MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL PROCURADORIA DA REPÚBLICA NO RIO GRANDE DO SUL Comissão Permanente de Licitação PR/RS - Tomada de Preços 1/2015 EDITAL

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1 EDITAL Tomada de Preços Nº 01/2015 DATA DE ABERTURA: 23 de julho de HORÁRIO: 14 horas LOCAL: Praça Rui Barbosa, 57 Centro, 14º andar Porto Alegre/RS. A União, por intermédio da Procuradoria da República no Estado do Rio Grande do Sul, com sede na Praça Rui Barbosa, 57 - Centro Porto Alegre - RS, por sua Comissão de Licitação instituída pela Portaria PR/RS nº 277 de 09/04/2015, comunica aos interessados que realizará licitação na modalidade Tomada de Preços, do tipo MAIOR LANCE ou OFERTA, regida pela Lei nº 8.666, de 21/06/1993, e suas alterações, Lei Complementar nº 123, de 14/12/2006 e Decreto nº de 10/01/2001 que regulamenta a Lei de 15/05/1998, mediante as condições estabelecidas neste instrumento licitatório e seus anexos, constantes no processo nº / O recebimento dos envelopes contendo a documentação para habilitação e proposta de lance ocorrerá até às 13h30 min do dia 23/07/2015, ou no dia útil imediatamente seguinte, no caso de não haver expediente na data estabelecida, no protocolo da PR/RS no endereço supramencionado. I - DO OBJETO 1.1. Concessão Remunerada de Uso, a título precário, das dependências da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul, localizada no 13 e ½ º andar - Praça Rui Barbosa, 57 Porto Alegre/RS, com área de 36,35 m 2, para fins de exploração comercial dos serviços de cafeteria, conforme especificações e contrato anexos São partes integrantes deste Edital: Anexo I - Projeto Básico; Anexo I A Memorial descritivo e plantas (disponível na página da PR/RS) Anexo I B Sugestão de Equipamentos Anexo I C Principais Procedimentos Relativos aos Alimentos Anexo II - Declaração de conhecimento das condições do local. Anexo III Modelo de declaração de inexistência de fatos impeditivos à habilitação. Anexo IV Modelo de declaração quanto a menores no quadro de funcionários. Anexo V Modelo de declaração de regularidade (CNMP). Anexo VI Modelo de declaração de elaboração independente de proposta. Anexo VII Minuta do contrato. II - CONDIÇÕES GERAIS PARA PARTICIPAÇÃO 2.1. Poderão participar desta licitação pessoas jurídicas que explorem ramo de atividade compatível com o objeto licitado e que atendam às condições exigidas neste edital e seus anexos, bem como, em relação às condições previstas neste Capítulo, atenderem-nas até o dia 20/07/2015, inclusive (3º dia anterior à data do recebimento dos envelopes) Não serão considerados documentos ou propostas em telegrama ou fac-símile. 1. 1

2 2.3. Caso a empresa participante queira ser representada legalmente, deverá fazê-lo por seu proprietário, diretor ou por pessoa devidamente credenciada através de procuração pública ou particular. No caso de instrumento particular, exigir-se-á o reconhecimento de firma ou, na sua falta, apresentação do contrato social (cópia com chancela da Junta Comercial) para reconhecimento da assinatura do outorgante Caso seja titular da empresa, apresentar documento que comprove sua capacidade de representar a mesma Não poderão participar os interessados que se encontrem com falência decretada, em processo de recuperação judicial ou extrajudicial, concurso de credores, dissolução, liquidação, empresas estrangeiras que não funcionem no País, nem aqueles que tenham sido declarados inidôneos para licitar ou contratar com a Administração Pública ou punidos com suspensão do direito de licitar e contratar com a PGR/MPF Os licitantes deverão apresentar declaração, nos termos das Resoluções CNMP nº 01/2005, 07/2006 e nº 37/2009 do Conselho Nacional do Ministério Público, conforme modelo constante do Anexo V, de que os sócios da empresa, bem como seus gerentes e diretores não são cônjuges, companheiros(as) ou parentes, até o terceiro grau, inclusive, de membros e servidores ocupantes de cargo de direção do Ministério Público da União (Ministério Público Federal, Ministério Público Militar, Ministério Público do Trabalho e Ministério Público do Distrito Federal e Territórios). A referida declaração deverá ser apresentada, em separado, juntamente com os envelopes de documentação e propostas As microempresas ou empresas de pequeno porte, deverão apresentar declaração de que cumprem os requisitos legais para qualificação, conforme art. 11, Decreto 6.204/2007 (apresentar no momento do credenciamento) As empresas que desejarem participar da Tomada de Preços, deverão entregar à CPL, em envelopes separados e lacrados, respectivamente, a DOCUMENTAÇÃO e "PROPOSTA contendo na parte externa o nº da Tomada de Preços, nome da empresa, local, dia e hora da realização do certame. III - DA HABILITAÇÃO 3.1. Os documentos necessários à habilitação, descritos no item 3.2 a seguir, poderão ser apresentados em original ou publicação em órgão da imprensa oficial; ou por qualquer processo de cópia autenticada através de cartório competente ou acompanhadas dos originais para conferência pela Comissão Permanente de Licitação O licitante deverá apresentar os seguintes Documentos de Habilitação, para participar da presente licitação: Certidões Negativas: a) Certidão Negativa de Débitos relativos a Tributos Federais e à Dívida Ativa da União; b) Certificado de Regularidade do FGTS CRF; c) Certidão de Regularidade perante a Fazenda Estadual e Municipal do domicílio ou sede do licitante. d) Certidão negativa de falência, recuperação judicial ou concordata, expedida pelo distribuidor da sede da pessoa jurídica, com data de expedição não superior a 90 (noventa) dias, contados da data prevista para abertura das propostas. e) Prova de inexistência de débitos inadimplidos perante a Justiça do Trabalho, 2. 2

3 mediante apresentação de certidão negativa, nos termos do art. 642-A da Consolidação das Leis do Trabalho, com data de expedição não superior a 180 (cento e oitenta) dias, contados da data prevista para abertura das propostas. f).o pregoeiro verificará, durante a sessão, nos termos do Acórdão TCU n 1793/2011, a existência de registros impeditivos junto ao: f.1. Cadastro Nacional de Empresas Inidôneas e Suspensas - CEIS da Controladoria Geral da União (disponível em f.2. Cadastro de Licitantes Inidôneos do Tribunal de Contas da União (disponível no portal do TCU); e, f.3. Cadastro Nacional de condenações cíveis por improbidade administrativa do Conselho Nacional de Justiça (disponível no portal do CNJ) Documentos relativos à Habilitação Jurídica: a) contrato social ou estatuto em vigor, devidamente registrado: a.1. Em se tratando de sociedades mercantis: contrato social em vigor e/ou certidão simplificada da Junta Comercial, suficientes a demonstrar-se o objeto social e comprovarem-se os necessários poderes para representação da licitante ao tempo da firma da proposta. a.2. No caso de SOCIEDADE POR AÇÕES: Estatuto Social acompanhado de documentos de eleição de seus administradores ou da respectiva publicação. b) Registro na junta comercial, em se tratando de empresário individual; c) Inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades simples, acompanhado de prova da diretoria em exercício; e, d) Decreto de autorização, devidamente arquivado, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira em funcionamento no país, e ato de registro ou autorização para funcionamento expedido pelo órgão competente, quando a atividade assim o exigir Formulários de Declaração conforme modelos em Anexo: a) Modelo de declaração de elaboração independente de proposta, conforme modelo Anexo VI b) Declaração de Inexistência de Fato Superveniente Impeditivo da Habilitação, na forma do 2.º do art. 32 da Lei n.º 8.666/93, conforme modelo Anexo III. c) Declaração dos representantes legais da licitante quanto ao emprego de menores de 18 (dezoito) anos em trabalho noturno, perigoso e insalubre, assim como da utilização de trabalho de menores de 16 (dezesseis) anos, nos moldes do decreto 4.358/02 e de acordo com a exigência do inc. V, do art. 27, da Lei 8.666/93, conforme modelo Anexo IV. d) Declaração de Regularidade, de acordo com as Resoluções CNMP nº 01/ art 4º, 07/ art 1º e 37/2009 de 28/04/2009, conforme modelo do Anexo V Registro da empresa no Conselho Regional Nutrição - CRN Prova de que a empresa possui, em seu quadro permanente de pessoal, ou de que possui contrato de prestação de serviço, na data de entrega da proposta, de pelo menos 01 (um) nutricionista, devidamente registrado no CRN (Conselho Regional de Nutrição), que será responsável pela qualidade da alimentação a ser fornecida Declaração assinada por representante da PR/RS e pelo responsável pela licitante, conforme modelo constante do Anexo II, de que vistoriou, através de seu representante legal 1. 3

4 devidamente identificado, as instalações do Edifício Sede da PR/RS, tomando conhecimento de todas as instalações objeto da presente especificação. A vistoria do local deverá ser agendada pelo telefone (51) , a qual deverá ser realizada até 01 (um) dia antes da data prevista para a abertura da licitação Prova de capacidade técnica da empresa, mediante a apresentação de Atestado(s) de Qualificação Técnica emitido(s) por Pessoa Jurídica, devidamente registrado(s) na entidade competente, Conselho Regional de Nutrição, que comprove que a mesma executa ou executou, pelo período mínimo de 1 (um) ano, serviços equivalentes ao objeto da presente licitação, atendendo pelo menos uma das seguintes situações: a) atendimento médio diário de no mínimo 150 lanches/refeições; OU, b) estrutura de atendimento diário de no mínimo 150 pessoas Declaração do responsável pela empresa de que terá disponibilidade de equipamentos e pessoal técnico especializado e outros considerados essenciais para o cumprimento do objeto da presente licitação Para as empresas regularmente cadastradas no Sistema de Cadastro Unificado de Fornecedores SICAF, instituído pela Secretaria de Administração Federal, conforme Instrução Normativa nº 05, de 21/07/95, será exigida da licitante a regularidade do cadastramento e da habilitação parcial, por meio de consulta ONLINE no Sistema, inclusive a regularidade fiscal, no ato da abertura da licitação, podendo apresentar apenas os demais documentos exigidos no edital para habilitação Não serão aceitos protocolos referentes à solicitação feita às repartições competentes, quanto aos documentos mencionados neste capítulo, nem cópias ilegíveis, mesmo autenticadas Para as microempresas e empresas de pequeno porte serão observadas as disposições constantes nos Arts. 42 e 43, da Lei Complementar nº 123/2006 alterada pela Lei Complementar 147/2014 e art 4º, do Dec / Não será permitida a participação de consórcio de empresas, qualquer que seja sua forma de constituição, nem a participação de cooperativas, conforme Termo de Conciliação, celebrado pelo Ministério Público do Trabalho e a União, homologado em 05/06/2003. IV - DA PROPOSTA 4.1. No envelope deverá conter a palavra "PROPOSTA", número desta Tomada de Preços, dia e hora de sua abertura. A proposta deverá ser digitalizada e apresentada em papel timbrado da Empresa, sem emendas, rasuras ou entrelinhas, suas folhas devem estar rubricadas e a última assinada pelo seu representante legal, nome do proponente, número do CNPJ da licitante, endereço, número da conta bancária, agência e nome do banco. Deverão constar da proposta: a) Valor mensal para taxa de utilização do espaço físico destinado à cafeteria, expresso em moeda nacional, com valores em algarismos; b) Especificação dos serviços propostos, ainda que sucinta, conforme exigidos no objeto deste edital A simples participação neste certame implica: a) na aceitação de todas as condições estabelecidas nesta Tomada de Preços; b) que o limite mínimo aceitável na proposta para o valor mensal da contratação será de R$ 430,68 (quatrocentos e trinta reais e sessenta e oito centavos). 2. 4

5 c) que o prazo de validade da proposta é de no mínimo 60 (sessenta) dias, contados da data estipulada para sua entrega. d) que no caso de omissão na proposta, considerar-se-á que as suas especificações serão as que constam dos Anexos ao edital. e) a concordância e a ciência de que, caso seja vencedora do certame, terá o prazo de 30 (trinta) dias, contados do recebimento da Ordem de Serviço da Contratante, para implantação do serviço. V - DO RECEBIMENTO E JULGAMENTO DE HABILITAÇÃO E PROPOSTAS No dia, hora e local designados neste instrumento, a Comissão Permanente de Licitação receberá, em envelopes com as indicações de "DOCUMENTAÇÃO", e "PROPOSTA, devidamente lacrados, com os documentos exigidos para habilitação e as propostas Em nenhuma hipótese serão recebidas propostas fora do prazo estabelecido neste instrumento de licitação Serão abertos primeiramente os envelopes contendo a documentação de habilitação e efetuada a consulta no SICAF quanto à situação das empresas. Caso a Comissão julgue necessário, poderá suspender a reunião para analisar os documentos e julgar a habilitação, marcando nova data e horário em que voltará a reunir-se Ocorrendo a hipótese prevista no item anterior, todos os documentos e os envelopes contendo as propostas, devidamente lacrados, deverão ser rubricados pelos membros da Comissão e licitantes presentes, ficando em poder da Comissão até que seja julgada a habilitação As licitantes assinarão a lista de presença, passando, as consideradas habilitadas, a ter direito de tomar parte nos demais atos desta licitação A Comissão manterá em seu poder as propostas das licitantes inabilitadas, com os envelopes devidamente rubricados e lacrados. Transcorrido o prazo sem interposição de recurso, ou após a desistência expressa em interpor recurso, ou após o julgamento dos recursos interpostos, as propostas inabilitadas serão devolvidas às respectivas licitantes, promovendo-se a abertura das propostas das empresas habilitadas, que serão rubricadas pela Comissão e pelos licitantes presentes É facultada à Comissão ou autoridade superior, em qualquer fase da licitação, a promoção de diligência destinada a esclarecer ou a complementar a instrução do processo, vedada a inclusão posterior de documento ou informação que deveria constar originariamente da proposta Ultrapassada a fase de habilitação dos concorrentes e abertas as propostas não cabe desclassificá-los por motivo relacionado com a habilitação, salvo em razão de fatos supervenientes ou só conhecidos após o julgamento Após a fase de habilitação, não cabe desistência de propostas, salvo por motivo justo decorrente de fato superveniente e aceito pela Comissão Nas reuniões para recebimento e julgamento dos documentos de habilitação e propostas, serão lavradas atas circunstanciadas que mencionarão todas as licitantes, as propostas apresentadas, as reclamações e impugnações feitas e as demais ocorrências que interessarem ao julgamento desta licitação, devendo as atas serem assinadas pelos membros da Comissão e por todas as licitantes presentes. VI DOS CRITÉRIOS DE JULGAMENTO E ADJUDICAÇÃO 1. 5

6 6.1. No julgamento das propostas será adotado o critério de maior lance ofertado, desde que atendidas as especificações constantes desta Tomada de Preços A presente licitação somente poderá vir a ser revogada por razões de interesse público decorrente de fato superveniente devidamente comprovado, ou anulada no todo ou em parte por ilegalidade de ofício ou por provocação de terceiros, mediante parecer escrito e devidamente fundamentado Se duas ou mais propostas em absoluta igualdade de condições ficarem empatadas, será realizado sorteio, em ato público. VII DAS PENALIDADES E RECURSOS ADMINISTRATIVOS 7.1. Com fulcro nos artigos 86 e 87 da Lei 8.666/93, atualizada, o CONTRATANTE poderá, garantida a prévia defesa, aplicar à Concessionária as seguintes sanções: I) advertência; II) multa, a ser recolhida no prazo máximo de 15 (quinze) dias corridos, a contar da comunicação oficial, nas seguintes hipóteses: II.1 0,3% (zero vírgula três por cento) por dia de atraso injustificado e por descumprimento das obrigações estabelecidas neste Contrato, até o máximo de 10% (dez por cento) sobre o valor total do Contrato; II.2 10% (dez por cento) sobre o valor total do Contrato, no caso de inexecução total ou 5% (cinco por cento) do valor total do objeto contratado, no caso de inexecução parcial; III) suspensão temporária de participar em licitação e impedimento de contratar com a Administração, pelo prazo de até 2 (dois) anos; IV) declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública, enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida sua reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade As sanções previstas nos incisos I, III, e IV do caput poderão ser aplicadas juntamente com as do inciso II De acordo com o artigo 88 da Lei n.º 8.666/93, serão aplicadas as sanções previstas nos incisos III e IV do artigo 87 da Lei 8.666/93, às Concessionárias ou aos profissionais que, em razão dos Contratos regidos por essa Lei: a) tenham sofrido condenação definitiva por praticarem, por meios dolosos, fraudes fiscais no recolhimento de quaisquer tributos; b) Tenham praticado atos ilícitos visando frustrar os objetivos da licitação; c) Demonstrem não possuir idoneidade para contratar com a Administração em virtude de atos ilícitos praticados O valor da multa, aplicada após regular processo administrativo, acrescido de juros moratórios de 1% (um por cento) ao mês após transcurso do prazo previsto nos itens anteriores Da aplicação das penalidades previstas nos incisos I, II e III do caput, poderão ser interpostos recursos no prazo máximo de 5 (cinco) dias úteis, a contar da intimação do ato ou da lavratura da ata No caso da penalidade prevista no inciso IV do caput, caberá pedido de reconsideração ao Exmo 2. 6

7 Sr. Procurador-Geral da República, no prazo de 10 (dez) dias úteis a contar da intimação do ato, podendo a reabilitação ser requerida após 2 (dois) anos de sua aplicação É admissível recurso nos casos e forma previstos no artigo 109 da Lei nº 8.666/93, o qual, uma vez interposto, será comunicado aos demais licitantes que poderão impugná-lo no prazo de 5 (cinco) dias úteis 7.8. Os recursos serão dirigidos ao Senhor Secretário Estadual da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul, por intermédio da Comissão Permanente de Licitação, a qual, reconsidere ou não a sua decisão, no prazo de 5 (cinco) dias úteis, encaminhará, no mesmo prazo, os respectivos autos com a juntada do(s) recurso(s), devidamente informados, à apreciação e decisão da referida autoridade." VIII- DAS OBRIGAÇÕES DAS PARTES 8.1. Prestar os serviços cotados em estrita conformidade com as especificações exigidas, conforme contidas no Projeto Básico (Anexo I) e na Minuta do Contrato (Anexo VII). IX - DO PAGAMENTO DA TAXA DE UTILIZAÇÃO 9.1. A taxa de ocupação da cafeteria deverá ser recolhida mensalmente pela Concessionária em favor da Concedente, até o 5º (quinto) dia útil do mês subsequente ao mês de competência, conforme condições previstas no Contrato (Anexo VII). X - DO REAJUSTE A taxa de utilização do espaço físico destinado à cafeteria será reajustada de acordo com os seguintes critérios: a) Após decorrido o interregno de 1 (um) ano da contratação, serão atualizados os valores dos componentes até do rol previsto no Item 4 (Da Contraprestação) do Anexo I - Projeto Básico, acordo com as variações dos respectivos custos e alterações de preços dos contratos de prestação de serviços firmados pela PR-RS, os quais vigorarão durante todo o prazo anual subsequente, caso prorrogada a Concessão. b) Ao componente (Remuneração) do rol previsto no Item 4 (Da Contraprestação) do Anexo I - Projeto Básico, será aplicado, anualmente, o percentual acumulado do IGPM-FGV, com marco inicial na data da apresentação da proposta. XI - DAS DISPOSIÇÕES FINAIS O objeto da presente licitação poderá sofrer acréscimos ou supressões, conforme previsto nos Parágrafos 1º e 2º, Inciso II do Art. 65, da Lei nº 8.666/ Nenhuma indenização será devida às licitantes pela elaboração e/ou apresentação de documentação relativa ao presente Edital Transcorrido o prazo recursal e decidido os recursos eventualmente interpostos, será o resultado da licitação submetido à Secretária Estadual para o procedimento de homologação Se a licitante vencedora deixar de assinar o contrato dentro de 05 (cinco) dias úteis contados da data de recebimento da notificação, e sem justificativa por escrito e aceita pela Secretária Estadual, restará caduco o seu direito de vencedora, sujeitando-se às penalidades aludidas no capítulo VII desta Tomada de Preços. 1. 7

8 11.5. Ocorrendo a hipótese prevista no item anterior, o objeto da presente licitação poderá ser adjudicado às licitantes remanescentes, na ordem de classificação, nas mesmas condições propostas pela licitante vencedora, inclusive quanto a prazo e preço atualizado A Comissão Permanente de Licitação, no interesse da Administração, poderá relevar omissões puramente formais observadas na documentação e proposta, desde que não contrariem a legislação vigente e não comprometam a lisura da Licitação, sendo possível a promoção de diligência destinada a esclarecer ou a complementar a instrução do processo Independente de declaração expressa, a simples participação nesta licitação implica aceitação plena das condições estipuladas neste Edital, decaindo do direito de impugnar os seus termos o licitante que, tendo-o aceito sem objeção, vier, após o julgamento desfavorável, apresentar falhas e irregularidades que o viciem, conforme previsto no Parágrafo 2º, do art. 41 da Lei nº 8.666/ Quaisquer esclarecimentos sobre dúvidas, eventualmente suscitadas, relativas às orientações contidas na presente Tomada de Preços, poderão ser solicitadas, por escrito, à Comissão Permanente de Licitação da PR/RS, através do telefone (51) Porto Alegre, 03 de julho de Gabriela Moura da Veiga Comissão Permanente de Licitações PR/RS 2. 8

9 ANEXO I PROJETO BÁSICO 1. OBJETO: Concessão de Área para Exploração de Serviços de Cafeteria 1.1. Constitui objeto da presente licitação a Concessão onerosa de uso de área para exploração dos serviços de CAFETERIA, a título precário, para atendimento à clientela interna e externa interessada, de acordo com as exigências a seguir elencadas. O espaço a ser cedido compreende uma área de aproximadamente 36,35 m², localizada no 13 ½ andar do prédio da Procuradoria da República no Rio Grande do Sul - PR/RS, localizada na Praça Rui Barbosa, 57, Centro, Porto Alegre/RS. No prédio trabalham aproximadamente 399 pessoas, além de receber um número médio de 55 visitantes por dia O espaço destinado pela PR/RS será entregue sem mobiliário e com as instalações conforme definidas no Memorial e Plantas constantes do Anexo I-A. Para a instalação da cafeteria concessionária deverá cobrir todos os custos necessários para atender todas as exigências do objeto licitado, constando no Anexo I-B as sugestões de equipamentos a serem utilizados, e no Anexo I-C os principais procedimentos obrigatórios a serem observados pela concessionária na preparação e conservação de alimentos A Concessão do espaço possui a finalidade de melhor atender às necessidades de alimentação/refeição da PR/RS, considerando-se os visitantes do Edifício-Sede e os colaboradores de seus Quadros de Pessoal, haja vista a facilidade e economia de tempo em deslocamentos para locais similares existentes nas proximidades, podendo serem consideradas atividades de apoio essenciais ao desempenho da atividade de tais Órgãos. 2. DOS SERVIÇOS: 2.1. Os cafés comercializados deverão obrigatoriamente ter certificado de qualidade superior de procedência e/ou pureza, aceitos somente grãos do tipo arábica PREMIUM ou GOURMET, demonstrada através de classificação tipo ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café), BSCA (Brazil Specialty Coffee Association Associação Brasileira de Cafés Especiais) ou outra similar O café a ser servido para consumo no local deverá ser moído na própria área da cafeteria, em quantidades suficientes e necessárias para atender a demanda de cada horário, de forma a manter o produto sempre recente e processado em equipamentos de tecnologia adequada, e de forma a garantir a qualidade final do produto. Não será permitida a torrefação de café na área da cafeteria A empresa deve disponibilizar uma máquina de café (que forneça capucino, mocacino, etc.) Os métodos de estocagem, acondicionamento, manuseio, preparo, exposição e venda dos cafés, devem ser estabelecidos e acompanhados por profissional com experiência em fazer café, de forma a garantir a qualidade superior do produto final servido aos usuários da cafeteria Entende-se como abrangidos pelo escopo da atividade concessionária a comercialização dos seguintes produtos: cafés, chás, sucos, bebidas (não alcoólicas) quentes e frias, refrigerantes, salgados, doces, tortas, bolos, cheese cake, pão de queijo, sanduíches, frios, pães, artigos de bomboniére, cartões telefônicos, etc As despesas com os móveis, mesas, equipamentos, máquina(s) para moer café, 1. 9

10 microcomputadores para acesso à Internet, pontos para acesso à Internet, ferramentas, taxas, licenças e demais despesas com adaptações da infraestrutura para o adequado funcionamento da cafeteria será por conta da empresa concessionária Para atender às especificações do leiaute original sugere-se que sejam fornecidas pela concessionária 2 (duas) mesas com 4 (quatro) cadeiras cada, compondo desta forma 4 (quatro) cadeiras por mesa. Os móveis fornecidos deverão compor um conjunto harmônico, do ponto de vista estético. O local será disponibilizado com balcão de atendimento ao público em alvenaria, pia na cozinha e rede elétrica preparada. Previamente à instalação, a empresa deve apresentar à PR/RS um projeto de ambiência para implantação, decoração e sinalização da cafeteria Ficarão a cargo da concessionária todos os ônus de instalação e manutenção dos equipamentos de informática, assim como os ônus decorrentes da contratação e manutenção dos serviços de acesso à Internet Banda Larga, no caso de julgar necessária a contratação A instalação da cafeteria fica limitada ao espaço disponibilizado pela PR/RS para a instalação e prestação dos serviços de cafeteria Não será permitida a venda de bebidas alcoólicas e cigarros e/ou assemelhados Não poderão ser instalados equipamentos a gás Não será permitida a preparação de refeições, tipo almoço ou jantar É vedado o preparo de alimentos e frituras, devendo os alimentos ser pré-prontos, com exceção de sucos, batidas e saladas É vedado o uso de chapas ou similares, sendo admitido o uso de micro-ondas e fornos elétricos, desde que não exalem excessivos odores e fumaças para o ambiente A PR/RS, a seu critério, poderá vetar a comercialização de produtos considerados inadequados ou não condizentes com o objeto contratado O recolhimento e a separação do lixo orgânico e inorgânico diário é de responsabilidade da concessionária, devendo ser observados os horários considerados convenientes e adequados pela PR/RS para tais serviços A concessionária deverá estabelecer rotina de trabalho que garanta mesas limpas e desobstruídas, assim que cada usuário encerrar seu uso Caso seja disponibilizada linha telefônica, a concessionária deverá ressarcir mensalmente os gastos com ligações telefônicas, conforme tarifador da central telefônica É vedada a realização de qualquer tipo de propaganda sem autorização da PR/RS na área da cafeteria A PR/RS disponibilizará o local da cafeteria com os aparelhos de ar condicionado lá existentes As louças, copos e talheres a serem utilizados na cafeteria deverão, obrigatoriamente, ser de porcelana, vidro e aço inox, podendo ser identificados com o nome da cafeteria ou logomarca do fornecedor do café Não poderão ser utilizados recipientes descartáveis para produtos a serem consumidos no local

11 2.23. A Concessionária será responsável pela limpeza e manutenção do espaço destinado à cafeteria A prestação dos serviços será acompanhada, orientada e fiscalizada por servidor designado pela PR/RS A Concessionária deverá concentrar esforços para prover uma cafeteria com produtos e serviços que assegurem eficiência em suas rotinas operacionais, primando pelos critérios de: a) agilidade e cortesia no atendimento, evitando-se a formação de filas para o atendimento ou pagamento; b) oferecimento de linha de produtos de boa procedência; c) utilização de identidade visual, harmonizando mobiliário, equipamentos, máquinas, utensílios, uniformes, comunicação visual, cardápios, rouparias, louças, etc., adequados à PR/RS, cujos ambientes de trabalho, no geral, são discretos e formais Os preços cobrados dos usuários na prestação dos serviços de cafeteria deverão ser compatíveis com os valores de mercado, estando os cardápios e respectivos valores, assim como suas eventuais alterações, sujeitos à análise e aprovação da PR/RS Não poderão ser instalados ou utilizados quaisquer maquinários ou equipamentos que possam alterar a estabilidade das instalações ou gerar bloqueios, interferências, ruídos ou quaisquer agentes que possam causar poluição ou comprometer a segurança e o conforto dos demais usuários do local A Concessionária não terá direito a qualquer indenização por parte da União no caso de denegação de licenciamento total ou parcial da atividade que se propõe a realizar no imóvel objeto desta licitação Os serviços deverão ser prestados ao longo de todo o ano, sendo admitido, contudo, que o serviço seja interrompida de 20 de dezembro a 19 de fevereiro de cada ano, a critério da concessionária, mediante requerimento, considerando o período de recesso e férias escolares. No período em que o serviço for interrompido com prévia autorização da Concedente, não caberá o pagamento da contraprestação estabelecida no item 4. 3 DO HORÁRIO 3.1. O horário mínimo de funcionamento será das 11 às 18 horas Em casos excepcionais, por ocasião de eventos especiais, a PR/RS poderá autorizar ou determinar cumprimento de horário específico de atendimento. 4 DA CONTRAPRESTAÇÃO 4.1. A Concessionária pagará à PR/RS, através de Guia de Recolhimento da União (GRU), pelo uso do imóvel, mensalmente, até o 5º (quinto) dia útil do mês subsequente ao mês de competência, a contraprestação mensal ofertada em sua proposta, a qual considerará o valor mínimo estimado pela PR/RS para a utilização do espaço de 36,35 metros quadrados, que será de R$ 430,68 (quatrocentos e trinta reais e sessenta e oito centavos), dados de Abril/2015, sendo: consumo de água: R$ 40,13; consumo de energia elétrica: R$ 86,53; despesas com manutenção predial: R$ 63,69; despesas com serviço de vigilância: R$ 167,74; despesas com serviço de limpeza: R$ 10,64; despesas com serviço de recepção: R$ 18,30; despesas com manutenção de elevadores: R$ 4, Remuneração pelo uso: R$ 39,15 (mínimo de 10% sobre o valor dos custos)

12 4.2. Para efeitos do item 4.1., a área estimada da PR/RS é de 9.103,90 metros quadrados Para efeitos de definição da contraprestação mensal mínima foi utilizada metodologia baseada nas recomendações da Auditoria Interna do MPU em seu Relatório de Auditoria n 28, de 07/12/2011, itens e 4.1.9, para a Concessão de espaços na PR/RS Após decorrido o interregno de 1 (um) ano da contratação, serão atualizados os valores dos componentes até do rol previsto neste item, de acordo com as variações dos respectivos custos e alterações de preços dos contratos de prestação de serviços firmados pela PR-RS, os quais vigorarão durante todo o prazo anual subsequente, caso prorrogada a Concessão. 4.5 A parcela que exceder o valor mínimo previsto no item 4.1, de acordo com o valor da proposta vencedora, será acrescida ao seu componente (Remuneração), ao qual será aplicado o percentual acumulado do IGPM-FGV, anualmente, para fins de reajuste, com marco inicial na data da apresentação da proposta. 5 DAS OBRIGAÇÕES E RESPONSABILIDADE DA CONCESSIONÁRIA 5.1. Prover, às suas expensas, todo o mobiliário e equipamentos necessários ao perfeito funcionamento dos serviços Todas as despesas decorrentes da aquisição de equipamentos, móveis, máquinas, instalações e benfeitorias, material de consumo, pagamentos de tributos e taxas, manutenção e conservação dos equipamentos, seguros e demais custos necessários para a instalação da cafeteria, correrão às expensas da concessionária Recrutar, em seu nome e sob sua inteira responsabilidade, os empregados necessários à perfeita execução dos serviços, cabendo-lhe todos os pagamentos, inclusive dos encargos sociais, trabalhistas, previdenciários e fiscais previstos na legislação vigente e de quaisquer outros, em decorrência de sua condição de empregadora, sem qualquer solidariedade da PR/RS Manter um supervisor responsável pelo gerenciamento dos serviços com poderes de preposto, para tratar dos assuntos relacionados ao contrato A Concessionária deverá manter a equipe treinada e capacitada para a prestação do serviço contratado A Concessionária deverá manter seus empregados com boa aparência, devidamente uniformizados e identificados A Concessionária deverá primar pelo cumprimento da legislação sanitária, trabalhista e fiscal, entre outras, aplicáveis à sua atividade Responsabilizar-se por avarias, desaparecimento de bens materiais, danos a bens móveis ou imóveis da PR/RS ou de terceiros, que tenham sido causados por seus técnicos ou prepostos, no exercício das atividades inerentes ao contrato Respeitar e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho prevista na legislação pertinente Comunicar toda e qualquer ocorrência relacionada à execução dos serviços

13 5.12. Envidar esforços para que seus empregados ou prepostos se submetam aos regulamentos de segurança e disciplina da PR/RS, durante o período de permanência nas dependências da PR/RS, ficando acesso restrito à área cedida Apresentar ao gestor do contrato a relação nominal dos empregados em atividade nas dependências da PR/RS, mencionando os respectivos endereços residenciais, comunicando qualquer alteração Responsabilizar-se pela quitação de eventuais multas aplicadas por autoridade federal, estadual ou municipal, relacionadas com os serviços prestados Não executar nenhuma modificação nas instalações sem prévia autorização do gestor do contrato Arcar junto às autoridades competentes com todas as despesas e providências necessárias à legalização e ao funcionamento da atividade objeto deste ajuste, como licenças, alvarás e autorizações, devendo entregar as cópias dos referidos documentos à PR/RS Manter as instalações em perfeito estado de uso e conservação, devendo restituí-las à PR/RS, ao término do ajuste, em iguais condições verificadas à época do recebimento, salvo o desgaste natural do conveniente uso e destinação Providenciar, caso as instalações sejam danificadas, o reparo, utilizando materiais da mesma qualidade do substituído, sob supervisão do gestor do contrato, e dentro do prazo estipulado Não poderão ser realizadas construções, instalações e benfeitorias, sem prévia e expressa autorização da PR/RS Os fornecedores da cafeteria deverão se submeter aos horários considerados convenientes e adequados pela PR/RS Aos fornecedores da cafeteria será permitido o acesso às dependências do prédio-sede mediante identificação e registro de suas entradas e saídas do prédio, em livro de registro localizado na portaria, ou outra forma de controle, considerada conveniente e adequada pela PR/RS Encerrado o prazo contratual, a empresa deverá desocupar a área da cafeteria, no prazo de 10 (dez) dias úteis, independentemente de notificação, entregando-a nas mesmas condições em que recebeu, mediante Vistoria de Entrega A PR/RS poderá implantar controle individualizado de gastos com consumo de água e energia elétrica para a área da cafeteria, devendo a concessionária, nesse caso, ressarcir os valores de consumo apurados No caso de ser implantado o controle do item 5.23 acima, será deduzido do valor da contraprestação mensal os montantes de gastos indicados no item 4 relativos a tais itens A Concessionária reconhece o caráter precário da presente Concessão e obriga-se a não ceder, transferir, arrendar ou emprestar a terceiros o imóvel A Concessionária é responsável pelo cumprimento de todas as normas relativas ao serviço executado, especialmente aquelas editadas pelos órgãos de Vigilância Sanitária

14 5.27. A Concessionária deverá indicar responsável técnico, que deverá ter comprovadamente participado de curso de capacitação, como por exemplo: contaminantes alimentares, doenças transmitidas por alimentos, manipulação higiênica dos alimentos e boas práticas A concessionária terá o prazo de 30 (trinta) dias, contados do recebimento da Ordem de Serviço da Contratante, para implantação do serviço. 6 DAS EXIGÊNCIAS DE QUALIFICAÇÃO 6.1. Para habilitação técnica, a concessionária deve apresentar Atestado(s) de Qualificação Técnica emitido(s) por Pessoa Jurídica, devidamente registrado na entidade competente, Conselho Regional de Nutrição, que comprove que a mesma executa ou executou, pelo período mínimo de 1 (um) ano, serviços equivalentes ao objeto da presente licitação, atendendo pelo menos uma das seguintes situações: a) atendimento médio diário de no mínimo 150 lanches/refeições; ou, b) estrutura de atendimento diário de no mínimo 150 pessoas Para habilitação técnica, a concessionária deve apresentar declaração da PR/RS de que vistoriou o local onde será instalada a cafeteria, e de que tomou conhecimento e aceita todas as condições do local e das suas instalações Para habilitação técnica, a concessionária deve apresentar prova de que possui em seu quadro permanente, ou de que possui contrato de prestação de serviço, de pelo menos 1 (um) nutricionista, devidamente registrado no Conselho Regional de Nutrição. 7 DO PRAZO 7.1. O prazo da Concessão será de 12 meses, podendo ser renovado até o limite de sessenta meses. Porto Alegre, 04 de maio de Cleivagner Mocelin Coordenador de Administração PR/RS 2. 14

15 ANEXO I A - DO PROJETO BÁSICO MEMORIAL DESCRITIVO E PLANTAS disponíveis no endereço eletrônico:

16 ANEXO I B - DO PROJETO BÁSICO SUGESTÕES DE EQUIPAMENTOS/ ELETRODOMÉSTICOS, MÓVEIS E UTENSÍLIOS A SEREM UTILIZADOS NA CAFETERIA EQUIPAMENTOS/ELETRODOMÉSTICOS E MÓVEIS 1. Aparelho telefônico 2. Armário de aço para guarda de alimentos 3. Balança eletrônica 4. Balcão para balança e caixa eletrônico 5. Balcão térmico 6. Batedeira 7. Carro de Transporte 8. Cortador de frios e de legumes 9. Esterilizador de louça 10. Expositor de guloseimas 11. Expositor de alimentos 12. Extrator de suco 13. Forno de micro-ondas 14. Freezer 15. Liquidificador 16. Lixeira com pedal (coleta de lixo seletiva: seco, orgânico, metal) 17. Máquina registradora 18. Mesas e cadeiras a serem aprovadas pela PR/RS (não serão aceitas do tipo dobrável, seja de ferro, de plástico ou de madeira) 19. Processador de alimentos 20. Refresqueira 21. Refrigerador 22. Sanduicheira 23. Torradeira 24. Dispenser para papel toalha 25. Outros equipamentos necessários ao perfeito funcionamento da cafeteria OBSERVAÇÃO: 1. Assadeiras em alumínio 2. Aventais 3. Bandejas 4. Cobre-manchas descartáveis 5. Conchas em aço inoxidável 6. Copos descartáveis 7. Copos de vidro/cristal 8. Espátulas 9. Guardanapos de papel 10. Jarras para suco 11. Leiteira 12. Louça brancas pratos para sobremesa 13. Luvas 14. Materiais para limpeza e higienização 15. Panos de chão 16. Pegadores em aço inoxidável 17. Peneiras 18. Porta-talheres 19. Pratos e talheres descartáveis 20. Recipientes para frios 21. Recipientes para molhos 22. Recipientes para pães e bolos 23. Rodos e vassouras 24. Sacos de lixo 25. Tábuas de carnes 26. Talheres em aço inoxidável (garfos, colheres, facas) diversos tipos e tamanhos 27. Talheres em aço inoxidável grandes para servir as refeições (colheres, garfos, etc) 28. Toalhas de mesa em tecido na cor clara 29. Toucas e redes para cabelo 30. Travessas 31. Xícaras e pires em louça branca 32. Outros utensílios necessários ao perfeito funcionamento do cafeteria e da cafeteria 1. A Concessionária disporá do quantitativo necessário de equipamentos, móveis e utensílios à perfeita execução dos serviços, não eximindo a empresa da total responsabilidade do fornecimento de outros igualmente necessários que não estejam arroladas na lista sugestiva acima. 2. Os equipamentos, móveis e utensílios, assim como as instalações físicas deverão ser mantidos em condições higiênico-sanitárias apropriados. 3. As operações de higienização devem ser realizadas por funcionários comprovadamente capacitados e com a frequência que garanta a manutenção dessas condições e minimize o risco de contaminação do alimento

17 ANEXO I C PRINCIPAIS PROCEDIMENTOS RELATIVOS AOS ALIMENTOS DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS INERENTES AOS MANIPULADORES DE ALIMENTOS- RDC 216 de 15/09/04 - ANVISA 1. Controle da saúde de todos os profissionais envolvidos no preparo ou manipulação de alimentos deve ser registrado e realizado de acordo com a legislação específica; 2. Aqueles profissionais que apresentarem lesões e ou sintomas de enfermidades as quais possam comprometer a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos, devem ser afastados da atividade de preparação enquanto persistirem essas condições de saúde; 3. Necessário asseio pessoal de todos os profissionais da Concessionária, apresentando-se com uniformes compatíveis à atividade, conservados e limpos. Os uniformes devem ser trocados, no mínimo, diariamente e usados exclusivamente nas dependências internas do estabelecimento. As roupas e os objetos pessoais devem ser guardados em local específico e reservado para esse fim; 4. As mãos devem ser lavadas cuidadosamente ao chegar ao trabalho, antes e após manipular alimentos, após qualquer interrupção do serviço, após tocar materiais contaminados, após usar os sanitários e sempre que se fizer necessário. Devem ser afixados cartazes de orientação aos manipuladores sobre a correta lavagem e anti-sepsia das mãos e demais hábitos de higiene, em locais de fácil visualização, inclusive nas instalações sanitárias e lavatórios; 5. Para a secagem de mãos é necessário usar toalha de papel, não sendo permitido, em hipótese alguma, a utilização de tecido para esse fim. Os dispenseres para colocação de papel-toalha devem ser instalados pela concessionária nos diversos setores da cozinha e áreas afins; 6. Durante o desempenho das atividades, os manipuladores não devem fumar, falar desnecessariamente, cantar, assobiar, espirrar, cuspir, tossir, comer, manipular dinheiro ou praticar outros atos que possam contaminar o alimento; 7. Cabelos devem permanecer presos e protegidos por redes, toucas ou outro acessório apropriado para esse fim. As unhas devem estar curtas e sem esmalte ou base. Durante a manipulação, devem ser retirados todos os objetos de adorno pessoal e a maquilagem. Não é permitido o uso de barba ou bigode; 8. A Concessionária deverá apresentar, semestralmente, plano de treinamento de seus empregados, que deverá incluir, obrigatoriamente, capacitação em higiene pessoal, manipulação higiênica dos alimentos e doenças transmitidas por alimentos. Essa capacitação deve ser comprovada mediante documentação. DA PREPARAÇÃO DE ALIMENTOS - ( Resolução RDC n 216 de 15/09/04 da Anvisa) 1. As matérias-primas, os ingredientes e as embalagens utilizados para preparação do alimento devem estar em condições higiênico-sanitárias adequadas e em conformidade com a legislação específica. 2. O quantitativo de funcionários, equipamentos, móveis e ou utensílios disponíveis devem ser compatíveis com volume, diversidade e complexidade das preparações alimentícias. 3. Durante o preparo dos alimentos, devem ser adotadas medidas a fim de minimizar o risco de contaminação cruzada (transferência de micro organismos de um local para o outro através de meios comuns entre o contaminante e o contaminado). Deve-se evitar o contato direto ou indireto entre alimentos crus, semi-preparados e prontos para o consumo. 4. Os funcionários que manipulam alimentos crus devem realizar a lavagem e a anti-sepsia das mãos antes de manusear alimentos preparados. 5. As matérias-primas e os ingredientes caracterizados como produtos perecíveis devem ser expostos à temperatura ambiente somente pelo tempo mínimo necessário para a preparação do alimento, a fim de não comprometer a qualidade higiênico-sanitária do alimento preparado. 6. Quando as matérias-primas e os ingredientes não forem utilizados em sua totalidade, devem ser adequadamente acondicionados e identificados com, no mínimo, as seguintes informações: designação do produto, data de fracionamento e prazo de validade após a abertura ou retirada da embalagem original

18 7. Quando aplicável, antes de iniciar a preparação dos alimentos, deve-se proceder adequada limpeza das embalagens primárias das matérias-primas e dos ingredientes, minimizando o risco de contaminação. 8. O tratamento térmico deve garantir que todas as partes do alimento atinjam a temperatura de, no mínimo, 70ºC (setenta graus Celsius). Temperaturas inferiores podem ser utilizadas no tratamento térmico desde que as combinações de tempo e temperatura sejam suficientes para assegurar a qualidade higiênico-sanitária dos alimentos. 9. A eficácia do tratamento térmico deve ser avaliada pela verificação da temperatura e do tempo utilizados e, quando aplicável, pelas mudanças na textura e cor na parte central do alimento. 10. Para os alimentos congelados, antes do tratamento térmico, deve-se proceder ao descongelamento, a fim de garantir adequada penetração do calor. Excetuam-se os casos em que o fabricante do alimento recomenda que o mesmo seja submetido ao tratamento térmico ainda congelado, devendo ser seguidas as orientações constantes da rotulagem. 11. O descongelamento dos produtos/alimentos deve ser conduzido de forma a evitar que as áreas superficiais dos alimentos se mantenham em condições favoráveis à multiplicação microbiana. O descongelamento deve ser efetuado em condições de refrigeração à temperatura inferior a 5ºC (cinco graus Celsius) ou em forno de micro-ondas quando o alimento for submetido imediatamente à cocção. 12. Os alimentos submetidos ao descongelamento devem ser mantidos sob refrigeração se não forem imediatamente utilizados, não devendo ser recongelados. 13. Após serem submetidos à cocção/cozimento, os alimentos preparados devem ser mantidos em condições de tempo e de temperatura que não favoreçam a multiplicação microbiana. Para conservação a quente, os alimentos devem ser submetidos à temperatura superior a 60ºC (sessenta graus Celsius) por, no máximo, 6 (seis) horas. Para conservação sob refrigeração ou congelamento, os alimentos devem ser previamente submetidos ao processo de resfriamento. 14. O processo de resfriamento de um alimento preparado deve ser realizado de forma a minimizar o risco de contaminação cruzada e a permanência do mesmo em temperaturas que favoreçam a multiplicação microbiana. A temperatura do alimento preparado deve ser reduzida de 60ºC (sessenta graus Celsius) a 10ºC (dez graus Celsius) em até duas horas. Em seguida, o mesmo deve ser conservado sob refrigeração a temperaturas inferiores a 5ºC (cinco graus Celsius), ou congelado à temperatura igual ou inferior a -18ºC (dezoito graus Celsius negativos). 15. O prazo máximo de consumo do alimento preparado e conservado sob refrigeração a temperatura de 4ºC (quatro graus Celsius), ou inferior, deve ser de 5 (cinco) dias. Quando forem utilizadas temperaturas superiores a 4ºC (quatro graus Celsius) e inferiores a 5ºC (cinco graus Celsius), o prazo máximo de consumo deve ser reduzido, de forma a garantir as condições higiênico-sanitárias do alimento preparado. 16. Caso o alimento preparado seja armazenado sob refrigeração ou congelamento deve-se apor no invólucro do mesmo, no mínimo, as seguintes informações: designação do produto, data de preparo e prazo de validade. A temperatura de armazenamento deve ser regularmente monitorada e registrada. 17. Quando aplicável, os alimentos a serem consumidos crus devem ser submetidos a processo de higienização a fim de reduzir a contaminação superficial. Os produtos utilizados na higienização dos alimentos devem estar regularizados no órgão competente do Ministério da Saúde e serem aplicados de forma a evitar a presença de resíduos no alimento preparado. 18. A concessionária deve implementar e manter documentado o controle e garantia da qualidade dos alimentos preparados. Essa documentação poderá ser vistoriada pelo gestor, a qualquer tempo. DO ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE DOS ALIMENTOS PREPARADOS - (Resolução RDC n 216 de 15/09/04 da Anvisa) 1. Os alimentos preparados mantidos na área de armazenamento ou aguardando o transporte devem estar identificados e protegidos contra contaminantes. Na identificação deve constar, no mínimo, a designação do produto, data de preparo e prazo de validade

19 2. O armazenamento e o transporte do alimento preparado, da distribuição até a entrega ao consumo, devem ocorrer em condições de tempo e temperatura que não comprometam sua qualidade higiênico-sanitária. A temperatura do alimento preparado deve ser monitorada durante essas etapas. 3. Os meios de transporte do alimento preparado devem ser higienizados, sendo adotadas medidas que garantam a ausência de vetores e pragas urbanas. Os veículos devem ser dotados de cobertura para proteção da carga, não devendo transportar outras cargas que comprometam a qualidade higiênico-sanitária do alimento preparado. DA EXPOSIÇÃO AO CONSUMO DO ALIMENTO PREPARADO 1. As áreas de exposição do alimento preparado e do refeitório devem ser mantidas organizadas e em adequadas condições higiênico-sanitárias. Os equipamentos, móveis e utensílios disponíveis nessas áreas devem ser compatíveis com as atividades, em número suficiente e em adequado estado de conservação. 2. Os equipamentos, necessários à exposição ou à distribuição de alimentos preparados sob temperaturas controladas, devem ser devidamente dimensionados e estar em adequado estado de higiene, conservação e funcionamento. A temperatura desses equipamentos deve ser regularmente monitorada. 3. O equipamento de exposição do alimento preparado, frio ou quente, na área de consumação, deve dispor de barreiras de proteção que previnam a contaminação do mesmo em decorrência da proximidade ou da ação do consumidor e de outras fontes. 4. Os utensílios utilizados na consumação do alimento, tais como pratos, copos, talheres, devem ser devidamente higienizados, sendo armazenados em local protegido. 5. A área do serviço de alimentação onde se realiza a atividade de recebimento de dinheiro, cartões e outros meios utilizados para o pagamento de despesas, deve ser reservada. Os funcionários responsáveis por essa atividade não devem manipular alimentos preparados, embalados ou não

20 ANEXO II MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Declaro, para fins de participação da Tomada de Preços Nº 01/2015, que trata da Concessão Remunerada de Uso, a título precário, das dependências da Procuradoria da República/RS, localizada na Praça Rui Barbosa, 57 Centro de Porto Alegre/RS, especialmente no 13 1/2 andar, para fins de exploração de cafeteria, que o(a) Sr(a). (nome do representante legal), identidade n.º.../uf, Representante Legal da Empresa (razão social da empresa), CNPJ n.º..., efetuou vistoria nas áreas onde serão realizados os serviços, tomando conhecimento de todas as características físicas da sede. Porto Alegre, de de 2015 Assinatura de Representante da PR/RS (item do Edital) (Representante Legal da Empresa) 2. 20

TOMADA DE PREÇOS Nº 001/2010. SESSÃO DE ABERTURA: Local: Rua Pamplona 1200 7º andar Horário: 10:30 horas do dia 08 de março de 2.

TOMADA DE PREÇOS Nº 001/2010. SESSÃO DE ABERTURA: Local: Rua Pamplona 1200 7º andar Horário: 10:30 horas do dia 08 de março de 2. IMPORTANTE: PARA PARTICIPAR DA LICITAÇÃO O INTERESSADO DEVERÁ RETIRAR O EDITAL SOB PROTOCOLO COM 03 (TRÊS) DIAS DE ANTECEDENCIA NA SEDE DO CONSELHO SITUADO À RUA PAMPLONA, 1200 JD PAULISTA CEP: 01405-001

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