UNIVERSIDADE DE TAUBATÉ Eder Tavares Pimentel OS GANHOS COM A APLICAÇÃO SIMULTÂNEA DO JUST IN TIME E MRP NA QUALIDADE DO ATENDIMENTO AO CLIENTE

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1 UNIVERSIDDE DE TUTÉ Eder Tavares Pimentel OS GNHOS OM PLIÇÃO SIMULTÂNE DO JUST IN TIME E MRP N QULIDDE DO TENDIMENTO O LIENTE Taubaté SP 2006

2 UNIVERSIDDE DE TUTÉ Eder Tavares Pimentel OS GNHOS OM PLIÇÃO SIMULTÂNE DO JUST IN TIME E MRP N QULIDDE DO TENDIMENTO O LIENTE Monografia apresentada para obtenção do ertificado de Especialização em M Gerência Empresarial do Departamento de Economia, ontabilidade e dministração da Universidade de Taubaté. Orientador: Prof. Msc. Paulo urélio Santos Taubaté SP 2006

3 Eder Tavares Pimentel Os ganhos com a aplicação simultânea do just in time e mrp na qualidade do atendimento ao cliente. Data: Resultado: Monografia apresentada para obtenção do ertificado de Especialização pelo urso de M em Gerência Empresarial do Departamento de Economia, ontabilidade e dministração da Universidade de Taubaté N EXMINDOR Universidade de Taubaté Prof. ssinatura Prof. ssinatura Prof. ssinatura

4 Dedico: Á minha esposa Elizabeth e aos meus filhos Luiz Felipe e amila. Pela paciência, ajuda e compreensão durante o tempo que lhes privei de minha companhia.

5 GRDEIMENTOS gradeço a Deus por me permitir sempre estar no caminho do sucesso e sempre proteger minha família. Muitas pessoas contribuíram para que eu pudesse cursar o M e realizar este trabalho. ada um, dentro da sua especialidade, seus conhecimentos e suas atividades deu o melhor de si, quando delas precisei. todas essas pessoas abaixo deixo registrados meus sinceros agradecimentos: Prof. Paulo urélio, orientador e amigo. Sua sabedoria, paciência e dedicação foram fundamentais para que eu conseguisse realizar este trabalho com êxito. Prof. Silvio Renato Dias, pela cessão de seu material didático e pelos conceitos debatidos. Meu irmão Eliézer Tavares Pimentel, os amigos ltair Oliveira Galvão, Luciano nálio Ribeiro, Felipe Muniz arreto, Matheus Ferreira ellini e Mirtes Favalii pelo material didático cedido e pelas conversas em torno dos conceitos que formaram a base deste trabalho.

6 Satisfazer o cliente significa que todas as pessoas da empresa têm que compreender que sua existência depende do cliente, logo, se este não está satisfeito, ele não será mais cliente amanhã, e, se isso acontecer, não teremos mais uma empresa. (Harvey Lamm )

7 PIMENTEL, Eder Tavares; OS GNHOS OM PLIÇÃO SIMULTÂNE DO JUST IN TIME E MRP N QULIDDE DO TENDIMENTO O LIENTE Monografia (M em Gerência Empresarial) Departamento de Economia, ontabilidade e dministração, Universidade de Taubaté, Taubaté. RESUMO Este trabalho visa mostrar os ganhos com a aplicação simultânea do Just in time e MRP na qualidade do atendimento ao cliente do setor automotivo agrícola. Para tal foi feito um projeto em parceria com um cliente do setor agrícola, onde se propõe ações para melhoria no atendimento, numa abordagem voltada para atendimento com resposta rápida as demandas deste seguimento nas áreas de manufatura, planejamento e logística. Os resultados obtidos com este trabalho mostra ter grande relevância para fornecedor e cliente e com a possibilidade de desenvolvimento de futuros projetos para outros clientes pelo fornecedor. Palavras-chave:. : JIT. MRP Qualidade no atendimento. liente

8 PIMENTEL, Eder Tavares; ERNINGS FROM SIMULTNEOUS PPLITION OF JUST IN TIME ND MRP INTO THE USTOMER SERVIE QULITY Monograph (M in orporate Management) Economics, ccounting and dministration Department, Universidade de Taubaté, city of Taubaté. STRT The present study aims at showing the earnings from the simultaneous application of Just in Time and MRP into the customer service quality in the agricultural automotive segment. ccordingly, a project was made in association with a customer of the agricultural segment, proposing measures to improve the servicing, by speeding the answers to the requirements of this sector in manufacturing, planning and logistic areas. The results of this studies shows the strong relevance to the supplier and customer, in light of the results obtained, including the possibility for the supplier to develop future projects for other customers. Key words:. : JIT. MRP Quality in servicing. ustomer

9 LIST DE FIGURS FIGUR 2:3 Produção de grandes lotes e produção nivelada...32 FIGUR 2:3:1 Programação nivelada e modelos mesclados...33 FIGUR 2:3:2 Utilizando Kanban para itens de grande volume e MRP para itens de baixo volume...38 FIGUR 2:3:3 Utilização do MRP para controlar programa de montagem final e as compras, enquanto Kanban é usado para controlar fluxos internos...39 FIGUR 2:3:4 Utilização de JIT e MRP para sistemas combinados...41 FIGUR 2:3:5 O volume, a variedade e o nível de controle como determinantes da adequação do sistema de planejamento e controle...42 FIGUR 2:3:6 Vantagens e desvantagens da aplicação do JIT e MRP...43 FIGUR 2:3:7 Modelo de cálculo do lote econômico...45 FIGUR 3:1 ronograma de atividades para definição do projeto... FIGUR 4:1 Modelo de controle Kanban...55

10 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO OJETIVOS Objetivo Geral Objetivos Específicos DELIMITÇÃO DO ESTUDO RELEVÂNI DO ESTUDO ORGNIZÇÃO DO TRLHO REVISÃO D LITERTUR O MRKETING O ONEITO DE MRKETING IMPORTNI DO MRKETING INTERNO ESTRTÉGI DE MRKETING ORIENTD O LIENTE O LIENTE O LIENTE NO ENTRO DS TENÇÕES JIT OMO FERRMENT NO TENDIMENTO O LIENTE JUST IN TIME EVOLUÇÃO HISTÓRI DO JIT JIT O ONEITO JIT FILOSOFI ELIMINÇÃO DE DESPERDÍIOS PRIMORMENTO ONTÍNUO ELEMENTO HUMNO NO PROESSO PRODUTIVO PROJETO DE PRODUÇÃO PR O JIT PLNEJMENTO E ONTROLE JIT ONTROLE KNN PROEDIMENTOS PR USO DE RTÃO KNN PROGRMÇÃO NIVELD MODELOS MESLDOS SINRONIZÇÃO... 33

11 2.3.7 JIT E MRP RTERISTIS PRINIPIS DO MRP RTERISTIS PRINIPIS DO JIT SIMILRIDDES E DIFERENÇS ENTRE JIT E MRP SISTEMS DIFERENTES PR PRODUTOS DIFERENTES MRP PR ONTROLE GLOL E JIT PR ONTROLE INTERNO QUNDO UTILIZR JIT MRP E SISTEMS OMINDOS QUESTÃO D OMPLEXIDDE QUESTÃO DOS NÍVEIS DE VOLUME E VRIEDDE LOGÍSTI DO JIT E D RESPOST RÁPID S IMPLIÇÕES PR LOGÍSTI SISTEMS DE INFORMÇÃO EVOLUÇÃO DOS SISTEMS DE INFORMÇÃO OS ENEFÍIOS DO SI MÉTODO... 4 RESULTDO ONLUSÃO REFERÊNIS 57 NEXO - TOTLIZÇÃO PR DEMND DO MRP NEXO - MODELO HP OIN...59

12 INTRODUÇÃO indústria automobilística e, em particular a indústria japonesa tem influenciado fortemente as profundas mudanças nas técnicas de administração da manufatura pelas quais vem passando as empresas em geral. Tão logo houve o término da Segunda grande guerra, os japoneses iniciaram a produção de veículos de passeio e se depararam com restrições especificas de seu limitado mercado, inviabilizando a utilização dos então consagrados conceitos de produção em massa. s empresas que conseguiram sobreviver durante a guerra e enfrentaram dificuldades no período posterior tinham como meta a diminuição no numero de seus funcionários e não pensavam em abrir novas vagas. força de trabalho nativa do Japão se organizou formando sindicatos fortes que exigiam maiores garantias: a estabilidade no emprego surgiu naturalmente. Então, diferentemente do que ocorre com frequência na produção em massa, as empresas japonesas não podiam demitir, e a economia do país, devastada pela guerra, não dispunha de recursos para realizar altos investimentos necessários para a implantação da produção em massa. Sob este contexto de dificuldades e limitações, a Toyota Motor ompany idealizou e implantou novos métodos de produção e administração, batizados como Sistema de Produção Toyota, conseguindo, simultaneamente, produzir modelos em pequena escala, melhorando a qualidade e reduzindo os custos. palavra chave é em japonês) MUDÁ, que em síntese representa tudo aquilo que não agrega valor aos olhos do cliente devendo, pois, ser eliminado. sequência da história é a espetacular ascenção e liderança japonesa no mercado de automóveis e a consagração daquele país como a maior potência econômica mundial dos anos de 1970 e filosofia just in time foi difundida em dois importantes pilares que forma : a educação e a qualidade, e está fundamentada na importância de fazer certo desde a primeira vez, ao invés de investir um tempo enorme em concerto de erros depois que eles ocorrem. O fenômeno foi estudado por pesquisadores e empresas do ocidente, os quais evidenciaram esse conjunto de novas técnicas que vem recebendo a denominação de produção enxuta, sendo as suas principais características: Linha de produção em função da demanda real do mercado, e não mais previsões de mercado feitas por estimativas ou planejamento;

13 iclo de fabricação sempre sendo reduzidos num processo de melhoria contínua: grande flexibilidade e tempos mínimos de preparação e trocas. 1.1 OJETIVOS Objetivo Geral Obter ganhos com a aplicação simultânea do JIT e MRP na qualidade do atendimento á um cliente do setor de máquinas e implementos agrícolas Objetivos Específicos Redução no número de inventários no liente e Fornecedor; Melhorar o relacionamento com o cliente; Maximizar recursos para atendimento as demandas e Redução dos custos de transformação e manutenção de estoques. 1.2 DELIMITÇÃO DO ESTUDO monografia será desenvolvida a partir dos conceitos de produção enxuta e de suas ferramentas de administração da manufatura aliadas as técnicas de MRP e de uma proposta na melhoria no atendimento ao cliente, conforme as referências bibliográficas disponíveis e aplicáveis predominantemente ás indústrias seriadas, em particular ás montadora com atuação no setor agrícola e suas fornecedoras de autopeças.

14 1.3 RELEVÂNI DO ESTUDO Mostrar que esta prática, além de trazer ganhos para cliente e fornecedor em estudo, poderá servir de benchmark para aplicação desta prática em clientes de outros seguimentos, uma vez que o fornecedor atende uma gama de clientes do setor automotivo. 1.4 ORGNIZÇÃO DO TRLHO Este trabalho está organizado em cinco capítulos: O primeiro traz uma abordagem geral sobre o conteúdo do trabalho, bem como os objetivos do estudo e a metodologia utilizada. No segundo capítulo aborda-se os aspectos conceituais de marketing, Just in time, MRP, logística e Sistema de informações voltados para melhoria no atendimento ao cliente. O terceiro capítulo lança uma análise dos dados coletados bibliograficamente e sua aplicabilidade junto ao problema proposto. O quarto capítulo trata-se dos resultados obtidos, sua aplicação e mensuração dos ganhos. E finalmente o quinto capítulo apresenta as conclusões e considerações finais do trabalho.

15 2 REVISÃO D LITERTUR 2.1 O MRKETING Em 1948, a merican Marketing ssociation (M) (apud NIKELS & WOOD, 1997, p. 4) definiu o marketing como a realização de atividades de negócios dirigidas ao fluxo de bens e serviços do produto ao consumidor ou usuário. tualizando a versão, a M, em 1985, definiu marketing como uma atividade gerencial: o processo de planejar e executar a concepção, definição de preço, promoção e distribuição de idéias, bens e serviços para criar trocas que satisfaçam os objetivos individuais e organizacionais. Em 1965, a Ohio State University definiu marketing como: o processo na sociedade pelo qual a estrutura da demanda para bens econômicos e serviços é antecipada ou abrangida e satisfeita através da concepção, promoção, troca e distribuição física de bens e serviços (OR, 1997, p. 23) Robert artels (1974) concluiu: se o marketing é para ser olhado como abrangendo as atividades econômicas e não econômicas, talvez o marketing como foi originalmente concebido reaparecerá em breve com outro nome. Para Kotler (1995) marketing é um processo social e gerencial pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação da oferta e troca de produtos de valor com outros. Hoje em dia, a definição de marketing possui um novo significado na maior parte das organizações, pois a construção de relacionamentos tornou-se parte integral do marketing. Portanto, marketing é o processo de estabelecer e manter relações de troca mutuamente benéficas com clientes e outros grupos de interesse (NIKELS & WOOD, 1997, p. 4) O ONEITO DE MRKETING Segundo Nickels & Wood (1999) o conceito de marketing é uma das bases sobre as quais o marketing moderno está construído. Houve uma reflexão quanto a atualização desse conceito com o surgimento de práticas como a Gestão da Qualidade Total e o Marketing. asicamente manteve-se, as três partes desse conceito, que são: 1) orientação para o cliente; 2) orientação para o lucro; e 3) coordenação de funções. Em cima dessas três partes acrescentaram-se os conceitos de qualidade, como por exemplo: benchmarketing, melhoria contínua, empowerment e criação de valor.

16 Os quatro Ps (produto, ponto, preço e promoção) apesar de serem a base da maior parte dos livros introdutórios de marketing dão uma visão incompleta do marketing de hoje, pois eles falham na tentativa de abranger processos de marketing críticos como a busca e a análise ambientais. Os profissionais de marketing de organizações como a iltmore Estate e a Mr. adicionaram mais quatro processos aos quatro Ps originais para construir uma nova abordagem para a gerência de marketing que é universal e pode ser aplicada a qualquer empresa e qualquer produto. Os oito processos universais de marketing são: (1) busca e análise ambiental; (2) pesquisa e análise de marketing; (3) segmentação, seleção de grupo-alvo e posicionamento; (4) desenvolvimento de produto e diferenciamento; (5) determinação de valor e preços; (6) gerenciamento de canais e da cadeia de valor; (7) comunicação integrada de marketing; e (8) construção de relacionamento (NIKELS & WOOD, 1999, p. 11). pós esse breve resumo do conceito de marketing, é necessário esclarecer por que o marketing interno é importante IMPORTÂNI DO MRKETING INTERNO O cliente interno de uma empresa é seu próprio funcionário. Prestar mais atenção a esses clientes é de vital importância para o crescimento da empresa. Os negócios voltados para o cliente devem enfatizar o marketing interno, contratando, treinando, motivando, recompensando e dando poder aos seus empregados, para que com isso encantem seus clientes. O marketing interno torna o ambiente de serviços mais amigável e atencioso, que refletirá na satisfação do cliente e, conseqüentemente, gerará maiores lucros para a empresa. Para tanto, a empresa precisa ter uma estratégia. E o que vem a ser estratégia? Em resumo, estratégia é onde estamos, para onde queremos ir e como chegaremos lá ESTRTÉGI DE MRKETING ORIENTD PR O LIENTE

17 ntes de desenvolver uma estratégia, é preciso o conhecimento da empresa como um todo, seus pontos fortes e fracos, seus objetivos e sonhos. Posteriormente, é necessário conhecer o mercado, atentando às necessidades, problemas, frustrações e desejos do cliente. Essas informações devem ser usadas para se definir uma estratégia. Não existe uma fórmula para a escolha de uma estratégia. ada empresa deve encontrar seu próprio caminho, ciente de que dispõe de uma variedade enorme de tecnologias e produtos. nalisar uma situação rejeitando qualquer sinal contrário a ela é sinal de teimosia e ilusão. Existem coisas que aparecem quando menos esperamos e que são chamados de concorrentes intangíveis ; segundo McKenna (1999, p. 173): os verdadeiros concorrentes são os que eu chamo de concorrentes intangíveis, que compreendem formas de pensar e de ver o mundo. São obstáculos que se colocam no caminho do sucesso. Quando os gerentes de marketing resistem a mudanças, deparam-se com um concorrente intangível. Quando os empreendedores começam a pensar no estilo burocrático, como um executivo de uma grande empresa, estão enfrentando um concorrente intangível. (...) principal razão do fracasso de marketing é a incapacidade de tratar habilidosamente esses concorrentes intangíveis. (...) Identifiquei dez concorrentes (...). São eles: 1) Mudança; 2) Resistência à mudança; 3) omunicadores bem-informados; 4) mente do consumidor; 5) mentalidade de pasteurização; 6) mentalidade de grandeza; 7) adeias rompidas; 8) O conceito do produto; 9) oisas que aparecem da noite para o dia; 10) Você. 2.2 O LIENTE O tema cliente reveste-se de grande importância estratégica nas empresas na atualidade. Portanto, é importante ressaltar como era o cliente no passado e como é o cliente hoje. De acordo com obra (1997), as decisões acerca de produtos e de serviços cada vez mais devem levar em conta o consumidor. formulação da estratégia de marketing como um todo e da aplicação das técnicas de persuasão deverá cada vez mais estudar o consumidor, pois este evoluiu, e muito, da Idade Média até a atualidade, como veremos: Na Idade Média

18 Nessa época, o fornecedor era o próprio produtor, existindo aí uma estreita relação com o consumidor, onde o produtor conhecia bem seu cliente, suas necessidades e seus anseios. om o crescimento da produtividade, que passou de artesanal para industrial, o cliente se distanciou. O problema se agravou com o tempo, o comércio cresceu, tornando-se mais complexo. Na Era do Produto Nessa era, que tem como referência o pós-guerra (1945), perde-se o foco no cliente. s empresas passaram a produzir o máximo possível, em grande quantidade, mas sem se preocupar com a qualidade, pois tudo que era produzido era vendido. empresa ditava as regras e o cliente não tinha voz nem vez. Na Era do liente partir de 1970 começa a Era do liente, pois com a crise do petróleo o consumo foi freado. Houve uma mudança radical no comportamento do consumidor, conseqüência de uma série de fatores políticos, econômicos e sociais. O consumidor (cliente) começava a acordar. Essa mudança confunde-se com a difusão da qualidade em todo o mundo. o falar em qualidade deve haver, necessariamente, uma referência ao Japão. pós a Segunda Grande Guerra, destroçado e humilhado, sob a tutela do governo americano, o Japão se reergueu. Para isto contribuíram dois grandes baluartes e pioneiros da área da qualidade, o Dr. Deming e o Dr. Juran (especialistas americanos), que, naquela época, não eram ouvidos dentro dos EU por que seriam ouvidos?... em time que ganha, não se mexe (ou melhor não se mexia!). Resultado: aluno extremamente aplicado, determinado e disciplinado, através de uma séria política de reconstrução em que os dois pilares fundamentais foram a educação e a qualidade o Japão deu a volta por cima, e, em apenas vinte anos, já mostrava resultados extraordinários. (LMEID, 1995, p. 63).

19 Os produtos japoneses começaram a incomodar por seu padrão de qualidade e preços baixos. Surgiram as barreiras comerciais à comercialização desses produtos. Mas, na verdade, o objetivo dessas medidas era ganhar tempo para poder competir. Em 1980 o diferencial competitivo baseava-se na tecnologia e na qualidade de produtos. partir de 1990, o diferencial passou para o campo dos serviços e o marketing passou a fazer mais do que vender, pois marketing é qualitativo e não quantitativo, e é também trabalho de todos. Direcionar a empresa para a satisfação dos clientes significa entender a qualidade do ponto de vista do cliente. om isso, o esforço da empresa em direção à qualidade resume-se em oferecer um produto essencial ao desenvolvimento dos negócios: a satisfação do cliente, o cliente em foco O LIENTE NO ENTRO DS TENÇÕES Melhor produto (qualidade) a um menor preço ao mesmo tempo resultam em valor, que é a relação entre Qualidade e Preço. Hoje, os clientes analisam o valor de um produto, consciente ou inconscientemente, decidindo pela melhor opção para si mesmo. No fundo, todos buscam produtos com maior valor agregado. Para que o cliente opte por um produto de maior valor agregado, e não pelo mais barato, é necessário esclarecê-lo e informá-lo sobre as vantagens ou as características que diferenciam o produto, educando o cliente. s empresas precisam saber quem são seus clientes para criarem uma estratégia empresarial. Não existe apenas um segmento de mercado e dentro de cada segmento os clientes têm identidades próprias, anseios e necessidades diferentes. E todos esses segmentos são importantes. satisfação do cliente é o caminho para a empresa: ter lucros cada vez maiores, fazer um produto de qualidade; construir uma boa imagem no mercado; satisfazer os acionistas, os altos executivos e os funcionários. No discurso e na prática das empresas líderes de mercado do mundo todo, o cliente está no centro das atenções empresariais. Ele é o verdadeiro e único juiz da Qualidade em Serviços. Dependerá da expectativa e da percepção pessoal de cada cliente o julgamento de qualidade de um serviço.

20 expectativa é inerente ao ser humano, o que o diferencia do animal irracional, pois o homem tem visão de futuro e noção de passado. Já a percepção é a realidade percebida por uma pessoa, e é única. satisfação total do cliente depende de vários pontos de contato do cliente com a empresa. São os momentos da verdade. Representam todo e qualquer episódio que transmita alguma impressão sobre a empresa, seu produto ou serviço, e que contribui para a formação de imagem. Segundo lmeida (1995), a satisfação do cliente é uma relação entre o que ele viu (percebeu) e o que ele esperava ver (expectativa). Implantar a Qualidade Total, desenvolvendo sistemas, padrões, procedimentos, entre outros, é a melhor maneira de evitar falhas nos processos e subprocessos de uma empresa. Um processo de Qualidade Total maximiza a possibilidade de satisfação do cliente, diminuindo as chances de perdê-lo por não superar suas expectativas. tender, satisfazer e extrapolar a expectativa formam uma escala de excelência. Uma empresa só alcança qualidade quando surpreende os clientes. Então, é preciso pôr a imaginação para funcionar, tendo por base as fraquezas humanas, como: necessidade de reconhecimento, conforto, status, personalização, intelectuais, de prestígio, de exclusividade, refinamento. compreensão das forças que influem no comportamento do consumidor é peça fundamental para adoção de estratégias de marketing. Pesquisando os clientes, as empresas descobrirão coisas antes dos outros, e o seu produto ou serviço pode prometer mais do que se imagina, e assim conseguirá surpreendê-los. 2.3 JUST IN TIME OMO FERRMENT NO TENDIMENTO O LIENTE JUST IN TIME Em uma sociedade onde os consumidores estão cada vez mais exigindo qualidade nos produtos e serviços, adequando-os ás suas necessidades e desejos, há uma crescente preocupação nas empresas não só em manter, mas incrementar seu desempenho no que diz respeito a Qualidade e Produtividade. Isto faz com que haja preocupação com maior intensidade no modo de atendimento a essas exigências mercadológicas, para flexibilizar sua oferta e procurar eliminar atividades que não agregam valor aos produtos e serviços que prestam á sociedade. Surge então, a necessidade de mudança, na busca de encontrar métodos, técnicas, sistemas e filosofias de manufatura e gerenciamento empresarial que permitam as organizações

21 alcançar melhores níveis de desempenho global, especialmente tratando-se de variáveis como qualidade, custo e flexibilidade. Para alcance destas metas, as organizações procuram aperfeiçoar seus sistemas de manufatura pela incorporação de tecnologias avançadas de produção e a reconfiguração de seus sistemas de administração e controle de operações no nível de chão de fábrica. ssim, a estratégia de produção derivada de economia de escala perdeu validade em face de outras que focalizam a produção em pequenos lotes com flexibilidade e controle total. O Just in Time tem mostrado seu potencial de benefícios quando aplicado com um processo de melhoria contínua, através do envolvimento humano, procurando flexibilidade no atendimento ás demandas, simplicidade nos processos e eliminação de todo tipo de atividades desnecessárias EVOLUÇÃO HISTÓRI DO JUST IN TIME O Japão foi um país que sempre enfrentou problemas por ser pequeno, populoso e desprovido de recursos. Seria necessário que fossem evitados qualquer tipo de desperdícios a fim de obter menos gastos em sua matéria-prima e produzir com custos não elevados. No Ocidente ocorria o inverso, especialmente na mérica do Norte, onde possuíam espaços, energia e recursos materiais. presentavam um elevado desempenho e cultivavam a demanda dos consumidores pelas novidades e variedades. Entretanto, com a crise do petróleo em 1973, ocorrendo um alta significante nos preços, desencadeia problemas em todo o mundo. s consequências mais graves foram sentidas principalmente nos setores industriais com base em materiais consumidores de energia em grande escala como o aço, o cobre, o alumínio, e o plástico, elementos fundamentais para a fabricação de maior parte dos bens duráveis. O mundo empresarial, ao defrontar-se com os elevados preços dos matérias, percebeu haver necessidade de modificar a sua visão empreendedora. omeçou-se a revisar os métodos de administração dos materiais, suas instalações e equipamentos, como também os métodos que eram aplicados ao projeto dos produtos, ao controle de produção e a gestão de recursos humanos.

22 O Japão como dependente de materiais e fontes energéticas do exterior para atender suas necessidades, impôs a administração ordenada de seus recursos como única saída para enfrentar seus descontrolados preços após o choque do petróleo. Em 1949, foi então criada a JUSE (Japanese Union of Scienttist and Engineers) que em conjunto com a Jápanese Standards ssociation (JS) passou a organizar seminários que versavam a divulgação do controle de qualidade. Lideres do ontrole de Qualidade como os Drs. WE. Deming (19) e J.M, (1954) proferiram palestras que exercem grande influência no modo de pensar dos Japoneses. Deming (1954, p 5) enfatizava o controle de qualidade como: primoração contínua da qualidade dos produtos, projetos após projetos, com a responsabilidade do trabalhador, em todos os processos de fabricação, sem se limitar a examinar amostras só de determinados processos. Uma das primeiras empresas a implantar o sistema de produção com base nas premissas por controle de qualidade e maior aproveitamento dos recursos foi a Toyota Motor orporation. O sistema de Produção da Toyota tinha como propósito á fabricação de produtos com a completa eliminação de elementos desnecessários na produção, com o propósito de reduzir custos. Seriam produzidas unidades necessárias no tempo necessário e na quantidade necessária. ssim poderiam ser eliminados os inventários intermediários e todos os processos desnecessários. Embora a redução de custos fosse a meta mais importante do sistema, três submetas eram necessárias para a sua total realização:. ontrole de qualidade: envolvendo a capacidade do sistema em adaptar-se ás flutuações diárias e mensais da demanda em termos de quantidade e variedade;. Quantidade assegurada: garantindo que cada processo fosse suprido somente com unidades boas para os processos subsequentes;e. Respeito á ondição Humana: na conscientização do seu papel fundamental no processo produtivo.

23 2.3.3 JUST IN TIME - ONEITO Segundo SHOENERGER (1992, p 13) pud Graça, Just in Time é: Fabricar e entregar produto apenas a tempo de ser vendido, submontálos apenas a tempo de montá-los nos produtos acabados, para fazer peças a tempo de entrar nas sub-montagens e, finalmente adquirir materiais apenas em tempo de serem transformados em peças fabricadas. aseados nesta definição a filosofia JIT coloca em ênfase o fluxo da produção, procurando fazer com que os produtos fluam de forma suave e contínua através das diversas fases do processo produtivo. omo resultado seria obtido um processo continuo de aperfeiçoamento, redução do tempo de instalação, controle do processo estatístico, manutenção preventiva integral e outras atividades que resultem numa produção enxuta. manufatura também exerce papel fundamental como arma competitiva, considerando que sua capacidade de concorrência está baseada em princípios básicos de custo, qualidade e flexibilidade no atendimento da demanda dos clientes. E obter uma vantagem competitiva significa ser mais eficiente. Ter um produto melhor ou fornecer um serviço melhor que os concorrentes. ssim, o JIT é um fundamento na melhoria contínua do processo de manufatura através do envolvimento humana, garantindo a qualidade dos produtos e serviços de uma empresa, através do envolvimento das pessoas buscando a simplicidade nos processos, eliminação dos desperdícios, garantindo a flexibilidade no atendimento das necessidades dos clientes. No JIT o aspecto preço cotado deve ser substituído pela garantia na qualidade e na pontualidade das entregas em pequenos lotes, tornando real o uso do termo JIT (justo tempo) JUST IN TIME FILOSOFI filosofia está fundamentada na importância de se fazer ás coisas de forma certa desde a primeira vez, ao invés de investir um tempo enorme no conserto de erros depois que eles ocorrem, noção que é contrariar a natureza do modelo empresarial padrão, que presume que

24 a qualidade é algo que o departamento da qualidade verifica, depois que uma mercadoria foi produzida. O JIT não é resultado da aplicação de uma técnica específica, requer um enfoque sistêmico acompanhado de mudanças profundas a nível técnico, gerencial, operacional e humano; e deverá ser implantado respeitando-se as características operacionais e organizacionais de cada empresa. Três razões chaves definem o coração da filosofia JIT: eliminação de desperdícios, o envolvimento dos funcionários na produção e o esforço de aprimoramento contínuo ELIMINÇÃO DE DESPERDÍIOS Significa analisar todas as atividades realizadas na fábrica e eliminar aqueles que não agregam valor ao produto. Otimizando os processos e procedimentos através da redução contínua do desperdícios. Shiego Shingo (1996) oriundo da Toyota Motor ompany, identificou sete categorias de desperdícios.. Da superprodução : produzir mais do que é imediatamente necessário para o próximo processo na produção é segundo a Toyota a maior das fontes de desperdícios.. Espera: Havendo lotes maiores haverá formação de filas para o processamento do material nas operações subsequentes.. Transporte: enfocados como desperdício de tempo e recursos, as atividades de transporte e movimentação devem ser eliminadas ou reduzidas ao máximo, na elaboração de um arranjo físico adequado as distancias a serem percorridas.. Estoque: dentro da filosofia JIT, todo o estoque se torna um alvo para eliminação (é o pior desperdício), pois significam desperdício de investimento e espaço, além de acobertarem os problemas de produção que resultam em baixa qualidade e produtividade. Entretanto, somente pode-se reduzir o estoque através da eliminação de suas causas.. Processo: as atividades de engenharia a análise de valor devem estudar os componentes e suas funções para determinar sua real necessidade, eliminando aquele que não adicione valor ao produto no processo produtivo.. Movimento: refere-se ao questionamento e observação dos movimentos desnecessários efetuados pelos operadores na confecção dos produtos. simplificação do trabalho através

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