S E M I N Á R I O NOVOS INSTRUMENTOS PRIVADOS PARA FINANCIAMENTO DO AGRONEGÓCIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "S E M I N Á R I O NOVOS INSTRUMENTOS PRIVADOS PARA FINANCIAMENTO DO AGRONEGÓCIO"

Transcrição

1 S E M I N Á R I O NOVOS INSTRUMENTOS PRIVADOS PARA FINANCIAMENTO DO AGRONEGÓCIO

2 OS NOVOS INSTRUMENTOS C D C A L C A C R A

3 MOTIVOS DA CRIAÇÃO Essencialmente 3: 1º Falta de recursos 2º Insuficiência de credibilidade da CPR junto aos mercados financeiro e de capitais 3º Custos

4 C D C A 1. O que é o CDCA? Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio 2. É obrigatório incluir no CDCA: o nome e assinatura do emitente nº de ordem, local e data de emissão denominação Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio o valor nominal a identificação dos direitos creditórios a ele vinculados data de vencimento pode ter pagamento parcelado taxa de juros, fixa ou flutuante, admitida a capitalização nome do custodiante dos direitos creditórios vinculados cláusulaàordem

5 PROCESSO 1. Registro do CDCA e dos recebíveis em Sistema de Liquidação Financeira 2. Custódia dos recebíveis em instituição financeira 3. Emissão fracionada mesmo lastro

6 PROCESSO 4. Valor do CDCA e dos recebíveis 5. Data de vencimento do CDCA e dos recebíveis 6. Penhor dos direitos creditórios

7 PROCESSO 7. Substituição dos direitos creditórios 8. Garantias adicionais 9. Remuneração

8 PROCESSO 10. Emissão com variação cambial art Cessão fiduciária dos recebíveis 12. Forma de emissão: cartular escritural

9 R I S C O S O Risco de crédito é da pessoa jurídica emissora do CDCA. A liquidação do CDCA não está vinculada à liquidação dos recebíveis/lastro. A exigência dos recebíveis é uma condição para emissão do CDCA e se constitui em garantia adicional.

10 LASTROS PARA EMISSÃO DE UM CDCA Vencimentos Valores R$ % Tipos de Recebíveis (títulos) ,00 20,37 NPR ,00 27,78 CPR entrega física ,00 9,26 CRP custeio parcela ,00 9,26 CRP custeio parcela ,00 9,26 CRP custeio parcela ,00 24,07 CPR Financeira + CRP parcela Total ,00 100%

11 FORMA DE PAGAMENTO DO CDCA Data de emissão: Prazo total: 270 dias 6 parcelas conforme abaixo Liberação ,37 % 27,78% 9,26% 9,26% 9,26% 24,07% R$ ,00

12 F L U X O ORIGINADOR Produtor/Coop/Cia Compra adubo Emite CPR/NPR Leva CPR ao Banco AGROINDÚSTRIA COOPERATIVA Registra na CETIP Emite o CDCA VENDE PAGA R$ INVESTIDOR

13 L C A 1. A Letra de Crédito do Agronegócio é um título de crédito de emissão exclusiva de instituições financeiras públicas e privadas, inclusive cooperativas de crédito. 2. A LCA só pode ser emitida com base em direitos creditórios originários de negócios realizados entre produtores rurais e suas cooperativas e agentes da cadeia produtiva do agronegócio, inclusive com lastro nos financiamentos contratados pelos próprios bancos, como de custeio, de investimento realizados através das Cédulas de Crédito Rural, NPR descontadas etc

14 L C A 3. É nominativa 4. É de livre negociação no mercado financeiro 5. A execução é extrajudicial

15 L C A 6. É obrigatório incluir na LCA os seguintes dados: o nome e assinatura do emitente nº de ordem, local e data de emissão a denominação Letra de Crédito do Agronegócio o valor nominal a identificação dos direitos creditórios a ela vinculados data de vencimento pode ser emitida para pagamento parcelado taxa de juros, fixa ou flutuante, admitida a capitalização nome do titular cláusula à ordem.

16 L C A 7. Para emissão da LCA a IF deve dar o mesmo tratamento do CDCA no que tange: a compatibilização do prazo da LCA com o dos recebíveis a compatibilização do valor da LCA com o dos recebíveis ao registro dos recebíveis (lastro), da LCA em sistema de registro e liquidação financeira autorizado pelo Bacen ou CVM às responsabilidades da instituição financeira custodiadora sobre a autenticidade dos recebíveis, guarda dos documentos, etc

17 L C A à emissão de LCA em série, vinculada a um mesmo conjunto de recebíveis ao direito de penhor sobre os direitos creditórios a ela vinculado a substituição dos direitos creditórios (lastro), desde que tenha acordo entre as partes constituição de garantias adicionais ao sequestro, penhor ou arrestado dos direitos creditórios em decorrência de outras dívidas da emitente da LCA

18 L C A emissão de forma escritural negociação no mercado de bolsa e de balcão descrição das garantias no corpo da LCA ou em documento a parte fixação dos encargos financeiros e forma de cobrança

19 L C A 8. A Lei não proíbe a emissão de LCA com lastro em CDCA, desde que o objetivo principal seja atendido: que é a canalização dos recursos para os produtores, cooperativas e empresas do setor agropecuário

20 LIQUIDAÇÃO DOS LASTROS Existem duas formas de liquidar o CDCA e a LCA e os respectivos recebíveis registrados nos sistemas de registros e de liquidação financeira: 1ª - fora do sistema de registro e liquidação financeira; 2ª - pelo sistema de registro e liquidação financeira.

21 CONTABILIZAÇÃO TRIBUTAÇÃO E CONTROLES DO CDCA E LCA 1. IOF isentos Portaria SRF nº Contabilização 3. Registros em cartório: a critério das partes 4. Registros no Bacen: SCR Sistema de Informações de Crédito RECOR Registro Comum de Operações Rurais Não são operações de crédito, portanto não devem ser registradas.

22 CONTABILIZAÇÃO TRIBUTAÇÃO E CONTROLES DO CDCA E LCA 5. Compulsório sobre captação (depósito à prazo): não há 6. FGC Fundo Garantidor de Crédito: não contribui 7. Operações compromissadas: proibido pelo Bacen 8. Conta Investimento: pode ser utilizada quando transacionados com fundos de investimentos 9. Imposto de Renda: aplica-se a legislação de renda fixa e renda variável 10. Marcação a Mercado: aplicam-se as regras gerais de Títulos e Valores Mobiliários 11. PDD mensal: não há, a ponderação é aplicada somente em operações de crédito, não é o caso. Deve ser observado o limite determinado pelo Bacen para TVMs

23 COMPARABILIDADE ENTRE OS PAPEIS Itens CDCA LCA CRA CDA/WA CPR Emitente PJ IF securitizado ra PJ armazém - PJ produtor/coope rativa Pode sim sim sim sim sim securitizar Risco do baixo baixo baixo médio alto papel Risco de baixo baixo baixo médio alto crédito Custo de baixo baixo baixo médio alto captação Intermediação financeira há há há há há IOF isento isento isento Isento isento Custo para estruturação não há não há há não há não há da operação Garantias dupla dupla única única única

24 C R A O CRA - Certificado de Recebíveis do Agronegócio é título de crédito nominativo, de livre negociação, representativo de promessa de pagamento em dinheiro e constitui título executivo extrajudicial. Só pode ser emitido por Companhias Securitizadoras de Direitos Creditórios do Agronegócio.

25 SECURITIZAÇÃO As companhias securitizadoras de direitos creditórios do agronegócio são instituições não financeiras constituídas sob a forma de sociedade por ações e terão por finalidade a aquisição e securitização desses direitos e a emissão e colocação de Certificados de Recebíveis do Agronegócio no mercado financeiro e de capitais.

26 C R A É obrigatório incluir no CRA os seguintes dados: nome da companhia emitente nº de ordem, local e data de emissão denominação Certificado de Recebíveis do Agronegócio nome do titular valor nominal data de vencimento ou se, emitido para pagamento parcelado, discriminação dos valores e das datas de vencimento das diversas parcelas taxa de juros, fixa ou flutuante, admitida a capitalização identificação do Termo de Securitização de Direitos Creditórios que lhe tenha dado origem

27 FLUXO DA ESTRUTURAÇÃO DA OPERAÇÃO E COLOCAÇÃO DO CRA NO MERCADO constituição da CSDCA estudo estatístico dos recebíveis e do processo de cobrança determinação das garantias adicionais, overcollateral definição dos critérios de elegibilidade dos recebíveis definição dos mecanismos de segregação dos riscos definição das obrigações dos participantes definição das características da emissão dos títulos definição dos controles operacionais elaboração dos contratos que regem as relações entre as partes constituição da carteira de recebíveis e registro deles na CETIP registro do CRA na Comissão de Valores Mobiliários distribuição da emissão compra dos recebíveis da originadora pela CSDCA mecanismos de controles

28 DIFERENÇAS ENTRE EMPRÉSTIMOS BANCÁRIO X DEBÊNTURES X SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS Itens Empréstimo Bancário Debêntures CRA - Securitização Contabilização escrituração nos livros escrituração nos livros na Securitizadora Análise de crédito setorial e da empresa setorial e da empresa atuarial dos recebíveis Forma de pagamento Recuperação da empresa fluxo de caixa do tomador depende das garantias fluxo de caixa do tomador depende das garantias fluxo de vencimento dos recebíveis não atinge Falência provável prejuízo provável prejuízo não atinge

29 SECURITIZAÇÃO - VANTAGENS PARA OS INVESTIDORES PARA AS EMPRESAS Segregação do risco da empresa - elimina o risco de concordata ou falência Diversificação de ativos Custo de captação mais adequado - menos impostos, com prazos mais adequado ao fluxo de caixa Libera as linhas de crédito bancário Atividade do emissor (Companhia Securitizadora) claramente definida, com rígidos limites de atuação Maior transparência e confiabilidade das informações da CSDCA - publicações de balanços auditados e registros na CVM Defesa contra incertezas e informação real time Ampliação da base de investidores - mercado de capitais Melhora os índices financeiros Abertura de informações limitadas aos ativos securitizados Possibilidade de adquirir títulos com rating As classificações dos recebíveis determinam a taxa de juros

30 SECURITIZAÇÃO - DESVANTAGENS Operações mais complexas do que as tradicionais. Demanda tempo para sua concretização. Custos mais elevados para sua estruturação: abertura da CSDCA, emissão e colocação dos CRAs, honorários do prestador de serviços ou agente fiduciário e dos auditores. É viável para operação de valor elevado, para diluir os custos fixos.

31 COMENTÁRIOS FINAIS Tributação Bolsas de Físico Treinamento

32 MUITO OBRIGADO Ademiro Vian Assessoria Técnica

Renda Fixa Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio - CDCA. Renda Fixa. Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio - CDCA

Renda Fixa Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio - CDCA. Renda Fixa. Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio - CDCA Renda Fixa Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio - CDCA Certificado de Direitos Creditórios do Agronegócio Viabiliza o financiamento da cadeia do agronegócio com recursos privados O produto

Leia mais

SECURITIZAÇÃO NO AGRONEGÓCIO

SECURITIZAÇÃO NO AGRONEGÓCIO SECURITIZAÇÃO NO AGRONEGÓCIO ÍNDICE I. Agronegócio 1. Definição 2 2. Aspectos Econômicos 3 3. Aspectos Regulatórios 6 II. Securitização 7 1. Aspectos Gerais 2. CRI 11 III. CRA 1. Estoque 13 2. Ciclos Agrícolas

Leia mais

Avenida Paulista, 949 22º andar

Avenida Paulista, 949 22º andar Avenida Paulista, 949 22º andar São Paulo, 30 de novembro de 2012 1 I n t r o d u ç ã o 140 CRÉDITO PRODUÇÃO BRASIL Fase de ouro Fase de crise Fase da agricultura de mercado 133 127 162 120 114 117 105

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA. Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis do Agronegócio CRA Certificado de Recebíveis do Agronegócio Instrumento de captação de recursos e de investimento no agronegócio O produto O Certificado de

Leia mais

Estrutura do Mercado Financeiro e de Capitais

Estrutura do Mercado Financeiro e de Capitais Estrutura do Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Paulo Berger SIMULADO ATIVOS FINANCEIROS E ATIVOS REAIS. Ativo real, é algo que satisfaz uma necessidade ou desejo, sendo em geral fruto de trabalho

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Conhecimentos Bancários Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Conhecimentos Bancários Item 2.1.5- LCI Letra de Crédito Imobiliário Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é um título de renda fixa emitido

Leia mais

MOVIMENTANDO OPORTUNIDADES gerando investimentos A FORTESEC. securitizadora. Home Empresa Securitização Emissões Fale Conosco

MOVIMENTANDO OPORTUNIDADES gerando investimentos A FORTESEC. securitizadora. Home Empresa Securitização Emissões Fale Conosco MOVIMENTANDO OPORTUNIDADES gerando investimentos Com credibilidade e criatividade, transformamos as novas ideias do mercado SAIBA MAIS A FORTESEC A Fortesec é uma com foco em operações estruturadas de

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2015

POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2015 POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2015 A presente Política de Investimento tem como objetivo principal estabelecer condições para que os recursos dos Planos de Benefícios desta Entidade sejam geridos visando

Leia mais

Crédito Rural. Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011

Crédito Rural. Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011 Ciclo de Palestras e Debates Crédito Rural Senado Federal Comissão de Agricultura e Reforma Agrária - CRA 10.06.2011 CONTEXTUALIZAÇÃO FINANCIAMENTO DO AGRONEGÓCIO BNDES LINHAS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO

Leia mais

CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS CRI

CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS CRI Diversos veículos podem ser utilizados para securitizar recebíveis imobiliários, entretanto o uso dos Certificados de Recebíveis Imobiliários CRI vem caminhando

Leia mais

guia do investidor títulos de crédito no mercado de finanças estruturadas brasileiro

guia do investidor títulos de crédito no mercado de finanças estruturadas brasileiro títulos de crédito no mercado de finanças estruturadas brasileiro índice PAG. 3 introdução capitulo 1 5 6 8 1 15 16 19 23 27 32 33 35 38 4 42 44 49 57 títulos de crédito gerais Cédula de Crédito Bancário

Leia mais

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Renda Fixa Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Cédula de Crédito Imobiliário Instrumento que facilita a negociabilidade e a portabilidade do crédito imobiliário

Leia mais

Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI

Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Diversos veículos podem ser utilizados para securitizar recebíveis imobiliários, entretanto o uso dos Certificados de Recebíveis Imobiliários -CRI- vem caminhando

Leia mais

Securitização De Créditos Imobiliários

Securitização De Créditos Imobiliários Securitização De Créditos Imobiliários Operações Imobiliárias A 1. O que é securitização de créditos imobiliários? Securitização é um processo estruturado, coordenado por uma instituição especializada

Leia mais

Linhas Agrícolas Agosto 2013

Linhas Agrícolas Agosto 2013 Linhas Agrícolas Agosto 2013 MERCADO DE CRÉDITO DÍVIDA PRIVADA Dividido em 3 Principais Classes de Ativo: Crédito Geral: Linha de KG, Conta Garantida, Finame, PSI; CCB, Debênture; Crédito Imobiliário:

Leia mais

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar:

1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: 2 - Sistema de Seguros Privados e Previdência Complementar: EDITAL 2012 1 - Estrutura do Sistema Financeiro Nacional: Conselho Monetário Nacional; Banco Central do Brasil; Comissão de Valores Mobiliários; Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional; bancos

Leia mais

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI. Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI

Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários CRI. Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Renda Fixa Privada Certificado de Recebíveis Imobiliários - CRI Certificado de Recebíveis Imobiliários Instrumento de captação de recursos e de investimentos no mercado imobiliário O produto O Certificado

Leia mais

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS 28/10/2014 - IBCPF Conceito 1 Conceito Integração dos mercados imobiliário e de capitais, de modo a permitir a captação de recursos necessários para o desenvolvimento

Leia mais

Alterações na Poupança

Alterações na Poupança PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS INVESTIMENTOS POUPANÇA A conta de poupança foi criada para estimular a economia popular e permite a aplicação de pequenos valores que passam a gerar rendimentos mensalmente.

Leia mais

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS

CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS CONHECIMENTOS BANCÁRIOS: - - - - - - MERCADO DE CAPITAIS Prof.Nelson Guerra Ano 2012 www.concursocec.com.br MERCADO DE CAPITAIS É um sistema de distribuição de valores mobiliários, que tem o propósito

Leia mais

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1

BAN CO DO BRASIL. Atualizada 19/01/2011 Neste curso os melhores alunos estão sendo preparados pelos melhores Professores 1 41. (CAIXA/2010) Compete à Comissão de Valores Mobiliários CVM disciplinar as seguintes matérias: I. registro de companhias abertas. II. execução da política monetária. III. registro e fiscalização de

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 11.076, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2004. Dispõe sobre o Certificado de Depósito Agropecuário CDA, o Warrant Agropecuário WA, o Certificado

Leia mais

REGULAMENTO APLICÁVEL ÀS LETRAS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO

REGULAMENTO APLICÁVEL ÀS LETRAS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO REGULAMENTO APLICÁVEL ÀS LETRAS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO BANCO CRUZEIRO DO SUL S.A., instituição financeira com sede na Cidade e Estado de São Paulo, na Rua Funchal, nº 418, 7º a 9º andares, Vila Olímpia,

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas

Conhecimentos Bancários. Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas Conhecimentos Bancários Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas Conhecimentos Bancários Item 3.7 Captação de Recursos diretamente pelas empresas GOVERNO Instituições Financeiras EMPRESAS

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte:

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos: São condomínios, que reúnem aplicações de vários indivíduos para investimento

Leia mais

Renda Fixa. Letra de Crédito do Agronegócio

Renda Fixa. Letra de Crédito do Agronegócio Renda Fixa Letra de Crédito do Agronegócio Letra de Crédito do Agronegócio Diversifique sua carteira de investimentos e obtenha mais rentabilidade O produto Letra de Crédito do Agronegócio () é um título

Leia mais

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO

BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO BANCO DO BRASIL ESCRITURÁRIO CONHECIMENTOS BANCÁRIOS 1. O Sistema Financeiro Nacional (SFN) é constituído por todas as instituições financeiras públicas ou privadas existentes no país e seu órgão normativo

Leia mais

Material Explicativo sobre Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA)

Material Explicativo sobre Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA) Material Explicativo sobre (CRA) 1. Definições Gerais Os Certificados de Recebíveis estão vinculados a direitos creditórios originários de negócios realizados, em sua maioria, por produtores rurais ou

Leia mais

1.3. Ao comprador da LCI é conferido direito de crédito pelo valor nominal, juros e, se for o caso, atualização monetária.

1.3. Ao comprador da LCI é conferido direito de crédito pelo valor nominal, juros e, se for o caso, atualização monetária. REGULAMENTO DA LETRA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ( LCI ) DE EMISSÃO DO BANCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A. O BANCO ALFA DE INVESTIMENTO S.A, inscrito no CNPJ/MF sob nº 60.770.336/0001-65, com sede na Cidade de

Leia mais

Estudo sobre Investimentos World One Julho 2014

Estudo sobre Investimentos World One Julho 2014 Introdução, perguntas e respostas que vão te ajudar a conseguir dialogar com clientes que tenham dúvidas sobre os investimentos que estão fazendo, ou alguma outra pessoa que realmente entenda do mercado

Leia mais

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Tema Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Apresentação JOCELI DA SILVA SILVA Analista Administrativo/Gestão Pública Lotado na Assessoria de Coordenação 3ª CCR Especialização UNB Clube

Leia mais

Concurso 2011. Prof. Cid Roberto. As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. prof.bancario@gmail.com

Concurso 2011. Prof. Cid Roberto. As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. prof.bancario@gmail.com Concurso 2011 Prof. Cid Roberto prof.bancario@gmail.com Bolsa de Valores As bolsas de valores são instituições administradoras de mercados. Comunidade Conhecimentos Bancários (orkut) 8ª aula Início da

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013

INSTRUÇÃO CVM Nº 531, DE 6 DE FEVEREIRO DE 2013 Altera dispositivos da Instrução CVM nº 356, de 17 de dezembro de 2001 e da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS - CVM torna público que o Colegiado,

Leia mais

Letra e Cédula de Crédito Imobiliário

Letra e Cédula de Crédito Imobiliário Letra e Cédula de Crédito Imobiliário Lei nº 10.931, de 2 de agosto de 2004 Letra de Crédito Imobiliário Bancos Comerciais, Bancos Múltiplos, Caixa Econômica Federal, sociedades de crédito imobiliário,

Leia mais

Mercado de Títulos Ligados ao Setor Imobiliário para Fundos de Pensão

Mercado de Títulos Ligados ao Setor Imobiliário para Fundos de Pensão Mercado de Títulos Ligados ao Setor Imobiliário para Fundos de Pensão Marielle Brugnari dos Santos Gerência de Produtos Imobiliários Junho/20111 Desenvolvimento do Mercado Imobiliário Cédula de Crédito

Leia mais

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO?

SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO? SECURITIZAÇÃO DE RECEBÍVEIS - O QUE TEM DE ATRATIVO? Tiziane Machado(*) Antes de iniciarmos uma discussão sobre securitização é importante definirmos o termo: Securitização é um processo através do qual

Leia mais

Simulado CPA 10 Completo

Simulado CPA 10 Completo Simulado CPA 10 Completo Question 1. O SELIC é um sistema informatizado que cuida da liquidação e custódia de: ( ) Certificado de Depósito Bancário ( ) Contratos de derivativos ( ) Ações negociadas em

Leia mais

Securitização de Recebíveis Imobiliários (Emissão de CRIs) Vladimir Miranda Abreu

Securitização de Recebíveis Imobiliários (Emissão de CRIs) Vladimir Miranda Abreu Securitização de Recebíveis Imobiliários (Emissão de CRIs) Vladimir Miranda Abreu vabreu@tozzini.com.br Sistema Financeiro Imobiliário - SFI Lei 9.514/97: Promover o financiamento imobiliário em geral,

Leia mais

NOVA SECURITIZAÇÃO S.A. EXERCÍCIO DE 2014

NOVA SECURITIZAÇÃO S.A. EXERCÍCIO DE 2014 NOVA SECURITIZAÇÃO S.A. 17ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de Abril de 2015. Prezados Senhores

Leia mais

Julho/2008. O Que São Debêntures

Julho/2008. O Que São Debêntures Julho/2008 O Que São Debêntures As debêntures são títulos que se ajustam perfeitamente às necessidades de captação das empresas. Graças a sua flexibilidade, transformaram-se no mais importante instrumento

Leia mais

Alternativas de Funding para Infraestrutura no Mercado de Capitais Brasileiro

Alternativas de Funding para Infraestrutura no Mercado de Capitais Brasileiro Alternativas de Funding para Infraestrutura no Mercado de Capitais Brasileiro DEBÊNTURES DE INFRAESTRUTURA - CONCEITO Debêntures: título de crédito, representativo de dívida da companhia emissora (art.

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail.

UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail. UNIVERSIDADE DE SANTO AMARO MERCADO DE CAPITAIS PRINCIPAIS PRODUTOS BANCARIOS Prof. Esp. Tomás de Aquino Salomão e-mail tomassalomao@gmail.com Caderneta de Poupança A caderneta de poupança foi criada em

Leia mais

Renda Fixa Privada Notas Promissórias NP. Notas Promissórias - NP

Renda Fixa Privada Notas Promissórias NP. Notas Promissórias - NP Renda Fixa Privada Notas Promissórias - NP Uma alternativa para o financiamento do capital de giro das empresas O produto A Nota Promissória (NP), também conhecida como nota comercial ou commercial paper,

Leia mais

Mercado de Capitais e o Investimento Imobiliário. 1 Fórum de Investimentos Imobiliários

Mercado de Capitais e o Investimento Imobiliário. 1 Fórum de Investimentos Imobiliários Mercado de Capitais e o Investimento Imobiliário 1 Fórum de Investimentos Imobiliários Abril, 2014 Mercado Imobiliário e Mercado de Capitais Relembrando o Passado Recente Maior renda da população Evolução

Leia mais

RENDA FIXA? Fuja do seu banco!

RENDA FIXA? Fuja do seu banco! RENDA FIXA? Fuja do seu banco! Janeiro 2014 COMO FUNCIONA A RENDA FIXA? COMO INVESTIR EM RENDA FIXA! COMO FUNCIONA A RENDA FIXA? Renda Fixa = Emprestar Dinheiro Tipos de Investimentos em Renda Fixa: CDB

Leia mais

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução.

PRAZOS E RISCOS DE INVESTIMENTO. Proibida a reprodução. Proibida a reprodução. A Planner oferece uma linha completa de produtos financeiros e nossa equipe de profissionais está preparada para explicar tudo o que você precisa saber para tomar suas decisões com

Leia mais

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO. CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEL IMOBILIÁRIO Lastro Pulverizado

BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO. CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEL IMOBILIÁRIO Lastro Pulverizado BRAZILIAN SECURITIES COMPANHIA DE SECURITIZAÇÃO CRI CERTIFICADO DE RECEBÍVEL IMOBILIÁRIO Lastro Pulverizado 1 Brazilian Securities 8 Emissões de CRI s 8 Estrutura da Operação 8 Empresas envolvidas na Operação

Leia mais

Instrumentos de Apoio à Produção. e Comercialização Agrícola

Instrumentos de Apoio à Produção. e Comercialização Agrícola Companhia Nacional de Abastecimento Encontro Técnico de Política Agrícola 09 a 10/02/2006 Instrumentos de Apoio à Produção e Comercialização Agrícola Brasília-DF, 10 de fevereiro de 2006 Sazonalidade da

Leia mais

Prof. Cid Roberto. Concurso 2012

Prof. Cid Roberto. Concurso 2012 Prof. Cid Roberto Concurso 2012 Grupo Conhecimentos Bancários no Google http://goo.gl/gbkij Comunidade Conhecimentos Bancários (orkut) http://goo.gl/4a6y7 São realizadas por bancos de investimentos e demais

Leia mais

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015 A.1.1.1.2. L100B - Financeiras 1.0.3.9.9.99.99 ATIVO GERAL 01012014 S 1 01 1.1.0.0.0.00.00 ATIVO 01012014 S 1.0.0.0.0.00.00 2 01 1.1.1.0.0.00.00 CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 01012014 S 1.1.0.0.0.00.00

Leia mais

Letras Financeiras. Visão dos Reguladores e do Mercado. Departamento de Normas do Sistema Financeiro (Denor) Sergio Odilon dos Anjos

Letras Financeiras. Visão dos Reguladores e do Mercado. Departamento de Normas do Sistema Financeiro (Denor) Sergio Odilon dos Anjos Letras Financeiras Visão dos Reguladores e do Mercado Sergio Odilon dos Anjos 21 de fevereiro de 2011 São Paulo (SP) 1 Agenda 1. Antecedentes 2. Depósitos a Prazo 3. Debêntures 4. Arcabouço Legal (Lei

Leia mais

Instrumentos de Financiamento Imobiliário no Brasil Jorge Sant Anna

Instrumentos de Financiamento Imobiliário no Brasil Jorge Sant Anna Instrumentos de Financiamento Imobiliário no Brasil Jorge Sant Anna 1 Março /2010 Evolução do Financiamento Imobiliário 1964 Base Legal Sistema Financeiro de Habitação Lei 4.328 /64 Lei 5.170/66 1997 Base

Leia mais

Mercado de Capitais 18/08/2015

Mercado de Capitais 18/08/2015 Mercado de Capitais 18/08/2015 O que é Cetip? CTIP3; Novo Mercado; Integradora do mercado financeiro; Utiliza a tecnologia para oferecer serviços de infraestrutura; Maior depositária de títulos de renda

Leia mais

Cap. V Produtos Financeiros

Cap. V Produtos Financeiros 5.1 CDB/RDB Cap. V Produtos Financeiros Prof. Uérito Cruz Um banco anuncia pagar 22,6% a.a. para aplicação em CDB de sua emissão. É projetada uma inflação de 7,2% a.a. e o mercado trabalha como taxa referencial

Leia mais

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures

Julho/2008. Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Julho/2008 Abertura de Capital e Emissão de Debêntures Principal instrumento de captação de recursos de médio e longo prazos, a debênture representa para muitas companhias a porta de entrada no mercado

Leia mais

Fontes de Financiamento para Pequenas e Médias Empresas

Fontes de Financiamento para Pequenas e Médias Empresas Fontes de Financiamento para Pequenas e Médias Empresas Bruno Boetger Managing Director, Bradesco BBI 30 de Novembro de 2010 Estritamente Confidencial Fontes de financiamento para as empresas Instrumentos

Leia mais

STJ00085281 NOTA À 9." EDIÇÃO... OBRAS DO AUTOR... 1.2 Operações bancárias... 18. 1.4 Natureza dos contratos de crédito bancário...

STJ00085281 NOTA À 9. EDIÇÃO... OBRAS DO AUTOR... 1.2 Operações bancárias... 18. 1.4 Natureza dos contratos de crédito bancário... STJ00085281 SUMÁRIO NOTA À 9." EDIÇÃO.................. OBRAS DO AUTOR................... 5 7 1. CRÉDITO BANCÁRIO........ 17 1.1 Atividade creditícia dos bancos.............. 17 1.2 Operações bancárias..........................

Leia mais

Letras Financeiras - LF

Letras Financeiras - LF Renda Fixa Privada Letras Financeiras - LF Letra Financeira Captação de recursos de longo prazo com melhor rentabilidade O produto A Letra Financeira (LF) é um título de renda fixa emitido por instituições

Leia mais

Definição. A sua criação baseia-se em dois princípios distintos

Definição. A sua criação baseia-se em dois princípios distintos Definição Pode ser definido como sendo um conjunto de instituições e de instrumentos que negociam com titulos e valores mobiliarios, tendo como objetivo a canalização de recursos de agentes compradores

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.3- CDB / RDB

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.3- CDB / RDB Conhecimentos Bancários Item 2.1.3- CDB / RDB Conhecimentos Bancários Item 2.1.3- CDB / RDB CDB Certificado de Depósito Bancário São títulos nominativos emitidos pelos bancos e vendidos ao público como

Leia mais

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI

Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Renda Fixa Cédula de Crédito Imobiliário - CCI Títulos Imobiliários Cédula de Crédito Imobiliário Instrumento que facilita a negociabilidade e a portabilidade do crédito imobiliário

Leia mais

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários;

O QUE É A CVM? II - a negociação e intermediação no mercado de valores mobiliários; O QUE É A CVM? A CVM - Comissão de Valores Mobiliários é uma entidade autárquica em regime especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com personalidade jurídica e patrimônio próprios, dotada de autoridade

Leia mais

Fontes de Financiamento para Pequenas e Médias Empresas

Fontes de Financiamento para Pequenas e Médias Empresas Fontes de Financiamento para Pequenas e Médias Empresas João Carlos Zani Diretor, Bradesco BBI 23 de Novembro de 2010 Estritamente Confidencial Fontes de financiamento para as empresas Instrumentos de

Leia mais

Administração Financeira e Orçamentária I

Administração Financeira e Orçamentária I Administração Financeira e Orçamentária I Sistema Financeiro Brasileiro AFO 1 Conteúdo Instituições e Mercados Financeiros Principais Mercados Financeiros Sistema Financeiro Nacional Ações e Debêntures

Leia mais

Investtop www.investtop.com.br

Investtop www.investtop.com.br 1 Conteúdo Introdução... 4 CDB... 6 O que é CDB?...6 Liquidez...6 Tributação...6 Riscos...7 Dicas...7 Vantagens...7 Letra de Crédito do Imobiliário (LCI)... 9 O que é LCI?...9 Liquidez...9 Tributação...9

Leia mais

ÍNDICE. Definições... 5 Resumo das Características da Oferta... 7 2. INFORMAÇÕES SOBRE OS ADMINISTRADORES, CONSULTORES E AUDITORES

ÍNDICE. Definições... 5 Resumo das Características da Oferta... 7 2. INFORMAÇÕES SOBRE OS ADMINISTRADORES, CONSULTORES E AUDITORES ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO Definições... 5 Resumo das Características da Oferta... 7 2. INFORMAÇÕES SOBRE OS ADMINISTRADORES, CONSULTORES E AUDITORES Administradores da Emissora... 13 Coordenador Líder... 13

Leia mais

Informativo Austin Rating

Informativo Austin Rating Informativo Austin Rating Cédula de Crédito Bancário - CCB CÉDULA DE CRÉDITO BANCÁRIO - CCB Medida Provisória n.º 2.160-25 Resolução Banco Central do Brasil n.º 2.843/01 Comunicado SNA n.º 010/01 CONCEITO

Leia mais

atividade a prática de operações de arrendamento As sociedades de arrendamento mercantil são

atividade a prática de operações de arrendamento As sociedades de arrendamento mercantil são Arrendamento mercantil ou leasing é uma operação em que o proprietário de um bem cede a terceiro o uso desse bem por prazo determinado, recebendo em troca uma contraprestação. No que concerne ao leasing,

Leia mais

REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. (Prata Forte) 3º Série da 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários

REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. (Prata Forte) 3º Série da 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. (Prata Forte) 3º Série da 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários ÍNDICE CARACTERÍSTICAS DOS CRI s... 3 CARACTERIZAÇÃO DA EMISSORA... 3

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 Apresentamos a seguir um resumo dos principais pontos da Instrução da Comissão de

Leia mais

AS EMPRESAS SEGURADORAS E RESSEGURADORAS COMO INVESTIDORAS DO MERCADO DE CAPITAIS

AS EMPRESAS SEGURADORAS E RESSEGURADORAS COMO INVESTIDORAS DO MERCADO DE CAPITAIS AS EMPRESAS SEGURADORAS E RESSEGURADORAS COMO INVESTIDORAS DO MERCADO DE CAPITAIS HSM EXPO MANAGEMENT 2014 4 de novembro de 2014 Alexandre H. Leal Neto Superintendente de Regulação CNseg Agenda Representação

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986.

INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. INSTRUÇÃO CVM Nº 51, DE 09 DE JUNHO DE 1986. Regulamenta a concessão de financiamento para compra de ações pelas Sociedades Corretoras e Distribuidoras. O Presidente da Comissão de Valores Mobiliários

Leia mais

captação de recursos empréstimos financiamento.

captação de recursos empréstimos financiamento. Instrumentos utilizados pelas instituições financeiras para captação de recursos (funding) que serão utilizados nas operações de empréstimos e financiamento. 1 O cliente entrega os recursos ao banco, sendo

Leia mais

GAIA SECURITIZADORA S.A 5ª Emissão de CRI 33º série

GAIA SECURITIZADORA S.A 5ª Emissão de CRI 33º série GAIA SECURITIZADORA S.A 5ª Emissão de CRI 33º série ÍNDICE CARACTERIZAÇÃO DA EMISSORA...3 CARACTERÍSTICAS DOS CERTIFICADOS...3 DESTINAÇÃO DE RECURSOS...5 FUNDO RESERVA...5 ASSEMBLÉIAS DOS TITULARES DOS

Leia mais

COMO UTILIZAR OS TÍTULOS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO PARA ORIGINAR OPERAÇÕES NOS DIVERSOS SEGMENTOS - CDCA E CRA RENATO BURANELLO

COMO UTILIZAR OS TÍTULOS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO PARA ORIGINAR OPERAÇÕES NOS DIVERSOS SEGMENTOS - CDCA E CRA RENATO BURANELLO COMO UTILIZAR OS TÍTULOS DE CRÉDITO DO AGRONEGÓCIO PARA ORIGINAR OPERAÇÕES NOS DIVERSOS SEGMENTOS - CDCA E CRA RENATO BURANELLO RENATO BURANELLO Doutor e Mestre em Direito Comercial pela Pontifícia Universidade

Leia mais

Conteúdo Programático. Agente Autônomo de Investimentos (ANCORD)

Conteúdo Programático. Agente Autônomo de Investimentos (ANCORD) Conteúdo Programático Agente Autônomo de Investimentos (ANCORD) 1. A atividade do agente autônomo de investimento Instrução CVM 497 Diferenciação das atividades do agente autônomo, administração de carteiras,

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº 10.446.951/0001-42

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº 10.446.951/0001-42 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº Informações referentes à Abril de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o

Leia mais

AULA 04. Estrutura do Sistema Financeiro Nacional. Subsistema Operativo III

AULA 04. Estrutura do Sistema Financeiro Nacional. Subsistema Operativo III AULA 04 Estrutura do Sistema Financeiro Nacional Subsistema Operativo III SCTVM As sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários (SCTVM) são pessoas jurídicas auxiliares do Sistema Financeiro

Leia mais

Guia de Renda Fixa. 1. Principais Características

Guia de Renda Fixa. 1. Principais Características Guia de Renda Fixa Os títulos de renda fixa se caracterizam por possuírem regras definidas de remuneração. Isto é, são aqueles títulos cujo rendimento é conhecido previamente (juro prefixado) ou que depende

Leia mais

Regulatory Practice Insurance News

Regulatory Practice Insurance News kpmg Agosto 2005 SUSEP SETOR DE APOIO REGULAMENTAR (SAR) Regulatory Practice Insurance News FINANCIAL SERVICES Destaque do mês Aplicação de recursos Resolução CMN 3.308, de 31.08.2005 Alteração A Resolução

Leia mais

Módulo 11 Corretora de Seguros

Módulo 11 Corretora de Seguros Módulo 11 Corretora de Seguros São pessoas físicas ou jurídicas, que se dedicam a angariar e promover contratos entre as Sociedades Seguradoras e seus clientes. A habilitação e o registro do corretor se

Leia mais

Fontesde Financiamentoe CustodaDívidano Brasil. Prof. Cláudio Bernardo

Fontesde Financiamentoe CustodaDívidano Brasil. Prof. Cláudio Bernardo Fontesde Financiamentoe CustodaDívidano Brasil Introdução Intermediação Financeira Captação x Aplicação Risco x Retorno Spread Bancário CDI Análise do Crédito Empréstimos e financiamentos Banco Tomador

Leia mais

Demonstrações Contábeis Banco do Nordeste Fundo de Investimento Renda Fixa Crédito Privado Longo Prazo CNPJ: 11.074.758/0001-90

Demonstrações Contábeis Banco do Nordeste Fundo de Investimento Renda Fixa Crédito Privado Longo Prazo CNPJ: 11.074.758/0001-90 Demonstrações Contábeis Banco do Nordeste Fundo de Investimento Renda Fixa Crédito Privado (Administrado pelo Banco do Nordeste do Brasil S.A. - CNPJ: 07.237.373/0001-20) 30 de setembro de 2013 com Relatório

Leia mais

REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. 1ª e 2ª SÉRIES da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. 1ª e 2ª SÉRIES da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS REIT SECURITIZADORA DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS S.A. 1ª e 2ª SÉRIES da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro, 30 de

Leia mais

MANUAL DE NORMAS CCI CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO

MANUAL DE NORMAS CCI CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO MANUAL DE NORMAS CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO VERSÃO: 01/7/2008 2 / 11 MANUAL DE NORMAS CÉDULA DE CRÉDITO IMOBILIÁRIO ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS DEFINIÇÕES 3 CAPÍTULO

Leia mais

Ficha técnica DESIGN ANUÁRIO 2008 - FINANÇAS ESTRUTURADAS. Carlos Augusto Lopes, Chuck Spragins, Leonardo Augusto e Felipe Pina.

Ficha técnica DESIGN ANUÁRIO 2008 - FINANÇAS ESTRUTURADAS. Carlos Augusto Lopes, Chuck Spragins, Leonardo Augusto e Felipe Pina. ANUÁRIO 2008 - FINANÇAS ESTRUTURADAS Ficha técnica Idealização e Redação Carlos Augusto Lopes, Chuck Spragins, Leonardo Augusto e Felipe Pina Editoração e Revisão Carolina Ebel DESIGN Refinaria Design

Leia mais

MANUAL DE NORMAS CRI - CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

MANUAL DE NORMAS CRI - CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS MANUAL DE NORMAS - CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS VERSÃO: 01/7/2008 2 / 11 MANUAL DE NORMAS - CERTIFICADO DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS ÍNDICE CAPÍTULO PRIMEIRO DO OBJETIVO 3 CAPÍTULO SEGUNDO DAS

Leia mais

STJ00029248. 2.2 Principais tipos de depósito..."... "... 30

STJ00029248. 2.2 Principais tipos de depósito...... ... 30 STJ00029248 SUMÁRIO À GUISA DE EXPLICAÇÃO À 1." EDIÇÃO... 5 I. CRÉDITO BANCÁRIO 1.1 Atividade creditícia dos bancos..."... 15 1.2 Operações bancárias... 16 1.3 Contratos de crédito bancário... 18 1.4 Natureza

Leia mais

REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS

REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS REGULAMENTO DE REGISTRO DE EMISSORES E DE VALORES MOBILIÁRIOS CAPÍTULO I REGISTRO PARA NEGOCIAÇÃO EM BOLSA SEÇÃO I REGISTRO DE COMPANHIAS ABERTAS Artigo 1º O Diretor Presidente poderá conceder o registro

Leia mais

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.) DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCÍCIO FINDO EM 30 DE SETEMBRO

Leia mais

Factoring - Fomento Mercantil

Factoring - Fomento Mercantil 1.Considerações Iniciais Factoring - Fomento Mercantil A expressão factoring é de origem anglo-latina, cujo radical latino factor significa fomento mercantil e tem por finalidade expandir a capacidade

Leia mais

BRAZIL REALTY - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS. 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

BRAZIL REALTY - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS. 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS BRAZIL REALTY - COMPANHIA SECURITIZADORA DE CRÉDITOS IMOBILIÁRIOS 1ª SÉRIE da 1ª. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RELATÓRIO ANUAL DO AGENTE FIDUCIÁRIO EXERCÍCIO DE 2014 Rio de Janeiro,

Leia mais

Depósito Centralizado, Custódia e Escrituração As novas regras vigentes a partir de julho 2014

Depósito Centralizado, Custódia e Escrituração As novas regras vigentes a partir de julho 2014 Depósito Centralizado, Custódia e Escrituração As novas regras vigentes a partir de julho 2014 Novas regras para depósito centralizado, custódia e escrituração Em 20/12/2013 a CVM editou as Instruções

Leia mais

CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZAÇÃO

CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZAÇÃO CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA DE SECURITIZAÇÃO 2ª Emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários Série: 153ª Relatório Anual do Agente Fiduciário Exercício de 2013 CIBRASEC - COMPANHIA BRASILEIRA

Leia mais

BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.

BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A. BICBANCO Stock Index Ações Fundo de Investimento em Títulos e Valores Mobiliários (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.) Demonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 30 de

Leia mais

Operações de Recebíveis de Royalties de Petróleo II

Operações de Recebíveis de Royalties de Petróleo II 2014 Instituto de Previdência e Assistência do Município do Rio de Janeiro Operações de Recebíveis de Royalties de Petróleo II Nota Técnica 14 Nota Técnica nº 14 Operações de Recebíveis de Royalties de

Leia mais

Apostila Mercado de Capitais Uninove. Parte VIII Os Títulos do Mercado de Capitais Os Títulos de Divida

Apostila Mercado de Capitais Uninove. Parte VIII Os Títulos do Mercado de Capitais Os Títulos de Divida Apostila Mercado de Capitais Uninove Parte VIII Os Títulos do Mercado de Capitais Os Títulos de Divida Titulos de Divida Debentures 2 O que são Debêntures? Debêntures são títulos emitidos por sociedades

Leia mais

Workshop de Securitização FIDC E CRI. Comitê de FIDCs da ANBIMA Ricardo Augusto Mizukawa

Workshop de Securitização FIDC E CRI. Comitê de FIDCs da ANBIMA Ricardo Augusto Mizukawa Workshop de Securitização FIDC E CRI Comitê de FIDCs da ANBIMA Ricardo Augusto Mizukawa Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Mercado Iniciativas do Mercado - ANBIMA Classificação de FIDCs Formulário

Leia mais

Mercado de Câmbio. Mercado de câmbio é a denominação para o mercado de troca de moedas.

Mercado de Câmbio. Mercado de câmbio é a denominação para o mercado de troca de moedas. Definição: Mercado de Câmbio Mercado de câmbio é a denominação para o mercado de troca de moedas. O mercado de Câmbio de TAXAS LIVRES opera com o dólar comercial. TAXAS FLUENTES opera com o dólar flutuante

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi...

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi... Page 1 of 8 Aplicações Financeiras - Renda Fixa e Renda Variável 617 Quais são as operações realizadas nos mercados financeiro e de capital? Nesses mercados são negociados títulos, valores mobiliários

Leia mais