NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA APRESENTADA NO FINAL DO CURSO

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1 U N I V E R S I D A D E F E D E R A L D E O U R O P R E T O - U F O P ESCOLA DE MINAS EM C O L E G I A D O C U R S O E N G E N H A R I A D E C O N T R O L E E A U T O M A Ç Ã O ( C E C A U ) NORMAS PARA A ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA APRESENTADA NO FINAL DO CURSO DOCUMENTO APROVADO PELO CECAU EM ATENDIMENTO À RESOLUÇÃO 001/2002 M A R Ç O /

2 S U M Á R I O 1 INTRODUÇÃO Escolha do Tema Escolha do Professor orientador Elaboração do Projeto de Pesquisa Condições para o Desenvolvimento do Projeto de Pesquisa Avaliação da Monografia Estrutura do trabalho ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA Formato Margens Impressão e formato do texto Paginação Numeração progressiva Numerais ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa Folha de rosto Errata Folha de aprovação Dedicatória Agradecimentos Epígrafe Resumo Abstract Listas Sumário ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS TEXTUAIS Introdução Desenvolvimento Conclusão ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS Referências Apêndices e anexos REFERÊNCIAS... 24

3 1 INTRODUÇÃO Para a obtenção do grau de Engenheiro de Controle e Automação, entre outras exigências, está a apresentação de uma Monografia (Trabalho de Conclusão de Curso). Os procedimentos necessários para a elaboração e aproveitamento pedagógico da monografia são apresentados a seguir. 1.1 Escolha do Tema Antes da elaboração do trabalho, é preciso ter idéia clara da problemática específica relacionada com os temas abordados, cuja natureza indicará o tipo e o método de pesquisa ou extensão e de reflexão a serem utilizados. O trabalho tem como objetivo comunicar o resultado final de uma pesquisa e ou de uma reflexão. Como se trata de uma pesquisa, a escolha do tema da Monografia deve circunscrever-se aos aspectos de relevância científica (reavaliação de pontos polêmicos da Engenharia de Controle e Automação ou preenchimento de lacunas do conhecimento da Engenharia de Controle e Automação), de viabilidade prática (existência de material para pesquisa, tempo para execução da mesma etc.) e de interesse pessoal, sendo fundamental para a realização satisfatória do trabalho. A Monografia pode amparar-se em fontes primárias de quaisquer suportes (documentos escritos e registros da literatura) ou de caráter prático, caso em que se exige análise apoiada em amostragem significativa do conhecimento das áreas da Engenharia de Controle e Automação já existente. 1.2 Escolha do Professor Orientador A partir de interesses teóricos, metodológicos e temáticos, o graduando que estiver cursando a disciplina Trabalho Final de Curso I CAT 490 deverá escolher um Professor Orientador de suas atividades de pesquisa, da UFOP, sendo recomendável professor do curso de Engenharia de Controle e Automação. Sendo assim, os departamentos que ministram disciplinas do curso divulgarão, pela Secretaria do Colegiado do Curso, no início de cada período letivo, as

4 3 informações correspondentes aos docentes orientadores, entre os quais cada graduando escolherá, aquele que será seu orientador e eles comunicarão à Secretaria dos seus respectivos departamentos os nomes dos orientandos. Após essa definição, cada graduando deverá comunicar o nome de seu orientador ao professor da disciplina CAT Elaboração do Projeto de Pesquisa Para a realização da pesquisa, exige-se do graduando a apresentação de um projeto, o que deverá ser feito com base nos procedimentos estudados na disciplina Trabalho Final de Curso I CAT 490 bem como nas recomendações do Professor Orientador. O projeto deverá ser entregue, no máximo, até 15 dias antes do final do período letivo estabelecido pelo calendário acadêmico vigente, atendendo às recomendações do professor da disciplina Trabalho Final de Curso II - CAT Condições para o Desenvolvimento do Projeto de Pesquisa O aluno, para desenvolver a Monografia, deverá ter sido aprovado na disciplina Trabalho Final de Curso I - CAT 490 e estar matriculado na disciplina Trabalho Final de Curso II CAT 491. Só assim iniciará a pesquisa propriamente dita e, para tanto, além da ajuda do Professor Orientador, poderá contar com a infra-estrutura da UFOP quanto a bibliotecas, laboratórios e pessoal para auxílio bibliográfico, documentais, cartas de apresentação às instituições externas à UFOP, utilização de equipamentos de informática ou outro equipamento Avaliação da Monografia A Monografia será defendida no final do período, perante comissão avaliadora, composta pelo professor-orientador e por dois outros professores, convidados pelo orientador, ficando a presidência a cargo do professor-orientador. A comissão avaliadora deverá ser aprovada pelo professor responsável pela disciplina Trabalho Final de Curso II - CAT 491

5 4 A data e hora da defesa serão definidas pelo professor da disciplina Trabalho Final de Curso II - CAT 491. Após a defesa a comissão avaliadora fará a avaliação da Monografia. A Monografia será avaliada segundo os seguintes critérios, sem prejuízo de outras considerações quanto à qualidade do trabalho: a) utilização coerente dos conceitos teóricos; b) eficácia dos procedimentos metodológicos utilizados; c) correção e pertinência das referências bibliográficas e documentais; d) logicidade e organização do plano da obra (partes, capítulos, subdivisões etc.); e) aspectos gramaticais; f) utilização apropriada das fontes. Se o graduando não for considerado aprovado, sua Monografia receberá a qualificação de insuficiente. O resultado, para efeitos curriculares, será registrado em Certidão do CECAU, depois do Parecer da Comissão Avaliadora, após o recebimento da última versão, com as recomendações sugeridas pela comissão avaliadora, na defesa. Com a defesa e aprovação da Monografia, o graduando terá 20 créditos, conforme o que foi definido no projeto pedagógico do curso Estrutura do Trabalho Esta seção pode estar no final do capítulo introdução apresentando sucintamente o conteúdo dos capítulos do trabalho. O modelo da estrutura destas instruções é descrito a seguir. O presente texto é composto por cinco capítulos. No capítulo 1 estabelecem-se quais são as condições para o desenvolvimento do trabalho de conclusão de curso e os requisitos a serem alcançados para a defesa do mesmo. No Capítulo 2 trata-se com detalhes da formatação do texto e no Capítulo 3 apresenta-se a estrutura sugerida e a ordenação lógica dos elementos que compõem o trabalho de conclusão de curso.

6 5 No Capítulo 4 descreve-se, de forma sucinta, a organização, a finalidade e o conteúdo dos elementos textuais que compõem o trabalho de conclusão de curso. No Capítulo 5 fala-se, também de forma sucinta, da finalidade e do conteúdo dos elementos pós-textuais que compõem o trabalho de conclusão de curso. Nas referências apresenta-se, em ordem alfabética, todo o material bibliográfico consultado e citado ao longo do texto, conforme a norma NBR 6023: 2002.

7 2 ELABORAÇÃO DA MONOGRAFIA Segundo a norma NBR 14724: 2005 monografias ou trabalhos acadêmicos similares (trabalho de conclusão de curso TCC, trabalho de graduação interdisciplinar TGI, trabalho de conclusão de curso de especialização e/ou aperfeiçoamento e outros) são documentos que representam os resultados de estudos, devendo expressar conhecimento do assunto escolhido, que devem ser obrigatoriamente emanados da disciplina, módulo, estudo independente, curso, programa e outros ministrados. Estes trabalhos devem ser desenvolvidos sob a coordenação de um orientador. Para França e Vasconcellos (2007) por ser uma primeira experiência de relato científico, a monografia constitui-se numa preparação metodológica para futuros trabalhos de investigação e deve estar relacionada ao curso, disciplina e estudo. Na Monografia deve constar a descrição dos trabalhos executados e dos processos técnicos observados. A estrutura de uma Monografia obedece a uma ordenação lógica dos elementos que a compõem e, segundo seu posicionamento no trabalho, dividem-se em pré-textuais, textuais e pós-textuais. 2.1 Formato Na impressão do texto deve ser utilizado papel formato A-4 (210 x 297 mm). Os trabalhos impressos em formulário contínuo de computador devem ser digitados em formato carta com no mínimo 210 x 280 mm e duplicados em papel A Margens Para uma melhor editoração e visualização do texto, devem ser adotadas as seguintes regras: a) margem superior: 3,0 cm; b) margem inferior: 2,0 cm; c) margem esquerda: 3,0 cm; d) margem direita: 2,0 cm; e) os parágrafos devem iniciar junto à margem esquerda, com um espaço de 1,5 entre parágrafos;

8 7 f) o indicativo numérico que precede o título de uma seção é alinhado à esquerda, separado por um espaço; g) os títulos sem indicativo numérico, como errata, agradecimentos, listas, resumos, sumário, referências, anexo(s), apêndice(s), glossário e índices devem ser centralizados na página; h) todas as seções devem conter um texto relacionado com elas; i) as seções podem ser subdivididas em subseções chamadas de alíneas e estas, por sua vez, em subalíneas. As alíneas e as subalíneas são reentradas em relação à margem esquerda em 2 cm. 2.3 Impressão e Formato do Texto Para uma impressão e formato do texto devem ser adotadas as seguintes regras: a) utilizar apenas um lado da folha de impressão; b) utilizar letra do tipo Times New Roman, tamanho 12 para o texto e menor para as citações longas, notas de rodapé, paginação, legenda e fonte das ilustrações (figuras) e tabelas; c) todo o texto deve ser digitado com espaço 1,5 entrelinhas; d) o espaço simples é usado nas citações longas, nas notas de rodapé, entre linhas de uma referência, nas legendas das ilustrações (figuras) e tabelas; e) iniciar cada capítulo em página separada; f) haver 1 espaço entre o título do capítulo e o início do texto ou subtítulos; g) haver, para os subtítulos, 1 espaço superior e 1 espaço inferior e caso o subtítulo comece em uma página, respeitar a margem superior; h) as citações textuais longas (mais de três linhas) devem constituir um parágrafo independente, recuado a 4 cm da margem esquerda e ser digitado com espaço simples com tamanho de fonte menor (NBR 10520:2002); i) as notas de rodapé são colocadas na parte inferior da página, iniciando-se com a chamada numérica recebida no texto, sem parágrafo. São alinhadas à esquerda pela primeira palavra, deixando a chamada numérica em evidência. São separadas do texto por um traço contínuo de 3 cm.

9 8 2.4 Paginação A numeração do texto, sempre em algarismos arábicos, aparece no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior do papel, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha e é contínua até o final do trabalho. Não se usa nenhum tipo de pontuação ou sinal antes ou após o número (NBR 14724: 2005). Para efeito de paginação a capa e a folha de aprovação não são contadas e todas as folhas do trabalho, a partir da folha de rosto, devem ser contadas seqüencialmente. A numeração é colocada, a partir da primeira folha da parte textual. As páginas de abertura de capítulos são contadas e não numeradas. Havendo apêndice e anexo, as suas folhas devem ser numeradas de maneira contínua e sua paginação deve dar seguimento à do texto principal. 2.5 Numeração Progressiva A numeração progressiva é um sistema utilizado para organizar o documento, permitindo a exposição lógica do tema e localização das partes. Elas podem ser divididas em seções primárias (que recebem o nome de capítulos), secundárias, terciárias, quaternárias. Recomenda-se limitar o número das seções até a quinária (NBR 6024: 2003). Exemplo: 1 SEÇÃO PRIMÁRIA 1.1 Seções secundárias Seções terciárias Seções quartenárias Seções quinárias

10 9 Para a numeração dos capítulos são utilizados algarismos arábicos, a partir de um, seguindo a série natural de números inteiros. Os títulos das seções primárias devem figurar no texto com letras maiúsculas e em negrito. Os títulos das seções secundárias devem figurar apenas com letras iniciais maiúsculas e sublinhadas. Os títulos das seções terciárias, quaternárias e quinárias devem figurar apenas com letras iniciais maiúsculas. Estes títulos devem aparecer de forma idêntica no sumário e no texto. Não se usa pontuação no final dos títulos. O indicativo de cada seção é alinhado na margem esquerda e precede o título de cada seção. Não é adotada pontuação, nem sinais para separar o indicativo de seção de seu título. Quando for necessário enumerar os diversos assuntos de uma seção que não possua título, esta deve ser subdividida em alíneas (designadas por letras minúsculas do alfabeto latino seguidas de parênteses) e subalíneas. O texto que antecede as alíneas é terminado com dois pontos. As alíneas, exceto a última, terminam em ponto-e-vírgula. Se necessário utilizam-se as subalíneas como subdivisão das alíneas. As subalíneas devem começar por marcadores como hífen. As subalíneas, exceto a última, terminam em vírgula. O texto que antecede as subalíneas é terminado com dois pontos. Tanto o texto das alíneas como o das subalíneas se inicia por letra minúscula. As ilustrações (com exceção das tabelas, quadros e gráficos) são designadas e mencionadas no texto, sempre como figuras. Sua indicação pode integrar o texto, ou localizar-se entre parênteses no final da frase. A abreviatura FIG. é usada somente no singular, mesmo quando se fizer referência a mais de uma figura. Numeram-se as ilustrações (figuras, gráficos, tabelas e quadros) no decorrer do texto com algarismos arábicos, em uma seqüência própria, para cada capítulo. O título de cada ilustração (com exceção das tabelas ou quadros) deve ser breve, porém explicativo, datilografado abaixo da ilustração e na mesma margem desta. É escrito em letras minúsculas, exceto a inicial da frase e dos nomes próprios, após as palavras FIGURA, GRÁFICO, e delas separado por hífen.

11 10 As tabelas ou quadros devem ser dotadas de um título, claro e conciso, localizado acima delas e nas figuras abaixo das mesmas. 2.6 Numerais Nos trabalhos científicos escreve-se por extenso os números de uma só palavra e utiliza-se algarismos para os números de mais de uma palavra. Pode-se adotar uma outra alternativa: escrever os números de 0 a 9 por extenso e a partir de 10 usar os algarismos.

12 3 ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS São elementos pré-textuais a capa, folha de rosto, errata, folha de aprovação, dedicatória, agradecimentos, epígrafe, resumo e abstract, lista de ilustrações, lista de tabelas e quadros, lista de abreviaturas, siglas e/ou símbolos e sumário (FIG. 1). ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS Capa(obrigatório) Folha de rosto(obrigatório) Errata(opcional) Folha de aprovação(obrigatório) Dedicatória(opcional) Agradecimentos(opcional) Epígrafe(opcional) Resumo e Abstract(obrigatório) Listas de ilustrações, abreviaturas e siglas, símbolos (opcional) Sumário(obrigatório) ELEMENTOS TEXTUAIS Introdução Desenvolvimento Revisão de Literatura Metodologia Resultados(Análise e Discussão) Conclusão ELEMENTOS COMPLEMENTARES E PÓS-TEXTUAIS Referências (obrigatório) Glossário(opcional) Apêndice(s) e Anexo(s)(opcional) Índice(s)(opcional) FIGURA 1 Estrutura de monografias Fonte: FRANÇA; VASCONCELLOS, Capa É a cobertura que reveste o trabalho. Parte externa da monografia que deve conter o nome da instituição, autoria, título do trabalho e subtítulo se houver, indicação da graduação pretendida, local e ano (FIG.2).

13 Folha de Rosto É a parte que apresenta os elementos representativos da monografia, essenciais à identificação do trabalho. No anverso deve conter a autoria, título e subtítulo se houver, orientador, local, mês e ano (FIG. 3). O verso da folha de rosto contém no terço inferior da página a ficha catalográfica, que será confeccionada pela biblioteca. 3.3 Errata Inserida, como encarte, após a folha de rosto, contem uma listagem de erros com as devidas correções, indicações de páginas e linhas em que aparecem. 3.4 Folha de aprovação Inserida logo após a folha de rosto, não sendo considerada na contagem das páginas, deve conter a autoria, título e subtítulo se houver, natureza e objetivo do trabalho, nome da instituição, data de aprovação, nome completo dos membros da comissão avaliadora, local e data para assinatura dos mesmos. Esta folha é fornecida pela secretaria do colegiado e incluída após a defesa (FIG. 4). 3.5 Dedicatória É opcional e nela o autor presta homenagem ou dedica seu trabalho a quem contribuiu de alguma forma para a realização do mesmo. Deve ser breve e figurar no final da página, alinhada à direita.

14 13 UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO ESCOLA DE MINAS COLEGIADO DO CURSO DE ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO - CECAU AUTORIA TÍTULO MONOGRAFGIA DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Ouro Preto, ano FIGURA 2 Capa

15 14 AUTORIA TÍTULO Monografia apresentada ao Curso de Engenharia de Controle e Automação da Universidade Federal de Ouro Preto como parte dos requisitos para a obtenção do Grau de Engenheiro de Controle e Automação. Orientador: Co-orientador: (se houver) Ouro Preto Escola de Minas UFOP Mês/ano FIGURA 3 Folha de rosto

16 15 Monografia defendida e aprovada, em --- de ---- de -----, pela comissão avaliadora constituída pelos professores: Nome Professor orientador Nome Professor convidado Nome Professor convidado FIGURA 4 Folha de aprovação

17 Agradecimentos Parte também opcional, em que fica(m) registrado(s) agradecimento(s) e/ou nome de instituições que colaboraram de forma relevante para elaboração do trabalho. Os agradecimentos podem ser apresentados em forma de texto ou de lista de nomes. 3.7 Epígrafe É opcional e contém citação de um pensamento que, de certa forma, embasa a gênese da obra. Pode ocorrer também no início de cada capítulo ou de partes principais. 3.8 Resumo É a apresentação concisa do conteúdo do texto. Deve ser auto-explicativo, respeitar a estrutura do trabalho e o equilíbrio de suas partes e destacar os aspectos mais importantes com o objetivo, a metodologia e as conclusões. O texto do resumo deve ocupar apenas um parágrafo, dando-se preferência ao uso da terceira pessoa do singular e do verbo na voz ativa não devendo ultrapassar 500 palavras (NBR 6028:2003). Informar as palavras-chave (no máximo 6), logo abaixo do resumo. Segundo França e Vasconcellos (2007) deve-se evitar o uso de frases negativas, símbolos, fórmulas que não sejam de uso corrente, bem como comentários, críticas e julgamento pessoal do resumidor. Devem-se evitar também palavras e/ou expressões supérfluas como: O presente trabalho..., O autor do trabalho descreve Abstract O abstract é a tradução do resumo para o inglês. Aparece logo após o resumo e precede o sumário.

18 Listas Elemento opcional as listas de ilustrações, tabelas, símbolos, abreviaturas e siglas devem relacionar os elementos ilustrativos na mesma ordem que se apresentam no texto, designados por seu tipo e número com a indicação da página correspondente. Recomenda-se que sejam feitas listas separadas para cada tipo de elemento Sumário É a enumeração das principais divisões, seções e capítulos, na mesma ordem em que se encontram na obra, com a indicação da página inicial correspondente. Não deve ser confundido com índice, lista ou resumo (NBR 6027: 2003). O sumário deve obedecer à margem única, com seus itens numerados ou não, observando-se sempre a diferença tipográfica apresentada no texto. Caso seja utilizada numeração para indicar subdivisão do trabalho, também deve constar do sumário (FIG.5). O sumário deve se localizar como o último elemento pré-textual da monografia.

19 18 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Objetivos Justificativa REVISÃO DE LITERATURA METODOLOGIA CONCLUSÃO... REFERÊNCIAS... ANEXOS... FIGURA 5 Estrutura do sumário

20 4 ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS TEXTUAIS O texto é a parte da monografia em que o assunto é apresentado e desenvolvido, exigindo domínio de assunto, método e criatividade, e compreende três partes: introdução, desenvolvimento e conclusão. 4.1 Introdução É a parte inicial da monografia, em que se expõe o assunto como um todo. A introdução deve apresentar a descrição geral da situação apresentada, histórico, informações sobre a natureza e importância da monografia, razões que levaram à realização do trabalho, limitações e objetivos. Pode-se incluir no final a estrutura do trabalho. 4.2 Desenvolvimento A finalidade do desenvolvimento é expor, analisar, comparar e demonstrar. No desenvolvimento deve figurar uma descrição dos trabalhos executados, dos processos técnicos ou de outras particularidades observadas. Pode ser subdividido nas seguintes partes: revisão de literatura, metodologia, resultados e discussão dos resultados. Na revisão de literatura deve-se demonstrar conhecimento da literatura básica sobre o assunto, resumindo os resultados de estudos feitos por outros autores. Na metodologia (ou material e métodos) é a parte onde se descreve a metodologia adotada para o desenvolvimento do trabalho com uma descrição completa e clara das técnicas e processos empregados. Na parte de resultados, a apresentação dos mesmos deve ser de forma detalhada podendo ser incluído ilustrações como quadros, gráficos, tabelas, mapas e outros, como também uma análise e discussão. A discussão dos resultados é a comparação dos resultados obtidos pelo estudo com aqueles descritos na revisão da literatura.

21 Conclusão Fundamenta-se no texto e é decorrente das provas relacionadas. Pode constar de propostas e sugestões decorrentes dos dados coletados e discutidos e deve incluir referência ao aproveitamento do trabalho, o resultado final e contribuições do trabalho em função dos objetivos propostos.

22 5 ORGANIZAÇÃO DOS ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS 5.1 Referências Trata-se da lista ordenada das obras citadas ou indicadas pelo autor em relação ao texto. A referência deverá ser elaborada conforme norma NBR 6023: As referências são digitadas na margem esquerda usando-se espaço simples entrelinhas e dois espaços simples para separar as referências entre si. Sugere-se que as referências sejam ordenadas alfabeticamente. 5.2 Anexos e apêndices Trata-se de parte integrante do trabalho, mas destacada do texto para que a leitura não seja interrompida constantemente. O apêndice é elaborado pelo próprio autor e o anexo de autoria diferente. Trazem informações esclarecedoras, tabelas ou dados colocados à parte. Quando há mais de um, cada anexo ou apêndice contém no alto da página a indicação ANEXO ou APÊNDICE em letras maiúsculas, seguidos de seus respectivos títulos (Ex.: ANEXA A Dados da avaliação de campo; APÊNDICE A Questionário aplicado). Os anexos e os apêndices devem ser citados no texto entre parênteses, quando vierem no final da frase. Se inserido na redação, o termo ANEXO ou APÊNDICE vem livre dos parênteses. Devem ser separados por folha em branco ou com a designação de "ANEXOS" APÊNDICES e centralizadas (FIG. 6 e 7). O índice é um elemento opcional elaborado conforme a norma NBR 6034:2004. Constitui-se de uma listagem de palavras e termos significativos com indicação da localização das informações no texto. Não se deve confundir índice com sumário, pois ambos possuem conteúdo, arranjo e localização próprios. O índice localiza-se após as referências, e o sumário antecede o texto.

23 22 ANEXOS FIGURA 6 Folha de chamada dos anexos

24 23 APÊNDICES FIGURA 7 Folha de chamada dos apêndices

25 REFERÊNCIAS Elemento obrigatório, elaborado conforme a norma NBR 6023:2003. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: Informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: Informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: Resumos. Rio de Janeiro, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6034: Informação e documentação: índice: apresentação. Rio de Janeiro, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: Informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, p. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: Informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, p. FRANÇA, J. L., VASCONCELLOS, A. C. Manual para Normalização de Publicações Técnico-Científicas. Colaboração: Maria Helena de Andrade Magalhães, Stella Maris Borges. 8. Ed. Belo Horizonte:Ed. UFMG, p.

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