ÍNDICE GENERALIDADES 01 01/02 NORMAS GERAIS 02 01/02 PROCESSO ADMINISTRATIVO PARA ALIENAÇÃO DE BENS

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1 ÍNDICE 00 FOLHA 01 ASSUNTO FOLHA GENERALIDADES 01 01/02 NORMAS GERAIS 02 01/02 PROCESSO ADMINISTRATIVO PARA ALIENAÇÃO DE BENS 03 01/03 ALIENAÇÃO POR VENDA 04 01/04 ALIENAÇÃO POR PERMUTA 05 01/01 ALIENAÇÃO POR DOAÇÃO/CESSÃO 06 01/01 ALIENAÇÃO POR INUTILIZAÇÃO 07 01/01 DISPOSIÇÕES FINAIS 08 01/01 ANEXOS 09 01/12

2 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS GENERALIDADES 01 FOLHA 01 I REFERÊNCIAS 01 Lei n , de 21 de junho de Lei n , de 8 de junho de Decretos n , de 19 de outubro de 1932, e n , de 10 de fevereiro de IN PADRONIZAÇÃO DE CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAL. II FINALIDADE 01 Disciplinar as atividades relacionadas com o desfazimento de bens móveis do Tribunal Regional Federal da 1ª Região e Seções Judiciárias a ele vinculadas. III CONVENÇÕES 01 O Tribunal Regional Federal da 1ª Região é mencionado nesta Instrução Normativa - IN apenas como Tribunal e as Seções Judiciárias jurisdicionadas como Seção Judiciária. 02 Os órgãos componentes da estrutura organizacional são referenciados como áreas ou unidades administrativas A Secretaria de Administração do Tribunal e as Secretarias Administrativas das Seções Judiciárias são mencionadas como área de Administração. 03 Os titulares das unidades são referenciados como dirigentes e os funcionários como servidores. 04 A alienação de bens móveis é referenciada como Alienação. 05 A Comissão de Alienação é referenciada apenas como Comissão. 06 SIAFI - Sistema Integrado de Administração Financeira. 07 DARF - Documento de Arrecadação da Receita Federal. I - CONCEITOS

3 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS GENERALIDADES 01 FOLHA ALIENAÇÃO é toda transferência de domínio de bens a terceiros, remunerada ou gratuita, por venda, permuta, doação ou cessão. 02 BEM MÓVEL é o material permanente, identificado de acordo com classificação própria, em função de sua natureza e o fim de utilização a que se destina. 03 BEM OCIOSO é o material permanente que, embora se apresente em perfeitas condições de uso, não esteja sendo utilizado. 04 BEM RECUPERÁVEL é o material cuja recuperação seja possível, orçando o conserto em até 50% (cinqüenta por cento) de seu valor de mercado Quando se tratar de veículos, o bem será considerado recuperável se o conserto orçar em até 60% (sessenta por cento) do seu valor venal. 05 BEM ANTIECONÔMICO é o material permanente cuja manutenção ou recuperação seja de alto custo e apresente mau desempenho em razão do esgotamento de sua vida útil, desgaste prematuro ou obsoletismo. 06 BEM IRRECUPERÁVEL é o material permanente que esteja danificado e cuja recuperação orce em mais de 50% (cinqüenta por cento) ou 60% (sessenta por cento) no caso de veículos, de seu valor de mercado ou aquele que, por suas características, não possa ser utilizado. (Ex. móvel infestado com insetos, bem utilizado por pessoa portadora de doença infecto contagiosa.) 07 BEM SUSCETÍVEL DE ALIENAÇÃO é todo bem ocioso, recuperável, antieconômico ou irrecuperável. 08 CESSÃO é o procedimento administrativo que consiste na alienação por transferência do direito de posse do bem a outro órgão da Administração Pública.

4 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS NORMAS GERAIS 02 FOLHA 01 I COMPETÊNCIA 01 A competência para autorizar o desfazimento de bens móveis suscetíveis de Alienação, no Tribunal, é do Diretor-Geral, e nas Seções Judiciárias é do Diretor de Foro. 02 A formalização do processo de Alienação é de competência da área de Patrimônio. II AVALIAÇÃO DOS BENS 01 A Alienação deve ocorrer após a avaliação do estado de conservação do bem, e de acordo com a conveniência administrativa de sua realização, em conformidade com as modalidades descritas nesta I 02 Os bens destinados ao desfazimento, por qualquer modalidade de Alienação devem ser avaliados de forma precisa e clara A avaliação tem a finalidade de identificar o estado de conservação e situação do bem e, nos casos específicos de alienação por venda e permuta, o preço e mercado Para essa avaliação deve ser utilizado o formulário TERMO DE AVALIAÇÃO DE BENS MÓVEIS - MOD , a ser preenchido pela Comissão ou servidor indicado, se for o caso. 03 Após a avaliação, o bem será classificado em: a) ocioso; b) recuperável; c) antieconômico; d) irrecuperável O bem poderá se enquadrar em mais de uma classificação, devendo esse fato ser observado no formulário de avaliação, juntamente com a justificativa do resultado da classificação.

5 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS NORMAS GERAIS 02 FOLHA As avaliações, classificações e formação de lotes, bem como os demais procedimentos que integram a Alienação serão efetuados por comissão especial, instituída pela autoridade competente e composta por, no mínimo, 03 (três) servidores da área de Patrimônio Onde não houver pessoal suficiente, poderá ser indicado servidor para realizar os procedimentos relativos à Alienação. III MODALIDADES DE ALIENAÇÃO 01 São modalidades de Alienação de bens móveis, no Tribunal e Seções Judiciárias: a) venda; b) permuta; c) doação; d) cessão; e) inutilização Os bens considerados ociosos, recuperáveis ou antieconômicos podem sofrer, para desfazimento, de acordo com a conveniência administrativa e o seu destinatário, a Alienação por venda, permuta, doação ou cessão Os bens considerados irrecuperáveis podem sofrer desfazimento através de Alienação por inutilização.

6 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS PROCESSO ADMINISTRATIVO PARA ALIENAÇÃO DE BENS 03 FOLHA 01 I - INSTRUÇÃO 01 Do processo administrativo para a Alienação de bens móveis do acervo do Tribunal ou das Seções Judiciárias, em qualquer das modalidades estabelecidas nesta IN, fazem parte: a) a proposição para Alienação; b) a relação do material a ser alienado com suas características e o preço histórico de aquisição; c) o ato de designação da Comissão; d) o formulário TERMO DE AVALIAÇÃO DE BENS MÓVEIS, em consonância com o preço de mercado; e) a comprovação de publicação do Edital; f) o comprovante de pagamento do valor do bem, através do DARF, se for o caso Nas alienações de veículos, o Departamento de Trânsito - DETRAN local deve ser avisado do evento, e uma via do expediente de aviso deve ser anexada ao processo. II ALIENAÇÃO POR VENDA 01 Nos casos de Alienação por venda, mediante licitação, nas modalidades de Convite e Concorrência, devem ser anexados ao processo administrativo, além dos documentos indicados no título I anterior: a) cópia dos documentos e proposta; b) a ata da reunião de habilitação e abertura das propostas; c) o parecer da área técnica ou da Comissão; d) o despacho adjudicatório da Comissão; e) despacho homologatório da autoridade competente;

7 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS PROCESSO ADMINISTRATIVO PARA ALIENAÇÃO DE BENS f) o formulário MAPA COMPARATIVO DE PREÇOS - MOD ; 03 FOLHA 02 g) o formulário RECIBO DE VENDA DE BENS MÓVEIS - MOD ; 01.1 O RECIBO DE VENDA DE BENS MÓVEIS é destinado a registrar o recebimento do bem, pelo comprador, por ocasião da realização de venda por Concorrência ou Convite, sendo elaborado em três vias com as seguintes destinações: a) 1ª via para a área de Patrimônio; b) 2ª via para constar do processo de Alienação; c) 3ª via para o comprador. 02 Quando se tratar de Alienação por venda na modalidade de Leilão, o processo deve conter, além dos documentos constantes no item 1, título I deste módulo: a) uma via do expediente solicitando à Junta Comercial a indicação do Leiloeiro Oficial; b) uma via do documento da Junta Comercial indicando o Leiloeiro Oficial; c) uma via do documento elaborado pela Comissão, contendo os dados necessários à elaboração do Edital, encaminhado ao Leiloeiro Oficial; d) uma via do Edital elaborado pelo Leiloeiro Oficial e aprovado pela Comissão; e) a prestação de contas do Leiloeiro Oficial; f) a baixa patrimonial e contábil. III ALIENAÇÃO POR PERMUTA 01 Nos casos específicos de Alienação na modalidade de permuta, são exigidos os mesmos documentos das demais modalidades, descritos no título I deste módulo Os dados referentes ao processo devem constar nos registros do bem que o Tribunal ou Seção Judiciária recebe em permuta.

8 IV ALIENAÇÃO POR DOAÇÃO/CESSÃO DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS PROCESSO ADMINISTRATIVO PARA ALIENAÇÃO DE BENS 03 FOLHA O processo administrativo para Alienação por doação e cessão deve conter: a) o ato de instrução e conveniência da doação/cessão pelo Tribunal ou Seção Judiciária, relativa à escolha da modalidade de alienação; b) o formulário VISTORIA DIÁRIA DE VIATURAS - MOD , no caso de veículos; c) o TERMO DE CESSÃO/DOAÇÃO DE BENS MÓVEIS - MOD ; d) o TERMO DE AVALIAÇÃO DE BENS MÓVEIS; e) a autorização do Diretor-Geral, no Tribunal e do Diretor de Foro, nas Seções Judiciárias; f) a efetivação da baixa do registro físico pela área de Patrimônio e as informações que a comprovem, via SIAFI Quando se tratar de doação a entidades filantrópicas, deve ser anexada ao processo a cópia do certificado de filantropia e do Decreto de Utilidade Pública reconhecido pelo Governo Federal. V ALIENAÇÃO POR INUTILIZAÇÃO 01 O processo administrativo de Alienação por inutilização deve conter, além dos documentos enumerados para a Alienação por doação/cessão: a) a efetivação da baixa patrimonial e contábil, sendo considerado o custo histórico do bem; b) as informações relativas à incorporação das partes aproveitáveis do bem, quando for o caso.

9 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS ALIENAÇÃO POR VENDA 04 FOLHA A Alienação por venda é realizada, observadas as formalidades legais e prioridades administrativas estabelecidas, para o desfazimento de bens considerados ociosos, recuperáveis ou antieconômicos para o Tribunal ou Seção Judiciária e que ainda possam ser utilizados. 02 A Alienação por venda deve ser realizada por licitação nas modalidades de Convite, Concorrência ou Leilão, observando-se os preceitos estabelecidos na IN AQUISIÇÃO DE MATERIAIS E CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS. 03 Nos casos em que couber Convite, pode ser realizado Leilão, dependendo da conveniência do Tribunal ou Seção Judiciária. 04 Os bens móveis suscetíveis a Alienação por venda podem ser oferecidos em lotes ou separadamente Quando se tratar de veículo, embarcação, aeronave ou material de avaliação superior à estabelecida para cada modalidade no anexo VALORES PARA LICITAÇÃO, da IN-14-05, pode-se proceder à Alienação com um objeto em cada lote Na Alienação de veículos, deve-se fazer a comunicação do evento ao DETRAN local e proceder-se a uma última vistoria, preenchendo o formulário VISTORIA DIÁRIA DE VIATURAS, cuja finalidade é demonstrar o estado geral do veículo a ser alienado No caso de vários objetos, preferencialmente homogêneos, de valor igual ou inferior ao estabelecido para cada modalidade no anexo VALORES PARA LICITAÇÃO da IN ou compostos por jogos ou conjuntos que não devam ser desfeitos, deve-se proceder à alienação com vários objetos em cada lote. 05 A Alienação por venda na modalidade de CONCORRÊNCIA dispensa a fase de habilitação. Entretanto a Comissão deve exigir dos participantes os seguintes documentos:

10 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS ALIENAÇÃO POR VENDA 04 FOLHA 02 a) Carteira de Identidade e inscrição no Cadastro de Pessoa Física - CPF, para o caso de pessoas físicas; b) inscrição no Cadastro Geral de Contribuinte - CGC, para o caso de pessoas jurídicas. 06 As exigências da prestação de garantia e do contrato bilateral podem ser dispensadas, desde que assegurados os meios de garantia do caráter competitivo e cumpridas as formalidades legais. 07 A Alienação por venda na modalidade de LEILÃO deve ser realizada por Leiloeiro Oficial, indicado pela Junta Comercial São competências do Leiloeiro Oficial: a) elaboração e publicação do Edital; b) instalação de serviço de som; c) preparação de todo o acervo documental necessário à legalização da transferência do domínio do material e as providências para que ela ocorra; d) recebimento e recolhimento das taxas previstas; e) prestação de contas no prazo legal O Leiloeiro Oficial deve elaborar o Edital com base nas informações fornecidas pela Comissão, do qual devem constar: a) a relação dos lotes com descrição dos bens, de forma que possibilite sua perfeita identificação; b) o preço mínimo de cada lote e a localização física dos bens; c) a data, horário e local para a realização do pregão; d) a fixação do sinal de até 20% (vinte por cento) do valor do lance, a ser pago pelo licitante vencedor; e) o prazo e condições para pagamento do saldo de arrematação e retirada do material;

11 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS ALIENAÇÃO POR VENDA 04 FOLHA 03 f) que todo o custo financeiro referente ao lote e à comissão do Leiloeiro deve ficar a cargo do licitante vencedor; - a comissão do Leiloeiro é de 5% (cinco por cento) sobre o valor do lance; g) a fixação do limite de despesas para o Leiloeiro Oficial custear o leilão A minuta do Edital deve ser aprovada pela Comissão O Leiloeiro Oficial deve divulgar o Edital da seguinte forma: a) duas vezes no Diário Oficial da União, com 15 (quinze) e 10 (dez) dias de antecedência da data do Leilão; b) três vezes em um mesmo jornal, na imprensa diária, com 15 (quinze), 10 (dez) e 03 (três) dias de antecedência da data do Leilão A prestação de contas elaborada pelo Leiloeiro Oficial deve ser apresentada no prazo de 05 (cinco) dias úteis após o recebimento do resultado do Leilão, contendo as seguintes informações: a) o preço do lote arrematado; b) o valor dos sinais recebidos por vendas acumuladas; c) o valor líquido recolhido, descontadas as despesas realizadas; d) uma via do DARF dos valores recebidos pelas vendas; e) e) o documento comprobatório da entrega do bem leiloado ao licitante vencedor. 08 A Alienação por venda na forma de Convite deve ser realizada com a participação de pessoas físicas e jurídicas Devem ser convidadas, no mínimo, 03 (três) pessoas físicas ou jurídicas A comunicação do evento aos convidados deve ser comprovada através de recibo em cópia da convocação escrita, com antecedência mínima de 03 (três) dias úteis da data da abertura das propostas.

12 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS ALIENAÇÃO POR VENDA 04 FOLHA Além dos dispositivos enumerados para as modalidades de Concorrência, Leilão e Convite, devem ainda ser observados, na Alienação por venda: a) o arbítrio do licitante para a cotação de um, vários ou todos os lotes; b) a articulação entre as Seções Judiciárias e o Tribunal, para que um desses realize a venda conjunta de bens, visando à redução dos custos do processo licitatório; c) o preceito legal de que os recursos arrecadados na realização das vendas sejam constituídos em receita da União, salvo disposição em contrário. 10 No caso de o processo licitatório não ser concretizado pela ausência de interessados, deve ser realizada uma análise, objetivando identificar as causas, notadamente no que se refere à avaliação e divulgação do evento A critério do Tribunal ou Seção Judiciária pode ser realizada nova tentativa de Alienação, mantendo-se ou não a forma da anterior.

13 DEFAZIMENTO DE BENS MÓVEIS ALIENAÇÃO POR PERMUTA 05 FOLHA A alienação de bens móveis do acervo patrimonial por permuta deve ser realizada pelo Tribunal ou Seções Judiciárias com órgãos da Administração Direta e Autarquias Federais, ou ainda com particulares, sejam pessoas físicas ou jurídicas A Alienação com particulares pode ser realizada sem limite de valor, desde que as avaliações dos lotes sejam coincidentes e haja interesse público. 02 O bem móvel do Tribunal ou Seção Judiciária que entrar como parte do pagamento deve ser baixado patrimonial e contabilmente no SIAFI, sendo considerado o seu custo histórico. 03 O bem móvel adquirido, para efeito dos registros correspondentes, terá como valor, aquele efetivamente pago constante na Ordem de pagamento, mais o valor do TERMO DE AVALIAÇÃO DE BENS MÓVEIS, do bem baixado.

14 ALIENAÇÃO POR DOAÇAO/CESSÃO 06 FOLHA O desfazimento patrimonial de bens móveis sob a modalidade de Alienação por doação pode ser efetuado, no interesse social, desde que seja realizada a avaliação de sua conveniência e oportunidade econômicas para o Tribunal ou Seção Judiciária. 02 Para a realização da Alienação por doação, o Tribunal ou Seção Judiciária deve observar se estão satisfeitas as seguintes exigências: a) seja material ocioso ou recuperável, para doação a outros órgãos federais; b) seja material antieconômico, para doação aos estados e municípios, associações de servidores, desde que congreguem a maior parte desses, empresas públicas, fundações instituídas pelo poder público e instituições filantrópicas reconhecidas de utilidade pública pelo Governo Federal. 03 Para o desfazimento físico e contábil do bem alienado por doação deve ser lavrado o TERMO DE CESSÃO/ DOAÇÃO DE BENS MÓVEIS, preenchido pela área de Patrimônio, com numeração seqüencial e distinta, em duas vias, com as seguintes destinações: a) 1ª via para o cessionário/donatário; b) 2ª via para a área de Patrimônio. 04 A Alienação por cessão deve ser realizada entre o Tribunal/Seção Judiciária e os demais poderes da União Os bens a serem alienados por cessão são aqueles considerados ociosos, segundo o que determina esta I 04.2 O procedimentos para Alienação por cessão são os mesmos enumerados para a Alienação por doação.

15 IN ALIENAÇÃO POR INUTILIZAÇÃO 07 FOLHA Verificada a inviabilidade administrativa da Alienação por uma das modalidades anteriores, devido ao estado do bem, sendo ele irrecuperável, deve sofrer baixa nos registros físico e contábil através da modalidade de Alienação por inutilização Antes do desfazimento, os bens devem ter suas partes aproveitáveis, se existirem, retiradas para utilização em outros bens. 02 A efetivação da Alienação por inutilização deve ser precedida de exame apurado, visando à identificação de situações especiais que tenham levado à tomada dessa medida Quando se constatar que o bem tenha sido usado por enfermos portadores de moléstias contagiosas, deve ser promovida audiência com autoridade da área de saúde, visando à identificação da necessidade ou não de destruição, bem como a melhor forma de realizá-la Quando o bem tiver sido atacado por insetos nocivos, não podendo ser eliminados, deve-se destruí-lo totalmente, objetivando evitar a expansão dos insetos para outros bens No caso de inutilização de bens especiais (símbolos pátrios, armas etc.) devese identificar a legislação específica para a sua inutilização.

16 DISPOSIÇÕES FINAIS 08 FOLHA A área de Administração, no Tribunal e Seções Judiciárias deve manter permanentemente atualizada esta IN, solicitando à área de Desenvolvimento Organizacional a sua revisão, sempre que a legislação ou conveniência administrativa o exigir. 02 Os formulários constantes do módulo 09 - ANEXOS fazem parte desta I 03 Os casos omissos nesta IN serão resolvidos pelo Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal e Diretor de Foro das Seções Judiciárias. 04 Esta IN foi aprovada pelo Conselho de Administração, conforme Processo Administrativo 0607/95, cujo Extrato de Decisão consta no módulo 09 - ANEXOS, entrando em vigor, no âmbito do Tribunal e Seções Judiciárias da Primeira Região a partir desta data, revogando-se as disposições em contrário. Brasília-DF, 02 de março de Juiz JOSÉ ALVES DE LIMA Presidente

17 ANEXOS 09 FOLHA 01

18 ANEXOS 09 FOLHA 02

19 ANEXOS 09 FOLHA 03

20 ANEXOS 09 FOLHA 04

21 ANEXOS 09 FOLHA 05

22 ANEXOS 09 FOLHA 06

23 ANEXOS 09 FOLHA 07

24 ANEXOS 09 FOLHA 08

25 ANEXOS 09 FOLHA 09

26 ANEXOS 09 FOLHA 10

27 ANEXOS 09 FOLHA 11

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