UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA TERRA E DO MAR CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

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1 UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA TERRA E DO MAR CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMA PARA GESTÃO DE TRÁFEGO DE EDI David Henrique da Silva Xavier Carlos Henrique Bughi, Msc Orientador Itajaí (SC), junho de 2012

2 ii UNIVERSIDADE DO VALE DO ITAJAÍ CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS DA TERRA E DO MAR CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO SISTEMA PARA GESTÃO DE TRÁFEGO DE EDI Área de Interoperabilidade de Sistemas David Henrique da Silva Xavier Relatório apresentado à Banca Examinadora do Trabalho Técnicocientífico de Conclusão do Curso de Ciência da Computação para análise e aprovação. Orientador: Carlos Henrique Bughi, Msc Itajaí (SC), junho de 2012

3 iii SUMÁRIO LISTA DE ABREVIATURAS... v LISTA DE FIGURAS... vi LISTA DE TABELAS... vii RESUMO... viii ABSTRACT... ix 1. INTRODUÇÃO PROBLEMATIZAÇÃO FORMULAÇÃO DO PROBLEMA SOLUÇÃO PROPOSTA OBJETIVOS OBJETIVO GERAL Objetivos Específicos METODOLOGIA ESTRUTURA DO TRABALHO FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA Electronic Data Interchange (EDI) Histórico Formatos Interoperabilidade de Sistemas Níveis de Interoperabilidade Interoperabilidade de Sistemas e EDI Protocolos de Transferência Post Office Protocol (POP) FTP (File Transfer Protocol) TRANSPORTE MARÍTIMO Vantagens e Desvantagens Intervenientes no transporte Responsáveis pela navegação Infraestruturas A importância do transporte marítimo Estrutura Portuária Estrutura Física... 30

4 Estrutura Administrativa Operador Portuário Tráfego de Informações Ferramentas Similares SIGNAL WEBEDI DESENVOLVIMENTO PROJETO FLUXO GERAL DO SISTEMA Tecnologias para o Desenvolvimento REQUISITOS Requisitos Funcionais Requisitos Não Funcionais Regras de Negócio Diagramas de Casos de Uso Cadastros Monitoramento Atividades do Sistema DIAGRAMA DE CLASSE DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO Análise de Riscos BANCO DE DADOS HIBERNATE LINGUAGEM E IDE DE DESENVOLVIMENTO RELATÓRIOS ESTRUTURA DO SISTEMA TESTES E VALIDAÇÕES SEGURANÇA NA TRANSFERÊNCIA DE ARQUIVOS TESTES DA APLICAÇÃO EM UM TERMINAL PORTUÁRIO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS iv

5 v LISTA DE ABREVIATURAS ABRATEC ANSI EDI EDIFACT FTP TCC UNIVALI IDE API XML Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público Comitê Nacional Americano de Padrões (American National Standards Committee) Troca Eletrônica de Dados (Electonic Data Interchange) Intercâmbio Eletrônico de Dados para Administração, Comércio e o Transporte (Eletronic Data Interchange for Administration, Commerce and Transport) Protocolo de Transferência de Arquivos (File Transfer Protocol) Trabalho de Conclusão de Curso Universidade do Vale do Itajaí Ambiente Integrado de Desenvolvimento (Integrated Development Environment) Interface de Programação de Aplicativos (Application Programming Interface) Linguagem de Marcação Estendidas (Extensible Markup Language)

6 vi LISTA DE FIGURAS Figura 1. Troca Eletrônica de Documentos entre Empresas Figura 2. Exemplo de mensagem no padrão ANSI ASC X Figura 3. Exemplo de mensagem no formato EDIFACT Figura 4. Tela de Cadastro de Conexões do Signal Figura 5. Tela de monitoramento do Signal Figura 6. Fluxo Geral do Sistema Figura 7. Casos de Uso: Cadastros Figura 8. Casos de Uso: Monitoramento Figura 9. Casos de Uso: Serviços do Sistema Figura 10. Diagrama de Atividades: Execução de Regra de Tráfego Figura 11: Diagrama de Classes Figura 12. Diagrama de Entidade Relacionamento Figura 13. Tela de Login Figura 14. Tela Geral do Sistema Figura 15. Tela Cadastro de Parceiro Figura 16. Tela Cadastro de Alerta Figura 17. Tela Cadastro de Regras de Tráfego Figura 18. Cadastro de Usuário Figura 19. Tela Monitor de Tráfego Figura 20. Cadastro de Conexão Figura 21. Cadastro de Conexão por Figura 22. Cadastro de Conexão por File System Figura 23. Relatório de Falhas por Parceiro Figura 24. Relatório de Tráfego por Parceiro Figura 25. Seleção de Relatórios Figura 26. SQL Server Management Studio Figura 27. Mapeamento de campos para o Hibernate Figura 28. Assistente para criação de classes Figura 29. Construtor de Telas do NetBeans Figura 30. Interface do ireport Figura 31. Estrutura de classes do sistema Figura 32. Cenário de Testes FTP e File System Figura 33. Registro de Logs do tráfego do EDI Figura 34. Registro de Falha na Conexão Figura 35. alertando falha na conexão

7 vii LISTA DE TABELAS Tabela 1. Entidades Relacionamento do Sistema Tabela 2. Entidade Alertas Tabela 3. Entidade Parceiros Tabela 4. Entidade Usuários Tabela 5. Entidade Arquivos Tabela 6. Entidade Logs Tabela 7. Entidade Conexões Tabela 8. Entidade Regras de Tráfego Tabela 9. Comparativo entre HBL e SQL

8 viii RESUMO Xavier, David. Sistema para Gestão de Tráfego de EDI. Itajaí, f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ciência da Computação) Centro de Ciências Tecnológicas da Terra e do Mar, Universidade do Vale do Itajaí, Itajaí, Atualmente com os avanços tecnológicos as empresas buscam cada vez mais integrar suas informações entre parceiros, o EDI (Eletronic Data Interchange) é uma importante ferramenta que proporciona esta integração de forma segura e rápida. Por meio da troca de arquivos eletrônicos, contendo informações estruturadas, é possível que diferentes sistemas de informação possam integrar dados, evitando o retrabalho e a digitação manual. A medida que empresas optam pelo uso do EDI, seus processos ficam dependentes desta tecnologia, causando prejuízos financeiros e logísticos caso ocorra algum problema na transmissão do EDI. Outro fator importante é a gestão do tráfego de arquivos, que determina de que forma a recepção e envio dos arquivos irão ocorrer, estas regras devem estar bem configuradas e estruturadas de forma que facilite a manutenção. Neste Trabalho Técnico-científico de Conclusão de Curso (TTC) é apresentado o projeto e a revisão dos conceitos-base das tecnologias utilizadas, bem como o desenvolvimento de um sistema computacional que gerencia o tráfego de EDI entre parceiros. O sistema visa facilitar a configuração das regras de tráfego, garantir a captura, envio e registro de toda a operação, buscando contribuir com as empresas que utilizam a tecnologia EDI, minimizando os riscos de sua utilização e garantindo a rastreabilidade do processo de transferência de arquivos. Este projeto especifica os requisitos do sistema, bem como apresenta o desenvolvimento. Palavras-chave: EDI, Troca de Dados, Interoperabilidade.

9 ix ABSTRACT Today with advances in technology companies increasingly seek to integrate their information between partners, the EDI is an important tool that provides this integration quickly and safely. Through the exchange of electronic files containing structured information, it is possible that different information systems can integrate your data, preventing it from occurring rework and manual typing. As companies opt for the use of EDI, their processes are dependent on this technology, causing financial and logistical problems if a problem occurs in the transmission of EDI. Another important factor is the traffic management of files, which determines how the sending and receiving of files will occur, these rules should be well structured and configured so as to facilitate maintenance. In this work of Course Completion is presented the project and the revision of basic concepts of the technologies used, and the development of a computer system that manages traffic between EDI partners. The system must ensure the capture, transmission and recording of the entire operation, seeking to contribute to companies using EDI technology, minimizing the risks of their use and ensuring the traceability of the process of transferring files. This project specifies the system requirements, and presents the development Keywords: EDI, Data Interchange.

10 10 1. INTRODUÇÃO Os terminais portuários de contêineres realizam o carregamento e descarregamento de cargas, tipicamente unitizadas em contêineres, através de navios cargueiros. Estes navios são operados por empresas transportadoras, responsáveis pelo tráfego de produtos entre localidades nacionais e internacionais, os quais são manufaturados ou desenvolvidos por empresas, também localizadas mundialmente. Considerando este cenário, percebe-se que são diversos os atores envolvidos no processo logístico do transporte de contêineres pela via marítima e, onde a qualquer momento, estes envolvidos precisam ter acesso as informações a respeito das cargas. Cada uma destas empresas possui softwares próprios, com desenvolvimento e base de dados específicos. Logo, não é possível adotar uma padronização na transferência de dados. Neste sentido, o uso do EDI apresenta-se como uma solução viável e de fácil implantação, permitindo a troca de informações de maneira rápida e atualizada. Os terminais de contêineres apresentam extrema importância para a cadeia logística, pois eles fortalecem a economia da região onde estão situados, pelo fato que, o transporte marítimo é o meio que permite a maior capacidade individual de carga por veículo, segundo Keedi (2001). Rocha (2001) complementa, afirmando que a conteinerização revolucionou o cenário de transporte de carga por vias marítimas, apresentando na última década um crescimento exponencial nesta modalidade de transporte. Nos últimos anos, as movimentações de contêineres e o uso dos terminais têm sido cada vez maiores. Conforme dados da Associação Brasileira dos Terminais Contêineres de Uso Público (ABRATEC), a movimentação de contêineres saltou de unidades em 2004, para unidades em 2010, representando um aumento de 72%. Patrício (2005) relata que os fatores que contribuíram para este crescimento foram: investimentos em infraestrutura (cais, pátio e edificações), superestruturas (guindastes e empilhadeiras), formação de mão de obra, e da escolha correta das ferramentas de Tecnologia da Informação. Os softwares têm papel fundamental neste cenário, pois é necessária a troca de informações entre a empresa responsável pelos terminais de contêineres e seus clientes, armadores e autoridades. Logo, é frequente a troca de informações diversas sobre a operação

11 11 e movimentação dos contêineres, estes dados devem estar síncronos entre os parceiros para garantir o sucesso da operação. O Intercâmbio Eletrônico de Dados (Electronic Data Interchange EDI) permite estreitar o relacionamento entre empresas, através do fluxo de informações em um formato padronizado, visando melhorar os resultados, tanto em termos operacionais quanto estratégicos (PORTO, 2000). Através do EDI, sistemas distintos podem trocar informações de forma íntegra, eliminando a necessidade do uso de formulários ou digitação, e diminuindo as chances de erros. Ainda, ele é fortemente utilizado em terminais de contêineres, pois otimiza o tempo da operação e garante a integridade das informações trocadas entre os parceiros. Entretanto, os estudos de Lummus (1997), EAN Brasil (1995), Tsai et al. (1994), Lim e Jamieson (1995) e Silva (1997) apontam que um dos principais problemas na implantação e utilização do EDI consiste em erros por parte dos parceiros, causando o chamado efeito dominó. Ou seja, ocorrem falhas de segurança do sistema que comprometem a integridade dos sistemas de outros parceiros, riscos de interconexão nas redes de trabalho, riscos de registros inadequados e riscos de alterações introduzidas nas mensagens. Em entrevistas com pessoas de terminais do complexo portuário de Itajaí no segundo semestre de 2011, evidenciou-se que nenhum dos terminais apresentava um sistema computacional específico para tratar o tráfego de EDI. Mesmo considerando a importância do monitoramento de envio e recepção das mensagens, em todos os terminais, não há a presença de sistemas computacionais que desempenhem esta função. Considerando o problema apresentado, este trabalho propõe o desenvolvimento de um sistema computacional open source, direcionado a terminais portuários, que promova a gestão do tráfego de EDI s, controlando o processo de transmissão e recepção de arquivos entre os diversos parceiros. Evidenciando a importância do EDI na cadeia logística de um terminal, e os diversos processos agregados a esta troca de informações, o sistema irá facilitar o desenvolvimento deste processo e minimizar o risco de falhas, buscando reduzir custos e aumentar a produtividade.

12 PROBLEMATIZAÇÃO Formulação do Problema Com o aumento da movimentação em terminais de contêineres, e a necessidade de redução de tempo nas operações logísticas, há a necessidade de busca por soluções tecnológicas para o crescimento da agilidade e segurança do processo entre empresas parceiras e terminais. O EDI surge neste cenário para agilizar o processo de troca de informações entre empresas, porém torna a operação estritamente dependente das informações provenientes dos arquivos eletrônicos, causando atrasos, problemas logísticos e financeiros, caso não seja corretamente tratado e encaminhado. Logo é imprescindível que toda a movimentação de arquivos seja registrada, bem como o funcionamento e disponibilidade das conexões entre parceiros, para que seja possível a rastreabilidade de todo o processo em caso de problemas futuros. Outro fator crítico é a frequência com que ocorrem alterações nas regras de tráfego, devido as constantes alterações nas conexões ou configuração de novos parceiros Solução Proposta Desenvolver um sistema desktop, voltado para terminais de contêineres, que gerencie o tráfego de arquivos EDI entre parceiros. O sistema proposto pretende auxiliar na criação de regras de tráfego, armazena-las e executá-las, de acordo como foram definidas pelo usuário. Toda a movimentação será registrada, permitindo a extração de relatórios, análises de desempenho ou rastro de falhas OBJETIVOS Objetivo Geral O objetivo geral desde trabalho é desenvolver uma sistema computacional que permita auxiliar terminais portuários no monitoramento e transferência de EDI s entre empresas parceiras.

13 Objetivos Específicos Compreender as principais formas de transferência eletrônica de arquivos; Compreender o funcionamento de EDI em terminais portuários; Analisar soluções similares; Definir o escopo e requisitos exigidos pelo sistema; Determinar as tecnologias necessárias à implementação do sistema; Realizar a modelagem conceitual do sistema; Implementar o sistema; Realizar os testes e avaliação do sistema METODOLOGIA As metodologias aderidas ao projeto de Trabalho Técnico-científico de Conclusão de Curso (TTC) foram de Pesquisa Documental e Bibliográfica. Segundo Severino (2011) a pesquisa bibliográfica é desenvolvida com base no levantamento de referências teóricas previamente analisadas e publicadas por meios escritos ou eletrônicos, como livros, páginas de web sites ou artigos científicos. Já a pesquisa documental recorre a fontes mais populares e diversificadas, entre elas revistas, relatórios ou jornais. Para o início deste trabalho científico se fez necessário um estudo bibliográfico dos temas abordados, com o objetivo de coletar informações e referências teóricas, levando ao conhecimento de assuntos já estudados ESTRUTURA DO TRABALHO Este trabalho está dividido em quatro capítulos, na introdução é apresentada uma visão geral do trabalho, com os objetivos, problematização e proposta de solução. No segundo capítulo, é possível acompanhar a revisão bibliográfica sobre os principais temas e assuntos abordados neste trabalho, tanto na área logística envolvida em terminais de contêineres, quanto nas tecnologias necessárias para o desenvolvimento da solução. No terceiro capitulo é apresentado o projeto desenvolvido, contendo especificações e modelagens do sistema proposto, planejamento do cronograma e principais atividades realizadas para a conclusão desse projeto, no quarto e último capitulo são apresentados os assuntos abordados e considerações sobre a finalização do sistema.

14 14 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O projeto teve como base uma pesquisa bibliográfica dos temas relacionados à solução proposta. A pesquisa foi segregada em duas partes, uma abordando as tecnologias necessárias para o desenvolvimento do projeto, envolvendo interoperabilidade de sistemas, EDI, formatos de arquivos e protocolos de transferência, esta parte foi necessária para o entendimento do fluxo de informação e formatos dos arquivos que irão trafegar entre os parceiros. A segunda parte foi baseada na estrutura e funcionamento de um terminal portuário, conceitos necessários para o entendimento dos processos de um terminal, sendo que o projeto contempla o teste da aplicação sobre este cenário Electronic Data Interchange (EDI) O EDI (Electronic Data Interchange) é uma poderosa ferramenta, utilizada para proporcionar a troca eletrônica de informações através de sistemas computacionais entre dois parceiros. Considerando que parceiros diferentes utilizam métodos e formatos próprios para gerenciar suas informações, é necessário que ocorra a organização dos dados para a transmissão dentro de um mesmo padrão, possibilitando a interpretação dos dados pelos dois sistemas. Neste sentido, o EDI promove a integração dos dados entre empresas, sem que haja necessidade de papéis, digitação ou documentos físicos, aumentando o desempenho dos processos e redução de custos (PRATES; GALLÃO, 2007). Ainda, a integração por EDI mantém a qualidade da informação, pois elimina possíveis erros de digitação. Na Figura 1 ilustra a troca de informações entre duas empresas através de um documento eletrônico. Figura 1. Troca Eletrônica de Documentos entre Empresas

15 15 Segundo Costa (2005), para que ocorra a implantação do EDI, a empresa parceira deve optar por um padrão que será utilizado para viabilizar a transição dos documentos e permita que seja corretamente interpretado por sistemas de informação diferentes. A forma em que a informação deve estar estruturada, tal como a forma de transmissão, são dadas pelo padrão internacional UN/EDIFACT (United Nations Electronic Data Interchanfe for Administration, Commerce and Transport). Para melhor entender a utilização e funcionalidade do EDI, faz-se necessário analisar a evolução histórica da ferramenta. Além disto, na sequência são apresentados os formatos de arquivos EDI Histórico Segundo Yadav (2007) o EDI surgiu no final dos anos 60, com o objetivo de reduzir o volume de papéis utilizados por empresas e melhorar o fluxo de informações através dos processos. De acordo com Ladeira et al. (2006) a indústria norte-americana, mais precisamente, principalmente os segmentos envolvidos no transporte fluvial, aéreo e terrestre foram os responsável pelo surgimento. Buscando melhorar a troca de informações entre as empresas que, a indústria precisou desenvolver um sistema capaz de melhorar comunicação e eliminar o fluxo de papel utilizado, além de eliminar o atraso na comunicação entre parceiros. Em 1975, originou-se o primeiro Comitê de Coordenação de Transporte de Dados TDCC (Transportation Data Coordinating Committee), no qual foi responsável pela criação dos primeiros modelos e padrões de EDI, visando uma maneira para que a comunicação ocorresse de tal forma que os dados pudessem ser interpretados de uma forma clara e fácil. Foi então em 1979 criado um dos primeiros padrões de EDI, chamado ANSI ASC X12 baseado no desenvolvimento do TDCC (HSIEH; LIN, 2004 apud LADEIRA et al., 2006). O primeiro caso de sucesso na utilização de EDI, como ferramenta de auxílio na troca de dados, ocorreu em Londres no início da década de 70, através da LACES (London Airport Cargo EDP Scheme), empresa responsável pelo software de gestão de fretes no aeroporto de Heathrow em Londres (BITTAR; LIMA, 1997). A partir daí a utilização do EDI cresce de forma exponencial. Segundo Florida (2009), em uma pesquisa realizada nos Estados Unidos em várias empresas de ramos diversificados, foi comparado o percentual de utilização de EDI com a utilização de papel na troca de

16 16 mensagens. A pesquisa mostra que entre 1999 e 2000 apenas 22% das empresas utilizavam EDI, entretanto após 10 anos, este número subiu para 95%, evidenciando que cada vez mais as empresas estão buscando soluções tecnológicas para melhorar sua comunicação e redução de custos. No Brasil a troca de dados através de EDI já vem melhorando a anos a comunicação entre empresas. Segundo Turban et al. (2007) o EDI vem sendo utilizado por empresas de grande porte, devido aos custos elevados de implantação,desenvolvimento e manutenção continua. Os estudos de Prates e Gallão (2007) citam várias empresas brasileiras das quais utilizam o EDI como: Magazine Luiza, Pão de Açúcar, Wall Mart e IBM. No ramo financeiro, segundo Dias (2006), o EDI também é utilizado pelo Sistema de Pagamento Brasileiro no TED (Transferência Eletrônica Disponível), utilizado para transações financeiras entre contas bancárias de diferentes instituições financeiras. Entretanto, com a evolução do EDI e a necessidade de transferência das mais variadas informações foram necessários o desenvolvimento de outros formatos, os quais são apresentados a seguir Formatos Ao iniciar a utilização do EDI, as empresas desenvolveram seus próprios formatos baseados em suas próprias necessidades. Ao longo do tempo surgiram as limitações destes formatos, onde era necessário criar outros padrões para atender a demanda de informação. Sendo assim surgiram outros 32 padrões, para solucionar as necessidades exigidas pelas empresas, na integração dos sistemas com o EDI (COLCHER; VALLE, 2000). A utilização de um único padrão para efetuar a troca eletrônica dos dados é considerada necessária, pois simplifica a interpretação dos dados gerados pelas empresas parceiras através de um sistema. Se não existisse um padrão, o fluxo de informação seria imensurável, ao ponto de tornar-se inviável sua administração. Além disto, através da adoção de um padrão, é possível que a empresa inicie trocas de informações com novos parceiros, mesmo que atuem em diferentes ramos, de forma rápida e facilitada (FERREIRA; ASSUMPÇÃO, 2005). Atualmente o padrão mais utilizado mundialmente é o EDIFACT, porém antes de sua existência existiam dois outros formatos, o ANSI ASC X12 originado na América do Norte, e o GTDI que teve origem na Europa (YADAV, 2007).

17 17 Uma informação é transmitida através de EDI da seguinte forma: o terminal efetua a cobrança de um determinado cliente, e emite uma nota fiscal de serviço, este documento até então poderia ser interpretado apenas por humanos. Segundo EANBRASIL (2004), o processo ocorre da mesma forma utilizando-se EDI, porém as informações serão interpretadas pelos sistemas e traduzidas, onde serão enviadas para os sistemas destinatários através do padrão UN/EDIFACT, onde o sistema parceiro possa interpretar e executar tarefas, nas quais estão determinadas na mensagem. Padrão ANSI ASC X12 Para que a mensagem fosse corretamente interpretada pelo sistema parceiro, no caso acima a fatura emitida, era necessário traduzi-la para um padrão comum de comunicação. Segundo Jilovec (2004), para solucionar este problema o comércio Americano iniciou a utilização do padrão ANSI ASC X12 como modelo para envio de mensagens através de EDI. A Figura 2 ilustra um exemplo de mensagem no padrão ANSI ASC X12. Porém este formato, segundo Dias (2004), ficaria restrito ao mercado interno dos Estados Unidos, pois seu padrão foi criado para atender as necessidades especificas do mercado Americano. Visando unir os padrões em um único, compatível com diferentes tipos de mercados a nível mundial, o padrão UN/EDIFACT foi criado para eliminar esta dificuldade. Figura 2. Exemplo de mensagem no padrão ANSI ASC X12

18 18 Padrão UN/EDIFACT O principal objetivo do padrão UN/EDIFACT é unir os padrões comerciais dos países, em um único padrão compatível a nível mundial, tornando a implantação do EDI mais fácil nas empresas. A utilização de um padrão unificado, segundo Colcher e Valle (2000), torna o EDI uma forma de comunicação mais eficiente, devido o sistema efetuar a recepção e leitura dos dados, sem se preocupar com a conversão de padrões. O padrão UN/EDIFACT está sendo a escolha de todas as empresas que desejam implantar o EDI, pois optando por este formato a empresa estará facilitando o processo de integração e troca de dado com empresas de diferentes países, devido o formato englobar os padrões mundiais. A Figura 3 ilustra um exemplo de mensagem no padrão UN/EDIFACT. Figura 3. Exemplo de mensagem no formato EDIFACT

19 Interoperabilidade de Sistemas Os sistemas de informação possuem limites de atuação e barreiras, este fato torna-se necessário a interação com outros sistemas de informações. No cenário portuário, é essencial a troca de registros entre clientes e terminal. Este processo de consulta de registro e compartilhamento de informações e procedimentos entre os sistemas está associado o termo interoperabilidade. Segundo Beynon Davies (2002), interoperabilidade de sistemas é uma medida do grau segundo o qual os sistemas de informação são capazes de se coordenar e colaborar. O grau de interoperabilidade entre os sistemas pode ser qualificado em vários níveis. Segundo Miller(2000), os níveis de interoperabilidade são: Interoperabilidade Técnica: relacionada com normas relativas a comunicação, transporte, armazenamento e representação; Interoperabilidade Semântica: relacionada com a construção semântica, metadados e estrutura; Interoperabilidade Política / Humana: relacionada com a dimensão organizacional, os fluxos de trabalho e de poder e as culturas Níveis de Interoperabilidade Existem diversos modelos de referência que caracterizam os níveis de interoperabilidade possíveis entre dois sistemas. Dois dos principais modelos foram desenvolvidos e publicados pela comunidade militar, que empenha grandes esforços nesta área: Level of Information Systems Interoperability (LISI) e o NATO C3 Technical Architecture (NC3TA) Reference Model for Interoperability (NMI) (ANDREAS,2003). Modelo LISI Foi publicado pelo Departamento de Defesa dos EUA, e define quatro domínios: políticas e procedimentos, infraestrutura, dados e aplicações. Para cada domínio é elencado níveis de interoperabilidade, estes originam cinco categorias de interoperabilidade técnica:

20 20 Nível 0: Isolado (Manual), determinado para qualquer tipo de integração manual (e.x. pendrive); Nível 1: Ligado (P2P), existência de uma ligação, porém os dados estão separados da aplicação (e.x. ); Nível 2: Funcional (Distribuído) Existência de funções em comum os dados e aplicações permanecem separados (e.x. HTTP); Nível 3: Domínio (Integrado) Os dados são compartilhados, porém em aplicações diferentes; Nível 4: Empresa (Universal) - Integração interativa, os dados e aplicações são compartilhados. Modelo NMI Pertence ao NATO Consultation, Command and Control (C3) Technical Architecture (NC3TA) que determina graus e subgraus de interoperabiliade. Os graus definem um modelo de maturidade que representa a qualidade e sofisticação da interoperabilidade, já o subgrau reflete a capacidade que as funcionalidades estão disponíveis. Grau 1: Troca de Dados Não Estruturados, este nível envolve a troca de dados interpretáveis por humanos (p.e.: papéis, relatórios, etc); Grau 2: Troca de Dados Estruturados, este nível envolve a troca de informação interpretável por humanos, destinada a processamento manual ou automático. No entanto, são necessários mecanismos manuais de compilação, recepção e/ou envio; Grau 3: Partilha de Dados, este nível envolve a troca automática de dados sobre sistemas com modelos de partilha comuns; Grau 4: Partilha de Informação, é uma extensão do grau 3 e estabelece a interpretação universal de informação através do processamento cooperativo dos dados.

21 Interoperabilidade de Sistemas e EDI De acordo com as camadas de interoperabilidade apresentadas, o EDI se encaixa no nível 3 do modelo LISI, e grau 3 do modelo NMI. Em ambos os modelos, o nível 3 determina que os dados sejam compartilhados, porém entre sistemas distintos. Esta é a realidade do EDI, levando em consideração que uma das vantagens do seu uso, é a troca eletrônica de informações estruturadas, entre empresas que utilizam sistemas de informações distintos Protocolos de Transferência Um protocolo de transferência é um padrão utilizado para transferir dados entre dois dispositivos, é composto de regras que definem como a informação será enviada, qual o formato de compactação, como será verificado os erros e as confirmações de envio. Nesta seção são abordados os protocolos de transferência de arquivos que serão utilizados no sistema Post Office Protocol (POP) Segundo a documentação do RFC1225, documento responsável pela especificação do protocolo POP versão 3, determina que este protocolo é utilizado para permitir a uma determinada estação de trabalho, acessar de forma dinâmica uma caixa postal em um servidor. O protocolo POP define que as contas de devem estar em espaços alocados em servidores, as mensagens são encaminhadas e armazenadas remotamente para posterior entrega ao usuário. Para acessar seus s o usuário envia uma requisição ao servidor, responsável por armazenar as mensagens, identifica-se através de login e senha e solicita seus s. Após a solicitação as mensagens são enviadas ao computador do cliente, dependendo da configuração, as mensagens podem ser apagadas ou não do servidor (MIT, 1997). O processo é iniciado no servidor, o serviço POP3 inicia escutando pelo TCP na porta 110, um determinado cliente solicita a comunicação com o servidor através do TCP, após estabilizada a comunicação o servidor envia uma resposta OK, com o intuito de sinalizar que está pronto para receber solicitações, o cliente e o servidor trocam mensagens e comandos até a conexão ser abortada ou finalizada. A comunicação ocorre através de comandos, que são compostos por palavras chaves, podendo ou não ser seguido por um argumento, os caracteres

22 22 que compõem as palavras são pertencentes a tabela ASCII 13 e 10. O cliente envia uma solicitação através de um comando, o servidor então retorna uma resposta na mesma estrutura, dois indicadores apresentam o sucesso da operação, podendo ser positivo ( +OK ), ou negativo ( -ERR ). Dependendo do comando enviado pelo cliente a resposta pode ter diversas linhas. Quando ocorre a conexão entre cliente e servidor, a sessão POP3 admite vários estados, após iniciada a sessão entra no estado de AUTHORIZATION, onde ocorre a identificação do usuário. Uma vez identificado a sessão altera seu estado para TRANSACTION, é neste estado que ocorre a solicitação de recursos ao servidor pelo cliente. Após a finalização das transações pelo cliente, a sessão é alterada para o estado UPDATE. Neste estado o servidor recebe comandos no modo TRANSACTION e é finalizada a conexão TCP (MIT,1997) FTP (File Transfer Protocol) Segundo Hahn (1995), o objetivo do FTP (File Transfer Protocol) é proporcionar o compartilhamento de arquivos sobre a arquitetura internet. O FTP é uma ferramenta de uso interativo podendo ser chamada por programas para efetuar a troca de arquivos. Suas principais funções e objetivos são: a) promover o uso de computadores de forma remota; b) abstração dos diferentes tipos de sistemas de arquivos existentes; c) efetuar a troca de informações de forma eficiente e segura entre dois sistemas; d) promover a troca de arquivos seja dado ou programas. O FTP adota o modelo de cliente-servidor. De acordo com Carvalho (1996) O modelo desenvolvido utiliza duas conexões diferentes entre as estações envolvidas, uma específica para controle dos comandos FTP e suas respostas, e outra especifica para o tráfego das informações. O módulo executado no cliente é chamado de Cliente-FTP ou Usuário FTP, e pode ser dividido em três partes, que interagem entre si e estão apresentadas a seguir: a) interface do Usuário; b) interpretador de Protocolo do Cliente (Cliente- Protocol Interpreter) e c) processo de Transferência de dados (Cliente- Data Transfer Protocol).

23 23 O módulo executado no servidor é chamado de Servidor-FTP, este é dividido em duas partes, apresentadas a seguir: a) Servidor- Protocol Interpreter; b) Servidor- Data Transfer Protocol. A transferência de comandos e respostas é feita diretamente entre Cliente-PI e Servidor-PI, já a transferência de dados é efetuada entre Cliente-TP e Servidor-TP. O Sistema de Arquivos De acordo com Carvalho (1996), devido cada sistema de arquivo ter suas formas de armazenar e acessar seus arquivos, definições diferentes de proteção e manipulação, torna-se complicado encontrar uma definição comum a todos os sistemas de arquivos existentes. Logo o FTP, determina um conjunto de propriedades e regras que são encontradas na maioria dos sistemas de arquivos, possibilitando que o usuário possa manipular os arquivos, sem ter a necessidade de conhecer detalhes do sistema dele TRANSPORTE MARÍTIMO O transporte marítimo é o transporte aquático que utiliza como vias de passagem os mares abertos, para o transporte de mercadorias e de passageiros (CHORÃO, 2003, p. 647). O transporte fluvial usa os lagos e rios. Como o transporte marítimo representa a maioria do transporte aquático, muitas vezes é usada esta denominação como sinônimo. O transporte marítimo pode englobar todo o tipo de cargas desde químicos, combustíveis, alimentos, areias, cereais, minérios a automóveis e por ai adiante. A carga chamada carga geral é transportada em caixas, paletes, barris, contentores etc. Um dos meios de empacotamento de carga mais utilizados e que mais contribuiu para o desenvolvimento do transporte marítimo desde a década de 1960 é o uso de contêiner. Existentes em tamanhos padronizados permitem o transporte de carga de uma forma eficiente e segura, facilitando o transporte e arrumação da carga dentro dos navios. Existem softwares especializados para o carregamento de contêineres, divulgando informação sobre como e de que forma dispor a carga dentro dos contêineres, otimizando espaço e cumprindo regras de transporte, por exemplo cargas leves em cima de cargas pesadas.

24 Vantagens e Desvantagens O transporte marítimo permite deslocar cargas de maior tamanho e em maior quantidade com menores custos associados em comparação com o transporte aéreo ou terrestre para deslocações intercontinentais. As principais desvantagens que existem no transporte marítimo são (Carvalho, 2002): pouca flexibilidade da carga; a baixa velocidade de transporte; necessidade dos produtos transitarem nos portos/alfândega, implica um maior tempo de descarga; distância dos portos aos centros de produção; estragos ou perdas de carga Intervenientes no transporte Conforme Carvalho (2002), estão envolvidos com o processo de transporte marítimo uma série de pessoas e empresas necessárias para que viabilizem a negócio. Armador: é a entidade que se ocupa do transporte propriamente dito. Quer seja o proprietário, o explorador ou o simples fretador de um navio, a sua missão é a de transportar as mercadorias ou passageiros do ponto A ao ponto B através do mar, rios e lagos, a tempo e em segurança. Para manter a sua atividade está em ligação com numerosos outros intervenientes: agentes que são intermediários, entre carregadores e transportadores de mercadorias; pilotos que realizam operações portuárias; seguradoras que oferecem seguro do navio, da carga e assumem a responsabilidade em caso de acidente. Nos portos em que não está instalado o proprietário vai confiar estas tarefas a um agente destinatário.

25 25 Estivador: é o trabalhador que organiza as cargas para embarque e desembarque dos navios nos portos. Grande parte desta atividade hoje em dia já está automatizada, ainda assim é um trabalho perigoso. Exige o conhecimento tanto da carga como da maquinaria em questão, tornando-se num trabalho de condições físicas extremas. Transitário: É a pessoa que trata do transporte da carga desde o fornecedor ao cliente. Ela seleciona as transportadoras necessárias. Está relacionado com o agente marítimo para a entrega de mercadorias. Organizações de reboque e pilotagem de portos: asseguram a boa navegação do navio dentro da área portuária. Seguradora marítima: segura o navio e a sua carga, e assume a responsabilidade em caso de acidente. Agente marítimo ou Agente de navegação: é o representante do armador nos portos onde o mesmo não tem delegações. É responsável pelas formalidades administrativas e ocupase de todos os assuntos antes da chegada de um navio e durante a sua estadia num porto (reboque, pilotagem, reparações, relações com as autoridades marítimas e portuárias, assuntos da tripulação e gestão da carga); Shiphandler : é a entidade que abastece os navios de produtos alimentares e de outros consumíveis Responsáveis pela navegação De acordo com Pata (2009), são todos os responsáveis que asseguram uma boa navegação assim como o bem estar dos tripulantes e passageiros. Podemos dividir assim a tripulação em algumas secções: No Convés encontram-se os responsáveis pela navegação e a manobra geral do navio: 1. Comandante Imediato. 2. Oficiais pilotos. 3. Praticantes de piloto. 4. Contramestre.

26 26 5. Marinheiros. Na área das máquinas de um navio estão os marítimos que operam e mantêm os sistemas de energia e de propulsão da embarcação: 1. Chefe de máquinas. 2. Segundo oficial de máquinas. 3. Oficiais maquinistas. 4. Eletricistas. 5. Mecânicos de bordo. 6. Marinheiros-maquinistas. 7. Ajudantes de maquinista. O Serviço das câmaras inclui os marítimos responsáveis pela gestão administrativa e financeira do serviço de passageiros, tripulação e do abastecimento do navio. 1. Chefe de comissariado. 2. Oficiais comissários. 3. Praticantes de comissário. 4. Despenseiros. 5. Cozinheiros. 6. Ajudantes de cozinheiro. 7. Empregados das câmaras. Serviço de saúde. Fazem parte integrante deste serviço todo o pessoal médico e de enfermagem, responsável por assegurar a saúde de passageiros e tripulantes a bordo: 1. Médico. 2. Enfermeiros. Outros departamentos. Conforme o tipo de navio pode existir pessoal especializado em outros departamentos a bordo:

27 27 1. Empregados de hotel. 2. Empregados de bar. 3. Empregados de casino. 4. Empregados de entretenimento. 5. Empregados da segurança. Estes postos podem diferir consoante o tipo de Navio, tamanho e curso da rota (longo ou curto curso) Infraestruturas Conforme Chorão (2003), hoje em dia, com a ajuda das Tecnologias de Informação (TIs) e programas especializados, tanto a carga como a descarga dos navios e muitas outras operações nos portos são feitas ou controladas por sistemas informáticos. Isto facilita a disposição de cada contêiner permitindo assim que a carga fique distribuída pelo navio e ao mesmo tempo de forma a ficar por ordem de desembarque. Para isto, faz-se necessária uma infraestrutura, dentre os quais fazem parte: Porto: é uma área abrigada de correntes e ondas, localizada à beira de um oceano, mar, lago ou rio, destinada ao atracamento de barcos e navios. Contêm todas as instalações necessárias tanto ao movimento de cargas como de pessoas e em alguns casos terminais especialmente designados para acomodação de passageiros. Utilizam estruturas como os quebra-mares e molhes para criar uma barreira a ondas e oferecer condições de segurança aos barcos atracados. Doca seca: é um recinto cavado, normalmente associado aos portos de forma a receber embarcações para vistorias, fabrico, limpeza ou construção. No fundo da doca seca existem picadeiros onde assentam as quilhas das embarcações e as paredes laterais vão alargando para a parte superior de modo facilitar a circulação de pessoal e o escoramento das embarcações. Elas estão ligadas á água por portas estanques, após a entrada da embarcação, estas portas são fechadas e a água é bombeada para fora da doca de modo a deixar a doca seca e livre para iniciar os trabalhos. No processo inverso para a saída das embarcações a água é bombeada até um nível que permita a abertura das portas sem que o caudal da entrada ponha em risco a estabilidade da embarcação dentro da doca.

28 28 Ferry slip: é uma doca especializada para receber ferryboats. Permite carregar ou descarregar veículos ou carga das em barcações. Pode ajustar-se a diferentes alturas da maré assim como ao tipo de carga transportada pelo ferry, por exemplo, no caso de serem transportados vagões de comboio as Ferryslip terão carris de modo a se puderem deslocar os vagões. Marina: pode ser considerada como um pequeno porto mas direccionada para embarcações de lazer. São normalmente centros de lazer, pois tem zonas de restauração e alguns serviços portuários como lavagem de embarcações, venda de combustível e manutenção de embarcações. Faróis: é uma estrutura elevada, habitualmente uma torre, dotada de potente fonte de luz de modo a ser visível a longas distâncias. Alguns construídos no meio de água outros em terra firme, servem para informar as embarcações em que direcção se encontra a costa. Variando a cor da luz e o período de intermitência da luz é possível saber de que farol se trata. Comportas: as comportas são dispositivos que permitem o isolamento de água. O tabuleiro, componente principal da comporta, é um elemento móvel que serve de anteparo à passagem da água. Estão dotadas de um mecanismo de manobra hidráulico a abertura e fecho da comporta. Algumas comportas dispensam o uso de mecanismo de manobras e são movimentadas pela pressão hidráulica, como as dos tipos setor, tambor e telhado. Podem ser usadas em barragens, docas secas e canais. Diques: são obras de engenharia hidráulica com a finalidade de criar ou manter zonas de terra secas. Podem ser feitos de cimento, terra ou de aglomeradode rochas. Actualmente os Países Baixos possuem a mais avançada rede de diques no mundo. O principal desafio dos diques é fazê-los resistir às tempestades marítimas ou às enchentes no caso de rios A importância do transporte marítimo Segundo Pasold (2007), uma das formas de transporte mais importantes para a indústria e a logística no Brasil, o transporte marítimo ainda não tem todo o seu potencial devidamente utilizado. Sua importância está diretamente ligada a intermodalidade, à geração de novos empregos, ao aumento na movimentação de cargas no país e ao fortalecimento do setor de logística no mercado nacional. Apesar de todas as dificuldades que enfrenta - com portos ainda inadequados, burocracia e altas tarifas, para citar apenas algumas - o setor

29 29 movimenta mais de 350 milhões de toneladas ao ano. Fica fácil imaginar o quanto este número pode melhorar se houver uma preocupação e um trabalho efetivos para alterar este quadro. O modal aquaviário é fundamental para promover e integrar o país interna e externamente. Modernizado e adequado às exigências de um mundo globalizado, o transporte marítimo pode diminuir distâncias internas e ser decisivo na consolidação do Mercosul, além de aumentar o comércio com os demais continentes. As possibilidades de crescimento, em todos os sentidos, são imensas e o transporte multimodal segue em ritmo muito lento. Somente usando várias formas de transporte, com custos reduzidos, menor tempo para deslocar as cargas poderá diminuir preços, fortalecendo o consumo interno e fomentando mais exportações. Para o setor da logística, o transporte marítimo também significa crescimento. É um mercado muito grande. Há muito que se fazer nos portos e nas ligações com o transporte rodoviário e ferroviário. O transporte marítimo representa, praticamente, a totalidade dos serviços de transporte no comércio exterior. Sua grande utilização no transporte internacional, atualmente responsável por cerca de 90% das cargas, é devido ao seu baixo custo. PASOLD (2007) O transporte marítimo pode ser dividido em três formas de navegação: Navegação de cabotagem: realizada entre portos do território brasileiro; Navegação interior: realizada em hidrovias interiores, em percurso nacional ou internacional; Navegação de longo curso: utilizada dos portos brasileiros aos estrangeiros. As companhias marítimas costumam oferecer os seguintes tipos de serviço: Regular: operado segundo uma rota comercial pré-estabelecida; Irregular: caracteriza-se basicamente pela inexistência de roteiros marítimos determinados, é estabelecido em função das oportunidades de negócios surgidas em cada porto.

30 30 Afretamento: recomendável quando houver grande quantidade de mercadorias a serem transportadas, suficientes para ocupar todo ou parte de um veículo. Os custos do transporte marítimo são influenciados pelas características da carga, peso, volume, fragilidade, embalagem, valor, distância entre os portos de embarque e desembarque e localização dos portos. As despesas de frete são baseadas no peso (tonelada) ou no volume (cubagem). O armador cobra o que for mais conveniente para ele. Quanto aos custos portuários, os países seguem modelos tarifários próprios Estrutura Portuária De acordo com Carvalho (2008), consideram-se portos organizados aqueles construídos e aparelhados para atender às necessidades da navegação e da movimentação e armazenagem de mercadorias, concedidos ou explorados pela União, cujo tráfego e operações portuárias estejam sob jurisdição de uma autoridade portuária. Estes portos são administrados por empresas estatais, vinculadas ao Ministério dos Transportes, que são as Companhias Docas. Estas empresas já não estão mais realizando as operações portuárias de movimentação, embarque e desembarque de mercadorias, função já praticamente toda transferida para concessionárias privadas, conforme determinado pela Lei 8.630, de 25 de fevereiro de Esta Lei, criada para promover a modernização dos portos brasileiros, dispõe sobre o regime jurídico da exploração dos portos organizados e das instalações portuárias e dá outras providências, como retirar o Estado das operações portuárias, permanecendo este apenas na sua administração, enquanto as operações são realizadas por empresas privadas Estrutura Física A estrutura portuária é muito complexa e pode ser composta de infinitas instalações. Abaixo seguem algumas delas para uma idéia geral para entendimento de um porto e sua estrutura (Carvalho, 2008). a) Porto: é a denominação geral dada ao complexo composto por vários terminais, equipamentos portuários, fundeadouro, canal de acesso ao porto, vias de acesso ferroviárias,

31 31 rodoviárias e fluviais, entre outros. É sempre um lugar de uma costa marítima ou de um rio ou lago, que oferece às embarcações as condições para entrada e fundeio. b) Terminal Portuário: é a unidade menor em que é dividido um porto, e que é administrada independentemente por um operador portuário privado ou, quando a administração é estatal, pela União, Estado ou Município. Pode ser composto por um ou mais berços de atracação. São normalmente especializados em tipos de cargas ou de navios. c) Cais/Berço de Atracação: Cais ou Pier de atracação é a estrutura, uma plataforma, onde os navios efetuam embarque e desembarque de carga ou passageiros. Berço é a posição de atracação de um terminal ou porto onde a embarcação entra para as suas operações. d) Pátios ou Armazéns: são os locais utilizados para acomodação das cargas a serem embarcadas, ou aquelas desembarcadas dos navios. e) Equipamentos Portuários: são os guindastes, empilhadeiras, transportadores, correias, tubulações, enfim, todos os equipamentos ou estruturas adequadas para movimentação, embarque e desembarque de carga geral, carga granel sólida, carga granel líquida, contêineres, etc Estrutura Administrativa Dentro da atual estrutura portuária destacam-se as seguintes entidades: a) Companhias Docas: que são as atuais administradoras dos portos organizados, funcionando como síndico, e que não participam mais das operações portuárias. Elas não têm ingerência sobre os portos privativos, localizados fora da área do porto organizado. b) GEMPO - Grupo Executivo para Modernização dos Portos: Compete-lhe, entre outras tarefas, elaborar e implementar o programa integrado de modernização portuária; acelerar a implementação de medidas de descentralização da execução dos serviços portuários prestados pela união; adotar providências para o estabelecimento do novo ordenamento das relações entre trabalhadores e usuários dos serviços portuários e adotar medidas visando o efetivo funcionamento dos OGMO s e dos CAP s. O GEMPO subordina-se à Câmara de Políticas de Infra-Estrutura e é integrado por um representante de cada ministério seguinte: Transporte, Trabalho, Fazenda, Desenvolvimento e Marinha. Também poderão ser

32 32 convidados para participar dos trabalhos representantes de outros órgãos ou de entidades públicas ou privadas (DUARTE, 2007). c) CAP - Conselho de Autoridade Portuária: Órgão criado pela Lei 8.630/93, já devidamente instalado nos portos organizados. É o responsável pela regulamentação sobre a exploração portuária, horário de funcionamento do porto, homologação dos valores das tarifas portuárias, estímulo à competitividade, tomada de medidas para desenvolver o porto, entre outros assuntos de interesse para a melhoria dos portos e suas operações. É composto por representantes do poder público, bem como usuários, operadores portuários e trabalhadores. d) OGMO - Órgão Gestor de Mão-de-Obra: Criado pela mesma Lei tem a função de administrar o fornecimento da mão-de-obra e controle do trabalho avulso portuário e trabalho portuário. Conforme Carvalho (2008), devem-se cadastrar os trabalhadores e expedir documentos de identificação, bem como realizar treinamento e selecioná-los para o trabalho portuário solicitado pelo operador portuário. Devem estabelecer o número de vagas, a forma e a periodicidade para acesso ao registro do trabalhador portuário avulso, receber e repassar aos trabalhadores os valores da mão-de-obra e propor melhorias nas operações portuárias Operador Portuário Conforme Pasold (2007), o operador portuário é responsável pelas operações alfandegadas portuárias, dentro das áreas dos portos organizados, suas atividades são todas aquelas que envolvem a movimentação de cargas provenientes e/ou destinadas ao transporte aquaviário. As responsabilidades destes operadores portuários são em relação à administração do porto, às mercadorias movimentadas, aos trabalhadores portuários, ao OGMO e ao seu contratante, que poderá ser o armador, exportador ou importador. Em relação à administração do porto, responde pela contratação e utilização da estrutura portuária disponível para as movimentações de mercadorias e operações dos navios. Quanto aos trabalhadores, cuida de sua contratação junto ao OGMO e do pagamento de suas atividades. Em relação ao seu contratante, suas atividades e responsabilidades são atender às suas necessidades de movimentação de cargas nos embarques e desembarques. O operador

33 33 portuário tem sua remuneração proveniente da prestação de serviço que é cobrada dos seus contratantes, podendo ser por tonelada, unidade ou contêiner movimentado Tráfego de Informações Com base neste levantamento preliminar, foram encontradas, nos terminais, as seguintes características no processo responsável pelo tráfego de EDIs: Dificuldades na manutenção das regras de tráfego. Necessidade de conhecimentos computacionais específicos para gerenciamento das regras de tráfego. Descentralização das regras de tráfego. Dificuldades na captura de indicadores relativos ao tráfego de EDIs (quantidade de arquivos, tamanho e movimentações por parceiros). Armazenagem descentralizada e dificuldades na busca de EDI s históricos Ferramentas Similares Foram realizadas pesquisas de ferramentas similares para a gestão de tráfego de EDI, porém não foi localizada nenhuma aplicação gratuita para este fim. Abaixo segue uma breve descrição das ferramentas encontradas no mercado SIGNAL O sistema Signal é parte de um grupo de sistemas disponibilizado pela empresa COSMOS NV, com o intuito de gerenciar o fluxo de contêineres em terminais portuários. O Signal em especifico é responsável pela gestão de tráfego e interpretação dos EDI s de parceiros (COSMOS,2011). O sistema recepciona e interpreta a mensagem disponibilizada através de EDI, e importa as informações para o sistema responsável pelo controle de operação portuária. A Figura 4 ilustra a tela de cadastro de conexões do sistema Signal, a conexão para o sistema Signal, informa em qual local o arquivo EDI estará localizado para ser capturado e interpretado pelo sistema.

34 34 Figura 4. Tela de Cadastro de Conexões do Signal. O sistema contempla uma tela de monitoramento de chegada de arquivos EDI, ilustrada na Figura 5, onde é possível verificar o sucesso da operação ou reenviar um arquivo. Figura 5. Tela de monitoramento do Signal O Signal funciona apenas de forma integrada com o ERP da empresa proprietária, não sendo possível utilizá-lo para gerir outras transferências na qual o Cosmos não está presente. É necessário adquirir licença para o uso da ferramenta, mais taxas de suporte. Com base na análise e estudo do funcionamento do Signal, foi possível incorporar no sistema proposto alguns conceitos existentes na ferramenta. O cadastro de conexões foi adicionado ao projeto, buscando a centralização das informações de conexão com os servidores envolvidos. A idéia de parceiro, também foi adotada, buscando identificar as

35 35 pessoas ou empresas envolvidas no processo de troca de informações. O cadastro de parceiros foi ampliado no projeto, visando adicionar outras informações, para facilitar o contato com os envolvidos WEBEDI É uma empresa que efetua a gestão do tráfego de Informações via EDI através de um sistema disponibilizado na WEB. Todo o tráfego de informações entre parceiros é mediado através da WEBEDI. Supondo o cenário de integração de informações entre cliente e fornecedor via EDI. Utilizando a WEBEDI, o processo inicia no momento em que o cliente envia o arquivo EDI diretamente aos servidores da WEBEDI. Via FTP ou acessando o site da empresa, a WEBEDI processa as informações do arquivo e as transforma no padrão solicitado pelo fornecedor, disponibilizando a informação no site em uma área exclusiva. O fornecedor poderá acessar o site para extrair as informações para o seu sistema de informação e imprimir relatórios, ou pode optar por receber os arquivos de uma forma eletrônica. Este modelo é interessante para empresas que desejam terceirizar o controle de tráfego e interpretação de EDI. Neste modelo, todo o controle e regras permanecem centralizados na WEBEDI, o custo do serviço está proporcional aos dados trafegados. A análise desta ferramenta para este projeto foi efetuada com base nas informações disponibilizadas no site da empresa WEBEDI (http://www.webedi.com). A empresa não disponibiliza exemplos de interface ou acesso aos sistemas a caráter de testes. Analisando a ferramenta WEBEDI, foi possível perceber o nível de importância que empresas tratam o EDI, reforçando a idéia de se ter um sistema especialista responsável por rastrear e garantir a troca de arquivos eletrônicos. Entre as ferramentas analisadas não foi possível identificar alguma que tratasse apenas o trafego dos arquivos EDI s trafegados, função a qual o sistema desenvolvido se propõem a fazer.

36 36 3. DESENVOLVIMENTO Este capítulo descreve os resultados alcançados durante o desenvolvimento do projeto, abordando as principais ferramentas e recursos utilizados PROJETO O presente TTC propôs o desenvolvimento de um sistema computacional que auxiliasse o monitoramento e transferência de EDI s entre os terminais portuários e as empresas parceiras. Sendo assim, é apresentado o detalhamento do projeto utilizado no desenvolvimento, contendo: os requisitos, Casos de Uso, Diagrama de Classes e Diagrama de Entidade-Relacionamento. Ainda, destaca-se o Diagrama de Atividades, utilizado aqui para ilustrar como o fluxo de dados ocorre no sistema, foco deste trabalho FLUXO GERAL DO SISTEMA Para representar o fluxo geral do sistema foi elaborado o Diagrama de Atividades, ilustrado na Figura 6. Este diagrama representa a sequência de etapas necessárias para que o sistema execute suas funções de acordo com o projetado. Para acessar os recursos do sistema se faz necessário um usuário cadastrado, a autenticação do usuário perante o sistema é efetuada através de um login e senha. Após autenticado o usuário efetua o cadastro de parceiros, ou seja, insere no sistema todos as pessoas ou empresas, que mantém trocas de arquivos eletrônicos entre si. Para que o sistema tenha conhecimento de onde irá localizar os arquivos a serem trafegados, é necessário que se cadastre as conexões existentes, estas conexões identificam um possível local de armazenamento de arquivos, este pode ser um FTP, um ou algum diretório local. Depois de cadastrado os parceiros e conexões, é necessário informar ao sistema qual será o fluxo de arquivos, isto é possível através do cadastro de regras de tráfego, onde será especificado o parceiro e a conexão de origem, e o parceiro e a conexão de destino dos arquivos. Com base nesta regra o sistema poderá mover os arquivos entre as conexões. O sistema será responsável apenas por mover os arquivos entre as conexões, sem a interpretação do seu conteúdo.

37 37 O usuário poderá cadastrar alertas que o informem sobre algum erro nas conexões, tráfego de arquivos ou sucesso da operação. Os alertas serão enviados ao decorrer da execução das regras de tráfego. Informados os parceiros, conexões, alertas e regras de tráfego, o sistema está apto para ser ativado, e iniciar a execução das regras de tráfego conforme o especificado. Todos os registros do tráfego de arquivos, seja relatando erros ou sucessos, são inseridos em um log, para que seja possível extrair relatórios futuros ou rastrear erros ocorridos. Durante a execução das regras, o sistema irá enviar os alertas aos usuários de acordo com o configurado no cadastro de alertas. É possível que o usuário monitore o tráfego de EDI através de um monitor, onde liste as últimas ocorrências registradas no log do sistema. Relatórios de tráfego e erros por parceiros também poderão ser extraídos, com base nos registros da execução das regras de tráfego. act Fluxo Geral Início Cadastro de Usuário Cadastro de Parceiro Atividades do Sistema Atividades do Usuário Cadastro de Conexões Cadastro das Regras de Tráfego Cadastro de Alertas Executar Regras de Tráfego Registrar Logs Monitorar Tráfego Extrair Relatórios Enviar Alertas Fim Figura 6. Fluxo Geral do Sistema.

38 Tecnologias para o Desenvolvimento Nesta seção serão descritas as tecnologias computacionais que foram utilizadas no desenvolvimento deste trabalho. Os padrões de software que utilizados neste projeto são: Linguagem de programação Java, IDE Netbeans, padrão MVC de camadas, Swing, SQL Server 2008 Express, Hibernate. A utilização da linguagem Java no desenvolvimento deste projeto se deve a algumas vantagens, que segundo Paulo e Graça (2003), a linguagem Java é simples de ser entendida e foi desenvolvida com base em 10 anos de experiência de C++; a linguagem Java ainda oferece tratamento de exceções hierárquicas e a memória dinâmica é gerenciada automaticamente. Programas desenvolvidos em Java podem ser executados na maioria das plataformas sem necessidade do código-fonte ou recompilação. Foi optado pelo uso do Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados SQL Server 2008 Express, esta é uma versão gratuita do produto, com uma limitação de 1 processador, 1 GB de memória RAM e 4 GB de armazenamento. Embora esta versão apresente limitações, a escolha ocorreu devido a experiências com a ferramenta e também considerando que, junto com o Oracle, o SQL Server domina a maior parte das empresas de grande porte (Microsoft,2010). Estas configurações são suficientes para desenvolvimento e testes da aplicação O padrão MVC foi escolhido por separar o código do sistema em uma estrutura lógica tornando-o fácil de entender. Este padrão permite que futuras manutenções no código fonte ocorram de forma facilitada. Para a camada de persistência do projeto foi escolhido o framework Hibernate, por ter fatores favoráveis de facilidade e simplicidade com uma melhor abstração de regras de negócio e diminuição do código fonte quando se trabalha com a base de dados. (Hibernate, 2009). A IDE escolhida foi o Netbeans devido experiências com a ferramenta, as telas do sistema que compõem a camada de visão serão elaboradas através da biblioteca Swing. O Netbeans possuí um plug-in para desenvolvimento visual das telas, que facilita a codificação em geral do sistema.

39 REQUISITOS A seguir, são apresentados os requisitos funcionais, não funcionais e regras de negócio; necessários para compreender os objetivos do sistema e especificação das suas funcionalidades Requisitos Funcionais Os requisitos funcionais identificados são: RF1: O sistema deverá permitir ao usuário cadastrar, alterar e excluir parceiros. RF2: O sistema deverá permitir ao usuário cadastrar, alterar e excluir conexões. RF3: O sistema deverá permitir ao usuário cadastrar, alterar e excluir regras de tráfego. RF4: O sistema deverá permitir ao usuário cadastrar, alterar e excluir alertas. RF5: O sistema deverá permitir ao administrador cadastrar, alterar e excluir usuários. RF6: O sistema deverá permitir ao usuário monitorar o tráfego. RF7: O sistema deverá permitir ao usuário gerar relatório de falhas por parceiro. RF8: O sistema deverá permitir ao usuário gerar relatório de tráfego por parceiro. RF9: O sistema deverá executar regras de tráfego. RF10: O sistema deverá enviar alerta. RF11: O sistema deverá registrar logs Requisitos Não Funcionais Os requisitos não funcionais identificados são: RNF1: O sistema deverá ser desenvolvido em Java. RNF2: O sistema de gerenciamento de banco de dados será o SQL Server, versão 2008 Express.

40 Regras de Negócio RN01: Um parceiro não poderá ser excluído estando associado a uma ou mais regras de tráfego. RN02: Uma conexão não poderá ser excluída estando associado a uma ou mais regras de tráfego. RN03: Uma conexão não poderá ser criada, excluída ou alterada enquanto o sistema estiver ativo Diagramas de Casos de Uso Para melhor compreensão do sistema proposto, os Diagramas de Caso de Uso foram divididos em três partes, classificadas em: cadastros, monitoramento e atividades do sistema Cadastros Na Figura 7 são especificados os Casos de Uso referentes aos cadastros básicos, necessários para o funcionamento do sistema. Ainda, para os Casos de Uso de cadastro, foram identificados dois atores: usuário e administrador. O usuário pode cadastrar parceiros, conexão, regra de tráfego e alertas. O administrador pode realizar todas as tarefas do ator usuário mais o cadastro de usuários. uc Cadastros UC01 - Cadastrar Parceiros UC02 - Cadastrar Conexão Usuário UC03 - Cadastrar Regra de Tráfego UC04 - Cadastrar Alertas Administrador UC08 - Cadastrar Usuários Figura 7. Casos de Uso: Cadastros

41 41 As descrições dos casos de uso de cadastros são apresentadas na sequência. UC01 CADASTRAR PARCEIROS Permite ao usuário a inclusão, alteração ou exclusão de um parceiro. Para o sistema, parceiro é a identificação de uma pessoa física, empresa ou organização que possui a troca de EDI gerenciado pelo sistema. No cadastro de parceiros, serão informados detalhes como: e- mail, telefone e pessoa de contato, que possibilitem ao usuário do sistema localizar um parceiro em caso de problemas detectados. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Um parceiro está cadastrado. Cenários Cadastrar Parceiro {Principal} 1. O usuário clica no botão Novo, da tela representada na Figura O sistema limpa todos os campos. 3. O usuário preenche os dados do novo parceiro. 4. O sistema verifica dados preenchidos. 5. O usuário clica no botão Salvar, adicionando um novo parceiro ao sistema. Dados Inválidos {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema identifique algum campo em branco ou inválido de acordo com o dicionário de dados. 1. O sistema apresenta a mensagem Dados Inválidos, verifique as informações do formulário. 2. Retorna para a tela de cadastro apresentando os dados inseridos pelo usuário. Alteração de Parceiro {Alternativo}

42 42 1. O usuário seleciona o parceiro que deseja alterar na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário efetua a alteração e clica no botão Salvar. 4. O sistema valida as informações. 5. O parceiro é alterado na base de dados. Exclusão de Parceiro {Alternativo} 1. O usuário seleciona o parceiro que deseja excluir na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário confere os dados a serem excluído e clica no botão Excluir. 4. O sistema valida as informações, referentes a integridade da exclusão. 5. O registro é excluído na base de dados. UC02 CADASTRAR CONEXÃO Permite ao usuário a inclusão, alteração ou exclusão de uma conexão. É através da conexão que o sistema irá capturar os arquivos envolvidos em uma transação, a conexão poderá ser definida como: FTP, ou File System. Após o cadastro dos parâmetros o usuário poderá executar um teste na conexão, a fim de homologar os parâmetros informados bem como a conectividade. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Uma conexão está cadastrada. Cenários Cadastrar Conexão {Principal}

43 43 1. O usuário clica no botão Novo, da tela representada na Figura O sistema limpa todos os campos. 3. O usuário preenche os dados da nova conexão. 4. O sistema verifica dados preenchidos. 5. O usuário clica no botão Salvar, adicionando uma nova conexão ao sistema. Dados Inválidos {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema identifique algum campo em branco ou inválido de acordo com o dicionário de dados. 1. O sistema apresenta a mensagem Dados Inválidos, verifique as informações do formulário. 2. Retorna para a tela de cadastro apresentando os dados inseridos pelo usuário. Alteração de Conexão {Alternativo} 1. O usuário seleciona a conexão que deseja alterar na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário efetua a alteração e clica no botão Salvar. 4. O sistema valida as informações. 5. A conexão é alterada na base de dados. Exclusão de Conexão {Alternativo} 1. O usuário seleciona a conexão que deseja excluir na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário confere os dados a serem excluído e clica no botão Excluir.

44 44 4. O sistema valida as informações, referentes à integridade da exclusão. 5. O registro é excluído na base de dados. Conexão Presente em Regra de Tráfego {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema identifique que a conexão a ser excluída está associada a uma regra de tráfego. 1. O sistema apresenta a mensagem Conexão não pode ser excluída, pois esta associada a regra de tráfego. 2. Retorna para a tela de cadastro apresentando os dados do registro. UC03 - CADASTRAR REGRA DE TRÁFEGO Permite ao usuário a inclusão, alteração ou exclusão de uma regra de tráfego. A regra de tráfego especifica ao sistema qual deve ser o fluxo em que o EDI deverá seguir. O usuário irá informar os dois parceiros envolvidos, as conexões utilizadas e o intervalo em que a coleta de EDI irá ocorrer. Estas definições formam a base de funcionamento do sistema, para que exista trânsito de EDI s as regras devem ser criadas. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pré-Condição: Ter no mínimo duas conexões cadastradas. Pré-Condição: Ter no mínimo dois parceiros cadastrados. Pós-Condição: Uma regra está cadastrada no sistema. Cenários Cadastrar Regra de Tráfego {Principal} 1. O usuário clica no botão Novo, da tela representada na Figura O sistema limpa todos os campos. 3. O usuário preenche os dados da nova regra de tráfego.

45 45 4. O sistema verifica dados preenchidos. 5. O usuário clica no botão Salvar, adicionando uma nova regra de tráfego ao sistema. Dados Inválidos {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema identifique algum campo em branco ou inválido de acordo com o dicionário de dados. 1. O sistema apresenta a mensagem Dados Inválidos, verifique as informações do formulário. 2. Retorna para a tela de cadastro apresentando os dados inseridos pelo usuário. Alteração de Regra de Tráfego {Alternativo} 1. O usuário seleciona a regra de tráfego que deseja alterar na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário efetua a alteração e clica no botão Salvar. 4. O sistema valida as informações. 5. A regra de tráfego é alterada na base de dados. Exclusão da Regra de Tráfego {Alternativo} 1. O usuário seleciona a regra que deseja excluir na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário confere os dados a serem excluído e clica no botão Excluir. 4. O sistema valida as informações, referentes à integridade da exclusão. 5. O registro é excluído na base de dados.

46 46 Sistema Ativo {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema apresente estado ativo, ou seja, executando as regras de tráfego. 1. O sistema apresenta a mensagem Não é possível excluir regras de tráfego com o sistema em execução. 2. Retorna para a tela de cadastro apresentando os dados do registro. UC04 - CADASTRAR ALERTAS Permite ao Usuário a inclusão, alteração ou exclusão de um alerta. Na inclusão de um alerta o usuário poderá configurar o sistema para alertar sobre um erro ocorrido e/ou o envio com sucesso de um EDI. Esta definição é flexível, e poderá estar relacionada apenas com um parceiro, uma conexão ou uma regra de tráfego específica. Após a configuração do alerta o usuário definirá qual usuário do sistema receberá o alerta. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Um alerta está cadastrado. Cenários Cadastrar Alerta {Principal} 1. O usuário clica no botão Novo, da tela representada na Figura O sistema limpa todos os campos. 3. O usuário preenche os dados do novo alerta. 4. O sistema verifica dados preenchidos. 5. O usuário clica no botão Salvar, adicionando um novo alerta ao sistema. Dados Inválidos {Exceção}

47 47 Caso na etapa 4 o sistema identifique algum campo em branco ou inválido de acordo com o dicionário de dados. 1. O sistema apresenta a mensagem Dados Inválidos, verifique as informações do formulário. 2. Retorna para a tela de cadastro apresentando os dados inseridos pelo usuário. Alteração de Alerta {Alternativo} 1. O usuário seleciona a regra de tráfego que deseja alterar na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário efetua a alteração e clica no botão Salvar. 4. O sistema valida as informações. 5. O alerta é alterado na base de dados. Exclusão de Alerta {Alternativo} 1. O usuário seleciona o alerta que deseja excluir na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário confere os dados a serem excluído e clica no botão Excluir. 4. O registro é excluído na base de dados. UC08 - CADASTRAR USUÁRIOS Permite ao Administrador a inclusão, alteração ou exclusão de um usuário. Apenas administradores do sistema estarão aptos a este caso de uso. O administrador será definido na instalação do sistema. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema.

48 48 Pós-Condição: Um usuário está cadastrado. Cenários Cadastrar Usuário {Principal} 1. O usuário clica no botão Novo, da tela representada na Figura O sistema limpa todos os campos. 3. O usuário preenche os dados do novo usuário. 4. O sistema verifica dados preenchidos. 5. O usuário clica no botão Salvar, adicionando um novo usuário ao sistema. Dados Inválidos {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema identifique algum campo em branco ou inválido de acordo com o dicionário de dados. 1. O sistema apresenta a mensagem Dados Inválidos, verifique as informações do formulário. 2. Retorna para a tela de cadastro apresentando os dados inseridos pelo usuário. Alteração de Usuário {Alternativo} 1. O usuário seleciona o usuário que deseja alterar na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 3. O usuário efetua a alteração e clica no botão Salvar. 4. O sistema valida as informações. 5. O usuário é alterado na base de dados. Exclusão de Usuário {Alternativo}

49 49 5. O usuário seleciona o usuário que deseja excluir na tabela na parte inferior da tela representada na Figura O sistema retorna as informações do registro na tela de cadastro. 7. O usuário confere os dados a serem excluído e clica no botão Excluir. 8. O registro é excluído na base de dados Monitoramento sistema. A Figura 8 ilustra os casos de uso responsáveis pelo monitoramento das atividades do uc Monitoramento UC14 - Efetuar Login UC12 - Ativ ar Sistema UC10 - Gerar Relatório de Falhas por Parceiro Administrador (from Atores) Usuário (from Atores) UC09 - Gerar Relatório de Tráfego por Parceiro UC11 - Monitorar o Tráfego UC13 - Desativ ar o Sistema Figura 8. Casos de Uso: Monitoramento UC14 EFETUAR LOGIN Permite ao usuário autenticar-se ao sistema através de login e senha.

50 50 Condições Pré-Condição: Ter um usuário cadastrado no sistema. Pós-Condição: Um usuário está autenticado no sistema. Cenários Efetuar Login {Principal} 1. O usuário digita o login e senha, na tela de login representada na Figura O sistema verifica se os dados conferem com algum usuário cadastrado. 3. O usuário é autenticado no sistema e encaminhado para a tela principal, representada na Figura 14. Erro de Autenticação {Exceção} Caso na etapa 2 o sistema não encontre nenhum usuário com os dados informados. 1. O sistema exibe a mensagem, Usuário não encontrado!. 2. O sistema limpa os campos e retorna a tela de login, representada na Figura 13. UC12 ATIVAR SISTEMA Permite ao usuário ativar o sistema. Ao ativar o sistema será inicializado o processo de execução das regras de tráfego, de acordo com o cadastro de regras previamente informado pelo usuário. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: O sistema está ativo. Cenários Ativar o Sistema {Principal}

51 51 1. O usuário clica no botão Ativar Sistema, na tela de monitoramento representada na Figura O sistema inicia a execução das regras de tráfego. 3. O sistema exibe a mensagem: O Sistema foi ativado. UC10 GERAR RELATÓRIO DE FALHAS POR PARCEIRO Permite ao usuário gerar relatório de ocorrências de falhas por parceiro. Este relatório irá informar todas as falhas de conexão ocorridas, agrupadas por parceiro, em um intervalo de datas definidas pelo usuário. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Um relatório está gerado. Cenários Gerar o Relatório {Principal} 1. O usuário escolhe o Relatório de Falhas por Parceiro na opção Tipo de Relatório na tela representada na Figura O usuário insere as informações de datas obrigatoriamente e opcionalmente o parceiro. 3. O usuário clica no botão executar. 4. O sistema valida as informações. 5. O sistema exibe o relatório ao usuário, de acordo com a Figura 23. Formato de Data Inválido {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema identifique uma data no padrão incorreto ou o campo data em branco. 1. Sistema exibe uma mensagem: Data inválida!.

52 52 UC09 GERAR RELATÓRIO DE TRÁFEGO POR PARCEIRO Permite ao usuário gerar relatório apresentando resumo de tráfego por parceiro. Este relatório informa ao usuário a quantidade de arquivos e bytes trafegados pelo sistema, será listado apenas as ocorrências de sucesso. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Um relatório está gerado. Cenários Gerar o Relatório {Principal} 1. O usuário escolhe o Relatório de Tráfego por Parceiro na opção Tipo de Relatório na tela representada na Figura O usuário insere as informações de datas obrigatoriamente e opcionalmente o parceiro. 3. O usuário clica no botão executar. 4. O sistema valida as informações. 5. O sistema exibe o relatório ao usuário, de acordo com a Figura 24. Formato de Data Inválido {Exceção} Caso na etapa 4 o sistema identifique uma data no padrão incorreto ou o campo data em branco. 1. Sistema exibe uma mensagem: Data inválida!. UC11 MONITORAR TRÁFEGO Permite ao usuário monitorar o tráfego de EDIs. Por meio deste caso de uso o usuário poderá acompanhar em tempo real quais as regras que estão sendo executadas, as que

53 53 apresentaram falhas e as executadas com sucesso. Será possível identificar o registro de log da atividade, permitindo identificar possíveis falhas ou problemas de conexão. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Exibição dos logs de tráfego. Cenários Filtrar Período {Principal} 1. O usuário digita o período de datas que deseja visualizar os logs na tela de monitoramento, representada na Figura O usuário clica no botão Filtrar localizado na barra superior da tela de monitoramento. 3. O sistema valida as informações. 4. O sistema seleciona os logs do período seleciona e apresenta na tela. Formato de Data Inválido {Exceção} Caso na etapa 3 o sistema identifique uma data no padrão incorreto ou o campo data em branco. 1. Sistema exibe uma mensagem: Data inválida!. UC13 DESATIVAR O SISTEMA Permite ao usuário desativar o sistema. Esta opção desativa a execução das regras de tráfego, o sistema irá finalizar todas as regras em execução antes da desativação completa do sistema. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: O sistema está desativado.

54 54 Cenários Desativar o Sistema {Principal} 1. O usuário clica no botão Desativar o Sistema na tela de monitoramento, representada na Figura O sistema espera a finalização de todas as regras de tráfego em andamento. 3. O sistema é desativado ATIVIDADES DO SISTEMA A Figura 9 ilustra os casos de uso responsáveis pelas atividades do sistema, é possível perceber a existência de um ator chamado sistema, que será responsável por executar tarefas agendadas, de acordo com o especificado pelo usuário. uc Serv iços do Sistema UC05 - Executar Regra de Tráfego UC06 - Env iar Alerta Sistema UC07 - Registrar Log Figura 9. Casos de Uso: Serviços do Sistema UC05 Executar regra de tráfego Permite ao sistema executar uma regra de tráfego. O sistema estando ativo irá executar as regras de tráfego de acordo com o especificado pelo usuário. Um processo permanecerá ativo identificando se alguma regra deve ser executada, de acordo com os horários em que foi agendada. Ao executar a regra, uma série de atividades são efetuadas. O diagrama abaixo

55 55 apresenta a sequência e a ordem em que as ativadades são realizadas, para que uma regra seja completamente executada. Após iniciado o processo de execução da regra, o sistema testa a conectividade da origem e destino, para garantir que seja possível efetuar o tráfego. Caso ocorram erros, a execução é finalizada, sendo registrada a ocorrência da falha. Sendo possível efetuar a conexão, o sistema verifica a existência de EDI s na origem, após a cópia dos EDI s para o repositório, o sistema os encaminha para o destino. Não ocorrendo nenhuma falha neste processo, o sistema exclui os arquivos da origem e registra a ocorrência de sucesso. Serão enviados alertas, caso sejam previamente cadastrados e configurados. Este processo é ilustrado na Figura 10. act Regra de Tráfego Início Verifica conectividade das conexões Verifica existência de arquivos na origem [Não] Houve falha de conectividade? [Sim] Registra falha de conectividade Copia arquiv os para o repositório Env ia os arquivos ao destino Exclui arquivos da origem Registra ocorrência de sucesso Existe alerta cadastrado? Regra de Tráfego Executada [Sim] Envia alertas Figura 10. Diagrama de Atividades: Execução de Regra de Tráfego

56 56 Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pré-Condição: Ter regras cadastradas no sistema. Pós-Condição: Uma regra foi executada. Cenários Executar a Regra de Tráfego {Principal} 1. Verifica se todas as conexões da regra de tráfego estão disponíveis. 2. Verifica a existência de arquivos. 3. Copia todos os arquivos da origem para o repositório do sistema, localizado no diretório onde o sistema está instalado. 4. Cadastra cada arquivo na tabela de Arquivos. 5. Envia os arquivos para o destino. 6. Exclui os arquivos da origem. 7. Registra um evento na tabela log representando o sucesso da operação. 8. Envia um alerta caso seja encontrado um alerta configurado para os atributos da regra de tráfego. 9. A regra de tráfego foi executada. Conexão Inválida {Exceção} Caso na etapa 1 seja identificado um problema de conexão. 1. O sistema registra um log na tabela de log. Representando a falha.

57 57 UC06 ENVIAR ALERTA Permite ao sistema enviar alertas. O sistema enviará alertas de acordo com o especificado pelo usuário. Os alertas serão disparados tão logo que a ação definida pelo usuário ocorra. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Um alerta foi enviado. Cenários Enviar Alerta {Principal} 1. Sistema identifica a necessidade de envio de alerta. 2. Sistema envia o alerta de acordo com o cadastro de alerta. UC07 REGISTRAR LOG Permite ao sistema registrar logs. Após a execução de uma regra o sistema deverá registrar o log da operação, indicando se houve algum erro de conexão, leitura ou escrita de arquivos. Os logs estarão disponíveis ao usuário, que poderá utilizá-los para monitorar o sistema. Condições Pré-Condição: Ter um usuário autenticado no sistema. Pós-Condição: Um log foi registrado. Cenários Registro do Log {Principal} 1. Sistema identifica a necessidade do registro de log. 2. Sistema cadastra um novo log no sistema.

58 DIAGRAMA DE CLASSE A Figura 11 ilustra as classes de domínio do sistema, atributos, métodos e o relacionamento existente. class Diagrama de Classes Parceiro Alerta - conexao: Conexao - erroflag: int - parceiro: Parceiro - trafegoflag: int - usuario: Usuarios + enviaralerta() : void + excluir() : void + salvar() : void Conexao - nome: char - padraoarquivo: char 1 0..* + excluir() : void + salvar() : void + testar() : boolean 0..* 0..* Usuario - acessoadmin: int - char - login: char - matricula: char - nome: char - senha: char + autentica() : boolean + excluir() : void + salvar() : void 0..* 1 0..* 1 - descricao: char - char - nome: char - pessoacontato: char - telefone: char + excluir() : void + salvar() : void Log - conexao: Conexao - descricao: char - parceiro: Parceiro - regra: RegraTrafego - tipo: int - usuario: Usuario + excluir() : void + salvar() : void 0..* * 1 Arquiv o - datacriacao: int - nome: char 0..* 0..* 1 RegraTrafego FileConnect - filelocal: char Connect - maildomain: char - mailsubject: char - mailuser: char FtpConnect - ftpactivehost: int - ftphostname: char - ftppassword: char - ftpremotedirectory: char - ftpusername: char * - atarsoenvio: int - conexaode: Conexao - conexaopara: Conexao - parceirode: Parceiro - parceiropara: Parceiro + cancelarexecucao() : void + excluir() : void + executarregra() : void + salvar() : void Figura 11: Diagrama de Classes 3.7. DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO A Figura 12 ilustra o Diagrama Entidade Relacionamento, este apresenta de que forma os dados serão armazenados no banco de dados, e o relacionamento existente entre as entidades.

59 59 dm Banco Alertas «column» *PK id: int FK parceiroid: int FK conexaoid: int erroflag: int trafegoflag: int FK usuarioid: int «FK» + FK_Alerta_Conexao(int) + FK_Alerta_Parceiros(int) + FK_Alerta_Usuario(int) «PK» + PK_Alerta(int) Usuarios «column» *PK id: int * login: varchar(20) * senha: varchar(150) * acessoadm: bit * nome: varchar(100) matricula: varchar(20) * varchar(200) Parceiros «column» *PK id: int * nome: varchar(150) descricao: varchar(250) varchar(200) telefone: varchar(200) pessoacontato: varchar(150) «PK» + PK_Parceiros(int) Logs Arquiv os «column» *PK id nome: varchar(255) FK regratrafegoid: int datahoracriacao: datetime «FK» + FK_Arquivos_RegrasTrafego(int) «PK» + PK_Arquivos() Conexoes «column» *PK id: int * nome: varchar(50) * tipo: int padraoarquivo: varchar(250) ftpactivemode: int ftphostname: varchar(200) ftpusername: varchar(200) ftppassword: varchar(200) ftpremotedirectory: varchar(200) maildomain: varchar(200) mailsubject: varchar(200) mailuser: varchar(200) filelocal: varchar(200) «PK» + PK_Conexao(int) «PK» + PK_Usuario(int) Arquivos «column» *PK id: int * nome: varchar(50) *FK regratrafego: int datahoracriacao: datetime «FK» + FK_Arquivos_RegrasTrafego(int) «PK» + PK_Conexao(int) «column» *PK id: int tipo: int FK conexaoid: int FK parceiroid: int FK regraid: int descricao: varchar(300) FK usuarioid: int «FK» + FK_Log_Conexao(int) + FK_Log_Parceiros(int) + FK_Log_RegraTrafego(int) + FK_Log_Usuario(int) «PK» + PK_Log(int) RegrasTrafego «column» *PK id: int *FK conexaode: int FK parceirode: int FK conexaopara: int FK parceiropara: int atrasoenvio: int «FK» + FK_RegraTrafego_Conexao(int) + FK_RegraTrafego_Conexao(int) + FK_RegraTrafego_Parceiros(int) + FK_RegraTrafego_Parceiros(int) «PK» + PK_RegraTrafego(int) Figura 12. Diagrama Entidade Relacionamento DICIONÁRIO DE DADOS Para melhor entendimento do Diagrama Entidade Relacionamento, a seguir segue a especificação das configurações de cada campo das tabelas necessárias para o sistema. Na Tabela 1 é descrito o nome e a função de cada tabela prevista para o funcionamento do sistema.

60 60 Alertas Parceiros Usuarios Logs Arquivos Conexoes RegrasTrafego Nome Tabela 1. Entidades Relacionamento do Sistema. Entidades Descrição Tabela com os alertas que o sistema deverá enviar Tabela com os parceiros envolvidos com o processo de tráfego de EDI Tabela com os usuários que acessam o sistema Tabela com os registros dos processos de tráfego de EDI Tabela com os arquivos EDI trafegados Tabela com as conexões gerenciadas pelo sistema Tabelas com as regras de tráfego do sistema Na Tabela 2 é apresentado a estrutura da tabela Alertas, responsável por armazenar os alertas que o sistema deve emitir de acordo com as ocorrências. Entidade: Alertas Atributo Tipo Tamanho Descrição Observação id Inteiro Identificação única do registro PK parceiroid Inteiro Identificação de um parceiro FK conexaoid Inteiro Identificação da conexão FK erroflag Lógico Informa se o alerta representa erro caso esteja marcado como VERDADEIRO, e sucesso caso esteja marcado como FALSO trafegoflag Lógico Informa se o alerta foi originado por uma regra de tráfego caso esteja marcado como VERDADEIRO usuarioid Inteiro Identificação do usuário que irá receber o alerta FK Tabela 2. Entidade Alertas Na Tabela 3 é apresentado a estrutura da tabela Parceiros, responsável por armazenar as pessoas ou empresas que trocam informações através do sistema. Entidade: Parceiros Atributo Tipo Tamanho Descrição Observação id Inteiro Identificação única do registro PK nome String 150 Nome da empresa ou pessoa descricao String 250 Descrição estendida da empresa ou pessoa String 200 da empresa ou pessoa telefone String 200 Telefone para contato

61 61 pessoacontato String 150 Nome da pessoa para contato Tabela 3. Entidade Parceiros Na Tabela 4 é apresentada a estrutura da tabela de Usuários, que é responsável por armazenar os usuários que irão operar o sistema. Entidade: Usuarios Atributo Tipo Tamanho Descrição Observação id Inteiro Identificação única do registro PK login String 20 Login de identificação do usuário senha String 150 Senha de autenticação do usuário acessoadm Lógico Identifica se o usuário é administrador do sistema nome String 100 Nome completo do usuário matricula String 20 Matricula do usuário, identificação funcional adicional String 200 do usuário Tabela 4. Entidade Usuários Na Tabela 5 é apresentada a estrutura da tabela Arquivos, esta é responsável por armazenar informações dos arquivos que trafegam pelo sistema. Entidade: Arquivos Atributo Tipo Tamanho Descrição Observação id Inteiro Identificação única do registro PK nome String 255 Nome do arquivo regratrafegoid Inteiro Identificação de uma regra de FK datahoracriacao Data e Hora Tabela 5. Entidade Arquivos tráfego Data e Hora de criação do registro Na Tabela 6 é apresentada a estrutura da tabela Logs, responsável por armazenar informações sobre as operações de transferência de arquivos. Entidade: Logs Atributo Tipo Tamanho Descrição Observação id Inteiro Identificação única do registro PK tipo Inteiro Tipo do registro de log, 1 para erro e 2 para sucesso conexaoid Inteiro Identificação de uma conexão FK parceiroid Inteiro Identificação de um parceiro FK regraid Inteiro Identificação de uma regra FK descricao String 300 Descrição estendida da ocorrência usuarioid Inteiro Identificação de um usuário FK Tabela 6. Entidade Logs

62 62 Na Tabela 7 é apresentada a estrutura da tabela de Conexões, responsável por armazenar informações que permitam o sistema conectar-se ao parceiro, afim de executar a regra de tráfego. Entidade: Conexoes Atributo Tipo Tamanho Descrição Observação id Inteiro Identificação única do registro PK nome String 50 Nome da conexão tipo Inteiro Tipo da conexão, 1 para FTP, 2 para e 3 para File System padraoarquivo String 250 Padrão no nome do arquivo na qual o sistema irá capturar, ex: (*.txt;*.edi). ftpactivemode Inteiro Identifica se a conexão FTP será no modo Passivo ou Ativo ftphostname String 200 Identificação do servidor host Ftp ftpusername String 200 Usuário na conexão FTP ftppassword String 200 Senha do usuário FTP ftpremotedirectory String 200 Diretório na conexão FTP maildomain String 200 Domínio do servidor de mailsubject String 200 Assunto do mailuser String 200 Usuário do filelocal String 200 Diretório local no file system Tabela 7. Entidade Conexões Na Tabela 8 é apresentada a estrutura da tabela Regras de Trafego, responsável por armazenar de que forma o sistema irá movimentar os arquivos. Entidade: RegrasTrafego Atributo Tipo Tamanho Descrição Observação id Inteiro Identificação única do PK registro conexaode Inteiro Identificação de uma FK conexão parceirode Inteiro Identificação de um FK parceiro conexaopara Inteiro Identificação de uma FK conexão parceiropara Inteiro Identificação de um FK parceiro atrasoenvio Inteiro Identifica o período de tempo em segundos que a regra de tráfego é executada Tabela 8. Entidade Regras de Tráfego

63 APRESENTAÇÃO DO SISTEMA Nesta seção são apresentados os protótipos de tela que foram utilizados como base para o desenvolvimento da aplicação. A Figura 13 ilustra a tela login do sistema, esta é a primeira tela apresentada ao usuário após a execução do sistema. Figura 13. Tela de Login. A Figura 14 representa a tela de opções gerais do sistema, esta tela é apresentada ao usuário logo após sua autenticação no sistema, por meio do menu superior é possível acessar todas as funções do sistema. Na parte inferior é apresentado o nome do usuário autenticado. Figura 14. Tela Geral do Sistema.

64 64 A Figura 15 ilustra o cadastro de parceiro, esta interface permite a criação, alteração ou exclusão de um parceiro. Os botões superiores: Salvar e Excluir exercem suas respectivas funções no registro selecionado. Figura 15. Tela Cadastro de Parceiro.

65 65 A Figura 16 ilustra o cadastro de alertas, esta interface permite a criação, alteração ou exclusão de um alerta. Os botões superiores: Salvar e Excluir exercem suas respectivas funções no registro selecionado. Os campos Conexão de:, Parceiro de: e Usuário fazem consultas aos cadastros de Conexões, Parceiros e Usuários respectivamente. Figura 16. Tela Cadastro de Alerta. A Figura 17 ilustra o cadastro de parceiro, esta interface permite a criação, alteração ou exclusão de um parceiro. Os botões superiores: Salvar e Excluir exercem suas respectivas funções no registro selecionado. Os campos referentes a Conexão e Parceiro fazem consultas as seus respectivos cadastros no sistema. O campo atraso é representado em segundos.

66 66 Figura 17. Tela Cadastro de Regras de Tráfego. A Figura 18 ilustra o cadastro de usuário, esta interface permite a criação, alteração ou exclusão de um parceiro. Os botões superiores: Salvar e Excluir exercem suas respectivas funções no registro selecionado.

67 67 Figura 18. Cadastro de Usuário. A Figura 19 ilustra o monitor de tráfego, esta tela permite ao usuário monitorar o tráfego de arquivos EDI, bem como filtrar o movimento de EDI por datas e consultar o status de sucesso de cada transmissão.

68 68 Figura 19. Tela Monitor de Tráfego. A Figura 20 ilustra o cadastro de conexões, esta interface permite a criação, alteração ou exclusão de uma conexão. Dependendo do tipo de conexão escolhida pelo usuário, os itens do grupo de campos Configurações irão ser modificados, trazendo as configurações respectivas ao tipo de conexão selecionada. A Figura 21 ilustra os dados necessários para configurar uma conexão por . A Figura 22 ilustra os dados necessários para configurar uma conexão por File System.

69 69 Figura 20. Cadastro de Conexão. Figura 21. Cadastro de Conexão por . Figura 22. Cadastro de Conexão por File System.

70 70 A Figura 23 ilustra o relatório de falhas por parceiro, na parte superior deverá ser informada a data e hora em que o relatório foi extraído, bem como os parâmetros utilizados e o usuário que o emitiu. Figura 23. Relatório de Falhas por Parceiro. A Figura 24 ilustra o relatório de tráfego por parceiro, na parte superior deverá ser informada a data e hora em que o relatório foi extraído, bem como os parâmetros utilizados e o usuário que o emitiu. O relatório deverá efetuar os cálculos de quantidade de arquivos bem como a quantidade de Kbytes trafegados, com base nas informações de tráfego armazenadas no sistema.

71 71 Figura 24. Relatório de Tráfego por Parceiro A Figura 25 ilustra a tela de execução de relatórios. Por meio desta interface o usuário poderá optar pelo tipo de relatório informado os parâmetros de acordo com as necessidades. Figura 25. Seleção de Relatórios.

72 ANÁLISE DE RISCOS Durante o desenvolvimento da aplicação surgiram dúvidas referentes a linguagem de programação ou funções especificas do banco de dados, necessitando de buscas e pesquisas. Por este motivo o tempo de desenvolvimento, foi orçado no projeto, com uma margem de segurança planejada para este fim. Em entrevistas com funcionários da Tecnologia da Informação, Operação e Comercial da empresa Portonave S/A, foram levantados diversos riscos decorrentes de problemas nas transferências de EDI. Sendo uma ferramenta integrada nos processos da empresa, o mau funcionamento do EDI causa lentidão, ou dependendo dos casos, a parada completa nos processos operacionais. Na Portonave S/A, são diversas as áreas afetadas caso ocorra problemas na transferência de arquivos, na área Operacional, pode ocasionar filas de caminhões na entrada do terminal, atraso nas operações de carga e descarga dos navios e falta de informações para o planejamento das operações. Na área comercial, causa insatisfação do cliente pelo descumprimento dos prazos de entrega e excessos de reclamação por parte de transportadoras e armadores, que dependem da informação enviada através do EDI. Na área de Tecnologia da Informação, causam problemas de integridade e qualidade da informação, decorrentes da digitação manual. Para a empresa no geral, problemas relacionados a EDI estão diretamente ligados a prejuízos financeiros. Nos testes do sistema na Portonave S/A, poderiam ocorrer problemas no tráfego existente de EDI entre parceiros. Para que não ocorresse este problema, o parceiro seria escolhido com base na sua movimentação diária de EDI, esta escolha seria feita juntamente com a equipe de TI do terminal. O parceiro seria alertado para que possa disponibilizar seu ambiente teste de transferência. Ainda no momento de testes, o sistema existente de transferência de EDI permaneceria ativo, a caráter de contingência, para que caso ocorresse algum problema na transferência de arquivos utilizando o sistema desenvolvido, o atual pudesse assumir o controle das transferências.

73 BANCO DE DADOS O Banco de dados utilizado na realização do projeto foi o SQL Server Express 2005, disponibilizada de forma gratuita pela empresa Microsoft. Durante o desenvolvimento percebeu-se a necessidade da criação de alguns campos adicionais, as alterações podem ser vistas na seção 3.6. Para o gerenciamento do banco de dados, criação de campos, índices e manutenção dos dados, foi utilizada a ferramenta SQL Management Studio, o software acompanha o banco de dados. A Figura 26 ilustra a interface do sistema de gerenciamento do banco de dados, na coluna da esquerda estão listados os objetos do banco de dados, na direita estão as abas para construção dos comandos para consulta ao banco de dados e visualização dos dados respectivamente. Figura 26. SQL Server Management Studio

74 HIBERNATE Segundo King(2010), o Hibernate é um framework desenvolvido para aprimorar a persistência de dados, reduzindo a complexidade e agregar novos recursos. Neste projeto foi utilizada a última versão do Hibernate 3. Utilizando o Hibernate, as consultas ao banco de dados são elaboradas em uma linguagem própria denominada HQL (Hibernate Query Language Linguagem de Consulta Hibernate). Esta linguagem permite que o sistema possa ser executado sob qualquer banco de dados relacional, sem necessidade que nenhuma parte do código fonte necessite ser reescrito. Caso o banco de dados venha a ser alterado, é necessário alterar apenas as configurações de conexão com o banco de dados, e dialetos do novo banco de dados. Na Tabela 9 é possível verificar as diferenças entre a linguagem HBL e SQL. Esta consulta é utilizada no módulo de monitoramento. A consulta SQL foi construída apenas para exemplificar a diferença. A Query q = em.createquery( select object(o) from Arquivo as o ); q.setmaxresults(max); q.setfirstresult(first); B String SQL = select * from Arquivo limit + max + offset + first; Tabela 9. Comparativo entre HBL e SQL. Para utilizar o Hibernate, além de importar as bibliotecas para o projeto, é necessário informar o mapeamento dos campos das tabelas do banco de dados com os atributos das classes Java. Este mapeamento pode ser feito via Annotations, informações inseridas nas classes que determinam de que forma o campo pode ser encontrado na tabela. A Figura 27 ilustra o mapeamento de campos da classe RegrasTrafego com a tabela do banco de dados RegraTrafego, cada atributo deve ser mapeado, bem como a existência de algum relacionamento com outra tabela com base no campo.

75 75 Figura 27. Mapeamento de campos para o Hibernate. Utilizar o Hibernate facilita o acesso ao banco de dados, porém necessita de uma atenção especial no início do projeto, no momento de sua configuração e adaptação. Após este período os ganhos em produtividade são imensos LINGUAGEM E IDE DE DESENVOLVIMENTO Para codificar a solução proposta por este trabalho, foi utilizado a linguagem de programação JAVA através da IDE de desenvolvimento NetBeans 6.9. A escolha pela linguagem e IDE ocorreu pela agilidade no desenvolvimento de sistemas que ambos proporcionam, através da criação de códigos automáticos. Todas as classes referentes ao modelo de dados foram criadas de forma automática pela IDE, que consulta o banco de dados e traduz as tabelas, campos, índices e relacionamentos em classes para o sistema. A Figura 28 apresenta o assistente para criação de classes disponibilizado pelo NetBeans. O assistente faz a conexão com o banco de dados, identifica os atributos e relacionamentos e efetua a geração da classe. Este processo agiliza a codificação e reduz a margem de erros.

76 76 Figura 28. Assistente para criação de classes. Para a elaboração de telas foi utilizado a API Swing. A IDE Netbeans possui um construtor nativo de telas em Swing, tornando fácil e rápido a construção da camada de visão. Sendo um construtor visual, é simples desenvolver uma tela arrastando e posicionando os componentes. A Figura 29 ilustra o construtor de telas Swing no NetBeans, na esquerda estão as classes do projeto, na direita os componentes disponibilizados pela ferramenta para que sejam arrastados para a tela de construção, localizada no centro da tela. O construtor de telas permitiu construir interfaces atrativas com agilidade.

77 77 Figura 29. Construtor de Telas do NetBeans RELATÓRIOS Para o desenvolvimento dos relatórios disponibilizados no sistema, foi utilizado o framework JasperReports. A ferramenta auxilia na construção e disponibilização de relatórios em diversos formatos, entre eles: PDF, HTML, XLS, CSV e XML. O design do relatório, localização dos campos e listagens a serem preenchidas pelos dados, são definidos em um arquivo XML. Através do XML de configuração é possível definir: textos estáticos, imagens, tabelas, linhas e formas geométricas, e suas localizações dentro do relatório. É possível definir campos que serão preenchidos com dados de alguma fonte de dados. No arquivo XML também é definido as configurações de acesso à fonte de dados, na qual os dados estarão disponíveis, o acesso a fonte de dados pode ser feito através de consultas SQL. Para desenvolver e configurar o arquivo XML que será interpretado pelo Jasper, foi utilizado o sistema ireports, este é disponibilizado gratuitamente com a biblioteca do Jasper. O sistema ireports permite construir o arquivo XML de uma forma visual, arrastando os componentes desejados para a área de trabalho.

78 78 A Figura 30 ilustra a área de desenvolvimento de relatórios do ireport, onde é possível arrastar e configurar os componentes no modo visual, facilitando o processo de construção do relatório. Figura 30. Interface do ireport ESTRUTURA DO SISTEMA No desenvolvimento do sistema foi utilizado o modelo MVC. Este modelo separa o sistema em três camadas: modelo, visão e controle, permitindo que cada camada possa ser executada e testada separadamente. A Figura 31 ilustra de que forma o projeto do sistema esta estruturado no NetBeans, as classes estão separadas de acordo com a sua função, foi criado um pacote chamado de Utils, onde classes de uso comum no sistema fossem desenvolvidas.

79 79 Figura 31. Estrutura de classes do sistema TESTES E VALIDAÇÕES Após a execução do projeto, foi iniciada a etapa de testes da ferramenta, nesta fase houve o exame do sistema com o objetivo de encontrar falhas ou comportamentos que não estavam previstos no projeto. Para a realização dos testes foi criado um ambiente virtual, utilizando a mesma máquina. Este ambiente possuía 2 máquinas virtuais, ambas com Windows 2003 como sistema operacional, 512MB de memória e 5GB de espaço em disco. O serviço de FTP foi ativado em uma das máquinas. A Figura 32 ilustra o cenário preparado para os testes. O seguinte fluxo foi previsto, os arquivos disponibilizados no diretório Envio do Servidor A, deveriam ser enviados através do sistema, ao diretório Recepção do Servidor B, simulando um envio de EDI entre duas empresas distintas, o servidor B deveria capturar o arquivo da pasta e disponibilizá-lo novamente no diretório Envio do servidor B. O sistema então deveria capturar o arquivo da pasta Envio do Servidor B e encaminhá-lo através do sistema para a pasta Recepção do Servidor A.

80 80 Figura 32. Cenário de Testes FTP e File System. Foi configurado na regra de trafego, que este fluxo seria executado a cada 10 segundos. Um alerta foi cadastrado para enviar um , caso o sistema identificasse alguma ocorrência de erro nas conexões e transferências entre servidores. Após a execução com sucesso da transferência de um arquivo, foi inserido na pasta Envio do Servidor A um grupo de 5 arquivos, a fim de verificar se os logs da operação estavam sendo armazenados com sucesso. Figura 33. Registro de Logs do tráfego do EDI.

81 81 Após a conclusão dos testes de envio de arquivos entre os servidores A e B, foi alterado a senha do usuário de FTP utilizado na conexão no Servidor A. Como as configurações de conexão do sistema não foram alteradas, o sistema deveria enviar um alerta, informando falha na conexão, de acordo com o que foi previamente cadastrado no sistema. Novamente os 5 arquivos foram posicionados no diretório Envio do Servidor A, e o sistema inicializado. Na Figura 34 é possível acompanhar o registro de falha da conexão, a cada 10 segundos, o sistema tentava efetuar a conexão com o serviço FTP no Servidor A, porém todas as tentativas falharam. Figura 34. Registro de Falha na Conexão. Como um alerta havia sido cadastrado para enviar um para determinado operador, e este foi configurado na conexão em questão, foi enviado um , alertando a ocorrência de falha. A Figura 35 ilustra o enviado pelo sistema.

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