Desenvolvimento Sustentável do Brasil INDICAR NESTE QUADRO EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA. APROVAÇÃO T.E Nome Rubrica Nome Rubrica E DIREX

Save this PDF as:
Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Desenvolvimento Sustentável do Brasil INDICAR NESTE QUADRO EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA. APROVAÇÃO T.E Nome Rubrica Nome Rubrica E DIREX"

Transcrição

1 Desenvolvimento Sustentável do Brasil Nº Fls.: 01/18 INDICAR NESTE QUADRO EM QUE REVISÃO ESTÁ CADA FOLHA Rev/ Rev/ Fls Fls Revisão Data: 00 jun/2007 ELABORADO POR: APROVAÇÃO T.E Nome Rubrica Nome Rubrica Clarisse Soraggi E DESCRIÇÃO DA REVISÃO Preliminar TIPO DE EMISSÃO (T.E.) (A) PRELIMINAR (B) - REVISÃO (C) - CONHECIMENTO (D) - (E) PARA APLICAÇÃO (F) - (G) - (H) - CANCELADO DISTRIBUIÇÃO DIRETORES, SUPERINTENDENTES, CHEFES DE ASSESSORIA, GERENTES PALAVRA CHAVE CIPA

2 Nº Fls.: 02/ OBJETIVO A Prevenção de Acidentes e doenças decorrentes do trabalho de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da SAÚDE DO TRABALHADOR. 2 - REFERÊNCIA Política para padronização (POL ) Regulamento da padronização (REG ) Processo 897/09 3 DA COMPETÊNCIA 3.1 Fica a Diretoria Executiva responsável por baixar atos e demais cominações necessárias ao fiel cumprimento desta Norma. As modificações são de competência do SESMT. 3 - CAMPO DE APLICAÇÃO Aplica-se a todos os empregados no âmbito geral da. 4 DA CONSTITUIÇÃO: Devem constituir CIPA, por estabelecimento, mantendo em funcionamento as empresas públicas, privadas, sociedade de economia mista, órgãos de administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalho com empregados As Empresas que possuam trabalhadores avulsos deverão observar as disposições das Normas Regulamentadoras NRs de setores econômicos específicos e terão a obrigatoriedade de supervisão das atividades A empresa que possua no Município dois ou mais estabelecimento deverá garantir a integração das CIPAs com a finalidade de harmonizar a Política de Segurança e Saúde do Trabalhador. 5 DO DIMENSIONAMENTO: A CIPA será composta por participante do empregador e dos empregados, de acordo com o dimensionamento previsto no Quadro I da NR 05, da Portaria 3214/ Os representantes dos empregadores, titulares e suplentes deverão ser indicados Os representantes dos empregados, titulares e suplentes, serão eleitos em escrutínio secreto, do qual, participam independentemente de filiação sindical, exclusivamente os empregados específicos.

3 Nº Fls.: 03/ O número de membros titulares e suplentes da CIPA será formado pelos empregados eleitos em ordem decrescente de votos recebidos, observando o dimensionamento previsto da NR 05, da Portaria 3214/ Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I (NR 05), a empresa designará um representante para o cumprimento dos objetivos da CIPA, ou adotará mecanismos acordados em negociações coletivas de trabalho O mandato dos membros da CIPA terá duração de um ano, permitida uma reeleição. 6 DAS ATRIBUIÇÕES: DA CIPA identificar os riscos do processo de trabalho, e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior número de trabalhadores, com assessoria do SESMT, onde houver; elaborar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva na solução de problemas de segurança e saúde no trabalho; participar da implementação e do controle da qualidade das medidas de prevenção necessárias, bem como da avaliação das prioridades de ação nos locais de trabalho; realizar, periodicamente, verificações nos ambientes e condições de trabalho visando a identificação de situações que venham a trazer riscos para a segurança e saúde dos trabalhadores; realizar, a cada reunião, avaliação do cumprimento das metas fixadas em seu plano de trabalho e discutir as situações de risco que foram identificadas; divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho; participar, com o SESMT, onde houver, das discussões promovidas pelo empregador, para avaliar os impactos de alterações no ambiente e processo de trabalho relacionados à segurança e saúde dos trabalhadores; requerer ao SESMT, quando houver, ou ao empregador, a paralisação de máquina ou setor onde considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores; colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO e PPRA e de outros programas relacionados à segurança e saúde no trabalho; divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho, relativas à segurança e saúde no trabalho; participar, em conjunto com o SESMT, onde houver, ou com o empregador, da análise das causas das doenças e acidentes de trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados; requisitar ao empregador e analisar as informações sobre questões que tenham interferido na segurança e saúde dos trabalhadores; requisitar à empresa as cópias das CAT emitidas; promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho SIPAT;

4 Nº Fls.: 04/18 participar, anualmente, em conjunto com a empresa, de Campanhas de Prevenção da AIDS DO EMPREGADOR proporcionar aos membros da CIPA os meios necessários ao desempenho de suas atribuições, garantindo tempo suficiente para a realização das tarefas constantes do plano de trabalho DOS EMPREGADOS: participar da eleição de seus representantes; colaborar com a gestão da CIPA; indicar à CIPA, ao SESMT e ao empregador situações de riscos e apresentar sugestões para melhoria das condições de trabalho; observar e aplicar no ambiente de trabalho as recomendações quanto à prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho DO PRESIDENTE DA CIPA: convocar os membros para as reuniões da CIPA; coordenar as reuniões da CIPA, encaminhando ao empregador e ao SESMT, quando houver, as decisões da comissão; manter o empregador informado sobre os trabalhos da CIPA; coordenar e supervisionar as atividades de secretaria; delegar atribuições ao Vice-Presidente; DO VICE-PRESIDENTE: executar atribuições que lhe forem delegadas; substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais ou nos seus afastamentos temporários; DO PRESIDENTE E O VICE-PRESIDENTE DA CIPA, EM CONJUNTO cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos; coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que os objetivos propostos sejam alcançados; delegar atribuições aos membros da CIPA; promover o relacionamento da CIPA com o SESMT, quando houver; divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento; encaminhar os pedidos de reconsideração das decisões da CIPA; constituir a comissão eleitoral.

5 Nº Fls.: 05/ DO SECRETÁRIO DA CIPA TERÁ POR ATRIBUIÇÃO acompanhar as reuniões da CIPA e redigir as atas apresentando-as para aprovação e assinatura dos membros presentes; preparar as correspondências; e outras que lhe forem conferidas. 7 DO FUNCIONAMENTO A CIPA terá reuniões ordinárias mensais, de acordo com o calendário preestabelecido As reuniões ordinárias da CIPA serão realizadas durante o expediente normal da empresa e em local apropriado As reuniões da CIPA terão atas assinadas pelos presentes com encaminhamento de cópias para todos os membros As atas ficarão no estabelecimento à disposição dos Agentes da Inspeção do Trabalho (AIT) Reuniões extraordinárias deverão ser realizadas quando houver denúncia de situação de risco grave e iminente que determine aplicação de medidas corretivas de emergência; ocorrer acidente do trabalho grave ou fatal; houver solicitação expressa de uma das representações As decisões da CIPA serão preferencialmente por consenso Não havendo consenso, e frustradas as tentativas de negociação direta ou com mediação, será instalado processo de votação, registrando-se a ocorrência na ata da reunião Das decisões da CIPA caberá pedido de reconsideração, mediante requerimento justificado O pedido de reconsideração será apresentado à CIPA até a próxima reunião ordinária, quando será analisado, devendo o Presidente e o Vice-Presidente efetivar os encaminhamentos necessários O membro titular perderá o mandato, sendo substituído por suplente, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativa A vacância definitiva de cargo, ocorrida durante o mandato, será suprida por suplente, obedecida à ordem de colocação decrescente registrada na ata de eleição, devendo o empregador comunicar à unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego as alterações e justificar os motivos.

6 Nº Fls.: 06/ No caso de afastamento definitivo do presidente, o empregador indicará o substituto, em dois dias úteis, preferencialmente entre os membros da CIPA No caso de afastamento definitivo do vice-presidente, os membros titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto, entre seus titulares, em dois dias úteis. 8 DO TREINAMENTO A empresa deverá promover treinamento para os membros da CIPA, titulares e suplentes, antes da posse O treinamento de CIPA em primeiro mandato será realizado no prazo máximo de trinta dias, contados a partir da data da posse As empresas que não se enquadrem no Quadro I, promoverão anualmente treinamento para o designado responsável pelo cumprimento do objetivo desta NR O treinamento para a CIPA deverá contemplar, no mínimo, os seguintes itens: estudo do ambiente, das condições de trabalho, bem como dos riscos originados do processo produtivo; metodologia de investigação e análise de acidentes e doenças do trabalho; noções sobre acidentes e doenças do trabalho decorrentes de exposição aos riscos existentes na empresa; noções sobre a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida AIDS, e medidas de prevenção; noções sobre as legislações trabalhistas e previdenciária relativas à segurança e saúde no trabalho; princípios gerais de higiene do trabalho e de medidas de controle dos riscos; organização da CIPA e outros assuntos necessários ao exercício das atribuições da Comissão O treinamento terá carga horária de vinte horas, distribuídas em no máximo oito horas diárias e será realizado durante o expediente normal da empresa O treinamento poderá ser ministrado pelo SESMT da empresa, entidade patronal, entidade de trabalhadores ou por profissional que possua conhecimentos sobre os temas ministrados A CIPA será ouvida sobre o treinamento a ser realizado, inclusive quanto à entidade ou profissional que o ministrará, constando sua manifestação em ata, cabendo à empresa escolher a entidade ou profissional que ministrará o treinamento Quando comprovada a não observância ao disposto nos itens relacionados ao treinamento, a unidade descentralizada do Ministério do Trabalho e Emprego determinará a complementação ou a realização de outro, que será efetuado no prazo máximo de trinta dias, contados da data de ciência da empresa sobre a decisão.

7 Nº Fls.: 07/18 9 DA CONTRATANTE E CONTRATADA Quando se tratar de empreiteiras ou empresas prestadoras de serviços, considera-se estabelecimento, para fins de aplicação desta Norma, o local em que seus empregados estiverem exercendo suas atividades (de acordo com a Portaria 3214 /78 - NR 5) Sempre que duas ou mais empresas atuarem em um mesmo estabelecimento, a CIPA ou designado da empresa contratante deverá, em conjunto com as das contratadas ou com os designados, definir mecanismos de integração e de participação de todos os trabalhadores em relação às decisões das CIPA existentes no estabelecimento A contratante e as contratadas, que atuem num mesmo estabelecimento, deverão implementar, de forma integrada, medidas de prevenção de acidentes e doenças do trabalho, decorrentes da presente Norma (Portaria 3214/78), de forma a garantir o mesmo nível de proteção em matéria de segurança e saúde a todos os trabalhadores do estabelecimento A empresa contratante adotará medidas necessárias para que as empresas contratadas, suas CIPA, os designados e os demais trabalhadores lotados naquele estabelecimento recebam as informações sobre os riscos presentes nos ambientes de trabalho, bem como sobre as medidas de proteção adequadas A empresa contratante adotará as providências necessárias para acompanhar o cumprimento pelas empresas contratadas que atuam no seu estabelecimento, das medidas de segurança e saúde no trabalho. 10 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS A Empresa após a realização da eleição e posse da CIPA deverá solicitar seu registro junto ao Delegado do Trabalho e Emprego, conforme modelo de requerimento em anexo As CIPAs terão que possuir Livro de Atas devidamente autenticado pelo Ministério do Trabalho e Emprego Caso haja necessidade de encerramento do Livro de Atas ou da própria CIPA a empresa deverá fazer a solicitação junto ao MTbE (modelo anexo) ANEXOS ANEXO I FICHA DE INFORMAÇÃO AO MTbE. ANEXO II FICHA DE ANÁLISE DE ACIDENTE DE TRABALHO DA CIPA. ANEXO III TABELA DE DIAS DEBITADOS. ANEXO IV QUADRO I (CD) ANEXO V - QUADRO II (CD) ANEXO VI MODELO DE REQUERIMENTO DE REGISTRO DE CIPA. ANEXO VII MODELO DE TÊRMO DE ABERTURA DO LIVRO DE ATA DA CIPA. ANEXO VIII MODELO DO TÊRMO DE ENCERRAMENTO DO LIVRO OU DA CIPA. ANEXO IX ATA DE POSSE.

8 Nº Fls.: 08/18 ANEXO X MODELO DE EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA REUNIÃO ORDINÁRIA. ANEXO XI Síntese de Procedimentos contendo Manual de preenchimento do Anexo I. ANEXO XII -CD LEGISLAÇÃO, contendo: Portaria SSMT n 33, de 27 de outubro de Portaria SSST n 25, de 29 de dezembro de Portaria SSST n 08, de 23 de fevereiro de Portaria SSST n 15, de 26 de fevereiro de Portaria SSST n 24, de 27 de maio de Portaria SSST n 25, de 27 de maio de Portaria SIT n 16, de 10 de maio de VIGÊNCIA A presente Norma passa vigorar a partir da data de sua assinatura pela Diretoria Executiva Os casos omissos serão resolvidos pela Diretoria Executiva. Brasília,... de... de JOSÉ FRANCISCO DAS NEVES Diretor-Presidente ANTONIO FELIPE SANCHEZ COSTA Diretor Administrativo e Financeiro LUIZ CARLOS OLIVEIRA MACHADO Diretor de Engenharia FRANCISCO ELÍSIO LACERDA Diretor de Planejamento

9 Nº Fls.: 09/18 ANEXO I NOTA: O Manual de preenchimento do Anexo I encontrase na Síntese de Procedimentos (Anexo XI)

10 Desenvolvimento Sustentável do Brasil Nº Fls.: 010/18 ANEXO II FICHA DE ANÁLISE DE ACIDENTES COMISSÃO INTERNA Empresa: CIPA Nº Endereço Completo: Cidade/Estado: CEP: Nome completo: Matrícula: Ocupação: Departamento do Acidente: Parte do corpo atingida: DADOS DO ACIDENTADO Idade: Órgão de Lotação: RELATO DO ACIDENTE Seção: Nome completo: Como ocorreu: INFORMAÇÕES DO ENCARREGADO INVESTIGAÇÃO DO ACIDENTE Matrícula: Causa apurada: Nome: Nome: Nome: Causa do Acidente: MEMBRO(s) DA COMISSÃO CONCLUSÃO DA COMISSÃO Responsabilidade: Medidas Propostas: Secretário da CIPA: ASSINATURAS Nome Assinatura Presidente da CIPA: Nome Assinatura

11 Nº Fls.: 011/18 ANEXO III TABELA DOS DIAS DEBITADOS NATUREZA AVALIAÇÃO PERCENTUAL DIAS DEBITADOS VALOR Morte Incapacidade Total ou Permanente Perda de ambos os olhos Perda da visão de um olho Perda do braço acima do cotovelo Perda do braço abaixo do cotovelo Perda da mão Perda do 1º quirodátilo (polegar) Perda qualquer outro quirodátilo (dedo) Perda de dois quirodátilo (dedos) 12, Perda de três quirodátilo (dedos) Perda do 1º quirodátilo (polegar) e qualquer outro quirodátilo Perda do 1º quirodátilo (polegar) e dois outros quirodátilos Perda do 1º quirodátilo (polegar) e três outros quirodátilos Perda do 1º quirodátilo (polegar) e quatro outros quirodátilos 33, Perda da perna acima do joelho Perda da perna no joelho ou abaixo dele Perda do pé Perda do1 º pododátilo (dedo grande) ou de dois outros ou mais pododáticos (dedos do pé) Perda do 1º pododátilo (dedo grande) de ambos os pés Perda de qualquer outro pododátilo (dedo do pé) Perda da audição de um ouvido Perda da audição de ambos os ouvidos

12 Nº Fls.: 012/18 ANEXO IV QUADRO I Dimensionamento da CIPA dado pela NR 05 e a Portaria SIT nº 14, de 21 de junho de (CD)

13 Nº Fls.: 013/18 ANEXO V QUADRO II Dado pela NR 05 e a Portaria SIT nº 14, de 21 de junho de (CD)

14 Nº Fls.: 014/18 ANEXO VI MODELO DE REQUERIMENTO DE SOLICITAÇÃO DE REGISTRO DE CIPA Ilmo. Sr...(Regional do Trabalho ou do Trabalho Marítimo) A...(Razão Social) Situada...CEP...(Endereço), Com atividade..., grau de risco..., Vem mui respeitosamente, requerer a V. Sa, o registro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA, estabelecimento situado,(descrever o endereço completo), CEP...,Telefone... CGC...,com atividade... de conformidade com o art. 163, da CLT e a NR 05, da cópia das atas da eleição e da Instalação e Posse (ou as mesmas registradas no livro de atas), livro de Atas para autenticação e Calendário Anual das reuniões Ordinárias da CIPA. Nestes termos Pede deferimento...de Assinatura do Empregador:...

15 Nº Fls.: 015/18 ANEXO VII MODELO DE TERMO DE ABERTURA DE LIVRO DE ATA Contém o presente livro...folhas numeradas tipograficamente, que se destinam à lavratura das Atas das reuniões ordinárias e extraordinárias da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA da... (Razão Social), situada na...(endereço)....de...de 2009 Assinatura do Empregador...

16 Nº Fls.: 016/18 ANEXO VIII MODELO DE TERMO DE ENCERRAMENTO DO LIVRO DE ATAS. As...folhas do presente livro, numeradas tipograficamente, foram usadas na lavratura das Atas das reuniões ordinárias e extraordinárias, da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA....de...de 2009 Assinatura do Empregador.... PRESIDENTE DA SESSÃO SECRETÁRIO TITULARES SUPLENTES

17 Desenvolvimento Sustentável do Brasil Nº Fls.: 017/18 ANEXO IX MODELO DE ATA DE POSSE Aos dias do mês de, no nesta cidade, (nº) (nome do mês) (nº do ano) (descrever o nome e endereço completo do estabelecimento que se realizou a reunião) presente(s) o(s) Senhor(es) Diretor(es) da Empresa, bem como, os demais presentes, conforme Livro de Presença, reuniram-se para Instalação e Posse da CIPA da - (nº e data da Engenharia, Construções e Ferrovias S/A., conforme o estabelecido pela Portaria nº emissão da Portaria). O Senhor representante da Empresa e Presidente da Sessão, (nome completo de quem representará a empresa), nomeou a mim, para secretariar a reunião. Em seguida o Presidente da (nome do nomeado para secretariar a reunião), Sessão declarou abertos os trabalhos, cuja pauta é 1) INSTALAÇÃO E POSSE DOS COMPONENTES DA CIPA. Continuando declarou instalada a Comissão e empossados os representantes: DO EMPREGADOR TITULAR: (descrever nome completo) DO EMPREGADOR SUPLENTES: (descrever nome completo) Da mesma forma declarou empossados os Representantes eleitos pelos empregados: DOS EMPREGADOS TITULAR: DOS EMPREGADOS SUPLENTES: (descrever nome completo) (descrever nome completo) A seguir, foi designado para Presidente da CIPA o Senhor (descrever nome completo), tendo sido (descrever nome completo), escolhido entre os representantes eleitos dos Empregados o Senhor para Vice Presidente. Os Representantes do empregador e dos empregados, em comum acordo, escolheram também o Senhor (descrever nome completo) para Secretário da CIPA. Nada mais havendo a tratar, o Senhor Presidente da sessão deu por encerrada a reunião lembrando a todos que o período de gestão da CIPA ora instalada será de 01 (um) ano a contar da presente data. Para constar, lavrou a presente Ata, que, lida e aprovada, vai assinada por mim, Secretário, pelo Presidente da Sessão e por todos os Representantes eleitos e/ou designados inclusive os Suplentes. PRESIDENTE DA SESSÃO SECRETÁRIO TITULARES SUPLENTES

18 Nº Fls.: 018/18 ANEXO X MODELO DE EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA REUNIÃO ORDINÁRIA N... EDITAL DE CONVOCAÇÃO Ficam convocados os senhores componentes da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA, dessa empresa, para se reunirem, em sessão ordinária, no dia...de..., às...horas, na sala..., com a seguinte ordem do dia. 1. Verificação do andamento das sugestões apresentadas em reuniões anteriores; 2. Verificação e discussão dos acidentes do trabalho ocorridos após a última reunião; 3. Discussão de assuntos sobre a segurança e medicina do trabalho de interesse da empresa....de...de 2009 Presidente da CIPA

CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes DO OBJETIVO A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo

Leia mais

FAP Faculdade de Apucarana CESUAP Centro de Ensino Superior de Apucarana CNPJ 73243164/0001-13. NR5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

FAP Faculdade de Apucarana CESUAP Centro de Ensino Superior de Apucarana CNPJ 73243164/0001-13. NR5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes DO OBJETIVO 5.1 a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA 5 - NR 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO OBJETIVO

NORMA REGULAMENTADORA 5 - NR 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO OBJETIVO Page 1 of 7 NORMA REGULAMENTADORA 5 - NR 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DO OBJETIVO 5.1 a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e

Leia mais

Alexandre Enzweiler, Gabriel de Almeida e Yvo Pitol 22/04/2013

Alexandre Enzweiler, Gabriel de Almeida e Yvo Pitol 22/04/2013 CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR-5 Alexandre Enzweiler, Gabriel de Almeida e Yvo Pitol 22/04/2013 Atribuições iniciais Criada em 1934 e regulamentada somente em 1978 juntamente com outras

Leia mais

NR5 - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (205.000-5) DO OBJETIVO 5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho,

Leia mais

CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTE

CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTE CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTE OBJETIVO Prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção

Leia mais

Constituição da CIPA: 5.2. Devem constituir CIPA, por estabelecimento...

Constituição da CIPA: 5.2. Devem constituir CIPA, por estabelecimento... 1 Modelos de Documentos para a constituição da CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - Data: 02/01/2006. Realização: Gerência de Políticas de Prevenção e Saúde Ocupacional Objetivos da CIPA:

Leia mais

Prefeitura Municipal de São Pedra dos Ferros

Prefeitura Municipal de São Pedra dos Ferros CNPJ/MF. nº 19.243.500/0001-82 Código do Município: 847-8 Praça Prefeito Armando Rios, 186-Centro - 35360-000 São Pedra dos Ferros-MG lei no 101, de 08 de maio de 2014. DISPÕE SOBRE A CONSTITUiÇÃO DA COMISSÃO

Leia mais

Altera e consolida o Regimento Interno da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA e dá outras providências.

Altera e consolida o Regimento Interno da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA e dá outras providências. ATO Nº 1104/09 Altera e consolida o Regimento Interno da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA e dá outras providências. CONSIDERANDO as sugestões de aperfeiçoamento do Regimento Interno da Comissão

Leia mais

NR 4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT)

NR 4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) Zelãene dos Santos SEGURANÇA DO TRABALHO E MEIO AMBIENTE NR 4 - Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) 4.1. As empresas privadas e públicas, os órgãos públicos

Leia mais

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA. Sindilojas, 24 de julho de 2014

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA. Sindilojas, 24 de julho de 2014 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA Sindilojas, 24 de julho de 2014 Legislação da CIPA Decreto-lei nº 7.036 de 10/11/1944 (Lei de Acidentes do Trabalho): Art. 82. Os empregadores, cujo número

Leia mais

Caro XXXXX, O que é CIPA?

Caro XXXXX, O que é CIPA? Caro XXXXX, Para eleição da CIPA e empresa deve seguir rigorosamente o determinado na Nr 5 da Portaria 3214 do MTB, após a eleição ele deve comunicar a DRT da região bem como o respectivo sindicato da

Leia mais

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO Rua Barão de Itapary, 227 - Centro CEP: 65.070-020 São Luís-MA. NATALINO SALGADO FILHO Reitor

HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO Rua Barão de Itapary, 227 - Centro CEP: 65.070-020 São Luís-MA. NATALINO SALGADO FILHO Reitor 30 HOSPITAL UNIVERSITÁRIO DO MARANHÃO Rua Barão de Itapary, 227 - Centro CEP: 65.070-020 São Luís-MA NATALINO SALGADO FILHO Reitor JOYCE SANTOS LAGES Superintendente EURICO SANTOS NETO Gerente Administrativo

Leia mais

CRIA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA, NO ÂMBITO DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO - SAMAE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

CRIA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA, NO ÂMBITO DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO - SAMAE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 3155, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2009. CRIA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES - CIPA, NO ÂMBITO DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO - SAMAE E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito do

Leia mais

Área Emitente: Gestão com Pessoas/SESMT ASSUNTO: ELEIÇÃO DA CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NR-5

Área Emitente: Gestão com Pessoas/SESMT ASSUNTO: ELEIÇÃO DA CIPA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES NR-5 Código: Data emissão: Data de Vigência: Página 1 de 7 1- Objetivo: Prevenir acidentes e doenças decorrentes do trabalho aplicando as determinações da legislação NR-5. 2- Aplicação: Este procedimento aplica-se

Leia mais

LEI N 501, DE 02 DE JULHO DE 2009.

LEI N 501, DE 02 DE JULHO DE 2009. Pág. 1 de 6 LEI N 501, DE 02 DE JULHO DE 2009. CRIA COMISSÃO DE HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO CIPA E A COMISSÃO GERAL DE HIGIENE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO CIPAG, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008.

PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO LEOPOLDO Estado do Rio Grande do Sul DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. DECRETO Nº 5.541, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Regulamenta o artigo 66, do Estatuto dos Servidores Públicos de São Leopoldo, Lei nº 6.055 de 14 de Setembro de 2006, Da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes-

Leia mais

Regulamento das comissões internas de prevenção de acidentes - CIPAs

Regulamento das comissões internas de prevenção de acidentes - CIPAs Pág.: 1/5 1 Objetivo 1.1 Esta Norma estabelece os procedimentos relativos ao funcionamento das Comissões Internas de Prevenção de Acidentes - CIPAs na COPASA MG. 1.2 Aplica-se a todos os empregados e Unidades

Leia mais

5.5.4 Para cada eleição deverá haver uma folha de votação que ficará arquivada na empresa por um período mínimo de 3 (três) anos.

5.5.4 Para cada eleição deverá haver uma folha de votação que ficará arquivada na empresa por um período mínimo de 3 (três) anos. NR 5 5.1 As empresas privadas e públicas e os órgãos governamentais que possuam empregados regidos pela ConsoIidação das Leis do Trabalho - CLT ficam obrigados a organizar e manter em funcionamento, por

Leia mais

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL

REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO CONSELHO DEPARTAMENTAL RESOLUÇÃO Nº. 073/12-COGEP de 07/12/12 Curitiba

Leia mais

Modelo de Implantação da CIPA

Modelo de Implantação da CIPA PROCEDIMENTOS PARA ELEIÇÃO É de responsabilidade do empregador convocar eleições para escolha dos representantes dos empregados na CIPA, no prazo mínimo de 60 dias antes do término do mandato em curso.

Leia mais

AFT - MTE. Segurança do Trabalho Normativas 4 e 5. Prof. Anjor Mujica

AFT - MTE. Segurança do Trabalho Normativas 4 e 5. Prof. Anjor Mujica NR 4 - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO Publicação D.O.U. Portaria GM n.º 3.214, de 08 de junho de 1978 06/07/78 Alterações/Atualizações D.O.U. Portaria SSMT

Leia mais

Manual de Segurança e higiene do trabalho Procedimento para CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Manual de Segurança e higiene do trabalho Procedimento para CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Revisão: 00 Folha: 1 / 10 1. Definição CIPA Acidente 2. Objetivo A CIPA - tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO FISCAL DO FUNDO DE APOSENTADORIA E PENSÃO DO SERVIDOR- FAPS CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1.º - O Conselho Fiscal do Fundo de Aposentadoria e Pensão do Servidor- FAPS, criado

Leia mais

5º WORSHOP DO ALGODÃO AMPASUL NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO RURAL

5º WORSHOP DO ALGODÃO AMPASUL NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO RURAL 5º WORSHOP DO ALGODÃO AMPASUL NOÇÕES BÁSICAS DE SEGURANÇA DO TRABALHO RURAL Instituto Algodão Social Missão Promover aos associados do setor algodoeiro a responsabilidade social empresarial, a cidadania,

Leia mais

CALENDÁRIO PROCESSO ELEITORAL CIPA

CALENDÁRIO PROCESSO ELEITORAL CIPA DATA DA POSSE DA ATUAL GESTÃO DA CIPA VIGÊNCIA - BIANUAL CALENDÁRIO PROCESSO ELEITORAL CIPA Nº ATIVIDADES PRAZO DATA EXATA DATA CORRIGIDA DIAS ANTES DA POSSE 1 CONVOCAR OS SERVIDORES PARA ELEIÇÃO 60 DIAS

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO CONSELHO, ATRIBUIÇÕES E SUA COMPOSIÇÃO Art. 1.º- O Conselho Municipal de Educação de Carlos Barbosa, criado pela Lei Municipal nº1.176 de

Leia mais

REGULAMENTO DA MONOGRAFIA CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA

REGULAMENTO DA MONOGRAFIA CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA REGULAMENTO DA MONOGRAFIA CURSO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA A Monografia Final consiste em pesquisa individual orientada, em qualquer área do conhecimento no âmbito do Curso de Graduação, constituindo atividade

Leia mais

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos

Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores. Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos Mais do que faculdade, uma escola de empreendedores Regulamento do Colegiado de curso da Faculdade Montes Belos São Luís de Montes Belos, novembro de 2011 REGULAMENTO COLEGIADO DE CURSOS REGULAMENTO INTERNO

Leia mais

Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeitura Municipal de Porto Alegre DECRETO Nº 17.301, DE 14 DE SETEMBRO DE 2011. Aprova o Regimento Interno do Fórum Municipal dos Conselhos da Cidade (FMCC). O PREFEITO MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE, no

Leia mais

NR 5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes LISTA DE ANEXOS

NR 5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes LISTA DE ANEXOS NR 5 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes LISTA DE ANEXOS Ata de Eleição dos Membros da CIPA---------------------------------------------------------------------- 02 Cópia da Ata de Instalação e

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES

REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES Art. 1º O Colegiado de Curso é órgão consultivo, normativo, de planejamento acadêmico e executivo, para os assuntos de política de

Leia mais

CONSELHO DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS INTEGRADOS AO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (COMITRA) REGIMENTO INTERNO

CONSELHO DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS INTEGRADOS AO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (COMITRA) REGIMENTO INTERNO CONSELHO DE ÓRGÃOS MUNICIPAIS INTEGRADOS AO SISTEMA NACIONAL DE TRÂNSITO (COMITRA) REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º. O Conselho de Órgãos Municipais Integrados

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS DELIBERAÇÃO Nº 056/2013 CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO URBANO CAPÍTULO I DA NATUREZA, COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO Art. 1º - O Conselho Municipal de Planejamento Urbano, criado pela Lei Complementar nº 510,

Leia mais

REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE RESÍDUOS EMBRAPA SEMI-ÁRIDO DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS

REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE RESÍDUOS EMBRAPA SEMI-ÁRIDO DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS REGIMENTO INTERNO COMISSÃO DE RESÍDUOS EMBRAPA SEMI-ÁRIDO DA COMPOSIÇÃO E DAS COMPETÊNCIAS Art. 1º - A Comissão de Resíduos da EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, instituída pela Portaria n o 558 de 12 de agosto de 2003,

Leia mais

NORMA REGULAMENTADORA 1 NR 1

NORMA REGULAMENTADORA 1 NR 1 NORMA REGULAMENTADORA 1 NR 1 DISPOSIÇÕES GERAIS 1.1. As Normas Regulamentadoras NR, relativas à segurança e medicina do trabalho, são de observância obrigatória pelas empresas privadas e públicas e pelos

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Campus Osasco REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS OSASCO DA UNIFESP

Ministério da Educação Universidade Federal de São Paulo Campus Osasco REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS OSASCO DA UNIFESP REGIMENTO INTERNO DA CÂMARA DE GRADUAÇÃO DO CAMPUS OSASCO DA UNIFESP Dispõe sobre as atribuições da Câmara de Graduação do da UNIFESP, sua composição e condução dos trabalhos. DA NATUREZA Artigo 1. A Câmara

Leia mais

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO

CONSELHO MUNICIPAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO REGIMENTO INTERNO REGIMENTO INTERNO Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação CAPÍTULO I Disposições Gerais Artigo 1º O Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (CMCTI/Campinas), criado pela Lei Municipal

Leia mais

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS

EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS EDITAL DE COMPOSIÇÃO DO COMITÊ GESTOR DO PROGRAMA MUNICIPAL DE PAGAMENTO POR SERVIÇOS AMBIENTAIS A Secretaria Municipal de Agricultura, Desenvolvimento Rural e Meio Ambiente convida os Órgãos Públicos

Leia mais

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições:

FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO. CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: FORUM PERMANENTE DA AGENDA 21 LOCAL DE SAQUAREMA REGIMENTO INTERNO CAPITULO 1-Da natureza, sede, finalidade, princípios e atribuições: Artigo I: O Fórum Permanente da Agenda 21 de Saquarema, criado pelo

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado Estadual de Procuradores e Advogados Municipais de Santa Catarina, que passará a utilizar com exclusividade a denominação

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

Estado do Rio de Janeiro MUNICÍPIO DE ANGRA DOS REIS Fundação de Turismo de Angra dos Reis Conselho Municipal de Turismo

Estado do Rio de Janeiro MUNICÍPIO DE ANGRA DOS REIS Fundação de Turismo de Angra dos Reis Conselho Municipal de Turismo REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO MUNICIPAL DE TURISMO Capítulo 1 Da Natureza e das Competências Art. 1. O CMT, órgão consultivo e deliberativo, instituído pela Lei nº 433/L.O., de 14 de junho de 1995, alterada

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP -

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP - REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP - REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO PERMANENTE DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL DA UNIPAR - CPAIUP - CAPÍTULO I DA FINALIDADE

Leia mais

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DE CURSO CAPITULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art.1º. O Colegiado de Curso, previsto no Regimento Geral da Faculdade Guairacá é órgão da Coordenação Didática, destinado a

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº. 199 DE 14 DE DEZEMBRO DE 2011. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS, no uso de suas atribuições legais e considerando o Parecer nº.

Leia mais

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC OU ATIVIDADE EQUIVALENTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO NA ÁREA DA ADMINISTRAÇÃO

REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC OU ATIVIDADE EQUIVALENTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO NA ÁREA DA ADMINISTRAÇÃO REGULAMENTO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO TCC OU ATIVIDADE EQUIVALENTE DO CURSO DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO NA ÁREA DA ADMINISTRAÇÃO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1. O presente Regulamento

Leia mais

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO

COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO COLEGIADO DE FISCAIS DE TRIBUTOS, AUDITORES FISCAIS E TÉCNICOS DA TRIBUTAÇÃO DA AMOSC REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DA DENOMINAÇÃO, NATUREZA, SEDE E DURAÇÃO Art. 1º O Colegiado de Fiscais de Tributos, Auditores

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO SAMAE TÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO

REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO SAMAE TÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO REGIMENTO INTERNO DA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA DO SERVIÇO AUTÔNOMO MUNICIPAL DE ÁGUA E ESGOTO SAMAE TÍTULO I DA ORGANIZAÇÃO CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º O presente Regimento Interno

Leia mais

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI

Regimento Interno da Comissão de Avaliação e Gestão de Projetos de Pesquisa e Inovação - CAGPPI Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Câmpus Farroupilha Regimento Interno da Comissão de Avaliação

Leia mais

CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Disciplina: Segurança do Trabalho Alunos: Douglas Jeronymo Serra João Longo Profᵃ. Elizabeth Cox História da CIPA A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

Leia mais

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI

AGUARDANDO APROVAÇÃO DO COUNI Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional REGULAMENTO DO COLEGIADO DE CURSO DE GRADUAÇÃO E EDUCAÇÃO PROFISSIONAL DA UTFPR RESOLUÇÃO

Leia mais

Regimento do Comitê de Tecnologia da Informação

Regimento do Comitê de Tecnologia da Informação Regimento do Comitê de Tecnologia da Informação Capítulo 1 Da Natureza e das Competências Art. 1º - O Comitê de Tecnologia da Informação (CTI) instituído pela portaria Nº 1319/GR, de 15 de Setembro de

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE

REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE REGIMENTO INTERNO CONSELHO GESTOR DAS UNIDADES DE SAUDE SEÇÃO I Da Instituição: Art. 1º - O presente Regimento Interno, regula as atividades e as atribuições do Conselho Gestor na Unidade de Saúde, conforme

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I. Da Finalidade REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I Da Finalidade Art. 1ª Fica instituído o Regimento Interno da da Universidade Federal do Vale do São Francisco - UNIVASF, em conformidade com o Decreto nº. 6.029 de 1º de fevereiro

Leia mais

REGULAMENTO Título I DA COSAT Art. 1º - Os servidores (técnico-administrativos e docentes) da Universidade organizarão na sua unidade, acadêmica e

REGULAMENTO Título I DA COSAT Art. 1º - Os servidores (técnico-administrativos e docentes) da Universidade organizarão na sua unidade, acadêmica e REGULAMENTO Título I DA COSAT Art. 1º - Os servidores (técnico-administrativos e docentes) da Universidade organizarão na sua unidade, acadêmica e administrativa, e nos órgãos suplementares da administração

Leia mais

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e

A SECRETARIA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO, no uso de suas atribuições legais, e PORTARIA SSST Nº 11, de 13/10/1994 "Publica a minuta do Projeto de Reformulação da Norma Regulamentadora nº 9 - Riscos Ambientais com o seguinte título: Programa de Proteção a Riscos Ambientais". A SECRETARIA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015

RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05 DE MARÇO DE 2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 016/2015 DE 05

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 368/2002 Institui o Conselho de Cirurgia do Departamento de Medicina e aprova seu regulamento. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo nº MED-144/02, aprovou

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS REGULAMENTO DAS DISCIPLINAS DE PESQUISA E ANÁLISE EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS, PROJETO DE TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO E TRABALHO

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NÃO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. O presente Regulamento estabelece as políticas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS

REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Er REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DOS PRINCÍPIOS Art 1º O Fórum da Agenda 21 Local Regional de Rio Bonito formulará propostas de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável local, através

Leia mais

Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente

Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 001/2014 SELEÇÃO DE ENTIDADE DA SOCIEDADE CIVIL PARA INTEGRAR O CONSELHO MUNICIPAL DO DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

Leia mais

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado

Do Colegiado de Curso. Da Constituição do Colegiado REGULAMENTO INTERNO DO COLEGIADO DOS CURSOS DE GRADUAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE DO TOCANTINS - UNITINS Do Colegiado de Curso Art. 1º. O Colegiado de Curso é a instância básica dos cursos de graduação, responsável

Leia mais

REGIMENTO DO COLEGIADO DA GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS

REGIMENTO DO COLEGIADO DA GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS APROVADO na 27ª reunião do Conselho Superior realizada em 18/12/2013. REGIMENTO DO COLEGIADO DA GRADUAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS Art. 1º - Ao Colegiado da Graduação compete: I. apreciar, discutir

Leia mais

Manual CIPA. A nova NR 5. Versão Final

Manual CIPA. A nova NR 5. Versão Final Manual CIPA A nova NR 5 Versão Final Manual CIPA A nova NR 5 Entrou em vigor, em 24 de maio do corrente, a nova NR 5, que regulamentou o estabelecido no artigo 163 da CLT, estabelecendo novas regras para

Leia mais

REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET

REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET REGULAMENTO DO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM SISTEMAS PARA INTERNET BARBACENA 2010 CAPÍTULO I DAS CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES O presente regulamento disciplina as atribuições e o funcionamento

Leia mais

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07

Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Resolução CFC nº 1.109 de 29/11/07 DOU 06/12/07 Dispõe sobre a NBC P 5 sobre o Exame de Qualificação Técnica para Registro no Cadastro Nacional de O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas

Leia mais

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES

REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR. Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES REGULAMENTO DA DISCIPLINA ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO DOS CURSOS SUPERIORESDE GRADUAÇÃO DO CEFET-PR Capítulo I DO ESTÁGIO E SUAS FINALIDADES Art. 1º - O Estágio Curricular, baseado na lei nº 6.494,

Leia mais

Regimento Interno do Conselho de Gestão Ambiental do Porto do Rio Grande

Regimento Interno do Conselho de Gestão Ambiental do Porto do Rio Grande Regimento Interno do Conselho de Gestão Ambiental do Porto do Rio Grande CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO, ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO Art.1º. O Conselho de Gestão Ambiental do Porto do Rio Grande (doravante denominado

Leia mais

Higiene e Segurança do Trabalho

Higiene e Segurança do Trabalho Higiene e Segurança do Trabalho É a área que através de um conjunto de ações entre ciências e tecnologias procura proteger os indivíduos dentro das Organizações, visando reduzir acidentes de trabalho e

Leia mais

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO

REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO REGIMENTO DO CONSELHO CONSULTIVO DO AUDIOVISUAL DE PERNAMBUCO CAPITULO I DA NATUREZA E FINALIDADE Art. 1º - O Conselho Consultivo do Audiovisual de Pernambuco, órgão colegiado permanente, consultivo e

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO

REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO REGULAMENTO DA COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO DA FACULDADE FRUTAL FAF TÍTULO I DO REGULAMENTO E DO ÓRGÃO Art. 1º Este Regulamento Interno disciplina as normas relativas ao funcionamento da Comissão Própria

Leia mais

Capítulo I das Atividades do Conselho

Capítulo I das Atividades do Conselho REGIMENTO INTERNO DO CONSELHO DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE ITARANTIM BA, DE ACORDO COM A LEI Nº 11.947/2009 E RESOLUÇÃO/CD/FNDE Nº 038/2009. Capítulo I das Atividades do Conselho

Leia mais

REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL REGIMENTO DA ESCOLA DE ENGENHARIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Sumário TÍTULO I - DA ESCOLA DE ENGENHARIA E SEUS FINS TÍTULO II - DOS ÓRGÃOS DA ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA DE ENGENHARIA CAPÍTULO

Leia mais

Curso NR 5 Indrodução à CIPA

Curso NR 5 Indrodução à CIPA Seja bem Vindo! Curso NR 5 Indrodução à CIPA CursosOnlineSP.com.br Carga horária: 20hs Conteúdo Programático: CIPA - O que é e suas atribuições legais. Como é a estrutura organizacional de uma CIPA numa

Leia mais

MANUAL DA CIPA: COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PROF. DR. JOÃO CANDIDO FERNANDES

MANUAL DA CIPA: COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PROF. DR. JOÃO CANDIDO FERNANDES MANUAL DA CIPA: COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PROF. DR. JOÃO CANDIDO FERNANDES 1 NR 5 O texto a seguir apresenta a Norma Regulamentadora Nº 5, que entrou em vigor em 24 de maio de 1999, que

Leia mais

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA

FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA FACULDADE ADVENTISTA DA BAHIA REGULAMENTO DE MONITORIA DO CURSO DE PEDAGOGIA Cachoeira, março de 2011 REGULAMENTO DE MONITORIA ACADÊMICA DO CURSO DE PEDAGOGIA Capítulo I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º

Leia mais

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Regulamento do Estágio Curricular Obrigatório do Bacharelado em Ciências Biológicas 1 CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS COLEGIADO DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS REGULAMENTO DO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO

Leia mais

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A.

REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. REGULAMENTO DA COMISSÃO EXECUTIVA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REDITUS - SOCIEDADE GESTORA DE PARTICIPAÇÕES SOCIAIS, S.A. ARTIGO 1.º (Âmbito e Aplicabilidade) 1. O presente regulamento estabelece as regras

Leia mais

NR 5. C I P A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Portaria 3.214 de 08 de junho de 1978

NR 5. C I P A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes. Portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 NR 5 C I P A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes Portaria 3.214 de 08 de junho de 1978 A Norma Regulamentadora 5, cujo título é Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA) estabelece a obrigatoriedade

Leia mais

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro

Ministério da Saúde Gabinete do Ministro Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA N o 173, DE 22 DE JANEIRO DE 2007 Aprova, na forma do Anexo a esta Portaria, o Regimento Interno do Comitê Permanente de Implementação e Acompanhamento

Leia mais

Associação de Estudantes

Associação de Estudantes DIREÇÃO GERAL DOS ESTABELECIMENTOS ESCOLARES DIREÇÃO DE SERVIÇOS DA REGIÃO CENTRO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ESCALADA, PAMPILHOSA DA SERRA Ano Letivo 2014/2015 Associação de Estudantes Objetivos A. Representar

Leia mais

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC REGULAMENTO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC I. DA FINALIDADE E OBJETIVO Art. 1º. Este Regulamento tem por finalidade normatizar as atividades relacionadas aos Trabalhos de Conclusão de Curso de Graduação

Leia mais

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DOS CURSOS SUPERIORES DO IF BAIANO CAMPUS SANTA INÊS

REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DOS CURSOS SUPERIORES DO IF BAIANO CAMPUS SANTA INÊS REGULAMENTO DOS COLEGIADOS DOS CURSOS SUPERIORES DO IF BAIANO CAMPUS SANTA INÊS Aprovado pelo Colegiado do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas em 26/03/2014. Aprovado pelo Colegiado do Curso de

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE AUDITORIA APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO 3 II OBJETO

Leia mais

Regulamento da CPA Comissão Própria de Avaliação DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE VISCONDE DO RIO BRANCO CAPÍTULO I

Regulamento da CPA Comissão Própria de Avaliação DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE VISCONDE DO RIO BRANCO CAPÍTULO I Regulamento da CPA Comissão Própria de Avaliação DA FACULDADE PRESIDENTE ANTÔNIO CARLOS DE VISCONDE DO RIO BRANCO CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 1 - O presente Regulamento disciplina a organização,

Leia mais

COVISA - Colegiado de Vigilância Sanitária da AMAVI. REGIMENTO INTERNO Aprovado na Assembléia da AMAVI no dia 25/05/2007

COVISA - Colegiado de Vigilância Sanitária da AMAVI. REGIMENTO INTERNO Aprovado na Assembléia da AMAVI no dia 25/05/2007 1 REGIMENTO INTERNO Aprovado na Assembléia da AMAVI no dia 25/05/2007 Capítulo I DA FINALIDADE Artigo 1º O Colegiado de Vigilância Sanitária (COVISA) - Órgão vinculado a AMAVI, reger-se-á pelas disposições

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA GERAL DA FPAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º (Objeto)

REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA GERAL DA FPAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Artigo 1.º (Objeto) REGULAMENTO INTERNO DA ASSEMBLEIA GERAL DA FPAS DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1.º (Objeto) O funcionamento da Assembleia Geral rege-se pelo disposto no presente Regulamento e pelas demais disposições dos Estatutos

Leia mais

Curso de Engenharia de Elétrica

Curso de Engenharia de Elétrica Regulamento de Estágio Curricular Obrigatório Curso de Engenharia de Elétrica Cascavel-PR 2011 - 2 - CAPITULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. Este regulamento tem por finalidade normatizar o Estágio

Leia mais

REGIMENTO DA EDITORA UFJF. TÍTULO I Da Instituição e seus fins

REGIMENTO DA EDITORA UFJF. TÍTULO I Da Instituição e seus fins REGIMENTO DA EDITORA UFJF TÍTULO I Da Instituição e seus fins Art. 1º - A Editora da Universidade Federal de Juiz de Fora (Editora UFJF), órgão suplementar vinculado à Reitoria da UFJF, tem por finalidade

Leia mais

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA - FATECIB REGIMENTO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA - FATECIB REGIMENTO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL FACULDADE DE TECNOLOGIA SENAI ÍTALO BOLOGNA - FATECIB REGIMENTO COLEGIADO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL OUTUBRO DE 2008 REGULAMENTO DO COLEGIADO DO CURSO SUPERIOR DE EM AUTOMAÇÃO

Leia mais

CURSO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DA TERRA

CURSO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DA TERRA CENTRO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DA NATUREZA Instituto de Física Instituto de Geociências Instituto de Matemática Observatório do Valongo CURSO DE CIÊNCIAS MATEMÁTICAS E DA TERRA REGULAMENTO I DOS OBJETIVOS

Leia mais

FACULDADE IBMEC-MG COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA REGIMENTO INTERNO

FACULDADE IBMEC-MG COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA REGIMENTO INTERNO FACULDADE IBMEC-MG COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO - CPA REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I - DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º. A Comissão Própria de Avaliação da Faculdade Ibmec-MG é o órgão responsável pela

Leia mais

PORTARIA Nº 281, DE 16 DE JUNHO DE 2015

PORTARIA Nº 281, DE 16 DE JUNHO DE 2015 PORTARIA Nº 281, DE 16 DE JUNHO DE 2015 Aprova o anexo Regimento Interno do Fórum Permanente para o Transporte Rodoviário de Cargas. O SECRETÁRIO-EXECUTIVO, SUBSTITUTO, DO MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES, no

Leia mais

ESTATUTO DO CONSELHO DO PROJETO VIVATIVA

ESTATUTO DO CONSELHO DO PROJETO VIVATIVA ESTATUTO DO CONSELHO DO PROJETO VIVATIVA I CONCEITO E FINALIDADE a) o Conselho é associação livre de voluntários com a finalidade de organizar ações de cunho sócio/cultural/ambiental, pelos meios que os

Leia mais

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE UNIRV FACULDADE DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DA DISCIPLINA PESQUISA CIENTÍFICA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I E II

UNIVERSIDADE DE RIO VERDE UNIRV FACULDADE DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DA DISCIPLINA PESQUISA CIENTÍFICA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I E II UNIVERSIDADE DE RIO VERDE UNIRV FACULDADE DE FISIOTERAPIA REGULAMENTO DA DISCIPLINA PESQUISA CIENTÍFICA E TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I E II CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O presente Regulamento

Leia mais

RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016

RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016 Resolução nº 03/2016 Pág. 1 de 06 RESOLUÇÃO nº 03 DE 28 DE JANEIRO DE 2016 Aprova Regulamento do Colegiado do Curso de Engenharia de Controle e Automação/CEng. A Presidente do Conselho do Ensino, da Pesquisa

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 09/2010 Aprova o Regimento Interno da Comissão Interna de Supervisão da Carreira dos Cargos

Leia mais