Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR)

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1 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Responsável Técnico: Andrea Maria Cardoso Manarte Coordenação Técnica de Saúde e Higiene Ocupacional. Público-alvo: Empregados próprios e prestadores de serviços das unidades da Vale Fertilizantes. 1. OBJETIVO Nº: PGS Pág.: 1 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Código de Treinamento: N/A Necessidade de Treinamento nesta revisão: ( )Sim (X)Não Palavras-chave: Diretriz, Programa, Proteção Respiratória, PPR. Orientar a implantação do Programa de Proteção Respiratória nas unidades assegurando a prevenção e proteção aos empregados contra riscos respiratórios. 2. APLICAÇÃO Este procedimento aplica-se a Vale Fertilizantes e suas contratadas. 3. REFERÊNCIAS Política do Sistema Integrado de Gestão PGS Programa de gerenciamento de higiene ocupacional PGS Relatório Técnico dos Agentes Ambientais Instrução Normativa SSST/MTB Nº 1, de 11 de abril de 1994 Programa de Proteção Respiratória, Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores Fundacentro 4. DEFINIÇÕES Aerossol: Partículas sólidas ou líquidas suspensas no ar, o mesmo que aerodispersóide. Atmosfera perigosa: Atmosfera que contém um ou mais contaminantes em concentração superior ao Limite de Exposição, ou que seja deficiente de oxigênio. Contaminante: agente químico ou biológico em suas diversas formas gases, vapores, aerodisperdóides presentes em um determinado ambiente que tenha algum potencial de causar efeito adverso direto ou indireto a um sistema biológico, dependendo de sua concentração no ambiente.

2 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 2 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Ensaio de Vedação: ensaio realizado com a finalidade de avaliar a vedação de um respirador específico no rosto de um dado indivíduo. Ensaio de vedação qualitativo: Ensaio do tipo aprova/reprova baseado na resposta sensorial a substância utilizada no ensaio. Ensaio de vedação quantitativo: ensaio que utiliza instrumento para a medida da concentração da substância de ensaio, dentro e fora do respirador, ou para a medida ou controle de outra grandeza, como por exemplo, a pressão dentro da peça facial. Espaço confinado: Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua, que possua meios limitados de entrada e saída, cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio. Fator de Proteção Atribuído: Nível de proteção respiratória que se espera alcançar no local de trabalho, quando um trabalhador treinado usa um respirador (ou classe de respirador) em bom estado e ajustado de modo correto. Fator de Proteção Requerido: É o quociente entre a concentração do contaminante presente no ambiente de trabalho, na zona respiratória, e o seu limite de exposição. Fator de Vedação: Medida quantitativa da vedação obtida pelo uso de um respirador específico por um dado indivíduo. Por exemplo, o quociente entre a concentração da substância utilizada no ensaio, fora e dentro do respirador, enquanto são executados exercícios específicos. Filtro: É dispositivo destinado a reter impurezas específicas contidas no ar. Parte do equipamento de proteção respiratória destinado a purificar o ar inalado. Fracas propriedades de alerta: Característica de substâncias cujo odor, sabor ou efeitos irritantes, não são detectáveis ou não são persistentes em concentração abaixo do limite de exposição. Fumos: Aerodispersóides, gerados termicamente, constituídos por partículas sólidas formadas por condensação, de vapores, em geral após volatilização de substancia fundida (ex. solda), frequentemente acompanhada de reação química, tal como a oxidação. Gás: Substância que nas condições normais de pressão e temperatura está em estado gasoso. Higienização: Remoção de contaminantes e inibição da ação de agentes causadores de infecções ou doenças. IPVS (Imediatamente perigoso à vida ou à saúde): Qualquer atmosfera que apresente risco imediato à vida ou produza imediato efeito debilitante irreversível à saúde.

3 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 3 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Poeira: Aerodispersóides, gerado mecanicamente, constituído por partículas sólidas formadas por ruptura mecânica de um sólido. Peça Facial: parte do equipamento de proteção respiratória que cobre as vias respiratórias, podendo,ou não, proteger os olhos. Peça Facial Inteira: peça facial que cobre a boca, nariz e olhos. Peça semifacial ou quarto facial: peça facial que cobre a boca e o nariz, e se apoia sob o queixo. Respirador: Equipamento de proteção respiratória que visa à proteção do usuário contra a inalação de ar contaminado ou de ar com deficiência de oxigênio. O mesmo que máscara ou equipamento de proteção respiratória. Respirador aprovado: Equipamento considerado bom, após ensaio que comprove o atendimento aos requisitos mínimos exigidos peia norma correspondente. Deve possuir o Certificado de Aprovação. Respirador purificador de ar: Respirador no qual o ar do ambiente, antes de ser inalado, passa através de um filtro para remoção do contaminante. Vapor: Fase gasosa de uma substância que existe normalmente no estado líquido ou solido, nas condições ambientais de temperatura e pressão. Verificação da vedação: Teste realizado pelo usuário com a finalidade de verificar se o respirador está adaptado corretamente ao rosto. Utiliza o teste de pressão positiva e de pressão negativa. Usuário: Todo indivíduo que use equipamento de proteção respiratória independente da natureza da sua relação de trabalho com o fornecedor da mesma. 5. DESCRIÇÃO E RESPONSABILIDADES 5.1 Coordenação Técnica de Saúde e Higiene Ocupacional Definir diretrizes para gestão do Programa de Proteção Respiratória. Assessorar as unidades locais no gerenciamento das atividades do Programa de Proteção Respiratória Gerências de área Garantir o cumprimento das diretrizes deste programa. Fornecer os recursos necessários para que as ações deste programa sejam implementadas.

4 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 4 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Adotar medidas de proteção coletiva para o controle da exposição dos trabalhadores. Designar um responsável na unidade pela administração do Programa de Proteção Respiratória. Permitir que o empregado deixe a área de risco na situações previstas nesta diretriz Da Medicina do Trabalho Estabelecer normas e programas de controle respiratório por meio de monitorização respiratória, assim como adotar condutas que deverão ser obedecidas nos exames médicos admissionais, periódicos, especiais e de demissão, bem como aqueles por ocasião de mudanças de funções. Realizar exame clínico. Se necessário, realizar a espirometria, solicitar o Rx de tórax e demais exames necessários para a verificação da aptidão para uso de respiradores. Realizar teste de selagem do respirador FIT TEST - procedendo conforme procedimento interno. Emitir Atestado de Aptidão e autorização para uso de respirador. Garantir a realização da monitoração Biológica dos empregados a agentes químicos específicos, quando aplicável. Participar na escolha dos EPI s no que tange à adaptação. Realizar o acompanhamento das avaliações espirométricas e vigilância médica dos trabalhadores estabelecidos neste programa. Realizar as espirometrias dos empregados que pertencem ao Programa de Proteção Respiratória. Garantir a calibração do espirômetro Administrador do Programa Assegurar o mapeamento dos riscos dos agentes químicos de todos os setores da empresa e avaliar suas concentrações no ambiente de trabalho.

5 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Estabelecer os Grupos Homogêneos de Exposição da empresa. Nº: PGS Pág.: 5 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Estabelecer parâmetros e limites de tolerância para a realização das medições dos agentes químicos. Manter atualizados os registros e procedimentos escritos, de tal maneira que o programa fique documentado e permita uma avaliação de sua eficácia. Promover o arquivamento de toda a documentação e registros dos Planos de Ação voltados para o cumprimento deste programa. Manter medições e amostragens ambientais, estimativas e informações periodicamente atualizadas do contaminante no ambiente de trabalho. Manter contato permanente com os administradores responsáveis por cada área de trabalho, engenharia de segurança do trabalho, medicina do trabalho e fornecedores / fabricantes de respiradores. Manter contato permanente com a Comissão de Gestão de Produtos Químicos (RAC-10) de modo a acompanhar os seus trabalhos e prestar assessorias necessárias garantindo a homogeneidade das diretrizes e ações. Manter contato permanente com os responsáveis pelas áreas de trabalhos (gerentes de área, supervisores, gestores) e usuários de equipamentos de proteção respiratória. Assessorar tecnicamente o pessoal das áreas operacionais na aplicação das diretrizes e ações do programa. Propor ações de melhorias que aumentem a eficácia do programa. Assegurar a realização do treinamento sobre uso e conservação dos respiradores, bem como informar sobre os riscos envolvidos na operação. Estudar e pesquisar diferentes alternativas, objetivando melhorar o ambiente de trabalho. Implantar sistemas de proteção respiratória realizando testes e definindo os respiradores que serão utilizados no processo industrial. Garantir a utilização por parte dos empregados da empresa de Equipamentos de Proteção Respiratória -(EPR) aprovados e testados por órgão competente.

6 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 6 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Orientar e fiscalizar o uso dos Equipamentos de Proteção Respiratória pelos trabalhadores da empresa Da Engenharia de Manutenção Rever as máquinas, dispositivos e ferramental quando solicitado pela segurança e a higiene industrial. Realizar a inspeção e manutenção preventiva/corretiva periódica dos sistemas de ventilação da empresa Do Setor de Compras Comprar somente respiradores e peças de reposição aprovados pelo segurança e saúde ocupacional. Realizar a distribuição para empregados dos Equipamentos de Proteção Respiratória da empresa Responsabilidades dos empregados Participar ativamente das ações deste programa e exigências estabelecidas nestas diretrizes. Aplicar as recomendações recebidas durante os treinamentos. Comunicar ao administrador do PPR na sua área quaisquer anomalias perceptíveis nos processos, no ambiente de trabalho e no funcionamento do respirador. Manter as partes do rosto, que ficam na área de vedação da máscara, isentas de pêlos faciais (barba, bigode, costeletas ou cabelos); 5.2 DIRETRIZES GERAIS DO PPR Programa de Proteção Respiratória A unidade deverá elaborar o seu Programa de Proteção Respiratória levando em consideração na estrutura mínima definida pelo Anexo 11 - Documento Base do PPR e Programa de Proteção Respiratória, Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores Fundacentro, Os procedimentos normativos são documentos destinados a padronizar o desenvolvimento das ações

7 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 7 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 previstas no PPR. Os usuários de equipamentos de proteção respiratória, bem como os responsáveis pelas ações do PPR deverão ser treinados nos procedimentos aplicáveis à sua área de atuação. Os procedimentos normativos escritos estão disponíveis com o administrador e/ou responsáveis setoriais, que são capacitados a esclarecer quaisquer dúvidas com relação à sua aplicabilidade Exames Médicos do candidato ao uso de respiradores Todo candidato ao uso de respiradores deve ser analisado pela medicina do trabalho para verificar as suas condições de saúde nas questões referentes a sintomas respiratórios e cardiovasculares, através da utilização de formulários, exame clínico e, se necessário, funcional do candidato. A unidade deverá assegurar o fornecimento dos EPR somente a pessoas fisicamente capacitadas a suas tarefas utilizando os referidos equipamentos Seleção de respiradores Os respiradores são selecionados de acordo com a Instrução Normativa Nº 1 - de 11/04/94 do MTE - Programa de Proteção Respiratória, Recomendações, Seleção e Uso de Respiradores: - Existência do teor de Oxigênio - O2 entre 19,5 e 23%; - Com base nas Avaliações Ambientais; - Tipo de risco respiratório (Propriedades físicas, efeitos fisiológicos, concentração, LT, entre outros) - Fator de Proteção Requerido pelo ambiente x Fator de proteção atribuído ao respirador; - Atmosferas IPVS Imediatamente Perigosa a Vida ou a Saúde; - Outros equipamentos que interfiram na utilização dos respiradores; - Com o respectivo CA Certificado de Aprovação expedido pelo MTE; - Constantes da relação dos fabricantes de EPI s homologados pela Vale; - Atividades do usuário; - Condições de uso do respirador; - Localização das áreas de riscos;

8 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) - Características e limitações do respirador; - Características das tarefas. Nº: PGS Pág.: 8 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Na ocorrência de atmosferas consideradas IPVS, além da utilização de máscara autônoma de demanda com pressão positiva, com peça facial inteira, devem ser atendidas as determinações do Requisito de Atividades Criticas - RAC 06 Espaço Confinado, bem como as demais ferramentas de Saúde e Segurança. Um dos pontos para avaliar o tipo do Equipamento de Proteção Respiratória é a atenuação com base nos levantamentos ambientais. Esta atenuação deverá ser comprovada e registrada no Anexo 10 - Formulário Seleção de Equipamentos de Proteção Respiratória X Avaliação Ambiental. Os EPR definidos e utilizados pela unidade deverão estar cadastrados no Anexo 4 - Especificação Técnica de Respiradores. Os EPR deverão ser utilizados de forma individual, salvo em situações específicas, de acordo com a finalidade dos mesmos. Para a adoção de proteção respiratória individual, deverá ser analisado previamente o tempo de uso do empregado em relação à jornada de trabalho Treinamento Todos os usuários de proteção respiratória devem ser treinados quanto ao funcionamento, limitações e correta utilização dos respiradores. Abrangerá todas as outras pessoas envolvidas (Supervisores, Gestores e responsáveis pela entrega de EPI) com as ações voltadas para este programa. Deve ser realizado em ambiente que condicione o desenvolvimento das etapas teórico/práticas, na parte teórica abordam-se assuntos pertinentes aos riscos respiratórios, medidas de proteção coletiva, identificação de situações de perigos e riscos respiratórios, dentre outros. Como forma de fixar as informações recebidas na parte teórica os treinandos executam a parte prática do treinamento que contempla itens tais como, o funcionamento, características e as limitações dos

9 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 9 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 respiradores, a forma correta de colocação e a sua verificação, os cuidados com a manutenção, inspeção e guarda de acordo com o Treinamento de Proteção Respiratória padrão da unidade. O treinamento de utilização de respiradores em caso de emergências e salvamento deverá ser realizado com as equipes das brigadas de emergência, distribuídas pelas áreas, bem como para o pessoal do corpo de bombeiros e caso necessário para os empregados das áreas operacionais. Abrangerá todas as outras pessoas envolvidas (Supervisores, Gestores e responsáveis pela entrega de EPI) com as ações voltadas para este programa. Não será obrigatória a realização do treinamento para os empregados que desempenham atividades em áreas consideradas tipicamente administrativas (realizadas maior parte do tempo em escritórios), sendo que a utilização do respirador é realizada de forma eventual, e que o uso do equipamento de proteção respiratória não faça parte da rotina do empregado no desempenho de suas atividades. Exemplo de cargos: diretores, gerentes gerais, profissionais da área do RH, contabilidade, compras, jurídico, assistentes administrativos dentre outros que ser enquadram no critério. Os Responsáveis Técnicos (administradores do programa de PPR) das unidades operacionais, além do critério acima citado, definirão o público alvo com base nas avaliações dos agentes ambientais (avaliação do risco respiratório) inseridas nos programas legais. O empregado deve receber um treinamento inicial, quando designado para uma atividade que exija o uso do respirador sendo repetido, no mínimo, a cada 12 meses. A carga horária está definida nas diretrizes de capacitação da Vale Fertilizantes Teste de verificação de vedação Os usuários dos equipamentos de proteção respiratória devem ser instruídos durante o treinamento prático a proceder quanto à verificação da vedação do respirador, imediatamente após a sua colocação sobre a face e antes de adentrar a área de risco ou mesmo iniciar atividades que requeiram a sua utilização. Os testes devem ser realizados com pressão positiva e de pressão negativa conforme descritas abaixo: Verificação de Vedação pelo teste de pressão NEGATIVA

10 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 10 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Este procedimento pode ser usado com os respiradores purificadores de ar ou de adução de ar, equipados com coberturas das vias respiratórias com contato facial. É difícil fazer esta verificação nos respiradores sem válvula. As aberturas de entrada de ar (filtros) são bloqueadas completamente pela palma da mão ou pela colocação de um selo na entrada do filtro químico ou mecânico, ou estrangulando a traquéia ou mangueira. O usuário deve inalar suavemente e segurar a respiração. Se a peça facial aderir ao rosto, pode-se afirmar, com razoável segurança, que a vedação da peça facial é satisfatória. Se a peça não aderir ao rosto, ajustar o respirador, e repetir o procedimento de verificação. Verificação de Vedação pelo teste de pressão POSITIVA Este procedimento pode ser usado em respiradores com cobertura das vias respiratórias com contato facial e que contenham válvula de inalação e de exalação. A válvula de exalação, ou traquéia, ou ambas, são bloqueadas e o usuário deve exalar suavemente. A vedação será considerada satisfatória quando o usuário sentir ligeira pressão dentro da peça facial e não conseguir detectar nenhuma fuga de ar na zona de vedação em ter a peça facial e o rosto. Se houver fuga de ar, ajustar o respirador, e repetir o procedimento de verificação Ensaios de vedação Os usuários de equipamentos de proteção respiratória devem ser submetidos aos ensaios de vedação para verificar se o respirador fornecido proporciona uma vedação satisfatória ao rosto. Estes ensaios são realizados em ambientes livres de qualquer contaminante atmosférico, devendo ser previamente verificado e registrado no Anexo 7 - Check List para Verificação do Local do Ensaio de Vedação, além de proporcionar condições de acomodar os acessórios necessários aos ensaios. Os ensaios de vedação procedem conforme descritos no Anexo 2 - Procedimento para Ensaio de vedação através do ensaio qualitativo com aerossol em solução, e todos os operadores dos ensaios devem ser treinados neste procedimento.

11 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 11 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Anualmente o usuário de equipamento de proteção respiratória deverá ser submetido ao ensaio de vedação, e deve ser repetido toda vez que o usuário apresentar alguma alteração física que comprometa a vedação do respirador. O ensaio deverá ser registrado no Anexo 9 - Formulário de Ensaio de Vedação (Teste Qualitativo), e posteriormente arquivado no dossiê do empregado. O controle do ensaio de vedação deverá ser realizado conforme o Anexo 6 Controle do ensaio de vedação Fornecimento e Aquisição dos Equipamentos de Proteção Respiratória Os Equipamentos de Proteção Respiratória devem ser entregues a todos os empregados, usuários de Equipamento de Proteção Respiratória, considerando as determinações a seguir. Requisitos mínimos devem ser seguidos para a entrega do EPR nas unidades: Os responsáveis pela entrega dos EPR devem proceder da seguinte forma durante a entrega: Devem ser fornecidos ao usuário, EPR testados e aprovados que constem na lista de fabricantes homologados pela Vale Fertilizantes; Antes de entregar o respirador ao usuário, o responsável pela entrega deve verificar se o empregado realizou o Ensaio de Vedação e verificar quais os respiradores estão aprovados para o respectivo empregado. OBS: Caso o usuário não tenha realizado o ensaio de vedação, entregar o EPR especificado para a função. Na sequência o responsável pela entrega deve notificar a gerência, e esta encaminhar o usuário para a realização do ensaio de vedação. Entregar o EPR e preencher a Ficha Individual de EPI conforme os procedimentos de Controle e Distribuição de EPI da localidade. Estes são procedimentos gerais para entrega do EPR. O administrador do programa poderá definir e implementar procedimentos específicos para a entrega dos EPR na unidade. A unidade poderá adquirir apenas EPR que contenham instruções impressas contendo, no mínimo as seguintes informações:

12 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Finalidade a que se destina; A proteção oferecida ao usuário; As restrições ao seu uso; A sua vida útil; Orientações sobre guarda, conservação e higienização Monitoramento das áreas de risco Nº: PGS Pág.: 12 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 A unidade deve estabelecer um monitoramento apropriado e periódico das áreas de trabalho e dos riscos ambientais a que estão expostos os empregados aos agentes químicos conforme orientações do PGS Programa de gerenciamento de higiene ocupacional e PGS Relatório Técnico dos Agentes Ambientais. Estas avaliações quantitativas devem ser registradas no anexo 10 - Formulário de Seleção de Equipamentos de Proteção Respiratória por Função Manutenção, Inspeção e Guarda As recomendações de limpeza e higienização estão registradas no Anexo 3 - Procedimento para limpeza e higienização de respiradores com manutenção. Cada unidade definirá o seu procedimento de guarda e conservação dos EPR Razões para que empregado deixe a área de risco: O empregador deverá permitir que o empregado deixe a área de risco por qualquer motivo relacionado com seu uso. Essas razões podem incluir, mas não se limitam às seguintes: - falha do respirador que altere a proteção por ele proporcionada; - mau funcionamento do respirador; - detecção de penetração de ar contaminado dentro do respirador; - aumento da resistência à respiração; - grande desconforto devido o uso do respirador;

13 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 13 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/ mal estar sentido pelo usuário do respirador, tais como náusea, fraqueza, tosse, espirro, dificuldade para respirar, calafrio, tontura, vômito, febre; - lavar o rosto e a peça facial do respirador, sempre que necessário, para diminuir a irritação da pele; - trocar o filtro ou outros componentes, sempre que necessário; - descanso periódico em área não contaminada Cronograma de Ações As ações deste programa devem estar presentes no Anexo 8 - Cronograma de Ações do PPR que define o seu desenvolvimento, sendo atualizado anualmente, definindo-se novas ações. Neste cronograma estão definidas as ações, os responsáveis e os prazos para a sua realização, sendo objeto de verificação durante a avaliação anual Avaliação do programa O Administrador do programa deve buscar os meios necessários para que o programa seja avaliado anualmente para a verificação de sua eficácia. Nesta avaliação todas as suas etapas serão analisadas, promovendo os ajustes necessários e a geração de plano de ações para a sua adequação. A avaliação anual deverá ser realizada utilizando o Anexo 5 - Formulário de Avaliação do PPR Resultados esperados Assegurar a prevenção e proteção dos empregados contra riscos respiratórios inseridos nos ambientes de trabalho Matriz de indicadores

14 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) 6. REGISTROS Nº: PGS Pág.: 14 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Tipo Indexação Identificação Coleta Acesso Arquivamento Armazenamento Manutenção Registro de conformidade Legal. (MTE) Registro de conformidade Legal. (MTE) Registro de conformidade Legal. (MTE) Registro de conformidade Legal. (MTE) Registro de conformidade Legal. (MTE) Registro de conformidade Legal. (MTE) Registro de conformidade Legal. (MTE) Por ano Por ano Por mês Por ano Por ano Por ano Por ano Anexo 5 Formulário de avaliação do PPR Anexo 6 - Controle de Ensaio de Vedação. Anexo 7 Check-list para verificação do local do ensaio de vedação Anexo 8 - Cronograma de ações Anexo 9 - Formulário de ensaio de Vedação dos Respiradores. Anexo 10 - Seleção dos EPR/ Avaliação Ambiental Anexo 11 - Documento base para PPR SESMT SESMT SESMT SESMT SESMT SESMT Livre Livre Livre Livre Profissional de SSMA e Médico do trabalho/enfermeiro Livre Meio Físico / Meio Eletrônico Meio Eletrônico Meio Físico Meio Eletrônico/ Físico Meio Físico Meio Eletrônico SESMT SESMT SESMT SESMT SESMT SESMT Meio Físico/ Eletrônico Meio eletrônico Meio Físico Meio Eletrônico/ Físico Tempo Mínimo Retenção 10 anos SESMT Livre Meio Eletrônico/ Físico SESMT Meio Físico Meio eletrônico Meio eletrônico/ Físico Disposição Arquivo Inativo (20 anos) 10 anos Backup 10 anos Descarte 10 anos Backup 10 anos Arquivo Inativo (20 anos) 10 anos Backup 10 anos Arquivo Inativo (20 anos) 7. ANEXOS Anexo 1 Procedimento para colocação de respirador com e sem manutenção

15 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) Nº: PGS Pág.: 15 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013 Anexo 2 Procedimento para ensaio de vedação através do ensaio qualitativo com aerossol em solução Anexo 3 Procedimento de limpeza e higienização de respiradores com manutenção Anexo 4 Especificação técnica de respiradores (Cadastro dos EPR s) Anexo 5 Formulário de Avaliação do PPR Anexo 6 Controle de Ensaio de Vedação Anexo 7 Check-list para verificação do local do ensaio de vedação Anexo 8 Cronograma de Ações do PPR Anexo 9 Formulário de Ensaio de Vedação (Teste quantitativo) Anexo 10 Formulário de Seleção dos EPR X Função X Avaliação Ambiental Anexo 11 Documento base para o PPR 8. ELABORADORES DIRETORIA NOME MATRÍCULA DIHB Andrea Maria Cardoso Manarte DIHB Alan Carlos de Castro Carvalho DIHB Ana Lucia Silva Taveira DINT Shirlei Alvares Perez Antonelli DINT Caio Vinicius Naitzke DIPH Alex Ricardo Inácio DIPH Eder Cacio de Andrade DIPH Leila Ilda de Lima Vian DIPH Paulo Cezar Marcolino DIPH Lamis Veronez Lino DIPH Jose Maria Coelho DIPH Cryslanne Rocha Jardim DIOK Valdivone Souza

16 Vale Fertilizantes DIRETRIZES PARA O PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA (PPR) DIMK Alejandro Cachay Malo Nº: PGS Pág.: 16 de 16 Classificação: Uso interno Rev.: 00-10/12/2013

17 PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DE RESPIRADOR SEMIFACIAL COM E SEM MANUTENÇÃO Anexo 1 do PGS Pág.: 1 de 4 DEFINIÇÕES: Verificação de vedação: ensaio realizado pelo usuário com a finalidade de verificar se o respirador está selado corretamente do rosto; Respirador semifacial com manutenção: peça facial que cobre a boca e o nariz, e se apóia sob o queixo, sendo possível à substituição de componentes avariados, bem como possibilita o processo de limpeza e higienização. Respirador semifacial sem manutenção: peça facial que cobre a boca e o nariz, e se apóia sob o queixo. Constituída, parcial ou totalmente, de material filtrante. Mais comumente conhecido por máscara descartável. Podendo ser classe PFF1, PFF2 ou PFF3. DESCRIÇÃO: 1. PASSOS PARA A COLOCAÇÃO DOS RESPIRADORES COM MANUTENÇÃO a) Coloque o respirador no rosto e posicione a tira plástica do elástico superior sobre a cabeça. b) Para tirante deslizante, coloque o tirante superior sobre a cabeça enquanto segura o tirante inferior. Deslize a peça facial sobre o tirante ajustando-a ao seu rosto. c) Para ambos os tirantes: Encaixe os elásticos inferiores (de baixo) ligando as presilhas atrás do pescoço.

18 PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DE RESPIRADOR SEMIFACIAL COM E SEM MANUTENÇÃO Anexo 1 do PGS Pág.: 2 de 4 d) Puxe as extremidades dos elásticos. Primeiro as superiores, depois as inferiores. Ajuste o respirador e certifique-se de que está bem vedado e com boa visibilidade. e) Verificação da vedação: Teste de pressão positiva coloque a palma da mão sobre a válvula de exalação e assopre suavemente algumas vezes. A peça facial deverá se expandir sem ocorrer vazamento. f) Verificação da vedação: Teste de pressão negativa coloque o polegar no centro do filtro de maneira que impeça a entrada de ar. Inspire suavemente. A peça facial deverá colapsar no rosto do usuário. Estes são procedimentos básicos para colocação de respirador com manutenção. O administrador do programa poderá incluir procedimentos adicionais que achar necessário neste anexo.

19 PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DE RESPIRADOR SEMIFACIAL COM E SEM MANUTENÇÃO Anexo 1 do PGS Pág.: 3 de 4 2. PASSOS PARA A COLOCAÇÃO DOS RESPIRADORES SEM MANUTENÇÃO a) Segure o respirador na palma da mão, com a espuma interna na direção da ponta dos dedos. As tiras elásticas devem ficar soltas e para baixo. b) Leve o respirador ao rosto cobrindo a boca e o nariz. Puxe o elástico de cima, passando-o pela cabeça e ajustando-o acima das orelhas. c) Depois faça o mesmo com o elástico inferior, ajustando-o na nuca. Posicione o respirador no rosto de modo a permitir um bom campo visual. d) Com dois dedos de cada mão, Pressione o grampo de ajuste nasal com os dedos de forma a moldá-lo ao seu formato de nariz. Isto lhe garantirá um bom ajuste.

20 PROCEDIMENTO PARA COLOCAÇÃO DE RESPIRADOR SEMIFACIAL COM E SEM MANUTENÇÃO Anexo 1 do PGS Pág.: 4 de 4 e) Para verificar a vedação, coloque as mãos na frente do respirador e sopre fortemente. O ar não deve vazar pelas laterais. Caso isto aconteça, reinicie a colocação do respirador até conseguir um bom ajuste. f) Para retirá-lo, comece pelo elástico abaixo das orelhas, passando-o pela cabeça. A seguir, proceda da mesma forma com o outro elástico. Estes são procedimentos básicos para colocação de respirador com manutenção. O administrador do programa poderá incluir procedimentos adicionais que achar necessário neste anexo.

21 PROCEDIMENTO PARA ENSAIO DE VEDAÇÃO ATRAVÉS DO ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSOL EM SOLUÇÃO Anexo 2 do PGS Pág.: 1 de 4 DEFINIÇÕES: Verificação de vedação: ensaio realizado pelo usuário com a finalidade de verificar se o respirador está selado corretamente do rosto; Ensaio de vedação qualitativo: ensaio do tipo aprova/reprova baseado na resposta sensorial à substância utilizada no ensaio; Operador do ensaio: pessoa encarregada de instruir o usuário quanto às ações a serem feitas durante o ensaio e conduzir os procedimentos descritos neste documento; Usuário: indivíduo que usa equipamento de proteção respiratória; Peça facial: parte do equipamento de proteção respiratória que cobre as vias respiratórias, podendo, ou não, proteger os olhos; Respirador: equipamento que visa a proteção do usuário contra inalação de ar contaminado e em alguns modelos para ambientes com deficiência de oxigênio; Aerossol: substância utilizada para estimular a resposta do usuário durante o ensaio. DESCRIÇÃO INFORMAÇÕES GERAIS O operador do ensaio deve diariamente, antes de iniciar os ensaios de vedação, verificar se o ambiente utilizado para os ensaios está isento de contaminantes que podem comprometer o resultado dos ensaios de vedação a serem realizados. Deverá preencher Anexo 10 - Check-list para verificação do local do ensaio de vedação. Deve ser permitido ao usuário escolher o respirador mais confortável, entre vários tamanhos e diferentes fabricantes; Antes de definir a opção deve-se mostrar ao usuário como colocar, posicionar na face e como ajustar a tensão dos tirantes (fazer este passo em frente ao espelho); Informar ao usuário que a Vale Fertilizantes está procurando escolher o respirador que proporciona maior vedação, e que existem respiradores com dimensões e formatos diferentes, onde se for usado de modo adequado, proporcionará um ajuste perfeito; O usuário deve colocar os respiradores no rosto, eliminando as opções que não ofereçam um ajuste perfeito; As peças faciais mais confortáveis são separadas, e aquela que preliminarmente se mostrar mais confortável deve ser colocada e usada por 5 minutos, no mínimo, para confirmação. Todos os ajustes devem ser realizados pelo próprio usuário, sem assistência ou ajuda da pessoa que conduz o ensaio, ou de outra pessoa. A avaliação de conforto deve ser discutida considerando os pontos indicados no item a seguir. Se a pessoa não está habituada a usar aquele tipo de respirador, deve ser orientada a colocar o respirador algumas vezes e fazer os ajustes dos tirantes todas às vezes, de modo que encontre a tensão correta dos tirantes;

22 PROCEDIMENTO PARA ENSAIO DE VEDAÇÃO ATRAVÉS DO ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSOL EM SOLUÇÃO Anexo 2 do PGS Pág.: 2 de 4 Avaliar o conforto do usuário, discutindo os pontos a seguir, dando a ele, porém, tempo suficiente para que possa fazer suas observações: Posição do respirador no osso nasal; Compatibilidade com EPI para proteção ocular e auditiva; Facilidade na comunicação; Posição do respirador na face e sua verificação. Verificar se o respirador é adequado, observando os seguintes pontos: Ajuste no queixo bem-feito; Tensão adequada dos tirantes, de modo a evitar pressão exagerada sobre a face; Ajuste correto no osso nasal. Respirador de tamanho apropriado à distância entre o osso nasal e o queixo; Tendência de a peça facial se deslocar; Auto-observação no espelho para avaliar o ajuste e a posição do respirador na face. Solicitar ao usuário para verificar a vedação, seja pelo método da pressão negativa ou positiva (ver Procedimento para Verificação de vedação ). Antes de verificar essa vedação, deve-se fazer com o respirador se acomode ao rosto, solicitando que o usuário movimente a cabeça para os lados e de cima para baixo, enquanto respira devagar, mas profundamente. Se a verificação reprovar o respirador, deve ser escolhida outra peça facial, e os procedimentos repetidos. Não deve ser feito o ensaio de vedação em usuários que apresentem pêlos na face, ou outras características faciais que interfiram na vedação da peça. Qualquer aparelho que interfira no ajuste do respirador deve ser removido; Se, durante os exercícios, a pessoa apresentar dificuldades de respiração, ele deve retornar ao médico para verificar se tem condições de usar o respirador durante a execução de tarefas que exijam o uso deste EPI; Se o usuário julgar a vedação do respirador inaceitável, o usuário selecionará outra peça facial para ser ensaiada; Antes de iniciar o ensaio de vedação, informar ao usuário sobre os procedimentos, inclusive os exercícios que deve realizar, e sobre suas responsabilidades durante a realização do ensaio; Durante o ensaio de vedação, o usuário do respirador deverá usar também outros equipamentos de proteção individual que irá utilizar no desempenho de suas atividades. EXERCÍCIOS Durante o ensaio o usuário deverá realizados os exercícios descritos abaixo: Respirar normalmente. O usuário, na posição normal (pessoa de pé, em posição ereta com os braços estendidos ao longo do corpo e olhando para frente), sem falar, deve respirar normalmente; Respirar profundamente. O usuário, na posição normal, deve respirar devagar e profundamente, mas sem hiperventilar;

23 PROCEDIMENTO PARA ENSAIO DE VEDAÇÃO ATRAVÉS DO ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSOL EM SOLUÇÃO Anexo 2 do PGS Pág.: 3 de 4 Mover a cabeça de um lado para outro. O usuário, de pé, sem sair do lugar, deve mover a cabeça completamente, devagar, de um lado para outro. Manter momentaneamente a cabeça parada em cada extremidade enquanto inala em cada lado. Não deixar o respirador bater nos ombros; Mover a cabeça para cima e para baixo. O usuário, de pé, sem sair do lugar, deve movimentar devagar a cabeça para cima e para baixo. Inalar somente enquanto a cabeça esteja voltada para cima (olhando para o teto). Não deixar o respirador bater no queixo; Falar. Ler devagar um trecho indicado, ou falar de modo que o condutor do ensaio ouça claramente; Curvar-se, o usuário deve tentar tocar os pés com as mãos. Este exercício pode ser substituído por corrida lenta, no mesmo lugar, quando o ensaio de vedação não permitir o movimento de curva-se; Respirar normalmente, como no 1º exercício. Obs: Cada exercício deve ter duração de um minuto. No fim do ensaio de vedação o usuário deve ser inquirido sobre o conforto e, se julgar que é inaceitável, deve escolher outro respirador e repetir os procedimentos indicados. Iniciada a série de exercícios não é permitida reajustar o respirador. Qualquer reajuste invalida o ensaio, e ele deve ser repetido. 5.3 ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSSOL EM SOLUÇÃO Antes de iniciar o ensaio, o usuário deve receber informações completas sobre todo o ensaio de acuidade do paladar, bem como sobre todos os procedimentos do ensaio de vedação ENSAIO DE ACUIDADE DE PALADAR O ensaio de acuidade do paladar é realizado com a finalidade de determinar se o usuário consegue detectar o sabor das substâncias utilizadas no ensaio em baixas concentrações. O ensaio não deve ser realizado se o usuário comer ou beber algo doce antes do ensaio que interfira em sua acuidade paladar, esta condição deverá ser verificada e registrada no Formulário de Verificação das Condições do Empregado para Ensaio de Vedação. Colocar o capuz do Kit de ensaio no usuário; Solicitar que o usuário respira com a boca ligeiramente aberta, com a língua estendida; Preparar a solução para o ensaio de acuidade; Usando um nebulizador, nebulizar a solução para o ensaio preliminar, dentro do capuz, e não diretamente na boca ou nariz do usuário; Dar 10 bombeadas rapidamente e perguntar ao usuário se está sentindo algum gosto. Se a pessoa sentir o gosto deve-se interromper o ensaio de acuidade e anotar o número 10 (dez), independentemente do número de bombeadas em que ele percebeu o sabor; Se, com dez bombeadas, a resposta for negativa, bombear rapidamente mais 10 vezes e repita a pergunta. Se a pessoa sentir o gosto deve-se interromper o ensaio da acuidade e anotar o número 20 (vinte), independentemente do momento em que ele acusou o sabor; Se a segunda resposta for negativa, bombear rapidamente mais 10 vezes e repetir a pergunta. Se a pergunta sentir o gosto, interromper o ensaio de acuidade e anotar o número 30 (trinta), independentemente do momento em que ela percebeu o sabor; Anotar o número de bombeadas necessárias para conseguir uma resposta positiva;

24 PROCEDIMENTO PARA ENSAIO DE VEDAÇÃO ATRAVÉS DO ENSAIO QUALITATIVO COM AEROSOL EM SOLUÇÃO Anexo 2 do PGS Pág.: 4 de 4 Se, com 30 bombeadas, a pessoa não sentir o sabor, o ensaio de vedação com esta solução não pode ser realizada. E repetir os passos anteriores com outra substância; Se ao usuário conseguir sentir o sabor, deve-se pedir a ela que procure se lembrar dele, porque vai ser usado no ensaio de vedação; Ensaio de vedação no respirador escolhido Pelo menos 15 minutos antes do ensaio de vedação o usuário não deve comer, beber (água pura é permitida) ou mascar goma; Preparar a solução para o ensaio de vedação; Colocar o capuz do Kit de ensaio no usuário; O usuário deverá colocar o capuz quando estiver usando o respirador equipado com filtro mecânico, no mínimo classe P1, ou uma peça semifacial filtrante (PFF2); Solicitar que o usuário fique com a boca ligeiramente aberta, com a língua ligeiramente para fora, e atento a percepção do sabor da solução; Colocar o bico do nebulizador no orifício do capuz e nebulizar a solução preparada para o ensaio de vedação, usando a mesma técnica empregada no ensaio de acuidade de paladar e o mesmo número de bombeadas necessárias para obter a resposta naquele ensaio (10 20, ou 30 bombeadas). O ensaio é feito, no mínimo, com 10 bombeadas; Enquanto o aerossol é gerado, o usuário deve executar, durante um minuto, cada exercício previsto no item 4.2; Para manter uma concentração de aerossol adequada durante este ensaio, a cada 30 segundos, a metade do número de bombeadas utilizadas no ensaio de sensibilidade de paladar (5,10 ou 15); Solicitar ao usuário que avise ao sentir o mesmo gosto sentido durante o teste de acuidade. Se não perceber o mesmo gosto, o respirador está aprovado; Se o gosto for detectado, a vedação não foi satisfatória; devendo testar outro respirador, reiniciando todos os procedimentos, inclusive o ensaio de acuidade de paladar no período não inferior a 30 minutos. Obs: Verificar essa ocorrência freqüentemente de entupimentos. Se ocorrer entupimento, interromper o ensaio, que deverá ser considerado inválido. Registrar os resultados no Formulário de ensaio de vedação, devendo ficar arquivados; Preencher o Anexo 12 do PGS do Programa de Proteção Respiratória Formulário de Controle de Ensaios de Vedação.

25 PROCEDIMENTO PARA LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESPIRADORES COM MANUTENÇÃO Anexo 3 do PGS Pág.: 1 de 1 DEFINIÇÕES Respirador com manutenção: equipamento que visa à proteção do usuário contra a inalação de ar contaminado, e em alguns modelos com suprimento de ar, sendo possível à substituição de componentes avariados, bem como possibilita o processo de limpeza e higienização; Peça facial inteira: peca facial que cobre a boca, nariz e os olhos, e se apóia sob o queixo; Filtro Mecânico: parte do equipamento de proteção respiratória destinado a purificar o ar inalado, retêm partículas em suspensão no ar. Podendo ser de classe P1, P2 ou P3; Filtro Químico: parte do equipamento de proteção respiratória destinado a purificar o ar inalado, retêm gases e vapores contidos no ar. Podendo ser de classe FBC, classe 1, classe 2 ou classe 3. DESCRIÇÃO PASSOS PARA A HIGIENIZAÇÃO E LIMPEZA DOS RESPIRADORES COM MANUTENÇÃO o Remover filtros mecânicos e químicos. Em caso de peça facial inteira, desmontar a peça facial, isto é, remover o diafragma de voz, membrana das válvulas, válvulas de demanda e qualquer outro componente recomendado pelo fabricante. Descartar ou reparar qualquer componente com defeito; o Lavar a cobertura das vias respiratórias com uma solução aquosa de detergente neutro a 43º C, ou com a solução recomendada pelo fabricante. Usar escova para remover a sujeira. Não usar escova com fios metálicos. o Enxaguar com água morna limpa (no máximo 43ºC), preferivelmente água corrente; o Quando o detergente não contiver agentes desinfetantes, os componentes do respirador devem ficar por 2 (dois) minutos numa solução de hipoclorito (50 ppm de cloro) preparada pela mistura de aproximadamente de 1ml de água sanitária em 1 litro de água a 43ºC; o Enxaguar bem os componentes com água morna (43º C), preferivelmente em água corrente. Escorrer. É importante enxaguar bem, pois o desinfetante que secar na peça poderá provocar dermatites. Além disso, a não remoção completa desses agentes pode causar deterioração da borracha ou provocar corrosão das partes metálicas; o Os componentes devem ser secos manualmente com o auxílio de pano de algodão seco, que não solte fios; o Montar novamente a peça facial e recolocar os filtros, se necessário; o Verificar se todos os componentes do respirador estão funcionando perfeitamente, substituir quando necessário. Observação: Este anexo contempla procedimentos básicos para limpeza e higienização dos EPR. O administrador do programa deverá incluir procedimentos adicionais conforme Manual de Seleção dos Respiradores da Fundacentro, Instruções Técnicas dos fabricantes do EPR e/ou itens que achar necessário neste anexo.

26 Rev:00 31/08/2012 Especificação técnica de respiradores Cadastro de Equipamentos de Proteção Respiratória - EPR Anexo 4 do PGS ANEXO DO PGS - PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA Administrador do PPR da unidade: Data da atualização: Cargo: Responsável pela atualização: MODELO RESPIRADOR FABRICANTE CA 8516 RESPIRADOR SEM MANUTENÇÃO 3M DO BRASIL RESPIRADOR SEM MANUTENÇÃO M.S.A 5657 DATA DE VENCIMENTO 25/04/ /04/2012 CLASSE PFF - 2 PFF - 2

27 DADOS DA AUDITORIA Avaliação do PPR - Programa de Proteção Respiratória Anexo 5 PGS ANEXO DO PGS- PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA Administrador do PPR: Cargo: Segue abaixo os dados referentes á auditoria do PPR - Programa de Proteção Respiratória COMPLEXO: DATA DA AUDITORIA: AVALIAÇÃO DE EFICÁCIA DO ANO DE: AUDITOR LÍDER: MATRÍCULA: AUDITORES: MATRÍCULA: ACOMPANHANTE: MATRÍCULA: AUDITORES: MATRÍCULA: ACOMPANHANTE: MATRÍCULA: AUDITORES: MATRÍCULA: ACOMPANHANTE: MATRÍCULA: AVALIAÇÃO GERAL DO PPR Segue abaixo a pontuação geral dos itens do PPR - Programa de Proteção Respiratória (CAMPOS AUTOMÁTICOS) ITEM NÃO PALICÁVEL NÃO APLICÁVEL LEGENDA: 1 2 INACEITÁVEL PONTOS 3 ALGUMAS DEFICIÊNCIAS PONTOS SÉRIAS DEFICIÊNCIAS PONTOS 4 ACEITÁVEL PONTOS AVALIAÇÃO ESTRATIFICADA DO PPR Segue abaixo a pontuação estraiticada por item do PPR - Programa de Proteção Respiratória (PREENCHER CAMPO "ITEM DO PPR") informe o nº do item I 50 0 NÃO APLICÁVEL LEGENDA: A legenda abaixo é alterada de acordo com o item informado acima 1 INACEITÁVEL 0-20 PONTOS 3 ALGUMAS DEFICIÊNCIAS PONTOS SÉRIAS DEFICIÊNCIAS PONTOS ACEITÁVEL PONTOS 2 4 AVALIAÇÃO DO PRR - PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA Todos os itens (I à VII) estão divididos em sub-totais, para expandir a visão sobre cada um, clique no ícone (+) existente do lado esquerdo da planilha PONTUAÇÃO abaixo estão estratificadas as pontuações referentes à cada item I - ADMINISTRAÇÃO DO PROGRAMA A) EXISTE PROCEDIMENTO ESCRITO SOBRE O PPR? B) OS PROCEDIMENTOS ESCRITOS FAZEM REFERÊNCIA A:... 0 ATENDIMENTO 1. RECONHECIMENTO DOS RISCOS E CRITÉRIOS DE MEDIDA (LIMITES DE EXPOSIÇÃO - LE, AMOSTRAGEM) 2. CRITÉRIO DE SELEÇÃO DE RESPIRADOR? 3. USO DE RESPIRADORES COM CERTIFICADO DE APROVAÇÃO? 4. TREINAMENTO E REGULARIDADE NA RECICLAGEM? 5. ENSAIOS DE VADAÇÃO E REGULARIDADE A REPETIÇÃO? 6. POLÍTICA SOBRE USO DE BARBA E OUTROS FATORES QUE INFLUEM NA VEDAÇÃO? 7. DISTRIBUIÇÃO DOS RESPIRADORES AOS USUÁRIOS? 8. PROCEDIMENTO PARA INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO? 9. AVALIAÇÃO MÉDICA DOS USUÁRIOS? 10. CRITÉRIO DE AVALIAÇÃO DO PPR? C) A AUTORIDADE E A RESPONSABILIDADE PELO PPR É ATRIBUÍDA A UMA SÓ PESSOA? D) O ADMINISTRADOR DO PROGRAMA TEM CONHECIMENTOS SUFICIENTES DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA? E) EXISTEM RECURSOS FINANCEIROS SUFICIENTES PARA CADA ITEM (TREINAMENTO, EQUIPAMENTOS, ETC.)? TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item 50 0 II - INFORMAÇÕES BÁSICAS PARA SELEÇÃO DOS EPR... 0 ATENDIMENTO A) TODAS AS SUBSTÂNCIAS TÓXICAS EXISTENTES NA EMPRESA FORAM LISTADAS, BEM COMO O USO DE CADA UMA DELAS? B) AS SUBSTÂNCIAS TÓXICAS EM USO FORAM IDENTIFICADAS E A CONCENTRAÇÃO FOI DETERMINADA DE MODO APROPRIADO? C) FORAM DETERMINADAS, NO ÚLTIMO ANO, OU COM UMA FREQUÊNCIA ADEQUADA, AS CONCENTRAÇÕES DOS CONTAMINANTES? (CONFIRMAR AS INFORMAÇÕES, CONSULTANDO OS LAUDOS)? D) É CONHECIDO O LIMIAR DE ODOR, SE APLICÁVEL, DAS SUBSTÂNCIAS LISTADAS NO ITEM A? E) É CONHECIDO O LIMITE DE EXPOSIÇÃO, OU OUTROS ÍNDICES DA TOXICIDADE DAS SUBSTÂNCIAS LISTADAS NO ITEM A? F) A CONCENTRAÇÃO IPVS DAS SUBSTÂNCIAS LISTADAS NO ITEM A É CONHECIDA? G) É CONHECIDO O POTENCIAL DE IRRITAÇÃO DOS OLHOS DAS SUBSTÂNCIAS LISTADAS NO ITEM A? H) FORAM IDENTIFICADOS OS TRABALHADORES, POR ATIVIDADE, BEM COMO AS CARACTERÍSTICAS DAS TAREFAS, DURAÇÃO, FREQUÊNCIA E DEMANDA FÍSICA? I) SÃO CONHECIDAS AS CONDIÇÕES DE TEMPERATURA, UMIDADE RELATIVA E PRESSÃO DO AMBIENTE? J) É CONHECIDO O NÍVEL DE ESFORÇO EM CADA ATIVIDADE? K) TODOS OS ESPAÇOS CONFINADOS FORAM IDENTIFICADOS? TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item 55 0 III - SELEÇÃO DE RESPIRADORES... 0 ATENDIMENTO A) EXISTE UM CRITÉRIO LÓGICO PARA SELECIONAR A CLASSE APROPRIADA DE RESPIRADOR PARA CADA SITUAÇÃO DE RISCO? B) NO CRITÉRIO DE SELEÇÃO CONSTAM OS ITENS? 1. RISCO DE INCÊNDIO? 2. DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO? 3. USO EM EMERGÊNCIAS? 4. CONCENTRAÇÃO MÉDIA DOS CONTAMINANTES? 5. SITUAÇÕES IPVS? 6. IRRITAÇÃO DOS OLHOS? 7. FATOR DE PROTEÇÃO ATRIBUÍDO? 8. NATUREZA DOS CONTAMINANTES (POEIRA, NÉVOA, FUMOS, GÁS, VAPOR)? 9. TAMANHO DAS PARTÍCULAS CONTENDO SÍLICA CRISTALIZADA? 10. USO SOMENTE PARA ESCAPE? 11. AS PROPRIEDADES DE ALERTA DAS SUBSTÂNCIAS ESTÃO ABAIXO DO LE? 12. É CONHECIDA A VIDA ÚTIL DOS FILTROS QUÍMICOS? 13. SE EXISTEM MISTURAS DE CONTAMINANTES, QUAL É O LE UTILIZADO? 14. É CONHECIDA A INFLAMABILIDADE DOS CONTAMINANTES (LIMITE INFERIOR DE EXPLOSIVIDADE - LIE)? 15. EFEITOS À SAÚDE DEVIDO A SUPEREXPOSIÇÃO? TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item 95 TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item 0 IV - TREINAMENTO A) EXISTE PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA TODOS OS USUÁRIOS DE RESPIRADOR? B) O PROGRAMA DE TREINAMENTO FAZ REFERÊNCIA A: 1. OPORTUNIDADE DE MANUSEIO? 2. DEMOSNTRAÇÃO DE AJUSTES DE VEDAÇÃO?... 0 ATENDIMENTO 3. OPORTUNIDADE DE FAMILIARIZAÇÃO COM O RESPIRADOR EM AMBIENTE NÃO CONTAMINADO? 4. USO EM AMBIENTE PARA TREINAMENTO? 5. ENSAIO DE VEDAÇÃO QUALITATIVO? 6. ENSAIO DE VEDAÇÃO QUANTITATIVO? 7. DEMOSNTRAÇÃO PRÁTICA DE LIMPEZA? 8. DEMONSTRAÇÃO DE PROCEDIMENTOS DE INSPEÇÃO DE RESPIRADORES? 9. DESCRIÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS E LIMITAÇÕES DE CADA CLASSE DE RESPIRADORES? 10. CONTAMINANTES PRESENTES, NÍVEIS DE CONCENTRAÇÃO E SEUS RISCOS À SAÚDE? 11. OUTROS MEIOS DE CONTROLE DISPONÍVEIS? 12. EXPLICAÇÃO DO POR QUE É NECESSÁRIO O USO DE RESPIRADORES? 13. CONSEQUÊNCIAS DO USO INCORRETO DOS RESPIRADORES/ 14. CRITÉRIO UTILIZADO NA SELEÇÃO DO RESPIRADOR QUE ESTÁ EM USO? 15. RECONHECIMENTO E PROCEDIMENTOS EM SITUAÇÕES DE EMERGÊNCIA? C) EXISTEM REGISTROS DE PRESENÇA DOS USUÁRIOS NOS TREINAMENTOS? TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item 60 0 V - ENSAIOS DE VEDAÇÃO A) OS ENSAIOS DE VEDAÇÃO SÃO REALIZADOS POR PESSOA QUALIFICADA?... 0 ATENDIMENTO B) OS USUÁRIOS CONSEGUEM MOSTRAR COMO SE FAZ O TESTE DE PRESSÃO NEGATIVA OU POSITIVA? C) NOS ENSAIOS DE VEDAÇÃO QUALITATIVOS: 1. OS USUÁRIOS COMPREENDEM QUAL É O OBJETIVO DO ENSAIO? 2. SÃO USADOS SOMENTE OS MÉTODOS RECOMENDADOS PELA PPR/FUNDACENTRO? 3. SÃO OBEDECIDOS OS PROCEDIMENTOS DE ENSAIO? 4. ANTES DO ENSAIO DE VEDAÇÃO É FEITO O ENSAIO DE SENSIBILIDADE OLFATIVA;SABOR? 5. O USUÁRIO TEM A POSSIBILIDADE DE ESCOLHA (TIPO, TAMANHO) DO RESPIRADOR? 6. OS REGISTROS DOS ENSAIOS DE VEDAÇÃO QUALITATIVOS ESTÃO DISPONÍVEIS? D) NOS ENSAIOS DE VEDAÇÃO QUANTITATIVOS: 1. OS USUÁRIOS COMPREENDEM QUAL É O OBJETIVO DO ENSAIO? 2. O EQUIPAMENTO DE TESTE OBEDECE ÀS ESPECIFICAÇÕES? 3. O EQUIPAMENTO FUNCIONA BEM E ESTÁ EM BOM ESTADO? 4. ESTÃO DISPONÍVEIS DIEVRSOS TAMANHOS E MODELOS DE RESPIRADORES? 5. OS REGISTROS DOS ENSAIOS DE VEDAÇÃO ESTÃO DISPONÍVEIS? TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item VI - INSPEÇÃO, LIMPEZA, HIGIENIZAÇÃO, MANUTENÇÃO E GUARDA... 0 ATENDIMENTO A) OS RESPIRADORES SÃO INSPECIONADOS REGULARMENTE (EXISTE CHECK-LIST E RESGISTROS)? B) A INSPEÇÃO INCLUI: 1. PROCURA DE PARTES DANIFICADA? 2. VERIFICAÇÃO SE O FUNCIONAMENTO É PERFEITO? C) OS RESPIRADORES SÃO LIMPOS E HIGIENIZADOS REGULARMENTE? D) A MANUTENÇÃO É FEITA POR PESSOA TREINADA? E) OS RESPIRADORES SÃO GUARDADOS CORRETAMENTE QUANDO NÃO ESTÃO EM USO? TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item 45 TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item 0 VII - AVALIAÇÃO MÉDICA... 0 ATENDIMENTO A) EXISTE QUESTIONÁRIO MÉDICO PARA VERIFICAR SE O USUÁRIO TEM CONDIÇÕES FISIOLÓGICAS DE USAR AQUELE TIPO DE RESPIRADOR? B) A FUNÇÃO PULMONAR DO USUÁRIO DO RESPIRADOR É VERIFICADA NO INÍCIO E MONITORADA REGULARMENTE (ANUALMENTE, NO MÍNIMO)? C) SE OCORREM RESULTADOS ANORMAIS, O USUÁRIO É ENCAMINHADO A UM MÉDICO ESPECIALISTA EM SAÚDE OCUPACIONAL? D) PARA AVALIAR O DESEMPENHO PULMONAR É OBEDECIDO ALGUM PROCEDIMENTO PADRONIZADO? TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item 20 0 AVALIAÇÃO GLOBAL - RESUMO Para verificação do status de atendimento, consultar o item "Avaliação Geral do PPR" TOTAL DE PONTOS POSSÍVEIS pontos possíveis para o item TOTAL DE PONTOS OBTIDOS pontos obtidos para o item REGISTROS DA AUDITORIA Assinaturas referentes ao responsáveis pela auditoria AUDITOR LÍDER: AUDITOR: ACOMPANHANTE: nome auditor líder nome auditor nome acompanhante /01/1900 DATA DA AUDITORIA: AUDITOR: ACOMPANHANTE: nome auditor nome acompanhante 0 0 AUDITOR: nome auditor ACOMPANHANTE: 0 nome acompanhante 0 Rev:00 31/08/2012

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