ELEMENTOS ESTATÍSTICOS

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ELEMENTOS ESTATÍSTICOS"

Transcrição

1 ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE / 2009_2010

2

3 Portugal. Direcção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação e Análise Divisão de Epidemiologia e Estatística Elementos Estatísticos: Informação Geral: Saúde / Direção-Geral da Saúde Lisboa: Direção-Geral da Saúde, páginas. Demografia / Indicadores de saúde / Recursos humanos em saúde / Despesas em saúde / Portugal Editor Direção-Geral da Saúde Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa Tel.: Fax: / Composição Divisão de Epidemiologia e Estatística Realizado por: Ana Lisette S. Oliveira; José Martins

4 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 SINAIS CONVENCIONAIS Dado confidencial - Resultado nulo/não aplicável Dado não disponível % percentagem %0 permilagem NOTA GERAL: Por razões de arredondamento, os totais podem não corresponder à soma das parcelas indicadas. SIGLAS ACD Actos Complementares de Diagnóstico ACSS Administração Central do Sistema de Saúde ACT Actos Complementares de Terapêutica ANSR Autoridade Nacional da Segurança Rodoviária ARS - Administração Regional de Saúde CAT - Centro de Atendimento a Toxicodependentes CH - Centro Hospitalar CID-9, (CID -10) - Classificação Internacional de Doenças e Causas de Morte - 9ª Revisão, (10 º Revisão) CSD - Cuidados de Saúde Diferenciados CSP - Cuidados de Saúde Primários CVEDT - Centro de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis DGS - Direcção-Geral da Saúde DI - Dias de internamento DM - Demora média DMRHS - Departamento de Modernização e Recursos da Saúde DRHS - Departamento de Recursos Humanos da Saúde DS/C - Doentes saídos/cama DSIA - Direção de Serviços de Informação e Análise DEE Divisão de Epidemiologia e Estatística ECG - Electrocardiograma EEC - Electroencefalograma Esp. - Especialidades Freq. - Frequência H - Homem Hab, h - Habitantes HP - Hospitais Psiquiátricos IGIF - Instituto de Gestão Informática e Financeira da Saúde INE - Instituto Nacional de Estatística INFARMED - Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento/ Autoridade Nacional do Medicamento INEM - Instituto Nacional de Emergência Médica INSA - Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge IPO - Instituto Português de Oncologia LVT Lisboa e Vale do Tejo M - Mulher MAI - Ministério da Administração Interna MS - Ministério da Saúde MSESS - Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social Nº, nº - Número NUTS Nomenclatura de Unidades Territoriais para fins Estatísticos OCDE (OECD) - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico OMS (WHO) - Organização Mundial da Saúde PIB - Produto Interno Bruto RA - Regiões Autónomas RS - Região de Saúde SC - Serviços Centrais SICAD Serviços de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências SM - Saúde Mental SNS - Serviço Nacional de Saúde SO - Serviço de Observação SUB Serviços de Urgência Básica TDT - Técnicos de Diagnóstico e Terapêutica TMP - Taxa de Mortalidade Padronizada Tx.O - Taxa de Ocupação UE - União Europeia ULS Unidade Local de saúde III DGS/ DSIA/DEE

5 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 ÍNDICE SISTEMÁTICO Capítulo 1 DEMOGRAFIA 1.1 População residente Estimativas da população residente por grupo etário, densidade populacional, índices de evolução, dependência e envelhecimento, Portugal e Continente, Estimativas da população média e em 31 de dezembro, segundo o sexo, por NUTS III, Estimativas da população média e em 31 de dezembro, segundo o sexo, por NUTS III, Estimativas da população residente em 31 de Dezembro, segundo o sexo, por grupo etário, Portugal, Estimativas da população residente em 31 de Dezembro, segundo grupo etário, por NUTS III, Estimativas da população residente em 31 de Dezembro, segundo grupo etário, por NUTS III, Densidade populacional e índices de dependência e de envelhecimento por NUTS III, Densidade populacional e índices de dependência e de envelhecimento por NUTS III, Projeções da população residente (cenário central), segundo o sexo e grupo etário, Portugal, Movimento da população Número de nados-vivos, óbitos e crescimento natural, Portugal e Continente, Número de nados-vivos, óbitos, e crescimento natural, por NUTS III, Número de nados-vivos, óbitos, e crescimento natural, por NUTS III, Número de nados-vivos, segundo o grupo etário das mães, por NUTS III, Número de nados-vivos, segundo o grupo etário das mães, por NUTS III, Indicadores demográficos Taxas brutas de natalidade e mortalidade, de fecundidade geral, índice sintético de fecundidade e percentagem de nados-vivos com peso inferior a 2500g, Portugal e Continente, Taxas brutas de natalidade e mortalidade, de fecundidade geral e índice sintético de fecundidade, por NUTS III, Taxas brutas de natalidade e mortalidade, de fecundidade geral e índice sintético de fecundidade, por NUTS III, Esperança de vida à nascença e aos 65 anos, por sexo, Portugal, 2000/ / Taxas brutas de natalidade e de mortalidade, índice sintético de fecundidade e esperança de vida à nascença, Estados Membros da UE, Capítulo 2 ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.1 Mortalidade geral Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de Morte) por sexo, Portugal, Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de Morte) por sexo, Portugal, Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de Morte) por grupo etário, Portugal, Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de Morte) por grupo etário, Portugal, Mortalidade infantil Taxas de mortalidade infantil, neonatal, perinatal e mortalidade específica 1-4 anos, Portugal e Continente, Taxas de mortalidade infantil, neonatal, perinatal e mortalidade específica de 1-4 anos, por NUTS III, 2009/ Número de óbitos infantis, neonatais, perinatais, de 1 a 4 anos, por residência da mãe, Portugal e Continente, Número de óbitos infantis, neonatais, perinatais, de 1 a 4 anos, por residência da mãe, NUTS III 2009/ Taxas de mortalidade infantil, neonatal e perinatal, Estados Membros da UE, Mortalidade específica Número de óbitos e taxas de mortalidade específica por causa de morte (Lista sucinta europeia de causas de morte), Portugal, 2009/ Mortalidade padronizada Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), por NUTS I, Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), por NUTS I, Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), todas as idades, Estados Membros da UE, Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), 0-64 anos, Estados Membros da UE, IV DGS/ DSIA/DEE

6 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), 65 e mais anos, Estados Membros da UE, Anos de vida potencial perdidos Taxa de anos de vida potencial perdidos, segundo o sexo, por determinadas causas de morte, Portugal, / Tuberculose Número de casos novos, retratamentos e taxa de incidência, Portugal e Continente, SIDA Total de casos segundo o ano de diagnóstico, o sexo e o ano de notificação, Portugal, Morbilidade hospitalar Total de utentes saídos dos hospitais do SNS segundo o sexo e demora média observada, por grandes grupos de doenças (CID-9 MC), Continente, Total de utentes saídos dos hospitais do SNS segundo o sexo e demora média observada, por grandes grupos de doenças (CID-9 MC), Continente, Frequência de utentes saídos dos hospitais do SNS, segundo os grandes grupos de doenças (CID-9 MC), por NUTS II (de residência), Frequência de utentes saídos dos hospitais do SNS, segundo os grupos de doenças (CID-9 MC), por NUTS II (de residência), Doenças profissionais Número de casos de doenças profissionais certificadas, Continente, Incapacidade para o trabalho Número de dias subsidiados por doença, por beneficiário ativo, Portugal e Continente, Acidentes de viação Número de acidentes, de vítimas e de condutores intervenientes, testados segundo a taxa de alcoolemia, Continente, Acidentes domésticos e de lazer Distribuição percentual dos acidentes, segundo o sexo e o grupo etário, 2009 / Distribuição percentual dos acidentes, reportados em urgências de Unidades de Saúde do SNS, por tipo de lesão, Portugal, 2009/ Consumo de drogas ilícitas Número de utentes em tratamento, de primeiras consultas e de óbitos relacionados com o uso ilícito de droga, Portugal, Cobertura vacinal Cobertura vacinal (vacinas incluídas no PNV), por coorte de nascimento, Portugal, ARS e Regiões Autónomas, Cobertura vacinal (vacinas incluídas no PNV), por coorte de nascimento, Portugal, ARS e Regiões Autónomas, Capítulo 3 SERVIÇO NACIOINAL DE SAÚDE 3.1 Estabelecimentos de saúde Número de estabelecimentos existentes segundo o tipo, Continente, 2009/ Número de internamentos por (doentes saídos), de consultas e de urgências por tipo de estabelecimentos, Continente, / Número de atos complementares de diagnóstico e de terapêutica efetuados por tipo de estabelecimento, Continente, 2009/ Cuidados de saúde primários: atividade desenvolvida Número de consultas por valência, atendimentos em domicílio e nos Serviços de Urgência Básica, ARS, Número de consultas por valência, atendimentos em domicílio e nos Serviços de Urgência Básica, ARS, Número de consultas por especialidades, ARS, V DGS/ DSIA/DEE

7 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ Número de consultas por especialidades, ARS, Cuidados de saúde hospitalares: atividade desenvolvida Indicadores de utilização dos estabelecimentos hospitalares do SNS, ARS, Indicadores de utilização dos estabelecimentos hospitalares do SNS, ARS, Número de consultas externas por especialidades médicas, ARS, Número de consultas externas por especialidades cirúrgicas, ARS, Número de consultas externas por especialidades médicas, ARS, Número de consultas externas por especialidades cirúrgicas, ARS, Número de Intervenções cirúrgicas efetuadas, segundo a CID-9 MC (grandes grupos), ARS, Número de Intervenções cirúrgicas efetuadas, segundo a CID-9 MC (grandes grupos), ARS, Cuidados de saúde mental: Psiquiatria, Alcoologia e Toxicodependência Número de doentes saídos, dias de internamento, consultas externas, urgências e indicadores de utilização, Continente, Número de doentes saídos, dias de internamento, consultas externas, urgências e indicadores de utilização, Continente, Capítulo 4 RECURSOS HUMANOS 4.1 Recursos humanos em saúde Número de efetivos do Ministério da Saúde segundo a carreira profissional /grupo profissional, Recursos humanos por tipo de estabelecimento Número de efetivos existentes nos hospitais e centros de saúde, Portugal, 2009/ Número de médicos e pessoal de enfermagem segundo o tipo de estabelecimento, NUTS I, 2009/ Recursos humanos em saúde: Profissionais inscritos na respetiva Ordem Profissional Número de médicos especialistas inscritos na Ordem Profissional por local residência e especialidade, NUTS I, Número de médicos especialistas inscritos na Ordem Profissional por local residência e especialidade, NUTS I, Número de médicos especialistas e não especialistas, por sexo, segundo a especialidade, Número de enfermeiros inscritos na Ordem dos Enfermeiros, por local residência NUTS I, 2009/ Número de enfermeiros especialistas inscritos na Ordem dos Enfermeiros, 2009/ Número de Médicos dentistas inscritos na Ordem dos Médicos Dentistas, por local residência, NUTS I, 2009/ Número de farmacêuticos inscritos na Ordem dos Farmacêuticos, por local residência, NUTS II, 2009/ Recursos humanos em saúde, Comparações internacionais UE Número de médicos por habitantes, Estados Membros UE, Número de enfermeiros por habitantes, Estados Membros UE, Número de farmacêuticos por habitantes, Estados Membros UE, Número de dentistas por habitantes, Estados Membros UE, Capítulo 5 CONSUMO DE BENS E SERVIÇOS 5.1 Medicamentos: Consumo do SNS Número de receitas, embalagens, embalagens por receita, receitas e embalagens per capita, Continente, Encargos com medicamentos, valor comparticipado per capita e taxa média de comparticipação do SNS, e dos utentes, Subgrupos farmacoterapêuticos com maior encargo financeiro para o SNS, Continente, Atos complementares de diagnóstico e terapêutica Atos complementares de diagnóstico e terapêutica efetuados e requisitados na área dos cuidados de saúde primários, segundo as entidades produtoras, Continente, Atos complementares de diagnóstico efetuados e requisitados na área dos cuidados de saúde primários, Continente, VI DGS/ DSIA/DEE

8 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 Capítulo 6 DESPESAS E FINANCIAMENTO DA SAÚDE 6.1 Despesa corrente em saúde Despesa corrente em saúde, por função de cuidados de saúde e agente financiador (preços correntes), Portugal, Despesa corrente em saúde, por função de cuidados de saúde e agente financiador (preços correntes)- Administrações Públicas Portugal, Despesa corrente em saúde, por função de cuidados de saúde e agente financiador (preços correntes) - Sector privado Portugal, Despesa corrente em saúde, por função de cuidados de saúde e agente financiador (preços correntes), Portugal, Despesa corrente em saúde, por função de cuidados de saúde e agente financiador (preços correntes)- Administrações Públicas Portugal, Despesa corrente em saúde, por função de cuidados de saúde e agente financiador (preços correntes) - Sector privado Portugal, Comparações internacionais (União Europeia) Despesas totais e despesas públicas em saúde, em relação ao PIB, 2005/ Despesas totais e despesas públicas em saúde, per capita (euros), 2005/ Despesas públicas em saúde, em relação às despesas totais em saúde, Estados Membros da UE 2005/ VII DGS/ DSIA/DEE

9 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 FIGURAS Capítulo 1 DEMOGRAFIA 1.1 Evolução dos índices de dependência total, dependência dos jovens e de envelhecimento, Portugal, Pirâmide etária, Portugal, População com 65 e mais anos (%), por NUTS III, População com 65 e mais anos (%), por NUTS III, Evolução do número de nados-vivos, óbitos e crescimento natural, Portugal, Evolução das taxas de mortalidade, natalidade e de crescimento natural, Portugal, Esperança de vida à nascença, por sexo, Portugal, / índice sintético de fecundidade, União Europeia, Capítulo 2 ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETREMINANTES 2.1 Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de Morte), Mortalidade infantil, neonatal e perinatal (taxas), Portugal, Taxa de mortalidade infantil, União Europeia, Distribuição percentual dos óbitos (Lista sucinta europeia), Portugal, TMP todas as causas / todas as idades TMP Todas as causas / 0 aos 64 anos TMP Todas as causas / 65 e mais anos Anos de vida potencial perdidos, todas as causas, por sexos, Portugal, 2005/ Tuberculose - Evolução da taxa de incidência, Continente, SIDA - Total de casos por ano de notificação, Utentes saídos dos hospitais do SNS, segundo o sexo, por grandes grupos de doença (CID 9 MC), Utentes saídos dos hospitais do SNS, segundo o sexo, por grandes grupos de doença (CID 9 MC), Frequência de utentes saídos segundo alguns grupos de doenças, por 1000 habitantes, Frequência de utentes saídos segundo alguns grupos de doenças, por 1000 habitantes, Evolução do número de pensionistas com incapacidade permanente, em resultado de doenças profissionais contraídas, Continente, Número de dias subsidiados por doença e por beneficiário ativo, Número de acidentes de viação com vítimas e número de vítimas, Continente, Distribuição percentual de acidentes ocorridos, por grupo etário e sexo, Distribuição percentual de acidentes ocorridos, por grupo etário e sexo, Distribuição percentual dos acidentes domésticos e de lazer por tipo de acidente, Índices de variação de casos novos e de óbitos relacionados com o uso ilícito de droga, Capítulo 3 SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.1 Índices de variação das consultas e urgências, Frequências relativa de consultas, episódios de urgências e de internamento (doentes saídos) por 1000 habitantes, por ARS, Frequências relativa de consultas, episódios de urgências e de internamento (doentes saídos) por 1000 habitantes, por ARS, Intervenções cirúrgicas por categorias (CID-9 MC), Continente, Intervenções cirúrgicas por categorias (CID-9 MC), Continente, Capítulo 4 RECURSOS HUMANOS 4.1 Número de efetivos do Ministério da Saúde segundo a carreira, 2008/ Pessoal médico e de enfermagem por tipo de estabelecimento, Portugal, 2009/ Distribuição dos médicos inscritos na OM, por grupo etário e sexo, Portugal, Distribuição dos enfermeiros inscritos na OE, por grupo etário e sexo, Portugal, Distribuição dos Médicos dentistas inscritos na OMD, por grupo etário e sexo, Portugal, Distribuição dos Farmacêuticos inscritos na OF, por grupo etário e sexo, Portugal, Número de médicos p/ habitantes EU Número de enfermeiros p/ habitantes EU Número de farmacêuticos p/ habitantes EU Número de dentistas p/ habitantes EU VIII DGS/ DSIA/DEE

10 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 Capítulo 5 CONSUMO DE BENS E SERVIÇOS 5.1 Número de receitas e de embalagens per capita, Encargos do SNS com medicamentos, no orçamento do SNS e em relação ao PIB, Subgrupos farmacoterapêuticos com maior encargo financeiro para o SNS, Evolução dos atos complementares de diagnóstico (ACD) e de terapêutica (ACT) em cuidados de saúde primários e convencionados, (1990=100) 82 Capítulo 6 DESPESAS E FINANCIAMENTO DA SAÚDE 6.1 Despesas totais e públicas em saúde (percentagem) em relação ao PIB, UE, Despesas totais e públicas em saúde per capita, (euros), UE, Despesas públicas em saúde em relação às despesas totais em saúde, UE, IX DGS/ DSIA/DEE

11 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 Nota prévia A publicação Elementos Estatísticos-Saúde teve um breve interregno. Julgou-se que a disponibilização online de todos ou praticamente de todos os respetivos dados, não traria uma mais-valia para o profissional de saúde ou para o investigador. Porém, foram alguns destes profissionais que nos deram conta de que a ausência desta publicação era sentida. A mais-valia está na compilação num só volume dos dados dispersos em relatórios e na internet (na imensidão de sítios e portais institucionais). É sobretudo para estes profissionais que se retoma esta publicação. Faz-se um esforço de atualização, tendo em conta que algumas características das edições anteriores já não se justificam, procurando-se ir ao encontro do que serão as necessidades do futuro. Nesta edição recupera-se a informação de dois anos ( ), na procura de dar continuidade às edições anteriores. Esperamos fazer o mesmo nas próximas edições, tendo em vista atualizar anualmente a informação do ano anterior. Aqui está: para todos Lisboa, novembro de 2013 Paulo Jorge Nogueira Diretor da Direção de Serviços de Informação e Análise X DGS/ DSIA/DEE

12 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 XI DGS/ DSIA/DEE

13 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 INTRODUÇÃO Retomamos a edição da publicação Elementos Estatísticos Saúde. A última edição ocorreu em 2010, com dados referentes a A suspensão deveu-se ao facto de se ter considerado que os dados disponibilizados duplicavam conteúdos existentes em publicações estatísticas tanto do INE como de outras entidades do Ministério da Saúde. Contudo, dada a natureza da informação contida neste documento, em que se destaca a divulgação de dados retrospetivos e o estabelecimento de comparações entre os Estadosmembros da União Europeia, foi rreavaliada a pertinência da sua continuidade. Esta edição compila os dados referentes a 2009 e 2010, contendo diversas alterações face à anterior. O plano da publicação foi revisto, sendo de assinalar nomeadamente o seguinte: o ano de base das séries de dados retrospetivos transitou para um ano mais recente, tendo como regra geral sido adotado o ano 2000; no caso das representações gráficas, sempre que a informação é comparável, iniciam-se as séries de dados partir de No capítulo relativo aos serviços de saúde e à atividade desenvolvida foram também efetuados alguns ajustamentos, fundamentalmente resultantes da adequação ao quadro legislativo publicado nos últimos anos sobre a reorganização das estruturas prestadoras de cuidados de saúde do SNS. Quanto à desagregação geográfica da informação disponibilizada, houve também necessidade de se efetivarem atualizações. Assim, no seguimento da Resolução do Conselho de Ministros nº 39/2006, de 21 de abril, as ARS exercem as suas atribuições nas áreas correspondentes ao nível II da Nomenclatura de Unidades Territoriais para fins Estatísticos (NUTS) 1, pelo que, os dados apresentados adotam esta desagregação. Embora os serviços desconcentrados das ARS sejam os Agrupamentos de Centros de Saúde do Serviço Nacional de Saúde (ACES), dadas as dificuldades na obtenção de dados da natureza dos que divulgamos, por ACES, e tendo em conta o referido no nº 2 do art.º 4º do Decreto-Lei nº 28/2008 de 22 de fevereiro, onde é explícito que a delimitação geográfica dos ACES, entre outras formas, deve corresponder a NUTS III, optamos por facultar um conjunto de tabelas com este nível de desagregação, particularmente no capítulo relativo à demografia e ao estado de saúde e seus determinantes. Desta forma, é possível estabelecer leituras comparativas a um nível geográfico mais desagregado. No final de cada capítulo é incluído um conjunto de quadros comparativos, contendo dados e indicadores relativos aos Estados-membros da União Europeia. A leitura desta informação deve contudo ser cuidada, tendo em conta as diferenças existentes a nível conceptual (apesar do esforço dedicado à harmonização de conceitos), as áreas geográficas abrangidas (nem sempre a informação diz respeito ao total do país) e o ano que pretendemos comparar (nem todos os estados-membros têm disponíveis os dados respeitantes ao mesmo período de referência da publicação). A fonte desta informação reside em bases de dados internacionais, com destaque para a OMS, a OCDE e o EUROSTAT. Pela sua natureza abrangente, esta publicação resulta da compilação de dados disponíveis em diversas fontes. Agradecemos por isso a contribuição de várias entidades do Ministério da Saúde e do Ministério da Solidariedade, Emprego e Segurança Social. Expressamos também os nossos agradecimentos ao Instituto Nacional de Estatística, à Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária e ainda às seguintes organizações profissionais: Ordem dos Médicos, Ordem dos Farmacêuticos, Ordem dos Enfermeiros e Ordem dos Médicos Dentistas. novembro De acordo com o estabelecido pelo Decreto-Lei nº 46/89, de 15 de Fevereiro, alterado pelo Decreto-Lei nº 317/99, de 11 de agosto e pela Lei nº 21/2010 de 21 de agosto. XII DGS/ DSIA/DEE

14 Elementos Estatísticos Saúde 2009/2010 XIII DGS/ DSIA/DEE

15 DEMOGRAFIA

16

17 1. DEMOGRAFIA 1.1 POPULAÇÃO RESIDENTE Estimativas da população residente por grupo etário, densidade populacional, índices de evolução, dependência e envelhecimento, Portugal e Continente, Densidade Anos populacional Portugal População residente x(1000) Índice de evolução (hab/km 2 ) Grupos etários (%) Índices de dependência (%) Índice de < Total Jovens Idosos envelhecimento % ,8 100,00 112,0 16,3 67,4 16,3 48,4 24,1 24,2 100, ,7 100,62 112,0 16,2 67,3 16,6 48,6 24,0 24,6 102, ,6 101,10 113,0 16,1 67,1 16,7 48,9 24,0 24,9 104, ,1 101,38 114,0 16,0 67,0 16,9 49,2 23,9 25,3 105, ,7 101,59 115,0 16,0 66,8 17,2 49,6 23,9 25,7 107, ,0 101,75 115,0 15,9 66,8 17,4 49,8 23,8 26,0 109, ,6 101,95 115,0 15,7 66,7 17,5 49,9 23,6 26,3 111, ,3 102,15 116,0 15,6 66,7 17,7 49,9 23,4 26,6 113, ,0 102,25 115,0 15,4 66,6 18,0 50,2 23,2 27,0 116, ,5 102,35 115,0 15,3 66,4 18,3 50,5 23,0 27,5 119, ,7 102,34 115,0 15,1 66,2 18,7 51,0 22,8 28,2 123,8 Continente ,2 100,00 110,0 16,0 67,5 16,5 48,2 23,8 24,4 102, ,1 100,60 111,0 16,0 67,3 16,7 48,6 23,7 24,8 104, ,1 101,07 112,0 15,9 67,2 16,9 48,9 23,7 25,2 106, ,2 101,32 113,0 15,9 67,0 17,1 49,2 23,7 25,6 107, ,9 101,51 113,0 15,8 66,8 17,4 49,7 23,6 26,0 110, ,2 101,66 114,0 15,7 66,7 17,6 49,9 23,5 26,3 111, ,8 101,83 114,0 15,6 66,7 17,8 50,0 23,4 26,6 114, ,5 102,01 114,0 15,4 66,6 18,0 50,1 23,1 26,9 116, ,2 102,09 114,0 15,3 66,5 18,2 50,4 23,0 27,4 119, ,9 102,18 113,0 15,2 66,3 18,5 50,8 22,9 27,9 121, ,0 102,16 113,0 15,0 66,1 19,0 51,3 22,6 28,7 126,6 Fonte: INE, Estimativas da População Residente Fonte: INE, Estimativas da População Residente Índ.dep.Total Índ.dep. Jovens Índ. Envelhecimento 1.1 Evolução dos índices de dependência total, dependência dos jovens e de envelhecimento, Portugal,

18 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ POPULAÇÃO RESIDENTE Estimativas da população média e em 31 de dezembro, segundo o sexo, por NUTS III, 2009 NUTS III População média População em 31 de dezembro HM H M HM H M Portugal Continente, Açores e Madeira Continente Norte Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Centro Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Lisboa e Vale do Tejo Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Algarve Região Aut. dos Açores Região Aut. da Madeira Fonte: INE, Estimativas da População Residente 2 DGS/DSIA/DEE

19 1. DEMOGRAFIA 1.1 POPULAÇÃO RESIDENTE Estimativas da população média e em 31 de dezembro, segundo o sexo, Portugal, por NUTS III, 2010 NUTS III População média População em 31 de dezembro HM H M HM H M Portugal Continente, Açores e Madeira Continente Norte Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Centro Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Lisboa e Vale do Tejo Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Algarve Região Aut. dos Açores Região Aut. da Madeira Fonte: INE, Estimativas da População Residente 3

20 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ POPULAÇÃO RESIDENTE Estimativas da população residente em 31 de dezembro, segundo o sexo, por grupo etário, Portugal, Grupos etários (anos) HM H M HM H M Total e Fonte: INE, Estimativas da População Residente 85 e x Mulher Homem 1.2 Pirâmide etária, Portugal, DGS/DSIA/DEE

21 1. DEMOGRAFIA 1.1 POPULAÇÃO RESIDENTE Estimativas da população residente em 31 de dezembro, segundo o grupo etário, por NUTS III, 2009 NUTS III População total (1000) x (1000) % x (1000) % x (1000) % x (1000) % Portugal 10573,5 1618,0 15,3 4257,2 40,3 2767,9 26,2 1928,7 18,2 Continente, Açores e Madeira 10573,5 1618,0 15,3 4257,2 40,3 2767,9 26,2 1928,7 18,2 Continente 10059,9 1525,8 15,2 4025,3 40,0 2646,9 26,3 1860,2 18,5 Norte 3706,0 575,1 15,5 1544,2 41,7 987,7 26,7 597,3 16,1 Minho-Lima 246,7 33,8 13,7 94,1 38,2 64,4 26,1 54,3 22,0 Cávado 410,3 69,7 17,0 183,2 44,6 102,6 25,0 54,8 13,4 Ave 513,9 82,1 16,0 223,7 43,5 137,9 26,8 70,2 13,7 Grande Porto 1289,6 196,6 15,2 533,1 41,3 358,3 27,8 201,6 15,6 Tâmega 553,3 98,1 17,7 245,7 44,4 135,9 24,6 72,0 13,0 Entre Douro e Vouga 276,3 42,2 15,3 115,7 41,9 76,1 27,6 42,2 15,3 Douro 208,5 28,5 13,7 78,4 37,6 55,0 26,4 46,6 22,4 Alto Trás-os-Montes 207,5 24,1 11,6 70,5 34,0 57,4 27,7 55,5 26,8 Centro 1658,1 232,1 14,0 634,5 38,3 438,7 26,5 352,8 21,3 Baixo Vouga 391,3 59,0 15,1 159,2 40,7 103,9 26,6 69,1 17,7 Baixo Mondego 334,2 44,0 13,2 127,7 38,2 92,0 27,5 70,5 21,1 Pinhal Litoral 260,7 40,4 15,5 105,0 40,3 68,0 26,1 47,3 18,1 Pinhal Interior Norte 132,8 18,0 13,6 48,6 36,6 33,5 25,2 32,6 24,6 Dão-Lafões 279,1 40,1 14,4 105,3 37,7 72,5 26,0 61,1 21,9 Pinhal Interior Sul 33,8 3,8 11,3 11,0 32,7 8,4 24,7 10,6 31,3 Serra da Estrela 44,5 5,1 11,4 14,9 33,6 12,8 28,7 11,7 26,2 Beira Interior Norte 106,1 12,7 12,0 36,3 34,3 28,2 26,6 28,9 27,2 Beira Interior Sul 75,7 9,0 11,9 26,3 34,8 19,4 25,6 21,0 27,8 Cova da Beira 88,8 11,0 12,4 31,6 35,6 24,8 27,9 21,4 24,1 Lisboa e Vale do Tejo 3646,7 569,4 15,6 1448,0 39,7 951,0 26,1 678,3 18,6 Oeste 435,7 71,4 16,4 176,9 40,6 108,0 24,8 79,4 18,2 Médio Tejo 229,5 32,0 13,9 84,3 36,7 59,6 26,0 53,6 23,4 Lezíria do Tejo 247,6 36,9 14,9 94,2 38,0 63,9 25,8 52,7 21,3 Grande Lisboa 1960,0 302,2 15,4 779,6 39,8 515,8 26,3 362,4 18,5 Península de Setúbal 773,9 127,0 16,4 313,1 40,5 203,7 26,3 130,2 16,8 Alentejo 395,8 51,5 13,0 144,0 36,4 102,8 26,0 97,5 24,6 Alentejo Litoral 98,4 12,4 12,6 35,3 35,9 27,3 27,8 23,4 23,7 Alto Alentejo 119,8 15,2 12,7 42,5 35,5 30,2 25,2 31,8 26,5 Alentejo Central 168,2 22,8 13,5 62,8 37,4 42,6 25,3 40,0 23,8 Baixo Alentejo 9,4 1,1 11,7 3,3 35,2 2,7 29,0 2,3 24,0 Algarve 445,8 70,5 15,8 179,5 40,3 111,9 25,1 84,0 18,8 Região Aut. dos Açores 246,9 45,9 18,6 112,3 45,5 57,2 23,2 31,4 12,7 Região Aut. da Madeira 266,7 46,3 17,4 119,6 44,8 63,7 23,9 37,1 13,9 Fonte: INE, Estimativas da População Residente 0-14 anos anos anos 65 e mais anos 5

22 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ População com 65 e mais anos (%), por NUTS III, População com 65 e mais anos (%), por NUTS III, DGS/DSIA/DEE

23 1. DEMOGRAFIA 1.1 POPULAÇÃO RESIDENTE Estimativas da população residente em 31 de dezembro, segundo o grupo etário, por NUTS III, 2010 NUTS III População total (1000) x (1000) % x (1000) % x (1000) % x (1000) % Portugal 10572,7 1595,2 15,1 4199,9 39,7 2801,2 26,5 1974,7 18,7 Continente, Açores e Madeira 10572,7 1595,2 15,1 4199,9 39,7 2801,2 26,5 1974,7 18,7 Continente 10058,0 1504,8 15,0 3970,8 39,5 2675,5 26,6 1905,2 18,9 Norte 3693,6 561,7 15,2 1513,6 41,0 1003,3 27,2 613,3 16,6 Minho-Lima 245,3 32,9 13,4 92,4 37,6 64,9 26,4 55,2 22,5 Cávado 410,4 68,0 16,6 180,4 44,0 105,4 25,7 56,5 13,8 Ave 512,1 79,7 15,6 218,8 42,7 141,1 27,6 72,5 14,2 Grande Porto 1288,5 193,8 15,0 524,0 40,7 361,7 28,1 209,0 16,2 Tâmega 551,0 95,2 17,3 240,7 43,7 139,7 25,3 73,7 13,4 Entre Douro e Vouga 275,1 40,9 14,9 112,9 41,0 77,5 28,2 43,8 15,9 Douro 206,3 27,8 13,5 76,1 36,9 55,7 27,0 46,8 22,7 Alto Trás-os-Montes 204,9 23,4 11,4 68,2 33,3 57,4 28,0 55,9 27,3 Centro 1652,0 226,3 13,7 624,0 37,8 442,7 26,8 359,0 21,7 Baixo Vouga 391,2 57,7 14,8 156,9 40,1 105,5 27,0 71,1 18,2 Baixo Mondego 332,9 43,0 12,9 125,4 37,7 92,5 27,8 72,1 21,6 Pinhal Litoral 261,2 39,6 15,1 103,9 39,8 69,1 26,4 48,7 18,6 Pinhal Interior Norte 131,8 17,5 13,3 47,8 36,3 33,8 25,6 32,8 24,8 Dão-Lafões 277,6 38,9 14,0 103,4 37,2 73,0 26,3 62,3 22,4 Pinhal Interior Sul 33,5 3,8 11,3 10,9 32,4 8,4 25,1 10,5 31,3 Serra da Estrela 43,8 4,8 10,9 14,4 32,9 12,8 29,1 11,9 27,0 Beira Interior Norte 104,7 12,3 11,7 35,3 33,7 28,3 27,0 28,9 27,6 Beira Interior Sul 75,3 8,9 11,9 25,9 34,4 19,5 25,9 20,9 27,8 Cova da Beira 88,1 10,8 12,3 30,8 35,0 24,9 28,3 21,6 24,5 Lisboa e Vale do Tejo 3662,1 568,0 15,5 1438,6 39,3 956,1 26,1 699,4 19,1 Oeste 439,7 71,1 16,2 177,2 40,3 109,8 25,0 81,7 18,6 Médio Tejo 228,5 31,3 13,7 82,7 36,2 60,3 26,4 54,2 23,7 Lezíria do Tejo 247,8 36,7 14,8 93,1 37,6 64,5 26,0 53,5 21,6 Grande Lisboa 1966,2 302,4 15,4 772,8 39,3 516,8 26,3 374,2 19,0 Península de Setúbal 779,9 126,6 16,2 312,9 40,1 204,7 26,2 135,8 17,4 Alentejo 393,2 50,9 13,0 141,7 36,0 103,3 26,3 97,4 24,8 Alentejo Litoral 98,1 12,4 12,7 34,7 35,4 27,5 28,0 23,4 23,9 Alto Alentejo 118,8 15,1 12,7 41,9 35,3 30,2 25,4 31,5 26,6 Alentejo Central 167,1 22,3 13,4 61,8 37,0 42,9 25,7 40,1 24,0 Baixo Alentejo 9,3 1,1 11,6 3,2 34,7 2,7 29,3 2,3 24,5 Algarve 451,3 70,9 15,7 179,5 39,8 114,9 25,5 86,0 19,1 Região Aut. dos Açores 246,8 45,5 18,4 117,7 47,7 67,2 27,2 37,7 15,3 Região Aut. da Madeira 268,0 42,7 15,9 114,1 42,6 58,6 21,9 32,2 12,0 Fonte: INE, Estimativas da População Residente 0-14 anos anos anos 65 e mais anos 7

24 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ POPULAÇÃO RESIDENTE Densidade populacional e índices de dependência e de envelhecimento por NUTS III, 2009 NUTS III Total Jovens Idosos Portugal ,5 23,0 27,5 119,2 Continente, Açores e Madeira ,5 23,0 27,5 119,2 Continente ,7 22,9 27,9 121,9 Norte ,3 22,7 23,6 103,9 Minho-Lima ,6 21,3 34,3 160,9 Cávado ,6 24,4 19,2 78,6 Ave ,1 22,7 19,4 85,5 Grande Porto ,7 22,1 22,6 102,5 Tâmega ,6 25,7 18,9 73,4 Entre Douro e Vouga ,0 22,0 22,0 100,1 Douro 51 56,4 21,4 35,0 163,6 Alto Trás-os-Montes 25 62,3 18,9 43,4 230,2 Centro 74 54,5 21,6 32,9 152,0 Baixo Vouga ,7 22,4 26,3 117,2 Baixo Mondego ,1 20,0 32,1 160,3 Pinhal Litoral ,7 23,3 27,3 117,0 Pinhal Interior Norte 51 61,7 22,0 39,7 180,8 Dão-Lafões 80 56,9 22,5 34,4 152,5 Pinhal Interior Sul 18 74,2 19,8 54,4 275,4 Serra da Estrela 51 60,5 18,4 42,1 229,3 Beira Interior Norte 26 64,4 19,7 44,7 227,5 Beira Interior Sul 20 65,7 19,7 46,0 234,3 Cova da Beira 65 57,6 19,6 38,0 194,0 Lisboa e Vale do Tejo ,0 23,7 28,3 119,1 Oeste ,9 25,1 27,9 111,3 Médio Tejo ,5 22,2 37,3 167,7 Lezíria do Tejo 58 56,7 23,3 33,3 143,0 Grande Lisboa ,3 23,3 28,0 119,9 Península de Setúbal ,8 24,6 25,2 102,5 Alentejo 21 60,3 20,9 39,5 189,3 Alentejo Litoral 19 57,1 19,8 37,3 188,6 Alto Alentejo 19 64,7 21,0 43,7 208,6 Alentejo Central 23 59,6 21,6 38,0 176,0 Baixo Alentejo 20 55,6 18,2 37,4 204,7 Algarve 89 53,0 24,2 28,8 119,1 Região Aut. dos Açores ,6 27,0 18,5 68,6 Região Aut. da Madeira ,5 25,3 20,2 80,1 Fonte: INE ; DGS Densidade populacional (Hab/Km2) Índices de dependência Índice de envelhecimento % 8 DGS/DSIA/DEE

25 1. DEMOGRAFIA 1.1 POPULAÇÃO RESIDENTE Densidade populacional e índices de dependência e de envelhecimento por NUTSIII, 2010 NUTS III Total Jovens Idosos Portugal ,0 22,8 28,2 123,8 Continente, Açores e Madeira ,0 22,8 28,2 123,8 Continente ,3 22,6 28,7 126,6 Norte ,7 22,3 24,4 109,2 Minho-Lima ,0 20,9 35,1 167,6 Cávado ,6 23,8 19,8 83,1 Ave ,3 22,1 20,2 91,1 Grande Porto ,5 21,9 23,6 107,9 Tâmega ,4 25,0 19,4 77,4 Entre Douro e Vouga ,5 21,5 23,0 106,9 Douro 51 56,5 21,1 35,5 168,3 Alto Trás-os-Montes 25 63,1 18,6 44,5 238,7 Centro 74 54,9 21,2 33,7 158,6 Baixo Vouga ,1 22,0 27,1 123,2 Baixo Mondego ,8 19,7 33,1 167,7 Pinhal Litoral ,0 22,9 28,1 123,0 Pinhal Interior Norte 51 61,5 21,4 40,1 187,5 Dão-Lafões 80 57,4 22,1 35,3 160,1 Pinhal Interior Sul 18 74,0 19,6 54,4 277,4 Serra da Estrela 51 61,1 17,5 43,6 248,3 Beira Interior Norte 26 64,6 19,3 45,4 235,6 Beira Interior Sul 20 65,8 19,7 46,1 234,8 Cova da Beira 65 58,2 19,4 38,8 199,7 Lisboa e Vale do Tejo ,9 23,7 29,2 123,1 Oeste ,2 24,8 28,5 115,0 Médio Tejo ,8 21,9 37,9 173,3 Lezíria do Tejo 58 57,3 23,3 34,0 145,9 Grande Lisboa ,5 23,4 29,0 123,8 Península de Setúbal ,7 24,5 26,2 107,2 Alentejo 21 60,5 20,8 39,7 191,1 Alentejo Litoral 19 57,6 20,0 37,7 188,3 Alto Alentejo 19 64,7 20,9 43,7 209,0 Alentejo Central 23 59,7 21,3 38,3 179,7 Baixo Alentejo 20 56,3 18,1 38,3 211,6 Algarve 89 53,3 24,1 29,2 121,2 Região Aut. dos Açores ,1 26,4 18,7 70,9 Região Aut. da Madeira ,0 24,6 20,4 82,8 Fonte: INE ; DGS Densidade populacional (Hab/Km2) Índices de dependência Índice de envelhecimento % 9

26 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ POPULAÇÃO RESIDENTE Projecções da população residente (cenário central), segundo o sexo e grupo etário, Portugal, Anos/Sexo Total HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M HM H M Fonte: INE, Projecções da População Residente em Portugal, Grandes grupos etários Nota: Considera-se como população base, a população residente em Portugal estimada para 1 de Janeiro de Foram apresentos quatro cenários de evolução demográfica, os quais se baseiam em diferentes evoluções das componentes fecundidade, mortalidade e migrações, tendo os resultados obtidos um carácter condicional. 10 DGS/DSIA/DEE

27 1. DEMOGRAFIA 1.2 MOVIMENTO DA POPULAÇÃO Número de nados vivos, óbitos e crescimento natural, Portugal e Continente, Anos Nados vivos Óbitos Crescimento natural Portugal (1) Continente Fonte: INE (1) Inclui as situações de residência ignorada, Estrangeiro e outras residências. Para o cálculo do crescimento natural, excluem se os movimentos de residência ignorada e outras residências. Milhares Nados vivos Óbitos Crescimento natural Fonte: INE 1.5 Evolução do número de nados vivos, óbitos e crescimento natural, Portugal,

28 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MOVIMENTO DA POPULAÇÃO Número de nados-vivos, óbitos e crescimento natural, por NUTS III, 2009 NUTS III Nados-vivos Óbitos Crescimento natural Portugal Continente, Açores e Madeira Continente Norte Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Centro Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Lisboa e Vale do Tejo Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Algarve Região Aut. dos Açores Região Aut. da Madeira Fonte: INE ; DGS 12 DGS/DSIA/DEE

29 1. DEMOGRAFIA 1.2 MOVIMENTO DA POPULAÇÃO Número de nados-vivos, óbitos e crescimento natural, por NUTS III, 2010 NUTS III Nados-vivos Óbitos Crescimento natural Portugal Continente, Açores e Madeira Continente Norte Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Centro Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Lisboa e Vale do Tejo Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Algarve Região Aut. dos Açores Região Aut. da Madeira Fonte: INE ; DGS 13

30 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MOVIMENTO DA POPULAÇÃO Número de nados-vivos, segundo o grupo etário das mães, por NUTS III, 2009 Nados vivos por grupo etário da mãe (anos) NUTS III anos anos anos anos anos > = 40 anos Portugal Continente, Açores e Madeira Continente Norte Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Centro Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Lisboa e Vale do Tejo Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Algarve Região Aut. dos Açores Região Aut. da Madeira Fonte: INE 14 DGS/DSIA/DEE

31 1. DEMOGRAFIA 1.2 MOVIMENTO DA POPULAÇÃO Número de nados-vivos, segundo o grupo etário das mães, por NUTS III, 2010 Nados vivos por grupo etário da mãe (anos) NUTS III anos anos anos anos anos > = 40 anos Portugal Continente, Açores e Madeira Continente Norte Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Centro Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Lisboa e Vale do Tejo Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Algarve Região Aut. dos Açores Região Aut. da Madeira Fonte: INE 15

32 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ INDICADORES DEMOGRÁFICOS Taxas brutas de natalidade e mortalidade, de fecundidade geral, índice sintético de fecundidade e percentagem de nados vivos com peso inferior a 2500g, Portugal e Continente, Anos Natalidade (/1000) Mortalidade (/1000) Taxa de crescimento natural (/1000) Taxa de fecundidade (/1000) Índice sintético de fecundidade (1) Nados vivos com peso < 2500g % Portugal (1) ,7 10,3 1,39 46,1 1,6 7, ,0 10,2 0,70 43,2 1,5 7, ,0 10,3 0,75 43,7 1,5 7, ,8 10,5 0,33 42,9 1,4 7, ,4 9,7 0,67 41,7 1,4 7, ,4 10,2 0,15 41,8 1,4 7, ,9 9,6 0,30 40,4 1,4 7, ,7 9,8 0,13 39,5 1,3 7, ,8 9,8 0,01 40,2 1,4 7, ,4 9,9 0,51 39,1 1,3 8, ,5 10,0 0,45 40,2 1,4 8,4 Continente ,6 10,3 1,36 45,7 1,6 7, ,8 10,2 0,69 42,8 1,4 7, ,9 10,2 0,74 43,4 1,5 7, ,6 10,4 0,29 42,6 1,4 7, ,3 9,7 0,64 41,4 1,4 7, ,3 10,2 0,11 41,6 1,4 7, ,9 9,6 0,28 40,2 1,4 7, ,6 9,7 0,17 39,3 1,3 7, ,8 9,8 0,03 40,0 1,4 7, ,3 9,8 0,50 39,1 1,3 8, ,5 9,9 0,47 40,2 1,4 8,2 (1) Descendência média por mulher. Fonte: DGS/INE, Estatísticas Demográficas; Estimativas da População Residente 12,00 10,00 8,00 6,00 4,00 2,00 0,00 2, Natalidade (%0) Mortalidade %0) Taxa de crescimento (%0) Fonte: DGS; INE, Estatísticas Demográficas; Estimativas da População Residente 1. 6 Evolução das taxas de mortalidade, natalidade e de crescimento natural, Portugal, DGS/DSIA/DEE

33 1. DEMOGRAFIA 1.3 INDICADORES DEMOGRÁFICOS Taxas brutas de natalidade e mortalidade, de fecundidade geral e índice sintético de fecundidade por NUTS III, 2009 NUTS III Natalidade (/1000) Mortalidade (/1000) Fecundidade (/1000) Índice sintético de fecundidade 1 (/1000) Portugal 9,4 9,9 39,1 1,34 Continente, Açores e Madeira 9,4 9,9 39,1 1,34 Continente 9,4 9,9 39,1 1,34 Norte 8,8 8,6 35,3 1,23 Minho-Lima 8,0 11,7 34,6 1,21 Cávado 9,7 7,0 36,3 1,22 Ave 8,5 7,4 32,4 1,15 Grande Porto 9,5 8,3 37,8 1,31 Tâmega 9,3 7,6 35,7 1,28 Entre Douro e Vouga 8,5 7,6 33,6 1,20 Douro 6,9 11,8 30,7 1,10 Alto Trás-os-Montes 6,0 13,2 29,7 1,07 Centro 8,0 11,5 34,7 1,20 Baixo Vouga 8,8 9,5 35,8 1,24 Baixo Mondego 8,0 10,7 34,4 1,15 Pinhal Litoral 9,1 9,5 37,8 1,28 Pinhal Interior Norte 6,9 13,9 31,6 1,13 Dão-Lafões 7,8 11,3 34,2 1,19 Pinhal Interior Sul 6,4 22,0 28,0 1,04 Serra da Estrela 6,0 16,6 29,4 1,09 Beira Interior Norte 6,4 15,0 31,1 1,13 Beira Interior Sul 7,4 15,3 35,6 1,23 Cova da Beira 6,9 12,6 32,5 1,14 Lisboa e Vale do Tejo 10,7 9,7 45,0 1,49 Oeste 9,8 10,3 40,6 1,36 Médio Tejo 7,4 11,5 34,6 1,23 Lezíria do Tejo 8,9 12,2 39,8 1,36 Grande Lisboa 11,4 9,3 47,7 1,57 Península de Setúbal 10,9 9,1 45,0 1,48 Alentejo 7,6 14,0 35,8 1,25 Alentejo Litoral 8,0 13,0 38,5 1,32 Alto Alentejo 7,2 15,7 34,6 1,23 Alentejo Central 7,8 13,2 35,4 1,22 Baixo Alentejo 5,8 15,5 29,6 1,07 Algarve 10,8 10,6 45,4 1,53 Região Aut. dos Açores 11,3 9,9 43,4 1,46 Região Aut. da Madeira 8,9 9,9 33,7 1,15 (1) Descendência média por mulher. Fonte: INE ; DGS 17

34 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ INDICADORES DEMOGRÁFICOS Taxas brutas de natalidade e mortalidade, de fecundidade geral e índice sintético de fecundidade por NUTS III, 2010 NUTS III Natalidade (/1000) Mortalidade (/1000) Fecundidade (/1000) Índice sintético de fecundidade 1 (/1000) Portugal 9,6 10,0 40,2 1,38 Continente, Açores e Madeira 9,6 10,0 40,2 1,38 Continente 9,6 10,0 40,2 1,38 Norte 8,9 8,7 36,0 1,27 Minho-Lima 7,5 12,0 33,0 1,16 Cávado 9,4 7,3 35,3 1,20 Ave 8,6 7,5 33,3 1,19 Grande Porto 9,7 8,3 38,8 1,35 Tâmega 9,6 7,8 37,0 1,35 Entre Douro e Vouga 8,7 7,8 34,8 1,24 Douro 7,4 12,2 33,7 1,22 Alto Trás-os-Montes 6,0 13,8 29,8 1,10 Centro 8,0 11,6 35,1 1,22 Baixo Vouga 9,1 9,4 37,4 1,32 Baixo Mondego 8,1 11,0 35,2 1,18 Pinhal Litoral 9,0 9,2 37,5 1,26 Pinhal Interior Norte 7,0 14,6 32,3 1,17 Dão-Lafões 7,8 11,5 34,5 1,21 Pinhal Interior Sul 6,7 22,4 29,3 1,07 Serra da Estrela 5,9 15,9 29,5 1,11 Beira Interior Norte 5,7 15,8 28,3 1,04 Beira Interior Sul 7,1 16,0 34,2 1,18 Cova da Beira 7,1 12,8 34,0 1,21 Lisboa e Vale do Tejo 11,0 9,9 46,7 1,55 Oeste 10,2 10,8 42,6 1,43 Médio Tejo 7,7 11,5 36,2 1,29 Lezíria do Tejo 9,0 12,2 40,7 1,41 Grande Lisboa 11,6 9,5 49,1 1,62 Península de Setúbal 11,4 9,3 47,5 1,59 Alentejo 8,0 14,1 37,7 1,33 Alentejo Litoral 8,4 12,8 40,8 1,42 Alto Alentejo 7,6 16,2 36,6 1,32 Alentejo Central 7,9 13,3 36,1 1,25 Baixo Alentejo 9,2 16,1 48,1 1,82 Algarve 10,8 10,0 45,9 1,56 Região Aut. dos Açores 11,0 10,0 42,5 1,43 Região Aut. da Madeira 9,5 9,9 36,2 1,26 (1) Descendência média por mulher. Fonte: INE ; DGS 18 DGS/DSIA/DEE

35 1. DEMOGRAFIA 1.3 INDICADORES DEMOGRÁFICOS Esperança de vida à nascença e aos 65 anos, por sexo, Portugal, 2000/ /2010 Anos HM H M HM H M 2000/ ,73 73,25 80,05 17,13 15,24 18, / ,98 73,55 80,21 17,24 15,35 18, / ,43 74,10 80,56 17,48 15,60 18, / ,72 74,35 80,86 17,64 15,72 19, / ,18 74,81 81,33 17,94 16,02 19, / ,50 75,18 81,63 18,06 16,16 19, / ,74 75,49 81,81 18,21 16,35 19, / ,94 75,84 81,87 18,28 16,48 19, / ,29 76,17 82,19 18,59 16,74 20,03 Fonte: INE, Estatísticas Demográficas à nascença aos 65 anos Em anos Nota:Tábuas Completas de Mortalidade para Portugal a : valores revistos com base na revisão das estimativas da população exposta ao risco de óbito, assentes nos resultados definitivos dos Censos HM H M Fonte: INE, Estatísticas Demográficas Nota. A partir de 1992, alteração da metodologia no cálculo da esperança de vida. 1.7 Esperança de vida à nascença, por sexo, Portugal, /

36 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ INDICADORES DEMOGRÁFICOS Taxas brutas de natalidade e mortalidade, índice sintético de fecundidade e esperança de vida à nascença, Estados Membros da UE, 2010 Estados Membros da UE Portugal 9,59 10,05 1,37 80,06 Alemanha 8,29 10,5 1,39 80,64 Áustria 9,39 9,2 1,44 80,91 Bélgica 11,78 (2009) x 1,8 (2009) x Bulgária 10,02 14,62 1,49 73,82 Chipre 11,67 6,07 1,44 81,86 Dinamarca 11,44 (2009) 9,88 (2009) 1,88 x Eslováquia 11,12 9,84 1,41 75,66 Eslovénia 10,83 9,08 1,57 79,96 Espanha 10,56 8,29 1,38 82,32 Estónia 11,81 11,78 1,64 76,03 Finlândia 11,37 9,49 1,87 80,34 França 12,71 (2009) 8,58 (2009) 2,03 81,76 (2009) Grécia 10,15 9,65 1,52 (2009) 80,69 Holanda 11,13 8,19 1,8 81,15 Hungria 9,03 13,05 1,26 74,78 Irlanda 16,53 6,08 2,06 80,8 Itália 9,29 9,78 (2009) 1,41 (2008) 82,07 (2009) Letónia 8,58 13,43 1,18 73,7 Lituânia 10,84 12,81 1,55 73,57 Luxemburgo 11,59 7,14 1,63 81,49 Malta 9,66 7,24 1,4 81,51 Polónia 10,73 9,83 1,38 76,58 Reino Unido 12,97 9,02 x 80,78 República Checa 11,14 10,16 1,49 77,81 Roménia 9,9 12,12 1,3 73,83 Suécia 12,33 9,65 1,98 81,77 (1) Descendência média por mulher Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March 2013 Natalidade (/1000) Mortalidade Índice sintético de Esperança de vida (/1000) fecundidade (1) à nascença (em anos) 2,5 (%o) 2 1,5 1 0,5 0 PT AL AU BE BU CH DN EQ EV SP ET FN FR GR HL HU IR IT LT LI LX ML PL RU RC RO SU Nota: Os dados do gráfico referem-se ao último ano disponível. Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March Índice sintético de fecundidade, União Europeia, DGS/DSIA/DEE

37 ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINATES

38

39 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.1 MORTALIDADE GERAL Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de morte) por sexo, Portugal, 2009 Causas de morte ( Lista sucinta europeia de causas de morte) HM Ano 2009 H M Todas as causas Doenças infecciosas e parasitárias HIV/SIDA (doença por infecção pelo vírus humano de imunodeficiência) Tumores Tumor maligno do estômago Tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão Tumor maligno da mama Tumor maligno da próstata Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas Diabetes mellitus Doenças do sistema nervoso e dos orgãos dos sentidos Doenças do aparelho circulatório Doença isquémica do coração Doenças cérebro-vasculares Doenças do aparelho respiratório Pneumonia Doenças do aparelho digestivo Doença crónica do fígado Sintomas, sinais e resultados anormais de exames não classificados em outra parte Causas externas de mortalidade Acidentes Acidentes de transporte Suicídio e outras lesões auto-infligidas intencionalmente Outras causas Fonte: INE - Estatísticas de Causas de Morte. 21

40 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORTALIDADE GERAL Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de morte) por sexo, Portugal, 2010 Causas de morte ( Lista sucinta europeia de causas de morte) HM Ano 2010 H M Todas as causas Doenças infecciosas e parasitárias HIV/SIDA (doença por infecção pelo vírus humano de imunodeficiência) Tumores Tumor maligno do estômago Tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão Tumor maligno da mama Tumor maligno da próstata Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas Diabetes mellitus Doenças do sistema nervoso e dos orgãos dos sentidos Doenças do aparelho circulatório Doença isquémica do coração Doenças cérebro-vasculares Doenças do aparelho respiratório Pneumonia Doenças do aparelho digestivo Doença crónica do fígado Sintomas, sinais e res. anormais exames/não classificados em outra parte Causas externas de mortalidade Acidentes Acidentes de transporte Suicídio e outras lesões auto-infligidas intencionalmente Outras causas Fonte: INE- Estatísticas de Causas de Morte D. infecciosas e parasitárias Tumores D. endócrinas, nutricionais e metabólicas D. aparelho circulatório D. aparelho respiratório D. aparelho digestivo Sintomas, sinais Causas externas mortalidade Fonte: INE- Estatísticas de Causas de Morte. 2.1 Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de morte),

41 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.1 MORTALIDADE GERAL Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de morte) por grupo etário, Portugal, 2009 Causas de morte Grupos etários ( Lista sucinta europeia de causas de morte) e + I Ign Todas as causas Doenças infecciosas e parasitárias HIV/SIDA (doença por infecção pelo vírus humano de imunodeficiência) Tumores Tumor maligno do estômago Tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão Tumor maligno da mama Tumor maligno da próstata Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas Diabetes mellitus Doenças do sistema nervoso e dos orgãos dos sentidos Doenças do aparelho circulatório Doença isquémica do coração Doenças cérebro-vasculares Doenças do aparelho respiratório Pneumonia Doenças do aparelho digestivo Doença crónica do fígado Sintomas, sinais e resultados anormais de exames não classificados em outra parte Causas externas de mortalidade Acidentes Acidentes de transporte Suicídio e outras lesões auto-infligidas intencionalmente Outras causas Fonte: INE- Estatísticas de Causas de Morte. 23

42 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORTALIDADE GERAL Número de óbitos por causas de morte (Lista sucinta europeia de causas de morte) por grupo etário, Portugal, 2010 Causas de morte Grupos etários ( Lista sucinta europeia de causas de morte) e + I Ign Todas as causas Doenças infecciosas e parasitárias HIV/SIDA (doença por infecção pelo vírus humano de imunodeficiência) Tumores Tumor maligno do estômago Tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão Tumor maligno da mama Tumor maligno da próstata Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas Diabetes mellitus Doenças do sistema nervoso e dos orgãos dos sentidos Doenças do aparelho circulatório Doença isquémica do coração Doenças cérebro vasculares Doenças do aparelho respiratório Pneumonia Doenças do aparelho digestivo Doença crónica do fígado Sintomas, sinais e resultados anormais de exames não classificados em outra parte Causas externas de lesão e envenenamento Acidentes Acidentes de transporte Suicídio e outras lesões auto infligidas intencionalmente Outras causas Fonte: INE Estatísticas de Causas de Morte. 24

43 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.2 MORTALIDADE INFANTIL Taxas de mortalidade infantil, neonatal, perinatal e mortalidade específica 1-4 anos, Portugal e Continente, Taxas de mortalidade Anos Infantil (/1000) Neonatal (/1000) Perinatal (/1000) Esp. 1-4 anos (1) Portugal ,5 3,4 6,2 45, ,1 3 5,6 38, ,1 3,4 6,0 38, ,2 2,7 5,2 29, ,9 2,6 4,6 32, ,5 2,2 4,3 21, ,3 2,1 4,8 21, ,4 2,1 4,4 16, ,3 2,1 4,0 19, ,6 2,5 4,6 17, ,5 1,7 3,5 14,2 Continente ,3 3,2 6,2 39, ,8 2,8 5,4 37, ,9 3,4 5,8 35, ,1 2,6 5,0 27, ,7 2,5 4,2 30, ,4 2,1 4,3 20, ,3 2,1 4,8 19, ,4 2 4,3 14, ,3 2,1 4,0 18, ,6 2,4 4,5 17, ,5 1,6 3,5 13,5 Fonte: DGS / INE (1) Por habitantes do grupo etário de 1-4 anos 15 ( %o) Fonte: DGS / INE Infantil Neonatal Perinatal 2.2 Mortalidade infantil, neonatal e perinatal, Portugal,

44 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORTALIDADE INFANTIL Taxas de mortalidade infantil, neonatal, perinatal e mortalidade específica de 1-4 anos, por NUTS III, 2009/ Portugal 3,6 2,6 2,5 1,7 4,6 3,5 17,9 14,2 Continente, Açores e Madeira 3,6 2,5 2,5 1,7 4,6 3,5 17,3 14,0 Continente 3,6 2,5 2,4 1,6 4,5 3,5 17,1 13,5 Norte 3,3 2,1 2,0 1,3 3,6 2,8 15,2 16,4 Minho-Lima 5,6 0,5 3,5 0,5 5,1 2,2 19,9 10,4 Cávado 2,3 2,9 1,5 1,3 2,5 3,4 14,4 20,1 Ave 2,3 1,8 0,9 1,4 2,8 2,7 17,2 0,0 Grande Porto 3,7 1,7 2,0 1,2 3,5 2,7 14,5 19,8 Tâmega 3,1 3,0 2,5 2,3 3,3 2,4 14,3 18,6 Entre Douro e Vouga 3,4 2,1 3,0 0,4 5,5 2,1 16,4 17,0 Douro 2,1 1,9 0,7 1,3 2,8 3,2 12,9 13,2 Alto Trás-os-Montes 4,0 2,4 3,2 1,6 7,9 4,0 14,8 31,1 Centro 2,6 1,9 2,0 1,4 4,3 3,5 18,5 11,9 Baixo Vouga 2,6 1,4 1,5 1,1 4,7 4,2 27,8 22,9 Baixo Mondego 2,6 0,7 2,3 0,7 2,6 3,3 7,3 7,5 Pinhal Litoral 1,7 1,3 1,7 0,4 5,5 1,7 7,9 0,0 Pinhal Interior Norte 1,1 1,1 1,1 1,1 5,4 0,0 19,1 0,0 Dão-Lafões 2,3 2,3 1,8 1,4 1,8 2,8 17,1 27,0 Pinhal Interior Sul 9,1 8,8 9,1 8,8 13,7 13,3 169,8 0,0 Serra da Estrela 0,0 7,7 0,0 7,7 3,7 11,5 0,0 0,0 Beira Interior Norte 1,5 3,3 1,5 1,7 5,8 5,0 0,0 0,0 Beira Interior Sul 10,7 5,6 7,1 3,7 7,1 7,5 35,9 0,0 Cova da Beira 1,6 1,6 1,6 0,0 4,9 3,2 30,0 30,9 Lisboa e Vale do Tejo 4,1 3,1 2,8 2,1 5,0 3,9 17,9 9,9 Oeste 3,8 2,2 2,6 1,6 5,4 2,2 8,8 13,6 Médio Tejo 1,8 2,3 1,2 1,1 7,0 4,0 31,9 11,1 Lezíria do Tejo 2,3 2,2 2,3 1,3 4,1 4,9 34,3 0,0 Grande Lisboa 4,9 3,6 3,3 2,5 5,3 4,3 17,6 11,2 Península de Setúbal 3,2 2,6 2,0 1,7 3,9 3,6 16,0 7,0 Alentejo 5,6 1,9 3,0 1,0 6,6 4,1 12,8 19,6 Alentejo Litoral 7,6 0,0 3,8 0,0 8,9 2,4 0,0 25,5 Alto Alentejo 4,6 1,1 3,4 1,1 6,9 5,5 22,5 23,0 Alentejo Central 4,6 2,3 2,3 0,8 5,3 3,8 14,4 14,9 Baixo Alentejo 18,2 23,3 0,0 11,6 0,0 11,6 0,0 0,0 Algarve 2,5 1,9 1,9 1,0 4,4 3,9 20,5 20,7 Região Aut. dos Açores 5,4 5,5 3,9 3,3 5,7 4,4 21,3 22,0 Região Aut. da Madeira 3,4 2,0 2,1 1,2 7,1 3,2 22,0 22,8 Fonte: DGS (1) Por habitantes do grupo etário de 1-4 anos Taxas de mortalidade NUTS III Infantil (/1000) Neonatal (/1000) Perinatal (/1000) Específica 1-4 anos (1) 26

45 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.2 MORTALIDADE INFANTIL Número de óbitos infantis, neonatais, perinatais, de 1-4 anos, por residência da mãe, Portugal e Continente, Óbitos Anos < 1 ano < 28 dias Perinatais 1-4 anos Portugal (1) Continente (1) Inclui outras residências e residência ignorada. Fonte: INE; DGS 27

46 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORTALIDADE INFANTIL Número de óbitos infantis, neonatais, perinatais, de 1-4 anos, por residência da mãe, NUTS III, 2009/2010 Óbitos NUTS III < 1 ano < 28 dias Perinatais 1-4 anos Portugal (1) Continente, Açores e Madeira Continente Norte Minho-Lima Cávado Ave Grande Porto Tâmega Entre Douro e Vouga Douro Alto Trás-os-Montes Centro Baixo Vouga Baixo Mondego Pinhal Litoral Pinhal Interior Norte Dão-Lafões Pinhal Interior Sul Serra da Estrela Beira Interior Norte Beira Interior Sul Cova da Beira Lisboa e Vale do Tejo Oeste Médio Tejo Lezíria do Tejo Grande Lisboa Península de Setúbal Alentejo Alentejo Litoral Alto Alentejo Alentejo Central Baixo Alentejo Algarve Região Aut. dos Açores Região Aut. da Madeira (1) Inclui outras residências, residência ignorada e " estrangeiro". Fonte: INE; DGS 28

47 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.2 MORTALIDADE INFANTIL Taxas de mortalidade infantil, neonatal e perinatal, Estados Membros da UE, 2010 Estados Membros da UE Mortalidade infantil (/1000) Mortalidade neonatal (/1000) Mortalidade perinatal (/1000) Portugal 2,55 1,7 4,4 Alemanha 3,43 2,27 5,35 Áustria 3,9 2,72 5,91 Bélgica 4,07 (2006) 2,6 (2006) 6,84 (2009) Bulgária 9,38 5,22 11,38 Chipre 2,86 2,04 4,19 (2007 Dinamarca 3,12 (2009) 2,39 (2009) 6,37 Eslováquia 5,69 3,59 5,41 Eslovénia 2,52 1,8 5,83 Espanha 3,19 2,11 4,42 Estónia 3,29 3,18 5,66 Finlândia 2,26 1,49 4,04 França 3,49 2,33 (2009) 14,01 (2009) Grécia 3,8 2,47 5,5 (2009) Holanda 3,76 2,75 7,81 (2009) Hungria 5,32 3,46 6,9 Irlanda 3,78 2,55 5,78 Itália 3,62 (2009) 2,6 (2009) 4,45 (2008) Letónia 5,72 3,59 8,12 Lituânia 4,29 2,33 5,59 Luxemburgo 2,72 2,04 5,76 Malta 5,48 4,48 7,93 Polónia 4,98 3,52 6,79 Reino Unido 4,34 2,99 7,39 República Checa 2,67 1,67 3,51 Roménia 9,79 5,47 7,69 Suécia 2,54 1,58 4,81 Nota: O cálculo da mortalidade perinatal utilizado pela OMS é feito com base na idade gestacional dos fetos mortos de 22 e mais semanas. Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March (%o) PT AL AU BE BU CH DN EQ EV SP ET FN FR GR HL HU IR IT LT LI LX ML PL RU RC RO SU Nota: Os dados do gráfico referem-se ao último ano disponível. Fonte: WHO/Europe, HFA Database, July Taxa de mortalidade infantil, União Europeia,

48 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORTALIDADE ESPECÍFICA Número de óbitos e taxas de mortalidade específica, por causa de morte ( Lista Sucinta europeia de causa de morte), Portugal, 2009 / 2010 Causas de morte Óbitos Taxa (%000) (CID 10 Lista sucinta europeia) Todas as causas ,7 1002,1 Doenças infecciosas e parasitárias ,6 25,1 HIV/SIDA (doença por infecção pelo vírus humano de imunodeficiência) ,2 6,0 Tumores ,5 240,5 Tumor maligno do estômago ,5 21,9 Tumor maligno da laringe, traqueia, brônquios e pulmão ,1 38,2 Tumor maligno da mama ,6 30,4 Tumor maligno da próstata ,8 35,3 Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas ,8 53,4 Diabetes mellitus ,5 44,9 Doenças do sistema nervoso e dos orgãos dos sentidos ,3 29,4 Doenças do aparelho circulatório ,1 318,7 Doença isquémica do coração ,9 70,6 Doenças cérebro vasculares ,6 135,9 Doenças do aparelho respiratório ,1 111,4 Pneumonia ,3 47,8 Doenças do aparelho digestivo ,6 43,8 Doença crónica do fígado ,9 12,8 Sintomas, sinais e resultados anormais de exames não classificados em outra parte ,1 94,7 Causas externas de mortalidade ,7 42,4 Acidentes ,5 18,5 Acidentes de transporte ,8 9,5 Suicídio e outras lesões auto infligidas intencionalmente ,6 10,4 Outras causas ,9 42,7 Fonte: INE Estatísticas de Causas de Morte. Outras causas Suicídio e outras lesões auto-infligidas intencionalmente Causas externas de mortalidade Sintomas, sinais e res. anormais ex não classificados em outra parte Doenças do aparelho digestivo Doenças do aparelho respiratório Doenças do aparelho circulatório Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas Tumores Doenças infecciosas e parasitárias (%) Fonte: INE, DGS/ DSIA/DEE 2.4 Distribuição percentual dos óbitos (Lista sucinta europeia), Portugal, 2009/

49 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.4 MORTALIDADE PADRONIZADA Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), por NUTS I, 2009 NUTS I Algumas causas de morte (CID 10 ) (/ hab) ano Portugal 603,3 155,9 73,5 57,2 41,5 26,5 24,6 10,5 3,7 8,3 Continente 593,5 154,2 72,9 56,8 40,7 25,3 23,6 10,3 3,6 8,3 Reg. Aut. Açores 848,6 226,2 94,0 45,7 89,9 34,5 48,1 11,1 6,3 6,9 Reg. Aut. Madeira 881,4 179,4 84,1 91,0 40,0 88,4 58,8 18,7 5,4 7,2 Fonte: INE, DGS/ DSIA 1 Todas as causas A00-T98 6 Pneumonia J12 - J18 2 Tumores malignos C00-C97 7 Diabetes mellitus E10 - E14 3 Doenças cerebrovasculares I60-I69 8 Doença crónica do fígado e cirrose K70,K73-K74 4 Sintomas, sinais e achados anormais n/ classi. em outra parte R00 - R99 9 Bronquite crónica, bronquite não especificada, enfisema e asma J41 - J43, J45 5 Doença isquémica do coração I20 - I25 10 Acidentes de trânsito veículo a motor V02-V04;V09;V12-V14;V19-V79;V82-V87;V Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), por NUTSI, 2010 NUTS I Algumas causas de morte (CID 10 ) (/ hab) ano Portugal 596,6 158,8 72,1 57,6 40,3 24,6 24,8 10,3 3,6 7,7 Continente 587,0 157,1 71,8 57,1 39,5 23,5 24,0 10,0 3,6 7,7 Reg. Aut. Açores 843,3 205,7 79,9 50,6 74,2 41,6 47,4 15,1 5,5 6,1 Reg. Aut. Madeira 874,1 203,3 80,1 87,7 49,6 72,0 49,8 17,7 3,0 8,0 Fonte: INE, DGS/ DSIA 1 Todas as causas A00-T98 6 Pneumonia J12 - J18 2 Tumores malignos C00-C97 7 Diabetes mellitus E10 - E14 3 Doenças cerebrovasculares I60-I69 8 Doença crónica do fígado e cirrose K70,K73-K74 4 Sintomas, sinais e achados anormais n/ classi. em outra parte R00 - R99 9 Bronquite crónica, bronquite não especificada, enfisema e asma J41 - J43, J45 5 Doença isquémica do coração I20 - I25 10 Acidentes de trânsito veículo a motor V02-V04;V09;V12-V14;V19-V79;V82-V87;V89-31

50 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORTALIDADE PADRONIZADA (Comparações internacionais) Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), todas as idades, Estados Membros da UE, 2010 Causas de morte (códigos CID 10) (/ hab) Estados Membros da UE A00 T98 C00 C97 C33 C34 C50 C61 I00 I99 I20 I25 I60 I69 J00 J99 V02 V04;V09;V12 V14; V19 V79; V82 V87; V89 Portugal Alemanha Áustria Bélgica x x x x x x x x x x Bulgária Chipre Dinamarca x x x x x x x x x x Eslováquia Eslovénia Espanha Estónia Finlândia França x x x x x x x x x x Grécia Holanda Hungria Irlanda Itália x x x x x x x x x x Letónia Lituânia Luxemburgo Malta Polónia Reino Unido Rep. Checa Roménia Suécia Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March 2013 A00 T98 Todas as causas C00 C97 Tumores malignos C33 C34 Tumor maligno da traqueia, brônquios e pulmão C50 Tumor maligno da mama feminina C61 Tumor maligno da próstata I00 I99 Doenças do aparelho circulatório I20 I25 Doença isquémica do coração I60 I69 Doenças cerebrovasculares J00 J99 Doenças do aparelho respiratório V02 V04;V09;V12 V14;V19 V79;V82 V87;V89 Acidentes de veículo a motor 1000 (%o) PT AL AU BE BU CH DN EQ EV SP ET FN FR GR HL HU IR IT LT LI LX ML PL RU RC RO SU Nota: Os dados do gráfico referem se ao último ano disponível. Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March TMP Todas as causas / todas as idades 32

51 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.4 MORTALIDADE PADRONIZADA (Comparações internacionais) Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), 0 64 anos, Estados Membros da UE, 2010 Estados Membros da UE A00 T98 Causas de morte (códigos CID 10) (/ hab) C00 C97 C33 C34 C50 C61 I00 I99 I20 I25 I60 I69 J00 J99 V02 V04;V09;V12 V14; V19 V79; V82 V87; V89 Portugal Alemanha Áustria Bélgica x x x x x x x x x x Bulgária Chipre Dinamarca x x x x x x x x x x Eslováquia Eslovénia Espanha Estónia Finlândia França x x x x x x x x x x Grécia Holanda Hungria Irlanda Itália x x x x x x x x x x Letónia Lituânia Luxemburgo Malta Polónia Reino Unido Rep. Checa Roménia Suécia Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March 2013 A00 T98 Todas as causas C00 C97 Tumores malignos C33 C34 Tumor maligno da traqueia, brônquios e pulmão C50 Tumor maligno da mama feminina C61 Tumor maligno da próstata I00 I99 Doenças do aparelho circulatório I20 I25 Doença isquémica do coração I60 I69 Doenças cerebrovasculares J00 J99 Doenças do aparelho respiratório V02 V04;V09;V12 V14;V19 V79;V82 V87;V89 Acidentes de veículo a motor (%o) PT AL AU BE BU CH DN EQ EV SP ET FN FR GR HL HU IR IT LT LI LX ML PL RU RC RO SU Nota: Os dados do gráfico referem se ao último ano disponível. Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March TMP Todas as causas / 0 aos 64 anos 33

52 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORTALIDADE PADRONIZADA (Comparações internacionais) Taxas de mortalidade padronizada (algumas causas de morte), 65 e mais anos, Estados Membros da UE, 2010 Estados Membros da UE Causas de morte (códigos CID 10) (/ hab) A00 T98 C00 C97 C33 C34 C50 C61 I00 I99 I20 I25 I60 I69 J00 J99 V02 V04;V09;V12 V14; V19 V79; V82 V87; V89 Portugal Alemanha Áustria Bélgica x x x x x x x x x x Bulgária Chipre Dinamarca x x x x x x x x x x Eslováquia Eslovénia Espanha Estónia Finlândia França x x x x x x x x x x Grécia Holanda Hungria Irlanda Itália x x x x x x x x x x Letónia Lituânia Luxemburgo Malta Polónia Reino Unido Rep. Checa Roménia Suécia Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March 2013 A00 T98 Todas as causas C00 C97 Tumores malignos C33 C34 Tumor maligno da traqueia, brônquios e pulmão C50 Tumor maligno da mama feminina C61 Tumor maligno da próstata I00 I99 Doenças do aparelho circulatório I20 I25 Doença isquémica do coração I60 I69 Doenças cerebrovasculares J00 J99 Doenças do aparelho respiratório V02 V04;V09;V12 V14;V19 V79;V82 V87;V89 Acidentes de veículo a motor (%o) PT AL AU BE BU CH DN EQ EV SP ET FN FR GR HL HU IR IT LT LI LX ML PL RU RC RO SU Nota: Os dados do gráfico referem se ao último ano disponível. Fonte: WHO/Europe, HFA Database, March TMP Todas as causas / 65 e mais anos 34

53 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.5 ANOS DE VIDA POTENCIAL PERDIDOS Anos de vida potencial perdidos (1), segundo o sexo, por determinadas causas de morte, Portugal, /2010 H M H M H M Todas as causas 6588,3 2870,0 5667,7 2637,4 5417,2 2537,1 Tumores malignos 1508,6 981,2 1514,0 979,6 1529,3 962,4 Tumor maligno do aparelho digestivo e peritoneu 535,8 243,6 526,2 229,6 526,5 247,5 Tumores malignos do aparelho respiratório 389,4 80,0 402,7 100,8 413,1 80,4 Tumor maligno da traqueia, brônquios e pulmão 314,4 75,2 332,8 96,2 335,5 74,4 Tumor maligno da mama - 230,5-236,3-239,0 Tumor maligno do cólon e recto 140,6 99,2 146,6 95,0 153,9 104,2 Tumor maligno do estômago 164,7 85,7 140,6 70,9 138,3 71,2 Tumor maligno do pâncreas x x 61,5 28,4 70,4 28,5 do fígado e vias biliares intra-hepáticas x x 68,2 14,0 68,1 18,5 Tumor maligno da próstata 23,8-29,7-31,9 - Doenças do aparelho circulatório 809,4 339,2 670,0 286,0 652,0 269,0 Doenças isquémicas do coração 340,5 87,8 252,6 65,6 263,2 60,6 Doenças cerebrovasculares 270,3 137,0 224,3 123,7 212,6 112,4 Doenças do aparelho digestivo * 441,0 151,6 373,5 129,0 358,6 120,5 Doença crónica do fígado e cirrose 260,0 82,8 231,3 67,9 235,2 59,4 Algumas doenças infecciosas e parasitárias 528,0 148,4 366,2 128,5 346,7 109,3 SIDA x x 262,2 77,0 243,9 70,3 Doenças do aparelho respiratório * 251,2 115,7 226,8 113,2 195,9 87,0 Pneumonia 107,9 49,7 99,1 50,5 78,3 31,7 Bronquite crónica, bronquitenão especificada, efisema e asma 16,2 9,4 12,4 4,5 13,6 7,4 Diabetes mellitus 90,3 56,3 81,1 41,7 73,6 44,0 Sintomas e sinais, resultados anormais e causas mal definidas 936,0 305,3 751,2 244,2 779,8 254,2 Causas externas 1423,6 299,2 1074,2 261,5 1003,1 303,0 Acidentes de transito com veículo a motor 630,9 128,6 401,0 88,6 349,9 88,3 Suicídios 241,9 59,7 256,9 63,4 246,4 82,8 (1) No cálculo dos valores para Portugal apenas se consideram os óbitos de residentes no país. Fonte: INE; DGS/ DSIA/DEE Causas de morte Nota: Este indicador quantifica a mortalidade prematura, atribuindo um peso específico aos óbitos ocorridos nos grupos etários mais jovens, os quais à priori são evitáveis (/ hab) 2010 ( % ) Homens Mulheres Fonte: INE; DGS/ DSIA/DEE 2.8 Anos de vida potencial perdidos, todas as causas, por sexos, Portugal, 2005/

54 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ TUBERCULOSE Número de casos novos, retratamentos e taxa de incidência, Portugal e Continente, Anos Portugal Nº Taxa (/ ) Nº Taxa (/ ) 2000(1) , ,7 2001(1) , ,1 2002(1) , ,5 2003(1) , , (1) (1) 2, (1) 31,8 251 (1) 2, ,9 256 (1) 2, (1) 27,1 252 (1) 2, , , , , , ,8 Continente Total Casos novos Retratamentos , , , , , , , , , , , , , , , , , ,8 Casos novos Incluem: - os doentes com o diagnóstico actual de tuberculose sem história anterior de tratamento para tuberculose por tempo superior a 30 dias; - os doentes com diagnóstico actual de tuberculose e com história de quimioprofilaxia anterior. Retratamento Caso de tuberculose com tratamentos anti-tuberculosos anteriores, de duração superior a trinta dias, em que o último tratamento tenha sido efectuado em ano civil anterior ao episódio actual (posterior a 1951) e em que o resultado do último tratamento prévio tem de ser conhecido, ou seja completado, interrompido ou sem sucesso. (1) Não inclui os dados referentes à Região Autónoma dos Açores. Fonte: DGS/SVIG-TB,INE 75 (%ooo) Fonte: DGS/SVIG-TB, Sistema de Vigilância da Tuberculose; INE 2.9 Tuberculose - Evolução da taxa de incidência, Continente,

55 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.7 SIDA Total de casos segundo o ano de diagnóstico, o sexo e o ano de notificação, Portugal, Casos por ano Anos Ano de diagnóstico Ano de notificação (HM) * HM H M * Ano de notificação - Data em que o médico notifica o caso, sendo diferente da data de início de sintomas. Fonte: INSA Fonte: INSA 2.10 SIDA Total de casos por ano de notificação,

56 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORBILIDADE HOSPITALAR Total de utentes saídos dos hospitais do SNS segundo o sexo e demora média observada, por grandes grupos de doenças (CID-9 MC), Continente, 2009 DM HM H M (%) (dias) Total ,0 3,5 Doenças infecciosas e parasitárias (I) ,1 11,4 Tumores (II) ,8 7,3 Doenças glândulas endócrinas, nutrição e metabolismo (III) ,3 7,1 Doenças do sangue e orgãos hematopoiéticos (IV) ,4 7,7 Transtornos mentais (V) ,0 18,2 Doenças do sistema nervoso e orgãos dos sentidos (VI) ,9 1,2 Doenças do aparelho circulatório (VII) ,4 7,4 Doenças do aparelho respiratório (VIII) ,9 7,6 Doenças do aparelho digestivo (IX) ,0 5,4 Doenças do aparelho geniturinário (X) ,7 4,1 Complicações da gravidez, parto e puerpério (XI) ,3 3,3 Doenças da pele e tecido celular subcutâneo (XII) ,1 4,1 Doenças sistema osteomuscular e tecido conjuntivo (XIII) ,4 5,3 Malformações congénitas (XIV) ,5 3,9 Afecções perinatais (XV) ,1 6,2 Sintomas, sinais e afecções mal definidas (XVI) ,9 2,7 Lesões e envenenamentos (XVII) ,8 9,4 Factores que influenciam o estado de saúde e contacto c/ serviços de saúde* ,2 0,6 Fonte: ACSS Grupos de doenças CID 9 MC Doentes saídos * Este capítulo diz respeito a outras circuntâncias que não uma doença, um traumatismo ou uma causa externa, classificáveis nos grupos anteriores, são registados como diagnósticos ou problemas de saúde I II III IV V VI VII VIII IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII HOMEM MULHER Fonte: ACSS 2.11 Utentes saídos dos hospitais do SNS segundo o sexo, por grandes grupos de doença ( CID 9 MC),

57 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.8 MORBILIDADE HOSPITALAR Total de utentes saídos dos hospitais do SNS segundo o sexo e demora média observada, por grandes grupos de doenças (CID-9 MC), Continente, 2010 DM HM H M (%) (dias) Total ,0 3,4 Doenças infecciosas e parasitárias (I) ,1 11,0 Tumores (II) ,0 7,0 Doenças glândulas endócrinas, nutrição e metabolismo (III) ,4 6,6 Doenças do sangue e orgãos hematopoiéticos (IV) ,4 7,8 Transtornos mentais (V) ,1 16,4 Doenças do sistema nervoso e orgãos dos sentidos (VI) ,4 1,2 Doenças do aparelho circulatório (VII) ,2 7,4 Doenças do aparelho respiratório (VIII) ,5 7,6 Doenças do aparelho digestivo (IX) ,9 5,3 Doenças do aparelho geniturinário (X) ,8 4,1 Complicações da gravidez, parto e puerpério (XI) ,1 3,3 Doenças da pele e tecido celular subcutâneo (XII) ,1 4,0 Doenças sistema osteomuscular e tecido conjuntivo (XIII) ,4 0,7 Malformações congénitas (XIV) ,5 1,6 Afecções perinatais (XV) ,1 7,1 Sintomas, sinais e afecções mal definidas (XVI) ,1 2,4 Lesões e envenenamentos (XVII) ,8 9,4 Factores que influenciam o estado de saúde e contacto c/ serviços de saúde* ,0 0,6 Fonte: ACSS CID 9 MC Doentes saídos * Este capítulo diz respeito a outras circuntâncias que não uma doença, um traumatismo ou uma causa externa, classificáveis nos grupos anteriores, são registados como diagnósticos ou problemas de saúde I II III IV V VI VII VIII IX X XI XII XIII XIV XV XVI XVII HOMEM MULHER Fonte: ACSS 2.12 Utentes saídos dos hospitais do SNS segundo o sexo, por grandes grupos de doença ( CID 9 MC),

58 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ MORBILIDADE HOSPITALAR Frequência de utentes saídos dos hospitais do SNS, segundo os grandes grupos de doenças (CID-9 MC), por NUTS II, 2009 (/1000 hab) NUTS II Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Doenças infecciosas e parasitárias (I) 2,0 2,0 2,3 2,2 1,3 1,3 Tumores (II) 10,9 10,5 14,0 11,7 5,9 5,4 Doenças glândulas endócrinas, nutrição e metabolismo (III) 2,6 2,5 3,3 2,6 2,7 1,2 Doenças do sangue e orgãos hematopoiéticos (IV) 0,8 0,7 1,0 1,1 0,6 0,4 Transtornos mentais (V) 2,2 2,1 3,4 2,0 1,4 1,5 Doenças do sistema nervoso e orgãos dos sentidos (VI) 12,7 13,2 19,8 10,1 11,4 9,4 Doenças do aparelho circulatório (VII) 13,9 12,3 17,5 15,5 11,6 8,4 Doenças do aparelho respiratório (VIII) 11,0 11,2 15,0 10,6 9,4 5,2 Doenças do aparelho digestivo (IX) 11,2 12,0 14,7 10,4 9,9 5,3 Doenças do aparelho geniturinário (X) 8,8 8,9 10,5 9,3 6,6 3,9 Complicações da gravidez, parto e puerpério (XI) 9,8 9,7 10,4 10,8 5,6 7,9 Doenças da pele e tecido celular subcutâneo (XII) 2,1 2,3 2,5 2,0 1,2 0,7 Doenças sistema osteo-muscular e tecido conjuntivo (XIII) 4,8 5,9 5,6 4,3 3,7 1,5 Malformações congénitas (XIV) 0,9 1,1 1,0 0,9 0,4 0,2 Afecções perinatais (XV) 0,2 0,3 0,1 0,2 0,1 0,1 Sintomas, sinais e afecções mal definidas (XVI) 1,8 1,7 2,3 2,1 0,9 0,3 Lesões e envenenamentos (XVII) 7,2 7,2 10,0 6,9 5,5 4,5 Factores que influenciam o estado de saúde e contacto c/ serv. saúde 75,9 71,9 77,2 88,0 65,0 50,3 Nota: Os valores apresentados em Continente Incluiem todos os casos, mesmo aqueles em que não há informação sobre o local de residência. Fonte: ACSS Tumores Norte Centro LVT Alentejo Algarve Doenças do sistema nervoso e orgãos dos sentidos Norte Centro LVT Alentejo Algarve 20 Doenças do aparelho circulatório 10 0 Norte Centro LVT Alentejo Algarve 15 Doenças do aparelho respiratório 15 Doenças do aparelho digestivo Norte Centro LVT Alentejo Algarve 0 Norte Centro LVT Alentejo Algarve Fonte: ACSS 2.13 Frequência de utentes saídos segundo alguns grupos de doenças, por 1000 habitantes

59 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.8 MORBILIDADE HOSPITALAR Frequência de utentes saídos dos hospitais do SNS, segundo os grandes grupos de doenças (CID-9 MC), por NUTS II, 2010 (/1000 hab.) NUTS II Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Doenças infecciosas e parasitárias (I) 2,1 2,0 2,4 2,2 1,8 2,0 Tumores (II) 11,7 11,3 14,2 12,4 8,8 8,7 Doenças glândulas endócrinas, nutrição e metabolismo (III) 2,9 2,8 3,5 2,7 5,0 2,0 Doenças do sangue e orgãos hematopoiéticos (IV) 0,9 0,6 0,9 1,1 0,8 0,6 Transtornos mentais (V) 2,2 2,1 3,2 2,0 1,5 2,3 Doenças do sistema nervoso e orgãos dos sentidos (VI) 12,8 13,6 17,5 10,4 17,7 10,6 Doenças do aparelho circulatório (VII) 14,4 13,0 17,6 15,2 16,0 11,6 Doenças do aparelho respiratório (VIII) 11,0 10,8 14,1 10,6 11,0 8,7 Doenças do aparelho digestivo (IX) 11,8 12,3 14,6 10,9 13,9 9,6 Doenças do aparelho geniturinário (X) 9,7 9,7 11,4 9,9 9,9 6,2 Complicações da gravidez, parto e puerpério (XI) 10,3 9,8 10,5 11,0 9,5 12,8 Doenças da pele e tecido celular subcutâneo (XII) 2,2 2,5 2,4 2,0 1,6 1,6 Doenças sistema osteo-muscular e tecido conjuntivo (XIII) 4,8 6,0 5,5 3,9 5,3 2,0 Malformações congénitas (XIV) 0,9 1,0 0,9 1,0 0,4 0,5 Afecções perinatais (XV) 0,2 0,3 0,1 0,2 0,2 0,2 Sintomas, sinais e afecções mal definidas (XVI) 2,1 2,0 2,3 2,4 1,5 1,4 Lesões e envenenamentos (XVII) 7,6 7,5 9,8 7,1 7,9 6,6 Factores que influenciam o estado de saúde e contacto c/ serv. saúde 85,9 88,9 84,5 88,4 112,2 63,6 Nota: Os valores apresentados em Continente Incluiem todos os casos, mesmo aqueles em que não há informação sobre o local de residência. Fonte: ACSS 15 Tumores 20 Doenças do sistema nervoso e orgãos dos sentidos Norte Centro LVT Alentejo Algarve 0 Norte Centro LVT Alentejo Algarve 20 Doenças do aparelho circulatório 10 0 Norte Centro LVT Alentejo Algarve 15 Doenças do aparelho respiratório 15 Doenças do aparelho digestivo Norte Centro LVT Alentejo Algarve 0 Norte Centro LVT Alentejo Algarve Fonte: ACSS 2.14 Frequência de utentes saídos segundo alguns grupos de doenças, por 1000 habitantes

60 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ DOENÇAS PROFISSIONAIS Número de casos de doenças profissionais certificadas, Continente, Número de casos por doença profissional Tipos de doenças Total x Doenças provocadas por agentes químicos x x Doenças do aparelho respiratório x x Doenças cutâneas x x Doenças provocadas por agentes físicos x x Doenças infecciosas e parasitárias x x Outras doenças (atípicas) x x Fonte: MSESS, Instituto de Informática e Estatística da Solidariedade Nota: A informação contida neste gráfico não é comparável com os anos precedentes a 2001 por ter mudado o critério na classificação de doença profissional. (1) Os pensionistas com incapacidade permanente incluem: pensionistas com incapacidade parcial permanente; pensionistas com incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual e pensionistas com incapacidade permanente e absoluta para qualquer trabalho. Fonte: MSESS, Instituto de Informática e Estatística da Solidariedade 2.15 Evolução do número de pensionistas com incapacidade permanente (1), em resultado de doenças profissionais contraídas,continente,

61 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.10 INCAPACIDADE PARA O TRABALHO Número de dias subsidiados por doença, por beneficiário activo (1), Portugal e Continente, Ano Portugal Total Por tuberculose Por outras doenças 2000 (2) x x x 10,6 Continente Dias subsidiados por doença Dias subsidiados por doença/beneficiário activo 2001 x x x 11, , , , , , , , , , x x x x 2001 x x x x , , , , , , , , ,5 (1) Beneficiário activo - pessoa singular c/ pelo menos uma remuneração e/ou contribuição paga do tipo de qualificação do regime geral TCO (Trabalhadores por Conta de Outrem), TI (Trabalhadores Independentes), MOE (Membros de Órgãos Estatutários) e SD (Serviço Doméstico). (2) Não inclui dados da RA dos Açores Fonte: MSESS, Instituto de Informática e Estatística da Solidariedade Fonte: MSESS, Instituto de Informática e Estatística da Solidariedade 2.16 Número de dias subsidiados por doença e por beneficiário ativo,

62 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ ACIDENTES DE VIAÇÃO Número de acidentes, de vítimas e de condutores intervenientes, testados segundo a taxa de alcoolemia, Continente, Ano Continente Nº de acidentes com vítimas Nº de mortos Nº de feridos < 0,5 gr/litro > = 0,5 gr/litro x x x x Fonte: MAI, Direcção-Geral de Viação/ Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária Número de vítimas Condutores segundo a taxa de alcoolemia (1) De acordo com o nº1 do Despacho nº 27808/2009, para efeitos estatísticos de sinistralidade rodoviária, considera-se vítima mortal a que, por causa imputável ao acidente de viação, faleça no local onde este se verificou ou venha a falecer no prazo imediato de 30 dias. Ainda, de acordo com o nº 4, o disposto no despacho referido, não prejudica o facto de o Instituto Nacional de Estatística (INE) continuar a produzir e divulgar informação estatística sobre as causas de morte com base em metodologias específicas, internacionalmente consensualizadas Acidentes c/ vítimas Vítimas Fonte: MAI, Direcção-Geral de Viação/ Autoridade Nacional para a Segurança Rodoviária 2.17 Número de acidentes de viação com vítimas e número de vítimas, Continente,

63 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.12 ACIDENTES DOMÉSTICOS E DE LAZER Distribuição percentual dos acidentes, segundo o sexo e o grupo etário, 2009/2010 Grupos etários Homens Mulheres Homens Mulheres ,1 39,9 52,0 48, ,8 44,2 60,9 39, ,2 44,8 58,2 41, ,8 38,2 69,2 30, ,6 28,4 69,0 31, ,6 28,4 63,3 36, ,7 46,3 61,4 38, ,6 57,4 46,9 53, ,5 56,5 37,7 62,3 75 e mais 30,4 69,6 32,9 67,1 (%) Nota: A notificação dos acidentes domésticos e de lazer foi efectuada até 1999 pelo Instituto do Consumidor, de acordo com o programa EHLASS (European Home Leisure Accidents Surveillance System ). A partir de 2000 passou a competir ao Ministério da Saúde a execução deste projecto, tendo sido incumbido o INSA/ONSA da sua concretização, adoptandose a designação ADELIA (Acidentes Domésticos e de Lazer: Informação Adequada). Relativamente à metodologia adoptada, as diferenças mais acentuadas relativamente ao projecto anterior, verificam-se na automatização da recolha e transmissão de dados e no alargamento do número e tipo de unidades inquiridas, possibilitando uma maior representatividade da rede de estabelecimentos de saúde. Fonte: INSA, Acidentes Domésticos e de Lazer: Informação Adequada (ADELIA) e mais Homens Mulheres Fonte: INSA, Acidentes Domésticos e de Lazer Informação Adequada (ADELIA) 2.18 Distribuição percentual de acidentes, por grupo etário e sexo, e mais Homens Mulheres Fonte: INSA, Acidentes Domésticos e de Lazer Informação Adequada (ADELIA) 2.19 Distribuição percentual de acidentes, por grupo etário e sexo,

64 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ ACIDENTES DOMÉSTICOS E DE LAZER Distribuição percentual dos acidentes reportados em urgência de Unidades de Saúde do SNS, por tipo de lesão, Portugal, 2009/2010 Tipo de lesão Concussão 1,44 8,88 Contusão, hematoma 64,42 69,66 Esfolamento 1,76 0,77 Ferida aberta 18,43 12,93 Compressão 0,48 0,39 Amputação 0,00 0,00 Envenenamento/Intoxicação 0,16 0,00 Queimadura, escaldamento (térmica) 3,37 1,11 Corrosão (química) 0,16 0,05 Asfixia 0,00 0,00 Não se diagnosticou nenhuma lesão 0,32 0,05 Tipo de lesão não especificado 9,46 6,17 Nota: As percentagens apuradas têm por base o total de acidentes cujo mecanismo de lesão é conhecido. Não incluem portanto, os acidentes cujo mecanismo de lesão é desconhecido (5,4% do total). Fonte: INSA, Acidentes Domésticos e de Lazer: Informação Adequada (ADELIA) 70,0 69,66 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 0,0 8,88 Concussão, Contusão, hematoma 0,77 12,93 0,39 0,00 0,00 1,11 0,05 0,00 0,05 Esfolamento Ferida aberta Compressão Amputação Envene./Intoxi. Queimadura, escalda. (térmica) Corrosão (química) Asfixia Não se diagnosticou nenhuma lesão 6,17 Tipo de lesão não especificado Fonte: INSA, Acidentes Domésticos e de Lazer Informação Adequada (ADELIA) 2.20 Distribuição percentual dos acidentes domésticos e de lazer por tipo de acidente,

65 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.13 CONSUMO DE DROGAS ILÍCITAS Número de utentes em tratamento, de primeiras consultas e de óbitos relacionados com o uso ilícito de droga, Portugal, Anos Número de utentes em tratamento Número de utentes em 1as consultas Número de óbitos Fonte: IDT / SICAD - Serviços de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências Casos Novos/1as consultas Óbitos Fonte: IDT / SICAD 2.21 Índices de variação de casos novos e de óbitos relacionados com o uso ilícito de droga, , (1990=100) 47

66 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ COBERTURA VACINAL Cobertura vacinal (vacinas incluídas no PNV), por coorte de nascimento, Portugal, ARS e Regiões Autónomas, 2009 ARS e Regiões Autónomas Portugal Continente ARS Norte ARS Centro ARS Lisboa e Vale Tejo ARS Alentejo ARS Algarve RA Açores RA Madeira 12 meses (coorte 2008) Nº inscritos (1) BCG % VHB 3 % DTPa 3 % Hib 3 % VIP 3 % ,9 96,2 96,2 96,1 96, ,8 96,2 96,2 96,1 96, ,6 97,9 98,2 97,9 98, ,7 97,6 97,6 97,5 97, ,9 94,0 94,0 93,9 94, ,4 97,2 97,0 97,0 97, ,7 96,5 96,3 96,3 96, ,2 94,1 93,4 93,4 93, ,9 99,3 99,0 99,0 99,2 (1) - Nº total de pessoas da coorte de 2008 inscritas nos serviços de saúde de cada ARS e Regiões autónomas ARS e Regiões Autónomas 2 anos (coorte 2007) Nº inscritos (1) VASPR 1 % MenC 3 % DTPa 4 % Hib 4 % Portugal ,4 94,3 92,7 92,5 Continente ,4 94,3 92,7 92,5 ARS Norte ,8 96,9 96,2 96,1 ARS Centro ,1 96,1 94,7 94,6 ARS Lisboa e Vale Tejo ,7 91,4 89,0 88,7 ARS Alentejo ,5 94,5 93,4 93,2 ARS Algarve ,4 93,2 91,7 91,2 RA Açores ,2 91,0 88,1 88,1 RA Madeira ,6 98,6 97,5 97,5 (1) - Nº total de pessoas da coorte de 2007 inscritas nos serviços de saúde de cada ARS e Regiões autónomas ARS e Regiões Autónomas 7 anos (coorte 2002) 14 anos (coorte 1995) Nº inscritos (1) DTPaVIP % VASPR 2 % Nº inscritos (2) VHB 3 % Nº inscritos (3) HPV 3 % Portugal ,4 94, , ,3 Continente ,2 94, , ,9 ARS Norte ,0 97, , ,4 ARS Centro ,2 96, , ,6 ARS Lisboa e Vale Tejo ,7 90, , ,1 ARS Alentejo ,7 96, , ,9 ARS Algarve ,2 92, , ,7 RA Açores ,7 97, , ,0 RA Madeira ,4 97, , ,9 Nota: 1,2,3 - Nº total de pessoas da coorte da 2002; da coorte 1995 ; da coorte de 1995, do sexo feminino, respectivamente, inscritas nos serviços de saúde de cada ARS e das RA Fonte: ARS VASPR: Vacina contra o sarampo, a parotidite epidémica e a rubéola VAP: Vacina viva atenuada contra a poliomielite - oral DTPa: Vacina contra a difteria, o tétano, e a tosse convulsa/pertussis BCG: Vacina contra a tuberculose Hib: Vacina contra a doença invasiva por Haemophilus influenzae b VHB: Vacina contra a hepatite B HPV: Vacina contra infeccções por vírus do papiloma humano VIP: Vacina inativada contra a poliomielite - injetável MenC: Vacina contra a doença invasiva por Neisseria meningitidis C 48

67 2. ESTADO DE SAÚDE E SEUS DETERMINANTES 2.14 COBERTURA VACINAL Cobertura vacinal (vacinas incluídas no PNV), por coorte de nascimento, Portugal, ARS e Regiões Autónomas, 2010 ARS e Regiões Autónomas Portugal Continente ARS Norte ARS Centro ARS Lisboa e Vale Tejo ARS Alentejo ARS Algarve RA Açores RA Madeira 12 meses (coorte 2009) Nº inscritos (1) BCG % VHB 3 % DTPa 3 % Hib 3 % VIP 3 % ,2 96,7 96,7 96,6 96, ,2 96,8 96,8 96,6 96, ,8 98,0 98,1 97,7 98, ,1 98,2 98,2 98,2 98, ,2 95,2 95,2 95,1 95, ,0 97,9 97,1 97,0 97, ,4 96,6 96,5 96,3 96, ,2 93,0 92,5 92,4 92, ,7 98,0 97,9 97,9 97,9 (1) - Nº total de pessoas da coorte de 2009 inscritas nos serviços de saúde de cada ARS e Regiões autónomas ARS e Regiões Autónomas 2 anos (coorte 2008) Nº inscritos (1) VASPR 1 % MenC 3 % DTPa 4 % Hib 4 % Portugal ,3 95,1 94,0 93,9 Continente ,4 95,2 94,2 94,0 ARS Norte ,0 97,2 96,9 96,9 ARS Centro ,1 97,0 96,3 96,2 ARS Lisboa e Vale Tejo ,3 92,8 91,0 90,8 ARS Alentejo ,3 96,3 95,2 95,2 ARS Algarve ,7 93,7 92,6 92,4 RA Açores ,4 91,1 88,7 88,9 RA Madeira ,6 96,4 95,0 95,0 (1) - Nº total de pessoas da coorte de 2008 inscritas nos serviços de saúde de cada ARS e Regiões autónomas ARS e Regiões Autónomas 7 anos (coorte 2003) 14 anos (coorte 1996) Nº inscritos (1) DTPaVIP % VASPR 2 % Nº inscritos (2) VHB 3 % Nº inscritos (3) HPV 3 % Portugal ,2 95, , ,1 Continente ,2 95, , ,0 83,9 ARS Norte ,3 97, , ,3 ARS Centro ,1 97, , ,5 ARS Lisboa e Vale Tejo ,2 92, , ,0 ARS Alentejo ,8 97, , ,1 ARS Algarve ,3 95, , ,1 RA Açores ,9 96, , ,5 RA Madeira ,5 96, , ,9 Nota: 1,2,3 - Nº total de pessoas da coorte da 2003; da coorte 1995 ; da coorte de 1996, do sexo feminino, respectivamente, inscritas nos serviços de saúde de cada ARS e das RA Fonte: ARS VASPR: Vacina contra o sarampo, a parotidite epidémica e a rubéola VAP: Vacina viva atenuada contra a poliomielite - oral DTPa: Vacina contra a difteria, o tétano, e a tosse convulsa/pertussis BCG: Vacina contra a tuberculose Hib: Vacina contra a doença invasiva por Haemophilus influenzae b VHB: Vacina contra a hepatite B HPV: Vacina contra infeccções por vírus do papiloma humano VIP: Vacina inativada contra a poliomielite - injetável MenC: Vacina contra a doença invasiva por Neisseria meningitidis C 49

68 Elementos Estatísticos Saúde 2009/

69 SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE

70

71 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.1 ESTABELECIMENTOS DO SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE Número de estabelecimentos existentes segundo o tipo, Continente, 2009/2010 Estabelicimentos do SNS Nº Camas Nº Camas Total CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS - UNIDADES COMPONENTES DOS ACES USF - Unidades de Saúde Familiar UCSP - Unidades de Cuidados de Saúde Personalizados UCC - Unidades de Cuidados na Comunidade USP - Unidades de Saúde Pública URAP - Unidades de Recursos Assistênciais Partilhados Unidades componentes do ACES com Internamento Unidades componentes do ACES com SUB / SAP Unidades componentes do ACES com Serviço Domiciliário Unidades componentes do ACES c/ RNCCI CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES (1) Centros Hospitalares Hospitais integrados em ULS (Unidades Locais de Saúde) Hospitais especializados Instituto Português de Oncologia - IPO Outros hospitais especializados Outros hospitais (3) ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE MENTAL PSIQUIATRIA Centros Hospitalares Psiquiátricos Hospitais Psiquiátricos Hospitais com departamentos ou serviços de psiquiatria e saúde mental (2) Hospitais c/ departamentos ou serv. de psiq. da infância e adolescência ALCOOLOGIA Unidades de Alcoologia (UA) TOXICODENDÊNCIA Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) Unidades de Desabituação (UD) Comunidades Terapêuticas (CT) Fonte: Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde DGS/INE;IDT; ACSS- Rede de referênciação Hospitalar de Psiq. da Infância e da Adolecência (1) As camas consideradas nos Cuidados de Saúde Hospitalares não incluem camas de alcoologia e toxicodependência. (2) Os 3 departamentos de Saúde Mental existentes integram o Centro Hospitalar do Porto, Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e o Centro Hospitalar de Lisboa Central (3) Inclui o conjunto de hospitais não integrados em centros hospitalares ou outras formas de concentração de unidades hospitalares Nota: SUB - Serviço de Urgência Básica, SAP - Serviço de Atendimento Permanente e RNCCI - Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados 51

72 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE Número de internamentos (doentes saídos), de consultas e de urgências, por tipo de estabelecimentos, Continente, /2010 Tipo de estabelecimentos Cuidados de Saúde Primários D. Saídos Consultas Urgências D. Saídos Consultas Urgências D. Saídos Consultas Urgências Cuidados de Saúde Hospitalares Centros Hospitalares Hospitais em ULS Hosp. Especializados(1) Outros Hospitais Cuidados de Saúde Mental Psiquiatria Alcoologia Toxicodependência Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde, SICAD (Índice) Consultas Hospitais Urgências Hospitalares Consultas CSP SAP Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde 3.1 Índices de variação das consultas e urgências, (1990 = 100) 52

73 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.1.ESTABELECIMENTOS DE SAÚDE Número de atos complementares de diagnóstico e de terapêutica efetuados por tipo de estabelecimento, Continente, 2009/2010 Atos Complementares de Diagnóstico e Terapêutica A.C. Diagnóstico Análises clínicas Imuno-Hemoterapia Anatomia patológica Exames anátomo-patológicos Autópsias Outros Imagiologia Angiografia Ecografias Exames radiológicos Mamografias Ressonâncias magnéticas TAC Outras actos por imagem Endoscopias Brônquica Digestiva Ginecológica Urológica Outras Medicina nuclear Cintigrafia Doseamento para radioimunoterapia Psicologia (1) Outros actos de diagnóstico A.C. Terapêutica Imuno-hemoterapia Unidades transfusionadas Outra Tratamentos de fisioterapia Litotrícia Medicina nuclear Radioterapia Radioterapia externa Radioterapia endocavitária Sessões de psicoterapia Outros atos de terapêutica (2) Nota: Os dados apresentados revelam algumas inconsistências, as quais resultam fundamentalmente dos diferentes critérios de contagem adoptados. (1) Inclui a aplicação de testes (2) Inclui atos de terapêutica realizados por dietistas, nutricionistas e outras terapêuticas. Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde Total Hospitais Centros de Saúde 53

74 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS : ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de consultas por valência, atendimentos no domicílio e nos Serviços de Urgência Básica, ARS, 2009 Consultas por valência ARS Total Adultos (1) Saúde Materna S. Infantil e Juvenil Planeamento Familiar Especialidades Domicílios SUB Continente ARS Norte ARS Centro ARS Lisboa e V. Tejo ARS Alentejo ARS Algarve (1) São considerados adultos indivíduos com idade > 18 anos. Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde Número de consultas por valência, atendimentos no domicílio e nos Serviços de Urgência Básica, ARS, 2010 ARS Total Adultos (1) Continente ARS Norte ARS Centro ARS Lisboa e V. Tejo ARS Alentejo ARS Algarve (1) São considerados adultos indivíduos com idade > 18 anos. Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde Saúde Materna Consultas por valência S. Infantil e Juvenil Planeamento Familiar Especialidades Domicílios SUB 54

75 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.2 CUIDADOS DE SAÚDE PRIMÁRIOS : ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de consultas por especialidade, ARS, 2009 ARS Especialidades/Valências Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Total Alcoologia Dermatovenereologia Ginecologia/Obstetrícia Medicina Dentária/ Estomatologia Oftalmologia Otorrinolaringologia Pediatria Pneumologia Psiquiatria Tabagismo Urologia Outras especialidades Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde Número de consultas por especialidade, ARS, 2010 Especialidades/Valências ARS Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Total Alcoologia Dermatovenereologia Ginecologia/Obstetrícia Medicina Dentária/ Estomatologia Oftalmologia Otorrinolaringologia Pediatria Pneumologia Psiquiatria Tabagismo Urologia Outras especialidades Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde 55

76 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Indicadores de utilização dos estabelecimentos hospitalares do SNS, ARS, 2009 Indicadores de utilização ARS Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Consultas externas (nº) Frequência relativa de consultas (/1000hab) 1061,9 1107,9 1177,3 1067,1 1048,4 715,3 Urgências (nº) Frequência relativa de urgências (/1000hab) 633,8 601,3 719,2 656,0 716,7 625,5 Doentes saídos (nº) Freq. relativa do internamento (DS) (/1000hab) 88,7 87,2 111,2 86,8 88,5 73,8 Dias de internamento (nº) Doentes saídos/cama 37,4 42,9 31,9 36,3 35,3 40,2 Demora média (dias) 7,9 7,0 8,8 8,4 7,7 8,0 Taxa de ocupação (%) 81,1 82,0 76,6 83,4 74,8 88,1 Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde Norte Centro LVT Alentejo Algarve Freq. consultas Freq. urgências Freq. internamento Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Centros de Saúde 3.2 Frequência relativa de consultas, episódios de urgências e de internamento (DS) por 1000 habitantes, por ARS,

77 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.3 CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Indicadores de utilização dos estabelecimentos hospitalares do SNS, ARS, 2010 Indicadores de utilização ARS Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Consultas externas (nº) Frequência relativa de consultas (/1000hab) 1092,4 1158,0 1267,4 1057,4 1075,4 712,8 Urgências (nº) Frequência relativa de urgências (/1000hab) 657,9 584,3 827,9 691,8 706,1 620,7 Doentes saídos (nº) Freq. relativa do internamento (DS) (/1000hab) 88,5 87,6 109,8 86,4 92,6 71,0 Dias de internamento (nº) Doentes saídos/cama 37,3 42,0 32,0 36,5 37,4 39,4 Demora média (dias) 8,0 7,1 8,8 8,4 7,6 8,4 Taxa de ocupação (%) 81,5 81,6 77,3 83,7 77,6 90,8 Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde Norte Centro LVT Alentejo Algarve Freq. consultas Freq. urgências Freq. internamento Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Centros de Saúde 3.3 Frequência relativa de consultas, episódios de urgências e de internamento (DS) por 1000 habitantes, por ARS,

78 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de consultas externas por especialidades médicas, ARS, 2009 ARS Especialidades médicas Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Total Anestesiologia Cardiologia Cardiologia pediátrica Dermatovenereologia Diabetologia Dor Endocrinologia Estomatologia Gastrenterologia Genética médica Hematologia Hematologia clínica Imunoalergologia Imuno-hemoterapia Infecciologia Medicina dentária Medicina fisica e reabilitação Medicina interna Medicina nuclear Nefrologia Neonatalogia Neurologia Neuropediatria Nutrição Oncologia médica Pediatria Psiquiat. da infância e adolescência Pneumologia Psiquiatria Radioterapia Reumatologia Saúde ocupacional (do pessoal) Transplantes Outras especialidades médicas Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde 58

79 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.3 CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de consultas externas, por especialidades cirúrgicas, ARS, 2009 ARS Especialidades Cirúrgicas/Valências Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Total Cirurgia cardiotorácica Cirurgia geral Cirurgia maxilofacial Cirurgia pediátrica Cirurgia plástica e reconstrutiva Cirurgia vascular Ginecologia Neurocirurgia Obstetrícia Oftalmologia Oncologia cirúrgica Ortopedia Otorrinolaringologia Urologia Outras especialidades cirúrgicas Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde 59

80 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de consultas externas por especialidades médicas, ARS, 2010 ARS Especialidades médicas Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Total Anestesiologia Cardiologia Cardiologia pediátrica Dermatovenereologia Diabetologia Dor Endocrinologia Estomatologia Gastrenterologia Genética médica Hematologia Hematologia clínica Imunoalergologia Imuno-hemoterapia Infecciologia Medicina dentária Medicina fisica e reabilitação Medicina interna Medicina nuclear Nefrologia Neonatalogia Neurologia Neuropediatria Nutrição Oncologia médica Pediatria Psiquiat. da infância e adolescência Pneumologia Psiquiatria Radioterapia Reumatologia Saúde ocupacional (do pessoal) Transplantes Outras especialidades médicas Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde 60

81 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.3 CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de consultas externas, por especialidades cirúrgicas, ARS, 2010 ARS Especialidades Cirúrgicas/Valências Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Total Cirurgia cardiotorácica Cirurgia geral Cirurgia maxilofacial Cirurgia pediátrica Cirurgia plástica e reconstrutiva Cirurgia vascular Ginecologia Neurocirurgia Obstetrícia Oftalmologia Oncologia cirúrgica Ortopedia Otorrinolaringologia Urologia Outras especialidades cirúrgicas Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde 61

82 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de intervenções cirúrgicas efetuadas, segundo a CID-9 MC (grandes grupos), ARS, 2009 ARS Intervenções cirúrgicas (CID-9 MC) Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Sistema nervoso (01-05) Sistema endócrino (06-07) Operações no olho (08-16) Operações no ouvido (18-20) Operações no nariz, boca e faringe (21-29) Operações no sistema respiratório (30-34) Operações no sistema cardiovascular (35-39) Operações no sistema sanguíneo e linfático (40-41) Operações no sistema digestivo (42-54) Operações no sistema urinário (55-59) Operações nos órgãos genitais masculinos (60-64) Operações nos órgãos genitais femininos (65-71) Procedimentos obstétricas (72-75) (1) Operações no sistema músculo-esquelético (76-84) Operações no sistema tegumentar (85-86) (1) Não inclui os partos normais Fonte: ACSS (1000) Fonte: ACSS 3.4 Intervenções cirúrgicas, por categorias (CID-9 MC), Continente,

83 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.3 CUIDADOS DE SAÚDE HOSPITALARES: ACTIVIDADE DESENVOLVIDA Número de intervenções cirúrgicas efetuadas, segundo a CID-9 MC (grandes grupos), ARS, 2010 ARS Intervenções cirúrgicas (CID-9 MC) Continente Norte Centro LVT Alentejo Algarve Sistema nervoso (01-05) Sistema endócrino (06-07) Operações no olho (08-16) Operações no ouvido (18-20) Operações no nariz, boca e faringe (21-29) Operações no sistema respiratório (30-34) Operações no sistema cardiovascular (35-39) Operações no sistema sanguíneo e linfático (40-41) Operações no sistema digestivo (42-54) Operações no sistema urinário (55-59) Operações nos órgãos genitais masculinos (60-64) Operações nos órgãos genitais femininos (65-71) Procedimentos obstétricas (72-75) (1) Operações no sistema músculo-esquelético (76-84) Operações no sistema tegumentar (85-86) (1) Não inclui os partos normais Fonte: ACSS (1000) Fonte: ACSS 3.5 Intervenções cirúrgicas, por categorias (CID-9 MC), Continente,

84 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ CUIDADOS DE SAÚDE MENTAL: PSIQUIATRIA,ALCOOLOGIA E TOXICODEPENDÊNCIA Número de doentes saídos, dias de internamento, consultas externas, urgências e indicadores de utilização, Continente, 2009 Tipo de estabelecimento Internamento Indicadores de utilização DS DI DS/C DM Tx.Ocupação Total ,1 30,3 84,0 Psiquiatria ,6 32,0 84,5 Centros Hospitalares Psiquiátricos ,5 76,6 74,1 Hospitais Psiquiátricos ,5 15,7 10,8 Hospitais c/ departamentos ou serviços psiquiatria e saúde mental ,1 21,8 84,0 Hosp. c/ departamentos ou serv. psiquiatria infância e adolescência Alcoologia ,91 Unidades de Alcoologia (UA) ,91 Toxicodependência ,8 30,3 1,58 Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) Unidades de Desabituação (UD) ,2 7,9 0,76 Comunidades Terapêuticas (CT) ,5 193,0 0,82 Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde, SICAD Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências Nota 1: Os CAT são unidades orgânicas que, nalguns casos, integram Extensões, UD (internamento) e/ou CT. Nota 2: No cálculo da taxa de ocupação para Alcoologia e Toxicodependência foram considerados alguns períodos de encerramento devido a motivos vários. (Continuação) Tipo de estabelecimento Consultas Urgências Hospital de dia externas (nº) Sessões Doentes Total Psiquiatria Centros Hospitalares Psiquiátricos Hospitais Psiquiátricos Hospitais c/ departamentos ou serviços de psiquiatria e saúde mental Hosp. c/ departamentos ou serv. de psiquiatria da infância e adolescência Alcoologia Unidades de Alcoologia (UA) Toxicodependência Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) Unidades de Desabituação (UD) Comunidades Terapêuticas (CT) Nota 3: Os dados relativos ao movimento do Hospital Dia revelam algumas inconsistências, as quais resultam dos diferentes critérios de contagem adoptados. 64

85 3. SERVIÇO NACIONAL DE SAÚDE 3.4 CUIDADOS DE SAÚDE MENTAL: PSIQUIATRIA,ALCOOLOGIA E TOXICODEPENDÊNCIA Número de doentes saídos, dias de internamento, consultas externas, urgências e indicadores de utilização, Continente, 2010 Tipo de estabelecimento Internamento Indicadores de utilização DS DI DS/C DM Tx.Ocupação Total ,3 28,3 79,7 Psiquiatria ,6 30,2 79,8 Centros Hospitalares Psiquiátricos ,4 74,6 68,8 Hospitais Psiquiátricos ,6 18,3 13,2 Hospitais c/ departamentos ou serviços psiquiatria e saúde mental ,1 19,9 77,1 Hosp. c/ departamentos ou serv. psiquiatria infância e adolescência Alcoologia ,91 Unidades de Alcoologia (UA) ,91 Toxicodependência ,4 28,3 1,58 Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) Unidades de Desabituação (UD) ,0 8,3 0,76 Comunidades Terapêuticas (CT) ,4 228,4 0,82 Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde, SICAD Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências Nota 1: Os CAT são unidades orgânicas que, nalguns casos, integram Extensões, UD (internamento) e/ou CT. Nota 2: No cálculo da taxa de ocupação para Alcoologia e Toxicodependência foram considerados alguns períodos de encerramento devido a motivos vários. (Continuação) Tipo de estabelecimento Consultas Urgências Hospital de dia externas (nº) Sessões Doentes Total Psiquiatria Centros Hospitalares Psiquiátricos Hospitais Psiquiátricos Hospitais c/ departamentos ou serviços de psiquiatria e saúde mental Hosp. c/ departamentos ou serv. de psiquiatria da infância e adolescência Alcoologia Unidades de Alcoologia (UA) Toxicodependência Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) Unidades de Desabituação (UD) Comunidades Terapêuticas (CT) Nota 3: Os dados relativos ao movimento do Hospital Dia revelam algumas inconsistências, as quais resultam dos diferentes critérios de contagem adoptados. 65

86 Elementos Estatísticos Saúde 2009/

87 RECURSOS HUMANOS

88

89 4. RECURSOS HUMANOS 4.1 RECURSOS HUMANOS EM SAÚDE Número de efetivos do Ministério da Saúde segundo a carreira profissional /grupo profissional, Continente, Efetivos segundo a carreira profissional /grupo profissional Total Corpos Especiais de Saúde Pessoal médico Pessoal de enfermagem Outro pessoal técnico superior de saúde Pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica Pessoal dirigente (a) Outro pessoal técnico superior Pessoal de informática Pessoal docente / investigação (b) Assistente Técnico Assistente Operacional Outro pessoal (c) Prestadores de serviço Total Geral Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde (a) Inclui os dirigentes superiores e intermédios. (b) Inclui o pessoal de investigação científica, docentes do ensino universitário e do ensino superior politécnico. (c) Considera o total de efectivos inseridos em outras carreiras ou grupos (pessoal eclesiástico, pessoal de inspecção ) Outro pessoal (c) Assistente Operacional Assistente Técnico Pessoal docente / investigação (b) Pessoal de informática Outro pessoal técnico superior Pessoal dirigente (a) Pessoal técnico de diagnóstico e terapêutica Outro pessoal técnico superior de saúde Pessoal de enfermagem Pessoal médico Fonte: ACSS, Balanço Social Global do Ministério da Saúde, Número de efectivos do Ministério da Saúde segundo a carreira, 2008/

90 Elementos Estatísticos Saúde 2009/ RECURSOS HUMANOS POR TIPO DE ESTABELECIMENTO Número de efectivos existentes nos hospitais e centros de saúde, Portugal, 2009/2010 Efetivos segundo a carreira profissional /grupo profissional Hospitais C. Saúde Hospitais C. Saúde Total Pessoal administração Médico Pessoal de enfermagem Técnico Superior de Saúde Técnico de Diagnóstico e Terapêutica Técnico superior Outro pessoal técnico superior Outro pessoal Técnico Pessoal auxiliar Outro pessoal Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde Nota 1 : As unidades estatísticas adotadas nos intrumentos de recolha utilizados pelo INE ainda em vigor, continuam a ser Hospitais e Centros de Saúde. Nota 2: Estes dados não são comparaveis com os do quadro anterior. Estes, incluem o setor privado (com e sem fins lucrativos), o setor oficial não público e os profissionais que exercem a sua atividade nas Regiões Autónomas, 68

91 4. RECURSOS HUMANOS 4.2 RECURSOS HUMANOS POR TIPO DE ESTABELECIMENTO Número de médicos e pessoal de enfermagem segundo o tipo de estabelecimento, NUTS I, 2009/2010 Em Centros de Saúde Em Hospitais NUTS I Médicos P. Enf Médicos P. Enf Médicos P. Enf Médicos P. Enf Portugal Continente RA Açores RA Madeira Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Centros de Saúde Nota: Ver as notas 1 e 2 do quadro anterior Médicos Enfermeiros C SAUDE HOSPITAIS Fonte: DGS/INE, Inquérito aos Hospitais e Inquérito aos Centros de Saúde 4.2 Pessoal médico e de enfermagem por tipo de estabelecimento, Portugal, 2009/

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE 2011/2012 Divisão de Estatísticas da Saúde e Monitorização Direção de Serviços de Informação e Análise

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE 2011/2012 Divisão de Estatísticas da Saúde e Monitorização Direção de Serviços de Informação e Análise ELEMENTOS ESTATÍSTICOS SAÚDE 2011/2012 Divisão de Estatísticas da Saúde e Monitorização Direção de Serviços de Informação e Análise Portugal. Direcção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação

Leia mais

ISSN 0872-1114 ESTATÍSTICAS

ISSN 0872-1114 ESTATÍSTICAS ISSN 0872-1114 ESTATÍSTICAS E L E M E N T O S E S T A T Í S T I C O S INFORMAÇÃO GERAL S A Ú D E / 2 0 0 0 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E LISBOA Junho/2003 Portugal. Direcção-Geral da Saúde.

Leia mais

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo

Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo Pela primeira vez na história demográfica recente, Portugal registou em 2007 um saldo natural negativo De acordo com os indicadores demográficos disponíveis relativos a 2007, a população residente em Portugal

Leia mais

ISSN 0872-1114 ESTATÍSTICAS STICAS STICOS ELEMENTOS ESTATÍSTICOS INFORMAÇÃO GERAL SAÚDE DE / 2004 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E

ISSN 0872-1114 ESTATÍSTICAS STICAS STICOS ELEMENTOS ESTATÍSTICOS INFORMAÇÃO GERAL SAÚDE DE / 2004 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E ESTATÍSTICAS STICAS ISSN 0872-1114 ELEMENTOS ESTATÍSTICOS STICOS INFORMAÇÃO GERAL SAÚDE DE / 2004 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E ESTATÍSTICAS STICAS ELEMENTOS ESTATÍSTICOS STICOS INFORMAÇÃO

Leia mais

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS

ELEMENTOS ESTATÍSTICOS ISSN 0872-1114 ESTATÍSTICAS STICAS ELEMENTOS ESTATÍSTICOS STICOS INFORMAÇÃO GERAL SAÚDE / 2008 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E ESTATÍSTICAS STICAS ELEMENTOS ESTATÍSTICOS INFORMAÇÃO GERAL SAÚDE/2008

Leia mais

PERFIL DO ALUNO 2008/2009

PERFIL DO ALUNO 2008/2009 PERFIL DO ALUNO 2008/2009 FICHA TÉCNICA Título Perfil do Aluno 2008/2009 Autoria Gabinete de Estatística e Planeamento da Educação (GEPE) Direcção de Serviços de Estatística Edição Gabinete de Estatística

Leia mais

ÍSTICAS ESTAT NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E E Ç Ã Ç Ã O - G E R G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A

ÍSTICAS ESTAT NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E E Ç Ã Ç Ã O - G E R G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍ ÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011 D I R E Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2007/2011

Leia mais

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010 D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E L I S B O A ESTATÍSTICAS NATALIDADE, MORTALIDADE INFANTIL, FETAL E PERINATAL 2006/2010

Leia mais

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS

3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 3. POPULAÇÃO E INDICADORES DEMOGRÁFICOS 37 38 3.1. Introdução Para a interpretação dos dados de saúde, quer de morbilidade quer de mortalidade, e nomeadamente para, com base nesses dados, se fazer o planeamento

Leia mais

Apoios ao Investimento em Portugal

Apoios ao Investimento em Portugal Apoios ao Investimento em Portugal AICEP Abril 2015 FINANÇAS Índice Investimento Produtivo Auxílios Estatais Máximos Incentivos Financeiros Incentivos Fiscais Investimento em I&D Empresarial Incentivos

Leia mais

REFERENTE DE NECESSIDADES FORMATIVAS - CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS

REFERENTE DE NECESSIDADES FORMATIVAS - CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS REFERENTE DE NECESSIDADES FORMATIVAS - CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO DE ADULTOS Nível de prioridade das necessidades formativas dos Cursos de Educação e Formação de Adultos face à dinâmica de emprego,

Leia mais

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 2011

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 2011 Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 20 de abril de 204 Em 20, o índice sintético de desenvolvimento regional de seis das 0 sub-regiões NUTS III situava-se acima da média nacional: a rande Lisboa,

Leia mais

perfil dos imigrantes em portugal: por países de origem e regiões de destino

perfil dos imigrantes em portugal: por países de origem e regiões de destino perfil dos imigrantes em portugal: por países de origem e regiões de destino Conceição Rego Maria Filomena Mendes José Rebelo Graça Magalhães Resumo: Palavras-chave Códigos JEL Abstract: Keywords JEL Codes

Leia mais

LISBOA E VALE DO TEJO MINISTÉRIO DA SAÚDE. Perfil de Saúde. e Seus Determinantes da Região de Lisboa e Vale do Tejo VOLUME1

LISBOA E VALE DO TEJO MINISTÉRIO DA SAÚDE. Perfil de Saúde. e Seus Determinantes da Região de Lisboa e Vale do Tejo VOLUME1 LISBOA E VALE DO TEJO MINISTÉRIO DA SAÚDE Perfil de Saúde e Seus Determinantes da Região de Lisboa e Vale do Tejo 2015 VOLUME1 O Padrão dos Descobrimentos Elevar as nossas Crianças a horizontes mais rasgados

Leia mais

Ponto de Acesso INE Biblioteca IPB Formação de utilizadores. Beja, Outubro de 2009 ESEB

Ponto de Acesso INE Biblioteca IPB Formação de utilizadores. Beja, Outubro de 2009 ESEB Ponto de Acesso INE Biblioteca IPB Formação de utilizadores Organização I Parte Informação sobre o Ponto de Acesso do INE no Instituto Politécnico de Beja II Parte Pesquisa de informação estatística Como

Leia mais

Programa Diz não a uma seringa em 2ª mão Carla Caldeira PTS/Programa Nacional para a Infeção VIH/sida Serviços Partilhados do Ministério da Saúde

Programa Diz não a uma seringa em 2ª mão Carla Caldeira PTS/Programa Nacional para a Infeção VIH/sida Serviços Partilhados do Ministério da Saúde Programa Diz não a uma seringa em 2ª mão Carla Caldeira PTS/Programa Nacional para a Infeção VIH/sida Serviços Partilhados do Ministério da Saúde 21 novembro 2013 INTRODUÇÃO A Direção-Geral da Saúde/Programa

Leia mais

ISSN: 2183-0673. Portugal. em números 2013. Programa Nacional para as. Doenças Respiratórias. www.dgs.pt

ISSN: 2183-0673. Portugal. em números 2013. Programa Nacional para as. Doenças Respiratórias. www.dgs.pt ISSN: 2183-0673 Portugal em números 2013 Programa Nacional para as www.dgs.pt Portugal. Direcção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de Informação e Análise Portugal em números 2013 ISSN: 2183-0673 Periodicidade:

Leia mais

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE PORTUGAL. Alto Comissariado da Saúde Atlas do Plano Nacional de Saúde Lisboa: Alto Comissariado da Saúde, 2010. 144 p. ISBN 978-989-96263-5-5

Leia mais

INDICADORES ESTATÍSTICOS

INDICADORES ESTATÍSTICOS INDICADORES ESTATÍSTICOS Indicadores Ano Unidade Estrutura Territorial Área 28 Km 2 27 332,4 92 9, Concelhos - Freguesias 28 nº 47-31 38-426 Lugares 28 nº 947 26797 Cidades Estatísticas 28 nº 15 151 Densidade

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010

Plano Nacional de Saúde 2004-2010 Avaliação de indicadores. Maio de 2010 Plano Nacional de Saúde -2010 Avaliação de indicadores Maio de 2010 0 das Regiões (NUT II do D.L. de 1999) em relação ao do... 2 Evolução dos indicadores em relação à Meta para 2010... 9 1 das Regiões

Leia mais

Análise Descritiva dos Estabelecimentos de Comércio e Serviços do cluster da Saúde e de Bem-estar. Versão de 08 Outubro de 2011

Análise Descritiva dos Estabelecimentos de Comércio e Serviços do cluster da Saúde e de Bem-estar. Versão de 08 Outubro de 2011 Análise Descritiva dos Estabelecimentos de Comércio e s do cluster da Saúde e de Bem-estar Versão de 08 Outubro de 2011 Versão: Junho 2012 Análise Descritiva dos Estabelecimentos de Comércio e s do cluster

Leia mais

115,31 hab/km 2 10.632.482. 51,6 % Mulheres. 4,3 % Estrangeiros residentes. Densidade Populacional. População residente

115,31 hab/km 2 10.632.482. 51,6 % Mulheres. 4,3 % Estrangeiros residentes. Densidade Populacional. População residente RETRATO DE PORTUGAL Resumo de indicadores da sociedade portuguesa contemporânea. Números que contam a nossa história mais recente. Um convite à discussão sobre os factos. Data de última atualização: 30.03.2011

Leia mais

"Retrato social" de Portugal na década de 90

Retrato social de Portugal na década de 90 "Retrato social" de Portugal na década de 9 Apresentam-se alguns tópicos da informação contida em cada um dos capítulos da publicação Portugal Social 1991-21, editada pelo INE em Setembro de 23. Capítulo

Leia mais

Perfil de Saúde e Seus Determinantes da Região de Lisboa e Vale do Tejo

Perfil de Saúde e Seus Determinantes da Região de Lisboa e Vale do Tejo Perfil de Saúde e Seus Determinantes António Tavares, Ph.D., M.D. Delegado de Saúde Regional de Lisboa e Vale do Tejo Diretor do da ARSLVT, IP Fevereiro NOTA METODOLÓGICA Enquadramento Organização para

Leia mais

Literacia Estatística ao serviço da Cidadania. Portal do INE e Projeto ALEA Uma primeira abordagem

Literacia Estatística ao serviço da Cidadania. Portal do INE e Projeto ALEA Uma primeira abordagem Serviço de Difusão Literacia Estatística ao serviço da Cidadania Portal do INE e Projeto ALEA Uma primeira abordagem Rede de Bibliotecas Escolares Formação para Professores fevereiro - maio.2012 Itinerário

Leia mais

Orçamento de Estado 2015

Orçamento de Estado 2015 Orçamento de Estado 2015 Programa Orçamental da Saúde 03 de novembro de 2014 Orçamento da saúde Evolução do Orçamento do SNS Evolução do Orçamento do SNS Indicador OE 2014 OE 2015 Variação em pp. Despesa

Leia mais

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0

ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS. F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS 2001-2008 DISTRITO DE VIANA DO CASTELO E SEUS CONCELHOS U n i d a d e d e S a ú d e P ú b l i c a d o A l t o M i n h o F e v e r e i r o d e 2 0 1 0 U n i d a d e d e S a ú d

Leia mais

SEGURANÇA SOCIAL EM NÚMEROS

SEGURANÇA SOCIAL EM NÚMEROS SEGURANÇA SOCIAL SEGURANÇA SOCIAL EM NÚMEROS Continente e Regiões Autónomas Agosto/2015 Direção-Geral da Segurança Social Instituto de Informática, I.P. Í NDICE PÁGINA Pirâmide etária da população residente

Leia mais

Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números 2013

Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números 2013 ISSN: 2183-0762 Portugal Prevenção e Controlo do Tabagismo em números 2013 Programa Nacional para a Prevenção e Controlo do Tabagismo www.dgs.pt Portugal. Direção-Geral da Saúde. Direção de Serviços de

Leia mais

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS

Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Conselho Nacional de Saúde MS OPAS-OMS Seminário internacional: Inclusão dos cidadãos em políticas públicas de saúde A participação dos cidadãos no sistema de saúde português Mauro Serapioni Centro de

Leia mais

sobre o Número de Utentes Inscritos nos de Saúde Primários

sobre o Número de Utentes Inscritos nos de Saúde Primários Título da Apresentação Publicação Periódica Dados Editoriais sobre o Número de Utentes Inscritos nos Dados Editoriais Dados Cuidados Editoriais de Saúde Primários 16 de fevereiro de 2015 Nota introdutória

Leia mais

PELA PRIMEIRA VEZ, DESDE QUE HÁ REGISTOS, HOUVE MENOS DE 90 MIL NADOS VIVOS

PELA PRIMEIRA VEZ, DESDE QUE HÁ REGISTOS, HOUVE MENOS DE 90 MIL NADOS VIVOS PELA PRIMEIRA VEZ, DESDE QUE HÁ REGISTOS, HOUVE MENOS DE 90 MIL NADOS VIVOS Pela primeira vez, desde que há registos, observaram-se menos de 90 mil nados vivos em Portugal. De facto, o número de nados

Leia mais

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 2009

Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 2009 Índice Sintético de Desenvolvimento Regional 2009 10 de abril de 2012 Os resultados do índice global de desenvolvimento regional para 2009 evidenciam que quatro sub-regiões se situavam acima da média nacional:

Leia mais

A FRUTICULTURA NO PRODER. Alguns Indicadores

A FRUTICULTURA NO PRODER. Alguns Indicadores A FRUTICULTURA NO PRODER Alguns Indicadores NOTA DE ABERTURA Este documento tem como objetivo a divulgação de um conjunto de indicadores relativos ao setor da fruticultura no âmbito do Programa de Desenvolvimento

Leia mais

Indicadores Sociais 2010

Indicadores Sociais 2010 Indicadores Sociais 2010 e Estatísticas oficiais Edição 2010 FICHA TÉCNICA Título Indicadores Sociais 2010 Editor Instituto Nacional de Estatística, I.P. Av. António José de Almeida 1000-043 Lisboa Portugal

Leia mais

Indicadores Sociais 2010 - Principais Resultados

Indicadores Sociais 2010 - Principais Resultados 29 de dezembro de 2011 Indicadores Sociais (Versão corrigida às 12H) 2010 (Na página 7, Cap. Saúde onde se lia 839 médicos por 100 mil habitantes, deve ler-se 389 médicos por 100 mil habitantes Indicadores

Leia mais

NUTS 2 0 1 3 AS NOVAS UNIDADES TERRITORIAIS PARA FINS ESTATÍSTICOS

NUTS 2 0 1 3 AS NOVAS UNIDADES TERRITORIAIS PARA FINS ESTATÍSTICOS NUTS 2 0 1 3 AS NOVAS UNIDADES TERRITORIAIS PARA FINS ESTATÍSTICOS MAIO 2015 2 NUTS 2013 AS NOVAS UNIDADES TERRITORIAIS PARA FINS ESTATÍSTICOS ÍNDICE ENQUADRAMENTO... 3 1. O REGULAMENTO DA NOMENCLATURA

Leia mais

Breve olhar sobre a sustentabilidade social

Breve olhar sobre a sustentabilidade social Sustentabilidade na Saúde em Tempos de Mudança Breve olhar sobre a sustentabilidade social Luís A. Carvalho Rodrigues 8 de Novembro de 2012 Luís.acr@sapo.pt A sustentabilidade Sustentabilidade refere a

Leia mais

OS JOVENS AGRICULTORES NO PRODER. Alguns Indicadores

OS JOVENS AGRICULTORES NO PRODER. Alguns Indicadores OS JOVENS AGRICULTORES NO PRODER Alguns Indicadores NOTA DE ABERTURA Este documento tem como objetivo a divulgação de um conjunto de indicadores relativos à Ação 1.1.3 - Instalação de Jovens Agricultores

Leia mais

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus

Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Dia Mundial da diabetes 14 de novembro 1983-2013 EMBARGO ATTÉ 13 DE NOVEMBRO DE 2014,, ÀS 11 HORAS Em 2013 perderam-se 4 683 anos potenciais de vida devido à diabetes mellitus Em 2013, as doenças endócrinas,

Leia mais

Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos

Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos 27 de dezembro de 2012 Indicadores Sociais 2011 Um retrato social de Portugal: uma leitura de evoluções ocorridas nos últimos anos Em Portugal, existe cada vez maior esperança média de vida à nascença.

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012-2016

Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Plano Nacional de Saúde 2012-2016 Índice de Figuras, Quadros e Tabelas (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 ÍNDICE DE FIGURAS, QUADROS E TABELAS 1. Enquadramento do Plano Nacional de Saúde

Leia mais

Caracterização Demográfica, Socioeconómica e de Saúde da População Idosa Portuguesa

Caracterização Demográfica, Socioeconómica e de Saúde da População Idosa Portuguesa Caracterização Demográfica, Socioeconómica e de Saúde da População Idosa Portuguesa Tânia Costa, Ana Rego, António Festa, Ana Taborda e Cristina Campos Caracterização Demográfica, Socioeconómica e de Saúde

Leia mais

Fatores Determinantes para o Crescimento do Emprego de Jovens CREJOV

Fatores Determinantes para o Crescimento do Emprego de Jovens CREJOV Fatores Determinantes para o Crescimento do Emprego de Jovens CREJOV THINK TANK 30 de abril de 2013 POAT/FSE: Gerir, Conhecer e Intervir Situação População 15-24 anos- Taxas Dezembro2012 NEETs 18,6 Abando.E.P

Leia mais

Plano Nacional de Saúde 2012 2016. 6. Indicadores e Metas em Saúde. (Janeiro 2012)

Plano Nacional de Saúde 2012 2016. 6. Indicadores e Metas em Saúde. (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012 2016 6. Indicadores e Metas em Saúde (Janeiro 2012) Plano Nacional de Saúde 2012-2016 6. INDICADORES E METAS EM SAÚDE 6.1. CONCEITOS... 2 6.2. INDICADORES DO PNS 2012-2016...

Leia mais

Conta Satélite da Saúde 2010-2012Pe

Conta Satélite da Saúde 2010-2012Pe Conta Satélite da Saúde 21-212Pe 21 de junho de 213 Em 212 a despesa corrente em saúde voltou a diminuir Em 212, a despesa corrente em saúde voltou a diminuir significativamente (-5,5), após ter registado

Leia mais

A SAÚDE DOS PORTUGUESES

A SAÚDE DOS PORTUGUESES A SAÚDE DOS PORTUGUESES A Saúde dos Portugueses A propósito do DIA DO DOENTE, a Direção-Geral da Saúde publica dados sumários sobre a SAÚDE DOS PORTUGUESES. Em termos de evolução 2008-2014 1, o quadro

Leia mais

Anuários Estatísticos Regionais Informação estatística à escala regional e municipal

Anuários Estatísticos Regionais Informação estatística à escala regional e municipal Anuários Estatísticos Regionais 213 19 de dezembro de 214 Anuários Estatísticos Regionais Informação estatística à escala regional e municipal O INE divulga os Anuários Estatísticos Regionais, que constituem

Leia mais

Uma das maiores áreas territoriais de Portugal, com uma fronteira terrestre internacional de 568 km e um perímetro da linha de costa de 142 km

Uma das maiores áreas territoriais de Portugal, com uma fronteira terrestre internacional de 568 km e um perímetro da linha de costa de 142 km As Regiões de - Região O Território Porquê o? Uma das maiores áreas territoriais de, com uma fronteira terrestre internacional de 568 km e um perímetro da linha de costa de 142 km Area (km 2 ): 21.286

Leia mais

Evolução dos clientes de acesso móvel à Internet activos no período de reporte

Evolução dos clientes de acesso móvel à Internet activos no período de reporte 10 S E R V I Ç O T E L E F Ó N I C O M Ó V E L Tráfego de roaming in 2008 Var. Trimestral Var. Homóloga 2º Trim. (+/-) % (+/-) % Chamadas em roaming in 32 617 8 525 35,4% 1 646 5,3% Nº de minutos em roaming

Leia mais

PORTUGAL Doenças Respiratórias em números 2014

PORTUGAL Doenças Respiratórias em números 2014 PORTUGAL Doenças Respiratórias em números 2014 PORTUGAL Doenças Respiratórias em números 2014 Programa Nacional para as Doenças Respiratórias DIREÇÃO-GERAL DA SAÚDE, LISBOA Dezembro de 2014 Portugal.

Leia mais

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro?

Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? Orçamento da saúde 2012 para onde vai o seu dinheiro? José Carlos Caiado 26 de Outubro de 2011 Introdução Elaboração do orçamento da saúde Monitorização e divulgação de informação Melhoria do desempenho

Leia mais

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde

União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde União Europeia Acesso a cuidados de saúde Prestação de serviços de saúde Legislação da União Europeia Legislação nacional Jurisprudência TJUE Diretiva 2011/24 Proposta de Lei 206/XII Direitos e deveres

Leia mais

ACES LISBOA CENTRAL. Planeamento do ACES de LISBOA CENTRAL. ARSLVT Núcleo de Estudos e Planeamento Departamento de Instalações e Equipamentos 11-2013

ACES LISBOA CENTRAL. Planeamento do ACES de LISBOA CENTRAL. ARSLVT Núcleo de Estudos e Planeamento Departamento de Instalações e Equipamentos 11-2013 - ACES LISBOA CENTRAL Planeamento do ACES de LISBOA CENTRAL ARSLVT Núcleo de Estudos e Planeamento Departamento de Instalações e Equipamentos 11-2013 Índice 1. Introdução... 3 2. ACES 02 Lisboa Central...

Leia mais

Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde de Entre Douro e Vouga II - Aveiro Norte:

Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde de Entre Douro e Vouga II - Aveiro Norte: PLANO LOCAL DE SAÚDE i FICHA TÉCNICA Unidade de Saúde Pública do Agrupamento de Centros de Saúde de Entre Douro e Vouga II - Aveiro Norte: Francisco Borges Coordenador da Unidade de Saúde Pública, Médico

Leia mais

Seminario de Difusión do Anuario Estatístico Galicia Norte de Portugal 2010. A nova edição do Anuário Estatístico na perspectiva do Norte de Portugal

Seminario de Difusión do Anuario Estatístico Galicia Norte de Portugal 2010. A nova edição do Anuário Estatístico na perspectiva do Norte de Portugal A nova edição do Anuário Estatístico na perspectiva do Norte de Portugal Eduardo Pereira (CCDRN) Santiago de Compostela 13 de Dezembro de 2010 Galicia Norte de Portugal: uma grande região europeia transfronteiriça

Leia mais

CENTROS DE SAÚDE E UNIDADES HOSPITALARES

CENTROS DE SAÚDE E UNIDADES HOSPITALARES ESTATÍSTICAS ISSN 1645-8893 CENTROS DE SAÚDE E UNIDADES HOSPITALARES RECURSOS E PRODUÇÃO DO SNS 2009 DIRECÇÃO-GERAL DA SAÚDE ESTATÍSTICA S CENTROS DE SAÚDE E UNIDADES HOSPITALARES nidahospitais RECURSOS

Leia mais

RECENSEAMENTO ESCOLAR 06/07

RECENSEAMENTO ESCOLAR 06/07 RECENSEAMENTO ESCOLAR 06/07 Coordenação: Equipa Técnica: Alexandre Paredes Carlos Malaca Carmo Proença Céline Ambrósio Filomena Ramos Joaquim Santos José Rafael Manuela de Brito Nuno Cunha Piedade Galrito

Leia mais

EDUCAÇÃO EM NÚMEROS. Portugal 2015

EDUCAÇÃO EM NÚMEROS. Portugal 2015 EDUCAÇÃO EM NÚMEROS Portugal 2015 FICHA TÉCNICA Título Educação em Números - Portugal 2015 Autoria Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência (DGEEC) Direção de Serviços de Estatísticas da Educação

Leia mais

Teste Key for Schools Resultados 2014. Sumário Executivo

Teste Key for Schools Resultados 2014. Sumário Executivo Teste Key for Schools Resultados 2014 Sumário Executivo Página 1 de 14 Ficha Técnica SUMÁRIO EXECUTIVO Teste Key for Schools Resultados 2014 DIREÇÃO E COORDENAÇÃO Helder Sousa Sandra Pereira AUTORIA Helder

Leia mais

PERFIL LOCAL DE SAÚDE DO ACES VILA FRANCA DE XIRA

PERFIL LOCAL DE SAÚDE DO ACES VILA FRANCA DE XIRA PERFIL LOCAL DE SAÚDE DO VILA FRANCA DE XIRA 2010 2010 2 Ficha Técnica 3 Índice 1. INDICADORES DEMOGRÁFICOS Indicadores Gerais da População Estimativas da População Residente Índices Demográficos Evolução

Leia mais

Transporte Terrestre de Passageiros

Transporte Terrestre de Passageiros 19 de dezembro de 2014 Transporte Terrestre de Passageiros 2013 Modo rodoviário mantém peso maioritário de 63,2% no transporte terrestre de passageiros O transporte rodoviário de passageiros correspondeu

Leia mais

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica

Introdução. Procura, oferta e intervenção. Cuidados continuados - uma visão económica Cuidados continuados - uma visão económica Pedro Pita Barros Faculdade de Economia Universidade Nova de Lisboa Introdução Área geralmente menos considerada que cuidados primários e cuidados diferenciados

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Peruíbe, SP 30/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 323,17 km² IDHM 2010 0,749 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 59773 hab. Densidade

Leia mais

Direção-Geral de Planeamento e Gestão Financeira

Direção-Geral de Planeamento e Gestão Financeira Direção-Geral de Planeamento e Gestão Financeira MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA DIREÇÃO-GERAL DE PLANEAMENTO E GESTÃO FINANCEIRA ORÇAMENTO POR AÇÕES - 2 0 1 5 - - DOTAÇÕES INICIAIS - - Í N D I C E -

Leia mais

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE

ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ATLAS DO PLANO NACIONAL DE SAÚDE ALTO COMISSARIADO DA SAÚDE 04 Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos 062 04. Despesa em Saúde e Consumo de Medicamentos Atlas do Plano Nacional de Saúde Despesa em

Leia mais

VERSÃO 2. Prova Escrita de Geografia A. 11.º Ano de Escolaridade. Prova 719/1.ª Fase EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO

VERSÃO 2. Prova Escrita de Geografia A. 11.º Ano de Escolaridade. Prova 719/1.ª Fase EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO EXAME FINAL NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Prova Escrita de Geografia A 11.º Ano de Escolaridade Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova 719/1.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas

Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Pacto de Atenção Básica 2002 Notas Técnicas Estão disponíveis, nestas páginas, os indicadores do Pacto de Atenção Básica 2002, estabelecidos a partir da portaria 1.121, de 17 de junho de 2002, calculados

Leia mais

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013

Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 MINISTÉRIO DO AMBIENTE, DO ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO E DO DESENVOLVIMENTO REGIONAL Portugal e a Política de Coesão 2007-2013 2013 Rui Nuno Baleiras Secretário de Estado do Desenvolvimento Regional Centro

Leia mais

Perfil Local de Saúde

Perfil Local de Saúde Perfil Local de Saúde O perfil de saúde constitui-se como um instrumento de apoio à tomada de decisão técnica, politico/estratégica e organizacional, sendo uma ferramenta virada para a ação, no sentido

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 15 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Região Autónoma da Madeira

Região Autónoma da Madeira Região Autónoma da Madeira Área () km 2 801,0 Densidade populacional () Hab/Km 2 309,0 População residente (31.12.) Nº 247.568 População < 15 anos Nº 42.686 População > 65 anos Nº 32.188 Taxa conclusão

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de São José do Rio Claro, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5074,56 km² IDHM 2010 0,682 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 17124 hab.

Leia mais

Risco de Morrer em 2012

Risco de Morrer em 2012 Risco de morrer 2012 23 de maio de 2014 Risco de Morrer em 2012 As duas principais causas de morte em 2012 foram as doenças do aparelho circulatório, com 30,4% dos óbitos registados no país, e os tumores

Leia mais

Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2014 Março 2015

Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2014 Março 2015 Monitorização da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) 2014 Março 2015 ACSS - Departamento de Gestão da Rede de Serviços e Recursos em Saúde (DRS) Núcleo Funcional da Rede Nacional de

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE

ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE ENTIDADE REGULADORA DA SAÚDE ESTUDO PARA A CARTA HOSPITALAR ESPECIALIDADES DE MEDICINA INTERNA, CIRURGIA GERAL, NEUROLOGIA, PEDIATRIA, OBSTETRÍCIA E INFECCIOLOGIA 18 DE ABRIL DE 2012 R u a S. J o ã o d

Leia mais

População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento

População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento Dia Mundial da População 11 julho de 214 1 de julho de 214 População residente em Portugal com tendência para diminuição e envelhecimento Para assinalar o Dia Mundial da População (11 de julho), o Instituto

Leia mais

Indicadores de Confiança...15

Indicadores de Confiança...15 1. MACROECONOMIA 1.1. Rendimento e Despesa Despesa Nacional a Preços Correntes...5 Despesa Nacional a Preços Constantes...6 PIB a preços correntes (Produto Interno Bruto)...7 PIB a preços constantes (Produto

Leia mais

Portugal e Espanha: Comparações no contexto europeu

Portugal e Espanha: Comparações no contexto europeu Portugal e Espanha: Comparações no contexto europeu A Península Ibérica em Números 2010 Os Institutos Nacionais de Estatística de Espanha e de Portugal publicam a 7ª edição de A Península Ibérica em Números/La

Leia mais

ULS Alto Minho. Perfil Local de Saúde 2009. Aspectos a destacar

ULS Alto Minho. Perfil Local de Saúde 2009. Aspectos a destacar Perfil Local de Saúde 2009 Índice Aspectos a destacar Ligações Este Perfil Local de Saúde proporciona-lhe um olhar rápido mas integrador, sobre a saúde da população da área geográfica de influência da

Leia mais

1. OUTROS INDICADORES DEMOGRÁFICOS E DE SAÚDE

1. OUTROS INDICADORES DEMOGRÁFICOS E DE SAÚDE 1. OUTROS INDICADORES DEMOGRÁFICOS E DE SAÚDE INDICADORES DE DESNUTRIÇÃO Peso e altura são duas das principais características antropométricas sensíveis às condições de vida e nutrição de crianças e adolescentes

Leia mais

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*)

A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) A Gestão dos Recursos Humanos em Saúde:Situação e Perspectivas (*) Covilhã, 18 de Maio de 2007 (*) Manuel Delgado 1 AGENDA I Breve Caracterização dos Recursos Humanos da Saúde II As Despesas com Pessoal

Leia mais

A Saúde dos Portugueses que caminhos?

A Saúde dos Portugueses que caminhos? A Saúde dos Portugueses que caminhos? APRESENTAÇÃO Universidade A da [CLIENTE] Beira Interior Covilhã, 19.Maio.2007 PAGE 1 AGENDA Serviço Nacional de Saúde Financiamento privado: o caso MultiCare MultiCare

Leia mais

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas

Programa Nacional para as Doenças Oncológicas. Orientações Programáticas Programa Nacional para as Doenças Oncológicas Orientações Programáticas 1 - Enquadramento O Programa Nacional para as Doenças Oncológicas é considerado prioritário e, à semelhança de outros sete programas,

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Novo Mundo, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 5826,18 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 7332 hab. Densidade

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Vera, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 2962,4 km² IDHM 2010 0,680 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10235 hab. Densidade demográfica

Leia mais

CARTÃO DA PESSOA COM DOENÇA RARA Relatório de Acompanhamento 2014. Departamento da Qualidade na Saúde

CARTÃO DA PESSOA COM DOENÇA RARA Relatório de Acompanhamento 2014. Departamento da Qualidade na Saúde CARTÃO DA PESSOA COM DOENÇA RARA Relatório de Acompanhamento 2014 Departamento da Qualidade na Saúde Índice Introdução... 3 Implementação do Cartão da Pessoa com Doença Rara... 4 Atividades Desenvolvidas...

Leia mais

Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe. Época 2014/2015 Semana 02 - de 05/01/2015 a 11/01/2015

Boletim de Vigilância Epidemiológica da Gripe. Época 2014/2015 Semana 02 - de 05/01/2015 a 11/01/2015 Resumo Parceiros Rede de hospitais para a vigilância clínica e laboratorial em Unidades de Cuidados Intensivos Contatos: Departamento de Epidemiologia do INSA, tel 217526488 Laboratório Nacional de Referência

Leia mais

E L E M E N T O S SAÚDE / 1998 E S T A T Í S T I C O S

E L E M E N T O S SAÚDE / 1998 E S T A T Í S T I C O S M i n i s t é r i o d a S a ú d e D I R E C Ç Ã O - G E R A L D A S A Ú D E E L E M E N T O S SAÚDE / 1998 E S T A T Í S T I C O S L I S B O A Ministério da Saúde DIRECÇÃO GERAL DA SAÚDE ISSN 0872-1114

Leia mais

Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública

Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública N.º 7 Abril 2015 Banco de Portugal divulga estatísticas das contas financeiras das administrações públicas e da dívida pública Na edição de abril de 2015 do Boletim Estatístico são divulgadas as contas

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Porto Alegre do Norte, MT 02/08/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 3994,51 km² IDHM 2010 0,673 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 10748 hab.

Leia mais

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa

Direcção-Geral da Saúde Circular Informativa Assunto: Para: Organização de Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho/Saúde Ocupacional (SST/SO) nos Cuidados Primários de Saúde - ACES e Sede de ARS(s) Todos os serviços do Ministério da Saúde Nº: 05/DSPPS/DCVAE

Leia mais

Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico

Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico Estatísticas da CPLP 23-21 12 de julho de 213 Comunidade de Países de Língua Portuguesa: breve retrato estatístico A população residente no conjunto dos oito países 1 da Comunidade de Países de Língua

Leia mais

Onde e como se vive em Portugal 2011

Onde e como se vive em Portugal 2011 Onde e como se vive em Portugal 2011 25 de junho de 2013 Onde e como se vive em Portugal 2011 De acordo com os resultados definitivos dos Censos 2011 na região de Lisboa regista-se a maior densidade populacional,

Leia mais

Area (km 2 ): 31.604,9 Hab/Km 2 : 23,7 População (Nº): 749.055 (2010)

Area (km 2 ): 31.604,9 Hab/Km 2 : 23,7 População (Nº): 749.055 (2010) As Regiões de - Região O Território Porquê? Com a maior área territorial de Continental 31.605,2 km2 (1/3 do território nacional) a região do apresenta 179 km de perímetro de linha de costa e 432 km de

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Cabo Verde, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 368,15 km² IDHM 2010 0,674 Faixa do IDHM Médio (IDHM entre 0,6 e 0,699) (Censo 2010) 13823 hab. Densidade

Leia mais

Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004

Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004 Memória de cálculo dos indicadores do Pacto de Atenção Básica 2004 Fontes de informação: A. População Todos os dados de população foram obtidos a partir do existente no site do Datasus www.datasus.gov.br/cgi/ibge/popmap.htm.

Leia mais

Caracterização do território

Caracterização do território Perfil do Município de Guaranésia, MG 29/07/2013 - Pág 1 de 14 Caracterização do território Área 294,28 km² IDHM 2010 0,701 Faixa do IDHM Alto (IDHM entre 0,700 e 0,799) (Censo 2010) 18714 hab. Densidade

Leia mais

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas

Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Atividade Turística Fevereiro de 20 15 de Abril de 20 Hotelaria mantém crescimento mas com desaceleração no número de hóspedes e de dormidas Os estabelecimentos hoteleiros registaram cerca de 2 milhões

Leia mais