Diagnóstico diferencial da sonolência diurna excessiva

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diagnóstico diferencial da sonolência diurna excessiva"

Transcrição

1 V Curso de Ventilação Mecânica II Curso de Sono Novotel Jaraguá - São Paulo/SP 22 a 24 de março de 2012 Diagnóstico diferencial da sonolência diurna excessiva Stella Marcia A. Tavares Coordenadora do Laboratório de Sono da Neurofisiologia Clínica do Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP Responsável pelo Setor de Polissonografia da Neurofisiologia Clínica do Hospital Israelita Albert Einstein Definiçã ção de sonolência ncia Sonolência: estado fisiológico ou não que promove o sono, o qual é revertido ou satisfeito ao se obter um sono adequado - Função biológica normal: no período de sono habitual - Sonolência anormal : fora do período de sono habitual FATORES DETERMINANTES DE SE 1. Quantidade de sono 2. Qualidade de sono 3. Faixa etária 4. Ritmo circadiano 5. Medicações/Drogas 6. Patologias (Roehrs et al, 2000)

2 1. QUANTIDADE DE SONO intensidade da SE: diretamente relacionada à quantidade de sono noturno privação parcial ou total de sono em indivíduos normais: sonolência diurna, avaliada objetivamente pelo teste das múltiplas latências restrições leves (1h/noite) levam a aumento progressivo de sonolência diurna reversão se há aumento do tempo de sono noturno Privaçã ção voluntária de sono é a causa mais comum de SE. 2. QUALIDADE DE SONO sonolência ncia diurna também m está associada com qualidade e continuidade de sono noturno 2. QUALIDADE DE SONO vários fatores podem causar despertares breves (microdespertares) que necessariamente não encurtam o período de sono mas levam a um sono fragmentado o qual pode causar SE transtornos respiratórios durante o sono atividade motora anormal como bruxismo, transtorno de movimentos periódicos dos membros durante o sono diferentes medicamentos despertares espontâneos nas insônias e em outras condições médicas como dor aguda, dor crônica, doenças sistêmicas e fatores ambientais como luz, calor, ruído, ronco do cônjuge

3 3. Faixa etária quando se avalia um paciente com queixa de SE, é essencial considerar a faixa etária pois os padrões de sono se alteram com a idade recém-nascido, lactente, criança, adolescente, adulto jovem, idoso 3. Faixa etária adolescentes: - apresentam alterações físicas, hormonais e psicológicas, assim como do sono noturno e do alerta diurno diminuição do alerta e presença de sonolência diurna manifestação de transtornos como narcolepsia, hipersônia idiopática, Síndrome de Kleine-Levin na segunda década 3. Faixa etária indivíduos duos idosos: - apresentam modificações dos padrões de sono como: aumento de latência de sono, despertares durante a noite, cochilos diurnos fragmentação do sono noturno por transtornos respiratórios/motores

4 4. Ritmo circadiano ciclo vigília-sono apresenta padrão bifásico no adulto, com dois períodos de tendência para o sono: um a noite e outro menor no período da tarde 5. Medicaçõ ções/drogas Vários agentes podem causar SE: benzodiazepínicos, barbitúricos antihistamínicos H1 antidepressivos neurolépticos anticonvulsivantes agonistas dopaminérgicos (pramipexole) beta bloqueadores álcool: agente com efeito sedativo mais comumente utilizado drogas abuso: maconha 6. Patologias SE pode ser decorrente de: transtornos comportamentais/psicofisiológicos transtornos clínicos gerais transtornos psiquiátricos transtornos neurológicos transtornos primários do sono

5 Transtornos comportamentais/psicofisiológicos - higiene de sono inadequada: hábitos incompatíveis com um esquema sono-vigília saudável - síndrome do sono insuficiente: duração de sono mais curta que a esperada para a faixa etária - hipersônia psicofisiológica: reativa a um estresse (conhecido como fuga ) Transtornos clínicos gerais diferentes doenças médicas podem estar associadas com fragmentação do sono e SE: - insuficiência cardíaca - câncer - doenças endócrinas: hipotireoidismo, acromegalia - insuficiência hepática - insuficiência renal - insuficiência respiratória - anemia grave Transtornos psiquiátricos fatores psiquiátricos, tais como depressão, devem sempre ser considerados na investigação da SE maior parte dos pacientes com depressão apresenta queixas de insônia, porém alguns podem apresentar SE apesar de depressão ter sido sempre considerada uma causa importante de SE, a demonstração de SE real ou propensão de sono importante nestes pacientes é menos comum que a queixa de fadiga ou de falta de energia

6 Transtornos neurológicos SE pode estar associada a doenças de sistema nervoso central processos tóxicos e metabólicos doenças estruturais em tálamo, hipotálamo, tronco cerebral SE também é relatada após encefalites ou trauma craniano pacientes epilépticos podem queixar-se de SE sono fragmentado e SE são comuns em doenças neurodegenerativas, incluindo Parkinson, Alzheimer Transtornos primários rios do sono - transtornos respiratórios do sono - transtorno dos movimentos periódicos dos membros - narcolepsia - hipersônia idiopática - hipersônia recorrente - transtornos do ciclo circadiano TRANSTORNO DOS MOVIMENTOS PERIÓDICOS DOS MEMBROS também conhecido como mioclonias noturnas, movimentos periódicos das pernas, movimentos periódicos do sono movimentos repetitivos e estereotipados que acometem principalmente MMII

7 TRANSTORNO DOS MOVIMENTOS PERIÓDICOS DOS MEMBROS movimentos duram de 0,5-10 segundos, ocorrendo em intervalos de 5-90 segundos dorso-flexão do pé, com extensão dos artelhos, flexão parcial do joelho e por vezes do quadril TRANSTORNO DOS MOVIMENTOS PERIÓDICOS DOS MEMBROS queixa de insônia (sono fragmentado e/ou não reparador) e/ou de sonolência diurna insônia inicial quando associado com síndrome das pernas inquietas uso de antidepressivos pode desencadear ou agravar o quadro diagnóstico de exclusão TRANSTORNO DOS MOVIMENTOS PERIÓDICOS DOS MEMBROS diagnóstico polissonográfico: registro de atividade do músculo tibial anterior índice leve: 15-25/hora índice moderado: 25-50/hora acentuado: > 50/hora ou índice despertares >25/hora

8 NARCOLEPSIA transtorno neurodegenerativo crônico, de etiologia autoimune genética ambiental, caracterizado por sonolência excessiva cataplexia alucinações hipnagógicas paralisia do sono sono noturno fragmentado NARCOLEPSIA Sonolência excessiva ataques de sono ou sonolência mais constante cochilos podem ser reparadores e com sonhos geralmente é o primeiro sintoma de narcolepsia e está presente em 100% dos casos início mais comum na segunda década de vida persiste por toda a vida NARCOLEPSIA Cataplexia episódios de perda súbita do tônus muscular de um ou mais grupos da musculatura voluntária (exceto músculos respiratórios e oculares) sempre desencadeados por emoções (raiva, susto, riso, etc) curta duração, com alerta preservado cerca de 70% dos casos patognomônico de narcolepsia pode ser muito incapacitante

9 NARCOLEPSIA Alucinações hipnagógicas experiências de percepções muito vívidas, principalmente visuais, que ocorrem na transição vigília-sono geralmente apavorantes 20-40% dos casos quando ocorrem no despertar: alucinações hipnopômpicas em indivíduos normais pós privação de sono ou em esquemas irregulares de sono NARCOLEPSIA Paralisia do sono episódios de incapacidade transitória para se mover, ocorrendo na transição vigília-sono ou sono-vigília 20-50% dos casos de narcolepsia 5% da população geral, história familiar pós-privação de sono, uso de álcool, sono irregular NARCOLEPSIA Prevalência do antígeno HLA DQB-1 População geral = 8 a 28% Narcolepsia sem cataplexia = 30 a 60% Narcolepsia com cataplexia = 88-98% Tipagem HLA: útil em casos de SE + suspeita cataplexia

10 NARCOLEPSIA Dosagem de Hipocretina-1 no LCR Níveis anormais < 110 pg/ml Narcolepsia + cataplexia: Hcr-I no CSF < 110 = 90-95%* Narcolepsia sem cataplexia: Hcr-I no CSF < 110 = 10 a 33% * Sensibilidade = 87% * Especificidade = 99% NARCOLEPSIA diagnóstico história clínica (cataplexia) Polissonografia e Teste das Latências Múltiplas de Sono SONO REM PRECOCE NARCOLEPSIA Avaliaçã ção Neurofisiológica 1. Polissonografia Latência de sono REM, eficiência sono, micro-despertares Movimentos de membros, sono REM sem atonia Pausas respiratórias 2. Teste das latências múltiplas do sono Latência média nos cinco registros < 8 minutos Dois ou mais registros com sono REM = diagnóstico

11 Diagnóstico de Narcolepsia com e sem Cataplexia 1. SE + cataplexia = diagnóstico definitivo 2. SE sem cataplexia: avaliação neurofisiológica 3. Se o TLMS for positivo = diagnóstico de narcolepsia 4. Se o TLMS for negativo: repetir PSG /TLMS em quanto tempo? Diagnóstico de Narcolepsia com e sem Cataplexia 5. Se o segundo TLMS for negativo: realizar HLA 6. Se o HLA for positivo: realizar hipocretina no LCR 7. Hipocretina LCR < 110 = Narcolepsia 8. Hipocretina LCR > 110 = não é Narcolepsia 9. Repertir LCR em quanto tempo? HIPERSÔNIA IDIOPÁTICA queixa persistente de SE, presumivelmente decorrente de um distúrbio do SNC sono noturno geralmente longo (> 8 horas) cochilos diurnos prolongados (1-2 horas), não reparadores início mais comum na segunda década de vida PSG e TLMS: sinais de hipersonolência, sem o registro de sono REM precoce

12 HIPERSÔNIA RECORRENTE Síndrome de Kleine-Levin episódios de SE com duração de dias a semanas, ocorrendo em intervalos de meses a anos fase sintomática caracteriza-se por períodos prolongados de sono (18-20 horas) hiperfagia (forma clássica), sintomas psiquiátricos (depressão, ansiedade, hiper/hipossexualidade, alucinações) início geralmente na segunda/terceira década de vida CAUSAS DE SE Patologias Induzida Privação de sono Álcool Hipnóticos Medicamentos Fatores ambientais Primárias SAOS Narcolepsia Hipersônia Idiopática Hipersônia recorrente Movi/os periódicos Secundárias Neurológica Psiquiátrica Infecciosa Metabólica Endócrina Pós-traumática ATENÇÃO COM DORMIDOR LONGO INVESTIGAÇÃ ÇÃO DA SE História de sono detalhada História clínica e psiquátrica Exames complementares Polissonografia Teste Múltiplo Das Latências Do Sono

13 POLISSONOGRAMA Pacientes com sonolência excessiva deveriam ser SEMPRE submetidos à polissonografia, exceto se sonolência for claramente secundária a privação de sono ou a uso de medicamento. TESTE MÚLTIPLO DAS LATÊNCIAS DO SONO consiste de 4-5 registros poligráficos durante o dia, realizados em intervalos de 2 horas, geralmente após um polissonograma noturno avalia: 1) rapidez para dormir em uma situação soporífera 2) aparecimento de sono REM precoce (essencial para o diagnóstico de narcolepsia) TESTE MÚLTIPLO DAS LATÊNCIAS DO SONO suspender medicações com ação no sistema nervoso central (por ex., antidepressivos, ansiolíticos, hipnóticos, estimulantes, uso crônico de álcool) aguardar pelo menos 14 dias sem qualquer medicação para a realização do TMLS

EXAMES DE NEUROFISIOLOGIA

EXAMES DE NEUROFISIOLOGIA EXAMES DE NEUROFISIOLOGIA Clínica Geral Electroencefalograma Electromiografia Potenciais Evocados Polissonografia Teste de latências múltiplas do sono Neurofeedback Teste de Criptotetania para a Fibromialgia

Leia mais

DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO OBJETIVOS CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DOS DISTÚRBIOS DO SONO AASM 2006 CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA

DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO OBJETIVOS CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DOS DISTÚRBIOS DO SONO AASM 2006 CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO CARLOS A A VIEGAS UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA OBJETIVOS Classificação dos distúrbios do sono Classificação dos distúrbios respiratórios do sono Definições: ronco, ravas (rera),

Leia mais

Sonolência Excessiva Diurna (SED)

Sonolência Excessiva Diurna (SED) Sonolência Excessiva Diurna (SED) A sonolência é queixa comum, principalmente, entre adolescentes, quase sempre por não desfrutarem de sono satisfatório. Eles dormem poucas horas à noite e, no dia seguinte,

Leia mais

Trabalho em Turnos e Impactos na Saúde

Trabalho em Turnos e Impactos na Saúde Avaliação dos impactos do trabalho em turnos noturnos na produção de citocinas inflamatórias salivares e na secreção dos hormônios rítmicos melatonina e cortisol Érica Lui Reinhardt Trabalho em Turnos

Leia mais

CURSO 21/11/2013 08:30-17:30 01: TRANSTORNOS RESPIRATÓRIOS DO SONO - DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO VERSAILLES

CURSO 21/11/2013 08:30-17:30 01: TRANSTORNOS RESPIRATÓRIOS DO SONO - DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO VERSAILLES 21/11/2013 08:30-17:30 h Curso CURSO 01: TRANSTORNOS RESPIRATÓRIOS DO SONO - DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO VERSAILLES 2 Coordenador: Adriane Zonato Coordenador: Lia Rita Bittencourt 08:30-09:00 Disturbios respiratórios

Leia mais

Pneumologia do HG. Centro Medicina Sono

Pneumologia do HG. Centro Medicina Sono 1990 Pneumologia do HG 1995 Centro Medicina Sono 2008 2014 2012 Competência e Creditação Integração no CHUC Conjunto de conhecimentos e de tecnologias que assumem que o sono é um estado biológico específico

Leia mais

TCC APLICADA AO TRATAMENTO PARA DISTÚRBIOS DE SONO.

TCC APLICADA AO TRATAMENTO PARA DISTÚRBIOS DE SONO. TCC APLICADA AO TRATAMENTO PARA DISTÚRBIOS DE SONO. Camila De Masi Teixeira Psicóloga CRP 06/94613 Formada em TCC pelo CETCC. Especialista em TCC aplicada aos Distúrbios de Sono pela UNIFESP. Mestranda

Leia mais

Perturbações do Sono. 16/ Maio 11 UPI Área de Pedopsiquiatria do CHLC Margarida Crujo

Perturbações do Sono. 16/ Maio 11 UPI Área de Pedopsiquiatria do CHLC Margarida Crujo Perturbações do Sono 16/ Maio 11 UPI Área de Pedopsiquiatria do CHLC Margarida Crujo funções do sono Antigamente - resultante de vapores quentes provenientes do estômago Aristóteles - produto de anemia

Leia mais

Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação

Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação QUÍMICA DO SONO Todos sabemos a importância de uma boa noite de sono. O que nem todos sabem é que alternância entre o dormir e estar acordado resulta da ação combinada de diversas substâncias químicas

Leia mais

Fármacos que atuam nos distúrbios degenerativos do SNC: Parkinson (DP) e Alzheimer (DA)

Fármacos que atuam nos distúrbios degenerativos do SNC: Parkinson (DP) e Alzheimer (DA) degenerativos do SNC: Parkinson (DP) e Alzheimer (DA) Prof. Dr. Gildomar Lima Valasques Junior Farmacêutico Clínico-Industrial Doutor em Biotecnologia Jequié 2015 Distúrbios degenerativos: Perda progressiva

Leia mais

Distúrbios Intrínsecos do Sono

Distúrbios Intrínsecos do Sono Distúrbios Intrínsecos do Sono Introdução A sonolência excessiva diurna (SED) é uma queixa comum, cujas causas são numerosas e incluem: Distúrbios intrínsecos do sono (por exemplo, narcolepsia, síndrome

Leia mais

Caso 1: DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO: Gravidades diferentes, abordagens diferentes. O que você espera encontrar neste exame?

Caso 1: DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO: Gravidades diferentes, abordagens diferentes. O que você espera encontrar neste exame? DISTÚRBIOS RESPIRATÓRIOS DO SONO: Gravidades diferentes, abordagens diferentes. Gleison Guimarães TE SBPT TE A.Brasileira do Sono Unidade de Pesquisa Clínica - HUCFF Caso 1: ABB, 47anos,, engenheiro. HDA:

Leia mais

TRABALHOS CIENTÍFICOS 23 DE NOVEMBRO DE 2013 09H30 ÀS 10H30 TV 01

TRABALHOS CIENTÍFICOS 23 DE NOVEMBRO DE 2013 09H30 ÀS 10H30 TV 01 TRABALHOS CIENTÍFICOS 23 DE NOVEMBRO DE 2013 09H30 ÀS 10H30 TV 01 5304 ALTERAÇÕES OFTALMOLÓGICAS EM PORTADORES DE SAOS 5305 PERFIL DOS PACIENTES ENCAMINHADOS AO INSTITUTO DO SONO DE CUIABÁ/MT PARA REALIZAÇÃO

Leia mais

Epilepsia e distúrbio de aprendizagem: tem relação?

Epilepsia e distúrbio de aprendizagem: tem relação? Epilepsia e distúrbio de aprendizagem: tem relação? Apresentação: Daniele Istile (2º ano) Maria Gabriela Cavalheiro (4ºano) Orientação: Doutoranda Thaís dos Santos Gonçalves Local: Anfiteatro da Biblioteca

Leia mais

DEMÊNCIAS. Medicina Abril 2007. Francisco Vale Grupo de Neurologia Comportamental HCFMRP-USP

DEMÊNCIAS. Medicina Abril 2007. Francisco Vale Grupo de Neurologia Comportamental HCFMRP-USP DEMÊNCIAS Medicina Abril 2007 Francisco Vale Grupo de Neurologia Comportamental HCFMRP-USP Queixa de memória, autocrítica excessiva depressão, ansiedade efeito de doença sistêmica ou medicação envelhecimento

Leia mais

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição

Fonte: Jornal Carreira & Sucesso - 151ª Edição IDENTIFICANDO A DEPRESSÃO Querida Internauta, Lendo o que você nos escreveu, mesmo não sendo uma profissional da área de saúde, é possível identificar alguns sintomas de uma doença silenciosa - a Depressão.

Leia mais

A seguir enumeramos algumas caracteristicas do TBH:

A seguir enumeramos algumas caracteristicas do TBH: OQUEÉOTRANSTORNOBIPOLARDO HUMOR(TBH)? O transtorno bipolar do humor (também conhecido como psicose ou doença maníaco-depressiva) é uma doença psiquiátrica caracterizada por oscilações ou mudanças de humor

Leia mais

III Curso de Capacitação Profissional em Medicina do Sono Crianças e Adolescentes 2013

III Curso de Capacitação Profissional em Medicina do Sono Crianças e Adolescentes 2013 III Curso de Capacitação Profissional em Medicina do Sono Crianças e Adolescentes 2013 Organização: Instituto do Sono AFIP Local: Rua: Marselhesa, 500. Vila Clementino São Paulo/ SP Período: 02/2013 a

Leia mais

Distúrbios Intrínsecos do Sono

Distúrbios Intrínsecos do Sono Distúrbios Intrínsecos do Sono Introdução A sonolência diurna excessiva (SDE) é uma queixa comum, cujas causas são numerosas e incluem: Distúrbios intrínsecos do sono (por exemplo, narcolepsia, síndrome

Leia mais

Distúrbios do sono e uso de soníferos Resumo de diretriz NHG M23 (julho 2014)

Distúrbios do sono e uso de soníferos Resumo de diretriz NHG M23 (julho 2014) Distúrbios do sono e uso de soníferos Resumo de diretriz NHG M23 (julho 2014) NHG grupo de estudos Distúrbios do e uso de soniferos traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização

Leia mais

Transtornos do sono: visão geral

Transtornos do sono: visão geral Rev Bras Neurol. 49(2):57-71, 2013 Transtornos do sono: visão geral Sleep disorders: overview Gisele S. Moura L. Neves 1, Andre S. Giorelli 2, Patricia Florido 3, Marleide da Mota Gomes 4 RESUMO Os transtornos

Leia mais

Psiquiatria para o clínico Dr. André I. Petroucic Filho 07 maio 2014 Introdução Psiquiatria do dia a dia do clínico Pontos importantes sobre as principais doenças psiquiátricas Depressão, Ansiedade, Doença

Leia mais

Aspectos Neuropsiquiátricos em Geriatria. Dr. José Eduardo Martinelli Faculdade de Medicina de Jundiaí

Aspectos Neuropsiquiátricos em Geriatria. Dr. José Eduardo Martinelli Faculdade de Medicina de Jundiaí Aspectos Neuropsiquiátricos em Geriatria Dr. José Eduardo Martinelli Faculdade de Medicina de Jundiaí Psiquiatria: Especialidade médica que se dedica ao estudo, diagnóstico, tratamento e à prevenção de

Leia mais

Comorbidades: Transtorno de AnsiedadeeDependênciaQuímica

Comorbidades: Transtorno de AnsiedadeeDependênciaQuímica XXII Curso de Inverno em Atualização em Dependência Química do Hospital Mãe de Deus Comorbidades: Transtorno de AnsiedadeeDependênciaQuímica Ana Paula Pacheco Psicóloga da Unidade de Dependência Química

Leia mais

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável

Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Entenda tudo sobre a Síndrome do Intestino Irritável Apesar de ainda não existir cura definitiva para esse problema de saúde crônico, uma diferenciação entre essa patologia e a sensibilidade ao glúten

Leia mais

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM

DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS. Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM DIAGNÓSTICO DAS LOMBALGIAS Luiza Helena Ribeiro Disciplina de Reumatologia UNIFESP- EPM LOMBALGIA EPIDEMIOLOGIA 65-80% da população, em alguma fase da vida, terá dor nas costas. 30-50% das queixas reumáticas

Leia mais

TRANSTORNOS ANSIOSOS. Prof. Humberto Müller Saúde Mental

TRANSTORNOS ANSIOSOS. Prof. Humberto Müller Saúde Mental TRANSTORNOS ANSIOSOS Prof. Humberto Müller Saúde Mental Porque nos tornamos ansiosos? Seleção natural da espécie Ansiedade e medo... na medida certa, ajuda! Transtornos de Ansiedade SINTOMAS: Reação exagerada

Leia mais

INTRODUÇÃO. A doença de Parkinson (DP) é uma enfermidade neurodegenerativa de causa desconhecida, com grande prevalência na população idosa.

INTRODUÇÃO. A doença de Parkinson (DP) é uma enfermidade neurodegenerativa de causa desconhecida, com grande prevalência na população idosa. DOENÇA DE PARKINSON INTRODUÇÃO A doença de Parkinson (DP) é uma enfermidade neurodegenerativa de causa desconhecida, com grande prevalência na população idosa. Acomete homens e mulheres de diferentes etnias

Leia mais

PARA EVITAR USO IMPRÓPRIO DO MEDICAMENTO, LEIA ESTA BULA COM ATENÇÃO. Sonebon. nitrazepam. nitrazepam...5 mg. excipiente q.s.p...

PARA EVITAR USO IMPRÓPRIO DO MEDICAMENTO, LEIA ESTA BULA COM ATENÇÃO. Sonebon. nitrazepam. nitrazepam...5 mg. excipiente q.s.p... PARA EVITAR USO IMPRÓPRIO DO MEDICAMENTO, LEIA ESTA BULA COM ATENÇÃO. Sonebon nitrazepam Forma Farmacêutica e Apresentação: Comprimidos 5 mg: caixa com 20 comprimidos. USO ADULTO Composição: Cada comprimido

Leia mais

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE?

1 IDENTIFICAÇÃO 2 E CAUSA O QUE É O ESTRESSE? EDITORIAL INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO EDITORIAL ÍNDICE COMBATA O ESTRESSE COMO IDENTIFICAR O ESTRESSE? EDITORIAL EDITORIAL INTRODUÇÃO COMBATA O ESTRESSE Sérgio Butka Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba O estresse é uma das grandes pragas do mundo moderno. Este problema sintetiza

Leia mais

Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio

Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio Abuso e dependência ao álcool e outras drogas e sua relação com o suicídio Messiano Ladislau Nogueira de Sousa Médico Psiquiatra com aperfeiçoamento em terapia psicanalítica Abril, 2014 Sumário Conceitos

Leia mais

Problemas de sono. Características do sono

Problemas de sono. Características do sono Problemas de sono Imagem de Revista Corpore - Por uma vida melhor. Sono saudável O sono é o momento em que o corpo repousa com o intuito de recuperar energias para o dia seguinte e é um indispensável reparador

Leia mais

23ª Imagem da Semana: Tomografia computadorizada de crânio

23ª Imagem da Semana: Tomografia computadorizada de crânio 23ª Imagem da Semana: Tomografia computadorizada de crânio Enunciado Paciente do sexo feminino, 86 anos, previamente hígida, há 4 meses com queixas de problemas de memória, déficit de atenção, lentificação

Leia mais

Aspectos da Consciência

Aspectos da Consciência Consciência Aspectos da Consciência Consciência Muitos livros definem a consciência como a percepção atual do indivíduo em relação a estímulos externos e internos isto é, de eventos do ambiente e de sensações

Leia mais

Ansiedade Resumo de diretriz NHG M62 (fevereiro 2012)

Ansiedade Resumo de diretriz NHG M62 (fevereiro 2012) Ansiedade Resumo de diretriz NHG M62 (fevereiro 2012) Lieke Hassink-Franke, Berend Terluin, Florien van Heest, Jan Hekman, Harm van Marwijk, Mariëlle van Avendonk traduzido do original em holandês por

Leia mais

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA)

TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) TRAUMA PSÍQUICO ORIENTAÇÕES GERAIS AOS MÉDICOS NÚCLEO DE ESTUDOS E TRATAMENTO DO TRAUMA (NET-TRAUMA) SERVIÇO DE PSIQUIATRIA HOSPITAL DE CLÍNICAS DE PORTO ALEGRE (HCPA) DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA UNIVERSIDADE

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Introdução A meningite bacteriana aguda é um processo

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 365/2014 Doença de Parkinson Exelon Pacth

RESPOSTA RÁPIDA 365/2014 Doença de Parkinson Exelon Pacth RESPOSTA RÁPIDA 365/2014 Doença de Parkinson Exelon Pacth SOLICITANTE NÚMERO DO PROCESSO 0074..144137-2 DATA 31/03/2014 dra. Sônia Helena Tavares de Azevedo Comarca de Bom Despacho SOLICITAÇÃO Boa Tarde,

Leia mais

HISTÓRIA HISTÓRIA DIAGNÓSTICO E CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS. Paradigma da alienação mental. Paradigma das doenças mentais

HISTÓRIA HISTÓRIA DIAGNÓSTICO E CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS. Paradigma da alienação mental. Paradigma das doenças mentais DIAGNÓSTICO E CLASSIFICAÇÃO DOS TRANSTORNOS MENTAIS Prof. José Reinaldo do Amaral Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Psicologia PSICOPATOLOGIA GERAL 2013 / 2 HISTÓRIA Paradigma da

Leia mais

A investigação da dor no paciente idoso e ardência bucal. Paulo Pimentel

A investigação da dor no paciente idoso e ardência bucal. Paulo Pimentel A investigação da dor no paciente idoso e ardência bucal Paulo Pimentel Sistema Estomatognático Mastigação, fala, digestão e deglutição Paladar, respiração Defesa e reconhecimento imunológico Estética,

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA

ASSOCIAÇÃO CULTURAL EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA ASSOCIAÇÃO CULTURAL EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA SIMPÓSIO APNEIA OBSTRUTIVA DO SONO EM CRIANÇAS Itapeva São Paulo Brasil ASSOCIAÇÃO CULTURAL EDUCACIONAL DE

Leia mais

DORES RECORRENTES MOMENTO II Abril 2010 DORES RECORRENTES - DENOMINADOR COMUM ETIOLOGIA: Maioria - dores primárias; Dicotomia: Orgânico x Emocional. Associação de vários tipos de dores; Presença de dores

Leia mais

MINI BULA HEMITARTARATO DE ZOLPIDEM

MINI BULA HEMITARTARATO DE ZOLPIDEM MINI BULA HEMITARTARATO DE ZOLPIDEM FORMA FARMACÊUTICA/APRESENTAÇÃO - Hemitartarato de zolpidem apresenta-se em embalagens contendo 10 ou 20 comprimidos revestidos.uso ADULTO Cada comprimido revestido

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina

Universidade Federal de Santa Catarina Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Saúde Departamento de Clínica Médica Campus Universitário Trindade Florianópolis/SC AMBULATÓRIO DE EPILEPSIA Médico: Data do atendimento: /

Leia mais

Os distúrbios do sono em neurologia Comportamentos anormais Parassônias

Os distúrbios do sono em neurologia Comportamentos anormais Parassônias Os distúrbios do sono em neurologia Comportamentos anormais Parassônias Abnormal behaviours and parassomnias Luciano Ribeiro Pinto Jr. Doutor em Neurologia e médico do Instituto do Sono - Unifesp. Unitermos:

Leia mais

REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DO SONO ¹

REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DO SONO ¹ REFLETINDO SOBRE A IMPORTÂNCIA DA QUALIDADE DO SONO ¹ Conceição, D.²; Feltrin, J.²; Gracioli, M.³; Moro, A.²; Oliveira, D.²; Pereira, S.²; Rodrigues, A.² 1-Trabalho de pesquisa-unifra 2-Acadêmicos do curso

Leia mais

O uso de benzodiazepínicos em idosos

O uso de benzodiazepínicos em idosos O uso de benzodiazepínicos em idosos Rafael C Freire Doutor em psiquiatria Laboratório do Pânico e Respiração IPUB UFRJ INCT Translacional em Medicina Declaração de conflito de interesse Emprego Financiamento

Leia mais

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde

A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde A Saúde Mental dos Trabalhadores da Saúde Tatiana Thiago Mendes Psicóloga Clínica e do Trabalho Pós-Graduação em Saúde e Trabalho pelo HC FM USP Perita Judicial em Saúde Mental Panorama da Saúde dos Trabalhadores

Leia mais

Transtorno Bipolar Aspectos do Diagnóstico e Tratamento. Alexandre Pereira

Transtorno Bipolar Aspectos do Diagnóstico e Tratamento. Alexandre Pereira Transtorno Bipolar Aspectos do Diagnóstico e Tratamento Alexandre Pereira Esquizofrenia x T. Bipolar Delírios, Alucinações, Alterações da consciência do eu,alterações do afeto e da percepção corporal Evolução

Leia mais

AMBULATÓRIO DE DISTÚRBIOS VESTIBULARES. Cristiana B. Pereira

AMBULATÓRIO DE DISTÚRBIOS VESTIBULARES. Cristiana B. Pereira AMBULATÓRIO DE DISTÚRBIOS VESTIBULARES Cristiana B. Pereira Resumo dos dados: nov/1999 a fev/2009 número de atendimentos: 822 140 120 100 80 60 40 20 0 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008

Leia mais

Procedimentos médicoadministrativos em distúrbios. mentais relacionados ao trabalho

Procedimentos médicoadministrativos em distúrbios. mentais relacionados ao trabalho Procedimentos médicoadministrativos em distúrbios mentais relacionados ao trabalho Dra Ana Paula Schmidt Waldrich Médica do Trabalho CRM-SC 13.384 Doença Ocupacional Quais as formas de caracterização de

Leia mais

Neurociência e Saúde Mental

Neurociência e Saúde Mental 1 O QUE É DEFICIÊNCIA MENTAL OU INTELECTUAL http://www.apaesp.org.br/sobreadeficienciaintelectual A Deficiência Intelectual, segundo a Associação Americana sobre Deficiência Intelectual do Desenvolvimento

Leia mais

Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício CEFE UNIFESP / EPM

Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício CEFE UNIFESP / EPM Prof a. Ms. Carolina Rivolta Ackel Centro de Estudos de Fisiologia do Exercício CEFE UNIFESP / EPM DEFINIÇÃO Acúmulo de estresse provocado pelo treinamento resultando em queda persistente da capacidade

Leia mais

Guia de Orientação a concussão para o público geral

Guia de Orientação a concussão para o público geral FATOS DE UMA CONCUSSÃO A concussão é uma lesão cerebral. Todas as concussões são graves. Os abalos podem ocorrer sem perda de consciência. Todo atleta com os sintomas de uma lesão na cabeça deve ser removido

Leia mais

DICLORIDRATO DE PRAMIPEXOL. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos 0,125 mg, 0,25 mg e 1 mg

DICLORIDRATO DE PRAMIPEXOL. Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos 0,125 mg, 0,25 mg e 1 mg DICLORIDRATO DE PRAMIPEXOL Biosintética Farmacêutica Ltda. Comprimidos 0,125 mg, 0,25 mg e 1 mg MODELO DE BULA Bula de acordo com a Portaria n 47/09 USO ORAL USO ADULTO dicloridrato de pramipexol Medicamento

Leia mais

Esta categoria global inclui as variedades comuns de esquizofrenia, juntamente com

Esta categoria global inclui as variedades comuns de esquizofrenia, juntamente com F20.0 Esquizofrenia Esta categoria global inclui as variedades comuns de esquizofrenia, juntamente com algumas variedades menos comuns e transtornos intimamente relacionados. F20.0 F20.3 Critérios gerais

Leia mais

Saúde Mental do Trabalhador. Grazieli Barbier Barros Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Pública e da família.

Saúde Mental do Trabalhador. Grazieli Barbier Barros Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Pública e da família. Saúde Mental do Trabalhador Grazieli Barbier Barros Terapeuta Ocupacional Especialista em Saúde Pública e da família. Definição Para a OMS: Saúde é um estado de completo bem-estar físico mental e social,

Leia mais

Rivastigmina (Port.344/98 -C1)

Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Rivastigmina (Port.344/98 -C1) Alzheimer DCB: 09456 CAS: 129101-54-8 Fórmula molecular: C 14 H 22 N 2 O 2.C 4 H 6 O 6 Nome químico: (S)-N-Ethyl-3-[(1-dimethylamino)ethyl]-N-methylphenylcarbamate hydrogen

Leia mais

Bipolaridade Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho-

Bipolaridade Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho- Bipolaridade Curso Profissional de Técnico de Apoio Psicossocial- 2º ano Módulo nº5- Semiologia Psíquica Portefólio de Psicopatologia Ana Carrilho- 11ºB Enquadramento Filme Mr.Jones Mr.Jones é um homem

Leia mais

Psicoterapia e Psicofarmacologia. Como optar ou associá-las? Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense e Psicogeriatra AMBULIM e ProMulher IPq - USP

Psicoterapia e Psicofarmacologia. Como optar ou associá-las? Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense e Psicogeriatra AMBULIM e ProMulher IPq - USP e Psicofarmacologia. Como optar ou associá-las? Hewdy Lobo Ribeiro Psiquiatra Forense e Psicogeriatra AMBULIM e ProMulher IPq - USP Estudo da forma e função dos Psicofármacos Psicofármacos / Psicotrópicos

Leia mais

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro

Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Aperfeiçoamento em Técnicas para Fiscalização do uso de Álcool e outras Drogas no Trânsito Brasileiro Doenças, Sono e Trânsito ObjeBvos Relacionar sintomas de doenças e efeitos de medicamentos com o perigo

Leia mais

Obesidade e Transtornos Alimentares

Obesidade e Transtornos Alimentares Obesidade e Transtornos Alimentares NECPAR Maringá 26 e 27 de Julho de 2013 Transtornos Alimentares (TA) Características Gerais: Severas perturbações no comportamento alimentar, que trazem sérios comprometimentos

Leia mais

Imunodepressão em Atletas Os marcadores Laboratoriais

Imunodepressão em Atletas Os marcadores Laboratoriais Imunodepressão em Atletas Os marcadores Laboratoriais Quem Sou? Carlos Ballarati : Formação Medicina: Formado em Medicina pela PUC-SP Sorocaba em 1988. Residência Médica: Clinica Medica Unicamp em 1989

Leia mais

PARKI (dicloridrato de pramipexol) GERMED FARMACÊUTICA LTDA. Comprimido. 0,125 mg, 0,25 mg e 1,0 mg

PARKI (dicloridrato de pramipexol) GERMED FARMACÊUTICA LTDA. Comprimido. 0,125 mg, 0,25 mg e 1,0 mg PARKI (dicloridrato de pramipexol) GERMED FARMACÊUTICA LTDA Comprimido 0,125 mg, 0,25 mg e 1,0 mg IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO PARKI dicloridrato de pramipexol APRESENTAÇÕES Comprimidos de 0,125 mg, 0,25

Leia mais

o Ressonar e a Apneia de Sono

o Ressonar e a Apneia de Sono o Ressonar e a Apneia de Sono sintomas diagnóstico tratamento O ressonar apesar de ser comum, fonte de brincadeiras e aceite como normal na população em geral é de facto uma perturbação que não deve ser

Leia mais

Modelo de Atenção às Condições Crônicas. Seminário II. Laboratório de Atenção às Condições Crônicas. O caso da depressão. Gustavo Pradi Adam

Modelo de Atenção às Condições Crônicas. Seminário II. Laboratório de Atenção às Condições Crônicas. O caso da depressão. Gustavo Pradi Adam Modelo de Atenção às Condições Crônicas Seminário II Laboratório de Atenção às Condições Crônicas O caso da depressão Gustavo Pradi Adam Caso clínico Sempre te Vi, Nunca te Amei Sra. X, 43 anos, sexo feminino,

Leia mais

HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO

HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO HIPOTIROIDISMO INTRODUÇÃO Deficiência hormonal mais comum Produção ou ação deficiente dos hormônios tiroidianos Prevalência de 2 a 3% na população geral Mais comum em mulheres (10:1), idosos e brancos

Leia mais

Homeopatia. Copyrights - Movimento Nacional de Valorização e Divulgação da Homeopatia mnvdh@terra.com.br 2

Homeopatia. Copyrights - Movimento Nacional de Valorização e Divulgação da Homeopatia mnvdh@terra.com.br 2 Homeopatia A Homeopatia é um sistema terapêutico baseado no princípio dos semelhantes (princípio parecido com o das vacinas) que cuida e trata de vários tipos de organismos (homem, animais e plantas) usando

Leia mais

DISTÚRBIOS DO SONO. (Texto escrito para a Disciplina SISTEMA NERVOSO RCG 511-4º ANO DE MEDICINA DA FMRP-USP) Regina Maria França Fernandes

DISTÚRBIOS DO SONO. (Texto escrito para a Disciplina SISTEMA NERVOSO RCG 511-4º ANO DE MEDICINA DA FMRP-USP) Regina Maria França Fernandes DISTÚRBIOS DO SONO (Texto escrito para a Disciplina SISTEMA NERVOSO RCG 511-4º ANO DE MEDICINA DA FMRP-USP) Regina Maria França Fernandes Professora Assistente-Doutora do Departamento de Neurociências

Leia mais

Transtorno Bipolar. Entendendo e ajudando aqueles com mudanças as extremas de humor

Transtorno Bipolar. Entendendo e ajudando aqueles com mudanças as extremas de humor Transtorno Bipolar Entendendo e ajudando aqueles com mudanças as extremas de humor Introdução * O transtorno bipolar (TBP) é uma condição psiquiátrica relativamente freqüente, ente, com prevalência na

Leia mais

RESPOSTA RÁPIDA 325/2014 Síndrome de La Tourette

RESPOSTA RÁPIDA 325/2014 Síndrome de La Tourette RESPOSTA RÁPIDA 325/2014 Síndrome de La Tourette SOLICITANTE Drª Herilene de Oliveira Andrade Juíza de Direito Comarca de Itapecerica NÚMERO DO PROCESSO 0335.14.1280-8 DATA 18/06/2014 SOLICITAÇÃO Solicito

Leia mais

Composição Cada comprimido de 25 mg contém 25 mg de cinarizina. Excipientes: amido, lactose, óleo vegetal hidrogenado, povidona, sacarose e talco.

Composição Cada comprimido de 25 mg contém 25 mg de cinarizina. Excipientes: amido, lactose, óleo vegetal hidrogenado, povidona, sacarose e talco. 112360002 Stugeron cinarizina comprimidos Forma farmacêutica e apresentações Comprimidos de 25 mg em embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos de 75 mg em embalagem com 30 comprimidos. USO ADULTO Composição

Leia mais

Doença de Parkinson Resumo de diretriz NHG M98 (julho 2011)

Doença de Parkinson Resumo de diretriz NHG M98 (julho 2011) Doença de Parkinson Resumo de diretriz NHG M98 (julho 2011) Draijer LW, Eizenga WH, Sluiter A traduzido do original em holandês por Luiz F.G. Comazzetto 2014 autorização para uso e divulgação sem fins

Leia mais

Qual é a função do Sistema Nervoso Central?

Qual é a função do Sistema Nervoso Central? Câncer de SNC Qual é a função do Sistema Nervoso Central? O Sistema Nervoso Central (SNC) é constituído pelo cérebro, cerebelo e tronco cerebral. O cérebro é dividido em quatro lobos que controlam funções

Leia mais

Oficina 2. Maria Izabel Azevedo Noronha SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO. 29 de Novembro de 2008. Palestrante:

Oficina 2. Maria Izabel Azevedo Noronha SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO. 29 de Novembro de 2008. Palestrante: Palestrante: Seminário Nacional de Saúde Mental e Trabalho São Paulo, 28 e 29 de novembro de 2008 Maria Izabel Azevedo Noronha Oficina 2 SAÚDE MENTAL E TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO 29 de Novembro de 2008

Leia mais

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações

Actualizado em 28-09-2009* Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações Definição de caso, de contacto próximo e de grupos de risco para complicações 1. Introdução A evolução da epidemia causada pelo vírus da gripe pandémica (H1N1) 2009 implica que as medidas sejam adaptadas

Leia mais

Dependência Química. Por que algumas pessoas ficam dependentes de drogas e outras não?

Dependência Química. Por que algumas pessoas ficam dependentes de drogas e outras não? Dependência Química Por que algumas pessoas ficam dependentes de drogas e outras não? Os fatores relacionados ao desenvolvimento da dependência química são variados. O fator genético está bem estabelecido.

Leia mais

Lanexat. (flumazenil) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução injetável 0,1mg/mL

Lanexat. (flumazenil) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução injetável 0,1mg/mL Lanexat (flumazenil) Produtos Roche Químicos e Farmacêuticos S.A. Solução injetável 0,1mg/mL 1 Lanexat flumazenil Roche Antagonista de benzodiazepínicos APRESENTAÇÃO Solução injetável de 0,1 mg/ml. Caixa

Leia mais

Maconha. Alessandro Alves. Conhecendo a planta

Maconha. Alessandro Alves. Conhecendo a planta Maconha Alessandro Alves Entenda bem. A maconha é a droga ilícita mais utilizada no mundo. Está entre as plantas mais antigas cultivadas pelo homem. Na China seus grãos são utilizados como alimento e no

Leia mais

O que fazer. Gesso e fraturas.

O que fazer. Gesso e fraturas. DOUTOR,POSSO VOAR? (extraído de http://www.orkut.com.br/main#commmsgs?cmm=17111880&tid=5625830708854803828, em 15/05/2012) Posso viajar de avião se estou com conjuntivite ou depois de me recuperar de um

Leia mais

Meprate Tablets 400mg

Meprate Tablets 400mg Estadomembro UE/EEE Titular da autorização de introdução no mercado Nome de fantasia Dosagem Forma farmacêutica Via de administração Reino Unido Chelonia Healthcare Limited, Boumpoulinas 11, 3rd Floor,

Leia mais

Diretrizes da OMS para diagnóstico de Dependência

Diretrizes da OMS para diagnóstico de Dependência Diretrizes da OMS para diagnóstico de Dependência 1 - Forte desejo ou compulsão para usar a substância. 2 - Dificuldade em controlar o consumo da substância, em termos de início, término e quantidade.

Leia mais

Esclerose Lateral Amiotrófica Tratamento Convencional e Perspectivas

Esclerose Lateral Amiotrófica Tratamento Convencional e Perspectivas Esclerose Lateral Amiotrófica Tratamento Convencional e Perspectivas O que é Esclerose Lateral Amiotrófica? Esclerose: Endurecimento Lateral: Cordões laterais da medula Amiotrófica: Atrofia muscular Esclerose

Leia mais

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL

2. HIPERTENSÃO ARTERIAL TESTE ERGOMETRICO O teste ergométrico serve para a avaliação ampla do funcionamento cardiovascular, quando submetido a esforço físico gradualmente crescente, em esteira rolante. São observados os sintomas,

Leia mais

Abordagens Integrativas e Planos Terapêuticos

Abordagens Integrativas e Planos Terapêuticos 1 Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas Universidade Federal do Espírito Santo Centro de Estudos e Pesquisas sobre Álcool e outras Drogas Centro Regional de Referência sobre Drogas do Espírito

Leia mais

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH

O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH O que é Distúrbio Bipolar Bipolar Disorder Source - NIMH Distúrbio Bipolar, também conhecido como mania e depressão, é uma desordem do cérebro que causa mudanças não previstas no estado mental da pessoa,

Leia mais

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE FISIOTERAPIA

FACULDADE SANTA TEREZINHA CEST COORDENAÇÃO DO CURSO DE FISIOTERAPIA PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA CÓDIGO NOME CH TOTAL PERÍODO HORÁRIO 0395 Recursos Terapeuticos Manuais PROFESSOR (ES) Profa. Esp. Maria da Consolação Rios da Silva 60 h T-40 h/p-20 h 4º MATUTINO EMENTA:

Leia mais

FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO. Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM

FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO. Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM FIBROMIALGIA EXERCÍCIO FÍSICO: ESSENCIAL AO TRATAMENTO Maj. Carlos Eugenio Parolini médico do NAIS do 37 BPM A FIBROMIALGIA consiste numa síndrome - conjunto de sinais e sintomas - com manifestações de

Leia mais

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso

ANEXO. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso ANEXO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO Para candidatos que desejam entrar na 4ª etapa do curso Células e Tecidos do Sistema Imune Anatomia do sistema linfático Inflamação aguda e crônica Mecanismos de agressão por

Leia mais

NESTE SITE SERÁ DISPONIBILIZADO PARTES DO TRABALHO ACIMA NOMINADO. Acesso à integra deverá ser solicitado ao autor.

NESTE SITE SERÁ DISPONIBILIZADO PARTES DO TRABALHO ACIMA NOMINADO. Acesso à integra deverá ser solicitado ao autor. 7 LEANDRO RAATZ BOTTURA EFEITOS DA DISFUNÇÃO DA ARTICULAÇÃO TEMPOROMANDIBULAR SOBRE O SISTEMA NERVOSO CENTRAL Monografia apresentada à Fundação para o Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico da Odontologia

Leia mais

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO

UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAI CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE MEDICINA - BACHARELADO EMENTAS DISCIPLINAS MATRIZ 3 1º AO 3º PERÍODO 1 º Período C.H. Teórica: 90 C.H. Prática: 90 C.H. Total: 180 Créditos: 10

Leia mais

Livipark (dicloridrato de pramipexol)

Livipark (dicloridrato de pramipexol) I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Livipark (dicloridrato de pramipexol) APRESENTAÇÕES Livipark (dicloridrato de pramipexol) comprimidos de 0,125 mg. Embalagem contendo 30, 60 e 100 Livipark (dicloridrato

Leia mais

O IDOSO 8 CONGRESO BRASILEIRO DE MEDICINADE FAMÍLIA E COMUNIDADE 2 ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO DE MEDICINA GERAL, FAMILIAR E COMUNITÁRIA JUNHO 2006

O IDOSO 8 CONGRESO BRASILEIRO DE MEDICINADE FAMÍLIA E COMUNIDADE 2 ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO DE MEDICINA GERAL, FAMILIAR E COMUNITÁRIA JUNHO 2006 O IDOSO 8 CONGRESO BRASILEIRO DE MEDICINADE FAMÍLIA E COMUNIDADE 2 ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO DE MEDICINA GERAL, FAMILIAR E COMUNITÁRIA JUNHO 2006 Mudanças no Setor Saúde Aumento da prevalência de doenças

Leia mais

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba:

Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Serviço de Psicologia do Instituto de Neurologia e Cardiologia de Curitiba: Tem por objetivo prestar atendimento aos pacientes internados ou de forma ambulatorial no Hospital, bem como aos seus familiares,

Leia mais

A Importância do Sono

A Importância do Sono 1 A Importância do Sono Dra. Regeane Trabulsi Cronfli É um total contra-senso o fato de que, num mundo em que cerca de 16 a 40% das pessoas em geral sofrem de insônia, haja aquelas que, iludidas pelos

Leia mais

Fibromialgia Sociedade Brasileira de Reumatologia

Fibromialgia Sociedade Brasileira de Reumatologia Fibromialgia Fibromialgia Cartilha para pacientes CRIAÇÃO E DESENVOLVIMENTO: Comissão de Dor, Fibromialgia e Outras Síndromes Dolorosas de Partes Moles CREDITO IMAGEM DA CAPA: http://www.singpr.com/business/singapore-telcocompanies-see-fiber-optic-light-as-future-for-broadband

Leia mais

MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS

MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS Prof. Jair Santos MEDITAÇÃO : FUNDAMENTOS CIENTÍFICOS PROF. DR. JAIR SANTOS Prof. Jair Santos 2 INTRODUÇÃO Newberg(2003): a meditação induz mudanças na cognição, percepção sensorial, afetos, atividade

Leia mais

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença.

Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Doença de Alzheimer: uma visão epidemiológica quanto ao processo de saúde-doença. Bruno Araújo da Silva Dantas¹ bruno_asd90@hotmail.com Luciane Alves Lopes² lucianesevla.l@gmail.com ¹ ²Acadêmico(a) do

Leia mais