OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS

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1 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS

2 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Definição e Responsabilidades Em conformidade com a LEI nº de 18 de outubro de 2005, qualquer EVENTO somente poderá ser iniciado após a autorização da entidade de trânsito (art. 67 e 95 do Código de Trânsito Brasileiro) e, do prévio recolhimento dos respectivos custos operacionais à CET - Companhia de Engenharia de Tráfego. A emissão da autorização para a realização do evento está atrelada à viabilidade técnica e operacional e, ao recolhimento dos custos operacionais.

3 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Definição de Evento nos Termos da LEI /05: Para os fins da citada Lei denomina-se EVENTO toda e qualquer atividade, seja em via aberta à circulação ou em local fechado, que interfira nas condições de normalidade das vias do Município, perturbando ou interrompendo a livre circulação de pedestres e/ou veículos, ou colocando em risco a segurança de pessoas e bens.

4 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Espécies de Eventos (Decreto /06): I Concentrações públicas (Festas de qualquer natureza, Feiras, Congressos, Procissões, Manifestações Públicas, Exercícios de Abandono de Incêndio, Exposições, Atividades Esportivas e Culturais, etc.) Toda atividade ou manifestação geradora de agrupamento de pessoas, por qualquer meio e para fins esportivos, culturais, sociais, cívicos, políticos ou religiosos, realizada em vias públicas ou áreas internas, públicas ou privadas, que causem reflexos na circulação e na segurança do sistema viário.

5 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Espécies de Eventos (Decreto /06): II Obras e Serviços de Infraestrutura Urbana (saneamento básico, telefonia, eletricidade, gás, etc.) Ocupação da via pública para a execução de obras ou serviços de implantação, instalação e manutenção de equipamentos de infra estrutura urbana, destinados à prestação de serviços públicos ou privados.

6 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Espécies de Eventos (Decreto /06): III Transportes Especiais (AETs) Autorização para circulação de veículos de carga indivisível e superdimensionada ou de transporte de produtos perigosos.

7 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Espécies de Eventos (Decreto /06): IV Ocorrências Especiais Programadas: (Mudanças Residenciais e Empresariais, Filmagens, Carga e Descarga de Materiais, Embarque e Desembarque de passageiros, Serviços para Construção Civil, etc.) Qualquer ocorrência, programada ou imprevista, que não se enquadre nas classificações anteriores, mas que acarrete obstrução da via e demande serviços operacionais extraordinários àqueles efetivamente prestados pela CET.

8 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Responsabilidades do Promotor do Evento Ao promotor do evento cabe: Obter prévia autorização de outros órgãos competentes, quando for o caso (CONTRU, Subprefeitura, etc.) Garantir o bom desenvolvimento do evento, cuidando para que as determinações e restrições da CET e dos demais órgãos responsáveis sejam integralmente cumpridas, sob pena de responder civil e/ou criminalmente pelos fatos que ocorrerem em conseqüência do descumprimento das determinações e/ou restrições.

9 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Responsabilidades do Promotor do Evento Ao promotor do evento cabe: Assegurar a infraestrutura necessária e compatível com as características do evento. Manter no local do evento, a respectiva autorização emitida pela CET, a qual se restringe somente ao uso ou ocupação da via. Responder pelos danos causados na via pública, ao patrimônio público e privado.

10 OPERAÇÃO DE TRANSITO EM EVENTOS Responsabilidades do Promotor do Evento Ao promotor do evento cabe: Assegurar a infraestrutura necessária e compatível com as características do evento. Manter no local do evento, a respectiva autorização emitida pela CET, a qual se restringe somente ao uso ou ocupação da via. Responder pelos danos causados na via pública, ao patrimônio público e privado.

11 TRANSPORTES ESPECIAIS SISTEMA DE TRANSITO DE CARGA INDIVISIVEL E SUPER DIMENSIONADO

12 QUEM DEVE PORTAR A AET? Veiculo carregado ou não, que ultrapasse um dos limites estabelecido na resolução 210/06 do CONTRAN: Altura: 4,40 m; Largura :2,60 m; Comprimento: 14,00 m veículos simples; 18,60 m veículos articulados; 19,80 m veículos com reboque; Peso total : 45 tf. Veículos enquadrados na Resolução CONTRAN 213/06.

13 QUEM DEVE PORTAR A AET? Veículos enquadrados na Resolução CONTRAN 213/06: Art. 1º Autorizar o trânsito de veículos transportadores de contêineres com altura superior a 4,40 m (quatro metros e quarenta centímetros) e inferior ou igual a 4,60 m (quatro metros e sessenta centímetros) mediante Autorização Especial de Trânsito AET, concedida pela autoridade com circunscrição sobre a via pública a ser utilizada, com prazo de validade máximo de 1(um) ano.

14 QUEM DEVE PORTAR A AET? Veículos enquadrados na Resolução CONTRAN 213/06: Art 2º O proprietário do veículo, que tenha recebido Autorização Especial de Trânsito AET, será responsável pelos danos que o veículo venha causar à via, à sua sinalização e a terceiros, como também responderá integralmente pela utilização indevida de vias que pelo seu gabarito não permitam sua circulação.

15 QUEM DEVE PORTAR A AET? Veículos enquadrados na Resolução CONTRAN 213/06: Art 2º O proprietário do veículo, que tenha recebido Autorização Especial de Trânsito AET, será responsável pelos danos que o veículo venha causar à via, à sua sinalização e a terceiros, como também responderá integralmente pela utilização indevida de vias que pelo seu gabarito não permitam sua circulação.

16 CONCEITOS Carga indivisível :- A carga unitária representada por uma única peça estrutural ou por um conjunto de peças fixadas por rebitagem, solda ou outro processo, para fins de utilização direta como peça acabada ou, ainda, como parte integrante de conjuntos estruturais de montagem ou de máquinas ou equipamentos, e que, pela sua complexidade, só possa ser montada em instalações apropriadas;

17

18 CONCEITOS Combinações de veículos :- a composição de 1(um) ou 2 (dois) veículos tratores, com semi-reboque(s) e/ou reboque(s);

19 CONCEITOS Veículo especial :- aquele constituído com características especiais e destinado ao transporte da carga indivisível e excedente em peso e/ou dimensões, incluindo-se entre esses os semi-reboques dotados de mais de 3 (três) eixos com suspensão mecânica, assim como aquele dotado de equipamentos para prestação de serviços especializados que se configurem como carga permanente;

20 CONCEITOS Veículo especial :- aquele constituído com características especiais e destinado ao transporte da carga indivisível e excedente em peso e/ou dimensões, incluindo-se entre esses os semireboques dotados de mais de 3 (três) eixos com suspensão mecânica, assim como aquele dotado de equipamentos para prestação de serviços especializados que se configurem como carga permanente;

21 CONCEITOS Comboio : - o grupo constituído de 2(dois) ou mais veículos transportadores, independentes, realizando transporte simultâneo e no mesmo sentido, separados entre si por distancia mínima de 30 m (trinta metros) e o máximo de 100 m (cem metros);

22 CONCEITOS Excessos de comprimento, largura e altura - são os excessos respectivos do conjunto veículo e carga, referidos aos limites máximos admitidos pela Resolução 210/06;

23 CONCEITOS Excesso longitudinal dianteiro - é o excesso da carga, medido a partir do plano vertical que contém a linha superior do para brisa do veículo trator (guindastes);

24 CONCEITOS Excesso longitudinal traseiro - é o excesso da carga medido a partir do plano vertical transversal que contém o limite posterior da carroceria;

25 CONCEITOS Excesso lateral direito ou esquerdo - é excesso de carga em relação ao lado correspondente da carroceria.

26 FATORES QUE INFLUENCIAM NO TRANSPORTE DE CARGAS ESPECIAIS

27 FATORES QUE INFLUENCIAM NO TRANSPORTE DE CARGAS ESPECIAIS Os limites de pesos e dimensões máximas permitidas para os veículos de transporte de cargas em geral ou cargas divisíveis são definidos pela Resolução 12/98 do CONTRAN. Os veículos construídos com base nessa regra podem transportar um PBT máximo de 45 toneladas utilizando uma plataforma de carga em torno de 15 metros de comprimento e 2,60 metros de largura.

28 FATORES QUE INFLUENCIAM NO TRANSPORTE DE CARGAS ESPECIAIS Tais limites tornariam impossível o transporte de cargas do tipo máquinas e equipamentos industriais fundamentais para a construção e desenvolvimento de um país das dimensões do Brasil.

29 FATORES QUE INFLUENCIAM NO TRANSPORTE DE CARGAS ESPECIAIS Por isso a legislação de trânsito (artigo 101 do Código de Trânsito Brasileiro) dá competência aos órgãos com jurisdição sobre as vias para regulamentar o assunto, estabelecendo, mediante previa autorização especial de trânsito AET, um conjunto de condições que possibilitam o aumento dos pesos e dimensões máximas admitidas, assim como do número de eixos com a contrapartida de medidas adicionais com relação à segurança do conjunto transportador e do tráfego em geral e também de conservação do patrimônio público através de viabilização prévia da operação, restrição de velocidade, definição de rotas e exigência de escolta (credenciada e policial).

30 COMO DEVE SER O DIMENSIONAMENTO DE UM VEICULO PARA O TRANSPORTE DE CARGAS ESPECIAIS? Deve ser tal que leve em consideração não só as limitações do sistema viário (capacidade portante das obras de arte e do pavimento, estrutural e geometricamente), assim como também, dos fatores relacionados à tipologia da carga (peso, concentração, posição do centro de gravidade, largura e altura), e do funcionamento do equipamento de transporte (momento de inércia da configuração, dimensionamento dos distribuidores de carga, posicionamento da carga de acordo com o diagrama de carga, sistema hidráulico, de frenagem etc.)

31 COMO DEVE SER O DIMENSIONAMENTO DE UM VEICULO PARA O TRANSPORTE DE CARGAS ESPECIAIS? No caso de cargas com peso superior a 120 toneladas, na medida que se aumenta a quantidade de eixos para atender aos limites máximos de peso por eixo, em especial, para cargas muito concentradas, os impactos negativos decorrentes desses fatores aumentam proporcionalmente. Assim o correto dimensionamento do equipamento precisa levar em conta entre outros do que segue:

32 INFLUÊNCIA DA LARGURA DA CARGA SOBRE A ESTABILIDADE DO VEÍCULO TRANSPORTADOR. A influência da largura da carga sobre a estabilidade do conjunto transportador está diretamente relacionada ao comprimento do excesso da carga com relação à plataforma do veículo. Quanto maior o excesso lateral da carga, maior o momento de tombamento. Nas linhas de eixo, como a plataforma de carga está limitada à cerca de 3,20 metros, as cargas muito largas geram excessos laterais elevados que aliados às irregularidades do leito carroçável, comuns, às nossas principais rodovias, aumentam significativamente as possibilidades de tombamento da carga.

33 INFLUÊNCIA DA LARGURA DA CARGA SOBRE A ESTABILIDADE DO VEÍCULO TRANSPORTADOR.

34 INFLUÊNCIA DA ALTURA DA CARGA SOBRE A ESTABILIDADE E VIABILIDADE GEOMÉTRICA DO VEÍCULO TRANSPORTADOR A altura da carga impacta fortemente a segurança e a própria viabilidade do transporte de cargas excedentes. Nas linhas de eixos, como a carga fica apoiada sobre o próprio reboque, a altura do conjunto transportador é igual a altura da carga mais pelo menos 900 mm correspondente a altura do equipamento (rodas e suspensão).

35 INFLUÊNCIA DA ALTURA DA CARGA SOBRE A ESTABILIDADE E VIABILIDADE GEOMÉTRICA DO VEÍCULO TRANSPORTADOR Já no caso das Vigas ou Gôndolas como a carga pode ser acomodada entre estruturas laterais (embutida no equipamento), trabalha-se com alturas em relação ao solo de pouco mais de 200mm resultando em um conjunto transportador pelo menos 700mm inferior aquele que se conseguiria com uma linha de eixos. Essa condição, além de resultar em um conjunto transportador mais baixo, portanto, mais fácil de ser viabilizado do ponto de vista geométrico, apresenta a grande vantagem de rebaixar o Centro de Gravidade do conjunto aumentando significativamente a estabilidade da carga.

36 INFLUÊNCIA DA ALTURA DA CARGA SOBRE A ESTABILIDADE E VIABILIDADE GEOMÉTRICA DO VEÍCULO TRANSPORTADOR

37 Quais são os veículos especiais utilizados no transporte de Cargas Indivisíveis? No Brasil, por razoes de conhecimento geral, o transporte de quase 100% das cargas excedentes é feito por via rodoviária através de veículos especialmente projetados para esse fim.

38 Quais são os veículos especiais utilizados no transporte de Cargas Indivisíveis? Grandes obras e projetos industriais implantados no país ao longo dos últimos 30 anos propiciaram o surgimento de mais de uma dezena de grandes empresas que se equiparam com veículos para atender as necessidades de transporte e movimentação de cargas com peso e dimensões excedentes.

39 Quais são os veículos especiais utilizados no transporte de Cargas Indivisíveis? O Brasil dispõem atualmente de mais de 2000 linhas de eixos e quase 30 vigas/gôndolas, em sua maioria, importadas da Alemanha, França e Itália, países que dominam o estado da arte no projeto e fabricação desses equipamentos.

40 Quais são os veículos especiais utilizados no transporte de Cargas Indivisíveis? Cargas como os rotores de hidrelétricas, transformadores e outras podem chegar a mais de 300 toneladas de peso líquido o que requer um número de eixos capaz de distribuir essa carga dentro das condições aceitáveis para o pavimento, para as pontes, e, principalmente, de acordo com as especificações dos fabricantes dos equipamentos.

41 Quais são os veículos especiais utilizados no transporte de Cargas Indivisíveis? As configurações utilizadas no Brasil seguem os padrões utilizados no resto do mundo, principalmente na Europa. A maior parte do parque de equipamentos existentes no País foi importada daquele continente ou fabricada aqui, segundo seus modelos e padrões.

42 CONCLUSÕES O transporte de cargas indivisíveis excedentes em peso e/ou dimensões é tarefa complexa que requer planejamento meticuloso e o envolvimento de vários órgãos e empresas. Uma variável fundamental para o atingir os resultados esperados quais sejam eficiência do transporte, preservação do patrimônio público e segurança do transporte é o adequado dimensionamento do veículo.

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