A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO

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1 A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR INCLUSIVA: UMA REFLEXÃO DA PRÁTICA PEDAGÓGICA MARIA JULIANA DE SOUSA CUNHA¹ LAYANE COSTA SARAIVA² RESUMO O presente artigo teve por objetivo analisar e refletir as adaptações e a prática pedagógica na perspectiva da educação física inclusiva. Foram verificadas as possibilidades e as necessidades educacionais de crianças com deficiências nas aulas de educação física na educação infantil. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica onde se buscou analisar alguns aspectos da política nacional, diretrizes e projeto pedagógico na inclusão de crianças com necessidades especiais em pré-escolas. Investigou-se a necessidade da inclusão, mais especificamente os olhares dos autores sobre o tema. Em seguida, como resultado foi realizado um paralelo entre a integração e inclusão e, por fim, pesquisou-se o papel do educador frente à questão da inclusão. Palavras- chaves: Inclusão, educação infantil, educação física. 1 INTRODUÇÃO A Educação Física como um componente curricular tem o objetivo de disseminar conhecimentos sistematizados sobre a motricidade humana. Apesar de ser instituído legalmente e até mesmo reconhecido como fundamental para o desenvolvimento do aluno, a Educação Física, de fato, parece estar presente na escola, essencialmente como simples atividade (MENDES, 1999). Segundo Amaral (1994) um sujeito é um ser humano, social e singular, que se produz ele mesmo, e é produzido, através da educação. A Educação Física Adaptada "é uma área da Educação Física que tem como objeto de estudo a motricidade humana para as pessoas com necessidades educativas especiais, adequando metodologias de ensino para o atendimento às características de cada portador de deficiência, respeitando suas diferenças individuais" (Duarte e Werner, 1995).

2 2 Segundo Bueno e Resa (1995) a Educação Física Adaptada para portadores de deficiência não se diferencia da Educação Física em seus conteúdos, mas compreende técnicas, métodos e formas de organização que podem ser aplicados ao indivíduo deficiente. A Educação Física na escola se constitui em uma grande área de adaptação ao permitir, a participação de crianças e jovens em atividades físicas adequadas às suas possibilidades, proporcionando que sejam valorizados e se integrem num mesmo mundo observado nas escolas. A prática desportiva, quando usada sem os princípios da inclusão, é uma atividade que não favorece a cooperação, que não valoriza adversidades e que pode gerar sentimentos de satisfação e de frustração. Essa cultura competitiva constitui uma fonte de exclusão numa barreira à educação inclusiva (CARMO, 2002) Com o princípio da Inclusão, a Educação Física escolar deve ter como eixo fundamental o aluno e, sendo assim, deve desenvolver as competências de todos os discentes e dar aos mesmos, condições para que tenham acesso aos conteúdos que propõe, com participação plena, adotando para tanto estratégias adequadas, evitando a exclusão ou alienação. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) 9394 (1996), ao reconhecer a Educação Especial como modalidade de ensino que permeia todos os níveis escolares, deixa claro que não há, nos sistemas de ensino, tipos separados de educação. Sendo assim, a Educação Especial não é um subsistema e as unidades escolares devem ter um conjunto de recursos que devem ser organizados e disponibilizados para que todos os alunos possam desenvolver suas competências com respeito e dignidade, entre eles os que necessitam de apoios diferenciados. Para alcançá-lo, é necessário respeitar o ritmo e os limites de cada aluno e propor as mesmas atividades a toda à turma, incluindo todas as crianças. O conceito de inclusão deve estar contemplado no projeto pedagógico da escola, e as atividades com esse propósito se encaixam no dia a dia dos professores e alunos que tendem a dar resultados em longo prazo. O objetivo do presente trabalho é analisar e refletir as adaptações e a prática pedagógica na perspectiva da educação física inclusiva e a inserção social de pessoas com necessidades especiais nas aulas de educação física escolar na educação infantil. 2 METODOLOGIA

3 3 Para a realização deste estudo utilizou-se a pesquisa de cunho bibliográfico e exploratório, pelo fato de ter como principal intuito desenvolver, esclarecer e tentar relacionar conceitos e idéias, para a formulação de abordagens mais condizentes com o desenvolvimento de estudos posteriores. Por esta razão, a pesquisa exploratória constitui a primeira etapa do processo, pois visa tornar familiar o tema a ser investigado. Segundo Duarte e Werner (1995) o estudo exploratório tem o objetivo de "familiarizar-se com o fenômeno e obter uma nova percepção a seu respeito, descobrindo assim novas idéias em relação ao objeto de estudo" A pesquisa bibliográfica de acordo com Costa e Bittar (2004), possibilita a composição de um diagnóstico da situação investigada, além de ampliar as informações referentes ao tema estudado. Portanto, os dados e informações coletados foram analisados qualitativamente sob a forma descritiva - interpretativa, onde se buscou analisar todos os pontos de vista para a compreensão do fenômeno estudado, na sua complexidade, fundamentado pela reflexão resultante do referencial bibliográfico apresentado nos capítulos posteriores que foi o elemento dinamizador e articulador do discurso construído na temática. 3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Educação física no ensino infantil É importante ressaltar que as atividades e sugestões de conteúdos devem considerar as fases de desenvolvimento e condições de cada criança. Nesse sentido, amparados pelo Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil/MEC, que visa contribuir para a implantação ou implementação de práticas educativas de qualidade que possam promover e ampliar as condições necessárias para o exercício da cidadania das crianças, a proposta referencia os princípios abaixo: direito das crianças a brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil, considerando suas diferenças individuais sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas, etc.;

4 4 acesso das crianças aos bens socioculturais disponíveis, ampliando desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, comunicação, interação social, pensamento, ética e estética; socialização das crianças por meio de sua participação e inserção mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação de espécie algum O Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil - RCN (1998) apresenta ainda algumas considerações quanto ao processo de inclusão dessas crianças no ensino regular, no qual deve-se observar: - grau de deficiência e as potencialidades de cada criança; - idade cronológica; - disponibilidade de recursos humanos e materiais existentes na comunidade; - condições socioeconômicas e culturais da região. A prática da educação infantil deve ser organizada de modo que as crianças possam desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações. Essa prática deve ainda estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração. Para se trabalhar na rede Municipal de ensino, o profissional deve ser devidamente formado, de acordo com a LDB, devem possuir especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns (LDB, Art. 59, III, 1996). Na pequena infância, o corpo em movimento constitui a matriz básica da aprendizagem pelo fato de manisfestar as significações do aprender, ou seja, a criança transforma em símbolo aquilo que pode experimentar corporalmente, e seu pensamento se constrói, primeiramente, sob a forma de ação. A criança pequena necessita agir para compreender e expressar os significados presentes no contexto histórico-cultural em que se encontra. Wallon (1979) ressalta que na pequena infância o ato mental se desenvolve no ato motor, ou seja, a criança pensa na ação e isso faz

5 5 com que o movimento do corpo ganhe um papel de destaque nas fases iniciais do desenvolvimento infantil. Ainda de acordo com o mesmo autor, o homem é um ser biologicamente social e que é na complexa dinâmica de cada cultura que ocorre o seu desenvolvimento. Nesse processo, o movimento do corpo se apresenta como um dos campos funcionais, e integrado com a afetividade e a inteligência, constitui a pessoa como um todo. Inclusão de crianças com necessidades especiais na educação física De acordo com o artigo 29 da LDB (1996) a educação infantil é considerada a primeira etapa da educação básica, incluindo crianças de zero a seis anos de idade. A LDB junto ao seu papel e sua responsabilidade na proposição e avaliação das políticas públicas relativas à educação nacional, o Ministério da Educação e do Desporto, propõe um Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. A educação infantil constitui uma etapa da educação básica, e atualmente existem muitas crianças que possuem necessidades especiais. Portadores de deficiência mental, auditiva, visual, física e deficiência múltipla, e portadores de altas habilidades; representam 10% da população brasileira e possuem, em sua grande maioria, uma vasta experiência de exclusão que se traduz em grandes limitações nas possibilidades de convívio social e usufruto dos equipamentos sociais (menos de 3% têm acesso a algum tipo de atendimento), além de serem submetidas a diversos tipos de discriminação (CARVALHO, 1998). A Escola Inclusiva é considerada escola aquela que abre espaço para todas as crianças, abrangendo aquelas com necessidades especiais. O principal desafio da Escola Inclusiva é desenvolver uma pedagogia centrada na criança, capaz de educar a todas, sem discriminação, respeitando suas diferenças; uma escola que dê conta da diversidade das crianças e ofereça respostas adequadas às suas características e necessidades, solicitando apoio de instituições e especialistas quando isso se fizer necessário. É uma meta a ser perseguida por todos aqueles comprometidos com o fortalecimento de uma sociedade democrática, justa e solidária (STAINBACK e STAINBACK, 1999).

6 6 Sassaki (1998) ressalta que as alternativas de atendimento educacional às crianças que apresentam necessidades educativas especiais, no Brasil, vão desde o atendimento em instituições especializadas até a completa integração nas várias instituições de educação. Para que o processo de integração dessas crianças possa acontecer de fato, há que se envolver toda a comunidade, de forma a que o trabalho desenvolvido tenha sustentação. É preciso considerar este trabalho como parte do projeto educativo da instituição. De acordo com Collares (1996) para a inclusão de crianças com necessidades educativas especiais, em creches e pré-escolas, há necessidade de professores empenhados na interação, acolhida e escuta dessas crianças; interessados em compreender suas necessidades e desejos. O mesmo autor destaca em relação a educação infantil e o currículo, que há necessidade de tomar a criança como ponto de partida da proposta pedagógica exigiria compreender que para ela conhecer o mundo envolve o afeto, o prazer, o desprazer, a fantasia, o brincar, o movimento, a poesia, as ciências, as artes plásticas e dramáticas, a linguagem, a música e a matemática de forma integrada, pois a vida é algo que se experimenta por inteiro. Essa mesma proposta pedagógica e organização de currículo são essenciais para as crianças com qualquer deficiência; não há necessidade de um currículo especial, e sim, a necessidade de ajustes nos objetivos, adaptações nos conteúdos e atividades, avaliações diferenciadas, para que esses alunos possam experimentar a vida por inteiro. O modelo inclusivo na Educação Infantil é fundamental, pois é quando a criança ingressa na cultura escolar que terá as suas primeiras noções de coletividade, civilidade, de sociedade e de mundo em geral. Se dentro da escola essa criança passar a ter contato com outras que tenham algum tipo de necessidade especial, ambas podem aprender a compartilhar o mesmo espaço e cooperar umas com as outras, para superar seus limites (MENDES, 1999). Com o princípio da Inclusão, a Educação Física Escolar deve ter como eixo fundamental o aluno e, sendo assim, deve desenvolver as competências de todos os discentes e dar aos mesmos, condições para que tenham acesso aos conteúdos que propõe, com participação plena, adotando para tanto estratégias adequadas, evitando a exclusão ou alienação (CARMO, 2002). Educação física inclusiva de deficientes na educação infantil

7 7 A Lei nº 9.394/96 coloca a Educação Física como componente curricular, integrada à proposta pedagógica da escola, e consequentemente, passa a ser garantida também às pessoas portadoras de necessidades especiais. Nesse sentido, a Educação Física passa a rever seus conceitos na busca de um processo pedagógico que vise ao desenvolvimento integral do aluno, respeitadas suas limitações e potencialidades, além de trabalhar na direção da melhoria da qualidade de vida dos indivíduos. Bueno (1999) afirma que o objetivo da Educação Física, enquanto processo educacional, não é a simples aquisição de habilidades, mas sim contribuir para o desenvolvimento das potencialidades humanas. No aspecto social, ajudar a criança a estabelecer relações com as pessoas e com o mundo, no aspecto filosófico, ajudar a criança a questionar e compreender o mundo; no aspecto biológico, conhecer, utilizar e dominar o seu corpo; no aspecto intelectual, auxiliar no seu desenvolvimento cognitivo (SASSAKI,1997). A educação física tem muito a contribuir neste processo, rompendo as barreiras do preconceito, promovendo a integração e oportunizando o acesso à educação, à saúde, ao trabalho, ao lazer e acima de tudo à atividade física Freitas. Neste sentido, é fundamental que a comunidade escolar esteja convencida do importante papel da educação física nesse processo, para que, ao desenvolver o projeto político-pedagógico da escola ela seja parte do compromisso que toda a escola está assumindo. Mendes (2002) assegura que o professor de educação física tem que acreditar na inclusão, acreditar que é peça fundamental no processo e ser o defensor dessa proposta na elaboração do projeto político-pedagógico. É perceptível o longo caminho que ainda precisamos percorrer no processo de inclusão, pois ainda existem muitos preconceitos a superar. Para Cidade e Freitas (2002) é formidável compreender que a Inclusão é um processo que envolve todas as pessoas. Ao falarmos de Educação Inclusiva, podemos relacionar a uma educação que, sobretudo vise desenvolver o ser humano em sua plenitude, baseando-se no respeito à diferença, e à diversidade, onde as pessoas com necessidades especiais possam desfrutar do direito de ser tratado com igualdade respeitando sua limitação, se baseado na capacidade ilimitada que possui todo ser humano de desenvolver-se. Segundo o autor Amaral (1994), a inclusão/exclusão é um processo indissociável, para ela não existe uma separação entre ambos. Diante disso, incluir crianças com

8 8 necessidades especiais nas aulas de educação física, é permitir o desenvolvimento de seus aspectos físicos, e sociais dentro da suas limitações. As dificuldades, deficiências e limitações de cada discente devem ser reconhecidas, porém, não devem conduzir ou restringir o processo de ensino, devendo se desenvolver com base numa pedagogia ativa, dialógica e interativa. Nesse processo, as estratégias de ensino devem envolver ação cooperativa, desafios cognitivos e auto-avaliação. Baumel e Castro (2002) propõem um sistema de aprovação estruturada por ciclos de formação e desenvolvimento na formação dos professores, a fim de aperfeiçoar suas estratégias de ensino. 4 RESULTADO E DISCUSSÃO A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996), ao reconhecer a Educação Especial como modalidade de ensino que permeia todos os níveis escolares, deixa claro que não existe, nos sistemas de ensino, tipos separados de educação convivência com a diversidade. Diante das informações apresentadas, conclui-se que os professores de Educação Física nas escolas podem e devem contribuir para que ocorra a inserção de alunos com necessidades especiais nas aulas de educação física, como a adaptação de jogos, danças, esportes, em meio as suas diversas modalidades. O conhecimento e o profissionalismo dos professores de educação física podem proporcionar a inserção de todos os alunos com necessidades especiais nas suas aulas, dando todo suporte necessário para que esses alunos se desenvolvam em sua totalidade, contribuindo para a formação integral do mesmo. Para uma formação especializada, condições adequadas devem ser favorecidas a escola e ao professor, assim como selecionar atividades que tenham significado, relação com a vida prática e experiência dos alunos. De forma que os alunos com necessidades educativas especiais tenham a oportunidade de participar, de se envolver, de aprender e trabalhar junto com seus colegas nas aulas de educação física.

9 9 5 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS AMARAL, L. A. Pensar a diferença/deficiência. Brasília - Coordenadoria Nacional para integração da pessoa portadora de deficiência - CORDE, BAUMEL, R. C. R., CASTRO, A. M. Formação e professores e a escola inclusiva: Questões atuais. Integração, 14(24), 6-11, BUENO, J. G. S. A educação inclusiva e as novas exigências para a formação de professores: Algumas considerações. Em M. A. V. Bicudo, & C. A. da Silva Jr (Orgs.), Formação do educador e avaliação educacional: Formação inicial e contínua (p ). São Paulo: Editora UNESP, BUENO, S. T.; RESA, J.A.Z. Educação Física para meninos e meninas com necessidades educativas especiais. Malaga : Ed. Aljibe, BRASIL. Lei de Diretrizes e Bases da Educação: Lei 9.394/96. Rio de Janeiro; Esplanada, CARMO, A. A. Inclusão Escolar e a Educação Física: Que Movimentos são Estes? Integração, v.14 Edição Especial Educação Física Adaptada -, p. 6-13, CARVALHO, R. E. Temas em Educação Especial. Rio de Janeiro: WVA, CIDADE, R. E.; FREITAS, P. S. Educação Física e Inclusão: Considerações para a Prática Pedagógica na Escola. Integração, v. 14 Edição Especial - Educação Física Adaptada -, p , COSTA, A. M.; BITTAR, A. F. Metodologia aplicada ao deficiente físico. In Curso de Capacitação de Professores Multiplicadores em Educação Física Adaptada. Brasília: MEC; SEEP, p COLLARES, C. A. L.; Moysés, M. A. - Preconceitos no cotidiano escolar. São Paulo: Cortez Editora, DUARTE, E.; WERNER, T. Conhecendo um pouco mais sobre as deficiências. In: Curso de atividade física e desportiva para pessoas portadoras de deficiência: educação à distância. Rio de Janeiro: ABT: UGF, 1995, v. 3. MENDES, E. G. Desafios atuais na formação do professor de educação especial. Integração, 14(24), 12-17, 2002.

10 10. Diretrizes e parâmetros curriculares nacionais e a educação especial: inclusão ou exclusão da diversidade? Em M. A.V. Bicudo, & C. A. da Silva Jr (Orgs.), Formação do educador: Avaliação institucional, ensino e aprendizagem (pp ). São Paulo: Editora UNESP, PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Educação Física. Vol. 7. Secretaria de Educação Fundamental. Rio de Janeiro: DP&A, STAINBACK, S.; STAINBACK, W. Inclusão - Um Guia para Educadores. Porto Alegre: Artmed Editora, SASSAKI, R. K. Inclusão: Construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA. (1997).. As escolas inclusivas na opinião mundial. Revista Nacional de Reabilitação. Ano 2. No 2. Janeiro/fevereiro WALLON, H. Importância do movimento no desenvolvimento psicológico da criança. In:. Psicologia e educação da criança. Lisboa: Vega, 1979.

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