I?ortugucscs no Brasíl: Mígrantcs cm Doís A..tos

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2 I?rtugucscs n Brasíl: Mígrantcs cm Dís A..ts

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4 O RGANIZADORES.. Prf. Ismênia de Lima Martins Prf. Fernand Susa I?rtugueses n Brasíl: Mígrantes em Dís A.ts Ri de Janeir 2006

5 Cpyright 2006 by Prf. Ismênia de Lima Martins Tds s direits reservads. Pribida a reprduçã ttal u parcial sem prévia autrizaçã ds autres. EDIÇÕES MUIRAQUITA LTDA. Rua Jsé Clemente, 73 Gr Centr - Niterói - RJ CEP Tel/fax cm cm> Direçã Editrial LABOURÉ LIMA Criaçã e Arte da Capa BIA ALVES PINTO Revisã de Text N. E. Para a realizaçã dessa bra, cada autr respnsabilizu-se pr seu text. DADOS INTERNACIONAIS PARA CATALOGAÇÃO NA PUBLICAÇÃO( CIP) P886 Prtugueses n Brasil: migrantes em dis ats I Organizadres : Ismênia de Lima Martins e Fernand Susa - Niterói, RJ : Muiraquitã, p. ; 6cm x 23cm ISBN Prtugueses - Brasil. 2. Imigrantes - Brasil. 3. Prtugueses Países estrangeirs. I. Martins, Ismênia de Lima. II Susa, Fernand. III. Fundaçã de Ampar a Pesquisa d Estad d Ri de Janeir. CDD

6 Andersn Fabrici Mreira Mendes Andréa Tel Da Crte Arlete Assumpçã Mnteir Beatriz Kushnir Charlestn Jsé de Susa Assis Gladys Sabina Ribeir Henrique Rdrigues Leila Menezes Duarte Lená Medeirs de Menezes Maria da Cnceiçã Meireles Pereira Maria Izilda Sants de Mats Maria Jã Cerqueira da Csta Ferreira Maria Jsé Ferraria Paula Marques ds Sants Teresa Filipe Cirne Vitr Manel Marques da Fnseca Ismênia de Lima Martins Fernand de Susa ORGANIZADORES

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8 Quand vim da minha terra, nã vim, perdi-me n espaç, na ilusã de ter saíd. Ai de mim, nunca saí. Lá estu eu enterrad pr baix de falas mansas, pr baix de negras smbras, pr baix de lavras de ur, pr baix de gerações, pr baix, eu sei, de mim mesm, este vivente, enganad, engans. Carls Drumnd de Andrade A Ilusã d Imigrante in Pesia Cmpleta, RJ, N va Aguilar, 2002

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10 ... Um tempral desfeit que se armu certa manhã, cm vagas a varrer tmbadilh, criu pânic a brd - as baleeiras chegaram a estar preparadas para que desse e viesse -, mas a mens deu ensej a cada um de mstrar a cragem que tinha. Nã faltu quem se brrasse de med! Depis vent amainu, mar ficu utra vez calm, e a viagem prsseguiu sssegada. Em cada prt nde fundeavams pdia-se cmprar bananas a tstã, e rapazits da minha idade mergulhavam e traziam presas ns dentes as medas que s passageirs atiravam na amurada. Qu and a sineta tcava, ia buscar ranch numa lata, grã de bic, apesar de bichs e mal czid, sabia-me bem. As sábads (havia sábads ali), lavava a camisa. E numa segunda-feira, cheia de sl, Brasil apareceu. Miguel Trga. ln A Criaçã d Mund. R}; Nva Frnteira, 996. P 87

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12 Sumári 3 Apresentaçã POR PEDRICTO ROCHA FILHO 5 O Imigrante e a Histriadra ISMÊNIA DE LIMA MARTINS 27 Fntes para Estud da Imigraçã Prtuguesa n Arquiv Públic d Estad d Ri de Janeir CHARLESTON JOSÉ DE SOUSA ASSIS LEILA MENEZES DUARTE ANDERSON FABRICIO MOREIRA MENDES 45 Tr açs luss ns acervs d Arquiv Geral da Cidade d Ri de Janeir BEATRIZ KUSHNIR 54 Perfil d Imigrante Prtuguês ns Códices de Legitimaçã e Apresentaçã de Passaprtes na Plícia - Arquiv Nacinal d Ri de Janeir. GLADYS SABINA RIBEIRO 86 Os prcesss de expulsã cm fntes para a História da Imigraçã Prtuguesa n Ri de Janeir ( ) LENÁ MEDEIROS DE MENEZES 8 A Relevância das Fntes Orais n Estud d Fenômen Imigratóri ANDRÉA TELO DA CORTE 29 A imigraçã prtuguesa para Sã Paul: trajetória e perspectivas MARIA IZILDA SANTOS DE MATOS 36 Assciativism prtuguês n Ri de Janeir, VITOR MANOEL MARQUES DA FONSECA

13 62 A imigraçã prtuguesa [planejada] para Sul d Brasil. A Clônia de Nva Ericeira. ARLETE ASSUMPÇÃO MONTEIRO 75 Em trn da herança cultural de duas nações: a emigraçã prtuguesa para Brasil FERNANDO DE SOUSA TERESA FILIPE CIRNE 89 Emigraçã de Viana d Castel para Brasil n Sécul XIX cm a emissã de passaprte HENRIQUE RODRIGUES 23 A Emigraçã d Distrit d Prt para Brasil ( ) preliminares de um estud MARIA JOSÉ FERRARIA 239 A Emigraçã d Distrit de Viseu para Brasil. As principais fntes dcumentais. PAULA MARQUES DOS SANTOS 254 A Emigraçã para Brasil através ds livrs de Passaprtes d Distrit d Prt ( Semestre 926) MARIA JOÃO CERQUEIRA DA COSTA FERREIRA 270 Representações da Emigraçã para Brasil na Imprensa d Nrdeste Trasmntan durante a ª República MARIA DA CONCEIÇÃO MEIRELES PEREIRA

14 Apresentaçã De maneira única na história, existe a lng de cinc séculs um flux ppulacinal cntínu entre Prtugal e Brasil. Inicialmente prtuguês vei cm clnizadr. Mais tarde sua presença se evidencia cm imigrante, engrssand a classe trabalhadra u utrs setres prfissinais, mas também cm investidr, aplicand s capitais aqui btids u trazids de Prtugal. Atualmente, se a presença n Brasil de investiments prtugueses é significativa, pr utr lad Prtugal assiste a uma crescente entrada de imigrantes brasileirs, que esclhem país cm frma de acess a maires prtunidades de trabalh na Eurpa. A emigraçã prtuguesa para Brasil, ns séculs XIX e XX, embra bjet de numerss trabalhs científics, cnstitui-se em tema abert, demandand ainda um esfrç de pesquisa, lng e cntínu, que, para ser êxits reclama investiments institucinais e uma equipe especializada, de frma a bter resultads que ultrapassem as cntribuições parciais, até agra alcançadas. Imprtante destacar que interesse pel levantament de fntes e pesquisa sbre a Imigraçã e Imigrante Prtuguês n Brasil nã se restringe a camp acadêmic, pis cria instruments para defesa, cmprvaçã e resguard de direits ds cidadãs de ambs s países, prprcinand também subsídis para as plíticas públicas que cntemplem s direits de cidadania ds migrantes, assim cm recnheciment de signs identitáris. Objetivand enfrentar tal questã, CEPESE - Centr de Estuds da Ppulaçã, Ecnmia e Sciedade da Universidade d Prt, prpõe um prtal digital autônm para livre cnsulta na internet, d qual cnste a vinda ds emigrantes prtugueses para Brasil, a partir de 822. Cnsiderand a imprtância da dcumentaçã brasileira para aprfundament e cmplementaçã da base de dads e para

15 4 desenvlviment ds estuds sbre a presença prtuguesa n Brasil, 0 CEPESE buscu estabelecer uma cperaçã cm pesquisadres brasileirs. E tend em cnta a relevância das instituições públicas dcumentais sediadas n Ri de Janeir, entre as quais Arquiv Nacinal, assim cm a ntriedade acadêmica ds centrs de pesquisa universitáris lcalizads na mesma regiã, e cnsiderand, finalmente, prestígi e recnheciment da FAPERJ, prcuru seu api para prmver e viabilizar a cperaçã interinstitucinal. A FAPERJ, tend em cnta a plítica de cperaçã na área de Ciência, Tecnlgia e Invaçã d Gvern Rsinha Gartinh, aclheu a prpsta e firmu cnvêni cm CEPESE. Tal instrument prevê a prmçã da pesquisa e divulgaçã ds temas direta u indiretamente relacinads cm Ppulaçã, Ecnmia e Sciedade. Este livr reúne s trabalhs prduzids pr pesquisadres brasileirs e prtugueses n Seminári Internacinal sbre a Imigraçã Prtuguesa n Brasil, realizad n Ri de Janeir entre 07 e de nvembr de Esperams que sua divulgaçã cntribua para alargament d camp de estuds e estimule nvas pesquisas. Pedrict Rcha Filh Presidente da Fundaçã Carls Chagas Filh de Ampar a Pesquisa - FAPERJ

16 Prtugueses n Brasil: Migrantes em Dis Ats 5 O Imigrante e a Histriadra Isrnênia de Lima Martins* Cnferência em hmenagem à Prfessra Eulália Maria Lahrneyer Lb O Imigrante Antôni Dias Leite, filh, nasceu em 20 de junh de 870, na freguesia de Lrdell d Our, pertencente a Cnselh e Distrit da Cidade d Prt 2 Sua mãe, Maria Gnçalves da Silva, nasceu nas vizinhanças d Prt, numa pequena aldeia de pescadres chamada Terra da Feira, próxima d atual balneári elegante d Espinh.Sern acess à educaçã u pssibilidade de trabalh cmpensadr, partiu para a grande cidade em busca de empreg. Os esfrçs industrializantes d nrte de Prtugal, n últim quartel d sécul XIX, baseavam-se num prcess de substituiçã de imprtações, s bretud de b e n s de c nsum ime diat. A fiaçã e a tec elagem caracterizaram este períd inicial A matéria prima era btida lcalmente, urna vez que a regiã pssuía um rebanh cnsiderável de gad laníger, que supria desse insurn, a preçs favráveis, as rnanufaturas lcais. Quant à mã-de-bra, tend em cnta a pequena qualificaçã exigida, utilizava-se predminantemente mulheres e crianças, que aceitavam saláris inferires as ds trabalhadres adults. Maria Gnçalves da Silva cnseguiu trabalh em urna pequena fiaçã e tecelagem, pertencente a Antôni Dias Leite, pai, que aparece ns dcuments cartnais da épca crn fabricante e que, a enviuvar, vei a casar-se cm ela. Antôni Dias Leite, filh, teve a infância e iníci da adlescência, marcads pela ambiência dméstica e pela vida pacata ds subúrbis d Prt. *Prfessra d Prgrama de Pós-Graduaçã em História da UFF. Pr casiã da sessã de abertura d I Seminári Internacinal sbre Imigraçã Prtuguesa n? Brasil. Arquiv Nacinal, Ri de Janeir, 07 de nvembr de As infrmações bigráficas sbre Antôni Dias Leite, que se apresentam neste text, fram reti radas d livr Cartas de Antôni Dias Leite ( ): Um lhar sbre uma épca de transfr mações de Eulália Maria Lahmeyer Lb e Laura Lahmeyer Leite Maia.Ri de Janeir. Lidadr Editra, 2005

17 6 As 3 ans, a mrte d pai, transtrnu-lhe a vida. A crise ecnômica e financeira pr que passava país ampliu as dificuldades para que a mãe, viúva, preservasse a herança d marid. Assumiu crajsamente a respnsabilidade d sustent da família e lutava para prsseguir seus estuds, enquant ganhava a vida. Seu interesse pela escrita e aptidã para línguas prveram -lhe s primeirs meis de subsistência: ajudar s vizinhs analfabets, escrevend cartas em nme deles para s parentes, amigs e apaixnads que tinham migrad para terras lngínquas, que sempre valia alguns trcads. A primeira experiência de trabalh,cm escrivã da alfândega, nã fi bem sucedida. O nã pagament de salári após váris meses n empreg, sb a alegaçã de que ainda estava em estági prbatóri de aprendizad, prvcu sua indignaçã vilenta, redundand na sua demissã. Nvas prtunidades de trabalh exitsas fram criand cndições para seu cresciment prfissinal. Fi apntadr e depis tradutr na cmpanhia Eiffel, que bedecend a mdel e padrões técnics d fams engenheir francês, cnstruiu a Pnte Sã Luiz, sbre Dur. Além da experiência, trabalh prprcinu-lhe prtunidade de ampliar suas relações. Terminada a pnte, teve uma ferta de empreg cm gerente, em uma quinta vinícula, próxima de Cimbra, cuj prprietári ele cnhecera n serviç anterir. Seu desej de prgredir fazia aprveitar tdas as prtunidades e, nesse períd, pde dedicar-se a estud d inglês, sb rientaçã de um prfessr cm quem tinha aula em Cimbra, valendse da prtunidade de ir quinzenalmente a banc na cidade, para prvidenciar s pagaments da quinta. Pela inteligência e frça de vntade alcançu uma cultura acima da média e apreciável para sua idade, na épca em trn ds 8 ans. Além de extrardinária facilidade para estud das línguas, pssuía grande interesse pr literatura. Pssuía a cleçã cmpleta de Shakespeare, d qual era grande admiradr, assim cm de utrs clássics prtugueses: Guerra Junqueira, Eça de Queirz, Ramalh Ortigã, Almeida Garret e Luis de Camões. Tais qualidades granjeavam-lhe simpatias e amizades. Assim, pr recmendaçã de um cmerciante d Prt, jvem Antôni cnseguiu a prtunidade de trabalh n Banc de Lndres. A chegar à capital inglesa teve prblemas. Primeir, ser cmpreendid, pis faltava-lhe a prática da língua, uma vez que estudara idima sbretud gramaticalmente. A vivência lndrina permitiu-lhe superar rapidamente esse empecilh. Adaptar-se, prem, à sciedade vitriana, pautada pel puritanism que regulamentava a vida scial e pessal, cnstituía-se numa dificuldade mair:

18 Prtugueses n Brasil: Migrantes em Dis Ats 7 "O clima fri e nevent, ar pluíd pela indústria, a mntnia ds subúrbis lndrins cm suas ruas infindáveis, ladeadas de cnstruções unifrmes, de tijls enegrecids pel carvã d aqueciment, fachadas de pucs andares, sótãs e prões, nã eram estimulantes para quem vinha de terra enslarada, de uma cultura urbana rica em estils arquitetônics variads, alegrads pels azulejs multicres e alicerçada em laçs de parentesc e relações humanas abertas". 3 Chamad a prestar serviç militar brigatóri, d qual fi isent psterirmente pr ser sustentácul da mãe viúva, retmu a Prtugal em 890. O retm nã pde ser cnsiderad cercitiv, uma vez que, após dis ans em Lndres, Antôni recnheceu nã ter perspectivas, prque banc reservava mnpóli de tds s cargs na hierarquia superir da administraçã as ingleses, "atitude excludente, típica de país hegemônic e imperialista"4 Retmand cantatas anterires, Antôni cnseguiu empreg na livraria Gmes, n Chiad, em Lisba, nde cnviveu cm a elite intelectual prtuguesa: Marcelin de Mesquita, Elvin de Brit, Fialh de Almeida, Susa Martins e Eça de Queirz, entre utrs. O declíni acentuad das exprtações tradicinais lusas (vinh, frutas, azeite, crtiça, gad e minerais), mtivad pela queda das imprtações da Inglaterra, fechament d mercad francês, assim cm pel aument da cncrrência de prduts cngêneres espanhóis, italian, além da queda da prduçã d vinh e d trig. O agravament da situaçã ecnômica de Prtugal espraiu-se numa crise scial caracterizada pela escassez de empreg, perdas de terras pr pequens agricultres, declíni das clheitas, cnversã de camps de cultiv em pasts, envlvend a dispensa de mã-de-bra. A crise aprfundava-se devid à incapacidade da mnarquia lusa buscar sluções ecnômicas, negciar cm s psitres d regime, u de recnhecer s direits civis e trabalhistas. Nesse ambiente, as tensões sciais intensificavam-se; greves, marchas de prtest, rebeliões agrárias e mtins multiplicavam-se. 5 Pr casiã d terceir centenári da mrte de Camões, elevad a símbl da naçã, crre a primeira grande nda de prpaganda patriótica. republicana. 3Lb, Eulalia, p.cit. pág Lb,Eulalia, p.cit. pág. 26

19 8 A mnarquia lusa, acusada de ceder às pressões inglesas, desmralizu -se definitivamente depis da cmçã prvcada pel ultimatum da Inglaterra, em 890, que assegurava seu cntrle sbre Mçambique. Um an depis irrmpeu a revluçã republicana d Prt. Apesar d ampl api da sciedade as republicans, grup de revltss, integrad pr intelectuais, jrnalistas, estudantes, militares de menr hierarquia, a pequena burguesia urbana emergente, perariad ascendente, fi reprimid vilentamente e dminada pela mnarquia em um só dia. 6 Para escapar da perseguiçã, Antôni, que participara da revlta de 89, refugiu-se na Espanha. Passada a nda repressiva, vlta a Lisba, nde, mais uma vez, cnseguiu trabalh n Banc Inglês. Enfrentand n banc, em Lisba, mesm espírit discriminatóri que experimentara em Lndres, e decepcinad sbre a situaçã que vivia seu país, Antôni sentia-se frçad a decidir sbre seu futur fra de Prtugal. Apesar d mment, em que s Estads Unids cmeçavam a atrair imigrantes prtugueses, e d seu cnheciment da língua inglesa, a África e Brasil despertavam-lhe mair interesse. Na África, dmíni prtuguês sfrera um recu parcial cm a cupaçã britânica e, n Brasil, jacbinism estava n auge, acarretand rmpiment das relações cm Prtugal, acusad de apiar a Revlta da Armada, de tendência mnarquista, cntra presidente Flrian Peixt. 7 O cas brasileir revestia-se de grande cmplexidade. A jvem República, que para ser cnfiável deveria prprcinar, paz, bem estar e prgress, tarefa difícil em um períd de alta inflacinári e desgvern ecnômic, apresenta Prtugal cm país d atras e respnsável pels males da mnarquia, atribuind as prtugueses aument ds preçs e ds aluguéis sfrids pela ppulaçã. 8 Pr utr lad, haviam as prpaladas riquezas da terra, as histórias de sucess de imigrantes trnads cmendadres, a facilidade da língua, as redes de slidariedade sustentada pela parentela e vizinhs. Finalmente ptu pel Brasil e talvez element decisiv de sua resluçã tenha sid cnvite que recebeu de Antôni Maria da Csta para trabalhar em 5 Lb, Eulalia, pcit. pg27 6 Lb,Euláia, p.cit, pg.28 7 Lb, Eulália. Op.cit.pg.29 8 Ribeir, Gladys Sabina. A Guerra as Prtugueses n Ri de Janeir n final d séc. XIX. ln. Oceans-Prtugueses n Brasil Independente. nº44-utubr/dezembr. Lisba 2000.pg.68 a 84; e Prtugueses d Brasil e Prtugueses n Brasil, açs de irmandade e cnflits identitáris em dis ats:l822 e 890. ln: FELDMAN-BIANCO, Bela. (Org). Entre Brasil e Prtugal: estuds de identidades e pder. Campinas, Editra da UNICAMP, n prel.

20 Prtugueses n Brasil: Migrantes em Dis Ats 9 sua firma. O prpnente era sóci principal e gerente da Csta Pachec & Cia., cnsiderada grande firma atacadista de armarinhs, mdas e anexs, estabelecida n Ri de Janeir, tend imprtaçã direta e de cnta própria. A cidade tmavase mais atraente, prque aí se cncentravam s imigrantes prtugueses, exercend as mais variadas prfissões u destacand-se crn cmerciantes pr atacad, exprtadres, industriais, banqueirs, prestamistas e senhris. A clônia prpiciava um clima aclhedr as cmpatritas, apiand s recém-chegads através das casas reginais, que preservavam as tradições lusas, a slidariedade aldeã e fereciam serviçs crn busca de empreg, saúde, ensin e atendiment jurídic. A chegar a Brasil em 893, cm 23 ans de idade, iniciu a vida dura de caixeir, cm lngas jrnadas de trabalh, submetid a cntrle da casa e residind n própri empreg. Sfreu grande desapntament cm salári menr d que esperad. Apesar das más cndições de trabalh, permaneceu na firma durante 25 ans, cupand as diversas psições: calculista, viajante, chefe de escritóri, cmpradr, gerente e sóci d empreendiment. Qu and se trnu caixeir-viajante, Antôni teve seus hrizntes ampliads. Percrreu s mercads de Minas Gerais, Sã Paul e Estad d Ri de Janeir e recebia s fregueses d nrte e nrdeste d país. Ocupu tds s psts da hierarquia da firma, trnand-se, em 903, dez ans após sua chegada a Brasil, sóci d empreendiment. 9 Lb, Eulália. p.cit.pg35 Ainda crn cmpradr, Antôni viajava à Eurpa a cada dis ans, circuland pr Paris, Lndres, Berlim, Praga e Viena, algumas vezes acmpanhad d sóci-prprietári da firma, Antôni Maria da Csta. Ele recebia as encmendas d Brasil, esclhia s mdels de vestuári e chapéus e mandava executá-ls, devid à diferença das estações em relaçã à Eurpa... Geralmente, Antôni cmprava tecids e terns em Lndres, entã cnsiderada melhr mercad de estil masculin, e ele bservava requinte ds mdels feminins de Paris, encmendand, a baixs custs na Alemanha, a execuçã d vestuári inspirad nas duas principais cidades da mda. A freqüência às crridas de cavals de Lngchamps também servia de fnte de inspiraçã; s sapats mais elegantes eram da Tchecslváquia e da Hungria, s chapéus da França e assim pr diante. 9

21 20 Na chegada a Ri, cnheceu Gergeta Furquim Lahmeyer, que lhe inspirara grande paixã, alimentand durante ans snh de despsá-la. Após tmar-se sóci da firma, Antôni prpõe-se a realizar seu desej de lnga data, casar-se. Para tant, teve que enfrentar precnceit e dificuldades. As casas cmerciais nessa épca nã estimulavam matrimôni de seus empregads, impnd, cm era hábit n períd, verdadeir internat as caixeirs. Além diss, stimulavam s casaments entre as famílias ds sócis, a fim de cncentrar e ampliar capital das empresas. N cas de Antôni, a psiçã a seu matrimôni era ainda mais frte, pr ser ele um sóci recente e minritári da firma e a niva pertencer a uma. família empbrecida. 0 Gergeta Furquim Lahmeyer era filha de Eulália Teixeira Leite e de Heinrich Gaspar Lahmeyer.Apesar da perda de frtuna, pertencia à melhr aristcracia d café, send bisneta d Barã de Vassuras e neta ds preminentes cmissáris de café Furquim de Almeida e Friedrich Rudlph Lahmeyer. O pai de Gergeta faleceu após ter sfrid um prcess de falência cm a crise da cafeicultura que atingiu V ale d Paraíba. A viúva inventariante, Eulália, vendeu em cndições desfavráveis a fazenda e mudu-se para Ri de Janeir. Além das manbras d Sr. Antôni Maria da Csta, sóci majritári da firma, que tentava adiar casament de seu jvem clabradr, s nivs também tiveram que enfrentar a psiçã d irmã mais velh de Gergeta que, se cnsiderand chefe da família, manifestava restrições a casament, pr tratar-se de um imigrante prtuguês, recém-chegad e sem frtuna. Rmpend cm as regras d grup d cmérci e da ligarquia d café, e vencend s precnceits, Antni e Gergeta casaram-se em 29 de julh de Tiveram cinc filhs: em 906 nasceu V alentina; em 908, Laura; em 90, Luiza; em 920, Antni Dias Leite; em 924, Eulália. Numa épca em que se dava puc valr a ensin prfissinal para as mulheres, Antôni estimulu aprimrament intelectual de suas filhas, que freqüentaram ensin superir em instituições altamente recnhecidas. 0 Lb, Eulália,p.cit.pg55 Lb, Eulália,p.cit.pg Lb, Eulália, p.cit.p 63

22 Prtugueses n Brasil: Migrantes em Dis Ats 2 A primeira estudu letras angl-saxônicas n a Inglaterra, utra estudu belas artes e filsfia na Universidade d Brasil, a terceira, estudu psiclgia e, tend dmíni de váris idimas, trnu-se uma pineira n camp prfissinal da traduçã n país. O filh hmem estudu ecnmia e engenharia. E a caçula, Eulália, frmu -se em história na Faculdade Nacinal de Filsfia da Universidade d Brasil. 3 A Histriadra Lali, cm era chamada pr seu pai, é hje Prfessra Emérita da Universidade Federal d Ri de Janeir e da Universidade Federal Fluminense, cnstituind-se em figura emblemática para a Cmunidade Brasileira de Histriadres. Desde que esclheu curs de História, Eulália sempre definiu a sua pçã pela pesquisa. Nã queria ser mais uma a cmpilàr s autres clássics nem ficar presa as limites de uma discussã histrigráfica, já superada. Qp.eria ir às fntes, mas nã de qualquer maneira! Havia muitas questões sbre a cntempraneidade d Brasil e da América Latina. As mudanças sciais e ecnômicas clcavam para a jvem histriadra prblemas fundamentais sbre presente e futur. O passad nã era apenas um dad a mais para a erudiçã e rnament cultural. Trnava-se um instrument ativ nas mãs de quem questinava, a partir d seu presente. O Brasil teria que ser cmpreendid, tend em cnta a dinâmica interna de sua História e nã apenas seguind s quadrs explicativs da Eurpa Ocidental. Assim que terminu curs, cmeçu dutrad e dedicu-se inteiramente à pesquisa, aprimrand seus estuds em universidades amencanas. Sua tese de dutrad tratu da Administraçã Clnial Lus Espanhla na América. A esclha d tema tinha um caráter prátic, prque era mais fácil ter acess às fntes relativas a esse recrte d que sbre a Eurpa, mas também revelava seu espírit crític. A América Latina deveria ter a sua História: riginal, diferente e nva! O seu temp era diferente d eurpeu. E ritm, a evluçã e as alternativas eram utras. Eulália cnsiderava que a América Latina pderia - pelas suas pssibilidades - ter um papel fundamental na transfrmaçã d mund. Infeliz mente nã() fi assim, mas, de qualquer maneira, Eulália trnu-se a pnmeua pesquisadra sbre a América Latina n Brasil. 3 Lb, Eulália, p cit. p. 07

23 22 Fi também a primeira autra de tese de Dutrad em História defendida pr urna mulher n Brasil. Tal títul lhe valeu a inclusã n Dicinári ((Mulheres d Brasir 4 Em entrevista publicada pr casiã da cmemraçã ds SOO ans da América 5, Eulália Lb cnta crn ingressu n Magistéri Superir. Afirmu que nã queria, mas via nele únic caminh viável para prfissinalizar-se crn pesquisadra. Nesse aspect, Eulália cnstituiu-se também numa referência brigatória n ensin universitári de História n Brasil. Frmu várias gerações de estudantes - em nível de graduaçã e pós-gré!.duaçã - tend sempre crn mdel a matriz indissciável d ensin e da pesquisa. O imprtante era dtar s aluns de cndições teóricas e metdlógicas para a leitura crítica da bibligrafia já existente e das fntes primárias para a prduçã de nvs cnheciments. Na cndiçã de prfessra, Eulália destacu-se também ns embates plítics e idelógics. Sua carreira universitária fi interrmpida de frma traumática após glpe de 964. A Universidade, naqueles ans de ditadura, trnara-se muit visada, particularmente, IFCS. As denúncias apntavam urna célula de cmunistas e s cnspiradres seriam Manel Mauríci, Jsé América Pessanha, Maria Yedda Linhares, Evarist de Mrais e... Eulália Lb! Apsentada cmpulsriamente, fi presa em 969 pr casiã da visita de Rckefeller a Brasil, a chamada (( Operaçã Gaila ': crn diz Eulália em seu depiment: ((Elesprenderam td mund que nã queriam que falasse cm Rckefeller e cntrataram pessaspara fázerem manifestaçã a fávr mediante pagament ': Eulália ficu presa urna semana. Entre s que reivindicavam a sua libertaçã estavam s adids cultural e militar ds EUA, pis ela já havia sid cnvidada para encntr cm Rckefeller. A narrativa de Eulália sbre a prisã é delicisa. Chegaram à sua casa, de madrugada, três pessas armadas. Vinham prendê-la, mas nã sabiam quem era ela. E ela lhes disse: ((Nã dig que su enquant vcês nã me disserem quem sã! Vcês estã unifrmizads mas pdem ter assaltad um quartel e rubad as fárdas... Quer saber quem sã vcêst'eulália ligu para seu cunhad, que era almirante, na épca cgitad para ministr, e s Dicinári Mulheres d BrasiL De 500 até a atualidade. Bigráfic e Ilustrad. Orga nizad pr Schumhaer, Schuma, Vital Brasil, Eric. Ri de Janeir, Jrge Zahar Editra, 2000, pp Entrevista cm Eulália Maria Lahmeyer Lb in Estuds Histórics nº 9. Ri de Janeir, F.G.V, 992. pp

24 Prtugueses n Brasil: Migrantes em Dis Ats 23 hmens acabaram se identificand: eram da 8ª Artilharia da Csta n Lebln. Eulália s acmpanhu. Fi levada a gabinete d cmandante, que se mstrava muit cnstrangid. Eulália lhe disse: ((O Exércit que cmbateu a caça as escra vs, que prclamu a República, vem agra prender s cidadãs que nã estã armads... nã estã alterand a rdem pública. O Exércit, que tem tantas tradições glrisas, está reduzid a iss?" O cmandante, envergnhad, dizia: ((Nã sms pliciais' E a rdem se inverteu: cmandante se defendend e Eulália atacand. Mesm assim, ficu presa, apesar de nã haver acusaçã frmal. Diariamente ela perguntava a cmandante: ((Qual é a acusaçã cntra mim?"ele nã tinha que respnder e dizia: ((Vcê teve muita srte prque se mrasse mais pert d Humaitá teria tid um destin terrível, pis teria id para uma unidade muit pir' Sb arbítri, entre a jurisdiçã de uma unidade e utra, vencend seus meds, Eulália cmeçu, na prisã, a escrever sua História sbre a América Latina. Depis de slta, permaneceu 2 ans ind as Estads Unids para lecinar. Ia e vltava, cntinuand suas pesquisas n Brasil. Mais uma vez fi pineira! Cnseguiu um auxíli da Frd Fundatin, que até entã só cncedia verba de pesquisas cm filiaçã institucinal. Sua trajetória de dcente é acmpanhada pela prduçã de uma bra de grande histriadra. Cir Flamarin Cards, em resenha sbre seu livr ((Prtugueses en Brasil en el sigl XX"': destacu pineirism histrigráfic de Eulália Lb em diferentes casiões: primeir quand empreendeu uma cmparaçã sistemática ds sistemas administrativs espanhl e prtuguês na América; depis, a interessar-se pelas questões de preç, salári e níveis de ida n Ri de Janeir d sécul XIX e nas primeiras décadas d sécul XX, elabrand uma vasta síntese em dis tms da História Ecnômica da Cidade d Ri de Janeir; e, finalmente, a prduzir um primeir estud detalhad de tds s aspects pertinentes à imigraçã prtuguesa n Brasil d final d sécul XIX e d sécul XX. Cm mais de cem títuls publicads, Eulália Lb cntinua em plena atividade prfissinal. Na ediçã brasileira de seu livr sbre Prtugueses n Brasil, em 200, ampliu estud riginal, incrprand nvas pesquisas. Sua experiência e maturidade intelectual permitiram-lhe, inclusive, feliz cruzament entre existencial e a História.

25 24 A Obra De 2002 a 2004 dedicu-se cm afinc a pesquisar um precis acerv dcumental, a crrespndência de seu pai que lhe havia sid entregue pr sua irmã Laura. Aprximadamente 200 texts, envlvend diáris de viagens, cartas e bilhetes escrits entre 902 e 950, a mairia deles para a sua mulher Gergeta. A crrespndência preservada, ainda que fazend mençã as filhs, empregads u a situações d ctidian familiar, nã trata de assunts íntims. Cntempla a descriçã d dia a dia das viagens de cmpras para abasteciments das casas de cmérci n Ri de Janeir, nde atuu cm trabalhadr e cm sóci. Apesar de pssuir perfil típic d imigrante prtuguês - jvem, slteir, d sex masculin - Antôni Dias Leite destacava-se pr sua cultura, inteligência e sbretud pelas qualidades literárias de seu text. Tais características permitiram-lhe registrar cm perspicácia, espírit crític e fin humr as impressões sbre a cultura e a vida ns países visitads, d fim d sécul XIX à década de cinqüenta d sécul seguinte, períd que se reveste de particular interesse históric pelas prfundas mudanças crridas em escala mundial. A cndiçã de imigrante que instigava a análise crítica d mund, as cmparações entre a terra de rigem e a de destin, s cntats entre várias culturas, além de seus dtes intelectuais, fizeram de Antôni Dias Leite um bservadr especial desse vast prcess de transfrmaçã:... radical transfrmaçã de agrári a urban, de artesanal a industrial, de trabalh manual a tecnicamente avançad,... Ocrreram duas guerras mundiais, a grande depressã e a desilusã cm as prmessas da belle épque. Abliu-se a escravidã, huve uma redistribuiçã maciça da ppulaçã em decrrência ds mviments migratóris da Eurpa para Nv Mund e de trna-viagem, expandiu-se a explraçã da Ásia e da África, a Inglaterra cnstituiu um impéri hegemônic, superand Prtugal e Hlanda. Cnslidaram-se nvas nações, cm a Alemanha e a Itália. O impéri prtuguês é disputad pela Inglaterra n Oriente e na África, nde a expansã lusa é limitada pel ultimatum britânic que acarreta a crise da mnarquia e a prclamaçã da república em Prtugal. 5 5 Lb, Eulália Lahmeyer. Op. Cit. p.

26 Prtugueses n Brasil: Migrantes em Dis Ats 25 Eulália nã teve cm bjetiv principal analisar a persnalidade d prtagnista, mas deixu que ela surgisse ds própris texts. Deseju preservar lhar de Antôni sbre seu mund. Cntextualizu as cartas trabalhadas sem incrrer ns prblemas da bigrafia hericizante. Preservu sua memória, limitand a interpretaçã pessal a mínim, mas nã abriu mã de clcá-la numa perspectiva histórica: "Ele presenciu e, em algumas instâncias, participu ds principais mviments sciais que caracterizaram períd de transiçã da ecnmia agrícla para a fabril e industrial, sube captar a secularizaçã da sciedade, a gradual dissluçã das cmunidades, a implantaçã d capitalism na Eurpa Ocidental e d capitalism n Brasil". 6 A Prf Dra. Suely Gmes Csta, que redigiu a apresentaçã d livr de Eulália Lb, destaca cm a autra mapeia cm delicadeza a ultima quadra da vida de seu pai, quand este, bafejad pela frtuna, após a liquidaçã da firma Sequeira Leite que fundara, dedica-se a nvas atividades cm rentista, além de uma intensa participaçã cmunitária e plítica. Mstra sua integraçã à clônia prtuguesa n Ri de Janeir, a atuaçã em várias entidades cm as Casas Reginais Lusas d Brasil e papel destacad na defesa da criaçã de uma Federaçã das Assciações Prtuguesas n Brasil, da qual fi sóci fundadr em 93. Membr da Assciaçã ds Cmerciantes Prtugueses n Brasil e pineir junt a gvern prtuguês na defesa da abertura de uma linha de navegaçã de Prtugal para Brasil, que prmveria a reduçã ds custs de transprte, tend sid um ds primeirs presidente da carreira, assim que ela fi instalada. Suely Gmes Csta ressalta também tratament dad pela autra à aprximaçã de Antôni cm republicanism salazarista, mas também seu afastament, lg que a vcaçã ditatrial d gvern prtuguês se define. Apnta ainda cm Eulália esmiuça as referências intelectuais d pai, nas leituras e na cmpsiçã da bibliteca, cm que a precisar suas 6 Lb, Eulália Maria Lahmeyer, p. cit. p. 2-3

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