Redes. 768 User Datagram Protocol UDP 791 Internet Protocol IP 792 Internet Control Message Protocol (ICMP) 793 Transmission Control Protocol (TCP)

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1 Redes 1 Protocolos TCP/IP Os protocolos TCP/IP são um conjunto de protocolos de comunicação que definem como os tipos de diferentes computadores conversam uns com os outros. O seu nome vem dos dois protocolos mais comuns: o Protocolo de Controle de Transmissão (TCP Transmission Control Protocol); e o Protocolo de Internet (IP Internet Protocol). O IP transmite dados na forma de datagramas entre computadores, divide dados em pacotes, que são enviados para os computadores via rede. O TCP assegura que os datagramas em uma mensagem serão remontados na ordemcorreta para o seu destino final, e que outros datagramas que estão faltando serão reenviados até que sejam corretamente recebidos. Outros protocolos que fazem parte do TCP/IP: ARP: Protocolo de Resolução de Endereços (Address Resolution Protocol) ICMP: Protocolo internet de Controle de Mensagens (Internet Control Message Protocol) PPP: Protocolo Ponto a Ponto (Point to Point Protocol) RARP: Protocolo de Resolução de Endereços Reverso (Reverse Address Resolution Protocol) SLIP: Protocolo Internet de Linha Serial (Serial Line Internet Protocol) SMTP: Protocolo Simples de Transporte de Correio (Simple Mail Transpot Protocol) SNMP: protocolo Simples de Gerenciamento de Rede (Simple Network Management Protocol) UDP: Protocolo de Datagrama de Usuário (User Datagram protocol) Porém existem ainda mais outros protocolos que os listados acima, os quais veremos a seguir no RFCs. 2 RFCs Os detalhes de cada protocolo TCP/IP são descritos em documentos conhecidos como RFCs Solicitação para Comentários Request For Comments). Esses documentos são distribuídos gratuitamente pela internet e continuam a evoluir conforme surgem novas tecnologias e técnicas. A seguir estão listados alguns RFCs: RFC Nome 768 User Datagram Protocol UDP 791 Internet Protocol IP 792 Internet Control Message Protocol (ICMP) 793 Transmission Control Protocol (TCP) O site do RFC para consulta aos protocolos é: 1

2 editor.org/rfcxx00.html 3 Camadas do TCP/IP O conjunto de protocolos TCP/IP possui quatro camadas que serão descritas a seguir. 3.1 Camada de aplicação Permite o desenvolvimento e a utilização de aplicações pelo usuário, possuindo vários protocolos como SMTP, TELNET, FTP, DNS, TFTP, RPC, NFS, SNMP, SSH, HTTP e etc. 3.2 Camada de transporte É a responsável por receber os dados enviados pela camada de aplicação e dividí los em pacotes, que serão enviados para a camada de internet. É onde são localizados os protocolos TCP, responsáveis pelo transporte seguro (entrega garantida de informação) de pacotes entre o nó de origem e o nó de destino, e o UDP, responsável pelo transporte inseguro (entrega não garantida de informação). Estabelece conexões virtuais em que aplicações não precisam gerenciar retransmissão, controle de seqüência, perda de integridade e controle de fluxo (TCP), ou disponibiliza o serviço de datagrama (UDP), em que aplicações garantem o tranposrte seguro. Esta camada é incorporada pelo sistema operacional. 3.3 Camada de internet É a responsável por receber os dados enviados pal camada de transporte e dividí los em datagramas que serão enviados para a camada de rede. É onde estão localizados os protocolos IP (responsáveis pelo roteamento e retransmissão de pacotes para a rede, até a mensagem chegar ao destino), ICMP, ARP e RARP. Essa camada é incorporada pelo sistema operacional. 3.4 Camada de rede Esta camada é responsável por enviar os datagramas pela rede. APLICAÇÃO TRANSPORTE INTERNET REDE 4 Endereços IP para a rede Em uma rede TCP/IP, todos os computadores da rede têm um endereço IP e um nome. Se uma rede não está conectada à internet, ela não precisa de endereços IP exclusivos. 2

3 A RFC 1918 (Alocação de Endereços para Redes Internet Provadas) fornece diretrizes sobre quais endereços IP podem ser utilizados dentro de redes internet privadas ( o termo internet privada é o mesmo que intranet ). Classes de endereços Originalmente, o espaço do endereço IP foi dividido em poucas estruturas de tamanho fixo chamados de "classes de endereço". As três principais são a classe A, classe B e classe C. Examinando os primeiros bits de um endereço, o software do IP consegue determinar rapidamente qual a classe, e logo, a estrutura do endereço. Classe A: Primeiro bit é 0 (zero) Classe B: Primeiros dois bits são 10 (um, zero) Classe C: Primeiros três bits são 110 (um, um, zero) Classe D: (endereço multicast): Primeiros quatro bits são: 1110 (um, um, um, zero) Classe E: (endereço especial reservado): Primeiros cinco bits são (um, um, um, um, zero) Representação das classes de endereços. Classe Gama de Endereços Nº de Endereços por Rede A até B até C até D até Multicast E até Uso futuro; atualmente reservada a testes pela IETF Classes especiais Existem classes especiais na Internet que não são consideradas públicas, não são consideradas como endereçáveis, são reservadas, por exemplo, para a comunicação com uma rede privada ou com o computador local ("localhost"). 3

4 Blocos de endereços reservados. Esses endereços não são roteados para a internet. Três faixas (A,B e C) de endereços IP estão reservados para redes internet privadas (intranets): Endereços de classe Faixa A a B a C a Endereço de loopback O endereço 127.xxx.xxx.xxx da classe A é utilizado para loopback (comunicação dentro do mesmo host). Convencionalmente, é utiizado como endereço de loopaback. Processos que precisam comunicar se por meio de TCP com outros processos no mesmo host utilizam o endereço loopback para não ter que enviar pacotes na rede. A faixa de IP (ou /8 na notação CIDR) é reservada para a comunicação com o computador local (localhost). Qualquer pacote enviado para estes endereços ficarão no 4

5 computador que os gerou e serão tratados como se fossem pacotes recebidos pela rede (Loopback). O endereço de loopback local ( /8) permite à aplicação cliente endereçar ao servidor na mesma máquina sem saber o endereço do host, chamado de "localhost". Na pilha do protocolo TCPIP, a informação flui para a camada de rede, onde a camada do protocolo IP reencaminha de volta através da pilha. Este procedimento esconde a distinção entre ligação remota e local. 4.2 Endereços de rede O endereço de uma rede sempre terá todos os bits do endereço de host configurados para 0, a não ser que a rede seja dividida em sub redes. Na realidade, resulta de um AND lógico entre os bits do endereço IP de um host e os bits da máscara de rede desse mesmo host. 4.3 Endereço de broadcast O endereço de broadcast de uma rede sempre terá todos os bits do endereço de host configurados para 1, a não ser que a rede seja dividida em sub redes. Um endereço com valor 1 em todos os bits de identificação da máquina, representa o endereço de broadcast. Por exemplo, vamos supor que você tenha uma rede Classe C. A máquina a seguir é uma máquina desta rede: Neste caso o endereço de broadcast desta rede é o seguinte: , ou seja, todos os bits da parte destinada à identificação da máquina, iguais a 1. Sendo uma rede classe C, a máscara de sub rede é Ao enviar uma mensagem para o endereço do broadcast, a mensagem é endereçada para todos as máquinas da rede. 4.4 Máscara de rede A máscara de rede não é um endereço IP. Ela serve para identificar a classe de rede e se esta está em sub redes ou não. A máscara de rede tem todos os bits do endereço da rede configurados para 1 e todos os bits de endereços do host configurados para 0, a não ser que a rede seja dividida em sub redes. 4.5 Roteamento TCP/IP Roteamento se refere à tarefa de transmitir informações de uma rede para outra. Cada segmento de uma rede que está sob uma administração local é chamado de sistema autônomo. Sistemas autônomos são conectados uns aos outros por roteadores externos. Um sistema autônomo contém o seu próprio sistema de redes, conectados por roteadores internos. Os principais protocolos de roteamento são: Protocolo Descrição EGP Protocolo de Roteamento Exterior (Exterior Gateway Protocol) protocolo para roteadores externos para troca de informação. 5

6 Protocolo Descrição BGP Protocolo de Roteamento de Borda (Border Gateway Protocol) protocolo para roteadores externos para troca de informação. RIP Hello Protocolo de Roteamento de Informação (Routing Information Protocol) protocolo para roteadores internos, bem popular em LANs. Protocolo para roteadores internos. 4.6 Daemons de roteamento em Linux Os daemosn de roteamento em Linux pode ser executados em um computyador para fazê lo funcionar como um roteador. OBS: Somente um deles pode ser executado em um computador em um dado momento. Os daemosn são: Daemon gated routed Descrição Daemon de roteamento de gateway que permite a um computador funcionar como um rorteador externo e interno, que simplifica a configuração do roteamento, combinando os protocolos EGP, BGP, RIP e Hello em um simples pacote. Daemon de roteamento de rede que permite apenas a um computador funcionar como roteador interno. 4.7 Tabelas de roteamento As tabelas de roteamento proporcionam informações para trocar pacotes de dados aos seus destinos. Essas informações incluem rede de destino, qual roteador deve ser usado, estado da rota e o número de pacotes transmitidos. 5 Serviços, portas e soquetes do TCP/IP no Linux Um serviço pode ser definido como uma aplicação que necessita de um protocolo e opera em uma porta. O arquivo /etc/services contém a lista de serviços disponíveis para o Linux/Unix e suas respectivas portas e protocolos utilizados. Exemplo do arquivo /etc/services: # /etc/services: tcpmux 1/tcp # TCP port service multiplexer tcpmux 1/udp compressnet 2/tcp # Management Utility compressnet 2/udp compressnet 3/tcp # Compression Process compressnet 3/udp 6

7 rje 5/tcp # Remote Job Entry rje 5/udp echo 7/tcp # Echo echo 7/udp discard 9/tcp sink null # Discard discard 9/udp sink null systat 11/tcp users # Active Users systat 11/udp users daytime 13/tcp # Daytime daytime 13/udp netstat 15/tcp qotd 17/tcp quote # Quote of the Day qotd 17/udp quote msp 18/tcp # message send protocol msp 18/udp chargen 19/tcp ttytst source # Character Generator chargen 19/udp ttytst source ftp data 20/tcp # File Transfer [Default Data] ftp data 20/udp ftp 21/udp # File Transfer [Control] ftp 21/tcp #fsp 21/udp fspd ssh 22/tcp # SSH Remote Login Protocol ssh 22/udp telnet 23/tcp # Telnet telnet 23/udp smtp 25/tcp mail # Simple Mail Transfer smtp 25/udp mail 7

8 6 Protocolo orientado por conexão Garante a entrega dos dados transmitidos e requer o estabelecimento de uam conexão entre o transmissor e o receptor. Seu funcionamento é análogo a uma conversa telefônica comum. Quando queremos falar com alguém, precisamos estabelecer uma conexão antes de se iniciar a conversa em si. A troca de dados orientada por conexão requer que tanto o processo de envio como o processo de recepção estabeleçam uma conexão antes que a troca de dados possa começar, ou seja, garante se a entrega dos dados. O protocolo TCP é um exemplo de protocolo orientado por conexão. 7 Protocolo sem conexão Não garante a entrega de dados transmitidos e não requer o estabelecimento de uma conexão entre o transmissor e o receptor. Seria como jogar uma garrafa no mar com uma mensagem para que alguém algum dia possa encontrar, logo nunca teremos certeza de que foi encontrada, ou seja, não há garantias de que o dados foi entregue. O protocolo UDP é um exemplo de protocolo sem conexão. 8 inetd O inetd é chamado de superdaemon, porque inicializa vários outros servidores do sistema. O Linux e outros sistemas operacionais UNIX inicializam o inetd na carga do sistema operacional. Ele tem um arquivo de configuração chamado /etc/inetd.conf. Esse arquivo informa ao inetd a quais portas atender e qual servidor inicializar para cada porta. Exemplo do arquivo /etc/inetd.conf: xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx 9 xinetd o xinetd é o superdaemon que combina as funções dos daemons inetd e tcpd. O xinetd tem um arquivo de configuração chamado /etc/xinetd.conf e um diretório chamado /etc/xinetd.d, que contém um arquivo de configuração para cada serviço.isso permite a um pacote como o wu ftp (servidor de ftp) controlar a sua própria configuração por meio de m arquivo separado. Exemplo do arquivo /etc/xinetd.conf: # Simple configuration file for xinetd # Some defaults, and include /etc/xinetd.d/ defaults { instances = 25 per_source = 10 log_type = SYSLOG authpriv log_on_success = HOST PID USERID 8

9 log_on_failure = HOST USERID } includedir /etc/xinetd.d Exemplo do conteúdo do Diretório /etc/xinetd.d: chargen chargen udp cvs daytime daytime udp echo echo udp imap imaps pop2 pop3 spop3 swat time time udp 10 Arquivos de configuração de redes no Linux 10.1 /etc/hostname Armazena o nome do computador (não ocorre no padrão Red Hat/Conectiva). # cat /etc/hostname server.linux.org.br 10.2 /etc/hosts Contém uma lista de endereços IP e nomes de computadores da rede local para serem resolvidos localmente. # cat /etc/hosts localhost.localdomain localhost server.linux.org.br server server.linux.org.br server aluno1.linux.org.br aluno aluno3.linux.org.br aluno aluno4.linux.org.br aluno /etc/hosts.equiv Contém uma lista de nomes de computadores (obrigatório) e usuários (opcional) que têm permissão para executar os comandos de rlogin, rcp e rsh no computador local. # cat /etc/hosts.equiv # hostname aluno2 aluno3 aluno /home/<usuario>/.rhosts Contém uma lista de nomes de computadores (obrigatório) e usuários (opcional) que têm permissão para 9

10 executar os comandos de rlogin, rcp e rsh no computador local. Ele deve ter permissão de leitura e escrita somente pelo usuário dono. # cat /home/<usuario>/.rhosts aluno2 aluno3 aluno /etc/networks Contém uma lista dos nomes das redes de computadores e dos endereços IP das redes e ou sub redes a qual o computador faz parte. Não é mais utilizado nas distribuiçoes atuais. # cat /etc/networks loopnet linux.org.br /etc/host.conf Informa quais serviços utilizar para solucionar os nomes de computadores e em que ordem. A opção multi on determina que um computador pode ter múltiplos endereços IP. # /etc/host.conf order hosts,bind multi on 10.7 /etc/resolv.conf Neste arquivo é configurado o cliente de DNS, que contém o nome de domínio do servidor de DNS e seu endereço IP. # /etc/resolv.conf search linux.org.br nameserver /etc/nsswitch.conf Especifica onde adquirir tipos diferentes de dados, arquivos ou banco de dados usados pelos servidores. passwd: shadow: group: hosts: files nisplus nis files nisplus nis files nisplus nis files nisplus nis dns 10

11 bootparams: nisplus [NOTFOUND=return] files ethers: files netmasks: files networks: files protocols: files nisplus nis rpc: files services: files nisplus nis netgroup: files nisplus nis publickey: nisplus automount: files nisplus nis aliases: files nisplus 10.9 /etc/sysconfig/network (padrão Red Hat) No padrão Red Hat e seus derivados (este arquivo não existe no padrão Debian), define o nome do computador, o nome do domínio (DNS), o nome do domínio NIS, o roteador e se a rede será ativada ou não na inicialização do Linux. Em outras distribuições, esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização. # cat /etc/sysconfig/network NETWORKING=yes # FORWARD_IPV4=not # not used anymore. see /etc/sysctl.conf HOSTNAME="server.linux.org.br" GATEWAY= NAMESERVER= /etc/sysconfig/network scripts/ifcfg lo (padrão Red Hat) No padrão Red Hat e seus derivados (/etc/nwork/interfaces no padrão Debian), define o dispositivo da interface de loopback, o seu endereço IP, a sua máscara de rede, o seu endereço de rede, o seu endereço de broadcast e se está ativada ou não na inicialização do Linux. Em outras distribuições, esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização. # cat /etc/sysconfig/network scripts/ifcfg lo DEVICE=lo IPADDR= NETMASK= NETWORK= BROADCAST= ONBOOT=yes 11

12 NAME=loopback /etc/sysconfig/network scripts/ifcfg eth0 (padrão Red Hat) No padrão Red Hat e seus derivados (/etc/nwork/interfaces no padrão Debian), define o dispositivo da interface de rede, o seu endereço IP, a sua máscara de rede, o seu endereço de rede, o seu endereço de broadcast e se está ativada ou não na inicialização do Linux. Em outras distribuições, esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização. # cat /etc/sysconfig/network scripts/ifcfg eth0 # Realtek RTL 8139(AS) DEVICE=eth0 ONBOOT=yes BOOTPROTO=dhcp GATEWAY= NAMESERVER= /etc/rc.d/rc.local (padrão Red Hat) No padrão Red Hat e seus derivados (/etc/rc.local no padrão Debian), é o último script a ser executado, sendo possível incluir comandos ou scripts adicionais nele. Por exemplo, caso seja desejado inicializar servidores adicionais. Por padrão /etc/rc.d/rc.local simplismente cria uma mensagem de acesso ao sistema com a versão do kernel e o tipo de máquina. Em outras distribuições, esse arquivo pode ter outro nome, formato e localização. # cat /etc/rc.d/rc.local #!/bin/sh # # This script will be executed *after* all the other init scripts. # You can put your own initialization stuff in here if you don't # want to do the full Sys V style init stuff. The LANG and LC_* # variables are already set, so you don't need to call lang.sh. [ f /bin/firstboot.sh ] && sh /bin/firstboot.sh su squidadm /usr/local/squid/bin/./runcache & 11 Comandos utilizados pelo TCP/IP no Linux Comandos utilizados com maior freqüência para manipular configurações de rede no Linux ifconfig Exibe e manipula a configuração das interfaces de rede. É usado para configurar (e posteriormente 12

13 manter) as inter faces de rede. É usado durante o boot para configurar a maioria delas para um estado usável. Depois disto, é normalmente somente necessário durante depurações ou quando for necessária uma configuração fina do sistema. Se nenhum argumento for informado, ifconfig somente mostra o estado das interfaces correntemente definidas. Se um argumento interface for informado, ele mostra somente o estado da interface informada. De outra forma ele assume que os parâmetros devem ser configurados. Se o primeiro argumento após o nome da interface for reconhecido como um nome de uma família de endereçamento suportada, esta família de endereçamento é usada na decodificação e apresentação de todos os endereços de protocolos. Opções: interface: O nome da interface de rede. Usualmente é um nome como eth0, sl3 ou algo parecido: um nome de driver de dispositivo seguido por um número. up: Esta flag causa a ativação da interface. É especificada implicitamente se a interface receber um novo endereço (veja abaixo). down: Esta flag desativa o driver desta interface, é util quando alguma coisa começar a ter problemas. allmulti: Habilita ou desabilita modo recebimento de todos os multicasts promisc: Habilita ou desabilita o modo promiscuous da interface. isto significa que todos os frames passarão pela camada de rede do kernel, permitindo monitoração da rede. Ex: # ifconfig # ifconfig eth0 # ifconfig lo # ifconfig eth0 allmulti # ifconfig eth0 allmulti # ifconfig eth0 promisc # ifconfig eth0 promisc # ifconfig eth0 down # ifconfig eth0 up # ifconfig eth netmask up 11.2 netstat Exibe o status da rede. Mostra conexões de rede, tabelas de roteamento, estatísticas de interface e conexões mascaradas. Mostra informações do subsistema de rede do Linux. Você pode ver o estado das conexões de rede através da listagem dos sockets abertos. Esta é a 13

14 operacao padrão: se você não especificar nenhuma família de endereços, os sockets ativos de todas as famílias de endereços configuradas serão mostrados. Opções: e: obterá informações adicionais (userid). v: poderá fazer com que o netstat reclame sobre famílias de endereços conhecidas que não sejam suportadas pelo kernel. a: mostra todos os sockets, incluindo sockets de servidores. A família de endereços inet mostrará sockets raw, udp e tcp. r, route: Com a opção r, route voce obterá as tabelas de roteamento do kernel no mesmo formato usado por route e. netstat er usará o formato de apresentação do comando route. Por favor veja route(8) para maiores detalhes. i, interface iface: Se voce usar a opção i, interfaces, uma tabela de todas (ou da iface especificada) as interfaces de rede será mostrada. A saída usa o formato ifconfig e, e é descrita em ifconfig(8). netstat ei mostrará uma tabela ou uma entrada de interface como ifconfig mostra. Com a chave a, você pode incluir interfaces que não estejam configuradas (i.e. não tem a flag U=UP configurada). s, statistics: Mostra estatísticas sobre o subsistema de rede do kernel do Linux, que são lidas a partir de /proc/net/snmp. Ex: # netstat a 11.3 ping Indica se um computador remoto pode ser alcançado. Ex: # ping # ping nslookup Questiona o serviço de nome de domínio DNS. Ex: # nslookup 11.5 traceroute Traça a rota percorrida por pacotes até o computador de destino. Exibe a rota tomada pelos pacotes para uma máquina da rede. A Internet é uma grande e complexa aglomeração de máquinas de rede, conectadas por gateways. Traçar a rota que um pacote segue (ou achar o gateway que está descartando os seus pacotes) pode ser difícil. O traceroute utiliza o campo `time to live' do protocolo IP e tenta obter uma resposta ICMP TIME_EXCEEDED de cada gateway no caminho para alguma máquina. 14

15 O único parâmetro obrigatório é o nome da máquina de destino ou o seu número IP. O tamanho prédefinido do datagrama de procura é de 38 bytes, mas isto pode ser aumentado especificando um tamanho de pacote (em bytes) depois do nome da máquina de destino. Ex: # traceroute # traceroute aluno1.labinfo.local # traceroute aluno route Exibe e/ou manipula a tabela de roteamento IP. Route manipula a tabela de roteamento IP do kernel. Seu principal uso é configurar rotas estáticas para hosts ou redes especificadas através de uma interface, após a mesma ter sido configurada com o programa ifconfig. A rota é justamente o gateway da sua máquina, se você quer apontar o gateway do seu host para o servidor , utilizando o comando route. Ex: # route add gw eth0 No exemplo acima foi adicionado na interface eth0 a rota gateway Opções: n: mostra endereços numéricos, sem tentar resolver o nomes simbólicos das máquinas. Útil se você esta tentando determinar por que a rota para o seu servidor de nomes sumiu. del: remove uma rota. add: adiciona uma rota. alvo: A máquina ou rede destino. Você pode fornecer endereços IP em formato decimal separado por pontos ou nomes de máquinas/redes. Ex: # route add net # route add net netmask dev eth0 # route add net netmask gw ipx arp Manipula o cachê ARP do sistema.arp manipula o cache ARP do kernel de várias maneiras. As principais opções são deleção de uma entrada de mapeamento de endereço e configuração manual de um endereço. Para propósitos de depuração, o programa arp também permite um dump completo do cache ARP. Ex: # arp 15

16 # arp a 11.8 iwconfig e wlist O iwconfig é similar ao comando ifconfig, mas é usado para redes wifi. Com este comando pode se verificar diversas características das redes wireless. Com o comando iwconfig serão listados os dispositivos de rede sem fio que o sistema Linux já reconheceu. Após executar este comando, o retorno será o seguinte: # iwconfig lo no wireless extensions. wlan0 IEEE g ESSID:"xxx" Nickname:"yyy" Mode:Managed Frequency:2.462 GHz Access Point: 00:02:2D:0F:7B:48 Bit Rate:11 Mb/s Tx Power:18 dbm Sensitivity=0/3 Retry:off RTS thr:off Fragment thr:off Encryption key: Security mode:restricted Power Management:off Link Quality=45/94 Signal level= 50 dbm Noise level= 95 dbm Rx invalid nwid:0 Rx invalid crypt:0 Rx invalid frag:0 Tx excessive retries:0 Invalid misc:0 Missed beacon:878 eth0 no wireless extensions. sit0 no wireless extensions. A chave WEP está ativa e mostra o retorno criptografado (há como quebrar esta criptografia muito fácil, dependendo da quantidade de pacotes que esta AP está trafegando). Listando as redes disponíveis, assim como no Windows, você pode listar as redes wifi disponíveis com o comando: # iwlist wlan0 scan Determinando CHANNEL e AP para associação e chave de criptografia, muitas vezes encontra se mais de um ACCESS POINT. Como fazer para definir qual delas você quer se conectar? # iwconfig AP 00:02:2D:0F:7B:48 Para determinar qual AP será associado com o comando: # iwlist wlan0 scan Para determinar o CHANNEL tem se opção de 11 canais liberados pela ANATEL. 16

17 No exemplo a seguir usa se o canal 11 para que ocorra menos interferências. Uma boa prática quando existe mais de um Access Point é utilizar a topologia de triângulo, forçando os canais 1, 6, 11. # iwconfig wlan0 channel 11 Notamos ainda que o AP do exemplo está com KEY ON, ou seja, está utilizando WEP, que pode ser ativada usando o comando: # iwconfig wlan0 key s:12345 Outro exemplo de interface wireless detectada com o comando iwconfig: # iwconfig lo no wireless extensions. eth0 no wireless extensions. wmaster0 no wireless extensions. wlan0 IEEE bg ESSID:"xxx" Mode:Managed Frequency:2.437 GHz Access Point: 00:AA:CC:EE:FF:94 Bit Rate=5.5 Mb/s Tx Power=27 dbm Retry min limit:7 RTS thr:off Fragment thr=2352 B Encryption key:78d6 3CF7 602B 341F D889 D3F2 89B2 6AC B0CE 4BC7 B65D A CF0A [3] Security mode:open Power Management:off Link Quality=78/100 Signal level: 32 dbm Rx invalid nwid:0 Rx invalid crypt:0 Rx invalid frag:0 Tx excessive retries:0 Invalid misc:0 Missed beacon:0 pan0 no wireless extensions. 17

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