Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão

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1 MTTI/CNTI 2015 Ministério das Telecomunicações e Tecnologias de Informação Centro Nacional das Tecnologias de Informação Arquitectura Global de Interoperabilidade PNAGIA Proximidade, Diversidade e Eficiência da Oferta de Serviços ao Cidadão 1

2 Enquadramento - PNAGIA Todos conhecemos as seguintes Preocupações 1- Como melhorar as compras por prestações em Angola? Telemóvel, Roupa, electrodomésticos, casas.. 2- Será possível ultrapassar a dificuldade burocrática nos processos de: importação e legalização de viaturas, criação de empresas, legalização imobiliária e de terrenos? 3- Qual a solução para a diminuição da entrega dos mesmos documentos provenientes da Administração Pública para a Administração Pública?... Cópias de BI nas Conservatórias e Certidão dos Postos de Emissão de BI, Cópias de BI em vários serviços Públicos como Passaportes, Cartas de Condução, NIF. 4- Como fazer para termos um número único do cidadão que facilite os impostos, matricula escolar, documentos de identificação, serviços públicos, saúde, cadastros e muitos mais? A actual conjuntura económica, tem cada vez mais exigido de todas as organizações estratégias de contenção de custos, de optimização de sistemas e de maximização de produtividade, eficiência e de agilidade de processos. Neste âmbito, a Administração Pública tem sido alvo de reformas que visam dotar as instituições de ferramentas que permitam a modernização dos sistemas e o aprimoramento dos serviços disponibilizados aos cidadãos. 2 PNAGIA Plano Nacional da Arquitectura Global para a Interoperabilidade da Administração Central e Local do Estado CNTI 2014

3 Enquadramento - PNAGIA Dimensões de Análise Tempo Custo Questões críticas na óptica do cidadão Porque é que a obtenção de um serviço da Administração Pública demora tanto tempo? Porque é que tenho de me deslocar várias vezes a diversos locais por um Serviço da mesma Administração Pública muitas vezes do mesmo sector? Porque é que tenho de pagar várias taxas e comissões para o mesmo serviço? Desafio para o Executivo Como é que reduzo o tempo, poupo dinheiro e arrecado mais receitas e aumento a satisfação do serviço público? 3 Qualidade Porque é que me fazem a mesma pergunta, mais do que uma vez na mesma Administração Pública muitas vezes no mesmo sector? Porque é que a qualidade de serviço é inferior a do sector Privado? PNAGIA Plano Nacional da Arquitectura Global para a Interoperabilidade da Administração Central e Local do Estado CNTI 2014

4 Tendências da Governação Electrónica Ciclo de Vida Os serviços estão cada vez mais focados no cidadão, sendo organizados em função do seu ciclo de vida, e procurando ser simples e acessíveis. Morte Habiltação Segurança Social Alteração Estatuto Crianças Paternidade Casamento Nascer Estudar Ciclo de Vida Votar Empresário Organizar os serviços aos cidadãos de acordo com o ciclo de vida facilitando quer a pesquisa de informação relevante quer a disponibilização dos serviços.

5 PNAGIA - Enquadramento A necessidade de pensar uma nova abordagem a Administração Pública e ao cidadão decorre da análise da situação actual. Ciclo de Vida Actual dos Negócios Modelo Tradicional Criar um Negócio Serviços Públicos Intervenientes Registos Impostos Adm Local Comércio Indústria Implicações Multiplos Balcões Repetição de formulários Falta de consistencia Múltiplos esforços Perda de tempo Turismo 5

6 Plano Nacional da Arquitectura Global para a Interoperabilidade da Administração Central e Local do Estado PNAGIA A interoperabilidade concretiza a possibilidade dos sistemas de informação e dos processos suportarem a troca de dados e de informação. O Plano de interoperabilidade engloba o conjunto de standards e de tecnologias capazes de disponibilizar serviços integrados entre instituições do sector público, para cidadãos e empresas. O que é: Interoperabilidade é a capacidade de um sistema (informatizado ou não) de se comunicar de forma transparente com outro sistema (que pode ser semelhante ou não). Para um sistema ser considerado interoperável, é muito importante que tenha padrões abertos. O objectivo da plataforma de interoperabilidade é aumentar a eficiência do sector público ao incrementar a qualidade dos serviços fornecidos. 6 e-agia Apresentação da Arquitectura Global para a Interoperabilidade de Angola Facilitador chave: Interoperabilidade CNTI 2015

7 Dimensões da Interoperabilidade ORGANIZACIONAL SEMÂNTICA TÉCNICA Capacidade de garantir a cooperação entre instituições e pessoas, obtida através da compatibilidade de processos, canais, motivações e outros elementos que facilitam a aquisição de propósitos comuns, ou seja Todas as implicações de alinhamento dos processos institucionais, regulatórios e financeiros para garantir uma troca de dados eficiente e Eficaz. Capacidade de manter o significado da informação, através do uso controlado de terminologias, taxionomias e esquemas de dados (modelo de dados canónico), ou seja uma abordagem comum para a troca de formatos, sintaxe e significados das mensagens Capacidade de sistemas diferentes partilharem e reutilizarem informação, sem necessidade de alterações internas, nem custos elevados de adaptação. Inclui tópicos como interfaces, integração de dados, middleware, segurança e acessibilidade

8 Princípios Fundamentais Integração de serviços - o cidadão terá uma visão integrada dos serviços disponibilizados pela AP; Identificação única e universal - o cidadão só se identificará uma única vez perante os serviços da AP; Privacidade e segurança - o cidadão e a AP verão garantidas a sua privacidade, confidencialidade e segurança dos dados; Imutabilidade dos actuais sistemas de informação os sistemas de informação da AP continuarão a existir, sem que sejam necessárias alterações ou reestruturações que ponham em causa o seu funcionamento e operação; Níveis de Governança necessários: Política Gestão Técnica & Operacional Princípios, Regras e Standards Segurança Dados e Privacidade

9 PNAGIA Objectivos e Metas OBJECTIVOS METAS 1. Melhorar os serviços da Administração Pública com a disponibilização de serviços mais integrados; 2. Simplificar os processos e criar uma cultura de colaboração e de partilha de informação; 3. Implementar normas, modelos tecnológicos e processos comuns, que rentabilizando e racionalizando o que já existe, coloca ao serviço da economia, da competitividade do Executivo no incremento da qualidade de vida dos cidadãos; 4. Adequar as tecnologias de informação para projectar o uma Arquitectura orientada a Serviços, tendo como foco central, a interconexão entre sistemas de informação Interoperabilidade - garantir cooperação entre as várias entidades públicas, permitindo trocas de informação eficazes entre a Administração Pública, Cidadãos, Empresas, 2. Reutilização - reutilização de modelos comuns de processos, dados, sistemas, serviços e seus componentes entre os vários projectos da Administração Pública criando sinergias; 3. Abertura - inclusão de standards nos sistemas de informação da Administração Pública para aumentar a sua usabilidade e capacidade de adaptação no longo prazo; 4. Redução de Risco e de Custos - através da rentabilização de investimentos feitos com base nas orientações, politicas e regras expostas; 5. Escalabilidade - garantir que os sistemas de informação da Administração Pública acompanhem o aumento esperado de volume e frequência de transacções/pedidos, com níveis de capacidade facilmente ajustáveis; 6. Segurança definição de normas e disponibilização de mecanismos de autenticação seguros, garantidos pela Infraestrutura de Chaves Públicas (ICP) angolana. Neste particular, serão ainda definidos mecanismos intermédios de segurança, a aplicar, de acordo com a sensibilidade da informação a disponibilizar. CNTI 2014

10 Arquitectura Global A infra-estrutura central, tecnológica e de standards funciona, primordialmente, como interface para disponibilização de serviços electrónicos em ambiente multi-canal. 10 PNAGIA Plano Nacional da Arquitectura Global para a Interoperabilidade da Administração Central e Local do Estado CNTI 2014

11 O que vamos Ganhar com o PNAGIA? Ciclo de Vida dos Negócios Desburocratização e Simplificação de Processos Solução tecnológica suportada na plataforma de interoperabilidade, web services e sistemas de informação heterogéneos Integração Back Office Identificação Impostos Registo Viaturas Eleitores Criar um Negócio Novo Paradigma Serviços Publicos Plataforma Tecnológica de Interoperabilidade - Orquestrador Registos SA Impostos SS SA w w w Plataforma Tecnológica de Interoperabilidade Municípios Comércio Indústria Turismo Justiça Interior Finanças Taxas Comércio Território A partilha, a desmaterialização, a interconexão, a melhoria da prestação de serviço ao Cidadão, a redução de custos, a arrecadação de receitas mais eficientes, a segurança e consistência dos dados são entre muitos os ganhos para o país. 11

12 Obrigado Conteúdo PNAGIA Disponível em Publicações Apresentação disponível em Publicações Manuel Homem Director Geral Centro Nacional das Tecnologias de Informação 12

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