Programa de Educação Continuada. Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e Instrumentos. Coordenação: Profa. Carmen Augusta Varela

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1 Programa de Educação Continuada Gestão Ambiental Empresarial: Conceitos, Modelos e Instrumentos Coordenação: Profa. Carmen Augusta Varela NORMAS ISO Prof. Luciel Henrique de Oliveira 2009

2 2 ISO Gestão Ambiental ISO é uma série de normas desenvolvidas pela ISO ( International Organization for Standardization - ) que estabelece diretrizes para a área de gestão ambiental em empresas. Histórico A necessidade de padronização dos processos de empresas que se utilizem de recursos ambientais ou que causem impactos ambientais por algum de seus processos surgiu na década de 90, quando se concretizou a consciência dos impactos ambientais gerados pelo desenvolvimento industrial e econômico do mundo, que ainda são um grande problema para autoridades e organizações ambientais. Em 1993, a ISO criou o Comitê Técnico TC 207 com o objetivo de desenvolver normas (série 14000) nas seguintes áreas envolvidas com o meio ambiente: sistemas de gestão ambiental, auditorias, rotulagem ambiental, avaliação da performance ambiental, análise de ciclo de vida, definições e conceitos, integração de aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento de produtos, comunicação ambiental e mudanças climáticas. O Subcomitê 1 desenvolveu a norma ISO 14001, a mais conhecida das normas da série 14000, que estabelece as diretrizes básicas para o desenvolvimento de um sistema que gerencie a questão ambiental dentro da empresa, ou seja, um sistema de gestão ambiental. ISO Sistema de Gestão do Meio Ambiente Tudo que fazemos produz impacto e nosso planeta já começou a nos cobrar por nossas ações. Objetivos da ISO A alma da ISO é a identificação de aspectos e impactos ambientais e a elaboração de um programa para reduzir esses impactos, através de controles, metas e monitoramento a organização começa a reduzir ou eliminar seus impactos ambientais. Grandes negócios como o setor automotivo, petroquímico e atualmente a produção de linha branca estão exigindo a certificação de seus fornecedores e tudo indica que em médio prazo essa norma será critério para a maioria dos clientes na compra de produtos e serviços. A ISO tem vários princípios do sistema de gestão em comum com os princípios estabelecidos na série de normas ISO 9000, e se aplica a qualquer tipo de empresa, independente de suas características. São objetivos da ISO 41001: Estabelecer a criação, manutenção e melhoria do sistema de gestão ambiental; Verificar se a empresa está em conformidade (de acordo) com sua própria política ambiental e outras determinações legais; Permitir que a empresa demonstre isso para a sociedade; Permitir que a empresa possa solicitar uma certificação/registro do sistema de gestão ambiental, por um organismo certificador externo, por meio de uma auditoria para verificação da conformidade e adequação do sistema de gestão ambiental implantado na organização.

3 3 Implantação da ISO A implantação da ISO 14001, entre outras coisas, ajuda a: Fortalecer a imagem e a participação no mercado; Reduzir incidentes que impliquem responsabilidade civil; Conservar matérias-primas e energia; Facilitar a obtenção de licenças e autorizações; Manter boas relações com a comunidade; Atender critérios de certificação do cliente. Estrutura da ISO A estrutura da ISO Meio Ambiente e da OSHAS Medicina e Segurança é a mesma, mais simples que a da ISO 9001 e mais objetiva, completamente baseada no PDCA Plan, Do, Check e Action: Requisitos gerais Política Planejamento (aspectos, requisitos, objetivos, programas) Implementação e operação (estrutura, treinamento, comunicação, documentação, operação, emergências) Verificação e ação corretiva (monitoramento, medição, NC, AC e AP, registros, auditorias, análise) Definições A ISO traz definições para os seguintes termos utilizados na norma: Melhoria contínua; Ambiente; Aspecto ambiental; Impacto ambiental; Sistema de gestão ambiental; Sistema de auditoria da gestão ambiental; Objetivo ambiental; Desempenho ambiental; Política ambiental; Meta ambiental; Parte interessada; Organização.

4 4 ISO O que fazer para a empresa obter um Certificado ISO 14000? Possuir um sistema de Gerenciamento Ambiental (SGA), pois o certificado é para o SGA. COMO isso pode ser feito?há regras!! A ISO é uma norma elaborada pela International Organization for Standardization, com sede em Genebra, na Suíça, que reúne mais de 100 países com a finalidade de criar normas internacionais. Cada país possui um órgão responsável por elaborar suas normas. No Brasil temos a ABNT, na Alemanha a DIN, no Japão o JIS, etc. A ISO é internacional e por, essa razão, o processo de elaboração das normas é muito lento, pois leva em consideração as características e as opiniões de vários países membros. Todo o processo de elaboração da ISO foi semelhante ao que aconteceu com a ISO 9000 Normas para o Sistema de Garantia da Qualidade. É um erro dizer que uma empresa recebeu o certificado ISO 9000, pois não existe certificação baseada nessa ISO, mas sim, na 9001, 9002 ou A ISO 9000 estabelece as diretrizes para selecionar qual norma deve ser usada em determinada empresa, enquanto que a ISO 9001, 9002 e 9003 são as normas que determinam quais são as especificações/requisitos que as empresas deverão seguir e atender para que possam obter a certificação através de auditoria realizada por um organismo Certificador. A ISO segue a mesma sistemática, ou seja, não haverá certificação ISO 14000, mas, sim, uma certificação baseada na 14001, norma esta que é a única da família ISO que permitirá ter um certificado de Sistema de Gerenciamento Ambiental (SGA). A ISO Sistema de Gestão Ambiental Especificações com Guia para uso, estabelece requisitos para as empresas gerenciarem seus produtos e processos para que eles não agridam o meio ambiente, que a comunidade não sofra com os resíduos gerados e que a sociedade seja beneficiada num aspecto amplo. Então, para a empresa obter um certificado ISO 14000, ou melhor, certificado ISO 14001, é necessário que atenda as seguintes exigências: 1 Política ambiental A direção da empresa deve elaborar uma Política Ambiental que represente seus produtos e serviços, que seja divulgada entre os funcionários e a comunidade. E que a direção demonstre que está comprometida com o cumprimento dessa política. Deve obter o cumprimento legal e buscar o melhoramento contínuo do desempenho ambiental da empresa. 2 Aspectos ambientais A organização precisa ter procedimentos que permitam identificar, conhecer, administrar e controlar os resíduos que ela gera durante o processamento e uso do produto: Emissões Atmosféricas, Efluentes Líquidos e Resíduos Sólidos.

5 5 3 Exigências legais A empresa deve desenvolver uma sistemática para obter e ter acesso a todas as exigências legais pertinentes a sua atividade. Essas exigências devem ficar claras à direção da empresa. Os funcionários devem conhecer quais são essas exigências e quais as documentações necessárias para seu cumprimento. 4 Objetivos e metas A empresa deve criar objetivos e metas que estejam alinhados com o cumprimento da política ambiental que foi definida. Esses objetivos e metas devem refletir os aspectos ambientais, os resíduos gerados e seus impactos no meio ambiente. Também deve considerar exigências legais e outros aspectos inerentes ao próprio negócio. 5 Programa de gestão ambiental A organização deve ter um programa estruturado com responsáveis pela coordenação e implementação de ações que cumpram o que foi estabelecido na política ambiental e as exigências legais, que atinjam os objetivos e metas e que contemplem o desenvolvimento de novos produtos e novos processos. Este programa deve, inclusive, prever ações contingenciais, associadas aos riscos envolvidos e aos respectivos planos emergenciais. 6 Estrutura organizacional e responsabilidade O Programa de Gestão Ambiental deve integrar as funções dos funcionários da empresa, através da descrição de cargos e funções relativas à questão ambiental. A empresa deve possuir um organograma que demonstre que suas inter -relações estão bem definidas e comunicadas em toda a empresa. A direção da empresa deve definir um ou mais profissionais para que seja o representante dos assuntos específicos da Gestão Ambiental. 7 Conscientização e treinamento O programa de Gestão Ambiental deve prover treinamento aos funcionários com atribuições na área ambiental, para que estejam conscientes da importância do cumprimento da política e objetivos do Meio Ambiente, das exigências legais e de outras definidas pela empresa. O treinamento também deve levar em consideração todos os impactos ambientais reais ou potenciais associados as suas atividades de trabalho. 8 Comunicação A empresa deve possuir uma sistemática para enviar e receber comunicados relativos às questões ambientais para seus funcionários e a comunidade. 9 Documentação do Sistema de Gestão Ambiental A empresa precisa ter um Manual dos Sistema de Gerenciamento Ambiental que contenha as exigências ambientais da empresa.

6 6 10 Controle de documentos A empresa deve manter um sistema bem parecido com o controle de documentos da ISO 9000, ou seja, procedimentos para que todos os documentos sejam controlados e assinados pelos responsáveis, com acesso fácil aos interessados, para manter atualizados, identificados, legíveis e armazenados adequadamente. Os documentos obsoletos também devem ser retirados do local para evitar uso indevido. 11 Controle operacional A organização precisa ter procedimentos para fazer inspeções e o controle dos aspectos ambientais, inclusive procedimentos para a manutenção e calibração dos equipamentos que fazem esses controles. 12 Situações de emergência A empresa deve possuir procedimentos para prevenir, investigar e responder a situações de emergência. Também deve ter planos e funcionários treinados para atuar em situações de emergência. 13 Monitoramento e avaliação A organização deve ter um programa para medir o desempenho ambiental através da inspeção das características de controle ambiental e calibração dos instrumentos de medição para que atendam aos objetivos e metas estabelecidos. 14 Não conformidade, ações corretivas e ações preventivas A empresa deve definir responsáveis com autoridade para investigar as causas das nãoconformidades ambientais e tomar as devidas ações corretivas e preventivas. 15 Registros A organização precisa arquivar todos os resultados de auditorias, análises críticas relativas as questões ambientais. O objetivo de ter esses registros é mostrar e provar, a quem quer que seja, que a empresa possui um Sistema conforme o que é exigido pela norma. 16 Auditoria do Sistema da Gestão Ambiental A organização precisa ter um programa de auditoria ambiental periódica e os resultados das auditorias devem ser documentados e apresentados à alta administração da empresa. 17 Análise crítica do Sistema de Gestão Ambiental (SGA) Baseado nos resultados da auditoria do SGA, a organização deve fazer uma análise crítica do Sistema de Gestão Ambiental e as devidas alterações, para que atenda as exigências do mercado, clientes, fornecedores e aspectos legais, na busca da melhoria contínua.

7 7 As Normas ISO O British Standards Institution iniciou a criação de norma sobre SGA no final dos anos 1980s, resultando daí a BS 7750 em Seguindo o exemplo desse órgão, em vários países foram criadas normas para o mesmo fim, gerando restrições ao comércio internacional. A ISO entra em cena. Em 1992 criou um grupo de assessoria denominado Strategic Advisory Group on the Environment (SAGE) para estudar as questões decorrentes da diversidade crescente de normas ambientais e seus impactos sobre o comércio internacional. O SAGE recomendou a criação de um comitê específico para a elaboração de normas sobre gestão ambiental, o Comitê Técnico 207 (TC 207). Em são editadas as primeiras normas sobre gestão ambiental a cargo do Subcomitê 1 (SC1): a ISO e , ambas sobre SGA. Desde então outras foram editadas sobre outros tópicos da gestão, tais como, auditoria ambiental, rotulagem ambiental, avaliação do ciclo do produto etc. Essas normas que em abril de eram 25 formam um sistema de normas, de acordo com um ciclo PDCA ampliado, como mostra a Figura 1. O núcleo desse ciclo é a ISO (o círculo azul na Figura 1), uma norma também concebida como um ciclo PDCA (Plan-Do-Check-Act). Todas as normas da gestão têm como base o ciclo PDCA, criado na década de 1930 por Walter A. Shewart para efeito da gestão da qualidade, e que passou a ser utilizado para outros propósitos tornando-se uma espécie de modelo padrão de gestão para implementar qualquer melhoria de modo sistemático e contínuo. As normas citadas na Figura 1 são autônomas, podendo ser implementadas de modo isolado. Porém há uma expectativa de que os melhores resultados venham a ser obtidos na medida em que as normas sejam usadas de modo articulado, como será mostrado a seguir em relação a implantação e manutenção de um SGA com base na ISO e ISO A norma ISO não é um guia para a ISO 14001, um equívoco muito comum observado inclusive na literatura acadêmica, mas um guia para um sistema de gerenciamento ambiental genérico e, portanto, mais abrangente que os próprios requisitos da ISO Figura 1 Modelo ISO e suas correlações com as demais normas da série ISO e ISO Sistema de Gerenciamento Ambiental ACTION CHECK DO Priorização dos aspectos ambientais PLAN Monitoração do desempenho ambiental Integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento Comunicação do desempenho ambiental Série ISO Análise do Ciclo de Vida ISO Design Série Selos e declarações ambientais Série Comunicações Ambientais Série Avaliação do desempenho ambiental Série Auditorias do sistema de gerenciamento ambiental Fonte: Cajazeira & Barbieri, 2007 Descrição do desempenho ambiental dos Produtos. Melhoria do desempenho ambiental dos produtos. Informações sobre aspectos ambientais dos Produtos. Comunicação do desempenho ambiental. Descrição do desempenho ambiental. Informações sobre o Desempenho do sistema de gerenciamento ambiental.

8 8 1. Fase do Planejamento (Plan) Para priorizar os aspectos ambientais da nova ISO (requisito 4.3.1) pode-se utilizar as normas da série 14040, elaboradas pelo Subcomitê 5 (SC5) que tratam da Análise do Ciclo de Vida, demonstradas no Quadro 1. A Avaliação do Ciclo de Vida (ACV) é um instrumento da gestão ambiental aplicável a bens e serviços. O ciclo de vida que interessa à gestão ambiental refere-se aos aspectos ambientais de um bem ou serviço em todos os seus estágios, desde a origem dos recursos no meio ambiente, até a disposição final dos resíduos de materiais e energia após o uso, passando por todas as etapas intermediárias, como beneficiamento, transportes, estocagens e outras. A ACV também é conhecida pela expressão do berço ao túmulo (cradle to grave), berço indicando o nascedouro dos insumos primários mediante a extração de recursos naturais e túmulo, o destino final dos resíduos que não serão reusados ou reciclados. Utiliza-se, ainda, a norma ISO TR (technical report) para integrar a avaliação dos aspectos e impactos ambientais com o projeto e desenvolvimento de produtos. Essa norma fornece conceitos e práticas atuais relativas à integração dos aspectos ambientais no projeto e desenvolvimento de produtos assim ampliando e melhorando os requisitos no item 4.3.1, em especial na cláusula que especifica que a organização deve estabelecer e manter procedimentos para identificar os aspectos ambientais de suas atividades, produtos e serviços dentro do escopo definido de seu SGA, que a organização possa controlar e àqueles os quais possa influenciar, levando em consideração os desenvolvimentos planejados ou novos, ou as atividades, produtos e serviços novos ou modificados (trecho da nova ISO 14001). Quadro 1 - Normas que compõe a série de Análise do Ciclo de Vida (ACV) ISO ISO ISO ISOTR ISO TR ISO TR Proporciona os elementos gerais e metodologias requeridas para uma Proporciona guia para determinar as metas e o escopo de um estudo de Proporciona um guia para a fase de avaliação de impacto de um estudo de Proporciona guia para interpretar os resultados de um estudo de ACV. Proporciona informação sobre o formato dos dados para suporte de Ilustra com exemplos como aplicar os guias ISO e ISO ACV de produtos e serviços. ACV e para o inventário de LCA ACV. uma ACV. Fonte: Cajazeira & Barbieri, Fase de Execução (Do) Nesta fase, com referência à comunicação (Nova ISO requisito 4.4.3), pode-se utilizar as normas da série relativas aos selos verdes e declarações ambientais, redigidas pelo TC 207 SC3, resumidas no Quadro 2. As comunicações ambientais também podem ser realizadas com o apoio da norma ISO que é um guia voltado às organizações que querem efetuar comunicações sobre seus aspectos e impactos ambientais. A norma ISO TR 14062, comentada acima, também pode ser utilizada nesta fase, especialmente para efeito do Controle Operacional da ISO 14001, requisito

9 9 Quadro 2 - Normas que compõe a série de Selos e Declarações Ambientais ISO ISO ISO ISO TR Estabelece princípios gerais que servem como base para o desenvolvimento de guias e normas ISO para declarações ambientais. Selos do tipo II: Proporciona guia em terminologia, símbolos, testes e metodologias de verificação para organizações que queiram efetuar autodeclarações dos seus aspectos ambientais relativos aos seus produtos e serviços. Selos do tipo I: Estabelece princípios orientadores e procedimentos para selos ambientais concedidos por terceira parte (programas de certificação ambiental de produtos). Selo tipo III: Identifica e descreve elementos e itens a serem considerados quando for necessário executar uma declaração quantificada de produtos com base em dados decorrentes de uma ACV. Fonte: Cajazeira & Barbieri, Fase de Verificação (Check) Aqui se pode utilizar à série de normas de análise do desempenho ambiental para acompanhamento com indicadores ambientais dos compromissos de melhoria contínua previstos pela política ambiental. Avaliação do Desempenho Ambiental é um processo permanente de coleta e análise de dados e informações para verificar a situação atual das questões ambientais pertinentes à organização e prever as tendências futuras, com base em indicadores previamente estabelecidos. A ISO apresenta diretrizes para selecionar e utilizar indicadores ambientais para avaliar o desempenho ambiental de organizações, enquanto a ISO apresenta exemplos de aplicação desse instrumento. Os seguintes requisitos da nova ISO são plenamente correlacionados com as normas ISO e ISO TR 14032: a) monitoramento e medição (4.4.5); b) avaliação de conformidade legal (4.5.2). Além disso, no caso do requisito (Auditoria Interna) da nova ISO 14001, aplica-se integralmente a norma ISO 19011, a primeira da série ambiental feita em conjunto com o Comitê Técnico 176 (Qualidade). Essa norma, que substituiu a ISO , e , é a primeira aproximação efetiva entre as questões relativas à gestão da qualidade e do meio ambiente. Não se encontra na série de normas guias ou relatórios técnicos correlacionados diretamente com a fase de Ação (Actions), em especial na aplicação de ações corretivas e preventivas da ISO Após apresentar brevemente os elementos que compõe a série ISO e suas interações, será analisado o modus operandi do Comitê Técnico da ISO encarregado da sua elaboração, enfatizando as forças ou interesses envolvidos. Críticas a ISO As críticas ao modelo ISO para um SGA podem ser agrupadas em quatro grandes núcleos: 1) as normas não levam a melhoria do desempenho ambiental; 2) as normas são elitistas e os custos de certificação abusivos; 3) as normas ISO interessam apenas aos países ricos; 4) as normas constituem barreiras não-tarifária.

10 CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS E TÉCNICAS DE APOIO. ISO DIRETRIZES PARA A AUDITORIA AMBIENTAL - PRINCÍPIOS GERAIS DA AUDITORIA AMBIENTAL. ISO DIRETRIZES PARA AUDITORIA AMBIENTAL - AUDITORIA DE UM SISTEMA DE. ISO DIRETRIZES PARA A AUDITORIA AMBIENTAL - CRITÉRIOS PARA A QUALIFICAÇÃO DE AUDITORES AMBIENTAIS. ISO AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO AMBIENTAL DO SISTEMA GERENCIAL E SEU RELACIONAMENTO COM O MEIO AMBIENTE. ISO PRINCÍPIOS GERAIS E PRÁTICAS PARA A ANÁLISE DO CICLO DE VIDA. ISO ASPECTOS AMBIENTAIS NAS NORMAS DE PRODUTOS. CONTROLES SISTEMAS DE POLÍTICA EFEITOS AMBIENTAIS PROGRAMA GERENCIAL OBJETIVOS E ALVOS Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

11 11 EVITAR GERENCIAMENTO AMBIENTAL OS 4 RS DA CULTURA AMBIENTAL REDUZIR REUTILIZAR RECICLAR PREVENT REDUCE RE - USE RECYCLE ANÁLISE CRÍTICA PELA ALTA ADMINISTRAÇÃO AÇÕES CORRETIVAS E DE VERIFICAÇÃO: MONITORAÇÃO E MEDIÇÃO NÃO-CONFORMIDADES E AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS REGISTROS AUDITORIAS DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL MELHORIA CONTÍNUA POLÍTICA AMBIENTAL PLANEJAMENTO: ASPECTOS AMBIENTAIS REQUISITOS LEGAIS E OUTROS OBJETIVOS E METAS PROGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: ESTRUTURA E RESPONSABILIDADE TREINAMENTO, CONSCIENTIZAÇÃO E COMPETÊNCIA COMUNICAÇÕES DOCUMENTAÇÃO DO SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL CONTROLE DE DOCUMENTOS CONTROLE OPERACIONAL EMERGÊNCIAS - PREPARO E RESPOSTA Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

12 12 ASPECTOS GERAIS. INTRODUÇÃO: COMPROMISSO HIERÁRQUICO POR PARTE DE TODOS OS NÍVEIS. COMPROMISSO COM O CUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO E DA MELHORIA CONTÍNUA. NORMAS ISO SÉRIE 9000 E ASPECTOS DE SAÚDE E SEGURANÇA. NÃO TEM A INTENÇÃO EXPLICÍTA DE SER UTILIZADA COMO UMA BARREIRA AO LIVRE COMÉRCIO. ESCOPO: A ISO PERMITE QUE UMA ORGANIZAÇÃO: IMPLEMENTE, MANTENHA E MELHORE UM SGA. ASSEGURE A CONFORMIDADE COM SUA POLÍTICA. DEMONSTRE ESTA CONFORMIDADE A OUTROS. BUSQUE A CERTIFICAÇÃO (3 a PARTE). DECLARE-SE EM CONFORMIDADE COM A NORMA. Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

13 13 MELHORIAS CONTÍNUAS: (3.1) É O PROCESSO DE APRIMORAMENTO DO SGA DE FORMA A MELHORAR O DESEMPENHO AMBIENTAL GERAL, EM CONFORMIDADE COM A POLÍTICA AMBIENTAL. MEIO AMBIENTE: (3.2) O ENTORNO NO QUAL OPERA A ORGANIZAÇÃO, INCLUINDO AR, ÁGUA, TERRA, RECURSOS NATURAIS, FLORA, FAUNA, SERES HUMANOS E SUAS INTER-RELAÇÕES. ELE ABRANGE DESDE O LOCAL DA ORGANIZAÇÃO ATÉ O SISTEMA GLOBAL. ASPECTOS AMBIENTAIS: (3.3) OS ELEMENTOS DAS ATIVIDADES, PRODUTOS E SERVIÇOS DE UMA ORGANIZAÇÃO QUE POSSAM INTERAGIR COM O MEIO AMBIENTE. IMPACTO AMBIENTAL: (3.4) QUALQUER ALTERAÇÃO NO MEIO AMBIENTE, SEJA ADVERSA OU BENÉFICA, QUE RESULTE TOTAL OU PARCIALMENTE DE ATIVIDADES E SERVIÇOS DE UMA ORGANIZAÇÃO. ASPECTO AMBIENTAL EMISSÃO DE GASES EM UMA CHAMINÉ CAUSA IMPACTO AMBIENTAL POLUICÃO ATMOSFÉRICA Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

14 14 SISTEMA DE : (3.5) ESTRUTURA ORGANIZACIONAL, ATIVIDADES DE PLANEJAMENTO, RESPONSABILIDADES, PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS, PROCESSOS E RECURSOS PARA DESENVOLVER, IMPLEMENTAR, ALCANÇAR, ANALISAR CRITICAMENTE E MANTER A POLÍTICA AMBIENTAL. ESTRATÉGIA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL PROCESSOS GERENCIAIS PAPÉIS E RESPONSABILIDADES INDIVIDUAIS PROCESSOS TECNOLÓGICOS E DE CONTROLE O SISTEMA DEVE SER ADEQUADO, DOCUMENTADO E IMPLEMENTADO. PARTE INTERESSADA: (3.11) INDIVÍDUO OU GRUPOS PREOCUPADOS OU AFETADOS PELO DESEMPENHO AMBIENTAL DE UMA ORGANIZAÇÃO. PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO: (3.13) USO DE PROCESSOS, PRÁTICAS, MATERIAIS OU PRODUTOS QUE EVITAM, REDUZEM OU CONTROLAM A POLUIÇÃO E RESÍDUOS. É NECESSÁRIO UM COMPROMETIMENTO COM A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO. Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

15 15 POLÍTICA AMBIENTAL A ALTA ORGANIZAÇÃO DEVE DEFINIR A POLÍTICA AMBIENTAL DA ORGANIZAÇÃO. A ORGANIZAÇÃO DEVE ASSEGURAR QUE A POLÍTICA AMBIENTAL: A) SEJA APROPRIADA À NATUREZA, ESCALA E IMPACTOS AMBIENTAIS DE SUAS ATIVIDADES, PRODUTOS E SERVIÇOS; B) INCLUA UM COMPROMISSO COM AS MELHORIAS CONTÍNUAS E A PREVENÇÃO DA POLUIÇÃO; C) INCLUA UM COMPROMISSO COM O CUMPRIMENTO DA LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÕES AMBIENTAIS RELEVANTES E COM OUTROS REQUISITOS AOS QUAIS A ORGANIZAÇÃO ESTEJA SUJEITA; D) FORNEÇA A ESTRUTURA PARA ESTABELECER E ANALISAR CRITICAMENTE SEUS OBJETIVOS E METAS AMBIENTAIS; E) SEJA DOCUMENTADA, IMPLEMENTADA, MANTIDA E COMUNICADA A TODOS OS EMPREGADOS; F) ESTEJA DISPONÍVEL PARA O PÚBLICO. PLANEJAMENTO: (4.3) ASPECTOS AMBIENTAIS: (4.3.1) PROCEDIMENTOS PARA IDENTIFICAR OS ASPECTOS AMBIENTAIS QUE A ORGANIZAÇÃO POSSA CONTROLAR E SOBRE OS QUAIS ELA POSSA TER INFLUÊNCIA, BEM COMO PARA DETERMINAR OS ASPECTOS QUE EXERCEM OU POSSAM EXERCER IMPACTOS SIGNIFICATIVOS. REQUISITOS LEGAIS E OUTROS: (4.3.2) PROCEDIMENTOS PARA IDENTIFICAR E TER ACESSO ÀS EXIGÊNCIAS LEGAIS E OUTRAS DIRETAMENTE APLICÁVEIS AOS ASPECTOS AMBIENTAIS DE SUAS ATIVIDADES, PRODUTOS OU SERVIÇOS. OBJETIVOS E METAS: (4.3.3) ESTABELECER E MANTER OBJETIVOS E METAS AMBIENTAIS DOCUMENTADAS EM TODOS OS NÍVEIS RELEVANTES DA ORGANIZAÇÃO. PROGRAMA DE : (4.3.4) ESTABELECER E MANTER UM PROGRAMA PARA ALCANÇAR OS OBJETIVOS E METAS INCLUINDO: RESPONSABILIDADES PARA ALCANÇAR OBJETIVOS E METAS EM CADA NÍVEL; MEIOS E PRAZOS PARA QUE OS OBJETIVOS E METAS SEJAM ALCANÇADOS. Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

16 16 IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: (4.4) ESTRUTURA E RESPONSABILIDADES: (4.4.1) FUNÇÕES, RESPONSABILIDADES E NÍVEIS DE AUTORIDADE DEVEM SER DEFINIDOS, DOCUMENTADOS E COMUNICADOS PARA FACILITAR UMA EFICAZ. A ALTA ADMINISTRAÇÃO DEVE DESIGNAR UMA PESSOA PARA QUE A REPRESENTE PARA ASSUMIR FUNÇÕES, RESPONSABILIDADES E AUTORIDADE DEFINIDAS PARA: ASSEGURAR QUE AS EXIGÊNCIAS DO SGA SEJAM ESTABELECIDAS, IMPLEMENTADAS E MANTIDAS. RELATAR O DESEMPENHO DO SGA À ALTA ADMINISTRAÇÃO. IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: (4.4) TREINAMENTO, CONSCIENTIZAÇÃO E COMPETÊNCIA: (4.4.2) IDENTIFICAR AS NECESSIDADES DE TREINAMENTO E EXIGIR QUE TODOS OS EMPREGADOS CUJO TRABALHO POSSAM GERAR UM IMPACTO SIGNIFICATIVO SOBRE O MEIO AMBIENTE TENHAM RECEBIDO TREINAMENTO ADEQUADO. PROCEDIMENTOS PARA TORNAR OS EMPREGADOS DE QUALQUER FUNÇÃO OU NÍVEL CONSCIENTES DA (DOS): IMPORTÂNCIA DA CONFORMIDADE COM A POLÍTICA, COM PROCEDIMENTOS E REQUISITOS DO SGA. IMPACTOS AMBIENTAIS SIGNIFICATIVOS (REAIS OU POTENCIAIS) E DOS BENEFÍCIOS DE UM MELHOR DESEMPENHO PESSOAL. FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES EM CONFORMIDADE, INCLUSIVE EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA. CONSEQUÊNCIAS POTENCIAIS DOS DESVIOS. Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

17 17 IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: (4.4) PROCEDIMENTOS PARA: COMUNICAÇÃO INTERNA. COMUNICAÇÕES: (4.4.3) RECEBER, DOCUMENTAR E RESPONDER A COMUNICAÇÕES RELEVANTES POR PARTE DAS ENTIDADES EXTERNAS INTERESSADAS. IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: (4.4) DOCUMENTAÇÃO DO SGA: (4.4.4) ESTABELECER E MANTER, EM PAPEL OU EM MEIO ELETRÔNICO, PARA: DESCREVER OS ELEMENTOS ESSENCIAIS DE UM SGA E SUAS INTERAÇÕES. FORNECER DIRETRIZES PARA A DOCUMENTAÇÃO PERTINENTE. MANUAL POLÍTICA PROCEDIMENTOS INSTRUÇÕES DE TRABALHO REGISTROS Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

18 18 IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: (4.4) CONTROLE DE DOCUMENTOS: (4.4.5) PROCEDIMENTOS PARA CONTROLAR TODOS OS DOCUMENTOS EXIGIDOS A FIM DE ASSEGURAR QUE: OS DOCUMENTOS POSSAM SER LOCALIZADOS. OS DOCUMENTOS SEJAM AVALIADOS, REVISADOS E APROVADOS PERIODICAMENTE QUANTO A SUA ADEQUAÇÃO. VERSÕES ATUAIS DOS DOCUMENTOS SEREM DISPONÍVEIS ONDE REQUERIDOS. DOCUMENTOS OBSOLETOS SEJAM REMOVIDOS. DOCUMENTOS OBSOLETOS RETIDOS SEJAM APROPRIADAMENTE IDENTIFICADOS COMO TAL. IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: (4.4) CONTROLE OPERACIONAL: (4.4.6) IDENTIFICAR OPERAÇÕES E ATIVIDADES ASSOCIADAS COM ASPECTOS AMBIENTAIS SIGNIFICATIVOS QUE SE ENQUADREM NO ESCOPO DA POLÍTICA, OBJETIVOS E METAS. PLANEJAR ATIVIDADES, INCLUINDO MANUTENÇÃO, PARA ASSEGURAR A REALIZAÇÃO DAS MESMAS SOB CONDIÇÕES ESPECIFICADAS AO: ESTABELECER E MANTER PROCEDIMENTOS DOCUMENTADOS PARA OS CASOS ONDE A AUSÊNCIA DOS MESMOS POSSA CAUSAR DESVIOS DA POLÍTICA, DOS OBJETIVOS E DAS METAS. ESTIPULAR CRITÉRIOS DE OPERAÇÃO. ESTABELECER E MANTER PROCEDIMENTOS RELACIONADOS A ASPECTOS SIGNIFICATIVOS DOS BENS E SERVIÇOS UTILIZADOS. Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

19 19 IMPLEMENTAÇÃO E OPERAÇÃO: (4.4) EMERGÊNCIAS - PREPARO E RESPOSTAS: (4.4.7) PROCEDIMENTOS PARA IDENTIFICAR AS SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA E DE ACIDENTES, RESPONDER A ELAS E PREVENI-LAS REDUZINDO OS IMPACTOS AMBIENTAS. PLANO DE EMERGÊNCIA / SIMULADOS AÇÕES CORRETIVAS E DE VERIFICAÇÃO: (4.5) MONITORAÇÃO E MEDIÇÃO: (4.5.1) PROCEDIMENTOS PARA MONITORAR E MEDIR REGULARMENTE AS CARACTERÍSTICAS CHAVE DAS OPERAÇÕES E ATIVIDADES QUE POSSAM TER UM IMPACTO SIGNIFICATIVO SOBRE O MEIO AMBIENTE. O EQUIPAMENTO DE MONITORAÇÃO DEVE SER CALIBRADO E OS REGISTROS RETIDOS DE ACORDO COM OS PROCEDIMENTOS DA ORGANIZAÇÃO. ESTABELECER E MANTER UM PROCEDIMENTO PARA AVALIAR PERIODICAMENTE A CONFORMIDADE COM A LEGISLAÇÃO E OS REGULAMENTOS. NÃO-CONFORMIDADE E AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS: (4.5.2) PROCEDIMENTOS DEFININDO RESPONSABILIDADES E AUTORIDADE PARA MANUSEIO E INVESTIGAÇÃO DE NÃO-CONFORMIDADES, TOMADAS DE AÇÃO PARA REDUZIR OS IMPACTOS E DAR INÍCIO E CONCLUIR AÇÕES CORRETIVAS E PREVENTIVAS. Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

20 20 AÇÕES CORRETIVAS E DE VERIFICAÇÃO: (4.5) REGISTROS: (4.5.3) PROCEDIMENTOS PARA IDENTIFICAÇÃO, MANUTENÇÃO E DISPOSIÇÃO DOS REGISTROS AMBIENTAIS. AUDITORIA DO SGA: (4.5.4) PROGRAMA E PROCEDIMENTOS PARA AUDITORIAS PERIÓDICAS DO SGA PARA: DETERMINAR SE O SGA: ESTÁ EM CONFORMIDADE COM O QUE FOI PLANEJADO E COM A NORMA ISO FOI IMPLEMENTADO E É MANTIDO. FORNECER INFORMAÇÕES À ALTA DIREÇÃO. ANÁLISE CRÍTICA PELA ALTA DIREÇÃO: (4.6) A ALTA ADMINISTRAÇÃO DEVE EM INTERVALOS POR ELA DETERMINADOS, REALIZAR ANÁLISES CRÍTICAS DO SGA PARA ASSEGURAR QUE O MESMO ESTEJA SEMPRE ADEQUADO E EFICAZ. Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

21 21 ASPECTOS X IMPACTOS AMBIENTAIS ASPECTO AMBIENTAL - UM ELEMENTO DAS ATIVIDADES, PRODUTOS OU SERVIÇOS DE UMA ORGANIZAÇÃO QUE POSSA INTERAGIR COM O MEIO AMBIENTE. IMPACTO AMBIENTAL - QUALQUER MUDANÇA NO MEIO AMBIENTE, QUER ADVERSA, QUER BENÉFICA, TOTAL OU PARCIALMENTE RESULTANTE DAS ATIVIDADES, PRODUTOS OU SERVIÇOS DE UMA ORGANIZAÇÃO. A ISO REQUER PROCEDIMENTOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DOS ASPECTOS E IMPACTOS AMBIENTAIS. REQUER UM PROCESSO PARA AVALIAR IMPACTOS SIGNIFICATIVOS. EXEMPLOS DE METODOLOGIAS DE IDENTIFICAÇÃO DE ASPECTOS: PROCESSOS - AVALIAÇÃO DE PROCESSOS E HAZOP PRODUTOS/SERVIÇOS - AVALIAÇÃO DE CICLO DE VIDA LOCAIS - AUDITORIAS E ANÁLISES AMBIENTAIS NOVOS PROJETOS - AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL Créditos: RODRIGUES, Fernando Altino M.

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