Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA"

Transcrição

1 Contribuições do Sistema Cooperativista - Consulta Pública MDA Critérios e procedimentos de concessão, manutenção e uso do Selo Combustível Social As políticas de apoio à agricultura familiar desempenham importante papel na ampliação da oferta de alimentos e energia, contribuindo fortemente para o atendimento das demandas dos consumidores brasileiros e na melhoria da qualidade de vida dos pequenos produtores rurais. As cooperativas agropecuárias brasileiras inserem-se perfeitamente neste contexto. Em muitas localidades, representam uma das poucas possibilidades de agregação de valor à produção rural, bem como da inserção de pequenos e médios produtores em mercados concentrados. Promovem redução dos custos de transação, em consequência de seu maior poder de negociação na aquisição de insumos e venda de produtos. Geram ganhos de eficiência por sua capacidade coordenadora, através de economias de escala e redução dos riscos em ações conjuntas. São legítimas balizadoras de preços em mercados concorrenciais, com precificação razoável e justa, além de viabilizar a recepção, classificação, padronização, armazenamento, beneficiamento, industrialização e comercialização a produção dos associados. Isso evidencia os diferenciais competitivos da prática cooperativista, de fortalecimento pela união. O cruzamento das bases de dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em 2012, sinalizou que do total de famílias de agricultores familiares organizados em cooperativas, 76% estão registradas no Sistema OCB. Esta informação ratifica e comprova a importância da Organização como representação legítima no atendimento aos anseios e necessidades do homem do campo. Apesar dos impactos positivos decorrentes das políticas de crédito rural no âmbito do Pronaf e do programa Selo Social - Biodiesel, a forma como é realizada a contratação e a compra da produção, tanto de agricultores quanto de cooperativas, requer uma reavaliação, haja vista que as empresas compradoras da produção vêm adquirindo diretamente de agricultores pronafianos, os quais são associados das cooperativas, desestruturando as mesmas e causando a elas significativas perdas. Teme-se, com isso, que

2 este processo acabe resultando em impactos negativos para as cooperativas e, consequentemente, para as economias locais nas quais as mesmas estão inseridas. Diante disso, seguem as sugestões do Sistema Cooperativista sobre a Consulta Pública que trata dos critérios e procedimentos de concessão e uso do Selo Combustível Social (Biodiesel): 1. Permitir que as cooperativas detentoras de Dap pessoa jurídica procedam a inserção/alimentação dos dados dos cooperados uma vez por ano no Software Sabido quando do encerramento da comercialização da safra. Justificativa: A comercialização/fixação da soja pelo produtor familiar ocorre ao longo de todo o ano e a comercialização com a empresa/indústria de biodiesel é realizada até o final do 1º semestre. Tal procedimento simplificaria o processo de envio das informações dos produtores. 2. Possibilitar a concessão das Dap s para CNPJs de entrepostos de cooperativas, de forma a beneficiar regiões de atuação das cooperativas onde predominam associados enquadrados como agricultores familiares. Justificativa: Esta proposta permitiria o enquadramento do entreposto da cooperativa que tivesse em seu quadro social predominantemente agricultores familiares e por extensão seus cooperados passariam a ter benefícios do programa. 3. Permitir a operacionalização dos programas voltados à comercialização de produtos da Agricultura Familiar para Biodiesel, diretamente pelas cooperativas, independentemente de percentual mínimo do quadro social com Dap-pessoa física. Justificativa: Esta proposta se justifica uma vez que muitos agricultores familiares filiados a uma cooperativa que não tem a Dap pessoa jurídica (mínimo de 60% de cooperados com Dap pessoa física) deixariam de se beneficiar com a

3 venda de soja para biodiesel e estariam excluídos desta política pública, embora possuam a Dap pessoa física. 4. Nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, para fins de comprovação e obtenção do selo social as indústrias de biodiesel devem adquirir a matéria prima integralmente de cooperativas agropecuárias (100%), conforme estabelecido nos critérios do PNPB. Dessa forma, promover-se-á a inclusão social e econômica de milhares de agricultores associados a cooperativas e o reconhecimento do trabalho destas no desenvolvimento sustentável e endógeno. Portanto, a política pública efetivamente será de apoio ao cooperativismo, o qual deve ser estimulado, fortalecido, interrompendo a compra pelas indústrias diretamente do produtor nos três estados do Sul. 5. A partir de 2014, nos três Estados do Sul, seja aumentado o percentual das aquisições da matéria prima feitas pelas indústrias produtoras de biodiesel das cooperativas agropecuárias para fins de comprovação e obtenção do Selo Social. Diga-se, de passagem, que a presente sugestão prende-se ao fato de que as cooperativas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná produzem quantidade suficiente de matéria prima para as indústrias manterem o selo social; 6. Realizar chamadas públicas de ATER direcionadas para cooperativas com DAP Jurídica que participam do PNPB, para que as mesmas possam melhorar os serviços de assistência técnica junto com seus associados que hoje é feita de forma integral aos cooperados durante o ano todo, nas principais atividades econômicas em suas unidades produtivas, e não somente de uma cultura. 7. Incentivar a agroindustrialização da cadeia produtiva do biodiesel por organizações do cooperativismo da agricultura familiar.

4 8. Inserir o 5 à redação do Art.10, com os seguintes dizeres: O MDA admitirá a contratação da produção nas fases pós plantio, exclusivamente de cooperativas habilitadas a vender para fins do Selo Combustível Social, de acordo com regulamentação emitida pela instituição e mediante o cumprimento cumulativo dos seguintes requisitos: a) a cooperativa habilitada possua corpo técnico próprio ou terceirizado e realize a assistência técnica em conformidade com as normas contidas nesta Portaria, durante todo o ciclo produtivo da cultura; b) a cooperativa demonstre ao MDA, por meio de carta, as razões que justificam a contratação e venda da produção à empresa interessada; c) o contrato firmado seja feito em conformidade com modelo aprovado pela instituição representativa da agricultura familiar no estado relativo à safra originária da produção, que o assinará, na condição de anuente; e Justificativa: A criação do critério de contratação da produção previamente ao plantio objetivou dar segurança ao agricultor familiar em relação a venda da sua produção com preços justos e dar-lhe acesso a assistência técnica durante, no mínimo, todo o ciclo produtivo da cultura. Tal medida é muito efetiva, sobremaneira para os agricultores de regiões com baixa dinamização da economia ou cujo produto tenha baixa liquidez de mercado. Entretanto, o critério de contratação prévia da produção gera alguns problemas para as cooperativas, surgem, a saber: a) as cooperativas não podem firmar contratos além do limite de matériaprima originada na agricultura familiar com DAP. Como as empresas fazem uma previsão de necessidade de aquisições da agricultura familiar com base na sua expectativa de venda, é comum que vendam menos do que o planejado. Isso implica em menor necessidade de aquisições da agricultura familiar, o que faz com que não executem a integridade dos contratos firmados com as cooperativas. Nesta situação, a cooperativa não vende a

5 integridade da produção da agricultura familiar, mesmo que surjam outras empresas interessadas, pois a condição de contratação prévia não é satisfeita. Isto implica vários problemas para a cooperativa e para os seus associados. Um deles é como justificar a premiação (bônus) para um agricultor e não fazê-lo para outro; b) nos casos em que a cooperativa aumenta seu quadro de sócios com DAP, há aumento da oferta de matéria-prima lastreada. Mas, devido à limitação imposta na contratação da produção, novos associados não conseguem, na sua maioria, usufruir dos benefícios do Selo Social na sua primeira safra como cooperados. Tal situação tende a ser mais grave e de maiores proporções nos casos em que há saída de uma cooperativa do mercado. Os agricultores rapidamente filiam-se a uma nova cooperativa, no intuito de permanecer no mercado do Selo Social, mas a restrição de contratação prévia limita as chances de escoamento da produção familiar para este fim; c) outro problema é relativo aos custos da assistência técnica. As cooperativas já fazem a assistência técnica aos seus agricultores sistematicamente e historicamente. Mas as normas do Selo Social trouxeram um conjunto de exigências novas, relativas à forma da assistência técnica, ao número mínimo de técnicos e aos procedimentos burocráticos de comprovação, exigidos pelo MDA. Essas exigências implicam em significativos aumentos de custos da atividade que são cobertos, pelo menos em parte, pelo pagamento da ASTEC feito pelas empresas. Entretanto, este pagamento é vinculado ao montante de matéria-prima adquirida. Ora, se a empresa adquire menos do que contratou, irá pagar menos para a assistência técnica. Mas a cooperativa faz o desembolso integral, implicando em custos não previstos. Do lado das empresas, a limitação da contratação prévia também implica em problemas, tais como: a) a empresa faz uma contratação com base em sua expectativa de produção de biodiesel. Por várias razões, a empresa pode vir a vender mais biodiesel do que o originalmente planejado. Com isso, a empresa corre o risco de que o montante contratado não seja suficiente para dar lastro à sua produção. Como existe a restrição à contratação prévia, a empresa não tem

6 saída, exceto vender menos. Tal suposição é absolutamente inviável, pois a empresa foi feita para produzir e com a menor ociosidade possível. Além disso, uma vez que a empresa tem seus volumes arrematados em leilão, tem a obrigação legal de produzir o biodiesel, visto tratar-se de um produto essencial para o abastecimento público, sob pena de ser processada judicialmente ou penalizada; b) é muito comum que o contratos feitos pela empresa não sejam cumpridos em sua totalidade, afastadas as hipóteses de frustração de safra e de evento de força-maior. Isto tem diversas causas. Por exemplo, no caso de cooperativas, elas podem priorizar um ou outro cliente (com selo social ou não), quer seja por questões de preço, de logística ou quer seja porque tem obrigações com relação a eles, tais como adiantamentos, CPRs vinculados à matéria-prima. Como a empresa, ao fazer o contrato com a cooperativa, não sabe, na prática, o quanto do contrato será executado, corre o risco de não conseguir comprar toda a produção que deseja para dar lastro ao seu biodiesel. Esse tipo de situação começa a ser observado um pouco depois da fase de colheita. Nos meses de julho a dezembro é que a empresa já possui uma visão mais clara do quanto produzirá de biodiesel no ano e do quanto conseguirá executar de seus contratos (tomando-se a soja como exemplo). Ao perceber a necessidade de adquirir mais do que o que fora contratado, a empresa se vê impedida pela restrição de firmar contrato prévios, mesmo que haja cooperativas habilitadas (que cumpriram os requisitos de MDA relativos a assistência técnica). Do exposto, espera-se ter tornado tácito que a exigência de contratação da produção da cooperativa previamente ao plantio torna-se uma camisa de força tanto para as cooperativas quanto para as empresas. Situação que resulta em perdas ao agricultor familiar que não terá acesso ao mercado de biodiesel (e suas vantagens), perdas financeiras para as cooperativas e riscos para a empresa de biodiesel.

IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO

IMPORTÂNCIA DAS COOPERATIVAS AGROPECUÁRIAS PARA O DESENVOLVIMENTO Excelentíssimo Senhor GILBERTO JOSÉ SPIER VARGAS MINISTRO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO - MDA Esplanada dos Ministérios Bloco A, 8º Andar Brasília - DF Assunto: Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel

Leia mais

PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO SECRETARIA DA AGRICULTURA FAMILIAR COORDENAÇÃO DE COMERCIALIZAÇÃO PAA Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar Modalidades do PAA MODALIDADES PROGRAMA

Leia mais

1.1 - Incluir a caracterização do inciso IX se e for oriunda da agricultura familiar deverá, visando corrigir distorções.

1.1 - Incluir a caracterização do inciso IX se e for oriunda da agricultura familiar deverá, visando corrigir distorções. Assunto: Sugestões da Petrobras Biocombustível para alteração da minuta da Portaria do Selo Combustível Social, fornecida pelo MDA em reunião com representantes das empresas produtoras de Biodiesel e disponibilizada

Leia mais

SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: balanço e próximos passos

SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: balanço e próximos passos SELO COMBUSTÍVEL SOCIAL: balanço e próximos passos ÍNDICE Balanço Processo de consulta pública para alteração na Portaria 60/2012 Próximos passos BALANÇO - Brasil 43 UPBs detentoras do Selo Combustível

Leia mais

Propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2015/2016

Propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2015/2016 Propostas do Sistema Cooperativista para o Plano Safra da Agricultura Familiar 2015/2016 Introdução...4 O cooperativismo e a agricultura familiar... 5 Crédito Rural...8 Sugestões para aprimoramento das

Leia mais

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais,

DECRETO N 037/2014. O Prefeito Municipal de Santa Teresa Estado do Espírito Santo, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N 037/2014 Regulamenta aplicação das Instruções Normativas SDE Nº 01/2014 a 02/2014, que dispõem sobre as Rotinas e Procedimentos do Sistema de Desenvolvimento Econômico a serem observados no âmbito

Leia mais

BIO 2012 VI Seminário LatinoAmericano y del Caribe de Biocombustibles. O Programa Brasileiro de Produção de Biocombustíveis e a Inclusão Social

BIO 2012 VI Seminário LatinoAmericano y del Caribe de Biocombustibles. O Programa Brasileiro de Produção de Biocombustíveis e a Inclusão Social BIO 2012 VI Seminário LatinoAmericano y del Caribe de Biocombustibles O Programa Brasileiro de Produção de Biocombustíveis e a Inclusão Social ÍNDICE Histórico do Programa Números do Programa Nacional

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem

Leia mais

PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL. Semana de Bioenergia Global Bioenergy Partnership - GBEP Brasília-DF Embrapa março de 2013

PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL. Semana de Bioenergia Global Bioenergy Partnership - GBEP Brasília-DF Embrapa março de 2013 PARTICIPAÇÃO DA AGRICULTURA FAMILIAR NO BRASIL Semana de Bioenergia Global Bioenergy Partnership - GBEP Brasília-DF Embrapa março de 2013 INSTRUMENTOS LEGAIS INSTRUMENTOS LEGAIS 1) Lei nº 11.326/2006 Estabelece

Leia mais

Agroenergia e Agricultura Familiar

Agroenergia e Agricultura Familiar Agroenergia e Agricultura Familiar V Congresso Brasileiro de Mamona (CBM) II Simpósio Internacional de Oleaginosas Energéticas (SIOE) I Fórum Capixaba de Pinhão-Manso Guarapari - ES Julho/2012 ÍNDICE Agricultura

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais

Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável

Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável Palma de óleo, agricultura familiar e desenvolvimento rural sustentável Sumário Agricultura familiar no Brasil Importância e aspectos positivos da palma de óleo Programa Palma de Óleo e sinergia com o

Leia mais

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA

Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar. Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Inserção da Agricultura Familiar na Alimentação Escolar Estratégia e Políticas Públicas de Apoio da SAF/MDA Objetivo da Apresentação Possibilitar a compreensão das políticas públicas relacionadas e/ou

Leia mais

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar

Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer a agricultura familiar, mediante o financiamento da infra-estrutura de produção

Leia mais

Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel PNPB

Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis. O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel PNPB Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel PNPB Agricultura Familiar Coordenação Geral de Biocombustíveis - Números do PNPB - Empresas

Leia mais

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário

Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Ambiente de Gerenciamento do PRONAF e Programas de Crédito Fundiário Janeiro - 2011 Banco do Nordeste Apoio à Agricultura Familiar Programa Nacional de Fortalecimento Da Agricultura Familiar OBJETIVO Fortalecer

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL (PNPB)

PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL (PNPB) PROGRAMA NACIONAL DE PRODUÇÃO E USO DE BIODIESEL (PNPB) 1. Biodiesel no Brasil No Brasil, biodiesel é o biocombustível derivado de biomassa renovável para uso em motores a combustão interna com ignição

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 05 DE JULHO DE 2005.

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 05 DE JULHO DE 2005. INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01, DE 05 DE JULHO DE 2005. Dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos à concessão de uso do selo combustível social. O MINISTRO DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO, no

Leia mais

As Políticas Públicas e a Agricultura Familiar

As Políticas Públicas e a Agricultura Familiar As Políticas Públicas e a Agricultura Familiar Lei da Agricultura Familiar LEI Nº 11.326, DE 24 DE JULHO DE 2006. Art. 3 Para os efeitos desta Lei, considera-se agricultor familiar e empreendedor familiar

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 4.339, DE 20 DE JUNHO DE 2014 Dispõe sobre ajustes nas normas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), de que trata o Capítulo 10 do Manual de Crédito Rural

Leia mais

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões PGPM A. EGF SOV COV B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO Aquisições via Preços Mínimos Via Leilões Estados e Municípios Leite Compra Local Compra Direta Compra Especial Formação de Estoque Doação Simultânea EMPODER

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana

Leia mais

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005

Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Esta versão não substitui a publicada no DOU INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02, DE 30 DE SETEMBRO DE 2005 Dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos ao enquadramento de projetos de produção de biodiesel

Leia mais

Departamento de Geração de Renda e

Departamento de Geração de Renda e Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor - DGRAV ESTRUTURA DO MDA Gabinete do Ministro Secretaria Executiva Secretaria da Agricultura Familiar SAF Secretaria de Reordenamento Agrário - SRA

Leia mais

Perguntas e respostas Mais Qualidade

Perguntas e respostas Mais Qualidade Perguntas e respostas Mais Qualidade O que é o Programa Mais Qualidade? O Mais Qualidade é um programa da Bayer CropScience que tem como objetivo a obtenção de frutas com qualidade superior. Tudo isso

Leia mais

DILMA ROUSSEFF Presidenta da República. PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário

DILMA ROUSSEFF Presidenta da República. PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário DILMA ROUSSEFF Presidenta da República PATRUS ANANIAS Ministro do Desenvolvimento Agrário MARIA FERNANDA RAMOS COELHO Secretária Executiva do Ministério do Desenvolvimento Agrário MARIA LÚCIA DE OLIVEIRA

Leia mais

O Brasil Melhorou. 36 milhões. de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos. 42 milhões. de brasileiros ascenderam de classe.

O Brasil Melhorou. 36 milhões. de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos. 42 milhões. de brasileiros ascenderam de classe. O Brasil Melhorou 36 milhões de brasileiros saíram da pobreza em 10 anos 42 milhões de brasileiros ascenderam de classe Fonte: SAE/PR O Brasil Melhorou O salário mínimo teve um aumento real de 70% Em 2003,

Leia mais

Apoio à comercialização da agricultura familiar

Apoio à comercialização da agricultura familiar Apoio à comercialização da agricultura familiar Programa de Aquisição de Alimentos 1. Contexto Liberalização dos mercados de produtos agrícolas (anos 90) Intenso processo de concentração de capitais no

Leia mais

Este termo de referência visa à contratação de consultoria especializada para

Este termo de referência visa à contratação de consultoria especializada para TERMO DE REFERÊNCIA SERVIÇOS NÃO CONTINUADOS TR nº MODALIDADE PROCESSO SELETIVO RBR-02/2014 Produto 2014 FUNDAMENTO LEGAL Decreto nº 5.151, de 22/7/2004, e Portaria MDA nº 48/2012, de 19/07/2012. O Ministério

Leia mais

I - Fomentar a organização

I - Fomentar a organização Legislação Lei 14.591/2011 Decreto 57.755/2012 Decreto 60.055/2014 I - Fomentar a organização Objetivos II - Estimular a produção da Agricultura Familiar III Favorecer a compra dos produtos da Agricultura

Leia mais

SELO DA AGRICULTURA FAMILIAR

SELO DA AGRICULTURA FAMILIAR SELO DA AGRICULTURA FAMILIAR SAIBA COMO ACESSAR A Agricultura Familiar é a grande responsável pela produção da maioria dos alimentos consumidos por nós, brasileiros, todos os dias. São inúmeros produtos

Leia mais

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE

Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Maria Luiza da Silva MEC/FNDE/PNAE Art. 14. da Art. 14. Do total dos recursos financeiros repassados pelo FNDE, no âmbito do PNAE, no mínimo trinta por cento deverá ser utilizado na aquisição de gêneros

Leia mais

OS DEZ ANOS DO PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR: UM CONVITE À REFLEXÃO

OS DEZ ANOS DO PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR: UM CONVITE À REFLEXÃO Observatório de Políticas Públicas para a Agricultura nº42 - julho 2012 OS DEZ ANOS DO PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR: UM CONVITE À REFLEXÃO Valdemar J. Wesz Junior* Catia Grisa** Na primeira semana

Leia mais

Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015

Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015 Plano Safra da Agricultura Familiar 2014-2015 Histórico de contratação de financiamentos, no âmbito do PRONAF, para apicultura. Ano Agrícola Contratos Valor 2002/2003 152 811.931 2003/2004 1.088 4.758.640

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Sustentável da Unidade Familiar. 9 de agosto de 2011

Plano de Desenvolvimento Sustentável da Unidade Familiar. 9 de agosto de 2011 Plano de Desenvolvimento Sustentável da Unidade Familiar 9 de agosto de 2011 Agricultura familiar é a forma de produção em que predominam: interação entre gestão, trabalho e direção do processo produtivo;

Leia mais

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf.

Sipaf; IX - Proponente: pessoa física ou jurídica que solicita a permissão de uso do Sipaf. PORTARIA Nº 7, DE 13 DE JANEIRO DE 2012 Institui o selo de identificação da participação da agricultura familiar e dispõe sobre os critérios e procedimentos relativos à permissão, manutenção, cancelamento

Leia mais

PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA

PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária PROPOSTA DE MÓDULO DE FINANCIAMENTO, CONTRATOS, COMERCIALIZAÇÃO E ASSOCIATIVISMO PARA O SNPA (Coordenação de Agropecuária) E DA GEPAD (Gerência de Planejamento,

Leia mais

Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará.

Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará. TERMO DE REFERÊNCIA Diagnóstico de oportunidades de quebra de barreiras para acesso às políticas públicas da Agricultura Familiar em São Félix do Xingu, Pará. 1. Título: Diagnóstico de oportunidades para

Leia mais

POLÍTICAS PUBLICAS E AGRICULTURA FAMILIAR. FORTALEZA, 21 de novembro de 2014

POLÍTICAS PUBLICAS E AGRICULTURA FAMILIAR. FORTALEZA, 21 de novembro de 2014 POLÍTICAS PUBLICAS E AGRICULTURA FAMILIAR FORTALEZA, 21 de novembro de 2014 Crédito e Proteção DFPP Assistência Técnica DATER Comercialização e Organização Produtiva DGRAV Secretaria da AGRICULTURA FAMILIAR

Leia mais

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Programa de Pós-graduação de Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA) Relatório com as principais notícias divulgadas pela mídia

Leia mais

As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais

As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais As Compras Públicas da Agricultura Familiar para Programas Sociais INCLUSÃO PRODUTIVA RURAL Aumento da produção para segurança alimentar e ampliação de canais de comercialização Programa de Aquisição de

Leia mais

O Programa Nacional de Produção e Uso do

O Programa Nacional de Produção e Uso do O Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel PNPB PNPB e a Agricultura amiliar Balanço l do Selo Comb. Social il Participação da A. F. no PNPB Estratégia do MDA com a A.F. Pólos, Cooperativas, Crédito,

Leia mais

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar

O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar O Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar A IDENTIFICAÇÃO DO PROBLEMA - DIAGNÓSTICO Prevalência de situação de segurança alimentar em domicílios particulares, por situação do domicílio

Leia mais

Compra Institucional SESAN/MDS

Compra Institucional SESAN/MDS PAA Compra Institucional SESAN/MDS Apoio à agricultura familiar: produção Garantia Safra Assistência técnica (ATER/ATES) PRONAF Seguro Agrícola PGPAF PGPM 1ª e 2ª Água Melhoria da renda dos agricultores

Leia mais

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Resultados incluem primeiro ano de cultivo de milho geneticamente modificado, além das já tradicionais

Leia mais

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL. PROJETO DE LEI N o 1.587, DE 2011 (Apenso PL nº 7.

COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL. PROJETO DE LEI N o 1.587, DE 2011 (Apenso PL nº 7. COMISSÃO DE AGRICULTURA, PECUÁRIA, ABASTECIMENTO E DESENVOLVIMENTO RURAL PROJETO DE LEI N o 1.587, DE 2011 (Apenso PL nº 7.468, de 2014) Altera o inciso I do art. 3º da Lei nº 11.326, de 24 de julho de

Leia mais

POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS

POLITICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS MARCO LEGAL Diálogo do Governo Federal com Sociedade Civil (Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis MNCR). Código Brasileiro de Ocupações - 2002 Reconhecimento a Categoria profissional

Leia mais

55% da população mundial vive em zonas rurais. 70% da população mundial muito pobre é rural. 1,4 bilhão vive com menos de U$ 1,25/ dia

55% da população mundial vive em zonas rurais. 70% da população mundial muito pobre é rural. 1,4 bilhão vive com menos de U$ 1,25/ dia A pobreza rural 55% da população mundial vive em zonas rurais 70% da população mundial muito pobre é rural 1,4 bilhão vive com menos de U$ 1,25/ dia 1,0 bilhão passa fome 80% dos lugares mais pobres dependem

Leia mais

RELATORA: Senadora KÁTIA ABREU

RELATORA: Senadora KÁTIA ABREU PARECER N o, DE 2009 Da COMISSÃO DE AGRICULTURA E REFORMA AGRÁRIA, sobre o Projeto de Lei do Senado n o 246, de 2007, que regula o Programa de Seguro- Desemprego Rural, o Abono Salarial Rural, o Programa

Leia mais

SOLUÇÕES INOVADORAS PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARRANJOS PRODUTIVOS DA AGRICULTURA FAMILIAR

SOLUÇÕES INOVADORAS PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARRANJOS PRODUTIVOS DA AGRICULTURA FAMILIAR SOLUÇÕES INOVADORAS PARA ORGANIZAÇÃO DOS ARRANJOS PRODUTIVOS DA AGRICULTURA FAMILIAR As políticas públicas implementadas nos últimos anos têm consolidado a importância da agricultura familiar para a segurança

Leia mais

Avenida Paulista, 949 22º andar

Avenida Paulista, 949 22º andar Avenida Paulista, 949 22º andar São Paulo, 30 de novembro de 2012 1 I n t r o d u ç ã o 140 CRÉDITO PRODUÇÃO BRASIL Fase de ouro Fase de crise Fase da agricultura de mercado 133 127 162 120 114 117 105

Leia mais

Cartilha do Contrato de Opção de Venda

Cartilha do Contrato de Opção de Venda Cartilha do Contrato de Opção de Venda CONAB - COMPANHIA NACIONAL DE ABASTECIMENTO 01 O QUE É O CONTRATO DE OPÇÃO DE VENDA? É uma modalidade de seguro de preços que dá ao produtor rural e/ou sua cooperativa

Leia mais

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013

10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 10º LEVANTAMENTO DE SAFRAS DA CONAB - 2012/2013 Julho/2013 1. INTRODUÇÃO O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), realiza sistematicamente

Leia mais

MELHORIA NA QUALIDADE DO LEITE JUNTO À COOPERATIVA AGROLEITE NO SUL DO BRASIL, COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL.

MELHORIA NA QUALIDADE DO LEITE JUNTO À COOPERATIVA AGROLEITE NO SUL DO BRASIL, COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL. MELHORIA NA QUALIDADE DO LEITE JUNTO À COOPERATIVA AGROLEITE NO SUL DO BRASIL, COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO SOCIAL. Área temática: Políticas públicas para a promoção e inclusão social. Resumo: A agricultura

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 3 - VALORIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA Versão submetida à CE a 5 de maio de 2014 sujeita a aprovação Ação 3.1 JOVENS AGRICULTORES Nota

Leia mais

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia

6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia 6 A cadeia de suprimentos da soja no Mato Grosso sob o ponto de vista dos atores da cadeia Complementando o que foi exposto sobre a gerência da cadeia de suprimentos analisada no Capítulo 3, através de

Leia mais

M ERCADO DE C A R. de captação de investimentos para os países em desenvolvimento.

M ERCADO DE C A R. de captação de investimentos para os países em desenvolvimento. MERCADO DE CARBONO M ERCADO DE C A R O mercado de carbono representa uma alternativa para os países que têm a obrigação de reduzir suas emissões de gases causadores do efeito estufa e uma oportunidade

Leia mais

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE RAÇÕES

ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE RAÇÕES ANÁLISE DE COMPETITIVIDADE RAÇÕES Agosto/15 Análise de Competitividade Rações Resumo da Cadeia de Valores Painel de Indicadores de Monitoramento da Competitividade Setorial Percepção empresarial da competitividade

Leia mais

CUIDAR DA TERRA ALIMENTAR A SAÚDE CULTIVAR O FUTURO

CUIDAR DA TERRA ALIMENTAR A SAÚDE CULTIVAR O FUTURO CUIDAR DA TERRA ALIMENTAR A SAÚDE CULTIVAR O FUTURO Por que é importante dar preferência aos produtos orgânicos? Os sistemas de produção orgânica se baseiam em princípios da agroecologia e, portanto, buscam

Leia mais

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR

ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR ALIMENTAÇÃO ESCOLAR E AGRICULTURA FAMILIAR Com a aprovação da Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, e da Resolução FNDE nº 38, de 16 de julho de 2009, as escolas

Leia mais

Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar. Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara

Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar. Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara Atuações da CEAGESP e do CECANE nas ações de fortalecimento da Agricultura Familiar Ana Laura Benevenuto de Amorim e Fabiane Mendes da Camara São Paulo, 2014 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE SAÚDE

Leia mais

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS

PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO SEC. DE POLÍTICA AGRÍCOLA - CONTAG - 1 PROJETO ALTERNATIVO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO - PADRSS SISTEMA CONTAG DE ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO

Leia mais

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos

VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos VIII Simpósio Técnicas de Plantio e Manejo de Eucalipto para Usos Múltiplos Linhas de crédito para o setor florestal Homero José Rochelle Engº Agrônomo ESALQ 1979 Plano de Safra 2014/2015 MAPA - Ministério

Leia mais

Relatório Preliminar

Relatório Preliminar Relatório Preliminar O V Seminário Nacional do Crédito Fundiário, realizado no período de 11 a 14 de dezembro de 2012, em Pirenópolis-Go, teve por objetivos a avaliação de propostas e a construção de estratégias

Leia mais

Cédula de Produto Rural -

Cédula de Produto Rural - Renda Fixa Cédula de Produto Rural - CPR Cédula do Produto Rural Comercialização de produtos do agronegócio com recebimento antecipado O produto A Cédula do Produtor Rural é um título de crédito lastreado

Leia mais

DAP DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF. Osmar Schultz oschultz@emater.pr.gov.br

DAP DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF. Osmar Schultz oschultz@emater.pr.gov.br DAP DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF Osmar Schultz oschultz@emater.pr.gov.br DAP DECLARAÇÃO DE APTIDÃO AO PRONAF FINALIDADE DA DAP: - INSTRUMENTO DE IDENTIFICAÇÃO BENEFICIÁRIOS PRONAF - AGRICULTORES FAMILIARES

Leia mais

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS

PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010. PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS PROJETO TÉCNICO SAF/ATER 120/2010 PROJETO ATER - DESENVOLVIMENTO Rural Inclusivo e Sustentável Região da Grande Dourados, MS Propósito da Coopaer Identificar problemas oriundos da Cadeia produtiva leite;

Leia mais

Of. 36 FOPROP Porto Alegre, 25 de agosto de 2009.

Of. 36 FOPROP Porto Alegre, 25 de agosto de 2009. Of. 36 FOPROP Porto Alegre, 25 de agosto de 2009. Prezado Secretário Ronaldo Motta: Seguem as sugestões do FOPROP (Fórum dos Pró-Reitores de Pesquisa e PG das Universidades Brasileiras) com relação ao

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Certificado de Recebíveis do Agronegócio Instrumento de captação de recursos e de investimento no agronegócio O produto O Certificado de

Leia mais

Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos EAEA/UFG nataliaagronegocio@gmail.com

Escola de Agronomia e Engenharia de Alimentos EAEA/UFG nataliaagronegocio@gmail.com Segurança Alimentar e Agricultura Familiar: Análise do Programa da Gestão Integrada da Alimentação Escolar no Município de Goiânia-Go a Partir da Lei 11947/2009 Natalia Ferreira BARBOSA 1 Prof.º Dr. Luiz

Leia mais

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste

Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste O que é FCO? O Fundo de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) é um fundo de crédito criado pela Constituição Federal de 1988 com o objetivo de promover

Leia mais

PRONAF SUSTENTÁVEL PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA UNIDADE FAMILIAR

PRONAF SUSTENTÁVEL PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA UNIDADE FAMILIAR PRONAF SUSTENTÁVEL PLANO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA UNIDADE FAMILIAR ANTECEDENTES DO PRONAF SUSTENTÁVEL RESGATANDO OS OBJETIVOS DO PRONAF... Estimular o incremento ordenado dos investimentos rurais,

Leia mais

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná.

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. 1.Introdução A cooperação sempre existiu na história

Leia mais

Agenda para Micro e Pequenas Empresas

Agenda para Micro e Pequenas Empresas Agenda para Micro e Pequenas Empresas As Micro e Pequenas Empresas (MPE) são de vital importância para o desenvolvimento econômico de Goiás, pois atuam em diversas atividades econômicas, tais como indústria,

Leia mais

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café

ED 2180/14. 15 maio 2014 Original: espanhol. Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café ED 2180/14 15 maio 2014 Original: espanhol P Pesquisa sobre os custos de transação dos produtores de café 1. O Diretor Executivo apresenta seus cumprimentos e, em nome da Colômbia, encaminha aos Membros

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31. Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS PRONUNCIAMENTO TÉCNICO CPC 31 Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada Correlação às Normas Internacionais de Contabilidade IFRS 5 Índice OBJETIVO

Leia mais

Quais devem ser as mudanças no Selo Social?

Quais devem ser as mudanças no Selo Social? Quais devem ser as mudanças no Selo Social? Sexta - 23 Ago 2013. BiodieselBR.com O Congresso Agribio começou com fortes declarações. Logo na abertura do evento, feita pelo diretor-executivo da BiodieselBR,

Leia mais

CRIAÇÃO DE COOPERATIVAS ORGÂNICAS NA AMAZÔNIA E ACESSO A MERCADOS DIFERENCIADOS

CRIAÇÃO DE COOPERATIVAS ORGÂNICAS NA AMAZÔNIA E ACESSO A MERCADOS DIFERENCIADOS CRIAÇÃO DE COOPERATIVAS ORGÂNICAS NA AMAZÔNIA E ACESSO A MERCADOS DIFERENCIADOS O Território da Transamazônica O Papel da Fundação Viver, Produzir e Preservar NOSSA MISSÃO: Contribuir para as Políticas

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário

Ministério do Desenvolvimento Agrário Ministério do Desenvolvimento Agrário MISSÃO Promover a política de desenvolvimento do Brasil rural, a democratização do acesso à terra, a gestão territorial da estrutura fundiária, a inclusão produtiva

Leia mais

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 10/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA.

ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 10/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA. ENVIO DE CONTRIBUIÇÕES REFERENTES À AUDIÊNCIA PÚBLICA Nº 10/2009 NOME DA INSTITUIÇÃO: SKY BRASIL SERVIÇOS LTDA. AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA ANEEL ATO REGULATÓRIO: (Resolução nº, de de de 2009

Leia mais

Como aplicar os avanços da Lei Complementar 123/2006 na área de Compras Governamentais Tema: Compras Governamentais

Como aplicar os avanços da Lei Complementar 123/2006 na área de Compras Governamentais Tema: Compras Governamentais Como aplicar os avanços da Lei Complementar 123/2006 na área de Compras Governamentais Tema: Compras Governamentais Análise realizada em 25/08/2014. Consultores: Maurício Zanin, Maria Aparecida e Mauro

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA. TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA CONS - OPE 03 01 Vaga 1. IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Consultoria para promover estudos, formular proposições e apoiar as Unidades

Leia mais

Políticas Agrícolas e Comercio Internacional Acadêmicas: Jéssica Mello e Marcele Leal

Políticas Agrícolas e Comercio Internacional Acadêmicas: Jéssica Mello e Marcele Leal Políticas Agrícolas e Comercio Internacional Acadêmicas: Jéssica Mello e Marcele Leal Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (PRONAF) O Pronaf iniciou em 28 de julho de 1996, pelo

Leia mais

Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental

Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental Proposta para que o PAA possa apoiar a regularização ambiental Considerando a Diretriz 2 do Plano Nacional de Segurança Alimentar: Promoção do abastecimento e estruturação de sistemas descentralizados,

Leia mais

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL

LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL *PRONAF* Legislação LEGISLAÇÃO DO CRÉDITO RURAL Art. 187. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores

Leia mais

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social

Objetivos Consolidar uma política garantidora de direitos Reduzir ainda mais a desigualdade social AGENDA SOCIAL AGENDA SOCIAL Estamos lutando por um Brasil sem pobreza, sem privilégios, sem discriminações. Um país de oportunidades para todos. A melhor forma para um país crescer é fazer que cada vez

Leia mais

CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF

CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO, FUNCIONAMIENTO E RESULTADOS DA REAF CRIAÇÃO E EVOLUÇÃO DA REAF A REAF é um órgão assessor especializado do Grupo Mercado Comum (GMC), principal órgão executivo do MERCOSUL e do Conselho

Leia mais

Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99)

Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99) Estatuto das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Lei nº 9.841/99) A aprovação da Lei nº 9.841/99, de 05 de outubro de 1999, mais conhecida por "Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte",

Leia mais

MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB MAPA. - PROP - Contrato de Opção - VEP - PEP - AGF

MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB MAPA. - PROP - Contrato de Opção - VEP - PEP - AGF MECANISMOS DE COMERCIALIZAÇÃO DA CONAB MAPA - PROP - Contrato de Opção - VEP - PEP - AGF PROGRAMA DE AQUISIÇÃO DE ALIMENTOS - PAA Comercialização e Abastecimento Grupo de Trabalho CONSEA MDS IPEA MDA MAPA

Leia mais

O efeito do biodiesel na economia do Brasil: Muito além da energia!

O efeito do biodiesel na economia do Brasil: Muito além da energia! O efeito do biodiesel na economia do Brasil: Muito além da energia! Sumário Economia brasileira e Biodiesel Diesel, Biodiesel e importação Evolução da cadeia de valor Empregos na Indústria PIB de cidades

Leia mais

Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 VOCÊ SABE COMO FUNCIONA UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO?... 3 3 COOPERATIVISMO... 3 4 COOPERATIVA DE CRÉDITO...

Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 VOCÊ SABE COMO FUNCIONA UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO?... 3 3 COOPERATIVISMO... 3 4 COOPERATIVA DE CRÉDITO... Manual do Cooperado Sumário 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 VOCÊ SABE COMO FUNCIONA UMA COOPERATIVA DE CRÉDITO?... 3 3 COOPERATIVISMO... 3 4 COOPERATIVA DE CRÉDITO... 3 5 COOPERHIDRO... 3 6 RECONHECIMENTO PARA FUNCIONAMENTO...

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS DE ATER 1º A 3 DE DEZEMBRO DE 2015 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL

SEMINÁRIO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS DE ATER 1º A 3 DE DEZEMBRO DE 2015 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL SEMINÁRIO NACIONAL DE BOAS PRÁTICAS DE ATER 1º A 3 DE DEZEMBRO DE 2015 BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL www.emater.pr.gov.br O QUE É CONSÓRCIO EMPRESARIAL É a união de várias empresas, com a finalidade de realizar

Leia mais

2. DATA, LOCAL E HORA PARA ENTREGA DOS ENVELOPES 3. DATA, LOCAL E HORA PARA ABERTURA DOS ENVELOPES

2. DATA, LOCAL E HORA PARA ENTREGA DOS ENVELOPES 3. DATA, LOCAL E HORA PARA ABERTURA DOS ENVELOPES EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA Chamada Pública n.º 05/ 2015 para aquisição de gêneros alimentícios da agricultura familiar para alimentação escolar com Dispensa de Licitação, Lei n.º 11.947 (16/06/2009) e Resolução

Leia mais

TÍTULO 30 COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA CDS

TÍTULO 30 COMPRA COM DOAÇÃO SIMULTÂNEA CDS (*) 1) FINALIDADE: Aquisição de alimentos de organizações fornecedoras constituídas por público descrito no parágrafo 2º, item 4, Art. 3º da Lei Nº 11.326/2006, com vistas à doação para organizações constituídas

Leia mais

Agricultura Familiar AVANÇOS E DESAFIOS

Agricultura Familiar AVANÇOS E DESAFIOS Agricultura Familiar AVANÇOS E DESAFIOS Tema Centrais As mudanças nas regras do Selo O Selo existiria em um cenário sem leilões? A importância do Selo Social para o novo Governo. A Função da Secretaria

Leia mais

ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO

ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO ESPAÇO RURAL ALIMENTOS PARA OS BRASILEIROS E PARA O MUNDO Introdução O modelo de desenvolvimento rural nos últimos tempos, baseado na modernização agrícola conservou muitas das características históricas

Leia mais

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA

ARMAZENAMENTO NA FAZENDA Adriano Mallet adrianomallet@agrocult.com.br ARMAZENAMENTO NA FAZENDA O Brasil reconhece que a armazenagem na cadeia do Agronegócio é um dos principais itens da logística de escoamento da safra e fator

Leia mais

AGRICULTURA FAMILIAR NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR

AGRICULTURA FAMILIAR NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR AGRICULTURA FAMILIAR NA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR P N A E 250 mil famílias poderão ser beneficiadas (estimativa) Cerca de R$1 bilhão 47 milhões de alunos da educação básica da rede pública GRANDE DESAFIO: AS

Leia mais

. 61. BOLSA FAMÍLIA Relatório-SÍNTESE

. 61. BOLSA FAMÍLIA Relatório-SÍNTESE CAPÍTULO BOLSA FAMÍLIA Relatório-SÍNTESE. 61 7 Funcionamento do programa As etapas qualitativa e quantitativa da pesquisa mostraram enorme desconhecimento das famílias beneficiadas com relação às regras

Leia mais

BRASIL ECODIESEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE BIOCOMBUSTÍVEIS E ÓLEOS VEGETAIS S.A. CNPJ/MF sob nº. 05.799.312/0001-20 NIRE 33.

BRASIL ECODIESEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE BIOCOMBUSTÍVEIS E ÓLEOS VEGETAIS S.A. CNPJ/MF sob nº. 05.799.312/0001-20 NIRE 33. BRASIL ECODIESEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE BIOCOMBUSTÍVEIS E ÓLEOS VEGETAIS S.A. CNPJ/MF sob nº. 05.799.312/0001-20 NIRE 33.30028160-6 COMUNICADO AO MERCADO A BRASIL ECODIESEL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE BIOCOMBUSTÍVEIS

Leia mais