TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TEMAS LIVRES FREE THEMES. Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1"

Transcrição

1 2189 Estudo de fatores associados à adesão ao tratamento não farmacológico em ortadores de diabetes mellitus assistidos elo Programa Saúde da Família, Ventosa, Belo Horizonte A study of factors associated to non-harmacological treatment delivered by the Family Health Program in Ventosa, Belo Horizonte, to carriers of diabetes mellitus TEMAS LIVRES FREE THEMES Thaís Silva Assunção 1 Príscila Guedes Santana Ursine 1 1 Deartamento de Fisioteraia, Centro Universitário de Belo Horizonte. Av. Prof. Mário Werneck 1685, Estoril Belo Horizonte MG. Abstract Diabetes Mellitus is turning into one of the main ublic health roblems in Brazil. Many factors may contribute to the low adherence to treatment. The objective of this study was to investigate the association between educational and social-economic factors and factors related to the health, the ercetion of disease, social suort and adherence to non-harmacological treatment of carriers of diabetes mellitus assisted in the family health rogram of the Health Center in Ventosa, Belo Horizonte. Data were collected in interviews with 164 diabetics who were waiting for assistance in the health center. Univariate analysis showed significant association between adhesion to the non-harmacological treatment and low income; lace of residence; knowledge about consequences; motivation with regard to the treatment; making art of a diabetics grou and orientation received from the nurse and the hysiotheraist. Multivariate analysis showed the variables treatment motivation and art of some diabetics grou, to be statistically significant as refers to the total adhesion ( <0,05). The variables knowledge about consequences and lace of residence - high risk area were statistically significant as refers to the total adhesion ( < 0,06), however resenting an inverse relation. Key words Diabetes mellitus, Treatment adhesion, Family Health Program Resumo O diabetes mellitus vem se tornando um dos rinciais roblemas de saúde ública no Brasil. Há vários fatores que odem contribuir ara a baixa adesão ao tratamento. O objetivo deste estudo foi investigar a associação entre fatores educacionais, demográficos, socioeconômicos, de saúde, erceção da doença, suorte social e adesão ao tratamento não farmacológico em ortadores de diabetes mellitus assistidos elo Programa Saúde da Família do Centro de Saúde Ventosa, em Belo Horizonte. As informações foram obtidas através de entrevistas com 164 diabéticos que estavam aguardando o acolhimento do Centro de Saúde. Na análise univariada, verificou-se associação significante entre a adesão ao tratamento não farmacológico e baixa renda, local de residência, conhecimento sobre comlicações, motivação com o tratamento, fazer arte de gruo de diabéticos e orientações recebidas elo enfermeiro e fisioteraeuta. Aós análise multivariada, as variáveis motivação com o tratamento e faz arte de algum gruo de diabético foram estatisticamente significativas ara a adesão total (<0,05). As variáveis conhecimento sobre as comlicações e local de residência área de elevado risco obtiveram limiar de significância estatística em relação à adesão total (= 0,06), aresentando, no entanto, relação inversa. Palavras-chave Diabetes mellitus, Adesão ao tratamento, Programa Saúde da Família

2 2190 Assunção, T. S. & Ursine, P. G. S. Introdução O Brasil assiste, desde a década de 1960, a sua transição demográfica e eidemiológica caracterizada elo envelhecimento oulacional e aumento das doenças crônico-degenerativas 1. Dentre as doenças crônicas mais freqüentes, destaca-se o diabetes mellitus (DM), que consiste em uma disfunção metabólica crônica, grave, de evolução lenta e rogressiva, caracterizada ela falta ou rodução diminuída de insulina e/ou da incaacidade dessa em exercer adequadamente seus efeitos metabólicos, levando à hierglicemia e glicosúria 2. Um estudo multicêntrico desenvolvido na oulação brasileira encontrou uma revalência geral de DM de 7,6% em essoas de 30 a 69 anos 3. A alta revalência associada às comlicações crônicas inerentes à doença torna o DM um dos rinciais roblemas de saúde ública em nosso aís, reresentando alto custo social e grande imacto na morbi-mortalidade da oulação 4. Na rede ública de saúde, a orta de entrada ara o ortador de DM é a Unidade Básica de Saúde, que está estruturada de acordo com o Programa Saúde da Família (PSF) 5. O PSF é uma estratégia que tem como rincial roósito reorganizar a rática da atenção básica à saúde e substituir o modelo tradicional de assistência, riorizando ações de revenção, romoção e recueração da saúde, de forma integral e contínua. O atendimento é restado na unidade básica de saúde ou no domicílio elos rofissionais da saúde que comõem as Equies de Saúde da Família. Esses rofissionais e a oulação acomanhada criam vínculos de co-resonsabilidade, o que facilita a identificação dos roblemas de saúde da comunidade e seu atendimento 5. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, o tratamento básico e o controle da doença consistem, rimordialmente, na utilização de uma dieta esecífica baseada na restrição de alimentos ricos em carboidratos, gorduras e roteínas, atividade física regular e no uso adequado de medicação 6. Entretanto, a adesão a esse tratamento exige comortamentos de alguma comlexidade que devem ser integrados na rotina diária do ortador de DM 7. A adesão ao tratamento em acientes crônicos reresenta a extensão no qual o comortamento da essoa coincide com o aconselhamento dado elo rofissional de saúde, contemlando três estágios: 1) concordância, no qual o indivíduo, inicialmente, concorda com o tratamento, seguindo as recomendações dadas elos rofissionais da saúde. Existe, freqüentemente, uma boa suervisão, assim como uma elevada eficácia do tratamento; 2) adesão, fase de transição entre os cuidados restados elos rofissionais de saúde e o autocuidado, no qual, com uma vigilância limitada, o doente continua com o seu tratamento, o que imlica uma grande articiação e controle da sua arte; 3) manutenção, quando, já sem vigilância (ou vigilância limitada), o doente incorora o tratamento no seu estilo de vida, ossuindo um determinado nível de autocontrole sobre os novos comortamentos 8. A cronicidade da doença, associada às características do regime teraêutico e às resonsabilidades do doente, ode contribuir ara a baixa adesão vulgarmente encontrada nos diabéticos 7. Segundo estudo desenvolvido or Assunção et al. 9, aenas 25% dos acientes diabéticos que receberam orientações quanto a rática de atividade física realizaram algum tio de atividade; e dos acientes que receberam orientações quanto à dieta, aenas metade seguiu as recomendações. Outro estudo realizado or Assunção et al. 4 verificou que cerca de 53% dos acientes relataram ter feito dieta nos últimos quinze dias, 10% não estavam fazendo nenhum tio de tratamento e 26% afirmaram usar aenas medicamento no tratamento da doença. O resente estudo teve como objetivo verificar se fatores demográficos, socioeconômicos, de saúde, erceção da doença e suorte social estão associados à adesão ao tratamento não farmacológico em ortadores de DM assistidos elo PSF-Ventosa, o que oderá auxiliar no lanejamento de estratégias de revenção e intervenção mais adequadas ara abranger essa oulação e suas eculiaridades. Materiais e métodos Local do estudo Este estudo foi realizado na área de abrangência do Centro de Saúde Ventosa (CSV), situado no bairro Jardim América, Distrito Sanitário Oeste, em Belo Horizonte (MG), cidade de grande orte e que ossui atualmente habitantes. A Secretaria Municial de Saúde (SMSA-BH), órgão da administração direta da Prefeitura Municial de Belo Horizonte, otou ela reorganização dos serviços de saúde em base territorial através da definição de nove distritos sanitários (Venda Nova, Barreiro, Leste, Nordeste, Oeste, Pamulha, Centro-sul, Noroeste e Norte). Cada

3 2191 um dos nove distritos sanitários, que corresondem às Administrações Regionais da Prefeitura de Belo Horizonte, tem definido certo esaço geográfico, oulacional e administrativo de sua abrangência. Amostra A oulação do estudo foi comosta or 164 diabéticos assistidos elo PSF do Centro de Saúde Ventosa. Para o cálculo do tamanho da amostra, usamos a seguinte fórmula 10 : n = Fixando: N = 1663 (tamanho da oulação de diabéticos cadastrados ao PSF/Ventosa); E = 0,1453 (margem de erro) σ = 1,00(desvio adrão máximo que odemos ter ara uma amlitude de 0 a 2); Z = 1,96 (valor tabelado da distribuição normal ara 95% de confiança) Temos que n = 164 As entrevistas foram realizadas no Centro de Saúde Ventosa com os indivíduos que estavam na fila de esera ara o acolhimento, sendo incluídos no estudo indivíduos ortadores de DM tio 1 e 2, caazes de se comunicar verbalmente, com idade acima de 18 anos e que consentiram em articiar da esquisa. Coleta de dados N E 2 (N - 1) + 1 Zσ A coleta de dados foi realizada or três alunos do nono eríodo do curso de Fisioteraia do Centro Universitário de Belo Horizonte, os quais foram devidamente treinados ara a utilização dos instrumentos roostos. Para tanto, foi realizada uma discussão teórica sobre o tema de estudo, alicabilidade de cada item do questionário e estratégia ara a coleta de dados. Foram realizadas também simulações de situações de camo, nas quais os esquisadores alicaram os instrumentos entre si e, em seguida, em seis acientes da Clínica-Escola do Uni-BH, ortadores de DM, ara avaliação crítica da comreensão, ordem das questões, identificação de dúvidas a reseito de reenchimento e, osteriormente, cálculo da confiabilidade inter-examinador. Para cálculo da confiabilidade inter-examinador, foi utilizada a estatística Kaa, sendo a confiabilidade classificada como quase erfeita (Kaa= 0,96) O questionário semi-estruturado desenvolvido ara este estudo tinha como objetivo obter informações referentes às características demográficas (sexo, idade e local da residência), socioeconômicas (classe social e renda mensal), de saúde (tio de diabetes, o temo de diagnóstico da doença, uso de medicamento e controle de glicose), erceção da doença (nível de conhecimento e aceitação da doença, motivação com o tratamento), suorte social (aoio da família, orientações com relação ao diabetes, fazer arte de algum gruo de diabéticos no PSF/ Ventosa) e adesão ao tratamento roosto ara o DM. Quanto às características socioeconômicas, a renda mensal familiar foi registrada como os somatórios das rendas individuais de todas as essoas economicamente ativas. A classe social foi categorizada em A, B, C, D e E, de acordo com a classificação da ABIPEME (Associação Brasileira de Institutos de Pesquisa de Mercado) 11. O local de residência foi categorizado como elevado, médio e baixo risco com os critérios do Índice de Vulnerabilidade Social (IVS) utilizado ela SMSA/PBH. O IVS é uma combinação de diferentes variáveis num indicador que busca resumir informações relevantes que traduzem as desigualdades intra-urbanas, aontando áreas rioritárias ara intervenção e alocação de recursos, o que favorece a roosição de ações intersetoriais. Quanto às questões referentes à erceção da doença, o nível de conhecimento foi classificado como nenhum, básico (conhecimento de aenas uma forma de tratamento dieta ou atividade física ou medicação), moderado (conhecimento de duas formas de tratamento), ou avançado (conhecimento dos três formas de tratamento). A adesão ao tratamento não farmacológico ara o DM foi definida or resosta ositiva em ambas as erguntas relacionadas à realização de atividade física regular e controle alimentar. A adesão arcial foi definida or resosta ositiva em uma das erguntas (atividade física regular ou controle alimentar) e nenhuma adesão foi definida or resosta negativa em ambas as erguntas. A alicação do questionário foi feita no Centro de Saúde Ventosa, onde os indivíduos eram abordados e convidados a articiarem do estudo. Aós a assinatura do termo de consentimento livre e esclarecido elos articiantes, iniciouse a alicação do questionário em local reservado sem a resença de familiares, curiosos ou trân- Ciência & Saúde Coletiva, 13(Su 2): , 2008

4 2192 Assunção, T. S. & Ursine, P. G. S. sito de essoas ara que o mesmo não se disersasse ou ficasse constrangido ao resonder as erguntas e omitisse algum dado. Variáveis do estudo A variável deendente deste trabalho foi à adesão ao tratamento não farmacológico, definida or resosta ositiva em ambas as erguntas: Faz algum tio de atividade física regular? e Faz algum tio de controle alimentar?. Foi investigada a associação entre a adesão ao tratamento não farmacológico e cinco conjuntos de variáveis indeendentes: características socioeconômicas (renda mensal e classe social), demográficas (sexo, idade e local da residência - área de elevado, médio, baixo risco), referentes à saúde (tio de diabetes, o temo de diagnóstico da doença, uso de medicamento e controle de glicose), referentes à erceção da doença (nível de conhecimento e aceitação da doença e suas comlicações, motivação do aciente com o tratamento) e referentes ao suorte social (receber aoio da família no controle do DM, receber orientações com relação à doença, fazer arte de algum gruo ara diabéticos no PSF/Ventosa). Durante o eríodo roosto, 164 indivíduos foram entrevistados (71,9% do sexo feminino e 28% do sexo masculino). A maioria tinha idade entre anos (31,7%), com média de 57,7 anos e desvio adrão de 12,9 anos. Quanto à orcentagem de adesão ao tratamento não farmacológico, a maioria dos indivíduos entrevistados adere totalmente (52,44%), 38,41% aderem arcialmente e 9,15% não aderem. A distribuição das características socioeconômicas, demográficas e fatores relativos à saúde associados à adesão ao tratamento não farmacológico dos ortadores de DM está aresentada na Tabela 1. Verificou-se associação significante (< 0,20) entre a adesão ao tratamento não farmacológico e baixa renda (até um salário), local de residência (área de elevado risco), controle eventual de glicose e conhecimento sobre as comlicações do DM relacionadas à visão. As outras variáveis não aresentaram significância estatística. A Tabela 2 reresenta a distribuição dos fatores relativos à avaliação subjetiva de saúde e ao suorte social. As variáveis motivação com o tratamento, fazer arte de algum gruo de diabéticos e orientações recebidas elo enfermeiro e fisioteraeuta aresentaram associação significante com a adesão ao tratamento não farmacológico (<0,20). As outras variáveis não aresentaram significância estatística. Os resultados finais da análise de regressão nominal das variáveis estatisticamente significantes na análise univariada encontram-se nas tabelas 3, 4 e 5. Os fatores que aresentaram asso- Análise de dados Foi elaborado um banco de dados utilizando o rograma comutacional Microsoft Excel. Aós a tabulação dos dados, esses foram exortados ara o software Minitab for Windows versão 14. Através desse software, foram realizadas as estatísticas descritivas das variáveis indeendentes e variável deendente. Em seguida, foi realizada a análise univariada através do teste não aramétrico de Kruskal Wallis. As variáveis estatisticamente significantes (< 0,20) na análise univariada e biologicamente lausíveis foram examinadas simultaneamente usando-se a regressão logística nominal ara identificação dos fatores associados à adesão ao tratamento não farmacológico dessa oulação. Resultados Tabela 1. Distribuição das características socioeconômicas, demográficas e fatores relativos à saúde associados à adesão ao tratamento não farmacológico dos ortadores de diabetes mellitus. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Variáveis Sexo Idade Renda mensal (até um salário) Local de residência (elevado risco) Classe social Controle eventual da glicose Tio de diabetes Temo de diagnóstico Toma medicamento Se sim, qual Você sabe das comlicações: Sim Amutação Visão H= Kruskal Wallis;* <0,20 H 0,10 0,76 3,42 4,50 3,02 9,95 0,62 2,11 1,56 1,56 0,36 0,43 2,01 0,746 0,683 0,181 * 0,105 * 0,221 0,019 * 0,732 0,550 0,212 0,212 0,547 0,512 0,156 *

5 2193 ciação com a adesão ao tratamento não farmacológico, aós análise multivariada, foram: motivação com o tratamento; fazer arte de algum gruo de diabéticos; conhecimento sobre as comlicações relacionadas à amutação e roblemas na visão e local residência - área de elevado risco. A variável motivação com o tratamento obteve significância estatística (<0,05) em relação à adesão arcial, como mostra a Tabela 3. A resosta dada elo indivíduo com motivação está diretamente relacionada à adesão arcial (Odds >1). Pela Odds, odemos dizer que um indivíduo que se diz motivado tem uma chance 6,60 vezes maior de ser aderente ao tratamento arcial do que o indivíduo que não adere. Aenas a variável faz arte de algum gruo de diabéticos foi estatisticamente significativa ara a adesão total (<0,05), como mostra a Tabela 4. A articiação em algum gruo de diabéticos está relacionada diretamente com a adesão total (Odds>1). Logo odemos dizer que um indivíduo que diz articiar de algum gruo tem uma chance 5,54 vezes maior de ser aderente ao tratamento total do que o indivíduo que adere arcialmente. As variáveis conhecimento sobre as comlicações e motivação com o tratamento obtiveram quase significância estatística (<0,06). O conhecimento sobre comlicações, caso o tratamento não seja bem feito, está inversamente relacionado com a adesão total (Odds<1). Pela Odds, odemos dizer que um indivíduo que diz conhecer alguns roblemas acarretados elo DM tem uma chance 2,17 vezes menor de aderir ao tratamento total se comarado ao tratamento arcial (1/0,46 = 2,17). A resosta dada elo indivíduo em motivação está diretamente relacionada à adesão total (Odds >1). Pela Odds, odemos dizer que um indivíduo que se diz motivado tem uma chance 3,06 vezes maior de aderir ao tratamento total que ao arcial. A variável local de residência área de elevado risco aresentou-se como quase significativa à adesão total (=0,96), como mostra a Tabela 5. A relação é inversa e, ortanto, um indivíduo que mora em área de elevado risco teria uma chance 1,85 vezes menor de aderir ao tratamento total do que outro que mora em uma área de menor risco. (1/0,54=1,85) Discussão Aesar das limitações revistas na utilização de um roteiro de entrevista estruturado, sujeito às Ciência & Saúde Coletiva, 13(Su 2): , 2008 Tabela 2. Distribuição dos fatores relativos à erceção da doença e ao suorte social associados à adesão ao tratamento não farmacológico dos ortadores de diabetes mellitus. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Variáveis Você se sente motivado Conhecimento sobre a doença Você tem algum roblema em aceitar Faz arte de algum gruo Orientações com relação a diabetes Médico Enfermeiro Fisioteraeuta Relação com a família Família sabe sobre os cuidados Você sente interesse de sua família em ajudar H= Kruskal Wallis;* <0,20 H 16,22 2,24 0,08 16,46 1,23 1,73 3,73 0,19 0,00 0,03 0,00 * 0,326 0,780 0,000 * 0,267 0,188 * 0,053 * 0,660 0,947 0,874 Tabela 3. Resultado da análise multivariada em relação à não adesão e adesão arcial. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Variável Motivação ara o tratamento <0,05 0,003 Odds Ratio 6,60 Tabela 4. Resultado da análise multivariada em relação à adesão arcial e adesão total. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Variáveis Motivação com o tratamento Fazer arte de algum gruo de diabéticos Conhecimento sobre as comlicações <0,05 0,067 0,002 0,063 Odds Ratio 3,06 5,54 2,17

6 2194 Assunção, T. S. & Ursine, P. G. S. Tabela 5. Resultado da análise multivariada em relação à não adesão e adesão total. Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil, Variável Local residência - área elevado risco <0,05 distorções e tendenciosidades do informante, bem como a ossíveis falhas inerentes ao rocedimento de coleta de dados, verifica-se que o instrumento utilizado ofereceu dados relevantes e coerentes com aqueles encontrados na literatura da área. Os resultados do resente estudo mostraram uma maior roorção de mulheres ortadoras de DM, sendo quase três vezes maior que a de homens. Araújo et al. 12 e Assunção et al. 9, em estudos transversais com diabéticos atendidos em nível rimário em Pelotas/ RS, também encontraram maior roorção de mulheres diabéticas (70,6% e 76,1%, resectivamente). Entretanto, em nosso aís, em 1989, foi realizado um Estudo Multicêntrico, elo Ministério da Saúde, em nove caitais brasileiras, indicando que a roorção foi semelhante entre homens e mulheres, resectivamente 7,5 e 7,6% 3. Por ser uma amostra de conveniência, os achados de nosso estudo odem sugerir uma maior reocuação das mulheres com sua rória saúde e acesso aos serviços. Isso orque, desde a ersectiva da divisão sexual do trabalho, a tarefa de rovidenciar assistência médica à família é vista como atributo feminino, vindo a aumentar o contato da mulher com o serviço de saúde e garantindo-lhe acesso facilitado. Goldenberg et al. 13, avaliando o diabetes auto-referido no municíio de São Paulo, verificaram, entre os acientes diagnosticados, que as mulheres também freqüentaram mais os serviços de saúde. A maior arte dos articiantes encontravase na faixa etária de 60 a 75 anos (31,7%), o que se aroxima do observado em outros estudos 9,14. No Brasil, observa-se um rocesso de transição demográfica e eidemiológica, levando a um aumento do número de idosos e também a um acréscimo significativo da exectativa de vida da oulação brasileira. Com o rocesso de envelhecimento oulacional, ocorre uma rutura do mercado de trabalho, ocasionada elo advento da aosentadoria. Com isso, o idoso tem um 0,096 Odds Ratio 1,85 maior temo livre e, conseqüentemente, uma maior disonibilidade de freqüentar os serviços de saúde, aumentando, assim, o acesso aos serviços médicos 15. Em relação à variável de desfecho, verificou-se que a maioria dos indivíduos entrevistados neste estudo aderiu totalmente ao tratamento não farmacológico (52,44%). Embora atualmente sejam vários os estudos que se debruçam sobre a adesão, essa continua a ser um roblema, estimando-se um nível aroximado de 50% de adesão às recomendações dos rofissionais de saúde 16. A alta taxa de adesão encontrada no resente estudo ode ser exlicada elo fato da maioria dos entrevistados serem articiantes de gruos de diabéticos e estarem motivados com o tratamento roosto, de acordo com análise multivariada. A relação encontrada entre motivação e adesão ao tratamento em acientes diabéticos está em acordo com outros estudos que afirmam que a motivação é uma das estratégias ara melhorar a adesão ao tratamento em acientes diabéticos juntamente com a rontidão ara a modificação do estilo de vida, aceitação da doença e aoio familiar 17. Santos et al. 18 também reconizaram a necessidade da adoção de uma intervenção que aumente a motivação dos acientes, familiares, médicos e das essoas que convivem com os ortadores de DM, requisitos fundamentais ara um bom controle da doença. Para tanto, é imortante conhecer os fatores intrínsecos e extrínsecos que odem influenciar a motivação. No caso do DM, os fatores intrínsecos são a rória motivação do aciente no controle da doença. Dentre os fatores extrínsecos, odemos destacar a convivência com essoas róximas, ois isso é motivo de extrema satisfação, fazendo com que os encontros freqüentes ara a realização de alguma atividade tornem-se uma rotina em suas vidas, o que também lhes roorcionará uma ajuda no controle metabólico. Neste caso, o aoio e incentivo das essoas róximas são indisensáveis 19. A articiação em gruos oerativos no PSF favorece o aoio social ao indivíduo ortador de diabetes e a ação integrada da equie multirofissional em rocessos de educação em saúde 16. O aoio social é um rocesso recíroco, ou seja, gera efeitos ositivos tanto ara o sujeito que recebe como também ara quem oferece o aoio. Esse aoio social ode contribuir ara uma melhor adesão ao tratamento, uma vez que oferece aos integrantes do gruo ajuda emocional, realização de atividades conjuntas, interação so-

7 2195 cial, ajuda rofissional, dos serviços de saúde e acesso a novos contatos, levando à interação com essoas que até então não faziam arte da rede social do indivíduo. Os gruos ajudam não só no tratamento roriamente dito, mas também na arte sicológica, em que o aciente ode colocar seus roblemas em debate, recebendo resostas e condutas corretas a serem utilizadas, além de ouvir outros indivíduos com roblemas semelhantes ou mesmo oostos e tirar várias conclusões e exeriências de vida, o que torna o tratamento mais dinâmico e comleto 16. Entende-se or educação em saúde quaisquer combinações de exeriências de arendizagem delineadas com vistas a facilitar ações voluntárias conducentes à saúde 20. O rocesso de educação em saúde consiste, basicamente, em cinco etaas: inicia-se com a escolha adequada de técnicas e estratégias ara o rocesso de arendizado; em seguida, ocorre a absorção da informação que ode ser resultante da internalização dos conhecimentos adquiridos ou simlesmente da memorização. A internalização acontece quando o indivíduo é caaz de interretar a imortância da informação recebida e relacioná-la com sua vida articular, dos familiares e ou da comunidade. Por fim, ocorre a alicação dessas informações, ocorrendo a romoção da saúde, com conseqüente mudança no estilo de vida 21. Caso haja uma falha em algumas dessas etaas, o rocesso de educação em saúde fica rejudicado. Isso ode exlicar a relação inversa encontrada em nosso estudo entre o conhecimento sobre comlicações do DM e a adesão total. Os fatores que odem ter contribuído ara tal achado odem ser o conhecimento do rofissional de saúde a reseito da doença e a estratégia utilizada ara assar a informação sobre o tratamento. O rofissional da saúde tem um ael imortante no rocesso de adesão ao tratamento, já que atua como agente facilitador e mobilizador através da conscientização, mudança de comortamento e desenvolvimento da caacidade e habilidade do indivíduo ara o autocuidado, adequando seus conhecimentos e exeriências à ratica clínica e à realidade do aciente 22. Para isso, os rofissionais de saúde necessitam de ter um conhecimento avançado sobre o controle, a revenção e as comlicações da doença, sendo resonsáveis or roiciar condições favoráveis ao rocesso de aquisição de conhecimentos e ossíveis mudanças comortamentais or arte do indivíduo diabético. Além disso, o entendimento elo indivíduo da rática educativa e as interfaces estabelecidas entre esta e o rofissional de saúde, favorecem o desenvolvimento de atitudes essoais que se associam à mudança no estilo de vida 22. No entanto, no nosso estudo não foram avaliados o conhecimento nem a forma como os rofissionais da saúde assavam a informação a seus acientes, sendo esse um dos fatores limitantes da esquisa. A informação é um fator-chave ara que os acientes ossam articiar ativamente nas decisões acerca da sua saúde 23. Para tal, estes necessitam de trocar informações com o seu rofissional de saúde, sobre as quais farão a resectiva integração, comreensão e avaliação. O fornecimento de informação é um asecto considerado básico ara que a essoa tome decisões conscientes sobre a sua saúde, ermitindo que esta enfrente as dificuldades e incertezas, e mantenha a sua máxima autonomia 24. Embora a adesão ao tratamento deenda da absorção da informação, o conhecimento ou informação sobre a doença não funciona or si só como um reditor da adesão. Um estudo desenvolvido or Chan & Molassiotis 25 analisou a relação entre o conhecimento sobre diabetes e adesão e demonstrou a existência de uma grande distância entre aquilo que é ensinado aos acientes a fazer e aquilo que eles realmente fazem. A maioria dos articiantes aresentou boas notas no conhecimento da doença, mas erderam ontos, quando se trata de alicar esse conhecimento nos seus hábitos diários. Esses resultados sugerem que o conhecimento não é garantia única ara a mudança de comortamentos nos doentes diabéticos. Em relação à condição socioeconômica, este estudo demonstrou que os acientes ortadores de DM residentes em área de alto risco tiveram menor adesão ao tratamento não farmacológico, o que está em acordo com a literatura Pace et al. 26 demonstraram ser a dieta e o fator financeiro as maiores dificuldades encontradas elos acientes no tratamento do DM. Nesse estudo, verificou-se que existe uma relação entre as duas dificuldades, visto que uma melhor renda oderia facilitar a aquisição de alimentos. Para que a adesão do diabético ao rograma alimentar roosto seja satisfatória, é imortante considerar seu estilo de vida, rotina de trabalho, nível socioeconômico, tio de diabetes, medicação rescrita e hábitos alimentares anteriores ao DM. A adatação da dieta aos hábitos alimentares reexistentes, semre que ossível, é a melhor conduta, ois, além do indivíduo, a família ficará mais integrada ao tratamento. Do onto de vista econômico, o uso de alimentos já roti- Ciência & Saúde Coletiva, 13(Su 2): , 2008

8 2196 Assunção, T. S. & Ursine, P. G. S. neiros e que sejam adequados oferece maior flexibilidade na escolha e imede a substituição or outros, às vezes imrórios e mais caros 27. Em relação à atividade física, o estudo de Silva & Lima 28 mostrou que 78,7% dos articiantes que aderiram à atividade física foram considerados em uma condição socioeconômica muito boa. Monteiro et al. 19 reconizaram também que o comortamento sedentário aumenta com a idade e é maior entre aqueles com menor oder aquisitivo, o que corrobora os nossos resultados. Uma corrente médica bem antiga defende a utilização de exercícios físicos como forma de revenção, controle e rocedimento teraêutico emregado em inúmeras doenças humanas. Nesse contexto, é necessário considerar o cotidiano das essoas, uma vez que as oucas oções de lazer determinadas or condições socioeconômicas recárias e as estruturas familiares voltadas unicamente ara a rória subsistência são asectos que limitam a relação entre o indivíduo, o exercício físico e a saúde 19. ortador de DM que rocura auxílio do Centro de Saúde Ventosa. Os fatores que aresentaram associação com a adesão ao tratamento não-farmacológico foram: motivação com o tratamento, fazer arte de algum gruo de diabéticos, conhecimento sobre as comlicações do diabetes e morar em local de elevado risco. Entende-se que há, ainda, a necessidade de mais estudos que avaliem os ossíveis fatores que odem influenciar na adesão ao tratamento nãofarmacológico no DM. Conclusão Com base nos resultados obtidos com esta investigação, ôde-se concluir que há uma grande adesão ao tratamento não-farmacológico no Colaboradores TS Assunção trabalhou na esquisa, metodologia e redação do artigo e PGS Ursine trabalhou na conceção e redação final do artigo.

9 2197 Referências Loes FAM, Oliveira FA. Fatores de risco ara o desenvolvimento do é diabético em sujeitos atendidos elo rograma saúde da família (PSF). Patge 2004; 9(15): Maia FFR, Araújo LR. Projeto Diabetes Weekend Proosta de educação em diabetes mellitus tio 1. Arq Bras Endocrinol Metab 2002; 46(5): Malerbi DA, Franco LJ. Multicenter study of the revalence of diabetes mellitus and imaired glucose tolerance in the urban Brazilian oulation aged years. Diabetes Care 1992; 15 (11): Assunção MCF, Santos IS, Gigante DP. Atenção rimária em diabetes no Sul do Brasil: Estrutura, rocesso e resultado. Rev. Saúde Pública 2001; 35(1): Brasil. Ministério da Saúde. Programa Saúde da Família. Informe Técnico [acessado 2005 abr 13]. Disonível em: htt:// Brasil Ministério da Saúde. Manual de hiertensão arterial e diabetes mellitus. Informe Técnico [acessado 2005 jun 29]. Disonível em: htt:// Cox DJ, Gonder FL. Major Develoments in Behavioral Diabetes Research. Journal of Consulting and Clinical Psychology 1992; 60(4): Soares MC, Ribeiro A, Lima P, Ribeiro J. O efeito do fornecimento da informação na ansiedade ós-oeratória numa oulação ortuguesa de acientes candidatos a cirurgia cardíaca. In: Actas do 2º congresso Nacional de Psicologia da Saúde; 1997; Lisboa. Assunção MCF, Santos IS, Costa JS. Avaliação do rocesso da atenção médica: adequação de acientes com diabetes mellitus. Cad Saúde Pública 2002; 18(1): Morettin LG. Inferência. Estatística básica. São Paulo: Makron Books; Associação Brasileira de Institutos de Pesquisa de Mercado. [acessado 2005 set 05]. Disonível em: htt:// Araújo RB, Santos I, Cavaleti MA, Costa JSD, Béria JU. Avaliação do cuidado restado a acientes diabéticos em nível rimário. Rev. Saúde Pública 1999; 33(2): Goldenberg P, Franco LJ, Pagliaro H, Silva RS, Santos CA. Diabetes mellitus auto-referido no municíio de São Paulo: revalência e desigualdade. Cad Saúde Pública 1996; 12(1): Khawali C, Andriolo A, Ferreira SRG. Benefícios da atividade física no erfil liídico de acientes com diabetes tio 1.Arq Bras Endocrinol Metab 2003; 47(1): Patarra NL. Mudanças na dinâmica demográfica. In: Monteiro CA. Velhos e novos males da saúde no Brasil: a evolução do aís e de suas doenças. São Paulo: Hucitec; Braga MRMGCS. Estudo dos conhecimentos e reresentações de doença associados à adesão teraêutica nos diabéticos tio 2 [dissertação]. São Paulo (SP): Instituto de Educação e Psicologia,Universidade do Minho; Koenigsberg MR, Bartle TD, Cramer S. Facilitating treatment adherence with lifestyle changes in diabetes. American Family Physician 2004; 69(2): Santos ECB, Zanetti ML, Otero LM, Santos MA. O cuidado sob a ótica do aciente diabético e de seu rincial cuidador. Rev. Latino- americana Enfermagem 2005; 13(3): Monteiro LH, Gonçalves A, Padovani RC, Neto FLJ. Fatores sócio-econômicos e ocuacionais e a rática de atividade física regular: estudo a artir de oliciais militares em Bauru, São Paulo. Motriz 1998; 4(2): Candeias NMF. Conceitos de educação e de romoção em saúde: mudanças individuais e mudanças organizacionais. Rev. Saúde Pública 1997; 31(2): Steven JMD. A Persective on Educating Physicians for Prevention. Public Health Reorts 1982; 97 (3): Takayanagui AMM, Guimarães FPM. Orientações recebidas do serviço de saúde or acientes ara o tratamento do ortador de diabetes mellitus tio 2. Rev. Nutr. 2002; 15(1): Golin CE, Dimatteo MR, Gelber GL. The Role of Patient Particiation in the Doctor Visit. Imlications for adherence to diabetes care. Diabetes Care 1996; 9(10): Paúl C, Fonseca AM. Psicossociologia da Saúde. Public Health Reorts 2001; 12(4): Chan YM, Molassiotis A. The relationshi between diabetes knowledge and comliance among Chinese with non-insulin deendent diabetes mellitus in Hong Kong. Journal of Advanced Nursing 1999; 30(2): Pace EA, Nunes DP, Vigo OK. O conhecimento dos familiares acerca da roblemática do ortador de diabetes mellitus. Rev. Latino-Americana de Enfermagem 2003; 11(2): Seyffarth S, Lima PL, Leite CM. Abordagem nutricional em diabetes mellitus. Arq Bras Endocrinol Metabol 1999; 8(2): Silva AC, Lima CW. Efeito benéfico do exercício físico no controle metabólico do diabetes mellitus tio 2 a curto razo. Arq Bras Endocrinol Metabol 2002; 46(5): Arovado em 08/01/2007 Versão final aresentada em13/12/2007 Ciência & Saúde Coletiva, 13(Su 2): , 2008

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião

1. Introdução 2. OMCC e a Pesquisa Perfil-Opinião Perfil Socioeconômico e Cultural dos Visitantes dos Museus Fluminenses e Paulistas: Uma Análise Comarativa. Camila Pereira Koehler (ENCE); José Matias de Lima (ENCE); Leandro Lins Marino (Fundação Cesgranrio)

Leia mais

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA)

Modelo Fuzzy de tomada de decisão para avaliação de projetos de Responsabilidade Socioambiental (RSA) Modelo uzzy de tomada de decisão ara avaliação de rojetos de Resonsabilidade Socioambiental (RSA) Katia Cristina Garcia Laboratório Interdiscilinar de Meio Ambiente - COPPE/URJ Centro de Tecnologia, Bloco

Leia mais

III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS

III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS III APRESENTAÇÃO E INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS A aresentação dos resultados advém dos factos observados durante a colheita de dados e do tratamento estatístico. O tratamento dos dados é efectuado através

Leia mais

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos)

Protocolo Internacional Harmonizado para ensaios de proficiência de laboratórios analíticos (químicos) Protocolo Internacional Harmonizado ara ensaios de roficiência de laboratórios analíticos (químicos) (Relatório Técnico IUPAC) Resumo: As organizações internacionais de normalização AOAC International,

Leia mais

A MOTIVAÇÃO PARA APRENDER NO ENSINO SUPERIOR

A MOTIVAÇÃO PARA APRENDER NO ENSINO SUPERIOR A OTIVAÇÃO PARA APREER O ESIO SUPERIOR ébora enegazzo de Sousa Almeida - UEL Sueli Édi Rufini - UEL RESUO este estudo foi investigada a motivação de alunos do ensino suerior e os fatores a ela relacionados.

Leia mais

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009

FINANCEIRA. Reginaldo J. Santos. Universidade Federal de Minas Gerais http://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005. 10 de abril de 2009 INTRODUÇÃO À MATEMÁTICA FINANCEIRA Reginaldo J. Santos Deartamento de Matemática-ICEx Universidade Federal de Minas Gerais htt://www.mat.ufmg.br/~regi Agosto de 2005 última atualização em 10 de abril de

Leia mais

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista

Crescimento Econômico, Progresso Técnico e Distribuição de Renda : uma abordagem pluralista Caítulo 7 O Modelo de Crescimento Harrod-Domar e seus desdobramentos. 7.1 Introdução. A abordagem ós-keynesiana ara o crescimento e distribuição de renda tem sua origem com as contribuições seminais de

Leia mais

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov

Uma análise aplicada de decisão com opção de venda utilizando cadeias de Markov UMA ANÁLISE APLICADA DE DECISÃO COM OPÇÃO DE VENDA UTILIZANDO CADEIAS DE MARKOV JOSÉ CÉSAR CRUZ JÚNIOR; RICARDO MENDONÇA FONSECA; LUIZ FERNANDO OHARA KAMOGAWA; ESALQ/USP PIRACICABA - SP - BRASIL cesarcruzjr@hotmail.com

Leia mais

Elasticidade - Demanda e Preço

Elasticidade - Demanda e Preço José Lásaro Cotta Elasticidade - Demanda e Preço Monografia aresentada ao Curso de Esecialização em Matemática Para Professores, elaborado elo Deartamento de Matemática da Universidade Federal de Minas

Leia mais

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA

APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA APLICAÇÕES DO CONTROLE ESTATÍSTICO MULTIVARIADO DA QUALIDADE: MONITORAMENTO DE GARRAFEIRAS PLÁSTICAS NUMA EMPRESA DO ESTADO DA PARAÍBA Marcio Botelho da Fonseca Lima (UFPB) tismalu@uol.com.br ROBERTA DE

Leia mais

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso

Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso MARCELO RIBEIRO DA LUZ MARCOS KUFNER Projeto de Trabalho de Conclusão de Curso Trabalho aresentado ara a discilina de Laboratório de Estatística II do curso de graduação em Estatística da Universidade

Leia mais

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO

CAPÍTULO 3 - RETIFICAÇÃO CAPÍTULO 3 - RETFCAÇÃO A maioria dos circuitos eletrônicos recisa de uma tensão cc ara oder trabalhar adequadamente Como a tensão da linha é alternada, a rimeira coisa a ser feita em qualquer equiamento

Leia mais

Modelagem Conceitual parte II

Modelagem Conceitual parte II Modelagem Conceitual arte II Vitor Valerio de Souza Camos Objetivos Aresentar o conceito de. Mostrar a cardinalidade de. Aresentar os tios de s. Aresentar o conceito de entidade fraca Aresentar o conceito

Leia mais

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES

COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES COMPARAÇÃO DO DESEMPENHO ACADÊMICO DOS INGRESSANTES EM GEOGRAFIA PELO VESTIBULAR E PELO PAIES Sylio Luiz Andreozzi 1 Fláia Aarecida Vieira de Araújo 2 Introdução As uniersidades úblicas brasileiras determinam

Leia mais

Referência - Revista de Enfermagem ISSN: 0874-0283 referencia@esenfc.pt. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Portugal

Referência - Revista de Enfermagem ISSN: 0874-0283 referencia@esenfc.pt. Escola Superior de Enfermagem de Coimbra. Portugal Referência - Revista de Enfermagem ISSN: 0874-0283 referencia@esenfc.t Escola Suerior de Enfermagem de Coimbra Portugal Duarte Farias Nogueira, João Rui; Ferreira, Manuela O envolvimento do ai na gravidez/arto

Leia mais

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS

NTRODUÇÃO MATERIAL E MÉTODOS Características socioeconômicas, demográficas, nutricionais, controle glicêmico e atividade física de adolescentes portadores de diabetes melito tipo 1 Izabela Zibetti de ALBUQUERQUE 1 ; Maria Raquel Hidalgo

Leia mais

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p

P(seleção de um elemento baixo) = p P(seleção de um elemento médio) = p. P(seleção de um elemento alto) = p . A Distribuição Multinomial - Teste Qui-Quadrado. Inferência Estatística Uma imortante generalização da rova de Bernoulli (), é a chamada rova multinomial. Uma rova de Bernoulli () ode roduzir dois resultados

Leia mais

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL

SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO IDOSO NA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA SOB A OTICA DO PROFISSIONAL Ruanna Gonçalves Holanda 1, Hellen Pollyanna

Leia mais

Probabilidade parte 2. Robério Satyro

Probabilidade parte 2. Robério Satyro Probabilidade arte Robério Satyro Definição de robabilidade Vamos analisar o fenômeno aleatório lançamento de uma moeda erfeita. Nesse caso, temos: = {C, C} () = Os subconjuntos de são, {C}, { C} e {C,

Leia mais

ENVEJECIMIENTO POSITIVO Y SOLIDARIDAD INTERGENERACIONAL AVALIAÇÃO DA PERCEÇÃO DE DISCRIMINAÇÃO EM PESSOAS IDOSAS

ENVEJECIMIENTO POSITIVO Y SOLIDARIDAD INTERGENERACIONAL AVALIAÇÃO DA PERCEÇÃO DE DISCRIMINAÇÃO EM PESSOAS IDOSAS EVEJECIMIETO POSITIVO Y SOLIDARIDAD ITERGEERACIOAL AVALIAÇÃO DA PERCEÇÃO DE DISCRIMIAÇÃO EM PESSOAS IDOSAS air Francisca Fernandes Deartamento de Psicologia e Educação da Universidade da Beira Interior

Leia mais

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER

Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Revisão e Dicas de Projeto Conceitual Modelo ER Modelo definido or Peter Chen em 1976 modelo sofreu diversas extensões e notações ao longo do temo Padrão ara modelagem conceitual de BD modelo simles oucos

Leia mais

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil

A influência da responsabilidade social corporativa sobre o retorno das ações de empresas de capital aberto no Brasil XXIV Encontro Nac. de Eng. de Produção - Florianóolis, SC, Brasil, 03 a 05 de nov de 2004 A influência da resonsabilidade social cororativa sobre o retorno das ações de emresas de caital aberto no Brasil

Leia mais

PRESENÇA DE DORES CORPORAIS RELACIONADAS AO USO DA VOZ EM INDIVÍDUOS DO SEXO MASCULINO E FEMININO

PRESENÇA DE DORES CORPORAIS RELACIONADAS AO USO DA VOZ EM INDIVÍDUOS DO SEXO MASCULINO E FEMININO PRESENÇA DE DORES CORPORAIS RELACIONADAS AO USO DA VOZ EM INDIVÍDUOS DO SEXO MASCULINO E FEMININO Palavras chave: Dor; Voz; Distúrbios da Voz Introdução: Segundo a International Association for the Study

Leia mais

Morte no hospital e no domicílio: influências populacionais e das políticas de saúde em Londrina, Paraná, Brasil (1996 a 2010)

Morte no hospital e no domicílio: influências populacionais e das políticas de saúde em Londrina, Paraná, Brasil (1996 a 2010) DOI: 1.159/1413-812321523.43214 833 Morte no hosital e no domicílio: influências oulacionais e das olíticas de saúde em Londrina, Paraná, Brasil (1996 a 21) Death in hosital and at home: oulation and health

Leia mais

Palavras-chave: Escolas, adolescente, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, drogas ilícitas.

Palavras-chave: Escolas, adolescente, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, drogas ilícitas. Artigo Original Uso de substâncias sicoativas em adolescentes de escola ública e rivada da cidade de Santos Use of sychoactive substances among adolescents attending ublic and rivate schools in Santos

Leia mais

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO

DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO DIABETES MELLITUS: ADESÃO E CONHECIMENTO DE IDOSOS AO TRATAMENTO Roberta Kelle de Araújo Melo (FACENE) - robertakamelo@hotmail.com Morganna Guedes Batista (FACENE) - morganna_guedes@hotmail.com Rayra Maxiana

Leia mais

Relação Entre Comunicação Interna e Comprometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados

Relação Entre Comunicação Interna e Comprometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados Relação Entre Comunicação Interna e Comrometimento Afetivo em Pequenas Indústrias de Calçados Francisco Roberto PINTO (UECE) Marilia FALCIONI (UECE) Ana Maria Souza de ARAÚJO (UFC) Resumo: No mundo organizacional

Leia mais

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar

Satisfação dos Enfermeiros: estudo comparativo em dois Modelos de Gestão Hospitalar ARTIGO DE INVESTIGAÇÃO Satisfação dos Enfermeiros: estudo comarativo em dois Modelos de Gestão Hositalar Nurse Satisfaction: comarative study on two Models of Hosital Management Vera Lúcia Dias Batista*;

Leia mais

AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE

AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE versão imressa ISSN -7438 / versão online ISSN 678-542 AVALIAÇÃO DE UMA MEDIDA DE EVIDÊNCIA DE UM PONTO DE MUDANÇA E SUA UTILIZAÇÃO NA IDENTIFICAÇÃO DE MUDANÇAS NA TAXA DE CRIMINALIDADE EM BELO HORIZONTE

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

TRAINING PROGRAM RBCS. Palavras-chave: hipertrofia muscular, treinamento de força, composição corporal, força máxima.

TRAINING PROGRAM RBCS. Palavras-chave: hipertrofia muscular, treinamento de força, composição corporal, força máxima. MUDANÇAS DA COMPOSIÇÃO CORPORAL E DA FORÇA APÓS UM PROGRAMA DE TREINAMENTO DE HIPERTROFIA CHANGES ON BODY COMPOSITION AND STRENGTH AFTER A HYPETROPHY TRAINING PROGRAM Renata Gomes 1, Jefferson Eduardo

Leia mais

Colégio Politécnico da UFSM DPADP0024 : Processamento Digital de Imagens (Prof. Dr. Elódio Sebem)

Colégio Politécnico da UFSM DPADP0024 : Processamento Digital de Imagens (Prof. Dr. Elódio Sebem) Para melhor aroveitamento das informações roduzidas or diferentes sensores, alguns métodos de rocessamento de imagens têm sido roostos. Estes métodos combinam imagens de diferentes características esectrais

Leia mais

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB.

NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. NÍVEL DE CONHECIMENTO DOS PROFISSIONAIS ENFERMEIROS SOBRE A SAÚDE DO HOMEM NO MUNICÍPIO DE CAJAZEIRAS-PB. Antonio José Barbosa Neto (ajbneto_@hotmail.com) 1 Ceciliana Araújo Leite (cecidemais@hotmail.com)

Leia mais

A configuração da rede social de mulheres em situação de violência doméstica

A configuração da rede social de mulheres em situação de violência doméstica 1293 A configuração da rede social de mulheres em situação de violência doméstica The configuration of the social network of women living in domestic violence situations ARTIGO ARTICLE Maria de Lourdes

Leia mais

PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO

PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO PERCEPÇÃO DO CONHECIMENTO DE PROFISSIONAIS DA ATENÇÃO BÁSICA E ACOMPANHAMENTO DE ATIVIDADES VOLTADAS À SAÚDE DO COLETIVO Elidiane dos Santos CIRILO¹, Emilly Maria de Lima OLIVEIRA¹, Fábio José Targino

Leia mais

Eric Maskin, Prêmio Nobel de Economia 2007

Eric Maskin, Prêmio Nobel de Economia 2007 P I R ATA R I A N O B R A S I L R A D I O G R A F I A D O C O N S U M O A esécie humana é essencialmente egoísta e, com frequência, recisa receber estímulos individuais ara agir em rol de uma causa que

Leia mais

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A

PROVA DE FÍSICA 2º ANO - ACUMULATIVA - 2º TRIMESTRE TIPO A PROA DE FÍSICA º ANO - ACUMULATIA - º TRIMESTRE TIPO A 0) Considere as seguintes roosições referentes a um gás erfeito. I. Na transformação isotérmica, o roduto. é roorcional à temeratura do gás. II. Na

Leia mais

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO

TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO TÍTULO: IDOSO E LAZER: CONCEPÇÃO, BENEFÍCIOS E DIFICULDADES DE MORADORES DE SÃO PAULO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU

Leia mais

Neste pequeno artigo resolveremos o problema 2 da USAMO (USA Mathematical Olympiad) 2005: (x 3 + 1)(x 3 + y) = 147 157 (x 3 + y)(1 + y) = 157 147 z 9

Neste pequeno artigo resolveremos o problema 2 da USAMO (USA Mathematical Olympiad) 2005: (x 3 + 1)(x 3 + y) = 147 157 (x 3 + y)(1 + y) = 157 147 z 9 Ésófatorar... Serámesmo? Neste equeno artigo resolveremos o roblema 2 da USAMO (USA Mathematical Olymiad) 2005: Problema. Prove que o sistema x 6 + x + x y + y = 147 157 x + x y + y 2 + y + z 9 = 157 147

Leia mais

Identificação de Diabetes Mellitus 2 em Cardiopatas com Provável Resistência Insulínica através da Hemoglobina Glicada

Identificação de Diabetes Mellitus 2 em Cardiopatas com Provável Resistência Insulínica através da Hemoglobina Glicada Artigo Original Identificação de Diabetes Mellitus 2 em Cardioatas com Provável Resistência Insulínica através da Hemoglobina Glicada Identification of DM2 in Cardiac Patients with Probable Insulin Resistance

Leia mais

UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Depto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos EQA 5313 Turma 645 Op. Unit. de Quantidade de Movimento

UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Depto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos EQA 5313 Turma 645 Op. Unit. de Quantidade de Movimento UFSC Universidade Federal de Santa Catarina Deto De Eng. Química e de Eng. De Alimentos EQA 5313 Turma 645 O. Unit. de Quantidade de Movimento CENTRIFUGAÇÃO Esta oeração unitária tem or objetivo searar

Leia mais

Journal of Transport Literature Vol. x, n. x, pp. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory. [In Press, Corrected Proof]

Journal of Transport Literature Vol. x, n. x, pp. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory. [In Press, Corrected Proof] B T P S Brazilian Transortation Planning Society Journal of Transort Literature Vol. x, n. x,. xxx-xxx, xxx xxxx Research Directory [In Press, Corrected Proof] JTL RELIT www.transort-literature.org ISSN

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Hipertensão. Diabetes mellitus. Obesidade abdominal.

PALAVRAS-CHAVE Hipertensão. Diabetes mellitus. Obesidade abdominal. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA 1 ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE (X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PET-Saúde

Leia mais

Journal of Transport Literature Vol. 8, n. 1, pp. 125-158, Jan. 2014 Research Directory

Journal of Transport Literature Vol. 8, n. 1, pp. 125-158, Jan. 2014 Research Directory B T P S Brazilian Transortation Planning Society Journal of Transort Literature Vol. 8, n. 1,. 125-158, Jan. 2014 Research Directory JTL RELIT www.transort-literature.org ISSN 2238-1031 Sistema de aoio

Leia mais

ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA

ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA ESTUDO EM TÚNEL DE VENTO DA COBERTURA DO ESTÁDIO DO GAMA - BRASÍLIA Acir Mércio Loredo-Souza, Mario Gustavo Klaus Oliveira, Gustavo Javier Zani Núñez, Daniel de Souza Machado, Elvis Antônio Careggiani,

Leia mais

CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE

CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE CORRELAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL E ANEMIA EM PACIENTES NORMOGLICEMICOS E HIPERGLICEMICOS EM UM LABORATÓRIO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE, CE Janaína Esmeraldo Rocha, Faculdade Leão Sampaio, janainaesmeraldo@gmail.com

Leia mais

Física B Semiextensivo V. 1

Física B Semiextensivo V. 1 Física Semiextensivo V. Exercícios 0) D luz é uma onda eletromagnética, ois se roaga em todos os meios, inclusive no vácuo. 0) x V. t x 3. 0 8. 3.. 0 7 x 9,6. 0 5 m 03) C I. Falsa. É transarente. II. Falsa.

Leia mais

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo

Apresentação. Introdução. Francine Leite. Luiz Augusto Carneiro Superintendente Executivo Evolução dos Fatores de Risco para Doenças Crônicas e da prevalência do Diabete Melito e Hipertensão Arterial na população brasileira: Resultados do VIGITEL 2006-2009 Luiz Augusto Carneiro Superintendente

Leia mais

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG

TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG TÍTULO: ADESÃO À TERAPIA MEDICAMENTOSA POR DIABÉTICOS ASSISTIDOS POR DUAS EQUIPES DA ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA DA CIDADE DE ARAXÁ-MG CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA:

Leia mais

Fluxo de Potência em Redes de Distribuição Radiais

Fluxo de Potência em Redes de Distribuição Radiais COE/UFRJ rograma de Engenharia Elétrica COE 751 Análise de Redes Elétricas Fluxo de otência em Redes de Distribuição Radiais 1.1 Formulação do roblema Os métodos convencionais de cálculo de fluxo de otência

Leia mais

A saúde bucal masculina dos servidores públicos de Marília, São Paulo, Brasil

A saúde bucal masculina dos servidores públicos de Marília, São Paulo, Brasil ARTIGOS ORIGINAIS A saúde bucal masculina dos servidores úblicos de Marília, São Paulo, Brasil The oral health of male civil servants from Marília, São Paulo, Brazil La salud oral de los funcionarios úblicos

Leia mais

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL*

GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Artigos Primavera 2008 GLOBALIZAÇÃO, ALTERAÇÕES ESTRUTURAIS DAS EXPORTAÇÕES E TERMOS DE TROCA DE PORTUGAL* Fátima Cardoso** Paulo Soares Esteves** 1. INTRODUÇÃO As flutuações dos termos de troca constituem

Leia mais

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL

CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL CONCEPÇÕES DE IDOSOS ACERCA DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PARA UM ENVELHECER SAUDÁVEL Ocilma Barros de Quental. Faculdade de Medicina do ABC(ocilmaquental2011@hotmail.com) Sheylla Nadjane Batista Lacerda.

Leia mais

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL

CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL CARACTERÍSTICAS SOCIODEMOGRÁFICAS DE IDOSAS. UM OLHAR PARA VIÇOSA, MINAS GERAIS, BRASIL Nubia C. Freitas - UFV nubia.freitas@ufv.br Estela S. Fonseca UFV estela.fonseca@ufv.br Alessandra V. Almeida UFV

Leia mais

OBSERVAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DA POPULAÇÃO, DE UMA MICROÁREA DE UM BAIRRO DO RECIFE-PE SOBRE DENGUE

OBSERVAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DA POPULAÇÃO, DE UMA MICROÁREA DE UM BAIRRO DO RECIFE-PE SOBRE DENGUE OBSERVAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DA POPULAÇÃO, DE UMA MICROÁREA DE UM BAIRRO DO RECIFE-PE SOBRE DENGUE TEIXEIRA, A.Q. (¹) ; BRITO, A.S. (²) ; ALENCAR, C.F. (2) ; SILVA, K.P. (2), FREITAS, N.M.C.

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP

Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP Relatório Estatístico da Pesquisa Realizada no 23º Congresso Estadual da APEOESP (1 a 3 de dezembro de 2010) Objetivos da Pesquisa: 1) Gerais: Conhecer mais profundamente a saúde e condições de trabalho

Leia mais

Competências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metropolitana do Recife

Competências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metropolitana do Recife Cometências da Função de Controller: Evidências da Presença de Isomorfismo Mimético entre Hotéis de Grande Porte da Região Metroolitana do Recife Tania Nobre Gonçalves Ferreira Amorim FRPE tanobre@gmail.com

Leia mais

Impotência e Desamparo: Reflexões acerca de pais com HAM/TSP no contexto do HTLV

Impotência e Desamparo: Reflexões acerca de pais com HAM/TSP no contexto do HTLV Rev Panam Infectol 2011;13(3):36-41. artículo original/artigo original Imotência e Desamaro: Reflexões acerca de ais com HAM/TSP no contexto do HTLV Imotence and Hellessness: Reflections about arents with

Leia mais

ARTIGO ORIGINAL. analgésicas e eventos adversos * POST OPERATIVE PAIN: ANALGESIC COMBINATIONS AND ADVERSE EFFECTS

ARTIGO ORIGINAL. analgésicas e eventos adversos * POST OPERATIVE PAIN: ANALGESIC COMBINATIONS AND ADVERSE EFFECTS Dor ós-oeratória: combinações * POST OPERATIVE PAIN: ANALGESIC COMBINATIONS AND ADVERSE EFFECTS ARTIGO ORIGINAL DOLOR POSTOPERATORIO: COMBINACIONES ANALGÉSICAS Y EVENTOS ADVERSOS Silvia Regina Secoli 1,

Leia mais

PROCESSO N : P266505/2014

PROCESSO N : P266505/2014 FL. 1 ORIGEM DA LICITAÇÃO: SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE - SMS PROCESSO N : P266505/2014 OBJETO: CRITÉRIO DE JULGAMENTO: MODO DE DISPUTA: REGIME DE EXECUÇÃO: A PRESENTE LICITAÇÃO TEM COMO OBJETO A CONTRATAÇÃO

Leia mais

Instrumento de avaliação das Boas Práticas em Unidades de Alimentação e Nutrição Escolar: da concepção à validação

Instrumento de avaliação das Boas Práticas em Unidades de Alimentação e Nutrição Escolar: da concepção à validação 947 Instrumento de avaliação das Boas Práticas em Unidades de Alimentação e Nutrição Escolar: da conceção à validação Instrument for assessment of best ractices in school food and nutrition units: from

Leia mais

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES.

THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. THALITA KUM PROJETO - CUIDANDO COM HUMANIDADE DOS ACAMADOS E DE SEUS CUIDADORES. ANA LUCIA MESQUITA DUMONT; Elisa Nunes Figueiredo. Secretaria Municipal de Saúde de Belo Horizonte SMSA-BH (Atenção Básica)

Leia mais

PARECER COREN-SP 030/2013 CT PRCI n 100.080 Ticket nº 285.189, 287.759, 289.877, 289.899, 300.838

PARECER COREN-SP 030/2013 CT PRCI n 100.080 Ticket nº 285.189, 287.759, 289.877, 289.899, 300.838 PARECER COREN-SP 030/2013 CT PRCI n 100.080 Ticket nº 285.189, 287.759, 289.877, 289.899, 300.838 Ementa: Realização de glicemia capilar e aferição de pressão arterial. 1. Do fato Auxiliares e Técnicos

Leia mais

Paridade. puerperais Não 24 45,3. neonatal Não 34 63,0 19 35,8 29 54,7

Paridade. puerperais Não 24 45,3. neonatal Não 34 63,0 19 35,8 29 54,7 PERCEPÇÃO DA PUÉRPERA EM RELAÇÃO À ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM DO PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA Viana, J.C 1 ; Mota, L.L 2 ; Corrêa, A.L³; Perroni, C. A. 4 jamilli-viana@bol.com.br; lidiener @hotmail.com.br;

Leia mais

PERFIL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA NA CIDADE DE MOSSORÓ

PERFIL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA NA CIDADE DE MOSSORÓ PERFIL DE IDOSOS RESIDENTES EM UMA INSTITUIÇÃO DE LONGA PERMANÊNCIA NA CIDADE DE MOSSORÓ INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional é hoje um fenômeno universal, observado tanto nos países desenvolvidos

Leia mais

A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA

A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA A INTEGRAÇÃO DOS INTERMEDIA RIOS FINANCEIROS NUM MOD:f:LO DE POLíTICA MONETÁRIA José de Freitas Uchoa ( ) A - INTRODUÇAO O esfôrço que, há alguns anos, tem sido continuamente desenvolvido no Brasil através

Leia mais

Atividade física. Sexo Capital Total n % IC 95%

Atividade física. Sexo Capital Total n % IC 95% Atividade física Resultados De acordo com o nível de atividade física verificada no total da amostra, o percentual de indivíduos classificados como insuficientemente ativos foi maior em João Pessoa (55,1%)

Leia mais

FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO SERVIÇO NA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA RENATO AUGUSTO PEDREIRA LEONNI EM SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO-BA.

FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO SERVIÇO NA UNIDADE DE SAÚDE DA FAMÍLIA RENATO AUGUSTO PEDREIRA LEONNI EM SANTO AMARO DA PURIFICAÇÃO-BA. UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO ATUALIZA ASSOCIAÇÃO CULTURAL CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MBA EXECUTIVO EM SAÚDE- GESTÃO HOSPITALAR KARLA MICHELLINE OLIVEIRA BOAVENTURA FATORES QUE INTERFEREM NA QUALIDADE DO

Leia mais

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão

Atmosfera Padrão. Atmosfera Padrão 7631 2º Ano da Licenciatura em Engenharia Aeronáutica 1. Introdução O desemenho de aviões e de motores atmosféricos deende da combinação de temeratura, ressão e densidade do ar circundandante. O movimento

Leia mais

Codificador de voz baseado na qualidade perceptual

Codificador de voz baseado na qualidade perceptual 617 Codificador de voz baseado na qualidade ercetual V Mostra de Pesquisa da Pós- Graduação Flávio Luis Wisnevski 1, Rubem Dutra Ribeiro Fagundes 1 (orientador), Lucio Polese Cossio 2 (bolsista) 1 Programa

Leia mais

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014

ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 ANS Longevidade - Custo ou Oportunidade. Modelos de Cuidados à Saúde do Idoso Rio de Janeiro/RJ 25/09/2014 Cenário 1) Nas últimas décadas, os países da América Latina e Caribe vêm enfrentando uma mudança

Leia mais

Atividade física e qualidade de vida. Physical activity and quality of life

Atividade física e qualidade de vida. Physical activity and quality of life 115 Atividade física e qualidade de vida Physical activity and quality of life ARTIGO ARTICLE Rodrigo Sinnott Silva 1 Ivelissa da Silva 1 Ricardo Azevedo da Silva 2 Luciano Souza 1 Elaine Tomasi 2 1 Escola

Leia mais

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010

XIX CONGRESSO DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UFLA 27 de setembro a 01 de outubro de 2010 TABUS ALIMENTARES DESCRITOS POR PACIENTES DIABÉTICOS DE LAVRAS MG DALILA PEREIRA DE MENDONÇA 1 ; JULIANA DE BRITO MIAMOTO 2 ; ROSEANE MARIA EVANGELISTA OLIVEIRA 3 ; ANDREA RESENDE COSTA DE OLIVEIRA 4 ;

Leia mais

DIABETES MELLITUS NO BRASIL

DIABETES MELLITUS NO BRASIL DIABETES MELLITUS NO BRASIL 17º Congresso Brasileiro Multidisciplinar em Diabetes PATRÍCIA SAMPAIO CHUEIRI Coordenadora d Geral de Áreas Técnicas DAB/MS Julho, 2012 DIABETES MELITTUS Diabetes é considerado

Leia mais

GRUPOS DE ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA OS PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA AO HIPERTENSO, DIABÉTICOS E IDOSO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JATAÍ-GO*.

GRUPOS DE ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA OS PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA AO HIPERTENSO, DIABÉTICOS E IDOSO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JATAÍ-GO*. GRUPOS DE ATIVIDADES EDUCATIVAS PARA OS PROGRAMAS DE ASSISTÊNCIA AO HIPERTENSO, DIABÉTICOS E IDOSO DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE JATAÍ-GO*. SILVA, Kelvia Donato¹; SILVA, Lorrayne Emanuela Duarte¹;

Leia mais

Comunicação Interna e Fusões de Empresas: um caso do passado, uma oportunidade para o futuro

Comunicação Interna e Fusões de Empresas: um caso do passado, uma oportunidade para o futuro ACTAS ICONO 14, 2010, Nº A6,. 15-24. ISBN 1697-8293. Madrid (Esaña) Anabela Mateus: A Comunicação na Fusão Recibido: 22/09/2010 Acetado: 30/12/2010 ACTAS Nº A6: SIC Título Actas ISSN: 1697-8293 Comunicação

Leia mais

RELATÓRIO DE CONSULTORIA

RELATÓRIO DE CONSULTORIA Recomendação ao Sr. Silva RELATÓRIO DE CONSULTORIA CONSTITUIÇÃO DO ÍNDICE PSI0 ALTRI SGPS, S.A. BCP Banco Comercial Português, S.A. BES Banco Esírito Santo, S.A. BPI Banco Português de Investimento, S.A.

Leia mais

Aplicação de Técnicas de Mineração de Dados em Problemas de Classificação de Padrões

Aplicação de Técnicas de Mineração de Dados em Problemas de Classificação de Padrões Laboratório de Comutação Evolucionária Deartamento de Engenharia Elétrica UFMG Av. Pres. Antônio Carlos, 6627 CEP 31.270 010 Fone: 5531 3409 34 26 5531 3409 4826 Alicação de Técnicas de Mineração de Dados

Leia mais

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY

ROGÉRIO S. COSTA, RODRIGO S. TEIXEIRA, DARIZON A. DE ANDRADE, AUGUSTO A. FLEURY MOTOR A RELUTÂNCIA CHAVEADO MONOFÁSICO ROGÉRIO S COSTA, RODRIGO S TEIXEIRA, DARIZON A DE ANDRADE, AUGUSTO A FLEURY Laboratório de Acionamentos Elétricos, Deartamento de Engenharia Elétrica, Universidade

Leia mais

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial

Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Fatores que interferem na qualidade de vida de pacientes de um centro de referência em hipertensão arterial Autores: Liza Batista Siqueira¹, Paulo César Brandão Veiga Jardim², Maria Virgínia Carvalho³,

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES CNHD Supervisão

Leia mais

RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO EM MULHERES IDOSAS NO MUNICÍPIO DE LAGOA SECA/PB

RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO EM MULHERES IDOSAS NO MUNICÍPIO DE LAGOA SECA/PB RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO UTERINO EM MULHERES IDOSAS NO MUNICÍPIO DE LAGOA SECA/PB Fernanda Laísy Pereira de Sousa Graduanda do curso de Enfermagem; Bolsista do Programa de Educação pelo Trabalho

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO NACIONAL DE HIPERTENSÃO E DIABETES JANEIRO/2011 HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES MELLITUS MORBIDADE AUTO REFERIDA

Leia mais

Ciência & Saúde Coletiva ISSN: 1413-8123 cecilia@claves.fiocruz.br. Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva.

Ciência & Saúde Coletiva ISSN: 1413-8123 cecilia@claves.fiocruz.br. Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva. Ciência & Saúde Coletiva ISSN: 1413-8123 cecilia@claves.fiocruz.br Associação Brasileira de Pós-Graduação em Saúde Coletiva Brasil de Carvalho Loes, Ana Carolina; Ramalho Farias Pinto, Helen; Ismael de

Leia mais

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública

Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Capítulo 3 Adultos Jovens no Trabalho em Micro e Pequenas Empresas e Política Pública Maria Inês Monteiro Mestre em Educação UNICAMP; Doutora em Enfermagem USP Professora Associada Depto. de Enfermagem

Leia mais

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE

DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM SITUAÇÕES DE TRABALHO PRECOCE Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 337 DIMENSÕES DO TRABAHO INFANTIL NO MUNICÍPIO DE PRESIDENTE PRUDENTE: O ENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES EM

Leia mais

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012

MICROECONOMIA II (2011-12) João Correia da Silva (joao@fep.up.pt) 29-03-2012 MICROECONOMIA II 1E108 (2011-12) 29-03-2012 João Correia da ilva (joao@fe.u.t) 2. Estruturas de Mercado 2.1. Concorrência Perfeita. 2.2. Monoólio. 2 CONCORRÊNCIA PERFEITA O modelo de concorrência erfeita

Leia mais

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS

ROTINA COMPUTACIONAL PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS 38 ROTINA COMPUTACIONA PARA A PREVISÃO DA CAPACIDADE DE CARGA EM ESTACAS Comutational routine to rovision of the caacity of load in iles. Tobias Ribeiro Ferreira 1, Rodrigo Gustavo Delalibera 2, Wellington

Leia mais

10. Risco, Retorno e Mercado

10. Risco, Retorno e Mercado 10. Risco, Retorno e Mercado 10.1 Mercado eficiente 10.2 Risco e retorno eserados 10.3 Retorno eserado de um ortfólio 10.4 Risco na estrutura de uma carteira de ativos 1/3/2009 1 Introdução A incerteza

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE CRUTAC. Diabetes mellitus. Exames Laboratoriais. Extensão.

PALAVRAS-CHAVE CRUTAC. Diabetes mellitus. Exames Laboratoriais. Extensão. 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA AUTOCUIDADO

Leia mais

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial

De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial De volta para vida: a inserção social e qualidade de vida de usuários de um Centro de Atenção Psicossocial Eliane Maria Monteiro da Fonte DCS / PPGS UFPE Recife PE - Brasil Pesquisa realizada pelo NUCEM,

Leia mais

O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES DE CEFALÉIA

O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES DE CEFALÉIA O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES DE CEFALÉIA KARINA BORGES MENDES O USO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS NO DIAGNÓSTICO PREDITIVO DOS TIPOS MAIS FREQÜENTES

Leia mais

Microeconomia. Guião das aulas. António Saraiva

Microeconomia. Guião das aulas. António Saraiva Microeconomia Guião das aulas António Saraiva Instituto Suerior de Contabilidade e Administração do Porto MICROECONOMIA António Fernando Martins Garcia Saraiva 1998 3 Índice 1. Persectiva histórica sumária

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES

UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS UFGD FACULDADE DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS FACET WILHELM DOS SANTOS PAES CRIPTOGRAFIA EM BLOCOS: UM ENFOQUE EM SUA APLICAÇÃO NO ENSINO DE MATRIZES DISSERTAÇÃO

Leia mais

ES-013. Exemplo de um Projeto Completo de um Edifício de Concreto Armado

ES-013. Exemplo de um Projeto Completo de um Edifício de Concreto Armado ES-013 Eemlo de um Projeto Comleto de um Edifício de Concreto Armado São Paulo agosto - 001 Lajes de Concreto Armado.1 Lajes Maciças de Concreto Armado.1.1 Introdução Lajes são elementos estruturais bidimensionais

Leia mais

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte

Avaliação Econômica. Programa Escola Integrada. Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Avaliação Econômica Programa Escola Integrada Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte Criado em 2004, o Programa de Avaliação Econômica de Projetos Sociais, da Fundação Itaú Social, atua em

Leia mais

GABARITO. Física B 07) 56 08) A 09) E. Nas lentes divergentes as imagens serão sempre virtuais. 10) A

GABARITO. Física B 07) 56 08) A 09) E. Nas lentes divergentes as imagens serão sempre virtuais. 10) A Física B Extensivo V. 4 Exercícios 0) V V V V F 0. Verdadeiro. Lentes, disositivos que ormam imagem usando essencialmente as leis da reração. 0. Verdadeiro. Eselhos vértice, oco, centro de curvatura. Lentes:

Leia mais

A EVITABILIDADE DE MORTES POR DOENÇAS CRÔNICAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS AOS IDOSOS

A EVITABILIDADE DE MORTES POR DOENÇAS CRÔNICAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS AOS IDOSOS A EVITABILIDADE DE MORTES POR DOENÇAS CRÔNICAS E AS POLÍTICAS PÚBLICAS VOLTADAS AOS IDOSOS Niedja Maria Coelho Alves* nimacoal@hotmail.com Isabelle Carolline Veríssimo de Farias* belleverissimo@hotmail.com

Leia mais