Aeroclube de Sorocaba Aeroclube de Sorocaba MANUAL DE OPERAÇÕES C-150

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1 Aeroclube de Sorocaba MANUAL DE OPERAÇÕES C-150

2 MANUAL DE OPERAÇÕES C-150

3 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 1 OBJETIVO... 1 O AVIÃO... 1 Painel de instrumentos... 2 Especificações principais... 3 CHECK-LIST DE OPERAÇÃO DA AERONAVE... 5 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL SISTEMA ELÉTRICO Fusíveis e Circuit-breakers Luz de alerta do gerador Faróis Luz anti-colisão Luzes de navegação Iluminação do painel de instrumentos Luz de cortesia da cabine Intercomunicador...16 PTT Alimentação auxiliar de acessórios AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DA CABINE AQUECIMENTO DO CARBURADOR ACIONAMENTO DO MOTOR TAXIANDO ANTES DA DECOLAGEM Aquecimento do motor Checagem dos magnetos... 20

4 Checagem da mistura Checagem do ar-quente do carburador Checagem da marcha-lenta DECOLAGEM Potência do motor Ajuste dos flaps Decolagens com vento cruzado SUBIDA Velocidades de subida Arremetidas após aproximação perdida VÔO EM CRUZEIRO ESTOL POUSO Pousos normais Pousos curtos Pousos com vento cruzado OPERAÇÕES PERMITIDAS Limitações de velocidade PESO E BALANCEAMENTO... 28

5 INTRODUÇÃO Este Manual descreve, de maneira simplificada, os sistemas básicos e a operação da aeronave Cessna modelo 150, explicando suas respectivas diferenças. Presta-se como referência auxiliar ao Piloto-Aluno do Aeroclube de Sorocaba; para uma descrição completa e de caráter oficial da aeronave, consulte o Cessna Model 150 Owner s Manual, p/n D251-13, editado pelo fabricante. OBJETIVO O objetivo deste Manual é familiarizar rapidamente o Piloto-Aluno com a aeronave de instrução básica utilizada pelo Aeroclube de Sorocaba: o Cessna 150. O AVIÃO O Cessna 150 é uma aeronave monomotora, de 2 assentos lado-a-lado, monoplana, toda metálica, de asa alta, com motor a pistão, hélice de passo fixo e trem de pouso triciclo. Trata-se do monomotor civil mais popular do mundo. Juntamente com o seu irmão mais novo, o Cessna 152, foram construídas exatas unidades, estando mais de 20 mil ainda em operação ao redor do mundo. As excelentes características de vôo e de pilotagem extremamente fácil e agradável, aliado à sua segurança e confiabilidade, tornam-no um ótimo professor, quando empregado como avião de treinamento. 1

6 Aqui no Aeroclube de Sorocaba, o nosso C-150 é utilizado para a instrução básica em vôos VFR diurnos e noturnos. Painel de instrumentos C-150M: 7 - Primer 2

7 Especificações principais: Peso máximo de decolagem lbs 726 kg Peso vazio lbs 450 kg Carga alar... 10,0 lb/sq. ft 48,8 kg/m2 Velocidade máxima de cruzeiro mph 104 Kt Velocidade Nunca Exceder mph 140 Kt Velocidade de cruzeiro mph 90 Kt Velocidade máxima com flaps estendidos mph 86 Kt Alcance máximo NM 790 km Alcance típico (sem reserva) NM 550 km Autonomia máxima (pot. METO)... 5,0 hrs Autonomia típica (cruzeiro)... 4,05 hrs Teto operacional ft m Dist. de decolagem (nível do mar) ft 224 m Dist. p/ superar obstáculo de 50ft ft 422 m Distância de pouso ft 135 m Cap. de combustível total gal 98 lts Combustível utilizável... 22,5 gal 85 lts Reserva não utilizável... 3,5 gal 13 lts Consumo médio em cruzeiro... 6,3 gal/h 24 lts/h Capacidade de óleo... 6 qts. 5,7 lts Motor Continental O-200A de 100 hp a rpm, com 4 cilindros opostos e alimentação por carburador. Hélice McCaulay bipá metálica, passo fixo, de 1,75m de diâmetro. 3

8 4

9 CHECK-LIST DE OPERAÇÃO DA AERONAVE CHECK DE CABINE PRÉ-VÔO Manches... LIVRES Master... OFF Magnetos... OFF Ar quente... FECHADO Seletora de combustível... ABERTA Manete de potência... TESTE CURSO / REDUZIDA Manete de mistura... TESTE CURSO / POBRE Rádio... OFF Transponder... OFF Luzes... OFF Instrumentos... CHECADOS Flaps... FULL Compensador... TAKE-OFF Documentos... À BORDO Extintor... FAIXA VERDE Caixa de 1 s. Socorros... À BORDO CHECK EXTERNO PRÉ-VÔO Tanque direito... DRENADO Flap dir. e articulações... VERIFICADOS Aileron dir. e dobradiças... VERIFICADOS Ponta da asa dir / luz naveg... CHECADAS Bordo de ataque asa direita... CHECADO Montante da asa direita... CHECADO Nível de combustível asa dir... CHECADO Tampa do tanque direito... FECHADA Trem de pouso dir. e freio... CHECADOS Pneu do trem direito lbs. / OK Bequilha, molas e fixação... CHECADAS 5

10 Pneu da bequilha lbs. / OK Filtro de combustível... DRENADO Nível de óleo... ACIMA DE 4 qts. Vazamentos de óleo / comb... AUSENTES Caixa da bateria... FECHADA Carenagem do motor... FECHADA Pás da hélice... CHECADAS Spinner... CHECADO Filtro de ar do carburador... CHECADO Nível de combustível asa esq... CHECADO Tampa do tanque esquerdo... FECHADA Montante da asa esquerda... CHECADO Capas do pitot e respiro... REMOVIDAS Bordo de ataque asa esquerda... CHECADO Farol de pouso... CHECADO Ponta da asa esq / luz naveg... CHECADAS Aileron esq. e dobradiças... VERIFICADOS Flape esq. e articulações... VERIFICADOS Tanque esquerdo... DRENADO Trem de pouso esq. e freio... CHECADOS Pneu do trem esquerdo lbs. / OK Antenas VHF e ELT... CHECADAS Estabilizador e profundor esq... VERIFICADOS Deriva e leme... VERIFICADOS Luz de cauda... CHECADA Estabilizador e profundor dir....verificados Compensador... VERIFICADO Luz anti-colisão... CHECADA ACIONAMENTO DO MOTOR 6

11 Cheque pré-vôo... FEITO Calços / garfo... REMOVIDOS Assentos... AJUSTADOS Cintos... PASSADOS Portas... FECHADAS Rádio e Transponder... OFF Farol e luzes... OFF Master... ON Ar quente... FECHADO Seletora de combustível... ABERTA Mistura... RICA Manete de potência...4x MOTOR FRIO/2x MOTOR QUENTE/APLICAR 1/8 Freios... APLICADOS Magnetos... BOTH Área da hélice... LIVRE Starter... ACIONAR Nota: 1) Se o motor não funcionar após 5 a 10 seg: interromper a partida e acionar novamente com a manete de potência totalmente reduzida e mistura cortada. 2) Se o motor afogar: acionar novamente com a manete de potência em máximo e mistura cortada; após o motor pegar, enriquecer a mistura e reduzir a potência. APÓS A PARTIDA DO MOTOR Pressão do óleo... FAIXA VERDE Temperatura do óleo... SUBINDO Potência RPM Luz do gerador... CHECAR APAGADA Rádio... ON / SINTONIZADO Transponder... STAND-BY / 2000 Luzes de navegação e farol... DE ACORDO Luz anti-colisão... ON Livro de bordo... ANOTADO 7

12 TÁXI Área de taxi... LIVRE Mistura... POBRE Manche... LADO DO VENTO Potência... MÍNIMA Freios... TESTAR Bequilha... LIVRE / ATUANDO NA POSIÇÃO DE ESPERA Freios... APLICADOS Comandos... LIVRES / ATUANDO Compensador... TAKE-OFF Flaps... CHECK 10, 20, 30,40 / RECOLHIDOS Seletora de combustível... ABERTA Autonomia... SUFICIENTE Instrumentos... CHECADOS Altímetro... AJUSTADO Transponder... STAND-BY Potência RPM Mistura.... TESTAR 2x / VOLTAR PARA RICA Magnetos... QUEDA MAX. 150 RPM DIF. MAX. 75 RPM / VOLTAR P/ BOTH Ar quente... ABERTO / QUEDA MAX. 100 RPM / FECHADO Potência... MÍNIMA Tacômetro (em marcha lenta) a 800 RPM Potência RPM Faróis... OFF Cintos... AJUSTADOS Portas e Janelas... TRAVADAS Brieffing de decolagem... EFETUAR Tráfego... CHECADO / LIVRE ALINHADO NA CABECEIRA 8

13 Bússola... COERENTE Giro direcional... AJUSTAR CONF. BÚSSOLA Transponder... ALT Instrumentos do motor... VERIFICADOS Mistura... RICA Ar quente... FECHADO Magnetos... BOTH Farol de pouso... LIGADO Tráfego e pista... LIVRES DECOLAGEM Potência... MÁXIMA Aliviar a bequilha kt Rodar kt Acelerar para V kt SUBIDA Pressão e temperatura do óleo... VERIFICADOS Potência (após cruzar 400 pés) RPM Velocidade a 80 kt NIVELADO EM CRUZEIRO Potência... 70% : (2430 RPM nível mar / 2550 RPM a 5000 / FULL a 9000 ) Instrumentos... CHECADOS Mistura... RICA abaixo de 4500 / AJUSTAR acima 5000 DESCIDA Mistura... RICA abaixo de 4500 Ar quente... ABERTO Velocidade FAIXA VERDE Altímetro... AJUSTAR P/ QNH ao cruzar o nível de transição. CHECK PRÉ-POUSO 9

14 Ar quente... FECHADO Farol de pouso... DE ACORDO Freios... CHECADOS Flaps... DE ACORDO Tráfego... CHECADO / LIVRE APÓS O POUSO Flaps RECOLHIDOS Farol de pouso... OFF Transponder... OFF / 2000 CORTE DO MOTOR Freios APLICADOS Potência RPM Rádio... OFF Faróis e luzes... OFF Mistura... CORTAR Magnetos (após parada hélice)... OFF Master... OFF ABANDONO Chave RETIRADA Seletora de combustível... FECHADA Livro de bordo... PREENCHIDO Janelas e Portas... FECHADAS Calços... COLOCADOS Capa do pitot... COLOCADAS Hélice outro vôo mesmo dia...na VERTICAL último vôo do dia 10 PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA

15 FOGO NO MOTOR DURANTE A PARTIDA Mistura.... CORTADA Magnetos... OFF Manete de potência... MÁXIMA Seletora de combustível... FECHADA Starter... MANTER ACIONADO PERIGO: Se o fogo persistir o avião deve ser abandonado Imediatamente. FOGO EM VÔO VERIFICAR A ORIGEM DO FOGO: Se no sistema elétrico (fumaça na cabine): Master.... OFF Janelas... ABERTAS Aquecimento da cabine... DESLIGADO Extintor... SE NECESSÁRIO Se fogo no motor: Mistura.... CORTADA Seletora de combustível...fechada Potência... MÍNIMA Aquecimento da cabine... DESLIGADO Master... OFF Magnetos... OFF PROCEDER PARA ATERRAGEM SEM POTÊNCIA FALHA DO MOTOR EM VÔO SE ESTIVER ACIMA DE 1000 PÉS DE ALTURA: VÔO PLANADO... ESTABELECER a 70 mph Local para pouso... DEFINIDO Magnetos... BOTH Mistura... RICA Ar quente do carburador... ABERTO Seletora de combustível... ABERTA Quantidade de combustível... VERIFICADA Starter... Acionar 11

16 Caso a potência não seja restabelecida ou sem altura suficiente para uma nova partida, prossegir para uma ATERRAGEM SEM POTÊNCIA. SE ESTIVER ABAIXO DE 1000 PÉS DE ALTURA: VÔO PLANADO... ESTABELECER a 70 mph Local para pouso... DEFINIDO PROCEDER PARA ATERRAGEM SEM POTÊNCIA ATERRAGEM SEM POTÊNCIA Velocidade Kt Local para pouso... DEFINIDO Mistura... CORTADA Master... OFF Magnetos... OFF Ar quente... FECHADO Seletora de combustível... FECHADA Cintos... AJUSTADOS Objetos cortantes... AFASTADOS DO CORPO Portas e Janelas... DESTRAVADAS NA CERTEZA DO POUSO... FLAP FULL / VELOC. MÍNIMA PERDA DE PRESSÃO DO ÓLEO Mistura... RICA Potência... REDUZIR UM POUCO Aterrissar assim que possível. PREPARAR-SE PARA UMA IMINENTE ATERRAGEM SEM POTÊNCIA. ALTA TEMPERATURA DO ÓLEO POUSAR NA PISTA MAIS PRÓXIMA E INVESTIGAR O PROBLEMA. PREPARAR-SE PARA UMA IMINENTE ATERRAGEM SEM POTÊNCIA. FUNCIONAMENTO IRREGULAR DO MOTOR Ar quente do carburador... ABERTO 12

17 SE A IRREGULARIDADE CONTINUAR APÓS 1 MIN: Ar quente do carburador... FECHADO Mistura AJUSTADA Seletura de combustível... ABERTA Instrumentos do motor... VERIFICAR Se a operação for satisfatória com apenas um magneto, prosseguir o vôo com potência reduzida e mistura rica. Pousar no aeródromo mais próximo. LUZ DO GERADOR ACESA EM VÔO Desligar todos os equipamentos elétricos não essenciais, pois toda a carga estará sendo suprida pela bateria. LIGAR O RÁDIO SOMENTE QUANDO FOR UTILIZÁ-LO. 13

18 SISTEMA DE COMBUSTÍVEL Aeroclube de Sorocaba O combustível é fornecido ao motor a partir de dois tanques, um em cada asa. O combustível flui destes tanques por gravidade, passando por uma válvula seletora existente no piso da cabine e de lá segue para o filtro separador de impurezas e para o carburador. A válvula seletora do C150M só possui duas posições: ABERTA e FECHADA. Deverá estar aberta durante todo o vôo, exceto em caso de pouso de emergência, quando deverá ser fechada antes do pouso. Antes de cada vôo, uma quantidade suficiente de combustível deve ser drenada de cada tanque e do filtro separador, a fim de eliminar toda a água e sedimentos eventualmente acumulados. Só é possível drenar o filtro separador com a válvula seletora na posição aberta. Atenção: Só utilize gasolina de aviação. Importante: acompanhe pessoalmente todo o abastecimento e inspecione visualmente o nível de combustível e a correta colocação das tampas dos tanques após o abastecimento. 14

19 SISTEMA ELÉTRICO A energia elétrica é fornecida por um sistema de corrente contínua de 14 volts, alimentado por um gerador acionado diretamente pelo motor. A bateria de 12 volts está localizada do lado direito, à frente da parede de fogo, bem junto da tampa de inspeção da carenagem do motor. A chave master aciona todos os circuitos elétricos, exceto o relógio e o sistema de ignição. Fusíveis e Circuit-breakers (disjuntores) Os fusíveis no painel de instrumentos protegem a maior parte dos circuitos elétricos do avião. O circuito a que se refere está indicado acima de cada porta-fusível, e a capacidade de cada fusível é indicada na tampa do seu porta-fusível. Os liquidômetros de combustível e a buzina de estol são protegidos por um circuit-breaker de rearme automático que fornece energia intermitente para a operação destes dispositivos em caso de falha no circuito elétrico. A luz anti-colisão na cauda é protegida por um CB no painel. Luz de alerta do gerador Uma luz vermelha, rotulada ALT no painel, dá uma indicação da saída do gerador. Ela deverá permanecer apagada por todo o tempo, quando o gerador estiver funcionando normalmente. Esta luz não avisa sobre a descarga da bateria. Ela acenderá antes do acionamento do motor, ou quando o motor estiver trabalhando em marcha-lenta com RPMs insuficientes para o gerador produzir corrente. Ela também acenderá se o gerador estiver em pane. 15

20 Faróis Os faróis, localizados no nariz do avião, são acionados por um comutador existente no painel. Para ligar um farol para o táxi, puxe o comutador para fora até a primeira posição. Para ligar ambos os faróis, nos pousos e nas decolagens, puxe o comutador todo para fora até a segunda posição. Luz anti-colisão É acionada pressionado-se o CB existente no painel. Luzes de navegação Existe um comutador no painel que aciona as luzes de navegação: verde na ponta da asa direita, vermelha na ponta da asa esquerda e branca na cauda. Puxe para fora para ligar. Iluminação do painel de instrumentos Uma luz vermelha localizada no teto da cabine emite um facho de baixa intensidade que ilumina o painel para vôos noturnos sem ofuscar a visão externa dos tripulantes. Ela é acionada por uma chave localizada na parte central inferior do painel, acima da manete do primer. Luz de cortesia da cabine A luz branca de iluminação da cabine é acionada por um comutador existente na console do teto. Intercomunicador Uma chave comutadora existente no centro do painel alterna entre canal externo de voz (posição VHF) e intercomunicador interno entre os pilotos (posição INTERCOM). O rádio VHF tem que estar ligado para que o intercomunicador funcione. 16

21 PTT (press-to-transmit) Para transmitir no rádio VHF, acione a chave do intercomunicador na posição VHF, mantenha pressionado o botão vermelho localizado no manche e fale simultaneamente ao microfone. Alimentação auxiliar de acessórios Uma tomada de 12-volts DC, do tipo acendedor de cigarros, está disponível no painel para a alimentação de dispositivos externos, tais como um GPS, uma lanterna elétrica ou um telefone celular. AQUECIMENTO E VENTILAÇÃO DA CABINE aquecimento da cabine, para vôos em elevadas altitudes, é acionado puxando-se a alavanca correspondente no painel até a posição desejada. Para ventilação da cabine, puxe para fora os tubos de ventilação localizados nos cantos superiores do pára-brisa dianteiro, na junção das asas. AQUECIMENTO DO CARBURADOR Em descidas longas ou em nível de cruzeiro a elevadas altitudes (caso o motor apresente súbita queda de RPM ou comportamento áspero), aplique o ar-quente do carburador para prevenir a formação de gelo no interior do mesmo. Não use em decolagens, pousos e arremetidas. 17

22 ACIONAMENTO DO MOTOR Normalmente, o motor pega com bastante facilidade, após 3 injeções da manete de potência com o motor frio, ou apenas uma injeção com o motor já quente. Explosões fracas e intermitentes, acompanhadas de emissão de fumaça preta pelo escapamento, podem indicar afogamento do motor. Para ligar o motor afogado, faça o seguinte: empobreça totalmente a mistura, empurre a manete de potência toda à frente e acione a partida. Assim que o motor pegar, avance a mistura para rica e reduza a manete de potência. Após a partida do motor, caso o manômetro de óleo não comece a indicar pressão após 30 segundos em dias quentes ou após 1 minuto em dias muito frios, pare o motor e investigue. A falta de pressão de óleo pode causar sérios danos ao motor. TAXIANDO Ao taxiar, especialmente sob condições de vento forte, é importante que a velocidade seja reduzida, que o uso dos freios seja o mínimo possível e que todos os controles sejam utilizados (conforme o diagrama na próxima página). 18

23 Taxiando sobre pista de cascalho ou de terra, utilize a menor potência possível de motor, a fim de evitar abrasão ou avarias às pontas das hélices pela aspiração de material do solo. 19

24 ANTES DA DECOLAGEM Aeroclube de Sorocaba Aquecimento do motor A maior parte do aquecimento do motor já terá sido feita durante o táxi, e o aquecimento adicional se dará no cheque dos magnetos e mistura, realizados na posição de espera antes da pista de decolagem. Evite superaquecer o motor, uma vez que a refrigeração do mesmo é deficiente quando no solo. Checagem dos magnetos A verificação dos magnetos deve ser feita a RPM, da seguinte forma: gire a chave do contato inicialmente para a posição R e observe a indicação de RPM; volte a chave para BOTH e, em seguida, gire-a para a posição L e observe a queda de RPM. Nenhum dos magnetos deve apresentar queda maior do que 150 RPM e a diferença entre ambos não deve ultrapassar 75 RPM. Se um ou ambos os magnetos não apresentarem nenhuma queda durante a checagem, pode-se suspeitar de pane na chave de contato ou que o magneto esteja avançado, isto é, com o ponto de ignição adiantado. Caso se verifique queda de RPM maior que 150 RPM durante a checagem, são possíveis que as velas estejam sujas. Pode-se tentar limpálas da seguinte forma: empobreça um pouco a mistura e aplique potência a RPM por um a dois minutos, depois restabeleça mistura rica e teste novamente. Caso a queda persista, pode-se repetir este procedimento por mais uma ou duas vezes até que a queda de RPM no teste de magneto esteja dentro dos parâmetros normais. 20

25 Checagem da mistura Com o motor em RPM, verifique o correto funcionamento do comando de mistura ar-combustível recuando lentamente a manete de mistura até observar queda súbita de RPM; em seguida, complete mistura rica rapidamente antes que o motor morra. Checagem do ar-quente do carburador Com o motor em RPM, abra completamente a manete de acionamento do aquecimento do carburador e observe a queda de RPM no tacômetro, que não deverá ultrapassar 100 RPM. Checagem da marcha - lenta Recue completamente a manete de potência e observe o funcionamento do motor em marcha - lenta. Este deverá ser regular e com o tacômetro indicando entre 600 e 800 RPM. DECOLAGEM Potência do motor Aplique potência suavemente até o fim do curso da manete (potência plena) e observe a RPM. Não atingindo prontamente RPM, ou caso o motor se apresente áspero, aborte a decolagem. Nas decolagens de aeródromos com elevação acima de pés, devese empobrecer um pouco a mistura para que o motor atinja máxima RPM. 21

26 Ajuste dos flaps As decolagens normais devem sempre ser realizadas sem flaps. O uso de 10º (1º. dente) de flap encurta a corrida de decolagem em cerca de 10%, mas esta ligeira vantagem se perde na razão de subida para livrar um obstáculo de 50 pés. Portanto, só se deve dar 10º de flap nos casos especiais de decolagens de pistas macias ou irregulares e sem obstáculos à frente. Caso se use 10º de flap na corrida de decolagem, é preferível mantê-los estendidos ao invés de recolhê-los na subida para livrar os obstáculos. A exceção a esta regra seria a decolagem de uma pista em altitude elevada e sob temperatura alta, quando a razão de subida seria mínima com flaps no 1º dente. O uso de mais do que um dente de flap nunca é recomendado em nenhuma decolagem. Decolagens com vento cruzado As decolagens sob ventos cruzados fortes devem ser feitas com o mínimo de flaps recomendado para as características da pista, a fim de se reduzir a derivação lateral imediatamente após a rotação da aeronave. O avião deve ser mantido no chão até uma velocidade ligeiramente maior do que o normal, e então cabrado abruptamente para tirá-lo logo do solo, de maneira a evitar-se que possa tocar novamente a pista enquanto deriva. Assim que livrar o solo, faça uma leve curva para o lado do vento, para corrigir a derivação. 22

27 SUBIDA Velocidades de subida As subidas normais devem ser feitas com velocidade entre 70 e 75 kt, com os flaps recolhidos e potência a pleno, a fim de otimizar a refrigeração do motor. A mistura deve ser toda rica, a menos que o motor apresente-se áspero devido a mistura excessivamente rica. Se for necessária uma subida mais acentuada para livrar obstáculos, o melhor ângulo de subida é obtido com potência a pleno e sem flaps, a velocidades entre 60 e 65 kt. Atenção: subidas a baixa velocidade devem ser de curta duração para evitar-se má refrigeração do motor. Arremetidas após aproximação perdida Nas arremetidas, recolha os flaps imediatamente após aplicar potência plena. VÔO EM CRUZEIRO O cruzeiro normal em altitude é feito com potência entre 65% a 75% da METO (maximum endurance time of operation, ou máximo tempo de autonomia). O vôo de cruzeiro mais eficiente é realizado em elevadas altitudes, devido ao menor arrasto proporcionado pelo ar mais rarefeito. Isto é ilustrado na tabela abaixo para potência de 70%: 23

28 ESTOL As características de estol do Cessna 150 são convencionais, tanto com ou sem flaps. Isto quer dizer que o avião não apresenta nenhum comportamento anormal ou tendência perigosa próximo à velocidade de estol. Pode-se notar uma leve trepidação do manche imediatamente antes do avião estolar, especialmente quando os flaps estão abaixados. As velocidades de estol são apresentadas na tabela abaixo, para a condição de CG à frente e aeronave no seu peso máximo de operação. Elas são dadas como velocidades calibradas, uma vez que as velocidades indicadas não são confiáveis próximas ao estol. Com a aeronave mais leve, obtêm-se velocidades de estol mais baixas. A buzina de estol emite um sinal sonoro contínuo, 5 a 10 mph antes que o estol aconteça, e permanece ligada até que a atitude de vôo da aeronave se altere. 24

29 POUSO Pousos normais Os pousos normais são feitos com qualquer posição de flap. Os planeios de descida devem ser feitos a velocidades entre 65 e 75 mph com os flaps recolhidos, ou entre 60 e 70 mph com os flaps abaixados. Pousos curtos Para realizar um pouso curto, execute uma aproximação baixa com o mínimo de potência necessária, velocidade de cerca de 60 mph e full flaps (4º. dente). Arredonde ligeiramente antes da cabeceira para tocar a pista com os trens de pouso principais primeiro. Assim que a aeronave tocar a pista, abaixe logo a bequilha ao solo e aplique fortemente os freios. Recolha os flaps assim que tocar o solo. Pousos com vento cruzado Use a menor configuração de flaps possível, de acordo com o comprimento da pista. Execute uma aproximação em caranguejo ou levemente glissada - ou ambos - para manter o alinhamento da pista, corrija a proa sobre a pista e toque-a com o nariz quase nivelado. Evite glissadas muito acentuadas na aproximação, a fim de não forçar desnecessariamente os comandos e a estrutura da aeronave. Deve-se evitar pousar em pistas cuja componente transversal de vento cruzado esteja excedendo 15 nós. 25

30 OPERAÇÕES PERMITIDAS Aeroclube de Sorocaba O Cessna 150 está autorizado para operações VFR diurnas e noturnas. A aeronave não está certificada para manobras puramente acrobáticas. Todavia, algumas manobras são permitidas, desde que os respectivos limites de velocidade e de fator de carga sejam observados. Peso máximo de projeto lbs G máximo flaps up ,4-1,76 G máximo flaps down ,5 Nenhuma manobra acrobática é permitida, exceto as listadas abaixo, com suas respectivas velocidades máximas de entrada: Chandelles mph (95 nós) Oito Preguiçoso mph (95 nós) Curvas de grande inclinação mph (95 nós) Parafusos... power off Estóis.... power off Atenção: Embora o Cessna 150 esteja certificado para executar parafusos, a realização desta manobra é PROIBIDA por determinação da ANAC. 26

31 Limitações de velocidade: As máximas velocidades aerodinâmicas calibradas para as quais o Cessna 150 está homologado são as seguintes: Máxima (planeio ou mergulho; ar calmo) mph (arco vermelho) Faixa de operação com cautela a 162 mph (arco amarelo) Faixa de operação normal a 120 mph (arco verde) Faixa de operação com flaps a 100 mph (arco branco) Velocidade de manobras¹ mph ¹ A máxima velocidade na qual podem ser aplicados comandos abruptos de variação de atitude sem exceder o fator de carga de projeto. 27

32 PESO E BALANCEAMENTO Aeroclube de Sorocaba O Cessna 150 possui um envelope de operação bastante tolerante ao carregamento e à mudança de CG da aeronave. Na prática, isto quer dizer que, nas situações normais de instrução de vôo, mesmo com o avião carregado com tanques de combustível cheios, 2 tripulantes de peso médio de 80 kg e até 25 kg de bagagem no bagageiro, a aeronave ainda estará com o seu peso máximo de decolagem e seu momento de CG seguramente dentro do seu envelope de carregamento. Para situações de carregamento específicas, refira-se ao Cessna Model 150 Owner s Manual e à ficha de peso e balanceamento do avião para o cálculo do momento do CG. 28

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