Motivação. Armazenamento de Dados -- Ficheiros & Bases-de-Dados -- Motivação (2) Sistemas de Informação

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Motivação. Armazenamento de Dados -- Ficheiros & Bases-de-Dados -- Motivação (2) Sistemas de Informação"

Transcrição

1 Motivação Armazenamento de Dados -- Ficheiros & Bases-de-Dados -- Sistemas Informáticos I, 2005/2006 SLIDES 8 Departamento de Engenharia Informática Numerus clausus = 120, Duração média=4.5anos Alunos Inscritos 120x4.5 = 630 Adicionemos alunos de mestrado, doutoramento, docentes e funcionários ~ 1000 pessoas Sistema de Informação struct Pessoa { char nome[80]; long BI; char morada[200]; pixel_rgb fotografia[640][480];... }; sizeof(pessoa) 900 Kbyte 900Kbyte * Mbyte Motivação (2) É necessário armazenar os dados de forma persistente (i.e. não volátil) Não é possível manter simultaneamente todos os dados em memória, mesmo quando o programa está em execução Os 900 Mbyte foram uma estimativa por baixo! Sistemas de Informação Actualmente, é comum separar-se as aplicações em dados persistentes e lógica de negócio Em sistemas pequenos : Ficheiros directos Em sistemas grandes : Bases-de-dados Lógica de Controlo Dados Persistentes Programa 1

2 Sistema de Ficheiros Sistema de Ficheiros: Recurso directamente disponível a nível do sistema operativo O SO apenas oferece primitivas para: Abrir e fechar ficheiros Ler e escrever blocos de bytes no ficheiro O programador é responsável por programar toda a gestão de dados nos ficheiros Índices para pesquisas rápidas, tolerância a erros, gestão de concorrência, etc. Bases-de-Dados Existe um programa especial (SGBD Sistema de Gestão de Base-de-Dados) que faz toda a gestão dos dados Oracle, MS-SQL Server, Postgre, MySQL, etc. O programa estabelece uma ligação à base-de-dados utilizando um protocolo chamado ODBC A BD pode estar na mesma máquina ou noutra máquina Através da ligação, envia os seus dados e pode fazer pesquisas SQL = Structured Query Language Aplicação Aplicação ODBC Base de Dados SGBD (Sistema de Gestão de BD) Acesso a ficheiros Sistemas de Ficheiros O sistema operativo disponibiliza funções para: Abrir e fechar ficheiros open() / close() Ler e escrever dados read() / write() Quando se abre um ficheiro, é retornado um handle (inteiro) que representa o ficheiro nesse processo 2

3 Acesso a ficheiros (2) Como é que o SO organiza os ficheiros? Associado a cada handle, que representa um ficheiro aberto, também existe um FILE POINTER (FP) O FP representa a posição corrente de leitura ou escrita no ficheiro O FP é incrementado automaticamente sempre que há uma leitura ou escrita Ficheiro FP Associado a cada handle existe um buffer de dados Princípio da localidade temporal e espacial Funciona como cache e prefetch Árvore de Directorias Como é que o SO sabe onde estão os ficheiros? Disk Data Layout 3

4 Disk Performance Parameters Access time Ta = (seek time) + (rotational delay) The time it takes to get in position to read or write. Seek Time & Rotational Delay Today, the common size of a disk is about 9cm. Average seek time: 5 to 10 ms. Data transfer occurs as the sector moves under the head. At 10,000 rpm the rotational delay is 3ms. Floppy disks rotate between 300 and 600 rpm. The average delay will be between 100 and 200 ms. Transfer Time Average Total Access Time T = b r. N Ta = Ts b 2r rn T = transfer time b = number of bytes to be transferred N = number of bytes on a track r = rotation speed, in revolutions per second Ts = average seek time 4

5 Exemplo Consider a disk with average seek time of 10 ms, rotation speed of 10,000 rpm, 512-byte sectors with 320 sectors per track. Suppose we want to read a file with 2560 sectors for a total of 1.3MBytes. What is the Total Transfer Time? Exemplo: v1 First, we assume that the file is stored on contiguous on disk, and occupies all the sectors in 8 adjacent tracks (8 tracks x 320 sectors/track = 2560 sectors). This corresponds to a sequential storage of the file. T1 = Time to read first track: T1 = 10 (seek time) + 3 (rotational delay) + 6 (read 320 sectors) = 19ms Next reads the seek time will be 0. Each sucessive track is read in (3 + 6) = 9 ms Total time = x 9 = 82 ms = 0,082 seconds Exemplo: v2 Now, assume the file is spreaded over the disk, and the acessess to the sectors are distributed randomly. For each sector we have: T sector = 10 (seek) + 3 (rotational delay) (read 1 sector) Total time = 2560 x = ms = secs Conclusions from this example The order in which the sectors are read from the disk has a tremendous effect on I/O performance. Seek time is the reason for differences in performance. For a single disk request there will be a number of I/O requests. If requests are selected randomly, we will get the worst possible performance. In this case it is 406 times slower!!! 5

6 Disk Scheduling Policies Disk Scheduling Policies First-in, first-out (FIFO) Process request sequentially. Fair to all processes. Approaches random scheduling in performance if there are many processes. Disk Scheduling Policies Priority Goal is not to optimize disk use but to meet other objectives. Short batch jobs may have higher priority. Provide good interactive response time. Disk Scheduling Policies Shortest Service Time First (SSTF) Select the disk I/O request that requires the least movement of the disk arm from its current position. Always choose the minimum Seek time. 6

7 Disk Scheduling Policies SCAN The disk arm starts at one end of the disk, and moves toward the other end, servicing requests until it gets to the other end of the disk, where the head movement is reversed and servicing continues. Disk Scheduling Policies C-SCAN Restricts scanning to one direction only. The head moves from one end of the disk to the other, servicing requests as it goes. When it reaches the other end, however, it immediately returns to the beginning of the disk, without servicing any requests on the return trip. Disk Scheduling Policies N-step-SCAN Segments the disk request queue into sub-queues of length N. Sub-queues are process one at a time, using SCAN. New requests added to other queue when queue is processed. FSCAN Two queues. One queue is empty for new request. Disk Scheduling: Exemplo Request queue (0-199). 98, 183, 37, 122, 14, 124, 65, 67 Head pointer 53 7

8 FCFS SSTF SCAN C-SCAN 8

9 C-LOOK C-LOOK Version of C-SCAN Arm only goes as far as the last request in each direction, then reverses direction immediately, without first going all the way to the end of the disk. Disk-Scheduling Algorithms Como saber quais os sectores onde está um ficheiro? SSTF is common and has a natural appeal SCAN and C-SCAN perform better for systems that place a heavy load on the disk. Either SSTF or LOOK is a reasonable choice for the default algorithm. Contiguous allocation Linked allocation Indexed allocation Performance depends on the number and types of requests. Requests for disk service can be influenced by the file-allocation method. 9

10 Contiguous Allocation Linked Allocation FAT: File Allocation Table Indexed Allocation 10

11 Um exemplo prático FAT (DOS/Windows) O disco encontra-se dividido em sectores (clusters), a unidade mínima de informação a que se consegue aceder num disco No início do disco (disquete) existe: Boot sector File Allocation Table (FAT) Disk Root Directory FAT Cada entrada da FAT indica qual o próximo sector que um certo ficheiro ocupa Cada entrada da Disk Root Directory indica o nome e atributos de um certo ficheiro, assim como o seu primeiro sector Disco Exame.doc RH : Frequência.doc RH : Boot FAT Directory Table Data EOF EOF FREEEOF 214 BAD EOF O ficheiro Frequência.doc ocupa os sectores 201, 203, 204 e Questões A Disk Root Table apenas contém as entradas do directório raiz do disco. Como é que são guardadas as sub-directorias? FAT16 quer dizer que os ponteiros na FAT são de 16 bits. Qual é o número máximo de ficheiros que o disco pode ter? Tendo um disco de 40Gbytes, qual seria o tamanho de cada sector (cluster)? Vê algum problema nisso? (hoje, em Windows, quando não se utiliza NTFS utiliza-se FAT32) Voltemos ao Sistema de Informação Suponhamos que armazenamos todas as pessoas do DEI num ficheiro sequencial Pessoas.dat JOANA FRANCISCA R. Fernão Lop Qual é o problema se quisermos encontrar o aluno com o BI Nº ? Esquecendo as caches Tempo médio de acesso ao disco = 10ms Em média temos de percorrer ½ ficheiro = 500 entradas 500 entradas X 10ms = 5000ms = 5s!!! 11

12 Utilização de Índices Se se sabe que vão ser feitas pesquisas por BI, cria-se uma tabela especial que para cada BI indica qual a entrada no ficheiro que a contém. Esta tabela chama-se um índice sobre o BI A tabela é armazenada conjuntamente no ficheiro ou num ficheiro à parte Pessoas.dat Utilização de Índices Os índices resultam porque Tipicamente o tamanho do índice é muito mais pequeno do que o tamanho dos dados Muitas vezes é mesmo possível manter todo o índice em memória Os índices podem estar ordenados (pesquisa binária) ou pode-se fazer hashing ( ) ( ) BI Entrada Este tipo de tabelas é conhecida como TABELA INVERTIDA (Inverted Table) Tamanho do Índice Atenção: em muitos sistemas, o tamanho dos índices pode tornar-se um problema. Bases de Dados No nosso caso e admitindo que o Sistema de Informação comporta no máximo alunos, qual é que teria de ser o tamanho da tabela de índices para BIs? 12

13 Bases-de-Dados Modelo de Dados Aplicação ODBC Base de Dados SGBD (Sistema de Gestão de BD) A maioria das bases-de-dados actuais seguem o chamado MODELO RELACIONAL No Modelo Relacional, os dados são vistos em termos de tabelas e relações entre tabelas A aplicação estabelece uma ligação ao SGBD que é responsável por manter todos os dados da aplicação O protocolo de comunicação utilizado é ODBC A linguagem utilizada para falar com a BD chama-se SQL (Structured Query Language) A base-de-dados tem obrigação de: Mandar os dados de forma persistente Facilitar a forma como a gestão dos dados é realizada Responder a interrogações e actualizações de forma rápida Tolerar falhas (e.g. faltar a luz a meio de uma escrita) Tabela Alunos Tabelas Chave Primária: Atributo especial que permite identificar univocamente um tuplo Atributo: Algo que caracteriza a entidade Relacionamentos Tabela Alunos Tabela Cadeiras Tabela Inscrições Tuplo: Conjunto ordenado de dados relacionados 13

14 Relacionamentos Exemplo Prático MS Access A tabela Inscrições está relacionada com a tabela Alunos e Cadeiras As chaves primárias dos relacionamentos aparecem como atributos da chave do relacionamento Queries Como as tabelas estão relacionadas, é possível fazer interrogações (queries) à base-de-dados Exemplo: Quais os nomes e anos de nascimento dos alunos que estiveram inscritos a Tecnologias dos Computadores em 1998 Queries - SQL Quais os nomes e os anos de nascimento dos alunos que estiveram inscritos a Tecnologias dos Computadores em SELECT FROM WHERE nome, ano_nasc alunos A, cadeiras C, inscrições INS nome_cadeira= Tecnologias dos Computadores AND INS.ano = 1998 AND C.num_cadeira = INS.num_cadeira AND INS.num_aluno = A.num_aluno

15 Queries - SQL Inserção de Dados - SQL 6 As queries em SQL também retornam tabelas SELECT nome, ano_nasc FROM alunos A, cadeiras C, inscrições INS WHERE nome_cadeira= Tecnologias dos Computadores AND INS.ano = 1998 AND C.num_cadeira = INS.num_cadeira AND INS.num_aluno = A.num_aluno Também se podem inserir dados na base-de-dados INSERT INTO alunos (num_aluno, nome, morada, ano_nasc) VALUES ( , Teresa Matos, R. Alforrecas, 12, Coimbra, 1984) SELECT INSERT UPDATE DELETE Outro Exemplo Relacionamento entre tabelas 15

16 Queries sobre a BD select Title from Movie where Rating = 'PG' select Name, Address from Customer select * from Movie where Genre like '%action%' select * from Movie where Rating = 'R'order by Title Operações sobre a BD insert into Customer values (9876, 'John Smith', '602 Greenbriar Court', ' ') update Movie set Genre = 'thriller drama'where title = 'Unbreakable' delete from Movie where Rating = 'R' Recordemos Criação de Bases-de-Dados Aplicação ODBC Base de Dados Na prática, quando se quer fazer uma base-dedados, não se começa por criar tabelas Cria-se (modela-se) o problema: Modelo CONCEPTURAL da Base-de-dados SELECT nome FROM alunos SGBD (Sistema de Gestão de BD) O que viaja na ligação são estas ordens, na linguagem SQL. A aplicação tem de enviar as suas ordens nesta linguagem e processar os resultados retornados Para criar o modelo conceptual da Base-de-dados, utilizam-se Diagramas ENTIDADE- RELACIONAMENTO (Diagramas ER) Só após se ter o diagrama Entidade- Relacionamento é que se criam as tabelas: MODELO FÍSICO da Base-de-dados Muitas vezes, as ferramentas permitem passar automaticamente do modelo conceptual para o modelo físico 16

17 Modelo Entidade-Relacionamento Modela o problema em termos de ENTIDADES e RELAÇÕES entre entidades As relações podem ser de: 1 para 1 (1:1) 1 para N (1:N) N para N (N:N) As relações podem ter participação obrigatória ou não ALUNO N Inscrito N CADEIRA 1 Possui N TESTE Leitura do ER Cada aluno pode estar inscrito em várias cadeiras; cada cadeira pode ter vários alunos inscritos Cada aluno tem de estar obrigatoriamente inscrito a uma cadeira; pode haver cadeiras sem alunos (e.g. cadeiras que não funcionam num ano) Em cada cadeira pode haver vários testes; cada teste só pode pertencer a uma cadeira Pode haver cadeiras sem testes; Cada teste tem de ter obrigatoriamente uma cadeira associada Recordemos Transacções em BDs Motivação REDE Base de Dados Transfere da conta para a conta : boolean ok = conta1.retira( ); 2: if (ok) 3: { 4: conta2.coloca( ); 5: } -- E se a aplicação crasha na linha 2?? -- E se deixa de haver ligação de rede na linha 4?? -- E se o servidor crasha entre a linha 1 e 2?? 17

18 Transacções em BDs Uma das razões muito importantes para se utilizar BDs, para além da performance, é o ter garantias de integridade de dados Transacção: uma conjunto de operações que devem ser executadas de forma indivisível (i.e. atómica) Uma operação atómica é aquela em que ou executa tudo ou não executa nada. As base-de-dados têm suporte directo para transacções. Transacções Transacção Tem um início bem definido Ou existe um COMMIT ou um ROLLBACK COMMIT As alterações tornam-se permanentes ROLLBACK As alterações são anuladas Durante uma transacção, as alterações na BD apenas são visíveis para o utilizador que as está a fazer. Todos os outros utilizadores vêem os dados como se nada estivesse a acontecer (...) trans.begintransaction(); boolean ok = conta1.retira( ); if (ok) { conta2.coloca( ); trans.committransaction(); } else trans.rollbacktransaction(); Transacções Ideia da Implementação Para saber mais Sempre que um utilizador inicia uma transacção, todos os dados sobre os quais trabalha são privados (é feita uma cópia) Quando é feito o COMMIT da transacção, a BD é então actualizada No caso de haver conflito no acesso a dados, pode ser necessário suspender temporariamente outras transacções Dentro da transacção: é criada uma cópia de todos os dados que estão a ser actualizados Computer Science An Overview Capítulo 8 (8.1, 8.2, 8.3) Capítulo 9 (9.1, 9.2, 9.3) Computer Science Illuminated Capítulo 11 (11.1, 11.2) Capítulo 12 (12.1, 12.3 COMMIT: Actualiza-se ROLLBACK: Deita-se fora 18

Sistema de Ficheiros

Sistema de Ficheiros Armazenamento de Dados -- Ficheiros & Bases-de-Dados -- Sistemas Informáticos SLIDES 8 Motivação Departamento de Engenharia Informática Numerus clausus = 120, Duração média=4.5anos Alunos Inscritos 120x4.5

Leia mais

Sistemas de Ficheiros. Ficheiros Diretórios Implementação de sistemas de ficheiros Exemplos de sistemas de ficheiros

Sistemas de Ficheiros. Ficheiros Diretórios Implementação de sistemas de ficheiros Exemplos de sistemas de ficheiros Sistemas de Ficheiros Ficheiros Diretórios Implementação de sistemas de ficheiros Exemplos de sistemas de ficheiros 1 Armazenamento de Informação de Longo Prazo 1. Deve armazenar grandes massas de dados

Leia mais

Bases de Dados. Parte IX: Organização Física dos Dados

Bases de Dados. Parte IX: Organização Física dos Dados Bases de Dados Parte IX Organização Física dos Dados Unidades de Medida da Informação A unidade fundamental é o byte. byte corresponde a 8 bits e cada bit permite representar ou um 0 ou um. Kilobyte (Kbyte

Leia mais

Tipos de dados complexos e objectos Tipos de dados estruturados e herança em SQL Herança de tabelas Matrizes e multi-conjuntos em SQL Identidade de

Tipos de dados complexos e objectos Tipos de dados estruturados e herança em SQL Herança de tabelas Matrizes e multi-conjuntos em SQL Identidade de Capítulo 8: BDs Objecto-Relacional Tipos de dados complexos e objectos Tipos de dados estruturados e herança em SQL Herança de tabelas Matrizes e multi-conjuntos em SQL Identidade de Objectos e Referência

Leia mais

FORMATAÇÃO DE DISCO SETORES

FORMATAÇÃO DE DISCO SETORES FORMATAÇÃO DE DISCO O DISCO RÍGIDO CONSISTE DE UM ARRANJO DE PRATOS DE ALUMÍNIO, LIGA METÁLICA OU VIDRO, CADA QUAL COBERTO POR UMA FINA CAMADA DE ÓXIDO DE METAL MAGNETIZADO APÓS A FABRICAÇÃO, NÃO HÁ DADO

Leia mais

Capítulo Sistemas de Memória Memória Virtual. Ch7b 1

Capítulo Sistemas de Memória Memória Virtual. Ch7b 1 Capítulo Sistemas de Memória Memória Virtual Ch7b Memória Virtual Memória principal funciona como uma cache para o armazenamento secundário (disco) Virtual addresses Physical addresses Address translation

Leia mais

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Memória Secundária. Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé

UFRJ IM - DCC. Sistemas Operacionais I. Unidade IV Gerência de Memória Secundária. Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé UFRJ IM - DCC Sistemas Operacionais I Unidade IV Gerência de Memória Secundária Prof. Valeria M. Bastos 18/06/2012 Prof. Antonio Carlos Gay Thomé 1 ORGANIZAÇÃO DA UNIDADE Gerência de Entrada e Saída Gerência

Leia mais

Oracle PL/SQL Overview

Oracle PL/SQL Overview Faculdades Network Oracle PL/SQL Overview Prof. Edinelson PL/SQL Linguagem de Programação Procedural Language / Structured Query Language Une o estilo modular de linguagens de programação à versatilidade

Leia mais

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1

PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 INTRODUÇÃO PHP INTEGRAÇÃO COM MYSQL PARTE 1 Leonardo Pereira leonardo@estudandoti.com.br Facebook: leongamerti http://www.estudandoti.com.br Informações que precisam ser manipuladas com mais segurança

Leia mais

O dono de uma livraria cuja base de dados é administrada por si pediu-lhe para efectuar as seguintes alterações ao preço dos livros:

O dono de uma livraria cuja base de dados é administrada por si pediu-lhe para efectuar as seguintes alterações ao preço dos livros: - Necessidade O dono de uma livraria cuja base de dados é administrada por si pediu-lhe para efectuar as seguintes alterações ao preço dos livros: Os livros que custarem mais de 10, devem ver o seu preço

Leia mais

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior

Armazenamento de Dados. Prof. Antonio Almeida de Barros Junior Armazenamento de Dados Prof. Antonio Almeida de Barros Junior 1 Armazenamento de Dados Todos os dados que utilizamos até o momento, ficavam armazenados apenas na memória. Ao final da execução dos programas,

Leia mais

Tópicos Avançados de Bases de Dados Instituto Politécnico da Guarda, Escola Superior de Tecnologia e Gestão, 2005/2006

Tópicos Avançados de Bases de Dados Instituto Politécnico da Guarda, Escola Superior de Tecnologia e Gestão, 2005/2006 Programa de TABD 2004/2005 Componente teórica Tópicos Avançados de Bases de Dados Revisão e complemento de bases de dados relacionais Revisão de conceitos básicos Transacções e controlo de concorrência

Leia mais

Ambiente SQL: esquemas

Ambiente SQL: esquemas Ambiente SQL: esquemas Um ambiente SQL é constituído pelo conjunto de elementos da BDs tabelas, visões, domínios e asserções, sobre os quais podem ser executadas operações SQL. Estes elementos podem ser

Leia mais

A compreensão do mecanismo de transações é essencial, sempre que a

A compreensão do mecanismo de transações é essencial, sempre que a Transações A compreensão do mecanismo de transações é essencial, sempre que a base de dados d servir várias clientes simultaneamente. Em SQL é possível definir explicitamente os limites de uma transação.

Leia mais

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri

Banco de Dados. Prof. Dr. Rogério Galante Negri Banco de Dados Prof Dr Rogério Galante Negri Tradicionalmente O armazenamento dos dados utilizava arquivos individuais, sem nenhum relacionamento Cada programa utilizava seu próprio sistema de arquivo

Leia mais

Bases de Dados Distribuídas

Bases de Dados Distribuídas Introdução Devido ao ambiente de grande competitividade em que as organizações de hoje têm que actuar, estas são forçadas a distribuir-se geograficamente, procurando as condições locais mais favoráveis

Leia mais

PL/pgSQL por Diversão e Lucro

PL/pgSQL por Diversão e Lucro PL/pgSQL por Diversão e Lucro Roberto Mello 3a. Conferência Brasileira de PostgreSQL - PGCon-BR Campinas - 2009 1 Objetivos Apresentar as partes principais do PL/pgSQL Apresentar casos de uso comum do

Leia mais

Laboratório 3. Base de Dados II 2008/2009

Laboratório 3. Base de Dados II 2008/2009 Laboratório 3 Base de Dados II 2008/2009 Plano de Trabalho Lab. 3: Programação em Transact-SQL MYSQL Referências www.mysql.com MICROSOFT SQL SERVER - Procedimentos do Lado do Servidor (Stored Procedures)

Leia mais

Consistem num conjunto de apontadores para instâncias especificas de cada relação.

Consistem num conjunto de apontadores para instâncias especificas de cada relação. Mecanismo usado para mais fácil e rapidamente aceder à informação existente numa base de dados. Bases de Dados de elevadas dimensões. Consistem num conjunto de apontadores para instâncias especificas de

Leia mais

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet

Faculdade Pitágoras 16/08/2011. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Sistemas para Internet Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível

Leia mais

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL

Faculdade Pitágoras. Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados. Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL Faculdade Pitágoras Curso Superior de Tecnologia: Banco de Dados Disciplina: Banco de Dados Prof.: Fernando Hadad Zaidan SQL A linguagem SQL é responsável por garantir um bom nível de independência do

Leia mais

trigger insert, delete, update

trigger insert, delete, update 1 Um trigger é um conjunto de instruções SQL armazenadas no catalogo da BD Pertence a um grupo de stored programs do MySQL Executado quando um evento associado com uma tabela acontece: insert, delete,

Leia mais

! O exame quase não tem componente teórica. ! E a componente prática é só programação concorrente. ! É uma cadeira de engenharia : temos de

! O exame quase não tem componente teórica. ! E a componente prática é só programação concorrente. ! É uma cadeira de engenharia : temos de As más notícias Sistemas Operativos II LESI Grupo de Sistemas Distribuídos!""#$%%& '()(*)+, *-!.)#"! O exame quase não tem componente teórica! E a componente prática é só programação concorrente! É uma

Leia mais

Bases de Dados 2007/2008. Aula 1. Referências

Bases de Dados 2007/2008. Aula 1. Referências Bases de Dados 2007/2008 Aula 1 Sumário 1. SQL Server 2000: configuração do acesso ao servidor. 1.1. SQL Server Service Manager. 1.2. SQL Server Enterprise Manager. 1.3. SQL Query Analyzer. 2. A base de

Leia mais

Administração e Optimização de BDs

Administração e Optimização de BDs Departamento de Engenharia Informática 2010/2011 Administração e Optimização de BDs Mini-Projecto 1 2º semestre A resolução deve ser claramente identificada com o número de grupo e entregue sob a forma

Leia mais

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção

Funções de um SO. Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção Sistemas de Arquivos Funções de um SO Gerência de processos Gerência de memória Gerência de Arquivos Gerência de I/O Sistema de Proteção 2 Sistemas Operacionais Necessidade de Armazenamento Grandes quantidades

Leia mais

Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos

Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistemas Operacionais: Sistema de Arquivos Sistema de Arquivos Arquivos Espaço contíguo de armazenamento Armazenado em dispositivo secundário Estrutura Nenhuma: seqüência de bytes Registros, documentos,

Leia mais

Estrutura Interna do KernelUNIX Sistema O. Estrutura Interna de Arquivos (1) Estrutura Seqüência. User application. Standard Unix libraries

Estrutura Interna do KernelUNIX Sistema O. Estrutura Interna de Arquivos (1) Estrutura Seqüência. User application. Standard Unix libraries Sistemas de Arquivos (Aula 23) Funções Profa. Gerência Sistema de um processos SO Patrícia D. CostaLPRM/DI/UFES de de de Proteção memória I/O Arquivos Necessidade 2 Sistemas Operacionais 2008/1 Grandes

Leia mais

SQL Procedural. Josino Rodrigues Neto josinon@gmail.com

SQL Procedural. Josino Rodrigues Neto josinon@gmail.com SQL Procedural Josino Rodrigues Neto josinon@gmail.com SQL Procedural Agregada em SQL-92 As ferramentas têm nomes para suas linguagens SQL procedurais/embutidas Oracle : PL/SQL Postgres PL/Pgsql SQL Server

Leia mais

PL/SQL. Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Laboratório de Bases de Dados PL/SQL

PL/SQL. Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Laboratório de Bases de Dados PL/SQL PL/SQL Laboratório de Bases de Dados PL/SQL Program Language SQL linguagem de programação da Oracle que permite processar dados armazenados no banco de dados Exemplos de operações permitidas alterar, remover,

Leia mais

Banco de Dados. Maurício Edgar Stivanello

Banco de Dados. Maurício Edgar Stivanello Banco de Dados Maurício Edgar Stivanello Agenda Conceitos Básicos SGBD Projeto de Banco de Dados SQL Ferramentas Exemplo Dado e Informação Dado Fato do mundo real que está registrado e possui um significado

Leia mais

Sistemas de Armazenamento de Ficheiros. Interface

Sistemas de Armazenamento de Ficheiros. Interface Gestão de Ficheiros Sistemas de Armazenamento de Ficheiros disquetes fita magnetica discos duros (winchester) cdrom cds re-gravaveis cartridges (zip,jazz...)... 1 Powered by FreeBSD & L A T E X2e Interface

Leia mais

Serviços: API REST. URL - Recurso

Serviços: API REST. URL - Recurso Serviços: API REST URL - Recurso URLs reflectem recursos Cada entidade principal deve corresponder a um recurso Cada recurso deve ter um único URL Os URLs referem em geral substantivos URLs podem reflectir

Leia mais

SQL Gatilhos (Triggers)

SQL Gatilhos (Triggers) SQL Gatilhos (Triggers) Laboratório de Bases de Dados Gatilho (trigger) Bloco PL/SQL que é disparado de forma automática e implícita sempre que ocorrer um evento associado a uma tabela INSERT UPDATE DELETE

Leia mais

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período

Sistemas de Informação. Sistemas Operacionais 4º Período Sistemas de Informação Sistemas Operacionais 4º Período SISTEMA DE ARQUIVOS SUMÁRIO 7. SISTEMA DE ARQUIVOS: 7.1 Introdução; 7.2 s; 7.3 Diretórios; 7.4 Gerência de Espaço Livre em Disco; 7.5 Gerência de

Leia mais

Worldwide Online TechDay. 30 - Outubro

Worldwide Online TechDay. 30 - Outubro 30 - Outubro 1 Como funciona um banco de dados Microsoft SQL Server? Fabricio Catae Premier Field Engineer Microsoft Certified Master Twitter: @fcatae WebSite: http://blogs.msdn.com/fcatae/ 2 Nossos Parceiros

Leia mais

Transações. Prof. Márcio Bueno. {bd2tarde,bd2noited}@marciobueno.com. Material do Prof. Paulo Pires

Transações. Prof. Márcio Bueno. {bd2tarde,bd2noited}@marciobueno.com. Material do Prof. Paulo Pires Transações Prof. Márcio Bueno {bd2tarde,bd2noited}@marciobueno.com Material do Prof. Paulo Pires Introdução a Transações SGBD sistema de processamento de operações de acesso ao BD SGBDs são em geral multi-usuários

Leia mais

Modelos de Consistência e Replicação de Dados

Modelos de Consistência e Replicação de Dados Modelos de Consistência e Replicação de Dados Prof. Raul Ceretta Nunes Curso de Ciência da Computação ELC1018 - Sistemas Distribuídos 1 Introdução SD é adequado para replicação de dados Replicas devem

Leia mais

O que são Bancos de Dados?

O que são Bancos de Dados? SQL Básico Liojes de Oliveira Carneiro professor.liojes@gmail.com www.professor-liojes.blogspot.com O que são Bancos de Dados? É o software que armazena, organiza, controla, trata e distribui os dados

Leia mais

Bases de Dados 2012/2013 Restrições de Integridade em SQL. Helena Galhardas 2012 IST. Bibliografia

Bases de Dados 2012/2013 Restrições de Integridade em SQL. Helena Galhardas 2012 IST. Bibliografia Bases de Dados 2012/2013 Restrições de Integridade em SQL Helena Galhardas Bibliografia Raghu Ramakrishnan, Database Management Systems, Cap. 3 e 5 1 1 Sumário Restrições de Integridade (RIs) em SQL Chave

Leia mais

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão

SISTEMAS DE BANCO DE DADOS. Prof. Adriano Pereira Maranhão SISTEMAS DE BANCO DE DADOS Prof. Adriano Pereira Maranhão 1 REVISÃO BANCO DE DADOS I O que é banco de dados? Ou seja afinal o que é um SGBD? REVISÃO BD I REVISÃO DE BD I Um Sistema de Gerenciamento de

Leia mais

Administração de Banco de Dados

Administração de Banco de Dados Administração de Banco de Dados Adriano J. Holanda http://holanda.xyz 28/8/2015 Índices Para os testes com os índices criaremos uma tabela chamada tteste com o comando teste=> CREATE TABLE tteste (id int4);

Leia mais

Persistência de Dados

Persistência de Dados Persistência de s Universidade do Estado de Santa Catarina - Udesc Centro de Ciências Tecnológicas - CCT Departamento de Ciência da Computação Tecnologia de Sistemas de Informação Estrutura de s II - DAD

Leia mais

5.2 - Armazenamento em Disco

5.2 - Armazenamento em Disco CEFET-RS Curso de Eletrônica 5.2 - Armazenamento em Disco Aspectos LógicosL Formatação e Sistemas de Arquivos Profs. Roberta Nobre & Sandro Silva robertacnobre@gmail.com e sandro@cefetrs.tche.br Unidade

Leia mais

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSORS. Profº Erinaldo Sanches Nascimento

UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSORS. Profº Erinaldo Sanches Nascimento UNINGÁ UNIDADE DE ENSINO SUPERIOR INGÁ FACULDADE INGÁ CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CURSORS Profº Erinaldo Sanches Nascimento Introdução Cursor é usado para percorrer um conjunto de linhas retornadas por uma consulta

Leia mais

Os comandos SQL utilizados nas aulas práticas e mostrados aqui foram feitos num interpretador de comandos: psql

Os comandos SQL utilizados nas aulas práticas e mostrados aqui foram feitos num interpretador de comandos: psql Bases de Dados PostgreSQL e Php Transacções Joins, agregações, vistas P. Serendero, 2011 1 PostgreSQLe Php: transacções Os comandos SQL utilizados nas aulas práticas e mostrados aqui foram feitos num interpretador

Leia mais

hdd enclosure caixa externa para disco rígido

hdd enclosure caixa externa para disco rígido hdd enclosure caixa externa para disco rígido USER S GUIDE SPECIFICATONS HDD Support: SATA 2.5 Material: Aluminium and plastics Input connections: SATA HDD Output connections: USB 3.0 (up to 5.0Gbps)

Leia mais

Caracterização dos servidores de email

Caracterização dos servidores de email Caracterização dos servidores de email Neste documento é feita a modulação de um servidor de email, com isto pretende-se descrever as principais funcionalidades e características que um servidor de email

Leia mais

PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO

PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO 3º ANO / 2º SEMESTRE 2014 INFORMÁTICA avumo@up.ac.mz Ambrósio Patricio Vumo Computer Networks & Distribution System Group Descrição do File Transfer Protocol - FTP FTP significa

Leia mais

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente. Figura 1. Base de dados de exemplo

Bases de Dados. Lab 1: Introdução ao ambiente. Figura 1. Base de dados de exemplo Departamento de Engenharia Informática 2014/2015 Bases de Dados Lab 1: Introdução ao ambiente 1º semestre O ficheiro bank.sql contém um conjunto de instruções SQL para criar a base de dados de exemplo

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação 1 1 Bases de Dados SISTEMAs DE GESTÃO DE ANO LECTIVO 2001/2002 Sistemas de Informação 2 2 Sistemas de Informação e organizações Informação e Informação nas organizações Sistemas de Informação (SI) Planeamento

Leia mais

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Administração e Optimização de Bases de Dados

INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Administração e Optimização de Bases de Dados Número: Nome: 1 -------------------------------------------------------------------------------------------------------------- INSTITUTO SUPERIOR TÉCNICO Administração e Optimização de Bases de Dados Exame

Leia mais

User Guide Manual de Utilizador

User Guide Manual de Utilizador 2400 DPI OPTICAL GAMING MOUSE User Guide Manual de Utilizador 2014 1Life Simplify it All rights reserved. www.1-life.eu 2 2400 DPI OPTICAL GAMING MOUSE ENGLISH USER GUIDE...4 MANUAL DE UTILIZADOR PORTUGUÊS...18

Leia mais

Bases de Dados. Parte VI SQL em Ambiente de Programação

Bases de Dados. Parte VI SQL em Ambiente de Programação Bases de Dados Parte VI SQL em Ambiente de Programação 1 SQL em Ambiente de Programação O SQL pode ser usado de forma interactiva por utilização do interface normalmente disponibilizado pelo próprio SGBD

Leia mais

P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L

P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L P L A N I F I C A Ç Ã O A N U A L DEPARTAMENTO: MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS ÁREA DISCIPLINAR: 550 - INFORMÁTICA DISCIPLINA: PSI CURSO: Profissional DE: Téc. de Gestão e Programação de Sist. Informáticos

Leia mais

ROTEIRO. A Linguagem SQL (I parte) CEFET.PHB - PI Prof. Jefferson Silva. As partes da linguagem SQL. A Linguagem de Definição de Dados (SQL-DDL)

ROTEIRO. A Linguagem SQL (I parte) CEFET.PHB - PI Prof. Jefferson Silva. As partes da linguagem SQL. A Linguagem de Definição de Dados (SQL-DDL) CEFET.PHB - PI Prof. Jefferson Silva SQL (MySql) ROTEIRO I PARTE - INTRODUÇÃO AO SQL COMANDOS E SUAS PARTES DA LINGUAGEM SQL II PARTE ADMINSTRAÇÃO DE BANCO DE DADOS UTILIZANDO MYSQL PRINCIPAIS INSTRUÇÕES

Leia mais

Gerenciador de Entrada/Saída

Gerenciador de Entrada/Saída Universidade Federal do ABC BC 1518 - Sistemas Operacionais (SO) Gerenciador de Entrada/Saída (aula 11) Prof. Marcelo Zanchetta do Nascimento Roteiro Princípios básicos de hardware de E/S; Operações dos

Leia mais

Cap. 3 Organização de Ficheiros e Indexação

Cap. 3 Organização de Ficheiros e Indexação Cap. 3 Organização de Ficheiros e Indexação If you don t find it in the index, look very carefully through the entire catalogue. -- Sears, Roebuck, and Co., Consumer s Guide, 1897 Abel J.P. Gomes Bibliografia:

Leia mais

Bases de Dados 2007/2008. Aula 9

Bases de Dados 2007/2008. Aula 9 Bases de Dados 2007/2008 Aula 9 1. T-SQL TRY CATCH 2. TRATAMENTO ERROS RAISERROR 3. TRIGGERS 4. EXERCÍCIOS Sumário Referências http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/ms189826.aspx (linguagem t-sql) http://www.di.ubi.pt/~pprata/bd/bd0405-proc.sql

Leia mais

PROGRAMA. Aquisição dos conceitos teóricos mais importantes sobre bases de dados contextualizados à luz de exemplos da sua aplicação no mundo real.

PROGRAMA. Aquisição dos conceitos teóricos mais importantes sobre bases de dados contextualizados à luz de exemplos da sua aplicação no mundo real. PROGRAMA ANO LECTIVO: 2005/2006 CURSO: LICENCIATURA BI-ETÁPICA EM INFORMÁTICA ANO: 2.º DISCIPLINA: BASE DE DADOS DOCENTE RESPONSÁVEL PELA REGÊNCIA: Licenciado Lino Oliveira Objectivos Gerais: Aquisição

Leia mais

Sistemas de Ficheiros. 1. Ficheiros 2. Directórios 3. Implementação de sistemas de ficheiros 4. Exemplos de sistemas de ficheiros

Sistemas de Ficheiros. 1. Ficheiros 2. Directórios 3. Implementação de sistemas de ficheiros 4. Exemplos de sistemas de ficheiros Sistemas de Ficheiros 1. Ficheiros 2. Directórios 3. Implementação de sistemas de ficheiros 4. Exemplos de sistemas de ficheiros Organização de um Sistema Operativo System Call Handler File System 1...

Leia mais

TRANSAÇÕES. Considerando que estes comandos fazem parte de uma TRANSAÇÃO (veremos como indicar isso):

TRANSAÇÕES. Considerando que estes comandos fazem parte de uma TRANSAÇÃO (veremos como indicar isso): TRANSAÇÕES 1. Visão Geral Uma transação é uma unidade lógica de trabalho (processamento) formada por um conjunto de comandos SQL cujo objetivo é preservar a integridade e a consistência dos dados. Ao final

Leia mais

Fundamentos de Arquivos e Armazenamento Secundário

Fundamentos de Arquivos e Armazenamento Secundário Fundamentos de Arquivos e Armazenamento Secundário Cristina D. A. Ciferri Thiago A. S. Pardo Leandro C. Cintra M.C.F. de Oliveira Moacir Ponti Jr. Armazenamento de Dados Armazenamento primário memória

Leia mais

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício

Introdução à Banco de Dados. Nathalia Sautchuk Patrício Introdução à Banco de Dados Nathalia Sautchuk Patrício Histórico Início da computação: dados guardados em arquivos de texto Problemas nesse modelo: redundância não-controlada de dados aplicações devem

Leia mais

Tarefa Orientada 20 Cursores

Tarefa Orientada 20 Cursores Tarefa Orientada 20 Cursores Objectivos: Declarar cursores Utilizar cursores Utilizar funções do sistema para trabalhar com cursores Actualizar dados através de cursores Um cursor é um objecto da base

Leia mais

Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal. Memória principal

Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal. Memória principal Capítulo 4 Livro do Mário Monteiro Introdução Hierarquia de memória Memória Principal Organização Operações de leitura e escrita Capacidade http://www.ic.uff.br/~debora/fac! 1 2 Componente de um sistema

Leia mais

Bases de Dados! 2014/15! http://ssdi.di.fct.unl.pt/bd!! João Leite (jleite@fct.unl.pt)!!!

Bases de Dados! 2014/15! http://ssdi.di.fct.unl.pt/bd!! João Leite (jleite@fct.unl.pt)!!! Bases de Dados 2014/15 http://ssdi.di.fct.unl.pt/bd João Leite (jleite@fct.unl.pt) Capítulo 1: Introdução Função dos Sistemas de Bases de Dados Visão dos dados Modelos de dados Linguagem de Definição de

Leia mais

Projeto: Camada Independente de Dispositivo

Projeto: Camada Independente de Dispositivo Projeto: Camada Independente de Dispositivo Introdução Esse documento tem como finalidade demonstrar como será implementada a Camada Independente de Software. Estrutura A camada independente de software

Leia mais

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos.

Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. 1. Introdução aos Sistemas de Bases de Dados Uma Base de Dados é uma colecção de dados partilhados, interrelacionados e usados para múltiplos objectivos. O conceito de base de dados faz hoje parte do nosso

Leia mais

0 1 5 5 _ B A S E D E D A D O S P A R A I N T E R N E T ( S E R V E R S I D E )

0 1 5 5 _ B A S E D E D A D O S P A R A I N T E R N E T ( S E R V E R S I D E ) 0 1 5 5 _ B A S E D E D A D O S P A R A I N T E R N E T ( S E R V E R S I D E ) EFA NÍVEL SECUNDÁRIO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO MULTIMÉDIA (TICM) 04-05-2011 0155_Base de dados para Internet

Leia mais

Especialização em Engenharia e Administração de Banco de Dados SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS I

Especialização em Engenharia e Administração de Banco de Dados SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS I Especialização em Engenharia e Administração de Banco de Dados SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE BANCO DE DADOS I José Alberto F. Rodrigues Filho beto@beto.pro.br Firebird É a primeira geração, descendente do

Leia mais

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas.

Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. MySQL 101 Recapitulando Os dados no MySQL são armazenado em tabelas. Uma tabela é uma colecção de informação relacionada e consiste em colunas e linhas. As bases de dados são úteis quando necessitamos

Leia mais

Sistemas Posicionais. Sistemas de Numeração. Sistemas Posicionais (2) Representação Digital Informação

Sistemas Posicionais. Sistemas de Numeração. Sistemas Posicionais (2) Representação Digital Informação Sistemas Posicionais Sistemas de Numeração O sistema posicional é utilizado devido à facilidade com a qual é possível fazer cálculos Tente encontrar um algoritmo para multiplicar, em numeração romana,

Leia mais

PostgreSQL Performance

PostgreSQL Performance PostgreSQL Performance André Restivo Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto February 24, 2012 André Restivo (FEUP) PostgreSQL Performance February 24, 2012 1 / 45 Sumário 1 Armazenamento 2 Índices

Leia mais

Triggers. um trigger permite que uma determinada sequência de comandos SQL seja accionada quando um determinado evento ocorre.

Triggers. um trigger permite que uma determinada sequência de comandos SQL seja accionada quando um determinado evento ocorre. Triggers um trigger permite que uma determinada sequência de comandos SQL seja accionada quando um determinado evento ocorre. o evento pode ser INSERT, UPDATE, ou DELETE. o trigger pode ser accionado imediatamente

Leia mais

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 12

Periféricos e Interfaces Ano lectivo 2003/2004 Docente: Ana Paula Costa. Aula Teórica 12 Sumário: A tabela de partições do disco rígido. A root directory. A FAT. Os serviços BIOS para disco. Aula Teórica 12 Leitura Recomendada: Capítulos 28 e 29 - Hans-Peter Messmer, The Indispensable PC Hardware

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução App de exemplo Implementação do exemplo Testes realizados

Leia mais

Conjunto organizado de informações da mesma natureza, agrupadas numa unidade independente de processamento informático

Conjunto organizado de informações da mesma natureza, agrupadas numa unidade independente de processamento informático Sistema Operativo Definição de ficheiro: Conjunto organizado de informações da mesma natureza, agrupadas numa unidade independente de processamento informático Características dos ficheiros: Ocupam uma

Leia mais

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza

PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM. Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza PROGRAMAÇÃO PARA DISPOSITIVOS MÓVEIS ARMAZENAMENTO EM BD NO DM Prof. Angelo Augusto Frozza, M.Sc. http://about.me/tilfrozza ROTEIRO Introdução App de exemplo Implementação do exemplo Testes realizados

Leia mais

FUNCTION ) RETURNS INTEGER AS $$ DECLARE

FUNCTION ) RETURNS INTEGER AS $$ DECLARE PERFORM O comando PERFORM permite a execução de um comando SELECT desprezando o resultado do comando. PERFORM query; A variável especial FOUND é definida como verdadeiro se a instrução produzir pelo menos

Leia mais

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados.

COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS Compreender e utilizar a linguagem SQL, na construção e manutenção de uma base de dados. PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 12.ºH CURSO PROFISSIONAL DE TÉCNICO MULTIMÉDIA ANO LECTIVO 2013/2014 6. LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO IV Pré-requisitos: - Planificar e estruturar bases

Leia mais

Fundamentos de Arquivos. SCC203 Algoritmos e Estruturas de Dados II

Fundamentos de Arquivos. SCC203 Algoritmos e Estruturas de Dados II Fundamentos de Arquivos SCC203 Algoritmos e Estruturas de Dados II Arquivos Informação mantida em memória secundária HD Disquetes Fitas magnéticas CD DVD 2 Discos X Memória Principal Tempo de acesso HD:

Leia mais

Esta prova inclui o 1º Exame e o 2º Teste da disciplina de Base de Dados e é composta por 11 páginas. Indique se está a prestar provas para o:

Esta prova inclui o 1º Exame e o 2º Teste da disciplina de Base de Dados e é composta por 11 páginas. Indique se está a prestar provas para o: Prova Escrita de Base de Dados 13 Janeiro 2005 - V1 Número do Aluno: Nome do Aluno: Esta prova inclui o 1º Exame e o 2º Teste da disciplina de Base de Dados e é composta por 11 páginas. 1º Exame - o exame

Leia mais

Easy Linux! FUNAMBOL FOR IPBRICK MANUAL. IPortalMais: a «brainware» company www.iportalmais.pt. Manual

Easy Linux! FUNAMBOL FOR IPBRICK MANUAL. IPortalMais: a «brainware» company www.iportalmais.pt. Manual IPortalMais: a «brainware» company FUNAMBOL FOR IPBRICK MANUAL Easy Linux! Title: Subject: Client: Reference: Funambol Client for Mozilla Thunderbird Doc.: Jose Lopes Author: N/Ref.: Date: 2009-04-17 Rev.:

Leia mais

Programação SQL. Manipulação de Dados. DML Data Manipulation Language

Programação SQL. Manipulação de Dados. DML Data Manipulation Language Programação SQL Manipulação de Dados DML Data Manipulation Language Manipulação de Dados (DML) Os comandos INSERT, UPDATE, DELETE, são normalmente classificados como pertencendo a uma sublinguagem da linguagem

Leia mais

booths remain open. Typical performance analysis objectives for the toll plaza system address the following issues:

booths remain open. Typical performance analysis objectives for the toll plaza system address the following issues: booths remain open. Typical performance analysis objectives for the toll plaza system address the following issues: What would be the impact of additional traffic on car delays? Would adding Simulação

Leia mais

Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos. Operating System Concepts 8 th Edition

Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos. Operating System Concepts 8 th Edition Capítulo 11: Implementação de Sistemas de Arquivos Silberschatz, Galvin and Gagne 2009 Sobre a apresentação (About the slides) Os slides e figuras dessa apresentação foram criados por Silberschatz, Galvin

Leia mais

CICS Resumo. Acerca deste resumo: Introdução (1-2) Arquitectura (3-4)

CICS Resumo. Acerca deste resumo: Introdução (1-2) Arquitectura (3-4) CICS Resumo Acerca deste resumo: Este é o resumo da matéria estudada para apresentar o sistema IBM CICS, o monitor transaccional mais utilizado. Cada secção diz respeito a um conjunto de acetatos que são

Leia mais

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto

Introdução a Informática. Prof.: Roberto Franciscatto Introdução a Informática Prof.: Roberto Franciscatto 6.1 ARQUIVOS E REGISTROS De um modo geral os dados estão organizados em arquivos. Define-se arquivo como um conjunto de informações referentes aos elementos

Leia mais

Gerenciamento de um Sistema de

Gerenciamento de um Sistema de SBD Gerenciamento de um Sistema de Banco de Dados Prof. Michel Nobre Muza ua michel.muza@ifsc.edu.br Prof. Marcos Antonio Viana Nascimento Por que é importante: Motivação Participar na organização e no

Leia mais

Aqui pode escolher o Sistema operativo, e o software. Para falar, faça download do Cliente 2.

Aqui pode escolher o Sistema operativo, e o software. Para falar, faça download do Cliente 2. TeamSpeak PORTUGUES ENGLISH Tutorial de registo num servidor de TeamSpeak Registration tutorial for a TeamSpeak server Feito por [WB ].::B*A*C*O::. membro de [WB ] War*Brothers - Non Dvcor Dvco Made by:

Leia mais

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction

Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies. Cap. 1 Arquitectura de Sistemas de Bases de Dados. Module Introduction Bases de Dados II 6638: BSc in Information Systems and Technologies Cap. 1 Module Introduction Objectivos O propósito e a origem da arquitectura de base de dados a três níveis. O conteúdo dos níveis externo,

Leia mais

Integridade dos Dados

Integridade dos Dados 1 Integridade dos Dados Integridade dos Dados Melissa Lemos melissa@inf.puc-rio.br A integridade dos dados é feita através de restrições, que são condições obrigatórias impostas pelo modelo. Restrições

Leia mais

Sistemas Operacionais Aula 14: Sistema de Arquivos. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.realidadeaumentada.com.br

Sistemas Operacionais Aula 14: Sistema de Arquivos. Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.realidadeaumentada.com.br Sistemas Operacionais Aula 14: Sistema de Arquivos Ezequiel R. Zorzal ezorzal@unifesp.br www.realidadeaumentada.com.br Introdução O sistema de arquivos é a parte mais vísivel do sistema operacional Cria

Leia mais

ALARM REPORT ALARM TYPE = (A)... ALARM-NUMBER = 1 (1)... STATUS AT ABORTION: (3)... (4)... ERROR REASON: (6)... (7)...

ALARM REPORT ALARM TYPE = (A)... ALARM-NUMBER = 1 (1)... STATUS AT ABORTION: (3)... (4)... ERROR REASON: (6)... (7)... Informe de Alarme RRN 05835 Causa de Ativação da Mensagem Informe de alarme gerado nas seguintes condições: D algum erro ocorreu durante o Backup Contínuo de Dados o que leva a um cancelamento dessa função

Leia mais

Sistemas Operativos I

Sistemas Operativos I Componentes de um Sistema Operativo Maria João Viamonte / Luis Lino Ferreira Fevereiro de 2006 Sistema Operativo Um Sistema Operativo pode ser visto como um programa de grande complexidade, responsável

Leia mais

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING

BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING BANCO DE DADOS DISTRIBUÍDOS e DATAWAREHOUSING http://www.uniriotec.br/~tanaka/tin0036 tanaka@uniriotec.br Bancos de Dados Distribuídos Processamento de Transações Ambiente com SGBD Distribuído Transações

Leia mais

Bases de Dados 2007/2008. Aula 8

Bases de Dados 2007/2008. Aula 8 Bases de Dados 2007/2008 Aula 8 1. T-SQL 2. VARIÁVEIS 3. CURSORES 4. PROCEDIMENTOS 5. EXERCÍCIOS Sumário Referências http://msdn2.microsoft.com/en-us/library/ms189826.aspx (linguagem t-sql) http://www.di.ubi.pt/~pprata/bd/bd0405-proc.sql

Leia mais

Capítulo 6 Sistemas de Arquivos

Capítulo 6 Sistemas de Arquivos Capítulo 6 Sistemas de Arquivos 6.1 Arquivos 6.2 Diretórios 6.3 Implementação do sistema de arquivos 6.4 Exemplos de sistemas de arquivos 1 Armazenamento da Informação a Longo Prazo 1. Deve ser possível

Leia mais