2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez"

Transcrição

1 2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez Destinatários: Médicos Especialistas e Internos de Especialidade de Ginecologia e Obstetrícia, Medicina Interna, Medicina Geral e Familiar e outras Especialidades e Enfermeiros 20 e 21 de Fevereiro e 07 de Março de 2015 Anfiteatro da Maternidade Dr. Alfredo da Costa

2 2º Curso Teórico-Prático de Doenças Médicas e Gravidez Interdisciplinaridade em Saúde Materna Redução da morbilidade materna: um esforço de todos em Angola Maria do Rosário Sambo

3

4 Redução da morbilidade materna : um esforço de todos em Angola Definição de morte materna ICD-10 Mortes maternas directas Mortes maternas indirectas Complicações da gravidez, parto ou pósparto Morte durante a gravidez ou até 42 dias após o termo da gestação, independentemente da duração e do local da gravidez Doenças pré-existentes ou que se desenvolveram durante a gravidez

5 EVOLUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA POR NADOS VIVOS POR REGIÕES Fonte: World Health Organization, UNICEF, United Nations Population Fund and The World Bank, Trends in Maternal Mortality: 1990 to 2013, WHO, Geneva, 2014

6 RÁCIO DE MORTALIDADE MATERNA ÁFRICA Africa Sub-Saharan Africa Eastern and Southern Africa West and Central Africa Middle East and North Africa Fonte: World Health Organization, UNICEF, United Nations Population Fund and The World Bank, Trends in Maternal Mortality: 1990 to 2013, WHO, Geneva, 2014

7 Redução da morbilidade materna : um esforço de todos em Angola Estimativas da rácio de mortalidade materna (MMR), número de mortes maternas, risco de morte materna e % de mortes maternas indirectas relacionadas com a SIDA, 2013 País MMR Número de mortes maternas Risco de morte materna na vida adulta 1 em: % de mortes maternas indirectas rel. com SIDA Proporção de mortes em mulheres em idade reprodutiva (%) Portugal A Cabo Verde C Brasil B S. Tomé e Príncipe Grupo B Angola C Moçambique B Guiné Bissau C Fonte: World Health Organization, UNICEF, United Nations Population Fund and The World Bank, Trends in Maternal Mortality: 1990 to 2013, WHO, Geneva, 2014

8 MAPA COM PAÍSES POR CATEGORIA DE ACORDO COM A SUA RÁCIO DE MORTALIDADE (por 100 mil nados vivos), 2013 Trends in maternal mortality: 1990 to 2013 Estimates by WHO, UNICEF, UNFPA, The World Bank and the United Nations Population Division

9 CAUSAS DE MORTE MATERNA DE 1997 A 2002 Source: Khan KS et al. WHO analysis of causes of maternal death: a systematic review. Lancet, 2006, 367:

10 Causas principais do fardo da doença na África subsahariana em 1990 e 2010 (DALYs) Na região africana VIH, TB e malária são ainda as causas principais de doença Tuberculose 1 VIH/SIDA 2 Pneumonia pneumocócica 2 Tuberculose 3 VIH/SIDA 4 Outras doenças diarreicas 5 Enterites por rotavírus 3 VIH devida a inf. micobactérias 4 Outras doenças diarreicas 5 Malária

11 PERFIL SANITÁRIO DE ANGOLA Elevada taxa de mortalidade materna, infantil e infanto-juvenil Alta incidência de doenças infecciosas e parasitárias (grandes endemias, doenças respiratórias e doenças diarreicas) Nível de malnutrição elevado em menores de 5 anos Persistência de surtos de Cólera, Raiva e Sarampo Aumento exponencial das doenças crónicas não transmissíveis Sinistralidade rodoviária e violência Doenças transmissíveis - responsáveis por mais de 50% dos óbitos registados na população. Plano Nacional de Desenvovimento Sanitário

12 Quinto Objetivo de Desenvolvimento do Milénio (ODM 5) Melhorar a saúde materna Reduzir a rácio de mortalidade materna (MMR) em três quartos, entre 1990 e 2015 Melhoria do registo das mortes maternas e infantis Estabelecer um sistema de registo de nascimentos, óbitos e causas de morte Ter sistemas de informação de saúde que funcionem bem Hgh-level Commission on Information and Accountability for Women s and Children s Health

13 Redução da morbilidade materna : um esforço de todos em Angola EVOLUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA EM ANGOLA DE Ano Rácio de mortalidade materna Por 100 mil nados vivos Mortes maternas Nº de mortes maternas indirectas relacionadas com a SIDA Nados vivos Proporção de mortes em mulheres em idade reprodutiva por causas maternas Números Números Milhares % ( ) 4, , ( ) 6, , ( ) 7, , ( ) 9, , ( ) 7, ,5 % anual de mudança Trends in maternal mortality: 1990 to 2013 Estimates by WHO, UNICEF, UNFPA, The World Bank and the United Nations Population Division

14 PROGRESSO DOS PAÍSES PARA A MELHORIA DA SAÚDE MATERNA País MR a % de alteração na MMR entre 1990 e Média anual de percentagem de alteração na MMR entre 1990 e 2013 Variação de incerteza na % de mudança anual na MMR Estimat. inferior Estimat. superior Progresso para melhoria da saúde materna c Trends in maternal mortality: 1990 to 2013 Estimates by WHO, UNICEF, UNFPA, The World Bank and the United Nations Population Division

15 Angola Em % das mulheres efectuaram, pelo menos, 4 consultas pré-natais 42% dos partos ocorreram numa instituição de saúde, principalmente pública 49% dos partos foram assistidos por profissionais qualificados Plano Nacional de Desenvovimento Sanitário

16 Redução da morbilidade materna : um esforço de todos em Angola Análise de regressão linear da rácio de mortalidade materna quando os partos são atendidos por profissionais de saúde qualificados usando dados de 41 países africanos Coeficiente de correlação de Pearson (r) = -0.7; P < Yifru B et al Ethiop J Health Sci. Skilled health personnel attended delivery as a proxy indicator for maternal and perinatal mortality: a systematic review

17 ANGOLA - NECESSIDADES EM SAÚDE E OS PROBLEMAS ACTUAIS QUE O SNS ENFRENTA Cobertura sanitária ainda insuficiente e fraca manutenção das unidades de saúde Fraco sistema de referência e contra referência entre os três níveis do SNS Recursos humanos e técnicos de saúde de reduzida expressão quantitativa e qualitativa e má distribuição do pessoal nas áreas rurais e periurbanas Fraquezas no Sistema Gestão em Saúde, incluindo o sistema de informação, de logística e de comunicação Insuficiência de recursos financeiros e inadequação do modelo de financiamento Reduzido acesso à água potável, saneamento e energia Plano Nacional de Desenvovimento Sanitário

18 Plano Nacional de Desenvovimento Sanitário

19 MUITO OBRIGADA Redução da morbilidade materna: um esforço de todos em Angola

SALVAR SALVAR O MUNDO OBJETIVOS DO MILÉNIO MELHORAR A SAÚDE MATERNA

SALVAR SALVAR O MUNDO OBJETIVOS DO MILÉNIO MELHORAR A SAÚDE MATERNA SALVAR SALVAR O MUNDO 2015 OBJETIVOS DO MILÉNIO MELHORAR A SAÚDE MATERNA 5 Em 1994, na Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento das Nações Unidas, 179 nações uniram-se na afirmação do

Leia mais

Redução da mortalidade na infância no Brasil. Setembro de 2013

Redução da mortalidade na infância no Brasil. Setembro de 2013 Redução da mortalidade na infância no Brasil Setembro de 2013 Taxa de mortalidade na infância 62 Redução de 77% em 22 anos (em menores de 5 anos) 1990 33 14 2000 *Parâmetro comparado internacionalmente

Leia mais

Iniqüidades nas informações sobre saúde: uma visão global, um exemplo brasileiro. Cesar Victora Universidade Federal de Pelotas

Iniqüidades nas informações sobre saúde: uma visão global, um exemplo brasileiro. Cesar Victora Universidade Federal de Pelotas Iniqüidades nas informações sobre saúde: uma visão global, um exemplo brasileiro Cesar Victora Universidade Federal de Pelotas Resumo da apresentação Iniqüidades na saúde das crianças Uma visão global

Leia mais

reduzir a mortalidade infantil

reduzir a mortalidade infantil objetivo 4. reduzir a mortalidade infantil A mortalidade infantil reflete as condições socioeconômicas e ambientais de uma região assim como a condição de acesso a um sistema de saúde de qualidade. Além

Leia mais

ANEXO I. Tabelas com indicadores de saúde para países da América do Sul. Tabela 1. Indicadores socio-econômicos de países da América do Sul

ANEXO I. Tabelas com indicadores de saúde para países da América do Sul. Tabela 1. Indicadores socio-econômicos de países da América do Sul ANEXO I. Tabelas com indicadores de saúde para países da América do Sul. Tabela 1. Indicadores socio-econômicos de países da América do Sul Taxa de alfabetização 97,2 86,7 88,6 95,7 92,8 91,0 93,2 87,9

Leia mais

Relatório Estadual de Acompanhamento - 2008. Relatório Estadual de Acompanhamento 2008 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

Relatório Estadual de Acompanhamento - 2008. Relatório Estadual de Acompanhamento 2008 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Relatório Estadual de Acompanhamento 2008 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio 1- Erradicar a extrema pobreza e a fome Meta 1: Reduzir pela metade, entre 1990 e 2015, a proporção da população com renda

Leia mais

DOCUMENTO DE TRABALHO

DOCUMENTO DE TRABALHO ASSEMBLEIA PARLAMENTAR PARITÁRIA ACP-UE Comissão dos Assuntos Sociais e do Ambiente 26.2.2010 DOCUMENTO DE TRABALHO sobre "Cumprir os ODM: respostas inovadoras aos desafios sociais e económicos" Co-relatores:

Leia mais

O Ano Internacional do Saneamento 2008. Panorâmica

O Ano Internacional do Saneamento 2008. Panorâmica O Ano Internacional do Saneamento 2008 Panorâmica Um instantâneo da actual situação: 2,6 mil milhões de pessoas em todo o mundo não têm acesso a saneamento melhorado. 2 mil milhões vivem em zonas rurais.

Leia mais

Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança

Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança 2009 Sobrevivência do Recém Nascido e da Criança Resumo de Política Calcula-se que, todos os anos, 9,2 milhões de crianças morrem antes de atingirem o seu quinto aniversário quase uma criança a cada três

Leia mais

OS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA PERSPECTIVA DE GÊNERO

OS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA PERSPECTIVA DE GÊNERO OS OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO NA PERSPECTIVA DE GÊNERO Conjuntura Para além de enfrentarem a discriminação social e familiar, muitas mulheres ainda lutam para ultrapassar os obstáculos ao

Leia mais

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3

Brasil é 2º em ranking de redução de mortalidade infantil 3 Publicação Científica do Curso de Bacharelado em Enfermagem do CEUT. Ano 2011(3). Edição 38 Aline da Silva Oliveira 1 Cristiana Maria de Sousa Macedo 1 Mércia da Silva Sousa 1 Márcia Andrea Lial Sertão

Leia mais

OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO HISTÓRICO HISTÓRICO ACOMPANHAMENTO DAS METAS DO MILÊNIO NO ESTADO DA BAHIA Meta 1 - Reduzir à metade, entre 1990 e 2015 a proporção da população com renda inferior

Leia mais

Tema: OBJECTIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILENIO

Tema: OBJECTIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILENIO DIRECÇÃO PROVINCIAL DE RECURSOS MINERAIS E ENERGIA DE MANICA Tema: OBJECTIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILENIO Manica, 30 Junho à 04 Julho 2008 Elaborado por: José F. Quelhas Av. 25 de Setembro, 1218-2 o

Leia mais

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade.

Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil. Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Desigualdades em saúde - Mortalidade infantil Ruth Rangel * Fernanda Azevedo * Palavras-chave: mortalidade infantil; qualidade de vida; desigualdade. Resumo A redução das desigualdades sociais tem sido

Leia mais

Alta Mortalidade Perinatal

Alta Mortalidade Perinatal Alta Mortalidade Perinatal SMS de Piripiri CONASEMS Conselho Consultivo EVIPNet Brasil Capacitação do Núcleo de Evidências em Saúde / Estação BVS de Belo Horizonte em Formulação de Políticas de Saúde e

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE II

INDICADORES DE SAÚDE II Universidade Federal do Rio de Janeiro Centro de Ciências da Saúde Faculdade de Medicina Departamento Medicina Preventiva Disciplina de Epidemiologia INDICADORES DE SAÚDE II 2005 Taxa de mortalidade infantil

Leia mais

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio

Objectivos de Desenvolvimento do Milénio Em 2000, 189 chefes de Estado e de Governo assinaram a Declaração do Milénio que levou à formulação de 8 objectivos de desenvolvimento, a alcançar entre 1990 e 2015. Os ODM - Objectivos de Desenvolvimento

Leia mais

Mobile health A tecnologia no mundo da saúde

Mobile health A tecnologia no mundo da saúde A tecnologia no mundo da saúde Janeiro de 2013 Os desafios da saúde facilitados pela mobilidade dos dias de hoje 2 2013 Deloitte & Touche Auditores, Limitada Principais desafios para o Mobile health Escassez

Leia mais

APOSTILA DIGITAL DE REVISÃO TEMÁTICA EM EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA

APOSTILA DIGITAL DE REVISÃO TEMÁTICA EM EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA APOSTILA DIGITAL DE REVISÃO TEMÁTICA EM EPIDEMIOLOGIA DESCRITIVA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE DISCIPLINA: EPIDEMIOLOGIA II 3 PERÍODO DO CURSO DE MEDICINA MONITORA: AMANNDA OLIVEIRA RODRIGUES ORIENTADORAS:

Leia mais

ACTIVIDADES ESCOLA Actividades que a SUA ESCOLA pode fazer

ACTIVIDADES ESCOLA Actividades que a SUA ESCOLA pode fazer ACTIVIDADES ESCOLA Actividades que a SUA ESCOLA pode fazer Crianças e jovens numa visita de estudo, Moçambique 2008 Produzir materiais informativos sobre cada um dos temas e distribuir em toda a escola

Leia mais

Ser Mãe, Ser Trabalhadora: a Protecção da Maternidade em Moçambique

Ser Mãe, Ser Trabalhadora: a Protecção da Maternidade em Moçambique Ser Mãe, Ser Trabalhadora: a Protecção da Maternidade em Moçambique Ruth Castel-Branco, Organização Internacional do Trabalho Conferencia do SASPEN Maputo, 2 de Setembro 2014 Sumário Contexto A Protecção

Leia mais

CAPÍTULO 8 SAÚDE MATERNO-INFANTIL

CAPÍTULO 8 SAÚDE MATERNO-INFANTIL CAPÍTULO 8 SAÚDE MATERNO-INFANTIL Uma das prioridades do Ministério da Saúde em Moçambique é a diminuição da mortalidade materna e infanto-juvenil, tendo sido definidas para alcançar estes objectivos,

Leia mais

CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA SOBRE MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL WORKSHOP: OS OITO OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA SOBRE MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL WORKSHOP: OS OITO OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO CONFERÊNCIA LATINO-AMERICANA SOBRE MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL WORKSHOP: OS OITO OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO Belo Horizonte, outubro de 2007 Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

Leia mais

Questões Fundamentais do Desenvolvimento na CPLP: O Caso dos Países Africanos

Questões Fundamentais do Desenvolvimento na CPLP: O Caso dos Países Africanos Questões Fundamentais do Desenvolvimento na CPLP: O Caso dos Países Africanos João Estêvão ISEG Universidade Técnica de Lisboa Mestrado em Estudos Africanos e do Desenvolvimento IEE/UCP Colóquio CPLP e

Leia mais

Bases de Dados em Saúde

Bases de Dados em Saúde Pesquisas e Fontes de Dados Administrativos para o Ciclo de políticas públicas ANIPES Dezembro - 2010 Bases de Dados em Saúde Denise Porto SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE MINISTÉRIO DA SAÚDE Transição

Leia mais

Amazônia Legal e infância

Amazônia Legal e infância Amazônia Legal e infância Área de Abrangência 750 Municípios distribuídos em 09 Unidades Federativas: Amazonas (62), Amapá (16), Acre (22), Roraima (15), Rondônia (52), Pará (143), Tocantins (139), Maranhão

Leia mais

Workshop on Health Workforce Policy Development for Portuguese Speaking Countries. Sandton, South Africa 17-21/10/ 2005

Workshop on Health Workforce Policy Development for Portuguese Speaking Countries. Sandton, South Africa 17-21/10/ 2005 República de Angola Ministério da Saúde Direcção Nacional de Recursos Humanos Workshop on Health Workforce Policy Development for Portuguese Speaking Countries Sandton, South Africa 17-21/10/ 2005 1 Angola

Leia mais

EPIDEMIOLOGIA. CONCEITOS EPIDÊMICOS Professor Esp. André Luís Souza Stella

EPIDEMIOLOGIA. CONCEITOS EPIDÊMICOS Professor Esp. André Luís Souza Stella EPIDEMIOLOGIA CONCEITOS EPIDÊMICOS Professor Esp. André Luís Souza Stella CONCEITOS EPIDÊMICOS - ENDEMIA ENDEMIA: É uma doença localizada em um espaço limitado denominado faixa endêmica. Isso quer dizer

Leia mais

Rede Cegonha: Utilização dos dados do Sistema de Informação SIM/SINASC

Rede Cegonha: Utilização dos dados do Sistema de Informação SIM/SINASC Coordenadoria de Planejamento de Saúde Rede Cegonha: Utilização dos dados do Sistema de Informação SIM/SINASC Área Técnica da Saúde da Mulher SES/SP Rossana Pulcineli Vieira Francisco - Assessora Técnica

Leia mais

CRT DST/Aids Coordenação Estadual DST/Aids SP

CRT DST/Aids Coordenação Estadual DST/Aids SP CRT DST/Aids Coordenação Estadual DST/Aids SP 2012 6º Objetivo de Desenvolvimento do Milênio COMBATER O HIV/AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS A inclusão do combate ao HIV/Aids nas Metas do Milênio, foi

Leia mais

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 44 44 OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO BRASIL OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE NA INFÂNCIA pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 45 45 4 " META 5 REDUZIR EM DOIS TERÇOS, ENTRE

Leia mais

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL

MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL MORTALIDADE POR TRÊS GRANDES GRUPOS DE CAUSA NO BRASIL Roberto Passos Nogueira 1 Introdução Os estudos sobre mortalidade comumente têm por base a Classificação Internacional das Doenças (CID), que é elaborada

Leia mais

Apoio. Patrocínio Institucional

Apoio. Patrocínio Institucional Patrocínio Institucional Apoio O Grupo AfroReggae é uma organização que luta pela transformação social e, através da cultura e da arte, desperta potencialidades artísticas que elevam a autoestima de jovens

Leia mais

INDICADORES DE SAÚDE. Os indicadores de saúde podem ser expresso em freqüências absolutas ou em freqüências relativas: Freqüências relativas:

INDICADORES DE SAÚDE. Os indicadores de saúde podem ser expresso em freqüências absolutas ou em freqüências relativas: Freqüências relativas: INDICADORES DE SAÚDE Critérios para avaliar indicadores: Validade Confiabilidade (reprodutividade e fidedignidade) Representatividade (cobertura) Questão ética Ângulo técnico administrativo A preparação

Leia mais

A influência da Estratégia Saúde da Família sobre Indicadores de Saúde em municípios do Rio de Janeiro

A influência da Estratégia Saúde da Família sobre Indicadores de Saúde em municípios do Rio de Janeiro A influência da Estratégia Saúde da Família sobre Indicadores de Saúde em municípios do Rio de Janeiro Novembro - 2012 ObservaRH Estação de Trabalho IMS/UERJ www.obsnetims.org.br Sobre os autores Celia

Leia mais

Incidência e mortalidade por tuberculose e fatores sócios. cio-econômicos em grandes centros urbanos com altas cargas da doença Brasil, 2001-2003

Incidência e mortalidade por tuberculose e fatores sócios. cio-econômicos em grandes centros urbanos com altas cargas da doença Brasil, 2001-2003 Programa Nacional de Controle da Tuberculose/ SVS/ MS Instituto de Estudos em Saúde Coletiva/ UFRJ Incidência e mortalidade por tuberculose e fatores sócios cio-econômicos em grandes centros urbanos com

Leia mais

INVESTIR NA SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÓMICO DA ÁFRICA

INVESTIR NA SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÓMICO DA ÁFRICA INVESTIR NA SAÚDE PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIOECONÓMICO DA ÁFRICA FUNDAMENTO A Directora-Geral da OMS estabeleceu em 2000 uma Comissão sobre a Macroeconomia e a Saúde (CMS), composta por economistas de

Leia mais

Resultados preliminares

Resultados preliminares GUINÉ-BISSAU/2010 4º Inquérito por amostragem aos Indicadores Múltiplos (MICS) & 1º Inquérito Demográfico de Saúde Reprodutiva (IDSR) Resultados preliminares INSTITUTO NACIONAL DE ESTATÍSTICA Plan Guiné-Bissau

Leia mais

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS

SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS SITUAÇÃO DOS ODM NOS MUNICÍPIOS O presente levantamento mostra a situação dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) nos municípios brasileiros. Para realizar a comparação de forma mais precisa,

Leia mais

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Relações Institucionais Subchefia de Assuntos Federativos

PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Secretaria de Relações Institucionais Subchefia de Assuntos Federativos Agenda de Compromissos Governo Federal e Municípios 1. Erradicar a extrema pobreza e a fome 2. Educação básica de qualidade para todos 3. Promover a igualdade entre os sexos e a autonomia das mulheres

Leia mais

Instituto Nacional de Estatística. Indicadores dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, Relatório Metodológico, 2014

Instituto Nacional de Estatística. Indicadores dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, Relatório Metodológico, 2014 1 Instituto Nacional de Estatística Indicadores dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, Relatório Metodológico, 2014 Presidente António dos Reis Duarte Editor Instituto Nacional de Estatística Av.

Leia mais

Políticas Públicas e Equidade em Saúde

Políticas Públicas e Equidade em Saúde Políticas Públicas e Equidade em Saúde 24 de abril de 2014 Coimbra Organização Mundial da Saúde (OMS) http://youtu.be/4misscgkvoc Regina Ungerer Coordenadora da rede eportuguêse eportuguese@who.int Saúde

Leia mais

Contribuições da Agricultura Familiar para a Segurança Alimentar e Nutricional: Desafios Futuros

Contribuições da Agricultura Familiar para a Segurança Alimentar e Nutricional: Desafios Futuros Rural Infrastructure and Agro-Industries Division (AGS) Contribuições da Agricultura Familiar para a Segurança Alimentar e Nutricional: Desafios Futuros Carlos Arthur B. da Silva, Ph.D. Conteúdo Contexto

Leia mais

Os modelos de financiamento da saúde e as formas de pagamento aos hospitais: em busca da eficiência e da sustentabilidade

Os modelos de financiamento da saúde e as formas de pagamento aos hospitais: em busca da eficiência e da sustentabilidade Os modelos de financiamento da saúde e as formas de pagamento aos hospitais: em busca da eficiência e da sustentabilidade Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Agenda Enquadramento

Leia mais

Autores: Cristiano Siqueira Boccolini (HM Herculano Pinheiro) Patricia de Moraes Mello Boccolini (ENSP/Fiocruz) Introdução A morbimortalidade por doenças diarréicas : Responsável por cerca de 4 milhões

Leia mais

A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015

A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 A SAÚDE NA AGENDA DO DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 Documento de Posicionamento 1 IMVF Documento de Posicionamento A SAÚDE DA AGENDA PARA O DESENVOLVIMENTO GLOBAL PÓS-2015 Documento de Posicionamento

Leia mais

ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA

ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA ANEXO IV INDICADORES ESTRATÉGICOS PARA A REDE CEGONHA OBJETIVO: MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DA IMPLANTAÇÃO E QUALIFICAÇÃO DA REDE CEGONHA NOME DO INDICADOR DEFINIÇÃO INTERPRETAÇÃO MÉTODO DE CÁLCULO cadastradas

Leia mais

As condições de saúde nos BRICS entre 1990 e 2010: diversidade e crise. Roberto Passos Nogueira Nº 9

As condições de saúde nos BRICS entre 1990 e 2010: diversidade e crise. Roberto Passos Nogueira Nº 9 As condições de saúde nos BRICS entre 1990 e 2010: diversidade e crise Roberto Passos Nogueira Nº 9 Brasília, novembro de 2013 1 Nota Técnica IPEA DIEST As condições de saúde nos BRICS entre 1990 e 2010:

Leia mais

INDICADORES BÁSICOS PARA A SAÚDE NO BRASIL:

INDICADORES BÁSICOS PARA A SAÚDE NO BRASIL: INDICADORES BÁSICOS PARA A SAÚDE NO BRASIL: CONCEITOS E APLICAÇÕES Brasilia, 2008 2008 Organização Pan-Americana da Saúde Todos os direitos reservados. É permitida a reprodução total ou parcial desta obra,

Leia mais

V Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Marcelo Neri SAE/PR

V Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Marcelo Neri SAE/PR V Relatório Nacional de Acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio Marcelo Neri SAE/PR Objetivos do Milênio 1. Acabar com a fome e a miséria ODM 1 META A Global: Até 2015, reduzir a pobreza

Leia mais

A SAÚDE DOS PORTUGUESES

A SAÚDE DOS PORTUGUESES A SAÚDE DOS PORTUGUESES A Saúde dos Portugueses A propósito do DIA DO DOENTE, a Direção-Geral da Saúde publica dados sumários sobre a SAÚDE DOS PORTUGUESES. Em termos de evolução 2008-2014 1, o quadro

Leia mais

Centro de Investigação em Saúde de Manhiça

Centro de Investigação em Saúde de Manhiça Centro de Investigação em Saúde de Manhiça Fundação Manhiça XI Reunião Cientifica Anual da Rede INDEPTH Dr Eusebio Macete 24 deoutubro de2011 Historial do Centro Plataformas de investigação Agenda de pesquisa

Leia mais

Projecto de Apoio Institucional aos Sectores de Águas e Saneamento no âmbito do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (10.ACP.ANG.

Projecto de Apoio Institucional aos Sectores de Águas e Saneamento no âmbito do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (10.ACP.ANG. Projecto de Apoio Institucional aos Sectores de Águas e Saneamento no âmbito do 10º Fundo Europeu de Desenvolvimento (10.ACP.ANG.01) PAISAS VISÃO GERAL - 1 COMPONENTES - Informação Chave do Projecto ConMngências

Leia mais

MORTALIDADE EM POPULAÇÕES INDÍGENAS DO RIO GRANDE DO SUL/BRASIL 2003 A 2007

MORTALIDADE EM POPULAÇÕES INDÍGENAS DO RIO GRANDE DO SUL/BRASIL 2003 A 2007 MORTALIDADE EM POPULAÇÕES INDÍGENAS DO RIO GRANDE DO SUL/BRASIL 2003 A 2007 Autores: Ivone Andreatta Menegolla Ministério da Saúde Inajara Haubert Rodrigues FUNASA/RS POPULAÇÃO INDÍGENA DO RIO GRANDE DO

Leia mais

Porque é que Saneamento e Abastecimento de Água são importantes para o Crescimento e Desenvolvimento da República de Angola

Porque é que Saneamento e Abastecimento de Água são importantes para o Crescimento e Desenvolvimento da República de Angola Cobertura (%) Porque é que Saneamento e Abastecimento de Água são importantes para o Crescimento e Desenvolvimento da República de Angola É necessário em Angola um aumento significativo de investimento

Leia mais

RELATÓRIO DA PRESIDENTE DA CUA SOBRE ACTIVIDADES RELACIONADAS COM A SAÚDE

RELATÓRIO DA PRESIDENTE DA CUA SOBRE ACTIVIDADES RELACIONADAS COM A SAÚDE SA9430 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P.O. Box 3243 Telephone: 5517 700 Fax: 5517844 www.africa-union.org CONFERÊNCIA DA UA DOS MINISTROS DA SAÚDE (CAMH6) Sexta Sessão

Leia mais

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5

O que é a campanha. Continuamos à Espera pretende INFORMAR, INSPIRAR, MOBILIZAR e AGIR em torno da Agenda de Desenvolvimento. Continuamos à Espera 1/5 O que é a campanha Continuamos à Espera é uma campanha de Educação para o Desenvolvimento e para a Cidadania Global, centrada nas temáticas da Saúde Sexual e Reprodutiva, Justiça Social, Igualdade de Género

Leia mais

Agenda de. Desenvolvimento. Pós-2015

Agenda de. Desenvolvimento. Pós-2015 Agenda de Desenvolvimento Pós-2015 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável O INÍCIO: ANO 2000 Combate a inimigos históricos da humanidade: Pobreza e fome Desigualdade de gênero Doenças transmissíveis

Leia mais

O custo da fome na África: Os custos sociais e econômicos da desnutrição infantil Resultados preliminares de quatro países-piloto na África

O custo da fome na África: Os custos sociais e econômicos da desnutrição infantil Resultados preliminares de quatro países-piloto na África O custo da fome na África: Os custos sociais e econômicos da desnutrição infantil Resultados preliminares de quatro países-piloto na África Apresentado à Conferência de Ministros da Economia e Finanças

Leia mais

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal Grupo temático: Direito à vida, à saúde e a condições

Leia mais

Resposabilidade Social Corporativa investindo em Desenvolvimento Humano

Resposabilidade Social Corporativa investindo em Desenvolvimento Humano Resposabilidade Social Corporativa investindo em Desenvolvimento Humano Ana Rosa M. Soares Oficial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Setembro, 2008. Índice de Desenvolvimento Humano

Leia mais

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento

Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes. Resenha Desenvolvimento Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando Neiva Liboreiro 14 de dezembro de 2006 Objetivos do Milênio da ONU: metas distantes Resenha Desenvolvimento Luiz Fernando

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010 Plano Nacional de Saúde -2010 Avaliação de indicadores Maio de 2010 0 das Regiões (NUT II do D.L. de 1999) em relação ao do... 2 Evolução dos indicadores em relação à Meta para 2010... 9 1 das Regiões

Leia mais

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados

Leia mais

MORTALIDADE INFANTIL Níveis e Tendências

MORTALIDADE INFANTIL Níveis e Tendências Resenha de Estatísticas Vitais do Ano 6 nº 2 Julho 2005 MORTALIDADE INFANTIL Níveis e Tendências A taxa de mortalidade infantil a razão entre o número de óbitos de crianças no primeiro ano de vida e o

Leia mais

Situação das Crianças em Moçambique 2014

Situação das Crianças em Moçambique 2014 Situação das Crianças em Moçambique 2014 No decurso da última década, a situação das crianças em Moçambique avançou significativamente. Mais crianças estão a sobreviver e a ter acesso ao sistema de protecção

Leia mais

População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento

População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento Dia Mundial da População 11 julho de 214 1 de julho de 214 População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento Para assinalar o Dia Mundial da População (11 de julho), o Instituto

Leia mais

Hélio Vasconcellos Lopes

Hélio Vasconcellos Lopes HIV/AIDS no Município de Santos e dados brasileiros Hélio Vasconcellos Lopes Coordenador do Programa Municipal DST/AIDS/Hepatites da Secretaria Municipal de Saúde Professor titular da Faculdade de Medicina

Leia mais

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens

Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens Um país de idosos Quase 10% dos brasileiros têm mais de 70 anos. Segundo o IBGE, em 40 anos o número de idosos deverá superar o de jovens A expectativa de vida do brasileiro aumentou mais de 20 anos em

Leia mais

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014

Debates GVsaúde. Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões. Denise Eloi Maio/2014 Debates GVsaúde Perspectivas da Assistência para a População de Idosos Visão das Autogestões Denise Eloi Maio/2014 Sistema de Saúde Suplementar 1.274 operadoras de planos de saúde com beneficiários Mais

Leia mais

TERCEIRO RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO DE 2009

TERCEIRO RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO DE 2009 1 2 TERCEIRO RECENSEAMENTO GERAL DA POPULAÇÃO E HABITAÇÃO DE 2009 INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA Reprodução autorizada, excepto para fins comerciais, com indicação de fontes bibliográficos DIRECÇÂO

Leia mais

Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico

Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico Estatísticas da CPLP 23-21 12 de julho de 213 Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico A população residente no conjunto dos oito países 1 da Comunidade de Países de Língua

Leia mais

A MORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL *

A MORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL * A MORTALIDADE INFANTIL NO ESTADO DA BAHIA, BRASIL * José Duarte de ARAÚJO ** RSPU-B/158 ARAÚJO, J. D. de A mortalidade infantil no Estado da Bahia, Brasil. Rev. Saúde públ., S. Paulo, 7 29-36, 1973. RESUMO:

Leia mais

Clique para editar o nome do autor Clique para editar o cargo do autor. Organização da atenção ao pré-natal, parto e nascimento

Clique para editar o nome do autor Clique para editar o cargo do autor. Organização da atenção ao pré-natal, parto e nascimento Clique para editar o nome do autor Clique para editar o cargo do autor Clique para editar local e data Organização da atenção ao pré-natal, parto e nascimento Rio de Janeiro, 06 de julho de 2015 A importância

Leia mais

O QUE SÃO OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM)

O QUE SÃO OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) O QUE SÃO OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO (ODM) Durante a reunião da Cúpula do Milênio, realizada em Nova Iorque, em 2000, líderes de 191 nações oficializaram um pacto para tornar o mundo mais

Leia mais

O rendimento do investimento nas vacinas contra a malária: Estimativas preliminares sobre o impacto na saúde pública em África

O rendimento do investimento nas vacinas contra a malária: Estimativas preliminares sobre o impacto na saúde pública em África Documento informativo ( briefing ): Contexto nacional para a tomada de decisão sobre as vacinas contra a malária O rendimento do investimento nas vacinas contra a malária: Estimativas preliminares sobre

Leia mais