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1 Companhia Nacional de Abastecimento

2 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO ROBERTO RODRIGUES Ministro LUÍS CARLOS GUEDES PINTO Secretário-executivo COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO CONAB Conselho de Administração LUÍS CARLOS GUEDES PINTO Presidente ERWIN JÚLIO KLABUNDE GUILHERME COSTA DELGADO IVAN WEDEKIN JACINTO FERREIRA JOÃO HENRIQUE HUMMEL VIEIRA Membros Conselho Fiscal MAURÍCIO ANDRADE COURA Presidente LÚCIA AÍDA ASSIS DE LIMA EVANIR VALENTIM DE MÉLO DA MOITA Membros Diretoria Colegiada JACINTO FERREIRA Presidente JOSÉ CARLOS DE ANDRADE Diretor de Gestão Administrativa e Financeira PEDRO SERGIO BESKOW Diretor de Gestão de Estoques SILVIO ISOPO PORTO Diretor de Logística e Gestão Empresarial DENISE DECKERS DO AMARAL Superintendente de Armazenagem e Movimentação de Estoques Elaboração Denise Deckers do Amaral Colaboração Márcio Augusto da Silva Júnior Superintendências Regionais da Conab Expediente Fotografias André Carvalho e acervo Conab Ilustração Grilo Programação Visual André Carvalho Rafael Dietzsch

3 Conab Companhia Nacional de Abastecimento Armazenagem Agrícola no Brasil Dezembro 2005

4 Foto!!! Conab Companhia Nacional de Abastecimento

5 1 Apresentação O agronegócio brasileiro tem sido, nos últimos anos, um dos setores econômicos mais importantes para o País, sobretudo, em função da contribuição significativa nos sucessivos saldos positivos da balança comercial, o que proporciona suporte à consolidação da estabilização da economia nacional. Aproximadamente 10% do Produto Interno Bruto - PIB nacional é representado pelo valor da produção agropecuária, que demonstra a cada ano, seu potencial de crescimento pela própria evolução da produção agrícola, seja pela expansão das áreas de plantio, mas principalmente, pelos notáveis ganhos de produtividade, decorrentes do progresso tecnológico, também responsáveis pela melhoria da qualidade dos produtos e pela redução de custos, o que favorece a competição no mercado internacional. Nesse contexto, é considerável o efeito multiplicador do setor agropecuário na participação percentual do PIB, quando se introduz o conceito de agronegócio envolvendo outros segmentos de importância elevada, além da produção agropecuária, como transporte, armazenamento, processamento industrial e distribuição de derivados. O Brasil é exemplo de reorganização da atividade agrícola, com alicerce nas aplicações técnico-científicas direcionando seus resultados para atender a crescente demanda do mercado interno e para exportação da produção in natura ou de produtos industrializados com maior valor adicionado. A agricultura brasileira tem se destacado no cenário mundial e mostrado potencial para competir no mercado internacional, inclusive influenciando na formação de seus preços. A liderança na produção e exportação de vários produtos agropecuários como o café, açúcar, álcool e sucos de frutas e a expressiva presença nas exportações de soja, carnes bovina e suína, além do imenso potencial na produção de biocombustíveis, colocam o País em condição de reivindicar igualdade de acesso dos seus produtos aos mercados consumidores. É importante a participação brasileira nos fóruns internacionais de debate acerca das barreiras alfandegárias, quotas, subsídios e quaisquer outros artifícios existentes, que possam impedir o avanço da participação do Brasil nos mercados demandantes mundiais. A safra de 2002/2003 atingiu a marca histórica da produção de 123,2 milhões de toneladas. Em particular, a produção de soja brasileira puxou esse crescimento, com uma produção nesse período de 52 milhões de toneladas. Esse desempenho foi pautado pelo incremento da produtividade do setor que chegou a marca Kg/hectare. Armazenagem Agrícola no Brasil

6 As safras de 2003/2004 e 2004/2005, em termos gerais, devido basicamente às adversidades climáticas, não acompanharam a tendência de crescimento observadas nas temporadas passadas. Os ganhos de produtividade não foram exclusivos da soja. Quase todos os produtos agrícolas, com raras exceções, obtiveram ganhos notáveis de produtividade e qualidade. Mesmo com problemas climáticos em algumas importantes regiões produtoras, a pesquisa tem demonstrado a sua eficiência na criação de variedades mais resistentes e com melhor adaptação edáfo-climática. Se por um lado, produziu excedentes aumentando o volume das exportações, o País também evolui na produção de alimentos destinados ao consumo interno, importantes como o trigo, diminuindo acentuadamente a sua dependência de importações. A partir da safra 2002/2003 o Brasil praticamente dobrou a produção desse cereal, o que representou economia de divisas. Conab Companhia Nacional de Abastecimento

7 Brasil. Série Histórica de produtos. Safras 1994/98 a 2004/05 PRODUTO 1994/ / / / /99 ALGODÃO - CAROÇO 997,6 761,7 568,2 763,4 923,8 AMENDOIM TOTAL 142,5 138,8 137,2 183,5 172,4 1ª SAFRA 113,6 112,7 110,5 150,0 138,2 2ª SAFRA 28,9 26,1 26,7 33,5 34,2 ARROZ , , , , ,2 AVEIA 191,2 196,3 214,4 196,9 286,9 CENTEIO 3,2 7,5 7,6 8,1 8,0 CEVADA 146,2 225,1 245,5 302,3 314,8 FEIJÃO TOTAL 3.157, , , , ,6 1ª SAFRA 1.007,4 937, ,4 916, ,9 2ª SAFRA 1.839, , , ,0 3ª SAFRA 310,8 310,2 302,1 318,2 294,7 GIRASSOL ,8 49,0 MAMONA 44,2 47,6 96,4 18,8 31,1 MILHO TOTAL , , , , ,4 1ª SAFRA , , , , ª SAFRA 3.451, , ,2 5582, ,4 SOJA , , , , ,0 SORGO 243,9 319,3 435, ,8 TRIGO 1.524, , , , ,8 TRITICALE BRASIL , , , , ,8 (continua) Armazenagem Agrícola no Brasil

8 (continuação) PRODUTO 1999/ / / / / /05 ALGODÃO - CAROÇO 1.187, , , , , ,9 AMENDOIM TOTAL 171,6 196,7 189,4 174,9 217,3 301,7 1ª SAFRA 146,5 168,5 157,7 143,3 176,3 244,4 2ª SAFRA 25,1 28,2 31,7 31,6 41,0 57,3 ARROZ , , , , , ,9 AVEIA 194,1 330,7 284,7 390,1 411,0 433,3 CENTEIO 6,8 8,6 5,8 3,4 3,5 3,4 CEVADA 319, ,8 303,7 367,2 386,7 FEIJÃO TOTAL 3.097, , , , ,0 1ª SAFRA 1.412, , , , ,2 2ª SAFRA 1.455,5 864, , , ,8 937,3 3ª SAFRA 230,0 572,2 652,9 718,7 707,4 868,5 GIRASSOL 97,4 56,3 71,0 56,4 85,8 60,1 MAMONA 107,4 79,9 72,4 86,3 107,3 204,5 MILHO TOTAL , , , , , ,0 1ª SAFRA , , , , , ,3 2ª SAFRA 3.925, ,7 6180, , , ,7 SOJA , , , , , ,9 SORGO 781,4 895,7 798, , , TRIGO 1.658, , , , , ,9 TRITICALE ,8 239,9 228,6 220,5 BRASIL , , , , , ,8 Fonte: Conab Conab Companhia Nacional de Abastecimento

9 Em função da performance da agricultura nacional, organismos internacionais começam a apontar o Brasil como o maior produtor de alimentos já na próxima década, confirmando o grande potencial de crescimento para sua produção agrícola, em função do clima favorável que possibilita duas ou mais safras por ano; grandes extensões de áreas agricultáveis ainda não aproveitadas; disponibilidade de água, que começa a ser problema para alguns países e, ainda, produtores e agroindústrias com bom nível tecnológico para uma demanda mundial por alimentos em franco crescimento. Para alguns dos principais produtores mundiais, o aumento da produção agrícola não depende somente de recursos ou de tecnologia. A disponibilidade de terras começa a representar um problema, sendo que para países como a Índia o limite já foi atingido e para outros como a China, além dessa limitação, existe um outro fator importante que é a escassez de água para a agricultura. No Brasil apesar do problema existir em algumas regiões agrícolas tradicionais, estima-se que há pelo menos 150 milhões de terras agricultáveis ainda não utilizadas e que o País pode aumentar em três vezes sua atual produção de grãos, saltando dos atuais 112 milhões para algo em torno de 330 milhões de toneladas. Esse volume, porém, poderá ser ainda maior, considerando-se que 30% dos 240 milhões de hectares hoje ocupados por pastagens podem ser incorporados à produção agrícola. A produção agrícola precisa crescer a taxas maiores que o aumento populacional em todo o mundo, particularmente no Brasil, acima de 1,5% ao ano para, além de atenuar o problema da fome existente, gerar novos empregos. O cerrado Brasileiro é um exemplo de fronteira agrícola, representando 24% da área total do País, estando presente em 13 estados Brasileiros e no Distrito Federal. É a segunda maior biodiversidade da América do Sul, superada apenas pela Amazônia. Como se não bastasse, no Cerrado encontram-se nascentes de cinco grandes bacias hidrográficas brasileiras: Amazônica, Tocantins-Araguaia, Atlântico Norte- Nordeste, São Francisco, Atlântico-Leste e Paraná-Paraguai. Na Estação Ecológica de Águas Emendadas, situada no Distrito Federal, dá-se o encontro da bacia do Tocantins-Araguaia com a do Paraná-Paraguai, duas grandes bacias hidrográficas da América Latina. Essa região já possui enorme destaque no cenário agrícola nacional, abrigando 41% dos 170 milhões de bovinos do rebanho brasileiro e é responsável por 46% da safra brasileira de soja, milho, arroz e feijão; sendo que, das 50 milhões de toneladas de soja produzidas no País, 18 milhões saem do cerrado. O cenário, tradicionalmente caracterizado pela soja, milho e arroz, foi enriquecido com a presença do algodão, da mandioca, e, mais recentemente, com o plantio do girassol, da cevada, do trigo, da seringueira e dos hortifrutigranjeiros. Armazenagem Agrícola no Brasil

10 A agricultura tem avançado para novas áreas no interior do Brasil em busca de alternativas mais viáveis, com menos problemas climáticos, com solos férteis, desenvolvimento de novas variedades mais produtivas e com o uso mais intenso e racional de insumos agrícolas. É uma transformação que está sendo acompanhada pelo setor privado, onde as indústrias de processamento já se fazem presentes para absorver essa produção. O Brasil está presenciando uma verdadeira revolução gerencial das propriedades rurais caracterizada por melhor administração dos recursos, melhor dimensionamento de maquinário e mão-de-obra contratada; e assistência técnica profissionalizada. A agricultura está sendo alvo permanente de políticas públicas, visando permitir novos aumento de produção, por meio de ganhos de produtividade e de incorporação de áreas de modo ambientalmente sustentável, possibilitando mais e melhores alimentos aos brasileiros e crescimento na exportação e no saldo comercial. Atualmente o agronegócio é o maior negócio brasileiro, representa 30% do PIB, gera 37% dos empregos da nossa economia e é a maior fonte de divisas do País, caminha rapidamente para figurar entre os grandes do mundo, mas, a acelerada expansão prevista para os próximos anos e, de forma mais acentuada, as deficiências de infraestrutura levam a prever a possibilidade de ocorrência de uma crise de abundância com gravíssimos prejuízos ao setor e conseqüentemente ao País. Conab Companhia Nacional de Abastecimento

11 2 Logística e Infra-Estrutura de Armazenagem Quando se analisa a questão de logística, percebe-se que a capacidade de expansão da agricultura brasileira está próxima do seu limite, pela falta de infra-estrutura para escoar a produção e pela incapacidade de armazenar de forma adequada a safra nacional. Estradas mal conservadas, ferrovias obsoletas e ineficientes, poucas alternativas hidroviárias, portos sobrecarregados e escassez de armazéns em algumas regiões importantes, dificultam a comercialização da safra, prejudicando a competitividade do agronegócio brasileiro e causando prejuízos aos produtores. Ademais, além de todas as dificuldades com a infra-estrutura de transporte e armazenagem existente, adicione-se que essa precariedade é responsável por uma perda significativa de alimentos, representando uma evasão de recursos suficientes para modificar o perfil desses segmentos. Nesse particular é sempre conveniente lembrar que existem no Brasil, sérios problemas relacionados com a fome, o que demonstra toda a importância em reduzir qualquer tipo de desperdício de alimentos. Para a safra 2004/2005, a expectativa era de que a situação se apresentasse de forma mais preocupante, diante de mais uma colheita recorde, o que lamentavelmente não se concretizou. O agravamento da situação das rodovias e do fato de que o restante da infra-estrutura de transporte pouco mudou, representaria um enorme obstáculo ao esforço de crescimento do agronegócio brasileiro, que ainda corre sério risco diante da fragilidade atual desse setor. Entretanto, a questão do escoamento da safra brasileira está atrelada a uma questão fundamental, que afeta o agronegócio na sua base, alterando substancialmente a comercialização, a formação de preços e a própria competitividade do setor. A infra-estrutura de armazenagem deve ter a capacidade de receber toda a produção agrícola nacional e ainda, disponibilizar espaços para eventuais produtos importados para atender satisfatoriamente a demanda interna. A infra-estrutura de armazenagem do Brasil não tem acompanhado o ritmo de crescimento da produção agrícola e é importante identificar as regiões críticas para melhor adequação e expansão da rede de armazenagem. Armazenagem Agrícola no Brasil

12 10 produção Agrícola X Capacidade Estática Ano / Safra Fonte: Conab /75 75/76 76/77 77/78 78/79 79/80 80/81 81/82 82/83 A distribuição da capacidade de armazenagem nos principais estados produtores brasileiros demonstram a existência de regiões mais carentes de espaço armazenador. A demanda de armazenagem, representada pela produção e importação de grãos, incluindo café e cana-de-açúcar, supera a oferta de 104 milhões de toneladas de capacidade estática. A capacidade estática para estocagem de grãos do Brasil, aferida pela Companhia Nacional de Abastecimento - Conab é de milhões de toneladas, sendo 75% para armazenagem a granel e 25% para produto ensacado. 83/84 Produção (1.000 t) Capacidade Estática (1.000 t) 84/85 85/86 86/87 87/88 88/89 89/90 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 Esses percentuais demonstram uma modificação do perfil da armazenagem brasileira, que há dez anos possuía extremo equilíbrio entre as modalidades de armazenamento existentes. O crescimento dos investimentos e a tendência atual para a maior utilização de graneleiros encontra justificativa no próprio mercado, pois mais de 85% da produção nacional é estocada a granel. Além disso, a operacionalização dessa forma representa custos menores, aumentando a competitividade dos produtos. A estagnação do crescimento da capacidade de armazenagem do País, verificada no período entre as safras de 1993/1994 e 2000/2001, pela escassez de recursos e pela falta de investimentos devido a elevação da taxa de juros, registrada no início da década, foi interrompida, sobretudo, pelo entusiasmo proporcionado com a produção de soja, quando o setor privado demonstrou interesse em investir em armazéns, dada a alta rentabilidade para exportação. Conab Companhia Nacional de Abastecimento

13 Mesmo assim, em termos gerais, os investimentos na infra-estrutura de armazenagem não foram proporcionais ao crescimento e ao potencial agrícola brasileiro. Mesmo com a frustrada produção nacional de 2004/2005, que atingiu o volume de 112,4 milhões de toneladas, constata-se um déficit de armazenagem real próximo de 7% em todo o País. Dos 27 Estados da Federação, somente Alagoas, Pernambuco, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul têm capacidade estática superior a produção estadual. Entretanto, não quer dizer que a situação nesses Estados esteja adequada, porque nem todas as unidades armazenadoras são compatíveis com a demanda existente para a guarda e conservação de produtos agrícolas. Algumas regiões, dotadas de estruturas convencionais, carecem de armazéns graneleiros, dada as características de sua produção. A situação do Rio Grande do Sul merece maiores esclarecimentos visto que, historicamente, esse Estado é deficitário em estruturas armazenadoras. As adversidades climáticas que provocaram a redução da produção nos últimos anos gerou essa situação de superávit. As maiores necessidades de expansão estão concentradas nas regiões de incorporação mais recente do processo produtivo (Centro-Oeste e Norte-Nordeste), enquanto no Sul-Sudeste a necessidade está mais voltada para a adequação das unidades para a armazenagem de granéis, o que não descarta a possibilidade de novas unidades, também nessas regiões. 11 O mapeamento da situação da armazenagem no Brasil é um dos fatores que poderão subsidiar o crescimento da produção agrícola garantindo a guarda da safra em termos quantitativos e qualitativos, sempre contemplando a melhor localização desses estoques, o que possibilitará a redução de custos com o transporte e, conseqüentemente, melhores condições de comercialização. Por outro lado, não preocupa somente o déficit na capacidade de armazenamento existente no Brasil, a infra-estrutura de armazenagem necessita ser modernizada, principalmente em regiões agrícolas tradicionais. Armazenagem Agrícola no Brasil

14 produção Agrícola X Capacidade Estática por Unidade da Federação, Brasil, UF Capacidade Estática e Produção em (1.000t) Total Convencional % Produção Granel % Produção CE (1) Pr (2) Distrito Federal 99 31,7 50, ,3 405, Goiás , , , , Mato Grosso , , , , Mato Grosso do Sul ,2 456, , , Alagoas ,1 225, ,9 48, Bahia , , , , Ceará ,9 281, ,1 278, Maranhão ,5 773, , , Paraíba 56 83,6 85, ,4 137, Pernambuco ,6 175, ,4 141, Piauí 75 50,3 312, ,7 749, Rio Grande do Norte 67 93,1 49,8 5 6,9 80, Sergipe 11 64,7 73,0 6 35,3 165, Acre ,0 44,9 0 0,0 65, Amapá 1 100,0 4,6 0 0,0 1,3 1 6 Amazonas ,0 28,1 0 0,0 33, Pará ,5 700, ,5 682, Rondônia ,5 263, ,5 490, Roraima 13 68,4 136,1 6 31,6 88, Tocantins ,0 451, , , Espírito Santo ,1 132, ,9 119, Minas Gerais ,4 987, , , (continua) Conab Companhia Nacional de Abastecimento

15 (continuação) UF Capacidade Estática e Produção em (1.000t) Total Convencional % Produção Granel % Produção CE (1) Pr (2) Rio de Janeiro ,9 15, ,1 26, São Paulo ,1 607, , , Paraná ,4 770, , , Rio Grande do Sul ,6 88, , , Santa Catarina , , , , Total Brasil , , , , Fonte: Companhia Nacional de Abastecimento (dados de 31/08/2005). (1) Capacidade Estática (2) Produção Total Dessa forma, torna-se necessário que o dimensionamento da situação de armazenagem, contemple a modernização das unidades existentes, pois é um fator que limita a oferta da capacidade estática do País. Ainda sobre esse tema, também será de importância equivalente, a qualificação da mão-de-obra que atua na área, pois não basta a modernização dos armazéns ou a construção de novas unidades se não houver difusão da nova tecnologia com treinamento adequado para a sua melhor utilização. 13 Outro fator a ser considerado é a localização e o perfil das unidades armazenadoras existentes em todo o País. A modernização da agricultura frente a globalização dos outros setores da economia, compele a cada instante que haja uma evolução no controle do processo produtivo na tentativa de aproximar definitivamente as necessidades e o funcionamento do processo industrial. Não é suficiente que haja evolução na tecnologia da produção, sem que se mencione o aprimoramento da oferta dessa produção agrícola, dentro dos padrões exigidos pelos mercados interno e externo. A evolução da produção, cada vez mais dependente dos insumos industriais, gera novas expectativas quanto a melhoria da qualidade da terra, proporcionando aproveitamento de solos menos férteis e de ocupação intensiva de localidades antes desprezadas para a atividade. A pesquisa preventiva quanto à doenças das plantas, Armazenagem Agrícola no Brasil

16 pragas e o desenvolvimento genético, buscam a todo instante a melhoria da qualidade e o aumento do rendimento por hectare. O resultado final reconhecidamente positivo na agricultura brasileira não poderá ser dimensionado corretamente se não houver um empenho concomitante para fazer valer esse grande esforço no momento crítico para o produtor: a hora de vender a sua safra. A segregação da produção na fazenda e sua adequada conservação podem representar um salto qualitativo nos rendimentos do setor rural. Nesse particular, com a produção agrícola cada vez mais regulada pela economia de mercado, é vital que, em relação às propriedades rurais, existam aplicação de capital para investimentos em infra-estrutura, a fim de proporcionar maior lucratividade e maior competitividade, o que representará possibilidade de crescimento sustentável do setor produtivo. O retrato da situação vigente no Brasil demonstra que das unidades armazenadoras existentes, 18,4% estão situadas em fazendas, o que representa somente 11,3% da capacidade estática nacional. 14 Comparativamente a outros países, como os Estados Unidos que possui 65% de capacidade estática em relação à sua produção, a Europa 50%, a Argentina 40% e o Canadá que é superior a 80%, a capacidade disponível nas propriedade rurais no Brasil é pequena. Nesses países, a seqüência do sistema de armazenagem tem origem nas propriedades rurais, evoluindo para os sistemas coletores, intermediários e terminais. No Brasil o cenário é oposto. Sua atividade tem um perfil tipicamente urbano desde a sua origem, em função das necessidades de exportações foram priorizados investimentos em unidades localizadas na região de produção de café, sobretudo no Estado de São Paulo e nas regiões portuárias, como Santos e Rio de Janeiro. Armazéns em áreas rurais, mas fora das fazendas, próximos das rodovias que são considerados importantes para o escoamento da safra, representam 31,3% da capacidade estática brasileira. Nas áreas portuárias estão localizados os armazéns que representam 4,9% da capacidade nacional, sendo nas regiões urbanas a concentração maior da capacidade com 52,3%. Em suma, 88% da capacidade estática do Brasil está além da porteira, o que fornece suporte à argumentação de que parcela significativa da perda da rentabilidade do produtor tem origem nesse fato. As perdas quantitativas e qualitativas que ocorrem no campo pelo atraso da colheita, por falta de armazenamento em locais adequados, depreciam o valor da produção. Conab Companhia Nacional de Abastecimento

17 Ademais, o armazenamento realizado na propriedade rural pode minimizar as perdas, reduzir os gastos dos serviços executados e cobrados pelos armazenadores e, também, os custos com frete, além de possibilitar a geração de empregos no campo. O produtor dependente de espaço em armazéns de terceiros não realiza suas atividades de acordo com suas necessidades, podendo perder o controle e a oportunidade de melhor comercializar o seu produto. É comum encontrar justificativa para não haver investimento na construção de armazéns em fazendas, sob a alegação de que o custo inviabiliza a operação. Na verdade existe uma falta de conhecimento sobre as vantagens do sistema de processamento na fazenda, aliada às dificuldades de acesso aos recursos financeiros necessários para tal investimento. Ainda que em volumes reduzidos, já existe movimentação para mudar essa realidade. As linhas de financiamento disponíveis devem ser ampliadas e o acesso desburocratizado para permitir incremento desses investimentos por parte dos produtores. Produtores capitalizados têm procurado com recursos próprios, investir em instalações nas suas propriedades, mas a oferta de recursos governamentais é fundamental para transformar de forma significativa o perfil da armazenagem agrícola brasileira. Distribuição dos Armazéns Cadastrados por Localização. Brasil, 2005 Tipo Fazenda Rural Urbana Quantidade de Armazéns Capacidade (1.000t) Quantidade de Armazéns Capacidade (1.000t) Quantidade de Armazéns Capacidade (1.000t) Convencional ,7% 12,4% 26,6% 21,7% 55,5% 59,9% Granel ,1% 10,9% 35,8% 34,7% 41,6% 49,8% Total ,4% 11,3% 31,3% 31,5% 48,4% 52,3% 15 Tipo Portuária Quantidade de Armazéns Capacidade (1.000t) Total Quantidade de Armazéns Capacidade (1.000t) Convencional ,2% 6,0% 100,0% 100,0% Granel ,5% 4,6% 100,0% 100,0% Total Fonte: Conab 1,8% 4,9% 100,0% 100,0% Armazenagem Agrícola no Brasil

18 A instalação de armazéns e equipamentos nas propriedades rurais deve ser encarada como uma complementação da estrutura urbana existente, trazendo benefícios para todos no processo. Outra questão relevante é a constatação de que do total de armazéns cadastrados no Brasil, ainda existem armazéns do tipo convencional com capacidade para guardar quase 26 milhões de toneladas de produtos agrícolas ensacados. Essas estruturas apesar de serem consideradas inadequadas, sobretudo sob o ponto de vista econômico, com custos operacionais mais elevados, ainda são necessárias para estocagem de determinados produtos, tais com fibras, sementes e outros produtos industrializados. A análise do perfil da capacidade estática brasileira extrapola o conhecimento apenas dos números de armazéns existentes e suas respectivas capacidades. Além disso, deve-se levar em conta outras características, que permitirão delinear a real situação de armazenagem no País. 16 A maior concentração da capacidade estática de armazenagem nacional está relacionada às instalações de propriedade do setor privado com 73,6 milhões toneladas em unidades, representando 71% do total nacional. Contudo, um dos maiores gargalos existentes está relacionado com a capacidade de estocagem das Cooperativas. O segmento cooperativista com unidades e capacidade de armazenagem para 24,3 milhões de toneladas, representa 23% da capacidade nacional que é insuficiente para armazenar toda a produção de seus cooperados. A cada ano o setor é compelido a utilizar espaços de terceiros para acomodar mais de 40% da produção nacional de acordo com a Organização das Cooperativas Nacionais OCB. O problema toma dimensão a cada safra e a solução está relacionada ao aumento dos investimentos na modernização das estruturas existentes e na construção de novas unidades. O Governo Federal tem envidado esforços no sentido de aumentar a disponibilidade de recursos para tal finalidade por meio do Programa de Desenvolvimento Cooperativo para Agregação de Valor à Produção Prodecoop para modernizar o setor e melhorar as condições de comercialização. A preocupação governamental está voltada para as condições da sua estrutura de armazenagem que atualmente representa somente 6% da capacidade brasileira com 617 armazéns, e uma capacidade estática de 6,3 milhões de toneladas. Mas, sobretudo, com a qualidade do armazenamento. Conab Companhia Nacional de Abastecimento

19 Com esse propósito, o Governo Federal, por intermédio da Conab e da Universidade Federal de Viçosa (MG) reativou o Centro de Treinamento em Armazenagem Centreinar. A intenção é qualificar os profissionais de armazenagem do governoe do setor privado, inclusive internacional. Distribuição da Capacidade por Entidade 6% 23% Oficial Fonte: Conab 71% Cooperativa Privado 17 Armazenagem Agrícola no Brasil

20 18 Conab Companhia Nacional de Abastecimento

21 3 Legislação e Atuação Governamental A questão da armazenagem brasileira foi tratada sem modificações significativas desde a homologação do Decreto-Lei nº 1.102, de 19/11/1903. Quase um século após sua homologação, a atividade é inovada por intermédio de uma nova legislação. Essa inovação se deu por meio da nova Lei de Armazenagem (Lei n.º 9.973/2000) e do seu Decreto regulamentador (Decreto n.º 3.385/2001). Com essa nova legislação, o Governo Federal passou a ser responsável pela regulamentação do setor armazenador. Um dos pontos definidos nessa Lei refere-se às informações cadastrais dos armazéns. De acordo com essa legislação é de responsabilidade da Conab a administração do Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras de Produtos Agrícolas. Para atender a esse dispositivo legal a Conab, por meio dos seus técnicos, realiza vistorias in loco nas estruturas armazenadoras existentes, para verificar as suas condições técnico-operacionais. Conforme mencionado anteriormente, a capacidade estática do Brasil é de 104,2 milhões de toneladas, de acordo com informações do Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras da Conab. Em 1995, a Rede Armazenadora Nacional atingiu o volume de 89 milhões de toneladas, tendo a capacidade estática oscilado nesse patamar até o ano de 2002, quando efetivamente começou a mostrar sinais de crescimento, embora desatrelada do crescimento da produção agrícola. 19 Capacidade Estática e Número de Armazéns Ano Capacidade (mil toneladas) Fonte: Conab O Governo Federal, com o intuito de ocupar a região central do Brasil, fez intervenções no mercado agrícola nas décadas de 70 e 80, quando a oferta de recursos era abundante, inclusive com encargos financeiros mais acessíveis. A Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), por meio dos seus principais instrumentos de comercialização - EGF (Empréstimo do Governo Federal ) e AGF (Aquisição do Governo Federal) - teve seu momento de maior atuação naquele período, onde os resultados da política de expansão e consolidação da agricultura nacional, da Armazenagem Agrícola no Brasil

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