Gênero e Cultura. 12º. EDUCAids. Cristina Câmara. São Paulo, 11 de junho de
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- Giovana Antas Lameira
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1 Gênero e Cultura Cristina Câmara 12º. EDUCAids São Paulo, 11 de junho de 2008
2 Gênero... o termo gênero parece ter feito sua aparição inicial entre as feministas americanas, que queriam enfatizar o caráter fundamentalmente social das distinções baseadas no sexo. A palavra indicava uma rejeição do determinismo biológico implícito no uso de termos como sexo ou diferença sexual. O termo gênero enfatizava igualmente o aspecto relacional das definições normativas da feminilidade. (Joan Scott)
3 Feminismo e história das mulheres Na década de 70, o feminismo e a história das mulheres se articularam com a antropologia, a história cultural e as novas pesquisas sobre a memória popular. Pensar as mulheres como protagonistas da história e contribuindo com a mesma é pensar sempre no plural, valorizando as diferenças e singularidades das trajetórias femininas.
4 Gênero e história Escrever sobre as mulheres na história significa redefinir e ampliar noções tradicionais de significado histórico referentes ao individual, à experiência subjetiva e às atividades públicas e políticas. Esta metodologia põe em questão o conhecimento atual, evidencia uma nova história das mulheres e contribui para uma nova história. Neste contexto teórico, gênero aparece como categoria de análise.
5 Gênero: categoria de análise histórica Gênero implica em quatro elementos interrelacionados: os símbolos culturais Evocam representações simbólicas contraditórias os conceitos normativos Ajudam nas interpretações e mostram limites uma noção de política Referências a instituições e organizações sociais a identidade subjetiva Como as identidades de gênero são construídas nas organizações e representações sociais SCOTT, J. Gender: A Useful Category of Historical analysis
6 Cultura e poder Cultura é um processo histórico dinâmico. O conceito de cultura é um conceito de valor. (Max Weber) Acreditando, como Max Weber, que o homem é um animal amarrado a teias de significados que ele mesmo teceu, assumo a cultura como sendo essas teias e a sua análise; portanto, não como uma ciência experimental em busca de leis, mas como uma ciência interpretativa, à procura do significado. (Clifford Geertz).
7 Cultura e poder Na análise de gênero é fundamental perceber as relações de gênero como relações de poder (Inspiração em Michel Foucault). Falar em poderes e contra-poderes implica em sair da dicotomia existente e recontar a história interna do poder familiar, social e político.
8 Relações sociais de gênero Gênero # Mulher Não restrição ao sexo biológico Valorização de aspectos culturais Não se nasce mulher, torna-se mulher (Simone de Beauvoir)
9 Em questão: a categoria gênero Ex.1: Identidades sexuais Judith Butler: Gênero sugere um determinismo de significados sobre corpos anatomicamente diferenciados, sendo entendidos como corpos passivos recipientes de uma lei cultural. Não a biologia, mas a cultura torna-se um destino. Nicole-Claude Mathieu: Anatomia política identidades de sexo, sexual e sexuada.
10 Prostituição como emancipação Ex.2: Prostituição Paola Tabet: Num contexto de dominação homem-mulher, as relações entre os sexos não são uma troca recíproca da sexualidade. Outra troca: Uma compensação por uma prestação, um pagamento em valor econômico, mas também valor-prestígio, status e nome contra uma sexualidade definida pelos homens como serviço.
11 Prostituição como emancipação Mulheres donas de seu próprio trabalho Reapropriação de si por elas-mesmas (existência como sujeito social) Esta reapropriação possui um caráter específico de transgressão, podendo ser analisada como uma forma de emancipação.
12 Desafios cotidianos Partir da perspectiva relacional Não reduzir o conceito de gênero à mulher Envolver os homens nos debates sobre gênero Refletir sobre masculinidades e feminilidades não necessariamente vinculadas, respectivamente, a homens e mulheres Considerar as relações de poder como móveis e a existência de vários poderes Valorizar a construção simbólica feminina
13 Sugestões de leitura BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, FONSECA, C. A dupla carreira da mulher prostituta. Rev. Estud. Fem. v.4, n.1, p.7-33, FOUCAULT, M. Microfísica do poder. Rio de Janeiro: Graal, GEERTZ, C. A interpretação das culturas. Rio de Janeiro: Zahar Eds., GIFFIN, K. A inserção dos homens nos estudos de gênero: contribuições de um sujeito histórico. Ciênc. saúde coletiva, v.10, n.1, p.47-57, jan./mar
14 Sugestões de leitura LOURO, G.L. Teoria queer: uma política pós-identitária para a educação. Rev. Estud. Fem. v.9, n.2, p , MATHIEU, N.-C. Les transgressions du sexe et du genre à la lumière de données ethnographiques. In: HURTIG, Marie- Claude et al. Sexe et genre: de la hiérarchie entre les sexes. Paris: CNRS, ROSALDO, M.Z. Mujer, cultura y sociedad: una visión teórica. Biblioteca Virtual de Ciencias Sociales. SCOTT, J. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e realidade, Porto Alegre, v.20, n.2, p.71-99, jul./dez
15 Sugestões de leitura SCOTT, J. Gender: A Useful Category of Historical analysis. The American Historical Review, v.91, n.5, p , Dec TABET, P. Les dents de la prostituée: échange, négociation, choix dans les rapports économico-sexuels. In: HURTIG, Marie-Claude et al. Sexe et genre: de la hiérarchie entre les sexes. Paris: CNRS, 1991.
16 Sugestões de filmes A Cor Púrpura - Steven Spielberg A Fuga das Galinhas - Peter Lord, Nick Park Balzac e a Costureirinha Chinesa - Dai Sijie Domésticas - Fernando Meirelles e Nando Olival Mulheres Perfeitas - Frank Oz O Sorriso de Monalisa - Mike Newell Traídos pelo Desejo Neil Jordan
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