MINUTA DE REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO

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2 MINUTA DE REGULAMENTO INTERNO DE FUNCIONAMENTO CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMA I Âmbito de Aplicação Felisbela Tavares Santos Parrinha, Lda., gestora do Jardim Infantil Nossa Senhora da Conceição, com a licença de funcionamento nº 1/2010 emitida em , que desenvolve a resposta de creche e rege se pelas seguintes normas. NORMA II Legislação Aplicável Este estabelecimento prestador de serviços rege-se igualmente pelo estipulado na Portaria 262 /2011 de 31 de Agosto; Portaria nº411/2012, de 14 de Dezembro; Dec. Lei nº82 /2009 de 2 de Abril; Dec. Lei nº 220 /2008 de 12 de Novembro e Dec. Lei nº156 /2005 de 15 de Setembro, alterado pelo Decreto-Lei 371/2007, de 6 de Novembro; Decreto -Lei nº 99/2011, de 28 de Setembro. NORMA III Objetivos do Regulamento O presente Regulamento Interno de Funcionamento visa: 1. Promover o respeito pelos direitos dos clientes e demais interessados 2. Assegurar a divulgação e o cumprimento das regras de funcionamento do estabelecimento/estrutura prestadora de serviços 3. Promover a participação ativa dos clientes ou seus representantes legais ao nível da gestão das respostas sociais NORMA IV Serviços Prestados e Atividades Desenvolvidas IMP02.PC05 2

3 1. O Jardim Infantil Nossa Senhora da Conceição assegura a prestação dos seguintes serviços: 1.1 Cuidados adequados à satisfação das necessidades da criança; 1.2 Nutrição e alimentação adequada, qualitativa e quantitativamente, à idade da criança, sem dietas especiais em caso de prescrição médica; 1.3 Cuidados de higiene pessoal; 1.4 Atendimento individualizado, de acordo com as capacidades e competências das crianças; 1.5 Actividades pedagógicas, lúdicas e de motricidade, em função da idade e necessidades específicas das crianças; 1.6 Disponibilização de informação, à família, sobre o funcionamento da creche e desenvolvimento da criança. 2. O Jardim Infantil Nossa Senhora da Conceição, realiza ainda as seguintes atividades: 2.1. Transporte; 2.2. Expressão Físico Motora 2.3. Expressão Musical CAPÍTULO II PROCESSO DE ADMISSÃO DOS CLIENTES NORMA V Condições de Admissão São condições de admissão neste estabelecimento/serviço: 1. De crianças desde a aquisição da marcha até aos trinta e seis meses; 2. Desde que os Pais /Encarregados de Educação estejam interessados em que a criança frequente a instituição. NORMA VI Candidatura IMP02.PC05 3

4 1. Para efeitos de admissão, o cliente deverá candidatar-se através do preenchimento de uma ficha de identificação que constitui parte integrante do processo de cliente, devendo fazer prova das declarações efetuadas, mediante a entrega de cópia dos seguintes documentos: 1.1. Bilhete de Identidade do cliente e do representante legal, quando necessário; 1.2. Cartão de Contribuinte do cliente e do representante legal, quando necessário; 1.3. Cartão de Beneficiário da Segurança Social do cliente e do representante legal, quando necessário; 1.4. Cartão de Utente dos Serviços de saúde ou de subsistemas a que o cliente pertença; 1.5. Boletim de vacinas e relatório médico, comprovativo da situação clínica do cliente, quando solicitado; 1.6. Declaração assinada pelo cliente em como autoriza a informatização dos dados pessoais para efeitos de elaboração de processo de cliente. 2. O período de candidatura decorre no seguinte período: Durante todo o ano O horário de atendimento para candidatura é o seguinte: Das 10h às 18h. 3. A ficha de identificação e os documentos probatórios referidos no número anterior deverão ser entregues na secretaria da instituição. 4. Em situações especiais pode ser solicitada certidão da sentença judicial que regule o poder paternal ou determine a tutela/curatela. 5. Em caso de admissão urgente, pode ser dispensada a apresentação de candidatura e respetivos documentos probatórios, devendo todavia ser desde logo iniciado o processo de obtenção dos dados em falta. NORMA VII Critérios de Admissão São critérios de prioridade na seleção dos clientes: 1. Se tiverem irmãos a frequentar a instituição; 2. Caso exista vaga. NORMA VIII Admissão IMP02.PC05 4

5 1. Recebida a candidatura, a mesma é analisada pelo responsável técnico deste estabelecimento/serviço, a quem compete elaborar a proposta de admissão, quando tal se justificar, a submeter à decisão da entidade competente. 2. É competente para decidir a Direcção da instituição. 3. Da decisão será dado conhecimento ao cliente, caso exista vaga será dada resposta imediata. No caso de não existir vaga assim que surja uma vaga será dado conhecimento ao cliente no prazo de 3 dias. 4. No ato da admissão são devidos os seguintes pagamentos: Inscrição e seguro. NORMA IX Acolhimento dos Novos Clientes Sempre que chega um novo cliente é preocupação de toda a equipa dar informação detalhada de todas as normas de funcionamento, assim como mostrar instalações, apresentação da Direcção e equipa pedagógica. NORMA X Processo Individual do Cliente Do processo individual devem constar os seguintes documentos: 1.1 Ficha de inscrição; 1.2 Critérios de admissão aplicados; 1.3 Exemplar do contrato de prestação de serviços; 1.4 Exemplar da apólice de seguro escolar; 1.5 Horário habitual de permanência da criança na creche; 1.6 Identificação, endereço e telefone da pessoa a contactar em caso de necessidade; 1.7 Autorização, devidamente assinada pelos pais ou por quem exerça a responsabilidades parentais, com identificação da(s) pessoa(s) a quem a criança pode ser entregue; 1.8 Identificação e contacto do médico assistente; 1.9 Declaração médica comprovativa do estado de saúde da criança e outras informações tais como dieta, medicação e alergias; 1.10 Informação sobre a situação sociofamiliar; IMP02.PC05 5

6 1.11 Registo de períodos de ausência, bem como de ocorrência de situações anómalas e outros considerados necessários; 1.12 Registo da data e motivo da cessação ou rescisão do contrato de prestação de serviços. NORMA XI Listas de Espera Quando é feita a inscrição na instituição o cliente fica a saber a sua posição na lista de espera. E assim que surja uma vaga será dado conhecimento ao cliente no prazo de 3 dias. CAPÍTULO III INSTALAÇÕES E REGRAS DE FUNCIONAMENTO NORMA XII Instalações 1. O Jardim Infantil Nossa Senhora da Conceição está sediado na rua Afonso de Albuquerque nº9, Beja e as suas instalações são compostas por um edifício de três pisos nomeadamente cave, rés-do-chão e 1º andar. 2. Na cave têm à sua disposição um ginásio, uma sala polivalente, uma arrecadação e duas casas de banho; no rés-do-chão situam-se os serviços da Direção, serviços administrativos, três salas de aula (1 de Creche e 2 Pré- Escolar), sala de música, uma sala polivalente, três casas de banho, uma sala de recobro e duas zonas de arrumos. As salas de aula têm uma exposição sul, pelo que os alunos recebem luz dominante do lado esquerdo, são amplas e arejadas. No primeiro andar funcionam cinco salas de aula, quatro do 1º Ciclo e uma do Pré-Escolar, uma sala de pessoal, o refeitório, a cozinha e quatro casas de banho. O Jardim Infantil também é constituído por uma zona descoberta circundante distribuída da seguinte forma: - Uma zona com toldos preparada para jogos tradicionais, - Um parque com pavimento antichoque, apetrechado de escorregas, animais em madeira e bancos; IMP02.PC05 6

7 - A restante área é um espaço lúdico destinado a brincadeiras. NORMA XIII Horários de Funcionamento A creche funciona de segunda a sexta-feira, das 7h45m às 19 horas. Horário da Educadora: 8h30/9h00-12h30m 14h30-16h30/17h00 (Alternado semanalmente) Horário da Auxiliar da sala: 9h30m- 14h30m 15h30m - 18h00 Restantes Auxiliares da Acção Educativa da instituição cumprem horários em regime de rotatividade, das 07h45 às 19h00 de acordo com as necessidades de serviço, com interrupção para o almoço. A cozinheira têm um horário das 8h 00m às 14h 00m e das 15h 00m às 16h 30m. A auxiliar de cozinha tem um horário das 8h 30m às 14h 30m e das 15h 30m às 17h 00m. O motorista tem um horário das 8h 15m às 13h 00m e das 15h 45m às 18h 30m. A auxiliar de limpeza tem horário em part-time. NORMA XIV Pagamento da Mensalidade 1. O pagamento da mensalidade é efectuado entre o dia 1 e o dia 8 de cada mês, das 10h e às 18h, na Secretaria da Instituição. 2. As crianças podem usufruir de serviço de refeitório, de alimentação (almoço e lanche) e transporte, para os quais pagam a respectiva mensalidade. NORMA XV Preçário de mensalidades O valor da mensalidade a pagar por cada criança estará de acordo com o C.C.T., para o ano letivo em curso. IMP02.PC05 7

8 Relativamente ao presente ano lectivo 2013/2014 a mensalidade é de 275 sem almoço. A inscrição e o seguro anuais totalizam o valor de 230 e são pagos no início de cada ano lectivo. No segundo e terceiro filhos, a mensalidade é de 225, o quarto filho não paga. O transporte e a alimentação são variáveis consoante as solicitações das famílias e fazem parte da tabela que está afixada em local visível. A anuidade é composta pela inscrição e 11 mensalidades (setembro a julho inclusive). A tabela em vigor está afixada em local bem visível. No caso de o C.C.T. alterar a tabela salarial, a Direção reserva-se o direito de efectuar o consequente ajustamento das mensalidades, informando os encarregados de educação no prazo de 30 dias, fazendo constar a alteração em anexo neste Regulamento Interno. NORMA XVI Refeições As ementas são afixadas semanalmente e elaboradas no sentido de uma alimentação equilibrada, incluindo dieta. As ementas constam de: Almoço sopa, prato de carne/peixe/ovos, fruta ou gelatina Lanche leite, iogurte, pão com manteiga/fiambre/queijo/marmelada Lanche da manhã é trazido de casa, bem como farinhas e papas. Horário das refeições Almoço 11h 45m Lanche da tarde 15h 45m Sala dos 12 aos 36 meses NORMA XVII Atividades/Serviços Prestados IMP02.PC05 8

9 - Permanência no Jardim Infantil das 7.45 h às h; - Alimentação adequada à idade; - Estimulação sensorial; - Iniciação ao controlo do esfíncter; - Jogos e brinquedos adequados à idade; - Iniciação à autonomia; - Ludoteca (livros, jogos e brinquedos adequados à idade); - Expressão e Educação Musical; - Expressão Motora; - Expressão Plástica; - Área exterior para actividades de ar livre; - Psicomotricidade; O programa de actividades é adaptado à realidade sócio cultural do meio onde o Jardim Infantil está inserido e tem como objectivo proporcionar às crianças um variado leque de experiências estimulantes que se concretizam na rotina diária da creche especificado através do projecto pedagógico. Neste sentido, o desenvolvimento destas actividades baseia-se no projecto pedagógico, integrado no Projecto Educativo da Instituição e procura dar resposta não apenas à satisfação das necessidades e bemestar das crianças mas também favorecer o seu desenvolvimento integrado. NORMA XVIII Passeios ou Deslocações As crianças da creche só fazem passeios dentro da cidade, por vezes deslocam-se a pé outras utilizam a carrinha da Instituição. No início de cada ano letivo em reunião de sala é dada aos pais/encarregados de educação uma ficha de autorização. NORMA XIX Quadro de Pessoal 1. O quadro de pessoal deste estabelecimento prestador de serviços encontra-se afixado em local bem visível, contendo a indicação do número de recursos humanos (direção técnica, equipa técnica e pessoal auxiliar), formação e conteúdo funcional, definido de acordo com a legislação/normativos em vigor. Equipa Técnica: 1 Directora Técnica 3 Diretoras IMP02.PC05 9

10 1 Educadora de Infância com Licenciatura em supervisão pedagógica Pessoal afecto à sala: Sala 1 Educadora de infância 1 Docente de Expressão Físico Motora 1 Docente de Expressão Musical 1 Ajudante de acção educativa Pessoal de Apoio 1 Cozinheira com afectação simultânea a outras respostas sociais; 1 Ajudante de cozinha com afectação simultânea a respostas sociais; 1 Trabalhador auxiliar a tempo parcial, com afectação simultânea a outras respostas sociais. Secretaria; 1 Administrativa com afectação simultânea a outras respostas sociais Transportes 1 Motorista com afectação simultânea a outras respostas sociais NORMA XX Direção Técnica A Direção Técnica deste estabelecimento prestador de serviços compete a um técnico, nos termos da portaria 262/2011 de 31 de agosto, artigo 9.º, cujo nome, formação e conteúdo funcional se encontra afixado em lugar visível. CAPÍTULO IV DIREITOS E DEVERES NORMA XXI Direitos dos Clientes 1. Os pais/ encarregados de educação têm os seguintes direitos: - Participar na definição de estratégias de aprendizagem da criança, que visem a superação das dificuldades detectadas; IMP02.PC05 10

11 - Ter assegurada a confidencialidade das informações fornecidas sobre o seu educando; - Ser esclarecido acerca das regras e normas que regem a resposta social frequentada pelo seu educando e sobre quaisquer dúvidas; - Ser informado sobre qualquer alteração relativa ao cronograma semanal, nomeadamente passeios, reuniões, atendimentos ou outros; - Ser informado sobre o desenvolvimento do seu educando, mediante contacto pessoal a efectuar para o efeito com a Educadora, responsável de sala, sempre que necessário, além disto há um dia e hora definido por semana para atendimento aos pais; - Sempre que os pais/encarregados de educação pretendam alguma informação ou tenham qualquer reclamação a fazer, mediante aviso prévio devidamente fundamentado devem contactar a Direcção; - Autorizar ou recusar a participação do seu educando em actividades a desenvolver pela Instituição dentro ou fora das instalações; - Usufruir dos serviços contratualizados; - Exigir qualidade e eficiência nos serviços prestados; - Ter acesso semanal às ementas; - Ter acesso ao livro de reclamações, sempre que desejado. NORMA XXII Deveres dos Clientes Os pais/ encarregados de educação têm os seguintes deveres: - Fornecer as informações necessárias aos técnicos acerca do seu Educando; - Participar nas reuniões para as quais seja convocado; - Avisar, atempadamente, das faltas do seu Educando; - Avisar, previamente, a Educadora, Responsável de Sala, caso a criança não almoce em determinado dia, até às 10h desse mesmo dia, tendo em vista o bom funcionamento da Instituição; IMP02.PC05 11

12 - Comunicar à Direcção sempre que for necessário alterar a alimentação (ex.: dietas especiais ou alergias a alimentos); - Informar a Direcção sobre antecedentes patológicos e eventuais reacções a certos medicamentos e alimentos; - Comunicar à Direcção qualquer alteração clínica do estado de saúde do seu educando, no sentido da preservação da segurança e saúde de todas as crianças; - Pagar a mensalidade dentro do prazo estabelecido; - Cumprir todas as normas do presente regulamento. São direitos da criança: NORMA XXIII Direitos das Crianças Cabe à criança o direito à educação, postura correta e uma justa e efectiva igualdade de oportunidades de sucesso escolar por parte de qualquer membro do Colégio, bem como: - Ser tratado com respeito e correcção por qualquer elemento da comunidade escolar; - Ver salvaguardada a sua segurança na frequência do Colégio e respeitada a sua integridade física; - Ter assistência pronta e adequada em caso de acidente ou doença súbita ocorrido no âmbito das actividades pedagógicas; - Ver respeitada a confidencialidade dos elementos constantes do seu processo individual de natureza pessoal ou relativos à família; - Utilizar as instalações a si destinadas e outras com a devida autorização. NORMA XXIV Direitos da Entidade Gestora do Estabelecimento Sem prejuízo das regras estabelecidas neste regulamento, a Instituição tem ainda os seguintes direitos: - O respeito por parte dos clientes e encarregados de educação ou representantes legais; - A confidencialidade de assuntos relacionados com a Instituição; - Exigir o cumprimento do presente regulamento; - Receber atempadamente a mensalidade acordada. IMP02.PC05 12

13 NORMA XXV Deveres da Entidade Gestora do Estabelecimento São deveres da entidade gestora do estabelecimento: - Assegurar a segurança e o bem-estar de todas as crianças da resposta social; - Garantir a qualidade dos serviços prestados; - Dar assistência pronta e adequada em caso de acidente ou doença súbita ocorrido no âmbito das actividades do projecto pedagógico; - Respeitar a confidencialidade dos elementos dos processos individuais, quer de natureza pessoal ou relativos à família; - Desenvolver actividades necessárias e adequadas à faixa etária dos clientes; - Dispor de livro de reclamações; - Assegurar a existência de recursos humanos necessários para o bom funcionamento da resposta; - Manter os processos dos clientes actualizados. NORMA XXVI Depósito e Guarda dos Bens dos Clientes A resposta social creche não se responsabiliza por objectos de valor, nem pelos brinquedos que as crianças tragam de casa. NORMA XXVII Interrupção da Prestação de Cuidados por Iniciativa do Cliente A interrupção da prestação de serviços só será aceite por escrito, com 30 dias de antecedência e bem fundamentada e só em caso de: - mudança de residência; - incompatibilidade com os serviços; - doença prolongada. NORMA XXVIII Contrato Nos termos da legislação em vigor, entre o cliente ou seu representante legal e o Jardim Infantil Nossa Senhora da Conceição deve ser celebrado, por escrito, um contrato de prestação de serviços. IMP02.PC05 13

14 NORMA XXIX Cessação da Prestação de Serviços por Facto Não Imputável ao Prestador A prestação de serviços cessará sempre que ocorra uma das seguintes situações: - falta de pagamento; - não cumprimento do Regulamento Interno; - Comportamentos que perturbem o bom funcionamento da Instituição. NORMA XXX Livro de Reclamações Nos termos da legislação em vigor, este estabelecimento possui livro de reclamações, que poderá ser solicitado junto de qualquer colaborador deste estabelecimento. CAPITULO V DISPOSIÇÕES FINAIS NORMA XXXI Alterações ao Regulamento Nos termos do regulamento da legislação em vigor, os responsáveis dos estabelecimentos ou das estruturas prestadoras de serviços deverão informar e contratualizar com os clientes ou seus representantes legais sobre quaisquer alterações ao presente regulamento com a antecedência mínima de 30 dias relativamente à data da sua entrada em vigor, sem prejuízo do direito à resolução do contrato a que a estes assiste. Estas alterações deverão ser comunicadas à entidade competente para o licenciamento/acompanhamento técnico da resposta social. NORMA XXXII Integração de Lacunas Em caso de eventuais lacunas, as mesmas serão supridas pela entidade proprietária do estabelecimento, tendo em conta a legislação/normativos em vigor sobre a matéria. NORMA XXXIII Modalidades de participação dos Pais/Encarregados de Educação - Aceitar e colaborar em actividades sugeridas pelos pais; IMP02.PC05 14

15 - Participar em actividades que constem do Projeto Pedagógico; - Envolver os pais em actividades tais como: passeios, festas. NORMA XXXIV Formas de Atuação em Situação de Emergência - Remeter para Plano de Evacuação/ Medidas de Auto Proteção; - Remeter para procedimentos internos; - No caso de ocorrência (acidente) contato com 112, comunicar à família e funcionária a acompanhar até à chegada da família; - Em caso de doença comunicar à família e a criança será por uma funcionária na sala de recobro. NORMA XXXV Disposições Complementares A Direcção reserva-se o direito de encerrar o Jardim Infantil em situações que ponham em causa o seu funcionamento, designadamente situações que façam perigar a saúde pública, obras, etc. Não são permitidas visitas à instituição durante o horário letivo, salvaguardando as excepcionalmente autorizadas pela Instituição. Só é permitida a entrada da criança após as 9h45m, com justificação plausível. A irregularidade da frequência não implica qualquer desconto, a não ser em caso de doença prolongada e comprovada. As reduções na mensalidade da alimentação só serão feitas caso a criança falte o mês inteiro e com aviso prévio. NORMA XXXVI Entrada em Vigor O presente regulamento interno foi aprovado em reunião de Direcção no dia 30/6/2014, (acta nº 5) e entra em vigor a 30/7/2014. A Direção IMP02.PC05 15

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