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1 Escrivao P.F Nível Superior DISCIPLINA:D.Proc.Penal Professor: Guilherme Madeira Aula 01 MATERIAL DE APOIO Processo Penal Professor Madeira Dicas: -Apenas caderno e lei na reta final! -Fazer uma prova simulada pelo menos! -Pessoal de direito não esquecer das materias não jurídicas. Blog: professormadeira.com Inquérito Policial Art. 4 a 23 CPP 1) Conceito: é um procedimento administrativo voltado para o fato criminoso e de sua autoria. *segundo o STF o MP tem poder de investigação, ou seja, pode o MP investigar além da polícia. *não pode o juíz decidir exclusivamente com base no IP, salvo: -provas urgentes -provas irrepetíveis -provas antecipadas *os vícios do IP não contaminam a Ação Penal. 2) Características: Obrigatório Dispensável Inquisitivo Sigiloso Escrito Indisponível *o IP é obrigatório para o delegado, mas dispensável para a Ação Penal. *Inquisitivo: não a contraditório, nem ampla defesa. Atenção! (art. 14, CPP): podem ser requeridas diligencias ao delegado pelo indiciado e pela vítima, mas o delegado não é obrigado a atendê-las.

2 *não pode ser oposta exceção de suspensão para autoridade policial, nos termos do art. 107 do CPP. *Sigiloso, porém não abrange os advogados das partes. Qual a medida cabível da negativa de acesso aos autos de IP? MS Reclamação HC Juiz Criminal STF - sum. 14 Juiz Criminal *o MS e a Reclamação não são excludentes: podem ser apresentados conjuntamente. Atenção: enquanto a interceptação telefônica estiver em andamento, ela não está documentada, logo não precisa dar vista para o advogado. *a jurisprudência do STF admite o uso do HC para dar acesso aos autos do IP, no entanto, a banca CESPE segue a doutrina que normalmente não admite. Dar preferência para o não cabimento do HC. *Escrito = não há Inquérito policial oral. *Indisponível: a autoridade policial não pode arquivar o IP art 176, CPP. 3) Início do IP art 5, CPP 1. Ação Penal Pública Incondicionada: a) de ofício => portaria; b) requisição do juiz ou promotor; *regra: o delegado deve atender a requisição, salvo se a ordem for manifestamente ilegal c) requerimento do ofendido (vítima): pode ser indeferido pela autoridade policial, cabendo ao recurso ao chefe de polícia; d) notícia oferecida por qualquer do povo; e) auto de prisão em flagrante; *no JECRIM (juizado especial criminal) não existe IP, o que existe é o termo circunstanciado. *denúncia anônima não permite a instauração do IP, mas o delegado pode proceder a investigação e aí sim instaurar o IP. HC RJ. Relator Min. Jorge Mussi Ação Penal Privada e Ação Penal Pública Condicionada Neste caso somente haverá IP, se o ofendido ou o representante legal assim desejar. 4) Notitia Criminis É o conhecimento espontâneo ou provocado de um fato delituoso pela autoridade policial Classificações: a) Delatio criminis: conhecimento provocado por terceiro. b) Delatio criminis inqualificada: denúncia anönima. c) Delatio criminis postulatória: representação do ofendido.

3 d) Notitia criminis de cognição coercitiva: vem da prisão em flagrante. 5) Desenvolvimento do IP Titularidade: presidência do IP é da autoridade policial. Não há sequencia de atos pré determinada no IP. Conduta da autoridade (art. 6, CPP): saber de cor esse artigo, com atenção especial para o inciso IX. Prazo do IP: Natureza Preso Solto Regra Geral 10 dias 30 dias Justiça Federal 15 dias 30 dias Drogas 30 dias 90 dias *se estiver solto, sempre pode prorrogar o IP *se estiver preso, não pode prorrogar o IP, salvo: a) justiça federal por igual período b) no caso de tráfico de drogas pode duplicar Indiciamento: Graus de culpa no processo penal réu - acusado indiciado suspeito Suspeito: existe quando a policia não tem segurança sobre quem cometeu o crime. Indiciamento: significa que para a polícia aquela pessoa cometeu o crime. Réu acusado: surge com o processo. Atenção: para o STJ não pode haver indiciamento após o recebimento da denúncia. Momento: o CPP não prevê (fica a critério do delegado). Conteúdo indicamento: -identificação do suspeito -pregressamento -interrogatório *segundo o STJ, arquivado o IP deve ser mantido o indiciamento do sujeito pois poderá ainda o IP ser desarquivado (HC SP Rel. Min. Nilson Dipp ) Reprodução simulada dos fatos (art. 7, CPP) Reconstituição: é possível desde que não viole a moralidade ou a ordem pública. O indiciado não é obrigado a participar, por não ser obrigado a produzir provas contra si mesmo (este direito não tem previsão expressa na CF).

4 Identificação Criminal: a) Abrangência (legitimação): -identificação fotográfica -identificação dactiloscópica b) b) Legislação: -art. 5, LVIII, CF -Lei Lei Lei excepcionalmente: identificação genética O STJ entende que a Lei revogou a lei do crime organizado na parte da identificação. A Lei 12037/09 revogou expressamente a Lei 10054/00. c) CF: o civilmente identificado não será submetido a identificação criminal salvo nas hipóteses previstas em lei. d) Hipóteses da Lei 12037/09: - juiz determina quando for imprescindivel para as investigações (de ofício, delegado, MP, defesa). Nessa hipótese, pela Lei de , o juiz também poderá determinar a coleta de material biológico para a obtenção do perfil genético. - nas demais hipóteses é a autoridade policial quem determina:. documento tiver rasura ou indícios de falsificação. documento insuficiente para permitir identificação. sujeito portar documentos distintos. se constar nos registros policiais uso de outros nomes. se o estado de conservação ou a distância temporal não permitirem a identificação do sujeito. 6) Final do IP (art. 10) Relatório autoridade policial MP MP pode: fazer a denúncia propor arquivamento requerer diligências imprenscindíveis ao oferecimento da denúncia *o juiz não indeferir as diligências requeridas pelo MP, se indeferir, caberá MS. Arquivamento

5 O MP propõe o arquivamento Juiz Se o juiz concorda: arquivamento do IP Se o juiz discorda, aplica o art. 28 do CPP, e manda os autos para o procurador geral. O procurador geral pode insistir no arquivamento, designar outro (jamais o mesmo) promotor que tem o dever funcional de denunciar (visto que ele representa o PG) ou ele próprio denunciar. Na esfera federal: se o juiz discordar, manda os autos para a Camara de Coordenação e Revisão do MPF: ela apresenta parecer e remete os autos para o Procurador Geral da República. Modalidades de arquivamento: a) Implícito: em caso de concurso de agentes, se deixar de incluir um dos co-réus na denúncia, haverá arquivamento implícito em relação a ele. NÃO É ADMITIDO NO SISTEMA. b) Indireto: ocorre na hipótese em que o promotor declina de sua atribuição e requer a remessa dos autos para outro promotor. Se o juiz discordar, aplica-se o art. 28 por analogia. Recursos da decisão de arquivamento: Como regra é irrecorrível, exceto: i. Crime contra a economia popular (Lei 1521/51). Recurso de ofício (reexame necessário). ii. Contravenção de jogo do bicho e nos casos de contravenção de aposta em corrida de cavalos fora do hipódromo. Recurso em sentido estrito. iii. Quando a decisão de arquivamento do IP for teratologica, ou seja, absurda, poderá o ofendido impetrar mandado de segurança. HC SP. Rel. Min. Og Fernandes ) Desarquivamento do IP Regra: pode desarquivar enquanto não estiver extinta a punibilidade e se houver novas provas. Mas as provas devem ser substancialmente novas (art. 18 e súmula 524, STF). A prova que permite o desarquivamento precisa trazer um dado novo (ser substancialmente nova). Se uma nova testemunha não trouxer um dado novo, ela será apenas uma prova formal, e não poderá ser desarquivado o IP. Exceção: o IP faz coisa julgada material quando o fundamento do arquivamento for atipicidade da conduta. Tarefa. Não anotei. Ler do art. 155 a 157 do CPP. PARTE II - PROVAS Exame de corpo de delito e perícias em geral: 158 a 184, CPP. Obrigatoriedade do exame de corpo de delito, somente nas infrações que deixam vestígios no termos do art. 158 do CPP. *a confissão NÃO supre a falta do exame de corpo de delito. **se os vestígios desaparecerem o exame de corpo de delito poderá ser feito de maneira indireta ou poderá ser suprido pela oitiva de testemunhas nos termos do art. 167 do CPP. ***no caso de abuso de autoridade o exame de corpo de delito pode ser substituído pelo depoimento de 2 testemunhas nos termos do art. 14, da lei 4898/65.

6 Exame de corpo de delito e denúncia ou queixa: em regra pode ser oferecida a denúncia sem o exame de corpo de delito. Nos crimes contra a propriedade imaterial é obrigatório o exame de corpo de delito para oferecer a denúncia ou a queixa nos termos do art. 525, CPP. Quantidade de peritos art. 159, CPP: 1 perito oficial 2 peritos não oficiais *nos crimes contra propriedade imaterial de ação penal privada são 2 peritos oficiais nos termos do art. 527, CPP. **os peritos não oficiais devem ser portadores de diploma de curso superior, preferencialemente na área específica dentre os que tiverem habilitação técnica para o exame Atuação do peritos Apresentação do laudo, art. 160, P.U.: 10 dias; Pode depor em juizo (art.159, P.5, I). Para tanto deve ser intimado com 10 dias de antecedência e com cópia dos quesitos a serem apresentados em audiência. Pode, em vez do depoimento oral, substituir por apresentação de resposta escrita. As partes podem apresentar quesitos até a data da diligência

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