Democracia deliberativa e vigilância electrónica: da participação ao panóptico cibernético

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1 Democraca delberatva e vglânca electrónca: da partcpação ao panóptco cbernétco Hélder Pror Laboratory of Onlne Communcaton, Observatoro Iberoamercano de la Comuncacón, Portugal E-mal: Resumo A democraca delberatva está, na era hoderna, muto próxma do que se convenconou chamar cberdemocraca num paradgma que altera, consequentemente, as relações entre a polítca, a partcpação democrátca e a comuncação. Como não é, actualmente, possível dscutr questões relaconadas com a cdadana e com os processos de comuncação polítca sem fazer referênca às estruturas tecnológcas que potencam o debate públco, torna-se mportante dscutr a presença da mcroelectrónca na lógca de funconamento dos processos actuas de comuncação. Deste modo, propomo-nos analsar três consequêncas fundamentas da presença da mcroelectrónca nas socedades contemporâneas: a prmera tem que ver com a alteração na estrutura nsttuconal da comuncação de tpo não relaconal; a segunda dz respeto às mutações no espaço delberatvo; a tercera refere-se, especfcamente, à ntensfcação da vglânca electrónca. Palavras chave: cultura e tecnologa, partcpação democrátca, vglânca electrónca Dgtal democracy and Survellance Socety: Consderatons about the new panoptcon Abstract Nowadays, t s not possble to dscuss questons about ctzenshp and communcaton polcy wthout mentonng the technologcal structures that enhance the publc debate. Through ths way of thnkng, t s mportant to nclude the Internet n the set of stages whch contrbute to gve the publc sphere a hgher coverage. In the current model of network communcaton, ctzens are no longer only spectators n the arenas of publc dscusson, but actve partcpants n a process Estudos em Comuncação nº 10, Dezembro de 2011

2 374 Hélder Pror that dsrupts the tradtonal paradgm broadcast (meda) recever (hearng). In the perod of communcaton for the masses, the publc sphere was controlled by agents of the meda system who condtonated the subjects of publc dscusson, due to a rgorous selecton over what should reach the publc and what the publc should retan. However, somethng profound has changed the relatonshps between poltcs, ctzenshp and communcaton. In the recent model of «massself-communcaton», the ctzens no longer «have to ask permsson» to «gatekeepers» to have drect access to the debate and to the decsons around common causes. Indeed, n cyberspace herarches vansh n favor of a decentralzed and open communcaton. But, there s always a prce to pay. Ironcally, the technologes that ncrease the ctzenshp are the same whch ntensfy the electronc eye and the panoptcon survellance socety. Keywords: mass self communcaton, ctzenshp, electronc survellance P ARECE-NOS aproprado ncar o debate sobre os processos de comuncação e delberação, especfcamente no que dz respeto a um novo modelo de partcpação no processo democrátco a democraca delberatva, por aquela que talvez seja a prncpal razão que conduzu à desconfança sobre o modelo da democraca lberal e representatva. Num ensao nttulado O Segredo e o problema da Esfera Públca, e após uma longa exposção sobre os nteresses esotércos de quem está por detrás do funconamento do sstema dos partdos polítcos, refer que o segredo no nteror dos grupos polítcos mas ou menos organzados ajuda a encobrr o Krathos da «representação de nteresses» e o avesso da «representação polítca» e do «mandato lvre» (Pror, 2011, p. 210). Como a democraca representatva se vê atrofada e lmtada pelo confronto entre nteresses prvados, ou pela negocação de nteresses, para me socorrer das palavras de Habermas no seu trabalho de doutoramento sobre a esfera públca, surgram, nas últmas décadas, algumas dúvdas em relação ao funconamento do sstema democrátco. Ora, é neste contexto que surge a democraca delberatva, um modelo que não só não exclu os cdadãos do processo de tomada de decsão, como se basea no ntercâmbo de posções e argumentos entre todos os envolvdos no processo democrátco. Assm, o dálogo e o debate argumentatvo são elementos fundamentas de um modelo que redunda numa cdadana mas actva na tomada das decsões que dzem respeto ao bem comum. Como a delberação conjunta se orenta para o benefíco dos nteresses geras em detrmento dos nteresses parcas,

3 Democraca delberatva e vglânca electrónca 375 a democraca delberatva será o sstema que melhor artcula a representação polítca com o exercíco de um espírto partcpatvo que se funda na vontade dos cdadãos. Se, como defende Pércles, «não é o debate que é empeclho à acção, e sm o facto de não se estar esclarecdo pelo debate antes de chegar a hora da acção» (Tucíddes, 1987, pp ), a democraca delberatva, ou dscursva, deve avançar propostas que se nscrevem ao nível de uma praxs democrátca drecconada, no sentdo kantano, para o «uso públco da razão». Com efeto, a busca de um consenso, plataforma essencal na tomada de decsões polítcas democrátcas, apenas se torna possível medante a públca dscussão que legtma a decsão sobre assuntos que dzem respeto à res públca. Neste sentdo, as decsões polítcas devem assentar num processo raconal que resulta num consenso alcançado comuncatvamente. Por consegunte, o «entendmento», que Habermas defne como processo de obtenção de um acordo entre sujetos, lnguístca e nteractvamente competentes (cf. Habermas, 1989) será a base de tal praxeologa polítca. Segundo a perspectva habermasana, o «agr comuncaconal», característco do mundo da vda, funda-se numa «étca dscursva» que permte não só questonar a acção meramente estratégca e teleológca do sstema polítco, como também vncular os cdadãos às decsões polítcas. Contudo, a democraca delberatva está, nos das de hoje, muto próxma do que se convenconou chamar «democraca dgtal» num paradgma que altera, consequentemente, as relações entre polítca, partcpação democrátca e comuncação. Como não é, actualmente, possível dscutr questões relaconadas com a cdadana e com os processos de comuncação polítca sem fazer referênca às estruturas tecnológcas que potencam o debate públco, torna-se mportante dscutr a presença da mcroelectrónca na lógca de funconamento dos processos actuas de comuncação. Deste modo, propomo-nos analsar três consequêncas fundamentas da presença da mcroelectrónca nas socedades contemporâneas: a prmera tem que ver com a alteração na estrutura nsttuconal da comuncação de tpo não relaconal; a segunda dz respeto às mutações no espaço delberatvo; a tercera refere-se, especfcamente, à ntensfcação da vglânca electrónca. Efectvamente, a retórca à volta dos meda electróncos ncorpora, como ressalvou Denns McQual, uma descentralzação dos processos de comuncação que rompe com o paradgma tradconal emssor (meda) receptor (audênca) (McQual, 2003, p. 140). Na época da comuncação para as massas, a esfera públca era controlada pelos agentes do sstema medátco que cond-

4 376 Hélder Pror conavam os temas de dscussão públca, procedendo a uma selecção rgorosa sobre o que devera chegar ao públco e sobre o que o públco devera reter. Porém, a actual «mass self communcaton» rompe com o paradgma tradconal denomnado de «gatekeepng», sobretudo porque permte aos cdadãos o acesso a novas formas de comuncar e debater num processo de moblzação e partcpação em torno de causas comuns. Segundo o socólogo Manuel Castells, a «mass self communcaton», ou comuncação ndvdual de massas, refere-se à afrmação do ndvíduo no seo de uma determnada massa, sto é, é um tpo de comuncação que se «produz dentro do cérebro de consumdores ndvduas que nteragem socalmente» (Castells, 2009, p. 88). É comuncação de massas porque potencalmente pode chegar a uma audênca global; é comuncação ndvdual porque é o própro sujeto que seleccona o conteúdo concreto da mensagem, escapando à função de controlo exercda pelos «gatekeepers» ou agentes medátcos. Ora, ao romper com os processos de comuncação de tpo vertcal, uma comuncação que parte de um centro emssor, a «mass self communcaton» tem a vantagem de defnr, de forma precsa, as mplcações da comuncação em Rede. Agora, cada ndvíduo pode, dspensando a medação jornalístca, aceder à esfera públca, condconar as agendas medátcas e os temas de dscussão e nteragr nas redes locas e globas da comuncação dgtal que caracterza a socedade em Rede. Como a noção de cberdemocraca pressupõe um acesso drecto e lmtado ao conhecmento e à dscussão públca, quer o sujeto ndvdual quer o própro sstema polítco encontraram forma de comuncar drectamente com o públco evtando, com efeto, a letura jornalístca na hora de (re)produzr o conteúdo que nteressa transmtr. A alteração tecnológca veo, assm, modfcar progressvamente a forma de estabelecmento do debate na esfera públca, permtndo, sobretudo, a prolferação de vsões alternatvas que gozam de relatva ndependênca face a palcos mas ou menos nsttuconalzados. Neste ponto, assstmos a uma transformação na estrutura nsttuconal da comuncação e dos meda tradconas, sobretudo porque a «mass self communcaton» se refere, lteralmente, à afrmação do sujeto no nteror de uma determnada massa. Com efeto, a dgtalzação da comuncação característca da socedade em Rede, apoada no modelo comuncaconal descrto por Castells, um modelo cuja comuncação nterpessoal, a comuncação de massas e a comuncação ndvdual de massas nteragem e se complementam, alterou, como não podera dexar de ser, os processos e as estratégas da comuncação polítca. Daí que o própro Castells

5 Democraca delberatva e vglânca electrónca 377 tenha afrmado que a «mass self communcaton» fo um dos elementos fulcras para a vtóra de Barack Obama nas Presdencas amercanas de Com a descentralzação dos processos de comuncação, os actores polítcos podem agora nteragr com o públco atento e este pode fazer chegar à esfera polítca, ou esfera «formal» nas palavras de Habermas, as suas opnões e dsposções sobre a gestão da repúblca. Estas novas «arenas» de dscussão e de debate podem, ao nteragr com os corpos polítcos programados para delberar, resultar na formação raconal da opnão sobre matéras que necesstem de ser reguladas. Todava, e como a dscussão democrátca em rede não se deve esgotar nos debates vrtuas e na ndvdualzação de um públco lgado pela tecnologa, o poder «comuncatvamente produzdo» deve ser transformado em acções reas ou, como refere Habermas, «transformado em poder admnstratvamente utlzável». Do panoptcon de Bentham ao panoptcon cbernétco Não obstante, há um ponto que convém sublnhar. As transformações que temos vndo a referr alteram não só as relações socas como, também, as relações de poder que são nerentes à evolução do própro sstema da comuncação. Enquanto os cdadãos utlzam os novos dspostvos tecnológcos para partcpar na esfera públca, a prvacdade cede perante um sstema de ntercâmbo dgtal que faclmente se converte em poder de controlo. Convém, portanto, analsar as repercussões nerentes ao avanço das novas tecnologas, anda que tal análse convde ao exercíco de algumas especulações sobre o retorno de uma certa ubqudade do poder. Neste ponto, a magem do panóptco de Jeremy Bentham serve-nos de metáfora. Actualmente, a socedade de vglânca é um caso paradgmátco da nteracção entre tecnologa e socedade, não tanto no que se refere a um aspecto da luta entre o trabalho e o captal, como decorre da análse de Karl Marx, quanto no que se refere ao armazenamento e recuperação de dados em forma de arquvos praxs da burocraca assnalada por Max Weber -, e também, no que dz respeto às dmensões partculares da vda socal moldadas pela adaptação das tecnologas da nformação. Como o funconamento das tecnologas aumenta, consderavelmente, a «transparênca do sujeto», a actvdade dos computadores e a actvdade das telecomuncações permte um desenvolvmento consderável

6 378 Hélder Pror das capacdades de vglânca (cf. Lyon, 1995, pp ). Efectvamente, os dspostvos electróncos facltam, quer a aqusção de conhecmentos, quer, sobretudo, o armazenamento e processamento de dados. Tal processamento de dados permte, medante um processo acumulatvo, cruzar a nformação armazenada com novos dados mplcados num processo de amplação de conhecmento que parece almentar-se a s própro. Com efeto, as bases de dados apresentam-se como um elemento crucal do funconamento dos servços de ntelgênca, vsto que quanto maor e mas detalhada for uma base de dados, maor é a sua capacdade de extracção de nformação, aumentando as possbldades de chegar a novos dados ou novos ndícos. Geralmente, a lógca do funconamento das bases de dados obedece ao prncípo da comercalzação e recolha de nformação de forma relatvamente aberta e consentda pelos consumdores, mas sso não mplca que não exsta uma certa semelhança entre o funconamento das bases de dados de empresas prvadas ou públcas e o funconamento paralelo dos servços de ntelgênca. Efectvamente, tanto um processo como o outro permte o acesso a um certo tpo de nformação pessoal sobre os cdadãos que fo recolhda em função de um uso específco; tanto um processo como outro se basea no pressuposto de que tal nformação é valosa e «consttu um certo poder». Como, sobre este ponto, explca Reg Whtaker: O modelo centralzado e secreto fo em parte substtuído pelo modelo descentralzado e comercal, embora ambos funconem em paralelo, utlzando as mesmas tecnologas, mas de forma algo dferente. No entanto, exstem mportantes semelhanças. Quer sejam públcas ou prvadas, governamentas ou empresaras, as bases de dados contêm geralmente nformação que pode ser nterpretada por máqunas e que está conectada a uma rede, sendo que tas dados foram recolhdos em função de um ou de ambos destes objectvos geras: a) avalação e exclusão do rsco; e b) dentfcação do consumdor e sua nclusão. (Whtaker, 1999, pp ) Ora, a concentração e processamento da nformação recolhda e armazenada em bases de dados cada vez mas amplas corresponde, como vmos, a uma característca transversal quer às empresas, quer ao própro sstema polítco. Deste modo, e apesar de actualmente a vglânca corresponder a uma dnâmca mult-drecconal e descentralzada, as bases de dados, ao permtrem a recolha e o cruzamento da nformação organzada em rede, formam um sstema funconal mas ou menos unfcado. De referr que, na maor parte

7 Democraca delberatva e vglânca electrónca 379 dos casos, a nformação é dsponblzada pelos cdadãos de forma consentda medante o preenchmento de questonáros comercas que permtem dentfcar as preferêncas e o estlo de vda do consumdor. Tas estudos de mercado, ao gerrem os rscos empresaras, facltam a selecção do públco-alvo. Contudo, algumas nformações adqurem um carácter obrgatóro, como é o caso das nformações prestadas ao sstema trbutáro, ao ponto de poderem ser comprovadas nas bases de dados governamentas. Tanto num caso como noutro, a elmnação do rsco apresenta-se como objectvo crucal e comummente partlhado. Ora, é ndubtável que as novas tecnologas têm permtdo a cração de plataformas de nteracção e debate que potencam as nossas capacdades e aumentam, exponencalmente, o acesso ao conhecmento. Porém, é precsamente aqulo que permte o estabelecmento de uma comuncação sem barreras espacas e o acesso facltado ao conhecmento, servços e comérco, que nos torna mas vulneráves à vglânca electrónca. «Os dos aspectos são nseparáves. (... ) Navegar na Rede permte que contactemos com pessoas de todo o mundo, mas também pode sgnfcar que as nossas comuncações sejam nterceptadas por terceros que, ao mesmo tempo, nos localzam e dentfcam» (Whtaker, 1999, p. 129). No que se refere a este quadro conceptual de acção orentado para a vglânca, é mportante nclur o funconamento do correo electrónco (e-mal) no conjunto dos mecansmos sstémcos de ntercepção de dados. O junk mal, termo utlzado a partr do momento em que os computadores começaram a gerar lstas de correo electrónco, é um exemplo que reflecte a vglânca exercda sobre os consumdores. Os anúncos personalzados que daramente recebemos na nossa caxa de e-mal resultam de um conjunto de nstrumentos tecnológcos que as empresas dspõem para se drgrem aos potencas consumdores. Como as socedades actuas se encontram numa fase avançada do «captalsmo de consumo», a ordem socal mantém-se estmulando e canalzando os consumdores para formas de ntegração que se artculam com o mercado. Empresas de marketng como a CCN, uma companha brtânca que se dedca ao cruzamento de dados com base no correo electrónco, armazena os dados de mas de 43 mlhões de pessoas e mas de 30 mlhões de undades de nformação fnancera. (Lyon, 1995, p. 194). A vglânca comercal é claramente uma das estratégas das empresas comercas e, ao mesmo tempo, uma extensão da vglânca captalsta que, actualmente, va além da vglânca no lugar de trabalho. O poder do «captal» vncula-se, assm, ao controlo do consumdor numa stuação de poder onde o conhec-

8 380 Hélder Pror mento do consumdor é transformado em poder e em «captal». Esta ndústra de dados comercas recolhe nformações que, apesar de não terem uma aparente relação entre s, permtem cruzar nformação pessoal que nclu nomes, endereços, números de telefone, preferêncas de consumo e até remunerações ndvduas e famlares que se cruzam medante manframes de acesso onlne Por consegunte, o funconamento cada vez mas complexo das bases de dados aumenta o «transparênca do sujeto». Os cdadãos, os trabalhadores e os consumdores são agora mas vsíves para os vglantes nvsíves que os submetem a um controlo cada vez mas constante e mperceptível. Por outro lado, o correo electrónco é uma das ferramentas mas utlzadas na comuncação nterpessoal, mas tal não sgnfca que a nstantanedade no acesso à comuncação medatzada seja proporconal à garanta de segurança das comuncações estabelecdas. Como os servdores de e-mal têm a capacdade de arquvar «todas as entradas e saídas de correo electrónco» (cf. Whtaker, 1999, p. 133) em caso de ntercepção, tanto o emssor como o receptor da mensagem podem ser faclmente localzados através da drecção de correo electrónco, facto que aumenta a vulnerabldade do sstema. Se, como sugere Whtaker, «parece nevtável que os governos, os empresáros e outros organsmos públcos e prvados nterceptem e controlem o correo electrónco» (1999, p. 134), qual será a forma de procurar garantr um maor sglo e prvacdade nas comuncações à dstânca? A resposta mplca, forçosamente, o recurso ao campo da crptografa e da crptoanálse. O nome provém do grego kryptós, que sgnfca «esconddo», e gráphen, que sgnfca «escrta», e refere-se à aplcação de técncas matemátcas que possbltam que o conteúdo de uma mensagem se torne legível apenas para o destnatáro da mesma. Não admra, portanto, que o conceto seja bastante famlar aos servços de ntelgênca dos Estados, sobretudo porque consste numa das mas avançadas técncas de esponagem. Como, a este propósto, acrescenta Wayne Madsen: (... ) A Agênca Naconal de Segurança dos Estados Undos da Amérca (NSA) manteve durante anos um acordo secreto com a Crypto AG, uma empresa suíça que vende tecnologa de ponta em crptografa a dversos países e organzações comercas, permtndo à NSA e aos servços de ntelgênca que com ela colaboram um acesso completo a comuncações supostamente secretas. (Madsen, 1998) De modo geral, podem ser dentfcadas duas formas de crptografa, uma smétrca e outra assmétrca. No caso da crptografa smétrca só exste uma

9 Democraca delberatva e vglânca electrónca 381 cfra, ou seja, tanto o emssor como o receptor da mensagem usam a mesma palavra-chave para descodfcar a mensagem. Já no caso da crptografa assmétrca, recorre-se à combnação de duas palavras-chave relaconadas, uma públca e outra prvada, permtndo que só os receptores da mensagem encrptada possam descodfcar o seu conteúdo. A chave públca pode estar dfundda entre mutos e permte que a encrptação da nformação só possa ser decfrada pelo detentor da chave prvada. A chave prvada, como o própro nome sugere, é exclusvamente do conhecmento da entdade que a gerou, sendo que a cfra nunca é dstrbuída. Ambas funconam como algortmos matemátcos que servem para encrptar nformação, já que qualquer nformação encrptada pela chave públca, apenas pode ser desencrptada pela chave prvada correspondente. Actualmente, exstem alguns programas no mercado que têm possbltado uma espéce de democratzação da encrptação. Segundo Whtaker, o mas conhecdo é o Pretty Good Prvacy, um sstema de 128 bts, extremamente complexo, que assegura a ntmdade das comuncações e que se nsere no conjunto das novas técncas de contra-esponagem e contra-vglânca. Ora, é precsamente nesta lógca de dgtalzação que se enquadra a letura proposta por Glles Deleuze acerca do funconamento das «socedades de controlo». As «velhas dscplnas», que tnham nos «grandes meos de encerramento» a concentração do poder, foram, progressvamente, substtuídas por uma lógca «ondulatóra» que tem, na fgura da «serpente», a sua mas perfeta analoga. Enquanto as socedades dscplnares são reguladas por «palavras de ordem», mormente pela «assnatura» que ndca o ndvíduo, e pelo «número» ou matrícula» que ndca a sua posção numa determnada massa, «nas socedades de controlo, pelo contráro, o essencal já não é uma assnatura nem um número, mas uma cfra: a cfra é uma palavrapasse, ao passo que as socedades dscplnares são reguladas por palavras de ordem (tanto do ponto de vsta da ntegração como da resstênca), (Deleuze, 2003, p. 242). Efectvamente, Mchel Foucault stuou as socedades dscplnares como modelo sucessor das «socedades de soberana», aquelas socedades que mas do que gerar a vda, centravam o seu poder nos crtéros de decsão da morte. As socedades dscplnares, com efeto, referem-se aos grandes meos de encerramento, respetando um modelo herárquco onde se ntensfcam e «concentram todas as tecnologas coerctvas de comportamento» (Foucault, 2009, p. 300). Respetam uma multplcdade de processos e técncas «mnucosas» que resultam numa «anatoma polítca», de localza-

10 382 Hélder Pror ção dssemnada, e numa certa «mcrofísca do poder». Segundo Foucault, o corpo é objecto de controlo, de um controlo socal que lhe mpõe coacções, nterdções e obrgações, respetando uma efcáca e economa do movmento e dos processos de actvdade. Nas palavras do autor: «a estes métodos que permtem o controlo mnucoso das operações do corpo e que garantem a sujeção constante das suas forças, mpondo-lhes uma relação de docldade-utldade, é o que se pode chamar de dscplnas» (Foucault, 2009, p.141). Foucault consdera que o momento hstórco do aparecmento das «dscplnas» concde com o nascmento de uma arte do corpo humano que não se centra, apenas, nem no aumento das suas habldades nem, tampouco, no aumento dos processos de sujeção, mas antes no estabelecmento de um vínculo proporconal entre obedênca e utldade. Esta «polítca de coerção» assenta num processo de trabalho sobre o corpo que tem como objectvo o controlo dos seus movmentos medante procedmentos mecâncos de extracção orgânca. «O corpo humano entra num mecansmo do poder que o explora, o desartcula e o recompõe» (Foucault, 2009, p.141). Mas que aprsonar o corpo, esta «anatoma polítca» vsa uma maor rapdez e efcáca dos processos operatvos não, apenas, para que o corpo faça aqulo que se deseja, mas, sobretudo, «para que opere como se pretende». Vejamos a explcação do autor: A dscplna fabrca corpos submetdos e exerctados, corpos dóces. A dscplna aumenta as forças do corpo (em termos de utldade económca) e dmnu essas mesmas forças (em termos polítcos de obedênca). Numa palavra: dssoca o poder do corpo; por um lado, faz desse poder uma aptdão, uma capacdade que procura aumentar, por outro troca a energa, a potênca que daí podera resultar e converte-a numa relação de estrta sujeção. Se a exploração económca separa a força e o produto do trabalho, podemos dzer que a coerção da dscplna estabelece no corpo um vínculo de coacção entre uma aptdão aumentada e uma domnação acrescentada (Foucault, 2009, pp ). Na sua análse sobre os meos de encerramento, Foucault consderou a «dscplna» como uma «anatoma polítca do detalhe». Uma prátca mnucosa que tem na análse das «pequenas cosas» um procedmento elementar no controlo e utlzação de homens. Nos grandes meos de encerramento, os ndvíduos são dstrbuídos no espaço de forma a deles se extrar o máxmo benefíco, de saber onde e como os encontrar, de nterromper contactos contra-producentes, de vgar cada nstante, de vgar qualquer conduta, de a

11 Democraca delberatva e vglânca electrónca 383 aprecar ou sanconar. Trata-se de técncas que permtem conhecer para domnar e domnar para utlzar, extrando daí o máxmo proveto. Também neste ponto, o aprovetamento do tempo consttu um factor crucal. A correlação entre corpo e gesto é condção de efcáca e rapdez num processo onde «o bom uso do corpo» permte um melhor aprovetamento do tempo. Foucault analsou muto bem o projecto deal dos meos de encerramento, partcularmente vsível na fábrca: concentrar, repartr no espaço; ordenar no tempo; compor no espaço-tempo uma força produtva cujo efeto deve ser superor à soma das forças elementares (Deleuze, 2003, p. 239). A técnca do encerramento é, segundo Foucault, vsível em nsttuções como a escola, a fábrca ou o hosptal. Contudo, é a prsão que consttu, partcularmente, o modelo de encerramento por excelênca. Nos grandes meos de encerramento assste-se a uma perfeta correlação entre a vglânca e a técncas arqutectóncas que possbltam essa mesma vglânca. O Panóptco de Jeremy Bentham, com efeto, é a fgura arqutectónca que permte esta correlação. Uma metáfora que vale tanto para as prsões como para as escolas, hosptas, fábrcas ou até lugares de correcção. Obedece a uma composção arqutectónca muto smples: na perfera, uma construção em forma de anel; no centro, uma torre central com janelas largas que se abrem para o nteror do anel. A construção perférca está dvdda em celas que atravessam toda a largura do edfíco. Cada cela tem duas janelas, uma que dá para o nteror do edfíco, correspondente às janelas da torre central, e outra, que dá para o exteror, e que permte que a luz atravesse a cela de um lado ao outro. Basta colocar um vglante na torre central e fechar em cada cela um louco, um doente, um condenado, um operáro ou um aluno. Devdo ao efeto da luz, pode controlar-se, da torre central, qualquer gesto efectuado nas celas da perfera. É, deste modo, que o vglante consegue ver sem, no entanto, ser vsto. É, assm, que a «vsbldade se transforma numa armadlha». Por consegunte, a máquna panóptca torna possível um estado de vsbldade permanente, garantndo, de certa forma, o «funconamento automátco do poder». Como o recluso nunca sabe se está a ser espado, deve partr do prncípo de que pode estar a ser espado, sobretudo porque expermenta um estado de contínua vsbldade. O controlo alcança-se pela sensação constante de presença de um olho nvsível. A moral reformada, a saúde preservada, a nstrução dfundda, as cargas públcas alvadas, tudo medante uma smples dea arqutectónca. Quanto mas os ndvíduos a quem nteressa nspecconar se en-

12 384 Hélder Pror contrem à mercê dos olhos dos ndvíduos que devem nspecconar, ou, pelo menos, quanto melhor se causar tal mpressão, mas faclmente o modelo se aproxma da ubqudade dvna. O panóptco, ou «lugar de onde tudo se vê», fabrca, deste modo, «efetos homogéneos de poder». Apesar da genaldade da análse proposta por Foucault, o autor tnha conscênca da brevdade do modelo dos grandes meos de encerramento. As dscplnas, perante o aparecmento de «máqunas de uma tercera espéce», conheceram uma crse que levou ao advento de um novo tpo de socedade. Como, sobre este ponto, afrma Deleuze: Estamos numa crse generalzada de todos os meos de encerramento, prsão, hosptal, fábrca, escola, famíla. A famíla é um nteror, em crse como qualquer outro nteror, escolar, profssonal, etc. Os mnstros competentes não têm parado de anuncar reformas supostamente necessáras. Reformar a escola, reformar a ndústra, o hosptal, as forças armadas, a prsão; mas toda a gente sabe que estas nsttuções estão a acabar, a mas longo ou mas curto prazo. Trata-se apenas de gerr a sua agona e de ocupar as pessoas, até à nstalação das novas forças que batem já à porta. São as socedades de controlo que estão em vas de substtur as socedades dscplnares (Deleuze, 2003, p. 240). Nas socedades de controlo já não estamos na presença do par «massandvíduo». Já não é o número ou a matrícula que ndca a posção do ndvíduo numa determnada massa, até porque os ndvíduos transformaram-se em seres «dvduas», em elementos dvsíves, e a massas, por outro lado, em «dados» ou «amostras» que, como vmos, permtem a gestão e elmnação do rsco. Trata-se, segundo Deleuze, de uma «mutação do captalsmo», de um captalsmo que já não se centra na busca da mas-vala pela lógca consequente da maxmzação das vendas e da dmnução dos custos nerentes à produção, mas no marketng. «É um captalsmo de sobreprodução. (... ) O que quer vender são servços, e o que quer comprar são acções» (Deleuze, 2003, p. 240). Neste sstema «dspersvo» onde a «fábrca cedeu o seu lugar à empresa», o marketng transforma-se em nstrumento de controlo cuja «lnguagem numérca» é a cfra. A mesma cfra que «referenca» a posção de cada ndvíduo, os seus gostos, as suas preferêncas, as suas vstas vrtuas, o seu estado ondulatóro ou, nclusve, o seu própro estado de espírto. A localzação dos ndvíduos no espaço e no tempo, bem como a coordenação das suas actvdades, depende da nteracção do ser humano com máqunas que, para-

13 Democraca delberatva e vglânca electrónca 385 doxalmente, são cada vez mas autónomas. «A nova vglânca está aí, sem golpes de Estado nem revoluções» (Lyon, 1995, p. 82). Neste novo marco do captalsmo, onde o «marketng ntelgente» ganha cada vez mas força, a massa ndferencada de ndvíduos deu lugar a grupos de consumdores com característcas específcas. É por sso que a chave do novo marketng ntelgente radca na nformação e na acumulação de dados sobre as característcas do consumdor. Medante uma selecção de perfs nformatvos, as bases de dados excluem grupos consderados de rsco e ncluem os perfs nformatvos cujas característcas se aproxmam do públco de potencas consumdores. Deste modo, o cberespaço funcona como um mundo paralelo onde todos nós temos um perfl nvsível face ao mundo real e que consttu uma espéce de réplca em relação àqulo que, efectvamente, somos. Um perfl que se torna vsível através do olhar permtdo pela janela electrónca. A vglânca possbltada pelo advento das novas tecnologas torna, com efeto, os ndvíduos vsíves de uma forma que Bentham não podera conceber. O nspector da torre central fo, progressvamente, substtuído por uma multplcdade de nspectores, num um processo de vglânca que agora é descentralzada e consensual. Cada vez que fazemos uma compra ou uma transacção fnancera, cada vez que adqurmos acções, em algum lugar (e o regsto destas actvdades é cada vez mas completo) fcamos brevemente lumnados pelo agora ubíquo e descentralzado panóptco. Esta transparênca momentânea, junto a todos os outros momentos em que somos regstados medante um processamento electrónco de dados, confgura um modelo unfcado. Já se sabe que as novas tecnologas acabaram com mutos postos de trabalho; o que não se sabe é que o prmero desempregado desta nova era é o nspector/bg Brother. (... ) A força deste novo panóptco resde na partcpação voluntára das pessoas graças aos benefícos e vantagens que oferece, sendo que as pessoas são menos propensas a perceber os nconvenentes e as ameaças (Whtaker, 1999, p. 173). Os cartões de crédto e/ou débto, por exemplo, oferecem um elevado grau de comoddade nas transacções fnanceras, mas não é menos verdade que a banda magnétca permte saber o que compramos, onde o fazemos, onde estvemos e, em alguns casos, para onde vamos. O funconamento dos sstemas de multbanco permte dentfcar preferêncas pessoas e movmentos físcos e adconar esses dados ao perfl do consumdor. A empresa amercana AT&T, ggante de telecomuncações, fo responsável pela cração de um cartão que

14 386 Hélder Pror combna as funções de cartão de crédto, cartão de dentfcação bancáro e cartão telefónco. Em Portugal, a cardmobl trata-se de um servço que permte armazenar no telemóvel os cartões de fdelzação nerentes ao consumo. Basta que o consumdor se regste no ste da empresa, com um endereço de e-mal váldo, e nstale a aplcação no telemóvel. A partr daí, os quase 200 cartões que actualmente estão dsponíves para download são transferdos para o telemóvel e podem ser mostrados nas respectvas lojas. Esta desmateralzação dos cartões é, de facto, cómoda para o clente mas não deve perder-se de vsta que abre espaço para a combnação de dados que antes estavam dspersos. O consumo compensa a partcpação consentda no novo panóptco electrónco. Como sublnha Whtaker: «actualmente, quando a vglânca panóptca nterpela o sujeto, fá-lo medante a compreensão das suas necessdades e a satsfação dos seus desejos» (Whtaker, 1999, p. 177). Se o Panóptco de Bentham permta o solamento dos sujetos medante uma construção arqutectónca herárquca e centralzada, a tecnologa ao servço do marketng ntelgente orenta-se para a dferencação do consumdor, ndvdualzando os seus gostos e necessdades. Como vemos, neste ponto a semelhança é estrutural. Ora, apesar de grande parte da vglânca ser, de facto, comercal, as questões anterormente referdas não dspensam uma análse socológca, ontológca e polítca de uma dmensão partcular da vda socal que tem sdo acelerada pelo desenvolvmento das tecnologas de nformação. Recentemente, a evolução de sstemas operatvos como o caso dos smartphones relançou a dscussão sobre as questões da prvacdade. Aplcações como as redes socas, sobretudo o facebook ou o twtter, ou as aplcações baseadas na localzação dos equpamentos, caso do foursquare por exemplo, fazem parte de um conjunto de dspostvos de dentfcação que contrbuem para uma maor exposção e vsbldade do sujeto. Se, como temos vndo a referr, a vglânca tem uma dmensão nsttuconal enquanto elemento gerador de poder, talvez seja nteressante analsar não só as potencaldades da nova esfera públca, mas abrangente, mas também as mplcações de tal abrangênca, mplcações que têm que ver com uma certa contracção do espaço prvado. Como não pode haver transformações na esfera públca que não sejam, concomtantemente, transformações no âmbto prvado, a dstnção entre vda públca e vda prvada dssolve-se à medda que os Estados e as corporações recolhem dados pessoas, gnorando antgos lmtes. Com efeto, enquanto partcpamos e benefcamos dos processos da actual comuncação em Rede, a prvacdade

15 Democraca delberatva e vglânca electrónca 387 perde-se perante cookes e estratégas de recuperação de dados pessoas. A lógca é, de facto, ondulatóra, mas não devemos esquecer que a serpente morde a cauda. Quem deve vgar aqueles que, actualmente, nos vgam? À vossa «vglânca» me remeto. Bblografa BLANCO, Víctor Sampedro, Opnón Públca y Democraca Delberatva; medos, sondeos y urnas, Istmo, Madrd, CASTELLS, Manuel, (2009), Comuncacón y Poder, Alanza Edtoral, Madrd. [Ed. ng.: Communcaton Power, Oxford Unversty Press, New York, 2009.] DELEUZE, Glles, Post-scrptum sobre as socedades de controlo, n Conversações, Fm de Século Edções, Colecção Entre Vstas, S.L FOUCAULT, Mchel, Vglar y Castgar; Nacmento de la prsón, Sglo XXI Edtores, Madrd, HABERMAS, Jürgen, Teoría de la Accón Comuncatva: complementos y estúdos prévos, trad. M. Jménez Redondo, Madrd, Catedra, KANT, Immanuel, A Paz Perpétua e Outros Opúsculos, Edções 70, Lsboa, LYON, Davd, (1995), El ojo electrónco; El auge de la socedad de la vglanca, Alanza Edtoral, Madrd. [Ed. Ing.: The Electronc Eye: the rse of survellance socety, Unversty of Mnnesota Press, Mnneapols, 1994.] MADSEN, Wayne, «Crypto AG: the NSA S Trojan Horse?», Covert Acton Quarterly, MCQUAIL, Denns, Teora da Comuncação de Massas, Fundação Calouste Gulbenkan, Lsboa, MATTELART, Armand, Un Mundo Vglado, Barcelona, Padós, O HARA, Keron, SHADBOLT, Ngel, O Espão na máquna do café, Plátano Edtora, Lsboa, ORWELL, George, 1984, Antígona, Lsboa, 2007.

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