DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011

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1 DJe de 29/09/2011 (cópia sem assinatura digital) DIREÇÃO DO FORO DA COMARCA DE BELO HORIZONTE PORTARIA N 001/2011 Esclarece quanto ao procedimento de ajuizamento da ação de adoção, diretamente pelos requerentes em Secretaria, no caso de prévia anuência manifestada em Juízo pelos genitores. O Exmo. Sr. Marcos Flávio Lucas Padula, Juiz de Direito da Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte, no uso de suas atribuições legais e, em especial, nos termos dos artigos 13, 45, 145, 146, 153 e 166, todos do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n de ), do artigo 62 da Lei Complementar Estadual nº 59 de e art. 2º da Resolução nº 431/2004 da Egrégia Presidência do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, CONSIDERANDO 1) O procedimento estabelecido pelo art. 13, parágrafo único do Estatuto da Criança e do Adolescente, em sua nova redação dada pela Lei n /2009, segundo o qual as gestantes ou mães que manifestarem interesse em entregar seus filhos serão obrigatoriamente encaminhados à Justiça da Infância e Juventude. 2) A regra do art. 45 do Estatuto da Criança e do Adolescente que estabelece que a adoção depende do consentimento dos pais ou do representante legal do adotando e de que, na hipótese de concordância, serão estes ouvidos pela autoridade judiciária e pelo represente do Ministério Público, tomando-se por termo as declarações. 3) A previsão legal constante do art. 166 do Estatuto da Criança e do Adolescente, de que a adoção possa ser formulada diretamente pelos requerentes, em cartório judicial (secretaria do juízo), dispensada a representação por advogado, na hipótese de os pais haverem aderido ao pedido de adoção, forem falecidos ou houverem sido destituídos do poder familiar. 4) A previsão constante da Portaria n 002/2010 deste Juízo de Direito da Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte, no sentido da condução e da oitiva dos genitores em juízo, quando possível, para serem ouvidos em audiência quanto ao desejo previamente manifestado de entrega do filho para adoção. 5) A conveniência e necessidade de padronizar, simplificar e agilizar os processos e procedimentos afetos à Justiça da Infância e da Juventude, em especial em face da prioridade absoluta na sua tramitação, nos termos do art. 152, parágrafo único do Estatuto da Criança e do Adolescente.

2 6) A necessidade de regulamentar o procedimento para encaminhamento das mães e gestantes à Justiça da Infância e da Juventude, delimitando as atribuições dos profissionais da área de saúde e dos servidores da justiça, no que diz respeito à assistência social e psicológica da mãe ou gestante, assim como sua oitiva em juízo. RESOLVE EXPLICITAR AS SEGUINTES NORMAS Art. 1 - No caso de expressa e inequívoca concordância dos genitores conhecidos com a entrega da criança para fins de adoção, manifestada a concordância em juízo e tomada a mesma em termo de audiência com a presença do Ministério Público, será admitido o ajuizamento da ação de adoção diretamente pelos adotantes, sem a necessidade de representação por advogado ou assistência por Defensor Público. 1 - Quando ouvido apenas um dos genitores e sendo desconhecido o outro genitor ou genitora, deverá ser indagada a qualificação e endereço do suposto genitor ou da suposta genitora. 2 - No caso de recusa ou impossibilidade de responder à pergunta do parágrafo antecedente, deverá ser indagado quanto à possibilidade de esclarecer os motivos da recusa ou da impossibilidade de qualificar o suposto genitor ou suposta genitora, assim como de declinar seu endereço. 3 - Ouvido apenas um dos genitores e apurada a identidade e endereço do outro genitor ou suposto genitor, deverá este ser intimado para comparecimento em juízo, a fim de ser ouvido em audiência quanto à adoção da criança ou adolescente. 4 - Os genitores deverão ser expressamente esclarecidos quanto ao encaminhamento da criança ou adolescente para adoção, sendo indagados expressamente quanto à sua anuência com a adoção, após informados do caráter irrevogável e irretratável da adoção após sentença transitada em julgado. Art. 2 - Convocado o pretendente ou pretendentes habilitados à adoção, para o recebimento da criança ou adolescente sob guarda provisória, para fins de adoção, os mesmos serão informados pelo Setor de Estudos Familiares (SEF) quanto à manifestação de anuência dos genitores conhecidos com o pedido de adoção, sendo esclarecidos ainda quanto à possibilidade de ajuizamento da ação de adoção, sem a necessidade de representação por Advogado ou assistência por Defensor Público. 1 - Os pretendentes à adoção poderão optar pelo ajuizamento da adoção por advogado ou Defensor Público. 2 - Optando pela adoção direta, sem representação por Advogado ou assistência de Defensor Público, os pretendentes à adoção serão encaminhados pelo Setor de Estudos Familiares (SEF) ao posto de atendimento do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SEAC) junto à Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte. 3 - No caso de encaminhamento ao SEAC, deverá ser fornecida aos pretendentes à adoção cópia da ata da audiência com a manifestação de anuência dos genitores conhecidos.

3 4 - O SEAC deverá fornecer orientações gerais quanto ao ajuizamento e tramitação da adoção, disponibilizando formulário modelo de petição inicial e lista de documentos que deverão instruir o pedido de adoção. Art. 3 - Os pretendentes à adoção deverão ser orientados quanto ao prazo de 60 (sessenta) dias para o ajuizamento da adoção, contado o prazo da data da assinatura do termo de guarda provisória. 1 - Os pretendentes à adoção são os responsáveis pelo preenchimento e conferência do formulário modelo de petição inicial, assim como pela apresentação dos documentos indicados na lista. 2 - O SEAC poderá prestar esclarecimentos apenas quanto aos aspectos formais relativos ao preenchimento do formulário, podendo ainda orientar quanto aos documentos e quanto aos órgãos junto aos quais deverão ser obtidos os documentos. 3 - A apresentação da petição inicial e documentos para protocolo e distribuição deverá ser realizada diretamente por um ou ambos os postulantes da adoção. Art. 4 - No caso de retratação de um ou de ambos os genitores, antes do trânsito em julgado da sentença, os adotantes deverão ser intimados pessoalmente para constituir advogado ou providenciarem assistência através da Defensoria Pública. 1 - No caso de oposição ou de intervenção de terceiro interessado no processo de adoção ou, ainda, no caso de ajuizamento de guarda, tutela ou de qualquer ação conexa à adoção, que torne litigioso o pedido, os adotantes deverão ser intimados pessoalmente para constituir advogado ou providenciarem assistência através da Defensoria Pública. 2 - No caso de manifestação de discordância de qualquer dos genitores, será imediatamente possibilitada aos genitores a assistência pela Defensoria Pública, indicando-se, ainda, os Núcleos de Assistência Judiciária da Capital. Art. 5 - Salvo quanto aos atos realizados em audiência, com a presença dos adotantes, todas as intimações dos adotantes deverão ser pessoais, realizadas por Oficial de Justiça ou, no caso de comparecimento pessoal dos adotantes em juízo, também pela Secretaria Judicial. Parágrafo único. Quando, no curso do processo de adoção, tornar-se conhecida a identidade e endereço do cônjuge anteriormente ignorado, deverá ser determinada sua intimação pessoal, para ser ouvido em audiência. No caso de manifestação de discordância, será adotado o procedimento previsto no artigo anterior. Art. 6 - Os genitores conhecidos serão intimados para serem ouvidos em audiência, durante o curso do processo de adoção. Não sendo encontrados pelo Oficial de Justiça, será determinada sindicância e condução coercitiva pelo Comissariado da Infância e da Juventude. Caracterizando-se a inviabilidade de intimação ou condução, será dispensada por decisão judicial fundamentada, a tomada de seu depoimento pessoal. Parágrafo único. Não obstante a anuência manifestada em juízo, os genitores com identidade e endereço conhecidos deverão ser pessoalmente intimados da sentença que

4 julgar o processo de adoção: 1) durante e própria audiência, quando a sentença for proferida em audiência; 2) por Oficial de Justiça; ou 3) em Secretaria Judicial, no caso de comparecimento dos requeridos na Secretaria Judicial. Art. 7 - Providencie-se remessa de cópia da presente portaria a todos os setores da Vara Cível da Infância e da Juventude, assim como às seguintes Autoridades e Órgãos: I - DD. Desembargador Corregedor-Geral de Justiça do Estado de Minas Gerais. II - MM. Juiz de Direito Auxiliar da Corregedoria e Diretor do Foro da Capital. III - Coordenadoria da Infância e da Juventude do Estado de Minas Gerais (COINJ/MG). IV - Coordenação da Promotoria de Justiça Especializada de Proteção dos Direitos da Criança e da Juventude de Belo Horizonte. V - Coordenação do Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Minas Gerais junto às Varas da Infância e da Juventude da Capital. VI - Ordem dos Advogados do Brasil - Seccional de Minas Gerais (AOB-MG). VI - Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente do Município de Belo Horizonte (CMDCA-BH). VII - Conselhos Tutelares da Criança e do Adolescente do Município de Belo Horizonte. Publique-se. Registre-se. Cumpra-se. Belo Horizonte, 18 de abril de (a) Marcos Flávio Lucas Padula Juiz de Direito Vara Cível da Infância e da Juventude Comarca de Belo Horizonte Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz (Juíza) de Direito da Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte - Estado de Minas Gerais Distribuição por dependência aos autos do processo de pedido de providencia: Processo n

5 NOMES DOS REQUERENTES QUALIFICAÇÃO DO PRIMEIRO REQUERENTE Nome Naturalidade (Cidade e Estado de Nascimento) Data de Nascimento Filiação Estado Civil Profissão Cédula de Identidade Cadastro de Pessoa Física QUALIFICAÇÃO DO SEGUNDO REQUERENTE Nome

6 Naturalidade (Cidade e Estado de Nascimento) Data de Nascimento Filiação Estado Civil Profissão Cédula de Identidade Cadastro de Pessoa Física ENDEREÇO RESIDENCIAL DOS REQUERENTES Logradouro (rua, avenida, alameda, praça, travessa, etc.) Número Complemento (número de apartamento, bloco, etc.) Bairro

7 Cidade CEP Estado Telefones Endereço eletrônico ( ) Data de deferimento da inscrição no cadastro de pretendentes à adoção: CRIANÇA ADOTANTA/ADOLESCENTE ADOTANDO Nome Naturalidade (Cidade e Estado de Nascimento) Data de Nascimento Filiação (indicar ignorado se não constar do registro de nascimento) Serviço Registral de Pessoas Naturais (Cartório de Registro Civil)

8 Livro Folha Número Data Parentesco biológico com o adotando (em caso afirmativo, especificar) Bens, direitos ou rendimentos em nome do adotando (Sim/ Não/ Desconhece; em caso afirmativo relacionar em folha separada) Nome completo pelo qual passará a se chamar o Adotando (inclusive com alteração de prenome, se for o caso) Serviço Registral de Pessoas Naturais onde se pretende seja lavrado o registro de nascimento após sentença (cartório original ou um dos cartórios do município de residência dos requerentes) Processo de Destituição do Poder Familiar no qual foi decretada a perda do poder familiar de um ou de ambos genitores (se for o caso) Processo de Providência ou outro em que foi manifestada a anuência dos genitores (ou de um deles) ao pedido de adoção (se for o caso)

9 Data da Audiência Folhas do Processo GUARDA JUDICIAL Processo n : Data da Decisão: Data do Termo de Guarda: GUARDA DE FATO Data do Início da Convivência: Os requerentes acima qualificados vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, propor ação de adoção, nos termos do art. 166 da Lei n 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), com os fundamentos de fato e de direito a seguir expostos. Os requerentes estão regulamente inscritos como habilitados à adoção, com deferimento na data supra referida. Os requerentes detêm a guarda da criança adotanda (do adolescente adotando), conforme especificado acima, a qual (o qual) permanece na companhia dos requerentes. Os requerentes esclarecem quanto ao parentesco com a criança e eventuais bens, direitos, ou rendimentos em nome da criança conforme campos acima preenchidos (e relação apresentada em anexo, se for o caso). Os pais biológicos foram destituídos do poder familiar, são desconhecidos ou manifestaram expressa anuência ao pedido de adoção, mediante declaração em juízo, conforme acima informado. Pelo exposto, os requerentes pedem a Vossa Excelência:

10 1) Manutenção da guarda judicial provisória. 2) Designação de audiência, para o fim de ratificação da anuência manifestada pelos genitores(ou pelo genitor conhecido, ou, ainda, pelo genitor que não tiver sido destituído do poder familiar). 3) Fixação de estágio de convivência e a determinação de realização de estudo técnico e/ou sindicância. 4) Procedência do presente pedido de adoção, com a constituição da legitimação adotiva da criança (do adolescente) em favor dos requerentes. 5) Alteração do nome (e, se for o caso, do prenome) da criança (do adolescente), conforme acima indicado. 6) Expedição dos seguintes mandados: A) mandado de cancelamento do registro de nascimento original no Serviço Registral das Pessoas Naturais, onde foi lavrado o referido assento; B) mandado de registro de nascimento no Serviço Registral de Pessoas Naturais acima indicado. Nestes termos, Pedem deferimento. Belo Horizonte, (Data) Assinatura do primeiro requerente Assinatura do segundo requerente Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz (Juíza) de Direito da Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte - Estado de Minas Gerais Distribuição por dependência aos autos do processo de pedido de providencia: Processo n

11 NOME DO REQUERENTE QUALIFICAÇÃO DO REQUERENTE Nome Naturalidade (Cidade e Estado de Nascimento) Data de Nascimento Filiação Estado Civil Profissão Cédula de Identidade Cadastro de Pessoa Física ENDEREÇO RESIDENCIAL DO REQUERENTE Logradouro (rua, avenida, alameda, praça, travessa, etc.)

12 Número Complemento (número de apartamento, bloco, etc.) Bairro Cidade CEP Estado Telefones Endereço eletrônico ( ) Data de deferimento da inscrição no cadastro de pretendentes à adoção: CRIANÇA ADOTANDA/ADOLESCENTE ADOTANDO Nome Naturalidade (Cidade e Estado de Nascimento)

13 Data de Nascimento Filiação (indicar ignorado se não constar do registro de nascimento) Serviço Registral de Pessoas Naturais (Cartório de Registro Civil) Livro Folha Número Data Parentesco biológico com o adotando (em caso afirmativo, especificar) Bens, direitos ou rendimentos em nome do adotando (Sim/ Não/ Desconhece; em caso afirmativo relacionar em folha separada) Nome completo pelo qual passará a se chamar o Adotando (inclusive com alteração de prenome, se for o caso)

14 Serviço Registral de Pessoas Naturais onde se pretende seja lavrado o registro de nascimento após sentença (cartório original ou um dos cartórios do município de residência dos requerentes) Processo de Destituição do Poder Familiar no qual foi decretada a perda do poder familiar de um ou de ambos genitores (se for o caso) Processo de Providência ou outro em que foi manifestada a anuência dos genitores (ou de um deles) ao pedido de adoção (se for o caso) Data da Audiência Folhas do Processo GUARDA JUDICIAL Processo n : Data da Decisão: Data do Termo de Guarda: GUARDA DE FATO Data do Início da Convivência: O(a) requerente acima qualificado(a) vem, respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, propor ação de adoção, nos termos do art. 166 da Lei n 8.069/90 (Estatuto da Criança e do Adolescente), com os fundamentos de fato e de direito a seguir expostos.

15 O(A) requerente é regulamente inscrito(a) como habilitado(a) à adoção, com deferimento na data supra referida. O(A) requerente detém a guarda da criança adotanda (do adolescente adotando), conforme especificado acima, a qual (o qual) permanece na companhia do(a) requerente. O(A) requerente esclarece quanto ao parentesco com a criança e eventuais bens, direitos, ou rendimentos em nome da criança conforme campos acima preenchidos (e relação apresentada em anexo, se for o caso). Os pais biológicos foram destituídos do poder familiar, são desconhecidos ou manifestaram expressa anuência ao pedido de adoção, mediante declaração em juízo, conforme acima informado. Pelo exposto, o(a) requerente pede a Vossa Excelência: 1) Manutenção da guarda judicial provisória. 2) Designação de audiência, para o fim de ratificação da anuência manifestada pelos genitores (ou pelo genitor conhecido, ou, ainda, pelo genitor que não tiver sido destituído do poder familiar). 3) Fixação de estágio de convivência e a determinação de realização de estudo técnico e/ou sindicância. 4) Procedência do presente pedido de adoção, com a constituição da legitimação adotiva da criança (do adolescente) em favor do(a) requerente. 5) Alteração do nome (e, se for o caso, do prenome) da criança (do adolescente), conforme acima indicado. 6) Expedição dos seguintes mandados: A) mandado de cancelamento do registro de nascimento original no Serviço Registral das Pessoas Naturais, onde foi lavrado o referido assento; B) mandado de registro de nascimento no Serviço Registral de Pessoas Naturais acima indicado. Nestes termos, Pede deferimento. Belo Horizonte, (Data) Assinatura do(a) requerente

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