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1 CURSOS PROFISSIONAIS DE NÍVEL SECUNDÁRIO Técnico de Comércio PROGRAMA Componente de Formação Técnica Disciplina de Organizar e Gerir a Empresa Agência Nacional para a Qualificação 2010

2 Parte I Orgânica Geral Índice: Página 1. Caracterização da Disciplina Visão Geral do Programa Competências a Desenvolver Orientações Metodológicas / Avaliação Elenco Modular Bibliografia

3 1. Caracterização da Disciplina A disciplina de Organizar e Gerir a Empresa integra-se na Componente de Formação Técnica do Curso Profissional de Técnico de Comércio, com uma carga horária de 360 horas a desenvolver ao longo dos três anos do ciclo de estudos.. No âmbito desta disciplina pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos desde o estado embrionário de concepção de uma empresa, passando pelas técnicas de organização e gestão até à construção do projecto de investimento. Este conjunto de conhecimentos permitirá a reunião de saberes com aplicação prática, no âmbito da actividade comercial. A integração da disciplina de Organizar e Gerir a Empresa na Componente de Formação Técnica do Curso Profissional de Técnico de Comércio, deve acontecer através da interdisciplinaridade, com o desenvolvimento de competências transversais, nomeadamente na disciplina de Comercializar e Vender e na disciplina de Comunicar no Ponto de Venda. 2. Visão Geral do Programa Os conteúdos programáticos da disciplina Organizar e Gerir a Empresa foram seleccionados em articulação com as finalidades definidas e tendo em atenção os perfis de saída dos destinatários. Na escolha dos conteúdos programáticos a abordar prevaleceu a sua relevância científica, privilegiando sempre a componente prática desenvolvida em torno da resolução de casos práticos da nossa realidade empresarial. O programa contempla, numa primeira fase, a criatividade e inovação na criação de uma empresa. Em seguida, as várias funções das empresas: Aprovisionamento; Administrativa; Recursos Humanos; Legislação Comercial Laboral e Contabilidade, o que facilita a compreensão das actividades económicas desenvolvidas, independentemente dos sectores a que pertencem, sem esquecer a forma como se planificam e organizam. A Análise Económica e Financeira é realizada com base em informações contabilísticas e extra contabilísticas, que conduz ao cálculo de um conjunto de rácios, indicadores e informações, que permitirão a elaboração de um Painel de Gestão. 2

4 3. Competências a Desenvolver Das finalidades da disciplina, decorre um conjunto de competências que se consideram fundamentais desenvolver: Interpretar as melhores opções de fabrico e de localização fabril; Fazer a análise económica e financeira com base em métodos e técnicas de análise; Intervir em grupos de projectos organizacionais; Explorar a informação relativa à gestão, planificação e organização empresarial, de forma a utilizá-la no desempenho das actividades associadas ao Técnico de Comércio Transformar a informação recolhida em conhecimento; Ser autónomo e responsável; Apresentar comunicações orais recorrendo a suportes diversificados de apresentação da informação; Revelar espírito crítico e hábitos de tolerância e de cooperação; 4. Orientações Metodológicas / Avaliação Da caracterização da disciplina, das finalidades propostas e das competências a desenvolver decorre a utilização de metodologias activas que potenciem um processo contínuo de construção e reconstrução dos saberes, por parte do aluno, transformando-se este num produtor praticante de saberes. A leccionação deste programa supõe um processo de ensino-aprendizagem centrado no aluno, o qual deverá atender às motivações e interesses de todos os participantes (alunos/professores). Neste sentido, será importante diversificar as estratégias a utilizar, adequando-as às diferentes necessidades e interesses específicos dos alunos, bem como às qualificações associadas às saídas profissionais do curso. Deste modo, será de privilegiar metodologias centradas na resolução de problemas e análise de casos e na transformação destes em projectos. Com efeito, a metodologia de trabalho de projecto constitui uma prática de investigação centrada na resolução de problemas que podem ter diferentes respostas, implicando o aluno em todo o processo, ao longo do qual são mobilizados conhecimentos, competências, valores e atitudes, sendo assim uma aprendizagem-acção, tão importante para qualquer cidadão e futuro profissional. O trabalho de grupo assume igualmente grande relevância ao permitir, para além de outros aspectos, desenvolver o espírito de solidariedade, de entre ajuda, de partilha e, fundamentalmente, de responsabilidade. É igualmente importante desenvolver nos alunos hábitos de pesquisa de informação em documentos diversificados (internet, jornais, revistas, etc.) ou recorrendo a entrevistas e a inquéritos por questionário. Saliente-se a importância de que se reveste a selecção, a organização e o tratamento da informação recolhida, a qual permitirá a elaboração e a sistematização de conclusões escritas, que podem assumir a forma de sínteses ou de relatórios escritos. 3

5 A informação recolhida poderá ser organizada e tratada em dossiers temáticos (recortes de imprensa, fichas de textos, registos fotográficos ou em vídeo, CD-ROM, registos gravados ou escritos das entrevistas, etc.). É na partilha de resultados que os jovens enriquecem os seus conhecimentos e se desenvolvem, ao aprenderem a aceitar as opiniões dos outros, a confrontá-las com as suas e a fundamentarem as suas opiniões. Desta forma, é importante que se criem espaços de apresentação dos resultados das pesquisas e de debates dos temas, sempre sob a coordenação e a orientação do professor. A avaliação integrada no processo de ensino-aprendizagem possibilita uma regulação das práticas pedagógicas e das aprendizagens dos alunos: O professor recolhe as informações necessárias para regular a aprendizagem dos alunos, seleccionando da forma mais adequada as estratégias de ensino-aprendizagem, bem como as estratégias de superação de dificuldades detectadas; O aluno controla a sua aprendizagem, tornando-o mais consciente e responsável, ajudando-o a identificar os seus pontos fortes e fracos, construindo e reconstruindo permanentemente os seus saberes e reformulando os seus processos de trabalho. A avaliação deverá ser realizada de forma sistemática, tendo como objectos, não só, os produtos mas, igualmente, os processos, as atitudes e comportamentos. Supõe uma permanente interacção entre professor e alunos, promovendo nestes atitudes de auto e hetero-avaliação, e tendo como grande objectivo estimular a sua progressão na aprendizagem. Desta forma, a avaliação assumirá a sua dimensão formativa, enquanto fonte de reflexão contínua sobre a prática pedagógica do professor e, estímulo ao aprender a aprender, por parte do aluno. No momento final de cada módulo, terá lugar a avaliação sumativa interna que traduz o grau de consecução das aprendizagens efectuadas e possibilita a sua publicitação junto de todos os intervenientes. A construção do processo de avaliação implicará, então, o envolvimento de professor e alunos, devendo o professor: Apresentar e discutir, no início de cada módulo, a metodologia de trabalho a adoptar, bem como negociar os produtos e os parâmetros da avaliação, não esquecendo, no entanto, os critérios de avaliação definidos pela escola; utilizar instrumentos de avaliação diversificados e adequados aos objectos de avaliação registos de atitudes e de comportamentos, grelhas específicas de observação/análise de actividades (trabalho individual e em grupo dos alunos), relativas, por exemplo, a relatórios de actividades ou de visitas de estudo, a testes escritos, à organização de portefólios, de dossiers temáticos, de exposições, e à apresentação oral ou escrita de trabalhos bem como à participação em debates; Implementar uma avaliação interactiva que, incidindo sobretudo nos processos, permita reajustamentos do processo de ensino-aprendizagem e valorize, desta forma, as dimensões diagnostica e formativa do processo de avaliação. 4

6 5. Elenco Modular Número Designação Duração de referência (horas) 1 Inovação e Empreendedorismo 25 2 Estrutura e Comunicação Organizacional 50 3 Plano de Negócios 25 4 Planeamento e Controlo 25 5 Funções Aprovisionamento, Administrativa e Marketing 25 6 Gestão de Recursos Humanos 25 7 Legislação Comercial 25 8 Introdução ao Sistema de Normalização Contabilística 25 9 Introdução aos Modelos de Demonstrações Financeiras Código de Contas e Normas Contabilísticas Classificação e Aplicações Informáticas de Documentos Contabilísticos Análise Económica e Financeira 35 5

7 6. Bibliografia Almeida, Rui; Dias, Ana Isabel; Carvalho, Fernando. (2010) SNC Explicado, Porto, Porto Editora. António, N.S. (2003), Estratégia Organizacional do Posicionamento ao Movimento, Lisboa, Edições Sílabo. Apontamentos, Questões Práticas e Jurídicas da Empresa Ecla Editora, 1995 Aurora da Silva Neto, 12.ª Edição, Lisboa, Edições Jurídicas Ediforum Novo Código de Trabalho Porto Editora Associação da Bolsa de Derivados do Porto. Auckenthaler, B. (2004), L Innovation Collective, Lisboa, Editions Liaisons. Birch, P. (1999), Criatividade em Negócios, Lisboa, Pergaminho. Brealy, R. A. e Stewart C. Myers (1998) Princípios de Finanças Empresariais, 5ª Ed., Lisboa, Editora McGraw-Hill de Portugal. Brilman, J. (2000) As Melhores Práticas de Gestão, Lisboa, Edições Sílabo, Lda. Câmara, Pedro B. (1997), Humanator Recursos Humanos e Sucesso Empresarial, Lisboa, Publicações Dom Quixote. Campos, A. e Maria Amélia P. T. Silva (1997), Tecnologias de Administração, Lisboa, Edições Asa. Chiavenato, Idalberto. (1998), Teoria Geral da Administração, São. Paulo, Makron Books. Chiavenato, Idalberto.(2002), Administração dos Recursos Humanos Fundamentos Básicos, 7ª Ed., São. Paulo, Editora Atlas Dinalivro. Cohen, E. (1996), Análise Financeira, Lisboa, Editorial Presença. Conquet, A. (1975), Como Trabalhar em Grupo, Lisboa, Editorial Pórtico. Cruz, Eduardo (1990), Planeamento Estratégico, Lisboa, Texto Editora. Cruz, Eduardo (2003), Criar uma Empresa de Sucesso, Lisboa, Edições Sílabo. Curto, A. et al (2000), Semana Europeia 2000: prevenção das perturbações músculoesqueléticas de origem profissional, Lisboa; Instituto para a Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho. Dionísio, P. (1998), STRATEGOR, Lisboa, Publicações Dom Quixote. Feldmann, P. (1988), Aprender a Aprender; Barcelona, Plaza e Janes Editores. Felício, J. A. e J. Cantiga Esteves (1996), Gestão Financeira: dominar a tesouraria, Lisboa, IAPMEI. Freire, A. (1997), Estratégia Sucesso em Portugal, Lisboa, Editorial Verbo. Grenha, Carlos, Domingos Cravo e Luís Baptista (2010), Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística, Lisboa, Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Grenha, Carlos; Cravo, Domingos; Baptista, Luís; (2010), SNC Comentado (Sistema de Normalização Contabilística), Lisboa, Texto Editores. Helfer, J.P et al (1995), Gestão: As Funções da Empresa, Lisboa, Edições Sílabo. Magro, Acácio (1983), A Gestão do Aprovisionamento da sua Empresa, Lisboa, CGD/IAPMEI. Magro, Acácio (1983), Diagnóstico da sua Empresa, Lisboa, CGD/IAPMEI. Magro, Acácio (1983), O Marketing da sua Empresa, Lisboa, CGD/IAPMEI. Martins, António (2002), Introdução à Análise Financeira de Empresas, Porto, Vida Económica. 6

8 Mendes, Isabel Pereira e Paula Quintas (1993); Legislação Turística, Coimbra, Livraria Almedina. Menezes, H.C. (1999), Princípios de Gestão Financeira, 7ª Ed., Lisboa, Editorial Presença. Moreira, J.A.C. (1998), Análise Financeira de Empresas: da teoria à prática, 2ª. Ed., Porto, Neves, J.C. (2000), Análise Financeira, 2 vols., 12ª Ed., Lisboa, Texto Editora. Neves, J.C. (2002), Avaliação de Empresas e Negócios, Lisboa, McGraw Hill. Nunes, J. C. (1990), Marketing em Portugal, Lisboa, Texto Editora. Patten, D. (1989), Marketing para a Pequena Empresa, Lisboa, Ed. Presença. Pina, Miguel et al (2003), Manual de Comportamento Organizacional e Gestão, Lisboa, Editora R.H., Lda. Prokopenko, Joseph e James White (1992), Planeamento, Lisboa, IEFP. Rodrigues, João (2010), Sistema de Normalização Contabilística Explicado, Porto: Porto Editora. Saias, L. e Rui de Carvalho (1998), Instrumentos fundamentais de Gestão Financeira, 3ª. Ed., Lisboa, Universidade Católica Editora. Silva, Fábio Geraldes (2001), Manual do Empreendedor, Lisboa, Livraria Bertrand. Soares, J. O. (1999), Avaliação de projectos de investimento na óptica empresarial, Lisboa, Edições Sílabo. Sousa, A. (1990), Introdução à Gestão Uma abordagem Sistémica, Lisboa, Verbo. Cardim, José Casqueiro, (1996), Técnicas e Comportamento de Chefia, Lisboa, IEFP, Vasconcellos e Sá, Jorge (2001), A Gestão na Prática. Lisboa, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas, Universidade Técnica de Lisboa. Vasconcelos, J. O Contrato de Trabalho questões, Campus do Saber Guia Prático do Direito do Trabalho. Zermait, P. (1987), Gestão dos Stocks, Lisboa, Ed. Presença. Outros instrumentos de apoio pedagógico Aviso nº /2009, de 07/09 SNC Estrutura Conceptual. Aviso nº /2009, de 07/09 SNC - Normas Interpretativas. Aviso nº /2009, de 07/09 SNC - Normas Contabilísticas para Pequenas Entidades. Aviso nº /2009, de 07/09 SNC Modelos de Demonstrações Financeiras. Decreto-Lei nº. 158/2009, de 13/07 Sistema de Normalização Contabilística. Portaria nº. 1011/2009, de 09/09 Código de Contas. Portaria nº. 986/2009, de 07/09 Modelos de Demonstrações Financeiras. Revistas Boletim do Contribuinte Deco-Proteste Dirigir Exame Executive Digest 7

9 Jornal de Contabilidade Associação Portuguesa dos Técnicos de Contabilidade O Informador Fiscal - Ginoinformações, Publicações Lda Revista de Contabilidade e Comércio TOC Revista da Câmara de Técnicos Oficiais de Contas Sítios na Internet Associação ANJE - Associação Nacional dos Jovens Empresários - Associação Portuguesa de Técnicos de Contabilidade - Banco de Portugal - Instituto de Apoio às Pequenas e Médias Empresas - Instituto do Comércio Externo de Portugal - Instituto Nacional de Estatística - Jornal de Negócios - Jurinfor Informática e Publicações - Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas - Portal da Empresa - Portal das Finanças - 8

10 Parte II Módulos Índice: Página Módulo 1 Inovação e Empreendedorismo 10 Módulo 2 Estrutura e Comunicação Organizacional 12 Módulo 3 Plano de Negócios 15 Módulo 4 Planeamento e Controlo 17 Módulo 5 Funções Aprovisionamento, Administrativa e Marketing 19 Módulo 6 Gestão de Recursos Humanos 22 Módulo 7 Legislação Comercial 25 Módulo 8 Módulo 9 Introdução ao Sistema de Normalização Contabilística 27 Introdução aos Modelos de Demonstrações Financeiras 29 Módulo 10 Código de Contas e Normas Contabilísticas 32 Módulo 11 Classificação e Aplicações Informáticas de Documentos Contabilísticos 35 Módulo 12 Análise Económica e Financeira 37 9

11 MÓDULO 1 Inovação e Empreendedorismo Duração de Referência: 25 horas 1. Apresentação Neste módulo pretende-se abordar a temática do empreendedorismo através da procura, recolha, partilha, criação e construção de ideias, As empresas encontram-se num percurso de globalização na economia mundial e esta situação induz mudanças profundas nos mercados cada vez mais complexos e competitivos. Empresas que usualmente actuavam sobre mercados regionalmente restritos ou protegidos vêem-se agora confrontadas com concorrentes de todo o mundo. Neste contexto, a inovação não deve ser entendida unicamente ao nível da tecnologia mas inserir-se num âmbito abrangente, seja ao nível da organização, gestão, concepção de produtos, comercialização, financiamento, serviços ou de outras áreas da empresa. Uma boa ideia é aquela que se apresenta exequível, com elevada possibilidade de comercialização, tornando-se geradora de riqueza 2. Objectivos de Aprendizagem Reconhecer o papel e a importância do empreendedorismo; Identificar as questões fundamentais do processo de criação e construção de ideias Distinguir as noções de criatividade e inovação Reconhecer a importância da inovação no contexto empresarial Identificar fontes de oportunidades de inovação Revelar criatividade nas acções que concretiza 3. Âmbito dos Conteúdos 1. Empreendedorismo e criação de empresas 2. A gestão do processo de criação e construção de ideias 2.1. Problema versus oportunidade 2.2. Técnica de brainstorming 10

12 2.3. Técnica de benchmarking 2.4. Pesquisa e fontes de informação 2.5. Sistematização da informação 3. Noção de criatividade 4. Tipos de criatividade 5. Obstáculos à criatividade 6. O processo da criatividade 6.1. Disposição e motivação para a criatividade 7. Noção de inovação 8. Tipos de inovação 8.1. Inovação intencional 8.2. Oportunidades inovadoras 8.3. Informação e conhecimento 4. Bibliografia / Outros Recursos António, N.S. (2003 (1) ), Estratégia Organizacional do Posicionamento ao Movimento, Lisboa, Edições Sílabo Auckenthaler, B. (2004), L Innovation Collective, Lisboa, Editions Liaisons Baranger, P e outros (1990), Gestão, Lisboa, Edições Sílabo. Bernard, Y., Colli, Jean-Claude (1997), Dicionário Económico-Financeiro, Publicações D. Quixote Birch, P. (1999), Criatividade em Negócios, Lisboa, Pergaminho Cardoso, L. (1999), Gestão Estratégica das Organizações, Lisboa: Editorial Verbo Cruz, Eduardo (2003), Criar uma Empresa de Sucesso, Lisboa, Edições Sílabo Neves, J.C. (2002), Avaliação de Empresas e Negócios, Lisboa, McGraw Hill Sousa, António (1990), Introdução à Gestão Uma Abordagem Sistémica, Verbo Editora 11

13 MÓDULO 2 Estrutura e Comunicação Organizacional Duração de Referência: 50 horas 1. Apresentação Neste módulo pretende-se abordar o conceito de empresa e a sua relação com as entidades económicas, sociais e outras. No século XXI, uma empresa deve ter bem interiorizada a sua visão actual e futura, alicerçada em objectivos bem definidos, quer para o curto prazo, quer para o médio e longo prazos. Para além disso, a empresa deve ter em conta: A missão definida, quer internamente, quer nas interacções com terceiros; Os valores que fundamentaram a sua criação e que devem nortear a sua actuação no mundo de hoje; Os desafios futuros. Nesta linha de actuação, a abordagem de problemáticas relativas a ética, qualidade e responsabilidade social é inevitável. Este módulo deve contribuir para o conhecimento por parte dos alunos sobre os passos burocráticos/institucionais/legais necessários para a constituição de uma empresa, tendo em conta não só o seu desempenho profissional como Técnico de Gestão por conta de outrem, mas também num eventual desafio como empresário por conta própria. Com base na análise de situações concretas de organizações de pequena, média ou grande dimensão, o professor deve explorar o conceito de empresa e seus objectivos. 2. Objectivos de Aprendizagem Analisar a evolução do conceito de organização; Enumerar algumas finalidades de carácter económico e social das organizações; Reconhecer a importância do estabelecimento da visão, missão e valores para o desenvolvimento harmonioso de uma organização; Reconhecer a importância da ética, e da responsabilidade social enquanto valores indispensáveis à sobrevivência de qualquer organização; Definir qualidade Descrever factores externos condicionantes da actividade de cada organização; Elencar as relações que se estabelecem entre os vários agentes económicos; 12

14 Caracterizar os tipos de organização existentes na área residencial e/ ou escolar; Indicar os critérios classificativos das organizações; Listar as características elementares de cada tipo de organização segundo o critério funcional; Caracterizar de um modo geral o panorama organizacional; Nomear as etapas necessárias para a constituição de uma organização Reconhecer os princípios da comunicação organizacional 3. Âmbito dos Conteúdos 1. Organização 1.1. Conceito e tipos 2. Empresa 2.1. Conceito 2.2. Objectivos e papel na sociedade 2.3. Elementos constitutivos 2.4. Noções de qualidade Gestão da qualidade Certificação Princípios da qualidade Sistema de gestão da qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001: Segurança, Higiene e Saúde Organização do posto de trabalho Gestão do espaço e do tempo 3. Classificação da organização 3.1. Dimensão 3.2. Propriedade 3.3. Ramo de actividade 4. Estrutura organizacional 4.1. Conceito e tipos 4.2. Representação gráfica e análise 5. Comunicação organizacional 5.1. Conceito, tipos e intervenientes 5.2. Comunicação eficaz: regras e efeito 6. Funções 6.1. Produção 6.2. Comercial 6.3. Pessoal 13

15 6.4. Financeira 6.5. Planeamento estratégico 4. Bibliografia / Outros Recursos Almeida, Rui; Dias, Ana Isabel; Carvalho, Fernando. (2010) SNC Explicado, Porto, Porto Editora. Cascais, Domingos; José Pedro Farinha (2010), SNC e as PME Casos Práticos, Lisboa, Texto Editores. Franca, Paula (2010), POC versus SNC Explicado, Lisboa, Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Grenha, Carlos, Domingos Cravo e Luís Baptista (2010), Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística, Lisboa, Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Grenha, Carlos; Cravo, Domingos; Baptista, Luís; (2010), SNC Comentado (Sistema de Normalização Contabilística), Lisboa, Texto Editores. Magro, Acácio (1983), Diagnóstico da Sua Empresa, Lisboa, CGD/IAPMEI. Rodrigues, João (2010), Sistema de Normalização Contabilística Explicado, Porto: Porto Editora. Sousa, António (1990), Introdução à Gestão Uma abordagem Sistémica, Lisboa, Verbo. 14

16 MÓDULO 3 Plano de Negócios Duração de Referência: 25 horas 1. Apresentação Com este módulo pretende-se que os alunos utilizem o plano de negócios como uma ferramenta de gestão, que lhes permita planear e decidir o futuro de uma empresa, tendo como base o seu passado, e a sua situação actual em relação ao mercado, aos clientes e à concorrência. Com o plano de negócios é possível identificar os riscos e propor planos para minimizá-los e até mesmo evitá-los, identificar os pontos fortes e fracos de uma empresa, em relação à concorrência e ao ambiente de negócios em que actua; conhecer o seu mercado e definir estratégias de marketing para os seus produtos e serviços; analisar o desempenho financeiro do negócio, avaliar investimentos, retorno sobre o capital investido; enfim, construir um poderoso guia que norteará todas as acções da empresa 2. Objectivos de Aprendizagem Reconhecer as finalidades de um plano de negócios; Identificar os riscos e propor planos para os combater ou reduzir; Identificar os pontos fortes e fracos da empresa em relação à concorrência e ao ambiente de negócios em que actua. Interpretar o mercado e definir estratégias de marketing para os produtos e serviços produzidos por uma empresa; Analisar o desempenho financeiro do negócio; Avaliar investimentos e retorno sobre o capital investido Elaborar um plano de negócios 3. Âmbito dos Conteúdos 1. Finalidades do plano de negócios 2. Etapas da construção de um plano de negócios 2.1. Capa 2.2. Sumário 2.3. Sumário executivo 15

17 2.4. Descrição da empresa 2.5. Produtos e serviços 2.6. Análise de mercado 2.7. Plano de marketing 2.8. Plano financeiro 2.9. Anexos 4. Bibliografia / Outros Recursos A.A.V.V. (1993), Strategor Política global da empresa, Tradução de J. Freitas e Silva, com revisão de J. Jordão, Lisboa, Publicações Dom Quixote. Baranger, P et al (1993), Gestão, Lisboa, Edições Sílabo. Brealey, R. e S. Myers (1998), Princípios de Finanças Empresariais, 5ª Edição, Lisboa, McGraw-Hill de Portugal. Brilman, Jean (2000), As Melhores Práticas de Gestão No Centro do desempenho, Lisboa: Edições Sílabo, Lda. Campos, Ana Paula et al (1999), Técnicas de Organização Empresarial, Lisboa, Plátano Editora. Campos, Ana Paula et al (2004), Organização e Gestão Empresarial 10.º Ano, Lisboa, Plátano Editora. Campos, Ana R. V. et al (1997), Tecnologias de Administração, Lisboa., Edições Asa. Chiavenato, Idalberto (1998), Teoria Geral da Administração, S. Paulo, Makron Books. Donnelly, Gibson e Ivancevich (2000), Administração Princípios de Gestão Empresarial, 10ª Edição, Lisboa, McGraw-Hill. Freire, A. (1998), Internacionalização Desafios para Portugal, Lisboa, Editora Verbo. 16

18 MÓDULO 4 Planeamento e Controlo Duração de Referência: 25 horas 1. Apresentação O objectivo principal de todas as empresas é o lucro. As empresas têm de ser cada vez mais produtivas, mais competitivas e mais orientadas para o cliente. Não há lugar para erros ou ineficiências nos processos produtivos. Este módulo permitirá aos futuros técnicos compreender e adquirir competências em algumas das técnicas e ferramentas que permitem às empresas alcançar os seus objectivos de produção, através da realização de um planeamento adequado, ambicioso e realista, implementado recorrendo a técnicas de controlo de produção. 2. Objectivos de Aprendizagem Definir planeamento e distinguir os diversos tipos de planeamento; Explicar a lógica sequencial do processo de planeamento; Justificar a complexidade da gestão de processos em empresas industriais; Explicar resumidamente o controlo da produção; Justificar a importância do controlo da produção, bem como algumas das ferramentas utilizadas pelas empresas para a sua realização; Aplicar técnicas de planeamento e controlo da produção (Gantt e PERT); Explicar a importância dos gráficos de Gantt na gestão de projectos; Explicar os conceitos de margem total, margem livre e margem independente; Interpretar e associar os conceitos de tempo de ciclo e capacidade de produção; Detectar estrangulamentos em sistemas de produção; Identificar e aplicar métodos de balanceamentos de processos produtivos. 17

19 Módulo 4 Planeamento e Controlo 3. Âmbito dos Conteúdos 1. Fundamentos sobre planeamento e controlo da produção 1.1. Planeamento estratégico, táctico e operacional 1.2. Plano Industrial e Comercial (PIC) 1.3. Plano Director de Produção (PDP) 2. Técnicas de planeamento e controlo da produção 2.1. Gráficos Gantt 2.2. Redes PERT/ CPM 2.3. Método Kanban 2.4. Balanceamento de linhas de produção 4. Bibliografia / Outros Recursos Courtois, A et al (1997), Gestão da Produção, 4ª Edição. LIDEL - Edições Técnicas, Lda. Fogarty, Donald et al (1991), Production & Inventory Control, 2ª Edição, South Western Publishing Co, Cincinnati. Gaither, Norman e Greg Frazier (2001),. Administração da Produção e Operações, 8ª Edição, São Paulo, Editora Pioneira Thomson Learning. Lousã, Aires et al (1995), Técnicas de Organização Empresarial, Bloco I, Porto, Porto Editora. Marques, Ana Paula (1998), Gestão da Produção Diagnóstico, Planeamento e Controlo, 4ª Edição, Lisboa, Texto Editora. Montcel, Henri Tezenas du.(1973), Dicionário de Gestão., Lisboa. Publicações Dom Quixote 18

20 MÓDULO 5 Funções Aprovisionamento, Administrativa e Marketing Duração de Referência: 25 horas 1. Apresentação O termo aprovisionamento está ligado à compra de mercadorias, matérias-primas, matérias subsidiárias e outros materiais ou embalagens, necessários ao desenvolvimento da actividade de uma empresa, assim como de equipamentos e serviços necessários ao seu funcionamento. Neste módulo pretende-se que os alunos compreendam como funciona tanto um departamento de compras, como um departamento de marketing numa empresa, bem como a interdependência entre estes departamentos, visto que as compras se devem realizar, de acordo com as previsões de vendas. É de realçar ainda a abordagem, quer à gestão material, quer à gestão administrativa e económica de stocks. Para além disso, e no âmbito da função de marketing, os alunos devem estar aptos a identificar os canais de distribuição mais adequados aos mercados que servem, assim como a interpretar o ciclo de vida de um produto e o papel desempenhado pelo marketing. Os assuntos desenvolvidos neste módulo devem ter em conta que uma empresa é um todo, pelo que é importante a articulação entre os assuntos desenvolvidos com os conteúdos relacionados com a estrutura e comunicação organizacional bem como com a legislação e documentação comercial 2. Objectivos de Aprendizagem Caracterizar o processo de aprovisionamento; Identificar as tarefas e documentos de um departamento de compras; Descrever o circuito documental de aquisição de bens e serviços; Descrever a organização dos stocks; Realizar os cálculos para a elaboração do método ABC; Elaborar a curva ABC; Identificar os diversos tipos de stocks; Interpretar a curva de dentes de serra; Definir o ponto de encomenda; Calcular o lote económico; Caracterizar o processo comercial; Definir mercado; Identificar os diversos tipos de mercado; 19

21 Realizar o estudo comercial do produto; Interpretar o ciclo de vida de um produto; Distinguir os diversos canais de distribuição; Reconhecer o papel desempenhado pelo marketing; Reconhecer a importância da previsão de vendas para o departamento comercial de uma empresa 3. Âmbito dos Conteúdos 1. Caracterização do processo de aprovisionamento 2. Organização do departamento de compras 2.1. Tarefas e documentos 2.2. O circuito documental 2.3. Organização dos stocks 3. Organização económica do departamento de compras 3.1. Método ABC 3.2. Tipos de stocks 3.3. Curva de dentes de serra 3.4. Ponto de encomenda 3.5. Lote económico 4. Caracterização do processo comercial 5. O mercado 6. Estudo comercial do produto 7. Ciclo de vida de um produto 8. Os canais de distribuição 9. O produto, o preço, a distribuição e a comunicação 10. O papel do marketing 11. A previsão de vendas 20

22 Módulo 5: Funções Aprovisionamento, Administrativa e Marketing 4. Bibliografia / Outros Recursos Almeida, Rui; Dias, Ana Isabel; Carvalho, Fernando. (2010) SNC Explicado, Porto, Porto Editora. Bernard, Colli (1998), Dicionário Económico e Financeiro, 10 e 20 volumes, Lisboa, Publicações D. Caiado, António Campos Pires (1986), Contabilidade Analítica Um Instrumento de Gestão, local, Rei dos Livros. Cascais, Domingos; José Pedro Farinha (2010), SNC e as PME Casos Práticos, Lisboa, Texto Editores. Centro, Hec-Isa (1993), Strategor -Política Global da Empresa. Lisboa, Publicações D. Quixote. Chiavenato, I. (1998), Gerenciando Pessoas, Brasil, Dinternal. Chiavenato, I.(1979), Teoria Geral de Administração, Brasil, McGraw-Hill. Figueiredo, Lopes de (1990), Contrato de Sociedade por Quotas, Coimbra, Editora Almedina. Franca, Paula (2010), POC versus SNC Explicado, Lisboa, Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Grenha, Carlos, Domingos Cravo e Luís Baptista (2010), Anotações ao Sistema de Normalização Contabilística, Lisboa, Ordem dos Técnicos Oficiais de Contas. Grenha, Carlos; Cravo, Domingos; Baptista, Luís; (2010), SNC Comentado (Sistema de Normalização Contabilística), Lisboa, Texto Editores. Lousã, Aires e outros (2006), Organização e Gestão Empresarial, Porto, Porto Editora. Magro, Acácio (1983), A Gestão do Aprovisionamento da sua Empresa, Lisboa, CGD/IAPMEI. Magro, Acácio (1983), O Marketing da sua Empresa, Lisboa, CGD/IAPMEI. Morris (1991), Iniciando uma Pequena Empresa com Sucesso. Lisboa, McGraw- Hill. Nunes, J. Coelho (1990), Marketing em Portugal, Lisboa, Texto Editora. Paiva, Manuel (1990), Dicionário da Empresa. Porto, Rés-Editora, Lda. Patten, Dave (1989), Marketing para a Pequena Empresa, Lisboa, Ed. Presença. Quixote. Rodrigues, João (2010), Sistema de Normalização Contabilística Explicado, Porto: Porto Editora. Zermait, Pierre (1987), Gestão dos Stocks, Lisboa, Ed. Presençae Políticas, Universidade Técnica de Lisboa 21

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