Seminários CEsA de Abril de Brasil em África: a cooperação. Gerhard Seibert

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1 Seminários CEsA de Abril de 2012 Brasil em África: a cooperação Gerhard Seibert Centro de Estudos Africanos (CEA), ISCTE-IUL

2

3 1. Enquadramento político-histórico 2. História Relações Brasil - África 3. Relações Brasil África 4. Cooperação com a África

4 Potência regional Dimensões geográfica e demográfica Poder económico, crescimento económico sustentável 6º potência económica, 3º exportador de alimentos, 9º produtor de petróleo; estabilidade política, sucesso de políticas sociais (Bolsa Escola, Bolsa Família, Fome Zero), redução das desigualdades Mercosur (1991), UNASUL (2008)

5 Política externa global Forma: autonomia dos EUA, iniciativas multilaterais, cooperação sem condicionalidades políticas Objetivos: posição adequada numa nova ordem mundial multipolar; sede permanente no Conselho de Segurança; busca de matérias-primas e mercados de exportação;

6 Global player, mundo multipolar CPLP (1996) BRIC/S (2001/2009) Fórum IBAS/IBSA (2003/2008) G20 da OMC(2003); Rodada de Doha/OMC(2008) Operações de paz, Minustah Haiti (2004) Cimeira América do Sul África (2006) G20 financeiro (2008)

7 História Relações Brasil África Séc. XVI até 1850 tráfico de escravos (3.6 milhões) 50% da população brasileira de descendência africana Até aos anos de 1960, apenas relações com África do Sul Política externa independente aproximação com a África Desde 2003 Nova África coincide com o Brasil global

8 Relações Brasil África Diplomacia: Presidente Lula ( ), 12 viagens, 31 países Brasil recebe 47 visitas de chefes de Estado e governo, de 27 países 35 embaixadas e 2 consulados do Brasil em África (17 em 2002) 33 embaixadas africanas em Brasília (16 em 2002) Trocas comerciais Brasil África/subsaariana: $4 bn [3.8%] / $2 bn [1.9%] (2000) - $20 bn [5.35%] / $12 bn [3.2%](2010) Principais parceiros: Argélia, Nigéria, Angola, África do Sul, Egito exportações e importações não atingiram a proporção de 1985 Investimentos (energia, mineração, construção, biocombustiveis) Grandes empresas: Petrobras, Vale, Odebrecht, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Andrade Guiterrez. PMEs; empresas em 19 países

9 Discurso em torno das relações com a África Dívida histórica e emocional com a África, solidariedade, afinidades histórico-culturais, compromisso com afrodescendentes, outra margem do Atlântico Sul, semelhanças geofísicas de solo e de clima, Brasil mais parceiro do que doador, parceiros naturais, benefícios mútuos, custos reduzidos dos projetos Principais áreas da cooperação: agricultura, saúde, educação/formação profissional, energia, segurança social, administração pública

10 Cooperação técnica (cooperação horizontal, não reembolsável, não inclui recursos financeiros nem condicionalismos, demandas dos parceiros, descentralizada, 20 e tal entidades públicas, privadas e nãogovernamentais envolvidas, pequenos projetos de 2 anos renováveis) Agência Brasileira de Cooperação (ABC, 1987), MRE Países africanos : $7.3 milhões Projetos 57% África (2010), $22 milhões Cooperação técnica em 37 países africanos (2010) Projetos da ABC em África concentram-se nos PALOP (55 %) cooperação triangular (Japão, EUA, Alemanha, França, Itália, Reino Unido) para partilhar conhecimentos e custos Desde 2008 projetos estruturantes sempre quando possíveis

11 Cooperação técnica Empresa de Pesquisa Agropecuária (EMPRABA, 1973, Acra 2006) Projetos estruturantes de longo prazo: Estação Experimental Cotton Four no Mali (2008), Apoio Técnico p/ Desenvolvimento de Inovação Agrícola em Moçambique (2010) Projeto de Desenvolvimento de Rizicultura no Senegal (2010) Cursos de capitação técnica pelo Centro de Estudos Estratégicos e Capacitação em Agricultura Tropical (CECAT) Plataforma África-Brasil para Inovação Agropecuária (2010)

12 Cooperação técnica Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) Desde 2010 participantes de África (70 de 35 países) Fundação Osvaldo Cruz (FIOCRUZ, 1900) Fábrica de antirretrovirais Maputo, $23 milhões ( ) Centro tratamento de hemofilia e anemia em Acra, $7 milhões (2011) Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI, 1942) 5 centros de formação profissional nos PALOP Cazenga, Angola: 3,000 formados , Bissau: 523 ( ) prestação de serviços de formação a empresas brasileiras (Odebrecht, Vale, Petrobras)

13 ABC em STP: $11 milhões Metodologia da Extensão Rural Implantação do Programa Nacional da Ext. Rural Alfabetização Solidária (Alfasol) Prevenção malária (com EUA) Centro de Formação Profissional (SENAI) Gestão de Águas (INGÁ Governo Bahia) Programa Nacional Alimentação Escolar Auxílio Técnico à Política de Salário Mínimo Apoio ao Desenvolvimento Urbano Capacitação Desenvolvimento Urbano Ordenamento Territorial Apoio ao Desenvolvimento Urbano Construção Apoio ao Programa da Luta contra Tuberculose Produção de Artesanato (com CPLP), 115 participantes 2011 Capoeira: formação técnico profissional e cidadania Capacitação para a Polícia de Investigação Criminal Apoio ao IV Recenseamento Geral da População

14 Cooperação financeira Banco Nacional de Desenvolvimento Económico e Social (BNDES) Desembolso $742 milhões (até 2007, 29 projetos), $265 milhões (2009), $360.5 milhões (2010) Linha crédito Angola $1.5 bn (2006), Gana & Moç. $3.5 bn (2010) Câmara de Comércio Exterior (CAMEX) do MDIC Créditos Programa Mais Alimentos África: $640 milhões( ): Gana (2011) crédito $95 milhões p/ compra equipamentos agrícolas Zimbabué (2011) crédito 98 milhões p/ compra equipam. agrícolas Programa de Financiamento à Exportação (PROEX, 1991) financiamento ao exportador brasileiro ou ao importador África: $266 milhões (54%, 2005) - $20.2 milhões (4%, 2010) Renegociação dívida bilateral $1 bn para facilitar novos créditos

15 Cooperação educacional e cultural Universidade Aberta de Moçambique, $30 milhões UNILAB, Redenção, Ceará (2010), meta 5 mil estudantes, 50% africanos Vagas em universidades brasileiras (PEC-G) : (20 países) Cabo Verde (50%), Guiné-Bissau (27%) Bolsas PEC-PG : 237 estudantes (14 países) Centros Culturais Brasileiros: PALOP, África do Sul Instituto de Pesquisa Económica Aplicada (IPEA) assistência total $1.7 bn 1) assistência humanitária (5%; 16.4%); 2) bolsas de estudo (10%); 3) contribuições p/ organizações internacionais e bancos regionais (76%); 4) cooperação técnica (9%)

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