East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste"

Transcrição

1 East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste Documento:TA004 Legenda do Mapa Nacional de Solos Author: Cardoso e Garcia. Data: 1976 Published by: Ministério de Agricultura, Florestas e Pescas Summary Legend of the National Soils Map This CD includes the original maps produced by the Cardoso and Garcia, and a very complete guide to the soil classes, prepared by Lefebvre and Correia. The numbering of the ten maps is presented on the left. The purpose of this booklet is to facilitate the study of the Timor- Leste soil maps produced by Portugal in 1978 and compiled from various surveys carried out in the 60s and 70s, until the end of the colonial era. This map culminates with the publication of number 64 of the Memories of the Scientific Overseas Council - The Soils of Timor - by Garcia and Cardoso. Subsequently the map was edited in 1: scale. With more than 280 representative prof iles, the density of observations is one per 50 km 2. Thus the map is considered a recognition, being valid for the identification of great associations of soils or of agro-climate groups, as well as for the assessment of the agronomic potential of Timor-Leste. The present legend was extracted from this publication. The legend includes two types of representation of the map units:

2 - Association of soils: existence of soils within another soil unit and characterized by a consistent geographic pattern; these are soils whose cartography was done with precision. The association of soils were organized into great geomorphological groups. -Soils complexes: existence of soils within a mapping unit without any recognizable geographic pattern; these are combinations of soil associations whose cartography could not be concluded with precision. The soil complexes are presented in alphabetical order. Great care should be taken in estimating the area of each of the components of the soil complexes, since the precision of the area estimates were not verified in the field. Resumo O objectivo deste livrete é dar facilitar a leitura do mapa dos solos de Timor-Leste realizado pelo Portugal em 1978, e compilado a partir dos diversos trabalhos de levantamentus de solos realizados no decurso dos anos 60 e70 até o fim de período colonial. Este mapa culminou com a publicação nº 64 da série Memórias da Junta de Investigação Cientificas do Ultramar Os solos de Timor por Garcia e Cardoso. A legenda foi desenhada a partir desta publicação. O mapa subsequente foi editado na escala 1/ com mais de 280 perfis representativos, a densidade de observações atinge uma relação de uma observação por 50 km 2. Assim, considera-se o mapa de solo como reconhecimento, sendo valido para a identificação das grandes associações de solos ou dos grupos agro-cliticos e também das potencialidades agrícolas de Timor Leste. A legenda inclui 2 tipos de representações de unidades de mapeamento:

3 Associação de solos: ocorrência de solo dentro de uma unidade de solo e caracterizados por um padrão geográfico consistente; refere-se a solos cuja cartografia foi efectuada com precisão. As associações de solos foram ordenadas em grande grupos geomorfológicas. Complexo de solos: ocorrência de solos dentro de uma unidade de mapeamento sem nenhum padrão geográfico reconhecível; refere-se a combinação de associações de solos cuja cartografia não pude ser efectuado com precisão. Os complexos de solo foram listados por ordem de alfabetização. Muitos cuidados são necessários acerca de estimação da área de cada componente dos complexos de solos, visto que a veracidade das estimações de áreas não foi comprovada no campo. Rezumu Lejenda kona-ba Mapa Rai Nasionál Objetivu ne ebé iha husi livru ida-ne e hanesan atu fasilita ba mapa rai nian iha Timor-leste ne ebé Portugál maka halo iha tinan 1978 no halo hanesan tuir servisu barak maka halo husi levantamentu ba rai nian ne ebé halo iha tinan 60 no70 to o ba períodu ikus husi tempu koloniál nian. Mapa ida-ne e hetan fatin ne ebé aas liu ho publikasaun ba º 64 husi Memorias da Junta de Investigasaun Cientificas do Ultramar Os solos de Timor por Garcia e Cardoso. Lejenda ida-ne e halo nia dezeñu husi publikasaun ida-ne e.

4 Mapa ida-ne e halo ho nia eskala 1/ ida ne ebé halo ho 280 perfis, ho densidade ba observasaun sira ne ebé iha relasaun ba observasaun ba 50 km 2. Ho ida-ne e konsidera katak mapa ida ne ebé bele koñese filafali ida ne ebé uza hodi bele halo identifikasaun husi asosiasaun barak ba rai nian ka hanesan grupu sira ba agro-klitiku no mós ba potensialidade agríkola Timor Leste nian. Lejenda ida-ne e inklui tipu 2 ba reprezentasaun husi unidade mapa ida-ne e ne ebé hanesan tuirmai ne e: Asosiasaun ba rai nian: okoerénsia ba rai iha unidade ida husi rai nian no halo karakterizasaun ba padraun jeográfiku ida ne ebé konsistente: haree ba rai husi nia kartografia ne ebé iha. Asosiasaun ida ba rai ida ne ebé ordena iha grupu boot jeomorfolojia nian Kompleksu husi rai nian: okoerénsia ba rai ida ne ebé ho nia unidade ba rai nian husi mapa ida-ne e lahó padraun jeográfiku nian ne ebé koñese filafali; refere ba kombinasaun husi Asosiasaun sira ba rai kona-ba kartografia nian ida ne ebé sei la bele efetuada ho presizaun. Kompleksu sira husi rai ne e halo lista ida tuir orden alfabétiku nian. Kuidadu barak maka hanesan nesesáriu ba estimasaun husi rai ho komponente ba kompleksu rai sira nian, haree ba verasidade husi estimasaun ba rai sira-ne e la halo ho komprovasaun ida iha kampu. Disclaimer: The availability of a digital version of this document does not invalidate the copyrights of the original authors. This document was made available freely in a digital format in order to facilitate its use for the economic development of East Timor. This is a project of the University of Évora, made possible through a grant from the USAID, East Timor. info:

5 REPUBLICA DEMOCRATICA DE TIMOR LESTE MINISTÉRIO DE AGRICULTURA, FLORESTAS E PESCAS Memórias do Centro de Pesquisa e Extensão N 2 LEGENDA DO MAPA NACIONAL DE SOLOS (ESCALA 1/ )

6 Símbolo Descrição Material de origem Elemento fisiográfico Vegetação Topográfia Declive Textura do solo superficial / subsolo Profundidade (cm) ph do solo superficial / subsolo Matéria orgânica do solo superficial (%) Drenagem Classificação USDA (1990) FAO (1974) Limitações (teóricas) para agricultura de sequeiro Limitações (teóricas) para arroz irrigado Al Alp Am Amp Solo de textura ligeira, amareladoacinzentado, muito profundo e manchado Solo de textura ligeira, pedregoso, amarelado ou avermelhado-acinzentado, profundo Solo de textura média, amarelado ou alaranjado-acinzentado, muito profundo e manchado Solo de aluviões amarelado, profundo e manchado, de textura média, fase pedregosa Ap Solo de textura pesada, amarelado, acinzentado e esverdeado, muito profundo Aph Solo de textura pesada, amarelado, acinzentado e esverdeado, muito profundo e manchado Apd Solo de textura pesada, amarelado, acinzentado e esverdeado, delgado e manchado A3 Ver acima (solos A) Acl Solo calcário de textura ligeira, castanho a acinzentado, muito profundo e manchado Alcp Solo calcário de textura ligeira, pedregoso, castanho a acinzentado, profundo e manchado Amc Apc Apch Solo calcário de textura média, amarelado a alaranjado, muito profundo e manchado Solo calcário de textura pesada, acinzentado a esverdeado, muito profundo e as vezes manchado Solo calcário de textura pesada, acinzentado a esverdeado, muito profundo e muito manchado Aluviões modernas Aluviões modernas sobre Na planícies Floresta, bosque, aluvionares, ao longo savana, pradaria e dos rios e ribeiras culturas (fruteiras, anuais, madeira) Floresta, bosque, savana e culturas (fruteiras e café) Plana ou quase plana 0-2 Plana a suavemente ondulada 0-3 Plana 0-1 Plana a suavemente ondulada 0-3 Plana 0 1 Plana 0 1 Zonas aluvionares e coluvionares, de baixas e de depressões (A, BC, G, R, RC, TNH) a areia a areia franca Franco a franco-argiloarenoso Franco a franco-argilolimoso Argilo-arenoso Franco-limoso a argiloso Franco-limoso a argiloso Areia franca Areia franca a francoargiloso Argilo-limoso a argiloso > > > > > > > > Boa a excessiva Boa Moderada a Boa a moderada Boa a moderada Imperfeita a Boa a moderada Ustifluvents Tropofluvents Ustifluvents Castanozem Fertilidade baixa, capacidade de retenção de água fraca, drenagem subótima, as vezes deficiência de Zn e Fe (ph alto) Fertilidade baixa, capacidade de retenção de água fraca, drenagem subótima, pedregosidade, as vezes deficiência de Zn e Fe (ph alto) Drenagem subótima, germinação desfavorável, as vezes fertilidade baixa, calagem necessário ou utlização de variedades adaptadas a toxicidade de Al Germinação desfavorável, pedregosidade, as vezes fertilidade baixa, calagem necessário ou utlização de variedades adaptadas a toxicidade de Al Risco de compacção, risco de deficiência de Zn e Fe (ph alto), por vezes fertilidade baixa Risco de compacção, deficiência de Zn e Fe (ph alto), drenagem inadequada, por vezes fertilidade baixa Risco de compacção, deficiência de Zn z Fe (ph alto), por vezes fertilidade baixa Variável ver acima (solos A) Boa Ustifluvents Drenagem subótima, fertilidade baixa, ph alto induzindo deficiências em Fe e Zn Boa Moderada a Imperfeita a Má fluvicálcicos Pedregosidade, drenagem subótima, fertilidade baixa, ph alto induzindo deficiências em Fe e Zn Germinação desfavorável, drenagem subótima, ph alto induzindo deficiências em Fe e Zn, as vezes fertilidade baixa húmido, drenagem subótima, ph alto induzindo deficiências em Fe e Zn húmido, drenagem necessário, ph alto induzindo deficiências em Fe e Zn Infiltração rápida demais, risco de compacção, fertilidade baixa, por vezes deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico Infiltração muito rápida, risco de compacção, fertilidade baixa, pedregosidade, por vezes quando anaeróbico Infiltração subótima, risco de compacção, as vezes fertilidade baixa Infiltração subótima, risco de compacção, pedregosidade, as vezes fertilidade baixa Estrutura do solo frágil, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico, por vezes fertilidade baixa Infiltração rápida demais, risco de compacção, fertilidade baixa, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) Pedregosidade, infiltração rápida demais, risco de compacção, fertilidade baixa, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) Infiltração subótima, risco de compacção, quando anaeróbico (ph alto), as vezes fertilidade baixa Estrutura do solo frágil, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico A2 Ver acima (solos Ac) Variável ver acima (solos Ac) A1 (um) Ver acima (solos Ac) Variável ver acima (solos Ac) Ate Solo de textura variável, castanho a Aluviões antigas Nos terraços fluviais e Floresta, pradaria, Quase plana a Variável > Boa a Tropofluvents Variável (ver Atl, Atm, Atp) acinzentado, muito profundo (espesso) em planaltos ao longo culturas (fruteiras) suavemente imperfeita Atd Solo de textura variável, castanho a dos rios ondulada < Risco de erosão quando declivoso Profundidade limitante acinzentado, delgado 1-3 Atdp Solo de textura variável, castanho a Risco de erosão quando declivo, pedregosidade Profundidade limitante, pedregosidade acinzentado, delgado e pedregoso Ath Solo de textura variável, acinzentado e > 180 Má Risco de erosão quando declivo, drenagem necessário Variável (ver Atl, Atm, Atp) muito manchado Atl Solo de textura ligeira, castanho a > Boa Capacidade de retenção de água fraca Infiltração subótima, textura inadequada, risco acinzentado, profundo de compacção Atm Atp AT Solo de textura média, alaranjado a avermelhado, muito profundo e mosqueado Solo de textura pesada, acinzentado a acastanhado, muito profundo e mosqueado Ver acima (solos At) Plana a quase plana 0-2 s a francoargiloso a argiloso > Boa a imperfeita Má Ver acima (solos At) Fertilidade baixa, as vezes calagem necessário ou utlização de variedades adaptadas a toxicidade de Al, pedregosidade húmido, toxicidade alumínica, drenagem necessário Fertilidade baixa, as vezes pedregosidade muito elevada toxicidade alumínica quando aeróbico

7 Símbolo Descrição Material de origem Elemento fisiográfico Atec Atdc Atdpc Atlc Atpc BCl BC2 BClp BCm BCp Solo calcário de textura variável, acinzentado e muito profundo Solo calcário de textura variável, acinzentado e delgado Solo calcário de textura variável, acinzentado, delgado e pedregoso Solo calcário de textura ligeira, acinzentado e muito profundo Solo calcário de textura pesada, acinzentado ou amarelado, muito profundo Solo de texutra ligeira acinzentado ou esverdeado, muito profundo Solo semelhante a BCl mas com melhores condições de drenagem Solo de texutra ligeira acinzentado ou esverdeado, muito profundo e pedregoso Solo de textura média acinzentado, alaranjado ou amarelado profundo Solo de textura pesada acinzentado a amarelado, mosqueado, muito profundo BCph Solo de textura pesada, preto ou esverdeado, hidromórfico e muito profundo BC1 ( um ) Semelhante aos solos BC não BClc Solo de textura ligeira, acinzentado, amarelado ou esverdeado, profundo BClpc BCmc BCpc BCphpc G R RC TNH TNHd Solo calcário de textura ligeira, acinzentado, amarelado ou esverdeado, profundo e pedregoso Solo calcário de tetura média, acinzentado ou amarelado, muito profundo Solo calcário de textura pesada, amarelado a acinzentado, muito profundo Aluviões antigas sobre Depósitos coluvionares Depósitos coluvionares Solo calcário de textura pesada, amarelado, acinzentado ou esverdeado, hidromórfico, muito profundo e pedregoso Solo gleizado (hidromórfico de textura Depósitos média a pesada, acinzentado, amarelado coluvionares e ou oliváceo, muito profundo e pedregoso aluvionares ou não Solo arenoso acastanhado ou amarelado de profundidade variável Solo calcário de textura ligeira a média, acastanhado ou amarelado, de profundidade variável Solo orgânico, preto, de profundidade variável Solo orgânico, preto, delgado Depósitos detríticos arenaceaos Vegetação Savana e pradaria, por vezes cactos Depressões e baixas Floresta, bosque, na base das encostas savana, pradaria e ou ao longo das linhas culturas (fruteiras, de água na Costa anuais, madeira) Norte Depressões e baixas planas Pradaria e culturas (fruteiras, hortas, madeira) Baixas planas e zonas Cactos e coqueiros de dunas Depósitos detríticos Zonas planas ao longo arenaceaos da costa norte Cactos ou sem vegetação Topográfia Declive Plana 0-1 Plana 0-1 Plana 0-1 Plana a suavemente ondulada 1-3 Plana 0-1 Calcário lacustre Depressões Floresta Plana 0-1 Textura do solo superficial / subsolo Variável Areia franca Franco arenoso Areia franca a franco arenoso a francoargiloso a francoargiloso Areia franca a francoarenoso Franco arenoso a francoargilo-arenoso a francoargilo-arenoso a francoargilo-arenoso Argilo-limoso a argiloso Argilo-limoso a argiloso a francoargiloso Franco a argiloso Franco a argiloso Arenoso Arenoso Arenoso a franco-arenoso Orgânico Profundidade (cm) ph do solo superficial / subsolo Matéria orgânica do solo superficial (%) Drenagem Classificação USDA (1990) FAO (1974) Limitações (teóricas) para agricultura de sequeiro Limitações (teóricas) para arroz irrigado > Variável Ustifluvents Variável (ver os solos Atlc, Atpc) fluvicálcicos < Variável (ver os solos Atlc, Atpc), profundidade limitante Variável (ver os solos Atlc, Atpc), profundidade limitante, pedregosidade > > > > > > sobre para G não calcário sobre para G calcário > > > 30 < Excessiva a boa Má Boa Boa a excessiva Boa Boa a moderada Imperfeito a Tropofluvents fluvicálcicos fluvicálcicos Fraca capacidade de retenção de água, drenagem subótima, fetilidade baixa, deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Drenagem necessária, fertilidade baixa, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Capacidade de retenção de água fraca, fertilidade baixa Pedregosidade, capacidade de retenção de água fraca, fertilidade baixa Fertilidade baixa, as vezes germinação desfavorável e/ou deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) húmido, drenagem subótima, as vezes lavoura manual difícil (solo vértico) Muito Tropaquents Gleissolos Agricultura de sequeiro inadaptada, risco de compacção quando lavrado no estado húmido Boa Boa a moderada Ver os solos BC não Ustifluvents Má fluvicálcicos Muito Tropaquents Gleissolos Deficiência de Zn e Fe possível (ph alto), as vezes germinação desfavorável e fraca capacidade de retenção dos catiões Pedregosidade, deficiência de Zn e Fe possível (ph alto), as vezes germinação desfavorável e fraca capacidade de retenção dos catiões Deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Drenagem necessária, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Agricultura de sequeiro inadaptada, risco de compacção quando lavrado no estado húmido deficiência de Zn e Fe commun (ph alto) Boa a excessiva Imperfeita a Ustipsamments Troposaprists Tropohemists Regossolos psamíticos êutricos Regossolos psamíticos Histossolos Agricultura de sequeiro inadaptada, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, as vezes deficiência de Zn e Fe commun e/ou pedregosidade limitante Capacidade de retenção de água muito fraca, fertilidade baixa Capacidade de retenção de água muito fraca, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Suporte físico inadequado, drenagem necessária, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe commun e/ou profundidade limitante Risco de compacção, infiltração muito rápida, fertilidade baixa, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) fertilidade baixa, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) Infiltração subótima, textura inadequada Pedregosidade, infiltração subótima, textura inadequada Infiltração subótima, risco de compacção, fertilidade baixa, as vezes deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) Risco de enrugamento do solo quando secar e formação possível de lama sem porosidade, deficiência de P possível Deficiência de Zn possível no caso de submerção prolongada Risco de compacção ou textura inadequada, quando anaeróbico (ph alto), as vezes fraca capacidade de armazenamento dos catiões Pedregosidade, risco de compacção ou textura inadequada, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes fraca capacidade de armazenamento dos catiões Risco de compacção, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) quando anaeróbico (ph alto) deficiência de Zn possível no caso de submerção prolongada Fertilidade baixa, formação possível de lama sem porosidade, as vezes deficiência de Zn possível no caso de submerção prolongada e/ou pedregosidade limitante Textura inadequada, infiltração rapida demais Pouco ou sem potencial por causa da natureza orgânica do solo

8 Símbolo Descrição Material de origem Elemento fisiográfico Vegetação Topográfia Declive Textura do solo superficial / subsolo Profundidade (cm) ph do solo superficial / subsolo Matéria orgânica do solo superficial (%) Drenagem Classificação USDA (1990) FAO (1974) Limitações (teóricas) para agricultura de sequeiro Limitações (teóricas) para arroz irrigado Zonas montanhosas com planaltos e encostas (CE, CQ, PF, CFD, CD, CN, TN) CE CEp CEd CEdp CQ PF PFp PFd PFdp CFD CFDp CFDdp CDdp amarelado, acinzentado ou castanho, moderadamente profundo amarelado, acinzentado ou castanho, moderadamente profundo e pedregoso amarelado, acinzentado ou castanho, delgado amarelado, acinzentado ou castanho, delgado e pedregoso Solo de textura média amarelado ou castanho, delgado e pedregoso amarelado a acastanhado, moderadamente profundo a muito profundo, manchado e pedregoso Solo de textura pesada, amarelado a acastanhado, delgado Solo de textura pesada, amarelado a acastanhado, delgado e pedregoso Grauvaques meteorizados Quartzitos argilosos meteorizados Calcários de Tutuala e amarelado a acastanhado, moderadamente de fato ( profundo a muito profundo, manchado dolomíticos, conglomerados e brechas) Solo de textura variável acastanhado a Calcários e grés amarelado pouco profundo associados a Solo de textura variável acastanhado a argilas castanhas e amarelado pouco profundo e pedregoso tufos volcânicos Solo de textura variável acastanhado a amarelado, delgado e pedregoso Solo de textura média castanho escuro, delgado e pedregoso Rochas volcânicas ácidas Encostas de colinas e Floresta secundária, relevos acentuados da mato dgradado e zona montanhosa culturas (café) Colinas e vertente na Costa Norte com muitos afloramentos rochosos Montanhas calcárias abruptas Montanhas Mato raquítico Floresta, bosque e savana Não indicada Bosque e savana, pastagens naturais, culturas (fruteiras e hortas) Colinoso Montanhoso > 30 Franco-limoso a argiloso Franco-limoso a argiloso Rocha-mãe Franco Variável Franco-argilo-arenoso Variável Tropopsamments Luvissolos Regossolos Acrissolos Boa Boa a moderada > Moderada a imperfeita Variável Variável Boa a moderada Ustipsamments Dystropepts Litossolos Litossolos Luvissolos Rendzinas Litossolos Regossolos Litossolos húmido, fertilidade baixa, as vezes calagem necessário para quase todas as culturas (solo muito ácido) e germinação desfavorável Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, as vezes calagem necessário para quase todas as culturas (solo muito ácido) e germinação desfavorável Risco de erosão muito elevado, afloramentos rochosos, fertilidade baixa, risco de compacção quando lavrado no estado húmido Risco de erosão muito elevado, pedregosidade, afloramentos rochosos, fertilidade baixa, risco de compacção quando lavrado no estado húmido Risco de erosão muito elevado, pedregosidade, afloramentos rochosos, profundidade limitante, fertilidade baixa Afloramentos rochosos, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, as vezes calagem necessário para culturas sensíveis a acidez do solo Afloramentos rochosos e pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, as vezes calagem necessário para culturas sensíveis a acidez do solo Risco de erosão muito elevado, profundidade do solo, fertilidade baixa Risco de erosão muito elevado, profundidade do solo, pedregosidade, fertilidade baixa Risco de erosão muito elevado, fertilidade baixa Risco de erosão muito elevado, profundidade do solo, fertilidade baixa Risco de erosão muito elevado, pedregosidade, profundidade do solo, fertilidade baixa Boa Haplumbrepts Rankers Risco de erosão, profundidade do solo, fertilidade baixa Topografia limitante, formação possível de lama sem porosidade, fertilidade baixa Topografia limitante, formação possível de lama sem porosidade, fertilidade baixa, pedregosidade Topografia limitante, pouco ou sem potencial por causa da profundidade limitada e/ou pedregosidade do solo e afloramentos rochosos Topografia limitante, afloramentos rochosos, possível de lama sem porosidade e/ou pedregosidade Topografia, profundidade do solo limitante, afloramentos rochosos, formação possível de lama sem porosidade e/ou pedregosidade, fertilidade baixa Topografia e profundidade do solo limitante, risco de compacção, fertilidade baixa CPdp CN CNp Solo de textura média castanho ou avermelhado, delgado e pedregoso Solo erodido de textura pesada, oliváceo a acinzentado as vezes manchado, muito profundo Solo erodido de textura pesada, preto, amarelado ou oliváceo as vezes manchado, muito profundo e pedregoso Depósitos argilosos não consolidados com muitos fragmentos rochosos de origens diversas Bacias de recepção e depressões entre relevos montanhosos Floresta Savana, pastagens degradados Plana a ondulado 0-8 Plana a fortemente ondulado 0-15 Franco-argiloso Rocha mãe > Boa Moderada a Imperfeita a Pelluderts Vertissolos vérticos Vertissolos, Luvissolos e vérticos Risco de erosão, profundidade do solo, calagem necessário para culturas sensíveis húmido, drenagem subótima, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Risco de erosão muito elevado, pedregosidade, drenagem necessária, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Topografia e profundidade do solo limitante, fertilidade baixa deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) pedregosidade, deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes topografia subótima CNd CNdp Solo erodido de textura média a pesada, preto, amarelado ou oliváceo as vezes manchado e delgado Solo erodido de textura pesada preto, amarelado ou oliváceo as vezes manchado, delgado e pedregoso Encostas e áreas intermédias de zonas montanhosas Franco-argilo-arenoso a argiloso e Luvissolos vérticos Vertissolos, Luvissolos e vérticos Risco de erosão muito elevado, drenagem necessária, germinação desfavorável, deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Pedregosidade, risco de erosão muito elevado, drenagem necessária, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes topografia subótima porosidade, deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes topografia subótima TN Solo de textura pesada, preto ou castanho acinzentado moderadamente profundo e pedregoso Cálcarios lacustres e rochas eruptivas básicas Planaltos Floresta, pradaria e culturas (hortas, fruteiras) Plana a suavemente ondulada Boa a Vertissolos Pedregosidade, drenagem necessária, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) porosidade, deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto)

9 Símbolo Descrição Material de origem Elemento fisiográfico Vegetação Topográfia Declive Textura do solo superficial / subsolo Profundidade (cm) ph do solo superficial / subsolo Matéria orgânica do solo superficial (%) Drenagem Classificação USDA (1990) FAO (1974) Limitações (teóricas) para agricultura de sequeiro Limitações (teóricas) para arroz irrigado Baixas e depressões de zonas montanhosas (PCX, AS, PCC) PCX PCXp PCXd PCXdp AS PCC PCCp PCCd PCCdp Solo de textura pesada acastanhado acinzentado, profundo Solo de textura pesada, amarelado a acinzentado, moderadamente profundo e pedregoso Solo de textura pesada, amarelado a acinzentado, delgado Solo de textura pesada, amarelado a acinzentado, delgado e pedregoso Solo salgado de textura média a pesada, amarelado a acinzentado, moderadamente profundo e manchado Calcários margosos dolomíticos Baixas nas montanhas Baixas e encostas nas montanhas Aluviões e coluviões Baixas e depressões salinas juntas a costa Solo de textura pesada, oliváceo ou Calcários compactos e acinzentado, moderadamente profundo a rochas argilosiliciosas muito profundo Solo de textura pesada, oliváceo ou acinzentado, modearadamente profundo a muito profundo e pedregoso Solo de textura pesada, oliváceo ou acinzentado, delgado Solo de textura pesada, oliváceo ou acinzentado, delgado e pedregoso Floresta, bosque e culturas (café, fruteiras, anuais) Castus ou sem vegetação Ondulado a colinoso 3-30 Plana 0-1 Baixas Pradaria Plana a suavemente ondulada 0-3 Franco a argiloso Franco-argilo-limoso a argiloso > Imperfeita a, as vezes muito Imperfeita a Chromusterts Vertissolos Gleissolos vérticos Vertissolos vérticos Luvissolos vérticos vérticos Muito Haplaquepts Solonchaks Solonetzs > Má Dystropepts Litossolos Drenagem necessária, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto), as vezes fertilidade baixa Pedregosidade, drenagem necessária, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Drenagem necessária, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Pedregosidade, drenagem necessária, lavoura manual difícil (solo vértico), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Salinidade & sodicidade, drenagem necessário (agricultura de sequeiro inadaptada), deficiência de Zn e Fe possível (ph alto) Drenagem necessária, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa Pedregosidade, drenagem necessária, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa Profundidade do solo, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa Profundidadedo solo, pedregosidade, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes fertilidade baixa porosidade, deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes fertilidade baixa deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes fertilidade baixa porosidade, deficiência de P possível, percolação excessiva da água quando seco, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes fertilidade baixa Salinidade e sodicidade, formação possível de lama sem porosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa porosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa Pouco ou sem potencial por causa da profundidade do solo Pouco ou sem potencial por causa da profundidade do solo e da pedregosidade Zonas colinosas e montanhosas (CX, PXG, PE, CLO, CEU, VX, PCR, CR, CZ, PA, PC, VCE, CMC, PG, VR, AR) CX CXd CXdp PXG PXGp PXGd PXGdp Sol o de textura média, amarelado, alaranjado ou acastanhado, muito profundo Sol o de textura média, amarelado, alaranjado ou acastanhado, delgado Sol o de textura média, amarelado, alaranjado ou acastanhado, delgado e pedregoso amarelado a acinzentado, profundo amarelado a acinzentado, profundo e pedregoso amarelado a acinzentado, delgado amarelado a acinzentado, delgado e pedregoso Xistos metamórficos Plateaus e encostas Floresta e culturas (café, hortas) Xistos argilosos e grés micacéos Montanhas e colinas Floresta e culturas (café, hortas) Suavemente a foretemente ondulada 1-15 a argiloso a argiloso Franco arenoso a argiloso a francoargiloso > > Boa a imperfeita, raramente Imperfeita a Humitropepts Haplustolls Luvissolos Acrissolos Calagem necessária para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa, as vezes drenagem necessária Pedregosidade, calagem necessária para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa, as vezes profundidade so solo e calagem necessária para qualquer cultura húmido, calagem necessária para culturas sensíves a acidez do solo, drenagem subótima ou as vezes necessária, fertilidade baixa, por vezes germinação desfavorável Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, calagem necessária para culturas sensíves a acidez do solo, drenagem subótima ou as vezes necessária, fertilidade baixa, por vezes germinação desfavorável Risco de erosão e compacção quando lavrado no estado húmido, calagem necessária para culturas sensíves a acidez do solo, drenagem subótima ou as vezes necessária, fertilidade baixa, por vezes germinação desfavorável Pedregosidade, risco de erosão e compacção quando lavrado no estado húmido, calagem necessária para culturas sensíves a acidez do solo, drenagem subótima ou as vezes necessária, fertilidade baixa, por vezes germinação desfavorável Risco de compacção, infiltração subótima, fertilidade baixa, as vezes toxicidade por Al nas camadas aeróbicas Pedregosidade, risco de compacção, infiltração subótima, fertilidade baixa, as vezes toxicidade por Al nas camadas aeróbicas e profundidade do solo Risco de compacção, fertilidade baixa, as vezes infiltração subótima e toxicidade Al nas camadas aeróbicas Pedregosidade, risco de compacção, fertilidade baixa, as vezes infiltração subótima e toxicidade Al nas camadas aeróbicas Por vezes profundidade do solo e topografia subótima Pedregosidade e por vezes profundidade do solo e topografia subótima

10 Símbolo Descrição Material de origem Elemento fisiográfico PE PEd PEdp CLO CLOp CLOd CLOdp CEU CEUp CEUd CEUdp VX VXp VXd VXdp PCR PCRp PCRd PCRdp Solo de textura média a pesada amarelado a avermelhado, profundo Solo de textura média amarelado a acastanhado, delgado Solo de textura média amarelado a acastanhado, delgado e pedregoso Solo de textura pesada, vermelho e muito profundo Solo de textura pesada, vermelho e muito profundo e pedregoso Solo de textura média a pesada amarelado a acastanhado, delgado Solo de textura média a pesada amarelado a acastanhado, delgado e pedregoso Solo de textura pesada amarelado a acinzentado ou oliváceo, muito profundo Solo de textura pesada amarelado a acinzentado ou oliváceo, muito profundo e e pedregoso Solo de textura média a pesada amarelado a acinzentado ou oliváceo, delgado Solo de textura média a pesada amarelado a acinzentado ou oliváceo, delgado e pedregoso vermelho, muito profundo vermelho, muito profundo e pedregoso vermelho, delgado vermelho, delgado e pedregoso acinzentado muito profundo acinzentado muito profundo e pedregoso acinzentado, delgado acinzentado, delgado e pedregoso Basalto, dolerito e tufo volcânico Xistos com inclusões de rochas ácidas (gnaisse, dioritos e básicas (gabbro, basalto, piroxenito Xistos e grés Xistos Planaltos Encostas de planaltos com afloramentos rochosos Planaltos Encostas de colinas e montanhas Planaltos Encostas de planaltos Plateaus e encostas associadas Calcários coralígenos Terraços e colinas Vegetação Floresta e bosque Floresta e cultura do café Floresta e bosque Floresta e cultura do café Savana e as vezes culturas (hortas e fruteiras) Topográfia Declive Plana a ondulada 0-8 Fortemente montanhosa >8 Plana a ondulada 0-8 Fortemente montanhosa >8 Plana a ondulada 0-8 Fortemente montanhosa >8 Textura do solo superficial / subsolo Franco-argilo-arenoso a argiloso a francoarenoso a francoargilo-arenoso Franco-argilo-arenoso a franco-argiloso a argiloso a argiloso a argiloso Franco-argilo-arenoso a argiloso Plana a onduladafranco-argiloso-arenoso a 0-8 argiloso Fortemente fortemente dissecada 8-45 Plana a ondulada 0-8 Fortemente fortemente ondulado 8-15 Franco-argilo-arenoso a argiloso Franco-limoso a argiloso Franco-limoso a argiloso Profundidade (cm) ph do solo superficial / subsolo Matéria orgânica do solo superficial (%) Drenagem Classificação USDA (1990) FAO (1974) > Boa Troporthents Luvissolos > Boa a imperfeita cm > cm Boa a excessiva Imperfeita a Haplustolls Haplustolls Lithossolos Luvissolos Regossolos Ferralsolos ródicos Litossolos Luvissolos > Boa Xerochrepts crómicos Acrissolos férricos e órticos Luvissolos crómicos e órticos > Boa a imperfeita Eutrocrepts crómicos Acrissolos férricos Litossolos Limitações (teóricas) para agricultura de sequeiro Fertilidade baixa, as vezes germinação desfavorável e calagem necessária Risco de erosão elevado, fertilidade baixa, as vezes germinação desfavorável e calagem necessária Pedregosidade, risco de erosão elevado, fertilidade baixa, as vezes germinação desfavorável e calagem necessária húmido, calagem necessária para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, calagem necessária para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Profundidade do solo, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, calagem necessária para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Pedregosidade, profundidade do solo, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, calagem necessária para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Drenagem subótima, fertilidade baixa, risco de compacção quando lavrado no estado húmido Pedregosidade, drenagem subótima, fertilidade baixa, risco de compacção quando lavrado no estado húmido Capacidade de retenção de água fraca, risco de erosão, fertilidade baixa, risco de compacção quando lavrado no estado húmido Pedregosidade, capacidade de retenção de água fraca, risco de erosão, fertilidade baixa, risco de compacção quando lavrado no estado húmido húmido, fertilidade baixa, calagem necessária para culturas sensíveis, as vezes risco de fixação do P Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, calagem necessária, as vezes risco de fixação do P Risco de erosão elevado, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, calagem necessária Risco de erosão, pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, calagem necessária húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) Risco de erosão, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes profundidade do solo Risco de erosão, pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes profundidade do solo Limitações (teóricas) para arroz irrigado Infiltração subótima, risco de compacção, fertilidade baixa Pouco ou sem potential por causa de afloramentos rochosos e as vezes topografia inadequada, profundidade do solo e pedregosidade fertilidade baixa porosidade, fertilidade baixa Topografia inadequada e profundidade do solo, formação possível de lama sem porosidade, fertilidade baixa Topografia inadequada, pedregosidade, profundidade do solo, formação possível de lama sem porosidade, fertilidade baixa fertilidade baixa porosidade, fertilidade baixa Topografia inadequada, formação possível de lama sem porosidade, fertilidade baixa Topografia inadequada, pedregosidade, formação possível de lama sem porosidade, fertilidade baixa toxicidade por Al nas camadas aeróbicas, fertilidade baixa, as vezes risco de compacção, as vezes fixação do P (deficiência possível) com toxicidade por Fe porosidade, toxicidade por Al nas camadas aeróbicas, fertilidade baixa, as vezes risco de compacção, as vezes risco de fixação do P (deficiência possível) Topografia inadequada, formação possível de lama sem porosidade, toxicidade por Al nas camadas aeróbicas, fertilidade baixa, as vezes risco de compacção e profundidade do solo Topografia inadequada, pedregosidade, formação possível de lama sem porosidade, toxicidade por Al nas camadas aeróbicas, fertilidade baixa, as vezes risco de compacção e profundidade do solo quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa porosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, as vezes profundidade do solo pedregosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, as vezes profundidade limitante e topografia subótima

11 Símbolo Descrição Material de origem Elemento fisiográfico CR CRd CZ CZd CZdp PA PC PCd PCdp VCe CMC CMCp CMCd CMCdp PG PGp PGd PGdp preto ou amarelado, pedregoso e muito profundo preto ou amarelado, pedregoso e delgado Solo erodido de textura pesada, acastanhado a alaranjado muito profundo Solo erodido de textura pesada, acastanhado a alaranjado e delgado Solo erodido de textura pesada, acastanhado a alaranjado, delgado e pedregoso Solo de textura pesada, amarelado a alaranjado, muito profundo Solo de textura média, amarelado, profundo Solo de textura média, amarelado, delgado Solo de textura média, amarelado, delgado e pedregoso Solo de textura pesada, vermelho delgado ou moderadamente profundo e pedegoso Solo de textura pesada, oliváceo ou amarelado, profundo Solo de textura pesada, oliváceo ou amarelado, profundo e pedregoso Solo de textura pesada, oliváceo ou amarelado, delgado Solo de textura pesada, oliváceo ou amarelado, delgado e pedregoso Solo de textura média, com cores variáveis e profundo Solo de textura média, com cores variáveis, profundo e pedregoso Solo de textura média, com cores variáveis e delgado Solo de textura média, com cores variáveis, delgado e pedregoso Arenitos e coralígenos Calcários e margas calcárias Argilas misturadas com coralígenos Cumes de colinas Encostas de colinas Cumes de colinas Encostas de colinas Vegetação Topográfia Declive Textura do solo superficial / subsolo Savana e pradaria Plana a ondulada 0-8 Savana e pradaria Fortemente colinosa 8-30 Plana a ondulada 0-8 Fortemente colinosa 8-30 Planaltos Savana e culturas Plana a suavemente ondulada 0-3 Calcários Encostas Não indicada Fortemente colinosa 8-30 Calcários rosados associados a rochas eruptivas Encostas de colinas Bosque e pradaria Fortemente colinosa 8-30 Margas e Encostas de colinas Savana e bosque Plana a colinosa 0-30 Grés micacéos Planaltos e encostas associadas Planaltos e encostas associadas Pradaria Plana a suavemente ondulada 0-3 Fortemente colinosa 8-30 Profundidade (cm) ph do solo superficial / subsolo Matéria orgânica do solo superficial (%) Drenagem Classificação USDA (1990) FAO (1974) Limitações (teóricas) para agricultura de sequeiro > Boa a imperfeita Calciustolls húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes lavoura muito difícil no estado seco (vérticos) cacários Vertissolos Regossolos Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes lavoura muito difícil no estado seco (vérticos) > Má a imperfeita Calciustolls cacários Vertissolos Risco de erosão e de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) Risco de erosão muito elevado, risco de compacção Regossolos quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) > Má Calciustolls cacários Regossolos 1 3 Boa Dystropepts Risco de erosão muito elevado, pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) húmido, fertilidade baixa, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) Franco > Risco de erosão, fertilidade baixa, germinação desfavorável, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) Risco de erosão elevado, profundidade limitante, Lithossolos deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) Risco de erosão elevado, profundidade limitante, pedregosidade, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto) Argilo-limoso a argiloso Franco-argiloso > > Boa Xerochrepts crómicos Luvissolos crómicos Imperfeita a Imperfeita a Calcustolls Eutrocrepts vérticos Regossolos Rendzinas húmido, fertilidade baixa, as vezes deficiência de Zn e Fe (ph alto) húmido, fertilidade baixa, drenagem sub-ótima, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes risco de erosão Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, drenagem sub-ótima, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes risco de erosão húmido, fertilidade baixa, drenagem sub-ótima, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes risco de erosão Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fertilidade baixa, drenagem sub-ótima, deficiência de Zn e Fe provável (ph alto), as vezes risco de erosão Risco de erosão elevado, drenagem subótima, calagem necessário para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Risco de erosão,elevado, pedregosidade, drenagem subótima, calagem necessário para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Risco de erosão muito elevado, calagem necessário para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Risco de erosão muito elevado, pedregosidade, calagem necessário para culturas sensíveis a acidez do solo, fertilidade baixa Limitações (teóricas) para arroz irrigado quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, as vezes risco de enrugamento do solo quando secar e deficiência de P possível porosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, as vezes risco de enrugamento do solo quando secar, deficiência de P possível, profundidade limitante quando anaeróbico (ph alto) quando anaeróbico (ph alto), as vezes profundidade limitante porosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), as vezes profundidade limitante quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa Fertilidade baixa, risco de compacção, topografia inadequada Pouco ou sem potencial por causa da profundidade limitante e topografia inadequada Pouco ou sem potencial por causa da profundidade limitante, topografia inadequada e pedregosidade fertilidade baixa, as vezes deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto) quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, as vezes topografia inadequada porosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, sem potencial com topografia inadequada quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, sem potencial com topografia inadequada porosidade, deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico (ph alto), fertilidade baixa, sem potencial com topografia inadequada Risco de compacção, fertilidade baixa Pedregosidade, risco de compacção, fertilidade baixa Pouco ou sem potencial por causa da topografia e profundidade do solo

12 Símbolo Descrição Material de origem Elemento fisiográfico VR VRp Solo acastanhado ou vermelho, de profundidade variável, as vezes com concreções Solo acastanhado ou vermelho, de profundidade variável, pedregoso e as vezes com concreções Calcários coralígenos e conglomerados Planaltos Vegetação Floresta ou savana Topográfia Declive Plana a ondulada 0-8 Textura do solo superficial / subsolo Profundidade (cm) ph do solo superficial / subsolo Matéria orgânica do solo superficial (%) Drenagem Classificação USDA (1990) FAO (1974) > Boa a imperfeita Humitropepts Luvissolos crómicos e férricos Ferralssolos ródicos Acrissolos férricos Limitações (teóricas) para agricultura de sequeiro húmido, fixação do P provável, fertilidade baixa, calagem necessário, risco de toxicidade por Al Pedregosidade, risco de compacção quando lavrado no estado húmido, fixação do P provável, fertilidade baixa, calagem necessário, risco de toxicidade por Al Limitações (teóricas) para arroz irrigado deficiência em P provável, toxicidade por Fe possível, fertilidade baixa porosidade, deficiência em P provável, toxicidade por Fe possível, fertilidade baixa VRd VRdp AR Solo acastanhado ou vermelho, de profundidade variável, delgado e as vezes com concreções Solo acastanhado ou vermelho, de profundidade variável, delgado, pedregoso e as vezes com concreções Ver acima (solos VR) Plana a fortemente ondulado 0-15 Rocha mãe ou argiloso < 50 Haplustalfs Tropudults Rendzinas Regossolos Lithossolos Risco de erosão e compacção quando lavrado no estado húmido, fixação do P provável, fertilidade baixa, calagem necessário, risco de toxicidade por Al Pedregosidade, risco de erosão e compacção quando lavrado no estado húmido, fixação do P provável, fertilidade baixa, calagem necessário, risco de toxicidade por Al Ver os solos VR Xerochrepts Ver os solos VR Pouco ou sem potencial por causa da profundidade limitante do solo, as vezes da pedregosidade e topografia subótima Complexos de solos Símbolo Estimação 70% 60% 55% 50% 40% 30% 20% 15% 10% Aptidão de terras (ver cada associação de solos individualemente) A3H G + Ap + Am + Alp G Ap, Am Alp ABH Am + Ap + Aph + BCp + BCm + BClp Am Ap, Aph BCp, BCm, BClp ACVR Apc + Amc +VR Apc Amc, VR ATA Am + Alp + Aph + Ath + At Am Alp, At, Ath Aph ATBA BC + At + Atd + Atdp BC At Atd, Atdp ATC Apc + Alc + Atpc + Atdc + Atec Apc Alc, Atpc Atdc, Atec ATPG At + PXG + PXGd + Atd + Atdp At, PXG PXGd Atd, Atdp ATVX At + PCX + PXG + Atd + Atdp + PCXd + PXGd At, VX Atd, Atdp, VXd, VXdp BA Am + BCm + Al + Alp + Ap + BCl + BClp + BCp Am, BCm Al, Alp, Ap, BCl, BClp, BCp BAC BCpc + BCmc + Apc + Amc + Alcp BCpc BCmc, Apc Amc, Alcp BACH Amc + Apch + Apc + BCmc + BCpc Amc, Apch Apc BCmc, BCpc BACP Apc + BCpc + PCC + Amc + Alcp + BCmc + PCCd Apc, BCpc, PCC Amc, Alp, BCmc, PCCd BACZ Apc + BCpc + CZ + Amc + Alcp + BCmc + CZd Apc, BCpc, CZ Amc, Alp, BCmc, CZd BCTC BCmc + BClcp + Atdc + Atc + BClc BCmc BClcp, Atp, Atd BClc CAT Atdp + Atd + Ate + Atdpc Atdp Atd, Ate, Atcdpc CECN CE+ CN + CNd + CEd CE CN CNd CEd CEPE CE + PE + CEd + CEp + PEd + PEp CE, PE CEd, CEp, PEd, PEp CLCF CLOp + CFDp + CFDd + CLO + CLOd CLOp, CFDp CLOd, CLO, CFDd, CFD CLCM CLOp + CMCp + CLOd + CMC + CMCd CLOp CLOd, CMCp CLO, CMCd, CMC CLPE CLOp + CLOd + PEp + PE + PEd + CLO CLOp CLOd, PEp CLO, PEd, PE CMCN CMC + CN + CMCd + CNd + CNp CMC, CN CMCd CNd, CNp CMCZ CMC + CZ + CMCd + CZd CMC, CZ CMCd, CZd CMPC CMC + PCC + CMCd + PCCd + PCCp CMC PCC CMCd, PCCd, PCCp CMPX CMC + PCX + PCXd + CMCd CMC PCX PCXd CMCd CMVR VR + CMC + CMCd + VRd CMC, VR CMCd VRd, VRp CNCD CN + CD + CNd + CDd CN CD CNd, CDd CNEU CN + CNp + CEUp + CEU + CEUd CN CNp, CEUp CNd, CEU, CEUd CNPE CN + PE + CNd + PEd CN PE CDd, PEd CNPG CN + PXG + CNd + PXGd CN, PXG CNd, PXGd CNVR CN + CNd + VRd + VR CN CNd, VRd VR CPL PA + VR + VRd + CZ PA VR CZ, VRd CPVR CN + PC + VR + CNd + VRd CN, PC VR CDd, VRd CXVX CX + VX + CXd + CXp + VXd + VXp CX, VX CXd, CXp, VXd, VXp CZCN CZ + CN + CZd + CNd CZ, CN CZd, CNd

13 Complexos de solos Símbolo Estimação 70% 60% 55% 50% 40% 30% 20% 15% 10% Aptidão de terras (ver cada associação de solos individualemente) PCCN PCC + CN + CNd + PCCp + PCCd PCC, CN CNd PCCd, PCCp PCCZ CZ + PCC + CZd + PCCd + PCCp PCC, CZ CZd PCCd, PCCp PCNM PCC + PCCd + PCCp + CN + CMC + CNd + CNp + CMCd + CMCp PCC PCCd, PCCp, CN, CNd, CNp, CMCd, CMCp PGCN CN + PG + CNd + CNp CN, PG CNd, CNp PGPX PXG + PCX + PXGd + PCXd + PCXp PXG PG, PCX PXGd, PCXd, PCXp PXAP PXG + Ap Ap, PXG PXCN CN + PCX + CNd + PCXd CN CDd, PCX PCXd PXEU PCX + CEU + PCXp + CEUp PCX, CEU PCXp, CEUp PXNR PCX + CN + VR + PCXd + CNd + VRd PCX CNd, VRd PCXd, CN, VR PXPC PCX + PCXp + PCCp + PCXd + PCC + PCCd PCX PCXp, PCCp PCXd, PCC, PCCd PXPE PXG + PE + PXGd + PEd + PEp PXG PXGd PEd, PEp PXPG PXG + PCX + PXGd + PXGp + PCXd + PCXp PXG PCX PXGd, PXGp, PCXd, PCXp PXVR PXG + VRd + VR PXG VRd VR TCCN Atc + CN + Atdc + Atdcp + CNd Atc, CN Atcd Atdpc, CDd TCCZ Atc + CZ + Atdc + Atdpc + CZd Atc, CZ Atdc Atdpc, CZd TCMC Atc + CMC + Atdc + Atdpc + CMCd Atc, CMC Atcd Atdpc, CMCd TCME Atc + CMC + PE + Atdc + Atdpc + CMCd + PEd Atc, CMC, PE Atdc, Atdpc, CMCd, PEd TCMR Atc + CMC + VR + Atdc + Atdpc + CMCd + VRd Atc, CMC, VR Atdc, Atdpc, CMCd, VRd TCPG Atc + PXG + Atdc + Atdpc + PXGd Atc, PXG Atdc Atdpc, PXGd TCPR Atc + Atdpc + PCRd + PCRdp + Atdc + PCR Atc, Atdpc, PCRd, PCRdp Atdc, PCR TCVR Atc + VRd + Atdpc + VR + CR + CRd Atc Atdpc, VRd CR, CRd, VR TVRZ Atc + VRd + CZ + Atdc + Atdpc + VR + CZd Atc, VRd, CZ Atdpc, Atdc, VR, CZd VCXU VX + CX + VXd CXd + CEU + CEUd + CEUp VX CX VXd, CXd,CEUd, CEUp, CEU VRCZ VR + CZ + CZd + VRd + VRp VR, CZ CZd VRd, VRp VRPC VR + VRd + PCC + PCCd VRd, VR, PCC PCCd VRPM VRd + PCC + CMC + CMCd + PCCd VRd PCC, CMC PCCd, CMCd VRPX VR + PCX + VRd + PCXd VR PCX VRd PCXd VXCN VX + CN + CNd + VXd + VXp VX, CN CNd VXd, VXp VXPG VX + PXG + VXd +VXp + PXGd + PXGp VX, PXG VXd, VXp, PXGd, PXGp

14 Método para determinar as características das associações de solos (fonte: Os Solos de Timor 1978): - Material de origem: como na publicação - Elemento fisiográfico: elementos mais frequentes - Vegetação: como na publicação - Topografia e declive: elementos e valores mais frequentes - Textura do solo superficial (0-20 cm): alcança todas as texturas - Textura do sub-solo (20-60 cm): alcança todas as texturas - Profundidade: valores mais frequentes - ph do solo superficial (0-20 cm): média ± uma deviação normal - ph do sub-solo (20-60 cm): média ± uma deviação normal - Matéria orgânica do solo superficial: média ± uma deviação normal - Drenagem: mais frequente - Classificação FAO: como na publicação ; USDA: fonte Ausaid Aptidão de terra: A apdidão de terra foi determinada para a agriculture de sequeiro e a rizicultura. Foi baseada no sistema FCC (Fertility Classification Capability, versão 3.5). Trata-se da aptidão teórica Foram testados todos os perfís da publicação Os solos de Timor e foi determinada a classificação FCC de cada perfil. Lista nos anexos 1 & 2. As limitações para cada associação de solos correspondem a aquelas ocorendo com frequência superior a 50%. Limitações da aptidão de terra para a agricultura de sequeiro: Agricultura de sequeiro inadaptada (índice FCC g ): caracteriza os solos quase sempre saturados de água, sendo utilizados para a agricultura de sequeiro intensivamente durante curtos periódos do ano, com variedades adaptadas para solos cheios de água ; a saturação prolongada do solo pode induzir deficiência en zinco para o arroz irrigado. Afloramentos rochosos: caracteriza solos com a presença de blocos rochosos que impedem a utilização de maquinas agícolas e reduzem o potencial de preparação do solo com tracção animal Calagem necessário (índice FCC h ): caracteriza os solos de ph >5 e <6 necessitando uma calagem para culturas sensíveis a acidez ou o cultivo de variedades adaptadas a acidez do solo. Capacidade de retenção de água baixa: caracteriza os solos arenosos ou franco arenosos (índices FCC S [sandy] ou SL [sandy over loamy] ou LS [loamy over sandy]) que armazenam pouca água. Deficiência de Zn e Fe (índice FCC b ): carateriza os solos com ph > 7.4 dentro de 60 cm de profundidade ; rocha fosfatada não deveria ser utilizada. Deficiência de Fe quando aeróbico e de Zn quando anaeróbico: para o arroz irrigado ; ver índice FCC b. Drenagem (índice FCC g ): caracteriza os solos moderadamente, imperfeitamente ou mal drenados, saturados de água durante períodos longos mas não impedindo de maneira significativa o crescimento das plantas. Fertilidade baixa (índice FCC k ): poucas reservas de minerais inclusivo os com potássio ; aplicações de potássio em pequenas quantidades necessárias conforme as analíses de solo ; para o arroz irrigado, a deficiência em potássio depende da presença do elemento na água de irrigação. Fixação de P (índice FCC i ): fosfóro pouco disponível, fixado pela argila ; efectuar uma fertilização com fosfato e depois aplicações anuais. Formação possível de lama sem porosidade: caracteriza os solo argilosos (com índice FCC C ou CC ) utilizados para a rizicultura e lavrados no estado húmido (ou molhado). Fraca capacidade de retenção dos catiões (índice FCC e ): caracteriza os solos que não podem armazenar grandes quantidades de catiões, necessitando a aplicação frequente e em quantidade pequenas de fertilizantes. Germinação desfavorável (índice FCC c ): caracteriza os solos com mais de 30% de limo na camada supeficial e formando crostas depois de chuvas. Infiltração rápida demais / subótima: caracteriza os solos com textura pouco adequada para a cultura do arroz irrigado, sendo arenosa ou franca (índices FCC S [sandy], SL [sandy over loamy], L [loamy] ou LS [loamy over sandy]). Lavoura manual difícil (índice FCC v ): caracteriza os solos com propriedades vérticas (e argila de tipo montmorillonite), sendo muito duro no estado seco. Pedregosidade:mais de 15% de pedras e cacalho > 2mm na superfície do solo. Percolação excessiva da água quando seco (índice FCC v ): caracteriza os solos com propriedades vérticas, absorvendo quantidades elevadas de água no princípio da cultura do arroz irrigado ; com deficiença possível de fósforo. Profundidade limitante:solos caracterizados pela presença de rocha dentro de 60 cm e/ou com índice FCC R.

15 Risco de compacção: caracteriza os solos argilosos (com índice FCC C ou CC ) cuja porosidade diminue drasticamente durante a lavoura do solo no estado húmido. Risco de erosão: presença de rocha dentro de 30 cm e/ou declive muito forte (> 8%) e/ou mudança textural abrupta dentro de 60 cm de arenosa para argilosa ou franca para argilosa (índices FCC SC [sandy over clayey] ou LC [loamy over clayey]) Salinidade & sodicidade: carateriza os solos com conductividade electrica superior a 4MMHO/cm e saturação por sodio superior a 15% dentro de 1m de profundidade ; esses teores elevados de sais solúveis e condições alcalinas necessitam lixiviação com sais de cálcio para evitar dispersão Suporte físico inadequado: caracteriza solos orgânicos que não podem suportar maquinas agrícolas (com índice FCC O ). Textura inadequada: ver infiltração rápida demais. Topografia limitante / inadequada / subótima: caracteriza os solos declivosos (por exemplo: >8% subótima, >15% limitante, >30% inadequada) para a cultura do arroz irrigado. Toxicidade alumínica (índice FCC a ): caracteriza os solos de ph <5 necessitando uma calagem de rectificação para quase todas as culturas.

16 Anexo 1: classificação FCC por unidade de mapeamento Símbolo Classificação Número de Símbolo Classificação Número de Símbolo Classificação Número de Símbolo Classificação Número de Acl LSbegk 37 BCcp Cb 460 CRdp Cbv 631 PEd Lk 428 Acm Lb 40 BCcp Cbg 329 CRdp Lbk 64 PEd LLk 625 Acm LLb 54 BCcp Cbg 331 CX LCak 296 PEdp LLk 413 Acm LLbgk 114 BCcp Cbg 626 CX LCg'hk 316 PEp LLhk 438 Acp Cbg 121 BCcphp Cbg' 632 CX Lg'k 318 PF Chk 641 Acp Cbg 347 BCcphp CCbg' 388 CXd Cak 237 PF Ck 621 Acp CCg 341 BCcphp Cg' 394 CXd LLghk 229 PF CRhk 642 Al Lbd 21 BCcphp Cg' 423 CXdp Lbgk 269 PF LCgk 327 Al Lg 221 BClp LSgk 498 CXdp Lhk 186 PG LCghk 603 Al Lgbk 206 BCm L 427 CXdp Lhk 187 PG LCghk 605 Al LLb 288 BCm Lgk 2054 CXdp LLgk 180 PXG Cghk 255 Al LSbgk 12 BCm LLg 629 CXdp LLhk 233 PXGd Cbgk 245 Al LSghk 396 BCm LLk 136 CXp CLak 230 PXGd Cbgk 346 Al LSgk 19 BCmp Lbk 38 CXp CLhk 158 PXGd Cghk 444 Alp LLgk 287 BCp CCgv 627 CXp LCbg'k 279 PXGd Chk 391 Am CC 93 BCp Cg 633 CXp LCg'hk 207 PXGd CLghk 297 Am Lbg 8 BCph Cbg' 634 CXp LChk 164 PXGd CLghk 604 Am LCh 400 BCphp Cg' 124 CXp Lhk 272 PXGd LChk 448 Am Lg 20 BCphp Cg' 390 CZ Ck 140 PXGd LLagk 247 Am Lg 35 CD LLk 624 CZdp Cbk 157 PXGdp LLk 299 Am Lgh 9 CD 6 G Cbg'k 634 PXGp Cgk 148 Am Lgk 227 CE Cak 99 G Cbg'k 2041 PXGp Lgk 51 Am LLgk 25 Ced LRk 623 G Cbg'k 2053 RC Lbk 464 Am LLgk 277 CEp Ck 639 G CCbg'k 61 RC LSbk 2023 Am LSk 193 CEUd Cbgk 443 G Cg'k 124 RC LSbk 2036 Ap Cbg 397 CEUd Chi 387 G Lbg'k 456 TN Cbgv 630 Ap Cbg 405 CEUd Ck 454 G LLbg'k 257 TN Cbgv 2052 Ap CCgk 301 CEUd LLgk 33 G Cbg'k 632 TN Cbgv 2058 Ap Lbg 11 CEUdp LLbgk 39 G Lbg'k 416 TN Cbg'v 2055 Ap Lhgk 417 CEUp Cbgk 442 G LCg'k 146 TN Cbv 613 App CCbg 132 CLO Chk 437 Gp Cbg'k 404 TN CCbgv 353 AR - - CLO Lh 333 Gp Cbg'k 426 TN Chv 616 AS Cbg'ns 2024 CLOd Cbk 635 Gp CCbg'k 293 TN CRbk 107 AS CLbgns 2035 CLOp Lk 335 Gp CCbg'k 388 TN CRk 610 Atclp LSbgk 127 CMC Cbgk 418 Gp CCg'k 423 TNH - - Atcp Cbgk 367 CMCdp Cbgk 374 Gp Cg'k 390 TNHd ORbgk 612 Atcp CLbgk 359 CMCdp CRbgk 307 Gp Cg'k 394 VCe Cbk 618 Atcp LCbgk 355 CMCp Cbgk 370 Gp Cg'k 410 VCe Ck 617 Atcpp Cbgk 118 CMCp Cbgv 402 Gp CLbg'k 470 VR Cak 156 Atl L 2056 CN Cbgv 105 PA CCbk 139 VR Cbgk 80 Atm Lca 103 CN Cbv 643 PA CCbk 145 VR Cbgv 66 Atm Llhgk 2047 CN Cgv 378 PCCp Cbgk 349 VR Cbik 109 Atmp Lek 26 CNd Cgv 640 PCd LCbk 622 VR Cbik 113 Atmp Lhk 24 CNd Lghk 337 PCR Lbgk 72 VR Chik 85 Atmp LRagk 439 CNdp Cbgv 380 PCRdp Cbk 110 VR Chik 602 Atp Cg 117 CNdp LCbgk 303 PCRp Cbgk 69 VR Chik 614 Atp Cg 2046 CNp Cbgv 50 PCX Cghv 381 VR Chk 163 Atp Cga 137 CNp Cbgv 317 PCX LLghk 494 VR Ck 63 Atp Cga 608 CNp Cbgv 323 PCXd CRbgv 619 VR Ck 144 Atp Cgh 149 CNp Cbgv 325 PCXdp Cbv 620 VR Ck 425 Atp Cgh 167 CNp Cbgv 356 PCXdp CCbgv 393 VR LChk 150 Atp LC 340 CNp Cbgv 362 PCXdp Cgv 375 VR? 135 Atp LCh 338 CNp Cbgv 376 PCXdp Chk 377 VRd CRbik 141 Atp LChgk 336 CNp Cgv 607 PCXp Cbgv 92 VRdp CRk 601 BCcl Lbeg' 2048 CNp Chv 153 PCXp Cbg'v 126 VRdp LRbk 135 BCcl SLb 484 CP LRhk 369 PCXp Cbg'v 128 VRp Ck 609 BCcm Lb 458 CPp LRak 371 PCXp Cbg'v 130 VX Cagk 200 BCcm Lb 466 CQ LRhk 606 PCXp LLak 373 VX CCai 179 BCcm Lb 496 CRd Cbk 637 PCXpp Cbgv 56 VX Cghk 199 BCcm LSb 468 CRd Lbg 345 PE Cak 94 VX Chk 192 BCcmhp Cbg' 456 CRdp Cbgv 636 PE LChk 432 VX CLhik 231

17 Símbolo Classificação Número de Símbolo Classificação Número de Símbolo Classificação Número de Símbolo Classificação Número de VX LCghk 1 VXd LLk 44 VXp CChk 258 VXp Lhk 324 VX LChk 168 VXdp CRhk 242 VXp Chk 4 VXp LLak 191 VX LChk 306 VXdp LLhk 178 VXp Chk 260 VXp LLak 290 VX Lk 271 VXdp LLhk 238 VXp CL 197 VXp LLhk 23 VX LLk 280 VXp Cagk 217 VXp CLghk 292 VXp LLhk 49 VXd Cagik 183 VXp Cak 216 VXp CLhk 234 VXp LLhk 172 VXd Cgh 201 VXp Cak 300 VXp LCk 278 VXp LLhk 256 VXd Chk 328 VXp CCaik 173 VXp Lhk 17 VXp LLk 32 VXd CLghk 189 VXp CCaik 209 VXp Lhk 212 VXp LLk 298 VXd LLhk 218 VXp CCak 510

18 Anexo 2: classificação FCC por Número de Classificação Símbolo Número de Classificação Símbolo Número de Classificação Símbolo Número de Classificação Símbolo 1 VX LCghk 139 PA CCbk 278 VXp LCk 393 PCXdp CCbgv 4 VXp Chk 140 CZ Ck 279 CXp LCbg'k 394 BCcphp Cg' 6 CD? 141 VRd CRbik 280 VX LLk 394 Gp Cg'k 8 Am Lbg 144 VR Ck 287 Alp LLgk 396 Al LSghk 9 Am Lgh 145 PA CCbk 288 Al LLb 397 Ap Cbg 11 Ap Lbg 146 G LCg'k 290 VXp LLak 400 Am LCh 12 Al LSbgk 148 PXGp Cgk 292 VXp CLghk 402 CMCp Cbgv 17 VXp Lhk 149 Atp Cgh 293 Gp CCbg'k 404 Gp Cbg'k 19 Al LSgk 150 VR LChk 296 CX LCak 405 Ap Cbg 20 Am Lg 153 CNp Chv 297 PXGd CLghk 410 Gp Cg'k 21 Al Lbd 156 VR Cak 298 VXp LLk 413 PEdp LLk 23 VXp LLhk 157 CZdp Cbk 299 PXGdp LLk 416 G Lbg'k 24 Atmp Lhk 158 CXp CLhk 300 VXp Cak 417 Ap Lhgk 25 Am LLgk 163 VR Chk 301 Ap CCgk 418 CMC Cbgk 26 Atmp Lek 164 CXp LChk 303 CNdp LCbgk 423 Gp CCg'k 32 VXp LLk 167 Atp Cgh 306 VX LChk 423 BCcphp Cg' 33 CEUd LLgk 168 VX LChk 307 CMCdp CRbgk 425 VR Ck 35 Am Lg 172 VXp LLhk 316 CX LCg'hk 426 Gp Cbg'k 37 Acl LSbegk 173 VXp CCaik 317 CNp Cbgv 427 BCm L 38 BCmp Lbk 178 VXdp LLhk 318 CX Lg'k 428 PEd Lk 39 CEUdp LLbgk 179 VX CCai 323 CNp Cbgv 432 PE LChk 40 Acm Lb 180 CXdp LLgk 324 VXp Lhk 437 CLO Chk 44 VXd LLk 183 VXd Cagik 325 CNp Cbgv 438 PEp LLhk 49 VXp LLhk 186 CXdp Lhk 327 PF LCgk 439 Atmp LRagk 50 CNp Cbgv 187 CXdp Lhk 328 VXd Chk 442 CEUp Cbgk 51 PXGp Lgk 189 VXd CLghk 329 BCcp Cbg 443 CEUd Cbgk 54 Acm LLb 191 VXp LLak 331 BCcp Cbg 444 PXGd Cghk 56 PCXpp Cbgv 192 VX Chk 333 CLO Lh 448 PXGd LChk 61 G CCbg'k 193 Am LSk 335 CLOp Lk 454 CEUd Ck 63 VR Ck 197 VXp CL 336 Atp LChgk 456 BCcmhp Cbg' 64 CRdp Lbk 199 VX Cghk 337 CNd Lghk 456 G Lbg'k 66 VR Cbgv 200 VX Cagk 338 Atp LCh 458 BCcm Lb 69 PCRp Cbgk 201 VXd Cgh 340 Atp LC 460 BCcp Cb 72 PCR Lbgk 206 Al Lgbk 341 Acp CCg 464 RC Lbk 80 VR Cbgk 207 CXp LCg'hk 345 CRd Lbg 466 BCcm Lb 85 VR Chik 209 VXp CCaik 346 PXGd Cbgk 468 BCcm LSb 92 PCXp Cbgv 212 VXp Lhk 347 Acp Cbg 470 Gp CLbg'k 93 Am CC 216 VXp Cak 349 PCCp Cbgk 484 BCcl SLb 94 PE Cak 217 VXp Cagk 353 TN CCbgv 494 PCX LLghk 99 CE Cak 218 VXd LLhk 355 Atcp LCbgk 496 BCcm Lb 103 Atm Lca 221 Al Lg 356 CNp Cbgv 498 BClp LSgk 105 CN Cbgv 227 Am Lgk 359 Atcp CLbgk 510 VXp CCak 107 TN CRbk 229 CXd LLghk 362 CNp Cbgv 601 VRdp CRk 109 VR Cbik 230 CXp CLak 367 Atcp Cbgk 602 VR Chik 110 PCRdp Cbk 231 VX CLhik 369 CP LRhk 603 PG LCghk 113 VR Cbik 233 CXdp LLhk 370 CMCp Cbgk 604 PXGd CLghk 114 Acm LLbgk 234 VXp CLhk 371 CPp LRak 605 PG LCghk 117 Atp Cg 237 CXd Cak 373 PCXp LLak 606 CQ LRhk 118 Atcpp Cbgk 238 VXdp LLhk 374 CMCdp Cbgk 607 CNp Cgv 121 Acp Cbg 242 VXdp CRhk 375 PCXdp Cgv 608 Atp Cga 124 BCphp Cg' 245 PXGd Cbgk 376 CNp Cbgv 609 VRp Ck 124 G Cg'k 247 PXGd LLagk 377 PCXdp Chk 610 TN CRk 126 PCXp Cbg'v 255 PXG Cghk 378 CN Cgv 612 TNHd ORbgk 127 Atclp LSbgk 256 VXp LLhk 380 CNdp Cbgv 613 TN Cbv 128 PCXp Cbg'v 257 G LLbg'k 381 PCX Cghv 614 VR Chik 130 PCXp Cbg'v 258 VXp CChk 387 CEUd Chi 616 TN Chv 132 App CCbg 260 VXp Chk 388 BCcphp CCbg' 617 VCe Ck 135 VRdp LRbk 269 CXdp Lbgk 388 Gp CCbg'k 618 VCe Cbk 135 VR? 271 VX Lk 390 BCphp Cg' 619 PCXd CRbgv 136 BCm LLk 272 CXp Lhk 390 Gp Cg'k 620 PCXdp Cbv 137 Atp Cga 277 Am LLgk 391 PXGd Chk 621 PF Ck

19 Número de Classificação Símbolo Número de Classificação Símbolo Número de Classificação Símbolo Número de Classificação Símbolo 622 PCd LCbk 632 BCcphp Cbg' 640 CNd Cgv 2046 Atp Cg 623 Ced LRk 632 G Cbg'k 641 PF Chk 2047 Atm Llhgk 624 CD LLk 633 BCp Cg 642 PF CRhk 2048 BCcl Lbeg' 625 PEd LLk 634 BCph Cbg' 643 CN Cbv 2052 TN Cbgv 626 BCcp Cbg 634 G Cbg'k 2023 RC LSbk 2053 G Cbg'k 627 BCp CCgv 635 CLOd Cbk 2024 AS Cbg'ns 2054 BCm Lgk 629 BCm LLg 636 CRdp Cbgv 2035 AS CLbgns 2055 TN Cbg'v 630 TN Cbgv 637 CRd Cbk 2036 RC LSbk 2056 Atl L 631 CRdp Cbv 639 CEp Ck 2041 G Cbg'k 2058 TN Cbgv

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste Documento:TA076 III Plano de fomento Programa de execução para 1973 Author: Presidência do Conselho

Leia mais

Perfil representativo de ARGISSOLO VERMELHO Distrófico típico. Descrição geral

Perfil representativo de ARGISSOLO VERMELHO Distrófico típico. Descrição geral Perfis representativos das unidades taxonômicas de solos, com sua classificação taxonômica (Sistema Brasileiro de Classificação de Solos), descrições morfológicas internas e externas e dados das análises

Leia mais

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste Documento:TA074 III PLANO DE FOMENTO PROGRAMA DE EXECUÇÃO PARA 1971 Author: PRESIDÊNCIA DO CONSELHO

Leia mais

Mª Regina Menino Mª Amélia Castelo-Branco J. Casimiro Martins

Mª Regina Menino Mª Amélia Castelo-Branco J. Casimiro Martins Mª Regina Menino Mª Amélia Castelo-Branco J. Casimiro Martins ? O QUE É O SOLO? É um meio natural, limitado, que tem origem na desagregação do material originário ou rocha-mãe, através de um processo designado

Leia mais

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br

Pedologia. Professor: Cláudio Custódio. www.espacogeografia.com.br Pedologia Professor: Cláudio Custódio Conceitos: Mineração: solo é um detrito que deve ser separado dos minerais explorados. Ecologia: é um sistema vivo composto por partículas minerais e orgânicas que

Leia mais

https://www.youtube.com/watch?v=ejyyhuxkn8y

https://www.youtube.com/watch?v=ejyyhuxkn8y https://www.youtube.com/watch?v=ejyyhuxkn8y Definição é a camada superficial da crosta terrestre formada por quatro elementos principais: a, o, a e os. Possui importância fundamental para variadas atividades

Leia mais

UMA ANÁLISE DAS CLASSIFICAÇÕES DE SOLO UTILIZADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Marcelo Ricardo de Lima

UMA ANÁLISE DAS CLASSIFICAÇÕES DE SOLO UTILIZADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL. Marcelo Ricardo de Lima Uma análise das classificações de solo utilizadas no ensino fundamental Projeto Solo na Escola - UFPR 1 UMA ANÁLISE DAS CLASSIFICAÇÕES DE SOLO UTILIZADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL Marcelo Ricardo de Lima Professor

Leia mais

AULA 12: O SOLO E O SEU MANEJO

AULA 12: O SOLO E O SEU MANEJO AULA 12: O SOLO E O SEU MANEJO NESTA AULA SERÁ ABORDADO Importância do planejamento Planejamento do sistema orgânico Capacidade de uso dos solos Como fazer o manejo e a conservação dos solos uma propriedade.

Leia mais

Os solos corr espondem ao manto de alter ação das rochas por processos de intemper ismo.

Os solos corr espondem ao manto de alter ação das rochas por processos de intemper ismo. Os solos corr espondem ao manto de alter ação das rochas por processos de intemper ismo. Quanto a or igem os solos podem ser: ELUVIAIS Originado da alter ação da r ocha matriz situada abaixo dele. ALUVIAIS

Leia mais

I Revisão do. Caracterização biofísica. Leiria

I Revisão do. Caracterização biofísica. Leiria I Revisão do Plano Director Municipal de Caracterização biofísica Leiria Volume II 2004 1. ECOZONAS Ao percorrer o concelho de Leiria de Norte para Sul e de Este para Oeste a paisagem varia. Uma imagem

Leia mais

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA

3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3 ASPECTOS GERAIS DA ÁREA ESTUDADA 3.1. Localização O aproveitamento Hidrelétrico de Itumbiara, com potência instalada de 2080 MW, situa-se no rio Paranaíba, na divisa dos estados de Minas Gerais e Goiás,

Leia mais

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas:

Quanto à sua origem, podemos considerar três tipos básicos de rochas: O que são rochas? Usamos rochas para tantos fins em nosso dia-a-dia sem nos preocupar com sua origem que esses materiais parecem ter sempre existido na natureza para atender as necessidades da humanidade.

Leia mais

Formas de representação:

Formas de representação: 1 Formas de representação: Curvas de Nível Perfil Topográfico Carta Hipsométrica Maquete de Relevo 2 CURVAS DE NÍVEL São isolinhas de altitude, ou seja linhas que representam todos os pontos de igual altitude

Leia mais

UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS II CULTURA DO CAFEEIRO CLIMA E SOLOS. Profª Fernanda Basso

UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS II CULTURA DO CAFEEIRO CLIMA E SOLOS. Profª Fernanda Basso UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS II CULTURA DO CAFEEIRO CLIMA E SOLOS Profª Fernanda Basso FATORES CLIMÁTICOS IMPORTANTES Temperatura Precipitação Luminosidade Crescimento e

Leia mais

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste Documento:TA085 Relatório da Execução do II Plano de Fomento- 1959-1964 Author: Secreatariado do Conselho

Leia mais

PLURAL/OLIVEIRA DAS NEVES/BIODESIGN ANEXOS. Revisão do PDM de Vagos

PLURAL/OLIVEIRA DAS NEVES/BIODESIGN ANEXOS. Revisão do PDM de Vagos ANEXOS Revisão do PDM de Vagos ANEXO I CARACTERIZAÇÃO LITOLÓGICA, GEOTÉCNICA E PEDOLÓGICA (Plano Director Municipal de Vagos..., Gabinete de Apoio Técnico de Aveiro) Revisão do PDM de Vagos CARACTERIZAÇÃO

Leia mais

2.2 Preparação do solo Margarida Arrobas e Ermelinda Pereira

2.2 Preparação do solo Margarida Arrobas e Ermelinda Pereira 2.2 Preparação do solo Margarida Arrobas e Ermelinda Pereira O solo é o local onde se desenvolve a vegetação. É um sistema complexo de material sólido, acompanhado de um espaço poroso onde circula água

Leia mais

CARTOGRAFIA E IMAGEM ASTER APLICADOS NO MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE CATU, BA.

CARTOGRAFIA E IMAGEM ASTER APLICADOS NO MAPEAMENTO GEOMORFOLÓGICO DO MUNICÍPIO DE CATU, BA. CARTOGRAFIA E IMAGEM ASTER APLICADOS NO MAPEAMENTO Avelino, E. 1 ; 1 IFBAIANO, CAMPUS CATU Email:ed.avelino@hotmail.com; RESUMO: Esta pesquisa tem o objetivo de mapear as unidades geomorfológicas do município

Leia mais

ESTUDO DE EROSÃO DOS SOLOS NA ÁREA DO MÉDIO ALTO CURSO DO RIO GRANDE, REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

ESTUDO DE EROSÃO DOS SOLOS NA ÁREA DO MÉDIO ALTO CURSO DO RIO GRANDE, REGIÃO SERRANA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO ESTUDO DE EROSÃO DOS SOLOS NA ÁREA DO MÉDIO ALTO CURSO DO Calderano Filho, B. 1 ; Carvalho Júnior, W. 2 ; Calderano, S.B. 3 ; Guerra, A.J.T. 4 ; Polivanov, H. 5 ; 1 EMBRAPA_CNPS Email:bccalder@gmail.com;

Leia mais

Reconhecer as diferenças

Reconhecer as diferenças A U A UL LA Reconhecer as diferenças Nesta aula, vamos aprender que os solos são o resultado mais imediato da integração dos processos físicos e biológicos na superfície da Terra. A formação e o desenvolvimento

Leia mais

3. Região do Bolsão FIGURA 14. Região de Planejamento do Estado de Mato Grosso do Sul - Bolsão

3. Região do Bolsão FIGURA 14. Região de Planejamento do Estado de Mato Grosso do Sul - Bolsão 3. Região do Bolsão FIGURA 14. Região de Planejamento do Estado de Mato Grosso do Sul - Bolsão R egião localizada à NE do Estado, com características muito próprias, devido à sua estreita ligação e proximidade

Leia mais

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO

MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO UNIPAC Faculdade Presidente Antônio Carlos GRANDES CULTURAS I MANEJO E CONSERVAÇÃO DO SOLO ADUBAÇÃO Profª Fernanda Basso Manejo e Conservação do Solo Sistema de manejo conjunto de operações que contribuem

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Arroz e Feijão. Documentos 258

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária. Embrapa Arroz e Feijão. Documentos 258 ISSN 1678-9644 Dezembro, 2010 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Arroz e Feijão Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Documentos 258 Descrição Morfológica de Perfis de Solos

Leia mais

PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA DAS RIBEIRAS DO ALGARVE

PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA DAS RIBEIRAS DO ALGARVE MINISTÉRIO DO AMBIENTE PLANO DE BACIA HIDROGRÁFICA DAS RIBEIRAS DO ALGARVE 1ª Fase Análise e Diagnóstico da Situação de Referência Anexo 1 Análise Biofísica Parte II Solos Abril de 1999 Fase 1. Anexo 1.

Leia mais

Curso de Engenharia Ambiental - FAJ Manejo de Solos - Aula Prática Descrição de trincheiras

Curso de Engenharia Ambiental - FAJ Manejo de Solos - Aula Prática Descrição de trincheiras Curso de Engenharia Ambiental - FAJ Manejo de Solos - Aula Prática Descrição de trincheiras 1. Objetivo: Reconhecer, em campo, as feições morfológicas e físicas do solo, como suporte ao entendimento de

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA

CLASSIFICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOLA 3 CASSIICAÇÃO DA APTIDÃO AGRÍCOA O enquadramento das terras em classes de aptidão resulta da interação de suas condições agrícolas, do nível de manejo considerado e das exigências dos diversos tipos de

Leia mais

Proc. IPHAN nº 01450.007673/2011-16 - Portaria IPHAN nº 15, de 05 de maio de 2011

Proc. IPHAN nº 01450.007673/2011-16 - Portaria IPHAN nº 15, de 05 de maio de 2011 PROJETO ARQUEOLOGIA PREVENTIVA NAS ÁREAS DE INTERVENÇÃO DA UHE SANTO ANTONIO DO JARI, AP/PA Proc. IPHAN nº 01450.007673/2011-16 - Portaria IPHAN nº 15, de 05 de maio de 2011 LAUDO: 02/2011 SERVIÇO EXECUTADO:

Leia mais

Rafael Galvan Barbosa Ferraz 1 Carla Maria Maciel Salgado 1 Reginaldo Brito da Costa 1

Rafael Galvan Barbosa Ferraz 1 Carla Maria Maciel Salgado 1 Reginaldo Brito da Costa 1 Análise de Uso do Solo e Topografia do Município de Dois Irmãos de Buriti para elaboração de uma proposta de criação de Área de Proteção Ambiental (APA) Rafael Galvan Barbosa Ferraz 1 Carla Maria Maciel

Leia mais

APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA

APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA APÊNDICE H-DIAGNÓSTICO FÍSICO- CONSERVACIONISTA O DFC tem por objetivo determinar o estado de deterioração ou de conservação de uma região. É levado a efeito, correlacionando-se uma série de parâmetros

Leia mais

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MANEJO ECOLÓGICO DE SOLOS

CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MANEJO ECOLÓGICO DE SOLOS CURSO DE CAPACITAÇÃO EM MANEJO ECOLÓGICO DE SOLOS Paulo Sérgio Rabello de Oliveira Docente no Centro de Ciências Agrárias Marechal Cândido Rondon/PR Tópicos Capacidade de uso das terras Conceitos básicos

Leia mais

QUI 116 Química do Meio Ambiente. Aula 1 Litosfera Parte 2

QUI 116 Química do Meio Ambiente. Aula 1 Litosfera Parte 2 Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) Instituto de Ciências Exatas Depto. de Química QUI 116 Química do Meio Ambiente Aula 1 Litosfera Parte 2 Prof. Julio C. J. Silva Juiz de For a, 2010 Solo O solo

Leia mais

A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS

A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS Paulo Klinger Tito Jacomine Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, Pernambuco. RESUMO A NOVA CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE SOLOS A nova Classificação Brasileira

Leia mais

CAPÍTULO 4 TIPOLOGIA DE SOLOS

CAPÍTULO 4 TIPOLOGIA DE SOLOS CAPÍTULO 4 TIPOLOGIA DE SOLOS Valdenira Ferreira dos Santos Antônio Tebaldi Tardin 4.1 INTRODUÇÃO Este trabalho faz parte do Projeto Zoneamento Ecológico- Econômico do Setor Costeiro Estuarino do Estado

Leia mais

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO

REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE TIMOR-LESTE GABINETE DO PRIMEIRO-MINISTRO ALOKUSAUN SUA EXCELÊNCIA PRIMEIRO-MINISTRO KAY RALA XANANA GUSMÃO NIAN IHA OKASIAUN BA TOMADA DE POSSE FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS FOUN 01 Jullu

Leia mais

Professora Dra. da Universidade Estadual de Maringá (UEM), campus regional de Umuarama; e-mail: vanilde@yahoo.com

Professora Dra. da Universidade Estadual de Maringá (UEM), campus regional de Umuarama; e-mail: vanilde@yahoo.com ISBN 978-85-61091-05-7 V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 IMPORTÂNCIA DA CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS NO SISTEMA BRASILEIRO E QUANTO A CAPACIDADE DE USO

Leia mais

Aula 6 QUÍMICA DE SOLOS. Carlos Alexandre Borges Garcia Elisangela de Andrade Passos

Aula 6 QUÍMICA DE SOLOS. Carlos Alexandre Borges Garcia Elisangela de Andrade Passos Aula 6 QUÍMICA DE SOLOS META Apresentar os solos e sua composição; Apresentar as funções e classificações dos solos; Apresentar a amostragem de solos; Apresentar equipamentos comuns para coleta de solos;

Leia mais

Os solos de Cabo Verde. Seu enquadramento no sistema de referência mundial de solos

Os solos de Cabo Verde. Seu enquadramento no sistema de referência mundial de solos Os solos de Cabo Verde. Seu enquadramento no sistema de referência mundial de solos Soils of Cape Vert and their classification according to the world reference soil base Manuel Madeira 1 e Rui P. Ricardo

Leia mais

A Geologia no litoral do Alentejo

A Geologia no litoral do Alentejo A Geologia no litoral do Alentejo Manuel Francisco Pereira (Prof. Auxiliar da Universidade de Évora) Carlos Ribeiro (Prof. Auxiliar da Universidade de Évora) Cristina Gama (Prof.ª Auxiliar da Universidade

Leia mais

Husi almamater ida, ho neon ida, hamutuk nu udar roman ba Timór-Leste

Husi almamater ida, ho neon ida, hamutuk nu udar roman ba Timór-Leste ALUMNI Husi almamater ida, ho neon ida, hamutuk nu udar roman ba Timór-Leste Departamento de Estudantes, Alumni e Empregabilidade I. Perfíl Alumni Universidade Nacional Timor Lorosa e (UNTL) nu udar Universidade

Leia mais

PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ

PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ PRINCIPAIS SOLOS DO LITORAL DO PARANÁ Prof. Dr. Marcelo R. de Lima (UFPR-Curitiba) mrlima@ufpr.br Prof. M.Sc. Jaime B. dos Santos Junior (UFPA-Altamira) jaime@ufpa.br Os solos são formados pela interação

Leia mais

OS SOLOS E A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NAS MICROBACIAS PANTANINHO E DIVISA EM IRAÍ DE MINAS (MG)

OS SOLOS E A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NAS MICROBACIAS PANTANINHO E DIVISA EM IRAÍ DE MINAS (MG) OS SOLOS E A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL NAS MICROBACIAS PANTANINHO E DIVISA EM IRAÍ DE MINAS (MG) Samuel do Carmo Lima Mauro das Graças Mendonça Key words: Solos, Cerrado, Sustentabilidade Ambiental 1

Leia mais

Palavras-chave: Sub bacia, Caracterização Ambiental, Sustentabilidade.

Palavras-chave: Sub bacia, Caracterização Ambiental, Sustentabilidade. CARACTERIZACÃO AMBIENTAL DA SUB-BACIA HIDROGRÁFICA DO CÓRREGO DO SANGUE, JAURU - MT, VISANDO O LEVANTAMENTO DE RECONHECIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS Aldo Max Custódio (1) ; Ms. Juberto Babilônia de

Leia mais

MAPEAMENTO DE CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL, RS, BRASIL CLASSIFICATION MAPPING SOIL FOR THE CITY OF SÃO GABRIEL, RS, BRAZIL

MAPEAMENTO DE CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL, RS, BRASIL CLASSIFICATION MAPPING SOIL FOR THE CITY OF SÃO GABRIEL, RS, BRAZIL Eixo Temático: Inovação e Sustentabilidade MAPEAMENTO DE CLASSIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O MUNICÍPIO DE SÃO GABRIEL, RS, BRASIL CLASSIFICATION MAPPING SOIL FOR THE CITY OF SÃO GABRIEL, RS, BRAZIL Tharso José

Leia mais

SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM

SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM ANÁLISE DA FERTILIDADE NATURAL (K + ; Ca +2 ; Mg +2 ; Al +3 ) DO SOLO NA FAIXA DE INFLUÊNCIA DO RIO MADEIRA, PORTO VELHO-RO A HUMAITÁ-AM Tatiane Rodrigues Lima 1 Dorisvalder Dias Nunes 2 Ângelo Mansur

Leia mais

AVALIAÇÃO DO USO DA TERRA NO PROJETO DE ASSENTAMENTO CHE GUEVARA, MIMOSO DO SUL, ESPÍRITO SANTO

AVALIAÇÃO DO USO DA TERRA NO PROJETO DE ASSENTAMENTO CHE GUEVARA, MIMOSO DO SUL, ESPÍRITO SANTO AVALIAÇÃO DO USO DA TERRA NO PROJETO DE ASSENTAMENTO CHE GUEVARA, MIMOSO DO SUL, ESPÍRITO SANTO Natália Aragão de Figueredo 1, Paulo Henrique Dias Barbosa 2, Thiago Dannemann Vargas 3, João Luiz Lani 4

Leia mais

SISTEMAS DE CULTIVO. Eliminação de plantas não desejáveis, diminuindo a concorrência com a cultura implantada.

SISTEMAS DE CULTIVO. Eliminação de plantas não desejáveis, diminuindo a concorrência com a cultura implantada. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPT. FITOTECNIA E FITOSSANITARISMO DISCIPLINA AGRICULTURA GERAL (AF001) PROFS. OSWALDO TERUYO IDO E RICARDO AUGUSTO DE OLIVEIRA MONITORA ANA SELENA

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS CENTRO DE CIÊNCIAS DO AMBIENTE PPG - CASA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS CENTRO DE CIÊNCIAS DO AMBIENTE PPG - CASA UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS CENTRO DE CIÊNCIAS DO AMBIENTE PPG - CASA SENSORIAMENTO REMOTO E SIG NA ANÁLISE AMBIENTAL DA MICROBACIA DO RIO PURAQUEQUARA MANAUS, AM BRASIL Antonio da Mata Pequeno Filho

Leia mais

Capítulo 10 ELEMENTOS SOBRE SOLOS

Capítulo 10 ELEMENTOS SOBRE SOLOS 1 - Conceitos: Capítulo 10 ELEMENTOS SOBRE SOLOS O solo deve ser considerado sob o aspecto de ente natural e, como tal é tratado pelas ciências que estudam a natureza, como a geologia, a pedologia e a

Leia mais

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS

GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS GEOGRAFIA - 1 o ANO MÓDULO 25 O PANTANAL, A MATA DE ARAUCÁRIAS E AS PRADARIAS Como pode cair no enem? (FUVEST) Estas fotos retratam alguns dos tipos de formação vegetal nativa encontrados no território

Leia mais

Paraná Campus Francisco Beltrão (PR), email: fercecchet@hotmail.com. Campus Francisco Beltrão (PR), email: marciareg_calegari@hotmail.

Paraná Campus Francisco Beltrão (PR), email: fercecchet@hotmail.com. Campus Francisco Beltrão (PR), email: marciareg_calegari@hotmail. ANÁLISES ISOTÓPICAS E CARACTERIZAÇÃO FÍSICO-QUÍMICA DE UM NITOSSOLO VERMELHO DISTROFÉRRICO TÍPICO COM HORIZONTE A HÚMICO NO MUNICÍPIO DE CAMPO ERÊ (SC). Fernanda Aparecida Cecchet 1 Marcia Regina Calegari

Leia mais

CURSO: PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: CLASSIF. MAPEAMENTO DE SOLOS

CURSO: PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: CLASSIF. MAPEAMENTO DE SOLOS CURSO: PÓS GRADUAÇÃO EM AGRONOMIA DISCIPLINA: CLASSIF. MAPEAMENTO DE SOLOS PROF. RENATA SANTOS MOMOLI Eng. Agrônoma Dra. em Solos e Nutrição de Plantas PRINCÍPIOS BÁSICOS 1. Classificação Técnica: diferenciações

Leia mais

Rio Doce Piscicultura

Rio Doce Piscicultura Rio Doce Piscicultura (19) 3633 2044 / (19) 3633 8587 / (19) 9 9512 2879 / (19) 9 8961-8180 contatos@riodocepiscicultura.com.br contatos@riodocepeixes.com.br CALAGEM, ADUBAÇÃO E DESINFECÇÃO DE VIVEIROS

Leia mais

As características gerais dos tipos de relevo de ocorrência na região do PNSB e Zona de Amortecimento são apresentadas na Tabela A.42, a seguir.

As características gerais dos tipos de relevo de ocorrência na região do PNSB e Zona de Amortecimento são apresentadas na Tabela A.42, a seguir. ANEXO 5.3 - CARACTERIZAÇÃO DO RELEVO DAS ÁREAS DO PNSB E ZONA DE AMORTECIMENTO A copartientação geoorfológica regional na qual insere-se os tipos de relevo das áreas do PNSB e Zona de Aorteciento é apresentada

Leia mais

O SOLO NO MEIO AMBIENTE

O SOLO NO MEIO AMBIENTE Mini Curso O Solo e o Meio Ambiente Prof. Dr. Marcelo Ricardo de Lima IX EPEA 1 O SOLO NO MEIO AMBIENTE Marcelo Ricardo de Lima Professor Doutor do Departamento de Solos e Engenharia Agrícola, Universidade

Leia mais

Pólo Agro-Industrial de Capanda

Pólo Agro-Industrial de Capanda Pólo Agro-Industrial de Capanda Capítulo 5 OS RECURSOS NATURAIS ESTRATÉGICOS PARA O USO PRODUTIVO ÍNDICE 5. TERRITÓRIO E RECURSOS NATURAIS DO PAC... 445 5.1. ANTECEDENTES... 445 5.2. ASPECTOS METODOLÓGICOS...

Leia mais

Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos. Características Gerais da Fertilidade dos Solos Arenosos no Brasil

Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos. Características Gerais da Fertilidade dos Solos Arenosos no Brasil jose.ronaldo@embrapa.br www.embrapa.br/cnps Simpósio Brasileiro de Solos Arenosos Características Gerais da Fertilidade dos Solos Arenosos no Brasil Presidente Prudente 2014 José Ronaldo de Macedo Embrapa

Leia mais

Prof. José Roberto e Raphaella. 6 anos.

Prof. José Roberto e Raphaella. 6 anos. Prof. José Roberto e Raphaella. 6 anos. Solo É a camada mais estreita e superficial da crosta terrestre, a qual chamamos habitualmente de Terra. Essa parte da crosta terrestre esta relacionada à manutenção

Leia mais

Mapa Pedológico Digital - SIG Atualizado do Distrito Federal Escala 1:100.000 e uma Síntese do Texto Explicativo

Mapa Pedológico Digital - SIG Atualizado do Distrito Federal Escala 1:100.000 e uma Síntese do Texto Explicativo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN 1517-5111 Junho, 2004 120 Mapa Pedológico Digital - SIG Atualizado do Distrito Federal Escala 1:100.000 e uma Síntese do Texto Explicativo ISSN

Leia mais

PRINCIPAIS SOLOS DA DEPRESSÃO CENTRAL E CAMPANHA DO RIO GRANDE DO SUL

PRINCIPAIS SOLOS DA DEPRESSÃO CENTRAL E CAMPANHA DO RIO GRANDE DO SUL Universidade Federal de Santa Maria Centro de Ciências Rurais Departamento de Solos PRINCIPAIS SOLOS DA DEPRESSÃO CENTRAL E CAMPANHA DO RIO GRANDE DO SUL GUIA DE EXCURSÃO Dalvan José Reinert José Miguel

Leia mais

REVISÃO DO PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DE NISA

REVISÃO DO PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DE NISA REVISÃO DO PLANO DIRECTOR MUNICIPAL DE NISA NOTA EXPLICATIVA DA PROPOSTA DE RAN BRUTA PARA O MUNICÍPIO DE NISA MAIO 2015 Índice 1. Nota explicativa sobre a definição da RAN... 1 1.1 Legislação de enquadramento...

Leia mais

3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas

3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas 3º BIMESTRE 2ª Avaliação Área de Ciências Humanas Aula 148 Revisão e avaliação de Humanas 2 Tipos de vegetação Vegetação é caracterizada como o conjunto de plantas de uma determinada região. Em razão da

Leia mais

ÁGUA NO SOLO. Geografia das Águas Continentais. Profª Rosângela Leal

ÁGUA NO SOLO. Geografia das Águas Continentais. Profª Rosângela Leal ÁGUA NO SOLO Geografia das Águas Continentais Profª Rosângela Leal A ÁGUA E O SOLO Os solos são constituídos de elementos figurados, água e ar. Os elementos figurados são contituídos partículas minerais

Leia mais

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste. Variability of Rainfall in East Timor

East Timor Agriculture Network and Virtual Library Rede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste. Variability of Rainfall in East Timor East Timor Agriculture Network and Virtual Library ede agrícola e biblioteca virtual de Timor Leste Documento:TA044 VAIABILIDADE DAS CHUVAS EM TIMO Author: Manuel Alberto Lopes da costa Alves Date: 1973

Leia mais

HIDROGEOLOGIA AVANÇADA. PARTE II Aula 03. üíferos. Os Aqüí. Prof. Milton Matta

HIDROGEOLOGIA AVANÇADA. PARTE II Aula 03. üíferos. Os Aqüí. Prof. Milton Matta HIDROGEOLOGIA AVANÇADA PARTE II Aula 03 Os Aqüí üíferos Prof. Milton Matta Aquïfero aqui + FERO = (H2O) (SUPORTE) AQUÍFERO Aquífero é uma formação geológica, formada por rochas permeáveis seja pela porosidade

Leia mais

AULA 1 EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA PARTE 2. Profᵃ. Drᵃ. Carolina Riviera Duarte Maluche Barettta carolmaluche@unochapeco.edu.br

AULA 1 EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA PARTE 2. Profᵃ. Drᵃ. Carolina Riviera Duarte Maluche Barettta carolmaluche@unochapeco.edu.br AULA 1 EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA PARTE 2 Profᵃ. Drᵃ. Carolina Riviera Duarte Maluche Barettta carolmaluche@unochapeco.edu.br EROSÃO HÍDRICA E EÓLICA EROSÃO HÍDRICA FATOR TOPOGRAFIA O relevo do solo exerce

Leia mais

Projeto Lagoas Costeiras

Projeto Lagoas Costeiras Projeto Lagoas Costeiras Curso de formação para multiplicadores Módulos 1 e 2: Ecologia da Restinga Águas Subterrâneas Formação da Água Subterrânea: Ciclo de água Ciclo de água e volumes distribuídos nas

Leia mais

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas

Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Fertilização em Viveiros para Produção de Mudas Produção de Mudas - No sistema de raiz nua Produção de mudas de Pinus no sul do BR - No interior de recipientes - Sacos plásticos - Tubetes Fertilização

Leia mais

7. Região Leste FIGURA 22. Região de Planejamento do Estado de Mato Grosso do Sul - Leste

7. Região Leste FIGURA 22. Região de Planejamento do Estado de Mato Grosso do Sul - Leste 7. Região Leste FIGURA 22. Região de Planejamento do Estado de Mato Grosso do Sul - Leste T odos os municípios desta região possuem em comum o fato de estarem inseridos na Região Hidrográfica do Paraná,

Leia mais

Sistemas de manejo do solo

Sistemas de manejo do solo Sistemas de manejo do solo Introdução Uso e preparo do solo O arado. Evolução dos conhecimentos de uso e manejo do solo. O Ecossistema tropical Temperatura elevada e solos muito imteperizados 1 Sistemas

Leia mais

XIII - O CICLO DA ÁGUA

XIII - O CICLO DA ÁGUA XIII - O CICLO DA ÁGUA A ocorrência da água: ÁGUA = H 2 O = ao elemento mais abundante na superfície do planeta; é o melhor solvente disponível na natureza; atua no intemperismo químico, físico e na erosão

Leia mais

Fatores de formação do solo

Fatores de formação do solo Fatores de formação do solo Fatores de formação do solo Clima Organismos Relevo Solo Tempo Material de Origem Fatores de formação do solo: clima Temperatura, precipitação e deficiência e excedente hídrico

Leia mais

PLANTIO DIRETO. Definição JFMELO / AGRUFBA 1

PLANTIO DIRETO. Definição JFMELO / AGRUFBA 1 Definição JFMELO / AGRUFBA 1 INFLUÊNCIAS NO SOLO Matéria orgânica Estabilidade dos agregados e infiltração JFMELO / AGRUFBA 2 INFLUÊNCIAS NO SOLO Temperatura do solo JFMELO / AGRUFBA 3 INFLUÊNCIAS NO SOLO

Leia mais

SOLOS E DISPONIBILIDADE QUALIDADE DA ÁGUA

SOLOS E DISPONIBILIDADE QUALIDADE DA ÁGUA SITUAÇÃO HÍDRICA NO BRASIL DIMENSÕES CLIMA E SOLO SOLOS E DISPONIBILIDADE QUALIDADE DA ÁGUA Paulo César do Nascimento Departamento de Solos Agronomia Univ. Federal Rio Grande do Sul Junho - 2015 1 O QUE

Leia mais

Conservação da Pedra

Conservação da Pedra Conservação da Pedra Ana Paula Ferreira Pinto anapinto@civil.ist.utl.pt Caracterização das rochas A degradação da pedra As acções de conservação no património arquitectónico Tratamento da pedra Caracterização

Leia mais

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899

Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Professor: Anderson Carlos Fone: 81 8786 6899 Estrutura geológica é a base do território. Corresponde à sua composição rochosa. Já o relevo é a forma apresentada pelo território ao nossos olhos: montanhas

Leia mais

5. CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO

5. CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 5. CARACTERIZAÇÃO AMBIENTAL DA UNIDADE DE CONSERVAÇÃO 5.1 Caracterização dos Fatores Abióticos 5.1.1 Clima Este item trata dos aspectos climáticos da região em que se situa o Parque Estadual das Araucárias,

Leia mais

ALTERAÇÃO DAS ROCHAS

ALTERAÇÃO DAS ROCHAS ALTERAÇÃO DAS ROCHAS Existem formações rochosas que, com o decorrer dos tempos, vão adquirindo formas invulgares, mais pare cendo estranhas esculturas. OS AGENTES EROSIVOS As rochas, embora sejam bastante

Leia mais

RISCO DE EROSÃO. Projecto n.º 2004/EQUAL/A2/EE/161 1

RISCO DE EROSÃO. Projecto n.º 2004/EQUAL/A2/EE/161 1 RISCO DE EROSÃO Portugal é um dos países europeus mais susceptíveis aos processos de desertificação física dos solos. Cerca de 68% dos solos nacionais estão ameaçados pela erosão e 30% encontram-se em

Leia mais

O GEOPROCESSAMENTO APLICADO A AGRICULTURA: IDENTIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DE COCO IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE RODELAS - BAHIA

O GEOPROCESSAMENTO APLICADO A AGRICULTURA: IDENTIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DE COCO IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE RODELAS - BAHIA O GEOPROCESSAMENTO APLICADO A AGRICULTURA: IDENTIFICAÇÃO DOS SOLOS PARA O CULTIVO DE COCO IRRIGADO NO MUNICÍPIO DE RODELAS - BAHIA Roneíse de Jesus Lima¹, Diêgo Pereira Costa², Raphaela Santana Melo Araujo³,

Leia mais

Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura. de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães

Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura. de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura Júlio César C de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães Sumário 1. História do café no Brasil 2. Conceitos e legislação

Leia mais

HIDROLOGIA BÁSICA Capítulo 7 - Infiltração 7. INFILTRAÇÃO

HIDROLOGIA BÁSICA Capítulo 7 - Infiltração 7. INFILTRAÇÃO 7. INFILTRAÇÃO 7 - INFILTRAÇÃO 7.1 - Conceituação Geral Uma gota de chuva pode ser interceptada pela vegetação ou cair diretamente sobre o solo. A quantidade de água interceptada somente pode ser avaliada

Leia mais

Componentes Minerais Minerais s primários: Minerais s se s cu c ndários: Fraçã ç o argila:

Componentes Minerais Minerais s primários: Minerais s se s cu c ndários: Fraçã ç o argila: Universidade Estadual Paulista Campus de e Dracena Curso Zootecnia Disciplina: Solos Composição do Solo Prof. Dr. Reges Heinrichs 2010 Introdução O Solo é composto por três fases: Sólido (matéria orgânica

Leia mais

Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil

Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil Regularização Hídrica em Aluviões- Estudo de Caso no Semi-árido do Nordeste do Brasil Abelardo A. Montenegro Universidade Federal Rural de Pernambuco, Brasil E-mail: Monte@hotlink.com.br Suzana M. Montenegro

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO

DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO DISTRIBUIÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO APÓS 15 ANOS DA ADOÇÃO DE SISTEMAS DE MANEJO Resumo Jefferson B. Venâncio 1, Josiléia Acordi Zanatta 2, Júlio Cesar Salton 2 Os sistemas de manejo de solo podem influenciar

Leia mais

AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS

AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS IX SIMPÓSIO NACIONAL CERRADO BRASÍLIA 12 A 17 DE OUTUBRO DE 2008 AGRICULTURA DE PRECISÃO EM SISTEMAS AGRÍCOLAS ANTÔNIO MARCOS COELHO OBJETIVOS : INTRODUÇÃO - CONCEITOS E DEFFINIÇÕES: PRECISÃO NA AGRICULTURA

Leia mais

Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão. UFMT- Cuiabá 2010

Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão. UFMT- Cuiabá 2010 Composição e Morfologia de Solos Prof. Fernando Ximenes T. Salomão UFMT- Cuiabá 2010 1 Solo: Composição do solo Minerais Matéria Orgânica ar Água 2 Distribuição volumétrica dos constituintes de dois solos

Leia mais

Daniela de Azeredo França Delano Menecucci Ibanez Nelson Jesus Ferreira

Daniela de Azeredo França Delano Menecucci Ibanez Nelson Jesus Ferreira Detecção de mudanças e elaboração de cartas de unidades de paisagem e de uso do solo a partir de imagens TM-LANDSAT: o exemplo de São José dos Campos - SP Daniela de Azeredo França Delano Menecucci Ibanez

Leia mais

Manutenção de Campo / FERTILIZAÇÃO Daniel Tapia. Realização: Federação Paulista de Golfe

Manutenção de Campo / FERTILIZAÇÃO Daniel Tapia. Realização: Federação Paulista de Golfe Manutenção de Campo / FERTILIZAÇÃO Daniel Tapia Realização: Federação Paulista de Golfe Manutenção de Campo / FERTILIDADE A planta absorve os nutrientes pelas raízes e pelas folhas. A absorção pelas raízes

Leia mais

Areias e Ambientes Sedimentares

Areias e Ambientes Sedimentares Areias e Ambientes Sedimentares As areias são formadas a partir de rochas. São constituídas por detritos desagregados de tamanhos compreendidos entre 0,063 e 2 milímetros. Areias: Ambiente fluvial As areias

Leia mais

FCHA DE TRABALHO /TRABALHO DE CAMPO / TRABALHO EXPERIMENTAL Aluno: Ano: Turma:

FCHA DE TRABALHO /TRABALHO DE CAMPO / TRABALHO EXPERIMENTAL Aluno: Ano: Turma: FCHA DE TRABALHO /TRABALHO DE CAMPO / TRABALHO EXPERIMENTAL Aluno: Ano: Turma: O quê Objetivos Onde Analisa o solo da tua região Como se formam e são constituídos os solos Compreender como se formam os

Leia mais

ANEXO: PROSPECÇÃO GEOTÉCNICA

ANEXO: PROSPECÇÃO GEOTÉCNICA ANEXO: PROSPECÇÃO GEOTÉCNICA Geestrada, Lda Via Oriental do concelho de Cascais Troço RECONHECIMENTO GEOLÓGICO-GEOTÉCNICO R.P0.0.0 VOC Troço ÍNDICE pág. I INTRODUÇÃO II TRABALHOS REALIZADOS.. III ENQUADRAMENTO

Leia mais

BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO

BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO BIOENGENHARIA DE SOLOS ENGENHARIA NATURAL AULA 2 PROPRIEDADES FÍSICAS E MECÂNICAS DO SOLO IGOR PINHEIRO DA ROCHA ENGENHEIRO FLORESTAL, M.Sc. AS FASES DO SOLO Fase sólida (Matriz do solo) Material mineral

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CORRESPONDENTES À ÁREA DA CARTA TOPOGRÁFICA N.º 509 DE FERREIRA DO ALENTEJO

CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CORRESPONDENTES À ÁREA DA CARTA TOPOGRÁFICA N.º 509 DE FERREIRA DO ALENTEJO CARACTERIZAÇÃO HIDROQUÍMICA DAS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS CORRESPONDENTES À ÁREA DA CARTA TOPOGRÁFICA N.º 509 DE FERREIRA DO ALENTEJO Francisco MIRA (1) ; António CHAMBEL (2) ; Jorge DUQUE (3) RESUMO Este trabalho

Leia mais

SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11)

SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11) SISTEMA AQUÍFERO: ELVAS-CAMPO MAIOR (A11) Figura A11.1 Enquadramento litoestratigráfico do sistema aquífero Sistema Aquífero: Elvas-Campo Maior (A11) 117 Identificação Unidade Hidrogeológica: Maciço Antigo

Leia mais

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DA BACIA HIDROGRÁFICA E DO PERCURSO DO RIO PINHÃO RESUMO

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DA BACIA HIDROGRÁFICA E DO PERCURSO DO RIO PINHÃO RESUMO ALGUMAS CARACTERÍSTICAS MORFOLÓGICAS DA BACIA HIDROGRÁFICA E DO PERCURSO DO RIO PINHÃO Ana Maria ALENCOÃO 1 ; Martim R. PORTUGAL FERREIRA 2 RESUMO Na região de Trás-os-Montes e Alto Douro (NE de Portugal)

Leia mais

3. AMOSTRAGEM DO SOLO

3. AMOSTRAGEM DO SOLO 3. AMOSTRAGEM DO SOLO Reinaldo Bertola Cantarutti 1 Victor Hugo Alvarez V. 2 Antônio Carlos Ribeiro 3 3.1. Introdução A amostragem do solo é a primeira e principal etapa de um programa de avaliação da

Leia mais

ANÁLISE AMBIENTAL DE UMA BACIA HIDROGRÁFICA NO MUNICÍPIO DE VERÍSSIMO - MG: ELABORAÇÃO DO MAPA DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO

ANÁLISE AMBIENTAL DE UMA BACIA HIDROGRÁFICA NO MUNICÍPIO DE VERÍSSIMO - MG: ELABORAÇÃO DO MAPA DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO ANÁLISE AMBIENTAL DE UMA BACIA HIDROGRÁFICA NO MUNICÍPIO DE VERÍSSIMO - MG: ELABORAÇÃO DO MAPA DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO Kedson Palhares Gonçalves - kedsonp_gonçalves@hotmail.com Instituto Federal do Triângulo

Leia mais

Aptidão Agrícola das Terras da Bacia do Alto Curso do Rio Descoberto, DF/GO, escala de 1:100.000. ISSN 1676-918X Dezembro, 2003

Aptidão Agrícola das Terras da Bacia do Alto Curso do Rio Descoberto, DF/GO, escala de 1:100.000. ISSN 1676-918X Dezembro, 2003 Aptidão Agrícola das Terras da Bacia do Alto Curso do Rio Descoberto, DF/GO, escala de 1:100.000 115 ISSN 1676-918X Dezembro, 2003 ISSN 1676-918X Dezembro, 2003 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária

Leia mais

MATADALAN BA ANTEPROJECTO DO REGIME ESPECIAL PARA A DEFINIÇÃO DA TITULARIDADE DE BENS IMÓVEIS (LEI DE TERRAS) VERSAO PARA KONSULTA PUBLICA

MATADALAN BA ANTEPROJECTO DO REGIME ESPECIAL PARA A DEFINIÇÃO DA TITULARIDADE DE BENS IMÓVEIS (LEI DE TERRAS) VERSAO PARA KONSULTA PUBLICA MATADALAN BAANTEPROJECTODOREGIMEESPECIALPARA ADEFINIÇÃODATITULARIDADEDEBENSIMÓVEIS (LEIDETERRAS) VERSAOPARAKONSULTAPUBLICA DOKUMENTUNE ELA OSOFISIAL 12DEJuñode2009/Idane esuratparareferênsiade it/la OSDOKUMENTOOFISIÁL

Leia mais

ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL)

ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL) ANÁLISE GEOGRÁFICA DAS ÁREAS DE RISCO EM MANAUS (AMAZONAS, BRASIL) Karla Regina Mendes Cassiano Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia karlamendes@inpa.gov.br Reinaldo Corrêa Costa Instituto Nacional

Leia mais