VISÃO GERAL DAS NORMAS DE SISTEMAS

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1 VISÃO GERAL DAS NORMAS DE SISTEMAS DE gestão de segurança de alimentos e projeto e fabricação de embalagens de alimentos UMA DISCUSSÃO SOBRE AS NORMAS DE SISTEMAS DE GESTÃO DA SEGURANÇA DE ALIMENTOS E PROJETO E FABRICAÇÃO DE EMBALAGENS DE ALIMENTOS: ISO 22000, PAS 223 E FSSC OUTUBRO DE 2011 AUTORES Supreeya Sansawat Gerente Global de Negócios de Alimentos, SGS John Terry Gerente Global de Produtos, Garantia de Cadeia de Fornecimento de Alimentos, SGS

2 resumo Este documento busca dar uma visão geral das normas para sistemas de gestão da segurança de alimentos relacionados com a produção de embalagens de alimentos. Ele discute como a indústria de embalagens de alimentos reuniu-se para desenvolver a PAS 223 Programas de Pré-Requisitos e Requisitos de Projeto para Segurança de Alimentos na Fabricação e Fornecimento de Embalagem de Alimentos e como isto, em conjunto com a ISO forma a norma Certificação de Sistemas de Segurança de Alimentos (FSSC) para embalagens de alimentos. Isto é explicado dentro do contexto das questões envolvendo embalagens de alimentos, tais como a migração potencial de substâncias químicas nocivas ou outros contaminantes para alimentos e os perigos em potencial associados com o aumento do uso de materiais reciclados e produtos rotulados de forma errada. O documento orientativo da Iniciativa Global para a Segurança de Alimentos (GFSI) é descrito, detalhando como a edição de Agosto de 2011 incorpora elementos-chave relacionados com a segurança de embalagens de alimentos. A norma FSSC (ISO PAS 223) submeteu-se desde então à referência do GFSI alinhada com esta atualização. Segue então uma explicação das normas e processos de certificação das ISO e PAS 223 acompanhada pelos benefícios da FSSC 22000, que agrupa estas normas para fornecer uma norma abrangente de sistemas de gestão da segurança de alimentos. O documento também inclui uma revisão de como organizações podem integrar sistemas de gestão da qualidade e segurança de produtos, meio ambiente, saúde e segurança do trabalho. CONTEÚDO I. SUMÁRIO EXECUTIVO 2 II. EMBALAGENS E A SEGURANÇA DE ALIMENTOS 3 III. ANÁLISE COMPARATIVA DA INICIATIVA GLOBAL PARA A SEGURANÇA DE ALIMENTOS (GFSI) PARA EMBALAGENS DE ALIMENTOS 4 IV. UMA VISÃO GERAL DA ISO E PAS V. COMBINANDO OS ESQUEMAS DE SEGURANÇA DE EMBALAGENS DE ALIMENTOS com AQUELES RELACIONADAS COM MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA E QUALIDADE 12 VI. CONCLUSÃO 13 1

3 I. SUMÁRIO EXECUTIVO Embalagens desempenham um papel vital na preservação da segurança e qualidade de nossos produtos alimentícios. No entanto, como em qualquer etapa dentro da cadeia de fornecimento de alimentos, as coisas podem dar errado, o que no fim das contas afeta a saúde e bem-estar do consumidor. Isto leva a potenciais consequências a fabricantes de alimentos e fabricantes de embalagens de alimentos em termos de perda de reputação, negócios e processos. A principal causa de recall de produtos alimentícios é embalagem de alimentos rotulada de forma errada, o que diminui a confiança do consumidor e impacta fortemente a indústria alimentícia com perda de receita. Em 2005, a Organização Internacional de Normalização publicou a ISO Sistemas de Gestão da Segurança de Alimentos Requisitos para Quaisquer Organizações dentro da Cadeia de Alimentos, que se baseou na Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC). Fabricantes haviam usado o sistema APPCC por anos para avaliar ingredientes e processos, bem como para prevenir ou reduzir a contaminação de produtos. Fabricantes de alimentos logo perceberam o potencial de consolidação em uma única norma de gestão de segurança de alimentos nesta norma ISO com base no sistema APPCC Codex Alimentarius, e como, em cada um dos níveis da cadeia de alimentos, ela tornava mais fácil treinar, implementar e auditar a gestão da segurança de alimentos. A Iniciativa Global para a Segurança de Alimentos (GFSI) aceitou a ISO 22000, e logo depois a PAS 220 Programas de Pré-Requisitos para a Fabricação de Alimentos foi desenvolvida para associar-se com a ISO 22000, preenchendo a lacuna exigida para o reconhecimento pela GFSI. As duas normas juntas tornaram-se a norma de Certificação de Sistemas de Segurança de Alimentos (FSSC) Cientes da necessidade de estender o reconhecimento da ISO para as embalagens de alimentos, um grupo de empresas líderes globais de fabricantes de embalagens e alimentos (inclusive da indústria de embalagens: Alpha, Amcor, Owens-Illinois, Rexam e TetraPak; e da indústria de fabricação de alimentos: The Coca- Cola Company, Danone, Nestlé, Kraft Foods e Unilever) desenvolveram a Especificação Disponível ao Público (PAS) 223 Programas de Pré-Requisitos e Requisitos de Projeto para a Segurança de Alimentos na Fabricação e Fornecimento de Embalagens de Alimentos. A PAS 223 aplica-se a todas as organizações, independente do porte e complexidades, fabricantes de embalagens de alimentos. Ela especifica os requisitos para o estabelecimento, implementação e manutenção de programas de pré-requisitos (PPRs) e requisitos de projeto para auxiliar no controle dos perigos à segurança de alimentos durante a fabricação de embalagens de alimentos. Com a extensão do esquema de certificação FSSC para a inclusão de embalagens de alimentos usando a PAS 223, e a revisão das diretrizes da GFSI para incluir requisitos de segurança de alimentos para embalagens de alimentos, a PAS 223 acrescenta uma outra ligação na abordagem de pontaa-ponta da cadeia de fornecimento de acordo com a ISO para gerenciar a segurança de alimentos. Fabricantes de alimentos apreciam a abordagem comum da ISO e PAS 223. Com estas duas normas, fabricantes de embalagens e alimentos podem trabalhar juntos sob um sistema de gestão da segurança de alimentos para aumentar a confiança dos consumidores e reduzir as embalagens relacionadas com problemas de segurança de alimentos. 2

4 II. EMBALAGENS E A SEGURANÇA DE ALIMENTOS Embalagens desempenham um papel vital na preservação da segurança e qualidade de produtos alimentícios ao longo da cadeia de alimentos, ao assegurar que: Vida de prateleira é maximizada Alimentos não foram adulterados Informações sobre segurança, preparo e valor nutricional dos alimentos estão presentes Informações sobre a data e local de fabricação estão presentes Assim como em todas as etapas da cadeia de fornecimento, o processo de fabricação de embalagens de alimentos tem o potencial de introduzir perigos (químicos, microbiológicos e físicos) e contaminar os alimentos, com potenciais efeitos à segurança dos consumidores. Há legislações em muitos países para prevenir a migração química nociva de materiais em contato com alimentos que poderiam ameaçar a saúde humana, bem como regulamentações que exigem que materiais em contato com alimentos sejam fabricados em conformidade com boas práticas de fabricação. Isto significa que materiais em contato com alimentos devem ser rastreáveis em todas as etapas da fabricação, processamento e distribuição, bem como cumprir medidas específicas (ex. limites de migração e documentos de conformidade). O sistema formal de gestão da segurança de alimentos, avaliado por terceiros, geralmente é aceito como o sistema essencial estabelecido para gerenciar estes requisitos regulatórios de segurança de alimentos. A CRESCENTE PRESSÃO PARA O USO DE MATERIAL RECICLADO A crescente pressão para o uso de materiais reciclados na fabricação de embalagens de alimentos apresenta seus próprios riscos à segurança de alimentos. Cientistas do governo suíço relataram recentemente quantidades de óleos minerais entre 10 e 100 vezes acima do limite acordado em alimentos como macarrão, arroz e cereais vendidos em embalagens de papel feitas a partir de papelão reciclado. Como resultado, empresas de cereais (Jordans, Kellogg s e Weetabix) tomaram medidas para reduzir a quantidade de óleo mineral em suas embalagens. Novos materiais à base de amido, açúcares e fibras vegetais se tornarão mais disponíveis no futuro devido à economia de energia e uma baixa emissão de carbono envolvida na sua fabricação. O uso pretendido destes materiais e seu desenvolvimento e fabricação devem, no entanto, ser plenamente avaliados e controlados para limitar o risco de perigos aos alimentos que começam por meio destes novos materiais de embalagens de alimentos. PERIGOS RELACIONADOS COM PRODUTOS ALIMENTÍCIOS ROTULADOS DE FORMA ERRADA A causa número um de recalls no Reino Unido e EUA ano passado foi produto alimentício rotulado de forma errada. Rotulagem incorreta e embalagens misturadas enviadas aos fabricantes de alimentos podem ser culpadas, o que custa milhões à indústria e ainda mais a alguns fabricantes sua reputação. Em produtos alimentícios rotulados de forma errada, de alergênicos não identificados constituem o principal problema com as embalagens. Quando uma pessoa alérgica a um ingrediente consome um produto alimentício que contendo este ingrediente alergênico, as consequências podem ser sérias e em alguns casos, fatais. Produtos dietéticos especiais, que forem rotulados de forma errada (ex. produtos sem gordura e sem açúcar acondicionados em embalagens de produtos comuns) levam a sérias consequências para diabéticos ou consumidores Kosher. Se produtos sensíveis à temperatura forem rotulados de forma errada e, subsequentemente, não possuem requisito de armazenamento, preparo ou informações sobre antes-do-uso, isso pode levar potencialmente ao risco de multiplicação de microrganismos patogênicos (ex.: E. Coli) e resultar em intoxicação alimentar pelo consumo. PERIGOS RELACIONADOS À CONTAMINAÇÃO A presença de alergênicos em embalagens de alimentos, a partir de matérias-primas intencionais ou de contaminação cruzada (durante o armazenamento, processamento ou transporte, desde matérias-primas até produtos acabados), é reconhecida como potencialmente séria pelos fabricantes de alimentos. O uso do sistema APPCC e a implementação de boas práticas de fabricação (na forma de PPRs) permitem o controle efetivo da gestão de alergênicos. Contaminação por vidro e a fabricação de recipientes de vidro defeituosos também podem ser um risco sério aos produtos alimentícios e representar um outro perigo à segurança de alimentos a partir da fabricação de embalagens. Um programa de controle de vidro e plástico frágil junto com uma análise apropriada de perigos e avaliação de riscos é essencial para reduzir o risco de fragmentos e quebra contaminando os alimentos Muitos outros problemas em potencial de segurança de alimentos relacionados com embalagens também precisam ser tratados e controlados por um sistema eficaz de gestão da segurança de alimentos, incluindo: bolor; manchas/ mau odores; evidência de infestação de pragas; vazamento do produto/ recipientes defeituosos; contaminação por substâncias químicas; atmosfera modificada incorreta e tinta transferível. COOPERAÇÃO PARA HARMONIZAR TODOS OS SISTEMAS DE SEGURANÇA DE ALIMENTOS Tudo isso enfatiza que os perigos relacionados à embalagem e materiais de rotulagem são tão sérios quanto aqueles relacionados aos alimentos. A cooperação entre o fabricante de embalagens e o de alimentos é essencial para certificar que todos os sistemas de segurança de alimentos estejam harmonizados. Fabricantes de embalagens precisam saber quais controles os fabricantes de alimentos possuem em vigor e viceversa. O uso da ISO como um sistema único de gestão da segurança de alimentos tornará mais fácil o treinamento, implementação e auditoria de gestão da segurança de alimentos em cada um dos níveis da cadeia de alimentos. Isto, junto com a PAS 223, para a indústria de embalagens de alimentos, significa um sistema eficaz com base em riscos para o controle e redução dos perigos à segurança de alimentos e demonstra diligência devida. 3

5 III. ANÁLISE COMPARATIVA DA INICIATIVA GLOBAL PARA A SEGURANÇA DE ALIMENTOS (GFSI) PARA EMBALAGENS DE ALIMENTOS A Iniciativa Global para a Segurança de Alimentos (GFSI) possui o propósito principal de assegurar a segurança dos alimentos que chega aos consumidores em escala internacional, como resposta aos temores quanto à segurança de alimentos no início dos anos A GFSI também conduz a indústria global de alimentos em direção a uma abordagem harmonizada para sistemas de gestão da segurança de alimentos com uma visão de desenvolver eficiências, promover transparência, guiar economia de custos e estabelecer uma plataforma para a melhoria contínua. Isto levou ao desenvolvimento do Documento Orientativo da GFSI um documento multipartidário que estabelece os requisitos para esquemas de gestão da segurança de alimentos e proporciona uma estrutura para analisar comparativamente estes esquemas. O Documento Orientativo da GFSI (Sexta Edição, 2ª. Tiragem Versão 6.1, emitido em Agosto de 2011) incorpora os elementos-chave que deverão ser implementados para o reconhecimento dos requisitos de segurança de alimentos para a produção de Embalagens de Alimentos (Parte III, Escopo M). Estes elementos-chave incluem: Sistemas de Gestão da Segurança de Alimentos Boas Práticas e requisitos de APPCC (GAP/BPF/BPD) Requisitos para o fornecimento de sistemas de gestão de segurança de alimentos Os esquemas de gestão da segurança de alimentos podem agora submeter seus padrões para começarem o processo de análise comparativa e receber o reconhecimento para este escopo. Espera-se que o fundamento da FSSC submeterá seus esquemas para embalagens de aumentos (ISO PAS 223) à GFSI para o processo de análise comparativa. 4

6 IV. UMA VISÃO GERAL DA ISO E PAS 223 A norma internacional ISO 22000:2005 especifica os requisitos para um sistema de gestão da segurança de alimentos com base em quatro elementos-chave: Comunicação interativa Sistema de gestão Programas de pré-requisitos Princípios de APPCC A ISO está alinhada com a ISO 9001 e envolve a abordagem de sistemas de gestão: Planejar Fazer Verificar Agir A ISO foi projetada para ser aplicável a todas as organizações dentro da cadeia de alimentos: de produtores de ração animal e produtores primários aos fabricantes de alimentos; fabricantes de embalagens de alimentos; operadoras de transporte e armazenamento às lojas de varejo e serviços alimentação; bem como outras indústrias de apoio (fabricação de equipamentos, agentes de limpeza, aditivos e ingredientes). O sistema de Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), desenvolvido pelo Codex Alimentarius (a organização da FAO/WHO (Organização para a Agricultura e Alimentação/OMS Organização Mundial da Saúde) que estabelece os padrões de segurança de alimentos que são adotados pelos países em todo o mundo), é a base para a ISO O sistema APPCC envolve uma abordagem sistêmica para a identificação de perigos aos alimentos, sejam químicos (inclusive alergênicos), físicos ou microbiológicos. O sistema APPCC também estabelece Pontos Críticos de Controle (PCC) com limites críticos monitorados que determinam ações prédefinidas, caso estes limites críticos sejam excedidos. A validação do sistema APPCC é essencial antes dele ser implementado e a verificação contínua do sistema é uma parte integrante do controle. Se alterações forem feitas a qualquer uma das especificações do produto, uso pretendido ou processos de fabricação, o sistema APPCC necessita ser re-validado e, é apenas com o retorno e análise crítica regular pela direção que a melhoria contínua é implementada. A maioria dos perigos à segurança de alimentos é controlada por meio da implementação de Programas de Pré- Requisitos (PPrs). Para a fabricação de embalagens de alimentos, estes foram definidos pela PAS 223: programas de pré-requisitos e requisitos de projeto para a segurança de alimentos na fabricação e fornecimento de embalagens de alimentos, que se aplica a todos os fabricantes de embalagens de alimentos. A PAS 223 fornece os tijolos de construção para boas práticas de fabricação e/ou de higiene. Estas incluem requisitos para: o estabelecimento; leiaute e espaço de trabalho; utilidades; resíduos; conformidade de equipamentos e manutenção; materiais e serviços adquiridos; contaminação e migração; limpeza; controle de pragas; higiene pessoal e instalações; retrabalho; procedimentos de recolhimento; armazenamento e transporte; informações sobre embalagem de alimentos e conscientização do consumidor; proteção do alimento e projeto e desenvolvimento de embalagens de alimentos. A PAS 223 inclui projeto por causa do potencial risco à segurança de alimentos que pode surgir se embalagens de alimentos não forem adequadas para o propósito pretendido. Dada a natureza diversa das embalagens de alimentos, nem todos os requisitos se aplicarão em igual medida a uma organização e portanto, requer-se uma avaliação de perigos e riscos à segurança de alimentos antes de que cada requisito seja implementado e justificativa dada para quaisquer exclusões ou medidas alternativas. CERTIFICAÇÃO ISO 22000:2005 Escopo O escopo se concentra nas medidas de 5

7 controle para serem implementadas a fim de assegurar que os processos estejam em vigor para atender aos requisitos de clientes e regulatórios de segurança de alimentos. Os tipos de organizações dentro da cadeia de alimentos para as quais esta norma se aplica são aquelas que estão direta ou indiretamente envolvidas em uma ou mais etapas da cadeia de alimentos, independente do porte ou complexidade da organização. Referência Normativa Esta se refere a materiais que podem ser usados para determinar as definições associadas com termos e vocabulário utilizados no documento da norma ISO. Termos e Definições Num esforço para manter a consistência e encorajar o uso da terminologia comum, a seção de termos e definições da ISO 22000:2005 faz referência ao uso das 82 definições encontradas na ISO 9001:2008 e lista as definições que são específicas a esta aplicação. A lógica por trás da seção de definições é dar clareza da terminologia e promover o uso de uma linguagem comum. Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos Na seção de sistemas de gestão da segurança de alimentos, a ênfase está em estabelecer, documentar, implementar e manter um sistema eficaz de gestão da segurança de alimentos. Isto inclui procedimentos e registros que são necessários para assegurar desenvolvimento, implementação e atualização eficazes do sistema de gestão da segurança de alimentos. Responsabilidade da Direção A seção sobre responsabilidade da direção descreve o comprometimento da alta direção com a implementação e manutenção do sistema de gestão da segurança de alimentos. Elementos-chave desta cláusula incluem: a designação de um líder e uma equipe de segurança de alimentos; estabelecimento de políticas claras; metas; planos de contingência de emergência e responsabilidades juntamente com o estabelecimento de mecanismos eficazes de comunicação dentro da organização e com fornecedores e clientes. Análises críticas pela direção programadas regularmente garantem que a alta direção está ciente da situação do sistema e que ações são autorizadas para corrigir não-conformidades, bem como melhoram de forma contínua o sistema de gestão da segurança de alimentos Gestão de Recursos Um sistema de gestão da segurança de alimentos implementado de forma eficaz requer que a alta direção providencie recursos, orçamentos e pessoal adequados para operar o sistema efetivamente. Treinamentos programados documentados e avaliações do pessoalchave, bem como a disponibilização de um ambiente de trabalho e infraestrutura seguros são cruciais para a continuidade do sistema. Planejamento e Realização de Produtos Seguros Esta seção incorpora os elementos de Boas Práticas de Fabricação (BPF) e Análise de Perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC), incluindo quaisquer requisitos regulatórios aplicáveis à organização e aos processos. Requeremse programas de pré-requisitos adequados (ex.: treinamento, sanitização, manutenção, rastreabilidade, análise de fornecedores, controle de produtos não-conformes e procedimentos de recall) tratem de requisitos gerais para proporcionar uma base para a produção de alimentos seguros. Validação, Verificação e Melhoria do Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos A fim de manter e demonstrar a eficácia do sistema de gestão da segurança de alimentos, a organização deve validar que todas as hipóteses utilizadas dentro do sistema são cientificamente confiáveis. Além disso, a organização deve planejar, conduzir e documentar verificações regulares de todos os componentes do sistema para avaliar se o sistema está ou não operando como planejado ou se modificações são necessárias. A verificação deve também fazer parte de um processo contínuo de melhoria, pelo qual a organização analisa criticamente a verificação. A CERTIFICAÇÃO PAS 223:2011 A Instituição Britânica de Normalização (BSI) estabeleceu a PAS 223:2011 e ela entrou em vigor em 1º de Julho de Desenvolvida por um Grupo Diretor que conduz empresas globais de embalagens e fabricação de alimentos (incluindo da indústria de embalagens: Alpha, Amcor, Owens-Illinois, Rexam e TetraPak; e da indústria de fabricação de alimentos: The Coca-Cola Company, Danone, Nestle, Kraft Foods e Unilever), a PAS 223 especifica os requisitos para o estabelecimento, implementação e manutenção de programas de prérequisitos (PPRs) e requisitos de projeto para auxiliar o controle de perigos à segurança de alimentos durante a fabricação de embalagens de alimentos. A PAS 223 tem como propósito apoiar o sistema de gestão das organizações fabricantes de embalagens de alimentos a atender aos requisitos dos PPRs especificados pela ISO A PAS 223 aprimora os requisitos dos PPRs da ISO com a inclusão de requisitos específicos relativos à indústria de embalagens de alimentos (ex.: contaminação e migração química). Além dos requisitos para manter um ambiente higiênico, a PAS 223 também incorpora requisitos de projeto, como identificação de riscos à segurança de alimentos oriundos do uso pretendido da embalagem, deve ser inteiramente compreendido na etapa de projeto, caso embalagens não sejam adequadas para o uso pretendido. A PAS 223 aplica-se a todas as organizações que fabricam embalagens de alimentos, independente de seu porte ou complexidades, ainda que 6

8 devido à natureza diversa da indústria de embalagens de alimentos, nem todos os requisitos especificados pela PAS 223 são aplicáveis a todas as organizações. Ao invés disso, organizações devem conduzir uma avaliação documentada de perigos e riscos à segurança de alimentos (que inclua todos os requisitos) e para quaisquer exclusões feitas ou medidas alternativas, estas precisam ser justificadas dentro da avaliação de perigos e riscos à segurança de alimentos. A PAS 223 não se propõe a ser uma norma autônoma e deve ser utilizada em conjunto com a BS EN ISO OS REQUISITOS DA PAS 223: Estabelecimento Leiaute e local de trabalho Utilidades Resíduos Adequação e manutenção de equipamentos Materiais e serviços adquiridos Contaminação e migração Limpeza Controle de pragas Higiene pessoal e instalações Retrabalho Procedimentos de recolhimento Armazenamento e transporte Informações das embalagens de alimentos e conscientização do consumidor Proteção dos alimentos, biovigilância e bioterrorismo Projeto e desenvolvimento de embalagens de alimentos CERTIFICAÇÃO FSSC Em 15 de Julho de 2011, a Fundação para Certificação de Sistemas de Segurança de Alimentos (FSSC) anunciou que o escopo do esquema de certificação FSSC seria estendido para cobrir fabricação de materiais de embalagem, devido à recente publicação da PAS 223. Isto está alinhado com o compromisso da FSSC de expandir o escopo de certificação nos setores da cadeia de fornecimento de alimentos, com base na ISO e especificações técnicas dos PPRs. A FSSC para embalagens de alimentos requer o atendimento de cada um dos seguintes itens: Sistema de Gestão da Segurança de Alimentos ISO Programas de Pré-Requisitos PAS 223 Requisitos Adicionais (3 requisitos adicionais) 1. Inventário das Regulamentações Aplicáveis A organização fabricante de alimentos deve possuir um inventário de: Requisitos estrangeiros, regulatórios e estatutários aplicáveis à segurança de alimentos, inclusive aqueles aplicáveis a: matérias-primas/ serviços prestados e produtos fabricados/entregues Códigos de práticas aplicáveis à segurança de alimentos, requisitos de clientes relativos à segurança de alimentos, quaisquer outros requisitos adicionais à segurança de alimentos determinados pela organização; O sistema de segurança de alimentos deverá assegurar e demonstrar conformidade com estes requisitos. 2. Especificação de Serviços A organização fabricante de alimentos deverá assegurar que todos os serviços (incluindo utilidades, transporte e manutenção) que possam ter impacto sobre a segurança de alimentos: Tenham requisitos específicos; Sejam descritos em documentos na proporção necessária para conduzir uma análise de perigos; Sejam gerenciados em conformidade com os requisitos da BSI-PAS 220, cláusula Supervisão de Pessoal de Segurança de Alimentos em relação aos Princípios Aplicáveis à Segurança de Alimentos A organização deverá assegurar a supervisão eficaz do pessoal quanto à aplicação correta dos princípios e práticas de segurança de alimentos proporcionais as suas atividades. BENEFÍCIOS DA FSSC O maior benefício da FSSC (que incorpora a ISO e PAS 223) é a abrangência da certificação como uma norma de sistema de gestão da segurança de alimentos. A FSSC proporciona: Uma estrutura para que organizações desenvolvam seus sistemas de gestão da segurança de alimentos com flexibilidade para possibilitar que elas escolham o método mais adequado para estabelecerem e implementarem seus próprios sistemas para atingir seus próprios objetivos quanto à segurança de alimentos; Requisitos abrangentes que detalham como organizações podem conduzir uma avaliação de perigos eficaz para determinar os controles de produção que são necessários para a fabricação de produtos seguros; Uma análise crítica do sistema a ser atualizada em intervalos planejados com o propósito de melhoria contínua do sistema; Um conjunto aprimorado de requisitos sobre conformidade com a segurança de alimentos, tanto legais quanto do cliente (um dos elementos-chave na norma FSSC); Fácil integração com o sistema de gestão já existente na organização ou outros sistemas estabelecidos (isto é: sistemas de gestão da qualidade, sistema de gestão ambiental etc.); Organizações menores ou menos estruturadas recebem auxílio para implementar o sistema com apoio de um especialista externo; Os requisitos dos PPRs (como especificados pela norma PAS 223) 7

9 estabelecidos especificamente para a indústria de embalagens; Benefícios aos fornecedores de materiais de embalagem para que possam se alinhar com muitas das grandes marcas (que já tenham adotado a norma FSSC). PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Os processos de certificação consistem de seis passos: Passo A Uma proposta é disponibilizada pelo organismo certificador com base no porte e natureza da sua organização e você pode prosseguir para a auditoria por meio da aceitação da proposta. Passo B Há então um estágio opcional de pré-auditoria que é frequentemente útil para a identificação de quaisquer fraquezas em seus sistemas e na construção da confiança antes da auditoria formal. Passo C A primeira parte da auditoria formal é o Estágio 1 Análise Documental. Esta auditoria na unidade avalia a conformidade do sistema documentado da organização com os requisitos da norma. Como parte desta auditoria assegura a precisão e completude da identificação de perigos, determinação de PCC e que programas de pré-requisitos estejam implementados e apropriados à empresa. Após este estágio o restante da auditoria poderá então ser planejado de maneira eficaz e os elementos-chave do sistema passar por um exame inicial. Um relatório identificando quaisquer preocupações ou não-conformidades observadas, para que ações sejam tomadas imediatamente, caso sejam necessárias, será enviado. Passo D Esse é o Estágio 2 do processo inicial de auditoria. A auditoria inclui entrevistas com funcionários, além de análise de registros. A observação das práticas de trabalho determina o quão de fato processos estão em conformidade com a norma e com seu próprio sistema de documentação. Ao final deste estágio, as constatações da auditoria são apresentadas juntamente com outras observações e oportunidades de melhoria. Assim que as nãoconformidades forem tratadas, uma revisão técnica da auditoria será então conduzida por um gerente de certificação autorizado para confirmar a emissão de um certificado. Passo E Visitas de manutenção serão programadas em intervalos de seis ou 12 meses. Durante as visitas, a implementação do plano de ação é analisada para tratamento das não-conformidades anteriores e certas partes obrigatórias e outras partes selecionadas do sistema são examinadas quanto ao alinhamento com o plano de auditoria disponibilizado. Passo F Pouco antes do terceiro aniversário da certificação inicial, uma visita de rotina será estendida para possibilitar uma auditoria de re-certificação. Visitas de manutenção serão continuadas, como anteriormente, num ciclo de três anos. 8

10 PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO DA FSSC AUDITORIA INICIAL - ESTÁGIO I Avaliação da documentação, escopo, recursos do SGSA e preparo para o Estágio II AUDITORIA INICIAL - ESTÁGIO II Avaliação da implantação e eficácia do SGSA Reunião de fechamento e confirmação de quaisquer não-conformidades Correções da auditoria inicial e término das ações corretivas Nenhuma não-conformidade identificada Ações corretivas incompletas ou insatisfatórias Evidências de ações corretivas e preventivas avaliadas por um organismo certificador (OC) através de evidências documentais ou re-auditoria. Encerramento bem-sucedido documentado. Nenhuma emissão de certificado Análise crítica independente e certificação completa Decisão de certificação tomada pelo OC Auditorias contínuas de manutenção (ver fluxograma de auditorias de manutenção) 9

11 AUDITORIAS DE MANUTENÇÃO DA FSSC (Uma série de auditorias de manutenção é programada (pelo menos uma ao ano) para assegurar a melhoria contínua.) PROCESSO DE AUDITORIAS DE MANUTENÇÃO DA FSSC Após a emissão do certificado, auditorias contínuas de manutenção pré-programadas ocorrerão pelo menos uma vez ao ano Um relatório de auditoria de manutenção é finalizado, detalhando as constatações da auditoria e não-conformidades são documentadas Não-conformidades identificadas Não-conformidades menores identificadas Nenhuma nãoconformidade identificada Correção e ações corretivas devem ser tomadas e validadas pelo auditor, por meio de re-auditoria ou evidência documental Correção e plano de ações corretivas devem ser submetidos e verificados. Verificação completa das ações corretivas durante a próxima visita devida Sem correções ou ações corretivas tomadas/ações sem eficácia Sem correção ou submissão de plano de ações corretivas Decisão tomada para a suspensão ou retirada do certificado Decisão tomada para a suspensão ou retirada do certificado Correção e ações corretivas aceitáveis Continuação das visitas de manutenção Recertificação a cada três anos 10

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13 V. COMBINANDO OS ESQUEMAS DE SEGURANÇA DE EMBALAGENS DE ALIMENTOS COM AQUELES RELACIONADOS COM MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO E CONTROLE DE QUALIDADE Enquanto é importante para a indústria de embalagens de alimentos assegurar que produtos seguros sejam produzidos por meio do estabelecimento e implementação de sistemas de gestão da segurança de alimentos, organizações de grande porte também precisam tratar diversos outros assuntos. Estes incluem: o impacto ambiental de todos os tipos de embalagens; resíduos de embalagens e requisitos de saúde e segurança dos funcionários. Devido a isto é relativamente comum dentro da indústria de embalagens implementação de normas de sistema de gestão múltiplas. Gerenciar cada uma das auditorias e certificações exigidas individualmente pode ser um processo que demanda tempo e custos. As auditorias frequentemente cobrem áreas similares, logo uma determinada área das operações da organização pode se encontrar embarcando constantemente em períodos de auditoria, caso todas elas sejam realizadas separadamente. Uma organização pode estabelecer um sistema de gestão integrado que cobra todas as normas de sistemas de gestão, qualidade e segurança de produtos, meio ambiente, saúde e segurança do trabalho, que auxilie no alinhamento interno de diferentes sistemas de gestão com resultados de eficiência geral ainda maiores. A série de normas ISO, que compartilham requisitos comuns para sistemas de gestão, pode ser facilmente integrada sob um único sistema (ex.: conjunto único de políticas e objetivos, um planejamento de gestão e sessão de análise crítica, bem como melhoria contínua que cubra sistemas de gestão da segurança e qualidade de alimentos, saúde e segurança do trabalho e meio ambiente). Isto pode então se transformar numa auditoria única que trate todos os requisitos e leve à certificação de acordo com múltiplas normas. A tabela abaixo demonstra como os requisitos dos sistemas de gestão para o esquema FSSC também aparecem dentro das cláusulas de outros esquemas-padrão de certificação da indústria: SIMILARIDADES DOS REQUISITOS DE SISTEMA DE GESTÃO AO LONGO DE UMA VARIEDADE DE ESQUEMAS OBRIGATÓRIOS DE CERTIFICAÇÃO Requisitos de Sistema de Gestão FSSC ISO 9001 ISO OHSAS Sistemas Gerais de Gestão ,4.4.4, e ,4.4.4, e Responsabilidade da Direção , 4.2, 4.3, 4.4.1, e , 4.2, 4.3, 4.4.1, e 4.6 Gestão de Recursos e and Fabricação de Produtos e Controle Operacional , 4.3.2, 4.4, e , 4.3.2, 4.4, e Medição, Análise e Melhoria

14 VI. CONCLUSÃO Para a indústria global de embalagens de alimentos, a PAS 223 juntamente com a ISO busca trazer confiança às práticas do sistema de gestão da segurança de alimentos. A publicação da PAS 223 Programas de Pré-Requisitos e requisitos de projeto para segurança de alimentos na fabricação e fornecimento de embalagens de alimentos e sua inclusão no esquema de certificação de sistemas de segurança de alimentos FSSC 22000; junto com a revisão das diretrizes da GFSI para a inclusão de requisitos de segurança de alimentos para embalagens de alimentos, significa que muitas das empresas de embalagens buscarão a ISO em parceria com a PAS 223 para gerenciar seus riscos à segurança de alimentos e demonstrar a devida diligência. Isto acrescenta um outro elo à abordagem da ISO de ponta-a-ponta para a cadeia de fornecimento para a gestão da segurança de alimentos. O indicativo da abordagem, com base em processos dos sistemas de gestão da ISO, e a cultura da melhoria contínua aumentarão a eficiência e desempenho das organizações ao assegurar uma filosofia de cliente em primeiro lugar. Uma vez combinados com o sistema baseado no APPCC/PPR da FSSC 22000, os controles necessários ao fabricante de embalagens de alimentos para gerenciar os riscos à segurança de alimentos e atender às expectativas dos clientes. SOBRE OS AUTORES Supreeya Sansawat Gerente Global de Alimentos da SGS Supreeya Sansawat possui mais de 17 anos de experiência em garantia de qualidade na indústria de alimentos, o que inclui auditorias e treinamento. Supreeya possui experiência em auditoria em vários sistemas de segurança de alimentos, incluindo BPF, APPCC Holandês, SQF, ISO 22000, ISO 9001, BRC e GlobalGAP e já realizou mais de 1000 auditorias. Ela é agora responsável por todo o desenvolvimento técnico de nossas soluções de segurança de alimentos, incluindo manutenção e melhoria de auditores de segurança de alimentos e qualificação de instrutores para todos os esquemas reconhecidos pelo GFSI, assim como outras normas relacionadas à indústria de alimentos. John Terry Gerente Global de Produtos, Garantia de Cadeia de Fornecedores de Alimentos da SGS John possui nível de honra em Nutrição e é mestre em Controle de Alimentos; passou sua carreira trabalhando como profissional técnico de alimentos. Sua experiência cobre certificação e acreditação de sistemas de gestão da segurança de alimentos, desenvolvimento de normas e implementação de APPCC e programas de pré-requisito em empresas de alimentos. Ele tem estado envolvido ativamente com o comitê da ISO responsável pela ISO há muitos anos. SOBRE A SGS A SGS é a empresa líder mundial em inspeções, verificações, testes e certificações. Reconhecida como referência global de qualidade e integridade, empregamos mais de pessoas e operamos uma rede de mais de escritórios e laboratórios em todo o mundo. Olhamos além das expectativas de clientes e da sociedade, a fim de prestar serviços de liderança ao mercado onde quer que sejam necessários. A SGS auxilia a aprimorar a segurança e qualidade de alimentos com um conjunto de soluções de controle abrangente e de custos efetivos que inclui auditorias, testes, inspeções, soluções técnicas e treinamento. Estes serviços podem ser disponibilizados separadamente ou fazer parte de um pacote integrado de medidas para ajudar a sua empresa a melhoria de maneira contínua a cultura de segurança de alimentos, qualidade e desenvolvimento sustentável. Ser parceiro da SGS abre portas para a realização de processos ainda melhores, pessoas cada vez mais habilidosas e talentosas, cadeias de fornecimento consistentes e conformes e relações mais sustentáveis com clientes, o que proporciona vantagens competitivas rentáveis. Trabalhe com o líder leve seu compromisso ao próximo estágio de sistemas de gestão da segurança de alimentos. Nós temos uma história de realização e execução bem sucedida de projetos internacionais complexos de larga escala. Com presença em todas as regiões ao redor do planeta, nosso pessoal fala o idioma e entende a cultura do mercado local, além de operar globalmente de forma consistente, confiável e eficaz. A SGS é o organismo independente líder em ajudar organizações a melhorar seu desempenho relacionando com o desenvolvimento sustentável. PARA MAIS INFORMAÇÕES, VISITE OU ENVIE UM PARA 13

15 NOTA DE DIREITOS AUTORAIS As informações contidas neste documento representam a visão atual da SGS SA sobre os assuntos discutidos a partir da data de publicação. Devido ao fato da SGS ter de responder às condições mutáveis do mercado, isso não deve ser interpretado como um compromisso da parte da SGS, e a SGS não pode garantir a precisão de quaisquer informações apresentadas após a data da publicação. Este Guia Técnico é meramente informativo. A SGS não dá qualquer garantia, expressa, sugerida ou estatutária, quanto às informações contidas neste documento. Atender a todas as leis aplicáveis de direitos autorais é responsabilidade do usuário. Nenhuma das partes deste documento pode ser reproduzida, mantida ou introduzida em um sistema de recuperação, ou transmitida de qualquer forma ou por quaisquer meios (eletrônicos, mecânicos, fotocópias, gravações ou de outras formas), ou para quaisquer fins, sem autorização expressa por escrito da SGS. A SGS poderá ter patentes, aplicações de patentes, marcas registradas, direitos autorais, ou outros direitos de propriedade intelectual que cubram o tema deste documento. Exceto se expressamente indicado em qualquer acordo de licença por escrito por parte da SGS, o fornecimento deste documento não dá qualquer licença sobre estas patentes, marcas registradas, direitos autorais ou outras propriedades intelectuais. QUALQUER REPRODUÇÃO, ADAPTAÇÃO OU TRADUÇÃO DESTE DOCUMENTO SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA POR ESCRITO É PROIBIDA, EXCETO SE PERMITIDO PELAS LEIS DE DIREITOS AUTORAIS. SGS SA TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. 14

16 2011 SGS SA. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.

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