Revista The Club Megazine - 12/2002

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2 Revista The Club Megazine - 12/2002 A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Copyright The Club 2002

3 EDITORIAL Editorial THE CLUB Rua Acre, Avaré - SP - CEP Informações: (0xx14) Suporte: (0xx14) Fax: (0xx14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Dúvidas Correspondência ou fax com dúvidas devem ser enviados ao - THE CLUB, indicando "Suporte". Opinião Se você quer dar a sua opinião sobre o clube em geral, mande a sua correspondência para a seção "Tire sua dúvida". Enquanto isso, aproveite a revista desde mês, onde temos vários artigos interessantes! Iniciamos uma série sobre UML, uma linguagem de modelagem estruturada que esta se tornando um padrâo mundial na metodologia da Engenharia de Software. Temos também, um ótimo artigo sobre WebServices, pois hoje, não dá para falar em internet sem falar em WebServices... Na série DataSnap, é demonstrado de forma bastante simples o temido Master/Detail, provando não ser tão difícil assim! E finalizando, temos dois artigos sobre banco de dados, um sobre Oracle e outro demonstrando a facilidade na utilização dos Domains no Firebird. Aproveite! Feliz Natal e próspero ano novo! Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da Revista The Club são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Copyright The Club 2002 Impressão e acabamento: Impressos Gril - Gril Gráfica e Repr. Ind. Ltda. Tel.: (0xx14) Fax: (0xx14) Rua São Paulo, Cep Taquarituba - SP Tiragem: exemplares Diretor - Presidente Celso Jefferson M. Paganelli Diretor Técnico Mauro Sant Anna Colaboradores Marcelo Nogueira, Alexandre Magno, Anderson H. Rodrigues, Emerson Facunte, Mario C. Bohm Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. Celso Jefferson Paganelli Presidente - The Club Editorial News UML - Linguagem de Modelagem Unificada WebServices Criando um Banco de Dados (instance) no Oracle 9i (2) DataSnap - O Cliente COM+ - Master/Detail - Parte IIV Tudo Sobre Domínios Perguntas & Respostas MeGAZINE 3

4 NEWS Sistemas Multicamadas com Delphi - dbexpress e DataSnap Rodrigues, Anderson Haertel ISBN: Editora: Visual Books Aprender sobre o Desenvolvimento de Sistemas utilizando a tecnologia multicamadas é uma tarefa possível, basta um pouco de esforço e perseverança e, é claro, um bom livro para seguir. Este livro se propõe a ir além de apenas mostrar como construir os cadastros e explicar como são usados os componentes. Isso, com certeza, você aprende no Help da ferramenta Delphi. Esta publicação explica o conceito e tenta quebrar o paradigma do leitor que está acostumado com a tecnologia Client/Server. São explicados todos os protocolos que o DataSnap suporta na versão 7.0 do Delphi, mas, enfatiza o seu desenvolvimento no protocolo COM+. Veremos, também, os conceitos envolvidos no uso das ferramentas de acesso a Banco de Dados que acompanham o Delphi 6.0/7.0 (dbexpress) e a explicação em detalhes do uso dos componentes ClientDataSet e DataSetProvider, além dos seus conceitos. Conheça esses componentes e os benefícios que os mesmos oferecem e aplique-os em seus projetos. O livro inicia mostrando o que é uma aplicação Cliente/ Servidor, o que é uma aplicação 3 Camadas e quais as vantagens das Aplicações 03 Camadas em relação as Aplicações Cliente/Servidor. Também aborta o que é e quando usar as palavras/ tecnologias que vimos no dia a dia: COM, OLE, DCOM, MTS, COM+, ActiveX, MSTDC, Sockets, CORBA, ORB, Stub, Skelleton, SOAP, DSOM, Interface, Stateless, Statefull, DCE, RPC, Stack, GUID, CLSID, IID, Early Binding, Late Binding, Regra de negócios, etc. São explicados (e exemplos de como usar) todos os componentes (suas propriedades, métodos e eventos) da Guia DataSnap do Delphi 6 e do Delphi 7. Além de ensinar detalhadamente (conceitos, implementação e macetes) o desenvolvimento de um sistema MultiCamadas em Delphi usando o Protocolo COM+ (da família DCOM), o livro ensina o que é e como usar as Interfaces, a dbexpress (SQLConnection, SQLDataSet, SQLQuery, SQLStoredProc, SQLTable, SQLMonitor, SQLClientDataSet e SimpleDataSet, suas propriedades, métodos e eventos) do Delphi 6 e Delphi 7, mostra as principais classes envolvendo a dbexpress e ainda mostra as Interfaces envolvidas na construção da dbexpress) estuda e mostra o que é e como usar o componente ClientDataSet (suas propriedades, métodos e eventos e como usar e criar MyBase e XML envolvendo o componente ClientDataSet) e o componente DataSetProvider (Providing, Resolving, Transações, Regras de Negócios e suas propriedades, métodos e eventos) O Livro se destina a usuários iniciantes, intermediários e avançados. O Livro ainda contempla os eleitores com Cases de Sucesso no uso da tecnologia DataSnap. As cases de Sucesso são descritas/ faladas por ilustres/prestigiados amigos da Comunidade Delphi Nacional. HOTShow - Sistema de Apresentações Multimídia Agora você pode criar e distribuir em arquivos EXE, em poucos minutos, as mais incríveis aplicações interativas multimídia, sem ter que gastar meses aprendendo uma linguagem de programação. HOTShow é um sistema de apresentações multimídia que possui um ambiente bastante intuitivo e amigável. Permite combinar objetos como textos, shapes, imagens, botões, sons, músicas, animações, filmes, links e variáveis. Você poderá construir, com qualidade, rapidez e facilidade, aplicações interativas multimídia em CD-ROM, apresentações diversas, albuns de fotografias e slide-shows, proteção de telas (screen savers), quiosques de informações, tutoriais, programas de treinamento, catálogos de produtos, cartões digitais, histórias, desenhos animados, arquivamento digital de imagens, vídeos e documentos e projetos de apoio para áreas de educação e RH, dentre outras utilidades. Fácil de usar, HOTShow não requer nenhuma programação! É a solução perfeita para aplicações nos mais diversos segmentos: publicitário, marketing, fotográfico, médico, odontológico, perícia, imobiliário, organizadores de eventos, agências de modelos, artístico, decoradores e acabamentos em geral. Ambiente intuitivo e amigável Apresentações interativas Suporte aos formatos comuns de imagem: BMP, JPG, WMF, EMF e ICO Suporte à filmes digitais nos formatos AVI e MPEG Adicione som e música para sua apresentação (WAVE / MP3 / MIDI) Assistente de Criação de Botões Assistente de Criação de Animações Inspetor de Ações Assistente de Transporte Ferramenta de Procura e Substituição Mega clipart (apenas para versão CD-ROM), com imagens, filmes, sons e músicas E muito mais!!! 4 MeGAZINE

5 UML Linguagem de Modelagem Unificada Orientação à Objeto na Modelagem Autor: Marcelo Nogueira As empresas cada vez mais estão voltadas às informações.com isso, o volume de informações vem crescendo exageradamente e nem sempre podemos retirar vantagens competitivas devido à falta de uniformidade com que elas são postadas. O desenvolvimento de sistemas deve acompanhar a mutação constante das informações e para isso, devemos construir aplicações mais flexíveis e com menor taxa de manutenção. Para que isso ocorra, é necessário adotar uma metodologia de trabalho que se aproxime mais da realidade da empresa, que consiga descrever seus fluxos operacionais e trâmite dos negócios, retratando de fato toda a sua concepção. É percebível por todos que os métodos de modelagem tradicionais, especificamente o modelo estruturado, tornam o desenvolvimento mais demorado, custos de manutenção maiores e em casos mais caóticos, levam o projeto a naufragar. Isso porque existe uma dificuldade enorme em extrair do cliente a verdadeira necessidade da empresa e principalmente as expectativas que estão focadas encima daquele desenvolvimento. Por este motivo, o contato humano e habilidade de entrevistar o cliente, já não é mais eficiente, necessitando de apoio de uma ferramenta que possa de alguma forma, colaborar metodicamente para que as informações venham condizer com a empresa e os requisitos que o analista de sistemas necessita para o desenvolvimento, bem como atender as necessidades do cliente e resultar em algo mais nas estratégias de negócios. Onde entra a UML? A UML é uma linguagem de modelagem, totalmente orientada à objetos, que une as melhores práticas e metodologias da Engenharia de Software. É considerada a sintaxe geral para criar um modelo lógico de um sistema. Ela é utilizada para descrever pontos de um sistema e da forma como ele é percebido de várias visões durante a análise e sua arquitetura. É uma linguagem que visa capturar conhecimento e expressar esse conhecimento. Seu propósito é a modelagem de sistemas, documentar de maneira interativa e visual, proporcionar melhor compreensão e sinergia entre o analista e o cliente envolvido no processo de desenvolvimento. Devemos adotar a UML? Além da sua alta e rápida adesão no mercado mundial, aqui no Brasil, sempre tivemos a grande necessidade da adoção de um modelo mais eficiente e que resultasse maior produtividade, menos erros no desenvolvimento, encurtamento dos prazos de entrega, menor custo de manutenção do software. Falando assim, parece a solução que todos esperaram por anos, mas também não é bem assim.os resultados aparecem, se bem utilizados os recursos disponíveis e a perfeita compreensão dos conceitos da orientação à objetos que se pretende sensibilizar.caso contrário será mais um método que tentaremos utilizar e os resultados não virão.abandonar os atuais métodos que você utiliza pode ser catastrófico.afinal, muitos projetos foram bem sucedidos, apesar das estatísticas serem bastante assustadoras, quando institutos americanos respeitados, afirmam que 60% dos sistemas começados, não chegam a ser finalizados, e muito menos a serem utilizados. Desenvolvemos sistemas que enfocam demandas e requisitos de clientes. Requisitos são considerados os problemas.os sistemas são considerados a solução.o problema e a solução ocorrem dentro de um mesmo contexto. Para ser desenvolvida uma boa solução, primeiramente deve MeGAZINE 5

6 existir compreensão do problema.a solução deve ser entendida para que possa ser criada e utilizada. Partindo deste princípio, a solução deve ser arquitetada, a fim de aderir às restrições de suas necessidades. Para adotarmos a solução apropriada ao problema, precisamos modelar, organizar, e representar através de diagramas, onde permitirão comunicação e disseminação dos conhecimentos extraídos. Que tipos de diagramas são utilizados? Na UML podemos utilizar vários diagramas para melhor compreender a complexidade de nosso problema explorando ao máximo todo o conceito de orientação a objeto.entre eles podemos destacar: Diagramas de casos de uso Diagramas de objeto Diagramas de classe Diagramas de seqüência Diagramas de colaboração Diagramas de estado Diagramas de atividade Diagramas de componentes Diagramas de Implantação Adotando a UML para os novos projetos, explorando e utilizando todos os seus recursos e juntamente com uma ferramenta para modelar os dados é o primeiro grande passo. A ferramenta mais conhecida para a utilização da UML é da empresa Rational, e chama-se Rational Rose.A Borland, percebendo a evolução global da UML, incluiu somente na versão Enterprise do Delphi 7, o ModelMaker, ferramenta muito similar ao Rational Rose, capaz de modelar o projeto utilizando UML e já gerar código no Delphi. Utilizar metodologias de modelagem de sistemas que de alguma forma vão melhorar nosso desempenho e resultados, o desafio é grande, no entanto o objetivo, é atenuar ao máximo os desperdícios de tempo e de recursos financeiros empregados em projetos de sistemas. A cada artigo mensal, demonstraremos a utilização de cada diagrama e posteriormente a sua utilização na ferramenta de modelagem UML. Acompanhe! Sobre o autor Marcelo Nogueira é Analista de Sistemas, Instrutor e Desenvolvedor Delphi, na SoftWay Informática, Santos - SP. 6 MeGAZINE

7 WebServices Autor: Emerson Facunte Para explicar de maneira adequada o significado da tecnologia WebServices, é interessante fazer uma breve introdução aos problemas atuais no mundo da tecnologia. Com o grande avanço de sistemas operacionais, bancos de dados, hardware, software, enfim, todo o tipo de tecnologia que envolve o mundo dos negócios, vêm surgindo a necessidade de compartilhamento de informações entre parceiros comerciais, governo e sociedade, e até mesmo entre departamentos de uma empresa. Acontece que interligar diferentes plataformas, bancos de dados, operações, entre outros conceitos, é uma tarefa muito complicada e trabalhosa. Para concluir o conceito de WebServices, vamos imaginar um cenário simples, onde precisamos integrar informações de diferentes departamentos e filiais, que foram desenvolvidos em plataformas diferentes. Um bom exemplo para isso, são os bancos que estão adquirindo outros bancos em todo o mundo, e que utilizam conceitos e plataformas diferentes de trabalho. A figura 1 ilustra o Banco Facunte, adquirindo outros dois bancos com diferentes tecnologias. Tecnologias do nosso cenário exemplo Banco S.O. Banco Dados Terminais Facunte Unix DB2 Terminais Linux X NT SQL Server Windows Y Solaris Oracle Terminais Linux Integrar informações de diferentes plataformas não é novidade, e como já foi mencionado é possível, mas muito trabalhoso. A proposta da tecnologia WebServices neste cenário, é a de facilitar a troca de informações, fazendo o Banco Facunte entender e tratar as informações dos Bancos X e Y, independente do banco de dados, sistema operacional, ou outro fator não citado. Com algumas linhas de programação e um bom planejamento, as informações essenciais serão interligadas facilmente. Meus amigos, isso é WebServices! Em resumo, WebServices, é um padrão não-proprietário, que possibilita o processamento distribuído em sistemas heterogêneos. E acredito que muitos de vocês neste ponto estão ansiosos para produzir o seu primeiro WebService. Antes, devemos conhecer os padrões que fazem parte da tecnologia. WebService Exemplo Vamos criar nosso primeiro WebService para aprender melhor seu conceito. Figura 1: Banco com diferentes plataformas Através das opções File/New..., seção WebServices, selecione a opção SOAP Server Application (figura 2). MeGAZINE 7

8 Com isso estamos criando uma Interface com o nome wsexemplo, e gravando a unit com o mesmo nome. Em Code generation selecione as opções Generate Comments e Generate Sample Methods. Com isso estamos gerando exemplos de métodos e comentários. Figura 2: Nova aplicação WebService Em seguida selecione a opção CGI para o tipo da aplicação servidora SOAP (figura 3). Figura: 5 Identificação do serviço Clique em OK para finalizar. Vamos gravar nossa aplicação. Unit WebModule Unit Implementação WsExemplo Unit Interface WsExemplo Projeto un_ws1.pas wsexemploimpl.pas wsexemplointf.pas ws1.dpr Vamos analisar o que o nosso amigo Delphi criou. Figura 3: Tipo da aplicação servidora Em seguida o Delphi pergunta se deseja criar uma Interface SOAP padrão (figura 4). Em nosso exemplo, vamos criar a tal Interface, a fim de conhecer sua implementação Figura: 6 WebModule1 Figura 4: Criação da Interface Em seguida (figura 5) devemos informar os dados da nova Interface. Nos campos Service Name e Unit identifier coloque wsexemplo. A figura 6 ilustra nosso WebModule com três componentes no padrão WebService (HTTPSoapDispatcher, HTTPSoapPascalInvoker,WSDLHTMLPublish). Vejamos sua implementação. procedure TWebModule1.WebModule1DefaultHandlerAction(Sender: 8 MeGAZINE

9 TObject; Request: TWebRequest; Response: TWebResponse; var Handled: Boolean); WSDLHTMLPublish1.ServiceInfo(Sender, Request, Response, Handled); A única função do nosso WebModule1,é a criação de um handler para o WebService e publicação do documento WSDL. Na unit wsexemplointf estamos definindo a Interface de nossa aplicação. {Invokable interface Iwsexemplo } unit wsexemplointf; interface uses InvokeRegistry, Types, XSBuiltIns; type TEnumTest = (etnone, etafew, etsome, etalot); TDoubleArray = array of Double; TMyEmployee = class(tremotable) private FLastName: AnsiString; FFirstName: AnsiString; FSalary: Double; published property LastName: AnsiString read FLastName write FLastName; property FirstName: AnsiString read FFirstName write FFirstName; property Salary: Double read FSalary write FSalary; { Invokable interfaces must derive from IInvokable } Iwsexemplo = interface(iinvokable) [ {A391DC0F-CDA B8-DAECA7C2CF18} ] { Methods of Invokable interface must not use the default } { calling convention; stdcall is recommended } function echoenum(const Value: TEnumTest): TEnumTest; stdcall; function echodoublearray(const Value: TDoubleArray): TDoubleArray; stdcall; function echomyemployee(const Value: TMyEmployee): TMyEmployee; stdcall; function echodouble(const Value: Double): Double; stdcall; implementation initialization { Invokable interfaces must be registered } InvRegistry.RegisterInterface(TypeInfo(Iwsexemplo)); end. Esta unit na realidade está seguindo as regras da O.O. (Orientação a Objeto), onde definimos uma Interface como base, para que possamos implementar nossas classes. Além disso estamos registrando a Interface no modelo SOAP. Repare que os métodos criados são apenas exemplos de implementação, que solicitamos previamente, justamente para estudar e analisar. Na unit wsexemploimpl, temos a implementação da Interface que vimos anteriormente. Acredito que deu pra perceber, que os métodos apenas retornam os mesmos valores informados. Para compreender melhor, vamos fazer uma pequena alteração no método echodouble. Substitua a linha de retorno, pelo código que segue em negrito: function Twsexemplo.echoDouble(const Value: Double): Double; stdcall; { TODO : Implement method echodouble } Result := Value * 3; Perceba que estamos multiplicando por 3, só para quebrar o gelo (Double = Dobro) Antes de compilar vamos definir o diretório para geração do nosso WebService. MeGAZINE 9

10 Através das opções Project/Options.../Directories_Conditionals, configure a opção Output Directory, apontando para o o seu diretório cgi-bin (figura 7). Figura 7: Configuração do diretório Grave novamente a aplicação. Agora vamos compilar a aplicação. Vamos executar a aplicação no browser para analisar o seu conteúdo. Lembre-se que para isso você deverá configurar um servidor web, como o Apache, IIS, Xitami, etc. Digite: A figura 8 ilustra o resultado da primeira fase de nossa aplicação. Repare que temos todos os métodos listados na Interface Iwsexemplo (echoenum, echodoublearray, echomyemployee, echodouble). O documento gerado está de acordo com o padrão estabelecido pelo W3C-UDDI (órgão responsável pelo padrão WebService). Clicando no link WSDL da Interface Iwexemplo será apresentado um documento WSDL. Vamos analisar algumas partes do documento para compreender melhor seu funcionamento. Figura 8: Aplicação ws1 - <types> - <xs:schema targetnamespace= urn:wsexemplointf xmlns= urn:wsexemplointf > - <xs:simpletype name= TEnumTest > - <xs:restriction base= xs:string > <xs:enumeration value= etnone /> <xs:enumeration value= etafew /> <xs:enumeration value= etsome /> <xs:enumeration value= etalot /> </xs:restriction> Passando pelo bloco das definições inicias (<?xml version= 1.0"...), chegamos no bloco de definições de tipos e métodos. Neste bloco são definidos todos os métodos da nossa Interface, com o descritivo completo. Repare que a classe TEnumTest é descrita com perfeição. No bloco que segue, são descritos os métodos Request e Response da Interface em questão. - <message name= echoenum0request > <part name= Value type= ns1:tenumtest /> </message> - <message name= echoenum0response > <part name= return type= ns1:tenumtest /> </message> 10 MeGAZINE

11 A seguir, temos o bloco que define o nome da porta (Port), e as operações Request e Response, descritas no bloco anterior. - <porttype name= Iwsexemplo > - <operation name= echoenum > <input message= tns:echoenum0request /> <output message= tns:echoenum0response /> </operation> Unit Projeto un_teste_ws1.pas teste_ws1.dpr Agora vamos importar a Interface em nossa aplicação. Através das opções File/New.../WebServices (figura 9), selecione a opção WSDL Importer. Em seguida temos o bloco que envelopa e define a camada de transporte dos métodos. - <binding name= Iwsexemplobinding type= tns:iwsexemplo > <soap:binding style= rpc transport= /> - <operation name= echoenum > <soap:operation soapaction= urn:wsexemplointf-iwsexemplo#echoenum style= rpc /> - <input message= tns:echoenum0request > <soap:body use= encoded encodingstyle= namespace= urn:wsexemplointf-iwsexemplo /> </input> - <output message= tns:echoenum0response > <soap:body use= encoded encodingstyle= encoding/ namespace= urn:wsexemplointf-iwsexemplo /> </output> O último bloco finaliza o documento, declarando o nome do serviço, bem como o nome da porta e a sua camada de transporte. Figura 9: WSDL importer Em seguida, como ilustra a figura 10, digite endereço que segue. Este endereço faz a chamada ao documento WSDL da Interface Iwsexemplo. - <service name= Iwsexemploservice > - <port name= IwsexemploPort binding= tns:iwsexemplobinding > <soap:address location= cgi-bin/ws1.exe/soap/iwsexemplo /> </port> </service> </definitions> Agora vamos criar uma aplicação cliente para testar nosso primeiro WebService. Através das opções File/New Application cria uma nova aplicação, e grave os arquivos como segue: Figura: 10 Importação da Interface através do WSDL MeGAZINE 11

12 Este procedimento está importando toda a Interface para a nossa aplicação. Com isso teremos acesso aos métodos definidos. É interessante destacar que um WebService poderá ter inúmeras Interfaces, onde poderemos importar apenas as que condizem com a nossa necessidade. Aperte o botão Next para avançar à próxima fase. A figura 11 ilustra a Interface gerada pelo assistente. Com isto configuramos o objeto de acesso à Interface, informando a localização do documento WSDL (WSDLLocation), o serviço (Service), e a porta (Port). Agora insira os objetos que seguem, configurando suas respectivas propriedades. Figura: 11 Interface gerada pelo assistente Para concluir aperte a tecla Finish. O assistente gerou uma Unit com toda a Interface implementada. Grave a Unit com o nome Iwsexemplo1.pas. O que acabamos de fazer, na realidade, foi a importação de uma Interface para facilitar o uso do WebService. Agora com o foco na unit un_teste_ws1, insira a unit Iwexemplo1.pas gerada pelo assistente. A figura 12 ilustra o formulário da nossa aplicação. implementation uses Iwsexemplo1; Neste ponto iremos configurar o acesso para este formulário. Insira um objeto do tipo THTTPRIO, e configure as propriedades que seguem, respeitando a seqüência apresentada, caso contrário, uma exceção ocorrerá. Figura 12: Formulário da aplicação 12 MeGAZINE

13 Agora vamos codificar a aplicação. Insira o código que segue no evento OnClick do objeto Button1. var Iexemplo: Iwsexemplo; Iexemplo:= HR1 as Iwsexemplo; lbresultado.caption:=floattostr(iexemplo.echodouble (StrtoFloat(edValor.Text))); O código é bastante simples, onde estamos definindo um objeto do tipo Iwsexemplo. Em seguida estamos instanciando o objeto a partir do nosso HTTPRio (HR1), adotando o modelo Iwsexemplo. E por fim, apresentamos o resultado em nosso objeto lbresultado, através da função IExemplo.echoDouble. O mais importante até aqui, é justamente a compreensão de como conseguimos implementar o WebService em nossa aplicação. Vamos testar nossa aplicação. Compile e execute a aplicação, informando um número no campo e pressionando o botão. A figura 13 ilustra nossa aplicação em tempo de execução. Figura 13: Aplicação em tempo de execução Perceba que a primeira vez que pressionamos o botão, existe um delay, que é justamente o tempo de conexão com o WebService. Repita a operação, e repare que já não existe mais o delay. Amigos isto é apenas o começo. Em meu livro Delphi 7 Internet e Banco de Dados, explico através de exemplos práticos todo o poder dos WebServices. Temos WebServices utilizando banco de dados como serviço, e também conexões concorrentes utilizando o protocolo SOAP. Forte abraço e imenso sucesso a todos!!! Sobre o autor Emerson Facunte é Consultor de Tecnologia com diversos livros publicados, especialista em desenvolvimento de aplicações e-business utilizando a ferramenta Delphi, baseado em WebSnap, DataSnap, BizSnap e ISAPI/Apache Modules. MeGAZINE 13

14 Criando um banco de dados (instance) no Oracle 9i... (Parte 2) Autor: Mário Camilo Bohm - Bohm,Interal Vamos lá então, continuar nossa instalação de uma instance Oracle! Nesta próxima fase da instalação, teremos que definir aspectos importantes de nossa instalação. (ver figura 1) Um primeiro aspecto é a maneira como a instance irá tratar o gerenciamento de memória, principalmente para a SGA (System Global Área), uma alocação de memória onde praticamente todas as tarefas do banco são executadas. A partir do Oracle 9i essa configuração, que antes era obrigatoriamente manual através de parâmetros configurados no init.ora, pode ser definida como automática, bastando para isso você escolher a opção Típico e definir qual percentual da memória do servidor irá ser disponibilizada para o Oracle. É importante considerar que nem toda memória pode ser disponibilizada, mesmo que no servidor rode apenas o banco de dados (o que é altamente recomendável), pois existem processos importantes do sistema operacional que precisam ser considerados. Se você precisar instalar outras funcionalidades corporativas, como servidor de Internet, servidor de , firewall, servidor de anti-vírus, etc, tenha em mente prioritariamente utilizar servidores separados para cada função, em grau a ser definido segundo o porte da empresa e das aplicações que irão rodar. O importante é que no servidor Oracle não tenhamos mais aplicações rodando! Se a sua empresa tiver uma base muito pequena, talvez você consiga obter resultados satisfatórios com tudo instalado no mesmo servidor. É importante ainda ressaltar que esse conceito não vale apenas para Oracle, mas para qualquer banco de dados relacional competente (Oracle, SQL Server, Sybase, Informix) que for utilizado. Recomendamos, para instalações típicas, utilizar 70% da memória disponível no servidor. Com essa opção pelo gerenciamento automático, a própria instance resolverá necessidades de alocação para shared_pool_size, db_block_buffers, etc, limitada obviamente à quantidade física de memória. O desempenho da instance sobe consideravelmente com a opção pelo gerenciamento automático de memória. A partir do 9i você pode utilizar até 4GB de RAM para ambientes Windows. (ver figura 2) Uma outra definição importante se refere ao conjunto de caracteres que você vai utilizar na instance. Prefira, para o Brasil, o conjunto WE8ISO8859P1, que oferece total compatibilidade com instalações típicas de versões anteriores e com conjunto de caracteres asc ii, que contém acentuação, cedilha, etc...(ver figura 3) Para o parâmetro sort_área_size, chamado dimensionamento para área de classificação, o número padrão de bytes é uma excelente escolha para a maioria das instalações. Vale lembrar que essa alocação não faz parte da SGA, e será multiplicada pelo número de usuários conectados à instance, isto é, para cada conexão neste caso a instance reservará bytes. Esse parâmetro, que define o quanto de memória cada sessão terá disponível para efetivar tarefas como sort, é fundamental para o desempenho. Alocações baixas serão sentidas sensivelmente pelos usuários. (ver figura 4) Em localização dos arquivos, defina sempre como necessária a criação de arquivo de parâmetros (SPFILE), que é uma 14 MeGAZINE

15 Figura 1 Figura 4 Figura 2 Figura 5 Aliás um comentário: esse recurso é fundamental num banco de dados, já veio tarde! (ver figura 5) A última definição desta fase da instalação diz respeito ao arquivamento automático, para backups a quente. Na instalação, não defina esta opção, porque vamos falar dela futuramente e porque você pode fazê-lo a qualquer momento depois de criada a instance. Bem, continuamos na próxima. Feliz Natal a todos!!! Figura 3 evolução do init.ora, do qual falaremos no futuro. Com essa opção, o init.ora perde muito de sua importância e, o que é melhor, para praticamente todos os parâmetros de inicialização não será mais necessário re-iniciar a instance em casos de alteração. Em outras palavras, você modifica os parâmetros da instance sem tirar a instance do ar! E um bom 2003, 2004, 2005, Sobre o autor Mário Camilo Bohm - Bohm,Interal Fone (011) MeGAZINE 15

16 DataSnap Parte VII - O Cliente COM+ - Master/Detail Autor: Anderson Haertel Rodrigues Introdução No artigo anterior vimos como funciona o SharedConnection e criamos nossa aplicação COM+ com manutenção a base de dados simplificada, uma tabela e uma nova regra de negócios, o AutoIncremento. Nesse artigo, reforço de forma reduzida a criação de um RDM com ligação ao nosso RDM de Conexão e criaremos um exemplo com atualizações e manutenções Master-Detail. Mãos a Obra. Vamos abrir o Delphi! RDM Master/Detail - SharedConnection. Vamos abrir o BPG (Borland Package Group - Project Manager) que se encontra no diretório C:\DataSnap e escolher nosso servidor de aplicação como o projeto de trabalho. Vamos agora em: File New Other MultiTier Transaction Data Module e indicar os seguintes parâmetros e escolher as seguintes opções: CoClass = RDMParceiros, Threading Model=Both e Transaction Model=Requires a new transaction, temos novamente um RDM novinho em folha na nossa frente. Vamos salvar o mesmo com o nome de RDMCadParceiros.pas, no diretório do Servidor: C:\DataSnap\Servidor. No RDM, vamos mudar a Propriedade Pooled=True. Devemos colocar 04 (Quatro) SQLDataSets (Guia dbexpress), 03 DataSources (Guia Data Access) e 01 (Um) DataSetProvider (Guia Data Access). O 1 o SQLDataSet devemos colocar o name = SQLDtStTAB_PARCEIROS, o 2 o o name deve ser = SQLDtStTAB_PARCEIROS_CONT, o 3 o igual a: SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_B e o 4 igual a: SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_C. O 1 o DataSource a propriedade name deve ser = DtSrcTAB_PARCEIROS_CONT, o 2 o deve ser = DtSrcTAB_PARCEIROS_REFER_C e o 3 o deve ser = DtSrcTAB_PARCEIROS_REFER_B. O name do DataSetProvider deve ser = DtStPrvdrParceiros. Já que estamos com o DataSetProvider selecionado, devemos alterar as seguintes propriedades: UpdateMode = upwherekeyonly, DataSet = SQLDtStTAB_PARCEIROS, Options = [pocascadedeletes, popropogatechanges,poallowcommandtext], devemos ter a seguinte tela, Figura (1): Figura 1: O Object Inspector com os parâmetros do DataSetProvider. 16 MeGAZINE

17 Antes de prosseguirmos, necessitamos ligar (unir) dois RDM s. ALT+F11 e devemos escolher: RDMConexao. Salve Tudo! A opção diferenciada de Options do DataSetProvider é: pocascadedeletes, onde, se o Servidor de Banco de Dados que usamos der suporte a deleção em Cascata, a mesma será executada. Para o nosso exemplo, implementamos a deleção em Cascata através das seguintes declarações: ALTER TABLE TAB_PARCEIROS_CONT ADD CONSTRAINT FK_1014_1013 FOREIGN KEY (ID_PARC) REFERENCES TAB_PARCEIROS (ID_PARC) ON DELETE CASCADE; ALTER TABLE TAB_PARCEIROS_REFER ADD CONSTRAINT FK_1015_1013 FOREIGN KEY (ID_PARC) REFERENCES TAB_PARCEIROS (ID_PARC) ON DELETE CASCADE; Iremos fazer o teste de deleção em cascata quando iniciarmos os nossos testes de manutenção na Tabela Master/Detail. Com a união (uses) dos dois RDMs podemos enxergar o SQLConnection que se encontra no RDMConexao, e ligar a propriedade SQLConnection de todos os SQLDataSet s igual a: Server_COMPlus.SQLCnctnBASE. Ok. Vamos selecionar os três DataSources e colocar a propriedade DataSet=SQLDtStTAB_PARCEIROS. Vamos selecionar o SQLDtStTAB_PARCEIROS, a propriedade CommandText deve ser a seguinte: SELECT CNPJ,ID_PARC, INSC_EST,NOME FROM TAB_PARCEIROS, (Duplo Click na propriedade para abrir o CommandText Editor), Figura (2). Figura 2 (ao lado): A Propriedade CommandText de SQLDtStTAB_PARCEIROS. Vamos selecionar o SQLDtStTAB_ PARCEIROS_CONT, a propriedade CommandText deve ser a seguinte: SELECT _CONTATO, ID, ID_PARC, NOME_CONTATO, TEL_CONTATO FROM TAB_PARCEIROS_CONT WHERE ID_PARC = :ID_PARC, Figura (3): Figura 3 (ao lado): A Propriedade CommandText de SQLDtStTAB_ PARCEIROS_CONT. MeGAZINE 17

18 Vamos selecionar o SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_C, a propriedade CommandText deve ser a seguinte: SELECT BCO_AGENCIA, BCO_CHEQUE_ESP, BCO_DT_ABERT_CONTA, COM_DT_ULT_COMPRA, COM_DT_VCTO_ULT_PARC, COM_VL_PRESTACAO, COM_VL_TT_COMPRA, ID, ID_PARC, NOME_REF, TP_REF FROM TAB_PARCEIROS_REFER WHERE ID_PARC = :ID_PARC AND TP_REF = C, Figura (4): Vamos selecionar o SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_B, a propriedade CommandText deve ser a seguinte: SELECT BCO_AGENCIA, BCO_CHEQUE_ESP, BCO_DT_ABERT_CONTA, COM_DT_ULT_COMPRA, COM_DT_VCTO_ULT_PARC, COM_VL_PRESTACAO, COM_VL_TT_COMPRA, ID, ID_PARC, NOME_REF, TP_REF FROM TAB_PARCEIROS_REFER WHERE ID_PARC = :ID_PARC AND TP_REF = B, Figura (5): Figura 4: A Propriedade CommandText de SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_C. Figura 5: A Propriedade CommandText de SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_B. 18 MeGAZINE

19 Nos falta ligarmos os DataSources aos seus respectivos SQLDataSets para criarmos os relacionamentos. O Componente SQLDtStTAB_PARCEIROS_CONT deve ter sua propriedade DataSource igual a: DtSrcTAB_PARCEIROS_CONT, o Componente SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_C deve ter sua propriedade DataSource igual a: DtSrcTAB_PARCEIROS_REFER_C e o Componente SQLDtStTAB_PARCEIROS_REFER_B deve ter sua propriedade DataSource igual a: DtSrcTAB_PARCEIROS_REFER_B. Agora, temos o relacionamento completo. O RDM que acabamos de criar deve o seguinte Layout, Figura (6): O RDM que acabamos de criar está pronto (nos falta uma regra que escreveremos mais adiante para a manutenção correta dos registros Master/Detail). Devemos Salvar tudo! Devemos abrir o nosso RDMConexao, ALT+F11 e devemos escolher: RDMCadParceiros. Vamos agora, fazer a ligação das Interfaces de RDMParceiros com o RDMConexao e vice-versa, através da Type Library (TLB). View Type Library, devemos ter a seguinte TLB inicial, Figura (7): Figura 6: O Remote Data Module RDMCadParceiros.pas - RDMParceiros. Figura 7: A Type Library atual. MeGAZINE 19

20 Devemos criar uma nova Interface com o name de: IChildCadParceiros, vamos criar duas propriedades, uma Read- Only e outra Write-Only, com o name de: RDMCadParceiros, a propriedade Read-Only deve ter o seu Type igual a: IServer_COMPlus*, ficando igual a: struct tag IServer_COMPlus *. IChildCadParceiros deve ter seu Parent Interface igual a: IAppServer. A Interface IRDMParceiros deve ter o seu Parent Interface igual a: IChildCadParceiros. Vamos agora criar uma nova propriedade Read-Only na Interface IServer_COMPlus, com o name igual a: RDMCadParceiros, seu Type deve ser igual a: IRDMParceiros*, ficando igual a: struct tag IRDMParceiros *. Antes de fecharmos a Type Library, vamos escolher todas as CoClass ( ), ir até a Guia COM+, colocar os seguintes valores e parâmetros: Marcar Object Pooling, Creation Timeout=10000, Call Syncronatization=Required e Transaction Model=Requires a new transaction, devendo todas as CoClass ficarem com os seguintes parâmetros, Figura (8): RDMCadParceiros tem uma nova function e uma nova procedure. Antes vamos criar a variável: FIServer_COMPlus: IServer_COMPlus, na seção private. A function Get_RDMCadParceiros: IServer_COMPlus; safecall; deve ter a seguinte codificação: Result := FIServer_COMPlus, é claro entre o e, a procedure Set_RDMCadParceiros(const Value: IServer_COMPlus); safecall;, deve ter a seguinte codificação: FIServer_COMPlus := Value;, a seção initialization, deve-se ter o seguinte código: RDMCadParceirosFactory := TComponentFactory.Create(ComServer, TRDMParceiros,Class_RDMParceiros, cimultiinstance, tmboth);. Em RDMConexao devemos ter o seguinte código na function Get_RDMCadParceiros: IRDMParceiros; safecall; Result := RDMCadParceirosFactory.CreateCOMObject(nil) as IRDMParceiros; Figura 8: Mostrando como deve ficar os parâmetros de todas as CoClass. 20 MeGAZINE

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