UHE Igarapava Como o monitoramento do entreferro evitou danos de grande monta no gerador

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UHE Igarapava Como o monitoramento do entreferro evitou danos de grande monta no gerador"

Transcrição

1 UHE Igarapava Coo o onitoraento do entreferro evitou danos de grande onta no gerador utores: Raiundo Jorge Ivo Metzker, CEMIG Marc R. Bissonnette, VibroSystM ndré Tétreault, VibroSystM Jackson Lin, VibroSystM Introdução usina hidrelétrica de Igarapava copreende 5 áquinas tipo bulbo de 42 MW cada e está localizada no Rio Grande, divisa entre os Estados de Minas Gerais e São Paulo, no Brasil. O Proprietário da usina é o Consórcio Igarapava, que congrega cinco Epresas: Copanhia Vale do Rio Doce CVRD, Copanhia Mineira de Metais CMM, Copanhia Siderúrgica Nacional CSN, Copanhia Energética de Minas Gerais CEMIG e Mineração Morro Velho. Os geradores fora projetados e fornecidos pela BB Brasil e as turbinas pela Voest- lpine da Áustria. Estas são as prieiras áquinas tipo bulbo a sere instaladas no Brasil. Por isso, o Proprietário insistiu para que fosse totalente equipadas co u sistea copleto de onitoraento on-line que pudesse onitorar diversos parâetros do gerador para efetivar anutenção baseada nas condições da áquina logo após o coissionaento das unidades. Os parâetros onitorados fora: entreferro rotor-estator 1 ; vibração radial e axial do eixo no gerador e no ancal-guia da turbina; pressão hidráulica; potência do gerador (MW); potência reativa do gerador (MVR); tensão do gerador; corrente do estator; corrente da excitatriz; teperatura do estator; níveis de água à ontante e a jusante; pressão de água à ontante e a jusante. E Igarapava, o espaço noinal entre rotor-estator é de apenas 11, e portanto o onitoraento do entreferro se toa cada vez ais crítico, especialente visto que a deforação do estator 2 levando à distorção do entreferro é cou e uitas áquinas tipo bulbo e todo o undo. Para geradores do tipo bulbo, as áquinas de Igarapava são consideradas de grande porte e o onitoraento do entreferro foi julgado coo indispensável. Histórico E 27 de Julho de 1999, a unidade 2 de Igarapava sofreu roçaento rotor-estator no período de 5 eses após o coissionaento. O fato levou a u extensa e custosa parada para reparo da unidade. Nesta época, o sistea de onitoraento da áquina, a ser fornecido pela VibroSystM do Canadá, ainda não havia sido instalado. Devido a constrangientos de projeto, as unidades 1 e 2 não tinha seus sisteas de onitoraento coissionados a tepo para a partida dessa duas unidades. E função da ocorrência dos danos no rotorestator, o coissionaento do sistea ZOOM 3 para todas as 5 unidades foi acelerado enquanto, concoitanteente, o Contratante principal estava investigando a causa do contato rotor-estator. Pela perspectiva do Contratante, a Concessionária havia adquirido o sistea de onitoraento especificaente para evitar tal problea. ssi, era ais do que lógico tornar o sistea totalente operacional o ais rápido possível e utilizá-lo para o objetivo proposto.

2 E Setebro de 1999, enquanto estava na usina de Igarapava para copletar a instalação do sistea e efetuar o coissionaento nas unidades 1, 2 e 5, a VibroSystM teve a esa a oportunidade de efetuar edições de teste e todas as cinco áquinas. pós revisar as curvas polares e tendências arazens das no arquivo de dados do sistea, a VibroSystM constatou ua irregularidade na áquina 4 que já havia sido previaente coissionada. Probleas no Rotor-Estator na Máquina 4 U total de quatro sensores de entreferro estão instalados no períetro do núcleo do estator aproxiadaente 25 c (ou 10 polegadas) da borda do ferro do estator. Os sensores estão instalados nos pontos 45 o, 135 o, 225 o e 315 o (veja Figura 1). Durante os testes do sistea ZOOM na áquina 4, ua anoalia foi detectada no entreferro rotor-estator na localização do sensor 225 o. Baseado nos dados que fora ostrados através do software de onitoraento ZOOM, VibroSystM suspeitou da presença de ua deforação 4 no aro do rotor. Utilizando a capacidade do software do sistea ZOOM de ostrar os dados históricos, foi possível isolar e u ponto no tepo a assinatura 5 (i.e. o enor valor de entreferro de cada polo edido e ua revolução copleta do rotor) para cada sensor de entreferro. De odo a facilitar a interpretação dos dados do entreferro, a VibroSystM referencia a edição do entreferro aos pólos do rotor ao invés do tepo. Siplificando, isto significa que u deslocaento de fase é ostrada e três dos quatro sensores de entreferro para alinhar os traços de entreferro de todos os quatros sensores de acordo co seus pólos (para ua explanação detalhada, veja pêndice ). Estator Rotor x,y Estrutura do bulbo Sensor de entreferro Diâetro interno do estator Montante P 11 noinal 25 c Sensor da borda da parede do estator MW Estator x,y x,y,,,,, z,, Rotor MVR 4x, 1.45 ltura da parede do estator Sensor de entreferro MW do Gerador Vibração Relativa do Eixo Posição xial Relativa MVR Potência tiva e Reativa Jusante P Teperatura do Estator e Mancais P Pressão de Água na Entrada e Saída Figura 1: Seção cruzada da unidade tipo bulbo ostrando a localização dos sensores de entreferro na parede do estator e outros parâetros onitorados. Isolando a assinatura de cada u dos quatro sensores de entreferro, foi possível identificar se a deforação era peranente ou transitória (veja Figuras 2 e 3). Ua deforação peranente resultaria e todos os quatro sensores de entreferro vendo o eso traço da assinatura. Ua deforação transitória resultaria e todos os quatro sensores vendo u traço diferente. Utilizando o software ZOOM, foi possível deterinar que a aplitude da deforação variou dependendo do ângulo para qual o rotor foi virado. áxia aplitude da deforação (ou entreferro ais crítico) ocorreu quando polo #39 do rotor passava defronte do sensor 225 o.

3 i r G a p ( ) pole(s) 0.02 GEN 4 ir gap (45) Generator (Top) 1999/09/16 13:19:07 Test at S.N.L GEN 4 ir gap (135) Generator (Top) 1999/09/16 13:19:07 Test at S.N.L GEN 4 ir gap (225) Generator (Top) 1999/09/16 13:19:07 Test at S.N.L GEN 4 ir gap (315) Generator (Top) 1999/09/16 13:19:07 Test at S.N.L. Figura 2: ssinatura do entreferro e todos os quatro sensores ostrando os perfis do rotor e Velocidade Se Carga (Speed No Load). E todas as figuras, as arcações e delta indica variações entre aro do rotor de posição estável (polo 59) e o aro óvel de pior locação (polo 39) ao longo de valores nuéricos para cada curva ostrada na parte inferior à direita Área de aior variação i r G a p ( ) pole(s) GEN 4 ir gap (45) Generator (Top) 1999/09/16 14:26:45 Test at 42 MWatts GEN 4 ir gap (135) Generator (Top) 1999/09/16 14:26:45 Test at 42 MWatts GEN 4 ir gap (225) Generator (Top) 1999/09/16 14:26:45 Test at 42 MWatts GEN 4 ir gap (315) Generator (Top) 1999/09/16 14:26:45 Test at 42 MWatts Figura 3: ssinaturas do entreferro e todos os quatro sensores a plena carga (42 MW). Note a draática variação na fora para o sensor 225 entre os pólos 52 e 29 coparado co outros sensores e co a Figura 2.

4 i r G a p ( ) pole(s) GEN 4 ir gap (45) Generator (Top) 1999/09/16 14:26:45 Test at 42 MWatts GEN 4 ir gap (45) Generator (Top) 1999/09/07 12:00:14 UTO at 42 MW GEN 4 ir gap (225) Generator (Top) 1999/09/16 14:26:45 Test at 42 MWatts GEN 4 ir gap (225) Generator (Top) 1999/09/07 12:00:14 UTO at 42 MW Figura 4: ssinatura do entreferro para sensores opostos a 45 o e 225 o ostrando a rápida deterioração e u período de 9 dias. Sensor 39 / 42 MW (e ) 07/07/99 16/07/99 Diferença Tabela 1: Diferenças no entreferro para o polo 39 (localização do aro de aior oviento) e u período de 9 dias VibroSystM plotou os sensores 225 o e 45 o e os coparou co os eso dados da seana anterior. Das assinaturas da Figura 4 e os dados da Tabela 1, fica claro que eso no decorrer de ua seana, ocorreu ua significativa deterioração do entreferro. s vistas polares do gerador na Figura 5 copara os perfis do aro do rotor entre duas condições de operação (i.e., velocidade se carga e plena carga) e na Figura 6 copara os perfis do rotor na carga de 42 MW toados entre 9 dias (entre 7 e 16 de setebro de 1999). Estudando os dados, a VibroSystM alertou a CEMIG de que o sistea de onitoraento ostrou que ua falha potencial no entreferro rotor-estator poderia ocorrer a qualquer oento.

5 Display Upstrea ZOOM 2 X Station: IGRPV Generator: GEN B Measureent Type: Signature Date & Tie: 1999/09/16 14:26:45 B 1999/09/16 13:19:07 Location: Top Coent: Test at 42 MWatts Test at S.N.L. t Cursor Pole: 1 t: Pole: 1 t: Processing Results Roundness Rotor Center Offset Rotor 0.24 at at 64 ir Gap Maxiu Pole Pole 35 Miniu 9.43 Pole Pole 17 Mean Mode Rotation: CW Speed: RPM Legend: Rotor Shape and Center 225 sensor) Rotor Shape B and Center 225 sensor) Sensor Reference verages 180 Generator Data Noinal ir Gap: Power: Speed: MWatts RPM Figura 5: Vista polar do gerador coparando as foras do rotor e velocidade se carga (B) e plena carga () utilizando sensor 225 o. Valores nuéricos à direita ostra as várias alterações no offset da circularidade, ângulo e elhores/piores localizações. Display Upstrea ZOOM 2 X Station: IGRPV Generator: GEN B Measureent Type: Signature Date & Tie: 1999/09/16 14:26:45 B 1999/09/07 12:00:14 Location: Top Coent: Test at 42 MWatts uto at 42 MW t Cursor Pole: 1 t: Pole: 1 t: Processing Results Roundness Rotor Center Offset Rotor 0.24 at at 92 ir Gap Maxiu Pole Pole 49 Miniu 9.43 Pole Pole 17 Mean Mode Rotation: CW Speed: RPM Legend: Rotor Shape and Center 225 sensor) Rotor Shape B and Center 225 sensor, 8 days before) Sensor Reference verages 180 Generator Data Noinal ir Gap: Power: Speed: MWatts RPM Figura 6: Vista polar do gerador coparando a deterioração na fora do rotor e u período de 9 dias (a plena carga de 42 MW).

6 ções Toadas Percebendo a gravidade da situação e o perigo potencial de u contato iinente do entreferro rotor-estator, o Engenheiro de Supervisão da CEMIG contatou iediataente o Escritório Central da CEMIG. De sua sede e Belo Horizonte, os Engenheiros da CEMIG pudera acessar reotaente as inforações via controlador reoto ZOOM e confirar que o perigo de u contato iinente era real. Os Engenheiros da CEMIG ipriira os desenhos ZOOM ais relevantes ostrando os resultados e os enviara via fax para o escritório de projetos do fabricante do gerador. pós estudo adicional, CEMIG tirou a áquina de funcionaento e solicitou ao fabricante BB que inspecionasse o aro do gerador. Dois dias após dada a orde para o desligaento da áquina, o fabricante visitou a planta para conduzir investigações ais detalhadas. Descobriu-se que a áquina 4 estava e condições be piores que a áquina 2 quando seu rotor roçou o estator. Testes de percussão fora executados nos parafusos de fixação do núcleo do rotor co a aranha. Vários parafusos quebrara durante os testes. Estava evidente que a circularidade do rotor estava perdida e, durante a rotação da áquina, este desbalanceaento estava forçando os parafusos e levando-os a se ropere. CEMIG e o fabricante efetuara ua revisão detalhada no desenho do gerador de odo a corrigir os probleas e prevenir nova ocorrência. Conclusão Este é u caso típico no qual o onitoraento do entreferro feito pelo sistea ZOOM foi capaz de prever e evitar a tepo u roçaento rotor-estator iinente de odo que ações preventivas pudesse ser toadas. CEMIG pôde, nesse caso, concluir pela iportância do investiento no sistea ZOOM, que lhe rendeu plenos dividendos e total satisfação. Co esse evento, o investiento copleto no sistea de onitoraento para toda a planta pagou-se por si só antes eso que todas as unidades estivesse coissionadas, coentou u dos Engenheiros da CEMIG. gora CEMIG está onitorando continuaente o entreferro e todas as condições da áquina e todos os cinco geradores de odo a garantir que o investiento do Consórcio Igarapava esteja totalente protegido. Monitoraento online (ao contrário do onitoraento periódico, off-line) é particularente útil coo nesse caso, que ostrou que udanças críticas no entreferro pode ocorrer nu período de seanas, para as quais a edição periódica, off-line é insuficiente para identificar e corrigir u problea antes que se transfore e ua parada forçada co custo uito elevado, seja por danos nas áquinas, seja pelo tepo ocioso das esas. 1 : espaço livre entre as partes fixas (estator) e girante (rotor) de u gerador ou otor 2 Deforação do estator: tendência do estator e ua áquina horizontal de ovalar devido à força da gravidade 3 Sistea ZOOM: abreviação de Zero Outage On-line Monitoring Syste. É u sistea de onitoraento ulti-parâetros das condições da áquina e funcionaento para geradores e turbinas de hidrelétricas. ZOOM incorpora no sistea básico o GMS (ir Gap Monitoring Syste). ZOOM e GMS são fabricados por VibroSystM / Canadá 4 Deforação do rotor: área da fora do aro do rotor que se ove para fora do círculo noral. É sinônio de perda de espaço livre e portanto, de entreferro crítico 5 ssinatura: edição do valor ínio do entreferro de cada polo do rotor e ua rotação da áquina ostrando o perfil da fora do rotor coo vista por cada sensor

7 PÊNDICE Introdução à análise dos resultados 1. Coparação dos étodos de referência 2. Coparação das foras de gerador

8 Introdução à análise dos resultados 1. Coparação dos étodos de referência E oposição aos étodos tradicionais de onitoraento referenciados ao tepo, o sistea GMS da VibroSystM é baseado nua aproxiação referenciada ao polo. Sendo o entreferro o enor passo eletroecânico da áquina, o polo serve coo referência física por todo o eixo da áquina, peritindo análises rápidas e siples pelos Engenheiros de Manutenção. G S4 P 8 G S3 G S1 G S2 Exeplo: Vista superior de u estator perfeito centralizado, co rotor quase perfeito (u polo [ ] está saliente para ajudar na coparação abaixo) Tradicional Gráfico Referenciado ao Tepo GMS Gráfico Referenciado ao G S1 G S1 Tepo P 8 G S2 G S2 Tepo P 8 G S3 G S3 Tepo P 8 G S4 G S4 Tepo Cobinado (as curvas estão isturadas) Tepo Cobinado (todas as curvas superipostas perfeitaente) Copyright 1999 VibroSystM Inc.

9 Introdução à análise dos resultados 2. Coparação das foras do gerador Rotor e estator perfeitos Centralizado P 8 Rotor irregular e estator perfeito Centralizado P8 Rotor irregular e estator perfeito Não centralizado NOT: Curvas coo linhas P8 Rotor irregular e estator irregular Não centralizado NOT: Curvas coo degraus P8 Copyright 1999 VibroSystM Inc.

SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS

SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS SALTO CAXIAS UM PROBLEMA DE FLUTUAÇÃO NA COROA POLAR EVIDENCIADO PELO AGMS Pedro Massanori Sakua, Álvaro José Noé Fogaça, Orlete Nogarolli Copel Copanhia Paranaense de Energia Paraná Brasil RESUMO Este

Leia mais

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m.

Simulado 2 Física AFA/EFOMM 2012. B)30 2 m. D)50 2 m. 1 P r o j e t o F u t u r o M i l i t a r w w w. f u t u r o m i l i t a r. c o m. Prof. André otta - ottabip@hotail.co Siulado 2 Física AFA/EFO 2012 1- Os veículos ostrados na figura desloca-se co velocidades constantes de 20 /s e 12/s e se aproxia de u certo cruzaento. Qual era a distância

Leia mais

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da

1ª LISTA DE DINÂMICA E ESTÁTICA. está inicialmente em repouso nas coordenadas 2,00 m, 4,00 m. (a) Quais são as componentes da Universidade do Estado da Bahia UNEB Departaento de Ciências Exatas e da Terra DCET I Curso de Engenharia de Produção Civil Disciplina: Física Geral e Experiental I Prof.: Paulo Raos 1 1ª LISTA DE DINÂMICA

Leia mais

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída.

Objetivo: converter um comando de posição de entrada em uma resposta de posição de saída. Prof. Celso Módulo 0 83 SISTEMAS DE CONTOLE DE POSIÇÃO Objetivo: converter u coando de posição de entrada e ua resposta de posição de saída. Aplicações: - antenas - braços robóticos - acionadores de disco

Leia mais

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil

2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil 2 O Preço Spot de Energia Elétrica do Brasil Inicialente, vai se expor de ua fora uita sucinta coo é criado o preço spot de energia elétrica do Brasil, ais especificaente, o CMO (Custo Marginal de Operação).

Leia mais

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica

Aula 6 Primeira Lei da Termodinâmica Aula 6 Prieira Lei da Terodinâica 1. Introdução Coo vios na aula anterior, o calor e o trabalho são foras equivalentes de transferência de energia para dentro ou para fora do sistea. 2. A Energia interna

Leia mais

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta

Revisões de análise modal e análise sísmica por espectros de resposta Revisões de análise odal e análise sísica por espectros de resposta Apontaentos da Disciplina de Dinâica e Engenharia Sísica Mestrado e Engenharia de Estruturas Instituto Superior Técnico Luís Guerreiro

Leia mais

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA

4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA EM PORTFOLIOS PCH E BIOMASSA 48 4 UM MODELO DE SAZONALIZAÇÃO DA GARANTIA FÍSICA DE PCHS EM PORTFOLIOS PCH+BIOMASSA Confore explicado no capitulo anterior, a decisão do agente hidráulico de coo sazonalizar

Leia mais

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante.

:: Física :: é percorrida antes do acionamento dos freios, a velocidade do automóvel (54 km/h ou 15 m/s) permanece constante. Questão 01 - Alternativa B :: Física :: Coo a distância d R é percorrida antes do acionaento dos freios, a velocidade do autoóvel (54 k/h ou 15 /s) peranece constante. Então: v = 15 /s t = 4/5 s v = x

Leia mais

CIRCUITOS ELÉTRICOS REGIME PERMANENTE SENOIDAL, REPRESENTAÇÃO FASORIAL E POTÊNCIAS ELÉTRICAS

CIRCUITOS ELÉTRICOS REGIME PERMANENTE SENOIDAL, REPRESENTAÇÃO FASORIAL E POTÊNCIAS ELÉTRICAS CICUIOS EÉICOS EGIME PEMANENE SENOIDA, EPESENAÇÃO FASOIA E As análises de circuitos até o presente, levou e consideração a aplicação de fontes de energia elétrica a u circuito e conseqüente resposta por

Leia mais

CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS

CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS 1 CAPíTULO 10 - ACELERAÇÃO DE CORIOL\S E CORRENTES GEOSTRÓFICAS 1. Introdução Seja u vetor à nu sistea de coordenadas (x, y, z), co os versores T,], k, de odo que - - - A = A 1 i + A 2 j + A 3 k. A derivada

Leia mais

3.3. O Ensaio de Tração

3.3. O Ensaio de Tração Capítulo 3 - Resistência dos Materiais 3.1. Definição Resistência dos Materiais é u rao da Mecânica plicada que estuda o coportaento dos sólidos quando estão sujeitos a diferentes tipos de carregaento.

Leia mais

NOVOS PRODUTOS Micrómetro Laser Scan USB com leitor incorporado LSM 5200

NOVOS PRODUTOS Micrómetro Laser Scan USB com leitor incorporado LSM 5200 NOVOS PRODUTOS Micróetro Laser Scan USB co leitor incorporado LSM 5200 Inforação detalhada na página 336. Micróetros Laser Scan Micróetros Laser Unidades de Medição Páginas 333 335 Micróetros Laser LSM

Leia mais

Notas de Aula de Física

Notas de Aula de Física Versão preliinar 7 de setebro de 00 Notas de Aula de ísica 05. LEIS DE NEWON... ONDE ESÃO AS ORÇAS?... PRIMEIRA LEI DE NEWON... SEGUNDA LEI DE NEWON... ERCEIRA LEI DE NEWON... 4 APLICAÇÕES DAS LEIS DE

Leia mais

NPT 024 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS PARA ÁREAS DE DEPÓSITOS

NPT 024 SISTEMA DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS PARA ÁREAS DE DEPÓSITOS Outubro 2011 Vigência: 08 Janeiro 2012 NPT 024 Sistea de chuveiros autoáticos para áreas de depósitos CORPO DE BOMBEIROS BM/7 Versão: 01 Nora de Procediento Técnico 104páginas SUMÁRIO 1 2 3 4 5 Objetivo

Leia mais

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico

Construção de um sistema de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Construção de u sistea de Realidade Virtual (1 a Parte) O Engine Físico Roberto Scalco, Fabrício Martins Pedroso, Jorge Tressino Rua, Ricardo Del Roio, Wellington Francisco Centro Universitário do Instituto

Leia mais

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UM VAGÃO SUBMETIDO À EXCITAÇÃO HARMÔNICA POR MEIO DE SIMULAÇÃO MULTICORPOS

ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UM VAGÃO SUBMETIDO À EXCITAÇÃO HARMÔNICA POR MEIO DE SIMULAÇÃO MULTICORPOS ANÁLISE DO COMPORTAMENTO DINÂMICO DE UM VAGÃO SUBMETIDO À EXCITAÇÃO HARMÔNICA POR MEIO DE SIMULAÇÃO MULTICORPOS 1º Lucas de Castro Valente*, 2º Raphael Marotta, 3º Vitor Mainenti 4º Fernando Nogueira 1

Leia mais

SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG. Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ

SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG. Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ SIMULADOR DO COMPORTAMENTO DO DETECTOR DE ONDAS GRAVITACIONAIS MARIO SCHENBERG Antônio Moreira de Oliveira Neto * IC Rubens de Melo Marinho Junior PQ Departaento de Física, ITA, CTA, 18-9, São José dos

Leia mais

Building Services. Circuladores para sistemas de aquecimento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC

Building Services. Circuladores para sistemas de aquecimento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC Circuladores para sisteas de aqueciento, sanitários e refrigeração Série ECOCIRC TLC FLC Série Ecocirc TLC FLC O otivo da escolha A vasta gaa de circuladores da ITT Lowara é a sua prieira escolha devido

Leia mais

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente:

Questão 46. Questão 48. Questão 47. alternativa E. alternativa A. gasto pela pedra, entre a janela do 12 o piso e a do piso térreo, é aproximadamente: Questão 46 gasto pela pedra, entre a janela do 1 o piso e a do piso térreo, é aproxiadaente: A figura ostra, e deterinado instante, dois carros A e B e oviento retilíneo unifore. O carro A, co velocidade

Leia mais

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino

F. Jorge Lino Módulo de Weibull MÓDULO DE WEIBULL. F. Jorge Lino MÓDULO DE WEIBULL F. Jorge Lino Departaento de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias, 4200-465 Porto, Portugal, Telf. 22508704/42,

Leia mais

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO

SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO 44 SOBRE O PROBLEMA DA VARIAÇÃO DE TEMPERATURA DE UM CORPO Resuo Jair Sandro Ferreira da Silva Este artigo abordará a aplicabilidade das Equações Diferenciais na variação de teperatura de u corpo. Toareos

Leia mais

GUINDASTE PARA TERRENO ACIDENTADO - SRC 350. Capacidade de 35 toneladas

GUINDASTE PARA TERRENO ACIDENTADO - SRC 350. Capacidade de 35 toneladas GUINDASTE PARA TERRENO ACIDENTADO - SRC 0 01 Produto internacional desenvolvido co a colaboração de especialistas de dois países, baseado na platafora de R&D China e nos Estados Unidos; A lança totalente

Leia mais

GERASUL - Novas perspectivas em Operação e Manutenção utilizando Sistema de Monitoramento On-line

GERASUL - Novas perspectivas em Operação e Manutenção utilizando Sistema de Monitoramento On-line GERASUL - Novas perspectivas em Operação e Manutenção utilizando Sistema de Monitoramento On-line 1. INTRODUÇÃO A GERASUL, uma empresa de capital aberto criada para produzir energia, atende hoje uma área

Leia mais

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções:

FÍSICA DADOS. 10 v som = 340 m/s T (K) = 273 + T( o C) s = 38) 27) Q = mc T = C T 39) i = 30) U = Q τ 42) 31) Instruções: FÍSICA DADOS 9 N. g = 0 k 0 = 9,0 0 s C 8 c = 3,0 0 v so = 340 /s T (K) = 73 + T( o C) s 0) d = d 0 + v 0 t + at 4) E p = gh 6) 0) v = v 0 + at 5) E c = v 03) v = 04) T= f 05) 0 PV P V = 38) T T V = k0

Leia mais

Impermeabilização de túnel com geomembrana de PVC

Impermeabilização de túnel com geomembrana de PVC RESUMO Para atender ao plano de recuperação da Estação da Luz (TM) no centro da cidade de São Paulo e visando facilitar o deslocaento dos usuários dos serviços de transporte de assa, a Copanhia Paulista

Leia mais

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa:

07. Obras célebres da literatura brasileira foram ambientadas em regiões assinaladas neste mapa: 6 FUVEST 09/0/202 Seu é Direito nas Melhores Faculdades 07. Obras célebres da literatura brasileira fora abientadas e regiões assinaladas neste apa: Co base nas indicações do apa e e seus conhecientos,

Leia mais

APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE

APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE APLICAÇÃO DO MÉTODO DOS MÍNIMOS QUADRADOS: PROBLEMA DO PARAQUEDISTA EM QUEDA LIVRE Tatiana Turina Kozaa 1 Graziela Marchi Tiago E diversas áreas coo engenharia, física, entre outras, uitas de suas aplicações

Leia mais

ecotec pro O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas em Condensação www.vaillant.pt info@vaillant.pt

ecotec pro O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas em Condensação www.vaillant.pt info@vaillant.pt O futuro é Vaillant Vaillant, especialistas e Condensação ecotec pro www.vaillant.pt info@vaillant.pt Caldeira ural ista de condensação, co pré-aqueciento de A.Q.S. Vaillant Group International GbH Berghauser

Leia mais

UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES

UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES UM MODELO DE PROGRAMAÇÃO DINÂMICA PARA COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA DE GERADORES HIDRELÉTRICOS E EÓLICOS POR CONSUMIDORES LIVRES George Martins Silva Universidade Estadual do Ceará - UECE Av. Dr. Silas Munguba,

Leia mais

ESCAVADEIRA HIDRÁULICA SOBRE ESTEIRAS JS220 LONGO ALCANCE

ESCAVADEIRA HIDRÁULICA SOBRE ESTEIRAS JS220 LONGO ALCANCE PESO OPERACIONAL MÁXIMO: 23.742 POTÊNCIA DO MOTO: 128 kw (172HP) DIMENSÕES, COM A MÁQUINA PARADA Diensões e ilíetros A Copriento da esteira sobre o solo B Copriento total do chassi C Vão livre - contrapeso

Leia mais

Aula 4. Inferência para duas populações.

Aula 4. Inferência para duas populações. Aula 4. Inferência para duas populações. Teos duas aostras independentes de duas populações P e P : população P aostra x, x,..., x n população P aostra y, y,..., y Observação: taanho de aostras pode ser

Leia mais

Polícia vai investigar causas de acidente em parque de diversões QUESTÃO 04 QUESTÃO 01. Observe as fotos a seguir.

Polícia vai investigar causas de acidente em parque de diversões QUESTÃO 04 QUESTÃO 01. Observe as fotos a seguir. QUESTÃO 01 Ua célula te copriento da orde de 10-6 e o átoo, u diâetro de 10-10. Sendo assi, qual a orde de grandeza do núero de átoos que deveos enfileirar para copor o copriento de ua célula? a) 10 2

Leia mais

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO

TEORIA ELETRÔNICA DA MAGNETIZAÇÃO 113 17 TEORA ELETRÔNCA DA MANETZAÇÃO Sabeos que ua corrente elétrica passando por u condutor dá orige a u capo agnético e torno deste. A este capo daos o noe de capo eletro-agnético, para denotar a sua

Leia mais

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I

PADRÃO DE RESPOSTA - FÍSICA - Grupos H e I PDRÃO DE RESPOST - FÍSC - Grupos H e a UESTÃO: (, pontos) valiador Revisor Íãs são frequenteente utilizados para prender pequenos objetos e superfícies etálicas planas e verticais, coo quadros de avisos

Leia mais

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA

ESPECIFICAÇÃO TÉCNICA SUMÁRIO CONTEÚDO PG.. Cabos Elétricos e Acessórios 02.1. Geral 02.2. Noras 02.3. Escopo de Forneciento 02 T-.1. Tabela 02.4. Características Construtivas 04.4.1. Aplicação 04.4.2. Diensionaento 04.4.3.

Leia mais

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções.

Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano. Módulo Q 2 Soluções. Curso Profissional de Técnico de Energias Renováveis 1º ano Docuento de apoio Módulo Q 2 Soluções. 1. Dispersões 1.1. Disperso e dispersante Dispersão Ua dispersão é ua istura de duas ou ais substâncias,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA FEP2195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I LISTA 05

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA FEP2195 - Física Geral e Experimental para Engenharia I LISTA 05 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE FÍSICA FEP2195 - Física Geral e Experiental para Engenharia I LISTA 05 Rotação de corpos rígidos 1. A hélice de u avião gira a 1900 rev/in. (a) Calcule a velocidade

Leia mais

Aparelho de elevação ABS 5 kn

Aparelho de elevação ABS 5 kn 1 597 0503 PT 01.2013 pt Instruções de ontage e de serviço Tradução das instruções originais www.sulzer.co Instruções de ontage e de serviço Instruções de ontage e de serviço para aparelho de elevação

Leia mais

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações

XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX. Atlas Copco Compressores de Ar Portáteis Maior produtividade em todas as situações Atlas Copco Copressores de Ar Portáteis Maior produtividade e todas as situações XRV 1000 SD5 XRW 1000 SD5 XRXS 566 XRYS 557 / 577 OEM OILTRONIX A Atlas Copco é líder undial e copressores de ar portáteis,

Leia mais

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash.

A Teoria dos Jogos é devida principalmente aos trabalhos desenvolvidos por von Neumann e John Nash. Teoria dos Jogos. Introdução A Teoria dos Jogos é devida principalente aos trabalhos desenvolvidos por von Neuann e John Nash. John von Neuann (*90, Budapeste, Hungria; 957, Washington, Estados Unidos).

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA

AVALIAÇÃO DO MODELO DE TRANSFORMADORES EM FUNÇÃO DA FREQUÊNCIA Universidade de Brasília Faculdade de Tecnologia Departaento de Engenaria Elétrica AVALIAÇÃO DO MODELO DE TANSFOMADOES EM FUNÇÃO DA FEQUÊNCIA Por Alexandre de Castro Moleta Orientador: Prof.Dr. Marco Aurélio

Leia mais

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros.

Ensino Fundamental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Ensino Fundaental no Brasil: a Média do Gasto Por Aluno, o IDEB e Sua Correlação nos Municípios Brasileiros. Autoria: Jaie Crozatti Resuo: Para contribuir co a discussão da gestão de políticas públicas

Leia mais

PESO OPERACIONAL MÁXIMO POTÊNCIA LÍQUIDA DO MOTOR

PESO OPERACIONAL MÁXIMO POTÊNCIA LÍQUIDA DO MOTOR PESO OPERACIONAL MÁXIMO POTÊNCIA LÍQUIDA DO MOTOR 21190kg 172HP Diensões e ilíetros Copriento da esteira sobre o solo Copriento total do chassi Largura do Chassi Largura da áquina co sapatas de 50 Largura

Leia mais

que faz a velocidade angular de um corpo mudar. Como, então, explicar que a velocidade angular do martelo dessa Figura permanece constante?

que faz a velocidade angular de um corpo mudar. Como, então, explicar que a velocidade angular do martelo dessa Figura permanece constante? Exercícios Sears & Zeanski, Young & Freedan Física 0ª Edição Editora Pearson Capítulo 0 Torque e Moento angular QUESTÕES PAA DISCUSSÃO Q0. Ao apertar os parafusos da cabeça do otor de u autoóvel, a grandeza

Leia mais

Física Fascículo 04 Eliana S. de Souza Braga

Física Fascículo 04 Eliana S. de Souza Braga Física Fascículo Eliana S. de Souza raa Índice Choques, Lançaentos, Graitação esuo eórico... Exercícios... Gabarito... Choques, Lançaentos, Graitação esuo eórico Lançaento horizontal x oiento ertical queda

Leia mais

WWW.escoladoeletrotecnico.com.br

WWW.escoladoeletrotecnico.com.br CURSO PREPARATÓRO PARA COCURSOS EM ELETROTÉCCA CPCE ELETRCDADE AULA TRASFORMADOR: Polaridade de u enrolaento Enrolaento e série e e paralelo Ensaio a vazio e e curto-circuito Ligações de u transforador

Leia mais

Macromedidores Série ZF

Macromedidores Série ZF ZENNER do Brasil Instr. de Medição Ltda. Rua Bartoloeu de Gusão, 2.444 - Canudos - Novo Haburgo - RS Tel.: +55 (51) 30 35 55 30 Fax: +55 (51) 30 35 33 30 E-ail: zenner@zenner.co.br http: //www.zenner.co.br

Leia mais

COMPONENTES DE SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS

COMPONENTES DE SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS COMPONENTES DE SISTEMAS DE ESGOTOS SANITÁRIOS 4.1. Introdução A coleta e o transporte das águas residuárias desde a orige até o lançaento final constitue o fundaento básico do saneaento de ua população.

Leia mais

OS PRIMEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA MANUTENÇÃO DOUGLAS LINO MARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR

OS PRIMEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA MANUTENÇÃO DOUGLAS LINO MARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR OS PRIEIROS PASSOS DA CONFIABILIDADE NA ANUTENÇÃO DOUGLAS LINO ARCHALEK ENGº ELETRICISTA - UTFPR ANTONIO WOTECOSKI ENGº ELETRICISTA - UTFPR APRESENTAÇÃO CONSIDERAÇÕES E QUESTIONAENTOS O PRIEIRO PASSO EXEPLO

Leia mais

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica

CALORIMETRIA. Relatório de Física Experimental III 2004/2005. Engenharia Física Tecnológica Relatório de Física Experiental III 4/5 Engenharia Física ecnológica ALORIMERIA rabalho realizado por: Ricardo Figueira, nº53755; André unha, nº53757 iago Marques, nº53775 Grupo ; 3ªfeira 6-h Lisboa, 6

Leia mais

5 de Fevereiro de 2011

5 de Fevereiro de 2011 wwq ELECTRÓNICA E INSTRUMENTAÇÃO º Exae 010/011 Mestrado Integrado e Engenharia Mecânica Licenciatura e Engenharia e Arquitectura Naval 5 de Fevereiro de 011 Instruções: 1. A prova te a duração de 3h00

Leia mais

Transformadores e bobinas de alta frequência

Transformadores e bobinas de alta frequência Transforadores e bobinas de alta frequência 007 Profª Beatriz Vieira Borges 1 Transforadores e bobinas de alta frequência ideal v 1 v úcleo de ferrite i 1 i + + v 1 v - - v 1 1 1 v i 1 i 007 Profª Beatriz

Leia mais

Termodinâmica Aplicada

Termodinâmica Aplicada TERMODINÂMICA Disciplina: Terodinâica Professor: Caruso APLICAÇÕES I Motores de autoóveis Turbinas Bobas e Copressores Usinas Téricas (nucleares, cobustíveis fósseis, bioassa ou qualquer outra fonte térica)

Leia mais

JCB Multicarregadora Telescópica 531-70 DIMENSÕES ESTÁTICAS ALTURA MÁX. DE ELEVAÇÃO: Dimensões em m. Dimensões em m 531-70 531-70 2.49 0.

JCB Multicarregadora Telescópica 531-70 DIMENSÕES ESTÁTICAS ALTURA MÁX. DE ELEVAÇÃO: Dimensões em m. Dimensões em m 531-70 531-70 2.49 0. CARGA MÁX. ÚTIL ALTURA MÁX. DE ELEVAÇÃO: 3.1 Ton. 7 Metros DIMENSÕES ESTÁTICAS Diensões e 531-70 Diensões e 531-70 A Altura total 2.49 H Altura ao solo 0.40 B Largura total (aos pneus)* 2.23 Raio de virage

Leia mais

Componentes de um sistema de realidade virtual

Componentes de um sistema de realidade virtual p prograação Coponentes de u sistea de realidade virtual Neste artigo apresenta-se a idéia de u projeto que perite a siulação de u passeio ciclístico utilizando a realidade virtual. Os sentidos do ciclista

Leia mais

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO

QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO. Sal (soluto) Água (solvente) 1. INTRODUÇÃO 1. INTRODUÇÃO QUÍMICA PRISE II SOLUÇÕES 4.1 FENÔMENO DE SATURAÇÃO DE UMA SOLUÇÃO Quando a istura apresenta as esas características e toda a extensão do recipiente teos ua istura hoogênea e, se tiver ais

Leia mais

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA.

RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 2006. 1 POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. RESOLUÇÃO DAS QUESTÔES DE MATEMÁTICA DO VESTIBULAR DA UNICAMP 006. POR PROFESSORA MARIA ANTÔNIA C. GOUVEIA. 5. O gráfico ao lado ostra o total de acidentes de trânsito na cidade de Capinas e o total de

Leia mais

= C. (1) dt. A Equação da Membrana

= C. (1) dt. A Equação da Membrana A Equação da Mebrana Vaos considerar aqui ua aproxiação e que a célula nervosa é isopotencial, ou seja, e que o seu potencial de ebrana não varia ao longo da ebrana. Neste caso, podeos desprezar a estrutura

Leia mais

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes.

b) Dalton proporções definidas. c) Richter proporções recíprocas. d) Gay-Lussac transformação isobárica. e) Proust proporções constantes. APRFUDAMET QUÍMIA 2012 LISTA 9 Leis ponderais e voluétricas, deterinação de fórulas, cálculos quíicos e estudo dos gases. Questão 01) A Lei da onservação da Massa, enunciada por Lavoisier e 1774, é ua

Leia mais

Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio

Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio 5910187 Biofísica II FFCLRP USP Prof. Antônio Roque Aula 1 Propagação do Potencial de Ação ao Longo do Axônio Os experientos originais de Hodgkin e Huxley que os levara ao seu odelo era realizados e condições

Leia mais

A densidade superficial é a razão da massa de uma folha por sua área: d

A densidade superficial é a razão da massa de uma folha por sua área: d Resolução das atividades copleentares Física F Mecânica dos fluidos p. 9 (Univag-MT) Ua folha de papel 4 te u copriento de 97 e ua largura de 0. Sabendo que sua densidade superficial é de 7 g/, qual é

Leia mais

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina

Estudo da viabilidade económica da implementação de uma microturbina Departaento de Engenharia Mecânica Rao de Terodinâica e fluidos Gestão da Energia Estudo da viabilidade econóica da ipleentação de ua icroturbina Coordenação do trabalho: Professor Fausto Freire André

Leia mais

c) Escreva a reação química de decomposição da azida de sódio formando sódio metálico e nitrogênio gasoso.

c) Escreva a reação química de decomposição da azida de sódio formando sódio metálico e nitrogênio gasoso. 1. (Fuvest 015) O sistea de airbag de u carro é forado por u sensor que detecta rápidas diinuições de velocidade, ua bolsa inflável e u dispositivo contendo azida de sódio (NaN 3 ) e outras substâncias

Leia mais

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES

A Unicamp comenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES A Unicap coenta suas provas COMISSÃO PERMANENTE PARA OS VESTIBULARES As questões de Física do Vestibular Unicap versa sobre assuntos variados do prograa (que consta do Manual do Candidato). Elas são foruladas

Leia mais

Acionamento de Motores CA

Acionamento de Motores CA Fundação Universidade Federal ACIONAMENTOS de Mato Grosso do CA Sul 1 Acionamentos Eletrônicos de Motores Acionamento de Motores CA Prof. Márcio Kimpara Prof. João Onofre. P. Pinto Universidade Federal

Leia mais

Normas para o Projeto das Estradas de Rodagem

Normas para o Projeto das Estradas de Rodagem MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES DEPARTAMENTO NACIONAL DE ESTRADAS DE RODAGEM Noras para o Projeto das Estradas de Rodage Aprovadas pelo Senhor Ministro da Viação e Obras Públicas consoante Portarias núeros

Leia mais

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO

IMPULSO E QUANTIDADE DE MOVIMENTO IMPULSO E QUNTIDDE DE MOVIMENTO 1. Ua bolinha se choca contra ua superfície plana e lisa co velocidade escalar de 10 /s, refletindo-se e seguida, confore a figura abaixo. Considere que a assa da bolinha

Leia mais

INDICADORES DA QUALIDADE DE MISTURA DE SÓLIDOS PARTICULADOS

INDICADORES DA QUALIDADE DE MISTURA DE SÓLIDOS PARTICULADOS VI CONGRESSO NACIONAL DE ENGENHARIA MECÂNICA VI NATIONAL CONGRESS OF MECHANICAL ENGINEERING 18 a 1 de agosto de 010 Capina Grande Paraíba - Brasil August 18 1, 010 Capina Grande Paraíba Brazil INDICADORES

Leia mais

Ano. p. 59-68 USO DE PROGRAMA ORIENTADO A OBJETOS EM VIBRAÇÕES MECÂNICAS P. 1. Cláudio Sérgio SARTORI

Ano. p. 59-68 USO DE PROGRAMA ORIENTADO A OBJETOS EM VIBRAÇÕES MECÂNICAS P. 1. Cláudio Sérgio SARTORI N., Março Ano Cláudio Sérgio SARTORI n. USO DE PROGRAMA ORIENTADO A OBJETOS EM VIBRAÇÕES MECÂNICAS p. 59-68 Instituto de Engenharia Arquitetura e Design INSEAD Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio

Leia mais

ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA

ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas ANÁLISE DE UMA REFEIÇÃO VEGETARIANA Trabalho realizado por: Ana Gonçalves José Nogueira Luís Tavares Laboratório de Broatologia e Análises Broatológicas

Leia mais

Escavadeiras Hidráulicas 312C 312C L

Escavadeiras Hidráulicas 312C 312C L Escavadeiras Hidráulicas 312C 312C L Pesos Peso e Operação* 13.140 kg 28.970 lb Motor Modelo do Motor 3064 T Caterpillar Potência Bruta 70 kw 94 hp Potência no Volante 67 kw 90 hp Mecaniso do Giro Torque

Leia mais

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER

UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER Pesquisa Operacional na Sociedade: Educação, Meio Aente e Desenvolviento 2 a 5/09/06 Goiânia, GO UMA HEURÍSTICA PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DE CARREGAMENTO DE CONTAINER E. Vendraini Universidade Estadual

Leia mais

INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA. Folhas de Problemas

INTRODUÇÃO À MECÂNICA CLÁSSICA. Folhas de Problemas INTRODUÇÃO À MECÂNIC CLÁSSIC 2001/2002 Folhas de Probleas Paulo Sá, Maria Inês Carvalho e níbal Matos (recolha de probleas de diversas fontes) Bibliografia principal. Bedford, W. Fowler, Engineering Mechanics

Leia mais

Manipulação, Armazenamento, Comercialização e Utilização de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

Manipulação, Armazenamento, Comercialização e Utilização de Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) É ESTADO DE GOIÁS SECRETARIA DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR COMANDO DE OPERAÇÕES DE DEFESA CIVIL Departaento de Proteção Contra Incêndio, Explosão e Pânico NORMA TÉCNICA n. 28/2008 Manipulação,

Leia mais

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios

Centro Universitário Anchieta Engenharia Química Físico Química I Prof. Vanderlei I Paula Nome: R.A. Gabarito 4 a lista de exercícios Engenharia Quíica Físico Quíica I. O abaixaento da pressão de vapor do solvente e soluções não eletrolíticas pode ser estudadas pela Lei de Raoult: P X P, onde P é a pressão de vapor do solvente na solução,

Leia mais

LOCALIZAÇÃO ÓTIMA DE ATUADORES E SENSORES EM ESTRUTURAS INTELIGENTES

LOCALIZAÇÃO ÓTIMA DE ATUADORES E SENSORES EM ESTRUTURAS INTELIGENTES XIV CONRESSO NACIONAL DE ESUDANES DE ENENHARIA MECÂNICA Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Engenharia Mecânica LOCALIZAÇÃO ÓIMA DE AUADORES E SENSORES EM ESRUURAS INELIENES Sione Nishioto

Leia mais

Decreto-Lei n.º168/99 de 18 de Maio

Decreto-Lei n.º168/99 de 18 de Maio Decreto-Lei n.º168/99 de 18 de Maio O Decreto-Lei n.º 189/88, de 27 de Maio, estabeleceu as regras aplicáveis à produção de energia eléctrica a partir de recursos renováveis e à produção cobinada de calor

Leia mais

Talhas Elétricas de Corrente Troles Elétricos e Manuais

Talhas Elétricas de Corrente Troles Elétricos e Manuais Talhas Elétricas de orrente Troles Elétricos e Manuais Talha Elétrica de orrente odestar Talha Elétrica de orrente odestar ap. No.( t) *Vel. Elevação Motor (P) Trao correntes ap. No.( t) *Vel. Elevação

Leia mais

2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem.

2 Podemos representar graficamente o comportamento de (1) para alguns ângulos φ, que são mostrado nas figuras que se seguem. POTÊNCIA EM CARGAS GENÉRICAS Prof. Antonio Sergio C. de Menezes. Depto de Engenharia Elétrica Muitas cargas nua instalação elétrica se coporta de fora resistiva ou uito aproxiadaente coo tal. Exeplo: lâpadas

Leia mais

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica

Índice de Custo Benefício (ICB) de Empreendimentos de Geração Termelétrica Índice de Custo Benefício (ICB) de Epreendientos de Geração Terelétrica Metodologia de Cálculo Leilões de Copra de Energia Elétrica Proveniente de Novos Epreendientos de Geração Ministério de Minas e Energia

Leia mais

QY60K WORLD CLASS TRUCK CRANE. 60 t. 42m. 58m GUINDASTE TELESCÓPICO HIDRÁULICO. Capacidade Máxima MÁX. Altura Máxima de Elevação da Lança Telescópica

QY60K WORLD CLASS TRUCK CRANE. 60 t. 42m. 58m GUINDASTE TELESCÓPICO HIDRÁULICO. Capacidade Máxima MÁX. Altura Máxima de Elevação da Lança Telescópica GUINDASTE TELESCÓPICO HIDRÁULICO QY6K WORLD CLASS TRUCK CRANE Capacidade Máxia MÁX 6 t Altura Máxia de da Telescópica MÁX 2 Altura Máxia de Telescópica + JIB MÁX 5 Distribuidor Exclusivo QY6K GUINDASTE

Leia mais

LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008

LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008 LEITURA E INTERPRETAÇÃO NBR ISO 9001:2008 APRESENTAÇÃO Instrutora: Noe: Márcia Assunção Foração: Graduada e Pós-graduada... Exp. Profissional:... 10 anos Objetivo do curso: Disseinar a interpretação dos

Leia mais

AÇÕES NAS PONTES. De acordo com a NBR8681- Ações e segurança nas estruturas, as ações podem ser classificadas em:

AÇÕES NAS PONTES. De acordo com a NBR8681- Ações e segurança nas estruturas, as ações podem ser classificadas em: De acordo co a NBR8681- Ações e segurança nas estruturas, as ações pode ser classificadas e: Ações peranentes: diretas e indiretas Ações variáveis: norais e especiais Ações excepcionais Considerando a

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. Viajar para dentro

LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. Viajar para dentro 14 e 85 LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto abaixo e responda às questões propostas 1 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 Viajar para dentro Os brasileiros estão viajando ais. Pouco iporta o destino: a verdade é que

Leia mais

KSB MEGANORM. Bomba Centrífuga Normalizada para Uso Geral. 3. Denominação. 1. Aplicação. 2. Descrição Geral. 4. Dados de Operação.

KSB MEGANORM. Bomba Centrífuga Normalizada para Uso Geral. 3. Denominação. 1. Aplicação. 2. Descrição Geral. 4. Dados de Operação. Folheto Descritivo Nº A272.1P/ KSB MEGANORM Boba Centrífuga Noralizada para Uso Geral LINA : NORMA: Mega ISO 288 1. Aplicação A boba centrífuga KSB Meganor é indicada para o bobeaento de água e de líquidos

Leia mais

CORTESIA Prof. Renato Brito

CORTESIA Prof. Renato Brito INSTITUTO TECNOÓGICO DE AERONÁUTICA VESTIBUAR 987/988 PROVA DE FÍSICA 0. (ITA- 88 ) U disco gira, e torno do seu eixo, sujeito a u torque constante. Deterinando-se a velocidade angular édia entre os instante

Leia mais

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro

Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Estudo da Resistividade Elétrica para a Caracterização de Rejeitos de Minério de Ferro Hector M. O. Hernandez e André P. Assis Departaento de Engenharia Civil & Abiental, Universidade de Brasília, Brasília,

Leia mais

SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS USANDO REDES NEURAIS E MÁQUI- NAS DE VETOR DE SUPORTE

SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS USANDO REDES NEURAIS E MÁQUI- NAS DE VETOR DE SUPORTE SISTEMAS DE DETECÇÃO DE VAZAMENTOS EM DUTOS USANDO REDES NEURAIS E MÁQUI- NAS DE VETOR DE SUPORTE RODRIGO S. MARTINS, VICTOR J. L. DUARTE, ANDRÉ L. MAITELLI, ANDRÉS O. SALAZAR, ADRIÃO D. D. NETO Laboratório

Leia mais

Capítulo 14. Fluidos

Capítulo 14. Fluidos Capítulo 4 luidos Capítulo 4 - luidos O que é u luido? Massa Especíica e ressão luidos e Repouso Medindo a ressão rincípio de ascal rincípio de rquiedes luidos Ideais e Moviento Equação da continuidade

Leia mais

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica

Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição de Energia Elétrica Projetos de Redes Aéreas Urbanas de Distribuição Revisão 05 07/2015 NORMA ND.22 ELEKTRO Eletricidade e Serviços S.A. Diretoria de Operações Gerência Executiva de Engenharia, Planejaento e Operação Rua

Leia mais

Físico-Química Experimental I Bacharelado em Química Engenharia Química

Físico-Química Experimental I Bacharelado em Química Engenharia Química Físico-Quíica Experiental I Bacharelado e Quíica Engenharia Quíica Prof. Dr. Sergio Pilling Prática 5 Tensão Superficial de Líquidos Deterinação da tensão superficial de líquidos. utilizando a técnica

Leia mais

PD 42. Printed: 07.07.2013 Doc-Nr: PUB / 5140869 / 000 / 00

PD 42. Printed: 07.07.2013 Doc-Nr: PUB / 5140869 / 000 / 00 PD 42 Bedienungsanleitung Operating instructions Mode d eploi Istruzioni d uso Manual de instrucciones Manual de instruções Gebruiksaanwijzing Οδηγιες χρησεως Kulllana Taliatı de en fr it es nl el tr ar

Leia mais

Física C. Milan Lalic

Física C. Milan Lalic Física C Milan Lalic São Cristóvão/SE 11 Física C Elaboração de Conteúdo Milan Lalic Projeto Gráfico e Capa Hereson Alves de Menezes Copyright 11, Universidade Federal de Sergipe / CESAD. Nenhua parte

Leia mais

1. Definições Iniciais

1. Definições Iniciais O Básico da Criptografia usada na Internet Alessandro Martins Mestrando e Redes de Coputadores - PESC/COPPE Universidade Federal do Rio de Janeiro {artins@ufrj.br} RESUMO O objetido deste texto é apresentar

Leia mais

Tubos Jaquetados e com Isolamento

Tubos Jaquetados e com Isolamento www.swagelok.co s Jaquetas e co Isolaento Características Disponíveis nos taanhos 1/4" a " e 6 a 12 e aço inoxidável 316/316L e cobre s e aço inoxidável co e se costura Jaqueta e PVC para baixa teperatura

Leia mais

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação

Capítulo III. Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda. Proteção de geradores. Faltas à terra no rotor. Tipos de sistemas de excitação 24 Capítulo III Faltas à terra no rotor e proteções de retaguarda Por Geraldo Rocha e Paulo Lima* Faltas à terra no rotor A função primária do sistema de excitação de um gerador síncrono é regular a tensão

Leia mais

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural

Estruturas de Betão Armado II 10 Lajes Fungiformes Análise Estrutural Estruturas de Betão Arado II 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural A. P. Raos Out. 006 1 10 Lajes Fungifores Análise Estrutural Breve Introdução Histórica pbl 1907 Turner & Eddy M (???) 50 1914 Nichols

Leia mais

ANÁLISE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU

ANÁLISE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU V ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO ANÁLIE MULTIVARIADA PARA O CONTROLE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DO LEITE CRU Jeniffer Fonseca Zanitt (UFJ) jzanitt@gail.co Daniela Carine Raires de Oliveira

Leia mais