Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação"

Transcrição

1 Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Uso da técnica de deduplicação para armazenamento de dados biológicos em storage Marcos Figueiredo Junior Robison Lima Oliveira Monografia apresentada como requisito parcial para conclusão do Bacharelado em Ciência da Computação Orientador Prof. a Dr. a Maristela T. Holanda Coorientador Prof. a Dr. a Maria Emília M. T. Walter Brasília 2011

2 Universidade de Brasília UnB Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Bacharelado em Ciência da Computação Coordenador: Prof. Dr. Marcus Vinicius Lamar Banca examinadora composta por: Prof. a Dr. a Maristela T. Holanda (Orientador) CIC/UnB Prof. a Dr. a Aleteia Patricia CIC/UnB Prof. a Dr. a Mylene Christine Queiroz de Farias CIC/UnB CIP Catalogação Internacional na Publicação Junior, Marcos Figueiredo. Uso da técnica de deduplicação para armazenamento de dados biológicos em storage / Marcos Figueiredo Junior, Robison Lima Oliveira. Brasília : UnB, p. : il. ; 29,5 cm. Monografia (Graduação) Universidade de Brasília, Brasília, iscsi, 2. SAN, 3. DAS, 4. NAS, 5. FCP, 6. Storage, 7. Deduplicação CDU Endereço: Universidade de Brasília Campus Universitário Darcy Ribeiro Asa Norte CEP Brasília DF Brasil

3 Universidade de Brasília Instituto de Ciências Exatas Departamento de Ciência da Computação Uso da técnica de deduplicação para armazenamento de dados biológicos em storage Marcos Figueiredo Junior Robison Lima Oliveira Monografia apresentada como requisito parcial para conclusão do Bacharelado em Ciência da Computação Prof. a Dr. a Maristela T. Holanda (Orientador) CIC/UnB Prof. a Dr. a Aleteia Patricia CIC/UnB Prof. a Dr. a Mylene Christine Queiroz de Farias CIC/UnB Prof. Dr. Marcus Vinicius Lamar Coordenador do Bacharelado em Ciência da Computação Brasília, 08 de Fevereiro de 2011

4 Dedicatória Dedicamos a todos aqueles que buscam de forma incessante aprimorar e desenvolver o conhecimento científico afim de tornar a sociedade um lugar melhor para se viver. i

5 Agradecimentos Agradecemos a nossa família pelo apoio que nos foi dado durante toda a graduação. Também agradecemos companheirismo de nossos amigos. Agradecemos também a nossa professora orientadora Dra. Maristela Holanda que nos dedicou sua paciência e conhecimento nos ajudando realizar este trabalho, assim como a nossa co-orientadora Dra. Maria Emilia Walter. ii

6 Resumo A ciência da computação enfrenta grandes desafios na área de armazenamento de dados. Paralelamente uma das áreas do conhecimento humano que mais avança é a biologia molecular. Com a evolução das técnicas dessa área, cresce também o volume de informações que precisam ser guardadas. Dessa forma a ciência da computação busca resolver o desafio de guardar grandes quantidades de dados com espaço reduzido. Neste trabalho foi abordado uma possível solução para esse problema que deve estar em evidência por um bom tempo. Palavras-chave: iscsi, SAN, DAS, NAS, FCP, Storage, Deduplicação iii

7 Abstract The computer science faces great challenges in data storage area. Simultaneosly, one of the most advanced human knowledge area is molecular biology. With the evolution of techniques in these areas, also grows the volumes of information that needs to be storaged. By this way, the computer science try to solve the challenge of store a huge number of data in a small phisical space. These work discusse about a possible solution for that problem. Keywords: iscsi, SAN, DAS, NAS, FCP, Storage, Deduplicação iv

8 Sumário 1 Introdução Objetivos Estrutura do trabalho Biologia Molecular Origem da Vida Biologia Molecular Proteínas Ácidos Nucléicos DNA RNA Bioinformática Arquivos FASTA Sistemas de storage Histórico Arquitetura do storage Portas Dispositivos físicos de armazenamento Cache Controladora Desempenho de storage com dados biológicos Topologias de storage Direct Attached Storage Interno Externo Vantagens e Desvantagens Network Attached Storage Vantagens e Desvantagens Storage Area Network Vantagens e Desvantagens Redundant Array of Independent Drivers Deduplicação Introdução Armazenamento em disco Deduplicação baseada em catálogo hash e tabela de pesquisa v

9 4.4 Utilização de blocos em tamanho variável e fixo Inline e Postprocessing Deduplicação na origem e destino Técnicas de Deduplicação Zetta Byte Filesystem Deduplication OpenDedup Write Anywhere FileLayout Deduplication Aplicando Deduplicação em Dados Biológicos: Um Estudo de Caso Análise comparativa dos software de deduplicação Ambiente Computacional Descrição do ambiente computacional utilizando storage Descrição do ambiente computacional utilizando disco solitário Análise dos dados biológicos Resultados Obtidos ZFS WAFL Opendedup Análise dos resultados Análise da disponibilidade dos dados e velocidade de acesso aos dados Conclusões Trabalhos futuros Referências 54 vi

10 Lista de Figuras 1.1 Gráfico de crescimento dos dados Composição do aminoácido Estruturas das proteínas Os vinte aminoácidos que compõem as proteínas Estrutura do nucleotideo Estrutura da Timina, Adenina, Citosina e a Guanina Base A-T BASE C-G Dupla-hélice do DNA Estrutura do RNA Exemplo de um arquivo FASTA Arquitetura do Storage, adaptado de [TEM09] Comunicação entre duas controladoras. (Arrumar esta figura) Arquiteturas de storage [TEM09] Modelo Direct Attached Storage [TEM09] Modelo NAS Modelo SAN, adaptado de[tem09] RAID RAID RAID RAID Comparação dos métodos de instância única e de sub arquivo Exemplo de um sistema que não utiliza algoritmo de deduplicação [Hop07] Exemplo de um sistema que utiliza algoritmo de deduplicação por catálogo [Hop07] Exemplo de um sistema que utiliza algoritmo de hash[ao10] Exemplo do algoritimo que utiliza a indexação por catalogo[ao10] Exemplo de uma tabela de indexação [AO10] Exemplo dos métodos de bloco de tamanho fixo e variável Demonstração do processo inline[tea09b] Demonstração do processo postprocessing [Tea09b] Demonstração do processo de deduplicação na origem [Hop07] Demonstração do processo de deduplicação no destino [Hop07] Visão física da conexão entre o Chassis e ostorage DS vii

11 5.2 Visão lógica da topologia utilizada para comunicação entre storage e as lâminas de processamento Máquina windows conectada ao disco Gráfico de distribuição por tipo de dados Trecho de um arquivo FASTA Gráfico como volume de dados(gb) X Taxa de deduplicação para ZFS Gráfico Volume de dados(gb) vs Taxa de Deduplicação para WAFL Gráfico Volume de dados(gb) vs Taxa de deduplicação para Opendedup Gráfico com Vazão de dados(mb/s) X Tempo(segundos) viii

12 Lista de Tabelas 5.1 Tabela comparativa entre os softwares testados ix

13 Capítulo 1 Introdução O modo de trabalhar com a grande quantidade de dados que o ser humano e suas máquinas produzem diariamente torna-se cada vez mais complexo e exige cada vez mais esforços e criatividade dos cientistas para tornar esses dados acessíveis e produtivos. Muitos estudos, como mostra a Figura 1.1, apontam que a quantidade de dados já produzida até hoje ultrapassa a casa dos 4 a 5 Exabytes(10 seguidos de 18 zeros). Alguns pesquisadores também apontam que a quantidade de informações geradas dobra a cada 18 meses [Shr09]. O conhecimento humano é a principal fonte geradora dessas informações, porém máquinas inteligentes já são capazes de gerar e interpretar um número muito grande de novas informações. Obviamente, a informática e os computadores tem um papel relevante nesse grande volume de dados existentes. Seria impossível imaginar tanta informação concentrada apenas em papéis, provavelmente não teríamos espaço físico na Terra para armazenar tantos objetos. Mesmo em computadores e com programas bem projetados é difícil conseguir gerir e manter controle sobre tudo isso. Gerenciar esse grande volume de dados além de complexo é importante pois implica em impactos financeiros a muitas nações. Por exemplo, muitas nações possuem leis que obrigam instituições financeiras a guardarem informações por um longo período de tempo para eventuais auditorias e prestações de contas. A lei mais famosa do Mundo referente a esse tipo de assunto conhecida como Sarbanes-Oxley, foi instituída nos Estados Unidos e afeta todos os países que possuem relações comerciais com o mesmo [Pre02]. Normalmente os dados podem ser classificados como estruturados e não-estruturados. Os dados estruturados representam a minoria dos dados existentes e normalmente estão presentes em bancos de dados e registros de computadores. Os dados não-estruturados são os arquivos de computadores pessoais, s e tudo aquilo que não segue regras fixas de armazenamento [Cla03]. O gerenciamento desses dados, estruturados ou não, produz custos, e muitas vezes esses custos são elevados. Em grande parte dos casos os custos tendem a crescer mais rápido do que o crescimento dos dados. Para resolver esse tipo de problema, as técnicas para armazenamento de dados buscam meios de economizar e usar de modo eficiente os recursos existentes, por meio do desenvolvimento de métodos e tecnologias novas capazes de mostrar de forma eficaz a realidade do armazenamento de dados atuais. 1

14 Figura 1.1: Gráfico de crescimento dos dados Durante muitos anos, o gerenciamento dos dados era uma questão que preocupava apenas as grandes corporações que tinham seus dados armazenados em seus em grandes sistemas computacionais. Hoje, a grande parte dos dados é digital e, consequentemente, gerenciar um computador pessoal passa a ser também um desafio do qual a maioria das pessoas deverá lidar. Este trabalho tenta abordar um desafio específico da área de armazenamento de dados. Ele estuda o armazenamento de dados provenientes da bioinformática. Mais especificamente ele procura analisar uma técnica de eliminação de dados redundantes e seus ganhos em dados provenientes de estudos biológicos. A bionformática faz uso das ferramentas da informática para realizar análises da informação gerada por estudos da biologia. O desenvolvimento de software capaz de identificar genes e mapear o genoma é uma das principais funcões desta área de pesquisa que está ganhando bastante espaço nos últimos anos [AM97]. Com a evolução da bioinformática, atualmente é possível analisar o genoma humano e outros organismos. O genoma é o responsável por diversas características de uma ser humano, tais como: a cor dos olhos, o tipo de cabelo, o tom da pele, a altura que ela pode atingir, a facilidade para engordar, a quantidade de determinadas fibras musculares no corpo e se o indivíduo poderá ou não desenvolver algum tipo de doença no futuro como câncer, pressão alta, arritmia cardíaca, Alzheimer. Especificamente, o portador das características citadas dentro do genoma é o DNA [AB08]. Atualmente, as tecnologias para o mapeamento de DNAs aumentaram a necessidade de desenvolver técnicas específicas de armazenar esses dados de forma eficiente. Essa massa de dados é um atrativo para as pesquisas, pois permite a comparação entre os diversos genomas mapeados no intuito de encontrar trechos semelhantes nas sequências de DNA produzindo por exemplo, a elaboração de diagnósticos mais precisos pelos médicos [DJB09]. 2

15 Como a quantidade de dados geradas pelo sequenciamento do genoma por exemplo é grande, faz-se necessário a utilização de sistemas de storage, como são conhecidos os sistemas que possuem uma grande capacidade de armazenamento e de métodos eficientes de armazenamento dos dados. Os dados gerados pelo sequenciamento do DNA geralmente são armazenados em arquivos no formato FASTA que possui como característica códigos de apenas uma letra para representa sequências de nucleotídeos, peptídeos, pares de bases ou aminoácidos. Dado o pequeno alfabeto utilizado por este formato foi analisado uma grande repetição de caracteres, o que motivou a pesquisa sobre a técnica de deduplicação que busca eliminar a redundância de dados [AM97]. 1.1 Objetivos O objetivo deste trabalho é fazer uma análise da técnica de deduplicação em dados biológicos aplicado em um ambiente storage. Sendo o motivador para a realização deste trabalho o fato de que a cada momento novos organismos possuem seus DNAs mapeados, e com isso a quantidade de dados a serem armazenados, aumentam rapidamente tornando o gerenciamento e o armazenamento desses dados um problema para a bioinformática [Ver09]. 1.2 Estrutura do trabalho O presente trabalho está dividido da seguinte maneira: O Capítulo 2 tratou do detalhamento dos conceitos básicos relativos a Biologia Molecular necessários para o desenvolvimento deste trabalho. Conceitos básicos da bioinformática como a sua origem e estrutura e a explanação dos dados biológicos nos formatos do arquivo fasta. O Capítulo 3 é responsável por descrever a arquitetura e funcionamento dos storages, detalhando todos os componentes internos do sistema de armazenamento, assim como, as topologias que podem ser utilizadas para conectá-los a servidores de processamento de dados. O Capítulo 4 introduz os conceitos, estruturas e o funcionamento das técnicas de deduplicação, além do detalhamento de três técnicas de deduplicação aplicada na massa de dados denominadas Zeta Byte Filesystem Deduplication, Open Dedup e Write Anywhere FileLayout Deduplication. O Capítulo 5 detalha os testes feito sobre a massa de dados, expõe os resultados obtidos, assim como, o ambiente computacional utilizado no trabalho. Por fim, o capítulo 6 apresenta as considerações sobre a elaboração do trabalho e trabalhos futuros. 3

16 Capítulo 2 Biologia Molecular Neste capítulo são apresentados conceitos da biologia molecular os quais são necessários para entender melhor as propriedades e estrutura dos dados biológicos, para que assim seja possível um melhor manuseio da massa de dados durante o armazenamento. Este capítuolo é dividido nas seguintes seções: 2.1 Introdução, 2.2 Biologia Molecular, 2.3 Proteínas, 2.4 Ácidos Nucléicos, 2.5 bionformática. 2.1 Origem da Vida Para se falar da origem da vida é necessário envolver diversas áreas da ciência como a química, biologia, física, astronomia e geologia. Os estudos científicos denominam tal pesquisa como evolução química pelo o fato do objeto de interesse ser os processos que teriam permitido aos elementos químicos que constituem os organismos atingirem o grau de organização estrutural e funcional que caracteriza a matéria viva[am97]. A humanidade sempre estudou os seres vivos e seus comportamentos nos primórdios. O ser humano aprendeu a utilizar as plantas e os animais em seu proveito, também aprendeu a evitar plantas venenosas e tratar dos animas, além de adotar várias técnicas de caça. Os conceitos de biologia embora empíricos e como exercício prático do dia a dia existem já desde a época da pré-história, prova disso são as representações de seres vivos em imagens rupestres. Ao longo de bilhões de anos todos os seres vivos passaram por várias mutações já que possuem uma química molecular básica, mesmo eles se diferenciando pelo tamanho e complexidade, o ramo da biologia responsável por estudar os dois componentes principais desta química que são as proteínas e os ácidos nucléiocos é a biologia molecular. 2.2 Biologia Molecular A biologia molecular tem como objetivo realizar pesquisas em proteínas e ácidos nucléicos (DNA e RNA), focando seus esforços na estrutura e função do material genético que é um campo muito abrangente, pois pesquisa as interações entre vários sistemas celulares, isso inclui a relação entre DNA, RNA e síntese protéica. Por esse motivo, a biologia molecular utiliza várias técnicas e estudos provindas da genética e bioquímica[jun05]. 4

17 Os cientistas definem a bioquímica, de uma forma geral, como a área que se estuda as reações químicas em células, enquanto a genética possui o foco em pesquisas das consequências de diferenças no material genético nos organismos. Dessa forma, a biologia molecular ocupa um espaço próprio mesmo se relacionando com a genética e a bioquímica ao investigar os mecanismos de replicação, transcrição e tradução do material genético e outros processos celulares em bases de DNA, RNA, aminoácidos e proteínas [Kam05]. 2.3 Proteínas As proteínas são compostos orgânicos que possuem um alto peso molecular, são constituídas pelo encadeamento de aminoácidos representando cerca de 50 a 80% do peso seco total de um célula. Dessa forma, é um composto orgânico mais abundante de matéria viva. A quantidade de aminoácidos por moléculas de proteínas pode ser de dezenas ou mesmo centenas, sendo ligadas em sequência como se fossem elos de uma corrente. Por isso as proteínas participam ativamente de quase todas as atividades celulares de um organismo vivo, tais como locomoção de nutrientes, eliminação de resíduos tóxicos, construção de estruturas complexas, aceleração das reações químicas que são essenciais para a manutenção da vida [Sil09]. Os aminoácidos que compõem as proteínas são formados por átomos de carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio. Na Figura 2.1, pode ser analisado a estrutura geral de um aminoácido: um átomo de carbono que ocupa a posição central na molécula, ligando - se a este carbono quatro grupos de átomos, o radical ou R responsável por diferenciar os aminoácidos, um átomo de hidrogênio, um grupo amina (NH2) e um grupo carboxila (COOH). O termo aminoácido surgiu justamente pela presença desses grupamentos típicos na molécula [Lif06]. Figura 2.1: Composição do aminoácido Os aminoácidos que um organismo não consegue sintetizar são chamados de aminoácidos essenciais, já os aminoácidos que o organismo consegue sintetizar a partir de outras substâncias que ingere são chamados aminoácidos naturais ou não essenciais. Dois aminoácidos vizinhos em uma molécula de proteína se ligam por uma ligação peptídica que ocorre sempre entre o grupo amina de uma proteína e o grupo carboxila da outra [Kam05]. Na formação de uma ligação peptídica, o grupo carboxila de um dos aminoácidos perde um OH e fica com uma ligação livre, ao mesmo tempo o grupo amina do outro 5

18 aminoácido perde um hidrogênio e também fica com uma ligação livre. Sendo assim, os aminoácidos unem-se através dessas ligações que ficaram livres, constituindo a ligação peptídica e uma molécula de água é liberada. As moléculas que se formam pela união de dois ou mais aminoácidos são chamadas de peptídeo. Toda sequência de aminoácidos que constitue uma molécula protéica é chamada de estrutura primária. Essa sequência é importante para a função da proteína, pois a substituição de um único aminoácido é suficiente para prejudicar a atividade da proteína, implicando em sérias consequências para o organismo [AB08]. O enrolamento das cadeias dos peptídeos sobre si mesmas assumem, geralmente, forma helicoidal, que lembra um fio de telefone que é denominado estrutura secundária da proteína. A estrutura secundária ocorre quando a cadeia é enrolada helicoidalmente, e quando possui a capacidade de dobrar-se sobre si mesma, chamasse estrutura terciária. Por último, quando as proteínas são constituídas por mais de uma cadeia de peptídeo, tal conjunto é denominado estrutura quaternária. Todas as quatro estruturas podem ser visualizadas na Figura 2.2. Figura 2.2: Estruturas das proteínas. As estruturas das proteínas podem ser estudas simplesmente na observação detalhada da conexão entre a estruturas espaciais da proteína e as atividades realizadas por elas. Essas diversas hélices e dobras formam uma única estrutura que tem a capacidade de se ligar a um grupo específico de moléculas, podendo essas serem responsáveis por uma reação química ou ainda por outras proteínas que constituem estruturas mais complexas. Os seres vivos estão a todo momento fabricando proteínas, desde os procariotos que possuem uma complexidade mais simples até os eucariotos que são mais complexos, dessa forma desprenderemos um esforço para entender o processo de síntese das mesmas, como tal processo está conectado as moléculas conhecidos como ácidos nucléicos [Kam05]. Todos os seres vivos necessitam de 20 tipos de aminoácidos para poderem fabricar suas proteínas, algumas espécies são capazes de fabricar todos esses aminoácidos, e não precisam obtê-los na dieta. Outras espécies como a humana, conseguem sintetizar apenas alguns tipos de aminoácidos e, por isso tem de se alimentar de alguns tipos de alimentos para obter os 20 tipos que podem ser vistos na Figura

19 Figura 2.3: Os vinte aminoácidos que compõem as proteínas. 2.4 Ácidos Nucléicos Os ácidos nucléicos (RNA e DNA) possuem a função de guardar a informação que é necessária para a criação de proteínas e, dessa forma, tornar possível a transferência dessa informação de modo a sintetizar as proteínas, os ácidos nucléicos receberam essa denominação porque primeiramente foram descobertos no núcleo das células. São moléculas gigantes, formadas por unidades monoméricas menores conhecidas como nucleotídeos [Kam05]. Cada nucleotídeo é formado por três partes conforme a Figura 2.4, e formado por um açúcar do grupo das pentoses, uma radical fosfato, derivado da molécula do ácido ortofosfórico e uma base nitrogenada [AB08]. 7

20 2.4.1 DNA Figura 2.4: Estrutura do nucleotideo. O DNA (ácido desoxirribonucleico) é um dos mais conhecidos representante dos ácidos nucléicos por sua importância, basicamente no DNA encontra-se as instruções genéticas utilizadas no desenvolvimento e funcionamento dos seres vivos conhecidos, tanto em um organismo simples como vírus, ou mais complexo como um mamífero. Essa função da molécula do DNA, a capacidade de armazenamento por um longo prazo de informação genética por essa característica é sempre comparado a um conjunto de projetos semelhante a uma receita que contém instruções necessárias para construir outros componentes tais como a célula, proteínas, RNAs [Kam05]. Os genes são os segmentos do DNA responsáveis por transportar as informações genéticas, os demais segmentos do DNA terão funções de composição estrutural ou de regulação nos processos celulares. A estrutura do DNA é uma dupla fita, sendo cada fita formada por nucleótidos ligados uns a outros. Os quatro nucleótidos que compõem o DNA são adenina, guanina, citosina e timina, geralmente são referenciadas pela primeira letra como A, G, C e T. A adenina e a guanina são compostas por dois anéis (purinas), enquanto a timina e a citosina são formados por um único anel (pirimidinas), como pode ser visto na Figura 2.5. Figura 2.5: Estrutura da Timina, Adenina, Citosina e a Guanina. 8

21 Uma purina se conecta a uma pirimidina no DNA para criar um par de bases a adenina e a timina conectam-se entre si para formar um par de base A-T, da mesma forma a guanina e a citosina conectam-se para formar um par de base G-C. Essas bases complementares irão permanecer unidas por pontes de hidrogénio fracas que são responsáveis pela manutenção da estrutura de dupla hélice do DNA (Figuras 2.6 e 2.7). Figura 2.6: Base A-T. Figura 2.7: BASE C-G. O DNA é composto por duas fitas, sendo os nucleotídeos presentes em uma fita ligados às suas bases complementares presentes na outra fita devido a conexão das bases A-T e G- C. Assim, as duas fitas completam uma à outra não sendo idênticas porém se completando perfeitamente. Outro ponto importante de notar é que as fitas tem sentidos opostos, veja na Figura RNA O RNA (ácido ribonucléico) é um polímero de nucleótidos muito importante para o organismo dos seres vivos pois é o responsável pela síntese das proteínas da célula, podendo catalisar importantes reações biológicas e suas moléculas podem funcionar como proteínas enzimáticas, também conhecidas como ribozimas. O RNA pode ser composto por uma cadeia simples, ou pode ser dobrado pois as moléculas formadas por RNA possuem dimensões menores comparadas ao DNA[Alv09]. 9

22 Figura 2.8: Dupla-hélice do DNA. O RNA é constituído por um açúcar ribose, por uma base nitrogenada e por um de grupo fosfato, sendo assim a constituição do RNA é muito parecida, comparada ao DNA, porém com algumas diferenças, como, por exemplo, ao invés de possuir uma dupla hélice tal como a do DNA, possui apenas uma cadeia simples de nucleotídeos como pode ser visto na Figura 2.9 Outro diferencial do RNA é a flexibilidade já que possui a capacidade de se dobrar de forma que as suas bases se pareiam umas com as outras. Essa forma de se emparelhar as bases é uma característica importante do RNA pois forma pontes intracadeia, podendo assim formar uma grande variedade de estruturas moleculares quando comparados com a dupla hélice do DNA. O RNA possui o açúcar ribose em seus nucleotídeos diferente, do açúcar desoxirribose que compõe o DNA, e os grupos de açúcar do RNA contem um par oxigênio-hidrogênio ligado ao carbono, enquanto apenas um átomo de hidrogênio é ligado ao carbono nos grupos de açúcar do DNA. Os nucleotídeos de RNA contêm a base nitrogenada (adenina, guanina, citosina e uracila) sendo a última diferente da timina do DNA. A uracila é classificada na subdivisão da pirimidina. Assim como as demais, a uracila também pode ser referenciada apenas com a primeira letra U, e ligar-se com a adenina. Figura 2.9: Estrutura do RNA. 2.5 Bioinformática Desde o início do século 20 os geneticistas e químicos se questionam sobre a natureza química do material genético. Após anos de pesquisas desenvolvidas, descobriu-se que o 10

23 DNA era a molécula responsável por armazenar as informações genéticas. Na década de 1950 desvendaram a estrutura química do DNA por meio do trabalho de Watson e Cric [AM97] Esse fato foi apenas o começo, posteriormente foi descoberto o código genético e o fluxo da informação biológica dos ácidos nucléicos para as proteínas. Logo surgiram métodos de sequenciamento do DNA que permitiu a investigação de suas sequências monoméricas constituintes e desde então, mais de 18 bilhões dessas sequências já foram produzidas. Na década de 1990, quando surgiram os sequênciadores automáticos de DNA, houve uma explosão na quantidade de dados, provindas das sequências a serem armazenadas, exigindo dessa forma mais recursos computacionais pois além da necessidade de armazenamento, também existia a necessidade de fazer uma análise de todos os dados. Assim surgia uma nova ciência, denominada bionformática, que envolveria a união de diversas linhas de conhecimento como a ciência da computação,biologia molecular, matemática, química e estatística. No processo de sequenciamento e comparação de sequências biológicas é muito comum a utilização de arquivos no formato FASTA,na próxima seção será detalhado a estrutura desses arquivos Arquivos FASTA Ao se falar de banco de dados biológicos, normalmente refere-se a um grupo de arquivos em um formato específico, e não a um SGBD especificamente. Muitos motivos influenciam para não existir um SGBD que trabalhe de modo eficiente com sequências biológicas. O que normalmente é feito pelos SGBDs que tentam tratar esses dados é o simples apontamento para os arquivos, sem tirar nenhum tipo de vantagem dos SGBDs que normalmente permitem melhor gerenciamento de memória, acesso mais rápido a disco, dentre vários outros motivos que garantem o sucesso desse tipo de aplicação[lif06]. Os arquivos no formato FASTA estão presentes em grande parte dos estudos de bioinformática, na maioria dos casos, possuem uma grande quantidade de informações, ou seja, em um único arquivo pode haver centenas ou milhares de sequência de DNA. Esses arquivos, do ponto de vista da computação, são apenas arquivos no formato texto. Sendo formados por uma sequência, ou por uma concatenação de sequências biológicas, nesse último caso constituindo um arquivo de multisequências como são conhecidos. A seguir são apresentados os componentes dos arquivos FASTA e as propriedades que fazem desse arquivo um FASTA. Um arquivo FASTA deve sempre começar com o sinal de maior que >, seguido de uma linha única que descreva a sequência que aparecerá na linha seguinte. Logo após essa primeira linha existe uma sequência biológica em si. Em um mesmo arquivo podem coexistir várias sequências, sendo que sempre que se iniciar uma nova sequência, deve-se inserir uma quebra de linha, e novamente iniciar uma linha com o sinal de maior que >, seguido da descrição e da sequência. Seguindo essa regra para quantas sequências sejam necessárias. Como pode ser observado na Figura 2.10 os arquivos FASTA, em geral, possuem uma grande repetição de letras de um pequeno alfabeto composto por apenas A, C, T e G. Porém, alguns arquivos FASTA podem conter mais letras que representam outros aminoácidos. 11

Equipe de Biologia. Biologia

Equipe de Biologia. Biologia Aluno (a): Série: 3ª Turma: TUTORIAL 5B Ensino Médio Equipe de Biologia Data: Biologia Ácidos nucléicos Os ácidos nucléicos são moléculas gigantes (macromoléculas), formadas por unidades monoméricas menores

Leia mais

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe!

Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Aula: 2 Temática: Ácidos Nucléicos Hoje estudaremos a bioquímica dos ácidos nucléicos. Acompanhe! Introdução: Os ácidos nucléicos são as moléculas com a função de armazenamento e expressão da informação

Leia mais

Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com

Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com Criado e Desenvolvido por: RONNIELLE CABRAL ROLIM Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com ÁCIDOS NUCLEICOS ÁCIDOS NUCLÉICOS: são substâncias formadoras de genes, constituídas por um grande

Leia mais

Núcleo Celular. Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause

Núcleo Celular. Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause Núcleo Celular Biomedicina primeiro semestre de 2012 Profa. Luciana Fontanari Krause Núcleo Celular Eucarioto: núcleo delimitado por membrana nuclear (carioteca) Portador dos fatores hereditários e controlador

Leia mais

Princípios moleculares dos processos fisiológicos

Princípios moleculares dos processos fisiológicos 2012-04-30 UNIVERSIDADE AGOSTINHO NETO FACULDADE DE CIÊNCIAS DEI-BIOLOGIA ---------------------------------------------- Aula 5: Princípios moleculares dos processos fisiológicos (Fisiologia Vegetal, Ano

Leia mais

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ==============================================================================================

BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== PROFESSOR: Leonardo Mariscal BANCO DE QUESTÕES - BIOLOGIA - 1ª SÉRIE - ENSINO MÉDIO ============================================================================================== Ácidos Nucleicos 01- Os

Leia mais

Bioinformática Histórico e conceitos básicos

Bioinformática Histórico e conceitos básicos Bioinformática Histórico e conceitos básicos Raimundo Lima da S. Júnior M.Sc. Departamento de Biologia Núcleo de Pesquisas Replicon PUC-GO Silva Jr., RL Casamento entre a ciência da computação e a biologia

Leia mais

Estrutura e função dos ácidos nucléicos. Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva

Estrutura e função dos ácidos nucléicos. Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva Estrutura e função dos ácidos nucléicos Profa. Melissa de Freitas Cordeiro-Silva > Polímeros de nucleotídeos Funções: DNA (ácido desoxirribonucléico) : > Armazenar as informações necessárias para a construção

Leia mais

Ácidos nucléicos. São polímeros compostos por nucleotídeos. Açúcar - pentose. Grupo fosfato. Nucleotídeo. Base nitrogenada

Ácidos nucléicos. São polímeros compostos por nucleotídeos. Açúcar - pentose. Grupo fosfato. Nucleotídeo. Base nitrogenada ÁCIDOS NUCLÉICOS Ácidos nucléicos São polímeros compostos por nucleotídeos Açúcar - pentose Nucleotídeo Grupo fosfato Base nitrogenada Composição dos Ácidos nucléicos pentoses: numeração da pentose: pentose

Leia mais

ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA

ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA ÁCIDOS NUCLEÍCOS RIBOSSOMO E SÍNTESE PROTEÍCA ÁCIDOS NUCLÉICOS: Moléculas orgânicas complexas, formadas polimerização de nucleotídeos (DNA e RNA) pela Contêm a informação que determina a seqüência de aminoácidos

Leia mais

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com

Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com Criado e Desenvolvido por: Todos os direitos são reservados 2015. www.tioronni.com O NÚCLEO E A SÍNTESE PROTEÍCA O núcleo celular, descoberto em 1833 pelo pesquisador escocês Robert Brown, é uma estrutura

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA

COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO NAS MOLÉCULAS DE DNA E RNA Andréia Cristina Hypólito José 11075810 Fernando Caldas Oliveira 11085410 Giovana Zaninelli 11017210 Renato Fernandes Sartori 11061110 Rodrigo de Mello

Leia mais

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são

O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são Atividade extra Fascículo 2 Biologia Unidade 4 Questão 1 O DNA é formado por pedaços capazes de serem convertidos em algumas características. Esses pedaços são chamados de genes. Assinale abaixo quais

Leia mais

DO GENE À PROTEÍNA ALGUNS CONCEITOS BASICOS COMO SE ORGANIZAM OS NUCLEÓTIDOS PARA FORMAR O DNA?

DO GENE À PROTEÍNA ALGUNS CONCEITOS BASICOS COMO SE ORGANIZAM OS NUCLEÓTIDOS PARA FORMAR O DNA? DO GENE À PROTEÍNA O processo de formação das proteínas no ser humano pode ser difícil de compreender e inclui palavras e conceitos que possivelmente nos são desconhecidos. Assim, vamos tentar explicar

Leia mais

1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou "impressão digital de DNA".

1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou impressão digital de DNA. Ácidos Nuclêicos 1. (Unesp) A ilustração apresenta o resultado de um teste de paternidade obtido pelo método do DNA-Fingerprint, ou "impressão digital de DNA". a) Segundo o resultado acima, qual dos homens,

Leia mais

Bioinformática. Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular. Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br

Bioinformática. Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular. Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br Bioinformática Conceitos Fundamentais de Biologia Molecular Paulo Henrique Ribeiro Gabriel phrg@ufu.br Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia 24 de agosto de 2015 Paulo H. R. Gabriel

Leia mais

Os primeiros indícios de que o DNA era o material hereditário surgiram de experiências realizadas com bactérias, sendo estas indicações estendidas

Os primeiros indícios de que o DNA era o material hereditário surgiram de experiências realizadas com bactérias, sendo estas indicações estendidas GENERALIDADES Todo ser vivo consiste de células, nas quais está situado o material hereditário. O número de células de um organismo pode variar de uma a muitos milhões. Estas células podem apresentar-se

Leia mais

Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos

Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO INSTITUTO DE QUÍMICA DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA QBQ0313 Estrutura e Função de Ácidos Nucléicos Flavia Carla Meotti Os Ácidos Nucléicos Função: armazenamento e transmissão da informação

Leia mais

As bactérias operárias

As bactérias operárias A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas

Leia mais

Painéis Do Organismo ao Genoma

Painéis Do Organismo ao Genoma Painéis Do Organismo ao Genoma A série de 5 painéis do organismo ao genoma tem por objetivo mostrar que os organismos vivos são formados por células que funcionam de acordo com instruções contidas no DNA,

Leia mais

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas.

- Ácido ribonucléico (ARN ou RNA): participa do processo de síntese de proteínas. 1- TIPOS DE ÁCIDO NUCLÉICO: DNA E RNA Existem dois tipos de ácidos nucléicos: - Ácido desoxirribonucléico (ADN ou DNA): é o principal constituinte dos cromossomos, estrutura na qual encontramos os genes,

Leia mais

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa.

Um cluster de servidores de email pode ser usado para servir os emails de uma empresa. CLUSTERS Pode-se pegar uma certa quantidade de servidores e juntá-los para formar um cluster. O serviço então é distribuído entre esses servidores como se eles fossem uma máquina só. Um cluster de servidores

Leia mais

O processo fisiológico que está representado no gráfico é

O processo fisiológico que está representado no gráfico é Questão 01) Analise o gráfico a seguir. Disponível em: . Acesso em: 22 set. 2014. O processo fisiológico que está representado no gráfico é a) o efeito do aumento

Leia mais

GABARITO BIOLOGIA REVISÃO 01 3 ANO A/B ENSINO MÉDIO

GABARITO BIOLOGIA REVISÃO 01 3 ANO A/B ENSINO MÉDIO GABARITO BIOLOGIA REVISÃO 01 3 ANO A/B ENSINO MÉDIO Resolução: 01. B 02. E 03. No alantóide da ave há uma rede de capilares sangüíneos onde ocorre a respiração. O principal excreta nitrogenado da ave é

Leia mais

Senado Federal Questões 2012

Senado Federal Questões 2012 Senado Federal Questões 2012 Sistemas Operacionais Prova de Analista de Sistemas Prof. Gustavo Van Erven Senado Federal Questões 2012 Rede Social ITnerante http://www.itnerante.com.br/ Vídeo Aulas http://www.provasdeti.com.br/

Leia mais

> ESTUDO DO RNA. (C) O ácido nucléico I é DNA e o II, RNA. (D) O ácido nucléico I é RNA e o II, DNA. (E) I é exclusivo dos seres procariontes.

> ESTUDO DO RNA. (C) O ácido nucléico I é DNA e o II, RNA. (D) O ácido nucléico I é RNA e o II, DNA. (E) I é exclusivo dos seres procariontes. Biologia > Citologia > Sintese Protéica > Alunos Prof. Zell (biologia) (C) O ácido nucléico I é DNA e o II, RNA. (D) O ácido nucléico I é RNA e o II, DNA. (E) I é exclusivo dos seres procariontes. > ESTUDO

Leia mais

Admistração de Redes de Computadores (ARC)

Admistração de Redes de Computadores (ARC) Admistração de Redes de Computadores (ARC) Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina - Campus São José Prof. Glauco Cardozo glauco.cardozo@ifsc.edu.br RAID é a sigla para Redundant

Leia mais

BIOLOGIA MOLECULAR. Ácidos Nucléicos e Síntese de Proteínas

BIOLOGIA MOLECULAR. Ácidos Nucléicos e Síntese de Proteínas BIOLOGIA MOLECULAR Ácidos Nucléicos e Síntese de Proteínas Nucleotídeos São moléculas formadas pela união de um açúcar ou pentose, uma base nitrogenada e um grupo fosfato. Os Ácidos Nucléicos (DNA e RNA)

Leia mais

Bases Moleculares da Hereditariedade

Bases Moleculares da Hereditariedade UNIVERSIDADE FEDERAL DO PIAUÍ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PROG. DE PÓS GRAD. EM GENET. E MELHORAMENTO NÚCLEO DE ESTUDOS EM GENET. E MELHORAMENTO Bases Moleculares da Hereditariedade Ministrante: João Paulo

Leia mais

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla

Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS. Prof. Victor Halla Unidade III FUNDAMENTOS DE SISTEMAS OPERACIONAIS Prof. Victor Halla Conteúdo Arquitetura de Processadores: Modo Operacional; Velocidade; Cache; Barramento; Etc. Virtualização: Maquinas virtuais; Gerenciamento

Leia mais

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br

Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo. Sgrillo.ita@ftc.br Dra. Kátia R. P. de Araújo Sgrillo Sgrillo.ita@ftc.br São macromoléculas gigantescas, com massa molecular maior que 100 milhões. Os ácidos nucléicos foram isolados pela primeira vez a partir do núcleo

Leia mais

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE)

SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) SISTEMA DE ARMAZENAMENTO (STORAGE) Possuir capacidade instalada, livre para uso, de pelo menos 5.2 (cinco ponto dois) TB líquidos em discos SAS/FC de no máximo 600GB 15.000RPM utilizando RAID 5 (com no

Leia mais

O processo da Expressão Gênica

O processo da Expressão Gênica Coordenadoria de Educação e Difusão de Ciências Rua 9 de Julho, 1205 - São Carlos - São Paulo e-mail: cbme@if.sc.usp.br- Telefone: (16) 3373-9159 http://cbme.ifsc.usp.br http://cbme.usp.br O processo da

Leia mais

DNA: Passado, Presente e Futuro

DNA: Passado, Presente e Futuro DNA: Passado, Presente e Futuro O passado O modelo do DNA que hoje nos é tão familiar foi divulgado em abril de 1953 na revista científica Nature pelos cientistas James Watson e Francis Crick. Eles afirmaram

Leia mais

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes.

SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO. 1.2 Para efeito de cálculo do volume total em TB deverá ser considerado que 1KB = 1024 bytes. SOLUÇÃO DE STORAGE PROJETO X86 ARMAZENAMENTO Características Técnicas: 1.1 Deverá ser ofertada Solução de Storage com capacidade mínima de 100 TB (cem Terabyte) líquido, sendo 80TB (oitenta Terabytes)

Leia mais

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR)

REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Área de Ciências da Saúde Curso de Medicina Módulo: Saúde do Adulto e Idoso II GENÉTICA HUMANA Professora: Dra. Juliana Schmidt REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) A molécula de DNA é um longo polímero

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Bioinformática Aula 01

Bioinformática Aula 01 Bioinformática Aula 01 Prof. Ricardo Martins Ramos * * Doutorando em Genética e Toxicologia Aplicada CEFET-PI/ULBRA-RS Linha de Pesquisa Bioinformática Estrutural E-mail: ricardo@cefetpi.br Visão Holística

Leia mais

Escola Secundária do Monte de Caparica Disciplina de Biologia 10 º Ano

Escola Secundária do Monte de Caparica Disciplina de Biologia 10 º Ano Escola Secundária do Monte de Caparica Disciplina de Biologia 10 º Ano Teste de avaliação Nome ----------------------------------------------------------------------- Numero -------------------------------

Leia mais

DNA E SÍNTESE PROTEICA

DNA E SÍNTESE PROTEICA Genética Animal DNA e síntese proteica 1 DNA E SÍNTESE PROTEICA Estrutura do DNA: -Molécula polimérica, cujos monômeros denominam-se nucleotídeos. -Constituição dos nucleotídeos: açúcar pentose (5 -desoxirribose)

Leia mais

Laboratório I 2012. Prof. Hélder Sato MSc. 2/14/12 Laboratório I 1

Laboratório I 2012. Prof. Hélder Sato MSc. 2/14/12 Laboratório I 1 Laboratório I 2012 Prof. Hélder Sato MSc 2/14/12 Laboratório I 1 Apresentação Prof Hélder Sato MSc Bacharel Informática Universidade Positivo Especialista em Redes PUC-PR Mestrado em Informática Aplicada

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

16/04/2015 ÁCIDOS NUCLEICOS DNA E RNA DNA E RNA DNA E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA

16/04/2015 ÁCIDOS NUCLEICOS DNA E RNA DNA E RNA DNA E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA DO DNA ÁCIDOS NUCLEICOS E RNA E RNA Plano de Aula -Componentes básicos de e RNA -Características estruturais e funcionais -Tipos de RNA Profª Dra. Juliana Schmidt Medicina 2014 E RNA BREVE HISTÓRICO DA DESCOBERTA

Leia mais

DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD

DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD ARMAZENAMENTO DE DADOS MODULAR ARMAZENAMENTO DE DADOS DELL POWERVAULT SÉRIE MD Simplificação da TI O Dell série MD pode simplificar a TI, otimizando sua arquitetura de armazenamento de dados e garantindo

Leia mais

Família Dell PowerVault MD. Armazenamento. modular. A família de storage Dell PowerVault MD

Família Dell PowerVault MD. Armazenamento. modular. A família de storage Dell PowerVault MD Família Dell PowerVault MD Armazenamento modular A família de storage Dell PowerVault MD Família Dell PowerVault MD A escolha acessível A família Dell PowerVault MD é uma escolha de armazenamento acessível

Leia mais

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas

Universidade Federal do Acre. Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Universidade Federal do Acre Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas Pós-graduação Lato Sensu em Desenvolvimento de Software e Infraestrutura

Leia mais

Aula 2 Unidades fundamentais dos ácidos nucléicos

Aula 2 Unidades fundamentais dos ácidos nucléicos Biologia Molecular Básica Módulo I Básico Aula 2 Unidades fundamentais dos ácidos nucléicos Prezado professor, nesta aula você vai estudar os nucleotídeos que formam os blocos constituintes dos ácidos

Leia mais

NEVOA BACKUP SYSTEM. 2009 Nevoa Networks Ltda. All Rights Reserved.

NEVOA BACKUP SYSTEM. 2009 Nevoa Networks Ltda. All Rights Reserved. NEVOA BACKUP SYSTEM Com o Nevoa Backup System você garante não só o mais eficiente sistema de backup para seus dados, mas também a solução mais escalável do mercado, afinal, se sua empresa cresce, seus

Leia mais

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano

DNA A molécula da vida. Prof. Biel Série: 9º ano DNA A molécula da vida Prof. Biel Série: 9º ano DNA FINGER-PRINTING A expressão DNA "Finger-Print" (ou Impressões Genéticas) designa uma técnica de separação de segmentos de DNA que permite a identificação

Leia mais

Curso: Integração Metabólica

Curso: Integração Metabólica Curso: Integração Metabólica Aula 2: Breve revisão estrutura do DNA Prof. Carlos Castilho de Barros Prof. Augusto Schneider Quando se estuda metabolismo você certamente vai se deparar com termos de genéyca!

Leia mais

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB

ATIVIDADE 1. Redes Windows. 1.1 Histórico do SMB ATIVIDADE 1 Redes Windows Falar sobre Samba e redes mistas Windows / Linux, sem antes explicar o conceito básico de uma rede não parece correto e ao mesmo tempo, perder páginas e mais páginas explicando

Leia mais

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Hardware de Computadores

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Hardware de Computadores Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Hardware de Computadores 1 O disco rígido, é um sistema de armazenamento de alta

Leia mais

NEVOA STORAGE SYSTEM. 2009 Nevoa Networks Ltda. All Rights Reserved.

NEVOA STORAGE SYSTEM. 2009 Nevoa Networks Ltda. All Rights Reserved. NEVOA STORAGE SYSTEM Com o Nevoa Storage System você garante não só o mais eficiente sistema de gerenciamento para seus dados, mas também a solução mais escalável do mercado, afinal, se sua empresa cresce,

Leia mais

Estudo de Caso. O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios e Computação em Nuvem para Criar Valor de Negócios

Estudo de Caso. O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios e Computação em Nuvem para Criar Valor de Negócios Estudo de Caso O Fator Wow! : Um Exemplo Perfeito do Uso de Analítica de Negócios Introdução Este Estudo de Caso é sobre como uma corporação (IBM) encontrou uma maneira de extrair valor de negócios adicional

Leia mais

Fundamentos de Sistemas Operacionais

Fundamentos de Sistemas Operacionais Fundamentos de Sistemas Operacionais Aula 16: Entrada e Saída: Estudo de Caso Diego Passos Última Aula Software de Entrada e Saída. Subsistema de E/S. Conjunto de camadas de abstração para realização de

Leia mais

ISEP. Instituto Superior de Engenharia do Porto. Análise de Sistemas Informáticos

ISEP. Instituto Superior de Engenharia do Porto. Análise de Sistemas Informáticos ISEP Instituto Superior de Engenharia do Porto Análise de Sistemas Informáticos Armazenamento de Dados em Rede A Revolução do Armazenamento Partilhado A crise económica e a crescente necessidade de armazenamento

Leia mais

GENÉTICA VII APLICAÇÕES DO CONHECIMENTO GENÉTICO

GENÉTICA VII APLICAÇÕES DO CONHECIMENTO GENÉTICO GENÉTICA VII APLICAÇÕES DO CONHECIMENTO GENÉTICO Prof. Jose Amaral/2012/2013 Metabolismo de controle O metabolismo é controlado pelos ácidos nucléicos, compostos que coordenam uma série de reações em que

Leia mais

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs

VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs VELOCIDADE DE TRANSMISSÃO DE DADOS UTILIZANDO VPNs Rogers Rodrigues Garcia 1, Júlio César Pereira¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavai PR Brasil rogersgarcia@live.com, juliocesarp@unipar.br Resumo:

Leia mais

PROPOSIÇÃO DE VALOR:

PROPOSIÇÃO DE VALOR: Caro Cliente, Na economia atual, você não pode permitir ineficiências ou sobreprovisionamento de nenhum recurso - recursos inativos custam dinheiro, recursos mal utilizados custam oportunidades. Você precisa

Leia mais

Introdução à redes de computadores

Introdução à redes de computadores 1/8 Introdução à redes de computadores Faz todo o sentido ligar os computadores em rede. Você não precisa ter uma impressora, um HD de grande capacidade, um gravador de DVDs e conexão via ADSL para cada

Leia mais

Genes. Menor porção do DNA capaz de produzir um efeito que pode ser detectado no organismo. Região do DNA que pode ser transcrita em moléculas de RNA.

Genes. Menor porção do DNA capaz de produzir um efeito que pode ser detectado no organismo. Região do DNA que pode ser transcrita em moléculas de RNA. Genes Menor porção do DNA capaz de produzir um efeito que pode ser detectado no organismo. Região do DNA que pode ser transcrita em moléculas de RNA. Ácidos nucleicos Os ácidos nucléicos são macromoléculas

Leia mais

STORAGE AREA NETWORKING FUNDAMENTOS. Valdir Adorni Serviços a Clientes valdir.adorni@compwire.com.br

STORAGE AREA NETWORKING FUNDAMENTOS. Valdir Adorni Serviços a Clientes valdir.adorni@compwire.com.br STORAGE AREA NETWORKING FUNDAMENTOS Valdir Adorni Serviços a Clientes valdir.adorni@compwire.com.br 22 de Abril de 2010 Storage Area Network? Storage Area Network (SAN) é qualquer rede de alto desempenho,

Leia mais

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade

Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Compartilhamento de Dados em Storage de Alta Disponibilidade Leonardo Antônio dos Santos¹ Orientadora Prof. Esp. Sabrina Vitório Oliveira Sencioles¹ Co-orientador M.Sc. Pedro Eugênio Rocha² ¹Faculdades

Leia mais

MEDICINA VETERINÁRIA. Disciplina: Genética Animal. Prof a.: D rd. Mariana de F. Gardingo Diniz

MEDICINA VETERINÁRIA. Disciplina: Genética Animal. Prof a.: D rd. Mariana de F. Gardingo Diniz MEDICINA VETERINÁRIA Disciplina: Genética Animal Prof a.: D rd. Mariana de F. Gardingo Diniz TRANSCRIÇÃO DNA A transcrição é o processo de formação de uma molécula de RNA a partir de uma molécula molde

Leia mais

Nível 3 Sistema Operacional

Nível 3 Sistema Operacional Nível 3 Sistema Operacional Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Organização de Computadores Prof. André Luiz 1 Nível

Leia mais

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações

Redes de Comunicações. Redes de Comunicações Capítulo 0 Introdução 1 Um pouco de história Século XVIII foi a época dos grandes sistemas mecânicos Revolução Industrial Século XIX foi a era das máquinas a vapor Século XX principais conquistas foram

Leia mais

CÓDIGO GENÉTICO E SÍNTESE PROTEICA

CÓDIGO GENÉTICO E SÍNTESE PROTEICA CÓDIGO GENÉTICO E SÍNTESE PROTEICA Juliana Mara Stormovski de Andrade As proteínas são as moléculas mais abundantes e funcionalmente diversas nos sistema biológicos. Praticamente todos os processos vitais

Leia mais

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito

Prof. Samuel Henrique Bucke Brito - Anéis Ópticos em Backbone www.labcisco.com.br ::: shbbrito@labcisco.com.br Prof. Samuel Henrique Bucke Brito Introdução Em 1980 foi formado o grupo de trabalho ANSI X3T9.5 com a finalidade de desenvolver

Leia mais

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes

Figura 1 Taxas de transmissão entre as redes Conceitos de Redes Locais A função básica de uma rede local (LAN) é permitir a distribuição da informação e a automatização das funções de negócio de uma organização. As principais aplicações que requerem

Leia mais

Grupo Tchê Química Análise de Moléculas de DNA

Grupo Tchê Química Análise de Moléculas de DNA Grupo Tchê Química Análise de Moléculas de DNA EDUARDO GOLDANI, ROCHELE FERNANDES ÍNDICE Introdução 03 Fundamentação teórica 05 Como as moléculas de DNA são analisadas 08 Fotos de eletroforese em gel 12

Leia mais

Universidade de Brasília

Universidade de Brasília Universidade de Brasília Introdução a Microinformática Turma H Redes e Internet Giordane Lima Porque ligar computadores em Rede? Compartilhamento de arquivos; Compartilhamento de periféricos; Mensagens

Leia mais

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores

ALGUNS CONCEITOS. Rede de Computadores ALGUNS CONCEITOS Rede de Computadores Prof. Airton Ribeiro de Sousa E-mail: airton.ribeiros@gmail.com 1 OBJETIVO 1. Compartilhar recursos computacionais disponíveis sem considerar a localização física

Leia mais

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas

5.2 MAN s (Metropolitan Area Network) Redes Metropolitanas MÓDULO 5 Tipos de Redes 5.1 LAN s (Local Area Network) Redes Locais As LAN s são pequenas redes, a maioria de uso privado, que interligam nós dentro de pequenas distâncias, variando entre 1 a 30 km. São

Leia mais

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches

Aula 03 Regras de Segmentação e Switches Disciplina: Dispositivos de Rede II Professor: Jéferson Mendonça de Limas 4º Semestre Aula 03 Regras de Segmentação e Switches 2014/1 19/08/14 1 2de 38 Domínio de Colisão Os domínios de colisão são os

Leia mais

ARQUITETURA TRADICIONAL

ARQUITETURA TRADICIONAL INTRODUÇÃO Atualmente no universo corporativo, a necessidade constante de gestores de tomar decisões cruciais para os bons negócios das empresas, faz da informação seu bem mais precioso. Nos dias de hoje,

Leia mais

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código)

Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Processos (Threads,Virtualização e Migração de Código) Roteiro Processos Threads Virtualização Migração de Código O que é um processo?! Processos são programas em execução. Processo Processo Processo tem

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 1 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 1-31/08/2007 1 Objetivo da disciplina O objetivo dessa disciplina é dar ao aluno noções básicas de computação. Serão apresentados

Leia mais

Aula 4 Estrutura do RNA

Aula 4 Estrutura do RNA Biologia Molecular Básica Módulo I Básico Aula 4 Estrutura do RNA O RNA é uma molécula intermediária na síntese de proteínas. Ela faz a intermediação entre o DNA e as proteínas. As principais diferenças

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. 01) Considere as seguintes assertivas sobre conceitos de sistemas operacionais:

SISTEMAS OPERACIONAIS. 01) Considere as seguintes assertivas sobre conceitos de sistemas operacionais: SISTEMAS OPERACIONAIS 01) Considere as seguintes assertivas sobre conceitos de sistemas operacionais: I. De forma geral, os sistemas operacionais fornecem certos conceitos e abstrações básicos, como processos,

Leia mais

2 Trabalhos Relacionados

2 Trabalhos Relacionados 2 Trabalhos Relacionados Nesse capítulo, apresentamos os trabalhos relacionados ao GridFS, entrando em mais detalhes sobre os sistemas citados durante a introdução e realizando algumas considerações sobre

Leia mais

Conexões entre matemática e biologia

Conexões entre matemática e biologia EB-207 Matemática Biológica 1 Conexões entre matemática e biologia Prof. Rodrigo Sávio Pessoa Sumário 2 1. Introdução 2. A nanotecnologia aplicada as ciências biológicas 3. Algumas questões biológicas

Leia mais

Cornell usa computação de alto desempenho para acelerar a pesquisa e ampliar o acesso a softwares

Cornell usa computação de alto desempenho para acelerar a pesquisa e ampliar o acesso a softwares Portfólio de produtos Microsoft para servidores Estudo de caso de solução do cliente Cornell usa computação de alto desempenho para acelerar a pesquisa e ampliar o acesso a softwares Visão geral País ou

Leia mais

Programação de Computadores

Programação de Computadores Aula 01 Introdução Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2011.1 1 Processamento de dados 2 Organização de Computadores 3 Sistemas de Numeração Processamento de dados Processamento

Leia mais

A base molecular da vida Constituintes da matéria-viva

A base molecular da vida Constituintes da matéria-viva A base molecular da vida Constituintes da matéria-viva Principais elementos químicos dos seres vivos Quando se analisa a matéria-viva que constitui os seres vivos, encontram-se principalmente os seguintes

Leia mais

AULA4: PROCESSADORES. Figura 1 Processadores Intel e AMD.

AULA4: PROCESSADORES. Figura 1 Processadores Intel e AMD. AULA4: PROCESSADORES 1. OBJETIVO Figura 1 Processadores Intel e AMD. Conhecer as funcionalidades dos processadores nos computadores trabalhando suas principais características e aplicações. 2. INTRODUÇÃO

Leia mais

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Hardware de Computadores Questionário II 1. A principal diferença entre dois processadores, um deles equipado com memória cache o

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos Capítulo 8 Sistemas com Múltiplos Processadores 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos 1 Sistemas Multiprocessadores Necessidade contínua de computadores mais rápidos modelo

Leia mais

ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO

ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO ÁCIDOS NUCLEICOS DNA - ÁCIDO DESOXIRRIBONUCLEICO RNA - ÁCIDO RIBONUCLEICO 1 Funções dos ácidos nucleicos Armazenar e expressar a informação genética Replicação Cópia da mensagem contida no DNA, que será

Leia mais

Organização Básica de Computadores. Memória. Memória. Memória. Memória. Memória Parte I. Computador eletrônico digital. Sistema composto por

Organização Básica de Computadores. Memória. Memória. Memória. Memória. Memória Parte I. Computador eletrônico digital. Sistema composto por Ciência da Computação Arq. e Org. de Computadores Parte I Organização Básica de Computadores Computador eletrônico digital Sistema composto por processador memória dispositivos de entrada e saída interligados.

Leia mais

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1

Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio. slide 1 Telecomunicações, Internet e tecnologia sem fio slide 1 Objetivos de estudo Quais os principais componentes das redes de telecomunicações e quais as principais tecnologias de rede? Quais os principais

Leia mais

O processo da Expressão Gênica

O processo da Expressão Gênica INBEQMeDI Instituto Nacional de Biotecnologia Estrutural e Química Medicinal em Doenças Infecciosas Coordenadoria de Educação e Difusão de Ciências Telefone: (16) 3373-9159 Rua 9 de julho, 1205 - Centro

Leia mais

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A

Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A PREGÃO PRESENCIAL N. 2010/169 OBJETO: AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE ARMAZENAMENTO EXTERNO - STORAGE E TAPE LIBRARY. Ref.: Esclarecimentos A unidade de Tape Library será instalada em servidor dedicado a

Leia mais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais

Administração de Sistemas de Informação Gerenciais Administração de Sistemas de Informação Gerenciais UNIDADE III: Infraestrutura de Tecnologia da Informação Atualmente, a infraestrutura de TI é composta por cinco elementos principais: hardware, software,

Leia mais

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br

Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Claudivan C. Lopes claudivan@ifpb.edu.br Por que redes de computadores? Tipos de redes Componentes de uma rede IFPB/Patos - Prof. Claudivan 2 Quando o assunto é informática, é impossível não pensar em

Leia mais

O que é RAID? Tipos de RAID:

O que é RAID? Tipos de RAID: O que é RAID? RAID é a sigla para Redundant Array of Independent Disks. É um conjunto de HD's que funcionam como se fosse um só, isso quer dizer que permite uma tolerância alta contra falhas, pois se um

Leia mais

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles

FAMÍLIA EMC VPLEX. Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles FAMÍLIA EMC VPLEX Disponibilidade contínua e mobilidade de dados nos datacenters e entre eles GARANTINDO DISPONIBILIDADE CONTÍNUA E MOBILIDADE DE DADOS PARA APLICATIVOS ESSENCIAIS A infraestrutura de armazenamento

Leia mais

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor

Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Introdução ao Modelos de Duas Camadas Cliente Servidor Desenvolvimento de Sistemas Cliente Servidor Prof. Esp. MBA Heuber G. F. Lima Aula 1 Ciclo de Vida Clássico Aonde estamos? Page 2 Análise O que fizemos

Leia mais

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas

Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Prova INSS RJ - 2007 cargo: Fiscal de Rendas Material de Apoio de Informática - Prof(a) Ana Lucia 53. Uma rede de microcomputadores acessa os recursos da Internet e utiliza o endereço IP 138.159.0.0/16,

Leia mais