A Indústria de Cimento no Brasil

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "A Indústria de Cimento no Brasil"

Transcrição

1 A Indústria de Cimento no Brasil História e desenvolvimento Perspectivas de médio prazo Posicionamento atual e tecnologia Álvaro Lorenz 17 de Outubro de 2.012

2 A Indústria de Cimento no Brasil História e Desenvolvimento

3 A importação de cimento Até meados do século XIX o desenvolvimento industrial brasileiro foi mínimo, quando então, foi iniciada uma fase de crescimento que aumentou a demanda de cimento, na época, importado em barris de madeira.

4 Os primeiros projetos A compreensão do valor da indústria do cimento no país fez com que surgissem os primeiros projetos. Neste período inicial a indústria sucumbiu devido aos processos rudimentares e as dificuldades para competir com o produto importado. Ruínas da primeira fábrica de cimento na Ilha de Tiriri - PB, que fechou após 3 meses de operação em Fábrica do Comendador Antonio Proost Rodovalho em Sorocaba SP com fornos verticais que iniciou sua produção em 1897 e paralizou em 1904.

5 A instalação da indústria no país O ramo cimenteiro foi efetivamente instalado no país a partir de 1926 com o funcionamento da Companhia Brasileira de Cimento Portland em Perus - SP. Companhia Brasileira de Cimento Portland em Perus, São Paulo (1926)

6 O início do crescimento consistente Após 1930 a indústria nacional começou a se consolidar. Nesta década foram construídas 5 novas plantas tornando, pela primeira vez, o país auto-suficiente em cimento. Companhia Brasileira de Cimento Portland em Guaxindiba - RJ, 1933 S.A.I. Votorantm, Soorocaba - SP, 1936 primeiro forno via úmida

7 O crescimento da indústria A partir da década de 50 com o início da interiorização do país e a construção de Brasília, a indústria viveu um crescimento consistente. Produção de cimento no Brasil ( X Ton ) Fundação do SNIC Fundação da ABCP Fonte: SNIC

8 O crescimento da indústria A partir da década de 70 a indústria viveu altos e baixos e agora experimenta as mais altas taxas de crescimento desde o milagre econômico. Milhões Ton Década de 70 Milagre econômico Década de 80 Estagflação Década de 90 Plano Real Kg / hab. ano Recuperação Recente Crise Const. Civil Absoluto Brasil Per Capita Brasil Per Capita Mundo Fonte: SNIC

9 A Indústria de Cimento no Brasil Perspectivas de Médio Prazo

10 O parque industrial brasileiro 29 empresas controladas por 14 grupos industriais 80 fábricas 52 integradas 28 moagens Fábricas integradas Moagens Fonte: SNIC 2011

11 A importação de cimento A alíquota de importação de cimento é zero e praticamente inexistem barreiras técnicas. A importação vinha se limitando às regiões de fronteira, no entanto, a partir de vem aumentando para suprir faltas localizadas devido desequilíbrio momentâneo entre a demanda crescente e as expansões de capacidade. Milhões ton 60 1,4% ,1% 0,6% 30 0,1% 0,2% ,6% 0 Fonte: SNIC; MDIC Cimento Nacional Importação

12 O recente aumento da demanda por cimento (habitação e infraestrutura) levou as empresas a realizarem investimentos num total de 15 Mt de Fabrica UF Tipo da Fábrica Grupo Industrial Ano Barcarena PA Moagem Votorantim 2007 Aratu BA Moagem Votorantim/Lafarge 2008 Cocalzinho GO Moagem/retomada Votorantim/Lafarge 2008 Pecem CE Moagem Votorantim 2008 CSN RJ Moagem CSN 2009 Porto Velho RO Moagem Votorantim 2009 Xambioá TO Integrada Votorantim 2009 Rio de Janeiro RJ Moagem Mizu 2010 Apodi CE Moagem Apodi 2011 Brennand MG Integrada Brennand 2011 Poty Paulista PE Moagem/retomada Votorantim 2011 Ciplan DF Integrada/expansão Ciplan 2011 Sepetiba RJ Moagem Votorantim 2011 Baraunas RN Integrada Votorantim/Mizu 2011 Imbituba SC Moagem Votorantim 2011 Vidal Ramos SC Integrada Votorantim 2011 CSN MG Integrada CSN 2011 Total nova capacidade ( )

13 Estão anunciadas mais 33 Mt em expansões de , levando a indústria a uma capacidade de 100 Mt/ano Fabrica UF Tipo da Fábrica Grupo Industrial Maranhão MA Nova Unidade Votorantim Goiás GO Nova Unidade Votorantim Mato Grosso MT Nova Unidade Votorantim Paraná PR Nova Unidade Votorantim Ceará CE Nova Unidade Votorantim Pará PA Nova Unidade Votorantim Pará PA Nova Unidade Votorantim Bahia BA Nova Unidade Votorantim Salto SP Expansão Votorantim Paulista PE Expansão Votorantim Itaguarana BA Nova Unidade João Santos Itapitanga MT Nova Unidade João Santos CBE SP Nova Unidade João Santos Intercement DIVERSAS UF Expansões Intercement Itambé PR Expansão Itambé Lafarge DIVERSAS UF Expansões Lafarge Intercement 4 Unidades Novas Unidades Intercement Liz MG Expansão Liz Cimpor PR Nova Unidade Cimpor Cimpor PB Nova Unidade Cimpor Holcim MG Expansão Holcim Cimento Tupi MG Expansão Cimento Tupi Cimento Supremo PR Nova Unidade Supremo Cimentos/Secil Apodi CE Nova Unidade Apodi Brennand PB Nova Unidade Brennand CSN 3 unidades Novas Unidades CSN Total das Expansões Previstas (*) Estimativas baseadas em matérias divulgadas pela imprensa

14 A Indústria de Cimento no Brasil Posicionamento e Tecnologia

15 Um pouco de história Fornos verticais A partir do início da história do cimento Portland, nos anos1830, até quase o final do século XIX, a produção foi basicamente efetuada em fornos verticais.

16 Um pouco de história Fornos rotativos horizontais Somente em Thomas Alva Edson obteve a patente para fornos mamutes com comprimentos de 38 a 46 m e produções de 80 a 100 tpd.

17 Um pouco de história O processo via úmida em fornos rotativos Desde o início do emprego dos fornos rotativos o processo empregava a via úmida onde as matérias-primas eram moídas com adição de água e a pasta obtida era injetada e cozida no forno. Os fornos eram extremamente longos, 150 a 200 m de comprimento, e o consumo térmico, devido à secagem da pasta, muito alto, kcal/kg. A produção média era 250 a 350 tpd.

18 Um pouco de história O processo via seca O processo via seca só passou a ser empregado quando meios mais eficientes para homogeneizar a farinha crua finamente moída foram gradualmente desenvolvidos nos anos Eram os fornos chamados long dry.

19 O processo via seca com pré-aquecedor de ciclones Entre os anos 1950 e 1960, uma grande revolução foi dada com o emprego dos pré-aquecedores de ciclones com grande recuperação de calor. O consumo térmico caiu drasticamente para 800 a 850 kcal/kg para fornos que produziam de a tpd.

20 O processo via seca com pré-calcinador Finalmente nos anos 1980, impulsionados pela demanda de mercado, fornos de grande capacidade de produção a tpd, passaram a ser operados. Para isso uma nova tecnolgia foi implementada, a précalcinação, resultando em nova redução no consumo térmico para 720 a 750 kcal/kg.

21 O parque industrial brasileiro Principais drivers da eficiência da indústria Eficiência Energética 99% da capacidade através de processo via seca com fornos pré-aquecedor e pré-calcinador Alta eficiência energética (térmica e elétrica) Combustíveis alternativos Utilização de resíduos industriais = Ton/ano Referência mundial no uso de biomassas Adições ao clínquer Cimento Portland Comum (desde 1.926) Cimento de Alto Forno (desde 1.952) Cimento Pozolânico (desde 1.969) Cimento Composto (desde 1.991)

22 O parque industrial brasileiro Eficiência Energética O consumo energético da indústria no Brasil vem caindo ainda mais porque a indústria está em expansão e as novas unidades possuem tecnologia mais moderna Consumo Térmico (Kcal/Kg ck) novos fornos são, na sua maioria, via seca com pré-calcinador, mais eficientes Consumo Elétrico (Kwh/T cm) Brasil Colômbia Espanha EUA França novos moinhos de crú e cimento são, na sua maioria, moinhos verticais, mais eficientes Brasil EUA França Itália Japão

23 O parque industrial brasileiro Combustíveis alternativos Os combustíveis alternativos na indústria de cimento vem crescendo no Brasil e assumindo papel relevante na matriz energética do setor. 100% 80% CARVÃO VEGETAL OUTROS 60% 40% ÓLEO COMBUSTÍVEL COQUE DE PETRÓLEO 20% CARVÃO MINERAL 0%

24 O parque industrial brasileiro Combustíveis alternativos A utilização de resíduos industriais já atingiu o patamar de Ton em AFR Total Ton Pneus Combustíveis Alternativos Matérias-primas alternativas Obs. Não inclui biomassas

25 O parque industrial brasileiro Adições no cimento Nas últimas duas décadas, o uso de adições no cimento triplicou com o aumento de produção dos cimentos compostos. Cimento Portland Comum (desde 1926) CP I-S: 1-5% adição Cimento de Alto Forno (desde 1952) CP III: 35-70% escória Cimento Pozolânico (desde 1969) CP IV: 15-50% pozolana Cimento Composto (desde 1991) CP II-E: 6-34% escória CP II-Z: 6-14% pozolana CP II-F: 6-10% calcário CK / CM Adições Cimento Clínquer Evolução do uso de adições no Brasil Indice: 1990 = 100 Fonte: SNIC % 75% 73% 68% 68% 194

26 O parque industrial brasileiro Potencial de redução de consumo de energia Segundo a Agência Internacional de Energia, a indústria de cimento no Brasil, apresenta um dos menores potenciais de redução de consumo de energia por Ton de cimento, quando comparado aos outros grandes produtores mundiais. IEA International Energy Agency Energy Technology Transitions for Industry (2009)

27 Produção Mundial de Cimento Pode atingir 4,0 bilhões Ton em 2.012

28 CSI Cement Sustainability Initiative O CSI é hoje a nossa principal referência da Indústria Cimenteira Global As empesas que atuam no Braisl e são associadas ao CSI cobrem 71% da produção do país. 25 empresas associadas Um terço da produção global Dois terços fora da China

29 A Indústria Brasileira está bem posicionada nos principais indicadores quando comparada a média da indústria (Empresas associadas ao CSI) Global Global Brasil Brasil Kg CO2 líquido / T cimento Consumo de Calor (Gj / Ton clínquer) % combustíveis alternativos (inclui biomassas) 4,25 3,58 4,21 3, ,6 19,3 Clínquer / Cimento (%) 82,9 75,3 80,6 68,2 Consumo Elétrico (Kwh/T cimento)

30 Roadmap dos principais indicadores de sustentabilidade da indústria Cement Roadmap Indicators Consumo térmico (Gj /Ton clínquer) % Combustíveis alternativos inclui biomassas % 10-12% 12-15% 23-24% 37% Clínquer / Cimento (%) 77% 76% 74% 73% 71% Kg CO2 líquido / T cimento (*) (*) Inclui sequestro de CO2 Posição da indústria brasileira

31 Crescimento Sustentável

32 Obrigado!

ECOEFICIÊNCIA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO: Gestão de carbono para a sustentabilidade. Yushiro Kihara Associação Brasileira de Cimento Portland

ECOEFICIÊNCIA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO: Gestão de carbono para a sustentabilidade. Yushiro Kihara Associação Brasileira de Cimento Portland ECOEFICIÊNCIA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO: Gestão de carbono para a sustentabilidade Yushiro Kihara Associação Brasileira de Cimento Portland Sumário Introdução Desafios da mitigação de Gases de

Leia mais

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS

Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS Índice 1 INTRODUÇÂO 2 A INDÚSTRIA DO CIMENTO NO CENÁRIO DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS 3 REFERÊNCIAS INTERNACIONAIS 4 2º INVENTÁRIO BRASILEIRO DE EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA 5 PERSPECTIVAS E DESAFIOS 6

Leia mais

SETOR CIMENTO Proposta Limites de Emissão

SETOR CIMENTO Proposta Limites de Emissão SETOR CIMENTO Proposta Limites de Emissão Clique 06/07/2011 para editar o estilo do subtítulo mestre 1 Cenário do setor no Brasil 12 grupos 71 fábricas 47 integradas 24 moagens Total Fornos: 80 Total Moinhos:

Leia mais

Ações da Indústria de Cimento em direção da Sustentabilidade - Aspectos Ambientais

Ações da Indústria de Cimento em direção da Sustentabilidade - Aspectos Ambientais Ações da Indústria de Cimento em direção da Sustentabilidade - Aspectos Ambientais PANORAMA ATUALIZADO DA INDÚSTRIA DE CIMENTO Distribuição das fábricas (2010) 12 grupos industriais 71 fábricas 47 fábricas

Leia mais

Yushiro Kihara. Prof Dep. Geociëncia USP Gerente de Tecnologia ABCP. O grande desafio:

Yushiro Kihara. Prof Dep. Geociëncia USP Gerente de Tecnologia ABCP. O grande desafio: Concreteshow 2012 1 Mudanças Climáticas e Sustentabilidade Cenário e Desafios da Indústria Brasileira de Cimento Yushiro Kihara Prof Dep. Geociëncia USP Gerente de Tecnologia ABCP DESAFIOS DA INDÚSTRIA

Leia mais

A Infraestrutura no Brasil e a Expansão da Produção dos Bens Minerais

A Infraestrutura no Brasil e a Expansão da Produção dos Bens Minerais A Infraestrutura no Brasil e a Expansão da Produção dos Bens Minerais A Visão da Indústria do Cimento Sergio Maçães Integração de atividades minerais e industriais Mineração: calcário matéria prima básica

Leia mais

A Indústria do Cimento e a Infraestrutura no Brasil. Comissão de Serviços de Infraestrutura SENADO FEDERAL

A Indústria do Cimento e a Infraestrutura no Brasil. Comissão de Serviços de Infraestrutura SENADO FEDERAL A Indústria do Cimento e a Infraestrutura no Brasil Comissão de Serviços de Infraestrutura José Otavio Carvalho Vice Presidente Executivo Cimento: Características do produto - Base do concreto - o material

Leia mais

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015

DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015 DEPEC Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos CIMENTO SETEMBRO DE 2015 PRODUTOS MERCADO DE CIMENTO NO BRASIL - 2012 26 mil toneladas EXPORTADO (0,05%) 53% Paraguai 34% Bolívia 68,8 MILHÕES DE TONELADAS

Leia mais

Cimento no Brasil José Otavio Carvalho

Cimento no Brasil José Otavio Carvalho Cimento no Brasil Presidente Cimento O cimento é um aglomerante hidráulico obtido pela moagem de clínquer portland ao qual se adiciona, durante a operação, a quantidade necessária de uma ou mais formas

Leia mais

É o nosso principal atributo para fazer com que os desafios tornem-se conquistas.

É o nosso principal atributo para fazer com que os desafios tornem-se conquistas. TRANSPARÊNCIA É o nosso principal atributo para fazer com que os desafios tornem-se conquistas. TRANSPARÊNCIA 13 03 Visão Setorial Na cadeia produtiva da construção civil, cimento e concreto estão entre

Leia mais

Mudanças Climáticas: Cenário e Desafios da Indústria Brasileira de Cimento

Mudanças Climáticas: Cenário e Desafios da Indústria Brasileira de Cimento Mudanças Climáticas: Cenário e Desafios da Indústria Brasileira de Cimento Desafios e Futuro A Sustentabilidade é o futuro da indústria A busca pela Eficiência Energética e Os esforços para redução dos

Leia mais

REFERÊNCIAS RELACIONADAS A PLANTAS DE CIMENTO

REFERÊNCIAS RELACIONADAS A PLANTAS DE CIMENTO Rio Branco do Sul - PR Fornos / Instalações Afins Projeto Executivo: Engenharia de integração de projetos e detalhamento para uma nova planta de cimento com capacidade de 5.000 tpd. Primavera - PA Fornos

Leia mais

Nota Técnica Plano Indústria Subsetor Cimento

Nota Técnica Plano Indústria Subsetor Cimento Nota Técnica Plano Indústria Subsetor Cimento 1 REALIZAÇÃO Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) Centro de Estudos

Leia mais

Oportunidades de eficiência energética para a Indústria

Oportunidades de eficiência energética para a Indústria Oportunidades de eficiência energética para a Indústria Relatório Setorial Setor Cimenteiro brasília 2010 Oportunidades de eficiência energética para a Indústria CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI

Leia mais

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável

Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Energia Competitiva para o Nordeste: Energia Limpa e Renovável Gilberto Hollauer Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético Abril de 2015 1 Sumário Política Energética

Leia mais

Contas Regionais do Brasil 2010

Contas Regionais do Brasil 2010 Diretoria de Pesquisas Contas Regionais do Brasil 2010 Coordenação de Contas Nacionais frederico.cunha@ibge.gov.br alessandra.poca@ibge.gov.br Rio, 23/11/2012 Contas Regionais do Brasil Projeto de Contas

Leia mais

Mapa de Riscos Jurídicos Ambientais

Mapa de Riscos Jurídicos Ambientais Mapa de Riscos Jurídicos Ambientais Atividades Minerárias Seminário Internacional de Direito Ambiental Empresarial Rio de Janeiro 31/05/2012 1 Grupo Votorantim 94 ANOS de historia Multinacional brasileira

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND PANORAMA DA INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO E SUAS AÇÕES EM DIREÇÃO DA SUSTENTABILIDADE ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND Distribuição das fábricas de cimento no Brasil (2012) 14 grupos industriais

Leia mais

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social

Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social Fundação de Economia e Estatística Centro de Informações Estatísticas Núcleo de Contabilidade Social COMENTÁRIOS ACERCA DOS NÚMEROS FINAIS DO PIB DO RS E DAS DEMAIS UNIDADES DA FEDERAÇÃO EM 2010 Equipe

Leia mais

Relatório Gerencial TECNOVA

Relatório Gerencial TECNOVA Relatório Gerencial TECNOVA Departamento de Produtos Financeiros Descentralizados - DPDE Área de Apoio à Ciência, Inovação, Infraestrutura e Tecnologia - ACIT Fevereiro de 2015 Marcelo Nicolas Camargo

Leia mais

6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010

6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010 6º Censo da Reciclagem de PET no Brasil 2009/2010 Reciclagem de PET no Brasil 2009 Censo Por quê? O Censo é a metodologia mais indicada quando a população é pequena e a variabilidade dentro da população

Leia mais

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Pneumáticos Histórico Década de 20 Começo das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil. 1960 Fundação da ANIP, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo

Leia mais

A argila para fabricação de cimento, é basicamente um silicato de alumínio hidratado com impurezas, como ferro e outros minerais.

A argila para fabricação de cimento, é basicamente um silicato de alumínio hidratado com impurezas, como ferro e outros minerais. 1 CIMENTO I - Introdução O cimento portland é o mais importante material de construção, com vastíssimo campo de aplicação, incluindo desde a construção civil de habitações, estradas e barragens, a diversos

Leia mais

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional 3 O Cimento no Brasil 3 Processo produtivo 4 Histórico 5 Indústria 6 Produção 7 Consumo 8 Produção e consumo aparente regional 9 Vendas internas e exportação 10 Características da Indústria Cimenteira

Leia mais

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011

Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional. Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Guerra Fiscal e Desenvolvimento Regional Audiência Pública Senado Federal 18 de outubro de 2011 Quem ganha com a Guerra Fiscal? O país perde Porque grande parte dos incentivos é concedido a importações

Leia mais

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer

Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer Cana de açúcar para indústria: o quanto vai precisar crescer A demanda crescente nos mercados interno e externo por combustíveis renováveis, especialmente o álcool, atrai novos investimentos para a formação

Leia mais

Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável. Tecnologia => disponível com eficiência crescente

Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável. Tecnologia => disponível com eficiência crescente Cana de Açúcar => oferta crescente matéria prima energética Bagaço + Palha => disponibilidade existente e assegurada Bioeletricidade >> Energia Positiva para o Desenvolvimento Sustentável Tecnologia =>

Leia mais

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis PALESTRANTE: CESAR FACCIO PALESTRA: PAINEL: DATA : A Logística Reversa e os Acordos Setoriais 19 de maio de 2015, às 16h15 Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Leia mais

INDÚSTRIA NAVAL NO BRASIL

INDÚSTRIA NAVAL NO BRASIL INDÚSTRIA NAVAL NO BRASIL DÉCADA DE 70 E 80 O BRASIL CHEGOU A SER O 2º PRODUTOR MUNDIAL DE EMBARCAÇÕES EMPREGAVA 40 MIL TRABALHADORES DIRETOS E CERCA DE 160 MIL INDIRETOS DÉCADA DE 90 Abertura indiscriminada

Leia mais

Fortaleza, junho de 2015

Fortaleza, junho de 2015 Fortaleza, junho de 2015 All About Energy 2015 Política de Energia e Mudança Climática Luiz Pinguelli Rosa Diretor da COPPE UFRJ * Secretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas Membro da Academia

Leia mais

Soluções sustentáveis em eficiência energética para a indústria

Soluções sustentáveis em eficiência energética para a indústria Soluções sustentáveis em eficiência energética para a indústria PROGRAMA SENAI + COMPETITIVIDADE INSTITUTOS SENAI DE TECNOLOGIA (60) MA Construção Civil CE EletroMetalmecânica Energias Renováveis RN Petróleo

Leia mais

Investe São Paulo. Campinas, 17 de março de 2015

Investe São Paulo. Campinas, 17 de março de 2015 Investe São Paulo Campinas, 17 de março de 2015 Missão Ser a porta de entrada para novos investimentos e a expansão dos negócios existentes, gerando inovação tecnológica, emprego e renda. Promover a competitividade

Leia mais

Células de combustível

Células de combustível Células de combustível A procura de energia no Mundo está a aumentar a um ritmo alarmante. A organização WETO (World Energy Technology and Climate Policy Outlook) prevê um crescimento anual de 1,8 % do

Leia mais

Os sistemas de despoeiramento, presentes em todas as usinas do Grupo Gerdau, captam e filtram gases e partículas sólidas gerados na produção

Os sistemas de despoeiramento, presentes em todas as usinas do Grupo Gerdau, captam e filtram gases e partículas sólidas gerados na produção Os sistemas de despoeiramento, presentes em todas as usinas do Grupo Gerdau, captam e filtram gases e partículas sólidas gerados na produção siderúrgica. Ontário Canadá GESTÃO AMBIENTAL Sistema de gestão

Leia mais

Os Desafios do Estado na implementação dos Parques Tecnológicos

Os Desafios do Estado na implementação dos Parques Tecnológicos Os Desafios do Estado na implementação dos Parques Tecnológicos Marcos Cintra Subsecretário de Ciência e Tecnologia Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia Outubro/2013 Brasil 7ª

Leia mais

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia

Sublimites estaduais de enquadramento para. Nacional 2012/2013. Vamos acabar com essa ideia Sublimites estaduais de enquadramento para o ICMS no Simples Nacional 2012/2013 Vamos acabar com essa ideia 4 CNI APRESENTAÇÃO Os benefícios do Simples Nacional precisam alcançar todas as micro e pequenas

Leia mais

ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES

ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES ENERGIAS ALTERNATIVAS E TECNOLOGIAS DE PRODUÇÃO LIMPAS: DESAFIOS E OPORTUNIDADES FONTES DE ENERGIA Hídrica Eólica Biomassa Solar POTENCIAL HÍDRICO Fonte: Eletrobras, 2011. APROVEITAMENTO DO POTENCIAL HIDRELÉTRICO

Leia mais

USO DO GÁS NATURAL DE PETRÓLEO NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

USO DO GÁS NATURAL DE PETRÓLEO NA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA PÓS - GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AGRÍCOLA ADP8088 - SEMINÁRIOS EM ENGENHARIA AGRÍCOLA II USO DO GÁS NATURAL DE

Leia mais

Infraestrutura,alternativas

Infraestrutura,alternativas Demandas crescentes em Infraestrutura,alternativas energéticas. Hitachi South America Ltda TOSHIRO IWAYAMA Diretor, Conselheiro Especial A MATRIZ ENERGÉTICA DO BRASIL (FONTE: ANEEL) INTRODUÇÃO: RESUMO:

Leia mais

Cimento. Concessões de Energia. Concessões de Transportes. Engenharia e Construção. Vestuário e Calçados. Cimento

Cimento. Concessões de Energia. Concessões de Transportes. Engenharia e Construção. Vestuário e Calçados. Cimento 37 Relatório Anual 2011 - Camargo Corrêa S.A. Áreas de Negócios Alisson Silva, Fábrica da InterCement em Ijaci (MG) 38 Relatório Anual 2011 - Camargo Corrêa S.A. Áreas de Negócios Os negócios de cimento

Leia mais

BIOMASSA & SUSTENTABILIDADE DA INDÚSTRIA CERÂMICA DESAFIOS E OPORTUNIDADES

BIOMASSA & SUSTENTABILIDADE DA INDÚSTRIA CERÂMICA DESAFIOS E OPORTUNIDADES BIOMASSA & SUSTENTABILIDADE DA INDÚSTRIA CERÂMICA DESAFIOS E OPORTUNIDADES Dr. J. V. Emiliano Consultor UCS 1 Aproximadamente 6.903 cerâmicas e olarias (Fonte: IBGE 2008 para Seção C, Divisão 23, Grupo

Leia mais

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORLAND Av. Torres de Oliveira, 76 - (11) 3760 5300 - www.abcp.org.br

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORLAND Av. Torres de Oliveira, 76 - (11) 3760 5300 - www.abcp.org.br Entidade Setorial Nacional Mantenedora ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORLAND Av. Torres de Oliveira, 76 - (11) 3760 5300 - www.abcp.org.br Entidade Gestora Técnica ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND

Leia mais

CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Francisco Alberto de Souza. Gerente de Negócios de Co-processamento

CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS. Francisco Alberto de Souza. Gerente de Negócios de Co-processamento CO-PROCESSAMENTO DE RESÍDUOS INDUSTRIAIS Francisco Alberto de Souza Gerente de Negócios de Co-processamento Março/2008 1. Votorantim Cimentos no Brasil 1. Unidades Licenciadas 2. Co-processamento: O que

Leia mais

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos:

No que diz respeito à siderurgia em nível mundial, podemos destacar como principais pontos: Setor Siderúrgico 1 O setor siderúrgico brasileiro passou por profundas transformações na década de 90, tendo como principal elemento de mudança o processo de privatização do setor, que desencadeou, num

Leia mais

Apresentação CEI. Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica

Apresentação CEI. Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica Apresentação CEI Perspectivas no mercado de energia fotovoltaica A CEI é produtora independente de energia em MG, com 9 usinas em operação, 15 empreendimentos hidrelétricos em desenvolvimento (130MW) e

Leia mais

Plano Nacional de Logística Portuária PNLP

Plano Nacional de Logística Portuária PNLP Programa de Investimentos, Arrendamentos e TUPs, e o Potencial do Pará como novo Corredor de Exportação LUIS CLAUDIO S. MONTENEGRO Diretor de Informações Portuárias SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA

Leia mais

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL

POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL POTENCIAL DA BIOENERGIA FLORESTAL - VIII Congresso Internacional de Compensado e Madeira Tropical - Marcus Vinicius da Silva Alves, Ph.D. Chefe do Laboratório de Produtos Florestais do Serviço Florestal

Leia mais

Lista de Cimento Conformes 2014

Lista de Cimento Conformes 2014 Lista de Cimento Conformes 2014 A Tabela a seguir mostra os tipos de cimentos e marcas que atenderam estatisticamente às Normas técnicas de especificação da ABNT, com base no Regulamento do Selo de Qualidade

Leia mais

Cimento Mizu Contribuição do projeto Uso da escória de alto-forno na produção de cimento na Cimento Mizu para o desenvolvimento sustentável

Cimento Mizu Contribuição do projeto Uso da escória de alto-forno na produção de cimento na Cimento Mizu para o desenvolvimento sustentável Cimento Mizu Contribuição do projeto Uso da escória de alto-forno na produção de cimento na Cimento Mizu para o desenvolvimento sustentável O projeto implantado pela Cimento Mizu tem como principal objetivo

Leia mais

O Carvão Mineral e sua Importância Estratégica para o Estado do Rio Grande do Sul. Ivan De Pellegrin

O Carvão Mineral e sua Importância Estratégica para o Estado do Rio Grande do Sul. Ivan De Pellegrin O Carvão Mineral e sua Importância Estratégica para o Estado do Rio Grande do Sul Ivan De Pellegrin Comparação dos Recursos e Reservas Energéticas Brasileiras Não Renováveis em 2012 4% 12% 19% 65% Fonte

Leia mais

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO

FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO FATORES CRÍTICOS À COMPETITIVIDADE DA SOJA NO PARANÁ E NO MATO GROSSO Por: Carlos Eduardo Cruz Tavares 1 São várias as cadeias produtivas que constituem o complexo agroalimentar, destacando-se entre elas,

Leia mais

Milho Perspectivas do mercado 2011/12

Milho Perspectivas do mercado 2011/12 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE POLÍTICA AGRÍCOLA Milho Perspectivas do mercado 2011/12 março de 2012 Milho - Oferta e Demanda - Mundo milhões de t. Safras 2008/09 2009/10

Leia mais

CIMENTO PORTLAND. A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes.

CIMENTO PORTLAND. A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes. Histórico A procura por segurança e durabilidade para as edificações conduziu o homem à experimentação de diversos materiais aglomerantes. Os romanos chamavam e sse s materiais de " caeme ntu m", termo

Leia mais

POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL

POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL POLÍTICA DE ESTADO PARA O CARVÃO MINERAL Política energética sustentável: objetivos Segurança de suprimentos Compatibilidade ambiental Mix energético balanceado Eficiência econômica Carvão mineral no mundo

Leia mais

II SEMINÁRIO NACIONAL PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS E MICROGERAÇÃO

II SEMINÁRIO NACIONAL PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS E MICROGERAÇÃO MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA II SEMINÁRIO NACIONAL PEQUENAS CENTRAIS HIDRELÉTRICAS E MICROGERAÇÃO Luiz Eduardo Barata Secretário-Executivo CÂMARA DOS DEPUTADOS Brasília, 22 de setembro de 2015 Energia

Leia mais

Índice da apresentação

Índice da apresentação Cenário da reparação de veículos 2013 Índice da apresentação 1. Indicadores 2. Ameaças e oportunidades 3. Cenário futuro Indicadores Total 5.565 Municípios NORTE 449 Amazonas 62 Pará 143 Rondônia 52 Acre

Leia mais

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1)

ANEXO I BICICLETA ESCOLAR. Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) ANEXO I BICICLETA ESCOLAR Modelo de ofício para adesão à ata de registro de preços (GRUPO 1) Assunto: Adesão à ata de registro de preços nº 70/2010 do pregão eletrônico nº 40/2010. 1 2 BICICLETA 20 - AC,

Leia mais

INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO EM TECNOLOGIAS MINERAIS

INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO EM TECNOLOGIAS MINERAIS INSTITUTO SENAI DE INOVAÇÃO EM TECNOLOGIAS MINERAIS Slide 1 O que fazer para melhorar a competitividade da indústria? Mobilização Empresarial pela Inovação MEI Melhorar a infraestrutura Disseminar a cultura

Leia mais

O Mercado de Energia Eólica E e no Mundo. Brasil: vento, energia e investimento. São Paulo/SP 23 de novembro de 2007

O Mercado de Energia Eólica E e no Mundo. Brasil: vento, energia e investimento. São Paulo/SP 23 de novembro de 2007 O Mercado de Energia Eólica E no Brasil e no Mundo Brasil: vento, energia e investimento São Paulo/SP 23 de novembro de 2007 Energia: importância e impactos A energia é um dos principais insumos da indústria

Leia mais

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Pneumáticos Histórico Década de 20 Começo das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil. 1960 Fundação da ANIP, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo

Leia mais

SNIC 50 ANOS. O Cimento no Brasil

SNIC 50 ANOS. O Cimento no Brasil SNIC 50 ANOS O Cimento no Brasil A palavra CIMENTO é originada do latim CAEMENTU, que na antiga Roma designava uma espécie de pedra natural de rochedos não esquadrejada (quebrada). O produto é o componente

Leia mais

GESTÃO DA ENERGIA NA PRODUÇÃO DE CIMENTO PORTLAND COM USO DE MINERALIZADORES E COMBUSTÍVEIS ALTERNATIVOS

GESTÃO DA ENERGIA NA PRODUÇÃO DE CIMENTO PORTLAND COM USO DE MINERALIZADORES E COMBUSTÍVEIS ALTERNATIVOS ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& GESTÃO DA ENERGIA NA PRODUÇÃO DE CIMENTO PORTLAND

Leia mais

Ação do BNB no Crédito para Energias Renováveis. Natal, 03 de Outubro de 2015

Ação do BNB no Crédito para Energias Renováveis. Natal, 03 de Outubro de 2015 Ação do BNB no Crédito para Energias Renováveis Natal, 03 de Outubro de 2015 Área Básica de Atuação Missão Atuar na promoção do desenvolvimento regional sustentável como banco público competitivo e rentável.

Leia mais

Disciplina: Fontes Alternativas de Energia

Disciplina: Fontes Alternativas de Energia Disciplina: Fontes Alternativas de Parte 1 Fontes Renováveis de 1 Cronograma 1. Fontes renováveis 2. Fontes limpas 3. Fontes alternativas de energia 4. Exemplos de fontes renováveis 1. hidrelétrica 2.

Leia mais

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento

Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Recuperação Energética de Resíduos Sólidos na Indústria de Cimento Avanços na Implementação na Política Nacional de Resíduos CENÁRIO 28 empresas 15 grupos industriais 85 fábricas 51 Integradas 34 moagens

Leia mais

22 de novembro de 2007. Apresentação dos Resultados 4T07

22 de novembro de 2007. Apresentação dos Resultados 4T07 22 de novembro de 2007 Apresentação dos Resultados 4T07 Aviso Importante Declarações contidas nesta apresentação relativas às perspectivas dos negócios da Companhia, projeções de resultados operacionais

Leia mais

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017)

Comentários sobre o. Plano Decenal de Expansão. de Energia (PDE 2008-2017) Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017) PAULO CÉSAR RIBEIRO LIMA JANEIRO/2009 Paulo César Ribeiro Lima 2 Comentários sobre o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2008-2017)

Leia mais

Energia Fotovoltaica. Hélvio Neves Guerra. Brasília 28 de maio de 2015. Superintendente de Concessões e Autorizações de Geração

Energia Fotovoltaica. Hélvio Neves Guerra. Brasília 28 de maio de 2015. Superintendente de Concessões e Autorizações de Geração Energia Fotovoltaica Hélvio Neves Guerra Superintendente de Concessões e Autorizações de Geração Brasília 28 de maio de 2015 Sumário i. Evolução da fonte solar fotovoltaica ii. Panorama Geral dessa fonte

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010

ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL 11/1/2010 ANÁLISE COMPARATIVA SALARIAL PROFESSORES DAS REDES ESTADUAIS NO BRASIL A PRESENTE PESQUISA ESTÁ ENQUADRADA NA ESTRATÉGIA DO SINDICATO APEOC DE CONSTRUIR A ADEQUAÇÃO DO PLANO DE CARREIRA DOS TRABALHADORES

Leia mais

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL

WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL WORKSHOP PERSPECTIVAS E DESAFIOS DA ENERGIA NUCLEAR NA MATRIZ ELÉTRICA DO BRASIL GESEL / SINERGIA / EDF A OPÇÃO NUCLEAR PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA NO BRASIL Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento

Leia mais

RIO ALÉM DO PETRÓLEO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Adriana Fontes Mauricio Blanco Valéria Pero. Inovação tecnológica

RIO ALÉM DO PETRÓLEO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Adriana Fontes Mauricio Blanco Valéria Pero. Inovação tecnológica RIO ALÉM DO PETRÓLEO CONHECIMENTO E DESENVOLVIMENTO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Adriana Fontes Mauricio Blanco Valéria Pero Inovação tecnológica Uma das faces do desenvolvimento econômico pode ser vista

Leia mais

BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada. Outubro de 2014

BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada. Outubro de 2014 BNDES Financiamento à Indústria de Base Florestal Plantada Outubro de 2014 Agenda 1. Aspectos Institucionais 2. Formas de Atuação 3. Indústria de Base Florestal Plantada 1. Aspectos Institucionais Linha

Leia mais

7º Fórum Latino Americano de Smart Grid - 10/09/2014 Newton Duarte newton.duarte@cogen.com.br

7º Fórum Latino Americano de Smart Grid - 10/09/2014 Newton Duarte newton.duarte@cogen.com.br 7º Fórum Latino Americano de Smart Grid - 10/09/2014 Newton Duarte newton.duarte@cogen.com.br... um novo e Sustentável ciclo de Produção Descentralizada de Energia Elétrica Blackout New York 14, August

Leia mais

e Gestão de Riscos Alicerces firmes para o crescimento sustentável Compromissos internacionais assumidos Sustentabilidade Ambiental

e Gestão de Riscos Alicerces firmes para o crescimento sustentável Compromissos internacionais assumidos Sustentabilidade Ambiental 8 Sustentabilidade resultado 31 e Gestão de Riscos A Companhia reconhece que suas atividades influenciam as comunidades nas quais opera e se compromete a atuar de forma proativa para monitorar e mitigar

Leia mais

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis

Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Coleta e Destinação de Pneus Inservíveis Pneumáticos Histórico Década de 20 Começo das atividades da indústria de pneumáticos no Brasil. 1960 Fundação da ANIP, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo

Leia mais

PANORAMA DO SETOR. Evolução do setor 2. Crescimento do setor x crescimento da economia 3. Comparativo de índices de preços 4. Comércio Exterior 5

PANORAMA DO SETOR. Evolução do setor 2. Crescimento do setor x crescimento da economia 3. Comparativo de índices de preços 4. Comércio Exterior 5 PANORAMA DO SETOR Evolução do setor 2 Crescimento do setor x crescimento da economia 3 Comparativo de índices de preços 4 Comércio Exterior 5 Perfil Empresarial 8 Mercado Brasileiro 11 Canais de distribuição

Leia mais

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1

Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015. Perspectivas da economia / Comprometimento de renda. Novembro/2015. Copyright Boa Vista SCPC 1 Hábitos de Consumo e Compras Fim de ano e Natal 2015 Perspectivas da economia / Comprometimento de renda Novembro/2015 Copyright Boa Vista SCPC 1 Objetivo, metodologia e amostra o Objetivo: Pesquisa para

Leia mais

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL-SGM

MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME SECRETARIA DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL-SGM CONTRATO Nº 48000.003155/2007-17: DESENVOLVIMENTO DE ESTUDOS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DUODECENAL (2010-2030) DE GEOLOGIA, MINERAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO MINERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA - MME SECRETARIA

Leia mais

Indústria de Cimento. Base para a construção. Encontro da Indústria para a Sustentabilidade

Indústria de Cimento. Base para a construção. Encontro da Indústria para a Sustentabilidade Indústria de Cimento INDÚSTRIA BRASILEIRA DE CIMENTO Base para a construção do desenvolvimento Encontro da Indústria para a Sustentabilidade CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA CNI Robson Braga de Andrade

Leia mais

Mercado de Painéis de Madeira Reconstituída. Graça B. Gnoatto 31/10/2014

Mercado de Painéis de Madeira Reconstituída. Graça B. Gnoatto 31/10/2014 Mercado de Painéis de Madeira Reconstituída Graça B. Gnoatto 31/10/2014 Ibá Inédita união de quatro associações de empresas de produtos de base florestal plantada, com valores intrínsecos de desenvolvimento

Leia mais

CIMENTO *Fernando Antônio da Costa Roberto

CIMENTO *Fernando Antônio da Costa Roberto *Fernando Antônio da Costa Roberto A palavra CIMENTO é originada do latim CAEMENTU, que designava na velha Roma, espécie de pedra natural de rochedos e não esquadrejada. A origem do cimento remonta a cerca

Leia mais

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares

ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares ESCOLA DE COMANDO E ESTADO-MAIOR DO EXÉRCITO (ECEME) 4º Congresso de Ciências Militares Ciências Militares no Século XXI Situação Atual e Desafios Futuros Geopolítica dos Recursos Naturais Fontes Alternativas

Leia mais

ESTUDO 61: INDÚSTRIA DE CIMENTO

ESTUDO 61: INDÚSTRIA DE CIMENTO ESTUDO 61: INDÚSTRIA DE CIMENTO Pesquisador WillIiam Wills Coordenador Emílio Lébre La Rovere SIGLAS ABCP BNDES CADE CBIC CCS CO 2 CSI DNPM EC EPA EPE UE FAKS GEEs INMETRO MCT NO x SNRC SNIC SO 2 SRC UTE

Leia mais

Ciclo de Debates Abralatas 2011: Erradicação da pobreza na Economia Verde

Ciclo de Debates Abralatas 2011: Erradicação da pobreza na Economia Verde Ciclo de Debates Abralatas 2011: Erradicação da pobreza na Economia Verde Renault de Freitas Castro Diretor Executivo Abralatas Etapa de Belo Horizonte - MG 15 de junho de 2011 Abralatas Associação Brasileira

Leia mais

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS

POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS Seminário POLITICAS PARA O TRÂNSITO SEGURO DE MOTOS LEGISLAÇÃO, FISCALIZAÇÃO E POLÍTICA DE SEGURANÇA Brasília DF 13 de setembro de 2012 Regulamentação da atividade de mototaxista Mesmo diante da ausência

Leia mais

Lista de Cimento Conformes 2015

Lista de Cimento Conformes 2015 Lista de Cimento Conformes 2015 A Tabela a seguir mostra os tipos de cimentos e marcas que atenderam estatisticamente às Normas técnicas de especificação da ABNT, com base no Regulamento do Selo de Qualidade

Leia mais

Balanço Energético Nacional 2014

Balanço Energético Nacional 2014 Balanço Energético Nacional 2014 Relatório Síntese ano base 2013 Empresa de Pesquisa Energética - EPE Rio de Janeiro, RJ Maio de 2014 BEN 2014 Relatório Síntese ano base 2013 Ministério de Minas e Energia

Leia mais

50 cidades com as melhores opções para aberturas de franquias

50 cidades com as melhores opções para aberturas de franquias 50 cidades com as melhores opções para aberturas de franquias Pesquisa realizada pela Rizzo Franchise e divulgada pela revista Exame listou as 50 cidades com as melhores oportunidades para abertura de

Leia mais

PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL

PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL 1º SEMINÁRIO PARANAENSE DE ENERGIA DE BIOMASSA RESIDUAL AGRÍCOLA 06 DE DEZEMBRO DE 2013 LOCAL: SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS PRODUÇÃO DE ENERGIA ATRAVÉS DA BIOMASSA: PROCESSOS E PANORAMA NACIONAL E MUNDIAL

Leia mais

Fonte: MAPA e RFA/USA. Elaboração: INTL FCStone

Fonte: MAPA e RFA/USA. Elaboração: INTL FCStone Commodity Insight Agosto de 2013 Analistas Thadeu Silva Diretor de Inteligência de Mercado Thadeu.silva@intlfcstone.com Pedro Verges Analista de Mercado Pedro.verges@intlfcstone.com Natália Orlovicin Analista

Leia mais

Inventar com a diferenca,

Inventar com a diferenca, Inventar com a diferenca, cinema e direitos humanos PATROCÍNIO APOIO REALIZAÇÃO Fundação Euclides da Cunha O que é Inventar com a diferença: cinema e direitos humanos O projeto visa oferecer formação e

Leia mais

Política Energética Brasileira Panorama da Biomassa

Política Energética Brasileira Panorama da Biomassa Política Energética Brasileira Panorama da Biomassa MME Secretaria de Planejamento Energético Brasília Março de 2010 Roteiro 1. Cenário da Expansão 2. Características 3. Políticas Energéticas 4. Leilões

Leia mais

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo Pesquisa 2013

PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO. Resumo Executivo Pesquisa 2013 PERFIL DOS FABRICANTES DE ESTRUTURAS DE AÇO Resumo Executivo Pesquisa 2013 APRESENTAÇÃO Em ação conjunta para o melhor conhecimento das capacidades do mercado brasileiro da construção em aço, o CBCA Centro

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES DE FONTES ENERGÉTICAS

CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES DE FONTES ENERGÉTICAS CLASSIFICAÇÃO E VIABILIDADES 1 INTRODUÇÃO NA PRÉ HISTÓRIA O HOMEM UTILIZAVA SUA PRÓPRIA ENERGIA PARA DESENVOLVER SUAS ATIVIDADES TRANSFERÊNCIA DO ESFORÇO PARA OS ANIMAIS 2 APÓS A INVENSÃO DA RODA: UTILIZAÇÃO

Leia mais

Indústria química no Brasil

Indústria química no Brasil www.pwc.com.br Indústria química no Brasil Um panorama do setor Indústria química no Brasil A indústria química e petroquímica é um dos mais importantes setores da economia brasileira e está entre as

Leia mais

APROVEITAMENTO DO POTENCIAL HIDRELÉTRICO NACIONAL : Alternativas Após o Seu Esgotamento

APROVEITAMENTO DO POTENCIAL HIDRELÉTRICO NACIONAL : Alternativas Após o Seu Esgotamento Altino Ventura Filho Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético - Ministério de Minas e Energia APROVEITAMENTO DO POTENCIAL HIDRELÉTRICO NACIONAL : Alternativas Após o Seu Esgotamento Sumário

Leia mais

SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL

SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL II ENCONTRO BRASILEIRO DE SILVICULTURA Campinas, Abril 2011 SITUAÇÃO E DESAFIOS DO USO DA MADEIRA PARA ENERGIA NO BRASIL JOSÉ OTÁVIO BRITO Professor Titular jobrito@usp.br CONJUNTURA MUNDIAL CONSUMO MUNDIAL

Leia mais

EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NOS PROCESSOS INDUSTRIAIS - PRODUTOS MINERAIS

EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NOS PROCESSOS INDUSTRIAIS - PRODUTOS MINERAIS Setor Indústria SEGUNDO INVENTÁRIO BRASILEIRO DE EMISSÕES E REMOÇÕES ANTRÓPICAS DE GASES DE EFEITO ESTUFA EMISSÕES DE GASES DE EFEITO ESTUFA NOS PROCESSOS INDUSTRIAIS - PRODUTOS MINERAIS PRODUÇÃO DE CIMENTO

Leia mais

Selo da Qualidade ABCP para Cimento Portland Cimento Conformes 2014

Selo da Qualidade ABCP para Cimento Portland Cimento Conformes 2014 Lista de Cimento Conformes 2014 A Tabela a seguir mostra os tipos de cimentos e marcas que atenderam estatisticamente às Normas técnicas de especificação da ABNT, com base no Regulamento do Selo de Qualidade

Leia mais

K Fertilizantes Potássios

K Fertilizantes Potássios Fertilizantes - Informações Brasil N Fertilizantes Nitrogenados P Fertilizantes Fosfatados K Fertilizantes Potássios Fertilidade do Solo Brasileiro e a importância dos fertilizantes para a produtividade

Leia mais