AÇÃO CIVIL PÚBLICA com pedido liminar

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1 EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA DA CAPITAL DO RIO DE JANEIRO VARA EMPRESARIAL DA COMARCA REF.: PROCEDIMENTO Nº 111/207 O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, por meio da presente e do Promotor de Justiça subscrito, vem propor AÇÃO CIVIL PÚBLICA com pedido liminar em face de SUPER MERCADO ZONA SUL S/A., pessoa jurídica de direito privado, com CNPJ nº / , com sede na Av. Nossa Senhora de Copacabana, nº 1.369, Loja A, Copacabana, nesta cidade, CEP.: , pelas razões de fato e de direito que passa a expor:

2 PRELIMINARMENTE A Legitimidade do Ministério Público O MINISTÉRIO PÚBLICO possui legitimidade para a propositura de ações em defesa dos direitos transindividuais dos consumidores, ex vi do art. 81, parágrafo único, II e III c/c art. 82, I da lei nº 8.078/90. Ainda mais em hipóteses como a vertente, em que o número de lesados é extremamente expressivo e se encontra disperso, dificultando a defesa dos respectivos direitos individuais. Constata-se, ainda, que os valores em jogo são relevantes, já que o serviço prestado pela empresa-ré abrange um número ingente de consumidores, revelando, por conseguinte, o interesse social que justifica a atuação do Ministério Público. entre os quais: Neste sentido, podem ser citados vários acórdãos do E. Superior Tribunal de Justiça, PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO COLETIVA. DIREITOS COLETIVOS, INDIVIDUAIS HOMOGÊNEOS E DIFUSOS. MINISTÉRIO PÚBLICO. LEGITIMIDADE. JURISPRUDÊNCIA. AGRAVO DESPROVIDO. O Ministério Público é parte legítima para ajuizar ação coletiva de proteção ao consumidor, inclusive para tutela de interesses e direitos coletivos e individuais homogêneos. (AGA /SP, 4ª Turma, DJ 05/06/2000, pág. 176)

3 A Instituição autora, neste mister, atua no exercício que lhe confere o Título IV, Capítulo IV, Seção I, da Carta Constitucional de 1988, mais precisamente do inciso III, do art. 129, onde "são funções institucionais do Ministério Público (III) promover o inquérito civil e a ação civil pública, para a proteção do patrimônio público e social, do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. Na esteira desse dispositivo citado, o artigo 25, inciso IV, alínea "a", da Lei Federal 8.625/93 - Lei Orgânica Nacional do Ministério Público - estatui que "além das funções previstas nas Constituições Federal e Estadual, na Lei Orgânica e em outras leis, incumbe, ainda, ao Ministério Público (..) promover o inquérito civil e ação civil pública (..) para a proteção, a prevenção e a reparação dos danos causados ao patrimônio público e social, ao meio ambiente, ao consumidor, aos bens e direitos de valor artístico, e a outros interesses difusos, coletivos, homogêneos e individuais indisponíveis" (grifei). A Lei n /85 (LACP) atribui legitimidade ao Ministério Público para o ajuizamento de ação civil pública para a prevenção ou reparação dos danos causados ao consumidor, em decorrência de violação de interesses ou direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos (v. artigos 1º, 3º, 5, "caput", e 21). A Lei n /90 (Código de Defesa do Consumidor) atribui ao Ministério Público legitimação para a defesa coletiva dos interesses ou direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos do consumidor, com fulcro no artigo 82, inciso I, c/c o artigo 81, parágrafo único, incisos I e II. DOS FATOS A empresa ré atua no ramo de supermercados, comercializando produtos de higiene, limpeza em geral e, principalmente, alimentos.

4 Ocorre que foi noticiado que a ré estaria comercializando alimentos impróprios para o consumo, razão pela qual foi oficiado à Vigilância Sanitária Municipal a fim de que realizasse fiscalização no local de modo a verificar a procedência ou não da reclamação. Às fls. 07, a Vigilância Sanitária Municipal, em 29 de março de 2007, informou que as condições de manipulação e exposição dos produtos favoreciam a presença e proliferação de insetos, razão pela qual foi lavrado Termo de Intimação nº Informou, ainda, que a empresa também foi autuada através do Auto de Infração nº pela comercialização de carne pré-moída. Novamente oficiada, a Vigilância Sanitária Municipal informou, em 26 de fevereiro de 2008, às fls. 11, ter encontrado as irregularidades abaixo descritas, sendo lavrados os Autos de Infração nºs e , Termo de Apreensão e Inutilização nº 7275 e Termos de Intimação nºs e : - exposição de produtos prontos para o consumo, em sistema self service, sem refrigeração dos perecíveis, que eram mantidos em recipientes com tampas sobre outros que continham gelo, e que após a medição, se contatou temperatura inadequada; - no setor de produtos cárneos, exposição de carne pré-moída e preparadas; - na padaria, reutilização de vasilhames para acondicionamento de gelo; objetos inservíveis sobre os equipamentos; arrumação deficiente; condições higiênico-sanitárias insatisfatórias; sujidades sobre as bancadas de manipulação. Às fls. 36, a Vigilância Sanitária Municipal, em 08 de agosto de 2008, informou persistirem as seguintes irregularidades: temperatura da conservação inadequada de gêneros alimentícios perecíveis, comercialização de carnes previamente moídas sem registro no

5 órgão competente, manutenção de objetos inservíveis no setor de panificação, além de desorganização no ambiente, com procedimentos inadequados e manutenção de produtos perecíveis em temperatura ambiente. Foram lavrados os Autos de Infração nºs , e e o Termo de Apreensão e Inutilização nº Às fls. 45, a Vigilância Sanitária Municipal, em 21 de janeiro de 2009, informou persistirem as irregularidades anteriormente apontadas. Foi verificado que o supermercado Zona Sul comercializava carne moída em bandejas individualizadas, nos balcões frigoríficos sem constar na rotulagem registro no órgão competente, sendo lavrado Auto de Infração nº e o Termo de Apreensão e Inutilização nº Foi ainda verificada a venda de frios diversos, fracionados, embalados e expostos sobre mesas, sem dispositivo efetivo de refrigeração, motivo pelo qual foi lavrado Auto de Infração nº , bem como a falta de asseio nos setores de padaria, preparo de carnes, legumes e frutas, além de depósito desorganizado, o que ensejou a lavratura do Auto de Infração nº e do Termo de Intimação nº Às fls. 57, a Vigilância Sanitária Municipal, em mais uma fiscalização, datada de 16 de setembro de 2009, verificou que a empresa ré comercializava o produto carne bovina previamente moída, expostas em bandejas individualizadas, gerando o Auto de Infração nº Também foi observado que o depósito estava desorganizado e com acúmulo de lixo embaixo das prateleiras e estrados, sendo lavrado Auto de Infração nº Às fls. 66, o órgão fiscalizador acima mencionado informou que, em 21 de junho de 2010, a empresa ré foi novamente autuada por encontrar no setor de fatiamento de frios produtos sem qualquer identificação de rotulagem (Termo de Apreensão e Inutilização nº 8060). Esclareceu, ainda, que foram lavrados o Auto de Infração nº e o Termo de Intimação nº a fim de que a ré efetuasse as adequações necessárias.

6 A Vigilância Sanitária Municipal, às fls. 72, em mais uma nova fiscalização, agora realizada em 20 de dezembro de 2010, constatou que: o equipamento frigorífico apresentava temperatura de 20ºC e funcionamento deficiente; havia comercialização de carne pré-moída em bandejas individualizadas, sem rotulagem de registro no órgão competente, razão pela qual foram inutilizadas (Termo de Apreensão e Inutilização nº 8083); as câmaras frigoríficas continham sujidades e estavam desorganizadas. A fim de sanar as falhas mencionadas, foram lavrados os Termos de Intimação nºs e , sendo o Termo de Intimação nº , vinculado ao Edital de Interdição Parcial nº 12185, até a adequação da temperatura ao equipamento frigorificado. A seu turno, intimada a empresa-ré para tentar viabilizar a assinatura de TERMO DE COMPROMISSO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA a ser firmado com este órgão ministerial, quedou-se inerte. DO DIREITO O desrespeito às normas consumeristas vigentes De acordo com a documentação anexada no inquérito civil que dá azo à presente demanda, a Vigilância Sanitária Municipal constatou, após várias fiscalizações, que o supermercado em questão não está adequado às condições sanitárias previstas em lei, eis que foram evidenciadas várias irregularidades tais como: a) condições de manipulação e exposição dos produtos favoreciam a presença e proliferação de insetos; b) exposição de produtos prontos para o consumo, em sistema self service, sem refrigeração; c) exposição de carne pré-moída e preparada sem registro junto ao órgão competente;

7 d) falta de asseio nos setores de padaria, de carnes, legumes e frutas; e) condições higiênico-sanitárias insatisfatórias; sujidades sobre as bancadas de manipulação; f) temperatura da conservação inadequada de gêneros alimentícios perecíveis; g) manutenção de produtos perecíveis em temperatura ambiente; h) venda de frios diversos, fracionados, embalados e expostos sobre mesas, sem dispositivo efetivo de refrigeração; i) depósito desorganizado e com acúmulo de lixo embaixo das prateleiras e estrados; j) câmaras frigoríficas com sujidades e desorganizadas. O proceder do réu, assim, além de infringir as normas sanitárias, motivo pelo qual foram lavrados diversos autos de infração pela Vigilância Sanitária Municipal, também infringe o Código de Defesa do Consumidor, em vários outros aspectos. Primordialmente, por colocar em risco a saúde do consumidor. Isto porque, o réu, como fornecedor de alimentos, tem o dever de observar as regras de higiene expedidas pelos órgãos competentes. Tal premissa é extraída tendo em vista que a saúde do consumidor deve estar sempre em primeiro plano, motivo pelo qual não se devem expor à venda produtos de má qualidade ou com vícios. Contudo, tudo leva a crer que o réu não tem o intuito de observar tais legislações, uma vez que mesmo depois de várias fiscalizações e autuações pela Vigilância Sanitária Municipal, num total de 07 (sete) fiscalizações e diversas autuações, insiste em descumprir as condições higiêncios-sanitárias inerentes à sua atividade, desafiando a atuação do Poder Público.

8 Pela leitura dos ofícios encaminhados pelo órgão fiscalizador em questão, vê-se que o réu vem reiteradamente comercializando produtos em ambiente totalmente inadequado, quer seja pela falta de higiene, quer seja pela conservação inadequada dos produtos perecíveis que oferece aos consumidores. Ora, os produtos que não são armazenados corretamente podem ser veículos de muitas contaminações por microorganismos, uma vez que estes se proliferam muito rapidamente, causando deteriorações indesejáveis no alimento como alteração do odor, sabor, etc, sendo sua comercialização, portanto, contrária ao disposto no art. 18, 6º, II da lei nº 8.078/90. Essas alterações provocam a formação de substâncias tóxicas que, por conseqüência, podem trazer riscos à saúde dos consumidores, eis que produzem doenças graves. Desta forma, o correto armazenamento dos alimentos é fundamental, devendo sempre ser observadas as condições satisfatórias de controle de temperatura e limpeza a fim de se alcançar os bons padrões de higiene e, assim, evitar a contaminação dos alimentos por bactérias prejudiciais à saúde humana. Todavia, como se vê dos ofícios encaminhados pela Vigilância Sanitária Municipal, o réu não vem observando as legislações sanitárias pertinentes, infringindo, por sua vez, vários artigos do código consumerista: Art. 6 São direitos básicos do consumidor: (...) III - a informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características,

9 composição, qualidade e preço, bem como sobre os riscos que apresentem; (grifos nosso). IV - a proteção contra a publicidade enganosa e abusiva, métodos comerciais coercitivos ou desleais, bem como contra práticas e cláusulas abusivas ou impostas no fornecimento de produtos e serviços; (grifos nossos) Art. 8 Os produtos e serviços colocados no mercado de consumo não acarretarão riscos à saúde ou segurança dos consumidores, exceto os considerados normais e previsíveis em decorrência de sua natureza e fruição, obrigando-se os fornecedores, em qualquer hipótese, a dar as informações necessárias e adequadas a seu respeito. (grifos nossos). Art. 10. O fornecedor não poderá colocar no mercado de consumo produto ou serviço que sabe ou deveria saber apresentar alto grau de nocividade ou periculosidade à saúde ou segurança. (grifo nosso). Art º. São impróprios ao uso e consumo:... II os produtos deteriorados, alterados, adulterados, avariados, falsificados, corrompidos, fraudados, nocivos á vida e à saúde, perigosos o, ainda, aqueles em desacordo com as normas regulamentares de fabricação, distribuição ou apresentação; Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:

10 (...) VIII - colocar, no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro); (grifo nosso). O acúmulo de lixo e a falta de organização no depósito da ré, também verificados quando da fiscalização pelo ente fiscalizador, trazem graves malefícios ao homem, vez que estes fazem com que o ambiente se torne propício para o surgimento de baratas, ratos, bem como de outros vetores. São inúmeras as doenças que tais pragas podem transmitir, já que carregam, no corpo, patas e asas, micróbios que podem causar diarréias, disenterias, cólera, etc. Assim, é de grande importância que o ambiente esteja sempre limpo a fim de evitar o aparecimento de tais animais. Ora, os consumidores têm incontestável direito de não serem expostos a perigos que atinjam sua incolumidade física, perigos tais representados por práticas condenáveis no fornecimento de produtos e serviços, razão pela qual permitir que o réu continue atuando de forma negligente seria o mesmo que permitir aos consumidores a ingestão de alimentos contaminados. Por fim, insta salientar que é objetiva a responsabilidade do fornecedor de produtos e serviços, na medida em que o artigo 18, caput, do Código de Defesa do Consumidor, explicita que os fornecedores de produtos de consumo, duráveis ou não, responderão solidariamente pelos vícios de qualidade ou de quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou lhes diminuam o valor, assim como por

11 aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, da rotulagem ou da mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza. DA ANTECIPAÇÃO DE TUTELA Diante da plausibilidade jurídica do pedido e do periculum in mora há que se deferir a antecipação de tutela no presente processo a fim de que o réu, sob pena de multa no valor de R$ ,00 (dez mil reais) diário: a) condicione a manipulação e a exposição dos produtos de modo a não favorecer a presença e proliferação de insetos; b) não exponha produtos prontos para o consumo, em sistema self service, sem refrigeração; c) não exponha carne pré-moída e preparada; d) providencie o asseio nos setores de padaria, de carnes, legumes e frutas; e) observe as condições higiênico-sanitárias sobre as bancadas de manipulação; f) observe a temperatura adequada de conservação de gêneros alimentícios perecíveis; g) observe dispositivo efetivo de refrigeração na venda de frios diversos, fracionados, embalados e expostos sobre mesas; h) organize depósito e não deixe acúmulo de lixo embaixo das prateleiras e estrados; i) providencie o asseio nas câmaras frigoríficas e as organize de modo a se adequar às normas fitossanitárias. O fumus boni iuris encontra-se configurado pela farta prova documental juntada aos autos, eis que vários foram os ofícios encaminhados pela Vigilância Sanitária Municipal que demonstram a renitência na prática das irregularidades acima apontadas.

12 O periculum in mora está consubstanciado, uma vez que a demora de um provimento jurisdicional definitivo acerca da matéria em exame implica perigo de dano irreversível à saúde do consumidor, pois, se subsistir a prática abusiva mencionada até o término desta ação, diversos consumidores adquirirão bens alimentícios impróprios ao consumo e correrão o risco de ingerir substâncias nocivas a sua integridade física. Isto posto, requer-se na melhor forma de direito a concessão da tutela antecipada, a teor do art. 84 do CDC, devendo-se oficiar à Vigilância Sanitária Municipal a fim de que proceda à fiscalização do cumprimento de tal decisão. DO PEDIDO Ex positis, requer o MINISTÉRIO PÚBLICO: 1 - a condenação em definitivo do pleiteado como antecipação de tutela no item acima; 2 - a condenação do réu ao ressarcimento de qualquer dano material e/ou moral ocasionado em conseqüência dos fatos narrados; 3 - a citação do réu para responder à presente, sob pena de revelia; 4 a publicação de editais, na forma do art. 94 do CDC; 5 a produção de todos os meios de prova admitidos em direito, notadamente, prova testemunhal, depoimento pessoal, prova documental, etc.;

13 6 a condenação do réu à paga de honorários advocatícios a serem revertidos à Procuradoria Geral do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, a teor da lei estadual nº 2.819/97. Dá-se à causa o valor de R$ ,00 (dez mil reais). Rio de Janeiro, 31 de março de CARLOS ANDRESANO MOREIRA Promotor de Justiça MAT. 1967

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