RELAT4RIO DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAQKO REFERENTE AO EXERCfCIO DE 1965 ' wo2m

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1 MINISTERIO DA INDOSTRIA E DO COMERCIO RELAT4RIO DO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAQKO REFERENTE AO EXERCfCIO DE 1965 ' (: HIST6RIC W 1966 wo2m A orfgem do Ministerio da IndAstria e do Comercio A idelia da criaggo de um Ministerio que congregasse o con trole das atividades comerciais e industrials dispersos por vitrias entidades oficiais 5 partiu da II Conferencia Nacional das Classes Produtoras realizada em Arax4, em meiados de Em offcio datado de 19 de setembro do mesmo ano, a Comes sgo Diretora do certame enviou ao Presidente da Camara.dos Deputa dos offcio no qual justificava a necessidade da criaggo da nova Se cretaria de Estado, que iria reunir os mais poderosos organismos gados a economia national A iniciativa da Conferencia de AraxA trouxe como resulta do a apresentag go de um projeto de lei que, na Camara dos Deputa dos, recebeu o nimero 1.155/50. Tal projeto, pelos altos interes ses que envolvia, teve demorada tramitag go nas dugs Casas do Legis lativo, que the alteraram profundamente a primitiva forma Com efeito, o projetado Ministerio da Economia deveria retie.nir 6rgaos de tal forma importantes que o transformaria num super- Ministerio, senhor de poderes extremamente grandes. Basta verifi car que, de infcio, seria ;le constituido dos 6rgaos seguintes: a) - Incorporados: Departamento Nacional da Indlistria e do Comercio do Ministerio do Trabalho,Inchistria e Comercio Departamento Nacional da Propriedade Industrial do Mi nisterio do Trabalho,Indtistria e Comercio Instituto Nacional de Tecnologia do Ministerio do Tra balho l Indlistria e Comercio Departamento Federal de Compras do Ministerio da Fa

2 MINISTERIO DA INDOSTRIA E Do comencio zenda Subordinados, ate definitiva incorporaggo: Conselho Nacional de Aguas e Energia Eletrica Conselho Nacional do PetrOleo Conselho Nacional de Minas e Metalurgia Conselho Tecnico de Economia e Finangas Carteira de Exportaggo e Importaggo do Banco do Brasil Departamento Nacional da Produg go Mineral Divisgo de Economia Cafeeira Institute do Agilcar e do Alcool Instituto Nacional do Mate Instituto Nacional do Sal Instituto Nacional do Pinho Comissgo Executiva Textil Comissgo de Financiamento da Produggo Comissgo de Investimentos do Ministerio da Fazenda Comissgo Central de Pregos - Supervisionados pelo Ministerio: Companhia Sidertirgica Nacional Companhia Vale do Rio DOce S/A FAbrica Nacional de Motores Banco de Credit da Borracha S/A Companhia HidroelAtrica do Vale do Sgo Francisco S/A Tratava-se, como se observe., da constituig go de uma entida de possuidora de extraordinario poder administrativo l sabre a orga nizag go da qmal se manifestaram favoavelmente os relatores do pro jeto. 0 Sr. Israel Pinheiro declarava que "por diversas vezes ter mos manifestado o nosso ponto de vista favoravel l considerando mes mo imperativa a criag go do referido Ministerio". A Comissgo de Constituig go e Justiga da Camara tambem mani festou-se ad lado do projeto. Igualmente pensou a Comiss go de Eco nomia, propondo, todavia, alteragoes. Nessa Comissgo, o relator Deputado Daniel Faraco props

3 MINISTERIO DA INDOSTRIA E DO COMERCIO que a nova Secretaria de Estado tivesse a denominag go de Ministerio da IndAstria e do Comercio e sugeriu fossem incluidos no ambito da nova Secretaria de Estado o Departamento Nacional de Seguros Priva dos e Capitalizaggo e o Instituto de Resseguros do Brasil retiran do-se o Departamento Federal de Compras e o Conselho Tecnico de Eco nomia e Finangas projeto permaneceu em estudos durante varios anos. Cons tituiu-se, por fim, num verdadeiro parto da montanha. Em 22 de julho de 1960, era sancionada a Lei no 3.782, pu blicada no DiArio Oficial da mesma data, criando finalmente o Minis terio da IndAstria e do Comercio com sua estrutura inicial profundamente reduzida em face do projeto original De acordo com a Lei no 3.782/60, integravam o Ministerio da Inchistria e do Comercio: a) - Administrag go direta: Departamento Nacional da IndAstria e do Comercio Departamento Nacional da Propriedade Industrial Institute Nacional de Tecnologia Departamento Nacional de Seguros Privados e Capi talizaggo b) - Orgaos da jurisdiggo do Ministerio da Inchistria e do Comercio: Instituto Brasileiro do Cafe Instituto do Acucar e do Alcool Instituto Nacional do Mate Instituto Nacional do Pinho Instituto Brasileiro do Sal Institute de Resseguros do Brasil Companhia SiderArgica Nacional Febrica Nacional de Motores Companhia Nacional de Alcalis Comissgo Executiva de Defesa da Borracha Palo Decreto n o , de 6 de setembro de 1960, publica do no DiArio Oficial da mesma data,o Presidente da Republica insti

4 MiNiEteR10 DA INOCISTFUA E DO COmERVO tuiu a Comissgo que aria promover a organizaggo do novo Ministerio. Essa Comissgo realizou, efetivamente, obra de grande meri to, antes do termino do prazo que the foi concedido, tanto assim que, js em 15 de dezembro do mesmo anon apresentava o resultado dos seus estudos encaminhado a Camara dos Deputados, foi transfor mado no Projeto de Lei n Q 2.839/ Nas dugs Casas do Congresso, a tramitag go desse projeto foi excepcionalmente repida, possibilitando sua aprovag go em 20 de dezembro de A mesma Comissgo de Organizag go do Ministerio da Indus tria e do Comercio teve o encargo de elaborar o Regulamento da Se cretaria de Estado e os Regimentos dos respectivos Orggos. Segundo a Lei n /61,o Ministerio da Indtistria e do Comercio ficou integrado dos seguintes Orggos: 1 - Gabinete do Ministro 2 - Secretaria Geral 3 - Consultoria Jurfdica 4 - Seg go de Seguranga Nacional 5 - Centro de Estudos EconOmicos 6 - Departamento de Administraggo 7 - Instituto Nacional de Tecnologia 8 - Instituto Nacional de Pesos e Medidas 9 - Secretaria da Inchistria, compreendendo: Departamento Nacional da Indlistria e Departamen to Nacional da Propriedade Industrial 10 - Secretaria do Comercio, compreendendo: Departamento Nacional do Comercio e Departamen to Nacional de Registro do Comercio 11 - Delegacias Estaduais da Inchistria e do Comer cio (uma em cada Estado) Na jurisdig go do Ministerio da IndAstria e do Come/ bolo fi caram as seguintes entidades: Instituto Brasileiro do Cafe Institute Nacional do Mate Instituto do Aglicar e do Alcool

5 MINISTERIO DA INDOSTRIA E DO COMER= -5- Institute Nacional do Pinho Instituto Brasileiro do Sal Instituto de Resseguros do Brasil Companhia Sidertirgica Nacional FSbrica Nacional de Motores Companhia Nacional de Alcalis Comissgo Executiva de Defesa da Borracha Observa-se que a constituic go definitiva do Ministerio da Inaistria e do Comercio 4 profundamente diferente daquela prevista no Projeto de Lei original, que objetivava a criaggo do Ministerio da Economia. Resiimindo-se aos Oreaos estritamente necessttrios, o Ministerio da Indltstria e do Comercio tinha condigoes para ate} der aos objetivos do legislador e aos interesses da economia nacio nal, porquanto se incluem na sua competencia o estudo e a execucgo da politica economica e administrativa do Govern relacionada com a indilstria e o comercio, fomentar, orientar, proteger, regulamen tar e fiscalizar o desenvolvimento industrial, nacional e regional, a expansgo do comercio interne e externo e as operagoes de seguros privados e capitalizaggo Todavia, a Lei cometeu um lapso ao deixar de criar as De legacias Regionais de Seguros Privados e Capitalizag go, que fica ram subordinadas administrativamente as Delegacias Estaduais da In dilstria e do Comercio. De tal fato decorrem as divergencias e os desentendimen tos frequenter entre os respons4veis pelas Delegacias Estaduais da Indtistria e do Comercio e pelos servicos de seguros e capitaliza cgo nos Estados, tudo indicando que se torna necessario modificar a Lei para ajust&-la a realidade Posteriormente, pelos Decretos n os e , de 29/14/1964, foram criadas as ComissZies de Desenvolvimento Indus trial e de Comercio Exterior, ambas com atribuic5es j4 cometidas as Secretarias da Ineistria e do Comercio, constituidas por lei. Ngo pretendemos censurar o ato da Administrac go l que deve ter tido motivos serios para criar essas duas Comissiies. Extranha mos, apenas, que ngo se cogitasse de evitar a dualidade de ativida des e atribuic6es, sengo vejamos: Lei n o 4.048/61 - Art. 80: A Secretaria da IndAstria 4 o Orgao incumbido de executar

6 MINISTERIO DA!NW:ISTRIA E DO COMERCIO a polftica industrial, nacional e regional. Decreto n2 531, de 23/1/62 - Art. 13 A Secretaria da Industria e o Org5o do Ministerio incumbi do de executar, coordenar e orientar a polftica industrial do Pals. Subordinam-se a Secretaria da Inddstria os Grupos Executivos que com finalidades especlficas existirem ou forem criados tendo em vista a implantaggo ou consolidaggo de determinadas indastrias ou para.estudos relacionados com aspectos da polftica industrial do Pals. Decreto n2 535, de 23/1/62 - art, 1Q A Secretaria da Industria 4 o Orggo do Ministerio da In ddstria e do Comercio incumbido de planejar, coordenar, executar e supervisionar a polftica industrial do Pals, competindo-lhe: a) - promover a elaboraggo do Plano Nacional do Desenvol vimento Industrial e sua revisgo pericidica; b) - incentivar e coordenar pesquisas e estudos visando ao levantamento dos problemas gerais da inddstria e dos aspectos tfpicos de cada um de seus ramos; c) - promover, com a colaborag go dos Orggos regionais do Ministerio e de outras entidades especializadas, pesquisas e levan tamentos com vistas a elaboraggo de programas regionals de desen volvimento industrial capazes de acelerar a correg go das dispari dades de taxas de crescimento economico das diferentes regioes brasileiras; d) - promover a realizag go de trabalhos tecnicos e de es tudos economicos relacionados com o fomento e a expans go da indds tria nacional; e) - fomentar e coordenar, nos pianos pdblico e privado, a crescente formag go de t4cnicos de grgu superior e de especialis tas, tendo em vista as necessidades gerais e especlficas da mgo de obra especializada do parque industrial brasileiro.

7 MINISTERIO OA INDOSTRIA E D O comercio II - Diretamente: a) - coordenar e fazer executar a politica industrial; b) - fomentar a descentralizaggo industrial, no sentido de facilitar a implantag go de f4bricas, especialmente de media e peque nas empresas, que possam servir de elementos de progresso regional, com pleno aproveitamento do potential industrial, dos recursos ener geticos da regi go e da mgo de obra disponfvel; c) - promover, com a colaborag go de Orggos especificos, blicos ou privados, estudos relacionados com o aumento da produtivi dade, de modo a obter meihores indices, quer pela crescente mecaniza ggo industrial, quer pelo ajustamento da capacidade operacional,quer pela eficiencia do trabalho e da direggo especializadas, quer, ain da, pelo estabelecimento de normas e padr6es visando maior rendimen to economico-financeiro das empresas; d) - orientar, coordenar e controlar, segundo normas emana das do Ministro de Estado, as atividades espec/ficas das Delegacias Estaduais do Ministerio da Indlistria e do Comercio, com vistas a ela borag go de programas e projetos regionais de desenvolvimento Indus trial; e) - colaborar com os Oreos de natureza industrial jurisdi cionados ao Ministerio da Indlistria e do Comercio, por solicitaggo destes ou por determinag go do titular da Pasta; f) - promover ou fomentar reuni3es, congressos ou conferen cias com o objetivo de evidenciar aspectos de desenvolvimento Indus trial brasileiro Vejamos agora o que prescreve o Decreto n Q /64, que criou a Comissgo de Desenvolvimento Industrial: Art. 1Q Fica criada, no Ministerio da Indtistria e do Co mercio, a Comissgo de Desenvolvimento Industrial (C.D.I.), com a fi nalidade de promover e orientar a expans go do parque industrial do pais, incumbindo-ihe especialmente: a) - formular os criterios gerais que devergo presidir a concessgo de estfmulos governamentais, em materia de investimentos industrials, respeitadas as compet8ncias especificas atribuidas, por lei, aos demais Oreos da administraggo;

8 MINISTERIO DA INOIDSTRIA E DO COMERCIO b) - promover a aplicag go coordenada classes estimulos, obje tivando acelerar o processo de integrag go e complementag go do parque industrial do pars; e c) - incumbir-see no ambito de sua competancia das demais tarefas que forem atribuidas, pelo respectivo Presidente SObre a Secretaria do Comercio, dispele a Lei 4.048/61 (art. 16): " A Secretaria do Comercio 4 o Orgao do Ministerio incumbi do de executar a polftica do comercio interno e extern. Decreto n Q 531. de 23/1/62 - art. 23 A Secretaria do Comercio 4 o Orggo do Ministerio a quem in cumbe o estudo e planejamento de quaisquer providancias ligadas a or ganizaggo l funcionamento 2 expansgo e registro do comercio em geral, inclusive atividades e operac5es. Decreto n s) de 23/1/62 (art. 2Q) " A Secretaria do Comercio ten por finalidade estudar pianejar todas as medidas destinadas a organizag go 2 funcionamento, incremento e documentaggo das atividades comerciais em todo o pa/s2 inclusive as referentes aos seguros privados e capitalizag go 2 bem co mo coordenar e promover ou acompanhar a execug go das diretrizes que forem assentes para a pol/tica nacional do comercio e o programa de desenvolvimento l no pa/s 2 dos seguros privados e da capitalizaggo2 quer nos respectivos aspectos interinos, quer nos seus reflexos no meio extern" patente a existancia de duplicidade de atividades entre a Secretaria da InAllstria e a Comiss go de Desenvolvimento Industrial e a Secretaria do Comercio e a Comiss go de Comercio Exterior. A re sultante 4 o desprestigio dos tirgaos criados por lei, o que, de fa toy ocorre. A expectativa animadora 4 a de que a Reforma Administrativa venha corrigir tais anomalias, dando ao Ministerio feig go perfecta mente adequada as finalidades de sua criaggo Alm dos atos do Executivo que instituiram a Comissgo de De

9 ministerio OA INDUSTRIA e DO comercio senvolvimento Industrial e a Comiss go de Comercio Exterior, o Minis terio ngo passou por qualquer outra transformag go fundamental, exce to quanto a de ordem interna, relacionada com a modificag go das a tribuig5es do Departamento Nacional de Registro do Comercio, opera da em consequencia da Lei n g 4.726, de 13 de julho de 1965, que dis p3e sobre os Servigos do Registro do Comercio e Atividades afins. De acordo com essa Lei a estrutura do Departamento sofreu profunda modificgggo de forma a permitir-lhe atuar de maneira efi ciente no que diz respeito ao resguardo dos interesses do Comercio e da Inddstria nacionais. A Instalacgo do M.I.C Ao serem elaborados os estudos para a localizag go do Execu tivo em Brasflia ainda ngo existia o Ministerio da Inddstria e do Comercio, cuja criag go foi concretizada pela Lei n g 3.782, de 22 de juiho de Obvio, portanto, que, na fase do planejamento da nova Ca pital Federal, ngo se cogitasse das suas necessidades. Iniciadas suas atividades em 1 de fevereiro de 1961, viuse o Ministerio da Inddstria e do Comercio a bragos com o problema de seu funcionamento. Por ngo ter sido considerado no piano geral da instalag go do Govern, o MIC ngo dispunha de local para situar suas repartig5es, em Brasilia. Obteve-se, apenas, um andar no blo co 10, Ministerio da Agricultura, onde foi montada uma represents g go do Gabinete do Ministro. Posteriormente, nesse mesmo pavimen to, instalaram-se os servigos locais de registro do comercio, uma representag go do Departamento de Administrag go e a Delegacia do Mi nisterio Desde entao paralizaram-se as iniciativas, seja quanto a transferencia de outros Orggos do Ministerio, seja em relag go a de signag go de servidores para al/ terem exercicio. Ao ser criado, o Ministerio da IndAstria e do Comercio era constituido de repartig6es que integravam a organizag go do Ministe rio do Trabalho, isto 4, o Instituto Nacional de Tecnologia, o De partamento Nacional da Propriedade Industrial, o Departamento Nacio nal de Seguros Privados e Capitalizag go e o Departamento Nacional

10 , ministeirio DA INDOSTRIA E cto COmERcib de Inchistria e Comercio. 2.2 Os doss primeiros Orgaos, de natureza tecnica, exigem ins talag5es muito especializadas. 0 Instituto Nacional de Tecnologia funciona em predio proprio, construg go de amplas dimens6es, que reline numerosos laboratorios e servigos tecnicos de pesquisas. 0 Departamento Nacional da Propriedade Industrial carece das mais elementares condigoes para funcionar satisfatoriamente. Quanto ao Departamento Nacional de Seguros Privados e Capitalizag go e ao De partamento Nacional da Inestria e Comercio, embora ngo se apresen tassem graves problemas de acomodag go, havia que se considerar o aspecto politico-administrativo, a conveniancia de nlio se isolar do centro das atividades comerciais e industriais que mantinham e mantem constante contacto com as classes produtoras. A separaggo inopinada e sem condig6es profundamente apreciadas, seria como se parar a cabega do corpo Por conseguinte, ngo contando o Ministerio com predio pro prio em Brasilia nem com residancias em n4mero suficiente para os seus funcionirios, deparava-se ante os respondveis uma Unica so lucgo: esperar que os meios eissem concedidos. Dessa forma, o MIC ngo se instalou em Brasilia. Todavia, o Govern() de entgo (Janio Quadros) expediu um decreto, o de n( , de 18 de fevereiro de 1961, cujo art. 3 Q assim prescreve: " Art. 3Q. 0 Gabinete do Ministro funcionar4 provisoria mente na cidade do Rio de Janeiro, Aat4 ser instalado na Capital Federal, em local para esse fim designado pe lo Grupo de Trabaiho de Brasilia". 0 art. 4 g dasse mesmo Decreto estabelece que " enquanto ngo se ultimar a transferancia do seu Gabinete para a Capital da Republica, o Ministro de Estado designar4 funcionarios para terem exerc(cio em Brasflia, com atribuigoes de dar andamento e acompa nhar os expedientes do Ministerio, bem como executar outras tare fas que ihes foran.cometidas" Se 14 eram irremovfveis, em 1960, as dificuldades para a fixaggo do Ministerio na Capital Federal, mais ainda se agravaram com a expediggo da Lei no 4.048/61, que the deu organizag go, crian do diversos novos Oreos. Projeta-se, agora, executar o Plano da Reforma Administra

11 ministerlo DA INDosTRIA e DO comercio tiva, que ampliar4 as atribuigoes do MIC implicando, consequentemen tee em maiores necessidades de epago e residencias. Assim, para que possa fancionar efetivamente em BrasClia, alem da sede para as suas repartigries de natureza burocrettica l o MIC precisarg contar com locais adequafts para o Instituto Nacional de Tecnologia, Instituto Nacional de Pesos e Medidas e Departamento Na cional da Propriedade Industrial, -Org gos que exigem instalageies tee nicas, laborat6rios de pesquisas, variadfssima maquinaria, etc. Por outro lado, ninguem ignora que 4 gravissimo o problema residencial na sede da Republica. A.soluggo de um problema est4 na dependencia do outro. A equaggo 4: localizaggo-moradia, ques toes paralelas e que tem de ser resolvidas ao mesmo tempo Ao ser instalado, poise o MIC ngo possuia sede no Rio nem em Brasilia. Na Guanabara, o Gabinete do Ministroe.osOrg gos prove nientes do Ministerio do Trabalho ficaram localizados no Pal4cio do Trabalho. As repartig5es, no mesmo local onde funcionavam, e o Gabinete do Ministro, no 14 Q pavimento, no espago anteriormente ocu pado pelo Vice-Presidente da Republica. 0 predio do Instituto Nacional de Tecnologia acolhe apenas os seus servigos. Com o desenvolvimento do Ministerio, em virtude da organi zaggo que the des a Lei 4.048/6l, suas necessidades de expansgo au mentaram sensivelmente. Uma vez que ngo havia possibilidade de se instalar imedia tamente o MIC na Capital Federal, era imperioso que se oferecessem condignas acomodagiies aos seus Orggos situados no Rio. Numerosos entendimentos com outros Ministerios no sentido de se obter espago ngo lograram muito sucesso, exceto quanto ao da Fazenda que cedeu as 4reas indispens4veis a instalaggo do Departs mento Nacional de Seguros Privados e Capitalizag go e da Divisgo de Turismo e Certames. Contudo, continuaram as dificuldades quanto a acomodaggo dos novos Orggos, fracassando todas as demarches com o objetivo de Cumpre acentuar que o Ministerio sempre evitou onerar o Te

12 MINISTERIO DA INDUSTRIA E DO COMERCI souro Nacional com alugueis de imoveis; daf procurar formulas de uti lizar propriedades da Unigo. 2.6 Medida acertadfssima tomou o Govern quando, pelo Decreto no , de 12 de dezembro de 1963, transferiu a Administraggo des to Ministerio o imovel denominado " A NOITE", localizado na Praga Mall Trata-se, na realidade de um patrimonio de alto valor e que, lamentavelmente, ngo mereceu a ateng go que deveria dos respons4veis pela sua conservaggo Com efeito, durante varios anos, o predio esteve alugado, fi Cando sob a administrag go da "Empresa EdifCcio A Nolte", integrante da Superintendencia das Empresas Incorporadas ao PatrimOnio Nacional Quando o Ministerio recebeu o imovel, encontrou-o nas piores condig3es de conservag go, com seas elevadores praticamente paraliza dos, as instalag6es sanitttrias em pessimo estado e as condigoes ge rais reclamando obras de valto, sem as quais n go haveria condig6esque permitissem o funcionamento alf das repartigoes da Secretaria de Esta do Em diversas inspeg6es realizadas, o Diretor-Geral do Departs mento de Administraggoh constatou que o problema apresentave, muita gravidade Porisso, depois de entendimento direto con o Sr. MinistropA constituida, em junho de 1964, uma Comissgo incumbida de verificar as condig ges do predio e oferecer uma estimativa das despesas indis pens4veis com as obras de reparag go, adaptag6es e conserto dos eleva dores, objetivando-se a solicitag go de um credit especial, uma vez que os recursos orgament4rios de 1964 e 1965 ngo possibilitariam qua quer trabalho de vulto A Comissgo apresentou relatorio confirmando as impress6es ge rais quanto ao abandon a que foi relegado esse patrimonio de tanto valor para a Unigo, e que, na situag go em que se encontrava, exigia vultosa despesa para que pudesse ser.admitido como um lugar condfgno para montar uma Secretaria de Estado De acordo com os estudos feitos, so o conserto dos elevado res reclamaria importancia acima de Por outro lado, as

13 MINISTERIO OA INDOSTRIA E do comercid obras de reforma geral do predio est go estimadas em mais de 500 mi lhoes de cruzeiros, restando, ainda, a despesa com a instalag go da biblioteca do Ministerio e do Servigo Medico, totalizando todos os servigos previstos importancia acima de 1 bilhgo de cruzeiros Ministerio da Inestria e do Comercio j4 ngo tinha condi goes para funcionar no predio do Ministerio do Trabalho. Em Bras/ liar ngo disp5e de sede propria. Sua instalag go, no Rio de Janeiro, dependia, exclusivamente, da concess go dos recursos necess4rios2 sem os quais ngo so seria impossivel adaptar o predio da Praga Mau 7 2 como lament4vel que a propria Unigo consentisse na destruic5o de um patrimonio de tal valor Ngo ignorava este Departamento as dificuldades financeiras do Tesouro Nacional para atender as despesas apontadas. Todavia, pa receu-lhe que a protelag go das providencias reclamadas implicaria em maiores Onus dada a elevag go constante do custo de vida e impedi ria que o Ministerio se instalasse com a rapidez que est go a recla I m mar os orgaos de que se constitui Nessas condig6es, props que o assunto fosse atentamente examinado pelo Sr. Ministro, ocasig o em que foi solicitada a abertu ra de um credito especial de 1 bilh go de cruzeiros para os fins in dicados Na data da elaborag go deste relatorio, o predio da Praga Maue r praticamente, js se encontra sob o domcnio do Ministerio. Excetuando os pavimentos ocupados pela superintendenciadas Empresas Incorporadas ao PatrimOnio Nacional ( 19Q ao 22 2 ) 2 pelo Mi nisterio da Educaggo (11Q) e FSbrica Nacional de Motores (142) as g reas ja utilizadas pelo MIC sgo as seguintes: SUBSOLO Quase todo o espago 2 excetuando as areas utilizadas como deposito e frigorifico dos bares Florida e Hanseatica. 1Q PAVIMENTO Apenas o espago em torn da rotativa do antigo jornal " A NOITE", cuja remoggo est4 sendo promovida pela

14 MINISTa ptio DA INDOStRIA a DO COMaRCIO 22 PAVIMENTO Todo o andar, menos as salas n Qs. 201 a 204, onde ainda es tao localizados os arquivos da SEIPN. 3Q PAVIMENTO Ocupado pelo Ministerio da Indlistria e do Comercio. 40 PAVIMENTO Menos as salas n Qs. 403 e 5Q PAVIMENTO' Menos as salas 511, 512 e 524 e um dep6sito. 60 PAVINENTO Menos as salas 605, 607, 608, 613 e PAVIMENTO Menos a sala PAVIMENTO Menos as salas ngs. 813, 814 e 815, ocupadas pela SEIPN e as de n Qs. 816, 817 e 818 pelo Ministerio da Agricultura. 9Q PAVIMENTO Menos as salas n Qs. 901, 913, 914, 915, 916, 917, 922, 923, 924 e PAVIMENTO Todo ocupado pelo Ministerio da Inddstria e do Comercio. 112 PAVIMENTO Ocupado pelo Ministerio da Educaggo. 120 PAVIMENTO Menos a sala

15 MINISTERIO OA INDOSTRIA E DO COMERCIO Q PAVIMENTO Menos a sala n ].h PAVIMENTO Ocupado pela Administrag go da F4brica Nacional de Motores PAVIMENTO Ocupado pelo Ministerio da Inditstria e do Comercio. 16Q PAVIMENTO Ocupado pelo Ministerio da Inelstria e do Comercio. 17 Q PAVIMENTO Menos as salas n os , 1.714, e PAVIMENTO Ocupado pelo Ministerio da Inestria e do Comercio Em consequencia da entrega de dependencias ao MinisterioljS se encontram em funcionamento no predio os seguintes Orggos: 1 - DEPARTAMENTO DE ADMINISTRACAO Diretoria - Geral Divisgo do Pessoal Divisgo do Material Divisgo do Orgamento Servigo de Comunicag6es e Servigo de Administraggo de Edif/cios 2 - COOPERATIVA DOS SERVIDORES DO MIC 3 - PARTE DO DEPARTAMENTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL, inclusive o Arquivo da Divis go de Patentes. 4 - DEPARTAMENTO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS E CA- PITALIZACAO, exceto a Delegacia Regional de Seguros da 411 Circuns criggo, quo continua no Ministerio da Fazenda.

16 MINISTERIO DA INDOSTRIA E DO COMERCIO INSTITUTO NACIONAL DE PESOS E MEDIDAS 6 - DELEGACIA NO ESTADO DA GUANABARA CENTRO DE ESiuDOS ECONOMICOS 8 - DEPARTAMENTO NACIONAL DO COMgRCIO 9 -_COMISSA0 DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL 10 - GABINETE DO SECRET.RIO DA INDtSTRIA credit() de 1 bilh go de cruzeiros solicitado por este Depar tamento foi autorizado pela Lei n o de 8 de junho de 1965 e a berto ao Ministerio pelo Decreto n , de 11 de outubro de De posse desses recursos foi posslvel, entgo 2 dar inhcio, a efetiva remodelag go do predio. Para tal fin, constituiu o Sr. Minis tro uma Comissgo de Concorrencia l presidida pelo Secret4rio Geral do Ministerio, que vem-se desincumbindo l com criterio l honestidade e al to senso 'Alio do encargo que recebeu Diversas concorrencias ptiblicas foram realizadas, ja se en contrando completamente reformados os pavimentos n o s. 13 e pavimento, tambem concluido, foi reparado com o concurso financeiro da Companhia SiderArgica Nacional. A ala esquerda do 12o pavimento sofreu total remodelag go por conta da Comissgo Executiva de Defesa da Borracha. Numerosos outros servigos vem sendo executados pelo proprio pessoal da Casa, a quem devemos a possibilidade de localizar no.pre dio a maioria dos Sreos que al/ js. se encontram em funcionamento Por outro lado, prosseguem os trabaihos da Comiss go presidi da pelo Secret4rio-Geral do Ministerio, que ja realizou v4rias concor A rencias objetivando a reforma dos elevadores, a substitui cgo e remodelaggo dos servigos de ggua e esgoto l a instalaggo de inci neradores de lixo, a ampliaggo do percurso do elevador privativo outros servigos programados que, uma vez conclufdos, permitirgo a in tegral utilizaggo do predio para os fins a que foi destinado. 3 - PESSOAL Quando de sua criag go, em 1960, o Ministerio da Indlistria e

17 MINIST.RIO OA indostpia t 00 comercio do Comercio ngo teve estruturado seu quadro de Pessoal, que, de ini cio, constituiu-se dos servidores provenientes dos Org gos que inte gravam o Ministerio do Trabalho, Ineistria e Comercio e que passa ram a compor a nova Secretaria de Estado. - Com o decorrer do tempo, o aglomerado de servidores que a tendiam aos servigos do MIC foi recebdworeforgo de outros Orggos extintos ou modificados, contando-se, entre eles, a COFAP, a Comis sgo Executiva de Armazens e.silos, o Conselho do Abastecimento e a Comissgo do Desenvolvimento Desse aglomerado heterogeneo, constituido de um conjunto _ cujo recrutamento ngo mereceu cuidados de seleggo resulta a situa ggo atual que impede o MIC de cumprir sua miss go como seria de dese jar problema, todavia, jamais foi omitido. A Administraggo preocupou-se seriamente com a sua solug go, promovendo os estudos e a elaborag go do quadro definitivo que j4 se encontra sob o exame do DASP A Divisgo do Pessoal deste Departamento 4 um Orggo que res ponde pelas mais ingratas tarefas. Contando com reduzido ndmero de'colaboradores, em muitos dos quais falta o conhecimento especia lizado, deve a Divisgo realizar, em dia l suas atividades, sobretudo quanto ao processamento dos pagamentos e o estudo dos processos re lacionados com direitos e vantagens do servidor A produg go da Divisgo do Pessoal, apesar das dificuldades que enfrenta foi bem acentuada, como se observa de seu relatorio. Durante o exercfcio de 1965, recebeu cerca de pro cessos e enviou aproximadamente expedientes diversos. Promo veu a confecggo de 65 exemplares mimeografados do Boletim do Pes soal, no total de 666 folhas impressas Ngo se pode, na realidade, medir a produg go da Divisao pe lo rainier de processos ou expedientes que tenha recebido para apre ciar. Numerosos processos reclamam demorada pesquisa e criterioso exame, exigindo muitas vezes o preenchimento de formalidades pelos interessados, que determinam certo retardamento na solug go, acarre tando reclamageles vase sempre infundadas Por outro 'ado, sofre frequente modificag go a legislaggo

18 MINISTERIO OA INDUSTRIA E COMERCIC de pessoal, determinando, em consequencia, a revis go de fich4rios, arquivos e das situag6es individuais dos servidores, trazendo o au mento de trabalho a prazo curto, sem a correspondente ampliag go do corpo de colaboradores Quando se declare., por exemplo, que a Seg go de Classifica ggo de Cargos encaminhou e resolveu, no exerc/cio, 30 processos de aposentadoria, 4 preciso observar que asses processos exigiram lon go trabaiho de preparag go ate serem postos em condigt5es de decisgo pelo ExcelentIssimo Senhor Presidente da Republica. H4 UMP multi plicidade de agoes que ngo podem ser descritas em relatorio e que representam a produg go efetiva do Orggo Acompanhando, de perto, a atividade da Divis go do Pessoal, podemos afirmar que, com os recursos que possui, n go poderia ser melhor sua contribuig go ao bom funcionamento do Ministerio. 4 - ORCAMENTO De acordo com a Lei n o 4.539, de 10 de dezembro de 1964, que estimou a Receita e fixou a Despesa da Dhi go para o exercfcio financeiro de 1965, os Ministerios civis e militares foram contem plados com as dotag5es seguintes: Agriculture ****** 004r Aeronauts ca. 04P4,41, *.41,0' Educag5.ao,e,Cultura Fazenda. ***** ***** Guerra Inddstria e Com4rcio * ***** * Justiga e.negocios.interiores Marinha *** ***** ***** Minas e Energia ****** 41404, ,0, Relag5es.Exteriores , Sande 4104)** n ****** $ Trabalho e Prey. Social ***** Viaggo.e Obras.Pdblicas ****** totalizando a ` , ou seja, 92,81 % da despesa to tal prevista Com a parcela de ($ , o Ministerio da Indus tria e do Comercio participou apenas, 0,24 % do conjunto das

19 MINISTERIO OA INDOSTRIA t Do comcrcic, -19 despesas fixadas para os Ministerios 2 ngo sendo necessgrio demonstrar que, no confronto, esta Secretaria de Estado se encontrou em situaggo muitfssimo inferior a dos demais Orgos principais do Executivo SOmente esse fato recomendaria um tratamento de exceg go para este Minist4rio l cuja proposta orgamen.bgria foi elaborada com o mais cauteloso interesse l visando ao mgximo de economia das obrigagoes do Tesouro Nacional Cumpre acentuar que o MIC, camo Org5o arrecadador, contri buiu com uma rends, em muito acima dos 9 bilh5es de cruzeiros, superando de muito as suas previsoes de despesas. 4.4 Apesar de l no exercfcio de 1965 nao ultrapassar de % no conjunto das despesas fixadas para os Ministerios 2 o MIC teve, ain da, de contribuir com a sua cota de sacriffcio para a constituig go do Fundo de Reserva, medida que reduziu de (a o seu je precg rio orgamento Hg que se acentuar, contudo, a contribuiggo do MIC para a Re ceita da Unigoo Segundo a escrituraggo feita pela Divisgo do Orgamento l ate novembro Ultimo, havia sido arrecadado l atraves do Ministerio 2 a apre cigvel soma de ($ , ou seja mais do dobro da despesa glo bal fixada De acordo com a Circular n g/ 3, de 13 de fevereiro de 1965, que fixou normas para a elaboragao orgament gria referente ao exerci cio de 1966, tarefa 2 no Ambito daste Ministerio l da competencia da Di tri g do Orgamento 2 o MIC teve o teto de suas despesas fixado em a8, Entretanto, conforme as previsties feitas, baseadas nas propostas parciais dos diversos Org gos do Ministerio l a despesa alcangaria cifra bem mais elevada, aproximando-se dos 15 bilhoes de cruzeiros Tais despesas estavam assim justificadas: A anglise das principais subconsignagbies revelars que os recursos pleiteados se destinam, praticamente 2 as necessidades minl mas dos Orgaos que comptiem o Minist4rio l cujas propostas indivi duais sofreram severa critica l reduzindo-se ao minim possivel os re cursos pedidos.

20 MINISTER* OA INOOSTRIA E oo comercio -20- As raz6es da elevaggo sabre o teto previsto se situam especial mente nos casos das Unidades Admtnistrativas e subconsignag5es se guintes: Despesas Gerais com o Pessoal A proposta preve um aumento de C$ Aare o exerci cio anterior e foi calculada com base nos encargos reais do Ministe rio, levando-se em conta, inclusive, a elevag go da despesa como de correncia das readaptagoes j4 aprovadas e das que se encontram em cur SO. Gabinete do Ministro Tiveram o acrescimo de o as despesas com o Gabi nete do Ministro, nas quaffs se incluem as de manuteng go da Comissgo Executiva de Defesa da Borracha, Comiss go de Desenvolvimento.Indus trial e Comissgo de ComerciO Exterior, que totalizou (a dosa pedidos. Destacam-se os recursos no valor de es solicitados para equipar o Gabinete no Rio e em Bras( lia das viaturas de que necessita, o acr4scimo de a para a.. aquisiggo do mobilisrio indispens4vel e o aumento global de C nas despesas'das tres Comiss5es citadas cuja aggo se ra ampliada segundo os pianos j4 postos em pr4tica. Os recursos destinados ao pagamento de representag go de Ga binete tiveram uma elevaggo de a , totalimmao5 a , importancia considerada indispenssvel para que se possa retribuir os assessores do Ministro de Estado atraves de grati ficag go que, pelo menos, se, situem no navel das fungoes gratifica das aos servidores da Unigo. DELEGACIAS ESTADUAIS DA INDIISTRIA E DO COM:LCIO Os Orggos de representag go do Ministerio, nos Estados, em fase incipiente de funcionamento, carecem de recursos de toda a na tureza. Com os meios disponfveis foi ibossfvel,.em 1964/65, dots-las do minimo necess4rio as respectivas instalag5es. Em 1966, sera necess4rio complementar seu equipamento, de forma a permitir-lhes condig5es reais para exeautarem os encargos que lhes cumpre por forga de lei.

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