PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO SECRETARIA MUNICIPAL DE FINANÇAS CONSELHO MUNICIPAL DE TRIBUTOS RELATÓRIO

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1 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 1 / 10 RELATÓRIO Trata-se de Recurso Ordinário tempestivamente interposto em face do despacho de 1ª instância administrativa, que indeferiu a impugnação do Lançamento Complementar efetuado em virtude do recolhimento a menor do ITBI-IV que incidiu na transmissão do imóvel situado na Rua (...) nº (...) Apartamento (...) no 19º Subdistrito Perdizes, nesta Capital, descrito e caracterizado na Matrícula nº (...) do (...) Cartório de Registro de Imóveis da Capital tributado para efeito do IPTU pelo SQL nº (...), cujo fato gerador ocorreu em 21/07/2000 (data da lavratura da Escritura Pública ). Alega a Recorrente o seguinte: 1) ter recolhido o ITBI-IV por valor acima do valor venal do imóvel constante na cartela do IPTU no exercício de 2000 (R$ ,00). Dessa forma, a Prefeitura não poderia arbitrar um novo valor venal acima do adotado pelo recorrente e cobrar a diferença que entende devida, pois o valor venal seria o consignado no carnê do IPTU; 2) procedeu ao recolhimento da exação incidente sobre o valor transacionado, ou seja, 2% (dois por cento) de R$ ,00, quando na verdade poderia ter quitado a referida obrigação fiscal de acordo com o valor venal constante na capa do carnê do IPTU de 2000 (R$ ,00). 3) procedeu ao exato recolhimento da exação ora exigida, sendo indevida qualquer cobrança neste sentido em face da extinção do crédito tributário. 1

2 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 2 / 10 4) requer, ao final, seja provido o presente Recurso para que seja julgada insubsistente a Notificação de Lançamento em referência, cancelando-se a respectiva exigência fiscal, bem como, o arquivamento do presente procedimento administrativo. Alega a Representante Fiscal o abaixo exposto: 1. Em se tratando de imposto que incide sobre a transmissão por ato oneroso, tem-se como ponto de partida para a determinação de sua base de cálculo na hipótese mais geral, que é compra e venda, o preço. Este funciona como declaração de valor feito pelo contribuinte, que pode ser aceita ou não, pelo fisco. 2. A Portaria nº 999/92, da Secretaria das Finanças DOM em seu item 7.1 assim prevê: A base de cálculo do ITBI-IV é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos, assim entendido o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado, em condições normais de mercado, para compra e venda à vista. 3. Assim sendo, por entender que a base de cálculo utilizada para o recolhimento do ITBI-IV não representou adequadamente o valor de mercado, o Auditor Fiscal procedeu à apuração do valor venal do imóvel em R$ ,00 (duzentos e vinte e oito mil, trezentos e quatro reais), por meio do Laudo de Avaliação de fls. 24/27, sendo que o lançamento ora impugnado refere-se à diferença entre o valor arbitrado e o valor atribuído pelo contribuinte com os acréscimos legais (multa e juros) preconizados no artigo 16 da Lei nº , de

3 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 3 / No caso presente, foram buscados elementos similares ao imóvel avaliando (quanto ao padrão e condições de localização) e contemporâneos à época da transação. Para obtenção do valor de mercado aplicou-se o fator de 0,9 sobre o valor da oferta, representando aquela margem de negociação comum entre comprador e vendedor, conforme se verifica às fls. 24 do processo (...). 5. O arbitramento está previsto no art. 24 da Lei Municipal nº /91 que também determina: na hipótese de não concordar com o valor arbitrado, cabe ao contribuinte oferecer avaliação contraditória. No presente caso, essa avaliação não foi apresentada. 6. O Recorrente alega que recolheu o ITBI-IV pelo valor real da transação, superior ao valor venal para fins de IPTU, atualizado. Entretanto, as disposições extraídas da Lei Municipal nº /91, percebe-se que em nenhum momento a lei determinou que a base de cálculo do ITBI-IV fosse o valor venal constante do lançamento do IPTU. O que o artigo 8º estabeleceu foi um piso mínimo para o recolhimento do imposto. Isto fica evidente no art. 9º, quando dispõe que O valor mínimo fixado no artigo anterior O contribuinte tinha três opções: a) recolhia o imposto pelo valor de mercado do imóvel (base de cálculo do ITBI-IV); b) recolhia o imposto pelo valor da transação (em que situações especiais poderiam alterar o real valor do imóvel, como por exemplo, aquisição de imóveis de amigos e parentes, ou quando o vendedor encontrava-se em situação financeira desfavorável); ou, ainda, c) efetuava o recolhimento pelo valor mínimo 3

4 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 4 / 10 (valor venal do IPTU). Em todos os casos, como o lançamento do ITBI-IV era e é por homologação, o contribuinte antecipava o recolhimento do imposto e aguardava a homologação pelo fisco. 8. Em casos como o presente, em que o contribuinte optou pelo recolhimento pelo valor atribuído à transação - superior ao valor mínimo mas inferior ao valor de mercado do imóvel - a autoridade fazendária legitimamente exigiu a diferença do imposto apurado em regular procedimento administrativo, nos termos do art. 149 do CTN. É o relatório. São Paulo, (...). Natalia De Nardi Dacomo Conselheira Relatora 4

5 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 5 / 10 VOTO O contribuinte discute a Base de Cálculo do ITBI-IV e requer, neste recurso, o cancelamento da Notificação de Lançamento Complementar de ITBI-IV nº (...). O critério quantitativo da regra matriz de incidência do imposto foi estabelecido a Lei Municipal nº , de 30 de dezembro de E determina que a base de cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitido. Sendo que em nenhuma hipótese, o imposto será calculado sobre valor inferior ao valor do bem, utilizado, no exercício, para base de cálculo do Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana. Entretanto, o Fisco Municipal poderá rever, de ofício, os valores recolhidos a título do Imposto de Transmissão. Sempre que sejam omissos ou não mereçam fé os esclarecimentos, as declarações, os documentos ou os recolhimentos prestados, expedidos ou efetuados pelo sujeito passivo ou por terceiro legalmente obrigado, o órgão fazendário municipal competente, mediante processo regular, arbitrará o valor na forma e condições regulamentares. O ITBI-IV incide sobre a transmissão por ato oneroso - valor de mercado - como leciona o Ilustre Jurista Aires F. Barreto: Com efeito, em sendo a base de cálculo o valor venal (valor de mercado), cabe ao fisco a busca da verdade material, não aceitando a declaração do contribuinte de valor notoriamente inferior ao de mercado. (In: Curso de direito Tributário/Ives Gandra da Silva Martins, 5

6 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 6 / 10 coordenador. Belém, CEJUP; Centro de Extensão Universitária, P.342). Nesse sentido estabelece a Portaria nº 999/92, da Secretaria das Finanças DOM em seu item 7.1 que a base de cálculo do ITBI-IV é o valor venal dos bens ou direitos transmitidos, assim entendido o valor pelo qual o bem ou direito seria negociado, em condições normais de mercado, para compra e venda à vista. A base de calculo do ITBI-IV é o valor venal determinado pelas condições de mercado. Desta forma, o Auditor Fiscal procedeu à apuração do valor venal do imóvel em R$ ,00 (duzentos e vinte e oito mil, trezentos e quatro reais), conforme Laudo de Avaliação de fls. 24/27. O lançamento refere-se à diferença entre o valor arbitrado e o valor atribuído pelo contribuinte com os acréscimos legais. O Laudo de Avaliação elaborado pela autoridade fazendária obedeceu às normas técnicas para avaliação de imóveis Norma NBR cujo objetivo foi determinar o valor de mercado do imóvel utilizando-se o método direto para os imóveis em condomínio. No caso 6

7 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 7 / 10 presente, foram buscados elementos similares ao imóvel avaliando (padrão e condições de localização) e contemporâneos à época da transação. Conforme a legislação em vigor o instituto do arbitramento está previsto no art. 148 do Código Tributário Nacional e no art. 24 da Lei Municipal nº /91: Art. 148 Quando o cálculo do tributo tenha por base, ou tome em consideração, o valor ou o preço de bens, direitos, serviços ou atos jurídicos, a autoridade lançadora, mediante processo regular, arbitrará aquele valor ou preço, sempre que sejam omissos ou não mereçam fé as declarações ou os esclarecimentos prestados, ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo ou pelo terceiro legalmente obrigado, ressalvada, em caso de contestação, avaliação contraditória administrativa ou judicial Art. 24 Sempre que sejam omissos ou não mereçam fé os esclarecimentos, as declarações, os documentos ou os recolhimentos prestados, expedidos ou efetuados pelo sujeito passivo ou por terceiro legalmente obrigado, o órgão fazendário 7

8 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 8 / 10 municipal competente, mediante processo regular, arbitrará o valor referido no artigo 7º, na forma e condições regulamentares. Parágrafo único Não concordando com o valor arbitrado, o contribuinte poderá oferecer avaliação contraditória, na forma condições e prazos regulamentares. O contribuinte não apresentou avaliação contraditória e recolheu o valor atribuído à transação - superior ao valor mínimo, mas inferior ao valor de mercado do imóvel desta forma a autoridade fazendária exigiu a diferença do imposto apurado em regular procedimento administrativo, nos termos do art. 148 do CTN. Assim, diante do exposto e por tudo que nos autos consta, NEGO PROVIMENTO AO RECURSO do contribuinte, mantendo incólume a decisão recorrida que manteve os AIIs. Natalia De Nardi Dacomo Conselheira Relatora 8

9 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 9 / 10 EMENTA ITBI LANÇAMENTO COMPLEMENTAR - Base de Cálculo do imposto é o valor venal dos bens ou direitos transmitido. O contribuinte optou pelo recolhimento do valor atribuído à transação - superior ao valor mínimo, mas inferior ao valor de mercado do imóvel - a autoridade fazendária exigiu a diferença do imposto apurado em regular procedimento administrativo. NEGADO PROVIMENTO. 9

10 DECISÃO PARADIGMÁTICA NÚMERO Folha 10 / 10 ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, acordam os Conselheiros da 4 ª Câmara Julgadora do Conselho Municipal de Tributos: A 4ª Câmara, por 6 x 0, negou provimento ao recurso, nos termos do voto do Relator. Participaram do julgamento os Sr(a)s Conselheiros: NATÁLIA DE NARDI DACOMO (Presidente), JOSÉ ALBERTO OLIVEIRA MACEDO (Vice- Presidente), EDUARDO MIKALAUSKAS, CLÁUDIO AUGUSTO GONÇALVES PEREIRA, RODRIGO MAITTO DA SILVEIRA e PEDRO ANAN JUNIOR. Natalia De Nardi Dacomo Conselheira Relatora 10

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