AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA PERMANENTE EM UM CAPS INFANTIL 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA PERMANENTE EM UM CAPS INFANTIL 1"

Transcrição

1 AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO DE UM AMBIENTE DE CONVIVÊNCIA PERMANENTE EM UM CAPS INFANTIL 1 PEIXOTO, Maristela Jaqueline Reis 2 ; LENA, Marisangela Spolaôr 3, CULAU, Fernanda Steffen 4, CASSEL, Paula Argemi 5, DIAS, Hericka Zogbi Jorge 5 1 Trabalho de Pesquisa _UFSM 2 Curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 3 Curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 4 Curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 5 Curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil 6 Curso de Psicologia da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Santa Maria, RS, Brasil RESUMO O presente trabalho pretende investigar o impacto da intervenção realizada através da implantação de um ambiente de convivência permanente em um CAPS Infantil. Trata-se de um estudo prospectivo, no qual os participantes serão as crianças, suas mães e/ou cuidadores, e os funcionários do CAPSi. A intervenção será avaliada através de instrumentos de avaliação de características sóciodemográficas, qualidade de vida, características relacionais e de sintomatologia, em dois momentos: antes que seja estabelecida a intervenção, (T1), e ao final de um período de 6 meses, (T2). Acreditamos que o estabelecimento de um ambiente suficientemente bom sobre o qual se possa (re) construir as configurações vinculares poderá ajudar na melhoria do prognóstico, diminuição de sintomatologia e na prevenção de transtornos mentais graves na vida adulta. Palavras-chave: Ambiente terapêutico; Intervenção; Avaliação; Psicologia Infantil; Prevenção. 1.INTRODUÇÃO Estudos recentes têm apresentado uma prevalência de problemas de saúde mental na criança variando de 10 até 20%, sendo considerada a causa mais relevante de problemas na infância. Metade das crianças e adolescentes entre 10 e 17 anos estão envolvidos em pelo menos dois ou mais comportamentos de risco, como abuso de álcool e drogas, delinqüência, baixo aproveitamento escolar e gravidez. Da mesma forma, vários estudos em várias culturas têm apontado para proporções igualmente elevadas de crianças 1

2 na idade pré-escolar e escolar sofrendo de problemas emocionais (HALPERN E FIGUERAS, 2004). Martins, Costa, Saforcada e Cunha (2004) apresentaram após estudo de coorte, oito fatores de risco para a criança, associados à qualidade do ambiente: baixa renda familiar mensal, baixa escolaridade materna, sexo masculino, casas com mais de sete residentes, número de irmãos maior ou igual a quatro, uso de tabaco na gestação, crianças que dormem na cama dos pais aos 4 anos e mães com presença de transtornos psiquiátricos. A doença mental grave na infância contém um importante componente da relação inicial, também entendida como relação objetal com a mãe. A estruturação do psiquismo necessita de alguns elementos importantes citados por Winnicott, como autonomia e independência (Winnicott, 1983). A impossibilidade da mãe em permitir o processo de separação da criança surge por dificuldades pessoais e ambientais, que acabam por não favorecer tais processos de independência emocional. Nos serviços de atendimento a saúde mental de crianças, é importante que se possa restabelecer esse sentimento de segurança inicial, distante em algum momento da figura exclusiva da mãe, que por entraves internos ou ambientais não pode responder, sozinha, pela demanda emocional da criança. É imprescindível que se possa fornecer às crianças acometidas por algum tipo de transtorno mental um ambiente acolhedor e facilitador do seu desenvolvimento. Nesses casos, tanto as crianças quanto suas mães ou cuidadores substitutos necessitam de atenção global, pois se configuram em dois grupos distintos, com necessidades distintas mas que se cruzam no cuidado à criança, cuja demanda sobre os adultos, funcionários, mães e/ou cuidadores, é intensa. No sentido de minimizar sintomas atuais e trabalhar na prevenção do agravamento dos sintomas e na prevenção do estabelecimento do transtorno de personalidade adulta, o presente trabalho visa contribuir com o processo terapêutico das crianças usuárias do CAPS infantil através de uma intervenção aqui denominada implantação de um espaço de convivência para as crianças portadoras de transtornos graves do desenvolvimento, como parte do atendimento do que entendemos por clínica ampliada nos atendimentos de saúde mental 2. DESENVOLVIMENTO Sabe-se da importância da delimitação de espaço, físico e psicológico, e o papel das fronteiras para o desenvolvimento saudável do psiquismo (ANZIEU, 1989). Para a criança o meio é fundamental para que seu desenvolvimento ocorra de maneira satisfatória. O 2

3 Ministério da Saúde, através da Política Nacional de Humanização (PNH) Humaniza SUS (2008) explicita, o conceito de ambiência como o tratamento que é dado ao espaço, sendo ele social, profissional e de relações entre os indivíduos. A finalidade do que é feito no espaço é para que todos que o freqüentam, se sintam acolhidos, tornando o local, de certa forma, mais humano. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde (2008) o conceito de ambiência deve seguir três eixos que aparecem didaticamente separados, mas que devem estar sempre juntos compondo-a. No primeiro, o espaço deve visar o conforto, a privacidade e a individualidade de trabalhadores e usuários com atenção especial aos elementos que compõem esse ambiente, e a interação com as pessoas, como, por exemplo, a cor, os odores, a sonorização, a iluminação, dentre outras. No segundo eixo, o espaço deve promover o encontro entre as pessoas, possibilitando a produção de subjetividades. E o terceiro eixo esclarece que o espaço deve ser pensado como uma forma de servir como um meio que facilite o processo de trabalho, favorecendo para que o atendimento seja resolutivo, além de mais humano. O CAPS infantil já conta hoje com modalidades diferentes de atendimento, por parte de seus técnicos e outros por voluntários, na maioria alunos de graduação, oriundos de projetos de pesquisa e intervenção, porém, ocorrendo de maneira isolada. Esperamos através deste projeto instrumentalizar o ambiente e integrar as práticas numa grande rede interna, no sentido de proporcionar às crianças que permaneçam mais tempo (com qualidade) no CAPSi além daquele pré-determinado pelas consultas, bem como suas mães e /ou cuidadores possam estar integrados a seus processos terapêuticos, e conseqüentemente, na ressiginificação dos papéis destes personagens, crianças e suas mães no processo de saúde-doença. A pesquisa, nesse sentido, pretende avaliar as crianças, suas mães e /ou cuidadores e funcionários do CAPSi antes e depois da implantação do ambiente de convivência. Esperamos que a intervenção possa vir a ser um complemento terapêutico, um espaço de desenvolvimento e de maiores possibilidades de interação saudável entre as crianças, e para suas mães, enquanto aguardam os atendimentos das crianças. Essa maior interação vai atuar diretamente na prevenção em saúde mental, considerando que a gradual independização emocional da criança auxiliará no seu desenvolvimento global e na minimização dos sintomas atuais. A pesquisa também prevê a avaliação dos funcionários e técnicos do CAPSi em função de que estes compõem o sistema de atenção e muitas vezes têm suas possibilidades de intervenção diminuídas em função da ausência de recursos ambientais 3

4 (espaço e/ou materiais) e intelectuais (treinamento, formação especializada). A implantação do ambiente de convivência poderá ser benéfico também para os funcionários e técnicos no sentido de caracterizar melhor a função do CAPSi como centro de apoio e não apenas como ambulatório, onde poderão desenvolver mais amplamente as ações de atenção as crianças não apenas em horários de atendimento preestabelecidos, o que reconfigura seus papéis no local. Queremos desta forma e através da presente proposta, evadir a lógica de atendimento ambulatorial e colocar em prática os objetivos para os quais os CAPS foram criados. Ação esta, que no presente momento só poderá ser otimizada através da parceria entre universidade e o serviço de saúde. Numa proposta dessa qualidade, o benefício poderá ser visto e medido em todos os âmbitos: através dos resultados da pesquisa, antes e depois da intervenção; através da maior participação e adesão das crianças e seus pais no ambiente do CAPSI e não apenas nos horários de atendimento; na formação ampliada que receberão os alunos de graduação e mestrado envolvidos na proposta; na qualificação dos funcionários e técnicos inseridos no sistema de saúde e em atividade direta com as crianças e adolescentes e seus familiares. 3. METODOLOGIA Trata- se de um estudo prospectivo, com uma intervenção e uma avaliação dividida em dois tempos: - Tempo 1 (T1): será realizado um estudo de avaliação das características citadas nos objetivos, nos três grandes grupos que compõem o estudo, como será apresentado a seguir em amostra e instrumentos. Ao final da etapa de estudo diagnóstico em T1, será implantado o ambiente de convivência, que terá as seguintes características/ qualidades: Um ambiente terapêutico, permanente, caracterizado por um local específico (sala hoje em desuso) no CAPS infantil, a qual será destinada para o desenvolvimento de atividades dirigidas às crianças durante o dia e entre suas consultas ambulatoriais previamente marcadas; Este ambiente estruturado contará com a ação de profissionais do CAPSi, alunos de graduação da psicologia e outros cursos que venham a inserir-se no trabalho na forma de estagiários curriculares, bolsistas de pesquisa ou de extensão; O ambiente contará com a ocorrência permanente de oficinas terapêuticas abertas, de cunho artístico, pedagógico, de atividades manuais e de expressão geral, coordenadas pela arteterapeuta do CAPSi, com a colaboração de alunos; 4

5 Eventualmente o ambiente poderá ter atividades voltadas para atenção aos familiares/ cuidadores, na forma de atividades terapêuticas, educativas ou informativas; O ambiente contará permanentemente com a presença de monitores na assessoria das atividades, para que se configure num espaço de convivência permanente de desenvolvimento para os usuários do CAPSi, no qual possam estar durante o dia, desenvolvendo atividades. - Tempo (T2): Após os primeiros 6 meses de funcionamento do ambiente, um novo estudo de avaliação será conduzido, com os mesmos instrumentos utilizados em T1, a fim de aferir o impacto da intervenção sobre os participantes. Os participantes que venham a inserir-se no CAPSi após a implantação do ambiente de convivência, farão a avaliação 1 na sua entrada no serviço e a avaliação 2 após 6 meses de permanência, no intuito de tornar regular a avaliação e incrementar a criação de um banco de dados de saúde mental infantil na cidade de Santa Maria, que auxilie na organização do serviço, instrumentalize os funcionários em ferramentas de pesquisa em saúde e também na estruturação de ações dirigidas aos usuários de acordo com as necessidades levantadas. 4. RESULTADOS O estudo está em andamento os resultado que serão apresentados são parciais. O que se espera é que a partir da intervenção se estabeleça um ambiente suficientemente bom capaz de auxiliar na construção ou reconstrução das configurações vinculares da criança. Pretende-se também gerar uma mudança no atendimento do CAPSi, tornando-o mais adequado ao atendimento global das crianças, provocando uma melhoria do prognóstico, diminuição de sintomatologia e, conseqüentemente, promovendo a prevenção de transtornos mentais graves na vida adulta. O estudo pretende ainda, tornar regular a avaliação e promover a criação de um banco de dados de saúde mental infantil na cidade de Santa Maria. 5. CONCLUSÃO O PROCONVIVE é um projeto de intervenção e de avaliação que contém um simbolismo importante para as relações das mães e das crianças usuárias de CAPS infantil, em função da importância do impacto da relação inicial entre mãe e criança para o desenvolvimento saudável do psiquismo e a importância da existência de um ambiente 5

6 seguro. Assim, o benefício poderá ser visto em todos os âmbitos através dos resultados da pesquisa, antes e depois da intervenção, da maior participação e adesão das crianças e seus pais no ambiente do CAPSi, na formação ampliada que receberão os alunos de graduação envolvidos, na qualificação dos funcionários e técnicos inseridos no sistema de saúde e em atividade direta com as crianças e adolescentes e seus familiares. REFERÊNCIAS ANZIEU, D. O eu-pele. São Paulo: Casa do Psicólogo, HALPERN, R.; FIGUERAS, M. Influências ambientais na saúde mental. Jornal de Pediatria V. 80, Nº2, MARTINS, MF; COSTA, JS; SAFORCADA E; CUNHA MD. Qualidade do ambiente e fatores associados: um estudo em crianças de Pelotas, Rio Grande do Sul, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, v. 20, n. 3, p , p , MCDOUGALL, J. Teatros do corpo : o psicossoma em psicanálise. São Paulo: Martins Fontes, 1991 MAHLER, M. O processo de separação-individuação. Porto Alegre: Artes Médicas, 1982 MALDONADO, M.T. Psicologia da gravidez, parto e puerpério. Petrópolis: Vozes, 1982 MINISTÉRIO DA SAÚDE, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Ações Programáticas Estratégicas, Caminhos para uma Política de saúde mental infanto-juvenil,série B. Textos Básicos em Saúde, MINISTÉRIO DA SAÚDE, Secretaria de Atenção à Saúde, Núcleo Técnico da Política Nacional de Humanização, AMBIENCIA, Série B. Textos Básicos de Saúde, Brasília, RAPAPPORT, C.L. (Org.) Teorias do desenvolvimento. São Paulo: EPU, WINNICOTT, D.W. O ambiente e os processos de maturação. Porto Alegre: Artes Médicas,

Título: CUIDANDO DA AMBIÊNCIA DA UNIDADE BÁSICA: ADEQUAÇÃO PARA CRIAR ESPAÇOS DE ACOLHIMENTO E INTEGRAÇÃO.

Título: CUIDANDO DA AMBIÊNCIA DA UNIDADE BÁSICA: ADEQUAÇÃO PARA CRIAR ESPAÇOS DE ACOLHIMENTO E INTEGRAÇÃO. Título: CUIDANDO DA AMBIÊNCIA DA UNIDADE BÁSICA: ADEQUAÇÃO PARA CRIAR ESPAÇOS DE ACOLHIMENTO E INTEGRAÇÃO. Autora: Maria Gabriela Bortotto Serviço de Saúde: Unidade Básica de Saúde Vila Comercial Palavras-chave:

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

O CUIDADO QUE EU PRECISO

O CUIDADO QUE EU PRECISO O CUIDADO QUE EU PRECISO GOVERNO FEDERAL GOVERNO ESTADUAL GOVERNO MUNICIPAL MOVIMENTOS SOCIAIS MEIOS DE COMUNICAÇÃO O CUIDADO QUE EU PRECISO Serviço Hospitalar de Referência AD CAPS AD III Pronto Atendimento

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Padrinhos Acolhedores

Mostra de Projetos 2011. Padrinhos Acolhedores Mostra de Projetos 2011 Padrinhos Acolhedores Mostra Local de: Dois Vizinhos Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: Prefeitura Municipal de

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA

SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA SAÚDE MENTAL NA RODA :A SENSIBILIZAÇÃO DOS TRABALHADORES DA REDE DE ATENÇÃO BÁSICA Romaldo Bomfim Medina Jr 1 Luciane Silva Ramos 2 Fernanda Franceschi de Freitas 3 Carmem Lúcia Colomé Beck 4 O movimento

Leia mais

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR

ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR ATIVIDADES TÍPICAS DOS CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR DENOMINAÇÃO DO CARGO: ANALISTA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Desenvolver e implantar sistemas informatizados, dimensionando requisitos e funcionalidades do

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Eixo Tecnológico: Ambiente e Saúde Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE

REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE REGULAMENTO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE - PADI DA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÂ DO NORTE 2013 REGULAMENTO DO PROGRAMA DE APOIO AO DISCENTE PADI DA FACULDADE DE DE CIÊNCIAS SOCIAIS DE GUARANTÃDO

Leia mais

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal

Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria Municipal II JORNADA REGIONAL SOBRE DROGAS ABEAD/MPPE Recife, 9&10 Setembro Ação Integrada Centro Legal Nova Luz (Cracolândia) Cidade de Sao Paulo. Luca Santoro Gomes Cooordenadoria de Atencao as Drogas Secretaria

Leia mais

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais.

3.1 Planejar, organizar logística e tecnicamente das Oficinas temáticas de formação da Agentes de Prevenção e seus parceiros locais. EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 10/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 10/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

PROPOSTA DE REORIENTAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFMS: Formando Profissionais Integrados ao SUS.

PROPOSTA DE REORIENTAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFMS: Formando Profissionais Integrados ao SUS. Centro de Ciências Biológicas e da Saúde - CCBS Coordenação do Curso de Enfermagem PROPOSTA DE REORIENTAÇÃO DO CURSO DE ENFERMAGEM UFMS: Formando Profissionais Integrados ao SUS. RESUMO DO PROJETO 1. INTRODUÇÃO:

Leia mais

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de

III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de III Mostra Nacional de Produção em Saúde da Família IV Seminário Internacional de Atenção Primária / Saúde da Família Brasília, 05 a 08 de Agosto de 2008 Apoio Matricial em Saúde Mental: a Iniciativa de

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: Enfermagem em Atenção à Saúde Mental Código: ENF- 210 Pré-requisito: ENF

Leia mais

Rede de Atenção Psicossocial

Rede de Atenção Psicossocial NOTA TÉCNICA 62 2011 Rede de Atenção Psicossocial Altera a portaria GM nº 1.169 de 07 de julho de 2005 que destina incentivo financeiro para municípios que desenvolvem Projetos de Inclusão Social pelo

Leia mais

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014

A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná. Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 A Rede de Atenção à Saúde Mental no Paraná Coordenação Estadual de Saúde Mental Abril 2014 Da segregação à conquista da cidadania 1980 mobilização dos usuários, familiares e trabalhadores de saúde visando

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20

CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE MENTAL Código: ENF- 210 Pré-requisito: ENF

Leia mais

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e

Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Programa de Apoio a Pacientes Oncológicos e Família Secretaria Municipal de Saúde CASC - Centro de Atenção a Saúde Coletiva Administração Municipal Horizontina RS Noroeste do Estado Distante 520 Km da

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A IMPORTÂNCIA DO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Lúcia Peranzoni 1 Fabiana Lacerda da Silva 2 Resumo: O presente trabalho foi desenvolvido na disciplina Estágio Básico II no segundo semestre de 2011, tendo

Leia mais

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade

EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios da integralidade, universalidade e equidade 10ª CONFERÊNCIA MUNICIPAL DE SAÚDE: OO"TODOS USAM O SUS! SUS NA SEGURIDADE SOCIAL - POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO" EIXO I - Política de saúde na seguridade social, segundo os princípios

Leia mais

Suplementar após s 10 anos de regulamentação

Suplementar após s 10 anos de regulamentação Atenção à Saúde Mental na Saúde Suplementar após s 10 anos de regulamentação Kátia Audi Congresso Brasileiro de Epidemiologia Porto Alegre, 2008 Mercado de planos e seguros de saúde: cenários pré e pós-regulamentap

Leia mais

SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL

SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL SES CIAPS ADAUTO BOTELHO CAPS INFANTIL RELATÓRIO DE NOVE ANOS DE ATIVIDADES 2002-2011 CUIABÁ, MARÇO DE 2012. Introdução/Desenvolvimento: O CAPSi (Centro de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil/CAPS Infantil)/CIAPS

Leia mais

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1

VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 1 VIVENCIANDO ATIVIDADE DE EXTENSÃO NUMA COMUNIDADE CARENTE ATRAVÉS DA CONSULTA DE ENFERMAGEM À MULHERES 1 Anna Maria de Oliveira Salimena 2 Maria Carmen Simões Cardoso de Melo 3 Ívis Emília de Oliveira

Leia mais

CENTRO DE CONVIVÊNCIA E CULTURA - TRABALHANDO A INSERÇÃO SOCIAL DO PACIENTE COM TRANSTORNO MENTAL

CENTRO DE CONVIVÊNCIA E CULTURA - TRABALHANDO A INSERÇÃO SOCIAL DO PACIENTE COM TRANSTORNO MENTAL CENTRO DE CONVIVÊNCIA E CULTURA - TRABALHANDO A INSERÇÃO SOCIAL DO PACIENTE COM TRANSTORNO MENTAL 1 SANTOS, Kassila Conceição Ferreira; 2 SOUZA, Ana Lúcia Rezende; 3 SOUZA, Marise Ramos de; 4 BORGES, Cristiane

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde. dos Trabalhadores da Saúde

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde. dos Trabalhadores da Saúde CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde O HOSPITAL DAS CLÍNICAS DA UFMG E A EBSERH: APROIMAÇÃO ENTRE A GESTÃO E OS TRABALHADORES EM UM CONTETO DE MUDANÇAS

Leia mais

Em resumo, trata-se de seis (6) modalidades de serviços de 24 horas:

Em resumo, trata-se de seis (6) modalidades de serviços de 24 horas: MORADIA ASSISTIDA OBJETIVO GERAL: Garantir o acolhimento institucional de pessoas em situação de rua abordadas pelo projeto Centro Legal, servindo de referência como moradia para os em tratamento de saúde

Leia mais

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO

O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO O PROGRAMA ASSISTÊNCIA SÓCIO-JURÍDICA E OS DIREITOS DO IDOSO Maria Salete da Silva Josiane dos Santos O Programa Assistência Sócio-Jurídica, extensão do Departamento de Serviço Social, funciona no Núcleo

Leia mais

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas

Oficinas de tratamento. Redes sociais. Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Oficinas de tratamento Redes sociais Centros de Atenção Psicossocial Álcool e drogas Irma Rossa Médica Residência em Medicina Interna- HNSC Médica Clínica- CAPS ad HNSC Mestre em Clínica Médica- UFRGS

Leia mais

PROJETO DE INCLUSÃO ESCOLAR. Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e problemas em seu desenvolvimento.

PROJETO DE INCLUSÃO ESCOLAR. Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e problemas em seu desenvolvimento. PROJETO DE INCLUSÃO ESCOLAR 1 TITULO DO PROJETO: Inclusão escolar de crianças e adolescentes com transtornos psíquicos e problemas em seu desenvolvimento. 2 SUMÁRIO: Atualmente muito se tem incentivado

Leia mais

1.1. Cristina Nacif Alves

1.1. Cristina Nacif Alves 1.1. 1.1.1. Formação Graduação em Pedagogia, Universidade Estadual do Rio de Janeiro, concluída em Junho de 1992 Especialização em Desenvolvimento e Aprendizagem da criança e do adolescente - Instituto

Leia mais

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes

Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Minuta do Capítulo 8 do PDI: Políticas de Atendimento aos Discentes Elaborada pela Diretoria de Assuntos Estudantis 1 1 Esta minuta será apreciada pelo Colegiado de Ensino, Pesquisa e Extensão nos dias

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS

CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CENTRO DE REFERÊNCIA TÉCNICA EM PSICOLOGIA E POLÍTICAS PÚBLICAS FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA E POLITICAS PÚBLICAS: UMA APROXIMAÇÃO DO CRPRS COM O MEIO ACADÊMICO

Leia mais

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010

RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 RESOLUÇÃO CONJUNTA CNAS/CONANDA Nº 001 DE 09 DE JUNHO DE 2010 Estabelece parâmetros para orientar a constituição, no âmbito dos Estados, Municípios e Distrito Federal, de Comissões Intersetoriais de Convivência

Leia mais

Amigos da mãe: Identificação da gestante em risco psíquico

Amigos da mãe: Identificação da gestante em risco psíquico Amigos da mãe: Identificação da gestante em risco psíquico Mostra Local de: Maringá PR Categoria do projeto: I Projetos em Andamento (projetos em execução atualmente) Nome da Instituição/Empresa: Consorcio

Leia mais

O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR

O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR O BRINCAR NO AMBIENTE HOSPITALAR INTRODUÇÃO O presente estudo busca refletir a respeito da importância do brincar no ambiente hospitalar. A construção desse material foi feita a partir do contato de três

Leia mais

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as

Saúde M ent en al t --Álco Ál o co l o le Dro Dr g o as Saúde Mental-Álcool e Drogas Atenção Básica O nosso modelo tem como proposta a superação da lógica hospitalocêntrica, pressupondo a implantação de serviços substitutivos ao hospital psiquiátrico, quer

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL (CONTEÚDOS RELEVANTES)

ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL (CONTEÚDOS RELEVANTES) ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL (CONTEÚDOS RELEVANTES) ORIENTAÇÕES PARA A ELABORAÇÃO DE RELATÓRIO PSICOSSOCIAL DE PRETENDENTES À ADOÇÃO INTERNACIONAL

Leia mais

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas

Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas Construção de Redes Intersetoriais para a atenção dos usuários em saúde mental, álcool, crack e outras drogas EDUCAÇÃO PERMANENTE SAÚDE MENTAL - CGR CAMPINAS MÓDULO GESTÃO E PLANEJAMENTO 2012 Nelson Figueira

Leia mais

Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico

Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico Regulamento Núcleo de Apoio Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PSICOPEDAGÓGICO - NAP CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as ações do

Leia mais

Superintendência de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Primária

Superintendência de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Primária Superintendência de Atenção à Saúde Departamento de Atenção Primária MARÇO/2014 Política Nacional de Atenção Básica Portaria n. 2488, de 21 de outubro de 2011. Das Funções na Rede de Atenção à Saúde Decreto

Leia mais

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude

Mais informações: www.saude.gov.br/academiadasaude http://www.atencaobasica.org.br/comunidades/academia-da-saude Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 Ministério da Saúde Brasília - DF 2014 CARTILHA INFORMATIVA Quais são as políticas que subsidiam o Programa Academia da Saúde? Política Nacional de Atenção Básica

Leia mais

Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde

Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde Linhas de Cuidado na Perspectiva de Redes de Atenção à Saúde Linhas de Cuidado na RELEMBRANDO... Perspectiva de RAS A RAS é definida como arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes

Leia mais

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DO CURSO DE PEDAGOGIA IFC - CAMPUS CAMBORIÚ. Título I LABORATÓRIO DE ENSINO. Capítulo I Princípios e Diretrizes

REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DO CURSO DE PEDAGOGIA IFC - CAMPUS CAMBORIÚ. Título I LABORATÓRIO DE ENSINO. Capítulo I Princípios e Diretrizes REGULAMENTO DO LABORATÓRIO DE ENSINO DO CURSO DE PEDAGOGIA IFC - CAMPUS CAMBORIÚ Título I LABORATÓRIO DE ENSINO Capítulo I Princípios e Diretrizes O laboratório de ensino do curso de Licenciatura em Pedagogia

Leia mais

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A partir dos esforços para melhorar a saúde materno-infantil, tais como: Programa de Humanização do Parto e Nascimento

Leia mais

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas

Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas Plano Municipal de Enfrentamento ao uso prejudicial de Crack, Álcool e Outras Drogas 1. APRESENTAÇÃO e JUSTIFICATIVA: O consumo de crack vem aumentando nas grandes metrópoles, constituindo hoje um problema

Leia mais

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00

PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Legislações - GM Seg, 26 de Dezembro de 2011 00:00 PORTARIA Nº 3.088, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2011 Institui a Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com sofrimento

Leia mais

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1

MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 MADRINA-Desenvolvimento Infantil e Parental 1 PROJETO MEU TEMPO DE CRIANÇA Missão Visão Valores Colaborar com a importante tarefa de educar as crianças, nesse momento único de suas jovens vidas, onde os

Leia mais

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde;

3.1 Planejar, organizar e realizar oficinas de mapeamento participativo utilizando técnicas de educação popular e promoção da saúde; EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 05/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 05/2012 TIPO: MELHOR TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012

Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer. SALVADOR/BA ABRIL de 2012 Política Nacional sobre Drogas e o Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas Crack, é possível vencer SALVADOR/BA ABRIL de 2012 MARCOS HISTÓRICOS 1998: Adesão do Brasil aos princípios diretivos

Leia mais

Contextos e desafios para o acesso universal a prevenção, assistência e tratamento em ambientes penitenciários

Contextos e desafios para o acesso universal a prevenção, assistência e tratamento em ambientes penitenciários Contextos e desafios para o acesso universal a prevenção, assistência e tratamento em ambientes penitenciários MISSÃO DO DAPES O Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas em Saúde (DAPES) tem

Leia mais

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS

Plano Integrado de Capacitação de Recursos Humanos para a Área da Assistência Social PAPÉIS COMPETÊNCIAS PAPÉIS E COMPETÊNCIAS O SERVIÇO PSICOSSOCIAL NO CREAS... O atendimento psicossocial no serviço é efetuar e garantir o atendimento especializado (brasil,2006). Os profissionais envolvidos no atendimento

Leia mais

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS

OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS OFICINA DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE GAYS, HSH E TRAVESTIS METAS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS 1 Estimular 80% da população de gays, HSH e travestis do

Leia mais

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico

Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Presidência da República Secretaria de Imprensa. Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas investe R$ 400 milhões em ações de saúde, assistência e repressão ao tráfico Em resposta aos desafios

Leia mais

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes

Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF. Perguntas mais frequentes Núcleo de Apoio à Saúde da Família NASF Perguntas mais frequentes 1. O QUE É O NASF? 2. QUAIS PROFISSIONAIS PODEM COMPOR UM NASF? 3. COMO É DEFINIDA A COMPOSIÇÃO DAS EQUIPES NASF NOS MUNICÍPIOS? 4. COMO

Leia mais

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA PROPOSTA DE AÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO PLANO ESTADUAL DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA Proposta de ações para elaboração do Plano Estadual da Pessoa com Deficiência Objetivo Geral: Contribuir para a implementação

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA SAÚDE DO IDOSO LUIZA MACHADO COORDENADORA ATENÇÃO Ä SAÚDE DA PESSOA IDOSA -AÇÕES DO MINISTERIO

Leia mais

INSTITUCIÓN: Programa Primeira Infância Melhor. Departamento de Ações em Saúde Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul

INSTITUCIÓN: Programa Primeira Infância Melhor. Departamento de Ações em Saúde Secretaria Estadual da Saúde do Rio Grande do Sul EXPERIENCIA PRESENTADA EN FORMATO PÓSTER: Primeira Infância Melhor Fazendo Arte: Relato de experiência da Política Pública do Estado do Rio Grande do Sul/ Brasil na formação lúdica de visitadores domiciliares

Leia mais

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010

Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde da População em Situação de Rua, com foco em Saúde Mental Consultório de Rua Ministério da Saúde Área Técnica de Saúde Mental Álcool e outras Drogas Miriam Di Giovanni Curitiba/PR - 12/11/2010 Saúde

Leia mais

1. INTRODUÇÃO 2. PROPÓSITO

1. INTRODUÇÃO 2. PROPÓSITO 1. INTRODUÇÃO Em 2008, as atividades de implementação do programa de melhoria do sistema tiveram início em nossa OM, melhorando os resultados relacionados à identificação de seus gargalos internos e externos

Leia mais

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e

Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Anexo II Di r e t r i z e s Ge r a i s d o s Se rv i ç o s d e Re s p o n s a b i l i z a ç ã o e Educação do Agressor SERVIÇO DE RESPONSABILIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO AGRESSOR Ap r e s e n ta ç ã o A presente

Leia mais

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR

INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR INSERÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA EM UMA UNIDADE DE SAÚDE EM PONTA GROSSA-PR SANTOS, Elaine Ferreira dos (estagio II), WERNER, Rosiléa Clara (supervisor), rosileawerner@yahoo.com.br

Leia mais

As escolas podem transformar os cenários de atuação?

As escolas podem transformar os cenários de atuação? As escolas podem transformar os cenários de atuação? Jorge Harada COSEMS/SP Premissas Relação da Instituição de Ensino com o serviço... com a gestão local é mais amplo do que a autorização ou disponibilização

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal

Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal 1 Rede Cegonha no RS Componente 1 Pré-natal Exames e Ações (pré-natal de risco habitual e alto risco) Ofertar os exames e consultas de pré-natal Fomentar a contratação de serviços laboratoriais de qualidade

Leia mais

PSICODIAGNÓSTICO: FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA¹

PSICODIAGNÓSTICO: FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA¹ PSICODIAGNÓSTICO: FERRAMENTA DE INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA¹ OLIVEIRA, Micheli Viera de 2 ; MELLO, Lauren Machado 2 ; OLIVEIRA, Vânia Fortes³. 1 Trabalho de Pesquisa _UNIFRA 2 Psicólogas graduadas pelo Centro

Leia mais

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE DIRETORIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA PROPOSTA PARA CASAS DE APOIO PARA ADULTOS QUE VIVEM COM HIV/AIDS - ESTADO DE SANTA CATARINA

Leia mais

Núcleo de Apoio Profissional ao Serviço Social e de Psicologia. Programa Família Acolhedora no Município de São Paulo -Projeto Piloto

Núcleo de Apoio Profissional ao Serviço Social e de Psicologia. Programa Família Acolhedora no Município de São Paulo -Projeto Piloto Introdução Programa Família Acolhedora no Município de São Paulo -Projeto Piloto O projeto se propôs a realizar mais uma ação para a efetivação da Política de Proteção as Crianças e Adolescentes em situação

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Ética e Cidadania Organizacional Eixo Tecnológico: Segurança

Leia mais

INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA NO PERÍODO PÓS-PARTO EM UMA MATERNIDADE

INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA NO PERÍODO PÓS-PARTO EM UMA MATERNIDADE 98 INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA NO PERÍODO PÓS-PARTO EM UMA MATERNIDADE Resumo Cássia Ferrazza Alves Ana Paula Santos Camille Haslinger Elenara Farias Lazzarotto Da Costa Lígia Andrea Rivas Ramirez e Cristina

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

PROPOSTA DE SERVIÇOS EM PSICOLOGIA CLÍNICA

PROPOSTA DE SERVIÇOS EM PSICOLOGIA CLÍNICA PROPOSTA DE SERVIÇOS EM PSICOLOGIA CLÍNICA A importância do bem-estar psicológico dos funcionários é uma descoberta recente do meio corporativo. Com este benefício dentro da empresa, o colaborador pode

Leia mais

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013

Politica Nacional de Humanizacao , ~ PNH. 1ª edição 1ª reimpressão. Brasília DF 2013 ,, ~ Politica Nacional de Humanizacao PNH 1ª edição 1ª reimpressão Brasília DF 2013 ,, O que e a Politica Nacional de ~ Humanizacao?, Lançada em 2003, a Política Nacional de Humanização (PNH) busca pôr

Leia mais

ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR

ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR ANEXO I AÇÃO EDUCATIVA: CURSO CUIDANDO DO CUIDADOR SUMÁRIO 1. identificação da atividade 02 2. Caracterização da atividade 02 3. Resumo das ações 04 4. Justificativa 04 5. Objetivos 05 6. Metodologia 05

Leia mais

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS

A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS A PROMOÇÃO A SAÚDE E PREVENÇÃO AO USO DE DROGAS Prof. Lorena Silveira Cardoso Mestranda em Saúde Coletiva Profª. Drª. Marluce Miguel de Siqueira Orientadora VITÓRIA 2013 INTRODUÇÃO O consumo de substâncias

Leia mais

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO

GOVERNO DO MUNICIPIO DE CONSELHEIRO LAFAIETE GABINETE DO PREFEITO LEI N o 5.641, DE 23 DE JUNHO DE 2014. RECONHECE A PESSOA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA COMO PORTADORA DE DEFICIÊNCIA PARA OS FINS DE FRUIÇÃO DOS DIREITOS ASSEGURADOS PELA LEI ORGÂNICA E PELAS DEMAIS

Leia mais

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2

TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 1 EFEITOS TERAPÊUTICOS DA COLAGEM EM ARTETERAPIA NAS TOXICOMANIAS* COSTA, Priscila Sousa 1 ; VALLADARES, Ana Cláudia Afonso 2 Palavras-chave: Arteterapia, Enfermagem psiquiátrica, Toxicomania, Cuidar em

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos.

Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Avanços na Assistência Social brasileira: o trabalho multidisciplinar e a prática com grupos. Autores Aline Xavier Melo alinexaviermelo@yahoo.com.br Juliana Roman dos Santos Oliveira ju_roman@hotmail.com

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE E ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO - NAAP INSTITUTO MASTER DE ENSINO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS

REGULAMENTO NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE E ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO - NAAP INSTITUTO MASTER DE ENSINO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS REGULAMENTO NÚCLEO DE ACESSIBILIDADE E ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO - NAAP INSTITUTO MASTER DE ENSINO PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS Art. 1º O presente regulamento tem por finalidade normatizar as atividades

Leia mais

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010

COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL. Brasília maio 2010 COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS DO SENADO FEDERAL Brasília maio 2010 Audiência Pública: o avanço e o risco do consumo de crack no Brasil Francisco Cordeiro Coordenação de Saúde Mental, Álcool e outras Drogas

Leia mais

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade

Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização com Qualidade PREFEITURA DO RECIFE SECRETARIA DE SAÚDE DIRETORIA GERAL DE REGULAÇÃO DO SISTEMA GERÊNCIA DE ATENÇÃO BÁSICA Recife em Defesa da Vida Agosto, 2012 VI Seminário Internacional de Atenção Básica Universalização

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 VALORES HUMANOS

Mostra de Projetos 2011 VALORES HUMANOS Mostra de Projetos 2011 VALORES HUMANOS Mostra Local de: PONTA GROSSA Categoria do projeto: I PROJETOS EM IMPLANTAÇÃO Nome da Instituição/Empresa: PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMEIRA Cidade: PALMEIRA Contato:

Leia mais

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município?

Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? Saúde Mental passo a passo: como organizar a rede de saúde mental no seu município? 1) Como deve ser a rede de saúde mental no seu município? A rede de saúde mental pode ser constituída por vários dispositivos

Leia mais

li'm(i)~mr:.\r&~ ~[~ ~~~ ~~~.l, ~~~:r,,~{íe.c.~ ~~ ~@)g ~ 1liiJ~mmrl!&

li'm(i)~mr:.\r&~ ~[~ ~~~ ~~~.l, ~~~:r,,~{íe.c.~ ~~ ~@)g ~ 1liiJ~mmrl!& li'm(i)~mr:.\r&~ ~[~ ~~~ ~~~.l, ~~~:r,,~{íe.c.~ ~~ ~@)g ~ 1liiJ~mmrl!& A RENTEGRACÃOSOCAL ~ É O MELHOR TRATAMENTO Na história da atenção às pessoas com transtornos mentais no Brasil, por muito tempo o

Leia mais

14 de novembro. Em 2012, o tema proposto é "Diabetes: Proteja Nosso Futuro" Ações do Ministério da Saúde

14 de novembro. Em 2012, o tema proposto é Diabetes: Proteja Nosso Futuro Ações do Ministério da Saúde 14 de novembro Em 2012, o tema proposto é "Diabetes: Proteja Nosso Futuro" Ações do Ministério da Saúde Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) no

Leia mais

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE

EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR COORDENADOR DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ATENDIMENTO A CRIANÇAS E ADOLESCENTES USUÁRIOS DE DROGAS ENCAMINHAMENTOS DECORRENTES DE SEMINÁRIO ORGANIZADO PELA COORDENADORIA DA INFÂNCIA

Leia mais

Proposta de Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Proteção Social Básica do SUAS BLOCO I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Proposta de Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Proteção Social Básica do SUAS BLOCO I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Proposta de Serviços de Convivência e Fortalecimento de Vínculos Proteção Social Básica do SUAS BLOCO I - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO NOME DA ENTIDADE: TIPO DE SERVIÇO: ( ) de convivência para crianças de 3

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE 1º período Saúde, Trabalho e Meio- Ambiente I 150 10 UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO BIOMÉDICO FACULDADE DE ENFERMAGEM PRÓ-SAUDE Identificação da relação entre os modos de viver e o processo

Leia mais

NOTA TÉCNICA 55 2011

NOTA TÉCNICA 55 2011 Rede de Atenção Psicossocial para pessoas com transtornos mentais e com necessidades decorrentes do uso prejudicial de crack, álcool e outras drogas, no âmbito do SUS. Minuta de portaria: Institui a Rede

Leia mais

ATIVIDADES EM NUTRIÇÃO COM A COMUNIDADE VIZINHANÇA

ATIVIDADES EM NUTRIÇÃO COM A COMUNIDADE VIZINHANÇA ATIVIDADES EM NUTRIÇÃO COM A COMUNIDADE VIZINHANÇA ABC ABCDCEFACCD AAAECCDA DAAAECDA F ACDEAACCDCEDFADAAC CAFACEADACACCCACAFACA ADAACCDAADACAAAECCFCD CCACEEAAAAACDA Palavras-chave: Saúde Escolar, Educação

Leia mais

Caros alunos de Psicologia que irão cursar estágios específicos no 1º semestre de 2013:

Caros alunos de Psicologia que irão cursar estágios específicos no 1º semestre de 2013: 1 EDITAL II - Atribuições de Estágio em Psicologia Educacional, Psicologia do Trabalho, Psicologia Clínica e Psicologia Institucional/Social para o 1º semestre de 2013 Caros alunos de Psicologia que irão

Leia mais

ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS

ANEXO II AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS ANEXO II "AÇÕES DE DESINSTITUCIONALIZAÇÃO E DE FORTALECIMENTO DA RAPS" INTEGRANTES, OU A SEREM INCLUÍDAS, NO PLANO DE AÇÃO DA RAPS EQUIPE DE DESINSTITCUIONALIZAÇÃO - MODALIDADE: VALOR DO PROJETO: 1. DADOS

Leia mais

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016

Estado de Mato Grosso Prefeitura Municipal de Itanhangá CNPJ: 07.209.225/0001-00 Gestão 2013/2016 LEI Nº 325/2013 Data: 04 de Novembro de 2013 SÚMULA: Dispõe sobre o Plano Municipal de Políticas Públicas Sobre Drogas, que tem por finalidade fortalecer e estruturar o COMAD como órgão legítimo para coordenar,

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h. Estrutura Curricular do Curso Disciplinas CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EDUCAÇÃO INCLUSIVA 400h Ética profissional na Educação Fundamentos históricos, conceitos, sociais e legais na Educação Inclusiva Legislação Aplicável na Educação Inclusiva Fundamentos

Leia mais

Curso de Capacitação em Bullying

Curso de Capacitação em Bullying Curso de Capacitação em Bullying Segundo pesquisa do Instituto Cidadania e da Fundação Perseu Abramo, a violência é o tema que mais preocupa os brasileiros entre 15 e 24 anos (55% do total), à frente de

Leia mais

Selo Hospital Amigo do Idoso. Centro de Referência do Idoso

Selo Hospital Amigo do Idoso. Centro de Referência do Idoso SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DE SÃO PAULO COORDENADORIA DE REGIÕES DE SAÚDE CRS Política de Saúde para o Idoso no Estado de São Paulo Selo Hospital Amigo do Idoso Centro de Referência do Idoso Resolução

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social

RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014. Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social RELATÓRIO ANUAL DAS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS / 2014 Convênio Municipal Secretaria de Desenvolvimento Social Entidade: Grupo de Pesquisa e Assistência ao Câncer Infantil Endereço: Rua Antônio Miguel Pereira

Leia mais