemia, hepatosplenic lymphoma and hemophagocytic histiocytic sarcoma). β subunit of the β2 integrin family of leukocyte adhesion molecules. Expressed as a heterodimer of CD11a, CD11b, CD11c or CD11d with CD18. Leukocytes express at least one form of the heterodimer. Hence CD18 is expressed on all leukocytes - the expression level on myeloid cells is especially high compared to normal lymphocytes. CD18 has been used as a marker of histiocytes, but this is dependent upon exclusion of lymphocyte differentiation by the use of other markers (CD3 and CD79a). Surface molecule expressed by all leukocytes - formerly known as leukocyte common antigen. Antibodies to CD45 bind to the extracellular domain outside of the 3 variably splice exons (A, B, and C). Splice variant of CD45 in which the A exon is present. Expressed by B cells and naïve T cells. Not typically expressed by histiocytes. Surface molecule and member of the receptor tyrosine kinase family (type III). Expressed by most hemopoietic progenitor cells and by mast cells. Expression level is high in high grade mast cell tumors. Adhesion molecule expressed by epithelia and by some leukocytes. Especially useful in cutaneous round cell tumors to identify Langerhans cells indicative of cutaneous histiocytoma. Once immunohistochemical stains are performed, it may also be necessary to run molecular clonality analyses to confirm lymphoma. This is particularly so in inflamed lymphomas, or lymphomas arising in the context of inflammation. Lymphocyte antigen receptor gene rearrangement for lymphoma diagnosis: During T cell development in the thymus, T cells rearrange their antigen receptor genes TCRA, TCRB, TCRG and TCRD, and in the process create 2 lineages of T cells, αβ and γδ T cells. The majority of αβ T cells rearrange TCRG prior to the rearrangement of TCRA and TCRB. Hence, TCRG gene rearrangement occurs in the majority of T cells regardless of surface TCR αβ or TCRγδ expression. The protein product of TCRG is TCR γ, which contains a variable (V) domain and a constant (C) domain. The V domain is encoded by 2 segments of DNA, the variable and joining (J) segments. Although multiple V and J segments exist for TCRG, they are relatively limited in number and diversity by comparison with TCRA and TCRB. Gene rearrangement during T cell development in the thymus leads to random joining of a V segment to a J segment, leading to the formation of the complete V domain exon. The diversification of the TCRG repertoire is enhanced by the creation of P nucleotides, and the random insertion of N nucleotides by terminal transferase between the V and J segments. This creates the highly diverse third hypervariable region of the V domain, also known as the complementarity determining region 3 (CDR3). The CDR3 region is at the center of the antigen binding site and hence is the major contributor to antigen specificity. The preferred target for determination of clonality in T lymphocyte populations of both αβ and γδ lineages is PCR amplification of the CDR3 region of TCRG. B cells rearrange their antigen receptor genes in the bone marrow during B cell development. B cells re-arrange multiple V, J and D immunoglobulin (Ig) gene segments, initially in their heavy chain Ig genes (VHDJ), and later in either κ or λ light chain Ig genes (VLJ). This process of somatic recombination was first described for Ig genes and resembles the description of the process already outlined for T cells. A further property of Ig genes is their propensity to undergo V region somatic hypermutation, particularly during secondary antibody responses in germinal centers of follicles in peripheral lymphoid organs. Antibodies of high affinity are produced in secondary lymphoid responses (affinity maturation) by this mechanism. The most commonly used target for determination of clonality in B lymphocyte populations is the IGH locus due to the extensive diversity of the CDR3 region and the conservation of IGH V and J segments, which facilitate PCR primer design. One pitfall of using IGH for molecular clonality determination is the extensive V segment gene mutation that occurs in post germinal center B cells can modify primer binding sites in the V segment. This can lead to false negative PCR results and reduced sensitivity of IGH as a molecular target for clonality determination in B cells. Lymphocyte antigen receptor clonality determination is a valuable adjunct to morphologic and immunophenotypic assessment of lymphoproliferative disorders. It is not a primary diagnostic assay, and it cannot replace morphologic and immunophenotypic assessment. Lymphocye antigen receptor gene rearrangement can be promiscuous; both TCRG and IGH rearrangement can be observed in lymphomas of a single immunophenotype (B or T cell). Also, 6

15 lymphocyte antigen receptor gene rearrangement has been observed in non-lymphoid leukocytic malignancy, such as acute myeloid leukemia. Molecular clonality determination is not needed to establish a diagnosis in most lymphoid proliferations in which architectural effacement of organized lymphoid tissue, cytological features of lymphocytes, and immunophenotyping are sufficient. Molecular clonality determination is indicated when morphological features of lymphocytes and immunophenotyping are inconclusive. These conditions are most often met in some lymphoid proliferations in gut and skin, or in organized lymphoid tissue when archictecuture is largely intact (eg early marginal zone and T-zone lymphoid proliferations). Molecular clonality determination is also valuable in the assessment of the clonal relationship of lymphoid proliferations in separate sites. In this instance, it is possible to distinguish relapse from a second malignancy. The use of clonotypic primers (specific for a particular CDR3 sequence) can facilitate this investigation. However, development of clonotypic primers is expensive and not always possible based on the CDR3 sequence. Conclusion: It is possible to distinguish distinctive subtypes of lymphoma by careful assessment of clinical and morphological data, coupled with immunohistochemical and molecular clonality analysis as adjunctive assessments. Some of these lymphomas are notably indolent in behavior; these include follicular lymphoma, marginal zone lymphoma, mantle cell lymphoma and T-zone lymphoma. High grade lymphoma protocols are not appropriate for the treatment of these indolent lymphomas, since the proliferative fraction is very low. Increased awareness of distinctive types of lymphoma with human equivalents, has made it possible to search for underlying molecular defects based on data already available for human lymphomas. Recently published results for canine lymphoblastic T cell lymphoma underscore the likely success of this approach going forward. References: 1 Burg G, Dummer R, Haeffner A, Kempf W, Kadin M: From inflammation to neoplasia: mycosis fungoides evolves from reactive inflammatory conditions (lymphoid infiltrates) transforming into neoplastic plaques and tumors. Arch Dermatol 137: , Feldman AL, Dogan A: Diagnostic uses of Pax5 immunohistochemistry. Adv Anat Pathol 14: , Fosmire SP, Thomas R, Jubala CM, Wojcieszyn JW, Valli VE, Getzy DM, Smith TL, Gardner LA, Ritt MG, Bell JS, Freeman KP, Greenfield BE, Lana SE, Kisseberth WC, Helfand SC, Cutter GR, Breen M, Modiano JF: Inactivation of the p16 cyclin-dependent kinase inhibitor in high-grade canine non-hodgkin's T-cell lymphoma. Vet Pathol 44: , Fry MM, Vernau W, Pesavento PA, Bromel C, Moore PF: Hepatosplenic lymphoma in a dog. Vet Pathol 40: , Jaffe ES, Harris NL, Stein H, Vardiman JW: World Health Organization Classification of Tumours. 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