SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE CONTAGEM COORDENADORIA DE POLÍTICAS DA EDUCAÇÃO BÁSICA DIRETORIA DE ENSINO FUNDAMENTAL

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1 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO A matriz de referência curricular de Arte para o 1º ciclo da Rede Municipal de Ensino de Contagem está organizada em 4 eixos, considerando as linguagens: I Artes visuais; II Música; III Teatro; IV Dança. ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS ARTES VISUAIS LINHA D1 Identificar tipos de linha. Os diferentes tipos de linha (reta, pontilhada, quebrada, curva...) são o ponto de partida para o entendimento do desenho como ferramenta inaugural da expressão D2 Identificar a linha no espaço. A linha existe referenciada no espaço sobre o qual se risca. Essa habilidade permite trabalhar a linha a partir de noções topológicas (centro, lateral, abaixo, acima, entre, perto, longe) D3 Utilizar o ponto e a linha, registrando e organizando um modo singular de perceber o mundo. As crianças deverão experimentar a combinação de pontos e linhas em seus trabalhos de desenho. A combinação de variados tipos de pontos e linhas são a forma primordial de se registrar a percepção imediata do mundo. Ponto e linha se relacionam no espaço, em um limite definido, seja este o papel, o quadro, a parede, o chão, etc. TEXTURA D4 Identificar diferentes texturas em materiais e objetos. Trata-se de investigar a textura de objetos e coisas variadas e diferentes, e buscar suas representações através de frotagens e desenhos de hachuras. COR D5 Diferenciar as cores primárias e secundárias. As três cores primárias são: ciano, magenta e amarelo. As três cores secundárias são verde, azul violetado e vermelho alaranjado. Importante enfatizar com os estudantes que é comum nos depararmos com as cores vermelho, amarelo e azul apontadas como cores primárias e verde, laranja e roxo como as cores secundárias e mostrar a eles a diferença entre essas cores. D6 Verificar que as cores secundárias derivam das primárias. Todas as cores pigmento derivam da mistura das três primárias. As cores secundárias são o primeiro degrau desse entendimento. Ciano e amarelo = verde; ciano e magenta = azul violetado; magenta e amarelo= vermelho alaranjado

2 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO D7 D8 D9 D10 Compreender os valores proporcionados pela adição de preto e branco. Utilizar as cores, registrando e organizando seu modo de perceber o mundo. Combinar formas claras e escuras na construção das imagens. Combinar formas pequenas, médias e grandes na construção das imagens. A partir da compreensão de que todas as cores pigmentos derivam da mistura das três primárias, experimentar a noção de tons e valor com adição da cor preta e da cor branca. Trabalhar noções de claro e escuro, e de intensidade forte e fraco. Experimentar as cores percebendo que a proximidade entre essas qualifica e define sentidos na imagem (cores quentes, frias, complementares, com pouca ou muita variação de cores, tons e valores determinam sentido à imagem). LUZ A habilidade de trabalhar linhas e formas de valores diferentes (do mais claro ao mais escuro) é o primeiro passo para se compreender a noção de contraste, fundamental para a criação de uma imagem. DIMENSÃO Essa habilidade é fundamental para se trabalhar de forma expressiva valores de forma e hierarquia. Grande, médio e pequeno; estreito e largo; curto e longo. ESPAÇO D11 Distinguir a disposição das formas no espaço. A forma existe referenciada a um espaço sobre o qual está localizada. Essa habilidade permite trabalhar noções de posicionamento no espaço de representação à frente, entre, à trás, ao lado, acima, abaixo. D12 Distinguir formas geométricas das formas orgânicas. Essa habilidade é fundamental para se criar um repertório expressivo de formas: Reto, curvo, organizado, desorganizado, formas naturais e não naturais. D13 Identificar semelhanças e diferenças entre as formas. Essa habilidade é fundamental para se perceber a aplicação variada das formas e as muitas possibilidades de, a partir de uma mesma forma, se representar diversas coisas. O círculo está no ponto, na bola, na laranja, no planeta, etc. COMPOSIÇÃO D14 D15 Reconhecer noções de movimento na organização das formas no espaço de composição. Representar pensamentos e/ou leituras de mundo, de forma não verbal, por meio de elementos estruturais das artes visuais. Essa noção é rítmica e deve ser apreendida pela posição, pelo ângulo e pela repetição. As posições verticais e horizontais são mais estáveis e estáticas do que as inclinadas. A repetição e a variação do tamanho contribuem para a sensação de movimento. Estimular a organização do pensamento de forma visual, ampliando o campo e as ferramentas de comunicação do indivíduo com o mundo.

3 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO ARTE COMO EXPRESSÃO CULTURAL E HISTÓRICA HISTÓRIA DA ARTE D16 Reconhecer as fases da História da Arte. A história da arte pode ser apresentada aos estudantes em forma de linha do tempo, respeitando-se a construção do conceito de tempo e a capacidade de localização temporal dos estudantes no primeiro ciclo. A história da Arte é a história das transformações nos modos e meios de expressão do homem e precisa ser contextualizada de acordo com o tempo e sociedade em que determinado resultado foi gerado. A ênfase no primeiro ciclo será na Arte Primitiva, seus instrumentos, os meios de produção e a relação entre os povos e as expressões criativas/artísticas produzidas por eles. D17 D18 D19 D20 Diferenciar as culturas caracterizadas nas obras de arte. (Perceber a arte como construtora de identidade). Inferir relações histórico-culturais com as manifestações artísticas da cultura local e regional. (Perceber a arte como partícipe da construção da história de um povo). Relacionar os elementos estruturais das artes visuais nas obras dos artistas estudados. Identificar os gêneros das artes visuais. (natureza morta, retrato, figura, paisagem, etc.) As diferentes formas de expressão do homem são determinadas pelo espaço (geográfico), pelo tempo ( histórico), pelas condições de materiais ( presença ou ausência de determinado material), pelo domínio técnico ( de uso de ferramentas e de manipulação e transformação da matéria prima) e pelas intenções e desejos de determinada cultura. A combinação desses e outros fatores determinam a construção das diferentes identidades que ficam registradas nas obras. As diferentes formas de expressão presentes nas manifestações artísticas do homem são construídas e percebidas em um nível local, regional, nacional e internacional. É fundamental analisar com, os estudantes, dentro das possibilidades do 1º. Ciclo, as forças político, histórico e culturais que posicionam os diversos atores dentro desta hierarquização. A abordagem, a forma de olhar ou o ponto de vista reconfiguram essas categorias. GÊNEROS A apreciação dos elementos estruturais ( ponto, linha, plano, espaço, volume, cores) é fundamental na análise de imagens de obras de artistas estudados. Importante ressaltar que o foco do trabalho é a obra do artista, buscando trabalhar o modo como determinada obra foi criada a partir do uso dos elementos estruturais das artes visuais. O conhecimento e a diferenciação dos gêneros clássicos de representação é fundamental para o futuro entendimento das transformações na história da arte e das imagens.

4 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO PERCEPÇÃO VISUAL MODALIDADES EXPRESSIVAS D21 Diferenciar obra figurativa de não-figurativa. Essa habilidade é básica para se criar um repertório expressivo de representação. As formas de se figurar são variadas e vão desde uma representação com poucos traços a imagens criadas com um conjunto complexo e variado de elementos visuais. D22 Identificar as principais modalidades expressivas. O conhecimento e a diferenciação das principais e mais antigas modalidades expressivas é satisfatório nesse momento ( pintura, escultura, gravura e desenho) D23 D24 Identificar modalidades expressivas bidimensionais e tridimensionais. Identificar, a partir da utilização, as diferentes técnicas artísticas. Os meios de expressão se desenvolvem no plano ou em um volume. As formas podem passar de um para outro. Pode-se construir uma forma a partir de sua imagem no plano e pode-se registrar uma forma tridimensional em uma superfície plana. É fundamental trabalhar nesses dois meios expressivos e desenvolver as comunicações entre eles. Isso se dá a partir de atividades práticas como: Esculpir em massinha e depois desenhar o que foi esculpido. Desenhar um objeto e depois esculpi-lo utilizando-se de algum material já determinado. O conhecimento das técnicas, dentro das modalidades, pode se dar de modo básico neste momento. A gravura pode ser abordada pela ação de imprimir, a pintura pelo uso de diferentes tintas e pincéis, a escultura pela modelagem, o desenho pelo carvão, pelo giz, pelo bastão de cera. D25 Experimentar técnicas e materiais, registrando e organizando seu modo de perceber o mundo. Estimular a organização do pensamento de forma visual, ampliando o campo e as ferramentas de comunicação do indivíduo com o mundo, através de suportes, materiais e técnicas diversos. CONTEÚDO EXPRESSIVO D26 Identificar o caráter expressivo em obras de arte. Perceber a organização do pensamento de forma visual, ampliando o campo e as D27 D28 Associar caráter expressivo às variações dos elementos estruturais das artes visuais. Reconhecer o valor estético de uma obra pela sua técnica e caráter expressivo. ferramentas de análise e comunicação do indivíduo com o mundo através de obras de arte. A apreciação dos elementos estruturais (ponto, linha, plano, espaço, volume, cores), é fundamental na análise do caráter expressivo de obras de artistas estudados. Um traço contínuo, amplo e seguro e um traço fragmentado, curto e frenético expressam sensações e sentimentos diferentes. É fundamental relacionar, mesmo de forma elementar, técnica, tema e intenção expressiva. A conjugação desses três termos constrói uma base sólida para uma apreciação estética inicial, que permitirá ao estudante perceber e atribuir valor estético aos trabalhos e obras observados.

5 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO PERCEPÇÃO VISUAL MODALIDADES EXPRESSIVAS D29 D30 D31 Posicionar-se criticamente em relação a uma obra ou A criança deve ser estimulada a emitir juízos estéticos (basear sua avaliação de uma obra no evento cultural artístico. valor estético dela) sobre os seus trabalhos, os dos colegas e de artistas consagrados. Deve saber ouvir opiniões e aprender a fundamentar suas opiniões. ESPAÇOS INSTITUCIONAIS DA ARTE Reconhecer a importância da preservação, conservação e restauração do Patrimônio Histórico e Artístico local e regional. Identificar qualidades estéticas e de significados artísticos no cotidiano, no meio ambiente, na alimentação e nas práticas populares. O reconhecimento da arte como expressão da cultura de um povo, tempo e sociedade deve vir acompanhada de um sentimento da necessidade de se preservar, conservar e restaurar o patrimônio existente. E esse reconhecimento deve se dar a partir do entorno imediato das crianças. A arte como parte da cultura está presente na vida de todos nós. O artista ao criar lança um olhar sobre o mundo, sobre o cotidiano e suas tradições. É fundamental estar atento para essas relações buscando esclarecer as semelhanças, os laços, entre o universo cultural popular e cotidiano e as práticas artísticas. Importante que o estudante seja capaz de perceber os elementos estéticos nas manifestações que o cercam, diferenciando o gostar do reconhecer qualidades estéticas. EIXO II MÚSICA FRUIÇÃO E PERCEPÇÃO D32 Identificar timbres diferenciados. Selecionar potenciais objetos sonoros, extraindo timbres diferenciados. Organizar objetos sonoros conforme a qualidade do som que emite, independentemente de sua altura ou intensidade. D33 Produzir sons com objetos sonoros, extraindo timbres diferenciados. Explorar os objetos sonoros selecionados pelas crianças. Organizá-los conforme as diferentes emissões de timbres para que os estudantes possam retirar deles os sons, realizando comparações e combinações entre eles. D34 Diferenciar os sons ambientes. Perceber os sons e ruídos dentro e fora do espaço em que se encontra a criança.

6 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO EIXO II MÚSICA FRUIÇÃO E PERCEPÇÃO D35 Reconhecer e experimentar ritmos. Repetir ritmos ouvidos com o corpo e explorar células rítmicas em jogos e brincadeiras, batendo palmas, pé e balançando o corpo. D36 Repetir melodias ouvidas a partir de instrumentos, vozes ou equipamentos eletrônicos, explorando sons fortes e fracos. Apresentar músicas em que o movimento melódico apresente sons ascendentes e/ou descendentes e, ao mesmo tempo, possam ser explorados sons fortes e fracos. EIXO III TEATRO PRODUÇÃO E FRUIÇÃO D37 Conhecer as possibilidades gestuais e de movimento do próprio corpo em diferentes espaços. Dar oportunidade para o trabalho de pesquisa gestual a partir da contação de história e/ou música. D38 Participar de grupos teatrais, respeitando as Criar situações em que as crianças possam atuar em pequenas peças teatrais e, D39 D40 individualidades e capacidades de cada um. Criar, construir e interpretar personagens em diferentes espaços cênicos adequados. Apreciar criticamente espetáculos teatrais ao vivo, em vídeo, DVD ou TV. simultaneamente, desenvolver as noções básicas da teoria cênica. Espaços cênicos adequados são todos aqueles destinados ao uso em atividades cênicas ( pode ser uma quadra, uma sala de aula ou o pátio tanto quanto um anfiteatro ou auditório) Programar participação em teatros dentro da comunidade escolar ou fora dela. EIXO IV DANÇA A DANÇA NA EXPRESSÃO E NA COMUNICAÇÃO HUMANA D41 Reconhecer a dança como uma forma de expressão. Explorar os movimentos da dança para expressar idéias e emoções, desenvolvendo a expressão individual e coletiva através da dança.

7 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO EIXO IV DANÇA A DANÇA NA EXPRESSÃO E NA COMUNICAÇÃO HUMANA D42 D43 D44 D45 Realizar movimentos de dança utilizando os conhecimentos sobre a estrutura e o funcionamento do corpo e os elementos que compõem o seu movimento. Improvisar na dança, inventando, registrando e repetindo sequências de movimentos criados. Reconhecer os apoios do corpo explorando-os nos planos (os próximos ao piso até a posição de pé). Experimentar e pesquisar as diversas formas de locomoção, deslocamento e orientação no espaço (caminhos, direções e planos). Reconhecer os diferentes tecidos que constituem o corpo (pele, músculos e ossos) e suas funções (proteção, movimento e estrutura) é importante para que o estudante utilize a melhor maneira o corpo para a produção dos movimentos. A observação e análise das características corporais individuais: a forma, o volume e o peso são indispensáveis para que os movimentos sejam adequados a cada um, respeitando as características individuais. Selecionar gestos e movimentos observados em dança, imitando, recriando, mantendo suas características individuais e utilizando os movimentos selecionados para a criação de pequenas coreografias. Experimentar a movimentação, considerando as mudanças de velocidade, de tempo, de ritmo e o desenho do corpo no espaço. Observação e experimentação das relações entre peso corporal e equilíbrio, bem como entre os pontos de apoio no solo, a modificação da textura, altura e densidade desses pontos de apoio e o impacto no movimento realizado. Autoexplicativo. A DANÇA COMO MANIFESTAÇÃO COLETIVA D46 Reconhecer a dança como atividade coletiva. Observar e reconhecer os movimentos dos corpos presentes no meio circundante, distinguindo as qualidades de movimento e as combinações das características individuais para a formação de uma coreografia única, de responsabilidade de todos para a obtenção do resultado esperado. D47 D48 Criar movimentos em duplas ou grupos, opondo qualidades de movimentos (leve e pesado, rápido e lento, direto e sinuoso, alto e baixo). Improvisar e criar sequência de movimento com os outros estudantes (duplas ou grupos) Reconhecer e explorar o espaço em duplas ou outros tipos de formação em grupos. Planejar e executar movimentos de dança, selecionando-os e organizando-os de modo a permitir que sejam executados pelo grupo ou dupla. Integrar e comunicar com os outros por meio dos gestos e dos movimentos, organizando improvisações respeitando os ritmos e possibilidades individuais dos colegas ao mesmo tempo em que interage com elas para obtenção da coreografia desejada.

8 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 1 O CICLO EIXO IV DANÇA A DANÇA COMO PRODUTO CULTURAL E APRECIAÇÃO ESTÉTICA D49 Reconhecer as diversas danças como manifestações culturais. É importante que o estudante identifique e reconheça a dança e suas concepções estéticas nas diversas culturas, considerando as criações regionais, nacionais e internacionais. O professor deverá contextualizar a produção em dança enfatizando seu caráter como manifestação autêntica, sintetizadora e representante de determinada cultura, compreendendo os produtores em dança como agentes sociais, em diferentes épocas e culturas. D50 Distinguir as diversas modalidades de movimento e suas combinações como são apresentadas nos vários estilos de dança. Pesquisar e frequentar, junto aos grupos de dança, manifestações culturais e espetáculos em geral, fontes de informação e comunicação presentes em sua localidade (livros, revistas, vídeos, filmes e outros tipos de registro em dança) para que os estudantes possam elaborar registros pessoais para sistematização das experiências observadas e documentação consultada. Lançar mão dos registros e estudos realizados para que o estudante possa realizar a distinção entre modalidades e movimentos realizados em dança.

9 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO 2010 A matriz de referência curricular de Arte para o 2º ciclo da Rede Municipal de Ensino de Contagem está organizada em 4 eixos, considerando as linguagens: I Artes visuais; II Música; III Teatro; IV Dança. ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS ARTES VISUAIS LINHA D51 D52 D53 Utilizar a linha e o ponto como elementos compositivos no espaço plástico. Construir formas abertas e fechadas, utilizando linhas e pontos. Utilizar instrumentos de desenho geométrico (compasso, esquadro, transferidor, régua). Os diferentes tipos de linha e ponto são o ponto de partida para o entendimento do desenho como ferramenta inaugural de expressão e interagem no espaço compondo a imagem. Isso pode ser trabalhado tanto no campo bidimensional quanto no campo tridimensional. A percepção de uma figura se dá independente de seu contorno estar fechado ou aberto. Percebemos a figuração de um rosto com poucas linhas e pontos. Essa habilidade permite trabalhar a noção de contorno, do todo e das partes para a construção da forma. Essa habilidade permite trabalhar o caráter expressivo das formas através da distinção entre forma aberta e fechada. A colagem é uma técnica interessante para esse estudo. Essa habilidade deve visar não apenas o manuseio dos instrumentos técnicos, mas principalmente das formas geométricas derivadas de seu uso. As formas geométricas derivadas de seu uso. As formas geométricas ( quadrado, triângulo, losango, etc.), podem e devem ser trabalhadas de forma expressiva em Artes. A história das artes plásticas no século XX tem vários exemplos de Op Arte, no Brasil temos movimentos Concretos e Neoconcretos e em Minas Gerais podemos exemplificar o uso desses instrumentos e formas dos escultores Amilcar de Castro e Fraz Weismann.

10 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO D54 Ilustrar histórias através do desenho. A ilustração deve sempre somar à história. O artista ao ilustrar acrescenta sua história, seu jeito, suas habilidades. Uma mesma história pode ser ilustrada de muitas maneiras diferentes e o professor deve incentivar a diversidade e mostrar através de exemplos o quanto a ilustração de um texto permite uma expressão variada. A ilustração do texto também é uma forma de incentivar o desenho, a expressão e o posicionamento crítico que podem ser trabalhados em charges, em tirinhas de jornal, em quadrinhos, capas de revistas e livros e finalmente em ilustrações de textos, artigos e livros. TEXTURA D55 Identificar a textura e sua representação nas obras de arte. Trata-se de, através de exemplos da história das artes plásticas, perceber o uso e a aplicação de texturas e representações de texturas em obras de arte na busca de uma representação expressiva por parte dos artistas. D56 Construir texturas com pontos e linhas. Utilizar pontos e linhas na criação de hachuras e tons visando à representação da sensação tátil de uma superfície, representando texturas em objetos retratados. D57 Utilizar a textura na construção do volume. A utilização de hachuras, linhas e pontos na composição de tons permite a representação no plano de um objeto tridimensional, permitindo ao estudante a compreensão da utilização da textura na construção de volume. COR D58 Construir o círculo cromático. D59 Relacionar as cores, considerando a complementaridade (cores complementares). D60 Compreender o processo de construção da corpigmento. O círculo cromático é composto pelas três cores primárias (ciano, magenta e amarelo ) e pelas três cores secundárias ( verde, azul violetado e vermelho alaranjado). A construção do círculo auxilia na percepção das complementares. As cores localizadas em oposição no círculo cromático são consideradas complementares. Na mistura de duas cores complementares tem-se uma mesma quantidade de cores primárias, ou seja, um equilíbrio de força primária. Enfatizar com os estudantes que é comum nos depararmos com as cores vermelho, amarelo e azul apontadas como cores primárias e verde, laranja e roxo como as cores secundárias e mostrar a eles a diferença entre essas cores. Experimentar a mistura das cores desde as mais simples (entre as primárias), até misturas mais complexas com o uso de branco e preto.

11 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO D61 Diferenciar cor quente e cor fria. Criar pequenos grupos (paletas) de cores para serem trabalhadas em uma imagem e com isso diferenciar sensações como quente e frio, calmo, agressivo, etc. D62 D63 D64 D65 D66 D67 Combinar as cores, ilustrando histórias, registrando e organizando um modo singular de perceber o mundo. Compreender o processo de decomposição da luz branca (cor-luz). Perceber os efeitos que a luz causa em nossa percepção dos objetos, da natureza e das obras. Representar luz e sombra na imagem, considerando a luz e a sombra própria, a luz e a sombra projetada. Utilizar o contraste na definição do volume em uma imagem visual. Representar objetos em tamanhos e escalas diferentes. Utilizar criativamente combinações de cores. Por exemplo: Através de uma seleção de cores ilustrar uma história. Compor outro grupo de cores ou utilizar as complementares e perceber as mudanças expressivas. Como dito acima, uma mesma história pode ser ilustrada de muitas maneiras diferentes e o professor deve incentivar a diversidade e mostrar, através de exemplos, o quanto a ilustração de um texto permite uma expressão variada. LUZ Essa habilidade deve ser trabalhada junto com o conteúdo de ciências. Decomposição de espectro de luz solar ( luz-branca) e estudo das core visíveis. Em artes plásticas estudar pesquisas desenvolvidas pelos artistas ligados aos movimentos Impressionistas e Pontilhistas, no final do Século XIX e início do Século XX. Criar situações de muita e pouca luz para ver uma obra. Apresentar tipos diferentes de iluminação vela, luz do sol, luz de lâmpada fria, luz de lâmpada quente, luz indireta, luz direta e perceber os efeitos sobre as coisas. Exemplificar com as pesquisas desenvolvidas pelos artistas ligados aos movimentos Impressionista e Pontilhista, no final do Século XIX e início do Século XX. Essa habilidade trabalha a representação da luz e da sombra na imagem de objetos e coisas. Um objeto que recebe luz emite luz no objeto ao lado, da mesma forma um objeto pode tanto receber sombra de um objeto quanto projetar sua sombra sobre o outro. O contraste aparece na justaposição de uma área de luz com uma área de sombra. Essa habilidade é fundamental para a clareza da percepção visual de um volume e para sua clara representação no plano bidimensional. DIMENSÃO Essa habilidade é fundamental para se trabalhar a construção e representação do mundo. Trata-se não só de estabelecer hierarquias, mas também de criar valores expressivos através do tamanho. Ferramenta fundamental para se trabalhar com a idéia de um projeto. Um exemplo de exercício é o de idealização, projeção e construção bi e tridimensional de uma casa. A proporção entre os elementos obriga o uso e o estudo de escalas e da idéia de tamanho entre as coisas.

12 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO D68 Criar objetos bidimensionais e tridimensionais. Criar e transpor objetos bidimensionais em tridimensionais e vice-versa. D69 Registrar medidas (altura, largura e espessura). Ferramenta fundamental para se trabalhar com a idéia de projeto. ESPAÇO D70 Distinguir a disposição em profundidade das formas no espaço (Identificar planos em uma estrutura espacial). Habilidade inicial para se trabalhar a interação entre as formas no espaço e para o estudo de perspectiva. É fundamental que o aluno perceba a partir da dimensão da representação das formas os vários planos onde estas podem se localizar dentro do espaço. D71 Representar relações de distâncias entre objetos. Habilidade inicial para se trabalhar a interação entre as formas no espaço e para o estudo de perspectiva. É fundamental que o aluno perceba a distância entre os objetos e procure representá-las. O desenho de observação é uma das ferramentas fundamentais para esse estudo. D72 D73 Representar um objeto de um ponto de vista (Introdução da perspectiva linear). Organizar em vistas a representação bidimensional de um objeto tridimensional. (Vistas frontal, lateral, superior e inferior). Habilidade inicial para se trabalhar a interação entre as formas no espaço e para o estudo de perspectiva. O desenho de observação é uma das ferramentas fundamentais para esse estudo. É interessante que partindo da observação de objetos o estudante passe pela observação de figura humana e animal e pela observação de paisagem. A câmara fotográfica, sendo um instrumento que capta imagens do mundo através de um único ponto de vista, pode funcionar como apoio na construção dessa habilidade. Essa habilidade é fundamental para se trabalhar com o projetar e com as formas e maneiras de se comunicar uma idéia. Trabalhos que promovam o trânsito entre o bi e o tridimensional promovem o estudo dessa habilidade. FORMA D74 Diferenciar formas orgânicas e geométricas. A distinção entre os diversos tipos de categorias de forma é fundamental para a leitura das imagens e para a construção de um repertório a ser utilizado em trabalhos práticos. D75 Diferenciar figura e fundo. Habilidade de grande importância e que deve ser muito bem conduzida. O aluno precisa entender que a forma é construída não só pelo contorno, mas também pelo fundo. É importante chamar a atenção para o tratamento do fundo e para a interação entre a figura e o fundo. Trabalhos que alterem o fundo com uma mesma figura podem ser experimentados. D76 Identificar a simetria e seus desdobramentos gráficos. A simetria é um dos primeiros elementos de construção da figura. Perceber sua ocorrência na natureza e na história da arte é ponto inicial de trabalho.

13 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO COMPOSIÇÃO D77 D78 Utilizar os elementos de composição para imprimir movimento na organização das formas no espaço de composição. Representar pensamentos e/ou leituras de mundo, de forma não verbal, por meio de elementos estruturais Essa noção é rítmica e deve ser apreendida pela posição, pelo ângulo e pela repetição das formas no limite do espaço. As posições verticais e horizontais são mais estáveis e estáticas do que as inclinadas. A repetição e a variação de tamanho também criam movimento. Estimular a organização do pensamento de forma visual, através de seus elementos estruturais, ampliando o campo e as ferramentas de comunicação do indivíduo com o mundo. das artes visuais. D79 Realizar padrões rítmicos e gráficos na composição. Habilidade mais próxima do cotidiano das pessoas, porque está presente na arquitetura, na cidade, nos tecidos e no artesanato. A partir de exemplos comuns ( bordados, estampas, pisos, pavimentos, jardins) pode-se desenvolver todo um estudo a respeito dos ritmos gráficos e em composições. ARTE COMO EXPRESSÃO CULTURAL E HISTÓRICA D80 Identificar as principais fases da História da Arte. Apresentar a história da Arte ao longo de uma linha de tempo: da Pré-história a Roma. Diferenciar a Pré-história da Arte Primitiva. Trabalhar culturas não européias do mesmo período: América Pré-Colombiana, Ásia e África. D81 Diferenciar a arte produzida em diferentes períodos da história. O estudante deve ser capaz de reconhecer as transformações nos modos de expressão do homem e contextualizá-las de acordo com o tempo e sociedade em que estas obras foram criadas. Perceber que nossa interpretação está sujeita ao tempo e que pode variar de uma época para outra. D82 Identificar os estilos que caracterizam as obras de arte. Essa habilidade é fundamental para a leitura iconográfica das formas que constituem.

14 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO ARTE COMO EXPRESSÃO CULTURAL E HISTÓRICA D83 D84 Inferir relações histórico-culturais com as manifestações artísticas da cultura local, regional e nacional. Relacionar os elementos estruturais das artes visuais nas obras dos artistas estudados. As diferentes formas de expressão do homem são determinadas pelo espaço ( geográfico), pelo tempo (histórico), pelas condições materiais (presença ou ausência de determinado material), pelo domínio técnico ( de manipulação e transformação da matéria prima) e pelas intenções e desejos de determinada cultura. A combinação desses e de outros fatores determinam a construção das diferentes identidades que ficam registradas nas obras. As diferentes formas de expressão presentes nas manifestações artísticas são construídas e percebidas em um nível local, regional, nacional e internacional. É fundamental analisar as forças político, histórico e culturais que posicionem os diversos atores dentro desta hierarquização. A abordagem, a forma de olhar ou o ponto de vista reconfiguram essas categorias. Importante perceber a arte como construtora de identidade. Perceber a arte como partícipe da construção da história de um povo. É fundamental observar o uso dos elementos estruturais das artes visuais nas obras de artistas estudados. Isso pode acontecer com o uso de folhas de papel transparente onde o estudante pode ir, sobre a imagem, relacionando os meios e modos que o artista usou para a construção de sua obra. D85 Conceituar Arte Primitiva. Diferenciar primitivo de pré-histórico. Atentar para as diferenças culturais e para o fato de que algo que pode parecer primitivo pode se dar por uma escolha cultural e expressiva e não por falta de habilidade. D86 Identificar as características dos gêneros das artes visuais. Os gêneros e suas interações são fundamentais para a compreensão da história da arte. PERCEPÇÃO VISUAL MODALIDADES EXPRESSIVAS D87 Criar obras figurativas e não figurativas. Essa habilidade é básica para se criar um repertório expressivo de representação. As formas de se figurar são variadas e vão desde uma representação com poucos traços, a imagens criadas com um conjunto complexo e variado de elementos visuais. D88 Identificar as principais modalidades expressivas. O aluno deve conhecer e diferenciar as principais modalidades expressivas presentes na arte na idade moderna ( pintura, escultura, gravura, desenho, fotografia, cinema).

15 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO PERCEPÇÃO VISUAL MODALIDADES EXPRESSIVAS D89 Identificar modalidades expressivas bidimensionais e tridimensionais. Os meios de expressão se desenvolvem em um plano oi em um volume. As formas podem passar de um para o outro. Pode-se construir uma forma a partir da sua imagem no plano e pode-se registrar uma forma tridimensional em uma superfície plana. É fundamental trabalhar nesses dois meios expressivos. D90 Identificar as principais técnicas artísticas. O aluno deve conhecer as principais técnicas dentro das modalidades. Na gravura, a xilogravura, litografia, serigrafia e gravura em metal; na pintura, têmperas, vinílicas, acrílicas, aquarela e óleo; na escultura entalhe em madeira e pedra, a cerâmica e a fundição; no desenho o carvão, o pastel seco e oleoso, o grafite e o nanquim. D91 Experimentar técnicas e materiais, registrando e representando um modo singular de perceber o mundo. Estimular a organização do pensamento de forma visual ampliando o campo e as ferramentas de comunicação do indivíduo com o mundo, através de suportes, materiais e técnicas diversos. D92 Descrever o caráter expressivo em obras de arte. Perceber a organização do pensamento de forma visual, ampliando o campo e as D93 D94 D95 D96 D97 Associar caráter expressivo às variações dos elementos estruturais das artes visuais. Relacionar o valor estético de uma obra à sua técnica e caráter expressivo. Posicionar-se criticamente em relação a uma obra ou evento cultural artístico. Reconhecer a importância da preservação, conservação e restauração do Patrimônio Histórico e Artístico local e regional. Identificar qualidades estéticas e de significados artísticos no cotidiano, no meio ambiente, na alimentação e nas práticas populares. ferramentas de análise e comunicação do indivíduo com o mundo, através de obras de arte. A apreciação dos elementos estruturais ( ponto, linha, plano, espaço, volume, cores) é fundamental na análise do caráter expressivo de obras de artistas estudados. Um traço contínuo, amplo e seguro e um traço fragmentado, curto e frenético expressam sensações e sentimentos diferentes. É fundamental relacionar, mesmo que de forma elementar, técnica, tema e intenção expressiva. A conjugação desses três termos constrói uma base sólida para uma apreciação estética inicial. O aluno deve ser estimulado a emitir juízos estéticos sobre os seus trabalhos, os dos colegas e de artistas consagrados. Deve saber ouvir posições diversas e deve ser instruído sobre as formas ( históricas, formais, sociais, políticas) de fundamentar suas opiniões. ESPAÇOS INSTITUCIONAIS DA ARTE O reconhecimento da arte como expressão da cultura de um povo, tempo e sociedade deve vir acompanhado do sentimento da necessidade de se preservar, conservar e restaurar o patrimônio existente. A arte como parte da cultura está presente na vida de todos nós. O artista ao criar lança um olhar sobre o mundo, sobre o cotidiano e suas tradições. É fundamental estar atento para essas relações buscando esclarecer as semelhanças, os laços, entre o universo de práticas populares e/ou cotidianas e as práticas artísticas.

16 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO EIXO II MÚSICA CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO E FRUIÇÃO D98 D99 D100 D101 D102 D103 D104 EIXO III TEATRO CONHECIMENTO, FRUIÇÃO E PRODUÇÃO D106 D107 Produzir sons a partir de instrumentos tradicionais ou não, construídos com elementos da natureza e/ou diferentes materiais ou materiais reciclados. Conhecer os instrumentos musicais tradicionais e suas funções em conjuntos musicais. Identificar sons provenientes de diferentes instrumentos sonoros, (sopro, cordas, percutido, eletrônicos), observando altura, intensidade, timbre e durações. Emitir sons vocais, utilizando-se de técnica vocal adequada à sua idade. Conhecer as relações socioculturais da música, ao longo da história e suas diferentes manifestações. Identificar diferentes modalidades e funções da música (religiosa, profana, tradicional, contemporânea, ambiental, regional, folclórica dentre outras). Valorizar as diferentes manifestações musicais de diferentes povos e etnias. Identificar e explorar, com propriedade, espaços cênicos na escola e na comunidade. Identificar ações dramáticas em diferentes manifestações artísticas e no cotidiano. Explorar instrumentos musicais e demais objetos cujos sons possam ser trabalhados numa melodia. Permitir a combinação de sons derivados de objetos sonoros e instrumentos musicais. Desenvolver a percepção a partir de diferentes técnicas de produção sonora (sopro, percussão, pinça), com possibilidades de realizar arranjos. Desenvolver as capacidades vocais que permitem o uso dessas técnicas. Estabelecer interações com outras manifestações musicais, derivadas de outras culturas, respeitando a diversidade musical. D105 Identificar elementos da teoria musical. Trabalhar os elementos da composição musical, visando sua leitura e escrita. Favorecer a interação das escolas com os espaços culturais em que o teatro seja prioridade. Enfatizar, por meio da observação, a relevância das expressões faciais e corporais nas ações cotidianas das pessoas.

17 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO EIXO III TEATRO CONHECIMENTO, FRUIÇÃO E PRODUÇÃO D108 D109 D110 Identificar e contextualizar produções teatrais em suas diferentes manifestações. Entender que as relações entre o teatro em diferentes épocas históricas não se dão somente por linearidade, mas pela herança cultural e pelo contexto atual. Relacionar imagens e textos teatrais correspondentes aos diversos períodos da produção artística, incluindo a arte contemporânea. Selecionar o estudo da produção teatral da humanidade, dentro da história do teatro, considerando a faixa etária e o grau de compreensão cultural dos estudantes, promovendo a construção do conhecimento nessa área e estabelecendo um paralelo entre o passado e o presente. EIXO IV DANÇA DANÇAR D111 Saber mover-se com consciência, desenvoltura, qualidade e clareza dentro de suas possibilidades de movimento e das escolhas que faz. Desenvolver as habilidades corporais adquiridas no ciclo anterior, iniciando trabalho de memorização e reprodução de seqüências de movimentos, quer criadas pelos alunos, pelo professor, quer pela tradição da dança. D112 D113 Relacionar as habilidades corporais adquiridas com as necessidades contidas nos processos da dança trabalhados em sala de aula. Identificar as transformações ocorridas no corpo quanto à forma, sensações, percepções, relacionandoas às danças que cria e interpreta e às emoções, comportamentos, relacionamentos em grupo e em sociedade. Importante que os estudantes adquiram consciência corporal, percebendo o próprio corpo, as sensações e reconhecendo a necessidade de trabalho de prevenção às lesões mais comuns nas aulas de dança (torções, luxações, fraturas etc.).

18 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE - 2 O CICLO EIXO IV DANÇA DANÇAR D114 Realizar trabalhos de aquecimento, relaxamento e compensação do corpo, relacionando-as a noções de anatomia aprendidas. APRECIAR E DANÇAR D115 D116 Tomar decisões próprias na organização dos processos criativos individuais e de grupo em relação a movimentos, música, cenário e espaço cênico. Aperfeiçoar e compreender os elementos do movimento: partes do corpo, dinâmicas do movimento, uso do espaço e das ações. A consciência do espaço cênico, o posicionamento do corpo e a ocupação do espaço pelo corpo e pelos movimentos da dança são importantes elementos a serem trabalhados e explorados para que o estudante adquira a segurança necessária para a tomada de decisões e posicione-se diante do grupo e dos apreciadores da dança. D117 D118 D119 Diferenciar entre repertório, improvisação, composição coreográfica e apreciação. Realizar improvisação utilizando-se de diferentes estímulos. Realizar composição coreográfica utilizando-se de diferentes estímulos. Os estudantes devem experimentar situações que envolvam repertório, improvisação, composição coreográfica e apreciação de ação coreográfica, atentando para as diferentes sensações e percepções individuais e coletivas que ocorrem nos quatro processos, através de atividades individuais e coletivas que permitam a instrumentalização necessária para diferenciar esses processos. A experimentação e a investigação de diferentes estímulos para improvisação (instruções diretas, descobertas guiadas, respostas selecionadas, jogos etc.) e para composição coreográfica (notícias de jornal, poesia, quadros, esculturas, histórias, elementos de movimento, sons e silêncio, objetos cênicos, formas: AB, ABA, Rondó) permitirão maior segurança para que os estudantes sejam capazes de improvisar e realizar composições coreográficas com maior segurança.

19 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE 3º CICLO 2010 A matriz de referência curricular de Arte para o 3 º ciclo da Rede Municipal de Ensino de Contagem está organizada em 4 eixos, considerando as linguagens: I Artes visuais; II Música; III Teatro; IV Dança. ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS ARTES VISUAIS LINHA D120 D121 D122 D123 D124 D125 D126 Combinar diferentes tipos, formas, espessuras de linha e suas posições no espaço. Criar formas que expressem sensações, utilizando linhas e pontos. Utilizar linha e ponto como elementos construtivos do espaço plástico. Reconhecer as potencialidades rítmicas das linhas. Inventar histórias através do desenho. Construir texturas com os elementos estruturais das artes visuais. Investigar as texturas e sua representação nas obras de arte. É importante a utilização de diferentes tipos de linha (reta, pontilhada, quebrada, curva) como ferramenta de expressão que interagem no espaço na composição da imagem. Isso deve ser trabalhado tanto no campo bidimensional quanto no campo tridimensional, permitindo ao estudante a aquisição de maior segurança e habilidade na utilização consciente desse recurso. O potencial de expressão através de formas criadas a partir de linhas pontos deve ser explorado com os estudantes. Ao dar forma e expressão às linhas o estudante verifica seu potencial criador a partir de elementos gráficos que podem ir do mais simples (pontos e linhas retas) ao mais complexo (combinação de diferentes tipos de linhas, sensação de texturas e profundidade em desenhos, em trabalhos bidimensionais ou computação gráfica). Os estudantes deverão experimentar as combinações de pontos e linhas em seus trabalhos de desenho. Através dessa combinação devem ser capazes de comunicar-se com o observador de seu trabalho, transmitindo as histórias criadas de maneira criativa e única, respeitando as maneiras de cada um se relacionar com o seu trabalho e com a produção do outro. TEXTURA Utilizar-se dos elementos estruturais das artes visuais na criação, por exemplo, de hachuras e tons visando à representação da sensação tátil de uma superfície, representando texturas em objetos retratados. Trata-se de investigar a textura de objetos e coisas variadas e diferentes, e buscar suas representações através de frotagens e desenhos de hachuras.

20 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE 3º CICLO 2010 ELEMENTOS ESTRUTURAIS DAS ARTES VISUAIS D127 D128 D129 D130 D131 Representar volumes fazendo uso de texturas. Construir uma cartela harmônica de cores, utilizando o círculo cromático. Combinar cores análogas e opostas. Construir as escalas monocromáticas do preto e do branco. Compreender teorias de harmonia e composição de cor (monocromia, policromia, contraste). A utilização de hachuras, linhas e pontos na composição de tons permite a representação no plano de um objeto tridimensional, permitindo ao estudante a compreensão da utilização da textura na construção de volume. COR O círculo cromático é composto pelas três cores primárias (ciano, magenta e amarelo ) e pelas três cores secundárias ( verde, azul violetado e vermelho alaranjado). A construção do círculo auxilia na percepção das complementares. As cores localizadas em oposição no círculo cromático são consideradas complementares. Na mistura de duas cores complementares tem-se uma mesma quantidade de cores primárias, ou seja, um equilíbrio de força primária. Enfatizar com os estudantes que é comum nos depararmos com as cores vermelho, amarelo e azul apontadas como cores primárias e verde, laranja e roxo como as cores secundárias e mostrar a eles a diferença entre essas cores. Trata-se de experimentar a noção de tons e valor com adição da cor preta e da cor branca em escalas variando esses tons. Trabalhar noções de claro e escuro, e de intensidade forte e fraco. Experimentar com os estudantes as escalas de cores, utilizando adição de preto e branco variando os tons. Construir paletas de cores com variações de tons e estimulando o uso em trabalhos onde a monocromia e a policromia possam ser percebidas. Trazer exemplos do uso desse recurso por diversos artistas. D132 Compreender o processo de ilusão cromática. Trabalhar combinações de cores que irão formar uma terceira cor. (Da cor a cor inexistente) Utilizar criativamente combinações de cores. Por exemplo: Através de uma seleção de cores contar uma história. Compor outro grupo de cores ou utilizar as complementares e perceber as mudanças expressivas. O mesmo pode se dar ao representar algo visto ou vivido pelo D133 Combinar as cores, criando histórias, registrando e estudante. A mudança na escolha de cores usadas na representação irá alterar a percepção organizando um modo singular de perceber o mundo. que se tem do fato ou objeto representado. Como dito acima, uma mesma história ou fato podem ser ilustrados de muitas maneiras diferentes e o professor deve incentivar a diversidade e mostrar, através de exemplos, o quanto a ilustração de um texto permite uma expressão variada.

21 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE 3º CICLO 2010 LUZ D134 D135 D136 D137 Perceber e representar os efeitos produzidos por reflexos e transparências em objetos, na natureza e nas obras de arte. Identificar e registrar as variações da luz e da cor sobre a natureza e sobre os objetos. Representar luz e sombra na imagem, considerando a luz e a sombra próprias, a luz e a sombra projetadas. Compreender os conceitos de sombra colorida e da cor-luz. Observar o mesmo objeto sob diferentes iluminações ( como por exemplo, em diferentes horas do dia e pesquisar maneiras de se representar esses efeitos). Realizar observação e análise de trabalhos onde possam ser percebidos reflexos e transparências nas obras de artistas conhecidos, retomando os movimentos Impressionista e Pontilhista. Essa habilidade trabalha a representação da luz e da sombra na imagem de objetos e coisas. Um objeto que recebe luz, emite luz no objeto ao lado, da mesma forma um objeto pode tanto receber sombra de um objeto quanto projetar sua sombra sobre o outro, e que ao projetar a sombra, a mesma altera a cor inicial do objeto, gerando uma cor diferente ao ser representada. D138 D139 D140 Aplicar o contraste na definição do volume em uma imagem visual. Identificar as relações de proporção na elaboração das formas. Identificar as relações de proporção na elaboração da figura humana. A habilidade de trabalhar linhas e formas de valores diferentes ( do mais claro ao mais escuro) é o primeiro passo para se compreender a noção de contraste. O contraste aparece na justaposição de uma área de luz com uma área de sombra. Essa habilidade é fundamental para a clareza da percepção visual de um volume e para sua clara representação no plano bidimensional. DIMENSÃO Essa habilidade é fundamental para se trabalhar de forma expressiva valores de forma e hierarquia. Grande, médio e pequeno; estreito e largo; curto e longo. Trata-se não só de estabelecer hierarquias, mas também de criar valores expressivos através do tamanho. A proporção entre os elementos obriga o uso e o estudo de escalas e da idéia de tamanho entre as coisas. Realizar estudos sobre a representação da figura humana, partindo da observação. Verificar em obras dimensionais e tridimensionais como essa representação é feita, estabelecendo relações de proporcionalidade e aplicando-as em seus próprios trabalhos. D141 Registrar medidas. (altura, largura e espessura) Ferramenta fundamental para se trabalhar com a idéia de projeto.

22 MATRIZ DE REFERÊNCIA CURRICULAR DE ARTE 3º CICLO 2010 ESPAÇO D142 D143 D144 D145 D146 Representar um ambiente em perspectiva com um ponto de fuga. Perceber a transparência entre as formas, a perspectiva, a profundidade, o movimento, a dinâmica e a unidade de um trabalho visual. Organizar, por meio das vistas, a representação bidimensional de um objeto tridimensional. (vistas frontal, lateral, superior e inferior). Construir volume com escala de tons e técnicas próprias do desenho e da pintura para se conseguir esse efeito. Construir formas em baixo e alto relevo. (Sérgio Camargo, Yara Tupinambá). Perspectiva Linear. É fundamental que o aluno perceba a partir da dimensão da representação das formas os vários planos onde estas podem se localizar dentro do espaço. Trata-se da habilidade para se trabalhar a interação entre as formas no espaço. É fundamental que o aluno perceba a distância entre os objetos e procure representá-las. O desenho de observação é uma das ferramentas fundamentais para esse estudo. A utilização do desenho de observação é uma das ferramentas que podem ser utilizadas como ponto de partida para esse estudo. Partindo da observação de objetos o estudante deve passar pela observação de figura humana e animal e pela observação de paisagem. A câmara fotográfica sendo um instrumento que capta imagens do mundo através de um único ponto de vista pode funcionar como apoio na construção dessa habilidade. Representa-se aquele ponto de vista e depois se realiza a comparação do mesmo objeto representado por outros pontos de vistas pelos colegas para ter-se a noção real do objeto, podendo passar uma representação bidimensional para tridimensional. Essa habilidade é fundamental para se trabalhar com o projetar e com as formas e maneiras de se comunicar uma idéia. VOLUME FORMA D147 Diferenciar figura e fundo, negativo e positivo. Habilidade de grande importância e que deve ser muito bem conduzida. O aluno precisa entender que a forma é construída não só pelo contorno, mas também pelo fundo. É D148 Identificar a estrutura da forma e da contra forma. importante chamar a atenção para o tratamento do fundo e para a interação entre a figura e o fundo. Trabalhos que alterem o fundo com uma mesma figura podem ser experimentados. Assim o estudante verifica que a percepção da forma pode ser alterada ao alterarmos o fundo, também verificará o que é a ausência de uma forma ao retirarmos a mesma de um fundo. O trabalho com gregas é uma maneira simples de se trabalhar com forma e contra forma. D149 Identificar a simetria e seus desdobramentos gráficos. A simetria é um dos primeiros elementos de construção da figura. Perceber sua ocorrência na natureza e na história da arte é ponto inicial de trabalho.

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