CAMPEONATO DE TURISMO 1600 DO DISTRITO FEDERAL 2012

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1 Pág. 1 de 14 CAMPEONATO DE TURISMO 1600 DO DISTRITO FEDERAL 2012 Regulamento Desportivo IN-FADF nº 003/12 Dispõe sobre o Regulamento Desportivo do Campeonato de Turismo Capítulo I INTRODUÇÃO Art. 1º A Federação de Automobilismo do Distrito Federal FADF realizará, no ano de 2012, o CAMPEONATO DE TURISMO 1600 DO DISTRITO FEDERAL. e nos termos deste Regulamento. 1.1 O Campeonato de Turismo 1600 do Distrito Federal, doravante denominado CAMPEONATO, é construído por duas competições: o CAMPEONATO TURISMO 1600 DO DISTRITO FEDERAL e a COPA LIGHT DE TURISMO Art. 2º O presente Regulamento obedece às normas do Código Desportivo Internacional CDI/FIA e Código Desportivo do Automobilismo CDA/CBA Este regulamento, e seus adendos, têm força de lei desportiva, em conformidade com os princípios estabelecidos pela legislação nacional. 2.2 Os adendos desportivos ou os considerados de segurança entram em vigor, a partir da data determinada nos mesmos. 2.3 Os adendos a este Regulamento são considerados como partes integrantes do mesmo, recebendo a mesma codificação desta Instrução Normativa, acrescida da letra "A" e do número seqüencial correspondente. 2.4 Os adendos visando modificações técnicas, apenas entrarão em vigor, 30 (trinta) dias após a aprovação pelo Conselho Técnico Desportivo da Federação de Automobilismo do Distrito Federal CTD/FADF, salvo situação de caráter emergencial. 2.5 Os casos porventura omissos ou não previstos neste Regulamento serão decididos pelos Comissários Desportivos, quando apresentados durante as competições, e pelo Conselho Técnico Desportivo da Federação de Automobilismo do Distrito Federal, quando apresentados antes ou após o término da rodada. Capítulo II DA ORGANIZAÇÃO Art. 3º A supervisão do CAMPEONATO será da Federação de Automobilismo do Distrito Federal com organização dos clubes filiados e designados pela mesma. Art. 4º As entidades envolvidas no CAMPEONATO, doravante serão assim denominadas: a) Federação Internacional de Automobilismo FIA; b) Confederação Brasileira de Automobilismo CBA; c) Federação de Automobilismo do Distrito Federal FADF; d) Conselho Técnico Desportivo CTD/FADF; e) CLUBE.

2 Pág. 2 de 14 Capítulo III DO REGULAMENTO PARTICULAR Art. 5º O Regulamento Particular de cada Rodada será apresentado pelo CLUBE a FADF, nos termos e prazos estabelecidos no CDA/CBA Quaisquer alterações após a abertura das inscrições, somente poderão ser efetuadas pelos comissários desportivos, através de adendo. Capítulo VI DO CALENDÁRIO Art. 6º - O CAMPEONATO terá 10 (doze) etapas divididas em 05 (cinco) rodadas duplas, com a seguinte previsão de datas: Data Mês Dias Rodada Etapa Março 17 e 18 1ª 1ª e 2ª Junho 09 e 10 2ª 3ª e 4ª Junho/Julho 30 e 01 3ª 5ª e 6ª Setembro 29 e 30 4ª 7ª e 8ª Outubro 20 e 21 5ª 9ª e 10ª Capítulo VII DO AUTÓDROMO Art. 7º As rodadas do CAMPEONATO serão realizadas no Autódromo Internacional Nelson Piquet em Brasília no Distrito Federal. 7.1 Poderão ser utilizados os circuitos: completo, anel externo ou outro que, necessariamente, deve ser homologado pelo CTD/FADF. 7.2 O circuito a ser utilizado será definido no Regulamento Particular de cada rodada. 7.3 O esquema de utilização de pista nos dias não constantes do Programa Horário da respectiva prova, bem como os seus custos serão da responsabilidade da administração do autódromo. 7.4 A definição do circuito poderá alterar a duração das provas que será definida no Regulamento Particular da rodada. Capítulo VIII DOS PILOTOS Art. 8º O CAMPEONATO é reservado para pilotos portadores de Cédula Desportiva Nacional, emitida pela CBA, válida para o ano de 2012, independentemente da Federação a que o mesmo estiver filiado. 8.1 Poderão participar das etapas os portadores de Licença de Piloto de Velocidade com a seguinte graduação: 1. Piloto Graduado de Competição A PGC-A. 2. Piloto Graduado de Competição B PGC-B. 3. Piloto de Competição PC. 8.2 Somente participarão dos treinos livres, das tomadas de tempo ou das provas de cada etapa, os pilotos devidamente inscritos e com toda a documentação de posse da secretaria e sem débito com o CLUBE, FAU de origem, FADF e/ou CBA.

3 Pág. 3 de 14 Art. 9º As etapas do CAMPEONATO valerão para duas competições: Capítulo IX DA COMPETIÇÃO 1. O CAMPEONATO MARCAS E PILOTOS TURISMO 1600 DO DISTRITO FEDERAL, disputado por Pilotos Graduados de Competição (PGC-A e PGC-B) e por Pilotos de Competição (PC) da modalidade velocidade, doravante denominado CAMPEONATO; 2. A COPA LIGHT DE TURISMO 1600, disputada por pilotos de competição (PC) da modalidade velocidade, doravante denominada COPA. Capítulo X DA INSCRIÇÃO Art. 10 O prazo e valores para inscrições em cada Rodada serão definidos no respectivo Regulamento Particular A cada rodada será estabelecida uma data limite para pagamento, formalização e pagamento da inscrição e, terminado este limite, as inscrições somente serão aceitas se aprovadas pelos comissários desportivos e sofrendo acréscimo de 25% (vinte e cinco por cento) ao seu valor original. Capítulo XI DA PARTICIPAÇÃO Art. 11 O número máximo de participantes será definido no Regulamento Particular da rodada de acordo com o Anexo II do CDA/CBA Caso o número de participantes seja superior ao admitido para a etapa, participarão da mesma os pilotos que obtiverem os melhores tempos nas Tomadas de Tempo do CAMPEONATO e da COPA, na proporção equivalente ao total de inscritos, usando-se o critério do arredondamento O arredondamento, do resultado obtido na proporção, para a casa decimal imediatamente acima obedece às seguintes regras: se o algarismo da casa decimal a arredondar for inferior a 5 (cinco), o número é truncado; se for superior a 5 (cinco) a casa anterior sobe uma unidade; se for igual a 5 (cinco), a casa anterior arredonda para o número par mais próximo No CAMPEONATO deverá ter em condições de largada, um grid mínimo de 6 (seis) veículos em cada, para que possa ser atribuída pontuação para classificação. Capítulo XII DOS VEÍCULOS Art Os veículos admitidos no CAMPEONATO estão especificados no REGULAMENTO TÉCNICO É proibido o uso de veículo reserva a qualquer momento da etapa O piloto que participar de qualquer Treino Livre ou da Tomada de Tempo não poderá trocar de veículo, exceto se efetuar nova inscrição e fizer a opção por escrito com o qual carro irá pontuar na rodada dupla, obedecidas as disposições contidas no item No caso previsto no item 12.2, será considerada nova inscrição e, caso já tenha acontecido a Tomada de Tempo o piloto não terá tempo registrado devendo largar na última posição do grid de largada. Capítulo XIII DA DURAÇÃO DAS ETAPAS

4 Pág. 4 de 14 Art. 13 Cada etapa terá a duração de 30 (trinta) minutos. Capítulo XIV DA PONTUAÇÃO, BONIFICAÇÃO E DESCARTE Art. 14 A pontuação em cada etapa do CAMPEONATO obedecerá ao seguinte critério: Colocação Etapas Pontuação 1ª 2ª 3ª 4ª 5ª 6ª 7ª 8ª 9ª 10ª 1ª a 3ª ª a 6ª ª a 10ª Todos os participantes disputarão as provas em conjunto, com pontuação separada para o CAMPEONATO e para a COPA Os Pilotos Graduados de Competição (PGC-A e PGC-B) pontuarão apenas para o CAMPEONATO, enquanto os Pilotos de Competição (PC) pontuarão para as duas competições. Art. 15 Os pilotos que largarem na pole-position do CAMPEONATO e da COPA receberão a bonificação de 1 (um) ponto, que será computado na classificação de cada competição respeitadas as seguintes regras: 15.1 Não haverá ponto de bonificação pela pole-position na segunda etapa da rodada O detentor da pole-position será o piloto que efetivamente for posicionado para largar na posição, o que nem sempre corresponde ao detentor da melhor volta da Tomada de Tempo, em função de penalidades previstas neste Regulamento. Art. 16 Os pilotos que obtiverem a melhor volta do CAMPEONATO e da COPA receberão a bonificação de 1 (um) ponto que será computado na classificação de cada competição. Art. 17 O piloto que completar 75% (setenta e cinco por cento) do número de voltas percorridas pelo vencedor da sua competição estará classificado, independentemente do recebimento da bandeira de chegada, fazendo jus à pontuação correspondente Sempre que 75% do número de voltas resultarem em número com decimais (não inteiro), o arredondamento será para o número inteiro anterior Ao piloto que não completar o número mínimo de voltas previsto no caput deste artigo será atribuída a pontuação apenas das bonificações previstas nos artigos 15 e 16. Art. 18 No caso de exclusão ou desclassificação na prova, a bonificação prevista no artigo 16 não passará para outro piloto. Art. 19 O sistema de descarte para as duas competições será N-2, isto é, na classificação geral serão desconsiderados os 2 (dois) piores resultados de etapa O descarte será de etapa organizada, não havendo necessidade de que o piloto se inscreva na mesma, para poder descartá-la Os pilotos excluídos, desclassificados, ou que estiverem cumprindo suspensão, não poderão ter esses resultados considerados como descarte. Art. 20 Como campeão do CAMPEONATO, assim como o vencedor da COPA, será declarado o piloto que somar mais pontos ao final da temporada, observados o critério de descarte previsto no artigo 19 deste Regulamento. Art. 21 Se 2 (dois) ou mais pilotos terminarem o CAMPEONATO ou a COPA com igual número de pontos, já considerado o critério de descarte, serão adotadas, em seqüência, as seguintes situações para desempate:

5 Pág. 5 de 14 a) o que tiver maior número de vitórias; b) o que tiver maior número de pontos sem considerar os descartes; c) o que tiver maior número de segundos lugares; d) o que tiver maior número de terceiros lugares; e) o que tiver maior número de melhores voltas; f) o que tiver maior número de pole-position; g) o que tiver maior número de melhores voltas durante a competição; h) sorteio. Capítulo XV DA PREMIAÇÃO Art. 22 Ao final de cada rodada, serão distribuídos troféus ou taças aos pilotos que alcançarem as 3 (três) primeiras colocações em cada competição. Art. 23 Ao final do CAMPEONATO serão entregues pela FADF, troféus ao campeão e vice O vencedor e o segundo colocados da COPA também receberão troféus representativos da colocação obtida. Capítulo XVI DOS TREINOS LIVRES Art. 24 Em cada rodada estarão previstos treinos livres, em horários determinados no Programa Horário Se um veículo apresentar problemas técnicos durante um treino livre, ele poderá ser removido para os boxes, pelo resgate, ser reparado e voltar à pista Caso um ou mais treinos sejam interrompidos, não serão aceitos protestos pelos possíveis efeitos da interrupção na participação dos pilotos inscritos. Art. 25 Poderá ser realizado um treino livre a título de Warm Up com duração não superior a 30 (trinta) minutos, conforme definido no Programa Horário da rodada O intervalo entre o término do Warm Up e o início da etapa não poderá ser inferior a 1 (uma) hora. Capítulo XVII DA TOMADA DE TEMPO Art. 26 A Tomada de Tempo será realizada com a participação de todos os veículos na pista ao mesmo tempo, sem limite de voltas, prevalecendo para o grid de largada os melhores tempos registrados, após a aplicação de eventuais penalidades O horário da Tomada de Tempo será divulgado no Programa Horário da rodada Os pilotos que finalizarem sua Tomada de Tempo deverão levar seus veículos diretamente ao parque fechado Se um veículo apresentar problemas técnicos durante a Tomada de Tempo deverá ser retirado pelo resgate apenas se estiver em situação de risco e colocado em lugar seguro, não podendo retornar à Tomada de Tempo Não serão admitidos protestos ou reclamações por possíveis prejuízos ou benefícios de qualquer piloto sobre o critério regulamentar da Tomada de Tempo, assim como seu funcionamento de acordo com o presente Regulamento Desportivo, ou sobre as condições climáticas ou da pista durante todo o transcurso da referida Tomada de Tempo. Capítulo XVIll

6 Pág. 6 de 14 DO BRIEFING Art. 27 É obrigatória a realização prévia de uma reunião oficial (briefing) com todos os concorrentes, comandada pelo diretor de prova e com participação dos comissários desportivos, para definição e esclarecimentos aos pilotos quanto aos procedimentos que forem julgados pertinentes com relação às etapas, nos termos definidos no CDA/CBA A presença no briefing é obrigatória para todos os pilotos dos veículos autorizados a participarem das etapas, sendo horário e local da reunião definidos no Programa Horário da rodada O briefing é reservado, exclusivamente aos pilotos concorrentes, sendo que a presença de qualquer outra pessoa é proibida se não houver autorização expressa dos comissários desportivos e/ou diretor de prova Assuntos relacionados a outras etapas do CAMPEONATO deverão ser tratados por escrito e entregues ao diretor da prova. Art. 28 A critério dos comissários desportivos poderá haver mais de um briefing em cada rodada, bem como poderão, em caráter excepcional, convocar os chefes de equipes para reunião específica ou em conjunto com os pilotos. Art. 29 O briefing deverá obedecer aos seguintes procedimentos: a) A organização da etapa deverá permitir o acesso ao local onde se realizará o briefing, a partir de 15 (quinze) minutos antes da hora marcada para o início do mesmo, não sendo concedida aos pilotos qualquer tolerância nessa reunião. b) Todos os pilotos presentes deverão à entrada do local de realização do briefing, assinar a folha de presença que para tal será disponibilizada pelo secretário (a) da etapa e que constituirá a única prova oficial de sua presença nessa reunião. c) Após o início da reunião, deverá sempre ser dado acesso aos pilotos eventualmente atrasados, registrando-se na folha de presença a hora efetiva de entrada do(s) piloto(s) nessas condições. Art. 30 O não comparecimento ao briefing acarretará ao infrator, de acordo com o item do CDA/CBA-2012, a multa de 3 (três) a 5 (cinco) Up s, sendo que o atraso dará lugar à aplicação de penalidade por decisão dos comissários desportivos. Art. 31 É expressamente proibido o ingresso, armazenamento e consumo de bebidas alcoólicas, fumar cigarro ou qualquer outro produto a partir do tabaco e a utilização de aparelhos celulares no local reservado para a realização do briefing. Art. 32 Durante o briefing, o comportamento inconveniente, seja por meio de falas ou gestos, será passível de sanções a serem aplicadas pelos comissários desportivos. Capítulo XIX DO GRID DE LARGADA Art. 33 O grid de largada será formado de acordo com os tempos obtidos por todos os concorrentes na Tomada de Tempo, obedecidas às disposições contidas no artigo 26 deste Regulamento O grid de largada para as etapas pares será formado de acordo com a chegada das etapas ímpares invertendo os 06 (seis) primeiros colocados. Art. 34 A formação do grid de largada deverá obedecer ao esquema previsto no item do CDA/CBA O veículo que detenha a pole-position geral da etapa poderá escolher o lado de posicionamento no grid de largada, desde que seja feita a comunicação expressa aos

7 Pág. 7 de 14 comissários desportivos até 45 (quarenta e cinco) minutos antes do horário previsto para a abertura dos boxes para a formação do grid de largada. Art. 35 Serão utilizados os seguintes procedimentos para formação do grid de largada: a) Após a determinação do diretor de prova, a saída de box será liberada e ficará aberta por 10 (dez) minutos, quando todos os veículos deverão deixar o mesmo dirigindo-se ao grid de largada, e posicionando-se no lugar obtido na Tomada de Tempo. b) O anúncio de fechamento da saída de box, deverá ser precedido de alerta às equipes e pilotos 3 (três) minutos antes; c) Ao término do tempo previsto no item a, a saída de box será fechada, não podendo sair mais nenhum veículo para o alinhamento no grid de largada. d) O fechamento da saída de box significa a apresentação no grid da placa de 10 (dez) minutos Se os veículos estiverem em parque fechado, devem se dirigir diretamente para a formação do grid de largada, não podendo parar em frente das suas garagens ou receber qualquer tipo de manutenção, a não ser que já tenham dado uma volta de reconhecimento No caso de efetuarem mais de uma volta de alinhamento, os veículos deverão obrigatoriamente passar entre cada volta, em velocidade reduzida, pelos boxes, sendo proibido atravessarem o grid de largada. Art. 36 Os veículos que não se apresentarem no grid de largada no tempo regulamentar, somente poderão participar da etapa largando dos boxes, após a passagem de todos os veículos que estiverem participando do grid e com autorização do oficial de box A ordem de largada dos boxes para os concorrentes que não conseguirem formar no grid deverá obedecer à ordem de chegada dos veículos na saída de box O disposto neste artigo também é determinado para os veículos que não se apresentarem ao parque fechado, desde que sejam autorizados pelos comissários desportivos. Art. 37 O lugar do veículo que não participar do grid de largada deverá permanecer vago. Capítulo XX DA VOLTA DE APRESENTAÇÃO Art. 38 Todos os procedimentos da volta de apresentação e da largada serão sinalizados pelo Posto de Sinalização da Direção de Prova (PSDP), por ordem do diretor de prova. Art Durante o procedimento de largada, serão permitidos troca de pneus e pequenos trabalhos nos veículos, no grid de largada até que a placa de 5 (cinco) minutos seja apresentada devendo, a partir desse momento, todos os veículos estar com suas rodas nos respectivos eixos e devidamente fixadas É proibido o reabastecimento de qualquer líquido do veículo, motor ou transmissão, no grid de largada. Art. 40 Os procedimentos de sinalização para início da volta de apresentação são os previstos no Art. 110 do CDA. Art. 41 A Direção de Prova determinará que o safety-car faça a volta de apresentação, controlando a velocidade do pelotão, sendo obrigatória à observação da ordem de largada durante a volta, salvo se a ultrapassagem foi efetuada em decorrência de problemas com veículo posicionado à sua frente O safety-car somente poderá ser ultrapassado quando o mesmo sinalizar para que isso aconteça.

8 Pág. 8 de É obrigatória que todos os veículos acompanhem a velocidade do safety-car, devendo o líder de o pelotão manter em relação ao safety-car um espaço correspondente ao comprimento de 05 (cinco) veículos e os demais devem manter a formação o mais próximo possível. Art. 43 As ultrapassagens na volta de apresentação só serão permitidas se um veículo se demorar quando estiver deixando sua posição no grid, e os veículos que ficarem atrás dele não puderem evitar a ultrapassagem sem perderem distância em relação ao restante dos veículos Neste caso, os pilotos podem ultrapassar para recuperar seu posicionamento no ordenamento de largada Qualquer piloto que se demorar no momento de deixar o grid, não pode ultrapassar outro veículo em movimento, se ele houver ficado parado após os veículos restantes terem cruzado a linha de largada O veículo que se enquadrar na situação definida no item 30.2 deverá largar no final do grid de largada Caso exista mais de um veículo na situação prevista no item 30.3, ficarão ordenados no final do grid na seqüência em que realizaram a volta de apresentação. Art. 44 Ao final da volta de apresentação, o veículo que se atrasar por qualquer motivo não poderá retornar à posição original, permanecendo a mesma vaga, com o veículo atrasado largando no final do grid O veículo que não largar para a volta de apresentação ou apresentar problema durante a mesma deverá retornar aos boxes, de onde largará, obedecendo ao disposto no artigo 36 deste regulamento. Capítulo XXI DA LARGADA Art. 45 A largada do tipo parada será dada com autorização do diretor de prova, após a volta de apresentação. a) A largada somente ocorrerá após o acionamento do sinal luminoso de largada. b) Em caso de inoperância do sinal luminoso, a largada poderá ocorrer com a utilização de bandeira verde. Art. 46 Em circunstâncias excepcionais, a critério do diretor de prova, a largada poderá ocorrer com a presença do safety-car, obedecendo-se os seguintes procedimentos: a) Na placa de 5 minutos, a luminária amarela do safety-car será ligada sendo este o sinal de aviso aos pilotos de que a corrida será largada com a presença do safety car; b) Quando a luz verde ou bandeira verde for apresentada, o safety-car deixará o grid com todos os veículos seguindo-o a uma distância não maior que o correspondente ao comprimento de 5 (cinco) veículos; c) Não haverá volta de apresentação; d) Para efeito de duração da prova, no momento em que o veículo líder cruzar a linha pela primeira vez, as voltas começarão a ser contadas; e) O safety-car, a critério do diretor de prova, poderá ficar quantas voltas forem necessárias na frente do pelotão, até que haja condições para sua retirada. Capítulo XXII DA VISTORIA TÉCNICA

9 Pág. 9 de 14 Art. 47 É obrigatória vistoria técnica inicial dos veículos que será realizada em horário e data a serem definidos através do Regulamento Particular de cada rodada O veículo que não passar por vistoria prévia não poderá participar da Tomada de Tempo. Art. 48 Os veículos poderão ser vistoriados antes, durante e depois da etapa, por decisão dos comissários desportivos A direção de prova, a seu critério, pode determinar que qualquer veículo envolvido num acidente seja parado e verificado. Art. 49 As vistorias realizadas antes das etapas não validam qualquer irregularidade constatada no veículo durante e após a etapa. Capítulo XXlll DA PESAGEM Art. 50 A balança oficial da prova é a única cujas medições serão consideradas válidas e os resultados obtidos são inapeláveis. O resultado da pesagem é um julgamento do fato. Art. 51 Por determinação dos comissários desportivos, ou ainda se estiver previsto no Programa Horário, todos os pilotos participantes no evento poderão ser pesados antes da prova, devidamente vestidos com seu equipamento de corrida completo O seu peso será anotado numa ficha de pesagem sob o controle do comissário técnico e será considerada como informação oficial para todos os efeitos Ao piloto que comparecer com atraso a pesagem oficial, será aplicada penalidade por decisão dos comissários desportivos A falta de comparecimento à pesagem implicará na exclusão da prova. Art. 52 Qualquer irregularidade detectada durante o processo de pesagem será informada aos comissários desportivos que aplicarão as seguintes sanções: 1. No final da Tomada de Tempo: anulação total dos tempos, sendo colocado o veículo no final do grid, após o concorrente de pior tempo na Tomada de Tempo. 2. No final das Provas: desclassificação da etapa onde for detectada a infração. Art. 53 No caso de um veículo não alcançar o peso regulamentar para a categoria, o mesmo tem o direito de solicitar nova pesagem, por 3 (três) vezes A critério do comissário técnico poderá ser autorizada a presença de representante da equipe na nova pesagem, não podendo, no entanto, participar da mesma Esta nova pesagem deverá ser feita de imediato, com apenas os oficiais de competição podendo mexer no veículo. Capítulo XXIV DO PARQUE FECHADO Art. 54 Depois da Tomada de Tempo e da Prova os veículos estarão em regime de Parque Fechado, em local determinado pela organização e somente poderão ser retirados com autorização do comissário técnico Qualquer veículo que tenha recebido a bandeirada de chegada que não se apresente ao Parque Fechado, ou que seja retirado deste sem autorização do comissário técnico estará automaticamente desclassificado da etapa.

10 Pág. 10 de 14 Art. 55 Somente os oficiais designados ou pessoas por estes autorizadas poderão entrar no Parque Fechado O ingresso de pessoas não autorizadas, inclusive mecânico e piloto, no Parque Fechado implicará na desclassificação do motivador da situação As vistorias técnicas serão realizadas em local determinado e somente as pessoas autorizadas terão acesso. Capítulo XXV DO PÓDIO Art. 56 Os pilotos que tiverem direito a premiação em cada categoria devem estar obrigatoriamente presentes na cerimônia de premiação no pódio, devidamente trajados com seus macacões de corrida e sapatilhas de corrida e seguir os procedimentos especificados pelo mestre de cerimônias O não comparecimento ao pódio nas condições previstas neste artigo acarretará ao infrator, de acordo com o item do CDA/CBA-2012, a multa de 10 (dez) a 50 (cinquenta) Up s. Capítulo XXVI DO EQUIPAMENTO DO PILOTO Art. 57 É obrigatório o uso de capacete de proteção, macacão, luvas e sapatilhas de competição, homologados pela FIA/CBA Além da indumentária estabelecida no caput deste artigo, recomenda-se por motivo de segurança, o uso de balaclava antichama e cinta de apoio à espinha dorsal Para piloto e/ou concorrente com cabelo comprido ou barba, a utilização de balaclava é obrigatória Os comissários desportivos e/ou o diretor de prova poderão, a qualquer momento, vistoriar o equipamento dos concorrentes, podendo reter ou proibir a utilização do que considerar sem condições de uso. Art. 58 É obrigatório o uso de indumentária completa pelo piloto em quaisquer situações nas quais esteja movimentando seu veículo no circuito, mesmo em treinos não oficiais ou de amaciamento de motores. Capítulo XXVII DA NUMERAÇÃO E ASPECTO DOS VEÍCULOS Art. 59 Os números serão definidos pelos próprios pilotos, sendo que a partir da realização da primeira rodada, as numerações não escolhidas perderão as prioridades, ficando à disposição dos demais interessados Em caso de igualdade, a preferência por determinado número será determinada por sorteio Tendo um piloto utilizado um número de identificação durante uma rodada do Campeonato, o mesmo ficará reservado para o concorrente durante toda a temporada. Art. 60 Os números de identificação 1 e 01 são reservados para uso exclusivo da FADF É permitida apenas a utilização de número de identificação com até 2 (dois) algarismos, isto é, de 2 dígitos. Art. 61 Os veículos deverão ser identificados nos termos previstos na Seção II do CDA.

11 Pág. 11 de 14 Art. 62 A utilização de adesivo, propaganda ou outro meio referente a entidades desfiliadas pela CBA ou não reconhecidas pela mesma, sujeitará o infrator às sanções impostas pelos comissários desportivos, acrescidas de multa de 20 (vinte) UPs para cada uma das infrações. Art. 63 Os veículos que se apresentarem para o evento em mau estado de conservação, a critério dos comissários desportivos estarão proibidos de participar do mesmo, sem que haja devolução do valor pago pela inscrição. Art. 64 Não caberá recurso quanto às decisões dos comissários desportivos previstas neste Capítulo. Capítulo XXVIII DAS CAMERAS DE VÍDEO Art. 65 A instalação de câmeras de vídeo em veículos participantes da etapa, somente será permitida com autorização expressa dos comissários desportivos Compete ao comissário técnico, constatar e confirmar durante a vistoria técnica inicial, que as câmeras de vídeo instaladas nos veículos estão montadas com as condições de segurança exigíveis em relação ao ocupante do veículo As câmeras de vídeo e seus acessórios não poderão ser utilizados como lastro para atendimento do peso mínimo exigido pelo Regulamento Técnico da categoria A retirada dos equipamentos do veículo somente poderá ocorrer após autorização expressa do comissário técnico. Art. 66 Os comissários desportivos poderão determinar em qualquer momento da prova, a selagem de quaisquer câmeras de vídeo instaladas em veículos participantes na competição e a entrega para efeito de análise das fitas, CDs ou cartões de memórias gravados Após a análise e salvo se for entendimento dos comissários desportivos que a fita, CD ou cartão de memória deva ser retida, ou que lhe seja disponibilizada de imediato uma cópia exata da mesma, para posterior procedimento disciplinar, a fita, CD ou cartão de memória será devolvida à respectiva equipe. Capítulo XXIX DA CRONOMETRAGEM Art. 67 Não é permitida a presença de ninguém na área do serviço oficial de cronometragem que não seja a própria equipe e as autoridades de prova Independentemente de qualquer circunstância, os pilotos e/ou integrantes das equipes não poderão se dirigir diretamente ao serviço de cronometragem. Art. 68 É de responsabilidade do concorrente o bom uso dos aparelhos oficiais de cronometragem (sensores) instalados nos veículos e disponibilizados pela equipe de cronometragem Os sensores são de propriedade da CRONOMETRAGEM, sendo obrigatória a sua devolução, em qualquer situação ao final da Tomada de Tempo, da Etapa, ou quando solicitado pela organização das etapas A perda ou deterioração dos sensores levará a sanção pecuniária, isto é, o concorrente terá que ressarcir a cronometragem o valor de R$ 800,00 (oitocentos reais), por sensor. Art. 69 Os serviços de cronometragem continuarão a funcionar até 4 (quatro) minutos após a passagem pela linha de chegada do veículo classificado em 1º lugar Uma vez esgotado o prazo acima, será encerrada a cronometragem da respectiva etapa.

12 Pág. 12 de Para o veículo cuja última passagem pela linha de chegada se verifique após o período definido neste artigo, apenas será considerado o número de voltas completadas antes de esgotado o referido espaço de tempo. Capítulo XXX DA PUBLICIDADE Art. 70 É proibida qualquer divulgação ou publicidade envolvendo racismo, religião ou política Todos os concorrentes deverão reservar áreas para fixação de publicidade, sob pena do veículo não ser aprovado na vistoria técnica prévia Os locais para publicidade destinados ao organizador serão os seguintes: a) Espaço localizado no parabrisa, com faixa de 10 cm (dez centímetros) de altura no mínimo. b) Espaço localizado nas laterais dos veículos, de 20 cm x 50 cm (vinte centímetros por cinquenta centímetros) Todos os concorrentes concordam em ceder os espaços promocionais em seus veículos no ato da inscrição Caso o concorrente comprove antecipadamente um patrocínio que seja conflitante com o da organização da prova, poderá abster-se desta publicidade, a critério dos comissários desportivos, mediante o pagamento do valor correspondente a uma taxa de inscrição A falta de qualquer publicidade apresentada pelo organizador, verificada antes, durante ou após a prova implicará no pagamento de multa correspondente a 10 (dez) UPs, por cada uma. Art. 71 Durante o evento, nenhum tipo de publicidade poderá ser colocado nas instalações do Autódromo, sem prévia autorização da organização que, para todos os efeitos detém a exclusividade do direito de arena. Capítulo XXXI DAS EQUIPES Art. 72 O piloto é responsável pelas atitudes dos membros de sua equipe e de pessoas que direta ou indiretamente estejam ligadas à equipe, podendo ser punido, a critério dos comissários desportivos pelas atitudes dos mesmos Todos os elementos das equipes deverão portar credenciamento da organização e se apresentar nos eventos devidamente trajado, sendo proibido trabalhar de chinelos ou usando calçados que não ofereçam segurança. Art. 73 Os boxes serão distribuídos a critério da organização Cada equipe será responsável pela ordem e higiene do espaço que lhe for atribuído e também pela disciplina de qualquer pessoa direta ou indiretamente ligada à equipe Após cada parada no pit-lane, a equipe deverá limpar qualquer sujeira provocada pela assistência prestada ao veículo. Capítulo XXXII DA VELOCIDADE E DAS INFRAÇÕES Art. 74 A velocidade no pit-lane, durante os treinos, tomada de tempo e etapa não poderá ser superior a 60 km/h (sessenta quilômetros por hora) e o seu descumprimento será considerado como infração de grau médio. Art. 75 O piloto que infringir os regulamentos desportivos, a critério dos comissários desportivos, estará sujeito às seguintes punições:

13 Pág. 13 de 14 a) INFRAÇÃO GRAVE exclusão do Treino, Tomada de Tempo ou Prova. b) INFRAÇÃO GRAVE REINCIDENTE exclusão do Treino, Tomada de Tempo ou Prova e aplicação de multa nos níveis previstos no CDA/CBA c) INFRAÇÃO MÉDIA durante o Treino ficará parado por 10 (dez) minutos. d) INFRAÇÃO MÉDIA durante a Tomada de Tempo perda da melhor volta. e) INFRAÇÃO MÉDIA durante a Prova passagem pelo Pit-lane (Drive Trhough). f) INFRAÇÃO LEVE advertência por Bandeira A reincidência de infração leve será considerada como infração média e de infração média será considerada infração grave O cumprimento da punição com Drive Trough não poderá ocorrer durante a intervenção do safety-car Caso a infração sujeita à punição com Drive Trough ocorra nos 10 (dez) minutos finais da prova, ou que não seja possível de cumprimento em função da entrada do safety-car ou de interrupção antecipada da prova, o infrator será punido com o acréscimo de 20 (vinte) segundos ao seu tempo total de prova. Art. 76 As penalizações em multa obedecerão às disposições contidas no CDA/CBA Capítulo XXXlll DAS RECLAMAÇÕES E APELAÇÕES Art. 77 As reclamações técnicas e desportivas somente poderão ser impetradas por concorrentes da mesma etapa e da mesma categoria, devendo ser apresentadas por escrito e acompanhadas da respectiva caução, em formulário próprio fornecido pela secretaria da prova, cujos valores estão previstos no CDA/CBA-2012, até 30 (trinta) minutos após a divulgação do resultado oficial, através da sua fixação no quadro de avisos Somente serão aceitas reclamações assinadas pelos pilotos e, em caso de piloto menor de idade, pelo seu representante devidamente identificado na Ficha de Inscrição Com relação a valores e destinação, as reclamações técnicas e desportivas deverão obedecer ao disposto no Artigo 148 do CDA/CBA Art. 78 Os recursos deverão seguir as disposições contidas no Capítulo XVII do CDA/CBA Capítulo XXXIV DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 79 Os casos omissos ou não previstos neste Regulamento serão decididos pelos comissários desportivos, quando apresentados durante a competição, e pela FADF, quando apresentados após o término do evento. Art. 80 O concorrente no ato da inscrição de cada prova autoriza a FADF e o CLUBE a explorar da forma que bem vier, toda e qualquer imagem em relação ao piloto, equipe e veículo, sem qualquer ônus, por tempo indeterminado. Art. 81 No ato de assinatura da inscrição, o concorrente declara estar ciente do Regulamento Desportivo e Técnico do Campeonato, do Regulamento Particular da rodada, e que tem pleno conhecimento que as atividades que desempenhará nas dependências do Autódromo constituem esporte de risco, obrigando-se, desta forma, a obedecer todas as normas de segurança exigidas pela CBA e FADF, responsabilizando-se pelo seu integral cumprimento.

14 Pág. 14 de O concorrente declara que sua participação e de seu veículo se enquadram no CDA/CBA e no CDI/FIA-2012, de cujo teor tem total ciência, se comprometendo a não recorrer aos Poderes Públicos, de qualquer decisão tomada, mas unicamente aos Poderes Desportivos, em qualquer hipótese que ocorrer. Art. 82 O piloto e solidariamente a equipe, respondem integramente por todas as ocorrências ou eventuais acidentes a que derem causa, obrigando-se ao ressarcimento por danos às dependências do Autódromo e a terceiros, isentando moral, civil e criminalmente a Confederação Brasileira de Automobilismo CBA, a Federação de Automobilismo do Distrito Federal FADF, os Clubes Organizadores, o Autódromo Internacional Nelson Piquet, o Governo do Distrito Federal e, ainda os promotores e patrocinadores do evento por indenizações de qualquer espécie em que se envolvam, direta ou indiretamente, inclusive em atropelamentos nas áreas internas do autódromo, acessos, estacionamentos, boxes, paddocks e pistas. Art. 83 O presente Regulamento foi elaborado e aprovado pelo Conselho Técnico Desportivo da FADF e entrará em vigor na data da sua homologação pelo Presidente da Federação de Automobilismo do Distrito Federal FADF, revogadas as disposições em contrário. REFERÊNCIA OFICIAL IN-FADF nº 003/12 Brasília - DF, 15 de fevereiro de Homologação da Instrução Normativa IN-FADF nº 003/12 FEDERAÇÃO DE AUTOMOBILISMO DO DISTRITO FEDERAL Napoleão Augusto Ribeiro Presidente

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