Por um ERP TECNOLOGIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Por um ERP TECNOLOGIA"

Transcrição

1 Por um ERP Implantar sistemas de planejamento de recursos empresariais é uma tarefa bastante complexa. Mas pode funcionar, no prazo e dentro do orçamento Por Scott Buckhout, Edward Frey e Joseph Nemec Jr. TECNOLOGIA 30 ERP (Enterprise Resource Planning, da sigla em inglês) é mais do que uma sigla que vem sendo muito comentada no meio empresarial. Trata-se de um software de planejamento dos recursos empresariais, que integra as diferentes funções da empresa para criar operações mais eficientes em áreas como montagem ou entrega de produtos. No entanto, embora esteja na moda, sua implementação tem sido considerada problemática em todo o mundo: leva muito tempo, é cara e aparentemente não traz os benefícios de competitividade e redução de custos que promete. Isso é motivo para descartar o sistema logo de saída? Não, afirmam os três autores deste artigo, ocupantes de cargos de cúpula da firma de consultoria Booz-Allen. Segundo eles, se feitos os ajustes, o ERP pode melhorar significativamente a vida corporativa. O primeiro passo, portanto, é identificar por que a implementação é tão difícil. Há duas razões principais, dizem os especialistas: a empresa não faz antes as escolhas estratégicas necessárias para configurar os sistemas e os processos; o processo de implementação escapa ao controle da empresa. Este artigo sugere ainda, com base em estudos e casos reais, um modo prático de resolver o problema, levantando duas questões que toda empresa deve enfrentar antes da implementação, e três iniciativas que cabem exclusivamente ao presidente (o CEO) para que esse processo funcione. O quadro da página 34 mostra esquematicamente que decisões fundamentais devem ser tomadas antes do ERP. Scott Buckhout é sócio da Booz-Allen & Hamilton de São Francisco, Califórnia, EUA, especializado em ajudar empresas a desenvolver estratégias empresariais e aumentar sua capacidade de produção. Edward Frey é vice-presidente da Booz-Allen de São Francisco, especializado em melhorar as capacidades de inovação e produção de clientes que fabricam produtos aeroespaciais e outros produtos sofisticados. Joseph Nemec Jr. é vice-presidente sênior da Booz-Allen e líder do grupo internacional de tecnologia da informação. Durante seus 29 anos na Booz-Allen, ele ajuda multinacionais a desenvolver estratégias e administrar mudanças nas áreas de organização, processos, cultura e sistemas. Revisão de termos técnicos: Heinar Maracy A implementação de sistemas de planejamento dos recursos empresariais ERP (Enterprise Resource Planning, da sigla em inglês), um conjunto de programas de computador que integra as diferentes funções da empresa para criar operações mais eficientes em áreas como montagem ou entrega de produtos é problemática em todo o mundo. Leva muito tempo, é cara e não traz os benefícios de competitividade e redução de custos que promete. As estatísticas mostram que em mais de 70% dos casos não se atingem as metas corporativas estabelecidas. O Standish Group, empresa de pesquisa de mercado especializada em software e comércio eletrônico, analisou a implementação do ERP em empresas com faturamento acima de US$ 500 milhões. O estudo revelou que, quando comparados às expectativas originais, os custos foram em média 178% mais altos; os cronogramas de implementação sofreram atrasos de 230%; e a queda média em melhorias funcionais atingiu um déficit de 59%. Mas o ERP funcionou em algumas empresas. Por exemplo: o uso de um desses sistemas ajudou a Chevron Corporation a reduzir seus custos de compras em 15% e promete mais 10% no futuro

2 eficaz escapa ao controle da empresa naturalmente. Isso é inerente ao processo de implementação do ERP. Questão número 1: Como fazer as escolhas estratégicas próximo. A International Business Machines Storage Products reduziu o tempo necessário para atualizar seus cálculos de preços, que chegava a vários dias, para apenas cinco minutos. Só em reduções de estoque a Autodesk Inc. economizou o suficiente para pagar toda a implementação de seu sistema. Então, qual é o problema com o sistema ERP? Nossa experiência mostra que as dificuldades com o ERP têm origem em duas questões: A empresa não fez as escolhas estratégicas necessárias para configurar os sistemas e os processos. O processo de implementação Image Bank/Michel Tcherevkoff O sistema ERP integra os dadoschave e a comunicação entre as áreas de planejamento, programação, compras, previsão e finanças das empresas entre regiões, produtos, divisões e funções. Também pode englobar vendas, marketing, recursos humanos e outras funções. O sistema é capaz de fornecer informações detalhadas sobre as operações da empresa. Por exemplo: o ERP pode informar o nível de estoque disponível de matériasprimas, quanto custa fabricar cada produto e a localização exata de todas as encomendas na fábrica. Mas deve fazer isso? Olhando o sistema ERP de fora e analisando a informação, a comunicação e as funções de controle que ele pode executar, fica claro que o nível de controle das operações de uma empresa que o sistema ERP deve proporcionar depende do projeto de fluxo de produtos e serviços nela existente. Um fluxo complexo exige um nível muito alto de controle por parte do sistema. Uma cadeia de valor bem elaborada pode embutir muitos controles e outras funções nos processos da empresa de forma muito mais simples e bem mais barata do que o ERP. Os processos existentes, que estão sendo substituídos por necessidade, carregam grande parte dos mecanismos de comunicação e controle da empresa, e anos de aprendizado tornaram tais processos bastante eficientes e eficazes. Na maioria das vezes, a implementação do ERP não reconhece, e portanto não capta, essa eficiência organizacional. Os sistemas de produção enxuta oferecem baixo custo, custos gerais indiretos baixos e comunicação e controle altamente eficazes. Como? Por exemplo, quando um processo de produção que utiliza os controles visuais do kan-ban precisa de mais matéria-prima de certo fornecedor, 31

3 32 os trabalhadores da linha de produção pegam um cartão e o encaminham ao fornecedor. Sem necessidade de computadores, pedidos ou custos gerais indiretos. A comunicação e o controle foram embutidos no projeto do processo. O que pode sair errado? Em uma empresa, a equipe de implementação instalou o módulo de planejamento detalhado da capacidade do sistema ERP partindo da suposição de que precisava compreender e controlar a capacidade em seus mínimos detalhes. No ambiente existente, o planejamento detalhado da capacidade não era uma opção, porque o sistema era incapaz de executá-lo. Quando necessário, a gerência da fábrica utilizava o planejamento da capacidade agregada nas decisões sobre pessoal e capital, que eram tomadas anual ou trimestralmente. Depois de implantados, os processos de planejamento detalhado da capacidade geraram aumento dos custos gerais indiretos, e isso para executar tarefas não necessárias antes. Era impossível atingir o nível de detalhamento dos dados por exemplo, tempos de preparação e de funcionamento das máquinas detalhados e precisos, motivos para sucateamento, paradas de máquinas necessário para preparar estimativas pormenorizadas da capacidade, tornando inúteis os perfis de capacidade que foram criados. Ninguém se deu ao trabalho de perguntar se a empresa precisava mesmo do planejamento detalhado da capacidade, e a diretoria só analisou a decisão quando já era tarde demais. A realidade é que o sistema ERP aprisiona os princípios e processos operacionais da empresa. As empresas concentram-se no software e não nas metas empresariais, supondo que os benefícios virão. Aí os diretores acabam delegando muito aos técnicos Depois de instalado, as probabilidades de a empresa poder ou estar disposta a pagar pelas modificações são quase inexistentes. O custo, a complexidade, o investimento em tempo e pessoal, as implicações e as políticas de um investimento desse tipo são muito altos. Por isso, é importante que o sistema ERP seja implementado de maneira racional e econômica desde o início. A diretoria precisa transmitir a estratégia da empresa e as principais vantagens competitivas futuras para essa implementação. Com frequência, isso exige ações nãosistêmicas para desenvolver os recursos físicos ou ações empresariais para dar apoio às necessidades mais simples do sistema. Felizmente, apenas um número limitado de decisões críticas para a empresa exige o envolvimento direto e contínuo da diretoria. Numa indústria, por exemplo, a diretoria só precisa se concentrar em oito áreas para definir que ações devem estar dentro ou fora do sistema (veja quadro na página 34). Questão número 2: Como impedir que o processo de implementação escape ao controle O que pode sair errado? Os processos de planejamento detalhado da capacidade podem gerar aumento dos custos gerais indiretos, executando tarefas supérfluas O projeto empresarial para implementar um sistema ERP é invariavelmente montado com o objetivo de reduzir custos e melhorar as capacidades. As economias baseiam-se nos custos menores da tecnologia da informação herdada e também nos custos mais baixos da mão-de-obra direta/indireta e do estoque. O aumento de capacidade geralmente inclui processos de padrão internacional, controle rígido e tempo de ciclo menor. Depois de terminado o projeto, as empresas concentram-se no software e não nos objetivos empresariais, com o pressuposto implícito de que os benefícios virão. Nesse ponto, os diretores acabam transferindo muita responsabilidade aos técnicos. Erroneamente, eles encaram a empreitada como um projeto de tecnologia da informação e não como um projeto empresarial. Quando a diretoria abdica de sua responsabilidade pelo controle, a equipe de trabalho é que toma as decisões cruciais. Nesse cenário, não demora muito para que a implementação comece a sair dos trilhos. Percebendo que os orçamentos rapidamente vão superar as estimativas originais, os gerentes de projeto procuram retomar as rédeas eliminando o redesenho de certos processos empresariais e físicos. As equipes de implementação se apressam a personalizar o novo software para adaptá-lo às práticas atuais da empresa. E é raro que isso funcione. Tendo perdido de vista qualquer objetivo empresarial, a companhia implementa um sistema mutilado ou sobrecarregado de funções desnecessárias. A empresa tem um problema para resolver. Acontece que os processos tanto de upgrading como de modificação de um sistema não são só caros; sua implementação pode ser bastante complicada. Dado o investimento necessário

4 FOCO NAS DECISÕES EMPRESARIAIS ESSENCIAIS ABORDAGEM TÍPICA DO ERP AS DECISÕES FUNDAMENTAIS SOBRE O ERP Rodar frequentemente o sistema Planejamento dos Recursos de Fabricação (Manufacturing Resource Planning MRP) para gerar as ordens de produção planejadas Atingir várias camadas na Lista de Materiais Programar com roteadores multietapas detalhados com o número da peça QUESTÃO CRUCIAL PARA A EMPRESA Como sabemos que peças produzir e quando? ALTERNATIVA Dirigir o ERP para avaliar peças básicas e permanentes Fazer programação cíclica para peças opcionais ( option ) Imprimir as instruções de trabalho toda vez que uma encomenda for produzida Rodar o módulo Planejamento das Necessidades de Capacidade para definir a capacidade de cada máquina com base nos respectivos tempos individuais de preparação e funcionamento Considerar cada operação completa no sistema para todas as encomendas que transitam entre as máquinas, indicando a localização exata de cada encomenda Rodar o sistema MRP para gerar o tempo de início de todas as operações em todas as encomendas Procurar na fila de cada máquina qual o próximo serviço mais urgente Inserir as encomendas no sistema, o que gera a localização específica de todas as encomendas recebidas no depósito Usar o sistema para distribuir as matérias-primas para pedidos de produção específicos e debitá-las no estoque disponível Rodar o MRP para gerar pedidos de compra com base nos tempos de fabricação dos itens de estoque que estejam no ponto de renovação de pedido Emitir pedidos de compra individuais para todas as datas em que as matérias-primas serão necessárias Encerrar todos os pedidos de compra recebidos e pagar contra entrega Usar o sistema para calcular o custo total de cada encomenda 1 Tempo de preparação e de funcionamento das máquinas para cada operação necessária 2 Consumo real de matéria-prima com base nas distribuições de estoque para cada ordem de produção Predefine uma solução mais complexa, trocando o just-in-time pelo just-in-case ( só por precaução... ) Como os mecânicos sabem como produzir cada peça? Como são estimadas as necessidades de capacidade? Como sabemos a localização de cada encomenda na fábrica? Como cada mecânico sabe que encomenda atender a seguir? Como sabemos onde armazenar as matérias-primas e a quantidade total disponível? Como sabemos quando fazer um novo pedido de matéria-prima? Como calculamos os custos do produto? Concentra-se nas necessidades da empresa Usar instruções de trabalho que alavanquem a estabilidade do processo em famílias de peças Estimar as necessidades de capacidade de produção com base na demanda agregada na máquina-gargalo Colocar as máquinas em células de produção, reduzir o trabalho em andamento, monitorar as encomendas por controles visuais Atender às encomendas na base da primeira a chegar, primeira a ser atendida ; não há necessidade de informações do sistema Armazenar o estoque em um local estático exclusivo Reabastecer o estoque quando o nível atingir a marca visual renovação de pedido (com base no tempo de fabricação necessário) Emitir pedidos de compra com várias datas de entrega Basear as entregas em programações cíclicas ou taxas de produção Basear os pagamentos nas taxas de produção (incluir cláusula para exceções) Calcular periodicamente os custos com base na produção agregada (por família de peças) e nos recursos agregados consumidos Cria alternativas mais simples Fonte: Booz-Allen & Hamilton 34 para implementar o sistema ERP, por que a direção da empresa não se envolve mais no processo? Nossa experiência indica que o CEO e os diretores simplesmente não têm certeza do papel que devem desempenhar. Diretores prestam atenção em objetivos, enquanto especialistas em sistemas se concentram em processos. Nenhum dos lados consegue fazer as perguntas certas para o outro. O envolvimento do CEO em um pequeno conjunto de questões aumenta bastante a probabilidade de que a implementação seja feita dentro do orçamento e do cronograma e com êxito. O CEO deve se envolver de três maneiras: resumindo claramente as prioridades estratégicas da organização; envolvendo a organização no nível adequado; vinculando os controles e os incentivos para os executivos ao sucesso do projeto. Ação número 1 do CEO: Resumir as prioridades estratégicas O CEO precisa assumir o comando da etapa de planejamento do sistema ERP. É a mais importante e a mais negligenciada. Sem uma conexão estratégica, o sistema executa o que os técnicos acham que deve executar, não necessariamente o que é melhor para a empresa. O segredo é traduzir a visão da empresa e sua estratégia para as pessoas e depois definir exatamente como o ERP ajudará a empresa a cumprir algumas de suas prioridades. Quais são? Como se enquadram na evolução do setor? Como resolvem as questões competitivas? Que aspectos do desempenho operacional a empresa espera melhorar e em que prazo? Esse processo inicial consome muito tempo e, em certos aspectos, é irritante para muitos executivos que querem dar andamento à implementação. Mas, sem ele, nenhum sistema ERP funciona. Em uma bem-sucedida implementação do ERP, por exemplo, a Bay Networks formulou quatro

5 objetivos estratégicos: Crescimento. O crescimento futuro da empresa não será prejudicado pela capacidade do sistema de informação. Administração globalizada de encomendas. Processar as encomendas de clientes de qualquer lugar em um sistema; definir as datas de embarque de produtos em estoque em tempo real; programar as datas dos embarques futuros para os produtos fora de estoque; e controlar o andamento das encomendas. Relatório financeiro. Ter capacidade para emitir relatórios de lucros e perdas a qualquer momento, em qualquer dia. Redesenho de processos. Concentrar os esforços de reengenharia nos processos que garantem a vantagem competitiva da Bay. O segredo é manter o foco nas prioridades. Em outras duas muito bemsucedidas implementações na Owens Corning e na Compaq Computer, os diretores tomaram a decisão de modificar o software básico do ERP para adequá-lo a suas metas estratégicas. As duas empresas dedicaram tempo e dinheiro para embutir no software as capacidades-chave que lhes davam vantagem competitiva. Ação número 2 do CEO: Envolver a organização Ninguém espera que um CEO desenvolva telas de entrada de dados ou que um criador de software defina como a empresa deve enfrentar o mercado. Mas, por estranho que pareça, a abordagem de muitas empresas ao implementar o ERP aparentemente exige isso. As empresas precisam estabelecer orientações para o envolvimento dos vários níveis da organização, de forma que os membros da equipe compreendam como e em que áreas suas habilidades serão utilizadas e, mais importante ainda, que problemas deverão resolver e quais levarão para um nível gerencial superior. Em muitos casos, essas regras não são claramente estabelecidas. Por isso, é comum que Em duas bem-sucedidas implementações, os diretores tomaram a decisão de modificar o software básico do ERP para adequá-lo a suas metas estratégicas importantes decisões estratégicas sejam tomadas pelos membros da equipe de implementação, os menos preparados para isso. O CEO coordena as inevitáveis trade-offs (compensações) entre prioridades estratégicas. A diretoria de operações é responsável pelas trade-offs operacionais/táticas. As equipes de implementação coordenam as trade-offs entre projeto detalhado e execução. Em uma empresa com várias divisões que produziam diferentes subsistemas para aviões, uma das estratégias corporativas de crescimento era ampliar a base tradicional de clientes fabricantes de equipamentos originais para pene- Image Bank/Michel Tcherevkoff 35

6 36 Depois de investir em ERP, a empresa gasta tempo e esforço consideráveis para confirmar se a implementação está funcionando ou não trar nos segmentos de serviços e de manutenção. Isso exigia que as divisões trabalhassem juntas e de outras maneiras para que os novos clientes tivessem uma imagem única da empresa. O sinal verde para implementar o ERP seria dado por uma divisão, mas o CEO achou que a implementação do ERP por uma divisão local complicaria o atendimento aos novos mercados. Portanto, decidiu que a implementação nas divisões de subsistemas para aviões seria feita juntamente com a nova estratégia de serviços. Essa resolução transferiu as decisões sobre as trade-offs operacionais/ táticas para a diretoria de operações, e as decisões sobre projeto de telas, estruturas de dados e etapas de detalhamento para as equipes de implementação. Em nossa abordagem, vários níveis da organização participam de uma série de diálogos, e isso ajuda a levar o processo adiante ao mesmo tempo que o harmoniza com as prioridades estratégicas e operacionais da empresa. A série de discussões precisa começar no topo da pirâmide, com o CEO e a diretoria. As conversas devem se concentrar nas questões de implementação que afetam o cumprimento das metas estratégicas. O CEO garante que a equipe de diretores compreenda as prioridades estratégicas de maneira bem concreta. Eles discutem o impacto de todas as trocas em curto e longo prazos e monitoram continuamente como cada uma delas afeta a maneira pela qual a empresa cumpre suas prioridades. Essas discussões incluem apenas questões críticas. Com uma compreensão melhor da visão da empresa, a diretoria de operações toma decisões táticas e operacionais que harmonizem os processos e o sistema ERP com as metas. Da mesma maneira que mantém um diálogo permanente com o CEO, a diretoria de operações conduz discussões com as equipes de implementação sobre as alternativas operacionais e táticas, com o objetivo de regular tanto os processos físicos e empresariais como os papéis do sistema. Em geral, dessas discussões surge a decisão sobre como posicionar um novo processo ou controle, dentro ou fora do sistema. Por exemplo, o controle do estoque de matérias-primas pode estar nos processos ou no sistema. Os prós e contras de cada alternativa precisam ser avaliados em relação às prioridades da empresa, e os diretores são as pessoas mais bem preparadas para fazer essas trocas. Eles compreendem tanto os detalhes operacionais de determinada unidade de negócios como as prioridades estratégicas da empresa como um todo. Por exemplo, se minimizar o estoque de matériaprima for uma prioridade estratégica, talvez o controle detalhado compense o custo mais alto. A troca custo/benefício deve ser feita especificamente pelas pessoas mais qualificadas para tomar essa decisão, não por implementadores de sistemas. Então, munidos dessa estrutura abrangente, as equipes de implementação e os técnicos definem os detalhes do projeto. Ação número 3 do CEO: Vincular os controles e os incentivos ao sucesso do projeto O CEO pode controlar a implementação vinculando de forma clara os sistemas-chave de controle, as medições de desempenho e os incentivos às prioridades estratégicas. Desse modo, a empresa: evita as falsas declarações de sucesso (os critérios específicos são estabelecidos com antecedência); ajuda as equipes de implementação a resistir à marcha lenta do escopo e a se concentrar na obtenção de resultados; equilibra os sistemas em relação aos processos empresariais e físicos, o que ajuda a empresa a otimizar seu desempenho global. Na bem-sucedida implementação do ERP da Autodesk, por exemplo, 10% das gratificações aos diretores e 20% do salário dos integrantes da equipe de implementação estavam vinculados ao sucesso do projeto. Como saber se sua empresa está no caminho certo Depois de se comprometer com o investimento no ERP, a empresa gasta tempo e esforço consideráveis para confirmar se a implementação está funcionando ou não. As questões abaixo poderão lhe dar uma boa indicação do sucesso ou insucesso de uma implementação: A diretoria compreende suficientemente bem a conexão entre implementação do sistema e realização de metas estratégicas? Consegue descrever as prioridades do sistema estrategicamente? O plano de implementação é coerente, abrangente e está vinculado a objetivos corporativos e capacidades não relacionadas com o sistema? O processo inclui o diálogo e a discussão sobre as difíceis escolhas que precisam ser feitas entre sistemas e outras fontes de controle? Os comentários via radiopeão indicam que a organização está entendendo, e aceitando, a vinculação entre estratégia e implementação do sistema? Esses indicadores-chave o ajudarão a avaliar se o ERP conseguirá criar um sistema que funcione como um maravilhoso sonho ou como um terrível pesadelo em sua empresa. Strategy & Business

Por um ERP Eficaz. Por Scott Buckhout, Edward Frey e Joseph Nemec Jr.

Por um ERP Eficaz. Por Scott Buckhout, Edward Frey e Joseph Nemec Jr. Por um ERP Eficaz Implantar sistemas de planejamento de recursos empresariais é uma tarefa bastante complexa. Mas pode funcionar, no prazo e dentro do orçamento Por Scott Buckhout, Edward Frey e Joseph

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP.

LOGÍSTICA GLOBAL. Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. LOGÍSTICA GLOBAL Sistemas de Logística EDI, MRP e ERP. EDI Intercâmbio Eletrônico de Dados Introdução O atual cenário econômico é marcado por: a) intensa competitividade, b) pela necessidade de rápida

Leia mais

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação.

Conversa Inicial. Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Conversa Inicial Olá! Seja bem-vindo à quarta aula de Fundamentos de Sistemas de Informação. Hoje iremos abordar os seguintes assuntos: a origem dos sistemas integrados (ERPs), os módulos e fornecedores

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA Capítulo 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2.1 2003 by Prentice Hall OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house

ERP: Pacote Pronto versus Solução in house ERP: Pacote Pronto versus Solução in house Introdução Com a disseminação da utilidade e dos ganhos em se informatizar e integrar os diversos departamentos de uma empresa com o uso de um ERP, algumas empresas

Leia mais

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação

ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação ADM041 / EPR806 Sistemas de Informação UNIFEI Universidade Federal de Itajubá Prof. Dr. Alexandre Ferreira de Pinho 1 Componentes de uma empresa Organizando uma empresa: funções empresariais básicas Funções

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Tecnologia da Informação

Tecnologia da Informação Tecnologia da Informação Gestão Organizacional da Logística Sistemas de Informação Sistemas de informação ERP - CRM O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para

Leia mais

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha

Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA. Prof. Léo Noronha Unidade I GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha A administração de materiais A administração de materiais procura conciliar as necessidades de suprimentos com a otimização dos recursos financeiros

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação

Estratégias em Tecnologia da Informação Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 6 Sistemas de Informações Estratégicas Sistemas integrados e sistemas legados Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados Material de apoio 2 Esclarecimentos

Leia mais

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br

PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO. ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br PROCESSOS PODEROSOS DE NEGÓCIO ideiaconsultoria.com.br 43 3322 2110 comercial@ideiaconsultoria.com.br POR QUE ESCREVEMOS ESTE E-BOOK? Nosso objetivo com este e-book é mostrar como a Gestão de Processos

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de Recursos da Empresa Sistema Integrado de Gestão Corporativa Prof. Francisco José Lopes Rodovalho 1 Um breve histórico sobre o surgimento do software ERP

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Agora é possível interagir com os fornecedores e clientes

Agora é possível interagir com os fornecedores e clientes O que é ERP? ERP é a sigla de Enterprise Resourse Planning (Planejamento dos Recursos Empresariais). Trata-se de uma técnica moderna de gestão empresarial pela qual todas as informações de todas as áreas

Leia mais

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes

CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes CRM - gestão eficiente do relacionamento com os clientes Mais que implantação, o desafio é mudar a cultura da empresa para documentar todas as interações com o cliente e transformar essas informações em

Leia mais

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1

Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundamentos de Sistemas de Informações: Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Estudantes na Escola de Administração da FGV utilizam seu laboratório de informática, onde os microcomputadores estão em rede

Leia mais

Prof. Lucas Santiago

Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Administração de Sistemas de Informação Prof. Lucas Santiago Classificação e Tipos de Sistemas de Informação Sistemas de Informação são classificados por

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

1. Introdução. 1.1. A história do ERP

1. Introdução. 1.1. A história do ERP 1. Introdução Podemos definir os sistemas ERP como sistemas de informação integrados na forma de um pacote de software que tem a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma organização. A

Leia mais

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações

Planejamento. Futuro. Técnica ou processo que serve para lidar com o futuro. O que aumenta a incerteza nas organizações. Incerteza nas organizações Fonte: Introdução à Administração de Antonio Cesar Amaru Maximiano Índice Definição de planejamento Incertezas Eventos previsíveis Processo de planejamento Decisões de planejamento Planejar Atitudes em

Leia mais

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números

ERP. Agenda ERP. Enterprise Resource Planning. Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Enterprise Resource Planning 1 Agenda Origem Funcionalidades Integração Projeto Caso de Sucesso Projeto ERP em Números ERP Com o avanço da TI as empresas passaram a utilizar sistemas computacionais

Leia mais

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001

INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO. Adriana Beal, Eng. MBA Maio de 2001 INTRODUÇÃO À GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, Eng. MBA Maio de 2001 Apresentação Existe um consenso entre especialistas das mais diversas áreas de que as organizações bem-sucedidas no século XXI serão

Leia mais

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES

O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES O SISTEMA ERP E AS ORGANIZAÇÕES André Luís da Silva Pinheiro * Resumo: Este trabalho discutirá o impacto da implantação de um sistema do tipo ERP em uma empresa. Apresentaremos uma breve introdução de

Leia mais

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial

Sistemas de Informação Empresarial. Gerencial Sistemas de Informação Empresarial SIG Sistemas de Informação Gerencial Visão Integrada do Papel dos SI s na Empresa [ Problema Organizacional ] [ Nível Organizacional ] Estratégico SAD Gerência sênior

Leia mais

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Art Smalley Tradução: Diogo Kosaka Sistemas puxados são uma parte fundamental da manufatura lean e freqüentemente são mal

Leia mais

SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE TRANSAÇÕES (SPT) PARADA OBRIGATÓRIA!!! SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (SPT, SIG e ERP) CONTEÚDO DA AULA

SISTEMA DE PROCESSAMENTO DE TRANSAÇÕES (SPT) PARADA OBRIGATÓRIA!!! SISTEMAS DE INFORMAÇÃO. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (SPT, SIG e ERP) CONTEÚDO DA AULA PROF.ª MARCIA CRISTINA DOS REIS SISTEMAS DE INFORMAÇÃO 14/08/2012 Aula 4 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO (SPT, SIG e ERP) PARADA OBRIGATÓRIA!!! LEITURA DO LIVRO DO TURBAN, RAINER JR E POTTER Sistemas SPT p. 212

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 1: Fundamentos dos SI Resposta do Exercício 1 Fundação Getúlio Vargas Leia o texto e responda o seguinte: a) identifique os recursos de: Hardware: microcomputadores,

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção

GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES. Introdução aos estudos da Administração da Produção GESTÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES Introdução aos estudos da Administração da Produção 1 Introdução aos estudos da Administração da Produção UNIDADE I Evolução Histórica Objeto de estudo: ambiente, contexto

Leia mais

Professor: Disciplina:

Professor: Disciplina: Professor: Curso: Esp. Marcos Morais de Sousa marcosmoraisdesousa@gmail.com Sistemas de informação Disciplina: Introdução a SI 19/04 Recursos e Tecnologias dos Sistemas de Informação Turma: 01º semestre

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

Hermes Management Consulting T: +54 11 4393 2019 www.hermesmc.com.ar

Hermes Management Consulting T: +54 11 4393 2019 www.hermesmc.com.ar Análise dos custos nas agências de viagem e formas de aperfeiçoamento do setor Hermes Management Consulting T: +54 11 4393 2019 www.hermesmc.com.ar Análise dos custos nas agências de viagem e formas de

Leia mais

Evolução dos sistemas ERP nas empresas

Evolução dos sistemas ERP nas empresas Evolução dos sistemas ERP nas empresas Aloísio André dos Santos (ITA) aloisio@mec.ita.br João Murta Alves (ITA) murta@mec.ita.br Resumo Os sistemas ERP são considerados uma evolução dos sistemas de administração

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

Porque estudar Gestão de Projetos?

Porque estudar Gestão de Projetos? Versão 2000 - Última Revisão 07/08/2006 Porque estudar Gestão de Projetos? Segundo o Standish Group, entidade americana de consultoria empresarial, através de um estudo chamado "Chaos Report", para projetos

Leia mais

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr.

Aula 15. Tópicos Especiais I Sistemas de Informação. Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. 15 Aula 15 Tópicos Especiais I Sistemas de Informação Prof. Dr. Dilermando Piva Jr. Site Disciplina: http://fundti.blogspot.com.br/ Conceitos básicos sobre Sistemas de Informação Conceitos sobre Sistemas

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAS Aula 3: Tipos de Sistemas informatizados.

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAS Aula 3: Tipos de Sistemas informatizados. MRP l SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAS Aula 3: Tipos de Sistemas informatizados. Material Requirement Planning Planejamento de requisição de materiais. Tecnológica e Organizacional décadas de 60 e 70

Leia mais

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt

Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas. Prof Valderi R. Q. Leithardt Introdução sobre Implantação de Sistema ERP em Pequenas Empresas Prof Valderi R. Q. Leithardt Objetivo Esta apresentação tem por objetivo mostrar tanto os benefícios como as dificuldades da implantação

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA

ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA ADMINISTRAÇÃO DA INFORMÁTICA A informação sempre esteve presente em todas as organizações; porém, com a evolução dos negócios, seu volume e valor aumentaram muito, exigindo uma solução para seu tratamento,

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

1. Introdução. Saiba mais

1. Introdução. Saiba mais 1. Introdução Gestão de Sistemas de Informação Aula 3 -Planejamento e desenvolvimento de sistemas de informação Prof: Cleber A. de Oliveira Para a adequada compreensão deste conteúdo, é preciso que estejam

Leia mais

N= D. LT_prod. (1+Seg) + D. LT_entr. (1+Seg)

N= D. LT_prod. (1+Seg) + D. LT_entr. (1+Seg) Os parametros para o cálculo são : Demanda diária (D) Qtde. de peças por KANBAN (Q) Lead time de produção (LT_Prod) Lead time de entrega (LT_entr) Segurança (margem) definida (Seg) Sendo: N= D. LT_prod.

Leia mais

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 INTRODUÇÃO SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO EMPRESARIAL E A ADMINISTRAÇÃO DE PATRIMÔNIO ALUNO: SALOMÃO DOS SANTOS NUNES MATRÍCULA: 19930057 Há algum tempo, podemos observar diversas mudanças nas organizações,

Leia mais

Práticas recomendadas para o sucesso da migração de dados

Práticas recomendadas para o sucesso da migração de dados Documento técnico Práticas recomendadas para o sucesso da migração de dados Embora a transição para o software CAD 3D aumente significativamente o desempenho dos negócios, o investimento levanta questões

Leia mais

E R P. Enterprise Resource Planning. Sistema Integrado de Gestão

E R P. Enterprise Resource Planning. Sistema Integrado de Gestão E R P Enterprise Resource Planning Sistema Integrado de Gestão US$ MILHÕES O MERCADO BRASILEIRO 840 670 520 390 290 85 130 200 1995-2002 Fonte: IDC P O R Q U E E R P? Porque a única coisa constante é a

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE

A IMPORTÂNCIA DE SISTEMAS ERP NAS EMPRESAS DE MÉDIO E PEQUENO PORTE REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO - ISSN 1807-1872 P UBLICAÇÃO C IENTÍFICA DA F ACULDADE DE C IÊNCIAS J URÍDICAS E G ERENCIAIS DE G ARÇA/FAEG A NO II, NÚMERO, 03, AGOSTO DE 2005.

Leia mais

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO

INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO INSTRUMENTOS DE PLANEJAMENTO E CONTROLE FINANCEIRO Sistema de informações gerenciais Sistema de informações gerencial => conjunto de subsistemas de informações que processam dados e informações para fornecer

Leia mais

Tecnologia melhora o ABC

Tecnologia melhora o ABC Tecnologia melhora o ABC As inovações da informática estão contribuindo para tornar realidade a determinação de custos com base em atividade Por Mary Lee Geishecker FINANÇAS 18 Mais do que nunca, trabalhar

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

INFORMAÇÕES CONECTADAS

INFORMAÇÕES CONECTADAS INFORMAÇÕES CONECTADAS Soluções de Negócios para o Setor de Serviços Públicos Primavera Project Portfolio Management Solutions ORACLE É A EMPRESA Alcance excelência operacional com fortes soluções de gerenciamento

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

SIG Capítulo 3 - Parte 1

SIG Capítulo 3 - Parte 1 SIG Capítulo 3 - Parte 1 Estudo de caso: Textron Fabrica de tudo: de aviões corporativos e sistemas de transmissão automotivos até aparadores de grama. Outra área industrial e uma financeira Vai de bem

Leia mais

Flexibilidade e vantagem competitiva

Flexibilidade e vantagem competitiva Flexibilidade e vantagem competitiva Os arquétipos do novo desenho organizacional flexível e a geração de executivos que surge com ele Por Miles H. Overholt DOSSIÊ 68 As empresas bem-sucedidas serão as

Leia mais

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1

O Papel da Logística na Organização Empresarial e na Economia GESTÃO LOGÍSTICA. Amílcar Arantes 1 GESTÃO LOGÍSTICA Capítulo - 6 Objectivos Identificação das actividades de gestão de materiais; Familiarização do conceito de Gestão em Qualidade Total (TQM); Identificar e descrever uma variedade de filosofias

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG. Diferença entre relatórios gerados pelo SPT e os gerados pelo SIG Introdução SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL SIG A finalidade principal de um SIG é ajudar uma organização a atingir as suas metas, fornecendo aos administradores uma visão das operações regulares da empresa,

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva

Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Prof. Me. Vítor Hugo Dias da Silva Programação e Controle da Produção é um conjunto de funções inter-relacionadas que objetivam comandar o processo produtivo e coordená-lo com os demais setores administrativos

Leia mais

Sistemas ERP. Profa. Reane Franco Goulart

Sistemas ERP. Profa. Reane Franco Goulart Sistemas ERP Profa. Reane Franco Goulart Tópicos O que é um Sistema ERP? Como um sistema ERP pode ajudar nos meus negócios? Os benefícios de um Sistema ERP. Vantagens e desvantagens O que é um ERP? ERP

Leia mais

Planejamento operacional e sistemas automatizados de gestão de recursos organizacionais. Prof. Gilberto Porto porto@gilbertoporto.com.

Planejamento operacional e sistemas automatizados de gestão de recursos organizacionais. Prof. Gilberto Porto porto@gilbertoporto.com. Planejamento operacional e sistemas automatizados de gestão de recursos organizacionais Prof. Gilberto Porto porto@gilbertoporto.com.br Sistemas de Informação SE SSD/ SAE Estratégico Tipos de decisão Não

Leia mais

Tecnologias e Sistemas de Informação

Tecnologias e Sistemas de Informação Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Administração Tecnologia e Sistemas de Informação - 02 Prof. Jorge Cavalcanti jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti

Leia mais

ENTERPRISE RESOURCE PLANNING (ERP)

ENTERPRISE RESOURCE PLANNING (ERP) ENTERPRISE RESOURCE PLANNING (ERP) Um sistema ERP Enterprise Resource Planning (Planejamento dos Recursos da Empresa) é um pacote de software que tem por finalidade organizar, padronizar e integrar as

Leia mais

Guia básico para implementação da PRODUÇÃO ENXUTA. Reduza suas perdas e melhore seus resultados.

Guia básico para implementação da PRODUÇÃO ENXUTA. Reduza suas perdas e melhore seus resultados. Guia básico para implementação da PRODUÇÃO ENXUTA Reduza suas perdas e melhore seus resultados. INSTITUCIONAL A Consustec é uma empresa com menos de um ano de mercado, com espírito jovem e um time extremamente

Leia mais

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais:

TIPOS DE PROCESSOS Existem três categorias básicas de processos empresariais: PROCESSOS GERENCIAIS Conceito de Processos Todo trabalho importante realizado nas empresas faz parte de algum processo (Graham e LeBaron, 1994). Não existe um produto ou um serviço oferecido por uma empresa

Leia mais

O que é Sigma? E o que é Seis Sigma?

O que é Sigma? E o que é Seis Sigma? O que é Sigma? Sigma é uma letra grega (s) usada na Estatística para representar o desvio-padrão de uma distribuição. Em Estatística, letras gregas são usadas para representar parâmetros, e seus valores

Leia mais

Classificações dos SIs

Classificações dos SIs Classificações dos SIs Sandro da Silva dos Santos sandro.silva@sociesc.com.br Classificações dos SIs Classificações dos sistemas de informação Diversos tipo de classificações Por amplitude de suporte Por

Leia mais

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas.

ERP é um sistema de gestão empresarial que gerencia as informações relativas aos processos operacionais, administrativos e gerenciais das empresas. Introdução Sistemas de Informação é a expressão utilizada para descrever um Sistema seja ele automatizado (que pode ser denominado como Sistema Informacional Computadorizado), ou seja manual, que abrange

Leia mais

Gestão orçamentária na Construção Civil

Gestão orçamentária na Construção Civil Um retrato dos desafios, práticas e resultados do planejamento orçamentário Maio, 2014 Agenda Metodologia e amostra Desafios e cultura da organização na gestão orçamentária Processos e riscos do planejamento

Leia mais

Anderson L. S. Moreira

Anderson L. S. Moreira Tecnologia da Informação Aula 12 Estudo de Caso E-business Anderson L. S. Moreira anderson.moreira@ifpe.edu.br Instituto Federal de Pernambuco Recife PE Esta apresentação está sob licença Creative Commons

Leia mais

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização

27/10/2011. Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização Visão do Papel Integrado dos SI Dentro de uma Organização 1 Tipos de SI Depende do tipo de apoio a ser oferecido Deve-se levar em consideração: Usuários operações (entrada +processamento + saída) destino

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Questão em foco: Mobilidade no PLM. Reduzindo as barreiras à inovação e à tomada de decisões de engenharia

Questão em foco: Mobilidade no PLM. Reduzindo as barreiras à inovação e à tomada de decisões de engenharia Questão em foco: Mobilidade no PLM Reduzindo as barreiras à inovação e à tomada de decisões de engenharia Tech-Clarity, Inc. 2011 Índice Introdução da questão... 3 O valor da mobilidade para a engenharia...

Leia mais

Unidade: Sistemas Integrados. Unidade I:

Unidade: Sistemas Integrados. Unidade I: Unidade: Sistemas Integrados Unidade I: 0 Unidade: Sistemas Integrados De Sistemas Funcionais a Sistemas Integrados Segundo Turban, Rainer Jr., Potter (2005, p. 302), a tecnologia de sistemas de informação

Leia mais

Sistemas de Informação Gerencial. Aula 5. Contextualização. Organização da Aula. Organização da Disciplina. Sistemas Produtivos Industriais

Sistemas de Informação Gerencial. Aula 5. Contextualização. Organização da Aula. Organização da Disciplina. Sistemas Produtivos Industriais Sistemas de Informação Gerencial Aula 5 Contextualização Prof. Me. Claudio Nogas Organização da Disciplina Buscaremos por meio da apresentação de conceitos e exemplos gerar conhecimentos sobre Sistemas

Leia mais

KANBAN (capítulo 13)

KANBAN (capítulo 13) KANBAN (capítulo 13) O sistema kanban foi desenvolvido na Toyota Motor Company por Taiichi Ohno e Sakichi Toyoda e ficou conhecido dentro do Sistema Toyota de Produção, como um sistema de combate ao desperdício.

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

IDEIAS EM CONSTRUÇÃO. Usando a Telemática Você Poderá Melhorar a Produtividade e o Lucro para o seu Negócio. Nesta edição

IDEIAS EM CONSTRUÇÃO. Usando a Telemática Você Poderá Melhorar a Produtividade e o Lucro para o seu Negócio. Nesta edição MARÇO 2015 CONEXPOLATINAMERICA.COM IDEIAS EM 1 Nesta edição TELEMÁTICA: A REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA Histórias de sucesso da implementação. Usando a Telemática Você Poderá Melhorar a Produtividade e o Lucro

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Tecnologias da Informação e da. e Organizacionais

Tecnologias da Informação e da. e Organizacionais Tecnologias da Informação e da Comunicação nos Cenários Econômicos e Organizacionais A evolução tecnológica acompanhando a mudança organizacional Os negócios na era eletrônica O comércio eletrônico Cadeias

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1

IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson Fidalgo 1 Banco de Dados Introdução Por: Robson do Nascimento Fidalgo rdnf@cin.ufpe.br IF685 Gerenciamento de Dados e Informação - Prof. Robson

Leia mais

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI

Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Oracle Financing: A Maneira Mais Rápida e Acessível de Adquirir Soluções de TI Para competir com eficácia, as empresas da atualidade precisam se adaptar a um ambiente tecnológico que sofre rápidas mudanças.

Leia mais

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr

Projetos na área de TI. Prof. Hélio Engholm Jr Projetos na área de TI Prof. Hélio Engholm Jr Projetos de Software Ciclo de Vida do Projeto Concepção Iniciação Encerramento Planejamento Execução e Controle Revisão Ciclo de Vida do Produto Processos

Leia mais

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro

Tecnologia da Informação e Comunicação. Douglas Farias Cordeiro Tecnologia da Informação e Comunicação Douglas Farias Cordeiro Algumas coisas que vimos até aqui Qual a diferença entre as funções do analista e do projetista? Como funciona o ciclo de vida de um projeto

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul

GESTÃO FINANCEIRA para FICAR NO Azul GESTÃO FINANCEIRA para ficar no azul índice 03 Introdução 04 Capítulo 1 O que é gestão financeira? 06 Capítulo 2 Gestão financeira e tomada de decisões 11 13 18 Capítulo 3 Como projetar seu fluxo financeiro

Leia mais

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional

Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Por existir diferentes níveis em uma organização, existem diferentes tipos de sistemas servindo cada nível organizacional Fonte: Tipos de Sistemas de Informação (Laudon, 2003). Fonte: Tipos de Sistemas

Leia mais

CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD)

CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD) 1 CAPÍTULO 7. SISTEMAS DE APOIO À DECISÃO (SAD) SISTEMAS DE SUPORTE À DECISÃO (SSD) A necessidade dos SAD surgiu em decorrência de diversos fatores, como, por exemplo: Competição cada vez maior entre as

Leia mais