ANO XXIV ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 19/2013

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1 ANO XXIV ª SEMANA DE MAIO DE 2013 BOLETIM INFORMARE Nº 19/2013 IPI PERÍODO DE APURAÇÃO E PRAZO DE RECOLHIMENTO DO IPI ESPECIFICIDADES... Pág. 285 ICMS MS/MT/RO ATIVO IMOBILIZADO - CONCEITO PARA FINS DE CRÉDITO DO ICMS... Pág. 287 LEGISLAÇÃO - MS DECRETO Nº , de (DOE de ) - ICMS - Convênios Disposições... Pág. 289 ISS RO LOCAÇÃO DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS - NÃO INCIDÊNCIA DO ISS... Pág. 291

2 IPI PERÍODO DE APURAÇÃO E PRAZO DE RECOLHIMENTO DO IPI Especificidades Sumário 1. Introdução 2. Período de Apuração 3. Prazo de Recolhimento 4. Simples Nacional e recolhimento do IPI 5. Códigos de Receita DARF 1. INTRODUÇÃO Na presente matéria abordaremos especificidades em relação ao período de apuração de ao prazo de recolhimento do IPI. 2. PERÍODO DE APURAÇÃO: Nos termos do art. 259 do RIPI o período de apuração do imposto incidente nas saídas dos produtos do estabelecimento industrial ou equiparado a industrial é mensal. Nos termos do art. 1º Instrução Normativa SRF nº 394/2004 o período de apuração mensal não se aplica: a) aos produtos classificados no capítulo 22, nas posições 84.29, 84.32, 84.33, a e e no código , da Tabela de Incidência do IPI (Tipi) aprovada pelo Decreto n o 4.542, de 26 de dezembro de 2002, em relação aos quais o período de apuração é decendial; Em relação ao imposto devido: a) ao imposto devido pelas microempresas e empresas de pequeno porte, em relação ao qual o período de apuração é mensal; b) ao imposto incidente sobre produtos de procedência estrangeira, na importação. 3. PRAZO DE RECOLHIMENTO: O imposto objeto desta matéria será recolhido até o vigésimo quinto dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores, salvo as exceções abaixo, que obedecerão os seguintes prazos: a) nos casos de importação antes da saída do produto da repartição que processar o despacho, b) no caso dos produtos classificados no capítulo 22 e no código , da Tipi até o décimo dia do mês subsequente ao de ocorrência dos fatos geradores; c) no ato do pedido de autorização da venda de produtos trazidos do exterior a título de bagagem, despachados com isenção do imposto ou com pagamento de tributos nas condições previstas na legislação aduaneira. Ressalta-se que se o dia do vencimento não recair em dia útil, considerar-se-á antecipado o prazo para o primeiro dia útil que o anteceder. 4. SIMPLES NACIONAL E RECOLHIMENTO DO IPI Nos termos do art. 177 do RIPI as microempresas e empresas de pequeno porte contribuinte do imposto, optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Simples Nacional e que atendam ao disposto na LC 123/2006, deverão recolher o imposto mensalmente em conjunto com os demais impostos e contribuições, nos termos especificados na referida Lei Complementar. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

3 Destarte, deverão sujeitar as receitas recebidas à tabela prevista no Anexo II da Resolução CGSN nº 94/2011, que inclui a cobrança do IPI a uma alíquota fixa de 0,5%, independentemente do valor da receita auferida. Salienta-se que o recolhimento do imposto na forma da LC 123/2006 não exclui a incidência do imposto devido no desembaraço aduaneiro dos produtos de procedência estrangeira, que deverá ser recolhido antes da saída do produto da repartição que processar o despacho aduaneiro. 5. CÓDIGOS DE RECEITA DARF Abaixo segue tabela contendo códigos de receita a serem apostos da DARF utilizados para pagamento do IPI na forma estipulada nos tópicos acima: Código DARF Sigla Descrição do Tributo/Contribuição 1020 IPI Cigarros contendo Tabaco (Cigarros dos cód da Tipi) 5110 IPI IPI - Tabaco e seus Sucedâneos Manufaturados, Exceto Cigarros Contendo Tabaco (Cigarros dos cód da Tipi) 5123 IPI Todos os produtos, com exceção de: bebidas (Capítulo 22), Tabaco e seus Sucedâneos Manufaturados (Capítulo 24) e os das posições 84.29, 84.32, 84.33, a e da Tipi 0668 IPI Bebidas do capítulo 22 da Tipi 0821 IPI Cervejas - Regime Especial de Tributação previsto no art. 58-J da Lei nº , de 29 de dezembro de IPI IPI Demais bebidas - Regime Especial de Tributação previsto no art. 58-J da Lei nº , de 29 de dezembro de Automóveis de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas (exceto os da posição 87.02), incluídos os veículos de uso misto ("station wagons") e os automóveis de corrida; Chassis com motor para os veículos automóveis das posições a 87.05; 1097 IPI "Bulldozers", "angledozers", niveladores, raspotransportadores ("scrapers"), pás mecânicas, escavadores, carregadoras e pás carregadoras, compactadores e rolos ou cilindros compressores, autopropulsados; Máquinas e aparelhos de uso agrícola, hortícola ou florestal, para preparação ou trabalho do solo ou para cultura; rolos para gramados (relvados), ou para campos de esporte; Máquinas e aparelhos para colheita ou debulha de produtos agrícolas, incluídas as enfardadeiras de palha ou forragem; cortadores de grama (relva) e ceifeiras; máquinas para limpar ou selecionar ovos, frutas ou outros produtos agrícolas, exceto as da posição 84.37; Tratores (exceto os carros-tratores da posição 87.09); Veículos automóveis para transporte de 10 pessoas ou mais, incluindo o motorista; Veículos automóveis para transporte de mercadorias; Veículos automóveis para usos especiais (por exemplo: auto-socorros, caminhões-guindastes, veículos de combate a incêndios, caminhões-betoneiras, veículos para varrer, veículos para espalhar, veículosoficinas, veículos radiológicos), exceto os concebidos principalmente para transporte de pessoas ou de mercadorias; Motocicletas (incluídos os ciclomotores) e outros ciclos equipados com motor auxiliar, mesmo com carro lateral; carros laterais. Fundamentos Legais: Os citados no texto. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

4 ICMS MS/MT/RO ATIVO IMOBILIZADO Conceito para fins de crédito do ICMS Sumário 1. Introdução 2. Conceito de Ativo Imobilizado para fins de Apropriação de Crédito de ICMS 3. Partes e Peças Destinadas ao Ativo Imobilizado para fins de Apropriação de Crédito de ICMS 4. Calculo do ICMS a ser Apropriado e sua Forma de Apropriação 5. Alienação de Bens do Ativo Permanente Antes do Final do Quadriênio 1. INTRODUÇÃO Neste trabalho abordaremos questões atinentes aos bens caracterizados como Ativo Imobilizado bem como a possibilidade de crédito decorrente de sua aquisição e de aquisições de partes e peças destinadas à reconstrução; reforma; atualização e conserto de máquina ou equipamento pertencente ao Ativo Imobilizado. 2. CONCEITO DE ATIVO IMOBILIZADO PARA FINS DE APROPRIAÇÃO DE CRÉDITO DE ICMS Primeiramente, cabe observar que a Ativo Imobilizado é formado por direitos que tenham por objeto bens corpóreos, adquiridos por empresas comerciais ou industriais com a finalidade de permanecer no estabelecimento por prazo indeterminado, devido à necessidade de sua utilização para consecução da atividade fim. Estes bens são caracterizados como Ativo Fixo quando têm vida útil superior a 1 (um) ano, cabendo enfatizar a necessidade de sua utilização nos negócios da empresa, ou seja, não se destinando à comercialização. Conceitua-se ativo imobilizado para fins de crédito do ICMS bens relacionados à produção e/ou comercialização de mercadorias ou a prestação de serviços tributados pelo ICMS. Tais bens foram denominados bens instrumentais. Como tal, possuem ligação direta com os processos industriais ou comerciais desenvolvidos pelo contribuinte. Quanto à sua previsão legal o crédito do ICMS de Ativo Imobilizado foi instituído através da Lei Complementar nº 87/96, artigo 20. Senão vejamos: (...) Art. 20. Para a compensação a que se refere o artigo anterior, é assegurado ao sujeito passivo o direito de creditar-se do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado a entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, inclusive a destinada ao seu uso ou consumo ou ao ativo permanente, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. 1º Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas, ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. (...) Considerando o exposto acima, consideram-se alheios à atividade do estabelecimento todos os bens que não sejam utilizados direta ou indiretamente na comercialização, industrialização, produção, extração, geração ou prestação de serviço de transporte, interestadual ou intermunicipal, ou de comunicação, bem como aqueles que não sejam empregados na consecução da atividade econômica do estabelecimento, assim entendidos aqueles não utilizados na área de produção industrial, agropecuária, extrativa, de comercialização ou de prestação de serviços. Desse modo, os bens adquiridos pelo contribuinte e empregados no setor administrativo, como veículos, móveis e utensílios, condicionadores de ar, máquinas, equipamentos de informática e aparelhos de fax não ensejam direito ao crédito de ICMS. De igual forma são considerados alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal de propriedade da empresa. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

5 Por sua vez, as máquinas e os equipamentos a serem utilizados efetivamente no processo produtivo do contribuinte geram direito a crédito, desde que atendidas condições legais explicitadas. O mesmo é válido para os veículos porventura utilizados para comercialização de mercadorias, como os destinados à entrega dos produtos acabados, na qualidade de veículo próprio. 3. PARTES E PEÇAS DESTINADAS AO ATIVO IMOBILIZADO FINS DE APROPRIAÇÃO DE CRÉDITO DE ICMS Acerca do crédito na aquisição de partes e peças destinadas ao ativo imobilizado, a possibilidade do crédito reside na distinção entre peças que se caracterizam como ativo e peças que, embora destinadas ao ativo, são consideradas despesas ou custo do produto. Em relação às peças caracterizadas como despesas ou custo do produto, podemos salientar que tais bens têm vida útil física e valor econômico por si só, ou seja, não vinculados à vida útil e ao valor do equipamento pertencente ao ativo da empresa, desgastando-se normalmente com a utilização do ativo a que fazem parte. Assim, não detém a condição de ativo imobilizado e sim de material de uso e consumo. Como não detém a condição de ativo, suas aquisições não dão direito a crédito do ICMS. Já, em detrimento às peças caracterizadas como material de uso e consumo há uma classe de peças que detém a condição de ativo imobilizado, quais sejam bens de uso específico e vida útil comum ao bem do ativo que integralizam. Muitas vezes, na compra de certos equipamentos de porte, as empresas adquirem no mesmo momento uma série de peças ou conjuntos importantes e vitais ao seu funcionamento, normalmente produzidas e montadas pelo próprio fornecedor do equipamento. Essas peças sobressalentes são de uso específico para tal equipamento e necessárias para que o equipamento não fique paralisado por longo tempo, no caso de substituição. Na aquisição de tais pelas o crédito do ICMS poderá ser aproveitado pelo contribuinte na forma especificada no item CALCULO DO ICMS A SER APROPRIADO E SUA FORMA DE APROPRIAÇÃO Verificada a possibilidade de crédito do ICMS dessa natureza, o cálculo do valor a ser apropriado far-se-ána forma do 5º do art. 20 da LC 87/1996: a - a apropriação será á razão de 1/48, proporcional em meses ou dias da aquisição do bem; b - a primeira fração será apropriada na entrada do bem no estabelecimento; c - este valor será obtido multiplicando-se o valor total do respectivo crédito ( valor do icms destacado na nota fiscal) mais o valor do diferencial de alíquotas( quando o bem for adquirido de outro estado da federação), da relação entre o valor das saídas tributadas e isentas, considerando-se que para efeito das saídas tributadas, as operações de exportação, equiparam-se ás saídas tributadas, ou seja, na apuração da proporcionalidade para o "quantum" do crédito, as saídas para exportação serão somadas como se fossem tributadas, sendo somadas também as saídas isentas, quando o regulamento garantir a manutenção do crédito. d - ao final do quadragésimo oitavo mês contado da data da entrada do bem no estabelecimento, o saldo remanescente do crédito será cancelado. Observada a autonomia legislativa de cada Estado, poderá ser exigida para fins de apropriação de crédito emissão de documento fiscal (CFOP lançamento de crédito relativo á compra de bem para o ativo permanente) será emitida em nome da empresa, com a natureza da operação "crédito do ativo permanente 5. ALIENAÇÃO DE BENS DO ATIVO PERMANENTE ANTES DO FINAL DO QUADRIÊNIO Nos termos do inciso V, 5º do art. 20 da LC 87/1996 na hipótese de alienação dos bens do ativo permanente, antes de decorrido o prazo de quatro anos contado da data de sua aquisição, não será admitido, a partir da data da alienação, o creditamento do ICMS em relação à fração que corresponderia ao restante do quadriênio. Fundamentos Legais: Os citados no texto. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

6 LEGISLAÇÃO - MS Ratifica os Convênios ICMS, que especifica. ICMS S - DISPOSIÇÕES DECRETO Nº , de (DOE de ) O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL, no exercício da competência que lhe confere o art. 89, inciso VII, da Constituição Estadual, e tendo em vista o disposto no art. 4º da Lei Complementar Federal nº 24, de 7 de janeiro de 1975, DECRETA: Art.1º - Ficam ratificados os Convênios ICMS: I - aprovados na 149ª reunião ordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), publicados no Diário Oficial da União do dia 12 de abril de 2013: S ICMS ICMS 04/2013 ICMS 07/2013 ICMS 08/2013 ICMS 09/2013 ICMS 11/2013 ICMS 13/2013 ICMS 14/2013 ICMS 15/2013 ICMS 19/2013 ICMS 20/2013 ICMS 21/2013 ICMS 22/2013 DATA EMENTA Altera o Convênio ICMS 130/2007, que dispõe sobre a isenção e redução de base de cálculo do ICMS em operação com bens ou mercadorias destinadas às atividades de pesquisa, exploração ou produção de petróleo e gás natural Autoriza a concessão de redução da base de cálculo ou de isenção do ICMS nas operações internas com sucatas de papel, vidro e plástico destinadas à indústria de reciclagem Dispõe sobre a adesão dos Estados do Amazonas, Pernambuco e Santa Catarina ao Convênio ICMS57/2011, que autoriza a revogação do Convênio ICMS 78/2001, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder redução de base de cálculo do ICMS nas prestações de serviço de acesso à Internet Altera o Convênio ICMS 133/2008, que autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS nas operações destinadas aos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de Autoriza o Estado do Paraná a conceder parcelamento e dispensar o pagamento de multa de débitos fiscais em operações realizadas posteriormente à anulação do benefício previsto no inciso I do art. 2º da Lei nº , de 29 de junho de 2001, na forma que especifica Altera o Convênio ICMS 87/2002, que concede isenção do ICMS nas operações com fármacos e medicamentos destinados a órgãos da Administração Pública Direta Federal, Estadual e Municipal Prorroga disposições de convênios que concedem benefícios fiscais Altera o Convênio ICMS 16/2011, que autoriza o Estado de Minas Gerais a conceder isenção do ICMS nas operações relativas a doações de lâmpadas fluorescentes às unidades consumidoras pela Companhia Energética de Minas Gerais (CEMIG) Altera o Convênio ICMS 32/2010, que autoriza os Estados de Pernambuco, Rondônia e Sergipe a conceder remissão de débitos fiscais vencidos, relativos ao ICM e ao ICMS, nas hipóteses e condições que estabelece Altera o Convênio ICMS 34/2006, que dispõe sobre a redução da parcela das contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS, referente às operações subsequentes, da base de cálculo do ICMS nas operações com os produtos indicados na Lei Federal nº /2000, de 21 de dezembro de Altera o Convênio ICMS 06/2009, que dispõe a redução da base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais com os produtos classificados nas posições PNEUMÁTICOS NOVOS DE BORRACHA e CÂMARAS-DE-AR DE BORRACHA, da TIPI, realizadas pelo fabricante ou importador, sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e a COFINS, a que se refere a Lei Federal nº /2002, de Altera o Convênio ICMS 133/2002, que dispõe sobre a redução da base de cálculo do ICMS nas operações interestaduais realizadas por estabelecimento fabricante ou importador, IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

7 ICMS 23/2013 ICMS 24/2013 ICMS 25/2013 ICMS 27/2013 ICMS 28/2013 sujeitos ao regime de cobrança monofásica das contribuições para o PIS/PASEP e da COFINS, a que se refere à Lei Federal nº , de Inclui os Estados de Alagoas, Maranhão e Santa Catarina nas disposições do Convênio ICMS 125/2011, que autoriza a exclusão da gorjeta da base de cálculo do ICMS incidente no fornecimento de alimentação e bebidas promovido por bares, restaurantes, hotéis e estabelecimentos similares Autoriza os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo a conceder isenção do ICMS na importação de locomotiva por operador de transporte multimodal de cargas Revigora a vigência do Convênio ICMS 63/2008, que autoriza o Estado do Rio de Janeiro a conceder isenção do ICMS nas saídas que especifica promovidas pela Associação Saúde Criança Renascer Autoriza o Estado de Rondônia a conceder isenção do ICMS correspondente à diferença de alíquotas pela entrada no Estado de geladeiras, a serem doadas pela empresa CENTRAIS ELETRICAS DE RONDONIA S/A - ELETROBRAS Distribuição Rondônia, no âmbito de seus projetos de eficiência energética Autoriza o Estado de Santa Catarina a remitir débitos tributários. II - aprovados na 190ª reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), publicados no Diário Oficial da União do dia 12 de abril de 2013 e republicados no Diário Oficial da União do dia 16 de abril de 2013: S ICMS ICMS 29/2013 ICMS 30/2013 ICMS 31/2013 ICMS 32/2013 ICMS 33/2013 ICMS 34/2013 ICMS 35/2013 DATA EMENTA Dispõe sobre a adesão do Distrito Federal às disposições do Convênio ICMS 05/1993, que autoriza os Estados da Bahia e Maranhão a conceder isenção do ICMS incidente sobre o fornecimento de alimentação pelo Restaurante/Escola do SENAC, nas condições que indica Autoriza o Estado de São Paulo a conceder isenção do ICMS incidente na importação de tesseras para mosaico, realizadas pelo Santuário Nacional de Nossa Senhora da Conceição Aparecida Concede isenção do ICMS nas aquisições de equipamentos, partes e peças destinadas ao Projeto do Centro Capixaba de Monitoramento Hidrometeorológico Altera o Convênio ICMS 54/2012, que concede isenção do ICMS nas saídas interestaduais de rações para animais e dos insumos utilizados em sua fabricação, cujos destinatários estejam domiciliados em municípios com situação de emergência ou de calamidade pública declarada em decreto governamental, em decorrência da estiagem que atinge o Semiárido brasileiro Altera o Convênio ICMS 54/2012, que concede isenção do ICMS nas saídas interestaduais de rações para animais e dos insumos utilizados em sua fabricação, cujos destinatários estejam domiciliados em municípios com situação de emergência ou de calamidade pública declarada em decreto governamental, em decorrência da estiagem que atinge o Semiárido brasileiro Altera o Convênio ICMS 149/2012, que autoriza o Distrito Federal a reduzir multas, juros e acréscimos legais previstos em sua legislação tributária, e a conceder parcelamento de débito fiscal relacionados com o ICM e o ICMS Altera o Convênio ICMS 108/2012, que autoriza o Estado de São Paulo a dispensar ou reduzir multas e demais acréscimos legais mediante parcelamento de débitos fiscais relacionados com o ICM e o ICMS, na forma que especifica. Art.2º - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Campo Grande, 26 de abril de André Puccinelli Governador do Estado Jader Rieffe Julianelli Afonso Secretário de Estado de Fazenda IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

8 ISS RO LOCAÇÃO DE BENS MÓVEIS E IMÓVEIS Não Incidência Do ISS Sumário Introdução; Inexistência do fato gerador de ISS; Emissão de nota fiscal para trânsito de bens objeto de locação 1. INTRODUÇÃO Não é fato gerador do ISS, a locação de bens móveis e imóveis, que tornar-se uma obrigação de dar ou de entregar, eis que esse tributo municipal somente pode incidir sobre obrigações de fazer. Veja na integra a decisão do STF sobre o assunto. 2. INEXISTÊNCIA DO FATO GERADOR DE ISS O artigo 1º da Lei Complementar 116/2003 dispõe que o ISS tem como fato gerador a prestação de serviços constante na lista anexa. A locação de bens móveis não constitui uma prestação de serviços, pois não é item constante na lista de serviços anexa à referida Lei Complementar. Trata-se meramente de uma disponibilização de bem, seja ele imóvel ou móvel para utilização do locatário sem, entretanto, caracterizar a prestação de um serviço. Ressalta-se que a locação de bens móveis iria fazer parte do item 3.01 (Locação de bens móveis) da lista da Lei Complementar 116/2003, no entanto foi objeto de veto pelo Presidente da República. Adiante, a transcrição da razão ao veto pela presidência: Item 3.01 da Lista de serviços "3.01 Locação de bens móveis." Razões do veto Verifica-se que alguns itens da relação de serviços sujeitos à incidência do imposto merecem reparo, tendo em vista decisões recentes do Supremo Tribunal Federal. São eles: O STF concluiu julgamento de recurso extraordinário interposto por empresa de locação de guindastes, em que se discutia a constitucionalidade da cobrança do ISS sobre a locação de bens móveis, decidindo que a expressão "locação de bens móveis" constante do item 79 da lista de serviços a que se refere o Decreto-Lei nº 406, de 31 de dezembro de 1968, com a redação da Lei Complementar nº 56, de 15 de dezembro de 1987, é inconstitucional (noticiado no Informativo do STF no 207). O Recurso Extraordinário /SP, votado unanimemente pelo Tribunal Pleno, em 11 de outubro de 2000, contém linha interpretativa no mesmo sentido, pois a "terminologia constitucional do imposto sobre serviços revela o objeto da tributação. Conflita com a Lei Maior dispositivo que imponha o tributo a contrato de locação de bem móvel. Em direito, os institutos, as expressões e os vocábulos têm sentido próprios, descabendo confundir a locação de serviços com a de móveis, práticas diversas regidas pelo Código Civil, cujas definições são de observância inafastável." Em assim sendo, o item 3.01 da Lista de serviços anexa ao projeto de lei complementar ora analisado, fica prejudicado, pois veicula indevida (porque inconstitucional) incidência do imposto sob locação de bens móveis. Dessa forma a locação de imóveis, locação de carros, máquinas e outros bens não têm a incidência do ISS por não se caracterizar serviço e não ter previsão de incidência em Lei Complementar. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

9 Também neste sentido, a Súmula 31 do STF: "É inconstitucional a incidência do Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) sobre operações de locação de bens móveis" Porém, se a empresa locar máquinas com operador, carros com motorista, etc. haverá a incidência do ISS, pois há a prestação do serviço. A base de cálculo do ISS, neste caso, será o valor do serviço prestado (art. 7º da Lei Complementar 116/2003). 3. EMISSÃO DE NOTA FISCAL PARA TRÂNSITO DE BENS OBJETO DE LOCAÇÃO Para o transito (remessa/retorno) de bens objeto de contrato de locação, mesmo não estando sob o campo de incidência do ICMS, deve ser emitida Nota Fiscal em se tratando de operação promovida por contribuinte do imposto. Nas remessas de bens em locação será emitida Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A ou NF-e, que além dos requisitos normalmente exigidos, conterá: Natureza da operação: Remessa em locação ; CFOP: ou 6.949, conforme o caso; No campo Informações Complementares, a expressão: Suspensão do ICMS, conforme art. 10, 2º, item 2 - Decreto nº 8.321/98 Fundamento legal: citados no texto. IPI ICMS E OUTROS TRIBUTOS MS/MT/RO Maio - 19/

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